Últimas indefectivações

sábado, 14 de março de 2026

Estamos na Final...

Benfica 2 (5) - (4) 2 Leões Porto Salvo
(Coelho, Kutchy, Higor, Silvestre, Nunes)

Como era esperado não foi nada fácil, começamos a perder numa bola parada, e levámos muito tempo a empatar, com muito desperdício pelo meio... em mais uma grande jogada do Pany, chegámos à vantagem, mas depois acabámos por tentar gerir uma vantagem mínima, e permitimos novamente o empate logo que o Leões apostou no 5x4!

Sem prolongamento, o jogo foi para penalty's e o puto Carreira acabou por defender um remate, enquanto os nossos não falharam um único! Final no Domingo com o Elétrico de Ponte de Sor...

Conseguimos ganhar um jogo apitado pelos Gêmeos Lagartos, e não foi nada fácil, inacreditável a quantidade de reposições de bola em jogo, trocadas, sempre em prejuízo do Benfica! No nosso 1.º golo, o Higor sofre duas faltas, que nunca seriam marcadas, mas aguentou-se, equilibrou-se e acabou por marcar...

Regresso às vitórias na Taça...

Carvalhos 28 - 36 Benfica
12-18

Estamos nos Quartos-de-final da Taça de Portugal, após uma vitória tranquila, com muita juventude na equipa...

BI: Antevisão - Arouca...

O Benfica Somos Nós - É para cima deles #13 - Arouca

Depois da arbitragem do clássico AGORA O CASTIGO A MOURINHO


"Para lá dos pisões, empurrões e encontrões que passaram ao lado de árbitro e VAR, como foi possível um penálti que provavelmente daria a vitória ao Benfica, e nos abriria as portas da luta pelo título, ser revertido em falta contra o Benfica? Estranhei a pressa com que João Pinheiro assinalou a falta contra nós - o que foi que viu no lance? Então o Pavlidis sofre falta do Bednarek e do Diogo Costa, é abalroado pelos jogadores do Porto e é-lhe apontada falta a ele?
Pior: à luz do penálti assinalado na semana anterior ao Arouca no Dragão, aos 88 minutos de um jogo empatado, ou à luz do penálti que o mesmo João Pinheiro assinalou contra o Santa Clara, nos Açores, que permitiu ao Sporting manter-se na Taça, a falta sobre o Pavlidis não é só penálti, é um penálti do tamanho do mundo!
Ontem saiu o duplo castigo aplicado a José Mourinho para o tirar do banco dos jogos com o Arouca, fora, e o Vitória de Guimarães na Luz. O que é mais espantoso é que as imagens mostram à clarividência que o chuto dado por Mourinho na bola como expressão da satisfação do golo do empate marcado ao cair do pano não foi na direção do banco do Porto - e o acordão do Conselho de Disciplina também o confirma quando diz que "chutou uma bola na direção da bancada". Um jogo de castigo por dar um chuto numa bola na direção da bancada?
O Benfica emitiu um comunicado sobre o castigo aplicado a Mourinho.
O Benfica não pode passar a vida a reagir a injustiças e a arbitragens que adulteram a verdade desportiva através de comunicados.
O Benfica tem que fazer uso do peso da sua voz, assente numa história grandiosa e na maior massa adepta do país, para impor respeito e um tratamento justo nas arbitragens e na disciplina, os dois maiores pilares da verdade desportiva das competições.
Agora resta-nos copiar a estratégia Varandas: providências cautelares mais Tribunal Central Administrativo do Sul."

Contribuições...


"À primeira vista parece coisa pouca, mas há um outro fator que os rivais vão ocultar e que mesmo os nossos vão ignorar para desvalorizar, os nossos pontos são feitos única e exclusivamente na Champions League."

Quando a inspiração falha, tem de falar a raça


"Há jogos que contam três pontos. E há jogos que contam uma época inteira. Este, o Benfica-FC Porto do último fim de semana, no domingo, era um deles.
Mas tudo isso ficou comprometido demasiado cedo. Uma primeira parte desastrosa deitou praticamente tudo a perder. E não foi apenas uma questão de organização tática ou de decisões técnicas. O problema foi mais profundo. Faltou intensidade competitiva. Faltou a urgência que um jogo desta natureza exige. Faltou, sobretudo, aquela energia que costuma distinguir as equipas que percebem que estão perante um momento decisivo da época.
É verdade que também faltou inspiração. O Benfica foi previsível, lento na circulação, incapaz de acelerar o jogo ou de criar desequilíbrios com regularidade. Houve pouca criatividade e ainda menos capacidade para desmontar um adversário que, nesses momentos, parecia sempre mais confortável dentro do jogo.
Mas a inspiração nem sempre aparece quando queremos. O futebol é feito também desses dias em que o talento não flui com naturalidade. Quando a inspiração falta, têm de aparecer outras coisas. A entrega. A concentração. A agressividade competitiva. A vontade clara de ganhar cada bola dividida. Quando a inspiração falha, tem de falar a raça. E, durante demasiado tempo na primeira parte, o Benfica não apresentou nem uma coisa nem outra.
Os clássicos decidem-se muitas vezes em algo que não está propriamente nos detalhes ou nos pormenores. Está na forma como se disputa uma segunda bola. Na rapidez com que se reage à perda. Na autoridade com que se entra num duelo. Durante a primeira parte na Luz foi o FC Porto quem mostrou essa presença competitiva. E quando uma equipa entra num clássico com menos intensidade do que o adversário, o jogo começa imediatamente inclinado.
O resultado dessa primeira parte sente-se agora na classificação. O Benfica continua a sete pontos da liderança. No plano matemático não é uma distância impossível. O futebol já produziu recuperações improváveis e campeonatos que pareciam decididos demasiado cedo acabaram por conhecer desfechos inesperados.
Mas convém não confundir esperança com realidade. Quando o calendário já entrou na sua fase decisiva e quando a margem de erro se aproxima perigosamente de zero, recuperar sete pontos transforma-se numa tarefa extremamente difícil. A verdade é simples: o primeiro lugar tornou- se altamente improvável. Não vale a pena fingir o contrário. O campeonato dificilmente cairá para o lado da Luz esta época.
Mas isso não significa que a temporada tenha perdido relevância competitiva. Neste momento, em Portugal, o segundo lugar não é um detalhe estatístico nem um prémio de consolação. Não alimenta a alma nem o coração, mas pode ser determinante para a carteira. Pode significar acesso à Liga dos Campeões e uma diferença financeira que ronda os cinquenta milhões de euros. Num futebol cada vez mais condicionado por equilíbrios orçamentais, essa diferença pesa muito. Curiosamente, e apesar da primeira parte realizada contra o Porto, quando se observa o desempenho recente das equipas que lutam nos lugares cimeiros percebe-se que o Benfica não está propriamente a atravessar um período de quebra. Pelo contrário.
Com os resultados registados nas últimas jornadas, o Benfica continua a ser uma das duas melhores formações desta segunda volta. Perdeu apenas quatro pontos, exatamente os mesmos que o Sporting. O FC Porto já deixou sete pelo caminho. Ou seja, retirando aquela malfadada primeira parte no clássico, e não consigo deixar de repetir isto, o rendimento competitivo da equipa tem sido relativamente consistente nesta fase da época.
Durante várias semanas discutiu-se se José Mourinho conseguiria impor as suas ideias num contexto que encontrou longe de ser estável. Lesões, um plantel ainda em construção e uma dinâmica coletiva por consolidar tornaram o início do processo bastante complicado.
Com o passar do tempo, a equipa tornou-se mais organizada, mais equilibrada e mais previsível nos seus comportamentos coletivos. Essa estabilização teve também um efeito interessante noutro plano. Com maior controlo sobre a gestão do plantel, abriu-se espaço para a integração progressiva de alguns jovens formados no clube. Banjaqui, José Neto ou Anísio começaram a aparecer com maior regularidade nas opções da equipa principal.
São jogadores ainda em fase de crescimento, naturalmente. Ainda cometerão erros e ainda precisarão de tempo e de contexto para amadurecer. Mas já deixam sinais de qualidade e personalidade competitiva. Num clube cuja identidade está profundamente ligada à formação, estes momentos têm um significado enorme. Representam investimento no futuro e reforçam uma ligação que tem de continuar a fazer parte da história do Benfica.
Talvez por isso a sensação dominante neste momento seja paradoxal. O Benfica parece hoje mais estruturado e mais estável do que há alguns meses. Mas paga caro por momentos de desconcentração que, em jogos de grande dimensão, acabam por custar demasiado. O clássico com o FC Porto foi um desses jogos."

