Últimas indefectivações
quinta-feira, 27 de agosto de 2026
Boa fama. Boa imprensa
"Há uma vantagem extraordinária em ter boa fama, boa imprensa, ou lá o que seja, no futebol português. Chega uma altura em que já nem é preciso fazer muito. Às vezes, nem é preciso fazer nada. As boas notícias aparecem na mesma.
O Sporting planeia bem. O FC Porto sabe vender. O Benfica gasta demasiado. São verdades que se instalaram e ganharam uma resistência aos factos que muitos clubes gostariam que as suas defesas tivessem.
Talvez por isso tenha acompanhado com particular interesse o caso de Rodrigo Mora.
Há poucos meses, Mora era o menino bonito do Dragão. E com razão. Aos 19 anos, mostrava um talento raro, daqueles que fazem um adepto querer desfrutar do jogador antes de começar a fazer contas à transferência.
Farioli chegou e Mora foi perdendo espaço até ser empurrado para fora do clube.
Vinte e cinco milhões de euros.
Há mais dois em objetivos e uma parte do passe que poderá ser vendida no futuro. Entretanto, o negócio já chegou aos 50 milhões em alguns relatos. O dinheiro ainda não chegou à conta do FC Porto, mas já chegou às manchetes.
Pode chegar um dia. Se chegar, cá estaremos para reconhecer que André Villas-Boas fez um negócio de 50 milhões. Por enquanto, vendeu por 25 o jogador que, há uns meses, provavelmente nenhum portista aceitaria vender por esse preço.
O mais curioso é que quase desapareceu da discussão a razão pela qual Mora está a ser vendido.
Farioli tem uma ideia de futebol muito clara. Quer intensidade e confronto físico. Gosta de uma equipa agressiva, por vezes no limite, e tem encontrado em Portugal uma arbitragem bastante tolerante com essa forma de jogar. Mora oferecia-lhe sobretudo talento. Pelos vistos, não chegou.
Não discuto o direito do técnico a escolher. Custa-me mais perceber a facilidade com que um clube como o FC Porto prescinde do seu jogador mais virtuoso porque o treinador não encontrou maneira de o aproveitar.
Troquem apenas a camisola.
Imaginem que o maior talento do Seixal fazia uma grande época, chegava um treinador novo, deixava de jogar e, meses depois, Rui Costa o vendia por 25 milhões.
Nem era preciso convocar o painel de comentadores.
Sabemos todos o que seria dito.
No Dragão, a reputação protege o negócio. O FC Porto vende bem. Logo, se vendeu, vendeu bem.
Se passarmos das vendas para as compras, André Villas-Boas continua à procura de um avançado. Tem tentado Santiago Giménez, mas ainda não convenceu o Milan, e aproxima-se do fim do mercado sem resolver uma das principais lacunas do plantel.
Normal.
E é mesmo normal. O mercado ainda está aberto. Só não me lembro de esta normalidade ser tão normal quando o Benfica chega a agosto à procura de um jogador.
Em Alvalade vive-se um fenómeno parecido. Durante tanto tempo se repetiu que o Sporting era o clube mais bem planeado do país que a frase ganhou vida própria.
Rui Borges já avisou que não devemos esperar o futebol dos últimos anos. Talvez seja sensato. Sobretudo depois de o Sporting ter vendido alguns dos seus jogadores de maior qualidade e colocado outros fora das contas.
Pote não tem entrado nas convocatórias. Daniel Bragança treina sozinho. Ioannidis voltou a lesionar-se e Luis Suárez, não obstante tudo o que tem acontecido, voltou rapidamente a ser a primeira e praticamente única opção para o ataque.
Nada disto transforma o Sporting num clube mal gerido. Mas talvez devesse acabar com a ideia de que há clubes que planeiam e outros improvisam.
O Benfica também tem a sua fama. Só que essa funciona ao contrário.
Nos últimos dias, Palhinha conseguiu custar 35 milhões de euros antes sequer de ser jogador do Benfica. Para chegar ao número foi preciso pegar no preço da transferência e acrescentar os salários que receberá durante o contrato.
A conta não está errada.
Só gostava que fosse feita mais vezes.
Se passámos a contabilizar transferências desta maneira, Zalazar aproxima-se dos 60 milhões de euros de investimento do Sporting.
Sessenta milhões por Zalazar.
Nunca leram esse número associado à contratação? Eu também não.
Podíamos fazer exercícios semelhantes com Samu no FC Porto, mas não vale a pena abusar da calculadora. Já percebemos como funciona.
Ou talvez não. Porque com Mora a calculadora muda de direção. Para o jogador que pode chegar ao Benfica antecipamos despesas futuras. Para o jogador que sai do Porto antecipamos receitas futuras.
Palhinha já custa aquilo que ainda vai receber. Mora já rende aquilo que talvez venha a render.
Não é contabilidade criativa. É reputação aplicada à matemática.
Mas voltemos à boa reputação e, sendo assim, a Farioli.
Fala inglês nas conferências de imprensa e ninguém parece particularmente incomodado.
Ainda bem.
Roger Schmidt fazia o mesmo e chegou a assistir ao boicote de jornalistas portugueses por não responder em português. Foi um dos episódios profundamente lamentáveis dos últimos anos no futebol português.
Pelos vistos, passou.
Farioli ainda não começou a aprender a língua. Mas, pelos vistos, tem estudado a história do futebol português. Recentemente, com alguma ironia, resolveu falar do caso Calabote.
