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quinta-feira, 9 de abril de 2026
Um Benfica sem fome mesmo em jejum
"Por fora e de fora: Mourinho já nem se refugia na matemática para falar da luta pelo título, e os responsáveis encarnados têm de pensar seriamente no apetite com que querem ponderar o plantel
Agora já não restam grandes dúvidas, nem mesmo para José Mourinho: o Benfica está fora da luta pelo título, depois de ter sido incapaz de aproveitar o deslize do líder FC Porto frente ao Famalicão. Quando tinha soberana ocasião de ficar a cinco pontos do primeiro lugar, a equipa encarnada não foi além de um empate no reduto do Casa Pia, ainda para mais depois de ter feito o mais difícil, chegar à vantagem em Rio Maior.
As águias continuariam a correr (muito) por fora, mas se o golo de Ríos tivesse valido três pontos o cenário seria consideravelmente menos desanimador. Ainda para mais tendo em conta a visita a Alvalade, agendada para o próximo dia 19 de abril.
Tramado pela lei do ex, o Benfica fez o suficiente para vencer a equipa de Álvaro Pacheco, mas isso não quer dizer que tenha sido convincente. O golo de Rafael Brito é reflexo de uma evidência comum: no meio de alguma infelicidade houve igualmente muito demérito encarnado. Não há outra forma de o dizer: o Benfica autoexcluiu-se da luta pelo título.
Embora averso a derrotas, o conjunto orientado por Mourinho tem sido também pouco triunfante, como voltou a mostrar em Rio Maior. Uma equipa com poucas ideias no ataque, sobretudo pela incapacidade crónica para conseguir ligar por dentro, que está diretamente associada ao perfil dos jogadores que compõem o plantel.
Entre Schjelderup, Lukebakio e Rafa - ou mesmo Bah, Dahl, Enzo Barrenechea, Ríos... -, quem é que joga por dentro? O jogo exterior poderia atenuar esta carência, mas nem aí a estratégia é afirmativa, ainda que Schjelderup assuma agora o estatuto de jogador mais influente e Prestianni tenha mostrado, uma vez mais, que é dos poucos que contraria uma certa monodimensionalidade. Ao argentino falta algum equilíbrio emocional, mas ao menos tem a fome que José Mourinho assume faltar a uns quantos jogadores.
No Benfica a gula é carência, mas seria um erro tremendo ignorar outros pecados capitais na combinação de jogadores. A época 2025/26 ainda não terminou, até pela importância do segundo lugar no orçamento da próxima, mas os responsáveis encarnados têm de fazer uma reflexão profunda sobre aquilo que querem para a campanha 2026/27, da qual Mourinho diz querer fazer parte.
Talvez não esteja tudo mal, mas nunca é bom sinal quando falta fome mesmo em jejum."
Com quem quer renovar Rui Costa?
"O dinheiro pode ser mais escasso na Luz, apesar de o Benfica ter mecanismos à disposição para ultrapassar uma época menos conseguida. Hora de decisões começa por uma pergunta.
A conferência de José Mourinho após o 1-1 com o Casa Pia abriu campo a uma série de hipóteses. Não foi a primeira vez que o técnico criticou os jogadores do Benfica. A crítica pela crítica não poderia surpreender ninguém, mas foi relevante o que disse sobre as opções que toma.
«Neste momento tinha a vontade de não fazer jogar mais alguns jogadores, mas há valores mais altos que se levantam, são ativos e mesmo que eu não quisesse continuar com algum deles se calhar é mais fácil não continuar tentando valorizar do que hostilizando.»
Uma declaração que lembra a de Bruno Lage, na famosa situação da garagem da Luz. Portanto, a questão não é apenas de Mourinho, será mesmo do Benfica. E não será exclusiva, porque é o estado do futebol atual. Muitos clubes com proprietários privados preferem vendas a pontos e, se bem que não deva ser assim num clube como o Benfica, há todo um mundo de financiamento a ter em conta.
Correndo risco sério de não chegar à Champions, os encarnados podem ver a receita de prémios da UEFA cair significativamente e deverá estar aí a vir novo empréstimo obrigacionista. Outra solução pode passar pelo adiantamento do contrato com a NOS pelos direitos de TV, mas seguramente terá de haver vendas dos ativos que Mourinho fala.
O treinador também foi claro nas suas intenções futuras: «Gostava de continuar no Benfica.» Repare-se que Mourinho não disse que vai continuar. Abriu, outra vez, campo à especulação. Rui Costa não decidiu ainda ou quer o contrário de Mourinho ou Mourinho não quer ficar se não houver dinheiro para investir a sério?
Já elogiei o presidente dos encarnados pelas renovações de José Neto, Banjaqui e Anísio Cabral, por estratégia ou por contingência, precavendo-se para um mercado com menos dinheiro disponível. Sobre renovações, havia uma que parecia estar decidida: António Silva. Isto porque na campanha eleitoral, Rui Costa respondeu a João Diogo Manteigas assim: «Proposta para António Silva já está em cima da mesa, está salvaguardado.»
Porém, como A BOLA tem vindo a dar conta (nesta quarta-feira, mas também já o fizera em fevereiro), nada se desenvolveu e o jogador está cada vez mais desagradado com a situação contratual, mas não só.
Na Luz, após as declarações de Mourinho, sabendo-se que uma de duas contratações de inverno foi Rafa Silva e que este tem desiludido o treinador, é hora de começar a tomar decisões. Começando-se por responder à pergunta: com quem quer renovar Rui Costa?"
Benfica campeão? Só se os rivais falhassem
"O Benfica está a sprintar desde 11 de agosto de 2024, dia em que jogou a primeira jornada da Liga 2024/25 — são já 20 meses seguidos.