Do Sporting ao FC Porto: a falácia do belo 'chutão'

"Culpar a saída curta pelo desaire do Sporting na Noruega é ignorar a má execução. Entre o risco de Rui Borges e a lição de Farioli, atirar para longe continua a ser o ópio do povo.

Li nas últimas horas várias críticas à saída de bola do Sporting, sobretudo na situação do penálti que ofereceu o 1-0 ao Bodo/Glimt, em contraste com o 2-0, que nasce p
recisamente do guarda-redes Nikita Haikin pontapear a bola para a frente em situação simétrica. Amigos, quando queremos encontramos sempre argumentos para aquilo que queremos defender. No entanto, o facto de termos vivido um outro futebol não torna errado tudo o que seja novo. E não se trata de defender uma moda ou um treinador. Apenas um processo válido.
Na jogada da grande penalidade (inexistente, diz o analista Pedro Henriques), não se trata da situação em si, mas sim da forma como é executada. Primeiro, porque se constrói a partir da baliza? Porque se quer precisamente atrair o adversário, ainda mais um tão pressionante como o Bodo. O risco existe. No entanto, também o há para o adversário. Ao subir linhas, ameaça partir-se em campo e expor-se ao ataque rápido dos leões. No entanto, naturalmente só se vê algo de errado em quem sai a jogar. E quem estava a sair a jogar até tem qualidade no passe, o que até reduz o perigo.
A disposição de Rui Silva e dos centrais é normal, com um de cada lado e os laterais baixos para dar maior segurança. Hjulmand é apoio central, embora já tapado, mais à frente e o resto da equipa está projetada, incluindo João Simões. Até aqui, tudo bem. Se os da frente baixarem já, comprimem o espaço por onde os companheiros podem sair.
Rui Silva já está virado para Diomande e, com isso, denuncia por onde tudo começará, retirando tempo de decisão ao marfinense. Este, depois, também hesita, uma traição num modelo de risco e o gatilho de pressão de que os nórdicos precisavam. Quando se decide, não vai pela opção segura: dar em Vagiannidis, que, depois, poderia bater na profundidade, para Catamo ou Suárez, ou até igualmente ligar com Trincão, provavelmente mais à espera deste passe. Não, Diomande tenta ainda assim rasgar o Bodo/Glimt com um passe difícil para um Trincão que lê o colega tarde demais.
E é então que tudo se precipita. Mas, mesmo aí, o Sporting está equilibrado — chega até a fazer um 2x1 sobre Fredrik Bjorkan junto à linha —, culminando então no penálti escusado, cometido por Vagiannidis. Tudo isto, a partir de certa altura, poderia ter acontecido num pontapé longo, perdendo-se a posse. Nesta má execução da saída, ainda assim, os leões mantêm quatro defesas e três médios (e atenção que Catamo ainda recua) atrás da linha da bola!
Existe equilíbrio também no 2-0, apesar de Diomande não conseguir ser assertivo o suficiente pelo ar. A defesa está posicionada, não há qualquer superioridade numérica conquistada pelos nórdicos. Ter resultado de um pontapé longo é apenas coincidência (e talento, já agora, em ambos os casos, da equipa da casa; e desnorte absoluto dos visitantes).
Dito isto, a exibição do Sporting foi terrível. Talvez Rui Borges tenha tentado jogar com as mesmas armas do adversário, mas nitidamente falhou. Talvez lhe faltasse a certa para entrar de forma mais estratégica, nomeadamente Pedro Gonçalves, que poderia tornar o leão mais cerebral e as contas mais equilibradas no miolo. Talvez um Morita dos velhos tempos também. Reter bola, organizar, controlar. Colocar-se bem para recuperar rápido.
Diante de um conjunto que tem muito a ensinar às equipas portuguesas, sobretudo na forma como se evolui de forma sustentada, com um projeto e boa liderança, o Sporting capitulou. Não em definitivo, mas capitulou.

De Estugarda, com amor
Um dia depois, o FC Porto venceu em Estugarda. Os alemães são uma equipa com fragilidades defensivas, como quase todas as do seu país exceto apenas o Bayern, contudo, não deixa de ser quarta na Bundesliga e é um feito para o clube e para o futebol português.
Os dragões ganharam mantendo a identidade, não abalada com mais uma revolução no onze. Houve organização defensiva e explosão e contundência no ataque, mas também pressão agressiva e construção a partir da baliza. Mesmo sabendo da pressão terrível dos germânicos, Farioli não recuou e conseguiu impor-se. Teve momentos de sufoco na segunda parte, mas sobreviveu. Diogo Costa mostrou que não havia outra solução, quando tentou meter na frente e, pouco depois, desistiu.
Os que defendem que se deve bater sempre longo devem certamente ter ficado satisfeitos. O guarda-redes estava a passar a bola diretamente ao adversário.

O bom Schjelderup de sempre!
Andreas passou de flop, de alguém que se esquecia de defender e fazia sempre o mesmo movimento para dentro, para um outro, que se integra sem bola em termos posicionais e é o mais decisivo elemento do ataque no momento do desequilíbrio.
Claro que muita gente vai apontar essa evolução ao treinador, se calhar até mesmo o próprio, porém não vejo aí mais do que uma afinação do que o jogador já tem nele, com um acréscimo: a confiança. Hoje, o norueguês sabe que, mesmo que 60, 70 por cento dos seus movimentos sejam diagonais, conseguirá ultrapassar adversários na rota para a baliza. É certo que beneficiaria de um lateral mais profundo do que Samuel Dahl, e que acredito que possa ser José Neto, e de alguém que combinasse de forma mais proativa e seja melhor na tomada de decisão, como Sudakov; além de, obviamente, de uma equipa que soubesse coletivamente tirar-lhe adversários da frente, atraindo-os para o lado oposto antes de o chamar a jogo.
Não me surpreende nada a ascensão de Schjelderup a este novo estatuto, de renovação iminente depois de há poucos meses estar-lhe a ser apontada a porta do empréstimo. Minto. Surpreende-me apenas tê-lo conseguido enquadrado num onze que fala uma linguagem bem diferente, de transição, bola no espaço e explosão. Só que este Schjelderup sempre esteve lá. Já era o mais associativo de todos os extremos e aquele que o clube mais precisava em campo. Faltou, mais uma vez, bom senso."

