Últimas indefectivações

quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Terceiro Anel: DRS #69 - iL CAMPIONE & BRAZIL GP!! 🏎️🏁

Zero: Afunda - S07E12 - OKC em crise; Os casos preocupantes e positivos

A integridade é o legado


"Em 2030, o Campeonato do Mundo de Futebol da FIFA será disputado em três países e dois continentes. Portugal, Espanha e Marrocos serão os anfitriões da competição, com as celebrações inaugurais do centenário do torneio a decorrerem no Uruguai, na Argentina e no Paraguai. Será o evento mais complexo alguma vez organizado no futebol e, para os países anfitriões, um dos maiores programas de investimento público da década: estádios, transportes, segurança, infraestruturas digitais e hotelaria.
Passei grande parte da minha carreira a acompanhar eventos desta dimensão a partir de uma perspetiva diferente. Enquanto Diretora para a Europa da ONU Turismo e, mais tarde, à frente do organismo nacional de turismo de Itália, vi cidades candidatarem-se, vencerem, construírem, celebrarem e, depois, viverem com as consequências. Algumas saíram reforçadas, com novas competências, melhores ligações e uma reputação que continuou a atrair visitantes e investidores durante décadas. Outras ficaram com equipamentos vazios, contratos contestados e cidadãos que ainda hoje associam a palavra «evento» ao desperdício.
O que distinguiu, repetidamente, estes dois desfechos foi a qualidade da governação.
É neste ponto que a integridade no desporto se cruza com a economia dos territórios. Quando falamos de integridade no desporto, pensamos, antes de mais, na manipulação de resultados, no doping, nas apostas ilegais ou nos abusos de poder no seio das federações. Tudo isso é extremamente importante. Mas um megaevento alarga o perímetro da integridade muito para além das quatro linhas. Abrange a contratação pública, o ordenamento do território, as condições laborais, os direitos dos residentes, a gestão da bilhética e da hospitalidade, os fluxos financeiros entre patrocinadores, organizadores e intermediários. Cada uma destas áreas pode reforçar ou comprometer a confiança. E, quando se perde, a confiança deixa marcas duradouras na reputação de um país.
Há três lições que me parecem relevantes muito para além da Península Ibérica e do Norte de África.
A primeira é que a integridade tem de estar incorporada no projeto desde o início, a partir da própria candidatura. As promessas feitas para conquistar o direito de organizar uma competição transformam-se em compromissos perante os cidadãos. Critérios transparentes, orçamentos públicos, regras claras sobre conflitos de interesses e mecanismos de supervisão independente têm custos reduzidos quando são estabelecidos desde o início, mas a sua ausência pode sair muito cara. O momento de instituir estas salvaguardas é antes da assinatura do primeiro contrato.
A segunda lição é que a verificação é mais importante do que as declarações de intenção. É fácil redigir códigos de ética. O que gera credibilidade é a disponibilidade para aceitar uma avaliação independente, com base em padrões comuns. É esta a lógica subjacente aos Standards Universais da SIGA e ao seu Sistema de Avaliação e Verificação Independente (SIRVS): tornar a integridade mensurável, comparável e, por isso, passível de melhoria contínua. As empresas de serviços profissionais, incluindo aquela de que faço parte, têm aqui um papel natural a desempenhar, trazendo para o desporto o mesmo rigor em matéria de garantia de conformidade, gestão de risco e transparência que os mercados já exigem às empresas.
A terceira lição é que o legado é, também ele, uma questão de integridade. Habitualmente, medimos o sucesso de um evento pelo número de bilhetes vendidos, pelas audiências televisivas e pelos visitantes que as cidades anfitriãs recebem durante a competição. Esses indicadores são importantes, mas dizem-nos pouco sobre aquilo que permanece. Um legado digno desse nome traduz-se em infraestruturas que continuam a ser úteis, dinheiros públicos devidamente escrutinados, empresas e comunidades locais que beneficiam, mais jovens a praticar desporto e um país anfitrião cuja reputação sai reforçada depois do apito final, por comparação com o momento anterior ao jogo inaugural. Se queremos resultados diferentes, temos de medir coisas diferentes: o que fica e para quem fica.
Portugal conhece bem o poder do desporto para moldar a forma como um país é visto no mundo. O Euro 2004 continua a ser recordado como um momento de orgulho nacional. Com 2030 no horizonte, Portugal tem a oportunidade de demonstrar, em conjunto com Espanha e Marrocos, que um Campeonato do Mundo pode tornar-se uma referência não apenas no futebol, mas também em matéria de integridade: transparente nas decisões, rigoroso na prestação de contas e generoso no legado que deixa.
A responsabilidade é partilhada. Organismos desportivos, governos, cidades anfitriãs, patrocinadores, operadores de televisão, operadores de apostas e consultores detêm, cada um, uma parcela da confiança que confere valor ao desporto. Nenhum deles consegue protegê-la isoladamente. É precisamente por isso que existe uma aliança como a SIGA: para reunir todos estes intervenientes à mesma mesa, em torno dos mesmos padrões de integridade. pub A confiança é o ativo mais valioso do desporto. Os megaeventos podem multiplicá-la ou consumi-la. A escolha faz-se muito antes do pontapé de saída."

quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Lixívia ---- 10 -- (26/27)


Tabela Anti-Lixívia
Benfica.........25 (-1) = 26
Corruptos...30 (+7) = 23
Sporting...... 21 (+1) = 20
Braga...........16 (-2) = 18

Mais um jornada típica do Tugão:
Começou na Sexta em Rio Maior, com um penalty contra os Lagartos, a passar entre os pingos da chuva! No início do 2.º tempo, o Altamira, varre o pé do adversário, as repetições não são totalmente esclarecedoras sobre quem toca primeiro na bola, os 'expert's' assumem que foi o jogador do Sporting, mesmo sem provas, agora o contacto com o pé do adversário é claro... Seria o 1-1 no início da 2.ª parte, num jogo onde os Lagartos, tremeram por todo o lado, e acabaram por fazer o 0-2 nos descontos, com o Casa Pia a arriscar tudo, inclusive sem o guarda-redes na baliza!

No Sábado, mais um fora-de-jogo imaginário a desbloquear o jogo dos Corruptos! A goleada era inevitável, o Estoril está mal, e ainda deixou alguns dos melhores jogadores de fora, mas o 1.º golo, a Linha foi mal tirada propositadamente: a linha do plano do relvado, foi esticada, para chegar aos 7 cm, em jogo! Manipulação pura e dura...
Além deste lance no resto do partida, um festival de impunidade disciplinar... Um canarinho foi agredido, de propósito, e nem falta foi...
A quantidade de faltas não assinaladas contra os Corruptos é pornográfica em todos os jogos, é impossível sair em contra-ataque contra os Corruptos!!!

No Domingo, o Braga vence o Famalicão por 3-0, e com 2-0 no marcador, David R. Silva, resolve expulsar um jogador do Famalicão de forma incrível: primeiro marca uma falta duvidosa, que na minha opinião não existiu e se existiu o primeiro contacto faltoso no duelo é do jogador do Braga, e ainda resolve dar Amarelo ao jogador do Famalicão, este começa a bater palmas, e acaba por levar um Vermelho direto!!!

Na Segunda, na Luz, pelo menos duas expulsões perdoadas ao Alverca, o Central Boyang e o Chiquinho, que passou o jogo a protestar e atirar a bola para longe depois do apito do árbitro, além da falta que fez sobre o Echeverri já por si alanrajada!!! O Gui também fez uma falta duríssima sobre o Aursnes, alanrajada e nem Amarelo levou!
Ficou ainda um penalty por marcar sobre o Pavlidis, que no momento do salto é puxado para baixo, com um braço por cima do ombro, premeditadamente...
Aqueles que põem em causa o penalty assinalado sobre o Echeverri percebem pouco de bola!

Casos atrás de casos, em todas as jornadas... E na próxima, vamos à Amadora, com o Nobre, rastreira com a cabeça, e o Tiaguinho Moedinhas, pisa a cabeça, a fazerem tudo ao seu alcance, para um Benfica, com menos de 72 horas de recuperação, perder pontos!!!



Anexos (I):
Benfica
1.ª-Académico(c), E(2-2), D.R. Silva(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
2.ª-Casa Pia(f), V(0-7), Pinheiro(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, (0-9), Sem influência
(Adiado)
4.ª-Estoril(c), V(2-1), H. Carvalho(Martins, Cidade), Prejudicados, (3-1), Sem influência
5.ª-Marítimo(f), V(0-3), Guelho(M. Oliveira, V. Maia), Prejudicados, (0-4), Sem influência
(Atraso)
3.º-Moreirense(f), V(0-4), Veríssimo(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, (0-5), Sem influência
6.ª-Gil Vicente(c), V(3-1), J. Gonçalves(Barradas, Babo), Prejudicados, Sem influência
7.ª-Corruptos(f), D(3-1), Nogueira(L. Ferreira, Bessa Silva), Prejudicados, (0-0), (-1 ponto)
8.ª-Guimarães(c), V(2-0), Godinho(P. Ferreira, L. Ferreira), Prejudicados, (3-0), Sem influência
9.ª-Santa Clara(f), V(1-2), C. Pereira(Rui Soares, M. Azevedo), Prejudicados, (1-3), Sem influência
10.ª-Alverca(c), V(1-0), B. Costa(L. Ferreira, Bessa Silva), Prejudicados, (2-0), Sem influência

