O INDEFECTÍVEL
Pelo Benfica! Sempre!
Últimas indefectivações
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Foi por pouco
Benfica 2 - 3 Olympiakos
25-22, 23-25, 25-22, 26-28, 16-18
Contra uma equipa teoricamente muito superior, com uma jogadora muito acima do nível de todas as outras, perder dois jogos por 2-3, após estar em vantagem nos dois... perder hoje, Set's, depois de estar com boas vantagens, já perto do fim do Set, deixa no ar o sentimento de frustração... Mas quando se dá tudo...
Regresso às vitórias na Europa...
Benfica 97 - 76 Landau
25--18, 30-21, 24-17, 18-20
Depois do desaire na última jornada, uma vitória, num bom jogo, consistente, desta vez com uma respeitável percentagem nos Triplos e isso fez a diferença...
Na próxima semana teremos na minha opinião o jogo decisivo na Luz. Vamos receber os dinamarqueses do Bakken e se repetirmos a vitória do jogo fora, garantimos a qualificação!
Vitória na Alemanha...
Saarlouis 52 - 61 Benfica
19-24, 6-20, 17-9, 10-8
Mais uma vitória Europeia, apesar duma 2.ª parte, bastante fraquinha ofensivamente, mas o fosso cavado no 2.º período foi suficiente para manter a liderança! Mas a equipa mereceu a presença duma Claque nas bancadas, tão longe de casa...!!!
Tranquilo...
Pafos 1 - 3 Benfica
Pastel, Kiko, Stevan
Depois da goleada na Luz, a viagem a Chipre seria sempre tranquila... e ainda marcámos logo de entrada!!! Mesmo sem alguns jogadores, que ficaram em Lisboa...
Na próxima ronda vamos defrontar o Dínamo Zagreb, um adversário dum nível bastante superior ao Pafos.
Rasteira com a cabeça e pisa a cabeça, novamente juntos !!!
Estrela - Benfica Árbitro: António Nobre VAR: Tiago Martins E ainda querem o regresso do podcast 🖕🏼
— Fever Pitch (@Fever_PitchFC) November 4, 2026
Recompensa!
Gustavo Correia voltou a ser nomeado para apitar um jogo da Primeira Liga. E, mais uma vez, em Famalicão, onde realizou uma das atuações que mais adulterou a verdade desportiva e tirou a Liga dos Campeões ao Benfica. E falsificou um relatorio. Vai apitar o oitavo jogo, esta época
— Polvo das Antas - Em Defesa do SL Benfica (@moluscodasantas) November 4, 2026
O sonho do Vasco! 🤩
O sonho do Vasco! 🤩 #FundaçãoBenfica https://t.co/dHURSkqONM
— SL Benfica (@SLBenfica) November 3, 2026
O mestre do planeamento
"Em finais de setembro, Frederico Varandas garantiu que Rui Borges era para continuar no Sporting. Um mês depois, o treinador está de saída e Paulo Fonseca é apontado como sucessor. Pelo meio, jornais e televisões entretiveram-se durante semanas com notícias sobre a continuidade do treinador, críticas ao seu trabalho e informações que iam tornando a permanência cada vez mais difícil.
Varandas, que renovara com Rui Borges até 2028, deixou correr. A confiança anunciada em público não chegou sequer a novembro, o que, para uma garantia presidencial, é um prazo de validade curto.
Segundo as notícias, Rui Borges sentiu-se traído quando percebeu que o presidente já mantinha contactos com Paulo Fonseca. E tem a sua lógica.
Tinha ganho títulos, renovado contrato e ouvido que fazia parte dos planos para o futuro. Enquanto preparava os jogos seguintes, descobriu que esse futuro estava a ser discutido com outro treinador. E ontem o Sporting disputou um jogo da Liga dos Campeões com um treinador interino. Uma situação difícil de conciliar com a imagem de organização e estabilidade que Varandas tanto gosta de cultivar.
Durante anos disseram-nos que no Sporting nada era deixado ao acaso, que as decisões chegavam sempre na hora certa e que Varandas era o modelo da gestão desportiva. Depois de Amorim sair para o Manchester United, vieram João Pereira, Rui Borges e, possivelmente, Paulo Fonseca. Três escolhas para o banco num clube que investiu cerca de 120 milhões de euros em reforços e perdeu vários jogadores importantes da equipa campeã.
