Últimas indefectivações

domingo, 30 de agosto de 2026

O Clube dos heterônimos !!!

Futpedia #24 - QUEM É O IMPOSTOR? FT. PESTANATORI

Liga: Académico 0 - 3 Corruptos

Liga: Arouca 2 - 1 Marítimo

Liga: Alverca 1 - 1 Santa Clara

Liga: Rio Ave 0 - 4 Sporting

Vinte e Um - Como eu vi - Aarhus

El precio de ser ídolo

sábado, 29 de agosto de 2026

Fever Pitch - Domingo Desportivo - Que Optimismo é Este?!

Vitória histórica...

Liga Europa


Finalmente, um Sorteio 'aceitável', com o Benfica a desviar-se das principais armadilhas, que havia nos Potes inferiores! Acabámos por 'fugir' aos Ingleses, aos Franceses, aos Espanhóis e ao Alemão!  Teria que calhar duas equipas do Pote 1, acabou por ser o AZ e o Milan fora: o único jogo onde o Benfica não é favorito!

Agora, ser favorito e ganhar, são coisas distintas! O Mercado ainda não fechou, as coisas podem melhorar ou piorar... depois vão existir sempre lesões... e talvez, o mais importante, o encaixe no calendário!

Será importante pontuar cedo, nas primeiras jornadas. O grande objetivo para já, será um dos primeiros 8 lugares, pontuando cedo, poderemos gerir o plantel de outra forma em Novembro e Dezembro. Terminando nos 8 primeiros, teremos menos 2 jogos em Fevereiro!

Garantir um plantel capaz de rodar, quase a 100% entre Tugão e Europa será fundamental...

O ano passado fomos surpreendidos na Luz, pelo Qarabag, nenhum adversário será fácil, o nível de motivação destas equipas menos conhecidas, ao defrontarem o Benfica, será enorme...

Análise...

BI: Sorteio...

5 Minutos: Live - Sorteio...

Daizer: Sorteio...

DAZN: Sorteio...

11: Sorteio...

Zero: Sorteio...

Falar Benfica - Conversas Gloriosas #64 - Vitória na Dinamarca, Sorteio Liga Europa e recepção Estoril-Praia

Os Gloriosos Benfiquistas - S06E12 - Aarhus

Fura-Redes: Circati...

A Verdade do Tadeia - 2027/04: A Europa para 2027

MasterVi: Mercado...

SportTV: Mercados - Bragança está de saída? 🤔

Zero: Mercado - Ligação de quase 20 anos com fim à vista

BF: Mercado...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Quantos pontos fazem FC Porto, Sporting, Torreense, Benfica e SC Braga?

Observador: E o Campeão é... - O sorteio da Champions complicou as contas do Sporting?

Observador: Três Toques - Acabou a sorte para os clubes portugueses na Champions?

Top 3

Play-off superado


"Ao ganhar de novo ao Aarhus (1-3), o Benfica qualificou-se para a fase de liga da Liga Europa e já conhece os próximos adversários na competição.

1. Sorteio realizado
Na fase de liga da Liga Europa, o Benfica defronta o AZ Alkmaar (Países Baixos, em casa), o AC Milan (Itália, fora de casa), o Celtic (Escócia, em casa), o Viktoria Plzen (Chéquia, fora de casa), o Lech Poznan (Polónia, em casa), o Omonia (Chipre, fora de casa), o OFI Creta (Grécia, em casa) e o NEC (Países Baixos, fora de casa).

2. Apuramento assinalado
O Presidente do Sport Lisboa e Benfica, Rui Costa, sublinha o objetivo cumprido e elogia o grupo de trabalho: "Em relação a esta entrada na fase de liga da Liga Europa, contente pelas prestações que tivemos até aqui, mas, evidentemente, cumprimos com a nossa obrigação."

3. Triunfo justo
Marco Silva enaltece o desempenho da equipa: "Merecemos vencer e acima de tudo realçar que mesmo com a vantagem no marcador vinda da 1.ª mão, a equipa foi muito séria, foi profissional, é a nossa obrigação sê-lo, mas há que o fazer dentro do campo."

4. Bom momento
Autor de dois golos, Prestianni releva o coletivo: "Trabalho todos os dias e tento dar sempre o meu máximo em todos os treinos, para depois colocar tudo em prática dentro de campo. Graças a Deus está a funcionar e o melhor é que a equipa está a ganhar. Isso é o mais importante para mim."

