Últimas indefectivações

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Dia especial...

Presente...

Natal Inspirado(ras) !!!

Fever Pitch - Domingo Desportivo - Depois do Roubo do Século

Bastidores...

A parte do “sem stress”


"1 .Em Faro, 10 meses e 9 dias depois de se ter lesionado, Manu foi titular no encontro dos oitavos de final da Taça de Portugal. Manu esteve os 90 minutos em campo e esteve bem. A outra boa notícia é que o Benfica venceu o Farense e segue para os quartos de final da Taça de Portugal.

2. Também em Faro, Daniel Banjaqui fez, aos 17 anos, a sua estreia na equipa principal do Benfica. Depois de Ivan Lima, Rodrigo Rêgo, Tiago Freitas e José Neto, chegou a hora de Banjaqui.

3. Voltemos umas semanas atrás até ao dérbi de 5 de dezembro no nosso estádio e ao momento da expulsão de Prestianni instantes depois de ter entrado em campo já perto do fim do jogo. Não é sobre a justiça da expulsão que trata este apontamento. É sobre questões do foro audiovisual. O áudio do VAR foi revelado nesta semana. E tudo se passou como se devia passar.

4. O VAR chamou o árbitro, “aconselho-te a vires à zona de revisão para possível vermelho”, o árbitro foi ver o lance e não demorou a chegar à sua conclusão, “vermelho, claro, sem stress”, o VAR disponibilizou-se para exibir uma imagem de um ângulo diferente, “vou mostrar outra imagem”, e o árbitro disse que estava esclarecido, “sim, sim, é vermelho”. O que tem este diálogo de mais significativo? Escolho, sem hesitação, a parte do “sem stress” fazendo votos para que o “sem stress” para expulsar jogadores do Benfica se alargue aos jogadores das equipas concorrentes do Benfica na luta pelo título. Quando para tal houver motivo, obviamente.

5. Há coisa de poucas semanas, os árbitros portugueses, através de quem os representa, permitiram que se mencionasse a hipótese de fazer uma greve contra as desconsiderações de que são vítimas. Entretanto, o assunto morreu. A culpa foi do treinador do Benfica quando disse que “há muitos árbitros na Europa que ficariam encantados de vir arbitrar no Campeonato português”.

6. O internacional português Bruno Fernandes, que atualmente representa o Manchester United, revelou no decorrer de uma entrevista recente que recebeu uma proposta “tentadora” do Benfica depois de rescindir contrato com o Sporting na sequência dos acontecimentos no centro de estágio de Alcochete em maio de 2018. É compreensível o silêncio de 7 anos mantido por Bruno Fernandes, mas já passou o tempo suficiente para que o jogador possa falar do assunto sem consequências melindrosas. E, sem melindres, ficou-se também com a ideia de que Bruno Fernandes não desgostou de semelhante hipótese…

7. O Natal não chegará sem que o Benfica não jogue uma derradeira vez em casa. O adversário é o Famalicão. O encontro está marcado para segunda-feira. Festas felizes, e carrega, Benfica!"

Leonor Pinhão, in O Benfica

De férias mais cedo


"COM O CAMPEONATO NACIONAL DECIDIDO HÁ SEMANAS, O ÁRBITRO TERMINOU O JOGO ANTES DO TEMPO.