Se Fonseca chegar, será o oitavo treinador da presidência de Varandas, contando com os interinos. Amorim ocupou quase cinco anos desse período, o que ajuda a perceber a rapidez com que os restantes passaram por Alvalade.
O mais extraordinário é que isto parece não levantar as dúvidas sobre o projeto desportivo que acompanham quase todas as mudanças de treinador no Benfica. Há comentadores capazes de passar semanas a explicar a falta de estratégia de Rui Costa e que, perante o Sporting, encontram sempre uma razão para justificar a decisão seguinte.
No Benfica, mudar de treinador é sinal de que não existe um projeto. No Sporting, é o projeto que exige mudar de treinador. A diferença não está propriamente nas decisões dos presidentes, mas na facilidade com que alguns comentadores mudam os critérios de avaliação.
Também seria interessante perceber por que razão as remunerações de Varandas despertam tão pouca curiosidade. O presidente viu o seu vencimento aumentar significativamente e os prémios podem elevar, ainda mais, o valor anual recebido. Experimentem imaginar Rui Costa a fazer o mesmo, depois de investir dezenas de milhões em jogadores e de trocar um treinador a quem tinha renovado contrato.
Rui Borges não era um treinador acabado de chegar a Alvalade. Foi escolhido por Varandas, ganhou o campeonato e a Taça de Portugal, renovou contrato e recebeu garantias públicas de continuidade. O presidente podia ter decidido mudar de treinador e assumido essa decisão perante quem contratou. Preferiu deixar que as notícias se acumulassem enquanto, segundo foi noticiado, procurava um substituto. A forma como este processo foi conduzido diz bastante sobre a gestão de Varandas e merecia uma discussão muito mais exigente do que aquela a que temos assistido.
No sábado, o Benfica realizou a sua Assembleia Geral. As contas foram aprovadas por 73,68% dos votos, com um resultado positivo de 23,9 milhões de euros. O clube continua a demonstrar vitalidade associativa e capacidade financeira, mas houve duas matérias nas intervenções de Rui Costa que considero particularmente importantes para o seu futuro: a relação com Pedro Proença e a centralização dos direitos televisivos.
Sobre Pedro Proença, Rui Costa deixou claro que o Benfica não está subordinado ao presidente da Federação Portuguesa de Futebol.
O Benfica apoiou a sua candidatura, mas isso não obriga a concordar com todas as decisões que venha a tomar. Também considero acertada a opção de trabalhar nas instituições, apresentando propostas concretas para melhorar a arbitragem, em vez de alimentar uma guerra pública a cada jornada.
O Benfica já apresentou medidas sobre nomeações, avaliação dos árbitros e transparência do VAR. Importa agora que a Federação responda e que as mudanças deixem de ser sucessivamente anunciadas para começarem finalmente a ser concretizadas.
Quanto aos direitos televisivos, a centralização não pode fazer-se à custa do Benfica, responsável por uma parte muito significativa das audiências e das receitas do futebol português. Esperar que o clube aceite perder dinheiro para financiar uma distribuição mais favorável aos outros dificilmente terá apoio entre os benfiquistas. Há quem veja nisto a defesa de um privilégio. Eu vejo a defesa daquilo que o clube vale e gera, e acho que Rui Costa fez bem em afirmar que está disposto a utilizar todos os meios para impedir um acordo que o prejudique.
Uma Liga mais competitiva interessa ao Benfica, mas a competitividade não se constrói penalizando quem mais contribui para o valor comercial da competição. O futebol português precisa de aumentar receitas, melhorar as competições e atrair público. Redistribuir o dinheiro que já existe não resolve, por si só, os problemas financeiros dos restantes clubes.
A centralização deve servir para valorizar o campeonato e criar condições para que todos possam beneficiar desse crescimento, respeitando a dimensão e o contributo de cada um. Rui Costa fez bem em deixar claro que o Benfica não aceitará qualquer modelo apenas para facilitar um acordo. O clube tem peso suficiente para exigir uma negociação que respeite os seus interesses e não deve abdicar dele."
