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Últimas indefectivações
sexta-feira, 15 de maio de 2026
Atualidade benfiquista
"São vários os temas nesta edição da BNews.
1. Assembleias Gerais
Em entrevista à BTV, o presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sport Lisboa e Benfica, José Pereira da Costa, explicita os fundamentos e procedimentos das reuniões magnas agendadas para o próximo 27 de junho.
2. Eleito
Schjelderup é o Jogador do Mês da Liga Betclic em abril, tendo sido considerado também o Melhor Jovem e o Melhor Avançado desse mês.
3. Regresso às origens
Diogo Prioste, Gonçalo Oliveira e Olívio Tomé, jogadores das Equipas A e B do Benfica, visitaram o Estádio Universitário de Lisboa, onde trabalha a Iniciação encarnada.
4. Jogos do dia
Em Carcavelos, às 20h30, as equipas femininas de basquetebol do Benfica e do Quinta dos Lombos disputam a negra na final do play-off da Liga Betclic Feminina..
A equipa masculina de futsal do Benfica joga no pavilhão do Eléctrico (21h15), no jogo 1 dos quartos de final do play-off da Liga Placard.
5. Passagem assegurada
No basquetebol masculino, o Benfica está nas meias-finais do play-off da Liga Betclic, ao eliminar o SC Braga. No jogo 2, vitória benfiquista por 79-94.
6. Em busca da Taça de Portugal
A equipa feminina de futebol do Benfica prepara a final da Taça de Portugal, agendada para o próximo domingo, às 17h15, no Estádio Nacional.
Nota ainda para a visita das Inspiradoras às equipas femininas de formação.
7. Concerto de balneário
A estreia de um conceito inédito da Benfica FM: uma surpresa para as hexacampeãs.
8. Distinções
O Sindicato dos Jogadores distinguiu Lena Pauels e Carole Costa com os prémios de Melhor Guarda-Redes e Melhor Marcadora, respetivamente, da Liga BPI.
Arthur integra o Melhor Cinco da fase regular da Liga Placard de futsal.
9. Protagonista
A andebolista Constança Sequeira é a entrevistada da semana.
10. Treinos de captação
Para nascidos de 2018 a 2021, no Benfica Campus, em 21 de junho deste ano.
11. Benfica Faz Bem
Uma iniciativa conjunta da equipa e staff do futsal Benfiquista e da Fundação Benfica.
12. Jornal O Benfica
A edição desta semana está disponível para download."
As novas gerações, as novas competições e o desinteresse pelo futebol
"A Kings League é apenas um exemplo de como a falta de interatividade e dinamismo vão tornando o futebol atual cada vez mais obsoleto.
Durante décadas ninguém questionou o futebol. O jogo começava e o mundo parava, ou pelo menos parecia. Era como se de um ritual se tratasse, quase sagrado, naquele alinhamento entre o apito inicial e a nossa disponibilidade emocional. Hoje, não. Hoje o jogo começa… e alguém muda de aplicação ou de canal ao fim de sete minutos. Não é falta de qualidade. Nunca houve tantos talentos, tanta ciência, tanto detalhe. Mas há uma espécie de cansaço invisível. Jogos demasiado longos para quem vive em modo scroll. Pausas que quebram mais do que constroem. Estratégias que, sendo brilhantes, se tornam previsíveis para quem procura estímulo constante.
O futebol, sem dar por isso, ficou sério demais para um mundo que já não tem paciência para a solenidade. E depois aparecem coisas como a Kings League, meio espetáculo, meio videojogo, e percebemos que o problema não é o interesse, é o formato. Jogos mais curtos, imprevisibilidade assumida, interação constante. Não é melhor nem pior. É diferente. E, sobretudo, é mais próximo da linguagem de quem cresceu a clicar, a reagir e a participar. O mais desconfortável no meio disto tudo é que os miúdos não estão “errados”. Estão apenas noutro ritmo. Para eles, um 0-0 ao intervalo não é tensão, é aborrecimento. Um VAR de três minutos não é rigor, é interrupção. E um jogo que promete emoção e entrega gestão… perde-os.
Podemos chamar-lhes impacientes. Mas talvez sejamos nós que nos habituámos a um tempo que já não existe. O futebol sempre foi mais do que o jogo. Era a conversa antes, a discussão no café, o nervoso miudinho, o golo que ficava para sempre. Era o contexto. O problema é que esse contexto está a desaparecer, substituído por conteúdos infinitos, todos a competir pela mesma atenção.
E quando tudo compete, ganha o mais rápido. Não necessariamente o melhor. Isto não é um manifesto contra o futebol moderno. É um aviso do que vou vendo nos mais jovens, mas também em gente da minha idade que vê os jogos no estádio ao meu lado e que passa parte do tempo agarrada ao telemóvel. A indústria pode continuar a crescer, a faturar, a expandir-se para novos mercados. Mas se perde uma geração, perde o futuro, e isso não se resolve com direitos televisivos.
Ao contrário do que alguns iluminados dizem por aí, o desporto rei não se pode afastar dos adeptos para se tornar excessivamente mercantilista. O que o trouxe até aqui foi precisamente o facto de ser do povo, de estar ao alcance de todos, de juntar gerações e gente de todos os estratos sociais. Com os tempos perdidos pelos jogadores com a condescendência dos árbitro, os resultados empatados em que ninguém vai satisfeito para casa ou a falta do cálice chamado golo, as substituições que não permitem trocas constantes como no futsal ou as suspensões que tiram alguns dos melhores nas finais que todos querem ver, a tempestade vai-se tornando perfeita para entrar na decadência.
A questão não é se o futebol deve mudar. É quanto tempo ainda tem para perceber que já começou a ficar para trás. E há sinais que não fazem barulho. Como as bancadas que ainda estão cheias… mas cada vez mais distraídas e silenciosas. É preciso atenção a novos fenómenos que vão despontando cada vez com maior sucesso.
(...)"
Quando acaba a carreira, quem fica?
"O final de uma época é sempre tempo de balanços. Há títulos, descidas, renovações, despedidas e silêncios. Mas, para alguns atletas, este período traz uma pergunta mais profunda do que qualquer resultado: e agora, quem sou eu sem a competição?
O fim da carreira desportiva é uma das transições mais exigentes da alta competição. Não se trata apenas de deixar de treinar, jogar ou competir. Trata-se, muitas vezes, de perder uma parte central da identidade. Durante anos, o atleta vive organizado em torno de horários, objetivos, convocatórias, rendimento, reconhecimento e pertença a uma equipa. A sua identidade pessoal fica frequentemente fundida com a identidade atlética: ‘Sou atleta’, ‘sou jogador’, ‘sou competidor’. Quando essa estrutura desaparece, pode surgir um vazio difícil de nomear.
A literatura sobre identidade atlética mostra que, quanto mais exclusiva for a identificação com o papel de atleta, mais complexa pode ser a adaptação ao pós-carreira. Esta identidade pode ser fonte de motivação, disciplina e sentido. Mas, quando ocupa todo o espaço psicológico, pode também dificultar a reconstrução de outros papéis: profissional, familiar, social ou pessoal.
Também a teoria das transições de carreira no desporto, trabalhada por autores como Stambulova, ajuda-nos a compreender que terminar a carreira não é um episódio isolado, mas um processo. Envolve perdas, reorganização emocional, redefinição de objetivos e reconstrução de significado. Mesmo quando o fim é planeado, pode implicar luto: pelo corpo que mudou, pelo estatuto perdido, pela rotina que desaparece, pelo aplauso que deixa de chegar.
Para demonstrar a profundidade desta questão e o sofrimento psicológico que o final de carreira pode implicar, alguns estudos indicam que cerca de 29% dos ex-atletas apresentam sintomas de ansiedade/depressão, enquanto a prevalência de consumo problemático de álcool, analgésicos ou outras substâncias pode variar entre 5,8% e 39%, muitas vezes como forma disfuncional de lidar com a dor, o vazio identitário, a perda de rotina, a ansiedade e a difícil adaptação ao pós-carreira.
Por isso, a retirada desportiva não deve ser vista apenas como uma decisão individual ou contratual. Deve ser acompanhada como uma transição psicológica. Clubes, equipas técnicas, famílias e agentes precisam de preparar os atletas não só para render, mas também para mudar. Preparar uma carreira deve incluir preparar o seu fim.