5. Ângulo diferente
Veja, de outro ângulo, os 3 golos marcados pelo Benfica ao Aarhus.

6. Calendário
O Marítimo-Benfica, relativo à 5.ª jornada da Liga Betclic, é no dia 5 de setembro, às 18h00.

7. Agenda do fim de semana
No futebol de formação, sábado jogam, no Benfica Campus, os Juniores com a União de Leiria (16h30) e os Iniciados com o Portimonense (15h00). Domingo, a equipa B visita o Amarante (11h00) e os Juvenis deslocam-se ao reduto do Amora (17h00). Em andebol, no sábado, a equipa masculina recebe a Águas Santas (15h00) e a feminina é anfitriã do Feirense (19h00). Nota ainda para a participação em torneios das equipas masculina (International Masters) e feminina (Copa Ibérica) de futsal.

8. Emoções fortes
Diana Silva, futebolista do Benfica, anunciou às colegas que está grávida.

9. Movimentações do defeso
Beatriz Cameirão deixa de ser futebolista do Benfica.

10. Mundial Sub-20 de futebol no feminino
São 9 jogadoras do Benfica em ação por Portugal, Brasil e Nigéria.

11. Campeonatos Mundiais de velocidade em canoagem
Acompanhe a prestação dos canoístas do Benfica.

12. Jornal O Benfica
Pode fazer download da edição desta semana no Site Oficial."

Lanças...


Sam #3 - PORTO'S PERFECT START, SPORTING SHOW UP & ESTORIL AND CASA PIA IN TROUBLE? LIGA PT REVIEW

O Passe: A estratégia que fez o Estrela da Amadora virar um negócio milionário

Rabona: FIFA Crisis: Why Infantino Could STILL Win Despite Everything...

Rabona: Alvarez is STUCK & Martinelli Could DERAIL Another Transfer…

André Villas-Boas, Farioli e os… ‘juros de Mora’


"André Villas-Boas quer ser presente e futuro, mas ainda está muito ligado às técnicas do passado

1. Rodrigo Mora já fez a sua estreia na Série A pela Roma e deixou água na boca, na vitória da sua nova equipa por 4-0 diante da Fiorentina. Só não marcou um ‘golaço’ à passagem dos 20 minutos porque o guarda-redes espanhol De Gea realizou uma defesa espetacular a um remate não menos espetacular do ‘internacional’ português, titular no jogo de estreia do campeonato italiano, com pouco menos de uma hora em campo e a justificar rasgados elogios da imprensa transalpina.

2. A transferência do menino de 19 anos, sempre muito acarinhado no Dragão como uma referência para os sócios e adeptos do FC Porto, já fez correr muita tinta e ela ainda suscita muitas interrogações, a partir do momento em que o advogado de Rodrigo Mora entrou na operação de venda para lhe dar suporte jurídico e fez um conjunto de considerações que visam sobretudo André Villas-Boas (AVB).

3. É público que houve um impasse entre FC Porto e Roma antes da transferência ficar acertada, num movimento financeiro que faz entrar 25M€ fixos nos cofres portistas (não é conhecido o calendário de pagamento, mas é natural que esse montante seja liquidado no imediato), acrescendo mais 2M€ por objetivos, mas em função da forma como foi desenhada a operação, a Roma adquiriu os direitos de inscrição e o FC Porto conservou 50% dos direitos económicos. Em 2027, a Roma terá uma primeira oportunidade para adquirir os 50% restantes por 25M€ e, em 2028, uma segunda ocasião para o fazer. Se a Roma não comprar imediatamente após a ‘janela’ de 2028, o FC Porto pode exercer uma opção de venda incondicional, obrigando a Roma a comprar a percentagem que o FC Porto queira vender. O clube azul-e-branco, em vez de obrigar a Roma a comprar tudo, ainda tem a possibilidade de conservar uma parte dos direitos económicos para beneficiar de uma futura transferência por valor superior.

