Últimas indefectivações

sábado, 21 de julho de 2012

Mantorras

"Já aqui escrevi que Pedro Manuel Torres, Mantorras, merecia mais da vida e do Futebol. Mas de facto, alguns adversários e algumas arbitragens não deixaram jogar o Mantorras. O fenomenal angolano, de 'águia ao peito', pegava na bola e antes que fizesse gato-sapato dos adversários, como fez do Sporting num jogo ainda com a camisola do Alverca, era vítima das mais brutais, traiçoeiras e impunes agressões. E foi assim que Mantorras sofreu uma dramática lesão num joelho, quatro intervenções cirúrgicas e três anos de afastamento dos relvados. Apesar de tudo, Mantorras ainda foi um jogador talismã numa época do Benfica campeão, em 2004/2005, quando saltava do banco e resolvia. De maneira que, para além de embaixador do Benfica, Mantorras talvez também pudesse dar alguns conselhos particulares a novos atletas do Clube sobre a colocação na área, a oportunidade de meter o pé à bola e o instinto pela baliza adversária.
Mantorras despediu-se do relvado da Luz, com a camisola que tem a cor e o emblema do seu coração, num início de época em que o Benfica procura identidade de um novo plantel. O Benfica está a preparar a época com um plantel que, porventura, não será rigorosamente aquele que vai disputar as competições em que O Glorioso vai estar envolvido. É estranho ver evoluir em campo jogadores que eventualmente não ficam e não conhecer ainda outros que estarão possivelmente para chegar. Seja como for, o Benfica já confirmou nos primeiros jogos a sua vocação de equipa de ataque, capaz de criar numerosas ocasiões de golo.
Mantorras não era apenas um matador. Ele próprio fintava e por vezes sentava os adversários, conduzia a bola e finalizava. Mas é por ventura pelo instinto do finalizador que ele deixa mais saudades. E também pela alegria com que jogava."

João Paulo Guerra, in O Benfica

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Mantorras - adeus ídolo

"Os grandes nomes do futebol, muitos do passado mas também alguns do presente, provaram na Luz, juntamente com mais de 30 mil adeptos e com a total disponibilidade benfiquista, que não perdem de vista as causas sociais - infelizmente, no século XXI, onde a manda a tecnologia, mas como grassa a hipocrisia de muitos governantes, ditadores assumidos ou disfarçados de colarinho branco, que já não é só em África ou na Ásia que se morre de fome. Fome; ter fome; morrer de fome; sobreviver com fome -, Luís Figo, os seus amigos e o SL Benfica deram o muito que ainda têm e mostraram ao mundo que há gestos que ficam para toda a vida.
Dessa noite de solidariedade fica também o adeus ao futebol de um daqueles que merecia ter sido feliz: Mantorras. Eusébio, que gostei imenso de ver, pela televisão, recuperado, foi jogador genial; para mim Mantorras foi o que mais dele se aproximou. Tinha tudo mas não teve sorte; outros tiveram-na e jogaram-na à rua. Onde Mantorras podia ter chegado se tem sido bafejado pela deusa fortuna. Só precisava de ter tido um bocadinho disso. Um dos maiores ídolos do futebol português disse adeus mas na minha memória perdurarão para sempre a portentosa exibição protagonizada frente ao Sporting pelo Alverca (lembras-te amigo Alexandre Albuquerque?) e o golo de livre ao V. Setúbal. O que desejo a Mantorras é que tenha no futuro a pontinha de sorte que não encontrou no futebol.
Rui Costa - é evidente que não podia marcar o penalty ao seu clube; bem basta o que se passou na Fiorentina - encontrou no ciclismo um homónimo à sua altura. Tem feito de tudo neste Tour para que Portugal se faça notado. Agostinho foi o maior de todos mas este Rui Costa fica muito bem no pódio ao seu lado."

José Manuel Freitas, in A Bola

A falência do histórico Rangers

"O Glasgow Rangers, histórico clube europeu, faliu, e desapareceu como tal. Parece haver um sucedâneo que começa da quarta divisão. Acabou o Old Firm, o mais antigo derby do mundo mas também devia também acabar a irresponsabilidade financeira. O risco existe, e não é só em pequenos clubes. Há grandes, alguns dos maiores, cuja situação é dramática.
Há bem pouco tempo, Rodrigo Nunes (Feirense), cheio de razão alertava para a «batotice financeira» existente. Os clubes, como os países, empresas e famílias têm que se adaptar à sua realidade económica. Em Portugal são 30 anos de cosméticos. Primeiros foram as bombas de gasolina a disfarçar os défices, depois alguns bingos pareciam ser o El Dourado, mais tarde com o advento das SAD, poucos ouviram sem se rir as sábias palavras de Alfredo Farinha.
E agora? Falir as SAD e começar da quarta divisão? No futuro muito próximo, ganhará desportivamente quem estiver mais sadio financeiramente. Na Europa do futebol o Bayern será cliente assíduo das finais e os irresponsáveis financeiramente vão arrastar-se por caminhos penosos. O dinheiro não é tudo e no futebol é bom que assim seja. O encanto está em ver pequenos e ganhar aos maiores, no fazer grandes equipas com menos recursos, não está no não pagar, no não cumprir e no aldrabar contabilidades.
Gostei até agora da pré-época encarnada. Este Benfica parece sólido e seguro, recheado de soluções mesmo sem contar com Rodrigo e Nélson Oliveira que ainda não se juntaram ao grupo.
Na passada quarta-feira vi poucos minutos de Ricardo Araújo Pereira e Pedro Ribeiro. Julgo que ainda é cedo para saber se têm lugar no plantel. Muito seguros no aquecimento, rápidos a bater palmas, mas preciso de ver o entendimento com Pablo Aimar para emitir um juízo definitivo. De qualquer forma, melhores que Thomas, Rojas e Escalona parece garantido."

