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quinta-feira, 14 de maio de 2026

Será que o jogador moderno está cada vez menos livre?


"Muitas vezes dizemos que faltam jogadores criativos. Mas talvez a questão seja outra: será que ainda estamos a permitir que eles apareçam?

O futebol evoluiu. Hoje corre-se mais, acelera-se mais, controla-se mais. O jogo está rodeado de dados, métricas, tecnologia, vídeo, GPS, plataformas de monitorização e estruturas cada vez mais profissionais. O detalhe passou a ser quase uma obsessão. E isso trouxe crescimento ao jogo.
Os jogadores chegam mais cedo ao alto rendimento preparados fisicamente, com melhor alimentação, maior conhecimento tático e capacidade atlética superior à de outras gerações. O futebol tornou-se mais rápido, intenso e exigente. A margem de erro diminuiu. O espaço reduziu-se. O tempo para decidir quase desapareceu.
Mas no meio desta evolução aparece uma pergunta que merece ser pensada com profundidade: estaremos a formar jogadores mais preparados, mas menos livres? Durante muitos anos, o futebol nasceu na rua. Nasceu no improviso. Nasceu na criatividade. Nasceu no erro.
O jogador aprendia sem perceber que estava a aprender. Jogava durante horas sem treinador, sem exercícios analíticos, sem correções constantes e sem medo de falhar. Desenvolvia algo que nenhuma tecnologia consegue oferecer de forma natural: personalidade dentro do jogo.
Na rua não existia pausa para explicar cada decisão. O jogo ensinava sozinho. O jogador errava, adaptava-se, voltava a tentar e crescia emocionalmente dentro dessa liberdade competitiva. Aprendia a resolver problemas sem depender permanentemente de alguém no exterior.
Hoje muitos jovens crescem dentro de estruturas altamente organizadas desde muito cedo. Cada movimento é corrigido. Cada decisão é analisada. Cada ação tem um modelo associado. Em muitos contextos, o jogador aprende rapidamente onde deve estar, mas começa lentamente a esquecer-se de sentir o jogo.
E sentir o jogo continua a ser uma das maiores diferenças entre um jogador correto e um jogador especial. O futebol moderno valoriza muito o controlo. Controlar espaços. Controlar cargas. Controlar comportamentos. Controlar posicionamentos.
Mas o futebol continua a ser um jogo de caos. E no caos aparecem os jogadores capazes de decidir sem guião. Os grandes jogadores da História tinham algo difícil de medir: liberdade mental. Tinham coragem para interpretar o momento sem depender permanentemente de instruções externas. Arriscavam porque não jogavam presos ao medo do erro.
Hoje, em muitos casos, o medo substituiu a criatividade. O medo de falhar. O medo de sair da posição. O medo de perder a bola. O medo de errar perante o vídeo, o treinador, os números ou as redes sociais. E quando um jogador joga com medo, deixa de jogar verdadeiramente.
Muitas vezes dizemos que faltam jogadores criativos. Mas talvez a questão seja outra: será que ainda estamos a permitir que eles apareçam? A criatividade precisa de espaço. Precisa de liberdade. Precisa de contexto emocional seguro.
Nenhum jogador inventa quando sente que o erro será imediatamente castigado. Nenhum talento cresce totalmente quando vive permanentemente condicionado pela obrigação de não falhar. Curiosamente, o futebol atual fala muito de tomada de decisão. Mas a tomada de decisão nasce da autonomia. E autonomia constrói-se permitindo que o jogador pense.
Nem tudo pode ser programado. Há decisões que aparecem apenas na sensibilidade competitiva, na leitura emocional do jogo, no instinto, na relação com o espaço e com o momento. O futebol não é um laboratório completamente previsível. E talvez um dos maiores desafios do treinador moderno seja precisamente este: conseguir organizar sem aprisionar.
Treinar sem retirar identidade. Corrigir sem bloquear confiança. Dar estrutura sem destruir espontaneidade. Porque existe uma linha muito fina entre melhorar um jogador e limitar aquilo que o torna diferente.
Na formação atual existe muitas vezes uma preocupação enorme em acelerar processos. Quer-se que o jovem compreenda rapidamente conceitos táticos complexos, padrões posicionais, dinâmicas coletivas e comportamentos específicos. Tudo isso é importante. Mas existe uma diferença enorme entre ensinar futebol… e retirar liberdade ao pensamento.
Quando um jogador cresce habituado a receber constantemente respostas exteriores, começa lentamente a perder a capacidade de encontrar respostas dentro do jogo. E o futebol de elite continua a premiar exatamente os jogadores capazes de resolver problemas inesperados.
Os grandes jogadores não são apenas os que executam bem. São os que interpretam melhor. São os que conseguem transformar um segundo aparentemente normal numa decisão extraordinária. E isso dificilmente nasce apenas da repetição mecânica.
Talvez por isso muitos dos jogadores mais marcantes da história tinham algo impossível de colocar numa estatística: imaginação. Jogavam com responsabilidade, mas também com liberdade emocional. Tinham capacidade para decidir fora do padrão e coragem para assumir riscos em momentos decisivos.
Hoje existe por vezes uma tendência perigosa para transformar todos os jogadores em versões demasiado semelhantes. O futebol começa lentamente a perder diversidade criativa quando todos interpretam o jogo exatamente da mesma maneira. E quando todos pensam igual, o jogo torna-se mais previsível.
Hoje fala-se muito de intensidade. Mas a intensidade não pode matar a inteligência. Fala-se muito de modelo. Mas o modelo não pode eliminar a criatividade. Fala-se muito de ocupação de espaço. Mas o espaço continua a precisar de interpretação humana. O jogo continua a pertencer aos jogadores capazes de ver aquilo que os outros ainda não viram.
Os melhores treinadores do futuro talvez não sejam apenas os que sabem mais futebol. Talvez sejam os que conseguem criar contextos onde o jogador volta a sentir liberdade para pensar. Porque pensar continua a ser uma das maiores vantagens competitivas do futebol.
Um jogador demasiado dependente de instruções torna-se previsível. E jogadores previsíveis tornam equipas previsíveis. O futebol de alto nível exige organização coletiva, naturalmente. Mas dentro dessa organização tem de existir espaço para o talento respirar.
Os grandes momentos do futebol raramente nascem do totalmente previsível. Nascem da interpretação. Da coragem. Da criatividade. Da decisão inesperada. Nascem de jogadores que conseguem sentir o momento antes dos outros.
Talvez por isso o futebol nunca possa ser explicado apenas por dados, relatórios ou posicionamentos médios. Porque existe algo no jogo que continua impossível de automatizar completamente: a liberdade de pensar. E talvez o verdadeiro desafio do futebol moderno não seja criar jogadores que saibam tudo. Mas criar jogadores que, no meio de tanta informação, ainda consigam sentir o jogo.
Porque, no final, o futebol continuará sempre a pertencer aos que conseguem interpretar o caos sem perder a identidade. E talvez os jogadores verdadeiramente diferentes continuem a nascer exatamente aí: no espaço entre a organização… e a liberdade."