A sucessão de jogos e de acontecimentos de elevada intensidade foi tão grande, que só teria hipóteses de ser campeão se o Sporting fizesse uma má época e o FC Porto continuasse ao nível das duas anteriores.
Nestes 20 meses, disputou dois campeonatos, uma final da Taça de Portugal (perdeu no prolongamento, depois de sofrer o golo do empate no fim dos descontos), um Mundial de Clubes (foi eliminado pelo Chelsea, o vencedor). Acabou a época 2024/25 a 28 de junho, nos Estados Unidos.
Uns dias depois, iniciou a época 2025/26 a disputar cinco finais em 45 dias — a 31 de julho ganhou a Supertaça no Algarve. Em agosto, ganhou mais quatro finais e foi apurado para a fase de grupos da Champions (Nice e Fenerbahçe). Pelo meio, umas jornadas da Liga.
Teve eleições disputadíssimas em outubro e novembro — entrou para o Guinness com o recorde de votantes num clube de futebol.
Apurou-se para os oitavos de final da Champions de forma épica — ganhando três dos quatro últimos jogos (Ajax, Nápoles e Real Madrid). Trubin marca o golo da passagem no último minuto dos descontos do último jogo. Sai da Champions depois de dois jogos de grande desgaste físico e emocional (Vinícius/Prestianni) com o Real Madrid, com o resultado de 1-3 nas duas mãos. O Real, na ronda seguinte, elimina o Manchester City com total de 5-1.
À 28.ª jornada, tem sensivelmente a mesma pontuação das duas épocas anteriores (67-68-66), a grande diferença é que o FC Porto tem mais 16 (58-56-73).
Mourinho é o maior embaixador da Liga
José
Mourinho é um dos melhores treinadores do mundo.
Venceu duas Champions, a liderar underdogs (FC Porto e Inter de Milão) — nunca mais uma equipa portuguesa ou italiana a ganhou. No Chelsea, ganhou duas Premier Leagues, numa equipa que já não vencia o principal campeonato de Inglaterra desde 1955. No Real Madrid, ganhou um campeonato em três, em 2012, contra o melhor Barcelona da história, que era a base da seleção de Espanha que venceu o Mundial de 2010 e os Europeus de 2008 e 2012 (Iniesta, Xavi, Puyol, Piqué, Fàbregas, Busquets, David Villa, Pedro Rodríguez...) e também tinha Lionel Messi, Alexis Sanchéz, Mascherano e Abidal, entre outros.
No Manchester United, é o treinador com mais sucesso desde Alex Ferguson. Na Roma, que nunca tinha vencido uma competição europeia, ganhou a Liga Conferência, e perdeu, injustamente, a final da Liga Europa na época seguinte.
A permanência de Mourinho no Benfica na próxima época não pode transformar-se numa novela e a sua saída, previsivelmente, teria o mesmo efeito que teve nas equipas de onde saiu — ficam piores.
António Silva e Ríos
António Silva não pára desde 9 de agosto de 2023, dia em que se estreou a titular na equipa A do Benfica e ajudou a ganhar a Supertaça contra o FC Porto. Acabou essa época a 5 de julho de 2024, quando Portugal foi eliminado do Europeu, já os seus colegas no Benfica tinham acabado as férias. No verão seguinte, teve o Mundial de Clubes. Com apenas 22 anos, já fez quase 200 jogos na equipa A do Benfica e 20 na Seleção A.
Richard Ríos está a jogar ininterruptamente desde 16 de janeiro de 2025, há 16 meses. A 5 de julho, disputou a final do Mundial de Clubes pelo Palmeiras, a 16 jogou contra o Mirassol para o Brasilerão e a 31 saltou para época seguinte, na final da Supertaça com o Sporting. Desde esse dia, foi sempre jogando pela seleção da Colômbia (com as viagens intercontinentais inerentes).
Com todo este desgaste mental e físico, imediatamente a seguir a acontecimentos intensos, a desconcentração é uma consequência inevitável.
Três meses decisivos para o Benfica
Tendo uma dimensão tal que as suas eleições abafam as eleições autárquicas e uma vitória sobre o Real Madrid fez com que Portugal só percebesse que a tempestade Kristin tinha arrasado o centro do país ao fim de dois dias, os próximos meses no Benfica são propícios a novelas — e a gerar grandes audiências.
São os últimos seis jogos da Liga, com o clássico com o Sporting a poder ser decisivo para definir o campeão, saber se José Mourinho fica ou quem lhe sucederia e o mercado de verão, onde vai ter de encontrar um líder ao nível de Otamendi, Hjulmand ou Bednarek.
Passar a ter uma voz, e um rosto, além de Rui Costa e Mourinho, que comunique sobre a parte desportiva é uma necessidade igualmente premente. Em oito meses, Mourinho não terá já falado mais de 100 vezes? Por cada jogo, tem de falar três vezes... Como não é poupado a este desgaste?
Ministra, Villas-Boas e Varandas
Margarida Balseiro Lopes, a ministra da Cultura, Juventude e Desporto, reuniu-se com os presidentes de FC Porto e Sporting no mesmo dia da passada semana.
A última vez que o Governo, a FPF, a Liga de Clubes Profissionais e as principais SAD conseguiram executar algo em conjunto foi há 27 anos, em 1999, com a vitória da organização do Europeu de 2004.
A vitória de Rui Rio nas autárquicas do Porto em 2005, em pleno confronto com Pinto da Costa no auge (o FCP tinha ganho a Champions em 2004 e a Liga Europa em 2003), e os primeiros processos judiciais a envolver o futebol português afastaram os políticos da Primeira Liga.
A agenda dos assuntos que o futebol profissional precisa do apoio do poder político é extensa e está sempre a crescer — não há um que se resolva e o tempo traz problemas novos.
