Últimas indefectivações

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Empate...

Moreirense 1 - 1 Benfica B

Excelente primeira parte, podíamos e deveríamos ter ido para o intervalo a vencer por muitos... além do golo marcado, mandámos uma bola ao poste, e tivemos vários remates de golo... Uma distracção, numa bola parada, e permitimos o golo ao adversário....
No segundo tempo, baixámos de rendimento... o Moreirense acabou por não ter muitas oportunidades, mas teve mais domínio a meio campo, sendo que nos últimos minutos, em mais uma situação de bola parada, o Varela acabou por fazer uma enorme defesa, salvando o empate...!!!
O Moreirense luta pela promoção, tem um dos melhores plantéis da II Liga, tem um treinador muito experiente nestas andanças, mas foi pena a equipa não ter conseguido manter a concentração e a intensidade demonstrada na 1.ª parte...
O jogo ficou marcado pelo regresso do Carlos Martins à competição... se por um lado é bom ver o Carlos a jogar, por outro lado, o João Teixeira foi parar ao banco...!!!

Espero ver o rolo compressor

"A vitória em Penafiel foi decisiva. Consolida um objectivo importante, dá moral para o jogo de domingo, mantém o Benfica em todas as provas e mostra os riscos de apostas múltiplas fora dos habituais titulares. Mudar um ou dois jogadores pode ser conseguido com qualidade, mudar uma equipa toda normalmente significa arriscar a sair das provas a eliminar. Uma eliminatória com o FC Porto a duas mãos é um bom cardápio para a Taça de Portugal.. Muitos comentários ao jogo de Barcelos foram injustos. O Benfica, ao contrário de outros empates esta época, mereceu ganhar, fez quase tudo para isso num lamaçal impróprio. Houve até quem concluísse em plena televisão que era mais natural a derrota do FC Porto na Madeira do que o empate do Benfica em Barcelos. Uma vitória no domingo sobre o aguerrido Sporting dá ao Benfica direito a ficar bem mais próximo de um terço dos objectivos desta época. Espero que as Taças, da Liga e de Portugal, agora chegadas às meias-finais, sejam também apostas máximas de Jorge Jesus. O Benfica vive de títulos, vários, muitos, todos se possível. Sempre o defendi, mas foi com a chegada de Jorge Jesus que voltámos a ter o fim das épocas com esta possibilidade. Disputar tudo para tentar ganhar tudo. Com a mesma honestidade, reconheço que houve outras épocas de Jorge Jesus em que o futebol era mais atractivo. Espero ver ainda nesta o velho rolo compressor que me fez fã do treinador. Por mim poderia começar já domingo. O maior erro que o Benfica pode cometer seria pensar que o FC Porto está mais fraco ou fora das decisões. O FC Porto está nas duas meias-finais, numa prova europeia e em luta pelo campeonato. O Benfica pode ganhar com a consciência de que os adversários estão perto, demasiado perto. Só ganharemos se formos fortes e competentes, nunca esperando que os adversários sejam fracos."

Sílvio Cervan, in A Bola

A causa da causa

"Quanto vale um Benfica-Sporting? Desde logo, o maior e mais reputado cartaz do Futebol nacional, quaisquer que sejam as circunstâncias, tem o valor acrescentado de um dérbi que paralisa (ou mobiliza) o País desportivo. O próximo, este domingo, tem a vantagem adicional de condicionar a segunda metade do Campeonato, sobretudo no caso de um triunfo vermelho. Alargar o fosso pontual relativamente ao seu arquirrival, nesta altura da competição, dá enorme embalagem ao Benfica e trava a onda anímica positiva que tem caracterizado a prestação do conjunto de Alvalade.
Quem está melhor nesta fase desde já atribuindo-se favoritismo ao Benfica, até porque actua na condição de equipa anfitriã? A formação de Jorge Jesus exibe-se em crescendo, algo que nem o empate recente no terreno do Gil Vicente contradita, denotando competência, persuasão e autoridade. Inequívoco também que o seu antagonista, até com foros de surpresa, tem sido intérprete de uma temporada positiva, resultado de mentalidade competitiva, espírito de sacrifício, tenção vitoriosa.
Ainda assim, a capacidade de argumentação do Benfica, em condições (desejavelmente) normais, é maior. Tem um quadro mais apetrechado, dispõe de mais soluções, mais talento, mais classe. O jogo vai ser rijo, está muito em causa, sendo que a causa das causas é a causa da vitória. Será a causa rubra? Será, decerto, a causa do apoio intenso dos apaniguados benfiquistas, a causa da entrega dos jogadores e dos seus responsáveis. Por causa da causa do título num episódio que só pode ser relevante na principal das causas."

João Malheiro, in O Benfica

Um dérbi, duas dúvidas

"Domingo é dia de dérbi lisboeta, e, à tradicional interrogação que a ocasião sempre colocou - quem irá vencer? -, os últimos anos têm trazido uma outra, capaz de despertar quase tanta curiosidade como o próprio resultado do jogo: que queixas irá o Sporting trazer em caso de derrota? Na verdade, nos tempos mais recentes, sendo difícil encontrarmos uma vitória do Sporting sobre o Benfica, é quase tão difícil recordarmos uma derrota leonina sem um consequente desfilar de acusações relativas à arbitragem, e a todos os aspectos paralelos que possam de algum modo servir de cortina de fumo, e impedir a atribuição de qualquer dose de mérito ao odiado rival.
Por mais insignificante que seja, lá encontram sempre um motivo. De uma gota de água (que tanto pode ser um lançamento lateral com um piton milimetricamente acima da relva, como um relógio dois minutos atrasado, ou um alegado penálti que nem à sétima repetição televisiva parece claro), fazem uma tempestade, contando para isso com um alinhado exército de comentadores televisivos, e com a complacência de redacções simpáticas - que conferem ao Sporting um peso mediático que vai muito para além da sua real dimensão social.
Não sei o que sucederia no País desportivo se, um dia, o Sporting perdesse um Campeonato com um golo tão irregular como o que Maicon apontou na Luz há dois anos atrás. Ou sofresse, em jogo decisivo, um penálti em lance idêntico ao de Yebda e Lisandro Lopez, em 2009 - ambas as situações tendo Pedro Proença como protagonista. Por muito menos, já vimos reacções absolutamente esquizofrénicas vindas dos lados de Alvalade.
Bom seria que tão ruidoso folclore voltasse a animar jornais e televisões, pois seria sinal de estarmos perante mais uma vitória do Benfica, e correspondente azia sportinguista.
O fim-de-semana passado foi muito duro. Mas nada como o velho dérbi (e, já agora, com uma arbitragem melhorzinha que a da primeira volta) para resgatar o orgulho ferido por um maldito penálti desperdiçado aos 94 minutos."

Luís Fialho, in O Benfica

Estamos convocados

"Estou a escrever num daqueles fins-de-semanas problemáticos em que não sabemos muito bem sobre que escrever. A equipa profissional de Futebol perdeu dois pontos em Barcelos - após o Tacuara ter exercido a sua «autonomia» sobre quem deveria marcar a grande penalidade para desempatar o jogo com o Gil Vicente; a equipa de Hóquei Campeã Europeia esteve a ganhar quase todo o tempo mas acabou por perder no final do jogo em Valongo. É certo que ganhámos o título de vice-campeões europeus de Corta-mato, que conquistámos nos últimos segundos a Taça Hugo dos Santos no Basquetebol, que passámos com autoridade aos quartos-de-final da Taça de Portugal de Andebol, que segurámos a liderança do Campeonato de Voleibol, com três pontos a mais e um jogo a menos que o segundo classificado.
Ou seja: o Benfica, por mais amargos-de-boca que sofra - como foi o do empate em Barcelos -, é tão grande e ecléctico que tem sempre um superavit de triunfos para registar. Como tem sempre uma margem de sucessos que não cabem em nenhuma tabela classificativa nem têm qualquer termo de comparação. Por exemplo: o Benfica foi o Campeão Europeu de vendas no mercado de Inverno de 2013/2014; antes do apuramento desde dado já o Benfica era o único Clube português presente no top-30 da listagem mundial da consultora Deloitte relativa às receitas de bilheteira, televisivas e comerciais; entretanto, a Benfica TV atingiu um total de 280 mil assinantes!
O Benfica é uma realidade que paira acima de uma trivial perda de pontos e da amargura de uma derrota. Ninguém ganha sempre a não ser os batoteiros. Mas na jornada que se segue, nem pensar em algo que não seja a vitória. De maneira que todos à Luz. Estamos convocados para dar força ao Benfica."

João Paulo Guerra, in O Benfica

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Está o país todo em alerta

"O FC Porto vai perder na secretaria? A acontecer seria qualquer coisa vagamente parecida com aquele filme 'A Queda do Império Romano'

O Benfica está nas meias-finais da Taça de Portugal. Deve-o única e exclusivamente a um golo solitário (outro) do sérvio Sulejmani porque no que diz respeito à exibição foi de uma mediocridade confrangedora. 
A equipa está péssima, arrasta-se pelos relvados há semanas e tudo o que ultimamente tem conseguido amealhar, e tem sido alguma coisa, é por obra e graça da divina providência.
Estou a exagerar? Obviamente que sim.
É política, não façam caso.
Para os espicaçar, entendem?
Ao contrário de muitos, de imensos, que nas vésperas dos grandes jogos se dedicam a fantasiar sobre as qualidades excelsas de todos os nossos jogadores, se entretêm a vaticinar resultados mirabolantes e a cantar loas por antecipação, acredito firmemente que o importante nestes momentos é deitar a equipa toda – um a um, de preferência – abaixo, desfazer os conceitos tácticos do treinador e apontar a dedo, entre todos, os principais culpados do momento de crise que estamos a viver.
Mas qual crise? - perguntarão e com toda a propriedade.
A crise, meus amigos, está à vista de todos. Tivesse a equipa do Benfica competência teria, com certeza, neste momento 10 pontos de avanço sobre o campeão em título. Ou não é incompetência perder 4 pontos na Luz com os recém-primodivisionários e perder 2 pontos em Barcelos com ou sem barbatanas? 
Regressando à política:
O jogo de ontem em Penafiel foi uma vergonha. Durante 80 minutos serviu apenas para dar minutos, os tais 80, precisamente, a Cardozo porque no que diz respeito a futebol a sério, népia. De positivo apenas terem conseguido evitar, à beira do fim, o prolongamento. Que benesse! Com mais 30 minutos de mau futebol e de total ausência de ideias, e outra coisa não seria de esperar, mais se agravaria a noção de que este Benfica é uma porcaria.
O Benfica segue em frente na Taça de Portugal sem saber ler nem escrever.
A única pessoa que pode ter ficado contente com o que ontem se passou em Penafiel foi o tesoureiro do Penafiel. Tinha a casa quase cheia. Já no sábado também o Benfica conseguiu fazer feliz o tesoureiro do Gil Vicente. Nós em tesoureiros somos óptimos, em secretarias é que somos péssimos.

LI na semana passada que o Benfica-Gil Vicente a contar para a Taça da Liga, que se realizou no Restelo por inoperância do relvado da Luz, se deveria ter realizado em Barcelos porque é assim que estipula o regulamento da competição.
E se a competição tem regulamentos são para se cumprir.
A questão é que nunca mais se ouviu falar do assunto, o que se lamenta.
No entanto, se o Benfica incorreu numa ilegalidade devia ter sido punido pela dita Liga que, paradoxalmente, incorreu na mesma ilegalidade visto que aceitou sem rebuço o desvio do jogo da Luz para Belém, certificou-o e homologou-lhe o resultado.
O resultado foi de 1-0 a favor do Benfica. Golo do Sulejmani. Se é verdade isso que dizem de os regulamentos da competição obrigarem a que o jogo se tivesse disputado em Barcelos por indisponibilidade da Luz, nesse caso o Benfica deveria ser punido com uma derrota na secretaria.
O que para o caso tanto faz.
Tendo o Benfica assegurado a qualificação para as meias-finais da Taça da Liga nas duas primeiras jornadas do seu grupo este jogo com o Gil Vicente foi apenas para cumprir com o calendário. E, todos sabemos, como uma derrota na secretaria, nesta altura do campeonato, é coisa que até fica bem, é chique, dá estatuto, para mais quando não faz a mínima mossa em desideratos, enfim, não-prioritários.
Tal como não gostei de ver o presidente do Gil Vicente a lamentar, com toda a razão, que o Benfica mudasse o palco do jogo sem lhe dar cavaco, também me desagrada constatar que o Benfica segue para as meias-finais da Taça da Liga sem pagar pelo mal que fez, se é que fez.
Sou pela justiça, não há nada a fazer.
Na noite de sábado, assistindo pela televisão ao Gil Vicente-Benfica seguinte, este a contar para o campeonato, mais lamentei a decisão tomada de mudar para o Restelo o palco do Benfica-Gil Vicente anterior.
Devíamos ter jogado em Barcelos e não no Restelo. Foi um erro o não termos jogado em Barcelos o tal jogo para cumprir com o calendário da Taça da Liga. Se tivéssemos jogado em Barcelos para a Taça da Liga a nossa equipa, por experiência própria, já sabia que tipo de pantanal a aguardava uma semana depois para o jogo do campeonato e talvez tivesse demorado menos tempo a habituar-se às circunstâncias invernais do terreno.
Em resumo: ganhámos ao Gil Vicente, com a equipa B, um jogo em que podíamos perder e empatámos com o Gil Vicente, com a equipa A, um jogo em que só podíamos ganhar.
Mesmo entre benfiquistas há quem discorde, naturalmente, desta conclusão. Até já ouvi coisas mirabolantes sobre este mesmo assunto. Querem um exemplo? Pois há quem diga que quem ganhou ao Gil no Restelo foi a equipa C, que quem empatou com o Gil em Barcelos foi a equipa B e que quem ganhou ao City em Manchester foi a equipa A, enfim, pelo menos o meio-campo da equipa A. E um bocadinho do treinador também porque por cá passou ainda que, infelizmente, por pouco tempo.
Há gente muito exagerada.

FOI bom para o Benfica o Cardozo ter falhado o pontapé de grande penalidade nos instantes finais do jogo de Barcelos.
Por duas razões:
1) Vem aí o jogo com o Sporting e é certo e sabido que Cardozo nos jogos com o Sporting quanto mais desmoralizado e em menor forma física está mais rende;
2) O lance que originou o citado penalty é de interpretação muito discutível portanto foi bom Cardozo ter falhado o pontapé de modo a impedir que o Benfica por ter sido alegadamente beneficiado no jogo com o Gil Vicente venha a ser alegadamente prejudicado no jogo seguinte, tal como vem sendo norma de acordo com a lei das compensações em vigor.
O jogo seguinte, ao contrário do que possam estar a pensar, não é o jogo de domingo com o Sporting. Foi o jogo de ontem com o Penafiel a contar para os quartos-de-final da Taça de Portugal.
Ora sabemos que, em comparação com a Taça da Liga, a Taça de Portugal é outra louça. De qualquer maneira ontem, em Penafiel, não houve casos de arbitragem, o que muito nos apraz. O árbitro foi o senhor Capela que não deu nas vistas. Muito bem.
Há amigos sportinguistas plenamente convencidos de que aquela grande penalidade que os favoreceu no jogo de Alvalade com o Belenenses – sancionando um lance ocorrido… fora das quatro linhas… - tenha sido decretada malevolamente com o intuito de os fazer pagar por isso até ao final da temporada.
Cada um pensa o que quer e o que pode.
Eu quero pensar que foi bom para o Benfica o Cardozo ter falhado aquele penalty de sábado passado embora o lance, ainda que discutível, tenha ocorrido dentro das quatro linhas o que, ainda assim, faz alguma diferença.

AO contrário do resultado do jogo do Benfica B com o Gil Vicente, o resultado do jogo do FC Porto com o Marítimo ainda não foi homologado porque a Liga, organizadora da competição, entendeu abrir um processo de inquérito ao atraso de minutos – coisa pouca – com que o jogo no Porto se iniciou. E, agora, diz-se até que os campeões nacionais podem vir a perder o jogo e a qualificação na secretaria.
A acontecer seria qualquer coisa vagamente parecida com aquele filme A Queda do Império Romano. E, com toda a franqueza, parece-me ainda muito cedo para um fenómeno histórico dessa envergadura.
Mas só a eventualidade dá que pensar.
Na última época, e mais uma vez para a mesma malfadada competição, teve o FC Porto de superar escolhos legais que lhe foram lançados pelo Vitória de Setúbal à boleia de uma alegadamente indevida utilização de jogadores por parte dos azuis e brancos.
Quis o Vitória de Setúbal ganhar o acesso às meias-finais na secretaria mas não teve sorte nenhuma. O clube sadino viu os seus argumentos serem refutados pelos órgãos competentes e o FC Porto seguiu em frente.
Agora é o Sporting que faz o papel de reclamante que coube fazer ao Vitória de Setúbal no ano passado. Felizmente vivemos num país em que todos somos iguais perante a lei mas também é um bocadinho verdade que as leis são, às vezes, mais iguais para uns do que para outros. Por isso o presente caso ganhou enorme notoriedade ontem nos jornais e na televisão. É grande contra grande na secretaria. Está o país todo em alerta.
Importante é relevar que o Sporting, o Sporting Clube de Portugal presidido por Bruno Carvalho, está na liça por uma proeza técnico-jurídica que muito ufanaria o seu presidente: substituir-se ao FC Porto numa competição depois de uma fabulosa vitória na secretaria.
O Vitória tentou no ano passado e falhou.
O Benfica nunca sequer tentou uma coisa desta dimensão. Frouxos…
O Sporting tenta este ano.
Vamos ver o que acontece – é esta a posição confortável do Benfica."

Leonor Pinhão, in A Bola

Simetrias

"Já aqui escrevi que, no futebol, os comentários são invariavelmente função do resultado. Exemplifiquemos com a última jornada. Se Cardozo tivesse marcado o penalty, o comentário seria 'Benfica estoico supera no batatal com fato-macaco e capacidade de sofrimento'. Mas como o paraguaio foi incompetente, o comentário é 'um grande Gil mereceu o empate e o Benfica não teve arte nem engenho para superar o galo'. Se em Alvalade o Sporting tivesse convertido uma das várias oportunidades, lá iríamos ter 'futebol alegre de um Sporting maduro'. Mas como Ricardo defendeu tudo, 'o Sporting não geriu com competência a pressão de poder passar para o primeiro lugar'.
Outro traço presente na idiossincrasia futebolística é o enviesamento com que se observam e comentam as incidências dos jogos. E se isso até é divertido entre adeptos como um quase novo jogo (se não ultrapassar os limites do bom senso), não é de todo recomendável entre dirigentes, treinadores e jogadores. Como diz o povo, pela boca morre o peixe. Se hoje se verbera contra um erro do árbitro, amanhã se silencia um erro a nossa favor. Se hoje se identifica uma agressão no campo, amanhã se vê a mesmíssima coisa como um leve encosto. Se hoje a nossa equipa só defende, amanhã critica-se quem faz o mesmo contra nós. Se hoje se queimou tempo por parte do adversário, amanhã somos nós que fazemos tal e qual.
Com a excepção que advém da patologia batoteira (dourada ou não), esta simetria é um regra. A única variável é o tempo para a sua consumação. Por isso, começa a ser nauseante querer transformar esta simetria numa assimetria de sentido único."

Bagão Félix, in A Bola

Silêncio de ouro

" «Não estamos a negociar ninguém. Quando dizemos que os nossos jogadores saem pela cláusula eles só saem pela cláusula. Aqui não saem a metade do preço.»
Pinto da Costa, presidente do FC Porto, 16 Janeiro, depois do Benfica vender Matic

A 15 de Janeiro o Benfica oficializou a venda de Matic ao Chelsea por 25 milhões de euros. A cláusula de rescisão era de 45 milhões. A 16 de Janeiro Pinto da Costa, presidente do FC Porto, deu uma entrevista ao Porto Canal em que deixava (ou tentava deixar) uma farpas ao Benfica, garantindo que no seu clube os jogadores não saem por metade do preço. Na mesma entrevista, deixava ainda outras duas pérolas (cito o site do próprio Porto Canal): «Ninguém tem que estar preocupado com o Fernando. As coisas estão tratadas com ele e com o seu empresário», e: «Quanto ao Lucho, queremos renovar pois ele é património do FC Porto mas ele pediu-nos para esperar até ao final da época. Ele quer ver como estará em termos físicos». Ontem, confirmando a notícia de A BOLA, o FC Porto formalizou, em comunicado à CMVM, a venda de Otamendi ao Valência por 12 milhões de euros (mais três por objectivos). A cláusula de rescisão era de 30 milhões.
Este é um espaço de opinião, por isso ela aqui fica: Otamendi foi bem vendido. Apesar de ser titular do FC Porto (um central que joga 20 dos 30 encontros oficiais da época não pode ser considerado outra coisa), estava a acumular erros e perdera espaço para Maicon. Terminava contrato em 2015 e havia o risco de não renovar, a margem negocial seria provavelmente pior no verão do que agora.
O problema não está na venda, está na entrevista de Pinto da Costa. Matic deu lucro de 400 por cento e foi vendido por 55 por cento do valor da cláusula; Otamendi deu lucro de 50 por cento e foi vendido por 40 por cento do valor da cláusula. Lucho já se foi embora. Fernando está a caminho. Paulo Fonseca há de ir primeiro que Pinto da Costa, mas quanto mais o presidente portista fala mais se aproxima, também ele, do adeus."

Hugo Vasconcelos, in A Bola

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Risco, recompensado !!!

Penafiel 0 - 1 Benfica

Agora no final do jogo, é fácil defender, que o risco valeu a pena...!!! Mas ao mudar praticamente toda equipa - dos actuais titulares só jogou Maxi e Luisão -, o Jesus arriscou muito... e como o estado de graça já lá vai, se as coisas tivessem corrido mal, teríamos um pré-derby muito complicado. Pessoalmente, concordo com esta rotação, acho mesmo que nas últimas épocas, o cansaço da equipa, no pós-Fevereiro, têm-se devido à teimosia do Jesus em não rodar o plantel... Creio que os jogos com o PAOK vão ser o derradeiro teste, para saber as intenções do treinador para esta época... se o discurso - prioridade é o Campeonato... -, bate certo com a prática!!!
Depois das fotos que circularam ontem, o estado do relvado apareceu muito melhor do que se estava à espera, mesmo assim notava-se que não era fácil circular a bola pelo chão com velocidade...
O jogo em si, acabou por ter pouca história, foi literalmente um jogo de sentido único, e a 'emoção' no resultado final deveu-se exclusivamente às falhas na concretização do Benfica... Se é verdade que o Benfica neste momento demonstra uma consistência defensiva melhorada, nos últimos jogos temos marcado poucos golos, e falhado muitos...!!!

Uma nota para o Djuricic, que ainda longe daquilo que prometia, pareceu-me mais solto... e hoje, com a entrada do Rodrigo, jogou alguns minutos num flanco, uma opção que na minha opinião devia ser tentada mais vezes...!!! O Cardozo está a precisar de minutos... A dupla Amorim/Gomes esteve muito bem... E como é óbvio, o destaque maior vai para o Micky (Sulejmani), que entre vários problemas musculares, quando joga, jogando bem ou mal, remata, e até tem marcado golos decisivos...!!!

PS: Hoje, não consegui ver a 1.ª parte na integra. Vi os primeiros minutos, e os últimos. Ao intervalo, fui ao site da Bola, verificar se tinha perdido alguma jogada importante, para surpresa minha, na info/comentário, resumindo a 1.ª parte, dizia: «Jogo dominado pelo Benfica, mas apenas com uma oportunidade soberana de golo, desperdiçada por Jardel...»!!! Eu não sei qual é a definição de 'oportunidade soberana' para os jornaleiros da Bola, mas nos minutos que eu vi, as oportunidades foram várias... mas eles só viram uma!!! Pelo menos não acharam que o jogo estava a ser repartido...!!!
Na Segunda-feira, num programa de referência, uma falta na área do Gil Vicente, foi discutida como se fosse passível de penalty contra o Benfica (não é a primeira vez, num jogo em Guimarães do Benfica, no mesmo canal, o senhor Ribeiro Cristóvão, fez o mesmo exercício!!!)... esta má vontade, contra o Benfica, não é novidade, mas nunca deve ser aceite por nós, como normal...

O futebol de volta

"Fechado o mercado (a não ser na Rússia e arredores onde, inexplicavelmente, há prazos diferentes com que a UEFA convive alegremente), fica evidente que o Sporting é mesmo candidato ao título da nossa Liga. Mesmo que, no clube, evitem responder a esta questão. Foi o mais comprador, desde uma versão séc. XXI de Sabry (com arma diferente, passado-se de sabre para bala) até um cabo-verdiano maritimista, agora sportinguista desde pequenino.
O Porto perdeu o líder no balneário embora já intermitente no relvado, Lucho Gonzalez. Foi repristinar Ricardo Quaresma num sebastianismo que, às vezes, até dá resultado. E tem jogadores muito provavelmente contrariados até ao Verão por terem visto frustradas as suas expectativas monetárias, as que verdadeiramente contam.
O Benfica concretizou agora o que não conseguiu no Verão: notável facturação de 70 milhões (que parte é para o clube?). Perdeu Matic, o mais influente jogador com consequências ainda imprevisíveis. Encontrou um «comprador de aluguer» para Rodrigo e André Gomes. E - dos 3 grandes - foi o único que não foi ao bazar. No entanto terá até ao final da época uma grande aquisição. Salvio (para além de Cardozo que poucos jogos fez até agora).
Na última jornada, o FCP insistiu no cinzentismo baço. O Benfica perde 2 pontos com a omissão na escolha do marcador de um penalty e a ausência, em momento crucial, de Rúben Amorim. O SCP não aproveitou, já algo distante da fulgurância do primeiro terço do campeonato. Depois de ter perdido seis pontos, o FCP recupera quatro face aos empates dos grandes lisboetas.
No domingo, a Luz pode determinar muito coisa. Ou não."

Bagão Félix, in O Benfica

Onze metros

"Não acredito que, no meio do desassossego que estava a ser o jogo de Barcelos, tenha havido um único adepto do Benfica a abominar a ideia de ser Cardozo a avançar para a marca de penalty. Estou certo até de que, naquele minuto 90+4, não terá havido um único benfiquista que, por um segundinho que fosse, não tenha sorrido, confiante, ao vislumbrar a imensa perfeição cósmica do instante: Tacuara, de volta após três meses a recuperar de lesão, estava a ajeitar a lama à volta do circulozinho branco da marca dos 11 metros; ia ser ele a marcar o penalty que poderia desfazer o 1-1 do marcador e, com isso, não só reconquistar moral (em vésperas de novo derby) mas também aumentar para seis os pontos de vantagem sobre o rival FC Porto, derrotado horas antes. E, se não é verdade que todo o coração benfiquista bateu forte de esperança naquele momento, aceito com toda a abertura o contraditório...
Porém, a felicidade de ver Cardozo, qual D. Sebastião, resolver de novo um desafio difícil rapidamente se transformou em desilusão. Tacuara falhou o penalty, o jogo acabava ali a decepção (ou desencantamento) logo acendeu a revolta e a indignação: «Como é possível que não tenha sido Lima a marcar?! Não era óbvio que o Cardozo ia falhar?!»; ou então: «Como pode Jesus ver Cardozo avançar e nada dizer?! Não era óbvio que ia falhar?!»; ou ainda: «Ele vem de lesão, não tem ritmo nem confiança. Por que raios ninguém impediu tal heresia?! Não era óbvio que ia falhar?!»
Ouvi e encarei tudo à luz de uma nova realidade (e do penalty falhado, a da esperança transformada em desilusão) mas continuo a não acreditar que, naquele minuto 90+4, tenha havido um único benfiquista que não tenha gostado de ver Cardozo avançar para a bola. E creio até que se, ao invés, tivesse visto Lima... seriam muitos os impropérios.
O que aconteceu depois é movido mais por verdades lapalissianas típicas de quem se move em rebanho do que propriamente por sentimentos reais. É aquela lógica que leva a que, após as eleições legislativas, nunca se encontre quem tenha votado nos que (des)governam..."

João Pimpim, in A Bola

Futuro... com esperança !!!


Alta Fidelidade: Bernardo Silva [Programa 21] [HD] por JustTV99

Passado... com saudade !!!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

A fúria do mar vermelho de encontro à praia do Seixal

"No dia 2 de Fevereiro de 1964, cumprem-se agora 50 anos, o Benfica obtém uma vitória histórica: 10-0. Eusébio marca pela primeira vez seis golos num jogo do Campeonato Nacional. Não seria a última...

Em 1964, o concelho do Seixal era um dos mais industrializados do País. Garantiam os dados disponíveis que a região viva quase em exclusivo das suas actividades fabris.
A protecção das chamadas «indústrias novas» por via do tratado com a EFTA, faz arrancar na zona as famosas siderurgias.
Fundado em 1925, o Seixal Futebol Clube vive também nessa altura a fase mais brilhante da sua história. Na época de 1962/63 garante a subida à I Divisão onde se mantém por dois anos. Aflito, é bem verdade. Em 1963/64 é o antepenúltimo classificado e salva-se à justa, descendo o Olhanense e o vizinho Barreirense. Em 1964/65 não resiste: é penúltimo com oito pontos. Abaixo só o Torreense, com sete. E no lugar acima, o Lusitano de Évora soma 20...
Não mais voltaria o Seixal à I Divisão. Mas, ainda assim, ficou sempre ligado à história do Benfica. E de Eusébio.
Em 1963/64, o Benfica tinha o hábito saudável das goleadas. Na Luz despachou o V- Setúbal com 5-2, o Belenenses, por 5-2, o Olhanense, por 8-1, o Barreirense, por 8-0 e o Varzim, por 8-0. Eusébio ia fazendo miséria. Mas, no dia 2 de Fevereiro de 1964, o Benfica e Eusébio abusaram. Era uma tarde de sol e os 'encarnados' vestiam de branco. Ironia, na certa. Diabos brancos. Ironia também no nome do guarda-redes do Seixal: chamava-se Trancas. Sofreu 10 golos: DEZ! Só de Eusébio sofreu seis.
Diz quem lá esteve que poderiam ter sido mais, que o Benfica abrandou o ritmo entre o quarto e o quinto golos e ente o novo e o décimo. Natural. Perfeitamente natural. A quem agrada a degola dos inocentes?

Sempre com pressa
Torres foi o primeiro a «molhar a sopa», se me permitem a expressão, logo aos 5 minutos. Depois apareceu Eusébio. «A man in a hurry», chamaram-~lhe os ingleses dois anos mais tarde. Um homem com pressa. Eusébio tinha essa pressa urgente de golos. Ainda antes de estarem decorridos 15 minutos de jogo, já marcara três (8, 11 e 15 minutos). Aos 37, mais um. Eusébio tinha pressa e o Benfica tinha pressa. Até ao intervalo, sete golos: Yaúca (39m) e Torres (44m). Pairava sobre a equipa do Seixal a sombra de uma goleada sem igual. Mas, no segundo tempo, a tormenta acalmou.
Não acalmou de imediato, porque aos 47 minutos Yaúca fez o 8-0 e, aos 53, Eusébio arrancou um pontapé impressionante de livre directo para o 9-0.E, então sim, as vagas alterosas do mar do ataque do Benfica começaram a bater suavemente sobre a praia da defesa do Seixal.
Trancas conseguiu ser visto a agarrar algumas bolas sem ter de as ir buscar ao fundo das redes.
Mas ainda faltava a Eusébio fechar a festa. A dez minutos do apito final do árbitro Saldanha Ribeiro, tem um lance individual de extraordinária categoria e conclui o seu duplo «hat-trick». Tão perfeito que nenhum dos golos foi de «penalty».
Estávamos na 16.ª jornada, e Eusébio apanhava Figueiredo, do Sporting, no topo da lista dos melhores marcadores com 15 golos. Marcaria 28 nesse Campeonato Nacional.
O Benfica, por seu lado, atingia a redonda marca de 60 golos, bem melhor do que o segundo ataque mais concretizador, o do Sporting, que levava 38. No final do Campeonato, o título seria entregue aos 'encarnados' com naturalidade e somaram um total de 103 golos em 26 jogos. De truz!
Não era a primeira vez que Eusébio marcava seis golos num jogo. E não seria a última. Já cometera proeza no Campeonato de Reservas, contra o Sport Lisboa e Olivais, no dia 18 de Abril de 1962. Voltou a marcar seis golos em 1968, no dia 12 de Maio, no Estádio da Luz, contra o Varzim (vitória do Benfica, por 8-0). Aqui sim, também para o Campeonato Nacional. No ano seguinte, a 25 de Outubro de 1969, a vítima foi o Boavista: o Benfica repete o 8-0 e Eusébio repete a marca de seis golos.
Guardamos a memória desses dias para novas crónicas, se me derem licença.
Com a certeza de que para Eusébio não havia impossíveis..."

Afonso de Melo, in O Benfica

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Lixívia 17

Tabela Anti-Lixívia:
Benfica......40 (-9) = 49
Sporting.....38 (-3) = 41
Corruptos...36 (+7) = 29
Braga.........23 (+2) = 21

No recente jogo da nossa equipa B em Portimão, ficou provado mais uma vez a incompetência de Bruno Paixão. O critério disciplinar simplesmente não existe!!! Admito que a personagem não me parece Corrupta (é dos poucos!!!), mas é muito mau árbitro...!!! Assim jogos apitados por este senhor, são uma autêntica roleta russa... E desta vez, mais uma vez, a fava saiu ao Benfica!!!
Com o horrível estado do terreno, até achei natural que no início do jogo, tivesse dado um critério disciplinar largo... mas como seria fácil de prever, não conseguiu manter esse critério até ao fim, e quem levou Vermelho foi o Siqueira, enquanto o Vilela e o Hallison (pelo menos...) ficaram até ao fim...!!!
O grande erro acabou por ser o penalty não assinalado sobre o Rodrigo, no início da 2.ª parte. Mesmo se não fosse golo, o Vilela tinha que ir para a Rua, o Rodrigo foi agarrado, quando estava completamente isolado... Com o Gil reduzido a dez, e com o Benfica em vantagem, o jogo seria completamente diferente...
O penalty sobre o Gaitán é indiscutível... admito que no penalty sobre o Djuricic fiquei com dúvidas, mas vistas as repetições, parece-me claro que o Luís Martins com a coxa empurra o Sérvio. Não é uma rasteira, nem um agarrão, ou empurrão, mas é falta... Em directo, também fiquei com dúvidas se o árbitro tinha marcado uma possível falta sobre o Maxi, mas nas repetições que seguiram, não conseguiu tirar as dúvidas...

Nos Barreiros, tecnicamente Nuno Almeida esteve muito bem, só foi demasiado condescendente disciplinarmente com os Corruptos... e mais uma vez o Mangala podia ter sido expulso!!!

No Restelo, este novo filho dos Corruptos: Jorge Tavares (o mesmo do Benfica-Belém...), voltou a demonstrou as 'qualidades' que os Corruptos gostam!!! Logo no início ficou um penalty claro por marcar contra o Braga, e mais tarde compensou com outro penalty desta vez na área do Belém... Ainda ficaram alguns foras-de-jogo mal assinalados, num deles o avançado do Belém ficaria completamente isolado...

Em Alvalade achei estranho o 'silêncio' dos Calimeros, tanta vez se queixam sem razão, que desta vez, com razões objectivas de queixa, ficaram calados... São uma daquelas espécies difíceis de entender!!!
O penalty do Halliche é claro, o penalty reclamado pela Académica não existe, além dos habituais puxões, no final da jogada é o próprio Fernando Alexandre que 'amarra' o braço do Adrien e atira-se para o chão!!!

Anexos:
Benfica
1.ª-Marítimo(f), D(2-1), Jorge Sousa, Prejudicados, (2-2), (-1 ponto)
2.ª-Gil Vicente(c), V(2-1), Paulo Baptista, Prejudicados, Sem influência no resultado
3.ª-Sporting(f), E(1-1), Hugo Miguel, Prejudicados, (0-2), (-2 pontos)
4.ª-Paços de Ferreira(c), V(3-1), Paixão, Nada a assinalar
5.ª-Guimarães(f), V(0-1), Bruno Esteves, Prejudicados, Sem influência no resultado
6.ª-Belenenses(c), E(1-1), Jorge Tavares, Prejudicados, (2-0), (-2 pontos)
7.ª-Estoril(f), V(1-2), Manuel Mota, Beneficiados, Prejudicados, Sem influência no resultado
8.ª-Nacional(c), V(2-0), Jorge Ferreira, Nada a assinalar
9.ª-Académica(f), V(0-3), Hugo Pacheco, Prejudicados, Sem influência no resultado
10.ª-Braga(c), V(1-0), Nuno Almeida, Prejudicados, Sem influência no resultado
11.ª-Rio Ave(f), V(1-3), Paixão, Nada a assinalar
12.ª-Arouca(c), E(2-2), Rui Costa, Prejudicados, Beneficiados, (3-2), (-2 pontos)
13.ª-Olhanense(f), V(2-3), Vasco Santos, Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar
14.ª-Setúbal(f), V(0-2), Paulo Baptista, Prejudicados, (0-3), Sem influência no resultado
15.ª-Corruptos(c), V(2-0), Soares Dias, Prejudicados, Beneficiados, Sem influência no resultado
16.ª-Marítimo(c), V(2-0), Hugo Miguel, Beneficiados, Prejudicados, Sem influência no resultado
17.ª-Gil Vicente(f), E(1-1), Paixão, Prejudicados, (1-2), (-2 pontos)

Sporting
1.ª-Arouca(c), V(4-1), Rui Costa, Nada a assinalar
2.ª-Académica(f), V(0-4), Soares Dias, Beneficiados, Sem influência no resultado
3.ª-Benfica(c), E(1-1), Hugo Miguel, Beneficiados, (0-2), (+1 pontos)
4.ª-Olhanense(f), V(0-2), Benquerença, Beneficiados, Prejudicados, Sem influência no resultado
5.ª-Rio Ave(c), E(1-1), Xistra, Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
6.ª-Braga(f), V(1-2), Paulo Baptista, Nada a assinalar
7.ª-Setúbal(c), V(4-0), Duarte Gomes, Beneficiados, Prejudicados, Sem influência no resultado
8.ª-Corruptos(f), D(3-1), Soares Dias, Nada a assinalar
9.ª-Marítimo(c), V(3-2), Bruno Esteves, Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
10.ª-Guimarães(f), V(0-1), Paulo Baptista, Nada a assinalar
11.ª-Paços de Ferreira(c), V(4-0), Jorge Ferreira, Nada a assinalar
12.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Jorge Sousa, Nada a assinalar
13.ª-Belenenses(c), V(3-0), Hugo Pacheco, Beneficiados, Prejudicados, Sem influência no resultado
14.ª-Nacional(c), E(0-0), Miguel Mota, Nada a assinalar
15.ª-Estoril(f), E(0-0), Proença, Nada a assinalar
16.ª-Arouca(f), V(1-2), Cosme Machado, Beneficiados, Impossível contabilizar
17.ª-Académica(c), E(0-0), Paulo Baptista, Prejudicados, (1-0), (-2 pontos)  

Corruptos
1.ª-Setúbal(f), V(1-3), João Capela, Beneficiados, Impossível contabilizar
2.ª-Marítimo(c), V(3-0), Jorge Ferreira, Beneficiados, Sem influência no resultado
3.ª-Paços de Ferreira(f), V(0-1), Rui Costa, Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
4.ª-Gil Vicente(c), V(2-0), Hugo Pacheco, Prejudicados, (3-0), Sem influência no resultado
5.ª-Estoril(f), E(2-2), Rui Silva, Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar
6.ª-Guimarães(c), V(1-0), Proença, Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
7.ª-Arouca(f), V(1-3), Vasco Santos, Beneficiados, Impossível contabilizar
8.ª-Sporting(c), V(3-1), Soares Dias, Nada a assinalar
9.ª-Belenenses(f), E(1-1), Miguel Mota, Beneficiados, (2-1), (+1 ponto)
10.ª-Nacional(c), E(1-1), Xistra, Nada a assinalar
11.ª-Académica(f), D(1-0), Capela, Beneficiados, (2-0), Sem influência no resultado
12.ª-Braga(c), V(2-0), Paulo Baptista, Nada a assinalar
13.ª-Rio Ave(f), V(1-3), Bruno Esteves, Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
14.ª-Olhanense(c), V(4-0), Hugo Miguel, Prejudicados, (5-0), Sem influência no resultado
15.ª-Benfica(f), D(2-0), Soares Dias, Beneficiados, Prejudicados, Sem influência no resultado
16.ª-Setúbal(c), V(3-0), Hugo Pacheco, Nada a assinalar
17.ª-Marítimo(f), D(1-0), Nuno Almeida, Nada a assinalar

Braga
1.ª-Paços de Ferreira(f), V(0-2), Bruno Paixão, Nada a assinalar
2.ª-Belenenses(c), V(2-1), Xistra, Beneficiados, Impossível contabilizar
3.ª-Gil Vicente(f), D(1-0), Vasco Santos, Beneficiados, Sem influência no resultado
4.ª-Estoril(c), V(3-2), Capela, Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
5.ª-Arouca(f), V(0-1), Marco Ferreira, Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
6.ª-Sporting(c), D(1-2), Paulo Baptista, Nada a assinalar
7.ª-Nacional(f), D(3-0), Soares Dias, Nada a assinalar
8.ª-Académica(c), D(0-1), Benquerença, Beneficiados, Sem influência no resultado
9.ª-Rio Ave(c), D(0-1), Jorge Tavares, Nada a assinalar
10.ª-Benfica(f), D(0-1), Nuno Almeida, Beneficiados, Sem influência no resultado
11.ª-Olhanense(c), V(4-1), Soares Dias, Nada a assinalar
12.ª-Corruptos(f), D(2-0), Paulo Baptista, Nada a assinalar
13.ª-Setúbal(c), V(2-0), Xistra, Nada a assinalar
14.ª-Marítimo(f), E(2-2), Rui Costa, Nada a assinalar
15.ª-Guimarães(c), V(3-0), Benquerença, Nada a assinalar
16.ª-Paços de Ferreira(c), E(1-1), Proença, Nada a assinalar
17.ª-Belenenses(f), D(2-1), Jorge Tavares, Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar

Jornadas anteriores:

Épocas anteriores:

Papas

"1.Que o respeito é coisa bonita, todos o aprendemos no tempo da mestra palmatória, mas quando o respeito descamba em subserviência provoca asco. Se o presidente do Sporting resolve sugerir alterações no reino há muito podre da arbitragem portuguesa, o Senhor de Cócoras levanta a voz, indignado, desvalorizando a intenção; se o presidente do FC Porto apouca um árbitro, atirando-lhe sobre os ombro as frustrações recentes de derrotas dolorosas, o Senhor de Cócoras cala-se: respeitosa e subservientemente. Por isso continua de cócoras.

2. Na época passada a Taça da Liga viu-se a contas com uma tranquibérnia por causa de um jogador que não podia ser utilizado mas depois já podia, gastando-se tempo e paciência num caso que estava resolvido antes de ter acontecido, não fossem os protagonistas os suspeitos do costume. Nesta época, a Taça da Liga vê-se a contas com uma tranquibérnia de minutos de atraso, gastando-se mais uma vez tempo e paciência num caso que já está resolvido antes de o ser, não fossem os protagonistas os suspeitos do costume. Há que reconhecer que, embora desvalorizando o troféu, os dirigentes do FC Porto jogam mão de todos os instrumentos ao seu alcance para chegarem pelo menos às meias-finais.

3. Indeciso nas suas funções, entre dirigentes, treinador ou adepto, o presidente do Sporting começa a perceber de uma forma dolorosa que não basta falar muito e ter voz grossa. Estivesse ele estado mais atento em Penafiel em vez de fazer esforços sobre-humanos para aparecer na televisão abraçado aos jogadores, ofuscando o injustiçado Paulinho, e talvez o Madaleno não lhe tivesse comido as papas da cabeça. Algo que lhe deve ter sabido, naturalmente, a ginjas."

Afonso de Melo, in O Benfica

14 Manéis

"O Benfica fez alinhar 10 portugueses entre os 14 jogadores utilizados no último jogo da Fase de Grupos da Taça da Liga, aquele que consagrou a equipa como vencedora do Grupo, só com vitórias e sem golos sofridos. Foi bonito de ver, tanto mais que uma maioria desses atletas portugueses é produção «made in Benfica», uma frase lançada para a agenda deste grande Clube.
É errado dizer, como alguns jornais escreveram, que o Benfica fez avançar a equipa B. O que aconteceu foi que o Benfica tinha o apuramento garantido e aproveitou para dar tempo e rodagem a alguns jogadores que, a qualquer momento, podem ser chamados a assumir maiores responsabilidades. De resto, a equipa que jogou 'em casa' no Restelo constituiu um misto de experiência e de juventude.
O Benfica jogou no esquema táctico habitual utilizado pelo treinador principal, porém, com vastas mudanças no elenco. E a verdade é que diversos jogadores menos utilizados assumiram muito bem e rapidamente o seu papel, jogando e fazendo jogar.
O treinador percebeu certamente que tem ali jogadores, para alterações pontuais por necessidade no plantel, com os quais o Benfica pode contar. E é para já. Quero com isto dizer que alguém merecer um destaque particular? Sem dúvida. E esse destaque vai para cada Manel que demonstrou dentro do campo que o Benfica pode contar com ele. Com uma sólida estrutura óssea, o corpo principal do Futebol Profissional do Glorioso pode recorrer ao nervo e à fibra dos seus Manéis. A vitória tangencial não traduz o domínio Benfiquista que se registou no Restelo nem o empenho, a ambição e o suor largados em campo."

João Paulo Guerra, in O Benfica

Muito agradável

"1. Foi um sábado bem agradável, o último. A nossa equipa, maioritariamente da formação e portuguesa, fez uma exibição muito boa frente ao Gil Vicente, que o magro 1-0 não traduz de forma alguma (o resultado justo teria sido 4-0 ou 5-0). O nosso Hóquei derrotou o FC Porto, por 6-1, e o Voleibol desforrou-se do Fonte Bastardo, com um 3-0. Excelente!

2. O que se passou no Restelo, no jogo com o Gil Vicente, trouxe novamente a primeiro plano as recentes palavras do nosso presidente, que quer uma equipa 'made in Benfica'. E já tem referido o mesmo relativamente às modalidades. É, certamente, um desejo que todos partilhamos. Mas entre o desejo e a realidade ainda vai uma grande distância. A nossa Formação, no Futebol e nas modalidades, deve abastecer mais as equipas principais do que tem feito. Mas não se pense que é a solução ou que é, sequer, boa parte da solução. Teremos sempre que procurar reforços extra-clube. Penso que temos contratado demasiado lá fora, menosprezando o produto da casa. É certo que, primeiro pela política lesa-formação de uma triste Direcção anterior, depois por falta de recintos, partimos com vários anos de atraso e a Formação não se faz de um momento para o outro. Mas nas últimas épocas já tivemos alguns jovens da Formação a merecer apostas mais consistentes, dispensando muitas das aquisições feitas. Creio ser a ideia da generalidade dos adeptos, embora reconheça que muitas vezes existe o perigo de confundirmos desejo (de termos mais produtos da nossa Formação na equipa principal) e a realidade (termos de andar lá na frente, com uma equipa composta pelos melhores, sejam eles formados ou contratados). Se calhar, no meio termo estará a virtude...

3. Poucas horas depois de ter brilhado com o Gil Vicente, surgiu a notícia da venda de André Gomes por 15 milhões de euros, um excelente negócio, que dá para pagar boa parte das despesas com a Formação, embora seja uma pena vermos sair um jogador a quem antevíamos excelente futuro. Mas os colossos europeus não olham a nacionalidade na hora de comprar...

4. Grande festa portista ao conseguirem o tão polémico apuramento para as meias-finais da Taça da Liga, um competição que, até lhes interessa muito. Apesar das declarações contrárias na hora das derrotas..."

Arons de Carvalho, in O Benfica

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Taça muito sofrida... mas saborosa !!!

Benfica 83 - 82 CAB Madeira
22-18, 20-25, 10-20, 31-19

O jogo até começou com o Benfica a jogar bem, com vários jogadores a atirar ao cesto, e a estratégia ofensiva a passar pelo Gentry... e até começamos a defender bem!!! Mas foi sol de pouca dura, as coisas começaram a correr mal, quando perdemos a luta dos ressaltos, permitimos 10 ressaltos ofensivos ao CAB!!! Mesmo com os erros defensivos, chegámos aos 40-32 jogando razoavelmente no ataque... mas numa daquelas 'brancas' ofensivas que às vezes sofremos, o CAB conseguiu um parcial de 11-2  nos últimos minutos da 1.ª parte, e fomos para o intervalo a perder...
No recomeço, continuámos a atacar muito mal, o 3.º período foi ridículo, e no início do 4.º período (52-63) a derrota parecia certa, notou-se vontade em alterar o estado do resultado, mas as coisas durante alguns minutos continuaram a correr mal. A partir do 54-65, o Benfica começou a reduzir, mas muito 'devagar', é nesta altura que o Jobey Thomas se evidenciou marcando praticamente tudo, principalmente os triplos (6/7)...
Só nos últimos segundos conseguimos passar para a frente, por 1 ponto, e após mais uma decisão errada dos árbitros, o último ataque foi do CAB, mas a bola não entrou...!!!
Nestes últimos anos, temos perdido algumas destas competições com Final 4, ou Final 8, onde se jogam vários jogos em poucos dias. Durante a equipa regular, com o plantel completo (além da ausência do Carlos Andrade, hoje não jogou o Mário Fernandes), e com tempo de recuperação entre os jogos, o Benfica vence muitos jogos devido à profundidade do banco, beneficiando da rotação na equipa... Mas como as lesões têm sido a norma nestas últimas épocas, quando temos uma Final 4 para jogar, temos sempre problemas... e como o nosso núcleo duro é composto por vários veteranos (Doliboa, Thomas, Carreira, Gentry...), estes jogos em dias consecutivos, retiram ao Benfica, a habitual vantagem na 'frescura' de como jogamos os últimos minutos.
Hoje, o Thomas e Betinho tiveram que fazer os 40 minutos, sendo que o Jobey foi ainda obrigado defender o Ricky Franklin na parte final da partida. O próprio Doliboa fez praticamente os 40 minutos.
O CAB, hoje, teve 4 jogadores a fazer 40 minutos, e o Ricky só esteve no banco durante 14 segundos!!! Mas além de serem mais jovens, este é o ritmo normal, para o CAB... Quando os jogadores do Benfica, habituados a fazer 30 e poucos minutos por jogo, são obrigados a fazer os 40 minutos, e em dias consecutivos, nota-se sempre muitas dificuldades...
Se o Benfica tivesse um estilo ofensivo mais colectivo, e se todos os jogadores tivessem uma atitude defensiva igual ao do ausente Carlos Andrade, nada disto seria importante, mas isso era 'se...' !!!
Uma nota para o Ricky Franklin, que o ano passado foi nosso jogador: ao contrário do que pode parecer, este jogo demonstrou bem porque é que o Ricky não teve sucesso no Benfica!!! O Ricky joga sozinho!!! A estratégia do CAB é: bola no Ricky e ele que resolva... Simples. Não se pode criticar a forma de atacar do Benfica, e ao mesmo tempo, criticar as poucas oportunidades que o Ricky teve no Benfica!!!

Em 24 edições da Taça da Liga/Taça Hugo dos Santos, o Benfica conquistou 9 troféus... mais um Caneco!!!

Injusto

Benfica B 0 - 0 Aves

Foi um jogo de sentido único, com o Benfica a atacar muito, mas sem conseguir marcar... E não foi preciso o Joaquim defender muito: muitos remates para fora, e muitas decisões erradas no último passe!!!
Na parte final da partida, após a expulsão do Jorge Ribeiro notou-se a falta de alternativas de área no banco... o Cavaleiro e o Funes Mori fizeram falta.

PS: Parabéns à equipa de Corta-Mato do Benfica, que hoje conseguiu a medalha de prata nos Europeus, atrás dos Espanhóis do Bikila. Na prova realizada no Algarve, o Rui Pedro Silva foi o nosso melhor atleta, no 4.º lugar. Os Juniores masculinos, também conseguiram um lugar no pódio, o 3.º lugar.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Demasiados erros...

Gil Vicente 1 - 1 Benfica

A estória dos golos não sofridos já metia nojo, durante esta semana avisei que muito provavelmente quando finalmente sofrêssemos um golo, esse iria nos custar pontos!!! Estas são daquelas fezadas, que metem nojo... Mas pronto, para compensar recordo que no título de 2010, o Cardozo também falhou um penalty no último minuto em Setúbal, num jogo parecido com este, que acabou empatado!!!

Depois do folclore da semana passada no jogo para a Taça da Liga, por causa da mudança para o Restelo, tenho quase a certeza que o estado horrível do relvado não foi coincidência... é daquelas vingançazinhas que os Fiusas desta vida gostam muito de fazer...!!!

Muito se pode comentar e opinar sobre este jogo, mas no fim, aquilo que fez a diferença além dos erros do Oblak e do Cardozo, foram as várias oportunidades falhadas pelo Benfica, de golo feito... foram várias. E quando se joga 30 minutos em inferioridade numérica, com um incompetente (reparem chamo-lhe incompetente e não frutado...!!!) como o Bruno Paixão a apitar, a margem de erro é mínima...

Desperdiçamos uma oportunidade para dar uma facada enorme nos Corruptos... com este empate demos também mais um pouquinho de motivação aos Lagartos para o derby da próxima semana... Repito, em 2010, em Setúbal, aconteceu uma situação parecida, mas nessa época, só voltámos a perder pontos na penúltima jornada no Dragay, vencemos todos os outros jogos... e é isso que se exige novamente.

O Cardozo se quiser pedir desculpa pelos 2 pontos atirados à rua, tem uma solução fácil, é marcar golos decisivos nos próximos jogos. Problema resolvido...!!!

Vitória com muita juventude...

Fafe 23 - 33 Benfica

Com muitas ausências (Álamo, Carneiro, Pedroso, Rodrigues, Costa, Pereira, Carvalho...), e com a estreia do Hugo Figueira na baliza, o Benfica ultrapassou o Fafe nesta eliminatória da Taça de Portugal, agora venha os 1/4 de Final.
O Benfica esteve sempre na frente, mas a diferença nunca alargou muito (3 a 4 golos de diferença), só a meio da 2.ª parte, demos a sapatada no jogo... Bom jogo para os jovens, começarem a entrar na equipa principal...

Roubalheira esperada...

Valongo 4 - 3 Benfica

Não vale a pena tecer muitos comentários, o Benfica esteve a ganhar por 0-2, mas na 2.ª parte o senhor Pinto (o do costume...) entrou no ringue, e sozinho, conseguiu dar a volta ao resultado...!!! Portanto, nada de novo... Não foi só o último lance, que devia ter dado um LD ao Benfica e que foi transformado em golo do Valongo a 2 segundos do fim... a roubalheira foi total, em cada segundo da partida.
Com este resultado, e depois das 'brancas' e dos roubos anteriores, o Campeonato é tarefa praticamente impossível, até porque os roubos vão continuar a existir... Defendo à muito tempo: secção de Hóquei em Patins do Benfica deveria ir jogar para o Campeonato Espanhol, apresentar-se nos pavilhões tugas com esta gentinha, mete nojo.
ADENDA: Além da roubalheira da arbitragem, como se pode ver no vídeo, os animais vestido de verde, passaram o jogo a agredir os jogadores do Benfica, e a simularem vergonhosamente faltas. Os árbitros roubarem é uma coisa, o comportamento degradante de colegas de profissão, é outro nível da pouca vergonhice...!!!

Na Final da Taça Hugo dos Santos

Benfica 72 - 64 Barcelos
22-12, 13-22, 21-9, 16-21

Depois de um 2.º período incaracterístico da nossa parte, um bom arranque na 2.ª parte resolveu o jogo... deu inclusive para gerir os últimos minutos, é que amanhã temos novo jogo, com o CAB Madeira (as Finais são para se ganhar...).
Com a lesão prolongada do Carlos Andrade, o Jobey Thomas vai ser obrigado a jogar ainda mais... seria bom que o Ferreirinho aproveitasse a oportunidade e ganhasse mais minutos

PS: Hoje de manhã na Quarteira, a nossa secção de Marcha, no sector Masculino revalidou o título nacional colectivo. Parabéns...