4. Este é, em síntese, o desenho da operação financeira e só mais tarde saberemos com rigor a dimensão e o impacto da operação neste domínio. O debate, contudo, começou antes, muito antes, praticamente desde que Farioli chegou ao FC Porto e agudizou-se nos últimos tempos, em função da não utilização regular da coqueluche portista e foi isso mais a necessidade do clube azul-e-branco necessitar de fazer encaixe(s) a fazer com que a transferência para a Roma se concretizasse. Na procura dos factos é importante assinalar que o FC Porto fez, depois da partida de Martín Anselmi, um esforço considerável para reforçar a equipa. Acredito que nesse reforço, posição por posição e intersetorialmente, AVB e Farioli tivessem encontrado pontos de comunhão para tornar o FC Porto mais forte e nessas equações Rodrigo Mora foi começando a perder espaço…

5. …Mas a questão mantém-se: sendo um jogador tão querido e acarinhado pela massa adepta do FC Porto, que sempre olhou para ele, com 19 anos, como a bandeira-craque do presente e do futuro, como é que se chegou ao ponto de não se encontrar uma fórmula táctica para encaixar um jovem atleta tão promissor? É este debate que não me faz sentido, embora compreenda a legitimidade do treinador para escolher quem quer para corporizar o seu modelo de jogo, sobretudo depois de ter levado o FC Porto ao título de campeão nacional, com as suas ideias, com as suas opções nucleares e com o apoio, que sempre pareceu incondicional, do presidente e da sua estrutura de apoio.

6. Não sabemos ao certo quanto é que o FC Porto vai lucrar com esta operação de deixar Mora fora do seu balneário, foi público que o Al-Ittihad em outubro do ano passado prometera chegar aos 63M€, o que não se concretizou, mas independentemente da questão financeira (AVB disse há três meses que queria manter o jovem atleta, uma vez que se tratava de «um dos melhores talentos do Mundo»), mas aqui é que as coisas não batem certo, porque sendo verdade que AVB ressalvou sempre imperativos de natureza financeira, há dois raciocínios incontornáveis: (a) como é que «um dos melhores talentos do Mundo» não tem lugar na equipa? (b) não é verdade que os imperativos de natureza financeira poderiam ser resolvidos, pelo menos em parte, pela venda de… outros jogadores?!!!

7. O FC Porto não possui outros jogadores vendáveis, já para não falar em apostas arriscadíssimas, como foi a compra de Samu? Basta perguntar ao Chelsea, antes do ponta-de-lança ter rumado ao Dragão. Para encaixar 25M€ no imediato, independentemente de se ter de olhar para a negociação de uma forma global (cujos resultados só serão possíveis de apurar em 2027 ou mesmo em 2028), não haveria outras formas de fazer receitas, sem prescindir do menino-prodígio e, repito, secundando as palavras do presidente, manter no Dragão «um dos melhores talentos do Mundo»? Há duas semanas, o próprio Farioli dizia que o jogador vinha tendo um comportamento «muito profissional» mas não há forma de menosprezar a declaração do advogado de Mora (Luís Miguel Henrique), realizada na mesma altura, segundo a qual o jogador estava triste e «a sofrer», principalmente por sentir que era uma espécie de terceira opção no lugar que lhe podia estar destinado na equipa portista, com toda a subjetividade que isso alcança. Nem se deve diminuir o impacto das palavras de Farioli quando classificou a saída de Mora como uma decisão de natureza.

8. Preto no branco: as narrativas do enquadramento desportivo e dos imperativos financeiros, que estão sempre presentes na indústria do futebol – e com toda a propriedade, diga-se de passagem, quando correspondem, em cada situação pontual, à realidade plena – escondem uma parte essencial do negócio, aliás como acontece também na esmagadora maioria dos negócios no futebol. Para se alcançar o todo e não apenas uma parte. Refiro-me às questões das intermediações, que arrastam com eles o tema das comissões e das relações entre clubes e empresários.

9. Sem medo das palavras: quem é o agente de Rodrigo Mora? Jorge Mendes. Qual é o nível de relação atual entre Jorge Mendes/Gestifute e a estrutura central do FC Porto? Como se move essa estrutura central do FC Porto? Quem representa a esmagadora maioria dos jogadores do clube azul-e-branco? Não é Raul Costa hoje uma figura dominante na área da representação e da intermediação? Não é Antero Henrique o principal conselheiro de André Villas-Boas? Não terá sido Rodrigo Mora prejudicado ou preterido por não estar enquadrado na nomenclatura dominante?