Benfica Podcast #586 - Opportunity Missed

BolaTV: Afunda - S06E33 - Os históricos Bam e Shai; Os posicionamentos dos favoritos

BF: Fornada...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Eleições no Sporting, o que está em causa?

Observador: E o Campeão é... - FC Porto continua a não ser capaz de "matar" jogos

Observador: Três Toques - A derrocada inglesa na Champions

SportTV: Primeira Mão - 😮 O Dia em Que Sabotaram o VAR

DAZN: Europa - Matheus Nunes e emoções diferentes para Sporting, FC Porto e SC Braga

DAZN: F1 - Qualificação...

Mário Zambujal: o Bom Malandro de A Bola


"Escritor e jornalista falecido esta quinta-feira encaixa como luva numa certa herança da arte, num chapéu de criação e evolução. Deixa obra, ensinamento e sorrisos

Há um legado que os grandes deixam, normalmente em forma de escrita, música, ciência, humanismo, teatro, política.
Mário Zambujal — escritor, jornalista, criador e humorista, não necessariamente por esta ordem — encaixa como luva nesta herança da arte, neste chapéu de criação e evolução. Deixa obra, ensinamento e sorrisos. Sim, risos e sorrisos. Gargalhadas, até, como as que soltei deitado ao sol numa praia de Lagos, ainda miúdo, lendo as desventuras da Crónica dos Bons Malandros, em particular a que recordo de um capítulo em que, às tantas, já ia o ladrão a perseguir o polícia, numa reviravolta de subtileza e saudável malandrice. Tentei encontrar esta passagem a que me refiro, ainda ontem, assim meio apressado, mas perdi-me nas páginas e entretanto distraí-me com outras engraçadas das quais já nem me lembrava. Paciência. A tal, de certeza, está lá pelo meio, legada, artística. É também essa uma das magias da literatura: deixar-nos impressões emocionais, mais do que factuais.
Talvez seja sobretudo uma coisa, uma ideia, uma memória, um sorriso que Mário Zambujal me deixou na cabeça ao longo de todos estes anos.
E porque li eu, afinal, a Crónica dos Bons Malandros quando miúdo? Por que razão lhe peguei? O nome curioso da obra terá ajudado, é certo, porém o essencial terá sido o facto de o escritor ser então o apresentador daquele mágico programa da RTP, de domingo à noite, onde víamos os golos que tínhamos ouvido nos relatos do fim de semana. Para as gerações de 70 e 80, Mário Zambujal é Domingo Desportivo e vice-versa.
Mais tarde, li-o nas páginas de A BOLA, na forma suprema da crónica. Só ainda mais tarde percebi que afinal tal mestre da ironia fina e do humor inteligente se fizera jornalista na casa que haveria também de ser minha.
Por fim: conhecê-lo pessoalmente, numa tarde solarenga de uma recente Feira do Livro de Lisboa, foi um gosto tremendo.
Falei demasiado de mim neste texto. Lamento. Pareceu-me que seria a melhor forma de mostrar que a dádiva dos grandes perdura num cidadão quase anónimo."

sexta-feira, 13 de março de 2026

Mais uma vitória...

Barcelos 1 - Benfica

Mais uma vitória claríssima, na casa dum dos nossos principais adversários, que ainda recentemente venceu o Sporting para o Campeonato!
O 1.º lugar na fase de grupos da Champions, está mais que assegurado, mas mesmo assim a equipa não desarma... relembrando que o Barcelos, será muito provavelmente o nosso adversário nas Meias-finais do Play-off do Campeonato!


Terceiro Anel: DRS #42 - MIRAGENS ELECTRONICAS & SHANGHAI GP!! 🏎️🏁

Comunicado


"O Sport Lisboa e Benfica repudia, de forma firme e inequívoca, o castigo aplicado ao seu treinador, José Mourinho, pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol.

Trata-se de uma decisão manifestamente injusta, desproporcionada e persecutória, tomada ao arrepio do que efetivamente ocorreu no final da partida. Como foi prontamente esclarecido pelo treinador na conferência de imprensa pós-jogo, e como as imagens amplamente divulgadas comprovam, o treinador do Benfica limitou-se a chutar a bola para a bancada num momento de celebração, como já aconteceu outras vezes, sem qualquer intenção de desrespeito ou provocação.
Perante a evidência dos factos, não se compreende a aplicação de um castigo que deturpa o contexto do sucedido, ignora as explicações prestadas, bem como aquilo que é visível nas imagens desse momento. Mais importante ainda: desvaloriza as provocações de Lucho González a José Mourinho após as expulsões, no túnel de acesso aos balneários.
O Sport Lisboa e Benfica considera esta decisão profundamente injusta e injustificada, motivo pelo qual irá recorrer pelos meios próprios, com a convicção de que, em sede própria, será reposta a verdade dos factos e feita justiça.
O Clube reitera o seu total apoio ao treinador José Mourinho e continuará a defender, de forma intransigente, a verdade desportiva e o respeito pelos seus profissionais, apesar de mais uma lamentável decisão do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol."

BI: Megafone - Voo Picado #17 - Os pontos nos is

Falar Benfica - Conversas Gloriosas #43

BolaTV: O Lado Direito do Mister #5 - Os clubes e a arbitragem e o Benfica «fechado num castelo»

Próxima época do Benfica começa em Arouca


"A utilização dos 10 reforços de Lage por parte de Mourinho é sintomática. Dahl, Dedic e Lukebakio são muito pouco para justificar bem mais de €100 milhões de investimento…

