"Numa semana de grande expectativa em relação ao almejado bicampeonato de futebol para o Benfica (embora todas as cautelas sejam avisadas), escrevo sobre uma modalidade de que sempre gostei: o voleibol.
O pretexto é, claro está, o tricampeonato do Sport Lisboa e Benfica que este ano faz o triplete vencendo campeonato, taça e supertaça e alcançando a final de uma prova europeia.
Um grande trabalho de um excelente técnico e enorme benfiquista José Jardim e de um conjunto de atletas de elevado nível, numa luta renhida com a surpreendente equipa Fonte do Bastardo, uma freguesia da Praia da Vitória na Terceira (com cerca de 1.300 habitantes).
Para ser coerente, devo referir que não concordo com esta ideia de play-off para decidir o campeão. Desta vez coube ao Benfica superar um invicto vencedor da fase regular. Antes, o Benfica havia perdido duas vezes nas mesmas circunstâncias.
Era eu estudante e vibrava com as sucessivas vitórias do Técnico, apesar de estudar em Económicas. Lembro-me, com gosto e saudade, da equipa das Marias do Benfica que, por cá, passeava a sua classe. Nas últimas décadas, admirei o voleibol de clubes considerados de menor expressão desde o Sp. Espinho (ainda o detentor de mais títulos), o Castêlo da Maia ou o Fonte do Bastardo.
Nos Jogos Olímpicos ou nas competições mundiais, o voleibol é espectacular. Uma modalidade vibrante, elegante, onde não há o contacto físico directo que é a fonte de tanta discussão noutros desportos. E onde a noção solidária de um colectivo se exprime melhor no jogo jogado e no abraço colectivo que se segue a cada ponto conquistado."
Bagão Félix, in A Bola
PS: Após a festa do título, nas últimas horas, já foram anunciadas as saídas dos nossos dois distribuidores: Vinhedo (regressa ao Brasil) e Perini (vai jogar para Ravenna!!!). E ainda podem sair mais jogadores... espero que não. Mas na despedida os dois deixaram algumas palavras:
ADENDA: Agora, foi a vez do Honoré anunciar a saída. É curioso, mas o sucesso Europeu desta época, acabou por dar mais visibilidade aos nossos jogadores, e agora vamos ter um Verão complicado...
"Perdón por la prolongada ausencia de este blog, pero a veces uno no consigue ser ser dueño de su tiempo y, entre unas cosas y otras, han pasado muchos más dias de los que habría querido. Perdón a los que ya eram fieles a este blog, y bienvenidos a los que se incorporen. Desde ahora tenemos una doble cita, en Estadio y en Lopeteguia.
Aunque en este primer ‘post’ del año puede que llegue con más indignación de la que en mí es habitual. Porque esta masiva campaña de denuncia sobre favoritismos, persecuciones, trampas y robos arbitrales, me parece una hipocresía doblemente peligrosa que ni soy capaz de entender, ni por supuesto puedo compartir.
Estamos jugando con fuego. Y esto es una cosa seria.
Porque se puede dudar de la capacidade de los árbitros españoles. Podemos discutir sobre su talante sobre el césped, su preparación y su grado de acierto. Incluso sus enormes errores en un partido. Pero dudar de su honestidad es um pecado gravísimo. Y un arma de doble filo.
En este país hemos tenido ambientes menos enconados, y hemos vivido comportamientos en el campo cercanos a la tragedia que nos han hecho estremecer a todos. U no me quiero poner dramático. Pero de verdad creo que ser realista es encender una bengala de aviso a navegantes para no seguir echando leña a este fuego."
¿No estamos rozando el colmo de la hipocresía? No se entiende que estemos hablando de fair play, denunciando la violencia, alabando el buen comportamiento…. Y corramos el peligro cierto de estar sacando de quicio y calentando más de lo que toca a algún ‘descerebrado’ que puede perder los papeles y acabar haciendo una barbaridad. Que los hay. Nos consta porque lo hemos visto.
Y eso que los actores principales del fútbol están dando la cara. Los futbolistas y los entrenadores no dejan lugar a la duda y tanto desde Madrid como desde Barcelona han lanzado mensajes bien claros de que los puntos se ganan en el campo.
Es cierto que un mal día de un árbitro te puede llevar a la derrota. Y te calientas, y le gritas, y luego ‘rajas’ en la prensa, o a él mismo. Y el entrenador llora en la rueda de prensa el desastre arbitral del penalti o el gol anulado. Y el medio de comunicación de un lado pone a caldo al colegiado mientras el otro sólo se acuerda de la gran victoria del equipo de su ciudad.
Claro que hay lugar en el fútbol para la polémica arbitral. Los propios profesionales viven (vivimos) en la hipocresía de no hablar de los árbitros cuando les va bien, y poner el grito en el cielo cuando las cosas se le tuercen. Tenemos ejemplos todas las semanas y yo mismo entono el mea culpa.
Todos entendemos la polémica arbitral y somos parte de ella. Sin más trascendencia y sabedores que es parte de la salsa del fútbol.
Pero si en toda esta historia metemos dudas sobre la intencionalidad del árbitro, podemos estar encendiendo un polvorín. Porque el error humano calienta… y se pasa. Pero el error con alevosía deja un poso de rencor que no se sabe cómo puede acabar.
Yo he jugado 18 años y he estado en el Real Madrid y en el Barcelona. Y de verdad que no conozco a futbolistas de esos equipos que hablen de favoritismos. Es más, siempre hemos sido conscientes de que se equivocaban más en contra de los más pequeños, aunque pensamos que se debe a que los equipos grandes pisan mucho más el área y es más fácil el error a su favor.
Además, les puedo garantizar que en un altísimo porcentaje, el futbolista profesional no sabe ni cómo se llama el árbitro del domingo. Tiene tantas cosas en la cabeza, tantas variables, que el árbitro no es una de sus preocupaciones.
Y como bien dijo Guardiola, el fútbol es demasiado bonito como para reducirlo a cuestiones arbitrales. Hay que disfrutar con las jugadas, con los goles, con tantas cosas preciosas que ocurren sobre el césped. Y si además hay polémica, pues bien. La ha habido siempre.
Pero cuidado con desmadrar las cosas. No podemos incendiar a las aficiones porque las consecuencias no las podremos controlar. Y después no vale lamentarse. Somos mayorcitos para saber lo que estamos haciendo y el riesgo que corremos. ¿O no?"
"Bruno de Carvalho tem uma virtude: diz aquilo que pensa. Na entrevista à Sporting TV, não escondeu a angústia pela incerteza que tem sobre o dinheiro com que pode contar para a próxima época, situação que resulta, entre outras, do facto de o Sporting não ter entrada directa na Champions. A ambição do líder leonino não se satisfaz, pois, com o 3.° lugar. Aquilo que para muitos estaria acima das possibilidades do Sporting seria para o líder leonino um objectivo viável. Bruno quer impor uma cultura de exigência. Custe o que custar... mesmo sem dinheiro. Nesse contexto, há palavras que podem magoar, como aquelas que manifestam desilusão pelo número de adeptos que foram a Alvalade na meia-final da Taça. O desafio presidencial é permanente, rejeitando a postura conformista.