Diferente mais igual
"Depois de mais um jogo tranquilo no qual confirmou a presença na fase final da Taça da Liga, o encontro com o Alverca foi muito mais exigente e precisou de um Benfica diferente daquele que nos tem habituado para ganhar. Não tanto na qualidade de jogo, que foi aparecendo, mas pela forte, surpreendente até, se olharmos para a classificação, oposição de um adversário que soube defender com muitos e atacar com outros tantos, beneficiando da qualidade de três fortes avançados. Não se percebe porque Chiquinho ainda está no Alverca. Puseram à prova um meio-campo que denota algum cansaço (a falta que Enzo Barrenechea e Barreiro fizeram para refrescar mais cedo!) e uma defesa que nem sempre se adaptou à força física de uma equipa que não tem medo de a exibir. Parabéns ao Alverca que, apesar de ter saído sem pontos, proporcionou um excelente jogo, honesto, corrido, de qualidade e que prendeu os espectadores até ao último minuto.
Num jogo em que o apoio do público, ausente no primeiro jogo da Liga, foi essencial, Marco Silva mexeu mais uma vez bem na equipa e a entrada de Echeverri foi importante para dar mais qualidade no último passe e recolocar Prestianni na esquerda, onde se sente melhor. Foi daí e de uma combinação entre os dois que resultou o segundo lance duvidoso na área do Alverca, que, ao contrário do empurrão a Pavlidis, foi sancionado. Uma palavra merecida ainda para o cada vez menos "miúdo" Samuel Soares, que num final sempre difícil e onde um erro pesa, soube manter a tranquilidade e o habitual bom jogo de pés. Quinta-feira há mais na certeza de que, mesmo sendo um jogo diferente, este deu pontos iguais e a mesma crença que a equipa está ainda a crescer."
Ronaldo: meia dúzia de razões para o Sim, uma para o Não
"Na próxima 6.ª feira Jorge Jesus anunciará os convocados para a Seleção Nacional. O nome de Cristiano Ronaldo será a questão central do anúncio do treinador português.
O nome «Advogado do Diabo» inspira-se na expressão popular, mas sobretudo na antiga figura da Igreja Católica, o «Promotor Fidei». Tinha a função pouco agradável, mas indispensável, de contestar canonizações, procurar falhas e testar provas: impedir que a devoção substituísse o rigor e olhar para além do óbvio. É algo de que o futebol sempre precisa.
Na próxima 6.ª feira conheceremos a nova convocatória de Jorge Jesus (relembro a relação pessoal e profissional que nos une, declaração de interesses que aqui sempre vigorará, quando se imponha). Os factos são conhecidos: CR7 foi sancionado pela FPF com 30 dias de suspensão e 255 euros de multa por ter abandonado, sem autorização, o estágio da Seleção na Dinamarca. A sanção termina antes dos jogos de 14 e 17 de novembro. Por isso pode ser convocado e jogar, se o treinador quiser, o jogador aceitar e ambos forem coerentes com o que assumiram: o interesse de Portugal acima de tudo.
Encontro meia dúzia de razões sólidas para o «Sim»:
1. Seria a reabilitação mais rápida da sua imagem perante a nação;
2. Fecharia o ciclo disciplinar com humildade e respeito, em vez de prolongar uma polémica que extravasou em muito o episódio de ter aquecido e não entrado;
3. Seria uma demonstração de liderança altruísta, com o coletivo acima do mal-estar pessoal;
4. Ronaldo não precisa de provar que é histórico, mas de reconstruir pontes com o povo português, de quem se sente afastado e menos valorizado do que gostaria (e merece). A comparação com Messi e a Argentina dói-lhe, e com algum fundamento emocional. Mas o povo não se reconquista com comunicados: reconquista-se com presença, golos, esforço, generosidade e humildade;
5. Está à porta de marcas e recordes eternos, que viverão muito melhor na História se alcançados com e por Portugal;
6. A melhor resposta às críticas sobre compromisso é comparecer, ajudar dentro e fora de campo e ser exemplo para os mais novos.
E o «Não»? Só encontro uma razão real: o orgulho. Por isso mesmo, deve ser dominado por ambos.
A questão já não é se a relação pessoal voltará a ser a de antes (conhecendo ambos, dificilmente voltará). É se pode existir uma relação profissional funcional entre treinador e jogador, pois o grupo já deu os sinais que devia. Exige-se uma conversa franca, direta e brutalmente honesta: sem intermediários, sem fugas para a imprensa, sem mensagens cifradas.