Sobre André Villas-Boas e Frederico Varandas, nem quem não gosta deles diz que não são inteligentes. Margarida Balseiro Lopes é ministra desde os 35 anos, mestre em Direito, está a fazer o doutoramento e era consultora na Deloitte.
Sobre o que foi discutido nas duas reuniões, só os que estiveram presentes saberão — não terá sido sobre arbitragens.
O futebol profissional ser tutelado por uma ministra que não receia reunir-se com presidentes é uma oportunidade que não se pode desperdiçar."
Um campeonato em sete anos
"Com o empate na visita ao Casa Pia, o Benfica deixou fugir as poucas possibilidades que ainda tinha de poder ser campeão. Já é o próprio Mourinho que atira a toalha ao chão. Até mesmo o segundo lugar e o apuramento para a Liga dos Campeões começa a ficar difícil. Será o terminar de uma época mais uma vez mal preparada, com mais um despedimento de treinador no início da temporada e em que quase nenhum dos objetivos foi alcançado.
Há apenas a fraca consolação da conquista da Supertaça, prémio muito pequeno para quem gastou mais de 100 milhões em reforços. Rui Costa foi o nº 2 do Benfica desde 2008 até 2021, estamos a falar de 13 anos, teve esse tempo todo para se preparar e já há cinco anos que é o nº 1 do clube e isto é o que tem para mostrar: em cinco temporadas, um Campeonato, uma Taça da Liga e duas Supertaças.
Ou seja, perdeu quatro em cinco Campeonatos, perdeu cinco em cinco Taças de Portugal e perdeu quatro em cinco Taças da Liga. Em todos esses cinco anos, gastou centenas de milhões de euros em reforços, contratou sempre à volta de dez jogadores anualmente para a equipa principal, gastou mais dinheiro do que os rivais e o que se vê é um Benfica à deriva, incapaz de ter sucesso desportivo continuado (e até esporádico) e a ficar para trás em relação a Porto e Sporting.
No entanto, uma maioria significativa dos sócios do Benfica votou nisto ainda há poucos meses. Ninguém pode dizer agora que não sabia no que estava a votar, ninguém pode dizer que está surpreendido, mas espero que agora também ninguém venha dizer que não votou em Rui Costa ou que está desiludido ou que esperava outra coisa. O que Rui Costa tem para dar ao Benfica já é muito claro e com certeza não precisa de mais dez anos à frente do clube para mostrá-lo: é alguém que não se preparou para ser Presidente do Benfica, que vive da sua imagem de jogador e do benfiquista que chorou quando marcou um golo ao clube e que não tem qualquer projeto sólido para o Benfica.
A sua espécie de projeto foi apresentar uma obra megalómana para o Estádio da Luz e suas redondezas e no início de todas as épocas despejar 100 milhões em reforços, quase sempre mal escolhidos e esperar que corra bem. Em 2022 correu bem, com Schmidt, Enzo, Aursnes e David Neres; em todos os outros anos correu mal. Muito mal.
Os sócios votaram e agora Rui Costa não vai sair. Irá ser ele mais uma vez a preparar a próxima temporada, a sexta da sua Presidência. Irá insistir em Mourinho (como insistiu em Schmidt ou Lage) e se calhar desta vez não atirará 100 milhões para reforços porque as finanças do clube já não o permitem e as receitas da Champions não existirão. Se, com bonança, está a ter estes resultados, como será Rui Costa na tempestade?
O Maestro começa a posicionar-se para a lista dos piores Presidentes da História do clube. Mas os sócios, que já se habituaram a isto tudo, que tornaram o Benfica num clube em que falhar é normal e aceitável, em que não existe uma cultura de exigência, deram-lhe mais tempo para tentar dar a volta a isso (a um tipo que está na direção desde 2008, repare-se). Aliás, se as eleições fossem hoje, Rui Costa voltava a ganhar. Essa maioria benfiquista habituou-se ao que tem e está disposta a dar-lhe mais oportunidades, já que 18 anos é pouco.
Já eu duvido da sua capacidade, fico com a crença que até um relógio avariado está certo duas vezes ao dia e quem sabe 22/23 foi a primeira vez e 26/27 seja a segunda vez. Nestas alturas dá vontade de criticar tudo e todos e claro que José Mourinho e os jogadores também têm culpas. Mourinho nunca conseguiu pôr o Benfica a jogar um bom futebol, mesmo agora que só joga uma vez por semana e tem tempo para treinar, e acaba por falhar todos os objetivos para que foi contratado.
Os jogadores dão o que podem (Ou será que não dão? Mourinho criticou o seu profissionalismo), mas a verdade é que são todos medianos. Não tem o Benfica um craque, um jogador de classe extra no plantel. Não há um João Pinto, um Simão, um Gaitán, um Jonas. Eles não são maus jogadores, mas excelentes também não são. Basta reparar nos onzes das equipas do Tetra e perceber que dez anos depois estamos num patamar bem abaixo.
Sobram seis jogos para o final da temporada, deve o clube tentar vencê-los, até pode fazer essa coisa bem estranha de acabar o campeonato invicto (só espero que caso aconteça, o clube não tenha a falta de vergonha de vender merchandising a louvar tal feito, quando tal feito é à custa de imensos empates e um terceiro lugar, mas daquelas pessoas já tudo espero) e depois recomeça tudo de novo para 2026/27.
Provavelmente com Mourinho, com muitas caras novas no plantel e avancemos para a tal definição da insanidade: Fazer tudo igual e esperar resultados diferentes."
Fim
"Foram inúmeras as vezes que me convenci que a época terminou. O racional sabe que é verdade, mas o coração teima em não aceitar.
Este sentimento comum a todos nós, que nos deixa horas, dias e semanas a pensar no que estará para vir, no que poderemos ser e no que queremos alcançar.