Sporting
1.ª-Estrela(f), E(2-2), J. Gonçalves(Martins, Cátia T.), Prejudicados, (2-3), (-2 pontos)
2.ª-Guimarães(c), V(3-2), D. R. Silva(M. Oliveira, I. Pereira), Nada a assinalar
3.ª-Alverca(c), V(3-1), Veríssimo(Malheiro Pinto,A.Campos), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Rio Ave(f), V(0-4), B. Costa(Rui Soares, M. Azevedo), Nada a assinalar
5.ª-Nacional(c), V(2-0), Pinheiro(P. Ferreira, Eiras), Nada a assinalar
6.ª-Famalicão(f), E(1-1), Godinho(Esteves, A. Campos), Beneficiados, (1-0), (+1 ponto)
7.ª-Arouca(c), E(2-2), D.R. Silva(Malheiro, Rui Cidade), Nada a assinalar
8.ª-Braga(f), V(1-3), Pinheiro(Mota, P. Miranda), Beneficiados, (2-3), Impossível contabilizar
9.ª-Académico(c), D(1-2), Nogueira(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (1-3), Sem influência
10.ª-Casa Pia(f), V(0-2), Fonseca(Mota, P. Miranda), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)

Corruptos
1.ª-Alverca(c), V(2-0), Godinho(Esteves, Catarina C.), Nada a assinalar
2.ª-Rio Ave(f), V(0-2), Fonseca(Cláudia R., A. Campos), Beneficiados, (1-2), Impossível contabilizar
3.ª-Arouca(c), V(2-0), Pinheiro(Mota, Bessa Silva), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Académico(f), V(0-2), Nogueira(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, (0-1), Impossível contabilizar
5.ª-Moreirense(c), V(2-1), Nobre(Esteves, Sancho), Beneficiados, (0-1), (+3 pontos)
6.ª-Casa Pia(f), V(1-4), Bessa(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, Beneficiados, (1-5), Sem influência
7.ª-Benfica(c), V(3-1), Nogueira(L. Ferreira, Bessa Silva), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
8.ª-Marítimo(f), V(1-2), J. Gonçalves(Martins, A. Campos), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
9.ª-Gil Vicente(f), V(0-1), Godinho(P. Ferreira, L. Ferreira), Beneficiados, Impossível contabilizar
10.ª-Estoril(c), V(4-0), Nogueira(Malheiro Pinto, P. Sousa), Beneficiados, Impossível contabilizar

Braga
1.ª-Moreirense(f), E(2-2), Bessa(Vasilica, P. Eiras), Nada a assinalar
(Adiado)
(Adiado)
4.ª-Guimaráes(c), V(1-0), Narciso(Rui Costa, T. Leandro), Nada a assinalar
5.ª-Alverca(f), V(1-2), Godinho(Barradas, Babo), Nada a assinalar
(Atraso)
3.ª-Estrela(f), D(2-1), Vasilica(M. Oliveira, L. Ferreira), Nada a assinalar)
6.ª-Estoril(c), V(1-0), D.R. Silva(Malheiro, A. Campos), Nada a assinalar
7.ª-Santa Clara(f), E(0-0), Veríssimo(P. Ferreira, Eiras) Nada a assinalar
8.ª-Sporting(c), D(1-2), Pinheiro(Mota, P. Miranda), Prejudicados, (2-3), Impossível contabilizar
(Atraso)
2.ª-Gil Vicente(c), D(1-2), Correia(Rui Oliveira, F. Monteiro), Beneficiados, Prejudicados, (1-1) (-1 jogo)
9.ª-Nacional(f), D(1-0), Bessa(Rui Costa, Bessa Silva), Nada a assinalar
10.ª-Famalicão(c), V(3-0), D.R. Silva(Cláudia R., V. Maia), Beneficiados, (2-0), Sem influência

Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):

Benfica
3/1

Sporting
2/1

Corruptos
3/1

Braga
0/1

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade)
Castigados (Favor - Contra):

Benfica
1/1
Minutos:
1 - 65 = -64

Castigados:
5 - 1

Sporting
2/0
Minutos:
16 - 0 = +16

Castigados:
2 - 2

Corruptos
3/0
Minutos:
86 - 0 = +86

Castigados:
1 - 0

Braga
2/0
Minutos:
55 - 0 = +55

Castigados:
4-0

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Média Faltas/Amarelos - Favor/Contra

Benfica
21(12) / 122 - 162 / 31(17)
Média: 5,8 / 5,2

Sporting
21(8) / 122 - 128 / 25(15)
Média: 5,8 / 5,1

Corruptos
10(5) / 138 - 107 / 15(8)
Média: 13,8 / 7,1

Braga
24(8) / 143 - 131 / 27(12)
Média: 5,9 / 4,8

Anexos (IV):
Com influência / pontos (árbitros ou Var's):
Benfica
Nogueira - -1
L. Ferreira - -1