O clássico praticamente sentenciou a época do Benfica. Apesar de os encarnados terem conseguido anular uma desvantagem de dois golos, uma primeira parte desastrosa como que os impossibilitou de recuperarem a distância de sete pontos para o líder FC Porto. O próprio José Mourinho o admitiu no final da partida da Luz.
É certo que o Benfica tem todas as possibilidades de terminar no segundo lugar, até porque ainda defronta o Sporting, mas para um clube da dimensão da dos encarnados não há segundo lugar que salve uma época. Mesmo que a vice-liderança permita lutar pela UEFA Champions League em 2026/2027 e todos sabemos da importância dos milhões da prova milionária para qualquer orçamento de um clube português. Contas redondas, há sempre uma diferença de pelo menos 40 milhões de euros entre disputar a Liga dos Campeões ou a UEFA Europa League.
Sem abdicar da luta pelo acesso à prova milionária, considero que o Benfica tem de começar já a preparar a próxima temporada e esta arranca já em… Arouca, no sábado.
Já o escrevi neste espaço e insisto: Rui Costa tem de clarificar se José Mourinho continua ou não na Luz. O treinador já assumiu publicamente a vontade de renovar, pelo que falta apenas o presidente pronunciar-se. O mais breve possível.
Sou daqueles que não acredita em projetos no futebol, mas considero que uma estrutura forte é indissociável do sucesso. Os maus resultados ou o assédio de um tubarão podem pôr fim ao trajeto de um treinador, mas a liderança de uma Direção nunca permitirá que a identidade da equipa se perca. E com isso o nível mantém-se ou, pelo menos, não há quebras acentuadas. Há, pois, continuidade. Fundamental num clube.
Vem isto a propósito destas duas últimas épocas do Benfica, nas quais a falta de planeamento não permitiu chegar ao título de campeão nacional, tão-pouco à conquista da Taça de Portugal. Com Roger Schmidt a começar a temporada transata e pouco depois a ser substituído por Bruno Lage, que nesta também acabou despedido em circunstância idênticas, o Benfica perdeu terreno que acabou por ser irrecuperável para os rivais. José Mourinho foi o eleito de Rui Costa para substituir Bruno Lage no comando técnico.
Sim, uma chicotada psicológica a meio de uma campanha raramente resulta e a época transata foi exceção… obrigatória, já que os três grandes mudaram de treinador a meio e um tinha de ganhar… No caso, o Sporting, que não por coincidência foi o que menos mudou. Por um lado, o guarda-redes Rui Silva foi o único reforço a sério e, por outro, Rui Borges chegou a Alvalade disposto a mudar o sistema tático já enraizado e rapidamente fez marcha-atrás. Em nome da… continuidade.
Os reforços são mesmo um bom exemplo da importância de uma estrutura. Basta analisar a utilização das aquisições de Bruno Lage por parte de José Mourinho. Mesmo salvaguardando as lesões, Manu Silva, Bruma, Sudakov e Ivanovic estão subaproveitados, Obrador já nem mora na Luz e mesmo Barrenechea e Ríos já se percebeu que não lhe enchem propriamente as medidas. Restam Dahl, Dedic e Lukebakio. Muito pouco para bem mais de 100 milhões de euros de investimento…"

Tentativa de homicídio por placa eletrónica


"«Ele teve alguns momentos maus, mas destruí-lo nesta situação e nem sequer lhe dar atenção? Todos os jogadores do Tottenham, que sentem a dor, não sabiam o que fazer?»
Joe Hart, antigo guarda-redes e comentador, sobre a substituição de Kinsky aos 17 minutos do Atlético Madrid-Tottenham

A decisão de Igor Tudor de substituir Antonín Kinsky aos 17 minutos do jogo do Tottenham em Madrid, com o Atlético, é legítima. O guarda-redes tinha acabado de sofrer o terceiro golo, o segundo em que teve culpas.
Mas ponho-me no lugar do treinador e acho que não deveria tê-lo feito. Sobretudo porque acabara de lançá-lo num contexto complicado — Kinsky só tinha feito dois jogos esta época, na Taça da Liga inglesa.
Tudor, desesperado com os maus resultados, decidiu mudar o guarda-redes e deixar Vicario no banco. Não correu bem. Desistir da experiência com 17 minutos pode ter sido ainda pior.
Em maio de 1997, António Oliveira, então treinador do FC Porto, deu entrada num hospital com sintomas que sugeriam problema cardíaco. José Carlos Esteves, médico dos dragões, acusou a SIC de «tentativa de homicídio por meios audiovisuais», culpando reportagem sobre o 'Caso Paula' para o problema.
No Metropolitano, na noite de terça-feira, assistimos a uma tentativa de homicídio por placa eletróncia de substituição. Tudor destruiu Kinsky, que lançara em condições tão difíceis aos leões. Teria feito melhor salvar o jogador, em vez de tentar salvar uma eliminatória quase perdida. Porque perdeu à mesma o jogo, por 2-5, e perdeu quase seguramente o balneário."

O pior Sporting no pior dia possível


"Leões tinham (ainda terão?) oportunidade de ouro de mostrar que conseguem frequentar os salões da nobreza europeia. Mas falharam a toda a linha na Noruega, perante grande equipa

O Sporting está de pé em parte das competições nacionais, com vantagem numa ao intervalo (a menos importante para o caso, a Taça de Portugal) e tremenda desvantagem noutra, a principal, a Liga, a que faz mover a fé dos adeptos e dá sentido ao reinício de cada caminhada a cada verão que vai passando. O sonho do tri não morreu, mas já esteve mais perto de ser possível, sobretudo depois de a equipa não ter sabido, por poucos segundos, aproveitar a conjuntura de jogos do último fim de semana.
Perante os resultados da jornada passada, a necessidade de afirmação europeia, ainda que à escala nacional, tornou-se mais prioritária para os leões.
É fundamental tentar perseguir o título, esperando por pelo menos duas escorregadelas do FC Porto, e absolutamente decisivo manter pelo menos o segundo lugar, que dá acesso à UEFA Champions League.
Mas tendo, por força de uma fase de grupos brilhante, atingido os oitavos de final, pedia-se muito mais Sporting na noite de ontem. Contra o Bodo/Glimt ou contra outro adversário qualquer. Podia ser o Real Madrid e a exigência teria de ser a mesma, embora tenhamos, também, de verificar com alguma ironia que todos os visitantes de quarta-feira (exceto o Arsenal) foram despachados pela mesma diferença de golos, incluindo o super-City de Guardiola frente ao mini-Real de Arbeloa, como queríamos fazer crer que é há muito poucos dias, depois de ter estado à beira de ser eliminado pelo Benfica.
Independentemente das comparações e de todas as relatividades, cabia ao Sporting versão século 21 dar um grito de afirmação na Europa. Habituar-se a estas idas às fases decisivas e aparecer de quando em vez nos salões dos maiores magnatas, como FC Porto e Benfica conseguem amiúde. Dificilmente uma equipa portuguesa voltará a imitar a proeza do Porto de 2004, que o futebol está mais para a elite que para as bases. Mas é bom ir aparecendo por lá.
O Bodo/Glimt, cujo plantel é esmagadoramente formado por jogadores noruegueses, está quase a conseguir, a não ser que os leões se encham de brios a deem a volta à eliminatória. Impossível? Não, claro que não. Mas muito improvável sim, até porque os loiros que vestem de amarelo provaram ser mais fortes, mais altos, mais concentrados e até melhores tecnicamente. Aliás, será por acaso que entre as figuras mais importantes dos principais clubes portugueses figuram, hoje, jogadores da Escandinávia?"

O Ártico não gosta do verde !!!


"As IA estão cada vez mais fora de controlo, atentem a foto, a forma como ela manipula a imagem para aparecer aquele cartão na mão do árbitro, dando a ilusão de que estaria a mostrá-lo ao Hjulmand, um atleta que, como todos sabem, em Portugal joga ao abrigo da lei Palhinha, uma lei que permite aos atletas do Sporting dar porrada a torto e a direito sem sofrerem qualquer tipo de sanção…e, mesmo quando isso sucede, recorrem a subterfúgios disciplinares que permitem que os seus atletas escapem a qualquer tipo de castigo em tempo útil.
Foi assim com Palhinha…agora com Suarez…sistematicamente com Hjulmand, Araújo, Reis, entre outros.
O Manto Verde em todo o seu esplendor!!!"

Curriculum...

IA ?!!!

Racistas?!

BF: Fornada...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Como se explica o apagão do Sporting na Noruega?

Observador: E o Campeão é... - Conseguirá o Sporting virar uma eliminatória de 0-3?