Mas o mundo teima em trazer-nos para a realidade a cada jogo, a cada exibição medíocre, a cada empate.
Ontem foi apenas uma consequência das decisões do Mundo Benfica. E esse mundo parece não querer andar ao ritmo do Mundo real. Continua a resignar-se aos erros consecutivos e ao fracasso do passado recente. Por mais chapadas que levemos, optamos por não evoluir, dar o passo em frente ou parar para pensar que mudar pode ser bom, mesmo respeitando o ficou para trás.
Hoje somos um clube perdedor (mesmo sem derrotas), sem identidade e sem a ousadia que caraterizou a nossa história. E a minoria resistente, impotente, a olhar para o que somos, e para o que poderíamos ser, limita-se a não desistir de lutar. Pelos nossos ideais, pelo nosso futuro e pelo valor mais alto de todos os Mundos: o Sport Lisboa e Benfica.
Hoje foi mais um fim. Mas nunca haverá fim para o eterno e velho clube campeão. Porque do Benfica nunca se desiste."
Tudo e nada
"Num jogo de tudo ou nada, daqueles que têm de ser ganhos ou ganhos, o Benfica teve tudo e saiu com nada. Teve 78% de posse de bola, 18 remates e 12 cantos e poderia sair com um resultado favorável, mas "conseguiu" empatar com um Casa Pia que fez dois remates e num lance trapalhão, mas revelador do espírito de luta, da crença e da vontade de sair da situação difícil em que se encontra, obteve o empate que tanto desejava.
Poderia assim o Benfica sair de Rio Maior (incompreensível como anos depois ainda é a "casa" de um clube da primeira liga) com o campeonato em aberto e o segundo lugar à mercê e acabou por sair com o título arrumado e o segundo lugar bastante complicado como, realisticamente, José Mourinho reconheceu. Se na primeira parte, sobretudo na primeira meia hora, faltou a tal "fome" que Mourinho falava, na segunda faltou a pontaria que demasiadas vezes se tem verificado. Têm razão os adeptos, que apoiaram a equipa de início ao fim, ao mostrarem o seu descontentamento no final.
Resta, e não é pouco, jogar o que falta, com a consciência que todos os jogos são da máxima importância e que todos exigem o máximo foco, rigor e empenho, mesmo quando, como infelizmente parece, já não se sairá do terceiro lugar que há muitos anos não conhecia. Terão de o fazer num contexto que será difícil, adeptos exigentes e desconfiados, uma comunicação social que não perderá um segundo a especular sobre saídas e entradas, num ambiente nada favorável para uma equipa que tem muitos jovens, mas é como estamos, como nos empurraram, mas também como nos deixámos ficar..."
Porca miseria!
"A Itália ainda é a terceira nação com mais sucesso na história dos mundiais. Mas vai ficar, pelo menos, 16 anos sem marcar presença numa fase final. E não é só a «Squadra Azzurra» que está em crise; os clubes italianos também andam longe dos seus áureos tempos de glória internacional. Algo vai mal, «veramente male» no reino do Calcio.
O título deste texto até podia ser «Mamma mia!», mas, se calhar, não era tão apelativo. E, provavelmente, sendo também uma expressão tão idiossincraticamente italiana, não terá sido tão exclamada na terça-feira quanto a escolhida. Imagine-se o sofrimento dos devotos e ufanos «tiffosi» perante o desencontro da sua realidade futebolística com a história gloriosa do Calcio…
Ainda se lembra de quando a Itália tinha de estar sempre entre os candidatos a ganhar as grandes competições?
Mesmo acusados de pragmatismo extremo, de cruel cinismo, de recorrerem ao famigerado «catenaccio», de aplicarem espartilhos táticos às seleções mais talentosas – de causarem desgostos ao mundo, como não permitir que o mágico Brasil de 1982 se sagrasse campeão! – os italianos sabiam que o objetivo do jogo era ganhar – e sabiam ganhar!
Ao longo das décadas, Itália teve jogadores míticos para todos os gostos e posições, de Altobelli a Zoff, com génios como Meazza, Baggio, Zola ou Del Piero pelo meio, além de líderes como Baresi, Cannavaro ou a dinastia Maldini. Todos e cada um, à sua maneira, espelhavam a classe do futebol italiano.
Além da seleção, habituámo-nos a ver os clubes italianos entre os melhores. Em qualidade, organização, estruturas, competitividade e ambição. Tudo isso parece, agora, uma miragem.
Já ouviu falar da maldição de Zidane?
Há quem defenda que depois da expulsão na final de 2006 (a célebre cabeçada em Materazzi) se abateu sobre a «Squadra Azzurra» uma «nuvem negra». A verdade é que, desde aí, a Itália caiu duas vezes na fase de grupos e, pior, depois falhou três mundiais seguidos! Acredite se quiser; se não quiser, argumente com o título europeu de 2020 – o último momento de glória.
Voltando aos clubes, é de 2010 o último título na Champions (o Inter de Milão de Mourinho, nessa época perfeita); depois, a Juventus esteve em duas finais, que perdeu; mais recentemente, o Inter fez o mesmo. Este ano não há um único representante da Serie A nos quartos-de-final da prova.
Na Liga Europa, longe vão os tempos de finais entre clubes italianos… A Atalanta ganhou em 2024, para quebrar um jejum de conquistas de 25 anos (desde o Parma de 1999). Este ano há um clube nos quartos – o Bolonha, que não é exatamente um favorito.
Como se chegou até aqui?
Roberto Baggio foi durante três anos diretor técnico da Federação italiana de Futebol. Saiu em 2013 dizendo que não o tinham deixado fazer o seu trabalho, que tinha feito um documento de 900 páginas com propostas de reformas que foram ignoradas.
