Últimas indefectivações

sábado, 9 de outubro de 2010

A Onda !!!



Um jogo que a meio da segunda parte parecia complicar-se, mas tudo resolvido com muita qualidade.
Já há muito tempo que o Hóquei não tinha uma assistência tão grande e efusiva na Luz, num jogo com uma equipa 'sem nome' (mas com qualidade).
Nestes 3 primeiros jogos oficiais da época, jogámos provavelmente com os 3 melhores planteis Portugueses, a seguir ao Benfica. As 3 vitórias conseguidas são um excelente indicador, e que a ONDA de vitórias não se apague...!!!

Sempre a somar...


Resultado Mentiroso


Não gostei da exibição, principalmente na primeira parte. Ao contrário de outros jogos, desta vez tivemos sorte. Começamos mal, com muitas perdas de bola, permitindo muitos contra-ataques, só a enorme exibição do Bebé, e alguma ingenuidade dos jovens do Freixieiro, fez com que o Benfica não sofresse golos. E em sentido inverso, praticamente nos dois primeiros remates do Benfica marcámos golo. Tivemos ainda enormes dificuldades em fazer circulação de bola, só o cansaço dos homens de Matosinhos, e o avolumar do resultado, permitiu ao Benfica 'assentar' o seu jogo. Na segunda parte a equipa cresceu, e as coisas tornaram-se mais fáceis...
Chamo a atenção para a secção, na minha opinião existem jovens no Freixieiro com potencial para entrarem no futuro próximo na equipa do Benfica. O Marinho com um ano de Benfica começa a ser um jogador muito importante na rotação da equipa, é um bom exemplo de como se deve fazer a necessária renovação do plantel...
Fomos obrigados a suportar mais uma super incompetente arbitragem.

António Araújo e judeus do século XVII: vítimas diferentes, a mesma ignomínia


"“Obviamente, o João pode ser o João não podia ter sido nomeado para este jogo"
RUI MOREIRA
A Bola, 13 de Agosto de 2010


Embora quase ninguém tenha dado por isso, há cerca de dois meses foi cometido um crime nestas mesmas páginas. Não é segredo para ninguém que a divulgação do conteúdo das escutas é proibida. Ora, quando usou a expressão o João pode ser o João, Rui Moreira estava, como se sabe, a citar propositadamente uma escuta em que intervém o presidente do Benfica, publicitando o seu conteúdo. Trata-se de um comportamento completamente inaceitável e extremamente pidesco. E vice-versa. Pela minha parte, devo dizer que não participo em autos de fé, e não poso continuar a colaborar passivamente num jornal que se transforma num auto de fé. Não tenho, por isso, outra alternativa senão abandonar esta crónica durante dois parágrafos.
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Creio que a minha posição ficou clara, e espero que esta atitude simbólica contribua para moralizar o debate futebolístico e o próprio mundo em geral. Lamento ter chegado a este ponto, mas o caso é mais grave do que parece: Rui Moreira é reincidente neste tipo de conduta vergonhosa. No dia 26 de Fevereiro de 2010, o jornal i colocou a várias personalidades a seguinte pergunta: Depois dos episódios recentes relacionados com as escutas e o caso Face Oculta, mantém a confiança no primeiro-ministro? A resposta de Rui Moreira foi: «O primeiro-ministro tem que ser um factor de confiança perante o exterior e agora acho que passou a ser um factor de desconfiança perante o exterior». Sei que o leitor está tão chocado como eu. Rui Moreira não faz qualquer comparação entre a Santa Inquisição e as escutas (que todos os historiadores acham parecidíssimas), não condena os bandidos que as publicaram, nem se demarca da porcaria, da canalhice e da insídia. Não só conhece as escutas como as comenta, tendo mesmo o descaramento de tirar conclusões com base no seu conteúdo. Repugnante. Quando é que esta gente compreende que, nisto da escutas, tudo é indigno (menos o que lá é dito)?

Entretanto, parece que houve problemas no Trio d’Ataque, da RTPN. Não costumo assistir mas, ao que me disseram, um dos representantes do Porto no programa abandonou o estúdio – o que acabou por beneficiar o clube. Segundo ouvi dizer, a cadeira vazia revê, no resto do debate, uma postura mais sensata e digna do que o seu ocupante habitual costuma ter. Até nisto têm sorte, os portistas. Evidentemente satisfeitos com a nova representação, os responsáveis da SAD do Porto emitiram um comunicado no qual afirmam que o clube «não apoiará qualquer sócio ou adepto que venha a ser enquadrado como representante do clube, nem lhe prestará qualquer tipo de informação, pelo que todas as suas posições serão sempre pessoais». Na tentativa de manter a excelente cadeira como representante, o Porto decreta um blackout preventivo a um possível futuro comentador. Percebo a intenção, mas gostava que a RTPN arranjasse um substituto. Sem desprimor para os porta-vozes oficiais, seria refrescante ver um comentador do Porto cujas posições fossem, desta vez, sempre pessoais.

Os adeptos de futebol assistiram, na semana que passou, a um fenómeno meteorológico interessante. Todos conhecíamos o fogo-de-santelmo, uma luz provocada por descargas eléctricas na atmosfera, observada frequentemente pelos marinheiros. Parece mesmo fogo, mas não é. «Vi claramente visto o lume vivo», diz Camões n’Os Lusíadas. Esta semana, Portugal conheceu o penalty de Santelmo. Vi claramente visto o penalty nítido, teria dito o poeta, se tivesse escrito a epopeia do futebol português (e em hendecassílabos). De facto na segunda-feira, o penalty era claríssimo. «São muitos dos meus jogadores a dizerem que é demasiado claro», declarou Villas Boas. Apelou a que toda a gente metesse pressão na TVI para mostrar as imagens que, por capricho ou conspiração, se recusava a transmitir. «77:53!», bradava o director de comunicação, sem que se percebesse ao certo se estava a indicar um minuto do jogo ou um versículo da Bíblia que anunciava que o fim estava próximo para todos os que não vissem o penalty.
As imagens, por manifesta má vontade, é que teimavam em não mostrar nada. Passou um dia. Deve ter havido reuniões. Que fazer? Atacar a credibilidade das imagens? Se as escutas não podem ser aceites como meio de prova, era o que faltava que as imagens pudessem sê-lo. Não, está muto visto. Não havia alternativa: era mesmo preciso fazer um mea culpa. Afinal, 24 horas depois, as buscas terminaram e o penalty não apareceu. O que era claríssimo passou a inexistente. Pois bem, devo dizer que não concordo. Na minha opinião, André Villas Boas tinha razão na segunda-feira à noite. O lance que ocorre aos 77 minutos e 53 segundos do Guimarães – Porto é mesmo penalty. Trata-se de uma jogada em que nenhum jogador adversário comete qualquer infracção às leis do jogo. Normalmente, é o que basta para ser penalty a favor do Porto. Há jurisprudência neste sentido. As regras do futebol são uma coisa, a tradição é outra. Um jogo em que o árbitro se limita a perdoar um penalty ao Porto e a protelar a expulsão do Fucile durante vários minutos continua a ser um escândalo, e não há imagens que me convençam do contrário.

No final do jogo, nem todas as declarações foram absurdas. «Vou ficar atento para saber se este árbitro vai de férias», avisou Pinto da Costa. Ora até que enfim. Não foi precisamente por falta de atenção às férias dos árbitros que certas facturas da Cosmos que foram pagas por engano? Pode ser que alguma coisa esteja a mudar."