Observador: Três Toques - Neymar garante: "Like foi involuntário"

Zero: Fantasy - Com convidado: a visão analítica, a classificação e as melhorias

Benfica contesta decisão da ERC sobre Benfica FM


"O vice-presidente do Clube, José Gandarez, garante que "há uma mão invisível que o Benfica não entende".

Em entrevista à BTV, o vice-presidente do Clube, José Gandarez, abordou o processo de licenciamento da Benfica FM e o posicionamento da ERC sobre esta questão.
Reiterando que as águias não querem "um tratamento diferencial", o dirigente considerou que "há uma mão invisível que o Benfica não entende".
"Aquilo que nós apresentámos foi de acordo com a lei, cumprindo todos os requisitos. E, portanto, é muito estranho que passado este tempo todo ainda não tenham sido deferidas as frequências em FM", sublinhou.
Confiante de que a lei prevalecerá, José Gandarez disse não compreender "que a decisão seja outra a não ser deferir um contrato de associação".
"Se o projeto do Benfica está de acordo com a lei e cumpre todos os requisitos, tem de ser deferido", vincou.

FUNDAMENTOS DA CONTESTAÇÃO
"Em primeiro lugar, a decisão não faz sentido porque é uma decisão diferente do que tem sido a jurisprudência no passado da ERC. Penso que será a primeira vez que um contrato de associação está a ser negado. O Benfica nunca quis um tratamento preferencial. Antes de arrancar com o projeto, viu quais eram os requisitos e as necessidades do ponto de vista de conformidade legal. E portanto, aquilo que nós apresentámos foi de acordo com a lei, cumprindo todos os requisitos. É muito estranho que passado este tempo todo ainda não nos tenham sido deferidas as frequências em FM. Nós já adquirimos uma rádio, já temos frequência FM na área Oeste. Mas neste preciso momento continuamos a operar acima de tudo digitalmente, quer na APP, quer no Website. E estranhamos porquê? Porque tudo aquilo que nós pedimos já no passado aconteceu. A parceria que nós fizemos com o Grupo Bauer existia anteriormente com o Grupo Vodafone. E, portanto, quando o Grupo Vodafone fez esta parceria com o Grupo Bauer não houve um problema. E depois são os fundamentos. Ou seja, o que a ERC alega é que não deve ser conferida esta parceria com o Grupo Bauer, essencialmente por duas ordens de razões. Alega não fundamentando – que também é uma violação da lei, um ato administrativo público tem de ser fundamentado. A ERC alega que este projeto em que a Benfica FM use as frequências da Bauer para a zona da Grande Lisboa, Moita, Amadora e para a zona do Grande Porto, Cantanhede e a zona de Gaia, que se isso acontecesse haveria menos diversidade. A oferta aos públicos-alvo das zonas territoriais onde estão essas frequências seria menor. Portanto, se nós analisarmos o que é a Batida FM, a Batida FM é uma rádio de música alternativa de nicho, tem um público-alvo muito baixo e nós agora na nossa contestação demonstrámos isso. O primeiro grande argumento da ERC que é que a Benfica FM chegaria a menos público é falso e só nos três meses de emissão que a Benfica FM teve conseguimos demonstrar que o nosso raio de alcance está comprovado, está na nossa contestação, é muito superior. Mas de qualquer forma, a ERC não pode dizer que confere uma menor diversidade e não o fundamentar. Não basta afirmar, é preciso comprová-lo e não o fez. E, por outro lado, também faz um juízo prévio que não é em sede de licenciamento, onde entende que a Benfica FM seria uma rádio que colocaria em causa o pluralismo. Ora, nós temos um estatuto editorial, como a própria BTV, onde respeitamos exatamente o pluralismo. O próprio conteúdo da rádio e o seu pluralismo é auditável, porque nós estamos há três meses no ar. É também algo que todo o público, todas as pessoas interessadas podem verificar. Mas de qualquer forma, só esse juízo prévio, que a acontecer, só poderia acontecer em sede de fiscalização, ou seja, só depois de estarmos a operar é que a ERC pode pronunciar se somos plurais ou não. A ERC, estranhamente, e pela primeira vez, diz logo que a rádio Benfica não vai ser plural, à partida. Nem nos dá sequer a oportunidade de operar. E sendo uma questão de natureza jurídica, não quero tornar a questão muito complexa, e quero que seja percetível para todos aqueles que nos estão a ver e a ouvir. Basicamente são estas duas fundamentações: quem é que invoca, sem as comprovar – que nós contestamos. A decisão foi provisória; contestamos, porque as mesmas carências de fundamentação não são verdadeiras. A Benfica FM é plural. Aliás, nós até, sendo uma rádio do Benfica, demonstrámos até nos seus próprios conteúdos e na nossa contestação que o universo Benfica está presente cerca de 6 a 7% no seu dia, porque, de resto, somos uma rádio que oferece entretenimento, respeito, música e música mais generalista, que chega a mais gente. Quem é o jurista da ERC que pode dizer que uma rádio de música alternativa de nicho tem mais alcance que uma rádio que tem a marca Benfica por detrás e de música mais generalista e também de cariz informativo/desportivo? Não se pode ser levado a sério. Estes argumentos não podem carecer, e como é óbvio, contestámos, mas o que é estranho é ter havido uma decisão provisória desta natureza, como também é estranho todo o processo. Destes 10 meses, desde maio de 2025, que eu convido toda a gente a consultar, porque nós somos parte interessada e, normalmente, a nossa independência perante os factos pode ser afetada, mas, tão confiantes como estamos da nossa razão, é que convidamos quer todos os jornalistas a pedirem a consulta do processo junto da ERC para verificarem que aquilo que estamos a dizer está de acordo com a verdade e que, realmente, o processo é estranho. Manobras dilatórias a pedirem elementos a nós que não pedem a outros, a preterição dos prazos legais praticamente sempre, ou no último dia, ou já depois de passar do prazo e, portanto, apelamos, efetivamente, a que a lei seja cumprida, que seja auditável e que, neste caso, sendo um órgão regulador, sejam os próprios deputados da Assembleia da República que é a quem compete em última instância, analisar, acompanhar e visualizar o comportamento da ERC e, neste caso, do Conselho Regulador, que eles têm o dever e a obrigação também perante um processo, no mínimo estranho, mas que nós, Benfica, qualificamos de ilícito, inconstitucional e abusivo, que confrontem o Conselho da ERC sobre este processo."

LEI PREVALECERÁ
"O Benfica acredita que a lei prevalecerá. O Benfica não quer favorecimento nenhum. O Benfica quer aquilo que todos os outros tiveram no passado. A Benfica TV também foi uma pedrada no charco na altura e, hoje, ninguém põe em causa o pluralismo nem o projeto da BTV. Portanto, a Benfica FM seguirá o seu caminho, é pioneira, sabemos que outros já se querem seguir. Aliás, a própria ERC consultou o Comité Europeu dos Serviços da Comunicação Social, no início, para saber se era possível ou não os clubes de futebol terem rádios. E esse comité respondeu dizendo que sim, que já na própria Alemanha e em Espanha haveria exemplos e, portanto, que nada impedia que os clubes de futebol pudessem também ter as rádios desde que cumprissem a lei e só esse pedido internacional já foi estranho. Parece que alguém na ERC quer mesmo arranjar um fundamento para impedir este projeto, e foi dito favoravelmente que sim. E temos também uma vogal, pelo menos, do Conselho Regulador, que já fez declarações de voto de protesto por uso de manobras dilatórias, preterição de prazos e por achar que o projeto do Benfica está conforme a lei e que não pode ser indeferido e tem de ser deferido."

