Últimas indefectivações

sábado, 5 de fevereiro de 2011

26 !!!




Mais uma viagem longa, mais uma vitória...

Estrebuchar do velhinho 'sistema'!!!

Candelária 4 - 4 Benfica

Grande Ricardo Silva que a 16 segundos do fim defendeu um livre directo, após cartão azul ao Cacau (a cor mais adequada para este tipo de cartões!!!), isto depois de durante o jogo ter defendido vários livres directos e penalty's...
Continuamos na frente, com uma vantagem menor, perdemos a margem de manobra, mas ninguém disse que 'isto' ia ser fácil...!!!

...dar rotinas aos menos utilizados



Boa réplica, mas continuamos na Taça




Irresponsabilidades

"
...
E é exactamente por isso que estou preocupado com a actual realidade da Federação Portuguesa de Futebol. Permitam-me, por isso, a finalizar uma palavra final em relação a este problema.
Não posso admitir que o Benfica possa vir a sofrer quaisquer tipos de consequências resultantes da irresponsabilidade de alguns dirigentes associativos que não estão preocupados com o futebol, mas apenas com os seus privilégios, com os seus interesses, com os seus lugares. Como se o futebol fosse um entreposto de interesses corporativos.
Dirigentes associativos – felizmente poucos – que não parecem preocupados com a vontade dos clubes, mas sim com os seus privilégios pessoais.
Nunca devemos perder a memória das nossas acções, e eu nunca a perco, mas também tenho bem presente a memória de algumas acções que outros praticaram no passado e a contradição gritante com aquilo que não fazem no presente.
Lembram-se – por exemplo – do empenho, da determinação, do que disse e do que fez, um determinado membro do actual governo, no caso Nuno Assis?
Lembram-se – por exemplo – do empenho, da determinação, do que disse e do que fez, um determinado membro do actual Governo, no caso Carlos Queiroz? Eu lembro-me!
E agora, esse mesmo senhor vem dizer que o Governo não pode entrar pela Federação Portuguesa de Futebol? O problema é que entrou no caso Queiroz, o problema é que não descansou no caso Nuno Assis.
Mas que Governo é este que não consegue aplicar a Lei que fez? Que governante é este que se demite das suas funções quando mais necessário é?
O Ministro que tutela o Desporto tem de intervir, tem de assumir que o futebol não serve apenas para aparecer nas fotografias da Selecção, mas que o futebol deve respeitar a Lei do país que representa.
Lavar as mãos nunca é um bom argumento político. Pactuar com a irresponsabilidade de algumas associações de futebol é render-se a ilegalidade e ao compadrio que tem marcado o futebol português nos últimos anos.
Viva o Benfica e parabéns a todos por mais uma etapa cumprida na renovação das nossas Casas!"

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

É este Benfica que é preciso

"No Estádio do Dragão tudo se passou com normalidade. O Benfica reduzido a 10 de forma injusta, e o Porto acabou com 11 de forma igualmente injusta. Ganhou aquela que é claramente a melhor equipa, e aquela que jogou melhor.
Vilas Boas merece elogios, porque foi correcto e porque com aquele plantel não pode fazer mais.
Aqueles que acusaram Jesus de inventar noutros desafios importantes, não souberam dizer agora que o inventor começou a ganhar o jogo nas suas opções.
O Benfica ganhou em grande parte, graças a Jorge Jesus.
Javi Garcia, Coentrão, e Luisão estiveram enormes pelos encarnados, e reduzido a dez jogadores o Benfica deu recital. O Porto fez com o Benfica o mesmo que o Rio Ave, mas Carlos Brito jogou contra 11.
A verdade é que apenas ganhamos mais um jogo. Um jogo difícil contra um adversário de respeito, mas o objectivo é vencer no Jamor.
Se a sobranceria do Benfica na Supertaça custou caro aos encarnados, a fanfarronice doa azuis e brancos antes deste jogo, foi o início duma exibição medíocre, e de uma derrota clara.
Vilas Boas teve razão. Não foi preciso um super Benfica, para este Porto tão vulgar. Bastou um Benfica concentrado e regular. É este Benfica que é preciso, concentrado e competente.
Jorge Jesus sabe que esta série de vitórias só terá valor se culminar com troféus. Os pequenos clubes festejam a vitória em alguns jogos, os grandes festejam títulos, e eu só festejarei com a vitória no Jamor. Se a segunda mão fosse para a semana a eliminatória estava resolvida a nosso favor, mas daqui a 70 dias há muitos imponderáveis. Mas que ficamos muito perto deste objectivo, disso não tenho dúvidas.
O Estádio do Dragão ficou rendido. O Benfica foi muito superior e desde os 10 minutos só se ouviram 2500 heróis, que cantaram aquilo que seis milhões sentiram."
Sílvio Cervan, in A Bola