A FPF, Jorge Jesus e o balneário também têm obrigações. Ronaldo terá de sentir respeitado o seu estatuto de capitão e referência; não se pede a um homem como ele que aceite ser mais um nome na lista. Mas o estatuto não é um cheque em branco: o coletivo está sempre acima do individual. Um capitão é respeitado não porque impõe condições, mas porque aceita as regras do grupo e eleva quem o rodeia."
A integridade é o legado
"Em 2030, o Campeonato do Mundo de Futebol da FIFA será disputado em três países e dois continentes. Portugal, Espanha e Marrocos serão os anfitriões da competição, com as celebrações inaugurais do centenário do torneio a decorrerem no Uruguai, na Argentina e no Paraguai. Será o evento mais complexo alguma vez organizado no futebol e, para os países anfitriões, um dos maiores programas de investimento público da década: estádios, transportes, segurança, infraestruturas digitais e hotelaria.
Passei grande parte da minha carreira a acompanhar eventos desta dimensão a partir de uma perspetiva diferente. Enquanto Diretora para a Europa da ONU Turismo e, mais tarde, à frente do organismo nacional de turismo de Itália, vi cidades candidatarem-se, vencerem, construírem, celebrarem e, depois, viverem com as consequências. Algumas saíram reforçadas, com novas competências, melhores ligações e uma reputação que continuou a atrair visitantes e investidores durante décadas. Outras ficaram com equipamentos vazios, contratos contestados e cidadãos que ainda hoje associam a palavra «evento» ao desperdício.
O que distinguiu, repetidamente, estes dois desfechos foi a qualidade da governação.
É neste ponto que a integridade no desporto se cruza com a economia dos territórios. Quando falamos de integridade no desporto, pensamos, antes de mais, na manipulação de resultados, no doping, nas apostas ilegais ou nos abusos de poder no seio das federações. Tudo isso é extremamente importante. Mas um megaevento alarga o perímetro da integridade muito para além das quatro linhas. Abrange a contratação pública, o ordenamento do território, as condições laborais, os direitos dos residentes, a gestão da bilhética e da hospitalidade, os fluxos financeiros entre patrocinadores, organizadores e intermediários. Cada uma destas áreas pode reforçar ou comprometer a confiança. E, quando se perde, a confiança deixa marcas duradouras na reputação de um país.
Há três lições que me parecem relevantes muito para além da Península Ibérica e do Norte de África.
A primeira é que a integridade tem de estar incorporada no projeto desde o início, a partir da própria candidatura. As promessas feitas para conquistar o direito de organizar uma competição transformam-se em compromissos perante os cidadãos. Critérios transparentes, orçamentos públicos, regras claras sobre conflitos de interesses e mecanismos de supervisão independente têm custos reduzidos quando são estabelecidos desde o início, mas a sua ausência pode sair muito cara. O momento de instituir estas salvaguardas é antes da assinatura do primeiro contrato.
A segunda lição é que a verificação é mais importante do que as declarações de intenção. É fácil redigir códigos de ética. O que gera credibilidade é a disponibilidade para aceitar uma avaliação independente, com base em padrões comuns. É esta a lógica subjacente aos Standards Universais da SIGA e ao seu Sistema de Avaliação e Verificação Independente (SIRVS): tornar a integridade mensurável, comparável e, por isso, passível de melhoria contínua. As empresas de serviços profissionais, incluindo aquela de que faço parte, têm aqui um papel natural a desempenhar, trazendo para o desporto o mesmo rigor em matéria de garantia de conformidade, gestão de risco e transparência que os mercados já exigem às empresas.
A terceira lição é que o legado é, também ele, uma questão de integridade. Habitualmente, medimos o sucesso de um evento pelo número de bilhetes vendidos, pelas audiências televisivas e pelos visitantes que as cidades anfitriãs recebem durante a competição. Esses indicadores são importantes, mas dizem-nos pouco sobre aquilo que permanece. Um legado digno desse nome traduz-se em infraestruturas que continuam a ser úteis, dinheiros públicos devidamente escrutinados, empresas e comunidades locais que beneficiam, mais jovens a praticar desporto e um país anfitrião cuja reputação sai reforçada depois do apito final, por comparação com o momento anterior ao jogo inaugural. Se queremos resultados diferentes, temos de medir coisas diferentes: o que fica e para quem fica.