Na temporada 1964/65, o Benfica entrou no Campeonato Nacional de forma fulgurante, goleando o Lusitano de Évora (5-0) e o Sporting (3-0). Os empates nas três jornadas seguintes levantaram algumas dúvidas sobre se os encarnados estariam em condições de se sagrarem tricampeões nacionais. A resposta foi imediata: entre a 6.ª e a 13.ª jornada, as águias dissiparam qualquer incerteza, aplicando sete goleadas.
Com um futebol avassalador, nem mesmo a derrota frente ao FC Porto (0-1) travou o rumo dos benfiquistas. Com uma vantagem confortável de 6 pontos sobre o 2.º classificado, precisamente os azuis e brancos, na jornada seguinte, o Benfica recebeu e venceu o Varzim por 5-0, ficando a apenas uma vitória do título.
Dois dias depois, o Vitória SC, adversário na última jornada, convidou o Benfica a participar numa festa de homenagem organizada por um grupo local de simpatizantes dos encarnados. O clube lisboeta, no entanto, advertiu que não podia confirmar a presença da sua equipa de honra, uma vez que ainda iria disputar as meias-finais da Taça dos Clubes Campeões Europeus, ante o Gyor, e poderia haver necessidade de um terceiro jogo. Além disso, o Benfica encontrava-se em negociações com o Ajax para uma deslocação aos Países Baixos. Três semanas depois, confirmou-se: o encontro com os neerlandeses teria lugar no mesmo dia da última jornada do Campeonato Nacional e por isso os principais jogadores defrontariam o Ajax.
Os adeptos e os dirigentes vimaranenses não esconderam a desilusão, e a assistência acabou por ficar abaixo do esperado. Ainda assim, o jogo entre o Vitória SC e o Benfica, que se apresentou com um misto de suplentes e reservas, foi bastante disputado e animado. Os golos surgiram no 2.º tempo, com o conjunto da casa a inaugurar o marcador, mas Iaúca respondeu com 2 golos que garantiram o triunfo encarnado. No primeiro, após um drible fantástico de Pedras, rematou de forma fulminante para restabelecer a igualdade. No segundo, aproveitou um passe em profundidade de Malta da Silva e, perante o adiantamento do guarda-redes, fez um chapéu.
A partida decorria sem incidentes até que o árbitro apitou para o final… 4 minutos antes dos 90. De imediato, público, dirigentes e jogadores vimaranenses protestaram. O árbitro apercebeu-se do erro apenas quando os assistentes se juntaram a si no centro do campo, informando-o de que ainda faltava tempo por jogar.
Com adeptos já no relvado e alguns jogadores do Vitória a caminho dos balneários, decidiu-se que não havia condições para retomar o jogo, dando o encontro por terminado. No dia seguinte, os jornais não perdoaram o equívoco e satirizaram: “Campeão em férias… 4 minutos antes da hora.”
Saiba mais sobre esta conquista na área 6 – Campeões Sempre, do Museu Benfica – Cosme Damião."

António Pinto, in O Benfica

Retoma


"Escrevo antes da partida com o Farense para a Taça de Portugal. E espero que uma vitória no Algarve tenha dado sequência ao ciclo positivo que os jogos com o Nápoles e em Moreira de Cónegos (também, em certa medida, grande fatia do dérbi da Luz) sinalizaram.
A equipa precisava de tempo. José Mourinho precisava de tempo. Com algum tempo, os resultados e as exibições apareceram.
A temporada começou de forma atípica, quase sem férias, com um curtíssimo período de preparação, e perante a necessidade imperiosa de alcançar rapidamente dois objectivos como a Supertaça e, sobretudo, a entrada na Liga dos Campeões. Saíram jogadores importantes e difíceis de substituir como Carreras e Di María (entre outros habituais titulares). Tivemos de mudar de treinador – num timing também ele condicionado pela participação no Mundial de Clubes e pelas pré-eliminatórias europeias. Reforços de inegável qualidade, como Ríos e Sudakov, por diferentes motivos, demoraram a afirmar-se. E tudo isto contribuiu para um certo apagamento exibicional durante os primeiros meses de competição, com custos elevados nas tabelas classificativas, quer na nacional, quer na internacional. Podíamos ter tido a sorte de vencer, mesmo sem jogar bem, como tantas vezes tem acontecido, por exemplo, com o líder do Campeonato. Não fomos felizes, particularmente em 3 jogos disputados na Luz, nos quais sofremos golos muito penalizadores já para lá dos 90 minutos. Também as arbitragens têm sido, digamos, pouco certeiras – e com o Moreirense, diluída numa volumosa vitória, ficou mais uma grande penalidade por assinalar, na altura com o resultado ainda em 0-0
Se vamos a tempo de uma época gloriosa, só o futuro dirá. Que iremos jogar melhor e ganhar mais vezes do que parecia há umas semanas, disso não haja dúvida."

Luís Fialho, in O Benfica

Natal sempre!



"No Natal, a palavra solidariedade brilha como nunca, iluminam-se ruas e fachadas, multiplicam-se campanhas, gestos altruístas e mãos generosas, umas uma vez no ano, outras reforçando o que sempre fazem, dia após dia. É um tempo simbólico em que se reconhece a generosidade e a dedicação ao outro, reforçando laços e preparando da melhor forma o novo ciclo que há de vir, já em janeiro. É assim com todos, mas é sem dúvida nenhuma assim com o nosso querido Benfica: clube do povo, nasceu dessa matriz de entreajuda e continua a honrá-la diariamente e em toda a parte, no trabalho da Fundação, é certo, mas muito além disso, na sua estratégia de sustentabilidade, nas Casas do Benfica, nos sócios que, organizada ou anonimamente, dedicam tempo, bens ou simplesmente atenção a quem mais precisa
É isto o Natal, uma poderosa confirmação coletiva de uma maneira ética de viver em sociedade. É e deve continuar a ser, não se transformar numa constelação de ações espetaculares na forma, mas pobres no conteúdo ou numa espiral de consumo que cava ainda mais fundo o fosso entre quem tem tudo e quem não tem nada. A verdadeira solidariedade não se contenta com álibis de consciência nem se alimenta de datas de calendário ou emoções sazonais. Vive da consistência e do propósito, é todo o ano, quando os holofotes se apagam, que a diferença se faz, junto da criança que precisa de apoio escolar em fevereiro, do idoso que enfrenta a solidão em agosto, do desempregado que perde a esperança em novembro, e por aí fora…
Fica, pois, aqui uma reflexão neste Natal: Assim como ser benfiquista, mais do que apoiar a equipa ao domingo, é assumir valores e perceber que ganhar faz sentido quando ninguém fica para trás, invoquemos a grandeza do Clube nas nossas ações diárias e na forma como cuidamos dos nossos e, sobretudo dos mais frágeis. Neste Natal, sejamos solidários. Mas, no dia seguinte, também. Porque a solidariedade que muda vidas não é a que acontece uma vez por ano, mas a que se repete todos os dias. E, nisso, o Benfica é e continuará exemplo e inspiração!"