O desporto como eixo estratégico da saúde mental


"A saúde mental dos estudantes é hoje uma prioridade partilhada por toda a comunidade académica, exigindo de todos nós uma visão integrada sobre o que constitui um campus verdadeiramente saudável. Como Presidente da Federação Académica do Desporto Universitário, vejo com otimismo o papel central que a atividade física pode desempenhar neste desígnio. O diagnóstico que apresentámos recentemente sobre o desporto universitário em Portugal constitui um roteiro para o investimento no futuro e no bem-estar da nossa juventude.
Um dos pontos mais luminosos deste diagnóstico é o consenso absoluto sobre o valor do desporto: existe uma valorização de 4.83, numa escala de 1 a 5, quanto ao seu papel como ferramenta de apoio ao bem-estar e à saúde mental. Cerca de 87% dos responsáveis do setor sublinham este contributo vital para a experiência académica. Estamos perante uma oportunidade única, pois nunca houve um reconhecimento tão elevado de que o desporto é o aliado certo para combater o stresse e promover a integração social. É este entusiasmo e reconhecimento que devemos agora converter em capacidade instalada.
Neste caminho de progresso, saúdo com particular esperança a criação do novo Programa Nacional para o Bem-Estar, Qualidade, Equidade e Inovação no Ensino Superior, o SOMA+ Academia. Este programa surge no momento ideal para ajudar a superar o paradoxo que ainda enfrentamos. Embora o desporto seja visto como essencial, a prioridade estratégica traduzida em orçamento situa-se ainda nos 58%. O SOMA+ Academia pode ser a ponte que faltava para alinhar a elevada valorização do desporto com os recursos necessários para a sua plena execução.
Ao falarmos de Campos Saudáveis, falamos de espaços que convidam à prática e ao encontro. Atualmente, 61% das nossas instituições ainda não dispõem de instalações próprias e 89% dependem de parcerias externas. Olhamos para estes números não como um limite, mas como um horizonte de crescimento. Há uma vontade clara de avançar. 88% das entidades apontam a criação de linhas de financiamento específicas para infraestruturas como o caminho a seguir. Esta é uma meta construtiva que permitirá aliviar constrangimentos de horários e modernizar espaços, garantindo que o desporto seja uma opção acessível a todos os estudantes.
O futuro passa por elevar a prioridade política do desporto, integrando-o de forma estruturante nos modelos de financiamento e nos programas de saúde mental. A FADU Portugal reafirma o seu compromisso em colaborar com o Estado e as instituições de Ensino Superior para transformar cada campus num exemplo de vitalidade. Investir no desporto universitário é investir numa geração mais saudável, mais resiliente e mais preparada para os desafios do futuro. Juntos, podemos fazer do desporto a base de um ensino superior de excelência."

Costa do Marfim: Yaya Touré, um talento fora do guião


"Dos golos que mudaram a história do Manchester City às acusações que atingiram Guardiola, a carreira de Yaya Touré nunca coube apenas no relvado. Perdeu um irmão durante o Mundial de 2014 e continuou na competição. Hoje, aos 43 anos (completa-os esta quarta-feira), a sua trajetória continua a parecer maior do que a soma dos clubes, dos títulos e das polémicas.

Em 2003, Yaya Touré jogou um amigável pelo Arsenal contra o Barnet. Não tinha contrato, não tinha estatuto, não tinha sequer a posição definida e Arsène Wenger testou-o como segundo avançado. Não fez nenhum brilharete, antes pelo contrário, mas o Arsenal tinha um acordo para contratá-lo. O problema é que Yaya não possuía passaporte europeu nem o número mínimo de jogos pela seleção da Costa do Marfim para obter uma permissão de trabalho automática no Reino Unido. Wenger queria que ele voltasse para a Bélgica e esperasse até obter um passaporte belga, mas Yaya não quis esperar. Preferiu aceitar uma proposta do Metalurh Donetsk, da Ucrânia, onde não precisava de documentos europeus para jogar.
Este é apenas um episódio caricato de uma carreira feita deste tipo de factos: decisões que não dependem só do talento, caminhos que se abrem ou fecham por detalhes administrativos, escolhas que parecem improváveis quando vistas de trás para a frente.
Faz hoje 43 anos que Gnégnéri Yaya Touré nasceu em Bouaké, na Costa do Marfim, no seio de uma família em que o futebol sentava-se à mesa todos os dias. Kolo, o irmão mais velho, viria a ser campeão em Inglaterra; Ibrahim, o mais novo, avançado, morreria de cancro em 2014, em pleno Mundial do Brasil, quando Yaya e Kolo ainda estavam em competição pela seleção marfinense. Essa notícia, recebida no meio de um torneio que devia ser o auge de uma geração africana, é um daqueles momentos que ajudam a perceber o tom sombrio que sempre acompanhou a grandeza deste jogador.
Antes de ser o “motor do Barça” ou o homem que quebrou o jejum de títulos do Manchester City, Yaya é um produto da ASEC Mimosas, fábrica de talentos de Abidjan. De lá salta para o Beveren, na Bélgica, depois para o Metalurh Donetsk, na Ucrânia, e para o Olympiacos, na Grécia, onde começa a ganhar dimensão europeia. Segue-se o Monaco e, em 2007, o salto para o Barcelona, por 10 milhões de euros. É em Camp Nou que o mundo percebe que aquele médio podia ser (quase) tudo dentro de campo. O Barça de Guardiola foi o laboratório perfeito para testar a elasticidade do marfinense. Ele aceitou ser central em Roma para que Busquets jogasse no meio-campo, ganhou tudo em 2008/09, mas saiu com a sensação de que o seu nome nunca ficaria gravado na parede da história como os outros. Ele próprio contou que, quando o presidente os levou à sala dos troféus, percebeu que talvez precisasse de um clube “com menos história” para escrever a sua. A frase é quase um manifesto: Yaya não queria ser mais um peão num sistema perfeito: queria ser o rosto de uma transformação.
Foi isso que aconteceu em Manchester. Em 2010, o City pagou cerca de 30 milhões de euros ao Barça e deu-lhe o centro do projeto. Em Wembley, nas meias-finais da Taça de Inglaterra de 2011, marcou ao United; na final, decidiu contra o Stoke. Dois golos que valeram o primeiro troféu do clube em 35 anos e que inaugurou a era em que o City se torna uma potência. Em 2013/14 faz uma das épocas mais absurdas de um médio na Premier League, ao marcar mais de 20 golos em todas as competições; bateu livres, penáltis e aparecia na área como se fosse um avançado disfarçado.
A Premier League acabaria por colocá-lo na lista de finalistas para o Hall of Fame, um reconhecimento tardio de um impacto que foi muito para lá dos números. Yaya foi também eleito Futebolista Africano do Ano pela BBC, em 2013, um dos vários prémios individuais que colecionou enquanto a Costa do Marfim se habituara a vê-lo como líder natural de uma geração de ouro.