10. Com efeito – e passe o trocadilho – não é normal que um jogador elogiado por todos, e agora até pelos romanos, esteja a pagar ‘juros de Mora’ por uma situação que nada tem que ver com o seu talento, potencial e relação afetiva com o clube onde cresceu desde os 9 anos de idade. As dinâmicas de intermediação e o ‘efeito Mendes’ contribuíram muito para que Mora deixasse de se sentir como o ‘menino bonito’ do Dragão. Esta é a parte (in)visível do icebergue. A outra tem a ver com as mais recentes declarações de AVB sobre as condições oferecidas pelos nossos estádios e o tema da tecnologia (100% de acordo com ele) e, também, com o seu comportamento presidencial, preenchido por inúmeras contradições e antagonismos. Na verdade, AVB quer ser presente e futuro, mas ainda está muito ligado ao passado. Não atuou internamente como prometeu para eliminar conflitos de interesses e situações que possam beliscar os interesses do FC Porto (vide ‘Porto Seguros’) e isso é algo que muita gente não gosta nem perdoa. Nem os indefetíveis de Pinto da Costa (AVB ainda não está convencido de que não vai buscar nem 1% aos 20% que votaram no antigo presidente) nem muitos daqueles que somaram 80% a seu favor nas urnas.

Porque a promessa de regeneração choca brutalmente com algumas técnicas do passado. Com proteções nominais que ninguém esperava que pudessem acontecer…"

Pote: faltou sempre um bocadinho... e agora falta um bocadão


"À falta de explicação cabal, que vá além dos «ciclos» e seus alegados finais, torna-se incompreensível ter um jogador como Pedro Gonçalves num impasse como o que ele vive neste momento

É um crime lesa-futebol, a uma semana do fecho do mercado de verão, ver um jogador como Pedro Gonçalves sem eira nem beira. Tem contrato com um dos melhores clubes portugueses, onde foi mais do que feliz e com o qual tem contrato por mais quatro anos, mas está há dois meses na plataforma de saída sem encontrar o portão de embarque adequado.
Um futebolista desta qualidade é um bem raro, e o Sporting entendeu-o muito bem, há uns anos, quando não se importou de ir pagando ao Famalicão até ter os direitos desportivos quase todos na mão. Assim que chegou, arrasou. Ajudou o leão a recuperar títulos e estabeleceu um recorde de golos marcados por um centrocampista que originou interessantíssima luta com Pizzi, do Benfica, que também não se deixou ficar.
Representou, anos a fio, parte da identidade do Sporting, com ou sem Ruben Amorim. Não foi sempre feliz com as lesões, e talvez por isso lhe tenha faltado sempre um bocadinho. A começar por um bocadinho de sorte, porque não aconteceu uma nem duas vezes estar convocado para a Seleção Nacional e falhar as operações por pequenas ou médias lesões.
Quando finalmente foi a uma grande prova internacional por Portugal, incumbente do estatuto de melhor marcador da Liga portuguesa, ficou a ver os jogos todos do banco.
Um jogador como Pedro Gonçalves ter apenas quatro internacionalizações A é um fenómeno que alguém, um dia, poderá explicar. Eu gostava de perceber.
Assim como gostava de perceber como é que um grande clube como o Sporting tem um grande jogador como Pote sob contrato e, percebendo como está a perceber que as saídas já não são muitas e muito menos airosas, não faz marcha-atrás, resolve internamente o que tem a resolver e o integra de vez nos planos para a nova época, nos quais poderá ainda caber e com muita pertinência.
Hjulmand e Morita saíram para onde queriam. Tudo certo. Trincão saiu para onde lhe pagaram mais, embora — com todo o respeito pelas opções de cada um — não consiga deixar de achar que podia ser bastante mais ambicioso do ponto de vista desportivo sem perder, propriamente, qualidade de vida.
Pedro Gonçalves, simplesmente, não está a ter saída. Não sabemos por que razão ou razões. Limitamo-nos a constatar que o Sporting arriscou todo um mundo novo mas talvez pudesse enquadrar algum passado recente no processo."

Que revisão da Lei do Tribunal Arbitral do Desporto? (II)


"1. Temos hoje o segundo texto de uma novela jurídico-desportiva, basicamente numa óptica informativa embora, aqui ou acolá, possa haver lugar a apartes. Viajemos, então, pela Proposta de Lei 97/XVII/1 [Governo], que autoriza o Governo a alterar a Lei do Tribunal Arbitral do Desporto (TAD), aprovada em anexo à Lei n.º 74/2013, de 6 de Setembro, e o seu projecto de Decreto-Lei autorizado. O tema de hoje versa os árbitros do TAD, sobre o qual (modelo) se vêm formulando várias críticas.