Se o Benfica vencer em Guimarães, seria normal que os adeptos encarnados celebrassem a conquista do título por todo o país, inclusivamente em Guimarães. Assim não entende o presidente da AG do Vitória, que inclusivamente diz que qualquer festejo benfiquista no Toural será uma provocação. Obviamente, há que ler as palavras do máximo dirigente vitoriano, José Isidro Lobo, à luz de um arraigado clubismo e regionalismo que muitas vezes é salutar mas noutras deveria ser posto de lado em nome do fair play e do desportivismo, para não ir a outros valores ainda mais importantes como a paz e a liberdade.
Escreveu Lopetegui, em 2010, no jornal 'La Información': «A campanha de denúncia sobre favoritismos, perseguições e roubos de arbitragem parece-me ser uma hipocrisia duplamente perigosa que não sou capaz de entender e muito menos partilhar. Estamos a brincar com o fogo». Subscrevo Lopetegui, que acrescentou: «eu próprio faço o meu 'mea culpa'. Certamente voltará a fazê-lo»."
"Uma das manhãs mais negras da história do Benfica - 5 de Dezembro de 1966. Uma descarga eléctrica ceifa a vida de Luciano Fernandes e por pouco não mata Eusébio, Cavém, Santana, Carmo Pais, Camolas e Mata da Silva. Vale o sangue frio de Jaime Graça.
Dia 16 de Outubro de 1966. Estádio da Tapadinha: Atlético-Benfica para a 5.ª jornada do Campeonato Nacional.
Pouco depois dos 15 minutos, Luciano sofre uma distensão muscular e o Benfica fica reduzido a dez jogadores. Não era ainda o tempo das substituições.
Coluna recua para o lado de Jacinto, com Cruz e Cavém nas laterais.
A equipa bate-se e não se deixa abater pelo azar.
O Benfica venceria por 2-1: dois golos de Eusébio.
Luciano sai de campo desgostoso. Ganhara a titularidade desde o início do campeonato e soubera mantê-la até aí, ora fazendo par com Raul. Parecia ter a confiança do treinador Fernando Riera.
O destino ditou: não voltaria a jogar! Nunca mais! Ingrato Destino no qual não se pode confiar...
No dia 5 de Dezembro estava morto.
Luciano Jorge Fernandes: nascido em Olhão a 6 de Agosto de 1940. Um dos mártires da história do Benfica. É preciso lembrá-lo. Eu recordo-o aqui, nesta página.
Foi como se um raio apagasse a Luz.
Vários jogadores submetiam-se nesse dia ao trabalho de recuperação do jogo da véspera (3-1 em São João da Madeira). Cumpriram sessões de massagem e banhos de imersão. Eusébio, Jaime Graça, Cavém, Santana, Carmo Pais, Camolas e Malta da Silva estiveram no centro da tragédia.
Mergulhado na água daquela espécie de jacuzzi de tempos idos, um aparelho de hidromassagem recentemente adquirido pelo Benfica, Luciano morre electrocutado. Coisa primária: um simples objecto que se colocava na água e se ligava à electricidade de forma a provocar uma certa agitação.
Vale o sangue frio de Jaime Graça para que o desastre não seja de incomensuráveis dimensões.
Ele próprio recordou, na altura: «Senti o primeiro choque e reagi. Com a ajuda de um dos representantes da casa que instalou os aparelhos, tomámos as indispensáveis providências».
E lamentava-se: «Estávamos todos alegres, fazendo o barulho habitual. Noutras condições e mais despreocupados teríamos sido atingidos sem solução. Pobre Luciano...».
Também Cavém escapou à morte por uma unha negra: «Foi tudo vertiginoso. Uns momentos mais e ninguém se salvava. O que me valeu foi agarrar-me ao varão da escada».
De imediato, a Polícia Judiciária investiga. Os aparelhos e o restante material eléctrico foram requisitados para posterior apuramento de responsabilidades.
Confirmou-se que o cabo de ligação era curto e fora necessário impor-lhe uma extensão:apesar de vedada não resistiu à condensação que havia no ar.
Malta da Silva, o mais abalado dos restantes jogadores, dá baixa no Hospital da Cruz Vermelha.
Luciano teve morte quase instantânea: o Dr. Azevedo Gomes ainda procura fazer-lhe uma punção directamente ao miocárdio, mas debalde.
Caí o luto sobre o vermelho vivo.
O Benfica está em choque.
Chamaram-lhe o novo Germano
Luciano tinha 26 anos: era um companheiro estimado por todos.
O clube decreta luto de oito dias em todas as suas actividades.
Chegara ao Benfica em 1963, vindo do Olhanense. Ameaçava ser o novo Germano e ele usava um bigodinho a condizer, à Clark Gable.
As manifestações de desgosto foram enormes. Junto à sede da Rua Jardim do Regedor multiplicaram-se as visitas pesarosas. Sporting, Belenenses, Atlético... todos os clubes fizeram questão de estar representados.
Chovem telegramas aos milhares.
Uma enorme delegação do Benfica acompanhou o cortejo fúnebre até Olhão. Ao longo da estrada, pelas povoações, em Alcácer, Grândola, as pessoas saíram à rua para ver passar a urna do infeliz jogador.
Junto do Barranco Velho, a sua cidade recebeu-o para sempre.
Entretanto, «em Lisboa tudo na mesma, isto é, a vida corre»...
O Benfica recebe a CUF ainda envolto na amargura da perda. Vence por 3-0 - golos de Eusébio(2) e Yaúca - mas não exibe a alegria contagiante dos grandes tardes. Não havia motivos para isso.
A vitória no campeonato é surpreendentemente assegurada à custas da Académica que fica em segundo lugar a apenas três pontos do primeiro.
Mas será na realidade surpreendente? É que nessa mesma época a Académica chega à final da Taça de Portugal - perderá para o V. Setúbal (2-3) - e elimina o Benfica nos quartos-de-final com 2-0 em Coimbra e 1-2 na Luz. Obra do «Velho Capitão».
José Augusto estava no balneário naquele dia de morte: «Só quando ouvi gritos é que fui a correr perceber o que se passava. Mas nada havia a fazer... No final dessa época fui a Olhão depositar um ramo de flores na campo do Luciano em nome de todos os companheiros de equipa».
Luciano Fernandes morreu, portanto, campeão. Não fez muitos jogos pelo Benfica, exceptuando a primeira época de águia ao peito, a de 1963/64, em que actuou vinte vezes para o campeonato, quatro para a Taça e três para a Taça dos Campeões. A concorrência era muita. E forte.
Ficaram-lhe os títulos: três. Coisa de que muitos não se podem gabar.
E resta uma saudade própria daqueles que desaparecem cedo demais...
"A viagem à '...formosa pérola do Atlântico' não foi inteiramente 'formosa'...
Primeiro clube continental a viajar até ao arquipélago da Madeira, o Sport Lisboa e Benfica partiu do cais de Santos, em Lisboa, a 5 de Abril de 1922. A deslocação, a convite do Club Sport Marítimo, durou aproximadamente 15 dias, durante os quais a equipa realizou cinco jogos e participou em diversos passeios, recepções e festas em sua homenagem.
Na Madeira, o Clube aguardado com verdadeiro entusiasmo e o objectivo de promover as boas relações entre o Futebol continental e o madeirense foi largamente cumprido. A comitiva 'encarnada' ficou encantada com a calorosa recepção e, sobretudo, com a beleza da ilha.