Ricardo Araújo Pereira, in A Bola

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

"Escutas", evidências do deboche


A diligência, mais do que acentuar as canalhices e a desonestidade viral de que nos últimos vinte anos sempre se fez, e continua a fazer, a reles reputação de 'sucesso' do 'polvo do Norte', só confirma, o 'estado de desgraça' em que se conforma hoje em dia, o próprio sistema judiciário português, baseado em teias de leis permissivas e em 'julgamentos' espúrios de juízes que menos o são, pelo menos, ao olhar do senso comum.

Como fomos assistindo ao longo dos últimos anos, primeiros incrédulos e, depois, cada vez mais revoltados, parece que, no que prende com o Desporto, então, nem aqueles e nem estes servem a Verdade ou a Justiça que deveriam constituir o seu único desígnio. Apenas parecem atender constantemente aos ditames de um perverso ditador de província que, a partir de uma rede manhosa política de paróquia, construiu impunemente essa formidável rede de tramas e conluios que está à vista, transversal aos mundos da pequena política, da noite violenta, da economia de pacotes e do desporto viciado.

Sabe-se hoje e é indesmentível que foi dessa 'arte baixa' que se foram combinando todas as falsas vitórias no futebol (em Portugal e no estrangeiro), como no hóquei e no básquete.

Essa atmosfera pútrida vai-lhes de jeito ao faro das fossas, ao paladar da boca e aos interesses dos bolsos. Gente de uma laia de vale-tudo, em que prostitutas se amancebam com árbitros, marginais e agentes se misturam com gestores, comissários de polícia se conluiem com advogados e - pouco se fala disso, por enquanto... - onde até médicos encartados a serviço poderão, quem sabe, até já ter aceite oportunas combinatas químicas com pretensos farmacêuticos em muitos dos jogos em que os vimos correr de olhos esgaseados...

Apesar das denúncias e das indignações, é só disso, de investimentos debaixo dos panos e com a condescendência escancarada de juízes, que se tem feito a longa desgraça do futebol português.

Todavia, esta nova série de 'escutas' esparramadas na Net - que bem espero não seja a derradeira! - só volta a confirmar o verdadeiro juízo que é o do senso comum. E perante a opinião pública independente, nem todos os truques da justiça juntos, nem todas as sentenças bacteriologicamente 'puras', jamais poderão lavar a imundície e o mau cheiro (fisiológico) colados às vitórias viciadas e aos campeonatos de deboche, sempre pagos de uma maneira ou de outra, com 'quinhentinhos' ou com 'fruta', pelo cônsul das Antas. Como certamente terá voltado a empreender, relativamente às quatro primeiras jornadas da presente Superliga.

Pior do que isso: ao continuar a ignorar as evidências das 'escutas', a justiça portuguesa revela-se tão porca, e tão nauseabunda como elas."


José Nuno Martins, in O Benfica

Muita areia

Perturbou-me imenso a audição das escutas telefónicas, recentemente difundidas pelo único meio verdadeiramente livre e democrático: a Internet. Este veículo não está dependente de erros primários, judiciais, facciosos, legislação caduca, ou de bilhetes para assistir a partidas da Liga dos Campeões.

Há muito que esperava que o meu estimado amigo Rui Moreira se levantasse definitivamente daquela cadeira. Não porque os esclarecidos desconheçam a verdade, antes porque escasseiam argumentos para defrontar o óbvio. Significativo e imoral é o conteúdo das escutas, e não o modo como foram obtidas. Essa hipócrita lei que protege os investigados, tem-nos arrastado nesta lama onde todos se afundam e apenas prevalecem os interesses particulares em detrimento do bem comum.

Richard Nixon manter-se-ia indefinidamente na Casa Branca se Bob Woodward e Carl Bernstein, repórteres do “Washington Post”, não trouxessem à estampa as gravações que demonstravam que o Presidente tinha conhecimento das operações ilegais de espionagem que o Partido Republicano montara contra o Partido Democrata. Temos que abandonar, de modo irrevogável, esta democracia do medo. Medo de falar porque parece mal. Medo da contradita porque algum grupo de interesses nos ensombra. Medo de dizer a Verdade, de expressar a opinião.

Contrariando a corrente, tenho aprendido imenso com alguns membros da igreja católica que, por ocasiões várias, se têm cruzado na minha vida. Recentemente, vi uma entrevista concedida à SIC Notícias pelo Frei Fernando Ventura e estarreci com a lucidez da análise. Os que não temerem a internet conseguem rever esta conversa com a Ana Lourenço, onde citando Luiz Vaz de Camões, este Padre dizia: “Um fraco Rei faz fraca a forte gente”. Há nos intensos quinze minutos de aterradora radiografia social um punhado de exemplares princípios de vida, de soluções claras, ”Lapalissadas”, com as quais concordamos mas que jamais usamos. Os que ousam contrariar este “laissez faire, laissez allez, laissez passer”, são apontados como desalinhados, loucos.

O ex-ciclista austríaco Bernard Kohl, apanhado nas malhas do doping em 2008 na Volta à França, onde foi terceiro assegurou que não é possível vencer o Tour sem a ajuda de estimulantes. E piorou o cenário apontando as falhas no sistema. Foi controlado 200 vezes e em 100 carregava no corpo substâncias proibidas sem ser detetado. Estas revelações embateram num muro imenso de silêncio.

Felizmente, alguns conseguem tirar a areia que nos impingem aos olhos. Bert van Marwijk, selecionador holandês, decidiu não convocar De Jong, depois de este ter lesionado, barbaramente, Ben Arfa, num jogo do campeonato inglês. Para este condutor de homens, era o prestígio da seleção das tulipas que estava em causa. Segundo este “alien” do futebol, “foi uma falta selvagem. O Nigel não tinha necessidade de fazer aquilo”. Talvez por conseguirem afastar tanta areal dos olhos, os holandeses aproveitam-na para conquistar espaço ao mar, e aos homens de bons propósitos e boa vontade.

Tal como referiu o Frade Fernando Ventura: “ Não perguntes ao teu país o que pode fazer por ti. Pergunta a ti próprio o que podes fazer pelo teu país”... Sem medo.

Jorge Gabriel (Sportinguista), in Record

Não se faz

"Percebe-se a indignação de André Villas-Boas. Não é justo começar a treinar o Porto e haver um qualquer momento na grande área adversária que possa levantar alguma dúvida e a esse momento não corresponder uma grande penalidade. Quando é convidado para dirigir uma equipa um treinador faz contas. Mede os prós e os contras. E ninguém pode negar que a entrega de tantos árbitros à causa portista é uma vantagem a não negligenciar. É, por assim dizer, um direito adquirido.

Claro que, como foi assinalado por várias pessoas, houve um penálti por marcar em favor do Guimarães. Mas que Diabo, isso já faz parte das regras do futebol português. Penalidade contra o Porto só em casos extremos. Está na lei. O que realmente valoriza um árbitro é a marcação de penalidades inexistentes contra as equipas que têm de passar pelas mãos do Porto. Isso sim, é que é ter brio profissional. Isso sim, distingue os melhores.

Percebe-se a revolta de Villas-Boas: não foi para aquilo que ele assinou um contrato no Dragão. Querem lá ver que agora o Porto tem de começar a época só com 11 jogadores em campo? E a tradição, onde fica? Será que se acabou a fruta? Será que Pinto da Costa já não serve de GPS para árbitros que inadvertidamente passam perto de sua casa? Podem, se faz favor, voltar à normalidade? Villas-Boas é jovem, mas merece tanto respeito como qualquer antigo treinador do Porto. Senhor Pinto da Costa, pode voltar a fazer o que melhor sabe? Ou, se está a perder qualidades, pelo menos avisar o seu treinador que quando se vai destacado no campeonato o árbitro está dispensado das suas tarefas. Um homem, quando chega onde Villas-Boas chegou, tem expectativas que não podem ser defraudadas. E ainda por cima é multado. E tem de pedir desculpas. Está tudo doido?"

Daniel Oliveira (Sportinguista), in Record

Dois Benficas e outras cegueiras

Di Maria e Ramires abandonaram a Luz, rebentou um jorro de críticas nos jornais. Roberto não entrou bem na competição, eclodiu uma golfada de censuras nos mesmos jornais. Maxi Pereira, David Luíz, Luisão e Cardozo começaram o ano menos bem que na temporada passada, alastrou-se um chorro de advertências nos mesmíssimos jornais. Do Benfica dizer mal, dizer pior, parece compensar. Provoca jorros, golfadas, chorros...
Fábio Coentrão, o mais regular jogador português da actualidade, prolongou o seu contrato, não rebentou, não eclodiu, não alastrou nenhum elogio ao Clube. Do Benfica, dizer bem, dizer o melhor, não parece compensar. Não provoca jorros, golfadas, chorros...
A situação é absurda. Os adeptos do nosso clube são tantos quantos os outros todos juntos. Parece? Não parece. As manchetes dos jornais alimentam-se do Benfica. As primeiras páginas dos jornais alimentam-se do Benfica. Parece? Parece mesmo. Parece e é.
Esta semana foram divulgadas, com as vozes correspondentes, novas Escutas do processo 'Apito Dourado'. As manchetes dos jornais alimentaram-se dessa matéria? As primeiras páginas dos jornais alimentaram-se dessa matéria? Não pareceu? Não pareceu mesmo. Não pareceu e não foi.
Importam dois Benficas, o mau e o menos bom. Importam duas abordagens às Escutas do 'Apito Dourado', a muda e surda, Pior ainda, a cega. O resto fica por conta dos olhos dos adeptos do Benfica."

João Malheiro, in O Benfica

Está lá? Toue?!

"-Esta lá?
-Então amiguinho, está perdido? É sempre em frente, sempre em frente!
-É o Moreira.
-Ó carago, bocê sabe o caminho. Mas bocê num estaba no programa, 'Trio ao Ataque'. O que é que aconteceu?
-Bim-me imbora do programa.
-Porquiê? Não conseguiu humilhar o Lampião, eh, eh?
-O gajo começou a fazer um auto de fé e a falar dum tal YouTube, e de Escutas mas esse árbitro eu não conheço, nuncó bi, nem sei de nenhuns bandeirinhas com apelido Escutas, só me lembro dos Calheiros.
-Carago e queria bocê ser Presidente do clube. O YouTube, um bigarista. O Escutas uns bandidos. Ouça, benha até aqui a casa que eu dou-lhe um conselho e uma lista actualizada dos árbitros que interessam.
-Mas, esses eu conheço, aliás a gente conhece, Agora YouTubes.
-Ó pá não se preocupe, o Lampião estaba-lhe a atazanar o juízo por causa de umas Escutas onde eu falo com o 'nosso' juíz, com o presidente do concelho de arbitragem, ameaço com a possibilidade de f... um árbitro mal comportado na Figueira, de não apitar durante um tempo, chamo paneleiro ao presidente da Assembleia da República, insulto uma data deles, mas tranquilo. Da outra vez isso não baleu, agora se bierem com mais merdas, até bamos dizer que aquelas bozes não são nossas.
Bocê debia ter ficado para probar que o penálti, a nosso favor que não foi, afinal foi e não foi marcado e que o que foi, que era contra nós, não foi marcado porque não era. Ó Moreira o costume. Mas pronto, banos fazer disso mais uma coisa a nosso favor. Entendeu?
-...anh, anh...
-Está lá!? Porra, não fala? E queria este gajo ser Presidente.
(toca outra vez o telefone)
-Está lá. Moreira? Ah Costa és tu. Tá tudo bem encaminhado, bais substituir o Pereira.
-O Bitor? Então o Bitor bai dar férias ao Gilberto.
-Olha Costa, já sabes é sempre em frente. Se tiberes dúbidas liga ao Duarte, que eu agora bou tratar de mudar de relemóvel."
António Melo, in O Benfica

Ver o SLB fora do País

"Carlos Martins chutou e a bola só parou no fundo das redes do Braga. Fez o 1-0 e o resultado final, o Sport Lisboa e Benfica regressou aos momentos que encantaram a massa associativa na temporada anterior. Numa noite chuvosa e fria, depois de uma inesperada tempestade, na Casa do Benfica no Sabugal jantou-se e assistiu-se ao jogo, vivendo pouco depois as emoções da subida até ao segundo lugar da primeira Liga. Dezenas de homens e mulheres reuniram-se à frente dos televisores, discutiram-se tácticas e debateram prognósticos. Tal como noutras Casas, de norte a sul de Portugal celebrou-se a história e a grandeza, o palmarés e a actualidade, festejou-se o privilégio de ser do SLB.
Mas, perdoem-me aqueles que não concordam, e não querendo fazer da Casa do Sabugal ou de outra em particular o termo de comparação, nada se assemelha ao amor benfiquista que é alimentado para lá das nossas fronteiras. Sem se poder ir ao Estádio da Luz, a horas desencontradas das de Lisboa, por vezes sem imagem nem som, demasiado longe do relvado e dos artistas. Só quem já esteve no estrangeiro a viver, durante vários meses ou anos, a milhares de quilómetros de distância, é que conhece a sensação de ver uma partida de futebol do Clube do coração. Perdoem-me aqueles que discordam, mas, por se tratar do Benfica, no estrangeiro contraria-se o ditado 'longe da vista, longe do coração'.
Entre os números 988 e 992 da Harow Road, em Londres, pulsa o Sport London e Benfica. É um núcleo do benfiquistas onde se brinda ao Clube e à portugalidade, evocando a Pátria e o nosso Estádio. Lá, em directo, tive a sorte de assistir ao SLB - Sporting. Durante duas horas, as pessoas que se encontravam no restaurante e no «SLBar», colaram-se a Benfica, de São Domingos ao Calhariz, ligaram-se ao vermelho das camisolas, à capital do País e às razões de Ser Português. Perpétuo, mais do que uma religião. Não é um partido político, está acima da ambição desmedida dos oportunistas."
Ricardo Palacin, in O Benfica

Pavilhões

"A vitória do Benfica na Supertaça de Hóquei em Patins, para além da imensa alegria que deu aos benfiquistas, foi um claro e positivo sinal do investimento que o 'Glorioso' fez nas modalidades para além do futebol profissional.
Foi um vitória justa e inequívoca num jogo disputado, por números que não deixam dúvidas sobre um adversário que, na última década, nem sempre por mérito desportivo, tem arrebanhado tudo na modalidade. O plantel de Hóquei em Patins do Benfica é de luxo. E na sequência da vitória na Supertaça, o Benfica entrou a ganhar no campeonato nacional, vencendo fora de portas, um adversário difícil.
E se no Hóquei o início da época corre sobre rodas, no Basquetebol. no Voleibol, e no Andebol as equipas do Benfica tomaram o assunto entre mãos na abertura da temporada. Os Bicampeões de Basquetebol reforçaram o plantel, e já deram provas da eficácia da equipa e, no Voleibol, os reforços são de alto gabarito, daqueles que decidem jogos. No Andebol, o Benfica segue nos lugares cimeiros, com uma impressionante capacidade ofensiva. No Futsal, os Campeões Europeus estão ainda mais fortes esta época. As modalidades de pavilhão, ao elevado nível de qualidade a que o Benfica as pratica, merecem a presença e o apoio dos benfiquistas nas bancadas. Com elevada emoção e competitividade, com um ambiente em geral mais cordato nas bancadas, disputados em horários que permitem a presença em família dos adeptos, as modalidades são susceptíveis de captar a atenção dos jovens para mundos diferentes de competição desportiva. O Benfica precisa dos benfiquistas nos pavilhões.
Das modalidades também se faz a glória do 'Glorioso'."

João Paulo Guerra, in O Benfica

Ecletismo reforçado

"O projecto olímpico do SLB insere-se na politica desportiva do clube, sendo apoiado há vários anos de forma global.
Não tendo nascido propriamente agora, pois o seu início decorre do ecletismo do clube, apenas nos últimos anos a actual direcção, empenhadamente entendeu conferir-lhe um estatuto próprio e reforçado, englobando também outras modalidades desportivas.
Podemos afirmar que desde 1948, ano em que os Jogos Olímpicos passaram a realizar-se ininterruptamente, vários foram os atletas do SLB que neles participaram, como consequência de um objectivo pretendido e conseguido.
Assim, os lendários Matos Fernandes, Tomás Paquete, Eduardo Albuquerque, Vilar Santos, passando por, entre outros, Fernando Silva e António Leitão no atletismo, Alexandre Yokochi na natação e, na actualidade, Nelson Évora no atletismo, Vanessa Fernandes e Bruno Pais no triatlo, Telma Monteiro no judo, de Londres a Pequim honraram bem alto p nome do Sport Lisboa e Benfica e de Portugal.
Não somos uma agremiação elitista. A nossa origem tem razões populares e o SLB, porque está implantado numa sociedade que lhe tributa a primazia, sempre teve um dever social para com essa sociedade, que se traduz em fomentar um desporto abrangente e indiferenciado na sua globalidade.
O nosso ADN é singular. Somos um clube multicultural onde, de forma integrada, cabem, indistintamente todos os credos, raças, ou politicas. Daí que o nosso projecto olímpico tenha de ser uma emanação dessa nossa idiossincrasia sustentado e escalonado.
Faz parte do clube, com toda a sua magia e mística."

Ana Oliveira, in Mística

Vencedores. Não por acaso (iniciados)

"Há um livro de um antigo dirigente de um grande clube europeu intitulado A Bola Não Entra por Acaso. Pois bem, nada do que este grupo fez durante a época anterior foi obra do acaso, mas sim o resultado de anos de trabalho de conjunto de jovens com muito talento, que soube crescer enquanto equipa. Trata-se de um grupo muito homogéneo, com grande talento e um enorme potencial que teremos de saber acompanhar, tentando que todo o trabalho que foi desenvolvido se reflicta e possa ser aproveitado, dentro de alguns anos, no futebol profissional do clube.
É notável o percurso que a equipa fez na fase final do campeonato, um feito inédito, que nos enche de orgulho, mas que aumenta a responsabilidade de todos em relação ao futuro.
Acima do desempenho individual dos jogadores, o que deve ser destacado é o valor do conjunto. a maneira como sempre se apresentaram como equipa. Foi assim que me habituei a vê-los e é assim que devem continuar. Mérito, estou certo, do seu treinador, Luís Araújo, que soube transmitir-lhe esse principio fundamental no qual assentam as grandes equipas.
O sucesso vale enquanto fruto do trabalho que é desenvolvido e todos devem estar conscientes de que o êxito deste ano só se repetirá se o nível de exigência se mantiver e se todos continuarem a trabalhar com o mesmo empenho e a mesma dedicação desta época. Que ninguém adormeça à sombra do que já foi conquistado, porque esse será o principio do fim do caminho. Estou seguro de que nada disto irá acontecer e de que vamos continuar a viver - no futuro - muitas alegrias.
Parabéns a todos, aos jogadores, à equipa técnica e aos responsáveis pelo futebol de formação, pelos momentos de magia que nos proporcionaram durante a última época. As expectativas são altas, e ainda bem!"

Rui Costa, in Mística

A verdade da mentira

"Em reacção à entrevista do Presidente do Sport Lisboa e Benfica, Luís Filipe Vieira, à Antena 1, o sr. Pinto de Sousa – arguido do processo Apito Dourado – reagiu em comunicado enviado para as redacções dos principais jornais diários.

Como o mesmo contém algumas incorrecções, outras falsidades e outros tantos lapsos de memória, o Sport Lisboa e Benfica vem esclarecer que:

a) O senhor Pinto de Sousa está ligado a um dos períodos mais negros do futebol português, em que o tráfico de influencias, a corrupção e o compadrio foram prática corrente aceite e promovida por alguns dos principais responsáveis do nosso futebol.

b) O facto da justiça ainda não ter condenado o sr. Pinto de Sousa não significa que ele seja inocente. As provas existem, a sua evidência é indesmentível e só um formalismo jurídico ainda não permitiu a sua condenação. É bom recordar que o processo não terminou, está pendente de recurso no tribunal da Relação.

c) O Presidente do Sport Lisboa e Benfica – ao contrário do que foi afirmado pelo senhor Pinto de Sousa – não almoçou com ele “diversas vezes”, jantou duas, a pedido de um amigo comum e – facto relevante – antes de serem conhecidos os contornos e o envolvimento do senhor Pinto de Sousa no Processo Apito Dourado.

d) A verdade nunca pode ser considerada uma manobra de diversão, e só pela cumplicidade de alguns agentes judiciais é que a justiça ignorou a evidência das provas, como bem recentemente ficou provado.

e) O Sport Lisboa e Benfica, efectivamente, nada tem a ver com as amizades do Senhor Pinto de Sousa, mas tem a ver com a transparência e a verdade no futebol português e o facto deste ter voltado a contactar árbitros no activo e a movimentar-se para colocar o senhor Paulo Costa como presidente do futuro Conselho de Arbitragem da FPF. Sinal preocupante de que há quem queira que as velhas práticas voltem a fazer parte do nosso quotidiano.

f) Já agora, e como a memória é curta, convém lembrar que foi o senhor Pinto de Sousa que quis impor – seguramente por indicação de alguém – o senhor Martins dos Santos para a final da Taça de Portugal da época 2003/2004.

h) O senhor Pinto de Sousa pode ainda não ter sido condenado pela justiça, mas não é por isso que voltou a fazer parte dos homens sérios deste país."

Comunicado do SL Benfica, in Site do Sport Lisboa e Benfica

Porque recordar é viver !!!



Via Vermelhovzky e Magalhães-SAD

adenda:



quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Momentos !!!





Foto BnR B
Video nesciopt

adenda:

António Pedro Vasconcelos

"Caros amigos,
Fico subjugado com tantos comentários. Na verdade, eu não fiz nada de extraordinário: limitei-me a dizer aquilo que qualquer pessoa de bem pensa, perante escutas que foram, na altura, devidamente autorizadas por um juiz de instrução e que, inexplicavelmente (a não ser por intervenção de forças exeriores à justiça) não foram tidas em conta pelos tribunais civis e levaram à absolvição de todos os arguidos.

Ao contrário do que se passou na Justiça Desportiva, que agiu em conformidade com a Lei e o Estado de Direito (os arguidos, perante os indícios de crime, foram acusados por um instrutor e julgados pela Comissão de Disciplina, com direito a defesa e prova, para que se respeitasse o exercício do contraditório, e foram punidos dentro do que a moldura penal permitia), os tribunais civis desvalorizaram as escutas e o testemunho de Carolina Salgado e ilibaram os acusados.
O país inteiro que se interessa por futebol e que não está de má-fé, ouviu e confirmou o que há muito se suspeitava: que, durante anos, houve batota no futebol português e a intervenção ilegítima de um clube - o F.C. Porto - sobre a arbitragem e a disciplina.

Sou benfiquista desde que me fiz à vida, os meus filhos e netos são benfiquistas; e, para além da paixão clubista, que é irracional e inexplicável, o que o Benfica representa para mim, para além de festejar as vitórias e sofrer com as derrotas, é o exemplo como clube: um clube onde sempre houve eleições, um clube popular mas que atravessa todas as classes sociais, que tem adeptos em todos os países e em todos os cantos do Globo, que sempre foi um exemplo de democracia e de liberdade, e que soube correr a tempo com os que quiseram desviá-lo dos seus princípios, como foi o caso, de má memória, de Vale e Azevedo.

Uma coisa eu tenho por certa, e por isso me surpreende e me indigna a atitude dos que condenam a divulgação das escutas e não o que lá se ouve: se, algum dia, um presidente do meu clube ou alguém em seu nome, dissesse ou fizesse metade do que se sabe agora que foi dito e feito pelo presidente do F.C. Porto e pela sua entourage, eu pedia a sua demissão e não descansava enquanto ele não se demitisse.

E a razão porque me orgulho de ser benfiquista, é que tenho a certeza que a esmagadora maioria dos benfiquistas pensa e faria como eu. Assim como sei que nunca, por mais razões que tivesse para isso, o Benfica se comportaria como alguns adeptos do F.C Porto (friso o "alguns", porque conheço imensos portistas do Norte, que são gente de bem, cordata e pacífica), que agem perante o silêncio e mesmo a cumplicidade dos seus dirigentes, se comportaram nestes últimos anos e continuam a comportar, quando o Benfica vai jogar à sua cidade. E se os imitassem, estou certo que seriam repudiados pela direcção e pela maioria dos benfiquistas.

É isso que nos distingue, e é pior isso que o Glorioso é, para mim e para os meus filhos e netos, uma paixão e um exemplo.

Saudações benfiquistas.
A-PV"
António Pedro Vasconcelos, in Master Groove, em resposta a este post

Peçam lá para repetir o jogo!

"Na noite da passada segunda-feira, o simpático jogador uruguaio Jorge Fucile fez ao FC Porto em Guimarães precisamente a mesma coisa que umas semanas antes, no mesmo recinto, o árbitro Olegário Benquerença fizera ao Benfica.
Para quem ande distraído ou sofra de compreensão lenta, talvez seja necessário explicar melhor a ideia expressa no parágrafo anterior.
Tal como Olegário Benquerença, de apito na boca, enterrou o Benfica, na 4.ª jornada do campeonato, sonegando pontos aos campeões nacionais, Jorge Fucile, à 7.ª jornada, enterrou o FC Porto, que é a sua equipa, com uma exibição deplorável: numa desatenção sua nasceu o golo do Vitória de Guimarães, terminou o jogo mais cedo do que os companheiros porque foi expulso, e muito bem expulso, acrescente-se.
Fucile, ainda na primeira parte, rubricou ainda um outro momento que poderia ser fatal se o árbitro, Carlos Xistra, não tivesse deixado passar em claro a falta sobre um atacante adversário que cometeu dentro da sua área e que não foi sancionada com a grande penalidade que consta das leis do jogo tal como as conhecemos.
Tal como já lhe tinha acontecido na temporada passada, em Londres, no jogo com o Arsenal para a Liga dos Campeões, Fucile teve em Guimarães uma noite que gostará de esquecer porque foi altamente penalizadora para o seu clube.
Entre alguns benfiquistas mais versados no tema conspirativo das arbitragens, até há quem sugira que a expulsão de Fucile foi uma encomenda gritada do banco do FC Porto para o sempre obediente Carlos Xistra.
Qualquer coisa assim:
- Expulsa-nos lá o Fucile antes que ele dê mais cabo da equipa!
O que explicaria o momento dramático furioso de André Villas Boas, no fundo um grande canastrão, gritando junto à linha lateral a sua falsa revolta pela expulsão que tinha pedido. Ou seja, era para disfarçar.
Mas a coisa saiu-lhe mal porque o actor, como já referimos, também não é grande espingarda e o próprio árbitro acabou por se sentir incomodado coma péssima representação do moranguito que é como por aqui se chamam aos actores que estão em início de carreira.
Carlos Xistra, antes de lhe mostrar o cartão vermelho, ainda lhe recomendou:
- Menos, André, menos…
Mas foi em vão.
Também há quem defenda uma ideia contrária. É que não foi nada para disfarçar. André Villas Boas foi expulso para imitar José Mourinho, sua referência de palco. O problema aqui é que não é José Mourinho quem quer, só é José Mourinho quem pode, como o próprio, aliás, tão bem vem demonstrando ao longo de dez anos de carreira.
Depois enfim, aconteceu o que já se sabe.
O moranguito induziu-se por sua alta recreação num monólogo desastrado, clamou por imagens que lhe dessem razão, prometeu arrependimento público no caso de estar enganado e acabou sozinho em palco a meter os pés pelas mãos num ror de petulâncias que José Mourinho jamais assinaria porque ninguém o imagina a expor-se, assim, ao ridículo de ter de se desmentir a si próprio.
O desvario cénico por um empatezinho, para o qual o árbitro não foi tido nem achado, não acrescenta louros ao brasão de um treinador que segue isolado no comando da tabela com 7 pontos de avanço sobre os seus mais directos perseguidores e que ainda não perdeu um jogo oficial na corrente temporada.
Mas se não sabemos ainda se André Villas Boas tem mau perder, já é um dado adquirido que tem péssimo empatar.
Quanto às suas queixas sobre dois fora-de-jogo mal assinalados ao ataque portista, a que se juntou a voz sempre autorizada, quando se fala de árbitros, de Pinto da Costa, é o caso para lhe dizer:
- Peçam lá para repetir o jogo!
Comemorou-se o centenário da República e um novo pacote de escutas do processo Apito Dourado foi disponibilizado no Youtube certamente com o intuito de acrescentar algum brilho cívico à efeméride.
O inevitável constrangimento de alguns opinantes leva-os a indignar-se muito com o assunto.
E, em nome da nossa República, da democracia que é de todos e das boas maneiras, que nem todos têm, reclamam um silêncio total sobre esse material não só porque é «ilegal» como também porque é feio escutar as conversas dos outros.
Discordo da argumentação. É muito importante para o triunfo dos ideais republicanos sobre a chafurda reinante tomar o povo conhecimento, por exemplo, da escuta do «nosso amigo juiz». Já ouviram?
Então vão ouvir como é que um juiz de um tribunal civil, trata como «o nosso amigo juiz», depois de passar uma manhã a ajuizar sobre uma questão que diz directamente respeito a um clube de futebol, finda a sessão pede, republicanamente, dois convites para ir ver a bola com o filho na tribuna presidencial de estádio do dito clube.
Liberdade, Igualdade, Fraternidade.
Principalmente uma grande fraternidade.

CARLOS Martins foi chamado à Selecção Nacional por Paulo Bento, treinador com quem teve alguns conflitos quando ambos eram funcionários do Sporting.
As razões desses conflitos nunca foram bem conhecidas mas, se fosse hoje, com o código Costinha para vestuário e comportamentos já em vigor, certamente que não teriam acontecido porque quer Paulo Bento quer Carlos Martins só teriam a lucrar humana e profissionalmente com os ensinamentos e ditames do actual director do Sporting, tal como já estão a lucrar os jogadores que compõem o actual plantel de Alvalade.
Mas, para Paulo Bento e Martins, os tempos já são outros. E Carlos Martins merece, sem dúvida, a confiança de Paulo Bento porque está a jogar que é uma maravilha. É até estranho como é que um jogador com esta qualidade, que foi criado nas escolas de Sporting, está hoje ao serviço do Benfica…
Enfim, foi um que escapou para o clube rival ao contrário de alguns outros, também de excelente dimensão, que de Alvalade rumaram alegremente para um clube amigo, como Ricardo Quaresma, Varela e, mais recentemente, João Moutinho. Com certeza que são rapazes que não se vestem bem."
Leonor Pinhão, in A Bola

Presidente na Antena 1

Ilegalidades é que não!

"Rui Moreira nunca festejou um título comprado no supermercado. Rui Moreira não torce por clubes que são punidos com subtracção de pontos por tentativa de corrupção. Nunca festejou um resultado positivo que tenha sido alcançado através de um penalty inexistente, de um golo em fora de jogo, de um tento mal anulado ao adversário, com a ajuda de um árbitro que tenha sido agraciado com uma viagem ao Brasil, com fruta de dormir, com envelopes com quinhentinhos, ou com aconselhamento matrimonial a um familiar. Nunca votou em receptores de marfim, nem em corruptos, nem em proxenetas. Jamais o viram misturado com pessoas que assaltam estações de serviço, pilham free shops de aeroportos ou atentam contra a integridade física de cidadãos de Estados de direito. Para este homem, a lei é o mais importante, ele não pactua com nada que a belisque. A sua noção de respeito pela legalidade é tão vincada, que julgo que Rui Moreira é menino para processar, por violação de propriedade privada, o bombeiro que lhe entra pela casa adentro para apagar um fogo. Por isso, ontem, no programa Trio de Ataque, quando APV lhe explicou que cores estava ele ali a defender, Rui Moreira encheu-se de vergonha e bateu em retirada. Foi muito digno. Que pessoa de bem poderia dar a cara por aquele pot-pourri de ilegalidades? O YouTube faz mais pela justiça em Portugal que quinhentinhos juízes mortáguas, essa é que é essa"

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Fazer História !!!




Admito, após o primeiro jogo fiquei com dúvidas, felizmente os meus receios saíram furados. Esta vitória é um reencontro com a nossa História, tive o privilégio de assistir ao vivo a vários jogos Europeus no antigo pavilhão nº2, curiosamente aquele que permanece mais vibrante na minha memoria foi uma derrota com o Panathinaikos do Niko Gallis, do Yannakis, do Volkov, do Vrankovic, que grande ambiente...

Parabéns a toda a secção, jogadores, treinadores, e seccionistas, obrigado à Direcção por continuar a apostar nas modalidades, e agora vamos a eles...

Ficámos no Grupo C da edição 2010/2011 da Eurochallenge da FIBA, com o Tartu Rock da Estónia, o Lukoil da Bulgária, e o Lugano da Suiça.

Aqui fica o calendário:
16 de Novembro: PBC Lukoil Academic - Benfica
23 de Novembro: Benfica - Lugano Basket
30 de Novembro: Benfica - Tartu Rock
7 de Dezembro: Benfica - PBC Lukoil Academic
14 de Dezembro: Lugano Basket - Benfica
21 de Dezembro: Tartu Rock - Benfica

Fantoche!!!

Bem, neste vídeo ficamos a saber que o Rui Oliveira e Costa já foi deputado!!! No dia em que se comemorou os 100 da República, temos aqui um perfeito exemplo da decadência de um órgão de soberania!!!

É curioso verificar que mais uma vez o Lagarto concorda com tudo o que Corrupto diz!!!

Inquisição, tortura, auto-fé?!!! É o desespero total. É o desrespeito total por aqueles que foram vitimas da Inquisição em Portugal, verdadeiras vitimas, e não criminosos assumidos que tentam escapar entre os buracos deixados premeditadamente na Lei, e quando isso não é suficiente ainda aparece um Juiz 'amigo'...!!!

E que tal os 'senhores' mostrarem a mesma indignação para com os Corruptos, (Proxenetas, Traficantes de Marfim, Traficantes de Influências, Falsificadores de Documentos, Abusadores de Poderes Públicos, Falsificadores da Verdade Despotiva, etc) do que mostram para com a divulgação das Escutas?!!!

Escutas essas que foram autorizadas por lei, e controladas por um Juiz!!!

E mais uma vez ninguém desmentiu o conteúdo das escutas!!! Ainda estou à espera, se calhar é melhor esperar sentado...

adenda: O grupo de defensores públicos ao serviço dos Corruptos tem um discurso muito repetitivo, por exemplo todos dizem que no Apito Dourado foi tudo arquivado!!! Algo que é totalmente mentiroso, no processo principal foram praticamente todos condenados, e a Relação já confirmou, baixou as penas, mas confirmou a culpa. Nas certidões retiradas não houve condenações é verdade, mas isso aconteceu com uma grande ajuda de Juízes 'amiguinhos', isto apesar de alguns dos processos ainda estarem à espera de decisões dos Tribunais de Apelo. Ao nível da justiça desportiva o Apito Dourado acabou por condenar praticamente todos os envolvidos, as penas foram ridículas, os regulamentos não permitem castigos a sério, mas tanto o CD da Liga, como o CJ da FPF confirmaram a culpa, mesmo com todos os obstáculos, e artimanhas maquiavélicas que foram activados para abortar o processo.

Agora os tais defensores públicos dos Corruptos, dizem que as escutas já foram analisadas pela Justiça e ninguém foi condenado, portanto deveriamos esquecer que as Escutas alguma vez tenham existido!!! Ao fazer este exercício mental cobarde, estão a dar um credito enorme à Justiça Portuguesa, eu pergunto: Se a Justiça Portuguesa é assim tão eficaz, então várias meses após a publicação das primeiras Escutas no YouTube, depois de tantas queixas, e inquéritos abertos para saber quem divulgou as Escutas, depois de tantas ameaças à Benfica TV e a todos os órgãos de comunicação social caso retransmitissem as Escutas, ainda ninguém foi acusado, e muito menos condenado!!! Aliás as Escutas ainda estão disponíveis no YouTube, então a tão eficaz Justiça Portuguesa nem sequer conseguiu retirar as Escutas do YouTube?!!! (Algo que a Controlinveste faz todas as semanas, com videos da Liga...!!!)

Então a Justiça Portuguesa é eficaz quando absolve os Corruptos, mas é uma merda quando permite que as Escutas sejam tornadas públicas?!!!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Perguntas de um ministro

"1. Enquanto os “pequenos poderes” da bola se reorganizam nos sofás dos hotéis e nas mesas das marisqueiras, o ministro que tutela o desporto em Portugal foi ver um jogo de futebol europeu no estádio do FC Porto. Fez bem em escolher um jogo internacional, integrado numa competição organizada pela UEFA, para regressar aos campos. Fez bem, digo, porque assim terá assistido serenamente a um jogo, sem se questionar em demasia.
Façamos o exercício alternativo de a visita ministerial coincidir com um jogo a contar para o campeonato principal de futebol. Enquanto titular dos poderes públicos que o Estado detém na organização e disciplina das atividades desportivas, delegados, para o futebol, na Federação e na Liga, o ministro Silva Pereira teria necessariamente que se interrogar se o jogo organizado pela Liga estaria em conformidade com a lei do país – uma vez que estamos já muito longe do dia 1 de Julho de 2010, data a partir da qual, segundo alguns, deveria estar em vigor a nova distribuição de competências entre a Federação e a Liga. Esta interrogação encerra um dado muito simples: estarão a Federação e a Liga a respeitar a lei nas suas provas durante esta época desportiva? E um outro: terão poderes para fazerem o que atualmente fazem?