Objectivamente (AG da FPF)

"Dois assuntos marcaram, para mim, a semana desportiva: a vitória da vergonha dos 30% na AG da Federação, e a entrevista de Mourinho, ao «Jogo», onde confessa que ganhar no Fc Porto é fácil porque PC é o melhor presidente do Mundo!
Do primeiro tema já muito se falou durante o fim-de-semana, mas ficou por esclarecer se ainda há hipótese de diálogo com gente que não quer perder o poder no futebol português. Lourenço Pinto e os seus aliados já não escondem nada. É tudo às claras! No dia anterior à AG, PC e António Salvador, seu «brother» de Braga, faltaram à reunião de presidentes na Liga. O sinal estava dado. E confirmou-se no dia seguinte. A Associação de Braga, pela voz do seguidista Coutada, dava o dito por não dito e votava ao lado da AF do Porto com Lourenço Pinto. Não têm palavra. O mesmo Coutada, que por escrito, havia garantido voto a favor da aprovação dos estatutos, na hora da verdade fez o que lhe mandaram fazer e juntou-se aos velhos retrógados que tanto mal têm feito ao Futebol Português. E mais uma vez gozaram com Governo, UEFA e FIFA!
Será que o Secretário de Estado do Desporto tem medo desta gente?! Então, lance a bomba atómica, e atribua responsabilidades pelo que se seguirá a estes velhos caducos que recusam sair do poleiro por meia dúzia de favores, convencidos que mandam mesmo no Futebol cá do burgo.
Quanto a Mou, fiquei esclarecido quanto às estrondosas vitórias no Fc Porto: «É fácil ganhar no Porto!». Não havia de ser!? Com o 'melhor presidente do Mundo' e com os Apitos Dourados... Não tenho dúvida nenhuma!"
João Diogo, in O Benfica

Coincidências...

"1. 4.-ª feira: Jogo FC Porto-Nacional. 5.-ª feira: comunicado do Nacional criticando a voto favorável da Associação da Madeira à revisão dos estatutos da Federação. Coincidências...
Também 5.-ª feira: Reunião do Conselho de Presidentes na Liga. Dos 32 clubes faltaram apenas quatro. Quais? FC Porto, SC Braga, Nacional e Olhanense. Coincidências...
Ainda 5.-ª feira: Os clubes do distrito do Porto criticaram o facto de não terem sido ouvidos quanto ao sentido de voto da sua Associação na questão dos estatutos federativos. Excepção: FC Porto. Mais uma coincidência...
6.-ª feira: A Associação de Braga, pela voz do seu presidente Carlos Coutada (outro do tempo da distribuição dos principais pelouros federativos com a Associação do Porto), dá o dito por não dito e anuncia ir votar contra os novos estatutos. Nem sequer houve coincidência...
Sábado: Uma minoria de associações, lideradas pelo Porto (algumas à revelia dos seus clubes), 'boicota' a aprovação dos novos estatutos da Federação. Já não há mesmo pachorra!
2. Acho lógico o FC Porto querer antecipar o jogo com o Nacional, para ter mais tempo de descanso entre os seus jogos com o Sevilha. Mas já não compreendo tão bem a 'simpatia' do Nacional que, tendo um jogo decisivo em Aveiro no sábado, acedeu jogar três dias antes no Dragão. E, por sinal, foi bem menos lutador do que havia sido três dias antes na Luz...
3. Gostei bastante da Gala Eusébio, merecidíssima homenagem ao nosso 'Rei'. E achei excelente ideia a presença de jovens jogadores do Benfica, devidamente equipados, a acompanhar os diversos convidados que subiram ao palco, forma de ligar, de forma permanente, o Clube à homenagem e ao homenageado. E, de entre esses convidados, duas referências especiais: para Artur Agostinho, em surpreendente boa forma nos seus 90 anos, um 'relator' sportinguista que, no Desporto, soube sempre ser imparcial; e para Herman José e o seu portista José Estebes, que teve piada e não ofendeu.
4. O jogo FC Porto-Nacional, em canal aberto (TVI), foi apenas o sétimo mais visto nessa quarta-feira. Pois é, havia o Benfica a jogar com o Rio Ave quase ao mesmo tempo, mesmo em canal pago..."
Arons de Carvalho, in O Benfica

Sempre em trânsito

"Triste é o destino, a que chamamos “periférico” por pudor de utilização da palavra “pobre”, do futebol português, condenado a ser uma escala, um entreposto, um momento provisório para os melhores praticantes da modalidade – sejam eles portugueses ou estrangeiros. As partidas simultâneas de dois homens que ajudavam a subir o nível e a fazer a diferença junto dos adeptos dos respetivos clubes vem recordar-nos uma adenda à verdade anterior – é que tanto faz passar por cá a caminho de uma brilhante carreira internacional (e é isso que se augura a David Luiz) como dar aqui os últimos passos antes da reforma que, no caso dos futebolistas de qualidade, soa sempre a antecipada (caso de Liedson).