Mas nem tudo foi 'um mar de rosas'. A viagem a bordo do paquete Funchal não começou da melhor forma. O relato é feito na primeira pessoa, por Ribeiro dos Reis, no jornal O Sport de Lisboa: «Pelas alturas do Bugio começa a dança. Apanhamos uma mareta forte e a cousa começa a não sorrir (...) Á 13h25 regista-se a primeira baixa. O Belford, que tem vindo de grande galhofa, começa a sentir-se mal disposto (...) Está lívido como um cadáver. Cinco minutos depois, precisamente á 13h30, anuncia-se a primeira carga ao mar. É o Simões que abre a série, verdadeiramente atrapalhado (...) Pouco depois aparece-nos o Alberto Augusto, de olhos esbugalhados, e que diz já não ter mais nada para deitar fora. O Bráz, que está perto do Simões, segue-lhe o exemplo. São duas horas. A sineta de bordo chama-nos para o lunch. Descemos á sala de jantar, e isto constitue a nossa perdição! O cheiro da cozinha, e tudo aquilo a balouçar, acaba por agoniar-nos. Engulo uma canja á pressa, mas não tenho tempo para mais. Vejo tudo a dançar á minha volta. Completamente perdido, utiliso o primeiro receptáculo que se me depara (...) Esta primeira refeição inutilisa quasi todos.»
No Museu Benfica - Cosme Damião, na área 26. Benfica universal, encontra-se exposta, como símbolo desta viagem, a Taça Ilha da Madeira."
"Tem sido dito que a conquista do 34.º título do Benfica será muito importante, pois desde 1982-84, sob o comando de Eriksson, que o Benfica não ganha um bicampeonato. A vencer este ano, o clube inverte a tendência de hegemonia do Porto, que se faz sentir, em particular, desde a década de noventa.
Na verdade, há um outro aspecto tão ou mais importante do que ganhar dois títulos seguidos. Nos últimos campeonatos que o Benfica venceu, o adversário directo nunca foi o Porto. De facto, quando os campeonatos foram disputados até ao fim entre Benfica e Porto, os dragões acabaram por se sagrar campeões. Tendo em conta o legado psicológico de 2012/13 e 2013/14, a vitória deste ano pode anunciar uma mudança importante.
Senão vejamos: o último campeonato que o Benfica venceu, depois de uma competição ombro a ombro com o Porto, foi em 1990/91, já lá vão 24 anos. Na época passada, o 2.º classificado foi o Sporting e em 2009/10, o Braga. É um facto que quer em 1993/94, quer em 2004/05, o Benfica foi campeão com o Porto a sagrar-se vice-campeão. No entanto, ambos os campeonatos foram disputados entre Benfica e Sporting, com o clube de Alvalade a capitular na recta final (num caso, com a derrota por 6-3; noutro, com o golo de Luisão, quase ao cair no pano na Luz).
Este ano, o Benfica não só parece ter o título à mão se semear, como resistiu na liderança desde a 5.ª jornada, com o Porto à ilharga, nunca claudicando. É também por isso que estamos perante uma conquista que, a concretizar-se, é tão importante. Tanto mais que o Porto investiu muito, com empréstimos a preços impraticáveis (Casemiro), contratações de valores proibitivos para o campeonato português (Adrián López) e uma aposta de médio prazo num treinador desconhecido. Convém recordar que este era o ano em que o Porto não podia falhar e em que o Benfica iniciou a época quase derrotado."
"Já lá vai o tempo de poucas ou nenhumas saudades em que os presidentes dos clubes rivais faziam cruzar ditos, remoques, acusações, ataques verbais, ofensas e outras formas de agitar o ambiente e de cultivar o desassossego nas hostes, o que se reflectia, não raras vezes, num ambiente de perigosa tensão.
Os tempos mudaram, e muito, no futebol português. Hoje, entre o FC Porto e o Benfica, por exemplo, há uma notória paz institucional que nem é oficialmente anunciada, nem é oficiosamente beliscada. Aqui e ali pode-se reconhecer um pequeno sinal de inquietação, até mesmo uma mensagem de contida indignação, mas nada que faça perigar relações pacificadas ou que desperte a ira adormecida dos adeptos mais cáusticos.
Será, talvez, pela constatação e pela consagração desse ambiente bem mais civilizada e com reconhecidos efeitos positivos na diminuição de incidentes e de acidentes no futebol que mais surpreende a persistência e, além disso, a insolência das declarações de Lopetegui sobre Jorge Jesus.
Acredito que elas resultem de uma nova, embora estranha, teoria de comunicação do FC Porto, porque seria inadmissível, para o clube, que o seu treinador montasse todo este circo por livre arbítrio. Porém, não se vislumbra o alcance da ideia, para além de colocar o treinador basco num patamar de antipatia generalizada, por ser tão obviamente grosseiro na análise, desculpabilizante dos seus próprios erros e, pior de tudo, por ser tão vulnerável no plano meramente ético, ao atacar um companheiro de profissão que - valerá a pena recordar - ele próprio começou por desrespeitar em público."
"Pinto da Costa no treino é quase sempre tema de notícia. Filipe Vieira raramente merece essa saliência e, no entanto, as coisas estão a mudar: o que fraqueja no Porto, fortalece no Benfica.
Julen Lopetegui (espero ter escrito bem) demorou duas semanas a descobrir uma oportunidade para desancar Jorge Jesus por causa da troca de palavras que protagonizaram no final do Benfica - FC Porto, ainda no relvado, num quadro de temperaturas elevadas e que, em rigor, só eles conhecem. Se é que sim, na medida em que o incidente foi por ambos desvalorizado nas conferências de Imprensa que se seguiram.
Só agora, depois da vitória com o Gil Vicente, Julen resolveu confessar, à boleia de pergunta aparentemente inofensiva, que perdeu o respeito por Jesus, por este, alegadamente, ter feito uma comunicação distorcida daquilo que, afinal, não passou de 'conversa da treta', em face da nenhuma relevância que lhe atribuíram, na tarde de 26 de Abril.
A reacção do treinador portista é deselegante ao atacar um colega de profissão e desconchavada quanto à argumentação de suporte, revelando uma personalidade zangada com o mundo e, sobretudo, mal informada sobre a história do futebol português, suspeitando-se que na altura da contratação lhe terão contado apenas uma versão resumida e conveniente. De aí o tom petulante com que se apresenta ao trabalho numa realidade futebolística que desde o início desconsiderou, proclamando uma competência superior que a prática não justificou.
Objectivamente, Lopetegui está à beira de encerrar a sua primeira época no FC Porto com a total ausência de troféus, o que, a confirmar-se, representa um birombo na organização portista, vista até aqui como inexpugnável, de uma solidez à prova de bala, mas claramente distante do que era. Razão pela qual o treinador basco tem sido obrigado a expor-se mais do que devia, um pouco à semelhança de Paulo Bento no Sporting, com o desfecho que se conhece. É, no mínimo, estranho, por indicar que dessa endeusada estrutura pouco resta além das esporádicas ironias presidenciais; e é isso que começa a doer aos adeptos do emblema do dragão, aperceberem-se que depois de uma temporada falhada, com a desculpa de ter sido de transição (pelo menos Paulo Fonseca ergueu a Supertaça), outra se lhes depara despida de títulos, servindo-se habilmente Lopetegui do seu percurso na Champions, em contraponto ao eclipse de Jesus, para tentar esconder o que toda a gente vê: o FC Porto continua a transitar, apesar do forte investimento no plantel com o objectivo de incomodar a águia no seu voo ascendente.