Baggio queria mudar a formação de jogadores (com destaque para os avançados) dos treinadores, modernizar o scouting e proteger o talento italiano.
Baggio é do tempo em que só os melhores jogavam em Itália – e em que havia duas ou três vagas para estrangeiros por clube. O Milan teve os seus holandeses, o Inter os seus alemães, o Nápoles teve Maradona, Zico só entrou no Calcio pela porta da Udinese.
A «Lei Bosman» mudou tudo isso, o Calcio perdeu poder financeiro, os melhores jogadores passaram a preferir ir para Inglaterra ou Espanha, o nível baixou na Serie A - cheia de estrangeiros medianos ou medíocres – e isso reflete-se na seleção.
Até porque, ao contrário de Portugal, os melhores italianos não saem para os melhores clubes de outras ligas. E a formação também já não produz craques como costumava – ainda que as seleções jovens de Itália continuem a lutar por títulos.
Algo está mal, «dovvero male», no reino do Calcio. E isso não é um bom sinal para quem gosta mesmo deste desporto. Porque poucos países têm a mística, o elã da Itália e dos italianos – que fazem falta num Campeonato do Mundo.
PS – apesar de tudo, a Itália ainda está no 12º lugar do ranking da FIFA. É a seleção com melhor classificação das que não se apuraram para o Mundial deste ano. Se o Irão não for aos Estados Unidos da América – pelas razões que se conhecem – alguém está a ver uma repescagem de última hora por via do ranking?"
Alerta FPF! O que se passa com a formação e onde pára Pedro Proença?
"Entre o deserto de portugueses nos onzes da Liga e o descalabro das seleções jovens, a formação vive crise de identidade. Onde está, agora, a voz de Proença?
Enquanto os líderes do futebol português se divertem num jardim infantil de polémicas vazias, trocando insultos de baixo nível sobre cheiros de balneário e picardias de algibeira, algo profundamente preocupante está a acontecer nos alicerces da nossa casa.
Com todos a olhar para o lado, entre o silêncio cúmplice e a ausência de estratégia, a formação em Portugal está a desmoronar-se. O milagre português, que durante décadas espantou o mundo, parece ter entrado num processo de autodestruição assistida perante a passividade de quem deveria zelar pelo nosso maior património.
A realidade da 28.ª jornada da Liga e os resultados internacionais das últimas semanas são um murro no estômago da nossa autoestima. O que se passa na Cidade do Futebol? A pergunta é legítima e a resposta parece enterrada num silêncio institucional asfixiante.
Olhemos para os factos: no último fim de semana, o Sporting de Rui Borges deu uma lição de identidade ao apresentar sete portugueses no onze contra o Santa Clara, com os quatro golos da vitória a serem assinados por jogadores nacionais. Foi a exceção gloriosa que confirma uma regra doentia. No mesmo campeonato, o jogo entre Rio Ave e Alverca ofereceu-nos um cenário distópico: entre os 22 jogadores que iniciaram a partida, apenas um — repito, um! — era português. Como é possível pedir renovação se a nossa classe média fechou as portas ao produto interno em prol de um mercado de low-cost estrangeiro sem critério?
Este cenário de clubes transformados em entrepostos de mercadoria humana tem reflexo direto nas Seleções. Há apenas seis meses, celebrávamos o topo do mundo. Hoje, o descalabro é total. A Seleção Sub-17, que em 2025 detinha os títulos mundial e europeu, está fora das próximas grandes competições. O tombo dos sub-19 foi ainda mais violento: muitos dos heróis do ano passado sofreram humilhação histórica de 0-6 frente à Inglaterra, ficando também fora do Europeu. Passámos da glória ao abismo num piscar de olhos, e a sensação é de que a fábrica não está só a gripar; está a ser desmantelada pela precocidade das vendas e pela falta de espaço para errar e para crescer nas equipas principais.
E onde está a liderança? No ano passado, Pedro Proença foi rápido a subir ao palanque para colher os louros de sucessos que eram fruto de um trabalho estrutural anterior. Agora que ocupa a presidência da FPF há mais de um ano, e perante este cenário de terra queimada, Proença remete-se a um silêncio cómodo. Não houve uma palavra sobre a queda dos sub-17 e dos sub-19, nem uma linha estratégica para inverter a desertificação de portugueses na nossa Liga.
A formação tornou-se uma linha de montagem sem alma, focada no negócio imediato e esquecida da sua missão. Se a FPF continuar a assobiar para o lado enquanto os nossos jovens talentos são vendidos antes de aprenderem a fazer a barba, o futuro terá os dias contados. É tempo de acordar, sr. presidente. A grandeza de uma Federação não se mede pelos troféus de ontem, mas pela coragem de proteger o amanhã."
Caso Emiliano Sala: o desfecho de uma guerra de milhões
"O «caso Emiliano Sala» começou como tantos outros no futebol - uma transferência de inverno, um avançado em alta, um clube a apostar forte. Terminou de forma trágica e inesperada. Pelo meio, deu origem a um dos litígios mais marcantes dos últimos anos no futebol internacional, que conheceu esta semana o seu desfecho.
A 19 de janeiro de 2019, o Cardiff City formalizou o acordo com o FC Nantes para a contratação do avançado argentino, por cerca de 17 milhões de euros. Emiliano Sala assinou um contrato de três anos e meio, despediu-se em França e partiu para o País de Gales. Nunca chegou ao destino. O avião onde seguia despenhou-se no Canal da Mancha, na noite de 21 de janeiro.