O dedo apontado a Pep Guardiola
Mas a história de Yaya Touré nunca é só sobre futebol. É também sobre ressentimento, feridas abertas e uma relação complicada com o poder. A figura de Pep Guardiola é o epicentro disso tudo. O marfinense parece ter passado anos a ruminar a forma como foi empurrado para fora do Barça e, mais tarde, como foi sendo apagado do City quando o treinador catalão chegou a Manchester. Em 2018, numa entrevista à “France Football”, acusou Guardiola de ter “problemas com jogadores africanos”, falou em racismo e disse que queria “acabar com o mito” do treinador. Noutras declarações, descreveu o momento em que deixou de ver “um homem” e passou a ver “uma cobra”, alguém que o teria tratado “como um cão” antes de tentar recuperá-lo.
Guardiola nunca respondeu frontalmente às acusações, e Yaya, anos depois, admitiria que queria paz e que tinha tentado uma reconciliação sem resposta. Mas o dano já estava feito: a imagem pública do marfinense passou a ser também a do homem que ousou tocar no intocável, que trouxe para o centro do debate a forma como os jogadores africanos se sentem muitas vezes, como quem tem de provar mais do que os outros. Ao mesmo tempo, em entrevistas, Yaya dizia que não queria que o filho jogasse futebol por causa do racismo que ainda via no jogo. A carreira dele, que parecia ser o triunfo absoluto do talento africano no coração da Europa, acabava por ser também um lembrete de que a integração nunca é total.
Há um lado quase caótico na forma como Yaya foi gerindo o fim da carreira. Depois do City, regressou ao Olympiacos, mas rescindiu ao fim de três meses e cinco jogos; passou pela segunda divisão chinesa, no Qingdao Huanghai, dois anos depois de ter dito que jogava “por amor e não por dinheiro”; foi dado quase como certo no Vasco e no Botafogo, algo que nunca se concretizou, sempre com a sensação de que ele próprio já não sabia bem o que queria ser.
Ao mesmo tempo, a vida pessoal continuava a atravessar o futebol. A morte do irmão Ibrahim, em 2014, marcou-o profundamente. A decisão de se retirar da seleção da Costa do Marfim, em 2016, depois de mais de uma década e mais de 100 internacionalizações, foi apresentada como o fim de um ciclo, mas também como uma forma de proteger-se de um desgaste emocional que já vinha de trás. A seleção que ele liderou até ao título da CAN 2015 ficava sem o seu capitão.

Do relvado para o banco de bloco na mão
Quando finalmente aceitou que a carreira de jogador tinha acabado, Yaya fez algo que muitos não esperavam: entrou no mundo dos treinadores pela porta lateral. Começou como adjunto no Olimpik Donetsk, na Ucrânia, passou pelo Akhmat Grozny, na Rússia, trabalhou com os sub-16 do Tottenham e, em 2023, juntou-se ao Standard Liège como treinador-adjunto de Carl Hoefkens . Poucos meses depois, surgiu o convite que voltou a ligá-lo ao passado: Roberto Mancini, o treinador com quem ganhou o primeiro título grande no City, chama-o para ser adjunto na seleção da Arábia Saudita.
Pelo meio, há muitos outros episódios que ajudam a compor o seu retrato. A confissão de que pensava que ia para o Manchester United e não para o City quando deixou o Barça; as histórias de balneário, como a de Messi a planear fazer “cuecas” a adversários, que Yaya contou com um misto de fascínio e normalidade; o brasileiro Jô disse que ele era presença habitual nas saídas noturnas do City; em 2022, foi ilustrado pela Marvel como “The Citadel” (A Cidadela), em referência à sua força defensiva e domínio no meio-campo.
No fim, o que fica de Yaya Touré não é só a lista de clubes, golos ou títulos. É a sensação de que ele foi, ao mesmo tempo, protagonista e crítico do sistema que o consagrou. Um líder nato que nunca se contentou em ser apenas peça de um puzzle perfeito. Um africano que chegou ao topo da Europa e, de lá, apontou o dedo às fissuras que via. Um médio que carregava a bola como quem carrega uma história inteira às costas."

Lixívia (25/26) 33


Tabela Anti-Lixívia
Benfica......... 77 (-16) = 93
Sporting...... 79 (+10) = 69
Corruptos...85 (+21) = 64
Braga............58 (-1) = 59

Como ficou bastante claro em Famalicão, depois do Benfica ultrapassar o Sporting na luta pela qualificação para a Champions, os poderes mafiosos acordaram, e seria mesmo um Milagre o Benfica ter 3 arbitragens competentes nas últimas jorndas!