Jesus ficar a saber que Lopetegui não gosta dele, deve ser para o lado que dorme melhor. Expressões como «manto protector» ou «eco social», além de desculpas de ocasião, servem para sublinhar a renitência de Lopetegui em assumir a abundância de erros que tem praticado, e, provavelmente, a impreparação para treinar em clube de topo. Deu-lhe jeito, por isso, que Mourinho, uma pessoa com «bastante experiência» e que «costuma acertar bastantes vezes no que diz», tivesse apoiado a sua continuidade no dragão. Creio, até, que devia servir-lhe de exemplo. Fica bem aprender com quem sabe mais, não obstante o professor ser português e o aluno espanhol. Paciência, é que o primeiro chegou em Fevereiro de 2002 em substituição de Octávio Machado e disse, mais ou menos isto: não me façam exigências, mas no próximo ano seremos campeões. Foram no próximo e no seguinte, e conquistaram a Taça UEFA e a Liga dos Campeões. Lopetegui chegou no verão de 2014, carregou uma rica equipa e não só nada disse como nada ganhou...
O problema central é mais profundo e complexo e passa ao lado dos destemperos de Lopetegui e dos enganos de Jesus. O que está em cima da mesa é o que me parece ser a irreversibilidade de uma mudança de ciclos, temida por portistas e perseguida por benfiquistas. Talvez não se note, mas existe. Pinto da Costa no treino é quase sempre tema de notícia. Luís Filipe Vieira raramente merece essa saliência e, no entanto, as coisas estão a mudar: o que fraqueja no Porto, fortalece no Benfica."
"O Jonas é diferente: joga como se fosse uma mentira, a mentira de quem parece que lhe falta apetite de golo, que anda a pairar sobre o campo, mas não: nunca lhe falta o apetite de golo, nunca anda a pairar sobre o campo - é como uma serpente que rodopia, traiçoeira, pelo prado, à procura do instante certo para ataque fatal, habilidoso e simples, oportunista e venenoso.
O Jackson é de outra estirpe: é como se fosse um conto, o conto em que o lobo mau se disfarça de avozinha para comer o capuchinho - o ponta de lança que se alguém prender numa prisão como Alcatraz consegue escapar de lá num golpe de magia com a baliza entre os olhos e o fogo nos pés. Também é capaz de descobrir o paraíso de bicicleta, fazendo sublime, o que fez, no domingo, ao Facchini, talvez o terceiro melhor guarda-redes da Liga. Ou de ir buscar espantos até à filosofia em voo baixo (ou não...) do Bob Pasley, o lendário treinador do Liverpool, que dizia aos seus avançados antes de os lançar o todos os seus jogos:
- Quanto estiveres na área e não souberes o que fazer à bola, mete-a na baliza que depois discutimos as opções...!
Por isso, por o Jackson ser assim, é que eu acho que se ainda houver um flanco aberto para a justiça poética lá entrar, nele ficará o único título que o FC Porto pode ganhar esta época: a Bola de Prata - pois tudo o resto Lopetegui deitou a perder. Acha?! Acha injustiça (e pouco poética) eu dizê-lo assim,nesta crueza? Eu não acho. Sabe porquê? O futebol é um jogo que se joga para se tornarem perfeitas as imperfeições - e nisso Jesus ganhou a Lopetegui. Aliás, acho mais: que, apesar do Jonas ou apesar do Jackson (ou apesar do «manto protector» que é a versão mais zangada e mais esquizofrénica do «colinho»...) - o que, na verdade, decidiu este campeonato foi, nesse jogo de tornar perfeitas as imperfeições, o Jesus compensar o ter pior plantel que Lopetegui com facto de ter sido muito melhor treinador que ele..."
"O tri conquistado pelo voleibol masculino do Benfica representa mais uma parcela nas contas traçadas por Luís Filipe Vieira, quando foi reeleito no final de 2012 e onde fez questão de afirmar que neste seu mandato queria que as modalidades chegassem aos 50 títulos.
Por mais uma vez foi sublinhado o importante papel que o presidente do Benfica teve em reerguer o clube, criando as condições essenciais para as modalidades ditas amadoras terem expressão ganhadora. O projecto de Luís Filipe Vieira, que agora se conhece melhor na sua essência, está directamente ligado à filosofia que o líder do clube tem para o futebol: a formação é uma pedra basilar e a experiência é mais-valia, tem de coabitar com a juventude. A cadeia hierárquica tem de funcionar na perfeição em cada modalidade para se fazer a avaliação concreta e objectiva no final de cada temporada.
Ao princípio foram criadas as condições: dois pavilhões bastante funcionais, aptos a receberem provas internacionais. Mas a cidade desportiva do Benfica engloba ainda ginásios e um enquadramento técnico específico a cada modalidade, que proporciona todo o apoio individual. A exigência do alto rendimento nos dias de hoje e a elevada carga de treino e de jogos tem se estar bem sustentada. E foi Vieira a antecipar as falsas desculpas.
Na ideia do líder do Benfica, a meia centena de títulos é possível, para quando terminar o seu mandato pensar em algo mais exigente. A pressão é uma constante, mas o apoio de Vieira traduz-se na hora, seja em mensagens de apoio, seja ao aumentar orçamento para as competições europeias.
Das modalidades com tradições no Benfica, o voleibol conseguiu o feito inédito de concretizar o terceiro título consecutivo, que o hóquei em patins e o basquetebol já tinham alcançado. O mistério continua a ser o andebol. Sem uma justificação plausível, a modalidade tarda em encontrar o caminho do sucesso, depois de terem sido ensaiadas várias mudanças na orientação técnica. Mas o mérito também tem de ser dado ao FC Porto, que exprime resultados tão bons no andebol como o Benfica em outras modalidades."
Apesar do sentimento de confiança nas qualidades da nossa equipa: jogadores, treinadores e directores... não podemos baixar a guarda, até porque no último Sábado em pleno relvado da Luz, tivemos um bom exemplo de como os javardos se 'movimentam'!!! E como avisei na crónica ao jogo, estou muito preocupado no que vai acontecer em Guimarães na questão disciplinar, porque no cenário de uma 'não vitória' na próxima jornada, temos que ter todos os jogadores disponíveis para a recepção ao Marítimo, e Júlio César, Salvio e Jonas estão à bica... Xistra?! Marco Ferreira?! Soares Dias?! Hugo Miguel?! Quem será o contemplado com o xisto?! Amanhã saberemos...