Sporting
Fonseca - +2
Mota - +2
Godinho - +1
Esteves - +1
J. Gonçalves - -2
Martins - -2

Corruptos
Nobre - +3
Esteves - +3
Nogueira - +2
L. Ferreira - +2
J. Gonçalves - +2
Martins - +2

Braga
Correia - -1
Rui Oliveira - -1

Anexos(V):
Número de jogos com Erros a Favor/Contra
Árbitros/VAR (Número de nomeações totais)

Benfica
Erros:
0 - 9 = -9
Árbitros/VAR:
Pinheiro: 0 - 1 = -1 (1)
H. Carvalho: 0 - 1 = -1 (1)
Martins: 0 - 1 = -1 (1)
Guelho: 0 - 1 = -1 (1)
M. Oliveira: 0 - 1 = -1 (1)
Veríssimo: 0 - 1 = -1 (1)
J. Gonçalves: 0 - 1 = -1 (1)
Barradas: 0 - 1 = -1 (1)
Nogueira: 0 - 1 = -1 (1)
Godinho: 0 - 1 = -1 (1)
P. Ferreira: 0 - 1 = -1 (1)
C. Pereira: 0 - 1 = -1 (1)
Rui Soares: 0 - 1 = -1 (1)
B. Costa: 0 - 1 = -1 (1)
Rui Costa: 0 - 2 = -2 (2)
L. Ferreira: 0 - 2 = -2 (2)

Sporting
Erros:
5 - 1 = 4
Árbitros/VAR:
Mota: 2 - 0 = 2 (2)
Veríssimo: 1 - 0 = 1 (1)
Malheiro Pinto: 1 - 0 = 1 (1)
Godinho: 1 -  0 = 1 (1)
Esteves: 1 - 0 = 1 (1)
Pinheiro: 1 - 0 = 1 (2)
Nogueira: 1 - 0 = 1 (1)
L. Ferreira: 1 - 0 = 1 (1)
Fonseca: 1 - 0 = 1 (1)
J. Gonçalves: 0 - 1 = -1 (1)
Martins: 0 - 1 = -1 (1)

Corruptos
Erros:
9 - 1 = 8
Árbitros/VAR:
Nogueira: 3 - 0 = 3 (3)
P. Ferreira: 2 - 0 = 2 (2)
Fonseca: 1 - 0 = 1 (1)
Cláudia R.: 1 - 0 = 1 (1)
Pinheiro: 1 - 0 = 1 (1)
Mota: 1 - 0 = 1 (1)
Nobre:  1- 0 = 1 (1)
Esteves: 1 - 0 = 1 (1)
Godinho: 1 - 0 = 1 (2)
Malheiro Pinto: 1 - 0 = 1 (1)
Bessa: 1 - 1 = 0 (2)
Rui Costa: 1 - 1 = 0 (2)

Braga;
Erros:
1 - 2 = -1
Árbitros/VAR:
D.R. Silva: 1 - 0 = 1 (2)
Cláudia R.: 1 - 0 = 1 (1)
Correia: 0 - 1 = -1 (1)
Rui Oliveira: 0 - 1 = -1 (1)
Pinheiro: 0 - 1 = -1 (1)
Mota: 0 - 1 = -1 (1)

Anexos(VI):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):

Benfica
D. R. Silva - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (0/1)
J. Gonçalves - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Godinho - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
B. Costa - 1 (1/0)

Sporting
Pinheiro - 2 (1/1)
D. R. Silva - 2 (2/0)
J. Gonçalves - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (0/1)
Godinho - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (0/1)

Corruptos
Nogueira - 3 (2/1)
Godinho - 2 (1/1)
Fonseca - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (1/0)
Nobre - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
J. Gonçalves - 1 (0/1)

Braga
Bessa - 2 (0/2)
D.R. Silva - 2 (2/0)
Narciso - 1 (1/0)
Godinho - 1 (0/1)
Vasilica - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (1/0)
Correia - 1 (1/0)

Anexos(VII):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):

Benfica
Rui Costa - 2 (0/2)
L. Ferreira - 2 (1/1)
Mota - 1 (1/0)
Martins - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (0/1)
Barradas - 1 (1/0)
P. Ferreira - 1 (1/0)
Rui Soares - 1 (0/1)

Sporting
Mota - 2 (0/2)
Martins - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)
Rui Soares - 1 (0/1)
P. Ferreira -1 (1/0)
Esteves - 1 (0/1)
Malheiro - 1 (1/0)
L. Ferreira - 1 (1/0)

Corruptos
Esteves - 2 (2/0)
P. Ferreira - 2 (0/2)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Mota - 1 (1/0)
Rui Costa - 1 (0/1)
L. Ferreira - 1 (1/0)
Martins - 1 (0/1)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)