Sílvio Cervan, in A Bola

Não há rebanhos, felizmente

"Não se corre o risco de ver Pinto da Costa fechar o hóquei em patins do FC Porto por também terem perdido o título nacional para o Benfica. Já no que diz respeito ao futebol, o caso fia mais fino...

AS generalizações são sempre perigosas porque, inevitavelmente, carregam uma falsidade do tipo abrangente, universal, que é de evitar a todo o custo se quisermos olhar para situações, pessoas, instituições e outras minudências com olhos de bem as ver.
Vem isto a propósito do recente episódio ocorrido no aeroporto Sá Carneiro, da cidade do Porto, aquando do regresso da equipa de futebol do principal clube da Invicta depois de um estágio de preparação para a nova temporada realizado no estrangeiro.
Aconteceu que os jogadores de futebol do FC Porto tinham à sua espera no aeroporto um grupo impecavelmente ordeiro de adeptos do clube que quiseram aproveitar o arraial jornalístico que sempre se monta em acontecimentos do género futebolístico para vincarem um protesto contra a anunciada extinção da secção de basquetebol do clube.
Certamente que esta manifestação no aeroporto não foi organizada por um bando de delinquentes e é de duvidar que os adeptos do basquetebol portista presente em Pedras Rubras fossem, um a um, os mesmos que no fim do jogo decisivo do último campeonato impediram à bruta que a equipa campeã recebesse o troféu em campo.
Na verdade, são situações que não se compadecem uma com a outra.
E porque, à chegada da equipa de futebol do estágio no estrangeiro, não houve no aeroporto cânticos «SLB, SLB, filhos da puta, SLB» é quase permitido concluir, em abono dos presentes, que não era aquela a mesma gente que se manifestou de forma tão pouco ordeira quando o Benfica foi ganhar o campeonato ao Dragão.
À boleia do futebol e da incontornável visibilidade do futebol, os portistas amantes do basquetebol compareceram no aeroporto equipados com os artefactos próprios da modalidade, envergando camisolas com nomes dos seus heróis da bola ao cesto. Não deixando de apoiar os futebolistas que regressavam a casa, os pacíficos manifestantes não enjeitaram a oportunidade de, com bons modos, fazer valer a sua tristeza pelo fim do basquetebol no FC Porto.
Nos jornais do dia seguinte o protesto não foi ignorado. E seria, com certeza, esta ideia dos protestantes. Tornar pública a sua legítima insatisfação.
Não caiam, portanto, os benfiquistas na disparatada e abusiva tentação de concluir com pressa e regozijo que a decisão superior de acabar com o basquetebol no Dragão foi mansamente acatada pela generalidade dos adeptos portistas, arrebanhados em prol da urgência de se acabar com o basquetebol da casa pelas simples razão de que se perdeu, na dita casa, o último título em disputa para o rival Benfica.
Lá como cá, há pessoas que pensam de modo diferente e que reagem de modo diverso perante as mais diversas situações.
A questão é que, quer na Luz quer no Dragão, há quem goste mesmo de basquetebol, do jogo propriamente dito, e não o veja como uma mera actividade-modalidade compensatória em função única e exclusiva dos dislates do futebol.
No fundo, é uma questão de tacanhez de espírito. Tacanhos há em todo o lado, como sabemos e por muito que nos custe reconhecer. E tacanhos-exacerbados é o que é mais, ainda que não maioria em nenhum dos círculos.
Na franja benfiquista mais tacanha-exacerbada não há quem não conclua que o fecho do basquetebol portista se deve única exclusivamente ao facto de Pinto da Costa não ter aguentado psicologicamente a festa do título benfiquista no pavilhão do Dragão.
E que, para castigar a incompreensível falha dos seus incensados super poderes e para punir, como exemplo para memória futura, a incompetência dos técnicos e dos jogadores do basquetebol que se atreveram a entregar o ouro ao bandido, outro remédio não teve o presidente do FC Porto do que sentenciar a morte de toda uma história de uma modalidade do clube de modo a que, venha quem vier incomodá-lo com o título de campeão de basquetebol conquistado pelo Benfica, possa ele responder com a ironia do costume:
-Basquetebol? Isso nem existe.
Já na franja portista mais exacerbada-tacanha, a justificação para o encerramento do basquetebol profissional é completamente diferente da que vinga na sua congénere benfiquista. E entra pelos olhos adentro como uma evidência papal: trata-se apenas de os mandar ir jogar sozinhos, carago!
Aqui está um grande, um enorme consolo para a dita franja auto convencida, por razões insondáveis, de que sem o FC Porto na competição todos os títulos que o Benfica venha a conquistar não vão ter o mesmo sabor, não vão conseguir fazer sequer saltar uma rolha de uma garrafa de espumante nacional.
O que não é verdade porque se tomarmos o exemplo do futsal, onde o FC Porto também não vai a jogo, a alegria causada aos benfiquistas pelos títulos conquistados pela sua equipa nunca se ressentiu, nem nunca se vai ressentir, da ausência na competição de uma equipa de futebol de 5 vinda do Dragão.
Julgo que no domínio dos raciocínios tacanhos-exacerbados, a franja portista comete um abuso de interpretação dos factos e dos respectivos sabores bem maior do que o cometido pela franja benfiquista.
Haverá uma franja de adeptos portistas tacanhamente convencidos de que, tal como acontece com eles em relação ao Benfica, também os benfiquistas precisam do FC Porto para justificar a sua essência, valor, importância e genuinidade enquanto clube? Quer parecer que sim.
Enganam-se porque, cometendo o pecado das generalizações em seu favor, sofrem de uma visão distorcida de realidade, visão essa que muito os satisfaz e nela se comprazem.
No entanto, também a franja tacanha-exacerbada de benfiquistas comete um pecado parecido quando se compraz julgando que o presidente do FC Porto fechou o basquetebol num ataque fulminante de dor de corno, encantadora expressão popular, ao ver o Benfica ser campeão diante do seu nariz.
Honrados pela importância dada por Pinto da Costa ao Benfica, haverá certamente alguns benfiquistas, poucos, que nem se esforçam por reconhecer a maior de todas as evidências do caso do fim do basquetebol portista: o dinheiro.
É a economia, amigos!
Num e no outro clube, felizmente, há gente bem-humorada e que opta por ultrapassar todas estas tensões com um sorriso. Façamos por isso e respeitemos todas as opiniões. Não há rebanhos, felizmente.
Na minha opinião, por exemplo, julgo que não se corre o risco de vermos o presidente Pinto da Costa a fechar o hóquei em patins do FC Porto por também terem perdido o título nacional para o Benfica depois de 10 anos de enfiada no primeiro lugar. Já que no que diz respeito ao futebol, o caso fia mais fino.
Julgo que se o Benfica for, alguma vez, campeão nacional por dois anos consecutivos, pensando melhor, por três anos consecutivos, alguma coisa vai ter de fechar no FC Porto. E não me refiro às torneiras, obviamente.