2. A lei vigente assenta numa lista fechada de 40 árbitros, em grande parte propostos por organizações desportivas – muitas das quais vêem as suas decisões impugnadas no TAD. O Conselho de Arbitragem Desportiva (CAD, órgão do TAD) ainda designa alguns (uma minoria). Na arbitragem necessária, o TAD é composto por três árbitros: um indicado por cada parte em litígio e um presidente por estes dois escolhido.

3. O modelo “criou” um top 5 (ou 6) de árbitros nomeados pelas partes, conhecedoras das suas posições em processos similares anteriores, reservando o papel decisivo ao presidente do colégio. A partir daí, também ele como que fica rotulado. A constante indicação dos mesmos árbitros gerou desconforto em termos de independência e imparcialidade do TAD. O que nos espera? 

4. O TAD é integrado, no máximo, por 60 árbitros, constantes de uma lista estabelecida nos termos da lei vigente, mas com uma novidade derivada do alargamento: o CAD passa a designar, para além do que tinha como residual, mais 20 árbitros. A designação terá por base um procedimento público precedido de convite ao envio de candidaturas.

5. Frise-se que em cada período de quatro anos deve ser revista a lista de árbitros e promovida a substituição de, pelo menos, um terço dos árbitros que a integram, nos termos estabelecidos em regulamento do CAD, sem prejuízo de a designação ser por um período de quatro anos, renovável por igual período, até ao limite de duas renovações consecutivas. O CAD pode, a todo o tempo, por deliberação tomada por maioria de dois terços dos respectivos membros, excluir qualquer árbitro da lista estabelecida nos termos do artigo anterior, quando houver razões fundadas para tanto, nomeadamente a incapacidade permanente para o exercício de funções e a violação de deveres deontológicos.

6. As incompatibilidades ganham outro fôlego. A integração na lista de árbitros do TAD determina a incompatibilidade com o exercício da advocacia no mesmo tribunal, mas também com mandato de titular de órgão social em federações desportivas, ligas profissionais, associações distritais ou regionais, sociedades desportivas ou clubes desportivos. 

7. Quanto aos fundamentos de recusa, nenhum árbitro pode exercer as suas funções quando tiver qualquer interesse, directo ou indirecto, pessoal ou económico, nos resultados do litígio, sendo-lhe aplicável, com as devidas adaptações, o regime de impedimentos e suspeições próprio dos magistrados judiciais.
São, designadamente, motivos específicos de impedimento dos árbitros do TAD: ter intervindo, em qualquer qualidade, na questão em litígio; deter vínculo profissional ou de outra natureza com qualquer das partes no litígio, no presente ou nos dois anos anteriores à designação; deter vínculo profissional ou de outra natureza com advogado ou sociedade de advogados que represente uma das partes no litígio.

8. Assinale-se que, entre outras propostas, foi o CAD que propôs o aumento do número de árbitros. Esta solução, nas suas palavras, “pode contribuir, conjuntamente com outras sugestões agora feitas, para evitar a concentração de designações nalguns árbitros”. O mesmo se diga da renovação quadrienal da lista de árbitros (pelo menos em 1/3 dos árbitros), conjugadamente com a limitação a duas renovações sucessivas do mandato quadrienal de cada árbitro.

Se é positiva esta iniciativa do CAD, ela é também uma confissão de quão negativa tem sido a situação vivida no TAD."

Possessivo: Aarhus

Terceiro Anel: React - Rescaldo - Marco Silva - Aarhus

Terceiro Anel: Aarhus

Operação: Aarhus

BF: Aarhus

Oliveira: Aarhus

Observador: Relatório do Jogo - Aarhus

BI: Rescaldo - Aarhus

Terceiro Anel: Live - Aarhus

5 Minutos: Live - Aarhus

Benfica FM: Golo...

PRIMEIRO OBJETIVO CUMPRIDO!


"Aarhus 1 - 3 Benfica

PRÉ-JOGO (apontamentos escritos antes do início do jogo)

1. Hoje jogamos a primeira final da época. Seria pior que péssimo não disputarmos a fase de liga da competição. Podíamos ter arrumado com a eliminatória na Luz, somos melhores, vamos prová-lo hoje outra vez.