Repito o que disse na crónica:
- Fora-de-jogo mal assinalado no golo anulado ao Ivanovic: a Linha Virtual está mal colocada no pé do jogador do Braga, mas também está mal colocada no cotovelo do Ivanovic!
- Penalty do Lelo no cruzamento do Schjelderup, a bola bate no braço antes de bater na cabeça. As repetições podem não ser claras, mas basta observar a rotação da bola, para perceber que a bola foi tocada...
- O Pinheiro é corrupto, ladrão, arrogante e pedante, e também é filho-da-puta, a rábula dos 2 Cantos consecutivos sonegados ao Benfica é um bom exemplo, ficou 'ofendido' pelos protestos anteriores, e depois simplesmente resolveu castigar o Benfica, com dois Cantos roubados!!!
- Ainda na 1.ª parte, uma antecipação do Tomás Araújo, que deixava 2 defesas do Braga, para 4 jogadores do Benfica, foi travada com uma faltinha a meio-campo, que só foi assinalada, quando ele viu que o Benfica apanhou o adversário em contra pé...!!!
- No lance com o Martinez, não acho que seja penalty, pois é um considerado um ressalto inesperado, neste caso um mau domínio de bola, mas contra o Benfica seria marcado...
- Golo mal anulado ao Pavldis. Não existe uma imagem que prove inequivocamente que a bola saiu totalmente do campo. Parando a imagem da câmara que está na linha de fundo, não se percebe se a 'barriga' da bola está ou não em cima da linha... Sendo assim, o golo não podia ter sido revertido!
- Penalty claríssimo sobre o Pavlidis. Ele inicialmente não assinala a suposta falta do Prestianni, só quando o Pavlidis é derrubado, apita, e volta atrás... O Prestianni não faz qualquer falta, faz um carrinho, toca na bola com o pé esquerdo (de apoio) e é pisado pelo adversário... o carrinho do Prestianni é feito sobre a bola, não aponta às pernas do adversário, é o defesa do Braga que dá um passo lateral, chega atrasado e pisa o argentino. 
Uma nota especial sobre este lance: este trio de árbitro, VAR e AVAR foram exactamente os mesmos do recente Benfica-Corruptos na Luz, o jogo que terminou com um penalty não assinalado sobre o Pavlidis, num lance 'parecido', mas desta vez a culpa foi do jogador que entrou de carrinho! E nesse lance o Grego ganhou a 'frente da bola' em relação ao Diogo Costa... algo que não aconteceu aqui.
- Penalty não assinalado contra o Benfica. Sim o Dedic puxa a camisola, curiosamente aqueles que têm sempre dúvidas na intensidade, aqui ficaram 'convencidos'!!! É falta, a favor do Benfica nunca seria marcado! E aqui, só não foi marcado, porque o Empate servia ao Sistema, se o Benfica tivesse a ganhar, o penalty seria imediatamente marcado!!!
- Rábula dos Descontos: na 2.ª parte, houve 5 paragem para Substituições; 3 jogadores do Braga no relvado a pedirem assistência, houve duas paragens para análise do VAR, sendo que só no golo anulado ao Pavlidis, o jogo esteve parado muito tempo... Os 6 minutos de compensação foram um absurdo. mas depois já nos descontos, tivemos o penalty e golo do Benfica, com o jogo a ficar parado cerca de 4 minutos! Aos 6m devia ter sido pelo menos somado mais 4m, mas não foram somente jogados mais 2m! Tudo isto comparado com os 16m da semana passada em Famalicão!
- Penalty bem assinalado a favor do Benfica, pisão sobre o Schjelderup, o jogador do Braga tocou na bola, mas depois pisa... A falta existe, mas só foi marcado, porque o empate ou a derrota para o Sporting faz pouca diferença!

Este é o contexto, dum jogo decisivo para a qualificação para a Champions, uma jornada depois da roubalheira épica de Famalicão! Já o escrevi várias vezes esta época, se não houver alterações na FPF e na Liga, o Benfica não irá ganhar nada nos próximos 10 anos, podemos mudar de jogadores, treinadores e Direção! Nada se vai alterar...

E muitos Benfiquistas, uma minoria eleitoral, mas barulhenta nos Estádios, e nas redes sociais, ainda não percebeu que a responsabilidade de alterar este cenário não é exclusiva da Direção. São incapazes de ultrapassar os seus ódios pessoais... O Benfica só irá ultrapassar esta fase, com União total! Hoje, um árbitro 'Ladrão' contra o Benfica, está à vontade, porque parte significativa dos Benfiquistas, 'viram-se' contra a Direção, contra o treinador e contra os jogadores, e 'desculpam' o árbitro! Devemos ser o único Clube do Mundo onde isso acontece!!! Desde do tempo do Vieira (após a 1.ª Eleição do Proença para a Liga), queixo-me da falta de estratégia nos bastidores das Federações por parte das Direções do Benfica, após a morte do corrupto-mor, houve uma oportunidade única para limpar os 'quadros' e o Benfica manteve-se à parte, e permitiu aos Lagartos, basicamente igualarem os níveis de Roubalheira dos Corruptos Andrades!

O futebol do Benfica não vai melhorar com constantes alterações de treinadores e revoluções de plantel, nem com ambientes Eleitorais anuais! Com a mudança dos Estatutos, quando a época terminar, vamos entrar na 'época' das Assembleias Gerais, desta vez, com a possibilidade de cair a Direção e de mandar o Clube para Eleições em plena pré-época! A bolha de desinformação do Benfica, está a dividir, com terceiros a lucrar, e os supostos Benfiquistas iluminados, não percebem que estão a ser usados...