Portugal conhece bem o poder do desporto para moldar a forma como um país é visto no mundo. O Euro 2004 continua a ser recordado como um momento de orgulho nacional. Com 2030 no horizonte, Portugal tem a oportunidade de demonstrar, em conjunto com Espanha e Marrocos, que um Campeonato do Mundo pode tornar-se uma referência não apenas no futebol, mas também em matéria de integridade: transparente nas decisões, rigoroso na prestação de contas e generoso no legado que deixa.
A responsabilidade é partilhada. Organismos desportivos, governos, cidades anfitriãs, patrocinadores, operadores de televisão, operadores de apostas e consultores detêm, cada um, uma parcela da confiança que confere valor ao desporto. Nenhum deles consegue protegê-la isoladamente. É precisamente por isso que existe uma aliança como a SIGA: para reunir todos estes intervenientes à mesma mesa, em torno dos mesmos padrões de integridade.
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A confiança é o ativo mais valioso do desporto. Os megaeventos podem multiplicá-la ou consumi-la. A escolha faz-se muito antes do pontapé de saída."
quarta-feira, 4 de novembro de 2026
Lixívia ---- 10 -- (26/27)
Tabela Anti-Lixívia
Benfica.........25 (-1) = 26
Corruptos...30 (+7) = 23
Sporting...... 21 (+1) = 20
Braga...........16 (-2) = 18
Mais um jornada típica do Tugão:
Começou na Sexta em Rio Maior, com um penalty contra os Lagartos, a passar entre os pingos da chuva! No início do 2.º tempo, o Altamira, varre o pé do adversário, as repetições não são totalmente esclarecedoras sobre quem toca primeiro na bola, os 'expert's' assumem que foi o jogador do Sporting, mesmo sem provas, agora o contacto com o pé do adversário é claro... Seria o 1-1 no início da 2.ª parte, num jogo onde os Lagartos, tremeram por todo o lado, e acabaram por fazer o 0-2 nos descontos, com o Casa Pia a arriscar tudo, inclusive sem o guarda-redes na baliza!
No Sábado, mais um fora-de-jogo imaginário a desbloquear o jogo dos Corruptos! A goleada era inevitável, o Estoril está mal, e ainda deixou alguns dos melhores jogadores de fora, mas o 1.º golo, a Linha foi mal tirada propositadamente: a linha do plano do relvado, foi esticada, para chegar aos 7 cm, em jogo! Manipulação pura e dura...
Além deste lance no resto do partida, um festival de impunidade disciplinar... Um canarinho foi agredido, de propósito, e nem falta foi...
A quantidade de faltas não assinaladas contra os Corruptos é pornográfica em todos os jogos, é impossível sair em contra-ataque contra os Corruptos!!!
No Domingo, o Braga vence o Famalicão por 3-0, e com 2-0 no marcador, David R. Silva, resolve expulsar um jogador do Famalicão de forma incrível: primeiro marca uma falta duvidosa, que na minha opinião não existiu e se existiu o primeiro contacto faltoso no duelo é do jogador do Braga, e ainda resolve dar Amarelo ao jogador do Famalicão, este começa a bater palmas, e acaba por levar um Vermelho direto!!!
Na Segunda, na Luz, pelo menos duas expulsões perdoadas ao Alverca, o Central Boyang e o Chiquinho, que passou o jogo a protestar e atirar a bola para longe depois do apito do árbitro, além da falta que fez sobre o Echeverri já por si alanrajada!!! O Gui também fez uma falta duríssima sobre o Aursnes, alanrajada e nem Amarelo levou!
Ficou ainda um penalty por marcar sobre o Pavlidis, que no momento do salto é puxado para baixo, com um braço por cima do ombro, premeditadamente...
Aqueles que põem em causa o penalty assinalado sobre o Echeverri percebem pouco de bola!
Casos atrás de casos, em todas as jornadas... E na próxima, vamos à Amadora, com o Nobre, rastreira com a cabeça, e o Tiaguinho Moedinhas, pisa a cabeça, a fazerem tudo ao seu alcance, para um Benfica, com menos de 72 horas de recuperação, perder pontos!!!
Anexos (I):
Benfica
(Adiado)
(Atraso)
Sporting
Corruptos
2.ª-Rio Ave(f), V(0-2), Fonseca(Cláudia R., A. Campos), Beneficiados, (1-2), Impossível contabilizar
4.ª-Académico(f), V(0-2), Nogueira(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, (0-1), Impossível contabilizar
6.ª-Casa Pia(f), V(1-4), Bessa(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, Beneficiados, (1-5), Sem influência
9.ª-Gil Vicente(f), V(0-1), Godinho(P. Ferreira, L. Ferreira), Beneficiados, Impossível contabilizar
Braga
(Adiado)
(Adiado)
(Atraso)
(Atraso)
2.ª-Gil Vicente(c), D(1-2), Correia(Rui Oliveira, F. Monteiro), Beneficiados, Prejudicados, (1-1) (-1 jogo)
Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
3/1
Sporting
2/1
Corruptos
3/1
Braga
0/1
Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade)
Castigados (Favor - Contra):
Benfica
1/1
Minutos:
1 - 65 = -64
Castigados:
5 - 1
Sporting
2/0
Minutos:
16 - 0 = +16
Castigados:
2 - 2
Corruptos
3/0
Minutos:
86 - 0 = +86
Castigados:
1 - 0
Braga
2/0
Minutos:
55 - 0 = +55
Castigados:
4-0
B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Média Faltas/Amarelos - Favor/Contra
Benfica
21(12) / 122 - 162 / 31(17)
Média: 5,8 / 5,2
Sporting
21(8) / 122 - 128 / 25(15)
Média: 5,8 / 5,1
Corruptos
10(5) / 138 - 107 / 15(8)
Média: 13,8 / 7,1
Braga
24(8) / 143 - 131 / 27(12)
Média: 5,9 / 4,8
Anexos (IV):
Com influência / pontos (árbitros ou Var's):
Benfica
Nogueira - -1
L. Ferreira - -1
Sporting
Fonseca - +2
Mota - +2
Godinho - +1
Esteves - +1
J. Gonçalves - -2
Martins - -2
Corruptos
Nobre - +3
Esteves - +3
Nogueira - +2
L. Ferreira - +2
J. Gonçalves - +2
Martins - +2
Braga
Correia - -1
Rui Oliveira - -1
Anexos(V):
Número de jogos com Erros a Favor/Contra
Árbitros/VAR (Número de nomeações totais)
Benfica
Erros:
0 - 9 = -9
Árbitros/VAR:
Pinheiro: 0 - 1 = -1 (1)
H. Carvalho: 0 - 1 = -1 (1)
Martins: 0 - 1 = -1 (1)
Guelho: 0 - 1 = -1 (1)
M. Oliveira: 0 - 1 = -1 (1)
Veríssimo: 0 - 1 = -1 (1)
J. Gonçalves: 0 - 1 = -1 (1)
Barradas: 0 - 1 = -1 (1)
Nogueira: 0 - 1 = -1 (1)
Godinho: 0 - 1 = -1 (1)
P. Ferreira: 0 - 1 = -1 (1)
C. Pereira: 0 - 1 = -1 (1)
Rui Soares: 0 - 1 = -1 (1)
B. Costa: 0 - 1 = -1 (1)
Rui Costa: 0 - 2 = -2 (2)
L. Ferreira: 0 - 2 = -2 (2)
Sporting
Erros:
5 - 1 = 4
Árbitros/VAR:
Mota: 2 - 0 = 2 (2)
Veríssimo: 1 - 0 = 1 (1)
Malheiro Pinto: 1 - 0 = 1 (1)
Godinho: 1 - 0 = 1 (1)
Esteves: 1 - 0 = 1 (1)
Pinheiro: 1 - 0 = 1 (2)
Nogueira: 1 - 0 = 1 (1)
L. Ferreira: 1 - 0 = 1 (1)
Fonseca: 1 - 0 = 1 (1)
J. Gonçalves: 0 - 1 = -1 (1)
Martins: 0 - 1 = -1 (1)
Corruptos
Erros:
9 - 1 = 8
Árbitros/VAR:
Nogueira: 3 - 0 = 3 (3)
P. Ferreira: 2 - 0 = 2 (2)
Fonseca: 1 - 0 = 1 (1)
Cláudia R.: 1 - 0 = 1 (1)
Pinheiro: 1 - 0 = 1 (1)
Mota: 1 - 0 = 1 (1)
Nobre: 1- 0 = 1 (1)
Esteves: 1 - 0 = 1 (1)
Godinho: 1 - 0 = 1 (2)
Malheiro Pinto: 1 - 0 = 1 (1)
Bessa: 1 - 1 = 0 (2)
Rui Costa: 1 - 1 = 0 (2)
Braga;
Erros:
1 - 2 = -1
Árbitros/VAR:
D.R. Silva: 1 - 0 = 1 (2)
Cláudia R.: 1 - 0 = 1 (1)
Correia: 0 - 1 = -1 (1)
Rui Oliveira: 0 - 1 = -1 (1)
Pinheiro: 0 - 1 = -1 (1)
Mota: 0 - 1 = -1 (1)