2. Admiti que Marco Silva pudesse fazer descansar dois ou três dos habituais titulares, mas não, não quer correr riscos e vai a jogo com o onze mais utilizado neste início de época - aquele que lhe dá mais garantias. Carregaaaaaa!

JOGO (apontamentos escritos em direto e publicados imediatamente após o final do jogo)
3. Jogo aberto e nós a falhar duas ou três oportunidades na mesma jogada: Prestianni, Barreiro... Gosto deste Benfica do Marco Silva a jogar rápido a um ou dois toques. Prestianni com uma ajudona, quando se está em alta tudo sai bem, já nos meteu com mais um de avanço na eliminatória: um-zero!

4. Um lance dividido, Barrenechea embrulhado com um deles, o outro até tem mais responsabilidade nos agarranços e o apitador marca penálti? Será que é o Gustavo Correia que anda por ali? O VAR obviamente reverteu. Siga que o perigo maior é todo nosso.

5. Uma, duas, três, quatro, quantas jogadas de golo já perdemos para matar isto? (refiro-me ao jogo, a eliminatória já está.) O Rafa hoje ainda não apareceu. Sorte deles... Mas fez entretanto uma ação defensiva que mostra bem o nível de compromisso que tem com a equipa - isso é que interessa, não é se festeja ou não golos. O Prestianni é outro: dá tudo em todos os lances, bolas divididas, levanta-se e vai logo à dividida seguinte, muito bem!

6. As estatísticas da primeira parte são arrasadoras: não vou para aqui estender-me, deixo só esta: golos esperados 0.07 para eles e 1.24 para nós.

7. Hoje isto não está a dar sequer para sofrer. Nem é pela eliminatória, que está mais do que decidia, é pela nossa superiorodade no jogo. 

8. Jogo estava a cair de interesse e logo aparece o Rafa de pé esquerdo a aproveitar uma bola perdida na área: dois-zero! Que grande início de época. E o Sudakov a dormir, acha que está sozinho em campo, a facilitar e eles a marcar. Espera lá que o Prestianni já tirou um coelho da cartola e assinou uma obra-prima, toda dele, só dele: três-um!

9. Olhó Gonçalo Moreira, força miúdo, estamos todos contigo, boa sorte. E já ias marcando um golo de cabeça, que pena, crl! 10. Jogo amoleceu, estamos tranquilos, o tempo a passar, segunda-feira há mais, este já está, acumulado 6-2 sem margens para dúvidas ou azias. Lukebakio entrou com tudo, a competitividade no plantel é do melhor para puxarem uns pelos outros.
E O BEN-FI-CA GANHOU!"

O Benfica é o recreio de Prestianni. E muitas outras coisas


"O argentino foi a grande figura da vitória do Benfica por 3-1 frente ao Aarhus, que confirmou a presença dos encarnados na fase principal da Liga Europa. Bisou e fez jogar. Mas o processo ofensivo da equipa de Marco Silva está bem longe de ser feito de iniciativas individuais: está a construir-se uma máquina bem oleada, com movimentos padronizados. Na sexta-feira, a equipa da Luz conhecerá os adversários