Já agora, em Vila do Conde, com a Lagartada a perder, o Taremi Colombiano, atirou-se para a piscina 3 vezes!!! Na 1.ª o árbitro não marcar nada, no 2.º deu-lhe Amarelo por simulação, mas ao 3.º caiu na armadilha e marcou um penalty absurdo!!! Nem a meio-campo este tipo de contactos são assinalados a favor do Benfica!!!! E depois o jogador que levou Amarelo neste lance, acabou por levar o 2.º Amarelo aos 52 minutos!!!
Pelo meio, um defesa e o guarda-redes do Rio Ave, combinaram, um dos auto-golos mais absurdos dos últimos tempos!!!


Na Vila das Aves, com tudo decidido, até já anulam golos aos Corruptos, e expulsam jogadores dos Corruptos com dois Amarelos.... nos descontos, e com o jogo fechado!!!

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Rio Ave(c), E(1-1), Guelho(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
2.ª-Estrela(f), V(0-1), H. Carvalho(L. Ferreira, J. Fernandes), Prejudicados, Sem influência
3.ª-Tondela(c), V(3-0), Anzhony(Rui Costa, C. Campos), Prejudicados, Sem influência
4.ª-Alverca(f), V(1-2), Bessa(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (0-2), Sem influência
5.ª-Santa Clara(c), E(1-1), Pinheiro(R. Moreira, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
6.ª-AFS(f), V(0-3), B. Costa(M. Oliveira, T. Leandro), Prejudicados, (0-4), Sem influência
7.ª-Gil Vicente(c), V(2-1), J. Gonçalves(Malheiro Pinto, D. Pereira), Prejudicados, (2-0), Sem influência
8.ª-Corruptos(f), E(0-0), Nogueira(Esteves, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
9.ª-Arouca(c), V(5-0), H. Carvalho(L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
10.ª-Guimarães(f), V(0-3), Pinheiro(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
11.ª-Casa Pia(c), E(2-2), Correia(Bento, Cidade), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
12.ª-Nacional(f), V(1-2), Vasilica(Esteves, T. Leandro), Prejudicados, (1-3), Sem influência
13.ª-Sporting(c), E(1-1), Nobre(Rui Costa, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-Moreirense(f), V(0-4), H. Carvalho(Rui Oliveira, Eiras), Prejudicados, (0-5), Sem influência
15.ª-Famalicão(c), V(1-0), Narciso(V. Santos, H. Santos), Prejudicados, (2-0), Sem influência
16.ª-Braga(f), E(1-1), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, (2-3), (-2 pontos)
17.ª-Estoril(c), V(3-1), Anzhony(Barradas, Rui Cidade), Nada a assinalar
18.ª-Rio Ave(f), V(0-2), C. Pereira(P. Ferreira, J. Fernandes), Prejudicados, (0-3), Sem influência
19.ª-Estrela(c), V(4-0), D. R. Silva(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Prejudicados, Sem influência
20.ª-Tondela(f), E(0-0), Godinho(Mota, P. Miranda), Prejudicados, (0-4), (-2 pontos)
21.ª-Alverca(c), V(2-1), B. Costa(Casegas, M. Vieira), Prejudicados, (5-1), Sem influência
22.ª-Santa Clara(f), V(1-2), Nobre(M. Oliveira, Eiras), Prejudicados, (1-5), Sem influência
23.ª-AFS(c), V(3-0), Fonseca(Barradas, Rui Cidade), Prejudicados, (5-0), Sem influência
24.º-Gil Vicente(f), V(1-2), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, Sem influência
25.ª-Corruptos(c), E(2-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Prejudicados, (4-2), (-2 pontos)
26.ª-Arouca(f), V(1-2), Bessa(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (1-3), Sem influência
27.ª-Guimarães(c), V(3-0), Godinho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
28.ª-Casa Pia(f), E(1-1), H. Carvalho(Cláudia R., D. Pereira), Prejudicados, (-2 pontos)
29.ª-Nacional(c), V(2-0), Veríssimo(Barradas, P. Felisberto), Prejudicados, (3-0), Sem influência
30.ª-Sporting(f), V(1-2), Pinheiro(Rui Silva, Bessa Silva), Prejudicados, (1-4), Sem influência
31-ª-Moreirense(c), V(4-1), Vasilica(M. Oliveira, Moisés), Prejudicados, (5-1), Sem influência
32.ª-Famalicão(f), E(2-2), Correia(Rui Oliveira, F. Monteiro), Prejudicados, (1-3), (-2 pontos)
33.ª-Braga(c), E(2-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Prejudicados, Beneficiados, (5-3), (-2 pontos)