ONTEM, a um quarto de hora do fim do jogo de beneficência entre Benfica & amigos e Luís Figo & amigos, o fiscal de linha inventou um fora-de-jogo numa jogada de ataque dos amigos de Luís Figo e o Estádio da Luz veio abaixo com vaias porque o autor do passe fatalmente interrompido fora Rui Costa, já a jogar pela equipa visitante.
São estas as graças dos jogos a brincar e com cariz de bondade.
Quem não teve bondade nenhuma com Melgarejo foi Luís Figo que, bem no princípio do jogo, aplicou meio-nó cego ao jovem paraguaio, deixando-o entontecido. Há males que vêm por bem. Pode ser que, assim, o Benfica ainda vá a tempo de, ao fim de dois anos de buscas infrutíferas, conseguir descobrir e comprar um lateral-esquerdo.
No jogo que antecedeu o prato principal, a equipa B do Benfica venceu por 3-1 o Beira-Mar. Como o golo dos aveirenses foi marcado por Balboa, quase se pode dizer que, na verdade,  resultado foi de 4-0."

Leonor Pinhão, in A Bola

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Tour de France

"Sempre gostei de acompanhar o Tour. Desde os tempos de Anquetil até agora. Lembro-me como me regozijei com um então quase impensável 10º lugar de Alves Barbosa em 1956 e com os notáveis feitos de Joaquim Agostinho. Então socorria-me das muitas páginas que A BOLA dedicava ao Tour. A televisão era escassa e os Alpes e Pirenéus com os seus Col eram mais produto da imaginação do que da imagem visionada.
Agora que escasseiam os ídolos e abundam as suspeitas de doping e batotas, é a televisão que nos faz abraçar o Tour e tê-lo como companhia fiel em Julho. Este ano, mesmo sem Contador e A. Schleck (que, por certo, dariam um acrescido interesse desportivo), estamos perante transmissões notáveis. Superiormente realizadas, com pormenores deliciosos sobre o interior do pelotão, com imagens soberbas sobre a heterogeneidade de uma natureza pródiga em beleza. E com bons comentadores da RTP que pedem meças a todos os que por aí há no mundo do futebol.
Às vezes, ao pensar na penosidade de, para ver escassos minutos entusiasmantes de um jogo de futebol, ter de aturar a pasmaceira de todos os outros minutos feitos de letargia, tácticas sonolentas, interrupções para todos os gostos, pergunto-me como é que o desporto é cada vez mais só o futebol. E encontro uma poderosa razão que explica a diferença: no futebol a paixão de representação suplanta a vacuidade de parte do espectáculo. No ciclismo de elite acontece o inverso: a magnanimidade do espectáculo não consegue suplantar a ausência da paixão, agora que não há países ou clubes representados, mas marcas comerciais que não nos aquecem o coração."