Braga
Rui Costa - 2 (1/1)
Vasilica - 1 (0/1)
Barradas - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (0/1)
Malheiro - 1 (1/0)
P. Ferreira - 1 (0/1)
Mota - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (1/0)

Anexos(VIII):
AVAR's:

Benfica
Bessa Silva - 2
T. Leandro - 2
P. Miranda - 1
Cidade - 1
V. Maia - 1
Babo - 1
L. Ferreira - 1
M. Azevedo - 1

Sporting
P. Miranda - 2
A. Campos - 2
Cátia T. - 1
I. Pereira - 1
M. Azevedo - 1
Eiras - 1
Rui Cidade - 1
V. Maia - 1

Corruptos
Bessa Silva - 2
A. Campos - 2
Catarina C. - 1
Eiras - 1
Sancho - 1
T. Leandro - 1
L. Ferreira - 1
P. Sousa - 1

Braga
Eiras - 2
T. Leandro - 1
Babo - 1
L. Ferreira - 1
A. Campos - 1
P. Miranda - 1
F. Monteiro - 1
Bessa Silva - 1
V. Maia - 1

Anexos(IX):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)

Benfica
Rui Costa - 2
Pinheiro - 1
Guelho - 1
M. Oliveira -1
Veríssimo - 1
Nogueira - 1
L. Ferreira - 1
C. Pereira - 1
Rui Soares - 1

Sporting
Mota - 2
J. Gonçalves - 1
Martins - 1
B. Costa - 1
Rui Soares - 1
Godinho - 1
Esteves - 1
Pinheiro - 1
Fonseca - 1

Corruptos
P. Ferreira - 2
Fonseca - 1
Cláudia R. - 1
Nogueira - 1
Bessa - 1
Rui Costa - 1
J. Gonçalves - 1
Martins - 1
Godinho - 1
Fonseca - 1
Mota - 1

Braga
Bessa - 2
Vasilica - 1
Godinho - 1
Barradas - 1
M. Oliveira - 1
Veríssimo - 1
P. Ferreira - 1
Rui Costa - 1


Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-3 jogos)
Jornada 4 (-3 jogos)
Jornada 5 (-3 jogos)
Jornada 3 (atrasados) (-1 jogo)
Jornada 6 (-1 jogo)
Jornada 7 (-1 jogo)
Jornada 8 (-1 jogo)
Jornada 2 (atrasado)

Anexos(XI):
Épocas anteriores:

Vitória em Torres

Torreense 0 - 1 Benfica
Gomes


Ironicamente, vencemos o Torreense, com um golo de Canto, depois de tantos maus resultados contra este mesmo adversário, recentemente, com muitos golos sofridos pelo Benfica, em situações idênticas!

O resultado até foi parco, o Benfica merecia mais... Pessoalmente, gostei de ver a equipa, contra um dos adversários mais complicados em Portugal, mesmo com várias caras novas, muita juventude, com algumas das titulares a começarem no banco, e mesmo assim, o Benfica foi melhor!!!



Segunda Bola...


O Sinistro!!!

Por um triz !!!

5 cm !!!

Alverca trouxe Benfica à terra


"Nas últimas épocas, Roger Schmidt, Bruno Lage e José Mourinho sofreram do mesmo, mas com Marco Silva a resistência da equipa é diferente. Ontem, com sorte à mistura

Olhar para 90 minutos frente ao Alverca e sentir um nó no estômago é perfeitamente legítimo para qualquer adepto. O Benfica escapou a uma bala. Depois da reviravolta nos Açores contra o Santa Clara, ver o Benfica a «pedir» o apito final num jogo em que a teoria dizia ser acessível, parece, à primeira vista, um sinal de alarme. O adepto comum, pelo menos o mais cético, atrever-se-ia a dizer: «Se se sofre assim, o descalabro está ao virar da esquina».
Mas convém ter memória. Nas últimas épocas, as de Roger Schmidt, Bruno Lage, José Mourinho, jogos como este tinham um desfecho frustrante: o Benfica dominava, chegava ao golo, depois hesitava, tremia ao primeiro contragolpe e acabava por consentir o empate, fosse mais ou menos a meio do segundo tempo, ou pior, aos noventa e muitos minutos, num misto de ingenuidade e apatia defensiva.
Quantos pontos cruciais não ficaram pelo caminho em tardes/noites cinzentas em que a equipa simplesmente não sabia cerrar os dentes, em que Schjelderup não correu para trás, Otamendi falhou uma interceção ou algo do género sucedeu? Uma equipa concentrada e solidária faz a sua sorte. E a história começa a ser diferente. Não se iluda, ninguém há sempre essa parte à mistura. O azar e a sorte, disfarçados de competência técnica: uma oportunidade tanto pode entar por um gesto superior ou defeituoso, mas não deixa de ser uma oportunidade...
Ainda assim, há algo que no futebol ao mais alto nível se chama maturidade competitiva. Ganhar com nota artística todos os fins de semana é uma ilusão. Quando as pernas pesam e, como ontem, a inspiração escasseia, essa é a verdadeira imagem de quem quer ser campeão. O Alverca trouxe o Benfica à terra no campo exibicional, mas não o fez no resultado. E isso, ironicamente, é a melhor mensagem que Marco Silva podia ter: ninguém pode relaxar. Porque o perigo espreita a cada esquina, seja no meio do Atlântico ou no conforto de casa."