Jorge Tavares, só tinha apitado um jogo do Benfica para o Campeonato na sua carreira!!! E mesmo assim tinha feito merda...!!! É verdade que normalmente a responsabilidade dos foras-de-jogo, é dos árbitros auxiliares, mas o fora-de-jogo do Benfica-Belenenses da época anterior foi tão escandaloso, que ele tinha a obrigação de o ter assinalado!!! Mas esse jogo, ainda teve mais dois lances 'duvidosos' na área do Belém, sendo que o segundo, era claramente penalty sobre o Cardozo!!! O Benfica no final deste jogo, não se calou... E a verdade, é que nas jornadas seguintes, foi notório a vontade em não prejudicar o Benfica tão descaradamente como é costume!!! Depois deste capitulo, só voltou a apitar jogos do Benfica nas Taças, sempre sem grande destaque, o que é o indicado... Mas nestes momentos decisivos do Campeonato de 2014/15 voltou a calhar-nos em sorte, e que sorte!!!
O critério técnico e disciplinar usado neste jogo, foi basicamente 'não marcar nada'!!! E durante grande parte do tempo, até foi coerente, tenho que admitir... Apesar dos principais beneficiados, desta suspensão temporária das Leis, terem sido os jogadores do Penafiel, já que assim disciplinarmente foram escapando... Rabiola, agressão a Luisão: Vermelho; Pedro Ribeiro, pisadela a Salvio: Vermelho!!! Pelo menos estes dois mereciam ter sido expulsos, ainda na 1.ª parte.
Mas tudo mudou, quando o provocador/caceteiro profissional Vítor Bruno entrou em acção: primeiro André Fontes fez nova falta para amarelo sobre o Lima, e mais uma vez o cartão ficou no bolso. Na discussão 'normal' entre jogadores, o Samaris é picado por Vítor Bruno, trocam palavras... e o árbitro num assombro de zelo, mostra um Amarelo a cada um!!! Logo a seguir, nova troca de palavras entre Vítor Bruno e Maxi: cartão só para o Maxi!!! O absurdo é tão grande, que o próprio Vítor Bruno no final da partida, pediu desculpas aos jogadores do Benfica, devido ao seu comportamento!!! Estamos a falar de um jogador formado nos Corruptos. Alguém com pouco talento para a modalidade, que só tem emprego, para ir pagando alguns xitos aos seus adorados ex-patrões... Conclusão disto tudo: Samaris castigado para Guimarães, aquele que pode ser o jogo do título!!! Era impossível o árbitro não ter conhecimento da situação disciplinar do Samaris, é demasiado evidente, que houve premeditação...
Antes disso, houve um fora-de-jogo mal tirado ao Jonas, numa situação em que o brasileiro ficou isolado...; o Rabiola agrediu com duas chapadas(!!!) a careca do Luisão (vermelho), supostamente numa resposta ao nosso Capitão, a diferença é que no lance anterior não houve qualquer falta, somente uma disputa de bola no ar; o Salvio, depois de escorregar, é pisado, voluntariamente pelo Pedro Ribeiro... também vermelho directo; já nos minutos finais temos dois lances com Talisca: no 1.º o Baiano saltou mais alto, usou os braços, mas não agrediu ninguém... é visível que o contacto dá-se primeiro no ombro do adversário, e só depois com a mecânica do contacto, se dá o toque na cara... no máximo amarelo, e mesmo assim...; no 2.º lance o Talisca faz penalty sobre o Aldair, caíndo ingenuamente na finta do baixinho... estava 4-0 neste momento...!!!
O Patego não se cala, a cruzada continua... o curioso é que mais uma vez, apesar de todo o choradinho, os Corrpuptos foram altamente beneficiados... nada de anormal!!!
O penalty assinalado logo no início, é mal marcado, já que o contacto é fora da área. Um contacto involuntário diga-se... Mas era falta, agora, não era penalty. Verdade, o Adriano defendeu, mas na sequência da jogada, no mesmo ataque, os Corruptos acabaram por marcar...
O grande destaque no resto da partida, foi mais mais vez a impunidade disciplinar do Casemiro, do Alex Sandro... e principalmente do Martin Indi, este com uma pisadela, na cabeça do Simy que acabou por ser substituído. A tudo isto, o árbitro, Bruno Esteves, respondeu com impunidade...!!!
Na Amoreira, apesar do silêncio, das recepções calorosas dos adversários, mais um jogo onde os Lagartos são claramente beneficiados numa decisão com impacto do resultado, e aparentemente nada se passou...
Alguns dirão: mas o Sporting já não conta para o Totobola!!! Verdade, mas quando um Clube como o Sporting, se torna especialista em choradeiras, com a Direcção, jogadores e adeptos, a chorarem baba e ranho, constantemente (quando ainda têm esperanças!!!), com ou sem razão, ouvir o silêncio nos benefícios, deixa-me irado...!!!
Penalty sobre o Kléber, falta clara, mas o árbitro marcou fora da área, quando na repetição vê-se que é claramente dentro da área... Na altura, seria o 2-0 para o Estoril!!!
Os Sporting queixou-se de alguns foras-de-jogo, o mais duvidoso é no minuto 6, mas na repetição, parece-me que o Montero tem o corpo inclinado para a frente... é daqueles milimetricos, que 'dá para os dois lados'!!!
O Braga beneficiou de um penalty inexistente, que na altura lhe deu o empate, mas nem assim se safou, perdendo o jogo em casa...
Anexos:
Benfica