É uma escolha interessante para quem acabou de chegar.
Espero que continue a estudar.
Quando chegar aos anos 2000, vai encontrar matéria bem mais recente: Apito Dourado."
A oportunidade para democratizar a Liga esgota-se daqui a dez meses. Depois, só daqui a cinco anos
"Os Estatutos da Liga Portugal são antidemocráticos e confusos. Não é assim que funcionam as instituições fortes.
A dez meses das eleições para um mandato de quatro anos, votar nomes antes de alterar as regras seria começar a construir a casa pelo telhado.
Antes de reconduzir Reinaldo Teixeira ou escolher outro presidente até 2031, as sociedades desportivas têm de decidir que Liga querem ter.
A prioridade deve ser definir um novo modelo de governo, aprovar as alterações necessárias aos Estatutos e só depois realizar as eleições.
Eleger primeiro e reformar depois seria entregar ao vencedor o poder de definir as regras segundo as quais exercerá o próprio poder.
As reformas começam urgentes, tornam-se inconvenientes depois da vitória e acabam esquecidas.
No século XVIII, Montesquieu explicou que a liberdade exige que o poder não esteja concentrado nas mesmas mãos.
Quem executa não deve controlar as regras, quem representa interesses não deve administrar em benefício próprio e quem fiscaliza tem de ser independente de quem é fiscalizado.
A separação de poderes não elimina o conflito: organiza-o, limita-o e impede que se transforme em domínio.
A Liga não é um Estado nem os seus Estatutos uma Constituição, mas o princípio mantém-se válido. Na atual governação, as mesmas sociedades participam na competição, recebem as decisões e integram o órgão que as prepara. Administração, representação e fiscalização aparecem confundidas.
A governação da Liga é uma completa desvirtuação dos ensinamentos de Montesquieu.
São três as alterações absolutamente necessárias.
A primeira está no n.º 2 do artigo 45.º dos Estatutos: o presidente da Liga é «o candidato que obtiver o maior número de votos».
Num universo eleitoral reduzido, uma eleição fragmentada pode entregar a presidência a alguém apoiado por menos de metade das sociedades desportivas.
Um presidente minoritário começaria sem legitimidade para executar a centralização dos direitos audiovisuais e enfrentar interesses contraditórios. A eleição deve exigir maioria absoluta em sucessivas votações.
A segunda alteração é o artigo 47.º. A Direção é uma assembleia de interesses disfarçada de órgão executivo: dez membros, incluindo o presidente, um representante da Federação e oito sociedades desportivas.
Os três clubes com melhor média classificativa nas quatro épocas anteriores — na prática, Benfica, FC Porto e Sporting — têm lugar inerente, sem limite de mandatos. Depois, escolhem os outros dois. Só entra quem os três grandes convidarem. Sem acordo, recorre-se a um sorteio. Já aconteceu.
Os três são permanentes; os outros dois, além de escolhidos por eles, estão sujeitos a rotação obrigatória. A diferença desportiva é transformada em privilégio estatutário e capacidade superior de influência.
SC Braga, Vitória de Guimarães, Famalicão e as restantes sociedades estão conformadas ou vão aproveitar a última oportunidade dos próximos cinco anos para alterar este modelo?
Reconhecer a dimensão dos três maiores não obriga a entregar-lhes uma inerência institucional. A Liga deve reconhecer a sua importância sem ficar dependente deles.
A presença de clubes na Direção cria ainda assimetria de informação. Algumas sociedades acompanham os processos por dentro e participam na preparação das decisões; as restantes recebem mais tarde a informação já tratada.
Uma sociedade não deve ser, simultaneamente, participante na competição, destinatária das decisões e membro do órgão que administra a organização.
A solução é uma única Direção Executiva independente, composta pelo presidente e por dois diretores eleitos individualmente pela Assembleia Geral. Cada um teria pelouros próprios e responderia pelas posições assumidas e pelos resultados alcançados.
Um diretor eleito tem autoridade para discordar, fiscalizar e propor alternativas. Deixa de ser um colaborador do presidente e passa a ter legitimidade própria. A Direção tem de funcionar como equipa e deixar de ser uma corte.
Hoje, os diretores executivos são escolhidos pela Direção, sob proposta do presidente. O artigo 52.º determina que, se forem exonerados antes do fim do mandato, não têm direito a indemnização.
A sua sobrevivência profissional depende do livre-arbítrio presidencial. Questionar o presidente pode significar desemprego imediato.
Uma instituição forte não se constrói com independências emprestadas.
Retirar os clubes da Direção não significa afastá-los das decisões. Significa separar administração, representação e fiscalização.
Os Estatutos devem também consagrar uma reunião mensal das sociedades da Primeira Liga e outra das sociedades da Segunda, com documentação antecipada, informação igual e registo das posições.
A Direção administraria; os clubes acompanhariam e orientariam; a Assembleia Geral deliberaria sobre as matérias estruturais.
A Liga passaria de um modelo em que alguns clubes integram a administração para outro em que todos participam, em igualdade, na formação das decisões.
A terceira alteração é simples. O artigo 49.º prevê um Conselho Superior que, ao fim de onze anos, nunca foi constituído. Se nunca fez falta, deve ser eliminado.
Os Estatutos não podem ser um armazém de órgãos que talvez um dia sejam utilizados. Devem conter estruturas necessárias, competências claras e responsabilidades identificáveis.
A reforma tem de ocorrer antes das eleições. Que sentido faria reeleger Reinaldo Teixeira e discutir depois a redução dos poderes que acabara de receber?
Nos próximos anos, a Liga terá de centralizar os direitos audiovisuais, aumentar receitas, valorizar as competições e recuperar adeptos.
Não pode enfrentar os desafios de 2030 com uma estrutura concebida para administrar os equilíbrios do passado.
Primeiro escolhe-se a Liga que as sociedades desportivas querem. Depois escolhem-se as pessoas que a vão dirigir."
Labaredas do infortúnio
"I.— Entre sorrisos de fidalguia em tempos de festa, surge com frequência um estado lastimável dos continuados flagelos das chamas ilustradas por labaredas de infortúnio que deixam ao redor fumo, cinzas, terror, lágrimas, desconforto e medo, que nos vai queimando a alma.
Mas, mal aparece a notícia «entramos na época dos incêndios», a história repete-se, para não ser considerada engano!
Até mesmo os próprios comentários de que a área ardida até este momento em relação à anterior é inferior a uma determinada percentagem e abaixo da média dos últimos anos, para não fugir à regra, vai ajudando a pintar de luto as cores duma história apenas contada para os heróis da festança, que se revêm estimulados para o crime de incendiário, que, ou a troco de uns favores, ou pelo prazer em assistir ao espetáculo das chamas, ou outras razões de ordem passional, abrem o cofre aos figurões do costume e continuam a colocar Portugal em termos absolutos com a maior área ardida de todos os países da Europa. Acredito que os factos anotados para a causalidade de existirem altas temperaturas, vento, trovoada, etc., possam originar a propagação das chamas, mas o que as notícias nos vão confirmando, é que aparece com frequência a causa como humana do dito incendiário.
O que se nos apresenta em termos de informação é que à custa deste flagelo ambiental, muita gente vê engrossar o património económico: linhas de apoio para cobrir os prejuízos; vendas de produtos de combate; aluguer de aeronaves e outros meios de combate; madeireiros em contas de somar referente ao material ainda aproveitado, deixando o demais em abandono ( ver o estado degradante a paisagem de material ardido, expondo a mãe natureza em estado de luto); aumento da frota dos voluntários da paz em tempos de guerrilha e respetivos subsídios; conferências de imprensa entre noticiários a tempo inteiro; políticos a reaparecer entre sinais de consolo para quem do sonho duma vida se transforma em pesadelo e … os ladrões continuam à solta, ou quando detetados, ou se submetem a consultas de ordem psiquiátrica ou se vê aplicada uma prisão preventiva, até receber equipamento que permita cumprir a medida de coação em sua residência.
O organismo tutelado pelo Ministério da Justiça, a DGRSP, informa que no último 3 de agosto, tinha sob a sua alçada 329 incendiários. Destes, apenas 58 estavam atrás das grades, 8 permaneciam em prisão domiciliária e 15 viram a pena a ser suspensa, continuando, contudo, a usar a pulseira eletrónica e 186 incendiários em liberdade, embora sujeitos a medidas de apoio à comunidade, e 117 beneficiavam da execução da pena de prisão e pasme-se, apenas 11 incendiários eram obrigados a trabalho comunitário para pagar o crime de terem ateado um incêndio.
É claro com medidas desta natureza, vai-se assistindo a uma evolução dessa tropilha de inqualificáveis detratores. Dados oficiais de Estatística da Justiça informam que no final de 2025 havia 65 reclusos condenados por incêndio florestal … em 2023 eram 50 … em 2022, 46 … em 2020, 44 e em 2015, 34 presos, o que significa que o número de incendiários condenados praticamente duplicou numa década. Com medidas de coação desta espécie de tal indolência, não admira que por vezes se vá àquela máxima: «Até parece que o crime compensa!...»
Na minha modesta opinião, deveriam ser implementados no âmbito preventivo para além da limpeza das matas, abertura de acessos, montagem de postos de vigilância, utilização das novas tecnologias de observação e fiscalização permanente, (câmaras de filmagem e registo), organização de pelotões de combate, etc., … alguns dos quais, creio, que possam já estar em funcionamento.
No caso de observação e deteção de algum pirómano e averiguação séria e transversal do autor, deveria ser imediatamente detido e submetido a prisão efetiva no cumprimento da pena, e cujo tempo estaria subscrita a regras muito específicas, tais como:
— todos os dias lhes deveria ser concedida ferramenta (picareta, enxada…), uma marmita com refeição ligeira e água, e deslocação (vigiada com guarda ou pulseira eletrónica), para espaços ardidos ou não, com a obrigação de abrir caminhos de acesso, limpeza de matagais, e plantação de árvores. Ao final do dia o carro celular recolhia o criminoso com destino à prisão, tendo direito a uma refeição quente e descanso.
Deveria ser-lhe apenas concedida folga aos fins de semana, com direito a visitas, nos casos em que se visse cumprida a tarefa que lhe foi diariamente atribuída.
Seria importante ainda através da comunicação social, (imprensa escrita, rádio e televisão), ir informando o ponto da situação, quer por via da descrição, quer através da entrevista, anotando as dificuldades do desempenho a converter e expondo publicamente o arrependimento, pelas consequências que originaram a catástrofe e causaram tanta inquietação, servindo de exemplo nacional de que de facto o crime não compensa.
Dizem-me que isto não está legislado … é contra a lei, etc. … e eu pergunto: para quando??? Para situações anómalas e urgentes, respostas eficazes!... É evidente que ficará com a identidade registada e objeto de acompanhamento no decorrer do tempo em que para tal seja necessário e justificado procedimento de eventuais tentativas de novas atrocidades à natureza que nos protege, encanta e envolve.
II.— O que respeita ao condicionamento da prática desportiva e competitiva, todos sabemos que o aumento da ventilação induzido pela prática frequente de exercício com caraterísticas de elevada resistência, está associado à indução e manutenção de inflamação mucosa das vias aéreas. A prática do treino e do jogo exige uma elevada capacidade pulmonar que suporte o aumento da frequência respiratória e dos volumes da capacidade vital em resposta à maior e exigente necessidade de oxigenação dos tecidos.
Em relação à atividade desportiva, em condições tão poluentes que tardam a desaparecer, sabemos que a toxidade libertada pelos componentes químicos do fumo dos incêndios, origina uma drástica redução na oxigenação dos músculos e cérebro, afetando a performance e originando ainda problemas gravosos em termos pulmonares para o futuro.
Treinar e jogar em locais de concentração de gases tão poluentes como os que nos são dados a conhecer, para além dos malefícios já indicados, podemos associar o estado de sonolência com elevado prejuízo à função cognitiva e outras vertentes de carácter neuro funcional, vendo-se diminuir o estado de imunidade.
No sentido da preservação e promoção da saúde e qualidade de vida dos atletas, algumas medidas de urgência deveriam ser tomadas pelas autoridades político desportivas (federações, associações, clubes), mas o circo está montado, a bilhética difundida, as redes comerciais agigantam-se e o povo gosta!...
Vá lá que em tempos surgiu um bom exemplo das Associações de Futebol de Aveiro, Viseu e Porto que decidiram adiar as jornadas dos jogos nos seus distritos, devido às situações causadas pelas labaredas do infortúnio, anotando-se as situações conhecidas por parte de algumas equipas que no micro ciclo dessa semana eliminaram os treinos sob as condições de toxidade ambiental, adaptando a realização do esforço a espaços interiores (sem ar poluente), naturalmente com aplicação das metodologias nem sempre mais convenientes para a manutenção e conservação do estado de forma desportiva.
Ainda ressalvar a atitude de nobreza de princípios dos clubes e instituições que se vão unindo ao esforço comum no apoio a quem ficou agarrado à dor, pela perda da esperança e incerteza do futuro. Perante a desgraça, há sempre quem faça da solidariedade um compromisso e que, tantas vezes quantas as necessárias, vai ao fundo da alma e saca o que lhe resta!"
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
Derrota...
Galinho
Como já tinha ficado evidente no jogo com o Rio Ave, esta época, vai ser muito complicada neste escalão! Com os jogadores que estão na B, e alguns na equipa principal, este escalão ficou bastante debilitado. Com a redução de jogadores nos plantéis, as coisas não ficaram mais fáceis... Vários jogadores que foram opção hoje, a maior parte a saltar do banco, jogaram no fim-de-semana, nos Sub19! Esta é provavelmente a equipa de Sub23, com média de idades mais baixa que o Benfica apresentou desde da criação desta categoria! Hoje, nem com a inclusão do Martim, conseguimos equilibrar...
Casamento perfeito!!!
Há casamentos assim, resistem ao tempo e é até que a morte os separe. O que é preciso é alimentar a paixao e Pedro Proença e o FC Porto esforçam-se por isso, desde que o atual presidente da FPF apitava jogos e ia permitindo ao clube das Antas coleccionar titulos. pic.twitter.com/6IsdLC2JSl
— Polvo das Antas - Em Defesa do SL Benfica (@moluscodasantas) August 25, 2026
SÃO TÃO PREVISÍVEIS. ENTÃO É ASSIM:
"Sendo Barrenechea bom jogador, a contratação de Palhinha é - para eles - ainda mais ruinosa: o Benfica a dar uma fortuna por um jogador - repete-se, para eles - desnecessário. Até já consideram uma injustiça a possibilidade do Barrenechea ir para o banco.
Está, portanto, criada a narrativa - e a azia aumenta à medida que se aproxima o dia da apresentação, que inclusivamente já está agendada, mas ainda não tornada pública."
Decisões
"A semana que ora começou será a última de agosto e, como sempre, de decisões quanto à definição dos plantéis que farão a maior parte da época, pois só em janeiro serão permitidos retoques. Mais do que novidades, espero que não traga surpresas desagradáveis quanto às saídas pois, como já todos vimos, eram manifestamente exageradas as notícias da falta de qualidade do plantel do Benfica e bem sabemos que os clubes portugueses não têm como recusar propostas que os "tubarões" sempre fazem nestes últimos dias de mercado e sem tempo para reagir. Para o Benfica, e para o Braga, as decisões não serão apenas estas e ficaremos a saber se iremos ter representação ao mais alto nível na Liga Europa e na Liga Conferência, provas onde podem assumir-se como candidatos. Jogando fora, mas com dois golos de vantagem, são favoritos, mas precisam de o comprovar no terreno de jogo. No caso do Benfica, essa incerteza só se verifica pela excelente exibição do guarda-redes adversário e pela ineficácia demonstrada que impediu que a eliminatória já estivesse resolvida. Ainda assim, o Aarhus, principalmente do meio-campo para a frente, mostrou argumentos que não devem ser desprezados e que exigirão atenção máxima.
Por falar em decisões, assinale-se, com preocupação, que a APCV no seu relatório semestral deu conta do aumento de casos de violência dentro dos estádios naquele período, destacando-se a final da Taça de Portugal onde 19 adeptos do Sporting receberam medidas de interdição. Ontem, no Dragão, todos vimos o arremesso de objetos para o relvado após a anulação de um golo ao F. C. Porto. Espera-se que aquele organismo não tenha medo de tomar as mesmas decisões para todos, caso contrário seremos levados a concluir que é só para algum..."
Jan Biermann
"À semelhança da lembrança do “Grande Torino” (Tragédia de Superga - 4 de maio de 1949), existe um motivo especial para o Sport Lisboa e Benfica prestar uma meritória homenagem por conta do jogo europeu na próxima 5.ª feira frente ao AGF Aarhus no Cepheus Park Randers: a de Jan Biermann, o miúdo dinamarquês.
Jan Biermann esteve presente na 2.ª mão dos quartos de final da Taça dos Clubes Campeões Europeus 1960/61 e tornou-se sócio do Clube pela iniciativa da gerência do Presidente Maurício Vieira de Brito. Ao longo de muitos anos, a sua relação de amor e orgulho pelo Sport Lisboa e Benfica captou a atenção dos media dinamarqueses. São histórias destas que fazem perdurar a glória do Sport Lisboa e Benfica.
Faleceu no passado dia 3 de Dezembro de 2025 com um último desejo: ser sepultado com a camisola do Sport Lisboa e Benfica.
Tal como Félix Bermudes escreveu no glorioso Avante p’lo Benfica: "Honrai agora os ases que nos honraram o passado”. Os sócios integram os ases. “Todos por Um” = "A União Faz a Força”."
Não perdem pela de Mora
"A saída do jovem prodígio do FC Porto para a Roma reforça que a arte ainda resiste no futebol moderno, apesar da ditadura da tática e do físico
O futebol moderno trava uma guerra silenciosa — e em grande parte vitoriosa — contra a magia pura da imprevisibilidade. O rasgo de génio foi substituído pela métrica, a vertigem da rua cedeu o seu lugar à geometria rígida das entrelinhas e a arte dobrou-se perante o músculo.
Nas escolinhas de formação, o prazer do drible e a total liberdade de inventar dão cada vez mais cedo lugar a modelos táticos pré-formatados e a obsessivas dinâmicas de transição. É a era do atleta-modelo, do jogador de laboratório.
No entanto, por mais que tentem mecanizar o jogo, haverá sempre quem procure o rasgo humano da beleza, quem deseje a cor no meio da ditadura cinzenta do rigor físico e quem esteja disposto a pagar peso em ouro para juntar pérolas a um jogo cada vez mais dominado por androides.
Em Portugal, o guião é antigo e de sobra conhecido. Os países mais ricos e dominantes do topo da cadeia alimentar encontram sempre forma de levar o nosso ouro. Vimos essa inevitabilidade repetir-se ao longo de décadas com Luís Figo, Rui Costa, Ricardo Quaresma, Cristiano Ronaldo, Bernardo Silva, Vitinha ou João Neves. Todos voaram cedo porque o seu futebol exigia palcos maiores e o poder financeiro dos colossos tornava qualquer resistência inútil.
O caso da transferência de Rodrigo Mora para a Roma encerra, contudo, contornos ligeiramente diferentes. A sua saída do FC Porto não resultou apenas da pressão habitual do mercado, mas de um puro choque de identidades desportivas.
Mora simplesmente não contava nem encaixava no ideário tático de Farioli — um treinador que prioriza o futebol físico, seguro, desenhado pela certa e preciso como um relógio suíço. E não há aqui lugar para julgamentos morais: foi precisamente com esse futebol pragmático e sem floreados que o técnico italiano chegou e se sagrou campeão nacional sem apelo nem agravo no ano de estreia.
O talento rebelde de Mora era, porém, um corpo estranho nesse sistema desenhado ao milímetro.
A resposta do prodígio, essa, não tardou. Chegado à capital italiana, entrou direto para o onze titular no primeiro jogo frente à Fiorentina e deixou de imediato a sua assinatura inconfundível: uma jogada de pura genialidade, um futebol fora da lei culminado num remate em arco perfeito que só não deu golo devido a uma defesa monumental do enorme De Gea. Ficou o registo inquestionável de que a poesia do jogo recusa ser enjaulada.
O negócio acabou por ser bom para todas as partes envolvidas, mas sobretudo para os apaixonados pelo futebol-arte e pelo inesperado. Ganhou o FC Porto, ganha a Roma, ganha o jogador e ganha Portugal, que em breve poderá voltar a vê-lo em ação na Seleção Nacional. Assim Jorge Jesus nele aposte — o mesmo Jesus que, ironicamente, outrora não apostou em Bernardo Silva e o deixou sair por tuta e meia...
O futebol tem esta memória curta e cheia de contradições. Mas uma coisa é garantida para os amantes do belo jogo: não perdem pela de Mora."
Rafa e os outros
"1. Vamos falar um bocadinho de Rafa Silva, que voltou a casa no último mercado de inverno depois de
uma passagem pelo futebol turco. No final da última temporada, foi ele o autor do golo da vitória do
Benfica em Alvalade já no período dos descontos.
Esse golo valeria normalmente a qualificação para
a Liga dos Campeões, mas a anormalidade da arbitragem naquele fatídico empate em Famalicão atirou com o Benfica para o escalão abaixo das discussões europeias.
2. Voltemos a Rafa, que, neste início de época, tem
sido titular com Marco Silva e que tem rendido
golos e boas exibições. Em Rio Maior fez o segundo
golo e colaborou no terceiro, contribuindo, assim,
para o volumoso resultado com que o Benfica derreteu o Casa Pia metendo um ponto final na série
de resultados negativos que vínhamos somando
com os “gansos”.
3. Rafa é, indiscutivelmente, uma das grandes figuras
do futebol do Benfica no século XXI. Neste momento, está perto de “apanhar” Pizzi, outra figura maior
do Benfica neste século, no número de jogos disputados de águia ao peito. Essa tabela de honra é
liderada por Luisão com 534 jogos, seguindo-se
Nuno Gomes com 395 jogos e, depois, Pizzi com
360 jogos.
4. O jogo de Rio Maior foi o 350.º de Rafa Silva no Benfica e coloca-o a 10 jogos de distância da marca de
Pizzi. Tudo indica, portanto, que Rafa trocará de
posição com o transmontano da continência – lembram-se do festejo de Pizzi a cada golo? – no
decorrer ainda deste ano. Marco Silva parece acreditar mais em Rafa do que José Mourinho acreditou. É sempre diferente, no entanto, a abordagem à
equipa feita por um treinador que começou a época
ou por um treinador que já chegou com o comboio
em andamento.
5. É impossível não saudar o nosso grego Pavlidis
pelos seus 3 golos de rajada em Rio Maior – um
hat-trick puro segundo os puristas destas coisas do
futebol – que deu assim o seu contributo muito
especial à goleada de segunda-feira. Pavlidis, o
indispensável.
6. Fez bem o Benfica em adiar para setembro a deslocação a Moreira de Cónegos que nos coube na
3.ª jornada da Liga. O Benfica já vai em 7 jogos oficiais neste agosto e é ajuizado fazer uma pausa de
uma semana entre os dois encontros com os dinamarqueses do Aarhus.
7. O primeiro jogo com o Aarhus saldou-se por uma
vitória que poderia ter sido bem mais expressiva.
O Benfica está a um passo de entrar na Liga Europa,
mas a deslocação à Dinamarca não pode ser encarada como um passeio. Começámos com Rafa e
vamos acabar com Rafa. Demorou 1 minuto e meio
a marcar ao Aarhus e assinou uma bela exibição."
Leonor Pinhão, in O Benfica
Um coração que jogava
"PEDRO DA CONCEIÇÃO FOI
UM ATLETA ECLÉTICO E UM
FERVOROSO BENFIQUISTA,
CUJO AMOR PELO CLUBE
ESTAVA ACIMA DE TUDO.
No dia 10 de abril de 1960, o coração
de Pedro José da Conceição não
resistiu à comoção daquele jogo
do Campeonato Nacional frente
ao Sporting, que culminou na vitória dos
encarnados por 4-3, permitindo-lhes
aproximarem-se mais do título. “Doença
arteriosclerótica”, um coração quebrado,
assistido por José Pinho, ainda no Estádio, onde insistiu em permanecer a ver o
jogo. O lisboeta de 50 anos foi depois
encaminhado para casa, onde acabaria
por falecer.
Foi um golpe duro no mundo dos benfiquistas. Pedro da Conceição vibrava
com o Clube de forma ímpar. Era sempre
dos primeiros a chegar às bancadas.
Nascido em Santos, onde os pais viviam,
haveria de trabalhar no Arsenal do
Alfeite, seguindo os mesmos passos do
pai, que fora marítimo de profissão. Mas
foram outras as valências deste homem,
de verdadeiro coração vermelho.
Entre os 17 e os 29 anos, representou
o Benfica nas modalidades de futebol,
natação, polo aquático, andebol (dois
jogos, como guarda-redes) e a sua última representação pelo Benfica foi
numa prova de corta-mato, em 1939.
Mais tarde, haveria de integrar o Sport Lisboa
e Saudade.
No polo aquático teve visibilidade, integrando equipas de 1.ª e 2.ª categorias. Alinhou na equipa que, em agosto de
1931, se debateu com o Natació de
Barcelona, em digressão por Portugal. Disputando ainda jogos com a
equipa do Algés e Dafundo e com
uma seleção de Lisboa, os catalães
venceram por grandes diferenças,
num período em que o polo aquático português estava em fase praticamente larvar. O único golo do
Benfica foi apontado por Pedro da
Conceição.
No futebol, todos recordavam o
guarda-redes “entusiasta, valente,
que jogava com o coração”. Antes de
assumir essa posição, atuou como
médio, como na sua primeira exibição de águia ao peito, no dia de Natal
de 1927, frente ao 31 de Janeiro FC
(V 3-0), marcando um dos golos.
A sua estreia na 1.ª categoria, no dia
10 de janeiro de 1932, fê-la com “contento”, protagonizando algumas defesas arrojadas, saindo ao encontro dos
avançados do União de Lisboa (E 1-1)
e tirando as bolas dos seus pés. O seu
segundo jogo, contra o Sporting, esteve “absolutamente bem”, atuando
como se pretende “do nosso melhor
keeper”.
O rouxinol do Benfica, cuja “voz de
barítono era a primeira a entoar uma
canção”, esteve 81 jogos na qualidade
de guarda-redes da equipa principal,
entre as épocas de 1931/32 e 1935/36, e
conquistou um Campeonato de Lisboa.
Recorde outros dedicados e valorosos jogadores da história do Benfica na
área 22 – De Águia ao Peito, no Museu Benfica – Cosme Damião."
Pedro S. Amorim, in O Benfica
Primeiros socorros
"Digam lá, sinceramente. O caudal de jogo ofensivo do SL Benfica no jogo com o Casa Pia AC
foi em alguma coisa inferior ao
do embate com o Académico de
Viseu FC? Ninguém no seu perfeito juízo pode dizer que houve
menor volume ou entrega dos
jogadores no empate a dois do
que na vitória por sete. E é
dessa matriz de jogo que temos
de falar.
Neste início de temporada, a formação masculina liderada pela
equipa técnica de Marco Silva
tem os olhos na baliza adversária. E troca os olhos aos defesas
contrários. Já sei, já sei, não
podemos descurar a outra baliza, a nossa. A solidez defensiva
é um dos elementos que dá
campeonatos, para evitar dissabores como o empate de estreia
na Liga Portugal. Isso também
se trabalha, mas, para já, deixem-me só ficar feliz com a
capacidade que a equipa de -
monstra para jogar de frente e
dentro da grande área dos nossos oponentes. E sentir-me
muito orgulhoso pela forma
como os nossos jogadores querem – e conseguem – recuperar
rapidamente a bola quando a
perdem. É também de atitude
que temos de falar. Na partida
da segunda jornada do Campeonato, com a exceção de Lenglet,
todos os jogadores já faziam
parte do plantel do ano passado.
E, em alguns casos e jogos, não
puderam ou não conseguiram
demonstrar essa vontade e isso
também nos deve fazer pensar.
Não pode ser um lugar-comum:
representar o Sport Lisboa e
Benfica no futebol e no que quer
que seja, tem de vir com algumas condições coladas ao corpo
e à alma, como a entrega total e
o desejo de ganhar. Estamos
numa fase demasiado precoce
da época (e já sabemos das artimanhas que estão montadas),
mas este Glorioso já é um bálsamo para tantas feridas que têm
sido causadas ao Clube. E é
assim, cobertos de mercurocromo emocional, que temos de
continuar. De preferência, unidos. Senão, não vale a pena."
Ricardo Santos, in O Benfica
Um novo ciclo
"Agora que se inicia um novo
ciclo, faz sentido olhar para a
época passada e avaliar a obra
feita, seja para retornar aos
benfiquistas o que a sua Fundação produziu, seja para melhorar processos e renovar o foco e
intensidade da obra social do
Sport Lisboa e Benfica.
Foi uma época em cheio, com a
conclusão e abertura do 1904
Benfica Hotel, muito acarinhada
pelo Clube, sócios e adeptos que
assim viram ressurgir a memória daquele edifício icónico no
centro da cidade de Lisboa, ao
mesmo tempo que se criaram
condições de sustentabilidade
para o desenvolvimento da Fundação Benfica. Deste modo,
2025/26 foi uma época de virar
de página em que iniciámos a
expansão dos nossos projetos
conforme previsto no nosso
plano estratégico até 2030, mas
em que, obviamente, mantivemos todos os projetos em curso,
dando-lhes continuidade e crescendo na sua abrangência ou
lançando as bases para o seu
crescimento na época 2026/27
que agora se inicia. Crescemos
nos domínios do desporto adaptado e inclusivo, da inclusão
educativa, do apoio humanitário,
do envelhecimento ativo e da
intervenção nos países de língua oficial portuguesa e lançámos as bases para novos voos
desta Águia Solidária que a Fundação corporiza.
Foi um tempo de consolidação e
de lançamento de um novo ciclo
de crescimento sustentado,
acompanhando os problemas
estruturais da atualidade e
ensaiando novas soluções em
que o exercício da responsabilidade social e da solidariedade
benfiquista permita fazer a diferença e contribuir de forma efetiva para o desenvolvimento e a
justiça social dentro e fora de
Portugal."
Jorge Miranda, in O Benfica
Editorial
"1. Na capa deste jornal O Benfica, o destaque vai para o
Objetivo Liga Europa, que
abre as primeiras páginas
desta edição. Mais um bom
jogo do Benfica, a entusiasmar os adeptos e a garantir
uma vantagem importante
para a segunda mão. O apuramento definitivo está a um
passo, mas é preciso concretizá-lo com os pés bem
assentes no chão, em linha
com a postura que o Benfica
tem apresentado desde o início da época. Passo a passo,
rumo aos objetivos traçados.
Os 10 golos desta semana,
nos dois jogos, frente ao
Casa Pia, fora, e ao Aarhus,
na Luz, são um conforto de
confiança e qualidade.
2. Nesta edição, lançamos o fim
de semana e abrimos um
horizonte imediato quanto
aos primeiros troféus da
época no andebol feminino e
masculino. Antevisão e análise para ler nestas páginas
sobre as Supertaças que queremos trazer para o Museu
Benfica – Cosme Damião.
Jogos e rescaldo para acompanhar online no site e na App,
ao minuto, bem como pela
transmissão na Benfica FM e
pelas imagens via BTV.
3. Destaque ainda esta semana
para as primeiras palavras do
novo timoneiro do voleibol do
Benfica. Ambição, visão e um
novo ciclo que se quer vitorioso. Uma apresentação que
merece presença de capa e
acompanha os primeiros
momentos de Sakis Psarras
no Clube, do Museu aos pavilhões, passando pela assinatura e foto da praxe. A nossa
reportagem conta-lhe tudo."
Pedro Pinto, in O Benfica
terça-feira, 25 de agosto de 2026
Lixívia - 3 ---- (26/27)
Tabela Anti-Lixívia
Sporting...... 7 (-2) = 9
Corruptos.....9 (0) = 9
Benfica. 4 (0) = 4 (-1 jogo)
Braga....1 (0) = 1 (-2 jogo)
Jornada sem jogos do Benfica e do Braga, e assim ficaram o duo maravilha do Conselho de Arbitragem a chamar todas as atenções, e não desiludiram!!!!
Sem grandes Casos nas áreas, foi notório a proteção disciplinar dada aos dois !!!
No Alvalixo, a não expulsão do Catano foi o ponto alto da actuação do Verdíssimo... Comparem a entrada do Catano, com a expulsão do Otamendi, em Famalicão no jogo que decidiu a presença na Champions?!! O Nico, toca a bola, e na sequência natural acaba por pisar o adversário, aqui o Catano nem sequer tentou jogar a bola, torcendo completamente o tornozelo do adversário...
Mas não foi o único erro, o apito intervalo, acontece quando o Suarez chega a atrasado na pressão e atropela o adversário já sem bola... Este tipo de jogadas, são uma das marcas dos Lagartos e dos Corruptos, intimidando constantemente os adversários, com os apitadores a virarem as costas!
No antro Corruptos, o Pinheiro até começou com alguma coragem anulando dois golos aos Corrutpos, bem anulados: um por fora-de-jogo e o outro por carga sobre o guarda-redes. Este deixou algumas dúvidas, mas a carga dá-se dentro da pequena área, sobre os braços do guarda-redes, claramente falta... Se quiserem comparar este golo, com o famoso golo do Luisão, as imagens não demonstram qualquer contacto do Luisão com o Ricardo e a ter existido, foi a própria cabeça do Luisão com os braços do Ricardo, não foi outro parte do corpo...
Perto do fim, mas ainda com 1-0, o Coreano dos Corruptos, enganou-se na modalidade e pensou que estava numa competição de Taekwondo, acertando no adversário!!! O Pinheiro ganhou 'coragem' novamente e mostrou o primeiro Amarelo aos Corruptos esta época, o problema é que devia ter sido Vermelho!!!
No 2.º golo dos Corruptos as linhas de fora-de-jogo ainda não apareceram.... e já agora os festejos dos golos também forma engraçados! O Pinheiro estava de costas, pode não ter visto as provocações, mas o resto da equipa de arbitragem deve ter visto... e se nenhum deles viu, as imagens são esclarecedoras, em condições normais, o Conselho de Disciplina teria que abriu um inquérito, mas nós já sabemos que nada vai acontecer!!!
Ainda houve mais uma chapada no adversário, que passou em claro...
Anexos (I):
Benfica
(Adiado)
Sporting
Corruptos
2.ª-Rio Ave(f), V(0-2), Fonseca(Cláudia R., A. Campos), Beneficiados, (1-2), Impossível contabilizar
Braga
(Adiado)
(Adiado)
Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
0/0
Sporting
0/0
Corruptos
2/0
Braga
0/0
Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade)
Castigados (Favor - Contra):
Benfica
1/0
Minutos:
1 - 0 = +1
Castigados:
0 - 0
Sporting
0/0
Minutos:
0 - 0 = 0
Castigados:
2 - 1
Corruptos
0/0
Minutos:
0 - 0 = 0
Castigados:
1 - 0
Braga
0/0
Minutos:
0 - 0 = 0
Castigados:
0-0
B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Média Faltas/Amarelos - Favor/Contra
Benfica
2(2) / 26 - 24 / 6(2)
Média: 13 / 4
Sporting
7(3) / 39 - 52 / 9(5)
Média: 5,57 / 5,77
Corruptos
1(0) / 40 - 19 / 4(3)
Média: 40 / 4,75
Braga
2(1) / 21 - 16 / 4(1)
Média: 10,5 / 4
Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
Sporting
J. Gonçalves - -2
Martins - -2
Corruptos
Braga
Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
D. R. Silva - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)
Sporting
J. Gonçalves - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (1/0)
Corruptos
Godinho - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (1/0)
Braga
Bessa - 1 (0/1)
Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
Mota - 1 (1/0)
Rui Costa - 1 (0/1)
Sporting
Martins - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)
Corruptos
Esteves - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Mota - 1 (1/0)
Braga
Vasilica - 1 (0/1)
Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
P. Miranda - 1
T. Leandro - 1
Sporting
Cátia T. - 1
I. Pereira - 1
A. Campos - 1
Corruptos
Catarina C. - 1
A. Campos - 1
Bessa Silva - 1
Braga
Eiras - 1
Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Pinheiro - 1
Rui Costa - 1
Sporting
J. Gonçalves - 1
Martins - 1
Corruptos
Fonseca - 1
Cláudia R. - 1
Braga
Bessa - 1
Vasilica - 1
Jornada 2 (-1 jogo)
Anexos(X):
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