Dir-me-ão que as hipóteses de um percurso acompanhado sempre pela mesma camisola, pela mesma cor, pelo mesmo clube são hoje uma nulidade ridícula – pois se os pragmáticos liberais se preparam até para destroçar à espadeirada o Estado Social, se os ideólogos sem ideologia nos querem convencer que a mobilidade, a flexibilidade e a precariedade são hoje características essenciais do Emprego, não será inútil e “romântico” pensar em estabilidade e “longa duração” para uma profissão de picos de exigência, como é o futebol profissional? Sei que os argumentos correm contra mim, que estes tempos não se compadecem com mãos sobre o emblema e emblemas sobre o coração. Mas não me peçam que deixe de considerar decisivos, para o meu amor ao Futebol, símbolos como Eusébio, Humberto Coelho, Rui Costa, Nuno Gomes, Fernando Gomes, Vítor Baía, Jorge Costa, Vítor Damas, Manuel Fernandes ou Oceano. Hoje, com a alta rotação, haverá espaço e ocasião para que quem chega se transforme numa bandeira de clube, numa chave de equipa? Creio bem que não.

Fala mais alto o Deus-Dinheiro, que comanda como bem entende, sem se preocupar com a “carga” que transporta de um lado para o outro. David Luiz vai deixar saudades (e do jogo desta noite, mais importante do que se adivinha, sairá noção mais exata da falta que fará em campo), até porque era um potencial capitão do Benfica à altura dos históricos. Liedson e o seu físico improvável, as suas artes autênticas e as suas artimanhas de “moleque”, os seus sprints e os seus remates intempestivos vão criar um vazio difícil de suportar. Em menos de meio ano, o Sporting perde os seus dois símbolos: primeiro João Moutinho; agora o brasileiro, que nem deixa retorno financeiro digno desse nome. Diz Couceiro aquilo que pode (mas talvez não aquilo que devia): “Não há insubstituíveis no Sporting”. Diz um diretor com dois meses de casa sobre um jogador que ali entusiasmou durante sete anos e meio. E depois ficam todos muito surpreendidos quando a casa vem abaixo..."

Hoje tal como ontem

"Combinava-se que o tempo, a duração do jogo, se media em golos (mudava aos cinco e acabava aos dez), dividíamo-nos em duas equipas, media-se a baliza em passos e fazia-se das mochilas da escola ou dos paralelos da rua os seus postes. Preparado o campo, escolhíamos quem queríamos ser, acreditávamos ser os nossos ídolos, tínhamos a capacidade de nos ‘outrar’, de sermos o outro.
Encarnávamos a categoria senhorial do Humberto, a força e a determinação do Toni, a eficácia do Nené, a frieza do Filipovic, o carisma do Bento ou o talento ímpar do Chalana. E, deste modo, ‘outrando-nos’, elevávamo-nos ao patamar dos nossos ídolos e elevávamo-los à condição de heróis, numa condição situada algures entre os homens e os deuses. Não era por acaso que, na inocência infantil de quem escolhia os nomes com a simplicidade de quem olha para o mundo com olhos limpos, havia nomes escolhidos, e até disputados, em contraste com outros sistematicamente ignorados. Era um critério que ultrapassava o mero reconhecimento do talento, implicava algo de bem mais profundo, mas menos mensurável. Escolhíamos os nomes daqueles com quem nos identificávamos, aqueles nomes que, num processo que não se explica, mas que se sente, tinham conseguido uma relação tão especial com os adeptos que os sentíamos como património colectivo do benfiquismo e não apenas como bons jogadores do Benfica. E, nestas coisas, a miudagem não se engana.
Contava-me, na terça-feira, uma grande benfiquista que vira a Carolina, uma benfiquista dos sete costados e tenros anos, largar uma lágrima grossa e sincera por causa da transferência do David Luiz. Não foi por acaso, foi porque o David Luiz conseguiu, nos tempos actuais, a tal identificação com o benfiquismo. A tal que não se explica, mas que se sente.
Que sirva de consolo à Carolina o facto de o David Luiz ter saído do Benfica, mas ter levado em si o benfiquismo que todos partilhamos."