UMA DELIBERAÇÃO ABUSIVA
"O Benfica, acima de tudo, ainda por cima é uma marca, um clube, uma empresa com força na nossa dimensão social, o que espera é que mais ninguém tenha de passar por este processo e espera que se cumpra a lei e, portanto, que na próxima semana, daqui a 2, 3, 4, que a decisão seja favorável. Estamos plenamente convictos. Consultámos antes do processo ser iniciado, antes de fazermos esse investimento. Não fomos loucos, não fizemos porque sim, consultámos, vimos que conseguíamos e estávamos de acordo com a lei e se conseguíamos cumprir todos os requisitos legais, assim o fizemos. Portanto, o que temos de esperança é que a ERC cumpra a lei e que decida favoravelmente o processo. Se não o fizer, temos de, em primeiro lugar, esperar que a própria Assembleia da República, que é quem fiscaliza o Conselho Independente e o regulador da ERC, sindique este processo e o audite, porque ninguém está acima da lei. Nós entendemos que esta deliberação mesmo prévia é abusiva, não fundamenta. Eu não posso dizer não quero porque não, porque há menos diversidade. A Benfica FM vai chegar a menos público do que a Batida FM. OK, então digam como. Como é que isso acontece? A rádio não vai ser plural. Mas como se nem nos deixaram ainda operar e já não é plural? Quer dizer, são princípios básicos que são tão fáceis de explicar que eu penso que a razão assistindo-nos, e nós tendo consultado até anteriores membros da ERC, muitos escritórios de advogados e muitos advogados, não compreendemos que a decisão seja outra a não ser deferir um contrato de associação que na prática é permitir que o Benfica tenha acesso às frequências que o Grupo Bauer detém o alvará na Grande Lisboa e na Grande Porto."

BALANÇO DOS PRIMEIROS MESES
"O primeiro balanço que eu faço é que é um orgulho a BTV e a televisão do Benfica. E fomos pioneiros nesse momento. A rádio veio exatamente nesse sentido. Em três meses estamos igualmente orgulhosos. É uma aposta muito grande que queremos continuar a fazer nos nossos conteúdos, na nossa ligação aos adeptos e aos nossos associados e aos nossos sócios, mostrando todos os nossos conteúdos, os nossos atletas, a nossa vida, o nosso ecletismo. E portanto, estamos felizes. Só nas primeiras duas semanas tivemos mais de 300 mil ouvintes, tivemos mais de 10 milhões de visualizações nas redes sociais, mas assim como a Benfica TV foi pioneira e tem sido pioneira e hoje outros se seguem, estamos bastante felizes com o projeto da Benfica FM, com o grande constrangimento que, sendo uma rádio só digital, do ponto de vista de receita isto causa-nos prejuízos elevados, porque rádio e a rádio em FM têm demonstrado um mercado que são sustentáveis. Portanto, é um projeto totalmente sustentável, que o Benfica, entre 3 a 5 anos, conseguirá que o mesmo até tenha receitas positivas, mas só no digital, claro que a nossa estrutura de custos não está adequada à receita. E mesmo para isso a própria ERC devia ter tido a sensibilidade, quer nos timings de decisão – não se pode demorar 10 meses, 6 meses, 3 meses – quer no prejuízo que nos está a causar. Não sei o que é que a Benfica fez de mal ou porque é que alguém... Como eu tenho dito, há aqui uma mão invisível que nós não percebemos, porque é que o faz, mas não tem nenhum respaldo jurídico, e nós vivemos num Estado de direito democrático e, portanto, mesmo os órgãos reguladores, em especial esses, têm de cumprir a lei. E se o projeto do Benfica está de acordo com a lei e cumpre todos os requisitos, tem de ser deferido.""

Benfica em muitos palcos


"Esta edição da BNews é dedicada à agenda desportiva do fim de semana e a outros temas da atualidade benfiquista. 

1. Nas meias-finais
O Benfica ganhou, por 3-7, ao Rio Ave, qualificando-se para as meias-finais da Taça da Liga de futsal no masculino. Amanhã, no Multiusos de Gondomar, disputa o acesso à final da competição com o Leões Porto Salvo (21h00).

2. Agenda para hoje e amanhã
Hoje há o embate entre Benfica e OC Barcelos, às 21h00, em Barcelos, a contar para a fase de grupos da WSE Champions League de hóquei em patins. Amanhã, o Benfica visita a AD Carvalhos às 21h00 em jogo dos oitavos de final da Taça de Portugal de andebol.

3. Sábado preenchido
Estão agendados os seguintes jogos de futebol: a equipa masculina visita o Arouca (20h30); a feminina recebe o Valadares Gaia (18h00); a Equipa B desloca-se a Paços de Ferreira (14h00); os Juniores são anfitriões do Famalicão.
Na Luz há as seguintes partidas: às 15h00, receção ao Queluz em basquetebol no masculino; e, às 17h00, embate com o CJ Almeida Garrett em andebol no feminino.
Em Gondomar, às 14h00, há encontro entre Benfica e Atlético em futsal no feminino relativo às meias-finais da Taça da Liga. A equipa masculina de voleibol disputa, em Albufeira, as meias-finais da Taça de Portugal com o Vitória SC (15h00). E a equipa feminina de hóquei em patins visita o HC Maia (18h00).

4. Goleada
Os Iniciados do Benfica ganharam, por 11-0, ante o Estoril.

5. Entrevista
Clarinha, recém-campeã sul-americana Sub-20 de futebol, aborda o seu percurso no Benfica desde os 13 anos.

6. Participação em estágio
Quatro atletas do Benfica estiveram no mais recente estágio da Seleção Nacional Sub-16.

7. Nota de condolências
O escritor Mário Zambujal, sócio n.º 1902 do Sport Lisboa e Benfica, faleceu aos 90 anos."

Lanças...


Nota de condolências


"O Sport Lisboa e Benfica manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Mário Zambujal, escritor, jornalista e associado do Clube desde 1959, com o número de sócio 1902.
Figura marcante do jornalismo e da literatura portuguesa, Mário Zambujal destacou-se ao longo de várias décadas pela qualidade da sua escrita e pelo olhar atento sobre a sociedade portuguesa.
Benfiquista assumido, manteve sempre uma ligação de afeto ao Clube, fazendo parte da grande família benfiquista que, ao longo de gerações, ajudou a construir a identidade e a dimensão do Sport Lisboa e Benfica.
O Sport Lisboa e Benfica endereça à família e amigos as mais sentidas condolências neste momento de pesar."