1.ª-Paços de Ferreira(c), V(2-0), Cosme, Prejudicados, Sem influência no resultado 2.ª-Boavista(f), V(1-0), Marco Ferreira, Prejudicados, (2-0), Sem influência no resultado 3.ª-Sporting(c), E(1-1), Proença, Nada a assinalar 4.ª-Setúbal(f), V(0-5), Capela, Nada a assinalar 5.ª-Moreirense(c), V(3-1), Luís Ferreira, Prejudicados, (4-1), Sem influência no resultado 6.ª-Estoril(f), V(2-3), Vasco Santos, Nada a assinalar 7.ª-Arouca(c), V(4-0), Hugo Miguel, Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar 8.ª-Braga(f), D(2-1), Marco Ferreira, Prejudicados, (2-3), (-3 pontos) 9.ª-Rio Ave(c), V(1-0), Manuel Mota, Nada a assinalar 10.ª-Nacional(f), V(1-2), Bruno Paixão, Prejudicados, Beneficiados, (2-2), (+2 pontos) 11.ª-Académica(f), V(0-2), Jorge Ferreira, Beneficiados, (0-1), Sem influência no resultado 12.ª-Belenenses(c), V(3-0), Manuel Oliveira, Nada a assinalar 13.ª-Corruptos(f), V(0-2), Jorge Sousa, Nada a assinalar 14.ª-Gil Vicente(c), V(1-0), Capela, Beneficiados, (0-0), (+2 pontos) 15.ª-Penafiel(f), V(0-3), Paulo Baptista, Nada a assinalar 16.ª-Guimarães(c), V(3-0), Rui Costa, Nada a assinalar 17.ª-Marítimo(f), V(0-4), Xistra, Nada a assinalar 18.ª-Paços de Ferreira(f), D(1-0), Paixão, Nada a assinalar 19.ª-Boavista(c), V(3-0), Hugo Miguel, Prejudicados, Beneficiados, Sem influência no resultado 20.ª-Sporting(f), E(1-1), Sousa, Nada a assinalar 21.ª-Setúbal(c), V(3-0), Manuel Oliveira, Prejudicados, Sem influência no resultado 22.ª-Moreirense(f), V(1-3), Jorge Ferreira, Prejudicados, Beneficiados, Sem influência no resultado 23.ª-Estoril(c), V(6-0), Capela, Nada a assinalar 24.ª-Arouca(f), V(1-3), Vasco Santos, Prejudicados, (1-5), Sem influência no resultado 25.ª-Braga(c), V(2-0), Soares Dias, Prejudicados, (3-0), Sem influência no resultado 26.ª-Rio Ave(f), D(2-1), Marco Ferreira, Prejudicados, (1-1), (-1 ponto) 27.ª-Nacional(c), V(3-1), Xistra, Nada a assinalar 28.ª-Académica(c), V(5-1), Luís Ferreira, Nada a assinalar 29.ª-Belenenses(f), V(0-2), Rui Costa, Nada a assinalar 30.ª-Corruptos(c), E(0-0), Jorge Sousa, Nada a assinalar 31.ª-Gil Vicente(f), V(0-5), Capela, Nada a assinalar 32.ª-Penafiel(c), V(4-0), Tavares, Prejudicados, Beneficiados, (5-1), Sem influência no resultado
Sporting
1.ª-Académica(f), E(1-1), Soares Dias, Beneficiados, (2-1), (+1 ponto) 2.ª-Arouca(c), V(1-0), Nuno Almeida, Prejudicados, (2-0), Sem influência resultado 3.ª-Benfica(f), E(1-1), Proença, Nada a assinalar 4.ª-Belenenses(c), E(1-1), Cosme Machado, Nada a assinalar 5.ª-Gil Vicente(f), V(0-4), Xistra, Beneficiados, (1-4), Sem influência no resultado 6.ª-Corruptos(c), E(1-1), Benquerença, Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar 7.ª-Penafiel(f), V(0-4), Rui Costa, Beneficiados, Impossível contabilizar 8.ª-Marítimo(c), V(4-2), Manuel Oliveira, Beneficiados, (4-3), Sem influência no resultado 9.ª-Guimarães(f), D(3-0), Hugo Miguel, Prejudicados, (2-0), Sem influência no resultado 10.ª-Paços de Ferreira(c), E(1-1), Bruno Esteves, Beneficiados, (1-2), (+1 ponto) 11.ª-Setúbal(c), V(3-0), Soares Dias, Beneficiados, Impossível contabilizar 12.ª-Boavista(f), V(1-3), Jorge Sousa, Nada a assinalar 13.ª-Moreirense(c), E(1-1), Jorge Ferreira, Nada a assinalar 14.ª-Nacional(f), V(0-1), Duarte Gomes, Beneficiados, (1-1), (+2 pontos) 15.ª-Estoril(c), V(3-0), Soares Dias, Nada a assinalar 16.ª-Braga(f), V(0-1), Hugo Miguel, Nada a assinalar 17.ª-Rio Ave(c), V(4-2), Nuno Almeida, Beneficiados, (2-2), (+2 pontos) 18.ª-Académica(c), V(1-0), Rui Costa, Beneficiados, (1-1), (+2 pontos) 19.ª-Arouca(f), V(1-3), Jorge Ferreira, Beneficiados, (2-2), (+2 pontos) 20.ª-Benfica(c), E(1-1), Sousa, Nada a assinalar 21.ª-Belenenses(f), E(1-1), Paulo Baptista, Nada a assinalar 22.ª-Gil Vicente(c), V(2-0), Jorge Tavares, Nada a assinalar 23.ª-Corruptos(f), D(3-0), Soares Dias, Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar 24.ª-Penafiel(c), V(3-2), Bruno Esteves, Beneficiados, Impossível contabilizar 25.ª-Marítimo(f), V(0-1), Rui Costa, Nada a assinalar 26.ª-Guimarães(c), V(4-1), Jorge Sousa, Beneficiados, (3-1), Sem influência no resultado 27.ª-Paços de Ferreira(f), E(1-1), Cosme Machado, Nada a assinalar 28.ª-Setúbal(f), V(1-2), Benquerença, Prejudicados, Sem influência no resultado 29.ª-Boavista(c), V(2-1), Luís Ferreira, Prejudicados, Beneficiados, Sem influência no resultado 30.ª-Moreirense(f), V(1-4), Vasco Santos, Beneficiados, (2-3), Impossível contabilizar 31.ª-Nacional(c), V(2-0), Cosme Machado, Nada a assinalar 32.ª-Estoril(f), E(1-1), Duarte Gomes, Beneficiados, (2-1), (+1 ponto)
Corruptos
1.ª-Marítimo(c), V(2-0), Xistra, Nada a assinalar 2.ª-Paços de Ferreira(f), V(1-0), Mota, Beneficiados, (1-1), (+2 pontos) 3.ª-Moreirense(c), V(3-0),Bruno Esteves, Nada a assinalar 4.ª-Guimarães(f), E(1-1), Paulo Baptista, Nada a assinalar 5.ª-Boavista(c), E(0-0), Jorge Ferreira, Nada a assinalar 6.ª-Sporting(f), E(1-1), Benquerença, Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar 7.ª-Braga(c), V(2-1), Proença, Beneficiados, (2-2), (+2 pontos) 8.ª-Arouca(f), V(0-5), Xistra, Beneficiados, Prejudicados, (1-6), Sem influência no resultado 9.ª-Nacional(c), V(2-0), Nuno Almeida, Nada a assinalar 10.ª-Estoril(f), E(2-2), Soares Dias, Beneficiados, (3-2), (+1 ponto) 11.ª-Rio Ave(c), V(5-0), Benquerença, Beneficiados, (1-2), (+3 pontos) 12.ª-Académica(f), V(0-3), Manuel Mota, Nada a assinalar 13.ª-Benfica(c), D(0-2), Jorge Sousa, Nada a assinalar 14.ª-Setúbal(f), V(4-0), Manuel Oliveira, Beneficiados, (2-0), Sem influência no resultado 15.ª-Gil Vicente(f), V(1-5), Nuno Almeida, Nada a assinalar 16.ª-Belenenses(c), V(3-0), Manuel Mota, Nada a assinalar 17.ª-Penafiel(f), V(1-3), Soares Dias, Beneficiados, (1-0), (+3 pontos) 18.ª-Marítimo(f), D(1-0), Capela, Nada a assinalar 19.ª-Paços de Ferreira(c), V(5-0), Marco Ferreira, Beneficiados, Impossível contabilizar 20.ª-Moreirense(f), V(0-2), Xistra, Nada a assinalar 21.ª-Guimarães(c), V(1-0), Nuno Almeida, Nada a assinalar 22.ª-Boavista(f), V(0-2), Hugo Miguel, Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar 23.ª-Sporting(c), V(3-0), Soares Dias, Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar 24.ª-Braga(f), V(0-1), Jorge Sousa, Beneficiados, (1-1), (+2 pontos) 25.ª-Arouca(c), V(1-0), Jorge Tavares, Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar 26.ª-Nacional(f), E(1-1), Manuel Oliveira, Nada a assinalar 27.ª-Estoril(c), V(5-0), Bruno Esteves, Beneficiados, (3-0), Sem influência no resultado 28.ª-Rio Ave(f), V(1-3), Vasco Santos, Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar 29.ª-Académica(c), V(1-0), Duarte Gomes, Nada a assinalar 30.ª-Benfica(f), E(0-0), Jorge Sousa, Nada a assinalar 31.ª-Setúbal(f), V(0-2), Marco Ferreira, Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar 32.ª-Gil Vicente(c), V(2-0), Bruno Esteves, Beneficiados, Impossível contabilizar