Pedro F. Ferreira, in O Benfica

Força Vanessa

“Há momentos na vida em que temos de assumir opções que são difíceis, mas sendo difíceis não podemos fugir delas. Esta é, sempre foi, a minha forma de estar na vida, e apesar da angústia que sinto ao assumir esta decisão, creio que é a melhor forma de preservar tudo aquilo que fiz e dediquei ao Triatlo nacional e a Portugal.
Por razões de saúde que me tem impedido nos últimos meses de me dedicar à prática da modalidade que abracei e que tantas alegrias me proporcionou, queria comunicar-vos a minha intenção de interromper temporariamente a prática desportiva. Não se trata de um abandono, mas apenas de uma interrupção temporária que me permita regressar em pleno dentro de pouco tempo.
Espero que compreendam as minhas razões e entendam a dificuldade do momento que actualmente vivo. Sei que vou conseguir voltar e que esta fase representa apenas um curto intervalo na minha carreira desportiva. Espero contar com o vosso apoio,

Vanessa Fernandes”

Rescaldo

Quando o Javi Garcia marcou o segundo golo do Glorioso estas foram as reacções na tribuna corrupta (o Oliveirinha deve estar a pensar no Rangel: a sacana vai-me fod* o esquema!!!), curiosamente durante o jogo a realização da Sporttv não procurou com a insistência habitual os grandes planos da 'entorage' corrupta, porque será?!!!


Mais uma vez, a nossa comitiva foi recebida à pedrada, antes e depois do jogo. Mais uma vez silêncio por parte dos do costume. Isto além da chuva de isqueiros (e afins) que durante o jogo caíram em cima do Júlio César, curiosamente mais uma vez a Sporttv não mostrou interesse no assunto, aliás já no 'clássico' Corruptos-Beira-Mar para a Taça da Liga houve uma chuva de objectos para cima do guarda-redes contrário, com a SIC a 'desviar' as imagens para outra zona das bancadas, apesar do jogo ter sido interrompido por duas vezes!!! (na rádio alguém disse: Pronto caíram 6 isqueiros, agora não é preciso o guarda-redes do Beira-Mar fazer todo este espectáculo!!!) Porque será?!!!



Muitos perguntam como é podemos responder a tudo isto? Simples, observem o Cardozo!!! Ao contrário do que alguns defendem, quando os Corruptos vierem jogar a Lisboa, não podem ser recebidos de forma igual ou parecida, por muito que isso custe temos estar acima destes comportamentos animalescos. Já o ano passado com a simulação do Luisão (lançamento isqueiro) foi 'engraçado' observar as reacções dos avençados Corruptos!!!
Esta situação só acontece, porque à semelhança do ano passado, a 'manga' de acesso aos balneários 'avariou-se' mais uma vez...!!!

Com criatividade, e muito humor, existem maneiras muito mais eficazes de reposta, oiçam a música!!! Divinal
Coentrao feat Barbra Streisand - Benfica Fucks Porto! (Javi Garcia Remix) by pUNpaNoNicUs

Via BnrB

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Futebol português - 'Legalize it'!

"Quando há um jogo em grande, como o de ontem, um clássico empolgado por grandes rivalidades, é normal que durante a semana anterior ao acontecimento os adeptos dos clubes em contenda não pensem noutra coisa que não seja o tal jogo.
E não só não pensem noutra coisa como também não conseguem desligar-se do tema. E ao ponto de todos os outros acontecimentos alheios ao clássico, por mais ou menos corriqueiros que se apresentem, acabarem por ser entendidos e analisados em função do grande jogo em questão.
Foi assim a semana toda anterior ao FC Porto-Benfica de ontem à noite no Estádio do Dragão.
E começou logo - e muito mal - com a assembleia-geral da Federação Portuguesa de Futebol em que forças do Bem saíram a perder apesar de terem somado a seu favor 70 por cento dos votos das Associações distritais. E compreende-se assim as razões que norteiam o bafiento e minoritário furor dos que lutam com as armas que têm contra a adaptação dos Estatutos da FPF à Lei de Bases do Sistema Desportivo.
De qualquer modo, mais transparente não poderia ter sido a reunião magna do caduco futebol português. Que tenha sido uma manifestação de estertor, é o que se deseja.
Ganhar votações com apenas 30 por cento dos votos é, de facto, uma festa, um fenómeno, um grande «xito» dado aos adversários ideológicos, isto para revivermos o termo com que, em tempos, um supremo dirigente da AF Porto, recorrendo ao léxico do jogo da sueca, explicou cientificamente uma qualquer grande vitória nos bastidores do associativismo.
«Demos-lhe um grande xito.» Lembram-se os mais velhos? Quando aos mais novos e aos que ainda não tinham nascido no tempo do «xito», peçam, se fazem favor, esclarecimentos aos vossos pais, aos vossos tios que eles logo vos contam como foi.
Mas como no nosso futebol mudam-se os tempos mas não se mudam as vontades, a coisa no último fim-se-semana deve ter sido vagamente parecida com um «xito». Senão vejamos:
a) As Associações do porto, Braga e Leiria votaram contra o enquadramento dos Estatutos da FPF na Lei e no Regime Jurídico vigente.
b)Passadas 48 horas, com muito pouco destaque na comunicação social, surgiu a voz ainda perplexa do Varzim, através do seu dirigente Lopes de Castro, protestando contra a AF Porto que «marginalizou» os seus filiados Varzim, Penafiel, Rio Ave, Freamunde, Trofense e Desportivo das Aves «por não terem sido contactados» na discussão «da definição do sentido de voto».
Enfim, deram-lhes um «xito», foi o que foi.
Mau presságio, é o que é.
O fim-de-semana não foi só jogo da sueca. Também houve futebol jogado para a Taça da Liga que viu definidos os seus semi-finalistas. O Benfica venceu o Desportivo das Aves por 4-0 e vai discutir com o Sporting o lugar na final e o Nacional, que vencera no Dragão, venceu o Beira-Mar, em Aveiro, e vai discutir com o Paços de Ferreira, que venceu o Sporting para o campeonato, o acesso à final da quarta edição da prova.
Nós, benfiquistas, gostamos muito da Taça da Liga. Nas primeiras três edições, vencemos duas, o que é um bom registo. Alguns benfiquistas, mais optimistas, até dizem que se o Benfica prosseguir na sua recuperação desportiva e conseguir regressar a si próprio, a Taça da Liga, por coincidir com esse ambicionado período de reanimação, poderá vir a transformar-se para nós naquilo que a Supertaça Cândido de Oliveira significa para o FC Porto: uma marca de um historial de sucesso dentro de determinado período histórico.
A verdade é que a Taça da Liga tem dado alegrias aos benfiquistas. Desde as vitórias sobre o Sporting e o FC Porto nas finais de 2009 e 2010 às alegrias mais mesquinhas que foram as de ver os nossos rivais soçobrarem com algum estrondo contra adversários menos qualificados.
Como aconteceu, por exemplo, ao Sporting na final de 2008 perdida para o Vitória de Setúbal e como aconteceu ao FC Porto, na primeira edição, afastado pelo Fátima e, este ano, afastado pelo Nacional da Madeira.
Nesta época já foi incrível ver como é que o FC Porto, tão imperial no campeonato, conseguiu perder com os madeirenses graças aos dois golos de Anselmo e empatar, em Barcelos, com o Gil Vicente graças aos dois golos de Hugo Vieira.
Os benfiquistas pragmáticos dirão que o que faltou a Jorge Jesus na final da Supertaça, em Agosto, e na ida ao Dragão, em Novembro, foi um Anselmo ou um Hugo Vieira. Ou os dois juntos, de preferência.
Bom presságio ou mau presságio? Francamente, não me consigo decidir.
No mesmo dias do início da semana, o Sporting anunciou a venda de Liedson ao Corinthians e o Benfica anunciou a saída de David Luiz para o Chelsea. Trata-se de dois jogadores brasileiros que deixaram a sua marca nos clubes que defenderam em Portugal. Liedson esteve oito anos no Sporting, nunca foi campeão porque não encontrou um Sporting no seu melhor. Mas para os sportinguistas e para todos os outros ficará sempre uma dúvida pertinente: nestes oito anos, se não tivesse Liedson, o Sporting teria sido muito melhor ou muito pior?
A saída de Liedson é, sem qualquer espécie de dúvida, uma boa notícia para o nosso Luisão. É esta a minha homenagem a Liedson. E é bem grande.
Na Luz, a partida de David Luiz teria provocado maior emoção se não tivesse acontecido precisamente nesta semana que antecedeu o FC Porto-Benfica. Até parece que o adeus do nosso muito amado jogador foi ofuscado pelos preliminares do clássico que dominou todas as atenções e abafou todo o resto.
Ao ponto de um amigo meu que passou os últimos meses a temer a saída de David Luiz no mercado de Inverno se ter saído com esta assim que soube da consumação da transferência para o Chelsea:
-Ai é? Olha, é da maneira que estamos garantidos que não vai jogar a defesa-esquerdo na quarta-feira.
Por portas travessas, considerei este um bom presságio.
Depois veio o presidente do Corinthians dizer que não tinha pago ao Sporting os 2,1 milhões de euros que o clube português comunicou à CMVM e que tinha comprado Liedson bem mais barato «por 1,5 milhões de euros em 18 meses».
Depois veio o Marítimo exibir trocas de correspondência e afirmar, em comunicado, que «os documentos desmentem claramente» que a proposta do FC Porto por Kléber foi mais alta do que a do Sporting. Como se não lhes bastasse o sarilho em que se estão a meter, os dirigentes madeirenses ainda se atreveram a questionar publicamente o seguinte: «Mas se a proposta do FC Porto ao Atlético Mineiro foi mais alta, onde é que pará o resto do dinheiro? Nalgum saco azul?»
Enfim, estes pormenores desagradáveis dos negócios da concorrência terão acalmado alguns benfiquistas mais inconformados com a saída de David Luiz. Outro bom presságio...
Aproximou-se a hora do jogo e os benfiquistas são informados de que César Peixoto, um jogador com quem embirram, vai ser titular. Traçam-se as conjecturas mais negras, tal como seria de esperar. A maioria considera a titularidade de Peixoto um mau presságio.
Afinal não foi um mau presságio. O Benfica venceu o FC Porto com uma exibição duas vezes categórica. Foi categórica na superioridade do seu futebol até ao momento em que Paulo Baptista expulsou incrivelmente Fábio Coentrão e foi ainda mais categórico quando, reduzido a dez elementos, deu um festival de empenho e de solidariedade absolutamente notável.
E ainda estamos em quatro frentes."
Leonor Pinhão, in A Bola

Saviola

"Justíssimo. Trata-se de um profissional brilhante. Daqueles que enobrece o seu ofício. Escrevi propositadamente profissional e não jogador. Porque o argentino é profissionalmente completo. Atleta de inegáveis recursos técnicos e tácticos, de uma intelegência fina e arguta, trabalhador incansável, com a regularidade de um relógio de precisão, com raro sentido de eficácia e noção da «produtividade do esforço». Mas também sereno, sem alardes ou tiques de vedetismo disparatado, leal e correcto para com colegas e adversários, respeitador. Vê-se que exerce a sua actividade com o sentido lúdico do dever. Trabalhar jogando não é para ele nem uma cruz nem uma expressão narcísica. Sabe, como ninguém, emprestar o individual ao colectivo num rendimento quase musical de opções e movimentos.
O melhor profissional é aquele para quem o seu mister é o prolongamento da sua vida pessoal e vice-versa. Igual a si mesmo. Sem teatro ou máscara. Não conheço pessoalmente Saviola, mas aposto que ele é nos relvados o que é na rua, em casa, na sociedade: um homem discreto, responsável e simples. Avesso à ilusão, à quimera, ao deslumbramento efémero, ao aplauso de ocasião.
Não é dado a espalhafatos tontos nem a histrionismo bacoco. Como um dos seus irmãos (benfiquista, claro!) me disse, quando há tempos me sugeriu que nesta coluna escrevesse sobre o Saviola, é «um vagabundo que nunca ri». Com 1,68 m de altura e muito mais de personalidade.
Saviola irá longe quando os holofotes se apagarem. Porque tem vida a carácter para além do futebol. Como o inolvidável Preud'Homme."
Bagão Félix, in A Bola

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Grito...




Hoje, foi gritante a diferença de valor entre as duas equipas, basta comparar directamente os onzes iniciais, jogador com jogador por posição, analisar o passado de cada jogador antes de chegar aos Corruptos, e ao Benfica, verificar o curriculum como internacionais pelas suas Selecções (incluindo as selecções jovens), não fosse os '(des)equilibridores' profissionais, que andam com apitos na boca, e a classificação do Campeonato seria completamente inversa...
Os Corruptos hoje quiseram ser 'cagões', nem sequer fizeram estágio, o desprezo saiu-lhes pela (Cu)latra!!!
Mais uma inacreditável flash-interview, onde o avençado pede desculpa antecipadamente por qualquer pergunta mais afoita!!! Como questionar a convocatória!!! Tareco, senta...!!!
Recordo um Corruptos-Benfica apitado por Paulo Costa, onde após uma primeira parte estranhamente normal, com o resultado favorável ao Benfica, curiosamente (ou não) o critério alterou-se totalmente na segunda parte, com várias expulsões, e com os Corruptos a ganhar. Hoje assistimos a algo parecido, que 'jantar' terá sido servido no balneário dos árbitros, ao intervalo?!!!

PS: Um grande bem-haja, e muita força para os Benfiquistas de Gaia, que mais uma vez, foram vitimas de vandalismo cobarde. Para os carolas da Casa do Benfica de Gaia: Façam hoje a Festa, ninguém calará o nosso Benfiquismo, esta vitória deveria ser dedicada a vocês.
adenda: Fiquei contente ao ouvir o Jesus a dedicar a vitória aos adeptos Gloriosos que foram ao Estádio do Ladrão, e aos Benfiquistas da Casa de Benfica de Gaia. Mas não compreendi o porquê do elogio ao Paulo Batista. Além da ridicula expulsão do Coentrão perdoou a expulsão ao Belucha, inventou várias faltas junto da área do Benfica, mais do mesmo...
Depois de tantas boas decisões, o Jesus teve mal nesta tirada...