História Agora


Coração a mais e a menos


"O Benfica perdeu uma boa oportunidade para aproximar-se do primeiro lugar e assim lutar pelo título até ao fim. Esta afirmação, que face a alguns momentos do jogo pode parecer atrevida, parte do pressuposto que um Benfica mais frio, racional e inteligente teria arrefecido o jogo, procurado mais a posse de bola e o domínio territorial que lhe permitiria não só atacar como impedir que o F. C. Porto fizesse o que tanto gosta e sabe fazer bem - transições atrás de transições, num jogo de correrias e duelos, para gente que o Benfica não tem e os que tem estavam lesionados como Aursnes. Durante a primeira parte, a sofreguidão e paixão com que o Benfica se entregou quase que o "matava de amor". Com dois ou três toques apenas, o adversário "rasgava" o meio-campo e o Benfica, criando oportunidades, é certo, dava ideia que nunca marcaria tantos quantos os que se arriscava a sofrer. Na segunda parte, soube ser mais inteligente, atacar sem desguarnecer o meio-campo, continuou a acreditar, com o coração da primeira, mas com a cabeça que o banco lhe deu e o enorme Schjelderup passou a ter então a companhia não só dos irrequietos, mas sempre vertiginosos Rafa e Prestianni, como beneficiou da cabeça de Lukebakio, Ivanovic e, no final, Barreiro, que acrescentaram qualidade e calma a uma equipa que mereceu o que o jogo lhe deu, dois belos golos, e que talvez pudesse fazer um pouco mais se o empate chegasse mais cedo, o quarto árbitro não decidisse interromper o jogo com a "visão" de Mourinho a arremessar bolas para o banco do F. C. Porto (?!?) e a equipa tivesse as "pernas" que o coração lhe exigia. Foi assim, com coração a mais e depois a menos, que um bom clássico terminou, com a sensação que o Benfica podia ter feito mais, mas também que podia ter sido pior..."

Autonomia, o que diferencia os melhores


"A autonomia nos atletas é considerada um dos fatores que diferencia os melhores entre os melhores. Mais do que executar instruções, os atletas com níveis mais elevados de autonomia procuram compreender as diferentes vertentes do treino e da competição, tomar decisões e assumir responsabilidade pelo seu processo de evolução.
Neste contexto, o papel do treinador não é apenas ensinar ou transmitir informação, mas criar um ambiente que estimule a autonomia e o envolvimento ativo do atleta. Isto cria alguns desafios. Existem treinadores que procuram desenvolver essa autonomia e encontram atletas que não querem assumir esse nível de responsabilidade. Entre várias razões, porque autonomia implica responsabilidade na decisão. O inverso também acontece: contextos muito controladores acabam por limitar o desenvolvimento da autonomia, mesmo em atletas com potencial para a desenvolver.
Vários estudos demonstram que os melhores atletas apresentam índices mais elevados de motivação intrínseca. Estes atletas não treinam apenas por recompensas externas, como resultados ou reconhecimento, mas porque encontram significado e satisfação no próprio processo de treino e competição. A motivação intrínseca está associada a maior persistência, melhor capacidade de adaptação e maior qualidade no processo de aprendizagem.
Esta abordagem encontra forte sustentação na Teoria da Autodeterminação e as três necessidades psicológicas básicas: autonomia, competência e relacionamento. Quando estas necessidades são satisfeitas, as pessoas tendem a desenvolver níveis mais elevados de motivação intrínseca, envolvem-se na atividade pelo prazer, interesse e desafio que ela proporciona.
Não se trata de uma equação em que 1+1 é sempre igual a 2. No entanto, existem denominadores comuns que podem ser criados. Trago este tema porque parece cada vez mais evidente que vemos pessoas, no treino e na competição, a realizar tarefas apenas porque sim. Este fenómeno não se limita ao desporto, está presente em toda a sociedade e acaba por refletir-se também no sucesso desportivo que tantas vezes se discute nas grandes competições.
As organizações e os treinadores têm um papel determinante na criação deste contexto motivacional. Muito controlo, centrados apenas em instruções e resultados imediatos, tendem a reduzir a perceção de autonomia dos atletas. Pelo contrário, contextos que incentivam a participação ativa, a reflexão e a tomada de decisão favorecem o desenvolvimento de uma motivação mais autónoma. E este processo não acontece apenas num campo, numa pista ou num pavilhão, extravasa e muito esses espaços.
Isto traduz-se de diversas formas. Questionar e estimular o pensamento tático, envolver as pessoas na definição de alguns objetivos, permitir escolhas em determinados momentos e encarar o erro como parte natural do processo de aprendizagem.
Promover autonomia é uma estratégia. Ambientes que satisfazem as necessidades de autonomia, competência e relação, aumentam a probabilidade de desenvolver atletas e recursos humanos com maior motivação intrínseca e mais preparados para enfrentar as exigências do alto rendimento."

Rabona: Valverde HUMILIATES Man City as EPL struggles | UCL THIS WEEK

O Cantinho Benfiquista #225 - Missed Opoortunities

O Resto é Bola #42 - O resultado injusto na Luz, Cláudio Pereira e Rui Borges na mira de Zorlak e a Europa ⚽️

BolaTV: Mais Vale à Tarde que Nunca #102 - Sporting Desilude, Sporting Entristece, Sporting Magoa

BolaTV: Mais Vale à Tarde que Nunca #101 - Defendendo Kinsky, Luis Pinto, Sporting c'o Bodo?

BolaTV: Toque de Bola - S01E15 - Neguinho Da Beija-Flor

Zero: Saudade - S04E27 - Suplentes perfeitos, armas secretas: de César Brito a Eder, imortais

Throne: The uncensored beauty of the distritais

SportTV: Reportv: A Lenda de Edimburgo

DAZN: F1 - Antevisão ao GP da China

SportTV: Grelha de Partida - S04E3 - De adaptar a ganhar? 🏁

Desporto, Guerra e Direito


"Quando tudo serenar, que se aproveite para levar a cabo uma reflexão profunda sobre uma questão importante: urge refletir sobre o sentido e alcance da “neutralidade política” inscrita em documentos como a Carta Olímpica ou os Estatutos da FIFA. Importa definir objetiva e definitivamente, com coerência e uniformidade, se as organizações desportivas devem, ou não - e em caso afirmativo, quando e como -, associar Desporto, Guerra e Direito