Braga
1.ª-Boavista(c), V(3-0), Vasco Santos, Beneficiados, (1-0)?!, Impossível contabilizar 2.ª-Moreirense(f), E(0-0), Paixão, Prejudicados, (1-0), (-2 pontos) 3.ª-Estoril(c), V(2-1), Hugo Miguel, Prejudicados, (3-1), Sem influência no resultado 4.ª-Arouca(f), D(1-0), Proença, Nada a assinalar 5.ª-Nacional(f) E(1-1), Jorge Tavares, Prejudicados, Impossível contabilizar 6.ª-Rio Ave(c), V(3-0), Bruno Esteves, Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar 7.ª-Corruptos(f), D(2-1), Proença, Prejudicados, (2-2), (-1 ponto) 8.ª-Benfica(c), V(2-1), Marco Ferreira, Beneficiados, (2-3), (+3 pontos) 9.ª-Académica(f) E(1-1), Bruno Paixão, Nada a assinalar 10.ª-Gil Vicente(c), V(2-0), Manuel Oliveira, Beneficiados, (0-0), (+2 pontos) 11.ª-Penafiel(f), V(1-6), Hugo Miguel, Nada a assinalar 12.ª-Guimarães(c), E(0-0), Xistra, Nada a assinalar 13.ª-Belenenses(f), V(0-1), Paulo Baptista, Nada a assinalar 14.ª-Paços de Ferreira(c), V(3-0), Manuel Mota, Nada a assinalar 15.ª-Marítimo(f), D(2-1), Jorge Sousa, Nada assinalar 16.ª-Sporting(c), D(0-1), Hugo Miguel, Nada a assinalar 17.ª-Setúbal(f), V(1-3), Paulo Baptista, Nada a assinalar 18.ª-Boavista(f), D(0-1), Duarte Gomes, Beneficiados, Sem influência no resultado 19.ª-Moreirense(c), V(1-0), Soares Dias, Nada a assinalar 20.ª-Estoril(f), V(0-2), Manuel Oliveira, Prejudicados, (0-3), Sem influência no resultado 21.ª-Arouca(c), V(2-0), Tiago Martins, Beneficiados, (1-1), (+2 pontos) 22.ª-Nacional(c), V(3-1), Bruno Esteves, Beneficiados, Sem influência no resultado 23.ª-Rio Ave(f), V(0-2), Xistra, Nada a assinalar 24.ª-Corruptos(c), D(0-1), Jorge Sousa, Prejudicados, (1-1), (-1 pontos) 25.ª-Benfica(f), D(2-0), Soares Dias, Beneficiados, (3-0), Sem influência no resultado 26.ª-Académica(c), E(0-0), Paixão, Prejudicados, (1-0), (-2 pontos) 27.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Capela, Nada a assinalar 28.ª-Penafiel(c), V(4-0), Marco Ferreira, Nada a assinalar 29.ª-Guimarães(f), D(1-0), Xistra, Nada a assinalar 30.ª-Belenenses(c), E(1-1), Paulo Baptista, Nada a assinalar 31.ª-Paços de Ferreira(f), E(2-2), Bruno Esteves, Nada a assinalar 32.ª-Marítimo(c), D(1-3), Rui Rodrigues, Beneficiados, Sem influência no resultado
"Crescem os sinais de desconforto dos clubes que pagam a horas e estão perante o espectro da despromoção. Surpresas a caminho?
Os presidentes do Penafiel e do Gil Vicente, clubes que estão na zona de descida (os durienses já estão despromovidos...) já vieram a terreiro lembrar que, apesar da situação pontual em que se encontram, não devem nada a ninguém e não admitem que outros que não têm as contas em dia lhes passem à frente.
Tudo se encaminha para que a Liga de Clubes seja este ano confrontada, de forma muito séria, com a necessidade de tomar medidas que punam os incumpridores, única forma de garantir o fair-play e a integridade da competição. Poderá acontecer que desçam de divisão clubes que terminem a época em lugares de relativo conforto, assim se faça prova de que não cumpriram com as suas obrigações, quer em relação a salários, quer no que respeita à fiscalidade e Segurança Social.
O cenário não é de hoje e por causa das más práticas da Liga no passado, até houve um clube rigorosamente cumpridor, o Campomaiorense, que abandonou o futebol profissional. Infelizmente, tem sido prática reiterada aparar os golpes e facilitar a vida a quem promete o que não tem e depois fica a dever, penalizando aqueles que, por quererem viver de acordo com as suas possibilidades, não se apetrecharam tão bem quanto os incumpridores.
É tempo de denunciar as declarações de faz de conta dos jogadores, que garantem que os clubes nada lhes devem, obtidas, regra geral, em clima de chantagem económica.
É tempo de impor o rigor que catapultará o futebol profissional em Portugal para patamares de maior seriedade.
A Liga de Clubes tem pela frente uma tarefa fiscalizadora fundamental para moralizar as práticas. Não é aceitável que o crime compense e que desçam de divisão clubes que pagaram tudo a tempo e horas, mantendo-se emblemas que vivem de expedientes e espertezas que fazem os outros de parvos.
Durante muitos anos a Liga colocou-se numa situação de «engana-me que eu deixo», abrindo janelas quando a lei tentava fechar as portas aos incumpridores.
Não creio que esse seja o propósito da gestão actual da Liga de Clubes. Mas como de boas intenções está o Inferno cheio, deverá passar aos actos, avaliando com rigor quem deve continuar nas competições profissionais. Doa a quem doer. Já foram anos a mais de certidões de faz de conta...
Toni, quase, quase...
O Tractor de Tabriz, treinado por Toni, está a uma vitória de sagrar-se, pela primeira vez na sua história, campeão do Irão. Na derradeira jornada recebe o segundo classificado, o Naft empatarem e o Sepahan vencer, será este clube a levantar o caneco. Emoções ao rubro no Irão, com um português suave metido ao barulho, à procura da glória. E Toni é uma daquelas pessoas, como já vai havendo poucas, que merece que tudo de bom lhe aconteça. Força Tractor!
Ás
José Jardim
Apesar da excelente réplica do Fonte do Bastardo, o Benfica foi aos Açores aplicar um golpe de autoridade e sagrar-se tricampeão nacional de voleibol. De parabéns a equipa e o treinador, mas também a Direcção, representada pelo vice para as Modalidades, Domingos de Almeida Lima, por esta época realmente sensacional...
Lima
Fala-se da possibilidade de rumar à China na próxima época mas isso não impede que se tenha apresentado em grande nível nas últimas jornadas. Aliás, contra o Penafiel foi o melhor em campo, assinando dois golos e uma exibição de encher o olho. Uma mais-valia do Benfica. Vieira foi feliz quando o contratou ao SC Braga.
(...)