Sem Tréguas XXVI

Alianças
O comunicado do Marítimo sobre o caso Kléber é verdadeiramente histórico, não é a primeira vez que um clube 'pequeno' Português afronta o todo-poderoso Papa, mas ao contrário dos outros, o Marítimo tem o apoio financeiro do Governo Regional, o que lhe dá alguma independência em relação aos resultados desportivos. Assim não é provável o 'desaparecimento' do Marítimo, algo que já aconteceu com outros, que pagaram caro o acto de desafiarem os Corruptos-Mor.
Mais uma vez, os fod* foram os Lagartos, algo já habitual, que poderia servir-lhes de 'abre olhos' mas duvido (li um rumor que o Levezinho no Verão vai-se mudar para Palermo, a ser verdade, seria mais um episódio engraçado!!!)...
Nota-se esta época na Direcção do Benfica uma tentativa mais declarada de 'estender a mão' a outros clubes, com direito a votos na Liga. É algo que já devia ter sido feito à mais tempo, com maior insistência na minha opinião, é verdade que vão existir situações onde vamos ter que 'apertar a mão' a pessoas, ou clubes, que não o mereciam, mas será sempre um mal menor.
O Marítimo estará de certeza no nosso lado, além do Kléber ainda existe o caso Pepe. Clubes como o Rio Ave, o Paços de Ferreira raramente alinharam com os Corruptos. O próprio Olhanense parece estar a mudar. Depois ainda existe a Segunda Liga, onde estamos 'desvantagem', mas pelo menos parece que 'convencemos' o Varzim...
Quando eu digo 'ganhar' clubes para o nosso lado, não quero dizer criar 'satélites', completamente dependentes das nossas posições, basta não seguirem as 'indicações' Corruptas, por principio, ou porque foram 'aldrabados' (como o Marítimo, mais do que uma vez...), para podermos considera-los como 'nossos'. E é aqui que os Lagartos são importantes!!! Mesmo com toda a sua inequívoca decadência, continuam a ter um estatuto (imerecido, mas têm-o) de 'grandes', e nesta 'guerra' diplomática seria muito importante ter a Direcção do Sporting do nosso lado, fazendo efectivamente força para que as coisas mudem. Aliás como o Dias da Cunha pretendia. Isto transforma as futuras eleições Lagartas, num acto potencialmente importante!!! Se calhar vai tudo continuar na mesma, mas se algum 'aventureiro', com um discurso de ruptura com o passado recente ganhar, as coisas podem mudar mais rapidamente...
Seja como for, este é um trabalho de sapa, que é necessário fazer, com paciência, 'engolindo alguns sapos', não se pode mudar tudo de repente, mas como se viu no actual imbróglio federativo, 70% dos votos da Assembleia Geral da FPF foram contrários às pretensões dos Corruptos (neste caso especifico não chega, mas para uma deliberação 'normal' já seria suficiente), quando dentro da Liga, esta balança mudar, poderemos gritar vitória, até lá temos que 'trabalhar'...

Esperança




terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Obrigado David, boa sorte, e até à próxima


Era inevitável, agora, ou mais tarde, o David seria vendido. Esta é daquelas situações que pode ser apelidada como o Cumulo da Insatisfação!!! Se o David tivesse jogado mal no Benfica estaríamos insatisfeitos por razões desportivas, e ele nunca seria vendido para o Chelsea muito menos por estas quantias, como o David desde que chegou ao Benfica jogou quase sempre bem, foi hoje vendido, e bem vendido na minha opinião, mas nós continuamos insatisfeitos!!!
Isto de viver num minúsculo mercado, pejado de corruptos é frustrante. E assim continuará a ser, todos os jogadores, portugueses ou estrangeiros, que ao serviço do Benfica tenham o 'azar' de se evidenciar pela positiva, vão ser inevitavelmente vendidos a clubes Ingleses, Espanhóis ou Italianos, portanto não vale a pena as sessões de histerismo barato, que alguns teimam em repetir sempre que o Benfica vende um jogador, pior, muito pior era quando nenhum dos clubes com grandes orçamentos 'procuravam' jogadores do Benfica!!!

Preocupem-se em acarinhar aqueles que estão cá, porque ao contrário do que alguns podem pensar não é fácil convencer grandes jogadores como Aimar, Saviola, Salvio a 'ficarem' por Portugal, e se julgam que o dinheiro que nós lhe pagamos é suficiente, então desenganem-se porque lá fora pagam mais, perguntem ao David...!!!

Uma nota final: Tenho a plena convicção, que um dia o David vai voltar a vestir a camisola do Benfica.


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Добродошли Nemanja Matic



Como se pode perceber pelas imagens, parece ser um jogador com um excelente pé esquerdo, que sabe proteger a bola com o corpo, e com facilidade no passe curto e longo, fisicamente forte, e ainda estranhamente alto para a posição que ocupa!!! Provavelmente um '8', e não um trinco como já 'alguns' dizem. Com a saída do Ramires e a lesão do Rúben, pode ser muito útil...!!!



adenda: Só chega no Verão!!!

domingo, 30 de janeiro de 2011

'Fome' de títulos !!!



Como disse ontem, era muito importante vencer hoje. Com este triunfo garantimos o 1º lugar nesta 1ª fase que conta para muito pouco!!! Tínhamos perdido em Espinho em circunstâncias especiais. Vencer a 1ª fase com 2 derrotas, nos dois jogos com a nossa 'besta negra' das últimas épocas, seria complicado de gerir mentalmente. Ainda por cima a vitória foi por 3-0!!! No 1º set tivemos a perder por 3-10, e por 12-19 e no final ganhámos!!! No 3º set tivemos a perder por 10-14 e ganhámos!!! Inexplicavelmente na 2ª fase todas as equipas começam com os mesmos pontos, mas estou tranquilo, porque existe 'fome' de títulos na Luz...!!!

Competência




Superiores




David Luiz, o início

"No dia 8 de março de 2007 tive o privilégio de assistir ao vivo à estreia de David Luiz com a camisola do Benfica, no estádio do Paris SG. Se não me engano, a equipa técnica arriscou a utilização de Luisão a titular, apesar de este não ter recuperado plenamente de uma lesão que o afligia, precisamente porque preferia não dar a titularidade a um miúdo de 19 anos, que vinha da 3.ª Divisão do campeonato brasileiro. Bom, acontece que, ao minuto 33, Luisão ressentiu-se da lesão. Nesse momento, Fernando Santos olha para o banco: não tem Katsouranis, não tem Alcides, e, depois de considerar e abandonar a hipótese de se colocar a si próprio no eixo da defesa encarnada, lança a contragosto David Luiz na partida.

Em 1854, durante a Guerra da Crimeia, enquanto assistia a uma voluntariosa carga de cavalaria da Brigada Ligeira inglesa contra a bem defendida artilharia russa, o general Bosquet comentou para a pessoa que se encontrava ao seu lado: “É magnífico, mas não é guerra”. Pois bem, algo semelhante se poderia dizer sobre a inesperada estreia de David Luiz em Paris: era magnífico, mas não era futebol. Era só ainda bravura e resiliência.

Como seria de prever, David Luiz entrou visivelmente nervoso e até foi dele a culpa do primeiro golo adversário (mas até isso considero que foi um sinal de respeito pelo clube – digam o que disserem, não há nada pior do que um jogador que rubrica uma exibição sem mácula logo na primeira vez em que veste a camisola do Benfica. Pessoalmente, levo isso a mal. Um jogador que se estreie com a camisola do Benfica e a quem as pernas não tremam nas primeiras cento e cinquenta vezes em que toca na bola é alguém que não tem a mínima ideia da grandeza do Benfica). Depois, desde a segunda parte dessa partida até à atualidade, é o que se tem visto: um Beckenbauer, mas em bom. Se for para o Chelsea, muito e muito obrigado por tudo. Se não for, é possível que, na quarta-feira à noite, ele tenha umas contas a ajustar."

Miguel Góis, in Record

A lapa

"Há poucas coisas mais deprimentes do que o espetáculo de um medíocre agarrado à cadeira do poder. Um dia, já sabemos pela nossa história, acaba por cair do trono. Mas até lá, além do mal que nos faz, presta-se ao degradante espetáculo da sua própria agonia como governante. Assim está Gilberto Madaíl.

Em 14 anos, pode-se dizer que teve uma vitória: a organização do Euro’2004. Uma tragédia para as finanças do País, que ainda estamos a pagar, é verdade. Mas essa é responsabilidade do poder político. Fora isso, é tudo demasiado mau para ser verdade. Foram 14 anos de opacidade, falta de rigor e descrédito do futebol nacional. Das arbitragens à Seleção, passando pela ausência de regeneração e de profissionalismo, Madaíl é a personificação da incompetência e de cedência aos jogos de interesse que matam um jogo, um espetáculo e um negócio que vivem da credibilidade. E ele não tem nenhuma.

Os últimos anos foram trágico-cómicos e deviam servir para que o senhor percebesse que o seu tempo já acabou há muito. A novela de Carlos Queiroz, que culminou com o patético pedido a Mourinho para fazer uma perninha na Seleção. Os sucessivos episódios envolvendo arbitragens. A falta de autoridade em matéria disciplinar. A inadequação dos estatutos ao novo quadro legal. As trapalhadas sucederam-se. E, nem assim, Madaíl percebeu que está a mais. Para espanto dos mais ingénuos, que ainda acreditavam que havia, no futebol nacional, quem tivesse vergonha na cara, o presidente põe a possibilidade de se recandidatar. E, sabendo dos instintos suicidas da Federação, ainda pode ganhar. Faça um favor ao País e ao futebol, senhor Madaíl: vá-se embora enquanto ainda lhe sobra uma réstia de dignidade."