Jorge Miranda, in O Benfica

FPF, hino à incompetência...

Terceiro Anel: Bola ao Centro #170 - Pragmatismo ou incompetência?!

O Benfica Somos Nós - S05E32 - Famalicão...

Vermelho em Branco #24 - Famalicão

3 Toques - Famalicão...

Zero: Canto - S01E10 - Jonas, Aimar e... Djuricic, uma noite mágica no Porto e um olhar a 2025

Renascença - Tertúlia - O ambiente no futebol português e a beleza que ainda existe

SportTV: NBA - S04E10 - Pistons, Knicks ou outros?

Zero: Afunda - S06E21 - No episódio natalício, nem o Grinch faltou

Transforma - Passa a Bola #206 - "VARGATE NOS AÇORES: ROUBO NA TAÇA DE PORTUGAL"

Simples: Famalicão...

Palhaço!

2025: o ano em revista


"Chegou a altura do ano em que os resumos do ano acontecem. Por convicção, por desejo de estabelecer novas metas, por vontade de resolver pendências. Seja qual for a razão, no final do ano revisitamos tudo. Também no desporto o direito a tal recapitulação existe. Em 2025 o Sporting foi a estrela: venceu a Taça de Portugal e a Liga. Está de parabéns. Foi vencedor também no verão, com a novela inglesa chamada Gyokeres. O jogador faltava aos treinos dizendo-se doente, quando cenas secundárias mostravam que, na verdade, só queria trocar Lisboa por Londres. E trocou por €65 M, mais €10 M por objetivos. Muita coisa por um jogador de 26 anos que só nos dois anos de Sporting mostrou talento acima da média. E que está a ter dificuldades em impor-se no Arsenal.
Resumindo, 365 dias que dificilmente poderiam ter corrido melhor ao Sporting e ao seu presidente. Parece, desde a Liga 2020/2021, que o clube verde e branco entrou numa nova era, como um dos três grandes de pleno direito, em vez de ser considerado o mais pequeno dos três grandes, como foi o caso nos primeiros decénios deste século.
Já o Benfica continua sem conseguir traduzir em resultados a sua superioridade financeira. O clube gasta €48,5 M por ano em salários de jogadores. O Sporting €33 M e o FC Porto €31 M. Isto poderia indicar que o Benfica seria um dominador sem contemplações, como acontece com o Bayern na Alemanha. Mas o Sporting e o FC Porto, com muitíssimo mérito, não o permitem. O Benfica prepara-se para terminar o ano em terceiro lugar no campeonato. Em maio logo se verá. O clube foi a eleições, manteve o presidente, mas este ainda não parece capaz de o devolver à sua gloria histórica. Antes das eleições contratou José Mourinho, um trunfo eleitoral que ainda não se afirmou no Benfica, apesar da grande vitória diante do Nápoles e de não ter perdido nenhum jogo contra os grandes rivais. Precisa de tempo. Vamos ver se lho dão.
Logo no início do ano, em fevereiro, faleceu Jorge Nuno Pinto da Costa, o presidente dos presidentes, como era designado. Era polémico e truculento, mas o seu amor pelo clube não tinha limites. Dele pode afirmar-se que venceu tudo o que havia para vencer. Mas, além disso, criou o FC Porto moderno. Pouco antes de falecer tinha perdido as eleições para André Villas-Boas, um presidente que viu o FC Porto a fazer uma das suas piores épocas dos últimos 20 anos. Sim, Villas-Boas precisa afirmar-se e este ano a equipa está a ajudar. É, nesta fase, o mais sério candidato ao título nacional.
Por último, no mundo das leis, e com enorme impacto para as finanças dos clubes portugueses, o Tribunal das Comunidades Europeias decidiu no caso Diarra (em finais de 2024) que este podia rescindir o contrato quando quisesse. Ele e, por jurisprudência, qualquer outro jogador? É o adeus à clausula de rescisão? Mais, as restrições que a FIFA tinha imposto à inscrição do jogador noutro clube foram consideradas com uma violação às leis da concorrência da União Europeia e à liberdade de trabalhar. Depois de anos antes ter decidido no caso Bosman que a venda do passe dos jogadores era ilegal, os tribunais voltam a impactar fortemente o futebol. Veremos o que acontece no futuro.
Neste último texto de 2025, o Direito ao Golo vai para Manuel Kape: o lutador luso-angolano venceu o último combate do ano do UFC por KO. E para os árbitros. Sempre criticados, sempre atacados, sempre ameaçados, inúmeras vezes injustamente, os senhores do apito, bem como o VAR, são fundamentais para o espetáculo.
Feliz Natal e excelente Ano Novo para todos."