Imaginemos, pois, que Silva Pereira arriscaria presenciar, naquele estádio ou noutro qualquer, um jogo da liga principal. E, como jurista que é, arrisquemos conjeturar sobre as perguntas que faria a si mesmo.

Ao ver os árbitros entrar em campo com os jogadores, perguntar-se-ia:
– será que a Comissão de Arbitragem da Liga podia ter nomeado a equipa de arbitragem?
Ao ver o árbitro mostrar um vermelho a um jogador e expulsar um treinador, questionar-se-ia:
– será que a Comissão Disciplinar da Liga poderá “castigar” estes jogadores e este treinador ou estes poderão alegar que não têm que cumprir os “castigos” da semana por falta de poderes da CD para os punir?
Ao ver duas decisões surpreendentes do árbitro numa das áreas e ao pensar nas suas consequências, indagar-se-ia:
– será que o observador da equipa de arbitragem, nomeado também pela CA, pode avaliar o desempenho dos árbitros e dar-lhes a nota do jogo, que contribuirá para a respetiva classificação no fim da época?

E, já assoberbado com tão poucas perguntas, pararia por aqui. Ainda concluiria o nosso ministro que é mais fácil embrulhar um líder da oposição partidária com um orçamento de chumbo do que responder a perguntas difíceis.


2.O futebol e Carlos Queiroz foram usados durante este Verão para uma sibilina manobra de diversão. O bombeiro de serviço foi Laurentino Dias, autorizado a sair da sua habitual discrição, e a causa ideal foi a luta contra o doping. A máquina de propaganda só parou quando Passos Coelho disse a frase mágica: “Com mais impostos, não há orçamento.” Entrincheirado o líder do PSD, Teixeira dos Santos fechou-se nos números da crise financeira, Silva Pereira (é o mesmo das perguntas) dramatizou com a crise política e Laurentino Dias saiu de cena (mas será recompensado!). Foi bem jogado. Mas não abusem! Ainda não estamos todos a dormir…"
Ricardo Costa, in Record

Regresso às vitórias !!!


NeoBlanc 7

Tabela Anti-NeoBlanc:

Benfica......... 12 (-9)... 21
Corruptos..... 19 (+7)... 12
Braga............ 11 (+1)... 10
Sporting........ 9 (+3)... 6




E ao Sétimo dia (jornada) empataram!!! O verniz estalou, e o Conde mostrou a sua verdadeira cara. Uma tremenda falta de carácter, falta de maneiras, fazendo birra porque lhe roubaram o 'brinquedo', mostrando nervosismo, insegurança!!! Isto de um treinador que continua com uma vantagem enorme, agora imaginem se o Benfica tivesse à frente?!!!
Os Corruptos Assumidos decidiram também demonstrar toda a sua ingratidão, empurrando as culpas para cima do Xistra !!! Já não bastava ter o Coroado como sogro, já não bastava ouvir o chorrilho de ofensas ditas pelo próprio Padrinho nas Escutas!!! O Xistra é um 'mártir', é um 'saco de batatas', onde todos batem, e ninguém respeita!!! Ninguém lhe reconhece mérito, o homem esforça-se mas nada lhe sai bem !!! Parece aqueles aspirantes a Mafiosos, que nos filmes fazem tudo para agradar aos chefes, mas no fim acabam sempre por ser gozados!!! Os Palhaços...








Na Luz tivemos que aturar outro 'Benfiquista'!!! Aqueles que para demonstrarem que são imparciais, roubam ainda mais do que os outros!!! Foi uma daquelas arbitragens inteligentes, controlando o jogo a meio-campo, com uma tremenda dualidade nos critérios disciplinares. É verdade não houve 'grandes' casos, mas quando no inicio da partida o Lima empurra o Javi à descarada junto da área do Benfica, vira-se, remata à baliza, e o árbitro nada marca, fiquei seguro que iríamos assistir a mais um jogo com o campo inclinado, e com um declive bem acentuado...!!!
-Como é que o Vandinho não levou um único amarelo?
-O Luís Aguiar só leva amarelo ao segundo agarrão!!!
-Simulador Alan, completamente impune...
-Percas de tempo constantes, principalmente pelo Filipe, e nem sequer um aviso!!!
-Agressão para vermelho do Paulão, nem sequer foi falta!!!
-No primeiro ataque do Benfica ficou um livre directo por marcar em zona perigosa, por falta sobre o Saviola!!!(aliás em 7 jogos tivemos 1 livre directo em zona frontal!!! Foi contra a Académica, e curiosamente o remate do Cardozo bate do Saviola que estava na barreira!!! Só no jogo com o Hapoel tivemos mais livres do que em 7 jogos apitados pelos Ladrões Nacionais!!!)
-Depois de tantos amarelos ridículos mostrados a jogadores do Benfica, o amarelo ao Javi é um sério candidato ao mais ridículo de todos...!!!
-
O 'declive' ficou ainda mais acentuado com a golo do Benfica, a sequência de faltas, e cantos marcados contra o Benfica foi ridícula. Tentei confirmar os erros na transmissão televisiva mas as repetições não 'apareceram' (se calhar temos que fazer uma conferência de impressa, a exigir as imagens!!!). A falta ofensiva marcada ao Sálvio, foi a cereja em cima do bolo, um lance exemplar de Bola na Mão...
-Os do Braguinha (e amigos) ainda se queixaram de um cotovelo do Maxi. Na minha opinião nem sequer existe falta. Nas imagens vê-se perfeitamente que é uma jogada de 'ombro com ombro' e só depois o braço do Maxi escorrega para a cara do Alan, que caiu como se tivesse levado um soco do Mike Tyson!!!
-O fora-de-jogo marcado ao Lima foi bem marcado. O Lima faz-se à bola, corre, e só quando aparece o Alan é que ele desiste. Este tipo de fora-de-jogos depende muito dos critérios, mas este pareceu-me bem marcado. Registo que o Alan não ficaria isolado, já que o David tinha feito a diagonal. Já na segunda parte também foi mal marcado um fora-de-jogo ao Saviola.
O Choramingas demonstrou mais uma vez a total ausência de espinha dorsal, depois de 'encavado' no Dragay com um penalty, calou-se!!! Agora já ganhou coragem, e falou de um fora-de-jogo bem marcado...!!!
Resumindo muito erros, mas sem influência no resultado, a canhota do Martins resolveu o problema!!!
Uma nota final para o Rui Gomes da Silva: Aquilo que se passou no Dia Seguinte foi na minha opinião, muito grave. Já estamos habituados ao excremento que sai da boca do Alguidar todas as semanas, mas esta semana o recurso à ofensa pessoal foi demasiado óbvio. Exige-se no mínimo um pedido de desculpa...











Não vi o jogo em Aveiro, mas os Lagartos queixaram-se de dois penalty's. A bailarina Postiga parecia que estava a dançar o Lago dos Cisnes!!! É óbvio que não foi falta, a outra suposta falta só o Paliteiro viu...!!! Já agora a parceira do Postiga no ballet deve ser o Rui PATrOcío, aquele movimento acrobático merece destaque!!!
Portanto parece ter sido um jogo sem casos...
Admito que entre os supostos novos códigos de conduta anunciados pelos Lagartos, e os comunicados negando a existência dos mesmos, com o capataz a assistir a tudo por trás da porta, não sei de qual me dá mais vontade rir...!!! É caso para dizer, a realidade Lagarta ultrapassa em muito qualquer ficção...