Anexos(VI):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
D. R. Silva - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (0/1)
J. Gonçalves - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Godinho - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
B. Costa - 1 (1/0)
Sporting
Pinheiro - 2 (1/1)
D. R. Silva - 2 (2/0)
J. Gonçalves - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (0/1)
Godinho - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (0/1)
Corruptos
Nogueira - 3 (2/1)
Godinho - 2 (1/1)
Fonseca - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (1/0)
Nobre - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
J. Gonçalves - 1 (0/1)
Braga
Bessa - 2 (0/2)
D.R. Silva - 2 (2/0)
Narciso - 1 (1/0)
Godinho - 1 (0/1)
Vasilica - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (1/0)
Correia - 1 (1/0)
Anexos(VII):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
Rui Costa - 2 (0/2)
L. Ferreira - 2 (1/1)
Mota - 1 (1/0)
Martins - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (0/1)
Barradas - 1 (1/0)
P. Ferreira - 1 (1/0)
Rui Soares - 1 (0/1)
Sporting
Mota - 2 (0/2)
Martins - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)
Rui Soares - 1 (0/1)
P. Ferreira -1 (1/0)
Esteves - 1 (0/1)
Malheiro - 1 (1/0)
L. Ferreira - 1 (1/0)
Corruptos
Esteves - 2 (2/0)
P. Ferreira - 2 (0/2)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Mota - 1 (1/0)
Rui Costa - 1 (0/1)
L. Ferreira - 1 (1/0)
Martins - 1 (0/1)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)
Braga
Rui Costa - 2 (1/1)
Vasilica - 1 (0/1)
Barradas - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (0/1)
Malheiro - 1 (1/0)
P. Ferreira - 1 (0/1)
Mota - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Anexos(VIII):
AVAR's:
Benfica
Bessa Silva - 2
T. Leandro - 2
P. Miranda - 1
Cidade - 1
V. Maia - 1
Babo - 1
L. Ferreira - 1
M. Azevedo - 1
Sporting
P. Miranda - 2
A. Campos - 2
Cátia T. - 1
I. Pereira - 1
M. Azevedo - 1
Eiras - 1
Rui Cidade - 1
V. Maia - 1
Corruptos
Bessa Silva - 2
A. Campos - 2
Catarina C. - 1
Eiras - 1
Sancho - 1
T. Leandro - 1
L. Ferreira - 1
P. Sousa - 1
Braga
Eiras - 2
T. Leandro - 1
Babo - 1
L. Ferreira - 1
A. Campos - 1
P. Miranda - 1
F. Monteiro - 1
Bessa Silva - 1
V. Maia - 1
Anexos(IX):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Rui Costa - 2
Pinheiro - 1
Guelho - 1
M. Oliveira -1
Veríssimo - 1
Nogueira - 1
L. Ferreira - 1
C. Pereira - 1
Rui Soares - 1
Sporting
Mota - 2
J. Gonçalves - 1
Martins - 1
B. Costa - 1
Rui Soares - 1
Godinho - 1
Esteves - 1
Pinheiro - 1
Fonseca - 1
Corruptos
P. Ferreira - 2
Fonseca - 1
Cláudia R. - 1
Nogueira - 1
Bessa - 1
Rui Costa - 1
J. Gonçalves - 1
Martins - 1
Godinho - 1
Fonseca - 1
Mota - 1
Braga
Bessa - 2
Vasilica - 1
Godinho - 1
Barradas - 1
M. Oliveira - 1
Veríssimo - 1
P. Ferreira - 1
Rui Costa - 1
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-3 jogos)
Jornada 4 (-3 jogos)
Jornada 5 (-3 jogos)
Jornada 3 (atrasados) (-1 jogo)
Jornada 6 (-1 jogo)
Jornada 7 (-1 jogo)
Jornada 8 (-1 jogo)
Jornada 2 (atrasado)
Anexos(XI):
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