África do Sul e Angola: venceu o favorito do grupo


"A seleção que melhor interpreta o futebol moderno em África

Nas meias-finais da CAN 2023, disputada no início de 2024, defrontámos a África do Sul ao serviço da Nigéria. Honestamente, foi o jogo mais difícil de toda a competição. Uma abordagem extremamente complexa, flexível e eclética nos comportamentos. Para mim, é a seleção que melhor interpreta o futebol moderno em África.
Esse jogo ficou também marcado por um episódio que ilustra bem a qualidade do VAR na competição. Vencíamos por 1–0, com o jogo controlado: eles com bola, nós a retirar espaço e profundidade. Num lance na nossa área, recuperámos e marcámos o 2–0 em transição. Explosão de alegria e presença na final praticamente garantida. De repente, VAR em ação. Após uma análise rigorosa, foi assinalado penálti contra nós. Custou, mas era a decisão correta. A África do Sul empatou. A verdade desportiva prevaleceu. Vencemos depois nas grandes penalidades e seguimos para a final.
O líder deste processo é Hugo Broos, treinador belga de 73 anos, com um percurso marcado mais pela ideia do que pelo currículo. O destaque não está na idade nem nos títulos — apesar de contar com duas ligas belgas e uma taça turca — mas na forma como a equipa joga: futebol apoiado, múltiplas linhas de passe, coragem para assumir a posse e capacidade para controlar o adversário com bola. A presença de vários jogadores do mesmo clube, o Mamelodi Sundowns, com princípios idênticos aos da seleção, torna o processo mais fluido, quase como se se tratasse de uma equipa regular.
O onze apresentado contou com um dos melhores guarda-redes africanos da atualidade, Ronwen Williams, seguro e ágil. No meio-campo, Sithole (Tondela) e Mokoena, o verdadeiro líder da equipa, garantem equilíbrio tático, variação rápida do centro do jogo e reação eficaz à perda da bola. Na frente, Lyle Foster, do Burnley, oferece frieza e critério nos momentos decisivos.
Angola merece uma nota especial. Defrontar seleções com a nossa língua-mãe tem sempre um sabor diferente. Nos quartos de final, vencemos por 2–0, controlando bem os pontos fortes, sobretudo Fredy, o maestro da equipa, e Nzola, avançado a atuar na liga italiana. Metade do estádio estava pintado de Angola, com um apoio impressionante. Voltarei a esta seleção noutra análise.
O jogo de hoje soube a pouco à seleção angolana. Houve emoção até ao fim, mas a vitória foi justa para a África do Sul, o favorito do grupo."

BF: Mercado....

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Diogo Costa acima de Vítor Baía, Barrigana e Américo?

Observador: E o Campeão é... - “O Benfica agora é competente, mas não esperem espetáculo”

Observador: Três Toques - Antes só que mal acompanhado. Arouca homenageia único adepto na bancada

Jogo Pelo Jogo - S03E20 - Sporting rouba o Natal

DAZN: Premier League - R17 - Golos

DAZN: La Liga - R17 - Golos

Pre-Bet Show #163 - Reforços de Inverno para FC Porto, Sporting e Benfica ❄️

Chuveirinho #155

ESPN: Futebol no Mundo #520

TNT: Melhor Futebol do Mundo...

Vitória justa


"O Benfica ganhou ao Famalicão, por 1-0. Este é o destaque na BNews de hoje.

1. Três pontos merecidos
José Mourinho elogia a equipa pelo triunfo e explica como foi obtido: "Uma vitória merecida, mas não bela. Não uma vitória do talento e da beleza de jogo que já tivemos neste último mês, em que fizemos grandes jogos, mas uma vitória do trabalho, da organização defensiva, do rigor, da humildade, contra uma equipa que é a primeira vez que perde fora de casa. Se alguém podia ter feito mais golos, éramos nós."