O Cardiff recusou o pagamento da primeira tranche da transferência - cerca de 6 milhões de euros - defendendo que o negócio não estava totalmente concluído e suscitando dúvidas sobre a organização do voo. O Nantes, por seu lado, exigiu o cumprimento integral do acordo, mas, face à recusa de pagamento do Cardiff City, viu‑se obrigado a recorrer à FIFA para fazer valer o seu direito.
A resposta das instâncias do futebol foi unânime: tanto a FIFA, como o Tribunal Arbitral do Desporto de Lausanne (TAS/CAS) - este confirmando a decisão da FIFA após recurso do Cardiff - consideraram que o contrato de transferência era válido e eficaz, desde logo porque o Certificado de Transferência Internacional (ITC) já tinha sido emitido e o jogador se encontrava devidamente registado como atleta do Cardiff, considerando se a transferência, portanto, concluída. A partir desse momento, o risco passou para o Cardiff. Dito de forma simples, o contrato era para cumprir. E foi isso que acabou por acontecer, com o emblema galês a pagar a totalidade do valor da transferência ao longo de 2023.
Mas o litígio não ficou por aqui. Em resposta, procurando reverter o ónus financeiro do sucedido, nesse mesmo ano, o Cardiff avançou para os tribunais franceses com um pedido de indemnização de cerca de 122 milhões de euros, sustentando que o Nantes teria organizado o voo privado em que o jogador viajava, imputando responsabilidade pela tragédia ao clube francês. Tal pretensão indemnizatória alicerçou‑se num argumento polémico: um cálculo de pontos e golos esperados, realizado pelo clube, que considerou que a ausência do jogador argentino teria contribuído para a despromoção do clube à Segunda Divisão inglesa em 2019 - o ano da tragédia - o que provocou uma queda drástica nas suas receitas.
O Tribunal de Nantes não acompanhou este argumento, concluindo que não existia prova para demonstrar o nexo de causalidade entre a conduta do Nantes e o acidente, nem base para sustentar uma indemnização desta dimensão. No essencial, deixou uma mensagem clara: o direito não decide jogos nem valida cenários hipotéticos.
O cair do pano chegou com sabor de reviravolta: o Cardiff, que reclamava 122 milhões de euros de indemnização, acabou por ser condenado a pagar 480 mil euros ao Nantes, 300 mil a título de danos morais e 180 mil por despesas de representação legal.
Cumpre esclarecer que a coexistência destas duas decisões judiciais, no âmbito do mesmo caso, resulta de apreciações sobre matérias diferentes. No plano do direito desportivo internacional, a FIFA e o TAS/CAS pronunciaram se sobre a validade e execução do contrato de transferência, reforçando a centralidade do princípio “pacta sunt servanda” (os contratos são para cumprir) e a tendência de alocação objetiva do risco ao clube comprador assim que a transferência se considera concluída. No plano dos tribunais comuns, a decisão do Tribunal de Nantes centrou se na responsabilidade civil, delimitando os danos efetivamente indemnizáveis e demonstrando que a imputação de responsabilidade exige a verificação rigorosa dos pressupostos clássicos, não bastando a mera ocorrência de um evento danoso para justificar pretensões indemnizatórias de grande monta.
É justamente na interseção entre o direito desportivo e o direito comum que este caso se revela um exemplo paradigmático da complexidade jurídica no futebol profissional, evidenciando como diferentes ordens jurisdicionais podem analisar o mesmo evento segundo enquadramentos normativos próprios, sem comprometer a coerência global do sistema jurídico."
quarta-feira, 8 de abril de 2026
Vitória no já habitual arraial de insultos!
Bernardes, Dumas
Excelente vitória, contra um dos candidatos á subida, em jogo de muito combate, com muita cacetada, com a habitual complacência do apitador, com o golo do adversário a surgir num penalty mal assinalado... e ainda com insultos racistas ao Banjaqui, que ainda levou Amarelo para castigo!
Com estes 3 pontos, somamos 40 pontos, 10 acima da linha de manutenção, com 6 jornadas para jogar, deve ser suficiente, para garantir o grande objetivo da época. Apostar tudo na Final 4 da Youth League!
Vitória nos Açores
Santa Clara 2 - 3 Benfica
Jair, JP Gonçalves, Casro
Com a possibilidade de chegar á Final longe, onze com muitas alterações e algumas adaptações, com vários jogadores que têm tido poucos minutos....
Marcámos primeiro, mas os açorianos empataram de penalty.... no início do 2.º tempo, ficámos em desvantagem, mas com um golo aos 88' e outro aos 92' concretizámos a remontada!
Lixívia (25/26) 28 (-2 jogos)
Tabela Anti-Lixívia
Benfica......... 66 (-12) = 78
Sporting...... 68 (+12) = 56 (-1 jogo)
Corruptos...73 (+20) = 54
Braga............49 (-2) = 51 (-1 jogo)
Numa jornada potencialmente decisiva, com as equipas desgastadas, num pós-Seleções, com muitos jogadores supostamente lesionados (no caso do Benfica continuamos mesmo com muitos lesionados!), nada melhor que uma Salvação Arbitral !!!
No Alvalixo, em plena Sexta-feira Santa, à hora da procissão do Enterro, enterrou-se mais um pouco da dignidade do Tugão!!! Arbitragem verdadeiramente escandalosa, com o selo Narciso/Luís Ferreira!!!
O Santa Clara começou a ganhar 0-1, podia ter feito 0-2 não fosse a marcação duma falta ofensiva completamente absurda ao ataque dos açorianos (recordo que com VAR em jogadas de golo deve-se deixar a jogada terminar e depois 'voltar atrás'!)!!!
Pouco depois, penalty inventado para os Lagartos: penalty muito parecido ao assinalado a favor dos Corruptos, por suposta falta sobre o Fofona, é o Catano que estica o pé lateralmente provocando o contacto, o jogador do Santa Clara tenta somente chegar à bola, e é rasteirado!!! Basicamente, inverteu-se a falta!!!