Não houve um Benfica de experiências, de novas soluções, de tentativas. A vantagem era segura, mas não certa. Talvez Marco Silva trabalhe ainda nas fundações, querendo-as sólidas e plenas. E, por isso, o Benfica que jogou em Randers frente ao Aarhus foi o Benfica mais forte, o Benfica que tem crescido com a temporada.
Ainda não foi desta, portanto, que Schjelderup saltou para o onze. Parece quase um sacrilégio ter um jogador destes apenas como arma para a 2ª parte, mas sacrilégio mais parece afastar do seu local do recreio preferido o jogador que tem pincelado com magia um ataque que, diga-se, já é feito de muito mais do que fogachos individuais.
Mas, ainda assim, como não falar de Prestianni, deste início de época de Prestianni?
Há jogadores que se fazem em banho-maria. O argentino, conseguiu ser um desses, conseguiu finalmente encontrar o seu lugar entre as expectativas de um menino que aos 16 anos se passeava pela cancha do Vélez e a sempre difícil transição para a Europa. Esta noite, na Dinamarca, foi mais uma vez decisivo: um golo antes dos 20 minutos quase traçou o destino do Aarhus (e do Benfica), apanhando na esquerda um lance feito na direita, uma bola de Rafa que passou toda a área até chegar aos pés do argentino. Um toque de um defesa dos nórdicos ajudou ao desfecho.
Seria dos seus pés que sairiam alguns dos detalhes mais deliciosos, como a bola que picou para a entrada de Leandro Barreiro, pouco depois, com o luxemburguês a chegar atrasado ao lance. E ainda antes do intervalo mais um remate seu quase aumentava o pecúlio encarnado, depois de mais um bom entendimento entre Pavlidis, Rafa e o argentino.
Mas nada disto nascia apenas por geração espontânea. Mesmo não criando tanto como no jogo da 1ª volta, o Benfica ia repetindo os seus movimentos de ataque já bem oleados, trocando com facilidade entre os três corredores. Pavlidis tudo liga, Rafa parece outro jogador, agressivo e reativo à perda. Assim, é sempre mais fácil o individual aparecer, sem sequer ofuscar a equipa.
Na 2ª parte, o Benfica chegaria com facilidade ao 2-0, numa jogada em tudo idêntica à do primeiro golo, mas variando os flancos: Prestianni serviu a entrada de Dahl e o cruzamento rasteiro passou toda a área até chega a Rafa, na direita. Aqui nem houve colaboração de um adversário, a bola seguiu direitinha para a baliza.
Logo de seguida, talvez o único momento de fazer Marco Silva coçar a cabeça. Na tentativa de sair para o ataque, Tomás Araújo passou para Sudakov que, como que ausente, se deixou antecipar por Rasmus Cartensen. O jogador dinamaquês, após a recuperação alta, rematou ainda fora da área, com a bola a bater no calcanhar de Dahl antes de fazer um chapéu caprichoso a Samuel Soares.
Estará aqui uma das interrogações deste ataque encarnado, que parece em tudo o resto tão bem calibrado. Sudakov, apesar da insistência de Marco Silva, não poucas vezes parece um corpo estranho, uma pedra na roldana. Esta noite, voltou a ser o mais apagado dos elementos do Benfica, com o treinador a substituí-lo pouco depois por Gonçalo Moreira, quiçá à procura de outras soluções. Ou apenas de espicaçar o ucraniano.
Com mais ou menos Sudakov, o certo é que nem deu tempo para o golo do Aarhus assustar. Porque de novo apareceu o génio de Prestianni. Segundos depois, num lance que começa no pé esquerdo de Lenglet, uma arma importante para o ataque encarnado, a argentino segurou com um pé na quina da área, aproveitou o arrasto criado por Dahl e rematou com o outro, com a bola a entrar no ângulo da baliza dos dinamarqueses.
Estava tudo definitivamente resolvido. Schjelderup entrou, Prestianni saiu pouco depois, e o Benfica continuou a ser perigoso por aquele lado esquerdo, onde moram as suas principais armas. Será um berbicacho para Marco Silva resolver, um bom berbicacho. Circati ainda se estreou, sem oportunidades para se mostrar, tão inofensivo que era o Aarhus, que nunca foi, apesar dos dois golos marcados, um rival à altura de evitar o inevitável: a caminhada foi longa, mas o Benfica vai mesmo, e de forma mandona, estar na fase de liga da Liga Europa."

O meu nome é Gianluca e moro no segundo andar


"Triunfo começou e acabou em Prestianni, que mostrou estar num patamar acima dos companheiros. O argentino bisou e esteve também no 1-2 de um Benfica cada vez mais sólido. Apuramento sem mácula

O Benfica de Randers foi novo capítulo de uma equipa que parece crescer um pouco mais a cada jogo. Criou-se um rumo, o processo evolui, consolida-se e está finalmente à vista uma identidade forte, que há muito não se encontrava debaixo das camisolas encarnadas. Diante do Aarhus, na Dinamarca, ainda que de certa forma com o conforto da vantagem da primeira mão, viu-se uma equipa que quis ter e teve a bola, mandou e controlou as operações, e tornou a vida muito complicada aos nórdicos, ao garantir também que quando a perdia reagia ferozmente para recuperá-la ou então pressionava alto e de forma assertiva para o que o seu rival não a tivesse por muito tempo.
O 0-1 ao intervalo denunciava, no entanto, algo que ainda não está nem um pouco perto da melhor afinação: a finalização. As águias poderiam perfeitamente ter fechado a eliminatória antes do descanso e a culpa não é apenas de Barreiro, ainda que se o luxemburguês tivesse tanta qualidade com a bola na sua posse como tem a acertar no momento de atacar o espaço seria mesmo um fora de série: aos 7', cabeceou ao poste após livre de Sudakov; aos 12', a bola sobrou-lhe depois de Prestianni ter tentado o remate, mas atirou ao lado; e, aos 29', não chegou de cabeça a belo passe do argentino. Não foi o único culpado. Pavlidis desperdiçou em frente a Hedenstad (35') e o próprio Prestianni (43'), com espaço, não conseguiu curvar a bola ao ângulo, embora o gesto tenha servido de aquecimento para o bis, que iria assinar de forma monumental na segunda parte.