2. Man of the Match noticia destaque
Considerado o homem do jogo, Prestianni enaltece o coletivo: "Sabíamos que iria ser um jogo muito difícil, mas, graças a Deus, graças ao trabalho de toda a equipa, que se preparou durante toda a semana, conseguimos tirar o melhor cá de dentro, e pudemos chegar a 3 pontos importantes."

3. Ângulo diferente
Veja, de outro ângulo, o golo do Benfica marcado ao Famalicão.

4. Outros resultados
A equipa B do Benfica venceu, por 1-0, frente à sua congénere do Sporting. Os Sub-23 obtiveram o mesmo resultado, mas ante o Estoril.

5. Contributo internacional
Sete atletas do Benfica estiveram em ação pela seleção nacional de futsal.

6. Casa Benfica Leiria
Conheça esta embaixada do benfiquismo através da lente da BTV.

7. Visitas noturnas
Veja as melhores imagens da Stadium & Museum By Night Christmas Edition, que contou com mais de 200 visitantes."

BolaTV: Entrevista Afonso Costa e Patrícia Baptista

Central: 1982/83: A época quase perfeita!

Vinte e Um - Como eu vi - Famalicão...

Tony: BTV - Rescaldo - Famalicão...

Benfica FM: Pa, Pa, Pa, Pa....

🥹🎅 Early Christmas present

Unanimidade... até o Azias Coroado!!!

Asas de frango?!

Ciclone Haas 🌪️

SEM BRILHO, MAS COM 3 PONTOS


"BENFICA 1 - 0 Famalicão

LA LA LA LA LA EU AMO O BENFICA
00 Prestianni no lugar de Barreiro. No resto os do costume. Vamos a isto!
07 equipa bem arrumada esta do Famalicão. Dá ideia de que trás a lição bem estudada. Ainda não pegámos no jogo.
11 primeiro sinal de perigo na baliza sul: remate do Sudakov com ressalto e defesa difícil do redes.
19 E estas bolas longas do Otamendi na profundidade? Já vai em três com conta, peso e medida... e perigo!
25 agora foi o Dahl em remate cruzado, como ele gosta, a cheirar o golo, a concluir boa jogada coletiva, o redes a safá-los novamente.
29 o Benfica não faz pressão muito alta na frente, mas a partir do meio do meio campo deles não lhes estamos a dar espaços. Entretanto, o Otamendi no chão, se fosse o clube do doutor Varandas era penálti pela certa... Vá que o VAR não estava a comer bolo-rei e o apitador foi rápido no monitor: penálti. Vamos Pavlidis!
34 Otamendi assistido, penálti para ser marcado: PA-VLI-DIIIIIIIS! O Eusébio explicava que se a bola no penálti fosse para cima, como o redes voa para baixo, não tem hipóteses. Pavlidis foi à Eusébio.
40 bem, o Otamendi está a fazer um jogo...
45 cada cavadela, cada minhoca: cada bola dividida, cada duelo, cada mocada deles e um dos nossos no chão. Vamos em três ou quatro destas seguidas.
51 uuuuuu Dedic, fez tudo sozinho, foi por ali fora, o remate com o pé esquerdo quase que era golo. Primeiro bom apontamento da segunda parte.
57 Trubin a aplicar-se, remate perigoso. Não era mau metermos o segundo para estarmos com alguma segurança. A equipa está sólida, os processos cada vez mais assimilados, mas um golo deles pode até nascer do nada.
64 Prestianni a dar mais um ar da sua graça: bom roubo de bola, boa desmarcação para o Aursnes, que rematou com perigo. Precisamos do dois-zero, precisamos do dois-zero.
78 encostados atrás, boa transição, aliás, excelente transição culminada com jogada e remate do pequenino lourinho para defesa do redes para canto. Já estava farto de ver o jogo deste lado.
57.894 na Luz! Com alguma impaciência...
87 se sairmos daqui sem lesões chatas não será mau. Não sei se nos quatro-um que levaram no Dragão jogaram assim tão durinho.
90 toma lá mais 5 minutos.
90+5 A-CA-BOU!"