Ainda houve uma chapada sem bola do jovem avançado do Sporting, Nel, a um defesa dos adversários. Seria vermelho direto!!!
Na recta final, anula-se um golo ao Santa Clara, numa jogada onde a falta inicial é do jogador do Sporting! Este é um daqueles lances, onde o VAR nunca deveria interferir!!!
Minutos depois, penalty óbvio a favor do Santa Clara não assinalado... por acaso, a bola foi ter com um jogador do Santa Clara, e após fintar os adversários marcou golo! Recordo que nos penalty's não existe lei da vantagem!!!
Já nos descontos, penalty não assinalado contra o Sporting, num Canto, com o defesa Lagarto de costas para a bola, a agarrar o adversário descaradamente...
E para terminar, no 4.º golo do Sporting, falta clara, obstrução do inimputável dinamarquês, sobre o Paciência, no seguimento da jogada golo... desta vez, o VAR não viu nada!!!!
E estes são só os lances mais notórios, no critério disciplinar voltámos a ter um festival de inclinação com vários Amarelos perdoados ao Mangas e ao Pote principalmente!!!
No Sábado, os Corruptos, roídos de inveja, não podiam deixar o trono da corrupção sem contestação!!!
Nos primeiros 45 minutos, dois penalty's por marcar contra os Corruptos:
- agarrão do Alberto Costa, sobre o Sorriso: virou as costas à bola e bloqueou e agarrou o adversário, impedindo este de chegar ao cruzamento...
- Cotovelada do Zaidu ao Gustavo Sá, demasiado clara, para se discutir (curiosamente os Lagartos, no Estoril beneficiaram dum lance igual, mas na altura juraram a pés juntos que não era penalty!). Seria penalty, e 2.º Amarelo para o Zaidu!!!
- Diga-se que além do Zaidu, o Alberto Costa e o Varela deveriam ter sido expulsos... Impunidade total!!!
Em Moreira de Cónegos, jogo tranquilo do Braga.
Em Rio Maior, o Benfica voltou a conceder um empate, num jogo onde a equipa não jogou bem, mas até podia ter goleado! E onde na 1.ª parte, ficaram dois penalty's por marcar a favor do Benfica:
- pontapé na sola do Bah: quem toca na bola é o Bah.... no seguimento do Canto mal assinalado, a bola vai ao braço do defesa do Casa Pia, mas neste caso não é falta, além de ser um ressalto na relva e no poste, o braço não aumenta a volumetria...
- Drible do Pavlidis, com o defesa, sem tentar jogar a bola, a fazer clara obstrução, movendo-se lateralmente...
- No final do jogo, no lance com o Anísio não existe penalty, mas também não existiu falta do Anísio. Jogada com os dois jogadores a usarem os braços para ganhar posição...
Destaque ainda para o critério disciplinar: 1 único Amarelo, por perda de tempo para o guarda-redes do Casa Pia, num jogo com 19 faltas assinaladas a favor do Benfica! Basicamente as 19 faltas valeram 0 Amarelos!!! Sendo que a falta sobre o Bah no 1.º tempo, e sobre o o Schjelderup no 2.º tempo, as mais inacreditáveis! O pessoal não compreende que uma equipa de 'autocarro' depende das constantes paragens no jogo para conseguir os seus objetivos...
Anexos (I):
Benfica
5.ª-Santa Clara(c), E(1-1), Pinheiro(R. Moreira, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
7.ª-Gil Vicente(c), V(2-1), J. Gonçalves(Malheiro Pinto, D. Pereira), Prejudicados, (2-0), Sem influência
Sporting
10.ª-Alverca(c), V(2-0), Nobre(Rui Oliveira, T. Costa), Beneficiados, (0-0), Impossível contabilizar
Corruptos
6.ª-Rio Ave(f), V(0-3), Anzhony(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
19.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), Nobre(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
26.ª-Moreirense(c), V(3-0), Macedo(Cláudia R., P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
Braga
28.º-Moreirense(f), V(0-1), B. Costa(Esteves, H. Coimbra), Nada a assinalar
Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
9/3
Sporting
6/2
Corruptos
8/2
Braga
14/3
Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
6/3
Minutos:
109 - 32 = 77 (superioridade)
Sporting
8/1
Minutos:
158 - 27 = 131 (superioridade)
Corruptos
2/3
Minutos:
26 - 68 = 42 (inferioridade)
Braga
1/2
Minutos:
81 - 31 = 50 (superioridade)
B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
45(26) / 311 - 438 / 79(39)
Sporting
63(29) / 338 - 380 / 75(32)
Corruptos
67(31) / 375 - 356 / 71(35)
Braga
56(20) / 322 - 316 / 67(35)
Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
Pinheiro - -2
L. Ferreira - -2
J. Gonçalves - -2
Martins - -2
Guelho - -2
P. Ferreira - -2
Correia - -2
Bento - -2
Godinho - -2
Mota - -2
H. Carvalho - -2
Cláudia R. - -2
Sporting
L. Ferreira - +5
Nobre - +3
P. Ferreira - +3
Godinho - +3
Rui Silva - +3
Baixinho - +3
Narciso - +3
R. Moreira - +2
C. Pereira - +1
Cláudia R. - +1
J. Gonçalves - -1
Rui Costa - -3
Corruptos
Rui Costa - +8
J. Gonçalves - +5
Martins - +5
Vasilica - +3
Nobre - +3
Baixinho - +2
Esteves - +2
B. Costa - +2
Malheiro Pinto - +2
C. Pereira - +2
Pinheiro - +2
L. Ferreira - +2
Guelho - +1
Mota - +1
Braga
Correia - +2
V. Santos - +2
J. Gonçalves - +1
Martins - -2
C. Pereira - -2
Cláudia R. - -2
Nobre - -3
Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
H. Carvalho - 4 (1/3)
J. Gonçalves - 3 (1/2)
Pinheiro - 3 (2/1)
Anzhony - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (1(1)
Nobre - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Godinho - 2 (1/1)
Guelho - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Correia - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (0/1)
Narciso - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
Sporting