O eclodir da Guerra na Ucrânia marcou o início de uma era em que o Direito tem, reativamente, assumido bastante protagonismo.
Logo em fevereiro de 2022 a Guerra esteve na génese da decisão da UEFA de fazer cessar a vigência do acordo de patrocínio que havia celebrado com a Gazprom. Para o efeito, buscou no Direito, em concreto na Carta Olímpica, um fundamento para, com reflexo numa empresa, condenar a invasão militar Russa. Assim, a confederação continental do futebol invocou estar a trabalhar pelo desenvolvimento e promoção do futebol, “de acordo com os valores Europeus tais como a Paz e o respeito pelos direitos humanos, no espírito da Carta Olímpica”. A missão de promover a Paz consta, aliás, de entre os fins Estatutários da UEFA, argumento jurídico coadjuvante. E a decisão da UEFA teve depois amparo do Tribunal Arbitral do Desporto, de Lausanne (CAS/TAS).
Por sua vez, a FIFA, em março de 2022, sentiu necessidade de adaptar o seu … Direito: decidiu implementar um conjunto de novas regras no Anexo 7 ao Regulamento sobre o Estatuto e Transferência de Jogadores, como resposta à “situação excecional derivada da Guerra da Ucrânia”, consagrando, por exemplo, o direito de jogadores e treinadores estrangeiros suspenderem unilateralmente os contratos que os vinculavam a clubes filiados na Federação Russa de Futebol, e também o alargamento do prazo de registo noutras federações para os jogadores que saíssem da Ucrânia e da Rússia.
Também o Comité Olímpico Internacional (COI) tem feito intervir bastante o Direito em reação à Guerra. Em outubro de 2023, suspendeu o Comité Olímpico Russo alegando infração à Carta Olímpica em razão de aquele ter violado a integridade territorial da Ucrânia ao decidir unilateralmente ter como seus membros organizações desportivas tuteladas pelo Comité Olímpico da Ucrânia. Mais se fundou numa violação da Trégua Olímpica, um Tratado que teve origem nos Jogos Olímpicos da Antiguidade e que COI e ONU têm reavivado, a par do ideal de Paz inscrito na Carta Olímpica, para retirar a Ordem Olímpica a Governantes Russos.
Também com essas bases jurídicas, o COI aprovou a restrição da participação de atletas russos e bielorussos nos Jogos Olímpicos à condição de neutros, medida implementada quer nos Jogos de Verão, em Paris, quer, mais recentemente, nos Jogos de Inverno, em Milão-Cortina. Diferentemente, o Comité Paralímpico Internacional (CPI), também em Milão-Cortina, abriu a porta à participação dos atletas em representação da Rússia, com a bandeira e hinos respetivos – aqui o Direito, no caso uma deliberação da Assembleia-Geral do CPI, voltou a ser chamado.
E não nos esqueçamos também de uma outra decisão do COI, ainda no contexto dos últimos Jogos de Inverno, e de novo fundado no Direito – a famosa Regra 50 da Carta Olímpica -, para excluir da competição um atleta ucraniano que fazia depender a sua participação do uso de um capacete com fotos alusivas a vítimas da Guerra. Também esta decisão do COI teve amparo do CAS/TAS.
Colocam-se agora, num curto prazo, novas tensões jurídicas emergentes de cenários bélicos. Por um lado, foi notícia há dias que desta feita é o Comité Olímpico Iraniano a invocar em simultâneo a Carta Olímpica – que propugna a paz, a dignidade humana e a proteção dos atletas - e a Trégua Olímpica – pelo facto de a ação militar dos Estados Unidos ter ocorrido na pendência desse ‘armistício’ - para instar o COI a sancionar (os Comités Olímpicos) de Estados Unidos da América e Israel. Por outro lado, depois de se ter ponderado a intervenção do Direito para se recusar a emissão de vistos e/ou a FIFA não admitir a participação da seleção nacional de futebol do Irão no Mundial dos Estados Unidos, avalia-se agora como o Direito reagirá ao ‘boicote’ anunciado pelo próprio Irão.
Que os conflitos terminem urgentemente e que os eventos desportivos não sofram mais efeitos colaterais da Guerra são os meus votos. Mas há ainda um outro anseio que tenho: que quando tudo serenar se aproveite para levar a cabo uma reflexão profunda sobre uma questão importante: urge refletir sobre o sentido e alcance da “neutralidade política” inscrita em documentos como a Carta Olímpica ou os Estatutos da FIFA. Importa definir objetiva e definitivamente, com coerência e uniformidade, se as organizações desportivas devem, ou não, e em caso afirmativo quando e como, associar Desporto, Guerra e Direito."

A pergunta que me inquieta


"Há muitos anos tive a sorte de fazer a cobertura dos Jogos Paralímpicos, não de inverno como estes que estão agora a realizar-se e onde Portugal tem pela primeira vez um representante, o snowboarder Diogo Carmona, mas a edição de verão, com muitos portugueses que regressaram a casa com muitas medalhas.
Foi o serviço, ao longo da minha carreira, que mais me marcou. Provavelmente porque nunca tinha tido um contacto direto com pessoas com deficiência e estava longe de conhecer a realidade que encontrei. Tinha, como muitos, uma ideia feita e totalmente errada.
O primeiro dia na piscina foi um murro no estômago e, ainda hoje, não consigo responder a uma pergunta que continua a incomodar-me: estamos perante uma celebração do desporto ou perante um palco onde se amplificam histórias de vida para sublinhar a diferença?
Entre medalhas, recordes e lágrimas, os Jogos Paralímpicos tornou-se um dos mais poderosos instrumentos de visibilidade para atletas com deficiência. Mas essa visibilidade deixa-me sempre a pensar se ao contar estas histórias, estamos a normalizar a presença destes atletas no desporto de alto rendimento ou, involuntariamente, a transformá-los em exceções extraordinárias?
Claro que é impossível negar o impacto positivo dos Jogos. Durante duas semanas, atletas que raramente ocupam o centro da agenda mediática tornam-se protagonistas. Modalidades pouco conhecidas ganham transmissão televisiva, estádios cheios e uma audiência global. Mais importante ainda, o evento contribui para desafiar a visão tradicional da deficiência como sinónimo de incapacidade. Nos Jogos Paralímpicos, o que vemos são atletas de elite, preparados ao mais alto nível, capazes de performances que exigem talento, disciplina e anos de treino.
Ao mesmo tempo, a força das narrativa do evento reside muitas vezes nas histórias pessoais. Acidentes, doenças ou percursos de exclusão social estão quase sempre presentes e esses relatos aproximam o público dos atletas, criam empatia e mostram pessoas que não desistem perante adversidades tantas vezes trágicas e até injustas. E é esta zona cinzenta que nos devia inquietar.
O fenómeno que alguns identificam como porn inspiration devia fazer-nos corar. Estas histórias emocionam o público sem deficiência. São heróis, super-heróis! Se eles conseguem ultrapassar as adversidades, nós, de forma egoísta, celebramos essa conquista, tomamo-la como inspiração, como motivação. Reduzimos o seu desempenho desportivo a quase nada. Quando um atleta olímpico vence, fala-se de tática, preparação física ou talento.
Quando um atleta paralímpico triunfa, a história leva-nos irremediável e inevitavelmente para a biografia e o drama pessoal. O risco é claro: ao tentar celebrar estas conquistas, podemos estar a reforçar a ideia de que a deficiência continua a ser algo extraordinário que precisa de ser superado.
Inquieta-me que não consigamos ainda ultrapassar este (pre)conceito e perceber que podemos, nós jornalistas, contribuir para ampliar e amplificar esta oportunidade de falar apenas de atletas com recordes, ambições e resultados. Sem que a vida de sobreponha ao mérito, apenas, desportivo e ao talento."

Texas: o manual de sobrevivência


"Big, muito grande! Ao estilo do Texas! Banda Sonora, ZZ Top, heróis locais e mundiais! Mas, para estar «em forma» no Texas, primeiro há que sorver doses XXXXL de Tex Mex - um «treino» para carnívoros!
E não se assustem com a quantidade ou, pelo menos, preparem-se para o trabalho de deitar abaixo um steak local. Muito por escolher, mas a Oitava recomenda o restaurante Mi Rancho, em Shenandoah, a norte da Houston City Limits, mas perto o suficiente para a ideia texana de distância.
E o Changuito local (tortilha fajita e pico de gallo) vai empurrar a nossa equipa. Aviso: as distâncias são enormes, alugar uma viatura é uma opção obrigatória e conduzir sempre em modo defensivo!
A Highway Patrol do Texas não é para meninos. Planificar tudo e não improvisar (à maneira lusa). Com os treinos gastronómicos terminados, hora de rumar ao NRG Stadium! E no próximo especial, a sugestão de alojamento: Galveston, onde não falta praia e diversão!"