No desporto, fala-se muito de performance, resiliência e superação. Mas talvez a verdadeira medida da alta competição também esteja aqui: na capacidade de ajudar o atleta a continuar inteiro quando deixa de competir. Porque o fim da carreira não deve significar o fim da identidade. Deve ser o início de uma nova forma de existir para além do jogo. E, para que essa transição seja mais saudável, os clubes têm o dever de apoiar os seus atletas ainda durante a carreira, preparando-os para este momento antes de ele chegar. Mas essa responsabilidade não é apenas institucional: a família e as pessoas mais próximas têm também um papel decisivo na escuta, no apoio e na monitorização dos sinais de sofrimento, ajudando o atleta a perceber que continua a ter valor, pertença e futuro para além da competição."
Países Baixos: Andy van der Meyde, o jogador perdido entre álcool, drogas, zebras, strippers e demónios interiores
"Brilhou no Ajax, partilhou ataque na seleção neerlandesa com vários craques, foi contratado pelo Inter e pelo Everton. No entanto, a carreira do extremo despistou-se abruptamente, sucumbindo perante a depressão e o vício
“Vou morrer aqui.“
A frase foi dita ao telefone por Andy van der Meyde, tendo o seu empresário como destinatário. Com 30 anos, o neerlandês estava no apartamento de Liverpool onde vivia com um amigo, ou melhor, onde falecia aos pedaços, destruindo-se entre bebidas e drogas.
As linhas determinantes da sua existência já não eram as laterais do relvado, eram outras, brancas, mas não como cor de uma qualquer camisola. Van der Meyde deixara o Everton há alguns meses, na verdade já abandonara o futebol há algum tempo.
Uma década antes, Andy assumiu-se como mais um produto da inesgotável fábrica de talento do Ajax. Debutou pelo gigante de Amsterdão aos 18 anos, consolidando-se na época principal na explosiva equipa de Ronald Koeman, um coletivo onde o jovem Van der Meyde convivia com Mido e Zlatan Ibrahimovic, rebeldes de causa variada, e com os também infantes Wesley Sneijder e Rafael Van der Vaart.
O caminho parecia natural: Serie A, rumo ao então muito gastador Inter. Van der Meyde sentia-se “quase um Deus”, que “podia fazer o que quisesse”, firmando autógrafos, “como um rei”. “Recebia muito dinheiro, era tudo fácil”, diria, anos depois, à “BBC“.
O Euro 2004, no auge da carreira, é uma boa fasquia para medir o nível do extremo. Titular em quatro dos cinco encontros dos Países Baixos em Portugal, partilhava ataque com Ruud van Nistelrooy e Arjen Robben. No entanto, e sem que ninguém na altura o pudesse adivinhar, a derradeira vez de Andy com a camisola laranja seria no Algarve, contra a Suécia. Tinha 24 anos. Os primeiros demónios surgiriam na época seguinte, a sua segunda em Milão.
A depressão e os escapes
Com o avançar do tempo no Inter, o neerlandês foi jogando cada vez menos. O refúgio, a fuga, foi encontrada na bebida. Passou a sair regularmente, em sentido inversamente proporcional ao rendimento em campo.
O último golo que Van der Meyde festejou na carreira surgiria em Valência, numa partida da Liga dos Campeões. Tinha 25 anos.
No final de 2004/05, para se relançar, surgiu a opção de ir para o AS Monaco. O principado era do agrado de Andy, mas havia um pequeno grande problema: era preciso viver num apartamento, o que era incompatível com os gostos da sua mulher, que chegou a ter 11 cavalos, um camelo e várias zebras. “Não podes ter uma zebra num apartamento, então não fomos para o Mónaco e mudámo-nos para a chuvosa Liverpool”, recorda o futebolista.
A vida no Everton foi caótica. O mais memorável momento de Van der Meyde na Premier League foi ser expulso num dérbi diante do Liverpool apenas seis minutos depois de entrar em campo. Tudo o resto de destacável sucedeu fora dos relvados, numa descida sem travões até aos infernos pessoais.
Na madrugada de 7 de agosto de 2006, o homem que apenas fez 24 partidas em quatro épocas pelo clube deu entrada num hospital com problemas respiratórios. Horas antes estava a beber num bar, alegando que o líquido que ingeria fora contaminado por alguém, contra a sua vontade, e daí os resquícios de substâncias pouco amigas do desporto profissional.
Multado no valor de duas semanas de salário, o neerlandês pediu “compreensão” face à sua situação pessoal. A filha de cinco meses, Dolce, estava hospitalizada desde o nascimento devido a problemas de saúde. Sozinho em Liverpool, nada corria bem a Andy: na semana seguinte, durante um encontro amigável do Everton, assaltaram-lhe a casa, levando, entre outras coisas, um Ferrari, um Mini Cooper e um cão.
As aparições em campo foram sendo cada vez mais esporádicas: 388 minutos jogados na Premier League 2006/07, zero minutos jogados em 2007/08; dez minutos em 2008/09, os derradeiros da carreira profissional.
A certa altura, disse à mulher que tinha de ir uns dias para um hotel, por estar lesionado e precisar de descanso. Uma semana depois, voltou a casa, não para ficar, mas para buscar mais roupa. A mulher desconfiou e tentou segui-lo, sem êxito. Um detetive privado, contratado pela mulher, colocou um localizador no carro do suspeito. Descobriu-se que, na verdade, Van der Meyde estava a viver com uma nova namorada. Era uma stripper, vinda de um mundo muito frequentado pelo de facto ex-jogador, ainda que formalmente com contrato com o Everton.
“Embebedar-me num clube de strip no meio de Liverpool não era uma decisão inteligente“, admitiria o extremo à “BBC“, repetente na prevaricação. Era, na verdade, mais um escape. Sofria de depressão e estava ali - no álcool, nas drogas, na noite - uma rota ”para fugir e não pensar em problemas“. ”Eu tinha muito dinheiro, podia comprar o que quissesse, ter as mulheres que quissesse. Era muito fácil. Descarrilar era muito fácil porque não havia limite.“
A mulher e os filhos afastaram-se. O contrato com o Everton terminou. Mas a vida em Liverpool não. Sem clube, ficou a viver em Inglaterra com um amigo. Aliás, a viver não. A beber, a drogar-se, a frequentar casinos.
Tinha meros 30 anos. Robben, que atuava na ala oposta da sua pelos Países Baixos umas épocas antes, era candidato à Bola de Ouro, encontrando-se a voar pelo Bayern. E ele ali, perdido, a “morrer”.
Chegou a tal chamada ao empresário. Conseguiu-se tirar Andy dali e arranjar um período de treinos com o Ajax. O jogador ainda assinaria com outro grande neerlandês, o PSV, mas nunca jogou. Não voltaria a calçar as chuterias num jogo oficial depois do Everton. Tinha 27 anos na última ocasião em que pisou um relvado como titular.
Após algum tempo de reabilitação, Van der Meyde, recomposto quanto possível, foi ganhando a vida com presenças televisivas e um canal de YouTube. Conseguiu recuperar o contacto com os filhos e em 2014 foi árbitro na Lingerie World Cup (sim, é exatamente aquilo que o nome sugere que é).
Na mente de Andy ficará, sempre, a culpa. “Fui um idiota. Às vezes deito-me na cama e penso ‘porra, meu, tu eras um bom jogador‘. A dado momento, era o segundo melhor extremo da Europa, atrás do Luís Figo. Desperdicei tudo.”"
Estamos nas Meias-finais...
Braga 79 - 84 Benfica
18-22, 18-22, 23-33. 20-27
Segunda vitória, desta vez, com os Triplos a entrarem!
Vamos esperar pelo adversário das Meias, entre a Oliveirense e a Ovarense! Depois da batalha campal no 1.º jogo entre estas equipas, ambas as equipas deviam ter os jogadores castigados, mas como vem aí um confronto com o Benfica, vai ficar tudo em águas de bacalhau!!!
Onde está a prova inequívoca?!
Quanto mais revejo este golo mal anulado mais sinto desprezo pela arbitragem portuguesa pic.twitter.com/iqWQfP81iq
— 🦅🦅🦅 (@AJ1904__) May 13, 2026
quinta-feira, 14 de maio de 2026
Verdade...
O diretor geral do Benfica tem uma tendência natural para ser certeiro. Mas, se calhar, ainda vamos ouvir o Calado dizer que no Benfica ninguém dá o peito às balas. 🤦♂️ pic.twitter.com/cXUGAxZiNY
— Polvo das Antas - Em Defesa do SL Benfica (@moluscodasantas) May 13, 2026
Merecem...
Eis os campeões da Liga portuguesa pic.twitter.com/htt9MFkErD
— 🦅🦅🦅 (@AJ1904__) May 13, 2026
Pipocas no colapso do Benfica
"Benfica de Mourinho fez curto-circuito, mas, se não for para apontar o dedo aos árbitros, de Rui Costa só há silêncio. Do futebol às modalidades, águias estão numa crise que tem de o preocupar
Benfica e Sporting esfregaram as mãos quando o FC Porto, justíssimo campeão, deu indícios de poder fraquejar no último terço da época e, um ano depois do tombo impensável que viveu no Ajax, Francesco Farioli poder ver repetir-se o pesadelo, mas acabaram por ser os rivais de Lisboa, afinal, a terem de disputar entre si o título de maior falhado na Liga. Em dois anos na presidência, André Villas-Boas já é campeão nacional de seniores e juniores, tem o de juvenis ao virar da esquina e o de iniciados também é bem possível. Arrasador.
Contra um Sporting estoirado física e mentalmente, o Benfica pensava ter minimizado os danos de (mais) uma época falhada na era Rui Costa e nem a borla do rival nas Aves foi aproveitada para garantir os tão necessários milhões da Champions. Com nove dias para preparar a receção ao SC Braga, que vinha de uma meia-final europeia a jogar com 10 desde os sete minutos, o Benfica foi, uma vez mais, insuficiente. Não foi bom, como José Mourinho no final quis crer, no habitual sacudir de responsabilidades e responsabilização de terceiros dos últimos anos da sua carreira.
Em quase uma época de trabalho, e a jogar uma vez por semana desde há bastante tempo, não se vê ponta de evolução na equipa, que continua letárgica, pouco pressionante e quase 100 por cento dependente do que Andreas Schjelderup, um gigantesco talento que foi ignorado tempo demais e esteve com pé e meio fora no mercado de janeiro, invente lá na frente.
Falhar a Liga dos Campeões, o cenário muito provável nesta altura, será absolutamente catastrófico, mas pouco surpreendente e o resultado natural de uma gestão calamitosa de Rui Costa, sem fio condutor que possa explicar que esteja à procura do sexto treinador em outros tantos anos. E todos eles tão diferente entre si como são Roger Schmidt, fã do gegenpressing e da pressão alta com domínio do jogo, ou Mourinho, um assumido resultadista que se molda ao adversário. Lógica? Não há.
De querer renovar até por 10 anos até ao evidente desejo de sair para terminar o trabalho no Real Madrid foi um instante e o silêncio de Rui Costa quando o rolo-compressor de nomes para a sucessão começou foi mais um ato da ingestão que tomou de assalto o Benfica nos últimos anos.
Do futebol às modalidades (as águias falharam em quatro das cinco decisões de títulos no último fim de semana), a Luz é um castelo de cartas a ruir por todos lados e ao qual o presidente assiste, resignado, de pipocas na mão, vendo os títulos fugir enquanto os rivais são campeões europeus. Em junho há Assembleia Geral, presumivelmente quentinha, e Rui Costa deverá dar explicações aos sócios. Muitos dos que se revoltaram anteontem votaram nele em outubro e novembro passados, mas as labaredas do incêndio são demasiado grandes para que possam ser ignoradas pelo presidente do Benfica."
Mais do (quase sempre) mesmo
"Numa jornada atípica, quase toda realizada numa segunda-feira à noite, em mais uma originalidade portuguesa, o Benfica regressou ao lugar que não queria, por força de mais uma exibição que até foi boa, por vezes muito boa, em que falhou golos em série, o guarda-redes contrário fez outras tantas excelentes defesas, viu dois golos anulados por centímetros (não consegui ainda ver nenhuma imagem que, de forma clara e evidente, como é suposto, mostre que a bola saiu na totalidade), permitiu dois golos ao adversário (especialmente o primeiro) de forma um pouco infantil e acabou por conceder o décimo primeiro empate da época. A frustração de todos nós é mais do que compreensível, não tanto, confesso, eu que aqui tantas vezes elogiei os adeptos, os assobios no final de um jogo em que a equipa deu e fez tudo para conseguir um resultado bem diferente. Com Schjelderup, Prestianni e Dahl a comprovarem que são efetivamente outros, Aursnes a reafirmar que com ele é outra coisa, Ivanovic, enquanto teve pernas, a sublinhar o seu valor, as ausências do capitão Otamendi na defesa e de Rios no meio-campo não deixaram de se fazer sentir, sobretudo quando a equipa precisava de agressividade nas bolas paradas e transporte de bola na parte final do encontro. Ainda assim, o Benfica dominou o jogo todo, contra o semifinalista da Liga Europa, recorde-se, que, para além de saber trocar a bola como poucos, marcou nos dois únicos remates à baliza que fez. Resta-nos agora a esperança de que "algo aconteça" para terminar a época no lugar que a equipa justificou dentro do campo (incrível como é que Gustavo Correia ainda conseguiu ser nomeado para este fim de semana depois do que fez no anterior?!) e continuar a acreditar e apoiar. Até ao fim..."
Assembleias Gerais Ordinárias convocadas para 27 de junho
"A primeira reunião magna do dia começa às 8h30, a segunda tem início aprazado para as 14h00, ambas no Pavilhão n.º 2 do Sport Lisboa e Benfica e com transmissão em streaming.
Realizam-se no próximo dia 27 de junho (sábado) duas Assembleias Gerais Ordinárias do Sport Lisboa e Benfica, no Pavilhão n.º 2 do Clube.
A Assembleia Geral destinada a apreciar e discutir o planeamento, a gestão e os resultados desportivos da época 2025/26 do futebol, bem como das restantes modalidades do SLB, após o final da respetiva temporada desportiva, tem início marcado para as 8h30.
A reunião magna será transmitida em streaming no sítio oficial do Sport Lisboa e Benfica, na área reservada aos sócios.
No mesmo local, às 14h00, decorrerá a segunda Assembleia Geral (AG) do dia 27 de junho, para apreciar e votar o orçamento de despesas e receitas, o plano de investimentos e o parecer do Conselho Fiscal, para a época de 2026/27.
Esta AG também será transmitida em streaming no sítio oficial do Clube, na área reservada aos sócios. O processo deliberativo ocorrerá por voto eletrónico, iniciando-se logo após a apresentação feita pela Direção, com a seguinte metodologia:
a) No Pavilhão n.º 2, através dos sistemas eletrónicos disponibilizados pelo Sport Lisboa e Benfica para esse efeito;
b) No sítio oficial do Sport Lisboa e Benfica, em plataforma criada para o efeito na área reservada aos sócios, na qual será também transmitida a AG;
c) Na App oficial do Sport Lisboa e Benfica, na área reservada aos sócios, na qual será também transmitida a reunião magna."
O Presidente sadomaso
"A moda veio para ficar. Soa a coleção primavera/verão, mas de fresca e leve pouco tem. Cheira a mofo e bolor, uma pestilenta combinação de desespero e chico-espertismo.
E se espreitarmos com atenção, lá encontraremos a sacramental inconsciência.
Falhada a estratégia e o plano definidos (será que alguma vez existiram?), o senhor Presidente (em maiúsculas, pois então) e os seus acólitos lançam a boia ao oceano das impossibilidades, em busca da afligida salvação.
As linhas seguintes são inspiradas em eventos reais.
'O treinador A era um incompetente porque não sabia jogar para a frente. E o mister B? Desse nem é bom falar. O homem mandava subir as linhas e deixava um buraco na defesa.
E se experimentássemos o treinador C? Dizem-me que é gente boa. E o D, quiçá?'
Não é ficção. No futebol português, a chicotada psicológica tem adquirido novas formas e sabores, um delírio tântrico em que o dirigente máximo veste a pele de executor-mor. Tudo em látex, naturalmente. Negro.
O homem erra, volta a errar, mas a culpa é sempre do outro, da vítima. Um cocktail sádico, mas sem palhinha e odores tropicais. Pune-se, sem ponta de discernimento, critério ou serenidade.
Ao mesmo tempo, o carrasco também se castiga. Há um autoinfligir de golpes, uma réstia de responsabilidade. Quase nula, diáfana, mas está lá.
Talvez uma submissão populista ao desejo dos sócios. A exigência da sobrevivência, da manutenção, o medo pela descida, da morte nas vertigens do abismo.
Esse lado masoquista compõe a cena. O prender, o amarrar de todo o normal funcionamento do clube, um bondage futeboleiro. Sofrimento e busca do prazer, de forma mais ou menos explícita.
'Resultou uma vez? Então tentemos a réplica perfeita'. Não há lógica nenhuma.
Vamos a exemplos concretos, para não magicarmos capítulos meramente abstratos.
Em Braga, a uma jornada do fim, decapitaram a equipa B. André Pinto, que substituíra Simão Freitas a partir da jornada 3, foi demitido depois da… penúltima jornada.
Rúben Teles, entretanto, aceitou sair dos sub23 do Gil Vicente para fazer um jogo. O último da época. O SC Braga empatou com o Fafe e desceu.
Na Amadora, o cenário é esquizofrénico. José Faria não servia e saiu no final de agosto. Sonhava-se, para a Reboleira, com um treinador de ideias mais atraentes. Arriscadas. E com um penteado melhor.
A SAD lembrou-se, então, que em Belém havia mais do que torres e monumentos seculares. Por meio milhão de euros, lá contrataram o prometedor João Nuno, entre juras de futebol dionisíaco e orgias de futebol total.
Durou sete meses. As paredes da classificação encolheram, passaram a asfixiar. E as convicções, já dizia o provocador Groucho Marx, são tão sólidas como os princípios: ‘Se não gostarem destes, tenho outros’.
O outro chamou-se Bacci, o truculento Cristiano. Mais próximo de Faria do que de João Nuno no seu ideário e recém-demitido de Tondela, entre cenas de discussão agravada com o Presidente à mistura.
Ofereceram três jogos ao italiano. E talvez a garantia bem-intencionada de uma relação sólida para o futuro, bem ao jeito dos anúncios nos classificados dos jornais.
‘Clube procura treinador para ligação estável e apaixonada’.
Bacci empatou um jogo e perdeu o segundo. O Estrela vai a Braga na derradeira jornada.
Ah, lembram-se do Belenenses, que perdera João Nuno em setembro? Contratou agora Gonçalo Brandão para dois jogos – quatro, em caso de playoff.
É a nova moda em Portugal. Um sacrilégio e uma abominação para quem, como eu, crê cegamente na organização, no rigor científico, na ordem do trabalho atempadamente pensado.
Riscar aquele, eliminar o outro, dispensar só mais um? Nem o Groucho Marx. Vestido de látex negro."
A FPF como centro nevrálgico do futebol português
"A época de 2025/26 assinala, sem margem para dúvidas, o início de uma nova era na Federação Portuguesa de Futebol. O lema Unir o Futebol, que sustenta o projeto liderado por Pedro Proença, não é apenas um slogan mobilizador. É a expressão de uma mudança estrutural profunda: a FPF quer deixar de ser apenas reguladora para assumir-se como o verdadeiro centro nevrálgico do futebol português.
E isso percebe-se ao detalhe.
O plano estratégico para o ciclo 2024-2028 revela uma organização mais profissional, mais tecnológica e, sobretudo, mais integrada. A criação de seis unidades de negócio, da FPF Comercial ao Canal 11, passando pela FPF Academy e pela Fundação, não representa apenas uma reorganização interna. Representa um reposicionamento claro: controlar melhor o presente para influenciar diretamente o futuro.
Na prática, a Federação passa a operar como um grupo empresarial. Um modelo que cobre praticamente toda a cadeia de valor do futebol, da formação ao entretenimento, da responsabilidade social à exploração comercial. Tudo articulado, tudo alinhado, tudo orientado para reforçar a marca FPF e aumentar a sua capacidade de intervenção.
Os números acompanham essa ambição. Um orçamento consolidado de 146,25 milhões de euros e um resultado operacional positivo mostram uma instituição financeiramente sólida, mas também cada vez mais dependente de receitas diversificadas, como direitos televisivos, patrocínios e prémios internacionais. O futebol, aqui, assume-se claramente como indústria.
Mas este crescimento não é apenas financeiro. Há uma aposta evidente na profissionalização de todo o ecossistema, da arbitragem à justiça desportiva, da certificação de clubes à formação de agentes. O diagnóstico é claro: o talento existe, mas o sistema ainda precisa de maior consistência, rapidez e credibilidade.
E é precisamente aí que a estratégia ganha profundidade.
A FPF quer decidir melhor. E para isso investe em dados, inteligência e experiência do adepto. A criação de estruturas dedicadas à análise de informação e à personalização da relação com os fãs mostra uma organização que quer ser mais eficiente, mas também mais próxima. Crescer como máquina sem perder ligação emocional é o desafio.
Ao mesmo tempo, o plano não ignora fragilidades estruturais. A falta de infraestruturas na base, a necessidade de acelerar a justiça desportiva e a urgência em valorizar a arbitragem são reconhecidas como prioridades. Ou seja, enquanto se constrói o topo, há consciência de que os alicerces ainda precisam de ser reforçados.
O contexto internacional também pesa, e o próprio documento assume-o sem rodeios. A proximidade do Mundial 2030, a crescente exigência competitiva e a centralização dos direitos audiovisuais colocam pressão sobre o modelo atual. A articulação com a Liga Portugal surge como essencial, num cenário em que as receitas internacionais e a eficiência global do sistema passam a ser decisivas para a competitividade dos clubes.
Mas há um sinal adicional que ajuda a perceber a ambição deste plano. Projetos como o Pintar Portugal mostram que a estratégia da FPF não se limita às estruturas ou às grandes decisões económicas. Através da criação de fan zones por todo o País, envolvendo municípios e adeptos, a Federação procura mobilizar o território e reforçar a ligação emocional com a Seleção. Não é apenas gestão, é também presença.
E isso muda o alcance do plano.
Porque a FPF não quer apenas liderar institucionalmente, quer também ocupar o espaço social e simbólico do futebol português. Quer estar na decisão, mas também na emoção. Quer ligar base e elite, território e Seleção, estrutura e paixão.
É aqui que o plano ganha verdadeira dimensão.
Ao mesmo tempo que reforça a importância da participação dos agentes do futebol, através de novos órgãos consultivos, a Federação constrói uma estrutura mais robusta, mais profissionalizada e com maior capacidade de execução. A centralidade não surge como imposição, mas como consequência de um modelo que procura ser mais eficiente e mais coerente.
Não se trata apenas de crescer mas sim de organizar, coordenar e liderar.
Porque, no limite, este plano prepara uma Federação que não se limita a organizar o jogo. Passa também a moldar o seu funcionamento em praticamente todas as dimensões.
E isso leva a uma questão simples, alinhada com a ambição do próprio documento.
Estarão todos os parceiros do futebol português, em particular clubes, Associações e Associações de Classe, em compromisso com a defesa dos legítimos interesses próprios, mas, em responsabilidade e profissionalismo, preparados para assumir o seu papel absolutamente fulcral neste novo tempo?
Neste novo tempo, a mesma realidade que por vezes sugere que não, trará a inevitabilidade do sim."
Será que o jogador moderno está cada vez menos livre?
"Muitas vezes dizemos que faltam jogadores criativos. Mas talvez a questão seja outra: será que ainda estamos a permitir que eles apareçam?
O futebol evoluiu. Hoje corre-se mais, acelera-se mais, controla-se mais. O jogo está rodeado de dados, métricas, tecnologia, vídeo, GPS, plataformas de monitorização e estruturas cada vez mais profissionais. O detalhe passou a ser quase uma obsessão. E isso trouxe crescimento ao jogo.
Os jogadores chegam mais cedo ao alto rendimento preparados fisicamente, com melhor alimentação, maior conhecimento tático e capacidade atlética superior à de outras gerações. O futebol tornou-se mais rápido, intenso e exigente. A margem de erro diminuiu. O espaço reduziu-se. O tempo para decidir quase desapareceu.
Mas no meio desta evolução aparece uma pergunta que merece ser pensada com profundidade: estaremos a formar jogadores mais preparados, mas menos livres? Durante muitos anos, o futebol nasceu na rua. Nasceu no improviso. Nasceu na criatividade. Nasceu no erro.
O jogador aprendia sem perceber que estava a aprender. Jogava durante horas sem treinador, sem exercícios analíticos, sem correções constantes e sem medo de falhar. Desenvolvia algo que nenhuma tecnologia consegue oferecer de forma natural: personalidade dentro do jogo.
Na rua não existia pausa para explicar cada decisão. O jogo ensinava sozinho. O jogador errava, adaptava-se, voltava a tentar e crescia emocionalmente dentro dessa liberdade competitiva. Aprendia a resolver problemas sem depender permanentemente de alguém no exterior.
Hoje muitos jovens crescem dentro de estruturas altamente organizadas desde muito cedo. Cada movimento é corrigido. Cada decisão é analisada. Cada ação tem um modelo associado. Em muitos contextos, o jogador aprende rapidamente onde deve estar, mas começa lentamente a esquecer-se de sentir o jogo.
E sentir o jogo continua a ser uma das maiores diferenças entre um jogador correto e um jogador especial. O futebol moderno valoriza muito o controlo. Controlar espaços. Controlar cargas. Controlar comportamentos. Controlar posicionamentos.
Mas o futebol continua a ser um jogo de caos. E no caos aparecem os jogadores capazes de decidir sem guião. Os grandes jogadores da História tinham algo difícil de medir: liberdade mental. Tinham coragem para interpretar o momento sem depender permanentemente de instruções externas. Arriscavam porque não jogavam presos ao medo do erro.
Hoje, em muitos casos, o medo substituiu a criatividade. O medo de falhar. O medo de sair da posição. O medo de perder a bola. O medo de errar perante o vídeo, o treinador, os números ou as redes sociais. E quando um jogador joga com medo, deixa de jogar verdadeiramente.
Muitas vezes dizemos que faltam jogadores criativos. Mas talvez a questão seja outra: será que ainda estamos a permitir que eles apareçam? A criatividade precisa de espaço. Precisa de liberdade. Precisa de contexto emocional seguro.
Nenhum jogador inventa quando sente que o erro será imediatamente castigado. Nenhum talento cresce totalmente quando vive permanentemente condicionado pela obrigação de não falhar. Curiosamente, o futebol atual fala muito de tomada de decisão. Mas a tomada de decisão nasce da autonomia. E autonomia constrói-se permitindo que o jogador pense.
Nem tudo pode ser programado. Há decisões que aparecem apenas na sensibilidade competitiva, na leitura emocional do jogo, no instinto, na relação com o espaço e com o momento. O futebol não é um laboratório completamente previsível. E talvez um dos maiores desafios do treinador moderno seja precisamente este: conseguir organizar sem aprisionar.
Treinar sem retirar identidade. Corrigir sem bloquear confiança. Dar estrutura sem destruir espontaneidade. Porque existe uma linha muito fina entre melhorar um jogador e limitar aquilo que o torna diferente.
Na formação atual existe muitas vezes uma preocupação enorme em acelerar processos. Quer-se que o jovem compreenda rapidamente conceitos táticos complexos, padrões posicionais, dinâmicas coletivas e comportamentos específicos. Tudo isso é importante. Mas existe uma diferença enorme entre ensinar futebol… e retirar liberdade ao pensamento.
Quando um jogador cresce habituado a receber constantemente respostas exteriores, começa lentamente a perder a capacidade de encontrar respostas dentro do jogo. E o futebol de elite continua a premiar exatamente os jogadores capazes de resolver problemas inesperados.
Os grandes jogadores não são apenas os que executam bem. São os que interpretam melhor. São os que conseguem transformar um segundo aparentemente normal numa decisão extraordinária. E isso dificilmente nasce apenas da repetição mecânica.
Talvez por isso muitos dos jogadores mais marcantes da história tinham algo impossível de colocar numa estatística: imaginação. Jogavam com responsabilidade, mas também com liberdade emocional. Tinham capacidade para decidir fora do padrão e coragem para assumir riscos em momentos decisivos.
Hoje existe por vezes uma tendência perigosa para transformar todos os jogadores em versões demasiado semelhantes. O futebol começa lentamente a perder diversidade criativa quando todos interpretam o jogo exatamente da mesma maneira. E quando todos pensam igual, o jogo torna-se mais previsível.
Hoje fala-se muito de intensidade. Mas a intensidade não pode matar a inteligência. Fala-se muito de modelo. Mas o modelo não pode eliminar a criatividade. Fala-se muito de ocupação de espaço. Mas o espaço continua a precisar de interpretação humana. O jogo continua a pertencer aos jogadores capazes de ver aquilo que os outros ainda não viram.
Os melhores treinadores do futuro talvez não sejam apenas os que sabem mais futebol. Talvez sejam os que conseguem criar contextos onde o jogador volta a sentir liberdade para pensar. Porque pensar continua a ser uma das maiores vantagens competitivas do futebol.
Um jogador demasiado dependente de instruções torna-se previsível. E jogadores previsíveis tornam equipas previsíveis. O futebol de alto nível exige organização coletiva, naturalmente. Mas dentro dessa organização tem de existir espaço para o talento respirar.
Os grandes momentos do futebol raramente nascem do totalmente previsível. Nascem da interpretação. Da coragem. Da criatividade. Da decisão inesperada. Nascem de jogadores que conseguem sentir o momento antes dos outros.
Talvez por isso o futebol nunca possa ser explicado apenas por dados, relatórios ou posicionamentos médios. Porque existe algo no jogo que continua impossível de automatizar completamente: a liberdade de pensar. E talvez o verdadeiro desafio do futebol moderno não seja criar jogadores que saibam tudo. Mas criar jogadores que, no meio de tanta informação, ainda consigam sentir o jogo.
Porque, no final, o futebol continuará sempre a pertencer aos que conseguem interpretar o caos sem perder a identidade. E talvez os jogadores verdadeiramente diferentes continuem a nascer exatamente aí: no espaço entre a organização… e a liberdade."
O desporto como eixo estratégico da saúde mental
"A saúde mental dos estudantes é hoje uma prioridade partilhada por toda a comunidade académica, exigindo de todos nós uma visão integrada sobre o que constitui um campus verdadeiramente saudável. Como Presidente da Federação Académica do Desporto Universitário, vejo com otimismo o papel central que a atividade física pode desempenhar neste desígnio. O diagnóstico que apresentámos recentemente sobre o desporto universitário em Portugal constitui um roteiro para o investimento no futuro e no bem-estar da nossa juventude.
Um dos pontos mais luminosos deste diagnóstico é o consenso absoluto sobre o valor do desporto: existe uma valorização de 4.83, numa escala de 1 a 5, quanto ao seu papel como ferramenta de apoio ao bem-estar e à saúde mental. Cerca de 87% dos responsáveis do setor sublinham este contributo vital para a experiência académica. Estamos perante uma oportunidade única, pois nunca houve um reconhecimento tão elevado de que o desporto é o aliado certo para combater o stresse e promover a integração social. É este entusiasmo e reconhecimento que devemos agora converter em capacidade instalada.
Neste caminho de progresso, saúdo com particular esperança a criação do novo Programa Nacional para o Bem-Estar, Qualidade, Equidade e Inovação no Ensino Superior, o SOMA+ Academia. Este programa surge no momento ideal para ajudar a superar o paradoxo que ainda enfrentamos. Embora o desporto seja visto como essencial, a prioridade estratégica traduzida em orçamento situa-se ainda nos 58%. O SOMA+ Academia pode ser a ponte que faltava para alinhar a elevada valorização do desporto com os recursos necessários para a sua plena execução.
Ao falarmos de Campos Saudáveis, falamos de espaços que convidam à prática e ao encontro. Atualmente, 61% das nossas instituições ainda não dispõem de instalações próprias e 89% dependem de parcerias externas. Olhamos para estes números não como um limite, mas como um horizonte de crescimento. Há uma vontade clara de avançar. 88% das entidades apontam a criação de linhas de financiamento específicas para infraestruturas como o caminho a seguir. Esta é uma meta construtiva que permitirá aliviar constrangimentos de horários e modernizar espaços, garantindo que o desporto seja uma opção acessível a todos os estudantes.
O futuro passa por elevar a prioridade política do desporto, integrando-o de forma estruturante nos modelos de financiamento e nos programas de saúde mental. A FADU Portugal reafirma o seu compromisso em colaborar com o Estado e as instituições de Ensino Superior para transformar cada campus num exemplo de vitalidade. Investir no desporto universitário é investir numa geração mais saudável, mais resiliente e mais preparada para os desafios do futuro. Juntos, podemos fazer do desporto a base de um ensino superior de excelência."
Costa do Marfim: Yaya Touré, um talento fora do guião
"Dos golos que mudaram a história do Manchester City às acusações que atingiram Guardiola, a carreira de Yaya Touré nunca coube apenas no relvado. Perdeu um irmão durante o Mundial de 2014 e continuou na competição. Hoje, aos 43 anos (completa-os esta quarta-feira), a sua trajetória continua a parecer maior do que a soma dos clubes, dos títulos e das polémicas.
Em 2003, Yaya Touré jogou um amigável pelo Arsenal contra o Barnet. Não tinha contrato, não tinha estatuto, não tinha sequer a posição definida e Arsène Wenger testou-o como segundo avançado. Não fez nenhum brilharete, antes pelo contrário, mas o Arsenal tinha um acordo para contratá-lo. O problema é que Yaya não possuía passaporte europeu nem o número mínimo de jogos pela seleção da Costa do Marfim para obter uma permissão de trabalho automática no Reino Unido. Wenger queria que ele voltasse para a Bélgica e esperasse até obter um passaporte belga, mas Yaya não quis esperar. Preferiu aceitar uma proposta do Metalurh Donetsk, da Ucrânia, onde não precisava de documentos europeus para jogar.
Este é apenas um episódio caricato de uma carreira feita deste tipo de factos: decisões que não dependem só do talento, caminhos que se abrem ou fecham por detalhes administrativos, escolhas que parecem improváveis quando vistas de trás para a frente.
Faz hoje 43 anos que Gnégnéri Yaya Touré nasceu em Bouaké, na Costa do Marfim, no seio de uma família em que o futebol sentava-se à mesa todos os dias. Kolo, o irmão mais velho, viria a ser campeão em Inglaterra; Ibrahim, o mais novo, avançado, morreria de cancro em 2014, em pleno Mundial do Brasil, quando Yaya e Kolo ainda estavam em competição pela seleção marfinense. Essa notícia, recebida no meio de um torneio que devia ser o auge de uma geração africana, é um daqueles momentos que ajudam a perceber o tom sombrio que sempre acompanhou a grandeza deste jogador.
Antes de ser o “motor do Barça” ou o homem que quebrou o jejum de títulos do Manchester City, Yaya é um produto da ASEC Mimosas, fábrica de talentos de Abidjan. De lá salta para o Beveren, na Bélgica, depois para o Metalurh Donetsk, na Ucrânia, e para o Olympiacos, na Grécia, onde começa a ganhar dimensão europeia. Segue-se o Monaco e, em 2007, o salto para o Barcelona, por 10 milhões de euros. É em Camp Nou que o mundo percebe que aquele médio podia ser (quase) tudo dentro de campo. O Barça de Guardiola foi o laboratório perfeito para testar a elasticidade do marfinense. Ele aceitou ser central em Roma para que Busquets jogasse no meio-campo, ganhou tudo em 2008/09, mas saiu com a sensação de que o seu nome nunca ficaria gravado na parede da história como os outros. Ele próprio contou que, quando o presidente os levou à sala dos troféus, percebeu que talvez precisasse de um clube “com menos história” para escrever a sua. A frase é quase um manifesto: Yaya não queria ser mais um peão num sistema perfeito: queria ser o rosto de uma transformação.
Foi isso que aconteceu em Manchester. Em 2010, o City pagou cerca de 30 milhões de euros ao Barça e deu-lhe o centro do projeto. Em Wembley, nas meias-finais da Taça de Inglaterra de 2011, marcou ao United; na final, decidiu contra o Stoke. Dois golos que valeram o primeiro troféu do clube em 35 anos e que inaugurou a era em que o City se torna uma potência. Em 2013/14 faz uma das épocas mais absurdas de um médio na Premier League, ao marcar mais de 20 golos em todas as competições; bateu livres, penáltis e aparecia na área como se fosse um avançado disfarçado.
A Premier League acabaria por colocá-lo na lista de finalistas para o Hall of Fame, um reconhecimento tardio de um impacto que foi muito para lá dos números. Yaya foi também eleito Futebolista Africano do Ano pela BBC, em 2013, um dos vários prémios individuais que colecionou enquanto a Costa do Marfim se habituara a vê-lo como líder natural de uma geração de ouro.
O dedo apontado a Pep Guardiola
Mas a história de Yaya Touré nunca é só sobre futebol. É também sobre ressentimento, feridas abertas e uma relação complicada com o poder. A figura de Pep Guardiola é o epicentro disso tudo. O marfinense parece ter passado anos a ruminar a forma como foi empurrado para fora do Barça e, mais tarde, como foi sendo apagado do City quando o treinador catalão chegou a Manchester. Em 2018, numa entrevista à “France Football”, acusou Guardiola de ter “problemas com jogadores africanos”, falou em racismo e disse que queria “acabar com o mito” do treinador. Noutras declarações, descreveu o momento em que deixou de ver “um homem” e passou a ver “uma cobra”, alguém que o teria tratado “como um cão” antes de tentar recuperá-lo.
Guardiola nunca respondeu frontalmente às acusações, e Yaya, anos depois, admitiria que queria paz e que tinha tentado uma reconciliação sem resposta. Mas o dano já estava feito: a imagem pública do marfinense passou a ser também a do homem que ousou tocar no intocável, que trouxe para o centro do debate a forma como os jogadores africanos se sentem muitas vezes, como quem tem de provar mais do que os outros. Ao mesmo tempo, em entrevistas, Yaya dizia que não queria que o filho jogasse futebol por causa do racismo que ainda via no jogo. A carreira dele, que parecia ser o triunfo absoluto do talento africano no coração da Europa, acabava por ser também um lembrete de que a integração nunca é total.
Há um lado quase caótico na forma como Yaya foi gerindo o fim da carreira. Depois do City, regressou ao Olympiacos, mas rescindiu ao fim de três meses e cinco jogos; passou pela segunda divisão chinesa, no Qingdao Huanghai, dois anos depois de ter dito que jogava “por amor e não por dinheiro”; foi dado quase como certo no Vasco e no Botafogo, algo que nunca se concretizou, sempre com a sensação de que ele próprio já não sabia bem o que queria ser.
Ao mesmo tempo, a vida pessoal continuava a atravessar o futebol. A morte do irmão Ibrahim, em 2014, marcou-o profundamente. A decisão de se retirar da seleção da Costa do Marfim, em 2016, depois de mais de uma década e mais de 100 internacionalizações, foi apresentada como o fim de um ciclo, mas também como uma forma de proteger-se de um desgaste emocional que já vinha de trás. A seleção que ele liderou até ao título da CAN 2015 ficava sem o seu capitão.
Do relvado para o banco de bloco na mão
Quando finalmente aceitou que a carreira de jogador tinha acabado, Yaya fez algo que muitos não esperavam: entrou no mundo dos treinadores pela porta lateral. Começou como adjunto no Olimpik Donetsk, na Ucrânia, passou pelo Akhmat Grozny, na Rússia, trabalhou com os sub-16 do Tottenham e, em 2023, juntou-se ao Standard Liège como treinador-adjunto de Carl Hoefkens . Poucos meses depois, surgiu o convite que voltou a ligá-lo ao passado: Roberto Mancini, o treinador com quem ganhou o primeiro título grande no City, chama-o para ser adjunto na seleção da Arábia Saudita.
Pelo meio, há muitos outros episódios que ajudam a compor o seu retrato. A confissão de que pensava que ia para o Manchester United e não para o City quando deixou o Barça; as histórias de balneário, como a de Messi a planear fazer “cuecas” a adversários, que Yaya contou com um misto de fascínio e normalidade; o brasileiro Jô disse que ele era presença habitual nas saídas noturnas do City; em 2022, foi ilustrado pela Marvel como “The Citadel” (A Cidadela), em referência à sua força defensiva e domínio no meio-campo.
No fim, o que fica de Yaya Touré não é só a lista de clubes, golos ou títulos. É a sensação de que ele foi, ao mesmo tempo, protagonista e crítico do sistema que o consagrou. Um líder nato que nunca se contentou em ser apenas peça de um puzzle perfeito. Um africano que chegou ao topo da Europa e, de lá, apontou o dedo às fissuras que via. Um médio que carregava a bola como quem carrega uma história inteira às costas."
Lixívia (25/26) 33
Tabela Anti-Lixívia
Benfica......... 77 (-16) = 93
Sporting...... 79 (+10) = 69
Corruptos...85 (+21) = 64
Braga............58 (-1) = 59
Como ficou bastante claro em Famalicão, depois do Benfica ultrapassar o Sporting na luta pela qualificação para a Champions, os poderes mafiosos acordaram, e seria mesmo um Milagre o Benfica ter 3 arbitragens competentes nas últimas jorndas!
Repito o que disse na crónica:
- Fora-de-jogo mal assinalado no golo anulado ao Ivanovic: a Linha Virtual está mal colocada no pé do jogador do Braga, mas também está mal colocada no cotovelo do Ivanovic!
- Penalty do Lelo no cruzamento do Schjelderup, a bola bate no braço antes de bater na cabeça. As repetições podem não ser claras, mas basta observar a rotação da bola, para perceber que a bola foi tocada...
- O Pinheiro é corrupto, ladrão, arrogante e pedante, e também é filho-da-puta, a rábula dos 2 Cantos consecutivos sonegados ao Benfica é um bom exemplo, ficou 'ofendido' pelos protestos anteriores, e depois simplesmente resolveu castigar o Benfica, com dois Cantos roubados!!!
- Ainda na 1.ª parte, uma antecipação do Tomás Araújo, que deixava 2 defesas do Braga, para 4 jogadores do Benfica, foi travada com uma faltinha a meio-campo, que só foi assinalada, quando ele viu que o Benfica apanhou o adversário em contra pé...!!!
- No lance com o Martinez, não acho que seja penalty, pois é um considerado um ressalto inesperado, neste caso um mau domínio de bola, mas contra o Benfica seria marcado...
- Golo mal anulado ao Pavldis. Não existe uma imagem que prove inequivocamente que a bola saiu totalmente do campo. Parando a imagem da câmara que está na linha de fundo, não se percebe se a 'barriga' da bola está ou não em cima da linha... Sendo assim, o golo não podia ter sido revertido!
- Penalty claríssimo sobre o Pavlidis. Ele inicialmente não assinala a suposta falta do Prestianni, só quando o Pavlidis é derrubado, apita, e volta atrás... O Prestianni não faz qualquer falta, faz um carrinho, toca na bola com o pé esquerdo (de apoio) e é pisado pelo adversário... o carrinho do Prestianni é feito sobre a bola, não aponta às pernas do adversário, é o defesa do Braga que dá um passo lateral, chega atrasado e pisa o argentino.
Uma nota especial sobre este lance: este trio de árbitro, VAR e AVAR foram exactamente os mesmos do recente Benfica-Corruptos na Luz, o jogo que terminou com um penalty não assinalado sobre o Pavlidis, num lance 'parecido', mas desta vez a culpa foi do jogador que entrou de carrinho! E nesse lance o Grego ganhou a 'frente da bola' em relação ao Diogo Costa... algo que não aconteceu aqui.
- Penalty não assinalado contra o Benfica. Sim o Dedic puxa a camisola, curiosamente aqueles que têm sempre dúvidas na intensidade, aqui ficaram 'convencidos'!!! É falta, a favor do Benfica nunca seria marcado! E aqui, só não foi marcado, porque o Empate servia ao Sistema, se o Benfica tivesse a ganhar, o penalty seria imediatamente marcado!!!
- Rábula dos Descontos: na 2.ª parte, houve 5 paragem para Substituições; 3 jogadores do Braga no relvado a pedirem assistência, houve duas paragens para análise do VAR, sendo que só no golo anulado ao Pavlidis, o jogo esteve parado muito tempo... Os 6 minutos de compensação foram um absurdo. mas depois já nos descontos, tivemos o penalty e golo do Benfica, com o jogo a ficar parado cerca de 4 minutos! Aos 6m devia ter sido pelo menos somado mais 4m, mas não foram somente jogados mais 2m! Tudo isto comparado com os 16m da semana passada em Famalicão!
- Penalty bem assinalado a favor do Benfica, pisão sobre o Schjelderup, o jogador do Braga tocou na bola, mas depois pisa... A falta existe, mas só foi marcado, porque o empate ou a derrota para o Sporting faz pouca diferença!
Este é o contexto, dum jogo decisivo para a qualificação para a Champions, uma jornada depois da roubalheira épica de Famalicão! Já o escrevi várias vezes esta época, se não houver alterações na FPF e na Liga, o Benfica não irá ganhar nada nos próximos 10 anos, podemos mudar de jogadores, treinadores e Direção! Nada se vai alterar...
E muitos Benfiquistas, uma minoria eleitoral, mas barulhenta nos Estádios, e nas redes sociais, ainda não percebeu que a responsabilidade de alterar este cenário não é exclusiva da Direção. São incapazes de ultrapassar os seus ódios pessoais... O Benfica só irá ultrapassar esta fase, com União total! Hoje, um árbitro 'Ladrão' contra o Benfica, está à vontade, porque parte significativa dos Benfiquistas, 'viram-se' contra a Direção, contra o treinador e contra os jogadores, e 'desculpam' o árbitro! Devemos ser o único Clube do Mundo onde isso acontece!!! Desde do tempo do Vieira (após a 1.ª Eleição do Proença para a Liga), queixo-me da falta de estratégia nos bastidores das Federações por parte das Direções do Benfica, após a morte do corrupto-mor, houve uma oportunidade única para limpar os 'quadros' e o Benfica manteve-se à parte, e permitiu aos Lagartos, basicamente igualarem os níveis de Roubalheira dos Corruptos Andrades!
O futebol do Benfica não vai melhorar com constantes alterações de treinadores e revoluções de plantel, nem com ambientes Eleitorais anuais! Com a mudança dos Estatutos, quando a época terminar, vamos entrar na 'época' das Assembleias Gerais, desta vez, com a possibilidade de cair a Direção e de mandar o Clube para Eleições em plena pré-época! A bolha de desinformação do Benfica, está a dividir, com terceiros a lucrar, e os supostos Benfiquistas iluminados, não percebem que estão a ser usados...
Já agora, em Vila do Conde, com a Lagartada a perder, o Taremi Colombiano, atirou-se para a piscina 3 vezes!!! Na 1.ª o árbitro não marcar nada, no 2.º deu-lhe Amarelo por simulação, mas ao 3.º caiu na armadilha e marcou um penalty absurdo!!! Nem a meio-campo este tipo de contactos são assinalados a favor do Benfica!!!! E depois o jogador que levou Amarelo neste lance, acabou por levar o 2.º Amarelo aos 52 minutos!!!
Pelo meio, um defesa e o guarda-redes do Rio Ave, combinaram, um dos auto-golos mais absurdos dos últimos tempos!!!
Na Vila das Aves, com tudo decidido, até já anulam golos aos Corruptos, e expulsam jogadores dos Corruptos com dois Amarelos.... nos descontos, e com o jogo fechado!!!
Anexos (I):
Benfica
5.ª-Santa Clara(c), E(1-1), Pinheiro(R. Moreira, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
7.ª-Gil Vicente(c), V(2-1), J. Gonçalves(Malheiro Pinto, D. Pereira), Prejudicados, (2-0), Sem influência
33.ª-Braga(c), E(2-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Prejudicados, Beneficiados, (5-3), (-2 pontos)
Sporting
10.ª-Alverca(c), V(2-0), Nobre(Rui Oliveira, T. Costa), Beneficiados, (0-0), Impossível contabilizar
29.ª-Estrela(f), V(0-1), D. R. Silva(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, Prejudicados, (1-2), Impossível contabilizar
Corruptos
6.ª-Rio Ave(f), V(0-3), Anzhony(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
19.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), Nobre(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
26.ª-Moreirense(c), V(3-0), Macedo(Cláudia R., P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
29.ª-Estoril(f), V(1-3), Godinho(Rui Oliveira, F. Monteiro), Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
Braga
28.º-Moreirense(f), V(0-1), B. Costa(Esteves, H. Coimbra), Nada a assinalar
31.ª-Santa Clara(f), D(2-1), Godinho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
33.ª-Benfica(f), E(2-2), Pinheiro(L Ferreira, V. Maia), Beneficiados, Prejudicados, (5-3), (+2 pontos)
Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
13/4
Sporting
9/4
Corruptos
10/2
Braga
15/5
Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
6/4
Minutos:
109 - 85 = 24 (superioridade)
Sporting
10/1
Minutos:
195 - 27 = 168 (superioridade)
Corruptos
2/4
Minutos:
26 - 70 = 44 (inferioridade)
Braga
1/3
Minutos:
81 - 48 = 33 (superioridade)
B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
52(29) / 356 - 514 / 94(48)
Sporting
73(34) / 408 - 447 / 90(42)
Corruptos
77(35) / 447 - 423 / 89(43)
Braga
73(29) / 367 - 379 / 84(44)
Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
J. Gonçalves - -2
Martins - -2
Guelho - -2
P. Ferreira - -2
Bento - -2
Godinho - -2
Mota - -2
H. Carvalho - -2
Cláudia R. - -2
Rui Oliveira - -2
Correia - -4
Pinheiro - -4
L. Ferreira - -4
Sporting
L. Ferreira - +5
Nobre - +3
P. Ferreira - +3
Godinho - +3
Rui Silva - +3
Baixinho - +3
Narciso - +3
R. Moreira - +2
C. Pereira - +1
Cláudia R. - +1
J. Gonçalves - -1
Ramalho - -2
Casegas - -2
Rui Costa - -3
Corruptos
Rui Costa - +8
J. Gonçalves - +5
Martins - +5
L. Ferreira - +4
Vasilica - +3
Nobre - +3
Baixinho - +2
Esteves - +2
B. Costa - +2
Malheiro Pinto - +2
C. Pereira - +2
Pinheiro - +2
H. Carvalho - +2
Guelho - +1
Mota - +1
Braga
Correia - +2
V. Santos - +2
J. Gonçalves - +1
Pinheiro - +1
L. Ferreira - +1
Martins - -2
C. Pereira - -2
Cláudia R. - -2
Nobre - -3
Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
Pinheiro - 5 (3/2)
H. Carvalho - 4 (1/3)
J. Gonçalves - 3 (1/2)
Anzhony - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (1(1)
Nobre - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Godinho - 2 (1/1)
Vasilica - 2 (1/1)
Correia - 2 (1/1)
Guelho - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Narciso - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (1/0)
Sporting
Nobre - 4 (2/2)
D. R. Silva - 3 (2/1)
J. Gonçalves - 3 (1/2)
Correia - 2 (0/2)
H. Carvalho - 2 (1/1)
Godinho - 2 (0/2)
B. Costa - 2 (0/2)
Nogueira - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (1/1)
Malheiro - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Macedo - 1 (1/0)
Baixinho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Ramalho - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (1/0)
Corruptos
Godinho - 4 (2/2)
J. Gonçalves - 3 (0/3)
Nobre - 3 (2/1)
Veríssimo - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (0/2)
Guelho - 2 (2/0)
C. Pereira - 2 (1/1)
D. R. Silva - 2 (2/0)
Macedo - 2 (1/1)
Baixinho - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (1/0)
Ramalho - 1 (0/1)
Vasilica - 1 (1/0)
H. Carvalho - 1 (0/1)
Braga
C. Pereira - 5 (2/3)
Nogueira - 4 (2/2)
Veríssimo - 3 (0/3)
Pinheiro - 3 (2/1)
J. Gonçalves - 2 (2/0)
Macedo - 2 (1/1)
Nobre - 2 (1/1)
B. Costa - 2 (1/1)
D. R. Silva - 2 (1/1)
Anzhony - 2 (2/0)
Bessa - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
H. Carvalho - 1 (0/1)
Correia - 1 (0/1)
Rosa - 1 (0/1)
Godinho - 1 (0/1)
Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
P. Ferreira - 4 (1/3)
Rui Costa - 4 (2/2)
L. Ferreira - 4 (3/1)
Barradas - 3 (3/0)
M. Oliveira - 3 (1/2)
Esteves - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Martins - 2 (0/2)
Mota - 2 (1/1)
Rui Oliveira - 2 (0/2)
R. Moreira - 1 (1/0)
Bento - 1 (1/0)
V. Santos - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Sporting
Rui Costa - 4 (2/2)
Martins - 3 (0/3)
Mota - 3 (1/2)
L. Ferreira - 3 (1/2)
V. Santos - 3 (1/2)
Bento - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
P. Ferreira - 2 (0/2)
Casegas - 2 (1/1)
Esteves - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (2/0)
Rui Silva - 1 (0/1)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)
R. Moreira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)
Corruptos
Rui Costa - 4 (1/3)
Martins - 4 (2/2)
Esteves - 3 (2/1)
Rui Oliveira - 3 (2/2)
L. Ferreira - 3 (0/3)
P. Ferreira - 3 (2/1)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Bento - 2 (1/1)
Mota - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (1/1)
Rui Silva - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (0/1)
Casegas - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Piscarreta - 1 (0/1)
Braga
Martins - 5 (3/2)
Rui Costa - 3 (0/3)
Esteves - 3 (2/1)
Mota - 3 (2/1)
Rui Silva - 3 (1/2)
L. Ferreira - 3 (2/1)
R. Moreira - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
Bento - 2 (2/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Esteves - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
P. Ferreira - 1 (1/0)
V. Santos - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Piscarreta - 1 (0/1)
Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
Eiras - 6
P. Felisberto - 6
Rui Cidade - 3
T. Leandro - 2
J. Fernandes - 2
P. Miranda - 2
D. Pereira - 2
V. Maia - 2
C. Campos - 1
I. Pereira - 1
P. Brás - 1
H. Santos - 1
M. Vieira - 1
Bessa Silva - 1
Moisés - 1
F. Monteiro - 1
Sporting
P. Felisberto - 4
P. Miranda - 3
Eiras - 3
P. Brás - 2
T. Costa -2
V. Maia - 2
Bessa Silva - 2
F. Pereira - 1
J. Pereira - 1
Á. Mesquita - 1
Rui Cidade - 1
M. Vieira - 1
Sílvia D. - 1
Vaz Freire - 1
Babo - 1
F. Silva - 1
N. Pires - 1
P. Sancho - 1
M. Vieira - 1
Catarina C. - 1
I. Pereira - 1
H. Santos - 1
Corruptos
P. Felisberto - 5
V. Maia -3
Eiras - 3
P. Brás - 2
J. Fernandes - 2
P. Martins - 1
H. Ribeiro - 1
Vaz Freire - 1
Á. Mesquita - 1
Cláudia R. - 1
P. Ferreira - 1
M. Azevedo - 1
I. Pereira - 1
N. Pires - 1
M. Martins - 1
M. Vieira - 1
P. Sousa - 1
P. Ribeiro - 1
P. Mota - 1
P. Miranda - 1
F. Monteiro - 1
T. Leandro - 1
P. Sancho - 1
Braga
P. Miranda - 3
Á. Mesquita - 3
V. Maia - 3
T. Leandro - 2
Eiras - 2
P. Felisberto - 2
P. Sancho - 2
Mira - 1
Rui Teixeira - 1
I. Pereira - 1
F. Silva - 1
Bessa Silva - 1
Babo - 1
Cláudia R. - 1
M. Azevedo - 1
V. Marques - 1
Vaz Freire - 1
P. Sousa - 1
J. Pereira - 1
P. Mota - 1
H. Coimbra - 1
M. Vieira - 1
Cátia T. - 1
Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
P. Ferreira - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 2 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Costa - 0 + 2 = 2
B. Costa - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Sporting
Martins - 0 + 3 = 3
Nobre - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Malheiro Pinto - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Corruptos
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
Piscarreta - 0 + 1 = 1
Braga
C. Pereira - 3 + 0 = 3
Veríssimo - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Nogueira - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Piscarreta - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Pinheiro - 5 + 0 = 5
P. Ferreira - 0 + 4 = 4
Rui Costa - 0 + 4 = 4
L. Ferreira - 0 + 4 = 4
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Barradas - 0 + 3 = 3
M. Oliveira - 0 + 3 = 3
Anzhony - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Vasilica - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Guelho - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
D. R, Silva - 1 + 0 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Bento - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Sporting
Nobre - 4 + 0 = 4
Rui Costa - 0 + 4 = 4
D. R. Silva - 3 + 0 = 3
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Mota - 0 + 3 =3
Malheiro Pinto - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
V. Santos - 0 + 3 = 3
Correia - 2 + 0 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Casegas - 0 + 2 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Bessa - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Corruptos
Godinho - 4 + 0 = 4
Rui Costa - 0 + 4 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Nobre - 3 + 0 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Rui Oliveira - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
P. Ferreira - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Guelho - 2 + 0 = 2
C. Pereira - 2 + 0 = 2
D. R. Silva - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Piscarreta - 0 + 1 = 1
Braga
C. Pereira - 5 + 0 = 5
Martins - 0 + 5 = 5
Nogueira - 4 + 0 = 4
Pinheiro - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Rui Silva - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
D. R. Silva - 2 + 0 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Anzhony - 2 + 0 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 1 (-1 jogo)
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-1 jogo)
Jornada 4 (~1 jogo)
Jornada 5 (+1 jogo)
Jornada 26 (-2 jogos)
Jornada 27 (-2 jogos)
Jornada 28 (-2 jogos)
Jornada 29 (-2 jogos)
Jornada 30 (+2 jogos)
Anexos(XI):
Épocas anteriores:
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