Sporting
1.ª-Casa Pia(f), V(0-2), Correia(L. Ferreira, F. Pereira), Nada a assinalar
2.ª-Arouca(c), V(6-0), Malheiro(Mota, J. Pereira), Beneficiados, (6-1), Impossível contabilizar
3.ª-Nacional(f), V(1-4), B. Costa(Bento, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Corruptos(c), D(1-2), J. Gonçalves(Rui Costa, P. Brás), Prejudicados, (3-2), (-3 pontos)
5.ª-Famalicão(f), V(1-2), Nobre(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)
6.ª-Moreirense(c), V(3-0), H. Carvalho(Bento, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
7.ª-Estoril(f), V(0-1), Godinho(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
8.ª-Braga(c), E(1-1), C. Pereira(Cláudia R., Bessa Silva), Beneficiados, (1-3), (+1 ponto)
9.ª-Tondela(f), V(0-3), Bessa(T. Martins, Rui Cidade), Nada a assinalar
10.ª-Alverca(c), V(2-0), Nobre(Rui Oliveira, T. Costa), Beneficiados, (0-0), Impossível contabilizar
11.ª-Santa Clara(f), V(1-2), J. Gonçalves(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
12.ª-Estrela(c), V(4-0), Anzhony(M. Oliveira, Eiras), Prejudicados, (5-0), Sem influência
13.ª-Benfica(f), E(1-1), Nobre(Rui Costa, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-AFS(c), V(6-0), Vasilica(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, Impossível contabilizar
15.ª-Guimarães(f), V(1-4), Nogueira(Martins, P. Felisberto), Nada a assinalar
16.ª-Rio Ave(c), V(4-0), Macedo(Esteves, Sílvia D.), Beneficiados, (2-4), Impossível contabilizar
17.ª-Gil Vicente(f), E(1-1), Correia(V. Santos, P. Miranda), Nada a assinalar
18.ª-Casa Pia(c), V(3-0), D. R. Silva(Malheiro Pinto, Vaz Freire), Nada a assinalar
19.ª-Arouca(f), V(1-2), H. Carvalho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
20.ª-Nacional(c), V(2-1), Baixinho(R. Moreira, Babo), Beneficiados, (1-3), (+3 pontos)
21.ª-Corruptos(f), E(1-1), Godinho(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
22.ª-Famalicão(c), V(1-0), D. R. Silva(V. Santos, F. Silva), Nada a assinalar
23.ª-Moreirense(f), V(0-3), B. Costa(Rui Costa, T. Costa), Nada a assinalar
24.ª-Estoril(c), V(3-0), Guelho(Malheiro Pinto, N. Pires), Nada a assinalar
25.ª-Braga(f), E(2-2), Nogueira(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
26.ª-Tondela(c), E(2-2)Veríssimo(EstevesCatarina C.), Nada a assinalar
27.ª-Alverca(f), V(1-4), Pinheiro(Malheiro Pinto, P. Sancho), Nada a assinalar
28.ª-Santa Clara(c), V(4-2), Narciso(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (2-4), (+3 pontos)
29.ª-Estrela(f), V(0-1), D. R. Silva(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, Prejudicados, (1-2), Impossível contabilizar
30.ª-Benfica(c), D(1-2), Pinheiro(Rui Silva, Bessa Silva), Beneficiados, (1-4), Sem influência
31.ª-AVS(f), E(1-1), Ramalho(Casegas, M. Vieira), Prejudicados, (1-2), (-2 pontos)
32.ª-Guimarães(c), V(5-1), Nobre(M. Oliveira, I. Pereira), Nada a assinalar
33.ª-Rio Ave(f), V(1-4), J. Gonçalves(V. Santos, H. Santos), Beneficiados, Impossível contabilizar

Corruptos
1.ª-Guimarães(c), V(3-0), Nobre(Mota, P. Brás), Beneficiados, (2-0), Sem influência
2.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Baixinho(Esteves, P. Martins), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
3.ª-Casa Pia(c), V(4-0), Guelho(P. Ferreira, H. Ribeiro), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Sporting(f), V(1-2), J. Gonçalves(Rui Costa, P. Brás), Beneficiados, (3-2), (+3 pontos)
5.ª-Nacional(c), V(1-0), Godinho(Esteves, Vaz Freire), Prejudicados, (2-0), Sem influência
6.ª-Rio Ave(f), V(0-3), Anzhony(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
7.ª-Arouca(f), V(0-4), Veríssimo(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
8.º-Benfica(c), E(0-0), Nogueira(Esteves, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
9.ª-Moreirense(f), V(1-2), J. Gonçalves(Rui Oliveira, Eiras), Nada a assinalar
10.ª-Braga(c), V(2-1), Veríssimo(Martins, Cláudia R.), Nada a assinalar
11.ª-Famalicão(f), V(0-1), Bessa(V. Santos, P. Ferreira), Nada a assinalar
12.ª-Estoril(c), V(1-0), Narciso(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Nada a assinalar
13.ª-Tondela(f), V(0-2), Godinho(L Ferreira, V. Maia), Nada a assinalar
14.ª-Estrela(c), V(3-1), Fonseca(Bento, M. Azevedo), Nada a assinalar
15.ª-Alverca(f), V(0-3), Pinheiro(P. Ferreira, I. Ferreira), Nada a assinalar
16.ª-AVS(c), V(2-0), B. Costa(Malheiro Pinto, N. Pires), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
17.ª-Santa Clara(f), V(0-1), C. Pereira(Rui Costa, M. Martins), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
18.ª-Guimarães(f), V(0-1), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), Nobre(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
20.ª-Casa Pia(f), D(2-1), Ramalho(M. Oliveira, J. Fernandes), Beneficiados, Sem influência
21.ª-Sporting(c), E(1-1), Godinho(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
22.ª-Nacional(f), V(0-1), Bessa(Bento, P. Sousa), Nada a assinalar
23.ª-Rio Ave(c), V(1-0), D. R. Silva(Rui Oliveira, P. Ribeiro), Nada a assinalar
24.ª-Arouca(c), V(3-1), Vasilica(Rui Costa, J. Fernandes), Beneficiados, (0-1), (+3 pontos)
25.ª-Benfica(f), E(2-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (4-2), (+1 ponto)
26.ª-Moreirense(c), V(3-0), Macedo(Cláudia R., P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
27.ª-Braga(f), V(1-2), Nobre(Martins, P. Mota), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
28.ª-Famalicão(c), E(2-2), Guelho(Mota, P. Miranda), Beneficiados, (1-4), (+1 pontos)
29.ª-Estoril(f), V(1-3), Godinho(Rui Oliveira, F. Monteiro), Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
30.ª-Tondela(c), V(2-0), C. Pereira(M. Oliveira, T. Leandro), Nada a assinalar
31.ª-Estrela(f), V(1-2), H. Carvalho(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2pontos)
32.ª-Alverca(c), V(1-0), D.R. Silva(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, Impossível contabilizar
33.ª-AVS(f), D(3-1), Macedo(Piscarreta, P. Sancho), Nada a assinalar