O Benfica da solidez acentua o bom momento


"Pela sétima vez nos útimos oito jogos, as águias venceram (1-0). Contra o Famalicão, a equipa de Mourinho foi consistente, permitiu pouco ao adversário e chegou ao triunfo num penálti de Pavlidis

Quando o Benfica-Famalicão entrou no tempo de descontos, alguns fantasmas terão vindo à cabeça de certos adeptos das águias. Encontro em casa, margem mínima no marcador, derradeiros minutos. O Rio Ave, o Santa Clara e o Casa Pia não foram assim há tanto tempo, pelo que as luzes de alerta estavam todas a piscar.
Ainda assim, o momento parece ser outro. Menos errático. Mais confortável a viver com margens curtas. De maior solidez defensiva. Só dois golos sofridos nos últimos oito compromissos.
Sem um coletivo recheado de desequilíbrio ou desequilibradores, é o Benfica da consistência. Da solidez. Que tem Barreiro ou Aursnes perto de Pavlidis, não tanto pelo que fazem com a bola, mas pelo que contribuem sem ela. Que não tem pudor em terminar com Enzo, Manu, Ríos e Aursnes em simultâneo em campo. Que pode permitir algumas posses prolongadas ao Famalicão, mas que praticamente não deu margem para que os minhotos tivessem verdadeiras oportunidades de golo.
Um penálti, 1-0, a boa sequência acentuada. Consistência, constância.
Hugo Oliveira apresentou-se na Luz com visual de treinador cotado, gola alta de empresário da indústria tech, postura ativa na linha lateral, gestos cuidadosamente pensados. José Mourinho aplicou a indumentária preferida, sobretudo e face concentrada, como se a mente estivesse frente a magicar um plano de vilão de James Bond. O Famalicão terá sentido que levar pontos seria possível, mas nunca abandonou o registo académico, quase burocrático, sem urgência ou engenho para o golo.
Podendo colar ao quarto lugar em caso de triunfo, o Famalicão entrou a querer pressionar, sendo agressivo e pró-ativo. Há bastante qualidade nos minhotos, mas a vestimenta trazida para Lisboa foi mais a evidenciada por Mathias de Amorim, outro talentoso, que ao intervalo já somava cinco faltas, apenas uma menos que toda a equipa encarnada.
Num primeiro tempo de poucas balizas, num jogo de poucas balizas, o Famalicão não conseguiu transformar o seu futebol de desenhos e desmultiplicações em oportunidades. Só em cima do intervalo, num remate de Van de Looi que foi desviado e quase traía Trubin, houve perigo visitante. Nos locais, Dahl e Sudakov testaram Carević antes do 1-0.
Na sequência de livre lateral, Otamendo ficou caído na área, queixando-se de falta de Van de Looi. Com as conversas e debates em torno de penáltis, VARS e minutos de análise na mente de todos, a decisão, após escrutinado o lance em vídeo, foi dar castigo máximo. Pavlidis transformou-o no 20.º festejo da época para o grego.
O Famalicão vai sendo uma espécie de fábrica de unicórnios da I Liga, de local onde se quer que o talento se desenvolva, cresça e dê dinheiro a ganhar. Não raras vezes, ao longo dos últimos anos, faltou estabilidade à intenção, mas Hugo Oliveira parece ter endireitado o rumo do projeto.
Na equipa capitaneada por Gustavo Sá, o Ballack de Famalicão, a nova coqueluche é Yassir Zabiri. Marroquino, 20 anos, craque do Mundial sub-20, quatro golos nas quatro rondas do campeonato antes da visita a Lisboa. No reencontro com Prestianni — defrontaram-se na final do campeonato do mundo jovem —, Zabiri esteve relativamente discreto, mas foi seu o disparo que forçou Trubin a parada mais exigente, aos 57'.
O último golo do Famalicão para o campeonato na Luz foi apontado por Dane, em 1991/92. Não foi na fria noite lisboeta que a longa série foi quebrada.
Até final, somente um par de arrancadas de Prestianni, no seu futebol ziguezaguente e incormado, deram alguma emoção à partida. José Mourinho agarrou o resultado com o estilo que deu a esta equipa, a este bloco. O Famalicão não transformou a fábrica de unicórnios em planos concretos. O jogo terminou sem sobressaltos, sereno, como se não estivesse 1-0. Com a marca da segurança deste Benfica."

Barrenechea equilibrou a equipa e manteve o jogo sob controlo


"Em noite de escasso espetáculo, o melhor em campo não foi um ‘artista’, mas sim um ‘seis’ com pés de ‘dez’ e vocação de ‘oito’. Neste Benfica de Mourinho em construção - dos alicerces (defesa), rumo ao telhado (ataque) -, Barrenechea, lúcido, pragmático e sempre no sítio certo, disfarçou alguma falta de inspiração e bastante falta de intensidade (especialmente na primeira parte) dos encarnados

O MELHOR EM CAMPO:
Barrenechea (7)
É preciso andar de lupa para se encontrar uma ação excecional de Enzo Barrenechea ao longo dos 90 minutos. Talvez um passe açucarado para o compatriota Prestianni, aos 25 minutos, tenha sido o momento mais colorido do argentino. Mas o que o médio que na época passada defendeu o Valência deu ao Benfica permitiu, muito provavelmente, à equipa de Mourinho, manter o zero na baliza de Trubin. Era preciso um desarme precioso? Lá estava Enzo. Era preciso sair de uma situação apertada com um passe cirúrgico? Lá estava o Enzo. Era preciso cortar linhas de passe? Lá estava o Enzo. Era preciso usar o corpo para ganhar a jogada? Lá estava o Enzo. Todas estas ações, funcionaram, para o Benfica, como a cola que manteve unida a estrutura e abriu a porta aos três pontos.