Liga: Jornada 10 - Golos

DAZN: La liga - Jornada 11 - Golos

DAZN: Premier League - Jornada 9 - Golos

Terceiro Anel: Bola ao Centro #246 - DEVAGAR SE VAI AO LONGE!! 🦅🔴

Falar Benfica #266 - Vitórias Taça e Liga, jogos Lech e Estrela, Assembleia e modalidades

Visão - S08E14 - 3 Pontos e está a andar

Os Gloriosos Benfiquistas - S06E25 - Alverca

BI: Benfica Podcast #607 - Retro Return

BI: Megafone #298 - Alverca duro de roer

O Resto é Bola - Fim de linha para Rui Borges, FC Porto invicto na Liga e a vitória suada do Benfica contra o Alverca

Futebol à Parte - S02E10 - RUI BORGES DESPEDIDO do SPORTING

No Princípio Era a Bola - Sai Rui Borges e entra Paulo Fonseca, treinador que sabe onde está o talento, mas não é milagreiro

Tiki-Tasca #21 - Paulo Fonseca e Rui Borges, Estratégias do FC Porto e CR7

Transforma: Passa a Bola #233 - "O QUE HOJE É VERDADE AMANHÃ É MENTIRA SEMPRE ACTUAL"

Santana: Grande NOME em alvalade! ALVERCA quase limpa Benfica!

Pre-bet Show #199 - DO FUTURO DO SPORTING ÀS ESCOLHAS DA SELEÇÃO 💪

Feira dos Três - Feira da Bola #5 - ⚽ Paulo Fonseca não é o ideal para o Sporting

Jogo Pelo Jogo - S04E12 - O que traz Paulo Fonseca?

Rabona: Brazil Banned Betting & Football Clubs Are FURIOUS

BF: Controlar

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Benfica não desarma: as contas da I Liga!

Observador: E o Campeão é... - SLB deixou a máquina na garagem, mas ganha 3 pontos na mesma

Observador: Três Toques - Afinal quem é o mais jovem campeão de fórmula 1 do mundo?

TNT - Melhor Futebol do Mundo - BARCELONA EM CAMPO, UNITED X ROMA, ATLETI X BAYERN E MUITO MAIS NUMA TERÇA ABSURDA DE CHAMPIONS!

TNT - Melhor Futebol do Mundo - ARSENAL É LÍDER NA PL; ESTÊVÃO PODE RENOVAR NO CHELSEA; DIOMANDE AMEAÇA VINI NO REAL MADRID?

Vitória justa


"O Benfica ganhou por 1-0 ao Alverca na 10.ª jornada da Liga Betclic. Este é o destaque na BNews.

1. Três pontos
Marco Silva valoriza o triunfo obtido e o contributo dos Benfiquistas: "Uma vitória justa, importante para nós. Realçar também, num jogo não bem conseguido, o apoio dos adeptos naquele minuto 70. Começaram a puxar pela equipa, a empurrar a equipa para a frente."

2. Man of the Match
Eleito o homem do jogo, Echeverri realça a qualidade do plantel benfiquista: "Todos os jogadores estão preparados para competir. Estamos todos à disposição do treinador e quem tiver a oportunidade de entrar no onze inicial vai dar o seu melhor para manter esse lugar."

3. Ângulo diferente
Veja, de outro ângulo, o golo marcado pelo Benfica ao Alverca.

4. Calendário
Estão agendados os jogos do Benfica relativos à 13.ª e 14.ª jornadas da Liga Betclic.

5. Benfica Bringback
O Benfica e a adidas recuperam o equipamento de 1980/81, o primeiro da história encarnada a apresentar o icónico Trefoil. Uma coleção que celebra o legado da parceria e mantém viva a memória e a identidade benfiquistas.

6. Jogo do dia
Em futebol no feminino, o Benfica visita o Torreense às 19h45.

7. Agenda desportiva
Amanhã há jogos europeus na Luz. A equipa masculina de basquetebol recebe o LANDAU Lions às 19h00. E a equipa feminina de basquetebol defronta o Olympiacos (20h45). A equipa feminina de basquetebol visita o Saarlouis Royals (18h00) e, na UEFA Youth League, o Benfica tem embate no reduto do Pafos.