Nobre - 3 (1/2)
J. Gonçalves - 2 (1/1)
Correia - 2 (0/2)
H. Carvalho - 2 (1/1)
Godinho - 2 (0/2)
D. R. Silva - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (0/2)
Nogueira - 2 (0/2)
Malheiro - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Macedo - 1 (1/0)
Baixinho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)
Narciso - 1 (1/0)
Corruptos
J. Gonçalves - 3 (0/3)
Godinho - 3 (2/1)
Nobre - 3 (2/1)
Veríssimo - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (0/2)
Guelho - 2 (2/0)
Baixinho - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
Ramalho - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Macedo - 1 (1/0)
Braga
C. Pereira - 4 (1/3)
Nogueira - 4 (2/2)
Veríssimo - 2 (0/2)
J. Gonçalves - 2 (2/0)
Macedo - 2 (1/1)
Pinheiro - 2 (2/0)
Nobre - 2 (1/1)
B. Costa - 2 (1/1)
Bessa - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
D. R. Silva - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (0/1)
Correia - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Rosa - 1 (0/1)
Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
P. Ferreira - 4 (1/3)
Rui Costa - 3 (2/1)
L. Ferreira - 3 (2/1)
Esteves - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (0/2)
Barradas - 2 (2/0)
Martins - 2 (0/2)
Mota - 2 (1/1)
R. Moreira - 1 (1/0)
Bento - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Sporting
Martins - 3 (0/3)
Rui Costa - 3 (1/2)
Mota - 3 (1/2)
L. Ferreira - 3 (1/2)
Bento - 2 (1/1)
V. Santos - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
P. Ferreira - 1 (0/1)
Rui Silva - 1 (0/1)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Esteves - 1 (1/0)
R. Moreira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)
Corruptos
Rui Costa - 4 (1/3)
Martins - 4 (2/2)
Esteves - 3 (2/1)
P. Ferreira - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Bento - 2 (1/1)
Rui Oliveira - 2 (2/1)
L. Ferreira - 2 (0/2)
Mota - 2 (2/0)
Rui Silva - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (0/1)
Casegas - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (0/1)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Braga
Martins - 4 (2/2)
Rui Costa - 3 (0/3)
Esteves - 3 (2/1)
R. Moreira - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
Bento - 2 (2/0)
L. Ferreira - 2 (2/0)
Rui Silva - 2 (0/2)
Mota - 2 (2/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Esteves - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
P. Ferreira - 1 (1/0)
V. Santos - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
Eiras - 6
P. Felisberto - 5
Rui Cidade - 3
T. Leandro - 2
J. Fernandes - 2
P. Miranda - 2
D. Pereira - 2
C. Campos - 1
I. Pereira - 1
P. Brás - 1
H. Santos - 1
M. Vieira - 1
V. Maia - 1
Sporting
P. Felisberto - 4
P. Miranda - 3
Eiras - 2
P. Brás - 2
T. Costa -2
V. Maia - 2
F. Pereira - 1
J. Pereira - 1
Á. Mesquita - 1
Bessa Silva - 1
Rui Cidade - 1
M. Vieira - 1
Sílvia D. - 1
Vaz Freire - 1
Babo - 1
F. Silva - 1
N. Pires - 1
P. Sancho - 1
Corruptos
P. Felisberto - 5
P. Brás - 2
Eiras - 2
J. Fernandes - 2
V. Maia -2
P. Martins - 1
H. Ribeiro - 1
Vaz Freire - 1
Á. Mesquita - 1
Cláudia R. - 1
P. Ferreira - 1
M. Azevedo - 1
I. Pereira - 1
N. Pires - 1
M. Martins - 1
M. Vieira - 1
P. Sousa - 1
P. Ribeiro - 1
P. Mota - 1
P. Miranda - 1
Braga
T. Leandro - 2
Eiras - 2
P. Felisberto - 2
V. Maia - 2
Á. Mesquita - 2
P. Miranda - 2
Mira - 1
Rui Teixeira - 1
I. Pereira - 1
F. Silva - 1
Bessa Silva - 1
Babo - 1
Cláudia R. - 1
M. Azevedo - 1
V. Marques - 1
Vaz Freire - 1
P. Sancho - 1
P. Sousa - 1
J. Pereira - 1
P. Mota - 1
H. Coimbra - 1
Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
P. Ferreira - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 2 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
B. Costa - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
R. Costa - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Sporting
Martins - 0 + 3 = 3
Nobre - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Malheiro Pinto - 0 + 1 = 1
Corruptos
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
Braga
C. Pereira - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
P. Ferreira - 0 + 4 = 4
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Pinheiro - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Anzhony - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Barradas - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Guelho - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
D. R, Silva - 1 + 0 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Bento - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Sporting
Nobre - 3 + 0 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Mota - 0 + 3 =3
Malheiro Pinto - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
D. R. Silva - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Bessa - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Corruptos
Rui Costa - 0 + 4 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Godinho - 3 + 0 = 3
Nobre - 3 + 0 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Guelho - 2 + 0 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Braga
C. Pereira - 4 + 0 = 4
Nogueira - 4 + 0 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 1 (-1 jogo)
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-1 jogo)
Jornada 4 (~1 jogo)
Jornada 5 (+1 jogo)
Jornada 26 (-2 jogos)
Jornada 27 (-2 jogos)
Anexos(XI):
Épocas anteriores:
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