Provavelmente o jogo de Guimarães vai ser repetido!!! Só assim se compreende as palavras do Birras-Boas!!! A figura ridícula feita pelo Conde das Birras, ficou ainda mais evidenciada com as repetições do tal 'roubo' escandaloso, um lance onde não existe rigorosamente nada...!!!
Liguei a televisão, tirei o som!!! Comecei a ver um filme no computador, ocasionalmente olhava para televisão, e ia assim acompanhando o jogo (isto assim já parece uma cronica do Barroso!!!). Portanto houve muitas situações que me escaparam, inclusivamente só soube do penalty do Fucile por SMS!!! Mas curiosamente das poucas vezes que olhei para a televisão, lá estava o Xistra a errar!!! Aceito que o primeiro cartão ao Fucile é forçado, ele toca na bola, mas com a perna de 'apoio' toca no adversário. Mas logo se seguida dá um monumental mergulho junto do fiscal-de-linha, o árbitro bem nada marca, o Uruguaio fica a protestar, e o cartão ficou no bolso!!! Aqui ainda na primeira parte seria o segundo amarelo, depois faz um penalty óbvio, e se o árbitro podia ter a vista tapada, o fiscal-de-linha tinha a obrigação de ver. No golo do Guimarães o Fucile na minha opinião faz penalty!!! Dá claramente um pontapé no adversário (jogo perigoso activo), como não existe lei da vantagem nos penalty's, o golo devia ter sido anulado, o Fucile expulso com segundo amarelo, e devia ser marcado um penalty contra os Corruptos!!! Não contente com tudo isto o Fucile (novamente) pisa o calcanhar de um Vimaranense propositadamente. Falta para vermelho directo, só levou o segundo amarelo, mas pronto é melhor do que nada!!! Agora vejam bem, tudo aquilo que um jogador Corrupto tem que fazer para ser expulso, agora imaginem um jogador do Benfica a fazer metade disto?!!!
Na parte final da partida houve um fora-de-jogo mal marcado ao Falcão. O Nilson ainda defendeu a bola, mas o jogo já estava parado.
Recordo ainda que o Guimarães também acabou o jogo com 10 jogadores, já que o Faouzi saiu lesionado, quando as substituições já estavam esgotadas.
Assumindo como 'normal' o critério disciplinar assustadoramente ridículo do Xistra, o único erro de verdadeiramente importância foi o penalty do Fucile sobre o Edgar Costa. O 'atraso' na expulsão do Fucile, e o fora-de-jogo ao Falcão acabam por ser pormenores... (atenção à adenda!!!)






adenda: Normalmente quando escrevo esta cronica, já passaram 24 horas sobres os jogos, tenho tempo para me distanciar um pouco, e ler o que os outros escreveram, desta vez isso não aconteceu, porque os dois últimos jogos foram na Segunda, assim escrevi madrugada dentro, em cima do acontecimento, e por isso 'escaparam-me' algumas observações:
-Em Aveiro ficou ainda na primeira parte um fora-de-jogo mal assinalado ao Beira-Mar.
-Em Guimarães o cartão ao Edgar Costa é de bradar aos céus.
-Os comentários da TVI, e da Sporttv em directo, aquando do penalty do Fucile foram ambos cobardes, imbecis!!! O comentador da Sporttv disse mesmo que o Fucile fez o que tinha a fazer, sem nunca admitir o penalty!!! Este lance ainda teve outro pormenor 'delicioso', o Xistra marcou falta ao jogador que foi agarrado!!!
-O fora-de-jogo mal marcado ao Falcão, fez-me pensar muito no 'assunto'!!! Devia ou não considerar um golo 'roubado'? Como por exemplo os do Saviola e do Cardozo também em Guimarães? Nem todos os foras-de-jogo mal marcados são potenciais golos, a 'fronteira' não é de definição fácil. Neste caso o Nilson acaba por defender, apesar dos jogadores aparentemente já terem se 'desinteressado' da bola. O ângulo era apertado, o Nilson saiu-se bem, e estava em cima do Colombiano, mas... Decidi mudar de opinião. Assim além do penalty não assinalado ao Guimarães, considero o fora-de-jogo mal assinalado como um golo 'quase' feito. O 1-1 final seria transformado num 2-2!!!
-Deixo aqui um carton extraordinário publicado pelo Constantino, no A Mão de Vata:




Anexos:


Benfica


1ª-Académica, Prejudicados, Com 3 pontos
2ª-Nacional, Prejudicados, Com 3 pontos
3ª-Setúbal, Prejudicados, Sem influência no resultado
4ª-Guimarães, Prejudicados, Com 3 pontos
5ª-Sporting, Nada a assinalar
6ª-Marítimo, Prejudicados, Beneficiados, Sem influência no resultado
7ª-Braga. Nada a assinalar



Corruptos

1ª-Naval, Beneficiados, Com 3 pontos
2ª-Beira-Mar, Beneficiados, Impossível de contabilizar no resultado
3ª-Rio Ave. Beneficiados, Com 2 pontos
4ª-Braga, Beneficiados, Com 2 pontos
5ª-Nacional, Beneficiados, Impossível de contabilizar no resultado
6ª-Olhanense, Nada a assinalar
7ª-Guimarães, Beneficiados, Prejudicados, Sem influência no resultado



Braga

1ª-Portimonense, Nada a assinalar
2ª-Setúbal, Nada a assinalar
3ª-Marítimo, Beneficiados, Com 2 pontos
4ª-Corruptos, Prejudicados, Com 1 ponto
5ª-Paços de Ferreira, Nada a assinalar
6ª-Naval, Nada a assinalar
7ª-Benfica, Nada a assinalar



Sporting

1ª-Paços de Ferreira, Nada a assinalar
2ª-Marítimo, Nada a assinalar
3ª-Naval, Beneficiados, Com 2 pontos
4ª-Olhanense, Beneficiados, Com 1 ponto
5ª-Benfica, Nada a assinalar
6ª-Nacional, Nada a assinalar
7ª-Beira-mar, Nada a assinalar

domingo, 3 de outubro de 2010

A 'ferros' !!!

cacau


Depois da 'festa' da Supertaça podia existir algum relaxamento. Ainda por cima com uma das deslocações mais difíceis da temporada logo na entrada do Campeonato, tudo conjugado podia podia trazer dissabores. Por tudo isso esta vitória é muito importante para dar continuidade ao espírito vitorioso, deste inicio de época.
Não vi o jogo, mas pelo andamento do marcador, dá ideia que o Benfica tinha o jogo 'seguro' ao intervalo 1-4, mas depois permitiu o empate, tendo conseguido o golo da vitória por Cacau perto do final da partida.
O ano passado perdemos muitos pontos nos últimos segundos das partidas, espero este ano inverter essa terrível tendência...!!!
adenda: Depois de ler as cronicas ao jogo, e ver o resumo na Benfica TV, sou obrigado a acrescentar: Que grande vitória, mais uma vez vencemos contra tudo, e contra todos!!! Estou curioso para ver quantos guarda-redes vão levar cartão azul por aquilo que o Ricardo Silva fez!!! Estou ainda mais curioso para ver quantas vezes o próprio Ricardo Silva vai ser excluído...!!!

Mais uma goleada...



O Xico este ano está bastante mais fraco, mas na época anterior os resultados com vantagens significativas foram poucos, este ano nos 3 jogos em casa o resultado mais 'apertado' foi com o Madeira SAD e a vantagem foi de 10 golos!!! Portanto a equipa parece estar no caminho certo...