8. Chamadas internacionais
Constam 18 atletas do Benfica, incluindo Anísio Cabral e José Neto, nas mais recentes convocatórias das seleções Sub-19, Sub-18 e Sub-17 de Portugal.

9. Nomeações
Duas futebolistas do Benfica entre as candidatas nos CAF Awards 2026."

Operação: Alverca

Rola Bola - S03E09 - O verdadeiro Top5. Balon D'or perde Credibilidade?

As vitórias em campo nunca podem servir de anestesia institucional


"É precisamente quando tudo parece correr bem que os sócios devem exigir mais escrutínio, mais transparência e mais visão estratégica. O futuro do Benfica não se decide apenas nos noventa minutos. Decide-se também na qualidade da sua governação, na solidez das suas contas e na capacidade de preparar o Clube para os desafios que se aproximam.
No rescaldo da última Assembleia Geral, algumas notas de relevo.

SOBRE A PARTICIPAÇÃO
A reduzida participação dos sócios volta a evidenciar um problema recorrente de cultura associativa quando o futebol ganha. Os sócios assumem que está tudo bem e afastam-se da vida não desportiva do Clube. É precisamente nesses momentos que começa o verdadeiro risco.
O Benfica não pode limitar-se a gerir emoções de “domingo a domingo”. Os grandes desafios do Clube jogam-se também na participação dos sócios, na qualidade da governação, na definição estratégica e na capacidade de antecipar o futuro.
Existe uma tendência preocupante para concentrar energias nas urgências do resultado, quando o verdadeiro desafio para consolidar uma posição na elite europeia é estrutural e não apenas desportivo.

SOBRE PEDRO PROENÇA
São de saudar as iniciativas apresentadas por Nuno Lobo e João Manteigas.
No caso de Nuno Lobo, tratou-se de uma proposta que procurava permitir aos sócios pronunciarem-se sobre a retirada de confiança política ao presidente da Federação Portuguesa de Futebol.
Infelizmente, essa iniciativa foi inviabilizada por uma decisão do Presidente da Mesa da Assembleia Geral que, na minha opinião, e com todo o respeito, revelou falta de independência e de coragem institucional.
Face à natureza da proposta, à importância institucional da matéria e ao sentimento amplamente partilhado pelos sócios sobre este tema, entendo que o Presidente da Mesa errou nos planos estatutário e político.
Quanto à proposta de João Manteigas, compreendo o seu alcance e a sua intenção. Porém, subsistem dúvidas sobre os fundamentos adequados para um eventual processo disciplinar. Na minha perspetiva, esta é essencialmente uma questão política e não disciplinar.
Isso não significa afastar a validade dos fundamentos invocados. Pelo contrário. Apenas considero que uma eventual apreciação disciplinar faria mais sentido após uma decisão política clara de retirada de confiança institucional
Quando um dirigente deixa de reunir condições políticas para exercer funções, a resposta deve ser política
 A responsabilidade política resolve-se politicamente e não disciplinarmente.
As duas iniciativas gozam de uma legitimidade total. Além dos motivos invocados, acresce a falta de verdade desportiva que vai custar ao Benfica, no exercício corrente, entre €40M a €50M, pela não participação na Liga dos Campeões.

SOBRE AS CONTAS
Apesar dos resultados positivos apresentados, subsistem dúvidas relevantes sobre a sustentabilidade do atual modelo económico.
Face à ausência da Liga dos Campeões em 2026/27, ao crescimento da massa salarial e aos potenciais impactos futuros derivados da centralização dos direitos audiovisuais, torna-se indispensável uma reflexão mais profunda sobre a robustez financeira do Benfica.
Quando os números parecem favoráveis, é fundamental exigir uma visão clara para os riscos que se aproximam. A ausência dessa clarificação estratégica pode, por si só, constituir motivo suficiente para questionar a saúde financeira do Clube.
Antes da contabilização dos ganhos com os direitos económicos dos atletas e da indemnização recebida do Real Madrid pela saída de José Mourinho, o Grupo apresentou um resultado operacional negativo superior a €20M. Este facto justificaria uma explicação mais detalhada por parte da Direção.
Merecem igualmente atenção:
- A evolução entre ativo e passivo corrente;
- O agravamento do saldo líquido entre clientes e fornecedores no futebol (Net Trade);
- O crescimento do passivo exigível por contraponto à redução relativa do passivo não exigível;
- O recurso ao desconto do contrato da NOS para financiamento de despesa corrente.
Permanece ainda uma outra questão relevante. O Clube continua a suportar os encargos associados ao reembolso da dívida contraída para a aquisição da Benfica Estádio e da Benfica TV?
Estas não são questões de oposição. São questões de responsabilidade.