5 TRUBIN Genericamente, uma noite descansada, frente a um Famalicão que não soube ser bom no último terço. Depois de ter optado por fugir ao risco, pontapeando para longe, sempre que ‘cheirava’ perigo, foi obrigado a uma primeira (e única) defesa mais apertada aos 57 minutos, e 600 segundos volvidos andou aos papéis ao não capitalizar devidamente os dois metros de altura que ostenta, provocando um enorme calafrio na Luz.

6 DEDICO lateral bósnio começou mal o jogo (aliás os primeiros 15 minutos foram do Famalicão, com o Benfica a ver jogar), nervoso, ansioso e sem ‘timing’ de entrada. Valeu-lhe uma ‘roleta’ bem conseguida ao quarto de hora para ganhar confiança, assinando, daí em diante, uma exibição positiva. Grande destaque para uma ação que protagonizou aos 51 minutos, a fletir da direita para o centro à procura do pé esquerdo, finalizada com um remate forte que saiu pouco ao lado.

6 TOMÁS ARAÚJO - Uma primeira parte com duas intervenções excelentes, a primeira, aos 12 minutos, a dar profundidade à defesa, recuperando uma bola perigosa metida nas suas costas; e a segunda, aos 23, ao tirar, de cabeça, uma bola metida ao segundo poste, que tinha Zabiri como destinatário.

7 OTAMENDI O capitão do Benfica atravessa um bom momento, apesar da enormidade de jogos que já tem nas pernas. Começou por mostrar-se com dois passes que o mais cotado dos ‘maestros’ não desdenharia assinar, aos nove minutos para Dahl e aos 14 para Dedic; à meia hora sofreu a falta de De Haas que seria sancionada com a grande penalidade que Pavlidis transformou em três pontos. No segundo tempo, foi o líder de que o Benfica precisava, sereno, decidido e sempre muito focado.

7 DAHLUm remate perigoso (embora sem muito ângulo) aos 25 minutos, obrigou Carevic a uma boa defesa. Mas o jovem sueco valeu, essencialmente, pela continuidade que deu ao jogo e pela frequência em que se mostrou para oferecer soluções aos companheiros. Já se veem, aqui e ali, alguns sinais de entrosamento com Sudakov.

5 RÍOS - Não foi a noite mais feliz do ‘cafetero’, na Luz. Embora tenha tido, em algumas situações, pormenores de grande brilho, faltou sequência ao seu futebol, alternando o bom com o errático. Também andou longe das zonas onde pode explorar a meia-distância, uma das suas principais armas.

6 PRESTIANNIPode fazer melhor, apesar de ter cumprido na função de ‘agitador’ que lhe foi confiada. A exibição do jovem argentino acabou por ser mais em quantidade (é verdade, deu-se ao jogo como se não houvesse amanhã), do que em qualidade, com muitas jogadas trapalhonas ao longo dos 87 minutos em que esteve em campo. Bom passe para Aursnes (65) e grande remate aos 78 minutos.

5 AURSNES Chamado à posição que tem sido de Barreiro, no apoio a Pavlidis, o norueguês teve uma noite de pouco brilho, escassa inspiração e muita entrega. Teve uma perda de bola para Rodrigo Pereira que podia ter comprometido a sua equipa e aos 65, isolado, permitiu a defesa de Carevic.

6 SUDAKOVUm bom remate aos 11 minutos, parecia ser o início de uma noite de gala. Mas não foi. Apesar de algumas jogadas que revelaram o seu grande talento, ainda não foi o dínamo de que o Benfica precisa para, a partir da esquerda, criar situações de superioridade numérica na zona central. Está mais entrosado, mas a léguas do que pode vir a ser.

6 PAVLIDISSempre pode dizer que resolveu o jogo, com o golo que apontou dos onze metros (execução soberba da grande penalidade, aliás). Mas, porque nunca teve ninguém a apoiá-lo devidamente, acabou por passar ao lado da partida, perdido entre os centrais do Famalicão.

6 ANTÓNIO SILVA Chamado para o lugar de Tomás Araújo aos 55 minutos, esteve bem, nunca arriscou passes para dentro e foi dominador no jogo aéreo.