Guardiola, a queda de um anjo
«Fica a sensação de que os jogadores perderam um pouco a confiança em Guardiola e ele nos objectivos a que se propunha»
Lothar Matthaus, ex-internacional alemão
Abriu, na Alemanha, a época de tiro ao Pep. Endeusado por muitos durante muito tempo, Guardiola sofre agora ataques de todos os quadrantes, como se tudo o que já fez no futebol se tivesse diluído no mau resultado de Barcelona. Criticam-lhe a rotatividade, acusam-no de preparar mal fisicamente a equipa e de agir de forma errática quanto à táctica. Guardiola a passar por isto, quem diria?
"No final do Benfica-Penafiel, Jesus afirmou: 'o FC Porto vai vencer o Gil Vicente. Ainda não jogou, mas, para mim, é como se já tivesse jogado'. O encontro veio dar razão a Jesus. O FC Porto ganhou e adiou a decisão do título. Tudo pode ficar resolvido na próxima jornada se os encarnados vencerem em Guimarães. Caso contrário, teremos campeonato até ao fim.
Jesus não tinha dúvidas sobre a vitória do FC Porto, mas se alguém as tivesse não viveu nessa angústia durante muito tempo. Apesar de Adriano ter adiado por segundos o resultado anunciado, a verdade é que Quaresma - mais eficaz a cruzar do que a marcar um penálti - e Jackson deram rumo ao destino. O marcador ficou por ali, mas para já o bis foi só de Jackson. A liga não acabou.
Não acabou e, pela conversa de Lopetegui na conferência de imprensa após o jogo com o Gil Vicente, ainda agora começou... O treinador basco tinha muita coisa atravessada na garganta, sobretudo em relação a Jesus, e despejou o saco. Lopetegui "forçou" o momento, pois foi evidente que não foram declarações que resultaram de um impulso. Por isso é de esperar que, até ao dia em que o campeonato se decida, ainda seja lançada muita acha para a fogueira. A guerra continua.
Os discursos de exigência no Sporting não deram grande resultado na Amoreira. O melhor que a equipa conseguiu foi um empate depois de uma 1.ª parte fraquíssima. Melhorou depois, mas não chegou. Teve pela frente um adversário sempre a pensar pequenino. O Estoril, apesar de tranquilo na tabela classificativa, abdicou de jogar e de proporcionar o mínimo de espectáculo. O Sporting, que quer pensar cada vez maior, ficou aquém da sua própria ambição. O Jamor definirá a época."
"Compreendo o espanto e a surpresa de quem não pertence a este meio a propósito de alguns jornalistas que hoje constam oficialmente da folha salarial dos clubes, laborando nas suas revistas, publicações online, jornais e televisões.
Sem querer misturar aqui quem o faz com dignidade e honra, a regra é confrangedora e revela-nos uma legião de ressabiados que andaram muitos anos a fazer de conta que eram independentes.
Ninguém é independente, no fundo.
O problema está sempre nos que se dizem independentes.
O triste espectáculo dos assalariados & ressabiados não é, como já disse, surpresa para mim.
Espantoso é, isso sim, o facto de terem conseguido durante tantos anos enganar tantos que os ouviam, liam e respeitavam.
Melhorámos, é verdade, mas ainda estamos longe do nosso 'normal'. Mas quando igualamos a intensidade defensiva do adversário, dificilmente o Benfica perderá um jogo em Portugal!!!
O Jobey não esteve inspirado nestes dois jogos, mas não podemos depender de um só jogador... Hoje, tenho que destacar o Cláudio, porque não é fácil, passar de não utilizado (ou muito pouco utilizado), para o melhor marcador da equipa, e o factor decisivo na vitória!!!
Espero que a 'semana' seja boa conselheira, porque os jogos em Ovar vão ser complicados, principalmente o 3.º (o próximo), enquanto eles tiverem esperança...!!!
Empate injusto, num jogo aberto, com muitas oportunidades de golo, é verdade que o Sporting também teve algumas, mas a grande maioria dos falhanços foram do Benfica, e as mais flagrantes também foram nossas!!!
Um jogo que podia ter sido marcado pelos golos, acabou por ficar marcado pelos amarelos!!! Perdi a conta... muitos exagerados. Perto do fim, parece-me que também ficou por marcar um penalty sobre o Jonathan, o facto do árbitro não ter mostrado o 2.º amarelo por simulação ao Uruguaio, ainda reforça a minha convicção!!! Aliás, não ter sido ninguém expulso é um milagre!!!
Este Fábio Veríssimo, é um daqueles árbitros novos, que está a ser empurrado para a 1.ª categoria, para substituir os Douradinhos (a ideia até não é má)!!! É a grande aposta da AF Leiria, mas pessoalmente acho que o Penichense devia afastar-se dos Olarápios desta vida... só lhe vão trazer má fama!!!
Muitos golos desperdiçados (tivemos um mal anulado...), num jogo de sentido único, mas este Anadia, acabou por ser um osso duro de roer para os três 'grandes', apesar de ainda não ter pontuado.
Recordo-me de ver esta geração Benfiquistas vencer o Torneio da Pontinha, temos vários jogadores com potencial, mas nesta Fase Final, o Mário 'Valderrana' Ferreira tem sido o destaque ofensivo... Mas o Luís Pinheiro, o Pedro Álvaro, o Nóbrega, o Dantas, o Baptista, tem todos muito potencial...
Vamos ter no Caixa Futebol Campus, na última jornada, uma autêntica final do Campeonato. Ao Benfica, o empate é suficiente, mas nunca se deve jogar para o empate, muito menos nestas idades. Esta época, nos confrontos directos, na 1.ª fase, empatámos 3-3 no Seixal, e depois fomos vencer 0-1 a Alcochete; na Fase Final vencemos 2-3 em Alcochete. Recordo que estamos invictos no Seixal, somente 2 empates, o já referido com o Sporting, e na 1.ª jornada da Fase Final com os Corruptos.
"Sábado (após o apito final do último jogo antes do próximo) - Acabou, estava com medo deste jogo... agora sinto-me palerma... para a semana, abaixo de 9-0 é derrota.
Domingo - Tão bom dormir almofadado numa vitória... para a semana são outros 5 secos... é tão bom Ser Benfiquista...
Segunda Feira - O pessoal anda nervoso com o jogo de sábado... todos os jogos são difíceis, mas não abusemos... 3-0 é garantido.
Terça Feira - Felizmente, ainda faltam 4 dias para o jogo... tenho a garganta em sangue de tanto golo festejado e preciso descansá-la para festejar as duas batatas sem resposta da próxima jornada.
Quarta Feira - Li declarações do nosso adversário... parece que vêm com tudo... malvados sejam... do 1-0 não se safam...
Quinta Feira - Há muita confiança nas nossas hostes... estou nervoso... à mínima facilidade ficamos em terra... e eles que vêm armados em Vikings...
Sexta Feira - saiu a convocatória deles... tudo aponta para que joguem com Preud'homme, Veloso, Humberto, Ricardo, Schwartz, Shéu, José Augusto, Coluna, Chalana, Águas e Eusébio... não estou a ver como podemos bater este 11...
Sábado (antes do jogo) - Comer? Como comer? O estômago está engelhado e com as mãos a tremer nem consigo levar o arroz à boca... MULHER, TU CALA-ME A GAIATA QUE ME ESTÁ A ENTRAR NO SISTEMA NERVOSO!!!
Sábado (depois do jogo) - Acabou, estava com medo deste jogo... agora sinto-me palerma... para a semana, abaixo de 9-0 é derrota."