Braga
1.ª-Tondela(c), V(3-0), C. Pereira(Esteves, Mira), Beneficiados, (2-0), Sem influência
2.ª-Alverca(f), V(0-3), Nogueira(R. Moreira, Rui Teixeira), Nada a assinalar
3.ª-AFS(c), E(2-2), J. Gonçalves(L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
4.ª-Rio Ave(f), E(2-2), Veríssimo(Rui Silva, T. Leandro), Nada a assinalar
5.ª-Gil Vicente(c), D(0-1), Bessa(Bento, F. Silva), Nada a assinalar
6.ª-Guimarães(f), E(1-1), Nobre(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
7.ª-Nacional(c), D(0-1), Fonseca(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
8.ª-Sporting(f), E(1-1), C. Pereira(Cláudia R., Bessa Silva), Prejudicados, (1-3), (-2 pontos)
9.ª-Casa Pia(c), V(4-0), Macedo(Malheiro Pinto, Babo), Beneficiados, (3-0), Sem influência
10.ª-Corruptos(f), D(2-1), Veríssimo(Martins, Cláudia R.), Nada a assinalar
11.ª-Moreirense(c), V(2-1), Pinheiro(Esteves, M. Azevedo), Nada a assinalar
12.ª-Arouca(f), V(0-4), Nogueira(Martins, V. Marques), Beneficiados, Impossível contabilizar
13.ª-Famalicão(f), V(1-2), C. Pereira(Rui Oliveira, T. Leandro), Nada a assinalar
14.ª-Santa Clara(c), V(1-0), B. Costa(P. Ferreira, Á. Mesquita), Nada a assinalar
15.ª-Estoril(f), D(1-0), D. R. Silva(Rui Costa, Vaz Freire), Nada a assinalar
16.ª-Benfica(c), E(2-2), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, (2-3), (+1 ponto)
17.ª-Estrela(f), E(3-3), H. Carvalho(R. Moreira, P. Sancho), Nada a assinalar
18.ª-Tondela(f), V(0-1), Correia(V. Santos, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Alverca(c), V(5-0), Anzhony(M. Oliveira, N. Eiras), Beneficiados, (4-0), Sem influência
20.ª-AFS(f), V(0-4), Macedo(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Nada a assinalar
21.ª-Rio Ave(c), V(3-0), Nogueira(Bento, P. Sousa), Nada a assinalar
22.ª-Gil Vicente(f), D(2-1), C. Pereira(Rui Costa, J. Pereira), Nada a assinalar
23.ª-Guimarães(c), V(3-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Nada a assinalar
24.ª-Nacional(f), V(1-2), Rosa(Rui Silva, Mesquita), Prejudicados, (1-3), Sem influência
25.ª-Sporting(c), E(2-2), Nogueira(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
26.ª-Casa Pia(f), V(0-1), Veríssimo(Piscarreta, P. Sancho), Nada a assinalar
27.ª-Corruptos(c), D(1-2), Nobre(Martins, P. Mota), Prejudicados, (1-0), (-3 pontos)
28.º-Moreirense(f), V(0-1), B. Costa(Esteves, H. Coimbra), Nada a assinalar
29.ª-Arouca(c), V(1-0), C. Pereira(Casegas, M. Vieira), Nada a assinalar
30.ª-Famalicão(c), E(2-2), D. R. Silva(Martins, Cátia T.), Nada a assinalar
31.ª-Santa Clara(f), D(2-1), Godinho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
32.ª-Estoril(c), E(1-1), Anzonhy(Rui Silva, Á. Mesquita), Nada a assinalar
33.ª-Benfica(f), E(2-2), Pinheiro(L Ferreira, V. Maia), Beneficiados, Prejudicados, (5-3), (+2 pontos)


Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
13/4

Sporting
9/4

Corruptos
10/2

Braga
15/5

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
6/4
Minutos:
109 - 85 = 24 (superioridade)

Sporting
10/1
Minutos:
195 - 27 = 168 (superioridade)

Corruptos
2/4
Minutos:
26 - 70 = 44 (inferioridade)

Braga
1/3
Minutos:
81 - 48 = 33 (superioridade)

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
52(29) / 356 - 514 / 94(48)

Sporting
73(34) / 408 - 447 / 90(42)

Corruptos
77(35) / 447 - 423 / 89(43)

Braga
73(29) / 367 - 379 / 84(44)

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
J. Gonçalves - -2
Martins - -2
Guelho - -2
P. Ferreira - -2
Bento - -2
Godinho - -2
Mota - -2
H. Carvalho - -2
Cláudia R. - -2
Rui Oliveira - -2
Correia - -4
Pinheiro - -4
L. Ferreira - -4

Sporting
L. Ferreira - +5
Nobre - +3
P. Ferreira - +3
Godinho - +3
Rui Silva - +3
Baixinho - +3
Narciso - +3
R. Moreira - +2
C. Pereira - +1
Cláudia R. - +1
J. Gonçalves - -1
Ramalho - -2
Casegas - -2
Rui Costa - -3

Corruptos
Rui Costa - +8
J. Gonçalves - +5
Martins - +5
L. Ferreira - +4
Vasilica - +3
Nobre - +3
Baixinho - +2
Esteves - +2
B. Costa - +2
Malheiro Pinto - +2
C. Pereira - +2
Pinheiro - +2
H. Carvalho - +2
Guelho - +1
Mota - +1

Braga
Correia - +2
V. Santos - +2
J. Gonçalves - +1
Pinheiro - +1
L. Ferreira - +1
Martins - -2
C. Pereira - -2
Cláudia R. - -2
Nobre - -3

Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
Pinheiro - 5 (3/2)
H. Carvalho - 4 (1/3)
J. Gonçalves - 3 (1/2)
Anzhony - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (1(1)
Nobre - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Godinho - 2 (1/1)
Vasilica - 2 (1/1)
Correia - 2 (1/1)
Guelho - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Narciso - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (1/0)

Sporting
Nobre - 4 (2/2)
D. R. Silva - 3 (2/1)
J. Gonçalves - 3 (1/2)
Correia - 2 (0/2)
H. Carvalho - 2 (1/1)
Godinho - 2 (0/2)
B. Costa - 2 (0/2)
Nogueira - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (1/1)
Malheiro - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Macedo - 1 (1/0)
Baixinho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Ramalho - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (1/0)

Corruptos
Godinho - 4 (2/2)
J. Gonçalves - 3 (0/3)
Nobre - 3 (2/1)
Veríssimo - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (0/2)
Guelho - 2 (2/0)
C. Pereira - 2 (1/1)
D. R. Silva - 2 (2/0)
Macedo - 2 (1/1)
Baixinho - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (1/0)
Ramalho - 1 (0/1)
Vasilica - 1 (1/0)
H. Carvalho - 1 (0/1)