SOBRE OS DIREITOS AUDIOVISUAIS
O Benfica chegou tarde ao debate sobre a centralização dos direitos audiovisuais e essa ausência de protagonismo pode ter custos significativos no futuro.
Uma redução potencial de cerca de €20M euros por época não é uma questão meramente operacional. Tem impacto direto na geração de receitas recorrentes, na perceção de risco por parte dos mercados e, consequentemente, nas condições de financiamento do Clube.
Menos receitas estruturais poderão traduzir-se em maior pressão sobre os spreads dos futuros empréstimos obrigacionistas, reduzindo margem financeira numa altura em que o Benfica enfrenta desafios relevantes de investimento.
Durante demasiado tempo, este tema foi tratado como um problema distante. Hoje é evidente que a centralização dos direitos audiovisuais não é apenas uma questão de distribuição de receitas. É uma questão estratégica que influencia a competitividade, a capacidade de investimento e a autonomia financeira do Benfica no médio e longo prazo.

SOBRE A BENFICA FM
A discussão sobre a Benfica FM continua envolta numa preocupante falta de transparência.
Os dados económicos do projeto permanecem pouco claros, sem explicações suficientes sobre a evolução dos custos, do passivo e dos resultados esperados.
Mas o ponto mais preocupante foi outro. A ideia de que uma rádio FM pode ser o principal veículo para aproximar o Benfica das gerações mais jovens revela uma leitura profundamente desajustada dos atuais hábitos de consumo. Hoje, os jovens vivem em ecossistemas digitais. Consomem conteúdos através de podcasts, plataformas de vídeo, redes sociais e formatos on-demand. A rádio FM pode conservar relevância junto de públicos mais envelhecidos, mas dificilmente constitui o principal canal de ligação às novas gerações.
Confundir presença mediática com influência efetiva é ignorar uma transformação que alterou radicalmente a comunicação nas últimas duas décadas.
O desafio não é estar presente em mais plataformas. O desafio é estar presente onde as pessoas efetivamente estão.

SOBRE O BENFICA DISTRICT
Merece igualmente registo a ausência de qualquer explicação relevante sobre o projeto, apesar da sua dimensão estratégica e do impacto potencial que poderá ter no futuro do Clube.
Tratando-se de um investimento frequentemente apresentado como estruturante para a diversificação de receitas e para a valorização dos ativos do universo Benfica, seria expectável uma prestação de informação mais detalhada sobre o estado de execução do projeto, os compromissos financeiros assumidos, os prazos previstos e os riscos associados.
Sem resultados comprovados e sem uma necessidade claramente fundamentada, a exigência de escrutínio torna-se não apenas legítima, mas indispensável. E decisiva.

SOBRE AS MODALIDADES
As observações feitas sobre as modalidades revelam alguma falta de enquadramento estratégico.
É verdade, confirme referido, que o voleibol masculino é atualmente a mais barata das cinco modalidades de pavilhão. 
Mas é precisamente aí que está o problema. Durante a pandemia, todas as modalidades sofreram cortes significativos. No período seguinte, todas recuperaram os níveis de investimento anteriores, exceto o voleibol.
A perda de hegemonia da modalidade não resulta de uma falha competitiva, mas sim de uma opção de desinvestimento, agravada pelo reforço financeiro do rival.
A questão central não é o voleibol. É o modelo. Se o Benfica entende que o investimento global nas modalidades deve manter-se próximo dos €27M, então terá de discutir a dispersão dos recursos e estabelecer prioridades claras.
É verdade que o voleibol feminino do FC Porto dispõe atualmente de um orçamento aproximadamente duas vezes superior ao do Benfica. Mas também é verdade que, por exemplo, no andebol masculino, os rivais também investem o dobro do Benfica. E nada foi referido.
O debate sério não é sobre uma modalidade isolada. É sobre a coerência da estratégia desportiva e a forma como os recursos disponíveis são distribuídos para garantir competitividade e ambição em todo o ecossistema desportivo do Clube.

CONCLUSÃO
A Assembleia Geral deixou uma mensagem que merece reflexão. O Benfica continua a apresentar força mobilizadora nos momentos de paixão desportiva, mas revela fragilidades quando se trata de participação cívica, escrutínio e discussão estratégica.
É precisamente nos períodos de estabilidade aparente que os sócios devem ser mais exigentes. Os grandes riscos raramente surgem de forma repentina. Constroem-se lentamente, através da acumulação de decisões pouco questionadas, de projetos insuficientemente explicados e de opções estratégicas sem debate.
O Benfica não precisa apenas de vencer jogos. Precisa de fortalecer a sua cultura de participação, reforçar os mecanismos de transparência e preparar-se para um contexto competitivo cada vez mais exigente.
Um Clube como o Benfica distingue-se não apenas pela forma como alcança e celebra as vitórias, mas pela forma como se organiza para enfrentar os desafios que ainda não chegaram. Dentro e fora das quatro linhas."