Bagão Félix, in A Bola

Ainda a crise

"O desporto, ainda que com atraso, sente as dificuldades por que passa o país (e não só). O futebol é, naturalmente, o seu epicentro mais visível. Viver acima das possibilidades é, agora, uma forma directa e fatal de destruir o futuro. O crédito bancário aperta, as condições de financiamento são mais dispendiosas, os salários são incompatíveis com as receitas correntes, as estruturas técnicas e administrativas estão inflacionadas, o recebimento de transferências perde-se no tempo no tempo, as receitas de publicidade diminuem. Claro que a expressão dessas dificuldades varia consoante a dimensão do clube e a 'arte' de adiar o inadiável.
Escrevi nesta coluna, há um ano que os clubes sobrevivem como os Estados: acumulando dívida ou antecipando proveitos futuros. Repercutem para a frente os gastos de hoje. Com uma diferença: não podem cobrar... impostos!
Neste contexto, foi de todo incompreensível a proibição de cedências de jogadores a clubes da mesma Liga. À boa maneira portuguesa, passa-se da magnitude do exagero ao absolutismo da interdição, como se não houvesse uma medida de equilíbrio entre os extremos. Sabendo-se que, se tal assim ficar, nascerão formas de engenharia laboral para atingir os mesmos fins.
Um dano colateral da crise no futebol é também a degradação competitiva das modalidades. Isto apesar de um só ordenado no futebol de alguns clubes poder pagar uma dessas modalidades. Não foi, por isso, com agrado que li que o FC Porto iria deixar de competir no basquetebol. O ecletismo de um clube é, na minha opinião, um dos baluartes que, só em situação de desespero, deve ser questionado."

Bagão Félix, in A Bola

O grande gesto...




Fundação Benfica 5 - 1 Fundação Luís Figo & ACNUR

Além do trabalho habitual da Fundação Benfica, este tipo de iniciativas também começa a ser regular no Clube, marcando uma diferença abismal no panorama nacional... mas até a nível mundial o Benfica começa a deixar marca nos jogos de solidariedade...

Do jogo, ficam dois 'momentos' eternos: Rui Costa e Mantorras... para sempre !!! A presença do King também foi reconfortente...

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Equipa B... Atitude A !!!


Benfica B 3 - 1 Beira-Mar

Não consegui ver o jogo todo, mas os momentos que a assisti, gostei... fiquei mesmo muito contente, com uma jovem equipa do Benfica, com uma excelente atitude. Agressivos, rápidos, ofensivos, mas ainda ingénuos em muitos momentos... É óbvio que o primeiro jogo no Estádio da Luz, foi um forte incentivo, mas espero que a equipa técnica e os jogadores consigam transportar para a época oficial, todo este entusiasmo... O potencial de praticamente todos estes jogadores é indesmentível, mas isso não chega, é preciso trabalhar todos os dias, é preciso evoluir, é preciso aprender a decidir 'bem' no momento certo...

Se os empréstimos voltarem a ser permitidos, é provável, que alguns jogadores saíam... e a equipa ficará mais fraca. Por outro lado, nesse caso, os jogadores ainda Juniores, vão ter mais oportunidades na equipa B, voltando aos Juniores somente na Fase Final... Mas como hoje vários jogadores que vão fazer parte deste plantel ficaram na bancada com pequenos toques, penso que os treinadores vão ter muito por onde escolher...

Depois da derrota com o Olhanense - da I Liga - por 1-2, uma vitória ao Beira-Mar - da I Liga - por 3-1... a pré-época vai continuar com vários adversários da I Liga, se por um lado eleva o grau de dificuldade, por outro lado pode ser 'enganador' porque com este Benfica a jogar assim, provavelmente vão defrontar na II Liga, alguns 'autocarros'!!! 

terça-feira, 17 de julho de 2012

O gesto (II)...

Juniores

Plantel de Juniores 2012/2013



Guarda-Redes
José Costa
Ruben Alfaiate
Vitor Rodrigues

Defesas
David Carvalho (defesa-direito)
Nelson Monte (defesa-direito/central)
Miguel Lopes (defesa-direito)
Pedro Rebocho (defesa-esquerdo/direito)
Rafael Almeida (defesa-esquerdo)
João Nunes (defesa-central)
Alexandre Alfaiate (defesa-central)
Tiago Duque (defesa-central)
Fábio Cardoso (defesa-central)
Rudinilson "Rudy" (defesa-central)

Médios
Valdomiro Lameira "Estrela" (médio-centro)
João Teixeira (médio-centro)
Raphael Guzzo (médio-centro)
Bernardo Silva (médio-centro)
Filipe Nascimento (médio-centro)
Diogo Rocha (médio-centro)
Diogo Mauricio (médio-centro)
Robert Mirosavic (médio-centro) (ex-Helsinborgs IF)
Eliseu Cassamá (extremo-direito/esquerdo)
Sancidino Silva "Dino" (extremo-direito/esquerdo)
Romário Baldé (extremo-direito/esquerdo) (Juvenil A)
Gonçalo Guedes (extremo-direito/esquerdo) (Juvenil A)

Avançados
Alseny Bah (ponta-de-lança)
João Gomes (ponta-de-lança)
Rui Caniço (ponta-de-lança)

Treinador
João Tralhão

Juvenis A

Plantel de Juvenis A 2012/2013


Guarda-Redes
Rafael Lopes
Tiago Bizarro
Fábio Duarte (Iniciado)

Defesas
Issac Fernandes (defesa-direito)
João Coelho (defesa-direito) (Juvenil B)
Nelson Feijão (defesa-esquerdo)
Yuri Ribeiro (defesa-esquerdo) (ex-Braga) (Juvenil B)
José Alvaro (defesa-central)
Gilson Costa (defesa-central)
João Lima (defesa-central)
Pedro Rodrigues (defesa-central) (Juvenil B)

Médios
Edson Pires (médio-centro)
Respício Augusto (médio-centro)
João Costa (médio-centro)
João Gamboa (médio-centro) (ex-Varzim)
Renato Sanches (médio-centro) (Juvenil B)
Kevin Oliveira (médio-centro)
Daniel Santos (médio-centro)
Filipe Ferreira (extremo-esquerdo)
Gonçalo Maria (extremo-esquerdo)
Hildeberto Pereira (extremo-direito)
Gonçalo Guedes (extemo-direito)

Avançados
João Monteiro (ponta-de-lança)
Diogo David (ponta-de-lança)

Treinador
Renato Paiva

O homem da brilhantina (I)

"Chegou de brilhantina, e dizia que era do Benfica - apesar de ter sido atleta do Sporting. Tão solene confissão terá enganado alguns incautos. Terá lançado a confusão, e conseguido o efeito que, na verdade, pretendia. Rapidamente, porém, o homem mostrou ao que vinha, o que se dispunha a fazer, e a quem servia. Hoje, já só é enganado quem quer. E ele, continua a rir-se de nós.

Uma história longa
Estávamos no longínquo mês de Janeiro de 2001, quando o protagonista desta história começou a dar nas vistas. Era Toni o nosso treinador, jogávamos no Bessa as últimas esperanças na corrida ao título, e na jornada anterior fôramos vítimas da pior arbitragem da carreira de Duarte Gomes. Em pleno Estádio da Luz, diante do Sporting, uma vantagem de dois a zero fora então totalmente subvertida pelo senhor do apito (também da Associação de Futebol de Lisboa), com uma dualidade de critérios que poupou duas expulsões a sportinguistas, colocando-nos, pelo contrário, em inferioridade numérica, oferecendo mais tarde uma grande penalidade totalmente absurda que Mário Jardel se encarregou de transformar no 2-1, para pouco tempo depois, o mesmo jogador, partindo de posição irregular, selar o escandaloso empate. Um pormenor: se o Benfica ganhasse, isolava-se no comando da classificação. Mas voltemos ao homem da brilhantina.
Nessa partida frente ao Boavista, que o Benfica perdeu (perdendo também as derradeiras hipóteses de ser campeão), foram ignorados dois penáltis, qual deles mais evidente: um por agarrão a Mantorras, e outro por rasteira a Simão Sabrosa (as imagens podem ser vistas em http://pluribusunum7.blogspot.pt/2012/06/hipocrisia-servilismo-ou-corrupcao.html). A derrota, para além das consequências classificativas óbvias, originou a demissão de Toni. Era o primeiro assomo de alguém cujo protagonismo nunca mais deixaria de se fazer sentir no futebol português. Era o primeiro episódio de uma saga, que ainda perdura, e parece não ter fim. E, olhando ao detergente que tem sido usado ultimamente, deixo aqui a minha aposta em como o filme ainda não terminou.

Pontos altos
Precisamente dois anos mais tarde, o homem voltou a atacar. E logo num dérbi.
Não querendo ficar atrás do colega Duarte Gomes, fez questão de deixar claro que, na arte de apitar, e de condicionar jogos sempre com um sorriso nos lábios, ninguém o iria parar: Rapidamente assinalou um penálti fantasma num lance inócuo entre o sportinguista Silva e o guarda-redes Moreira, em que o primeiro simula uma queda. Depois expulsou Miguel, terminando com um outro penálti inexistente, desta vez após uma carga de ombro de Ricardo Rocha a Sá Pinto. O central também foi expulso, e terminamos com nove. Resultado: 1-3 para o Sporting. Mas o pior estava para vir.
Avancemos para Maio de 2005, altura em que o Benfica de Trapattoni, a três jornadas do fim, dispõe de três pontos de vantagem no comando do Campeonato Nacional, estando assim à beira de se sagrar campeão, onze anos depois do último título. Joga em Penafiel, e o que se passa nessa partida dava para todo um compêndio. Primeiro, o brasileiro Geovanni é pontapeado na área. Depois, Pedro Mantorras é agarrado e deitado ao chão aquando da marcação de um pontapé de canto. Mais tarde, Simão Sabrosa é empurrado pelas costas. E, pelo meio, há um corte com a mão de um defesa penafidelense, a cruzamento do mesmo Geovanni. Tudo isto fica impune. As imagens também estão na Internet. Balanço: quatro-penáltis-quatro (!!!) escamoteados ao Benfica. Resultado: Penafiel, 1 - Benfica, 0 e perda do primeiro lugar. Dúvida: cometendo tantas grandes penalidades no mesmo jogo, será que os jogadores da equipa nortenha sabiam de antemão aquilo que podiam fazer em campo? Certeza: um penálti, passa, dois já é mais estranho, mas quem não marca quatro, não quer mesmo marcar nenhum.
A história continuou meses mais tarde, já na temporada seguinte, numa partida entre Benfica e Belenenses, na qual ficou por sancionar falta clara sobre Nuno Assis. Os 'encarnados' não foram além de um empate a zero, permitindo que o FC Porto de Co Adriaanse se afastasse na liderança da prova. O labor deste árbitro no sentido de prejudicar, sempre, o Benfica, era já digno de nota.
Faltava, todavia, um momento. Um momento de decisão. Penafiel fora um caso exemplar, mas inconsequente - o Benfica, duas semanas mais tarde, conquistaria o título. Faltava decidir um Campeonato, entregando-o de bandeja aos mesmos de quase sempre, e mostrando a quem de direito como um simples árbitro podia fabricar campeões. Esse momento chegaria em 2009.
(Parte II na próxima semana)"

Luís Fialho, in O Benfica

Transparência

"Não sei até que ponto a decisão poderá prejudicar ou não o interesse imediato do Benfica. Desconheço as razões do timing da mesma e não me custa a acreditar que não sejam totalmente inocentes. Não deixo, mesmo assim, de saudar a proibição de empréstimos de jogadores a clubes da mesma competição, imposta pela Liga, resolução que, a meu ver, só peca por tardia.
É verdade que, num mundo perfeito, seria interessante que alguns jovens dos quadros dos principais clubes pudessem rodar noutras equipas, onde tivessem mais tempo de utilização, e onde pudessem mostrar-se semana a semana. Acontece que o mundo está longe da perfeição, e o futebol português é um mar de interesses obscuros, suspeições, mentiras e chico-espertices, onde o adepto come e cala, acabando frequentemente tomado por idiota útil.
As escutas do Apito Dourado apenas confirmaram aquilo que muitos já suspeitavam: que havia quem fosse capaz de tudo para vencer, fazendo tábua rasa da ética e das leias sempre que interesses próprios se sobrepusessem.
Não sejamos ingénuos. Quem corrompe árbitros, quem corrompe jornalistas, quem corrompe dirigentes federativos, facilmente corromperá também outros agentes, entre os quais, os próprios jogadores. Por maioria de razão, se estiverem na órbita da sua dependência laboral. Se observarmos com atenção alguns jogos do nosso Campeonato, ficaremos, por menos, desconfiados com aquilo que vemos. Não só relativamente a jogadores emprestados, mas também a pré-contratados, ou agenciados por este ou aquele empresário, e objecto de promessas de contratos futuros, em Portugal eu no estrangeiro. Creio que a corrupção no futebol está longe de se esgotar na arbitragem, sendo até mais fácil a um guarda-redes, ou a um defesa-central, subverter um resultado sem que ninguém se aperceba, ou passa mais tarde comprovar. Há, de resto, bibliografia sobre o tema.
Esta medida não resolve a questão, mas parece-me um passo no sentido de a limitar, ainda que ligeiramente. É, por isso, digna de louvor."

Luís Fialho, in O Benfica 

Cordialidade e respeito

"Diego Capel, o extremo que encantou os sportinguistas na temporada passada e que é vagamente parecido com o primeiro-ministro português – ponha-se uma bandolete presa na testa de Passos Coelho e logo saltarão à vista as semelhanças entre os dois homens -, ficou em estado de grande desconsolo por não ter sido um dos escolhidos por Luis Milla, o seleccionador da equipa olímpica espanhola que vai, certamente, brilhar nos Jogos de Londres que começam daqui a nada.
Capel recebeu através do Twitter inúmeras mensagens de apoio de amigos e de colegas de profissão. Entre elas, vem a propósito destacar a mensagem que Javi Garcia, espanhol como ele, jogando em Portugal como ele mas jogando num clube rival, o Benfica, enviou com rapidez ao rapidíssimo jogador do Sporting. Reza assim: “Dentro de pouco tempo voltas a treinar e mais forte do que nunca!”
Estas coisas são sempre boas de se ver. São educativas, no mínimo. O futebol, na sua essência, encerra rivalidades e histórias de desamores que marcam a sociedade muito para além do simples pontapé na bola e, por isso mesmo, são sempre bem-vindas as manifestações de cordialidade e de respeito, pelo menos em tempo de férias. Não é de crer que os responsáveis do Benfica ou os do Sporting exijam aos seus jogadores, Capel e Garcia, pedidos públicos de desculpas por causa destes amigáveis deleites de conversação entre jogadores de emblemas que historicamente se desprezam.
Aparentemente, esta é uma vantagem social e civilizacional das políticas de comunicação do Benfica e do Sporting. Dirão os catedráticos de outros modos contrários de operar que é por esta e por outras razões que o Benfica e o Sporting nunca mais conseguem enfileirar ao lado do FC Porto como dominadores absolutos e incontestados do futebol português. É que, dentro desta lógica vencedora do conflito permanente, nunca pode haver lugar a lamechices: por exemplo, o belga Defour, jogador do Dragão, revelou ainda recentemente que lhe foi superiormente recomendado que evitasse cumprimentar ou trocar qualquer género de gesto amistoso com o belga Witsel, jogador do Benfica, sempre que ambos se encontrassem na presença de câmaras.
E ainda não se encontrou mezinha para esta doença."

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Empate, em mais um jogo durinho !!!


Benfica 0 - 0 Lille

Terceiro jogo em quatro dias, com viagens pelo meio, e a equipa continua a dar boas indicações... hoje, foi mais intermitente, demos mais espaço, o Artur teve algum trabalho, o Lille podia ter marcado, mas por acaso nós é que enviámos 2 bolas aos ferros!!! O Jesus continua a dar algumas oportunidades/experiências: pessoalmente acho que o Melga é desaproveitado a defesa-esquerdo; o Enzo aparentemente saiu tocado precocemente; o Ola John ainda não está 'sintonizado' com o resto da equipa; defendo que o Bruno em alguns jogos poderá jogar a '10', mas neste jogo, contra uma equipa bastante pressionante, o Bruno não esteve feliz...!!! Destaque merecido para o Nolito que voltou a entrar muito bem... e para uma equipa que a época passada sofreu golos em quase todos os jogos, esta época já vamos no terceiro, e 'conta' continua a zero !!!
Tacticamente este jogo ainda teve uma variação muito interessante: no início da 2º parte o Lille entrou mais forte, o Benfica tinha dificuldades em ter a bola no pé, o Bruno não conseguia 'pegar' no jogo, e com a entrada do Carlos Martins tudo mudou, rapidamente o Benfica ficou 'por cima', criou várias oportunidades... isto porque o Carlos (algo que o Aimar também faz bem, quando tem pulmão...), jogou mais perto da dupla Javi/Witsel ficando o meio-campo do Benfica mais consistente (até o Witsel ficou com mais à vontade para subir no terreno...)... curiosamente, quando o Javi saiu, e o Carlos recuou, voltámos a ficar com dois jogadores no meio, e voltámos a perder o controle do jogo... não foi coincidência... Muitas vezes no Benfica de Jesus, o problema está exactamente na inferioridade numérica no centro do terreno, e este jogo voltou a provar isso...

Eusébio na escola

"As recentes hospitalizações de Eusébio têm provocado legítima preocupação entre os benfiquistas e outros adeptos da causa do Futebol, ou não estivéssemos na presença do desportista mais emblemático do século XX português. Em contacto directo, dia após dia, tenho acompanhado com a maior dedicação e afecto o estado de saúde do Pantera Negra, amigo de longa data e meu ídolo de infância.
Há dias, num festim com luso-descendentes, responsabilizei, sem quaisquer reservas, as autoridades políticas nacionais por descurarem os feitos relevantes de Eusébio a Portugal.
Como é possível que a vida do popular e fantástico jogador não esteja ao alcance dos mais novos nas bibliotecas dos estabelecimentos de ensino? Quem como Eusébio, nos anos mais recentes, colocou Portugal no mapa mundial, dando-lhe até uma componente afectiva, para mais numa altura em que por cá o regime autoritário e obsoleto era internacionalmente ostracizado?
Eusébio merecia, Eusébio merece, Eusébio merece cada vez mais. Os jovens, ou até menos jovens, que hoje se deliciam com as proezas da geração de Cristiano Ronaldo, têm o direito de conhecer (conhecer bem) a vida de Eusébio. Garanti-lo compete às autoridades governamentais, já que o Benfica tem feito, meritoriamente, a sua parte. E não venham dizer que a crise, a tão propalada crise, obsta a que um projecto sobre Eusébio, direccionando a um público infanto-juvenil, faria disparar o famigerado défice.
'Eusébio é um pedaço da História de Portugal; que se estude nas escolas!'. Apesar de biógrafo oficial de Eusébio, a frase nem é minha. De quem é? De um tal José Mourinho."

João Malheiro, in O Benfica

Objectivamente (equipas B)

"Arranca esta época mais um novo projecto para equipas 'B' nos principais clubes. A ideia é magnífica porque será mais uma tentativa de incrementar a formação e a promoção de jovens jogadores. Espera-se que sejam portugueses na sua maioria e que as academias demonstrem toda a sua utilidade e coloquem na rota da titularidade os melhores jogadores destas equipas de suporte. Ainda não há muito tempo foi feita esta experiência com segundas equipas. Desta vez a formula é mais consistente e pode ter sucesso. Assim os treinadores e dirigentes dêem sequência à teoria que esteve na origem desta nova tentativa.
Eu sou dos que nunca compreendeu a política de aquisições que de um modo geral tem afligido o futebol na Europa. O porquê de tanto investimento na formação e depois o desperdício quando os jovens atingem a idade de transição para os seniores e o profissionalismo! Só um clube, o Barcelona, tem contrariado esta filosofia e com resultados tão fantásticos que não percebo porque ninguém segue essa política!
Nunca entendi porque é que não se dá sequência à formação nas academias com tantos e bons atletas. O Benfica tem sido, desde sempre, um clube formador por excelência. Recordo as épocas gloriosas que tiveram como base jogadores que chegaram muito jovens ao Clube - Shéu, João Alves, Humberto Coelho, Chalana, Eurico, os irmãos Bastos Lopes e José Luís e Jorge Silva, Artur, Jordão. Foi com gente desta estirpe que se lançaram as sementes para equipas de sucesso. Agora é aquilo que se espera que consiga Norton de Matos, ele próprio um dos jovens que se formou no Benfica e que teve de sair para fazer sucesso na Bélgica onde atingiu estatuto de internacional de grande valor a ponto de ser chamado à Selecção.
Foi campeão júnior no Benfica. Subiu a sénior, em 1974, e depois saiu. Por isso ele sabe bem como deve ajudar estes jovens no seu percurso. Espera-se grande sucesso neste projecto e a garantia de uma boa gestão de recursos."

João Diogo, in O Benfica

domingo, 15 de julho de 2012

Francisco Lázaro



Francisco Lázaro morreu, fez hoje 100 anos, durante a prova da Maratona, nos Jogos Olímpicos de Estocolmo em 1912, naquela que era a primeira participação Olímpica Portuguesa. Uma tragédia 'bem' Portuguesa, diga-se...!!!
Como não podia deixar de ser, o Alberto Miguéns, em dez artigos, explica tudo... do nascimento, à tragédia, passando pelo Manto Sagrado do SL Benfica, que Lázaro vestiu durante o ano de 1911...

Curiosamente são poucos aqueles que fazem a ligação do Francisco Lázaro com o SL Benfica, várias publicações até afirmam que era atleta do Clube Futebol Benfica, que por acaso só foi fundado em 1923!!! (aliás no vídeo seguinte esse erro é insinuado...!!!)  Na época 1911 foi realmente atleta do SL Benfica, mas em 1912 mudou-se para o Lisboa Sporting Club, clube quase 'privado', feito para o Francisco Lázaro... A participação Olímpica é feita em representação do País, mas nada nos obriga a esquecer o trajecto de vida do atleta, nem os clubes que representou...
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"Corajoso, louco ou apaixonado? O primeiro herói olímpico português"

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Treino anti-autocarro !!!



Hamm 0 - 3 Benfica

Com um jogo mais a 'doer' amanhã, era de esperar para hoje um jogo 'calmo', sabendo ainda que o adversário era limitado, mas aguerrido... a equipa começou com muitos jogadores 'novos' (menos utilizados) e assim notou-se alguma dificuldade na circulação rápida da bola, necessária perante a postura do oponente... Na 2ª parte, com os 'reforços' os golos apareceram e podiam ter sido mais... valeu pelo treino...!!!

PS: Este jogo é um exemplo perfeito, de que no futebol defender até é 'fácil', muito mais complicado é ter a bola nos pés... O Hamm a defender, com 10 jogadores atrás da linha da bola, com alguns jogadores fisicamente fortes, até evitou uma goleada... mas quando tinham a bola nos pés, era uma desgraça!!!

Campeões: São Pedro do Sul !!!


Parabéns aos Benfiquistas de São Pedro Sul, que hoje venceram a 3ª edição do Mundial de Sueca... do Benfica!!! A mobilização que é feita pelas Casas do Benfica, para este evento, é extraordinária... provavelmente naquela que é a 2ª 'modalidade' desportiva mais 'querida' para os Portugueses - a 1º amadora!!! -, de determinada faixa etária, onde eu me incluo!!!

Rapazes Campeões


Realizou-se este fim-de-semana o Campeonato Nacional de Atletismo de Clubes em Sub-23, o Benfica voltou a vencer no sector masculino... uma verdadeira cabazada (!!!), o Benfica fez 205,5 pontos e o 2º classificado, a Juventude Vidigalense, fez 78 !!!
Infelizmente no sector feminino não conseguimos vencer, temos algumas atletas lesionadas, mas teria sido suficiente, a presença das nossas três Juniores que tiveram esta semana a participar no Mundial Júnior em Barcelona, e teríamos vencido, a ausência da Marta Pen e da Diana Almeida (além da Vera Fernandes), foram fundamentais... agora, aquilo que se deve questionar é: sabendo a FPA os calendários Internacionais desde do inicio da época, qual foi a razão de marcar o Nacional de Sub-23, para a mesma semana, em que se realizava os Mundiais Juniores, sabendo que haveria atletas Portugueses presentes, e que nos Nacionais de sub-23, participam sempre os nossos melhores Juniores?!!!
A mesquinhez como o Sporting e os Sportinguistas com poder de influência dentro da modalidade, se têm comportado, nos últimos tempos, principalmente a partir do momento que ficou claro que o projecto do Benfica é sólido e competente... e que o Sporting dentro de pouco tempo, corre o risco de nada ganhar, nem no Atletismo, é vergonhoso...

'Pagaiadas' !!!


João Ribeiro, nos Europeus de Sub-23 de Velocidade, em Montemor-o-Velho, participou hoje, em duas finais, de manhã no K1 500 ficou em 4º, e à tarde no K1 200 ficou em 6º, faltou a medalha, mas depois da desilusão da não qualificação para os Jogos Olímpicos, foi um bom resultado...