Braga
C. Pereira - 5 (2/3)
Nogueira - 4 (2/2)
Veríssimo - 3 (0/3)
Pinheiro - 3 (2/1)
J. Gonçalves - 2 (2/0)
Macedo - 2 (1/1)
Nobre - 2 (1/1)
B. Costa - 2 (1/1)
D. R. Silva - 2 (1/1)
Anzhony - 2 (2/0)
Bessa - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
H. Carvalho - 1 (0/1)
Correia - 1 (0/1)
Rosa - 1 (0/1)
Godinho - 1 (0/1)

Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
P. Ferreira - 4 (1/3)
Rui Costa - 4 (2/2)
L. Ferreira - 4 (3/1)
Barradas - 3 (3/0)
M. Oliveira - 3 (1/2)
Esteves - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Martins - 2 (0/2)
Mota - 2 (1/1)
Rui Oliveira - 2 (0/2)
R. Moreira - 1 (1/0)
Bento - 1 (1/0)
V. Santos - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)

Sporting
Rui Costa - 4 (2/2)
Martins - 3 (0/3)
Mota - 3 (1/2)
L. Ferreira - 3 (1/2)
V. Santos - 3 (1/2)
Bento - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
P. Ferreira - 2 (0/2)
Casegas - 2 (1/1)
Esteves - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (2/0)
Rui Silva - 1 (0/1)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)
R. Moreira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)

Corruptos
Rui Costa - 4 (1/3)
Martins - 4 (2/2)
Esteves - 3 (2/1)
Rui Oliveira - 3 (2/2)
L. Ferreira - 3 (0/3)
P. Ferreira - 3 (2/1)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Bento - 2 (1/1)
Mota - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (1/1)
Rui Silva - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (0/1)
Casegas - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Piscarreta - 1 (0/1)

Braga
Martins - 5 (3/2)
Rui Costa - 3 (0/3)
Esteves - 3 (2/1)
Mota - 3 (2/1)
Rui Silva - 3 (1/2)
L. Ferreira - 3 (2/1)
R. Moreira - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
Bento - 2 (2/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Esteves - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
P. Ferreira - 1 (1/0)
V. Santos - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Piscarreta - 1 (0/1)

Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
Eiras - 6
P. Felisberto - 6
Rui Cidade - 3
T. Leandro - 2
J. Fernandes - 2
P. Miranda - 2
D. Pereira - 2
V. Maia - 2
C. Campos - 1
I. Pereira - 1
P. Brás - 1
H. Santos - 1
M. Vieira - 1
Bessa Silva - 1
Moisés - 1
F. Monteiro - 1

Sporting
P. Felisberto - 4
P. Miranda - 3
Eiras - 3
P. Brás - 2
T. Costa -2
V. Maia - 2
Bessa Silva - 2
F. Pereira - 1
J. Pereira - 1
Á. Mesquita - 1
Rui Cidade - 1
M. Vieira - 1
Sílvia D. - 1
Vaz Freire - 1
Babo - 1
F. Silva - 1
N. Pires - 1
P. Sancho - 1
M. Vieira - 1
Catarina C. - 1
I. Pereira - 1
H. Santos - 1

Corruptos
P. Felisberto - 5
V. Maia -3
Eiras - 3
P. Brás - 2
J. Fernandes - 2
P. Martins - 1
H. Ribeiro - 1
Vaz Freire - 1
Á. Mesquita - 1
Cláudia R. - 1
P. Ferreira - 1
M. Azevedo - 1
I. Pereira - 1
N. Pires - 1
M. Martins - 1
M. Vieira - 1
P. Sousa - 1
P. Ribeiro - 1
P. Mota - 1
P. Miranda - 1
F. Monteiro - 1
T. Leandro - 1
P. Sancho - 1

Braga
P. Miranda - 3
Á. Mesquita - 3
V. Maia - 3
T. Leandro - 2
Eiras - 2
P. Felisberto - 2
P. Sancho - 2
Mira - 1
Rui Teixeira - 1
I. Pereira - 1
F. Silva - 1
Bessa Silva - 1
Babo - 1
Cláudia R. - 1
M. Azevedo - 1
V. Marques - 1
Vaz Freire - 1
P. Sousa - 1
J. Pereira - 1
P. Mota - 1
H. Coimbra - 1
M. Vieira - 1
Cátia T. - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
P. Ferreira - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 2 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Costa - 0 + 2 = 2
B. Costa - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1

Sporting
Martins - 0 + 3 = 3
Nobre - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Malheiro Pinto - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1

Corruptos
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
Piscarreta - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 3 + 0 = 3
Veríssimo - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Nogueira - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Piscarreta - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1

Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Pinheiro - 5 + 0 = 5
P. Ferreira - 0 + 4 = 4
Rui Costa - 0 + 4 = 4
L. Ferreira - 0 + 4 = 4
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Barradas - 0 + 3 = 3
M. Oliveira - 0 + 3 = 3
Anzhony - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Vasilica - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Guelho - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
D. R, Silva - 1 + 0 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Bento - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1

Sporting
Nobre - 4 + 0 = 4
Rui Costa - 0 + 4  = 4
D. R. Silva - 3 + 0 = 3
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Mota - 0 + 3 =3
Malheiro Pinto - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
V. Santos - 0 + 3 = 3
Correia - 2 + 0 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Casegas - 0 + 2 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Bessa - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1

Corruptos
Godinho - 4 + 0 = 4
Rui Costa - 0 + 4 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Nobre - 3 + 0 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Rui Oliveira - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
P. Ferreira - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Guelho - 2 + 0 = 2
C. Pereira - 2 + 0 = 2
D. R. Silva - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Piscarreta - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 5 + 0 = 5
Martins - 0 + 5 = 5
Nogueira - 4 + 0 = 4
Pinheiro - 3 + 0  = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Rui Silva - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
D. R. Silva - 2 + 0 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Anzhony - 2 + 0 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1

Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 1 (-1 jogo)
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-1 jogo)
Jornada 4 (~1 jogo)
Jornada 5 (+1 jogo)
Jornada 26 (-2 jogos)
Jornada 27 (-2 jogos)
Jornada 28 (-2 jogos)
Jornada 29 (-2 jogos)
Jornada 30 (+2 jogos)

Anexos(XI):
Épocas anteriores: