Últimas indefectivações

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

'Goal leverage'

"O vencedor da Liga será provavelmente definido numa espécie de photo-finish. Benfica e Porto não descolam, jogam bem e com autoridade, cada qual no seu diferente modo de o fazer.
Os portistas - após a sua decepção do Braga-Benfica - apostam na recorrente quebra de rendimento do Benfica por estas alturas. Os benfiquistas desesperam por um percalço azul e branco que lhes permita ir ao Dragão com vantagem.
Fiquei preocupado com a sinceridade de J. Jesus no domingo: «Com (o mercado) Janeiro, o Benfica não ficou mais forte em nada.» Ao contrário, o Porto depois de Lucho em 2012, compra velharias que podem ser relíquias. Tem-se falado sobre a possibilidade de desempate final por goal average, expressão inglesa que, todavia, quer dizer outra coisa: quociente entre golos marcados e sofridos.
O Benfica já perdeu para o Porto dois campeonatos pela diferença de golos: em 1959 e em 1978 (aqui sem ter perdido qualquer jogo). Hipótese que só importa se os resultados entre ambos forem iguais. Assim se o Benfica empatar no Porto por 2-2 (como o ano passado), a diferença total de golos pode ser decisiva. Por isso, não gostei de ver o Benfica contra o Setúbal, deixando correr, algo apático, satisfeito com 3 golos, sem atrevimento e avidez pela goleada ao alcance.
Por fim, continua a intrigar-me a moleza anestesiante, o conformismo da derrota por antecipação, a falta de autocarros de certos clubes sempre que jogam contra o Porto, e, ao invés, a sua genica, vontade de comer a relva, pujança e agressividade físicas sempre que têm o Benfica pela frente. Tudo uma questão de goal leverage..."

Bagão Félix, in A Bola

Variações sobre autogolos e Jamor

"Já o Joãozinho poderá um dia contar aos netos que fez um autogolo em Vila do Conde exactamente no dia em que Cristiano Ronaldo fez um autogolo em Granada. A perfeição continua a não existir.

A final da Taça de Portugal é no Jamor. Grande novidade? Nem por isso. Nos seus anos primitivos e final da Taça jogou-se nos há muitos demolidos campos das Salésias e do Lumiar. A primeira edição decidida no Jamor aconteceu em 1946 e até 1961 não houve outro palco para o acontecimento.
Em 1961 os finalistas foram o FC Porto e o Leixões e a final da Taça disputou-se nas Antas por ser mais perto para ambos, presume-se. As estradas era más e nem se chegou a equacionar a hipótese de uma viagem marítima, a vapor, com saída do porto de Matosinhos rumo à gare da Rocha do Conde de Óbidos, em Lisboa, e volta.
A Rocha do Conde Óbidos, por ser de um conde, da nobreza, estava portanto muito associada ao Sporting e o desembarque e posterior embarque em território do inimigo não pareceu nada aconselhável aos dirigentes do FC Porto de então. Outros tempos, não duvidem.
O Leixões, embalado pelas ondas e pelo sonho de poder aterrar com a Taça dos braços directamente em casa, aceitou logo como boa ideia da viagem a vapor Matosinhos-Lisboa-Matosinhos, sempre junto à costa. Mas para o FC Porto era impensável. Condes e viscondes, nem vê-los. Realizou-se, deste modo, o jogo no Estádio das Antas e, algo surpreendentemente  terminou com a vitória do Leixões por 2-0 nessa edição de 1961 da Taça de Portugal.
Um pequeno à parte para contar aquela que não terá sido a melhor anedota desta final. Tratou-se de uma gaffe que ficou histórica nos anais da imprensa em Portugal. Confiante na vitória do FC Porto e de tão crente no resultado final,  Norte Desportivo - hoje extinto - pôs a circular uma primeira edição com uma bonita primeira página expressando a estrondosa vitória do FC Porto sobre o Leixões por 4-2. Houve que esperar pela segunda edição para saber o resultado de verdade.
Vem isto a propósito da recente gaffe cometida pelo site da Liga, no final do último clássico, dando a vitória por 3-2 ao Benfica quando, na verdade, o jogo de recepção ao FC Porto terminou empatado 2-2. Houve quem se indignasse e, certamente, com razão. O importante é todos termos consciência de que o futebol é como na vida: o que para uns é crime para outros é poesia e vice-versa.
Depois da final de 1961, nas Antas, a festa do futebol voltou ao Jamor e houve que esperar mais uma década para vê-la a voltar a sair da sua casa. Aconteceu em três edições sucessivas, nos anos que se seguiram à revolução dos cravos e porque o recinto se encontrava em obras de «desfascização ideológica», e, por isso mesmo, fechado ao público.
Não me venham dizer que a palavra 'desfascização» não existe porque estamos no mundo do futebol onde até os jogadores se «desposicionam-se» e «temporizam» a toda a hora.
Adiante:
Em 1975, a final da Taça de Portugal realizou-se em Alvalade e o Boavista ganhou ao Benfica, em 1976 realizou-se nas Antas e o Boavista ganhou ao Vitória de Guimarães e em 1977 voltou a realizar-se nas Antas e o FC Porto ganhou ao Sporting de Braga.
Curiosamente, nem ao antigo regime nem neste que está em vigor, conseguiu o Benfica que alguma vez se marcasse uma final da Taça para o seu Estádio da Luz, ao contrário dos seus maiores rivais que receberam o evento nas suas casas, aproveitando ou não o ensejo como lhes coube aproveitar.
De 1977 até hoje só por mais uma vez a final da Taça saiu do Jamor. Em 1983, e por muita insistência do FC Porto, a final voltou pela terceira vez ao Estádio das Antas e pela segunda vez o FC Porto perdeu uma Taça de Portugal em casa, desta feita para o Benfica que venceu o jogo por 1-0, golo de Carlos Manuel. Ainda bem que o Benfica em quase oitenta edições da prova nunca insistiu para jogar uma final em casa porque coisas destas acontecem a todos que a tal se arriscam.
Este ano houve dúvidas sobre a realização da final da Taça de Portugal no Jamor. Por razões de segurança, entenda-se. O futebol e o país mudaram muito desde os tempos em que os adeptos dos clubes finalistas rumavam ao Jamor de manhã cedinho de bandeira e lancheira, famílias inteiras fornecidas para os épicos piqueniques que antecediam a final. Era todo um ambiente de confraternização entre adversários à sombra da mata do Jamor, um vai-vem de petiscos acabados de cozinhar, um toma-lá-dá-cá que fez da final da Taça de Portugal uma romaria, uma festa popular que até culminava num jogo de bola.
Pessoas credenciadas que expuseram dúvidas sobre a realização da final no Estádio Nacional em 2013, apontaram, em benefício do Jamor, o caso evidente de estar afastada a hipótese de uma final entre clubes grandes, todos rivais uns de outros, embora haja uns mais rivais do que outros como é de conhecimento geral.
Nos tempos que correm, foi esta a mensagem transmitida, seria impossível garantir a segurança dos adeptos e dos utensílios do piquenique se a final fosse um Benfica-FC Porto ou um Sporting-Benfica. Já se fosse um FC Porto-Sporting, aparentemente, nada havia a temer pela saúde dos comensais sendo certo que os sportinguistas forneciam os ingredientes e os portistas forneciam o lume e os abanicos.
Nos tempos modernos, com a exacerbação de tudo o que ao futebol diz respeito, organizar um final da Taça de Portugal entre arqui-rivais no Jamor é um risco, consideram alguns. Penso que um dia, para o ano talvez, valerá a pena correr esse risco sem necessidade de arame farpado a dividir a mata do Jamor. Há que confiar.

CANTO de Nolito, Ronaldo de cabeça, golo. Resultado: 1-0. Foi excelente a estreia de Nolito ao serviço do Granada. Nunca lhe terá passado pela cabeça que haveria um dia de centrar uma bola tão perfeita, tão perfeita, que desviando na cabeça do astro português acabasse por entrar que nem um tiro na baliza do Real Madrid.
Foi o primeiro autogolo da carreira de Cristiano Ronaldo e com que desalento viveu esse momento o único jogador que vem disputando com Lionel Messi o ceptro de melhor do mundo. Normalmente, na Liga espanhola, quando o argentino marca 2 golos o português responde com 3 e vice-versa, quando o português responde com 3, o argentino contrapõe com 4 e vice-versa. Andam nisto há umas quantas temporadas para gáudio dos aficionados de todo o mundo.
Se em vez de ser um tipo de feitio bisonho, Messi tivesse a personalidade de um grande artista, descomplexado, maior do que a sua própria lenda, teria com certeza respondido ao autogolo de Cristiano Ronaldo com, pelo menos dois autogolos, no jogo do Barcelona que se seguiu. Era disso que eu estava à espera. Paciência. A perfeição não existe.
Já o Joãozinho poderá um dia contar aos netos que fez um autogolo em Vila do Conde exactamente no mesmo dia em que Cristiano Ronaldo fez um autogolo em Granada. A perfeição continua a não existir.

GODINHO LOPES tentou a última cartada de confiança junto dos adeptos do Sporting utilizando o nome do Benfica e do presidente do Benfica para reganhar créditos da forma mais rasteira. O Benfica reagiu oficiosamente chamando mentiroso ao ex-presidente do Sporting. Não era preciso.
Só é pena que entre tantos jornalistas que tiveram oportunidade de ouvir Godinho Lopes não houvesse um que lhe recordasse que, ao contrário do que diz, o primeiro mandato de Vieira rendeu um campeonato  uma Taça de Portugal e uma Supertaça e que, também ao contrário do que diz, na época de 1976/1977 o Sporting esteve fora da Europa por ter sido o 5.º classificado na temporada anterior e por não ter ganho a Taça de Portugal, à época a segunda porta de acesso às competições da UEFA. Seria assim tão difícil?"

Leonor Pinhão, in A Bola 

Agradecimento

" 1. Como não li nenhum comentário acerca da posição pública assumida pelo seleccionador de Cabo Verde no CAN, a decorrer na África do Sul («Cabo Verde é um país lusófono, o português é a língua oficial e quem quiser que se sujeite às regras. Um dos males da língua portuguesa não se afirmar internacionalmente é que gostamos de ser gentis com os estrangeiros e falamos a língua deles...»), quero aqui agradecer ao Sr. Lúcio Antunes a desassombrada lição de patriotismo e de cultura aplicada que nos dá a todos. Esta é mais uma virtude que o aproxima e identifica com Mourinho.
Gostava de ver Vítor Pereira a usar a mesma firmeza para esclarecer a razão porque atira para o rol dos proscritos todos aqueles jogadores que, de algum modo, se atrevem a manifestar o seu desacordo perante alguma decisão dele. Vai longa a lista: Álvaro Pereira, Fucile, Rolando, Iturbe, Souza... Se julga que o ostracismo é o melhor modo de impor a sua autoridade, engana-se redondamente. Esse é o recurso dos pávidos.
Assim como gostava de compreender como é que a SAD do FC Porto tida por intransigente e hábil nos negócios, vendeu 35 por cento do passe de James por 2,55 milhões de euros e agora, decorridos dois anos, os recompra por 8,7 milhões. Mais 6,150 milhões. Uma valorização de 342 por cento!!! Se os números de base estão certos, não se entende...

2. Comemorou-se em Itália o 'Dia da Memória', em homenagem aos milhões de hebreus mortos nos campos de extermínio nazis. O futebol recordou, em particular, uma dessas vítimas, o treinador húngaro de origem judaica Arpad Weisz, o Mourinho de então, que foi campeão com o Inter, onde projectou o desconhecido Giuseppe Meazza, e com o Bolonha. Meazza, que hoje dá nome ao estádio de San Siro, foi o melhor jogador italiano de todos os tempos, duas vezes campeão do Mundo com a squadra azzurra."

Manuel Martins de Sá, in A Bola

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O cavalo selvagem

"Shakespeare teria gostado dele. Vítor Baptista era feito do mesmo barro com que fazem os heróis trágicos, como Jim Morrison ou George Best.
Tinha um talento especial para transformar permanentemente a vida em teatro. Escancarava com insistência as portas e as janelas proibidas, descobrindo ventos e tempestades inimagináveis. Era um ser desabridamente humano, com tanto de vilão como de criança ingénua e desconcertante. Não procurava deliberadamente os holofotes, mas a sua personalidade excêntrica fazia com que os holofotes o procurassem.
Nascido e criado no seio de Setúbal, abraçou o Vitória, onde cresceu como jogador e encetou o caminho das suas vivências mirabolantes.
Aos 18 anos, venceu a Taça de Portugal ao serviço dos sadinos. Inicialmente com funções de médio, seria o técnico José Maria Pedroto a traçar-lhe o destino de finalizador. 'Força, talento, visão e remate', assim o resumiu, um dia, Amadeu José Freitas. Como goleador, viveria o auge em 1971, seu ano derradeiro no Bonfim, antes de voos mais altos. Falhou, então, por uma unha negra a Bola de Prata, com o benfiquista Artur Jorge a toldar-lhe o sonho no último jogo do campeonato.
E veio o Benfica, onde imperavam os treinos árduos de Jimmy Hagan. De águia ao peito, sagrar-se-ia cinco vezes campeão nacional em apenas sete épocas. Pelo meio, seria um autêntico cavalo selvagem, que nunca o clube nem a selecção ou a sociedade conseguiriam domar.
Em 1978, marcou um golo que foi um brinco, resolvendo, na Luz, o jogo com o Sporting a contar para o Nacional'. Quando os companheiros o abraçaram, saltou-lhe da orelha o polémico e arrojado talismã de brilhantes que lhe tinha custado os olhos da cara. O jogo parou, e, enquanto o público, mal refeito da festa, procurava desvendar o que fazia o jogador de rabo para o ar, revolvendo a relva, Vítor Manuel Ferreira Baptista, o homem, semeava a estória mais caricata do futebol português. 'Perco dinheiro a trabalhar', diria. Era o canto do cisne. No rescaldo da cena, em atitude reincidente, declarou-se mal pago, recusando-se a alinhar, dias depois, frente ao Liverpool. Que tinha dores de cabeça. O despedimento com justa causa foi santo remédio.
Regressou a Setúbal, numa passagem fugaz com passaporte para o Porto, onde o acolheu o Boavista. Aí, treinava quando queria, 'que era o Vítor Baptista'.
Talvez inspirado por Burt Lancaster, que certo dia o fez chorar no filme Trapézio, nunca parou com os saltos mortais. Sairia do Bessa para o San José Earthquakes, dos Estados Unidos, onde não aqueceu o lugar. Regressado à pátria, seguiram-se Amora, Montijo, União Tomar, Monte Caparica e, finalmente Estrelas do Faralhão, da II Divisão Distrital, de Setúbal. Aí chegou em meados de 80, veterano já, depois de ter passado o último Natal com a namorada numa barraca tapada com jornais.
Eram já os pântanos da droga e da delinquência com a justiça à perna. Chegava aos tribunais a saía. Era «um homem bom e generoso, desviado pela sua própria imaturidade e por circunstâncias várias da sua vida em particular». Mas esse desvio reiterado levá-lo-ia ao cárcere. Depois de sair, conseguiu empregar-se na Câmara de Setúbal como jardineiro. Voltas para aqui, voltas para acolá, e acinzentou-se a sua relação com as flores, assumindo o ofício de coveiro. Caminhava já para o dia 1 de Janeiro de 1999, a partir do qual as portas e as janelas proibidas descansaram finalmente em paz. Tinha 50 anos. Por muitos ventos e tempestades que envolvam o seu nome, Vítor Baptista será sempre 'o Maior', como ele próprio, um dia, do alto da sua célebre inspiração, se auto-proclamou. Glosando um dito do também indomável Maradona, no dia da sua despedida: 'Yo me equivoqué y pagué, pero la pelota no se mancha.' "

Luís Lapão, in Mística

O absurdo e o bizarro

"Decidiu o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol remeter para a Comissão de Instrução de Inquéritos da Liga uma denúncia anónima que, supostamente, relata a utilização irregular de jogadores do Benfica no jogo com a Académica de Coimbra, a contar para a Taça da Liga.
Situação bizarra esta, uma vez que a Conselho de Disciplina da FPF viola com esta actuação os regulamentos que deveria cuidar de fazer respeitar. Denúncias anónimas e sem fundamento devem ter um único tratamento por parte deste órgão disciplinar: lixo.
Em segundo lugar, no caso do Benfica, manifestamente quem tomou tal decisão, parece desconhecer a letra e o espírito do regulamento de competições.
Quem fez a denúncia tinha um único objectivo: confundir situações que não são comparáveis. Só se estranha a absurda decisão do CD da FPF."


PS: Nos últimos dias muitos de nós perguntavam: qual vai ser o alibi pífio utilizado para ilibar os Corruptos, peloo erro, na utilização indevida dos 3 jogadores no jogo da Taça da Liga?!!!
Já não precisamos de esperar mais!!! Esta denuncia anónima validada pelo CD da Federação, só tem um objectivo: levantar uma cortina de fumo, confundir, para posteriormente ilibar os Corruptos, alegando o espírito dos regulamentos... tentado criar a ilusão de que o Benfica também teria sido 'ajudado' !!!
Não é a primeira vez que estes esquemas são usados, a estória do Conselheiro Matrimonial é só o exemplo mais famoso!!!
Para os mais distraídos recordo, que o tal regulamento que os Corruptos violaram, serve para regular a utilização de jogados na equipa B... Quando tentam colocar no mesmo saco, dois jogos da equipa principal do Benfica, é sinal que esta gente acha mesmo que toda a gente é burra... mas tenho a certeza que os avençados vão dar corda ao assunto, afinal são pagos para isso...

Meia-vitória do Futebol em África !!!

Não tenho seguido a CAN com atenção, vi grande parte dos jogos de Cabo Verde - por razões sentimentais... -, e pouco mais. Hoje assisti ao prolongamento da Meia-final entre o Gana e o Burkina-Faso. O Burkina acabou por ganhar nos penalty's, mas o árbitro Tunisino fez tudo, mas mesmo tudo, para o Gana vencer...!!! Já nos Quartos-de-final, no Cabo Verde-Gana, ficou-me claramente a impressão que a arbitragem estava inquinada, mas ainda pensei que a minha costela Cabo-Verdiana, me tivesse 'tapado' a visão!!! Esta noite, o Gana beneficiou de um golo mal anulado ao Burkina, e perto do fim, um descarado penalty contra o Gana, deu cartão vermelho ao melhor jogador do Burkina - que agora vai falhar a final da CAN, por uma suposta simulação, que não fez!!!
Não sei quem estava interessado que o Gana fosse à final, não sei se alguém no Gana comprou o árbitro, não sei se foi uma qualquer organização criminosa de apostas desportivas, sediada na Ásia - ou noutro local qualquer... -, não sei se a organização do torneio queria o Gana na final - duvido, até porque daquilo que vi nos jogos da África do Sul (país organizador), não me pareceu existir arbitragens excessivamente caseiras!!! -, agora aquilo que sei, é que uma equipa de arbitragem tentou viciar o resultado de um jogo, à descarada, sem qualquer pejo, qualquer pessoa que perceba minimamente de futebol, viu o que se estava a passar... Nem parecia um Jogo, parecia mais uma qualquer etapa do WWF (Wrestling Americano!!!), onde os socos e os pontapés são a fingir, e os KO são combinados...
Muito sinceramente não tenho qualquer fé, numa auto-regeneração das instituições desportivas Mundiais - ou Nacionais -, a auto-regulação é uma enorme treta, as Federações estão infectadas até ao tutano de corruptos, a cultura dominante é corrupta... e ironicamente, temos a inacção do Internacional Board - maioritariamente Britânico - como o principal aliado, na perpetuação deste Sistema...
Os Americanos nestas coisas não perdoam, nas Ligas profissionais Americanas sabem perfeitamente, que a credibilidade dos resultados, é essencial, nos futuros resultados financeiros das Ligas e dos Clubes, a sustentabilidade da industria desportiva a longo prazo, está directamente ligada à transparência dos resultados... eles até podem ter resultados 'arranjados', mas nunca permitiriam tristes espectáculos, como aquele que hoje assistimos no Gana-Burkina. Com a manutenção do Sistema Corrupto no Futebol, a tendência será a perda de adeptos, nos Estádios, e nas audiências... o Futebol até pode ganhar espaço em novos mercados na Ásia e na África, mas nos mercados tradicionais, o público está a começar, a perceber o que se passa... Estão a abrir os olhos...
E mesmo em Inglaterra, a ingenuidade já não é igual, hoje já consigo explicar, com alguma facilidade, a um Britânico, aquilo que passa em Portugal com os 'Apitos Dourados', algo que a alguns anos era difícil, porque eles estavam completamente a leste das roubalheiras...

O Sistema - seja ele qual for... - hoje, não conseguiu o seu objectivo - levar o Gana à final -, mas o Burkina perdeu o seu melhor jogador ofensivo... uma meia-vitória, que sabe a pouco!!!

Paradoxo de... Alvalade

"Um sociólogo americano escreveu uma história à volta de uma família texana que vive em Coleman e a que chamou Paradoxo de Abilene. Num sábado de muito calor, a filha do casal perguntou: «Porque não vamos jantar a Abilene?», cidade a cerca de 70 Km. A avó respondeu: «Se a tua mãe quiser, podemos ir»; a mãe, por sua vez, replicou: «Se o teu pai quiser, vamos...». O pai, esse, limitou-se a um lacónico: «Por mim, tudo bem!»
Sem mais, preparam-se para ir jantar a Abilene. A viagem foi incómoda: o carro era um velho Buick sem ar condicionado  o calor tórrido, a estrada poeirenta e em obras. Depois, já na cidade, tiveram de esperar muito para jantar num dos restaurantes, repletos naquele fim-de-semana. Nem sequer jantaram no que mais apreciavam e a comida foi má e cara!
Por fim, regressaram a casa, extenuados. Nessa altura, o pai terá dito, em tom zangado: «Mas de quem foi esta ideia peregrina de ir a Abilene num dia destes?» A sua mulher retorquiu: «Eu sempre pensei que tu queiras ir!...» A filha não ficou atrás e acrescentou: «Mas a mãe também queria ir», e mesmo a sua avó concluiu: «Não, o que nós pensámos é que tu é que fazias questão em ir», virando-se para o genro...
O resto da história - previsível - é deixado à imaginação de cada um...
Moral da história: formam-se decisões sem ninguém as ter tomado verdadeiramente! Daí o seu autor lhe ter chamado um paradoxo comportamental.
Escrevo estas linhas e rapidamente passo do Texas para Portugal e de Abilene para Alvalade. Onde nos últimos anos este paradoxo vem pairando. E onde, ao contrário da simpática família do Texas, não há petróleo."

Bagão Félix, in A Bola

Assim é muito difícil

"Nem betão, nem portas de aço, nem cortinas de fumo, não há nada que consiga isolar a equipa de futebol do Sporting dos imparáveis desvarios dos órgãos sociais do clube, por muito que Jesualdo Ferreira tente motivar os jogadores e apelar ao bom senso.
Os dirigentes dão tiros nos pés, os jogadores marcam golos na própria baliza e já não se sabe quem contagia quem. Tinha acontecido a Xandão no jogo com o Guimarães na jornada anterior, aconteceu a Joãozinho e a Pedro Mendes no último sábado em Vila do Conde perante a estupefação geral. E o Sporting voltou a perder e a atrasar-se na luta por um lugar europeu. Onde é que já se viu uma coisa destas?"

Pedido especial !!!


Momento muito bom, no intervalo, do último jogo com o Setúbal... enganou-me a mim, e a grande parte do Estádio...!!!

Lixívia 17

Tabela Anti-Lixívia:
Benfica.........45 (-4 ) = 49
Corruptos......45 (+4 ) = 41
Braga...........30 ( +1 ) = 29
Sporting.........19 (+6 ) = 13

Mais uma semana, onde a campanha anti-Benfica na (des)comunicação social continua em grande... Como a falta de vergonha na cara ainda não paga imposto, existem muitos voluntários!!! Ouvir e ler adeptos, do clube assumidamente Corrupto, daquele que foi apanhado em escutas telefónicas, claras... corrompendo tudo e todos, adeptos de uma autêntica organização criminosa, que intimida - e bate!!! - em todos os que lhes fazem frente... ouvir e ler estes adeptos, a queixarem-se de supostos benefícios do Benfica, e supostos prejuízos deles próprios, não é fácil de encaixar. Ouvir e ler o comportamento cúmplice, de Lagartos e jornaleiros, em todas estas novelas, tentando transmitir a ideia que somos todos iguais, e que aquilo que uns fazem hoje, outros já fizeram no passado, não é fácil de engolir... A tentativa de condicionamento de futuras arbitragens é feita à descarada, alguns até assumem alegremente esta estratégia, só mesmo a acefalia aguda dos avençados, permite que tudo isto seja feito sem contraditório...
As estatísticas são uma arma que deve ser utilizada. Não é fácil encontrar dados credíveis, porque em Portugal ninguém se interessa muito pela credibilidade dos números, mas quem tiver paciência para procurar a informação disponível, irá encontrar os factos indesmentíveis, que provam as inclinações dos relvados Portugueses, nos últimos 5 anos, nos últimos 10 anos, nos últimos 30 anos... O espaço temporal pouco importa, porque as coisas pouco mudaram... O Fura-Redes mostrou ontem, com enorme 'facilidade', a impunidade com que os jogadores Corruptos actuam neste Campeonato, e ao mesmo tempo a intimidação com que os seus adversários sofrem...
É comum nos jogos do Benfica, os nossos jogadores, disputarem os lances, com precaução excessiva, sabendo que a qualquer momento podem ser castigados, existem Benfiquistas que confundem esta atitude com pouca entrega ao jogo!!! Os Corruptos é o contrário, entram à bola, com a consciência plena do estatuto de inimputáveis, sabem que nada lhes vai acontecer!!! Este 'pormenor' é dos factores mais decisivos para vender a ideia, criar a ilusão, que uma equipa tem garra, e a outra não tem. Seria bom na Glorisesfera existir um projecto como a Corja Listrada - entretanto adormecida -, porque os números não mentem...

Na Luz tivemos o Vasco Santos, um dos filhos do Sistema, que já nos fod* várias vezes, inclusive com o Setúbal, na Luz!!! Desta vez esteve estranhamente 'calmo', mesmo assim ainda teve uma decisão completamente absurda: quando o Salvio sofre falta junta da área do Setúbal, toda a gente pensa que seria um Livre Lateral a favor do Benfica, o Luisão sobe para área, e afinal é marcada ao contrário, com os jogadores do Benfica fora de posição, o Setúbal efectuou um contra-ataque perigoso, que só devido à sua própria azelhice, não foi mais perigoso!!!
O 'caso' do jogo acabou por ser as entradas do André Gomes: na primeira sobre o Bruno Amaro acho que devia ter sido mostrado amarelo. Devido ao critério usado durante o jogo todo, o vermelho seria exagerado, ainda por cima logo na primeira falta mais perigosa da partida... o André chegou atrasado, ao sentir o contacto tirou o pé, mas deve ter mais cuidado; no segundo lance, não existe qualquer falta, o André chega primeiro à bola, e é o adversário que lhe dá um pontapé na sola da bota. Vê-se claramente a bola a ser tocada pelo André, com o pé direito, para o lado, só depois é que existe contacto. Não compreendo como é que inclusive Benfiquistas 'pediram' vermelho neste lance; depois no terceiro lance, onde o André é amarelado, por ter evitado um contra-ataque perigoso, com o amarelo no 1.º lance, devia ter levado o vermelho. Nesta altura o jogo estava 3-0.
Os fiscais-de-linha tiveram alguns erros, por exemplo a única jogada perigosa do Setúbal na 1.ª parte, nasce de um fora-de-jogo do jogador do Setúbal que cruza a bola... Mas o facto mais relevante neste jogo, foi o comportamento vergonhoso dos jogadores do Vitória. O anti-jogo, as simulações, as constantes entradas da maca, os gritos, as queixas... são marcas do Futeluso, mais do que o dinheiro, a grande diferença entre o Futebol Português, e o Inglês, é atitude dos jogadores. Estes comportamentos são culturais, são ensinados desde muito cedo, não acho que os jogadores do Setúbal se portaram desta maneira por estarem a jogar contra o Benfica, simplesmente não sabem jogar de outra forma!!! A falta de respeito para com os adeptos que pagam o bilhete - e indirectamente os seus ordenados -, devia-lhes pesar na consciência, mas não... Além dos resultados 'arranjados' - que também existem noutros lugares!!! -, é este tipo de comportamento que faz com que os Estádios Portugueses estejam quase sempre vazios...
Sou obrigado a falar das estúpidas reacções de adeptos e blog's do Benfica em relação às goleadas dos Corruptos!!! Então o Benfica de Jesus, passa grande parte das épocas a golear todos os seus adversários, para depois em alguns momentos da época, ir-se abaixo - quase sempre empurrado -, perdendo o Campeonato, enquanto os Corruptos têm passado as últimas épocas, vencendo a maioria dos jogos com resultados apertados - argumentam com o pragmatismo!!! -, acabando por serem levados ao colo pelos apitadores, para os títulos, e então todos se esquecem, ignoram, ou desvalorizam as goleadas anteriores do Benfica, e agora porque os Corruptos golearam em 3 jogos consecutivos, sendo que em dois beneficiaram de expulsões - com critérios muitos discutíveis - dos adversários, para de um momento para outro, serem considerados invencíveis?!!! As justificações pós-roubos, encontradas para explicar as vitórias pífias dos Corruptos são sempre muito selectivas, só servem para eles...!!!

Em Guimarães, tivemos mais uma Injectada-Equipa-Corrupta, o stock da amarelinha deve estar em baixo... depois da visita do controle anti-doping da UEFA - antes do jogo com o Gil... -, os Corruptos sabem que agora, nos tempos mais próximos, só têm que se preocupar com o Luís Horta, e esse não faz mal a ninguém!!! Mas pode ser que esta obsessão de ultrapassar o Benfica, no número de golos marcados, lhe saia cara, já que nestas coisas, a ressaca é certinha!!!
Marco Ferreira, que até tinha estado bem no Sporting-Benfica voltou às arbitragens medrosas!!! Impunidade total para Varela - logo aos 9 minutos -, Fernando e Mangala... Não viu também o penalty do Mangala - e Otamendi -, sobre o Baldé, com 0-0, o Francês abraçou o Guineense, e o Argentino deu-lhe um cotovelada,  um autêntico dois-em-um !!! Nem com 4-0 no marcador, o árbitro teve coragem de marcar um penalty descarado do Mangala, sobre o Ricardo, e este foi um daqueles penaltys em 'dois tempos': primeiro empurrou, e como não foi suficiente, ainda foi lá com a perna!!! Nota mais uma vez para a total subserviência do jornal do Censor Serpa, que branqueou todos os erros que beneficiaram os Corruptos, curiosamente só o Rascord os mostrou!!!
O fiscal-de-linha que acompanhou os Corruptos, na 1.ª parte, teve muito azar!!! Duvido que tenha uma carreira de sucesso no 1.º escalão!!! Errou pelo menos 2 vezes, prejudicando os Corruptos, existe outro lance onde os pés de Jackson estão em jogo, nas ele tem o corpo inclinado para a frente...
Uma nota ainda para o branqueamento total da (des)comunicação social dos vergonhosos acontecimentos, que antecederam o jogo dos Corruptos em Guimarães: parece que entre carros vandalizados, roubados, agressões a transeuntes, valeu tudo, mais uma vez... e detenções parece que não houve, a impunidade não é só dentro do campo, como nós já sabemos!!! Deixo aqui o link para a imprensa local, a única a falar do assunto!!!

Já tinha saudades de ouvir os Lagartos, queixarem-se de serem prejudicados pelo árbitro!!! Ainda por cima sem razão nenhuma!!! Como é habitual...!!!
O Joãozinho está fora de jogo, no tal suposto golo mal anulado ao Sporting. Como já referi noutras ocasiões - em lances parecidos -, pessoalmente, considero a Mão na Bola do Joãozinho involuntária, mas em Portugal costuma marcar-se - excepto na grande área dos Corruptos !! -, mas como o Sporting depois da transferência do Izmailov oficializou o seu estatuto de filial, parece que beneficiam do mesmo estatuto de excepção!!! Ainda assisti a mais um lance caricato, onde Rinaudo dá um cacetada enorme ao Lion, dentro da meia-lua, quase em cima da linha da grande área, e o Capela - assumidamente Lagarto, sem pejo em beneficiar o seu clube, em diversas ocasiões... - dá cartão amarelo ao Vilacondense!!!

Não vi o jogo de Aveiro, mas ouvi parte do relato, quando ia a caminho da Catedral... assim confiando nos radialistas fiquei a saber que ficou um penalty por marcar sobre o Yazalde, e outro sobre o Éder - portanto 1-1 !!! - mas na Segunda-feira foi surpreendido por uma excelente iniciativa do Beira-Mar: colocaram no Youtube, um pequeno video com as suas razões de queixa - excelente iniciativa, facilita o meu trabalho!!! -, onde fica provado que a falta que deu o 2.º golo ao Braga, foi mal assinalada, o jogador Aveirense corta a bola com a cabeça e não com o braço, e no 3.º golo do Braga, o Mossoró controla a bola com o braço!!!

Anexos:
Benfica
1ª-Braga(c) E(2-2), Soares Dias, Prejudicados, Beneficiados, (3-2), (-2 pontos)
2ª-Setúbal(f) V(0-5), Jorge Sousa, Nada a assinalar
3ª-Nacional(c) V(3-0), Bruno Esteves, Nada a assinalar
4ª-Académica(f) E(2-2), Xistra, Prejudicados, (0-3), (-2 pontos)
5ª-Paços de Ferreira(f) V(1-2), Marco Ferreira, Prejudicados, (1-5), Sem influência no resultado
6ª-Beira-Mar(c) V(2-1), Rui Costa, Prejudicados, Beneficiados, (3-1), Sem influência no resultado
7ª-Gil Vicente(f) V(0-3), Vasco Santos, Nada a assinalar
8ª-Guimarães(c) V(3-0), João Ferreira, Prejudicados, (4-0), Sem influência no resultado
9ª-Rio Ave(f) V(0-1), Bruno Esteves, Nada a assinalar
10ª-Olhanense(c) V(2-0), Rui Silva, Nada a assinalar
11ª-Sporting(f) V(1-3), Marco Ferreira, Nada a assinalar
12ª-Marítimo(c) V(4-1), Hugo Pacheco, Prejudicados, (5-0), Sem influência no resultado
13ª-Estoril(f) V(1-3), Duarte Pacheco, Nada a assinalar
14ª-Corruptos(c) E(2-2), João Ferreira, Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar no resultado
15ª-Moreirense(f) V(0-2), Capela, Nada a assinalar
16ª-Braga(f) V(1-2), Bruno Esteves, Nada a assinalar
17ª-Setúbal(c) V(3-0), Vasco Santos, Beneficiados, Sem influência no resultado

Sporting
1ª-Guimarães(f) E(0-0), Capela, Nada a assinalar
2ª-Rio Ave(c) D(0-1), Marco Ferreira, Nada a assinalar
-Marítimo(f) E(1-1), Xistra, Beneficiados, Prejudicados, Sem influência no resultado
4ª-Gil Vicente(c) V(2-1), Vasco Santos, Beneficiados, Prejudicados, (2-2), (+2 pontos)
5ª-Estoril(c) E(2-2), Nuno Almeida, Beneficiados, (2-3), (+1 ponto)
6ª-Corruptos(f) D(2-0), Jorge Sousa, Prejudicados, (1-0), Sem influência no resultado
7ª-Académica(c) E(0-0), Bruno Esteves, Nada a assinalar
8ª-Setúbal(f) D(2-1), Paulo Baptista, Nada a assinalar
9ª-Braga(c) V(1-0), Proença, Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
10ª-Moreirense(f) E(2-2), Hugo Miguel, Nada a assinalar
11ª-Benfica(c) D(1-3), Marco Ferreira, Nada a assinalar
12ª-Nacional(f) E(1-1), Soares Dias, Nada a assinalar
13ª-Paços de Ferreira(c) D(0-1), Rui Silva, Nada a assinalar
14ª-Olhanense(f) V(0-2), Hugo Pacheco, Beneficiados, Impossível contabilizar no resultado
15ª-Beira-Mar(c) V(1-0), Cosme, Nada a assinalar
16ª-Guimarães(c) E(1-1), Xistra, Beneficiados, (1-2), (+1 ponto)
17ª-Rio Ave(f), D(2-1), Capela, Beneficiados, Sem influência no resultado

Corruptos
1ª-Gil Vicente(f) E(0-0), Duarte Gomes, Beneficiado, Prejudicado, (1-1), Sem influência no resultado
2ª-Guimarães(c) V(4-0), Hugo Miguel, Prejudicado, Sem influência no resultado
3ª-Olhanense(f) V(2-3), João Ferreira, Nada a assinalar
-Beira-Mar(c) V(4-0), Manuel Mota, Nada a assinalar
5ª-Rio Ave(f) E(2-2), Bruno Esteves, Nada a assinalar
6ª-Sporting(c) V(2-0), Jorge Sousa, Beneficiados, (1-0), Sem influência no resultado
7ª-Estoril(f) V(1-2), Capela, Nada a assinalar
8ª-Marítimo(c) V(5-0), Cosme, Nada a assinalar
9ª-Académica(c) V(2-1), Hugo Pacheco, Beneficiados, (2-2), (+2 pontos)
10ª-Braga(f), V(0-2), Xistra, Beneficiados, Impossível contabilizar no resultado
11ª-Moreirense(c) V(1-0), Vasco Santos, Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
12ª-Setúbal(f) V(-3), Proença, Beneficiados, Impossível contabilizar no resultado
13ª-Nacional(c) V(1-0), Rui Costa, Prejudicados, (2-0), Sem influência no resultado
14ª-Benfica(f) E(2-2), João Ferreira, Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar no resultado
15ª-Paços de Ferreira(c) V(2-0), Jorge Sousa, Nada a assinalar
16ª-Gil Vicente(c) V(5-0), Paulo Baptista, Beneficiados, Sem influência no resultado
17ª-Guimarães(f) V(0-4), Marco Ferreira, Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar no resultado

Braga
1ª-Benfica(f) E(2-2), Soares Dias, Beneficiado, Prejudicado, (3-2), (+ 1 ponto)
2ª-Beira-Mar(c) V(3-1), Paulo Baptista, Nada a assinalar
3ª-Paços de Ferreira(f) D(2-0), Pedro Proença, Nada assinalar
4ª-Rio Ave(c), V(4-1), Bruno Paixão, Nada a assinalar
5ª-Guimarães(f), V(0-2), Paulo Baptista, Prejudicados, Sem influência no resultado
6ª-Olhanense(c), E(4-4), Jorge Tavares, Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar
7ª-Marítimo(f), V(0-2), Benquerença, Nada a assinalar
8ª-Gil Vicente(c) V(3-1), Rui Silva, Beneficiados, Impossível contabilizar
9ª-Sporting(f) D(1-0), Proença, Prejudicados, (1-1), (-1 ponto)
10ª-Corrutpos(c) D(0-2), Xistra, Prejudicados, Impossível contabilizar no resultado
11ª-Académica(f) V(1-4), Soares Dias, Nada a assinalar
12ª-Estoril,(c) V(3-0), Nuno Almeida, Beneficiados, (3-1),Sem influência no resultado
13ª-Moreirense(c) V(1-0), Jorge Sousa, Nada a assinalar
14ª-Nacional(f) D(3-2), Hugo Miguel, Nada a assinalar
15ª-Setúbal(c) V(4-1), Duarte Gomes, Beneficiados, Prejudicados, Sem influência no resultado
16ª-Benfica(c) D(1-2), Bruno Esteves, Nada a assinalar
17ª-Beira-Mar(f) E(3-3), Hugo Pacheco, Beneficiados, Prejudicados, (4-2), (+1 ponto)

LINK's
16ªjornada

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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Uma trafulhice não esconde a outra

"A repetição do estranhamente adiado Vitória de Setúbal - FC Porto não se realizou 30 horas depois nem dentro das quatro semanas seguintes à data inicial. Porquê? Ninguém sabe. Um incógnito caso de força maior devidamente comprovado e reconhecido por deliberação da Comissão Executiva da Liga que terá validado tal ilegalidade. Ou não. Por seu lado, o jogo entre FC Porto e Vitória de Setúbal para a Taça da Liga também não deixou de ser estranho. O FC Porto actuou ilegalmente com três (logo três!) jogadores que não cumpriram o espaço de 72 horas entre uma utilização e outra.
Há quem chame a isto desorganização. Outros dizem que não há nas Antas verdadeiros especialistas em aritmética simples e que as únicas contas que sabem fazer são as das comissões. Eu diria que é tudo bem mais simples: tentação para a trafulhice. Viagens ao Brasil, envelopes com dinheiro, prostitutas, árbitros recebidos em casa nas vésperas dos jogos... Um ror de porcarias. E depois? Que castigo?
Nenhum! A impunidade é total. E, como tal, convida a mais trafulhices. Olhem-se os sujeitos de tais tranquibérnias. Repetitivamente os mesmos. Já percebemos todos nós que a ilegalidade da repetição do jogo para o Campeonato passará sem recado e com rebuço. Não esperem grande pena para a utilização imprópria de três (logo três!) jogadores. O Futebol português é isto mesmo: um lodaçal onde os vermes e as sanguessugas se sentem no paraíso. Que os impedirá, um destes dias, de entrarem em campo com 15 ou de simplesmente jogarem sozinhos? Nada.
Eles mandam! Seja feita à sua vontade."

Afonso de Melo, in O Benfica

PS: E ainda falta saber se a ficha do jogo - o jogo adiado -, bate certo, com a entretanto desaparecida, ficha original...!!!

Elogio ao 'Batatinha' o 'dribleur' Alberto Augusto

"No Benfica trepou por todas as categorias, das Quartas às Primeiras, tendo jogado a guarda-redes aquando da sua passagem pelas Segundas. Foi, ainda antes de Stanley Matthews, um feiticeiro do drible.

HOJE vou falar de Alberto Augusto. Direi melhor: hoje vou pôr outros a falar de Alberto Augusto. Sobretudo J. Cunha e A. Inês, autores de uma pequena biografia daquele que foi um dos maiores nomes da história do Benfica. Havia quem lhe chamasse o 'Batatinha'. Havia quem o descrevesse como o mais completo 'dribleur' (assim mesmo, em francês, coisas do tempo) do Futebol português. Um feiticeiro do drible ainda antes do maravilhoso Stanley Matthews...
Lisboa viu nascer Alberto Augusto. O bairro de Benfica foi o berço de Alberto Augusto: 31 de Julho de 1898. Chegou ao Benfica em 1917 e estreou-se nas primeiras categorias em Janeiro de 1918, estava a I Grande Guerra a caminho do fim. A quantidade de elogios que recebeu ao longo da sua carreira é imesurável. «Jogador de excepcionais qualidades, Alberto Augusto é, quando a nós, um dos jogadores portugueses mais completos. Desde guarda-redes a extremo tem jogado em todos os lugares, e em todos marcando a sua explêndida classe de 'footballer'». Estes, só para começar. Mas há mais. «Ímpeto, rapidez de execução, 'dribling' primoroso, pontapé certeiro e forte com qualquer dos pés...» E ainda mais. «O seu jogo vistoso, filigranado, prende a atenção e conquista o agrado do público pela grande soma de perfeição e segurança com que executo todas as jogadas. Quando Alberto Augusto tem a bola nos pés há sempre da parte dos seus partidários uma esperança, pois a maneira como domina o esférico é de tal forma arrebatadora que temos o que pretende sem que ninguém a tal o possa obstar». Sabia-se elogiar nos tempos de antanho. E é importante recordar um Alberto Augusto tantas vezes esquecido. Alberto Augusto tantas vezes esquecido. Alberto João Augusto: autor do primeiro golo da história da Selecção Nacional, no dia 18 de Dezembro de 1921, em Madrid, na derrota de Portugal frente à Espanha (1-3). A vítima foi o lendário Zamora...

O 'penalty' de Madrid
«Ao receber a bola com uma serenidade pasmosa, num à vontade admirável, parte sem hesitar com o seu belo estilo intuitivamente perfeito, corre ao longo do 'touch', centrando, passa, dribla, ou combina com o interior, variando sempre que é preciso o seu jogo, adaptando-o às circunstâncias de uma forma que nos assombra e nos deixa perplexos. É realmente, um verdadeiro 'virtuose' da bola».
Ah! Não havia fim para os elogios. O filho de dona Amélia Maria Rocha, professora, e de António Augusto tinha um irmão igualmente jogador de Futebol: Artur José Augusto. Mas o Augusto que nos interessa é Alberto. Que começou como apanha bolas dos mestres Cosme Damião, Germano de Vasconcelos, Luís Vieira ou Silvestre, antes de se tornar atleta do Grupo Football Bemfica (com M, sim senhores!), do Recreio Desportivos da Amadora e, finalmente, do Sport Lisboa e Benfica, onde trepou por todas as categorias, das Quartas às Primeiras, tendo jogado a guarda-redes aquando da sua passagem pelas Segundas.
Voltemos atrás. Ao tal jogo da Selecção Nacional em Madrid. O primeiro jogo da Selecção Nacional. Há um episódio que merece registo. Deixemos que os seus biógrafos  contem, com a linguagem fagueira que era a deles. Digamos só que estamos no momento de um 'penalty' contra a Espanha. Siga. «Apitada a falta, Cândido de Oliveira, o capitão, ordenou a Alberto a marcação da penalidade. Alberto colocou a bola na marca e, ao baixar-se, olhou a posição e a crença do grande guarda-redes europeu. Zamora olhava insistentemente para o canto direito e quando o árbitro Barrette apitou, Alberto Augusto torcendo o corpo a enganar o notável 'az', e shootando quasi com o contraforte da bota, enfiou a bola sem remissão nas redes do mais extraordinário 'goal-keeper' que temos conhecido. Os próprios espanhóis aplaudiram entusiasmados e, à noite, no café, Zamora piscando o olho a Alberto (trejeito muito peculiar no grande 'sportsman' catalão) disse-lhe sorrindo: Enganaste-me bem, maroto!»
Pois. O Futebol era assim. E Alberto Augusto, o 'Batatinha', merecia todos os elogios."

Afonso de Melo, in O Benfica

Continua taco-a-taco

"Benfica derrota V.Setúbal (3-0) e mantém-se colado ao FC Porto
Esse avanço passa a 15! Cada vez mais prevalece a ideia de que a questão relativa ao título vai ser dirimida (já está...) entre FC Porto e Benfica, tão categóricos têm sido os comportamentos de ambos, em absoluto contraste com o estilo deslizante, para não dizer tropeçante, dos seus directos adversários. Com o Sporting a fazer a figura que se sabe, restava a hipótese-Braga para contrariar um tal duelo, mas os guerreiros do Minho já tiveram melhores dias e não evitaram nova escorregadela, agora no viscoso moliço de Aveiro. 
Depois do 4-0 do FC Porto, o Benfica necessitava do triunfo e, se possível, de uma carrada de golos. Conseguiu apenas o primeiro objectivo (forma de dizer, está visto, que um 3-0, tal como a nota de 500 dos Companheiros da Alegria, não é para deitar fora...), o que já não é mau. Resta saber se, daqui para a frente, a discussão será sempre assim, com vitória assegurada e dúvidas apenas no número de golos, ou se ainda teremos resultados mais "radicais" e fora do normal, como a cedência de um empate, por exemplo.
Frente ao Vitória, o Benfica manteve-se fiel ao tal princípio hegemónico e não facilitou. Logo aos 5', Enzo Perez anichou a bola no canto superior da baliza de Kieszek e deu início a novo triunfo, que muitos admitiram poder vir a ser copioso. Para tal, Jesus procedera a mais uma mexida no xadrez e entendeu, dada a necessidade também de rotatividade no conjunto, dar folga a Melgarejo (jogou Luisinho), fazer descansar Gaitán de início e entregar ao promissor André Gomes a responsabilidade de fazer de Matic (castigado), papel que o jovem desempenhou à letra, talvez até exagerando numa entrada perigosa que lhe poderia ter valido a expulsão.
Não se impressionou o Vitória, que, embora raramente incomodando o último reduto contrário (e raramente é mesmo a palavra), conseguiu ir anulando os lances de maior insistência encarnada. Para o efeito, muito contribuiu também a noite pouco inspirada dos flanqueadores Salvio e Ola John, com natural reflexo no desempenho dos homens da frente, Lima e Rodrigo, os quais, mau grado o apoio de Enzo, denunciaram, neste período, clara incompatibilidade com o golo.
Não foi o caso do 2º tempo, quando os dois avançados da Luz entenderam arrepiar caminho e, num repente, dilataram a conta para um 3-0, que fez renascer prosápias e animar as hostes com vista à tal guerra pelos golos. Mas, apesar do muito tempo que ainda faltava para o final, o resultado ficar-se-ia por aqui. Mais por desaceleração encarnada - afinal, Jesus optou por reforçar o miolo (entrou Aimar e saiu Rodrigo) - que por empertigamento sadino.
Um Vitória que, tirando remates sem grande significado de Jorginho e Pedro Santos, pouco fez, na verdade, para sair do jogo com um resultado mais airoso. O Benfica, mesmo subscrevendo períodos de menor fulgor, esteve ainda assim largos furos acima do seu opositor. Foi, pois, um triunfo que não oferece discussão. Não oferece, nem sequer empresta, a bem dizer."

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Vintage


Temos aqui, alguns dos famosos Apitos - clássicos -, para o pessoal que não assistiu a estes jogos, não têm o contexto... alguns destes jogos foram em momentos decisivos das respectivas épocas... fica aqui um bom resumo!!! Sim, houve muitos outros...!!!

4 bananas, no meio do festival do cacete !!!


Benfica 4 - 1 União da Madeira

Vitória muito saborosa, após várias jornadas infelizes. Muitas alterações no onze escolhido pelo Benfica... Norton de Matos provavelmente adivinhou que o jogo iria ser duro, e colocou uma equipa mais forte fisicamente. Fez bem, pois o União, veio à Luz, distribuir 'fruta' em grande quantidade!!! E por 'fruta', quero dizer: porrada!!! Quase sempre impunemente, o engraçado é que quando o cartão vermelho finalmente saiu para o Avalos, foi por uma daquelas faltinhas - não violentas -, tão típicas em Portugal, que os jogadores repetem semanalmente e que os árbitros recorrentemente penalizam, ao mesmo tempo que deixam passar entradas violentas!!! Esclareço que não penso que a equipa do União, veio à Luz bater premeditadamente nos nossos meninos, simplesmente não sabem mais!!! Em Portugal, desde muito cedo, aprende-se a fazer anti-jogo:  se passa a bola não passa o jogador!!! E quando temos jogadores veteranos, sem pernas para acompanhar os mais novos, a perder, sem paciência para correrem atrás da bola, ainda por cima com a cumplicidade da arbitragem, temos um festival do cacete...!!!
A facilidade com que se marca penalty's contra o Benfica é assustadora!!! Desta vez tenho a convicção que o árbitro não viu a Mão na bola - involuntária na minha opinião - do Miguel Vítor, estava nas costas do nosso central, mas como os Unionistas pediram penalty, ele marcou!!! 
Destaco o 1.º golo Sénior do Guzzo - ainda Júnior -, que está a evoluir muito bem, já é o principal organizador de jogo da equipa, algo que após as promoções dos Andrés, faltava a este plantel... A presença do Miguel Vítor dá uma segurança enorme à defesa... Gostei de ver o Mvon na direita!!! Eu sei que ele é trapalhão, que é ingénuo  que tem 'brancas', mas dá tudo, e defensivamente, a força e a velocidade, resolve muita coisa... O Hélder Costa, depois da lesão, está a melhorar jogo a jogo... O Rui Fonte não merecia o azar, estava a fazer um jogo interessante, até que teve de sair de maca, aparentando sofrer uma lesão grave, possivelmente não jogará mais esta época!!!
Deixei para o fim o Miguel Rosa, que continua a marcar golos, em quantidades industriais!!! Muito tem sido dito sobre a 'não chamada' do Rosa à equipa principal, alguns defendem mesmo teorias 'xenófobas' do Jesus contra o Miguel!!! Pessoalmente não concordo. Com as saídas do Javi e do Witsel o Benfica ficou praticamente sem médios-centro de raiz, independentemente das qualidades dos Andrés, o Jesus foi obrigado a chamar os melhores médios da equipa B, para tapar os buracos... O inverso aconteceu com o Rosa, que neste momento é claramente um extremo-esquerdo. De todas as posições, aquela(s) com mais opções no plantel principal, são as alas: mesmo agora com as saídas do Nolito e do Bruno César, ainda temos o Ola John, o Gaitán, o Salvio e o Urreta, além destes, ainda podem jogar nas alas, o Enzo, e até o Luisinho ou o Melga!!! Este excesso de extremos é na minha opinião a principal razão para a não chamada do Rosa à equipa principal... Em segundo lugar, o Rosa tem um problema no 'esquema' do Jesus, o mesmo problema que tem o Nolito - pessoalmente acho que são jogadores muito parecidos!!! -, ambos são 'falsos' extremos!!! O Miguel é um ponta-de-lança disfarçado de extremo!!! Não é capaz das fintas do Ola John, nem das acelerações do Gaitán ou do Salvio, mas quando recebe a bola à entrada da área, no momento do remate, transforma-se num ponta-de-lança!!! Num 4-3-3 tradicional o Rosa seria uma escolha óbvia, no habitual 4-1-3-2 do Benfica, os extremos têm que transportar a bola, têm que driblar, têm que triangular com o defesa lateral, o 2.º ponta-de-lança, ou o médio que apareça na sua área... Dito isto, acho que o Miguel já merecia pelo menos uma presença assídua no banco da equipa A, mas se for só para estar sentado no banco, mais vale jogar na equipa B e ir marcando golos às carradas... sem o Miguel esta equipa estaria muito mal colocada na II Liga!!!

Importante

"1. Foi uma vitória bem importante, a de Braga, atendendo à forma como este Campeonato se está a desenrolar, com larga superioridade das duas principais equipas. Desta vez não houve factores extra-jogo (apagões, golos mal anulados, expulsões no túnel...) a condicionar o resultado e o Benfica ganhou, embora com grande réplica de um correcto (parabéns!) SC Braga. As coisas correram bem - a equipa fez por isso! - e o obstáculo está ultrapassado. Agora é preciso que não haja distracções. O Vitória de Setúbal, este domingo, deve ser encarado com a mesma determinação.

2. O Benfica foi o 22.º Clube do Mundo com maiores receitas na época passada, transferências de jogadores à parte (111 milhões de euros). A conclusão é de um estudo de uma conceituada consultora (Delloite) e coloca o nosso Clube como o maior fora das cinco grandes Ligas europeias (as inatingíveis Inglaterra, França, Espanha, Alemanha, e Itália), à frente do Ajax, por exemplo. Mais: o Benfica está a par do Valência (21.º) e apenas a 4,2 milhões do top'20. Enfim, mais um dado que confirma a grandeza do nosso Clube. Nada que não saibamos já e que confirma o quanto o Benfica tem subido nos últimos anos. Sabe sempre bem ler e ouvir notícias destas...

3. O FC Porto, o tal clube muito bem organizado, onde nada falha, deverá ser punido com derrota no seu último jogo da Taça da Liga (ficando fora das meias-finais) por ter utilizado indevidamente três jogadores. Afinal, eles também se distraem. Claro que agora vão dizer que a competição não lhe interessa nada (mas esta época até estava a interessar...), que não tem valor, etc. E até já há quem, de repente, chegue à conclusão de que a determinação que impede que um jogador alinhe pelas equipa A e B com menos de 72 horas de intervalo não se justifica. Esquecendo que é uma forma de tornar mais transparente a II Liga, impedindo jogadores da equipa A de reforçarem a B em determinados jogos. Só estranho que a Liga tenha aberto um inquérito e não tenha decidido logo. Que eu saiba, pelos mesmos motivos, o SC Braga perdeu (sem inquérito...) o jogo que tinha empatado com o Belenenses. Mas aguardemos..."

Arons de Carvalho, in O Benfica

Objectivamente (15 minutos)

"A história da utilização irregular dos três jogadores do FC Porto frente ao Vitória de Setúbal dita uma nova realidade na «máquina infalível» dos comandados de Pinto da Costa! Aqueles que constantemente elogiam e gabam a organização 'azul e branca' têm aqui uma boa oportunidade para verem que, afinal, essa realidade é bem diferente e não são nem melhores nem piores que os outros. São «como os demais», como dizem os alentejanos! Sempre quero ver se os regulamentos vão ser cumpridos a rigor e afastam o FCP das meias-finais da  Taça da Liga. A utilização de Fabiano, Abdoulaye e Sebá menos de 72 horas depois de terem actuado pela equipa B, frente à Naval, não tem dúvidas!
É só aplicar a lei e fazer o que fizeram ao SC Braga, que foi derrotado, por 3-0, por ter utilizado Emídio Rafael frente ao Belenenses menos 72 horas após o jogo com o Vitória de Setúbal!
Ficamos a aguardar! A desculpa é que foi a Liga que impediu a hora inicialmente prevista pelos portistas.
Por mim esta é uma boa desculpa para arranjarem encrenca com a Liga e acabarem com a equipa B que, pelos vistos, lhes está a dar mais dores de cabeça que o previsto.
Deixando as desgraças para trás, quero elogiar a selecção de Cabo Verde que conseguiu a qualificação para os 1/4 final do CAN 2013! Que grande feito este da selecção dos «Tubarões Azuis»! Pena é que Angola não tenha conseguido uma vitória (que mereceu) frente a Marrocos, o que possibilitaria a qualificação das duas selecções lusófonas! Lúcio Antunes é um treinador jovem que já é respeitado no Continente africano com a sua argúcia e sagacidade! Disseram-no os conceituados treinadores da África do Sul, Marrocos e Gana. Dos jogadores, desde o capitão Marco Soares, ao Heldon (Marítimo), Ryan Mendes (Lille), o nosso Djanini, muito se irá falar dentro em breve! Cabo Verde pode fazer história!"

João Diogo, in O Benfica

15 minutos de incompetância

"Na televisão, um adepto portista tentava justificar o injustificável. "Afinal o que são quinze minutos?". Se ele não sabe, quinze minutos são o tempo bastante, por exemplo, para um dirigente do seu clube fazer telefonemas vergonhosos no âmbito do processo Apito Dourado, são tempo bastante para a sua equipa apontar dois ou três golos ao Gil Vicente, são tempo bastante para ele perder um comboio ou um avião, são tempo bastante para dizer as maiores asneiras e cultivar a mais primária demagogia.
Os quinze minutos em apreço são mais do que isso. São minutos incompetentes de uma máquina tida por exemplar. O mito ruiu, acaba de se desmoronar. Alguém se lembra de um grande clube português ter ficado fora de uma competição (é o que só pode acontecer ao FC Porto) por razões burocráticas? Por incumprimento? Por laxismo? E se acontecesse o mesmo com o Benfica? Que diriam as costumeiras vozes fundamentalistas da colectividade azul às riscas? Como se não bastasse, o mesmo aficionado desatou, carregado de sanha, a desprestigiar a Taça da Liga, prova do calendário oficial, aprovada pelo seu próprio clube. "É a Taça Lucílio Baptista", "é a Taça da cerveja". É, isso sim, a Taça que o FCP nunca ganhou, que este ano voltará a não ganhar, desde já, por espantosa inépcia administrativa.
A mesma figura debitou sobre o SC Braga-Benfica, responsabilizando o árbitro pelo triunfo da formação de Jorge Jesus. Acaso se recorda do jogo da primeira volta, quando Cardozo marcou um golo limpo, já nos derradeiros minutos, mal anulado pelo juiz da partida? Há comparação possível? Há, isso sim, o prosseguimento do anedotário portista no folclore televisivo."

João Malheiro, in O Benfica

Proençamentos

"A saborosa vitória em Braga significou um passo importante na luta pelo principal objectivo da época. Em teoria, tratava-se do segundo mais difícil compromisso do Campeonato, pelo que os três pontos alcançados não podem deixar de constituir um estímulo para jogadores, técnicos, dirigentes e adeptos, neste combate que se prevê renhido até final.
Com os dois “grandes” igualados na liderança, sem cederem pontos a ninguém, todo o país desportivo antevê uma penúltima jornada escaldante e decisiva, quando ambos se encontrarem frente a frente. E desde já se vai falando do nome do árbitro a escalar para a ocasião. Pedro Proença, com todos os galões regionais, nacionais e internacionais que alguém se encarregou de lhe conceder, é, obviamente, aquele que surge no horizonte dos que pretendem voltar a vencer um Campeonato à custa de lances irregulares – como o penálti de Lisandro em 2009, ou o golo de Maicon em 2012.
Não adianta recordar aqui o longo cadastro do homem, que começa no Bessa em 2002, passa por Penafiel em 2005, e, depois de muitos outros episódios, continua a deixar marcas, como se viu em Setúbal há pouco mais de uma semana.
Proença pode até ser considerado, por quem quiser, o melhor árbitro do universo. Por mim, sou livre de ter as minhas dúvidas de que seja o mais honesto; e o seu negro historial em jogos do Benfica demonstra que não é, seguramente, o mais imparcial. Há já algum tempo escrevi que, por aquilo que me era dado a ver do mundo do futebol, o problema principal não estava na Liga, nem na FPF, nem no Gomes, nem no Pereira, nem na Olivedesportos. O grande vício residia nos próprios árbitros em pessoa, e, em particular, no grupo de internacionais que vai sendo homenageado, à vez, por Lourenço Pinto e amigos.
Os últimos tempos têm sedimentado essa ideia. E só espero que a recta final deste Campeonato não venha a confirmá-la de vez, com um qualquer fora-de-jogo a decidir o título, e um tipo de brilhantina a pedir desculpa em público, rindo-se de nós em privado."

Luís Fialho, in O Benfica

A bolha

"Esta semana, enquanto quase todos os clubes da Europa contavam tostões para contratações de última hora, a SAD do FC Porto protagonizava três negócios de gabarito. Comprou o que lhe faltava de João Moutinho e de James Rodríguez e emprestou Rolando.
Só nos dois primeiros movimentos, perdeu 9,4 milhões de euros, valor que constituem as mais-valias dos fundos financeiros aos quais estas partes dos passes foram readquiridos, pouco mais de dois anos depois de lhes terem sido alienados.
Sendo assim, o custo do internacional português passou de 11 milhões (valor da compra ao Sporting em 2010) para 14,175 milhões. E o do jovem colombiano passou de 5,1 milhões (por 60% do passe) para 13,55 milhões (por 90%).
Estas manobras tornaram-se obrigatórias perante a impossibilidade de vender jogadores fracionados para o futebol inglês. Ou seja, estes quase 10 milhões de euros são o custo, a um juro de mais de 100% ao ano, do financiamento proporcionado na fase de grande aperto vivido no final do ciclo de Jesualdo Ferreira e antes das vendas de Falcão e Hulk.
É o futebol gerido como a última bolha por estoirar do capitalismo imobiliário, enchendo os bolsos de uma corrente de intermediários, enquanto os resultados desportivos não degeneram, como aconteceu no Sporting, embora suspensa de uma conjugação de fatores aleatórios, como as lesões ou os caprichos dos treinadores. Veja-se o caso de Rolando: de ativo com cláusula de 30 milhões, passou a inativo sem espaço no plantel, salvo no final pelo amigo napolitano – que ironia fina –, sem vergonha de pagar meio milhão de euros por mês pelo empréstimo de um jogador completamente desvalorizado.
Os bons resultados no campo dão para tudo. Fazem-se grandes negócios e o futebol aguenta. Aguenta?"

Dúvidas e mais dúvidas

"Há épocas assim. Parece que a cada dia que passa, no que toca a regulamentos, se tropeça em mais uma incerteza. Depois do impacto da “lei das 72 horas”, não faltaram esta semana motivações para analisar outras “leis desportivas”.
1 - O Sporting não avançou para a contratação de Niculae por causa da “lei”. Fez bem. A regulamentação da FIFA e da FPF sobre a transferência e inscrição de jogadores permite o registo de um jogador por três clubes diferentes, mas só admite a sua utilização em dois desses clubes. Acontece que o regulamento da FPF (aplicável a transferências nacionais e estrangeiras) ainda se refere, para esse escrutínio, aos jogos oficiais compreendidos “entre 1 de julho e 30 de junho” (art. 5.º, n.º 4). Enquanto isso, a regulamentação da FIFA alude aos jogos oficiais dos campeonatos nacionais, o que restringe esse período. Tudo indica que o art. 5.º, n.º 4, da FPF deve ser interpretado em conformidade com a delimitação temporal de “época” constante do texto da FIFA, tanto mais que essa delimitação está num preceito que o próprio regulamento da FIFA indica ser de “aplicação imediata” – isto é, convocado mesmo antes da sua transposição para os regulamentos federativos. Havendo a dúvida de saber se um jogo da Supertaça romena – fora do período do campeonato mas posterior a 1 de julho – contaria para identificar os clubes representados, melhor foi não converter a dúvida em desastre: derrotas em jogos, perdas de pontos e suspensão para o atleta. Falta saber a razão para a FPF ser omissiva nos atos e nas explicações, promovendo a insegurança e exalando amadorismo.
2 - Tem havido vários jogos adiados nas duas provas da Liga. Quando se realiza o jogo, os clubes mudam a composição da lista de jogadores constantes das “fichas técnicas”. O que corresponde à lógica de anular para todos os efeitos o procedimento do jogo anterior. Acontece que o art. 16.º, n.º 3, do Regulamento de Competições da Liga determina que, “depois de a ficha técnica estar preenchida, assinada e entregue ao árbitro, se o jogo ainda não tiver iniciado”, só “pode ser efectuada a substituição de jogadores naquela ficha técnica inicial” se (em termos simples) houver incapacidade física e lesões desses jogadores. Fora destes casos, será que a utilização de jogadores no jogo efectivamente realizado, e que não estavam na ficha do jogo adiado, é irregular? Corresponderá esta ilicitude à “vontade” do “legislador” quando disciplinou a “composição das equipas”?
Podia o Direito (também no futebol) viver sem dúvidas? Poder, podia, mas não era a mesma coisa!"

Ricardo Costa, in Record

PS: Continuo a achar muito estranho, não ter sido preenchida a ficha de jogo no jogo adiado pelo Proença em Setúbal com os Corruptos!!! Então o melhor árbitro do mundo e arredores, ia-se esquecer de tal pormenor !!!

Poupanças acertadas...




Benfica 3 - 0 Setúbal

No poupar este o ganho, o Benfica em 2013 tem jogado sempre 2 vezes por semana, vamos ter finalmente uma semana de descanso, mas muitos dos jogadores vão para as Selecções - com algumas viagens longas: Maxi e Melga.... -, sendo assim, aceito sem protestos, o jogo menos intenso... ainda por cima em vantagem desde muito cedo, contra um adversário que nunca mostrou ser capaz de criar perigo... só algumas distracções dos nossos jogadores, dos fiscais-de-linha, e do árbitro, criaram a ilusão de perigo, com muito pouco mérito do Setúbal.
Hoje, não jogou de início o Matic, o Melga, o Cardozo (titulares indiscutíveis), o Gaitán (decisivo nos últimos jogos), o Aimar (longe da melhor forma) e o Carlos Martins (a recuperar de nova lesão), e ainda o Jardel (o tapa-buracos de luxo na defesa, com muitos minutos esta época), mesmo assim o Benfica conseguiu juntar um bom onze, que com mais intensidade no jogo, teria goleado... O único jogador, que hoje poderia ter feito alguma diferença na postura da equipa, teria sido o Matic. O menino André Gomes ainda não tem a capacidade de recuperação de bolas no choque, que o Matic aprendeu, e ainda falha passes, que o Matic não falha... os outros ausentes, pouco iriam alterar - talvez o Cardozo devido à sua presença na área... -, qualquer outra equipa com esta rotação ficaria em dificuldades, e isso é um mérito que não podem tirar ao Jesus...

O Artur foi um espectador, o Garay resolveu tudo o que tinha a resolver... o Luisão falhou algumas entradas à bola, o Maxi parece-me em subida de forma, o Luisinho defensivamente resolveu, e ofensivamente até arriscou algumas boas arrancadas; o André Gomes cometeu vários erros de passe, provocando vários contra-ataques potencialmente perigosos, resolvidos pelos nossos defesas, ou pela azelhice dos oponentes!!! O Enzo foi o jogador mais esclarecido, esteve muito bem enquanto teve pernas, a meio da segunda parte rebentou e foi tardiamente substituído; O Salvio nos últimos jogos, com os golos marcados, ganhou confiança, mas hoje com o cansaço na 2.ª parte, voltou a perder esclarecimento, o Ola teve muitas dificuldades, alguns bons fogachos, mas pouco consistente, tem melhorado bastante defensivamente - mas ainda não chega...; O Lima continua a marcar golos, a a fazer assistências para golos... o Rodrigo falhou um golo incrível, obrigou o guardião contrário à defesa da noite, marcou um golo fácil, numa jogada que ele iniciou, mas fica sempre a impressão que ele não se sente bem a jogar como 2.º ponta-de-lança: o facto da finta/recepção ser sempre a mesma, torna-o previsível, e como tem pouca visão periférica demora a tomar a melhor decisão de passe... O Gaitán e o Aimar voltaram a entrar mal, o Urreta mesmo assim foi o mais esclarecido e fez alguns passes muito bons...

Muitos Benfiquistas ficaram chateados, porque não marcámos mais um golo (para ultrapassarmos os Corruptos no número de golos marcados)... pessoalmente, estou-me borrifando para o Campeonato dos Golos Marcados, só estou preocupado com o Campeonato dos Pontos!!! Se o Sapo Vitó - o Complexado -, devido aos elogios à postura ofensiva do Benfica, fica perturbado, isso é problema dele!!! Os golos só podem decidir o Campeonato se por acaso o resultado no Dragay for 2-2, algo altamente improvável... tem sido evidente nos últimos 3 jogos dos Corruptos, que eles estão decididos em marcar mais golos do que o Benfica, repito: façam bom proveito!!! O Benfica tem que gerir o esforço da melhor maneira possível, temos mais opções no plantel, e temos que aproveita-las, não podemos voltar a cair de produção no início do mês de Março, como tem sido habitual nos 'anos' do Jesus, nós não temos 'folgas', ninguém nos dá 'borlas', bem pelo contrário... temos que ter os jogadores no máximo, nos jogos mais complicados (os 6 jogos fora de casa...), na Luz temos que gerir... e a Liga Europa, só vai complicar ainda mais as coisas...!!! E digo mais: a intensidade alta que os Corruptos têm jogado, até nos pode ser útil, porque a amarelinha não dura para sempre!!! Por exemplo após o jogo de Paris, os Corruptos entraram em ressaca até ao Natal, só depois do jogo com o Benfica, voltaram a demonstrar alguma força, como neste momento da época os jogos mais complicados para eles, são os da Liga dos Campeões, será normal ressacarem logo a seguir!!! Parece-me que eles estão a gastar as pilhas, nos jogos errados!!! Vamos esperar...!!!

Bi-Campeões Europeus, além de mais um título nacional !!!



A equipa Masculina de Juniores do Benfica, revalidou hoje, o título de Campeões Europeus Juniores de Corta-Mato. Com uma equipa muito diferente, em relação ao título do ano passado, o Benfica voltou a dominar. Miguel Borges 4.º, Bruno Varela 5.º, Hélder Costa 7.º, Rúben Pessoa 11.º, Miguel Marques 12.º e André Pereira 14.º.
Parabéns a todos...!!!

PS: Em Pista Coberta, voltámos a dominar os Nacionais de Sub-23 no sector Masculino, as meninas desta vez ficaram em 2.º...

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Continuar na luta !!!


Castêlo da Maia 1 - 3 Benfica
20-25, 25-23, 21-25, 22-25

Mais do que os pontos, esta vitória foi um importante impulso psicológico - depois de tudo que tem acontecido nas últimas semanas -, para a 2.ª fase, que vai agora começar...
Ainda hoje li um jornaleiro avençado, na crónica há derrota de ontem em Espinho, afirmar que o Benfica não se podia queixar das ausências dos Distribuidores!!! Nenhuma, repito: nenhuma, equipa nacional, após perder os seus Distribuidores, ser obrigada a adaptar o Libero à função de Distribuidor, conseguiria manter o nível elevado... ontem falhámos na 'negra', hoje a equipa tremeu, mas não caiu... Em alguns jogos tem havido dificuldades em fechar os Set's, hoje no segundo isso voltou a acontecer - estivemos a vencer 21-23 -, mas nos outros não demos hipóteses...
Agora é começar quase do zero, nós temos 13 pontos (20% dos 63), o Sp. Espinho e o Fonte Bastardo ficam com 12 pontos!!! (Nós temos uma derrota, o Espinho duas, e a Fonte três derrotas!!!)  Portanto, tudo este trabalho, para chegar a este momento, com 1 ponto de vantagem... vamos estar provavelmente mais 1 mês sem o Vinhedo e o Tavares, vamos ter que continuar a jogar com o Coelho adaptado, resumindo, tudo muito complicado, qualquer descuido poderá ser fatal, e se os jogos com o Esmoriz serão fáceis, com o Guimarães e com o Castêlo, principalmente fora de casa, vão ser complicados... além dos confrontos directos com o Espinho e o Fonte Bastardo.
Tudo tem acontecido a esta equipa nas últimas épocas, espero que as dificuldades sirvam para unir ainda mais a equipa em torno do grande objectivo...

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Recordes, vitórias e qualificações !!!


Sábado de recordes em Gent na Bélgica: Rasul Dabó bateu o recorde nacional dos 60m obstáculos em Pista Coberta (7.74 seg.), algo que já tinha ameaçado a semana passada.


Arnaldo Abrantes bateu, o menos importante (!!!), recorde nacional dos 300m em Pista Coberta (33,7 seg.)...
O Hélio Gomes no mesmo Meeting, nos 1500m, conseguiu os mínimos para o próximo Europeu de Gotemburgo em Pista Coberta...



A nossa Telma Monteiro depois da desilusão Olímpica, regressou hoje à competição, da melhor forma, vencendo o Open Europeu em Sofia, derrotando uma Japonesa na final.