5 MANUFoi cumprir uma missão tática, dando maior densidade e capacidade de recuperação de bola ao meio-campo do Benfica.

6 RODRIGO RÊGOOlha que boa e refrescante surpresa: sem medo de ter bola, e a gozar cada segundo de fama, o jovem encarnado deixou muitas promessas interessantes.

5 IVANOVICUsou de forma empenhada o tempo que teve para se mostrar. E deu o contributo, essencialmente a defender e fixar adversários, que Mourinho pretendia."

Uma vitória nunca é feia, mesmo que seja assim


"Benfica entrou pior do que o Famalicão no encontro e só de penálti - polémico, até pelas palavras dos famalicenses - marcou; mas foi consistente e leva quatro jogos sem sofrer um golo

Uma vitória nunca é feia, mesmo que ela deva ser enaltecida mais pela segurança defensiva, do que propriamente pela beleza estética de um ataque. O Benfica chegou ao quarto triunfo consecutivo pelo dado mais evidente e comum entre esses encontros: não sofreu golos. Desta vez, perante uma equipa que tinha marcado sempre fora e que na Liga nunca tinha perdido como visitante. Pode não ter sido bonito, mas foi consistente, portanto, o triunfo encarnado.
O Benfica começou de menos e chegou ao intervalo a mais. No bloco de notas de José Mourinho, aqueles 11 minutos iniciais serão valiosos para recordar aos jogadores algo que o treinador insistiu: o que é o Benfica, como é jogar no Benfica. Naqueles 11 minutos, nada do que houve em campo foi propriamente Benfica, por culpa, já agora, de um Famalicão personalizado e que roubou a bola à equipa da casa.
Era um mau início, mas seria só isso, pois a partir do remate de Sudakov no 11.º minuto, o Benfica equilibrou e depois acabou a dominar. Os encarnados não eram propriamente pressionantes, esperavam por um gatilho para pressionar, mas a verdade é que passaram demasiados minutos, em casa, a ver jogar para se superiorizarem.
O primeiro tempo foi, assim, reflexo desta luta ascensional das águias: começaram por baixo, igualaram o adversário no jogo e graças a um remate de Dahl e, sobretudo, ao penálti que Pavlidis converteu saíram por cima.
O grego, aliás, merece umas palavras só para ele. Pavlidis é algumas vezes vítima de uma equipa que tem pouca chegada à área. Daí que, de cada vez que tem uma ocasião, o seu nível de eficácia tenha de ser altíssimo. Os penáltis, por vezes, são uma dessas raras hipóteses que um avançado tem num jogo e o internacional helénico tem sido frio da marca dos onzes metros, impermeável a qualquer polémica vinda de uma decisão arbitral - e esta vai dividir opiniões de novo -, ainda que nesta segunda-feira até ele próprio se tenha dado menos ao jogo. Something went wrong!
É bom lembrar, ainda assim, que o Benfica teve de trazer dinâmicas diferentes para o jogo. Apesar da exibição de Prestianni, não houve Barreiro que tinha vindo a ser complemento bom ao grego. Ou seja, foi uma equipa que teve de ser diferente e que ainda perdeu Tomás Araújo a meio do jogo: aí, sem se refletir a diferença para António Silva, que manteve o nível defensivo e foi limpando o que havia.
O Famalicão teve um remate de Zabiri e uma atrapalhação de Trubin, mas pouco mais fez, ainda que tenha tido boa posse e ligação, com Hugo Oliveira a tentar inverter o destino das coisas com as trocas que efetuou, sobretudo quando tentou ser mais ofensivo e passou Gil Dias para lateral-esquerdo, com as entradas de Elisor e Joujou.
Ainda assim, no meio de algum equilíbrio, foram doBenfica os remates perigosos, mesmo que poucos para quem jogava em casa e tem o peso da camisola que enverga.
Como se disse, não houve beleza na vitória encarnada, mas também esteve longe o Benfica de sofrer como já sofreu neste mesmo estádio, o seu, nos minutos finais de partidas. O Benfica não se viu aflito, foi compacto no final de um jogo que não fica na memória coletiva: nem pelo triunfo, muito menos pela exibição, mas sobretudo porque não houve falhas de concentração. Talvez fique pelo lance de Haas e Otamendi, dependendo de quem o está a analisar. Benfica os remates perigosos, mesmo que poucos para quem jogava em casa e tem o peso da camisola que enverga."

El Mítico: Famalicão...

Terceiro Anel: React - Mourinho - Rescaldo - Famalicão...

Oliveira: Famalicão...

BF: Famalicão...

Observador: Relatório do Jogo - Famalicão....

BI: Rescaldo - Famalicão...

Terceiro Anel: Famalicão...

5 Minutos: Famalicão...