PRESTIANNI, CLARO!
O 0-1 deu ainda mais conforto aos encarnados e chegou logo aos 19 '. Rafa viu a chegada de Bah pelo flanco direito e o dinamarquês cruzou. A bola saiu longe demais de Sudakov, mas ao jeito de Gianluca Prestianni, que rematou de pronto. O remate desviou em Carstensen e beijou as redes pela primeira vez.
Logo depois, o VAR evitou que Daniel Siebert cometesse erro grave, depois de ter assinalado penálti inexistente de Enzo sobre Mikael Andersen. A resposta dos vikings acabaria anulada pela irregularidade, com o seu primeiro tiro enquadrado a surgir apenas aos 29', da autoria de Bech.

DE RAFA AO MONUMENTO
A segunda parte parecia trazer um jogo um pouco mais partido, quando Rafa, depois de combinação entre Prestianni e Dahl, fez o 2-0. O cruzamento encontrou o seu pé esquerdo e não se fez rogado. A eliminatória fechou-se, finalmente, aos 56'.
Quatro minutos depois, o Aarhus reduziu, num raro erro dos encarnados na saída. Tomás Araújo tentou ligar com Sudakov, mas o ucraniano não estava à espera e Carstensen antecipou-se e atirou. A bola desviou em Dahl e traiu Samuel Soares.
A festa não durou. Na resposta, Prestianni recebeu a bola de Rafa na esquerda, foi para dentro e assinou o golo da noite, acabando com a esperança que ainda houvesse. É o jogador do momento.

AMAR GONÇALO É DEIXÁ-LO JOGAR
A estreia na época teve as suas dificuldades, porém aconteceu. Gonçalo Moreira, paixão de Mourinho segundo o próprio, somou finalmente uma meia-hora em campo e até esteve perto de marcar (77'). Circati também recebeu batismo, em jogo que confirmou superioridade inequívoca."

Brilha o menino dos olhos do treinador e o recado a Palhinha


"Prestianni não faz muitos amigos entre os adversários, mas percebe-se a paixão que está a suscitar em Marco Silva e o carinho crescente dos adeptos; Enzo Barrenechea mostra que não vai facilitar a vida a novo reforço das águias

O melhor em campo: Prestianni (8)
Assobiado desde ainda antes do apito inicial, definiu mal nas três primeiras vezes em que tocou na bola. Mas depois pediu bis. À quarta, recebeu um cruzamento de Bah que atravessou a entrada da área e rematou para golo, beneficiando do desvio num adversário. O bis surgiu na segunda parte e aí ninguém lhe pode tirar o mérito. Que monumento! Um remate em arco de fora da área, após bom trabalho individual, num lance que começa a ser imagem de marca. E Barreiro ficou a dever-lhe um golo após grande passe para as costas da defesa ainda na primeira parte. Chegou aos cinco golos, o que já é o melhor registo da carreira... ao fim de seis jogos.

Samuel Soares (6) - Seguro mas saídas a cruzamentos e no posicionamento nos remates de meia-distância. Levanta cabeça ainda antes de defender a bola para perceber por onde pode lançar o ataque rápido, beneficiando do bom jogo com os pés que tem. Contudo, comprometeu ao entregar a bola a um rival numa saída curta… com a mão. Traído pelo desvio no calcanhar de Dahl no lance do golo sofrido, não podia fazer mais nada.

Alexander Bah (7) - Bela exibição do dinamarquês no regresso a casa. Bem posicionado tanto quando a equipa defendia baixo, como quando subia a linha, não permitiu aos rivais grandes veleidades. Inteligente na forma como cruzou no lance do golo inaugural, evitando as torres dinamarquesas para encontrar Prestianni solto à entrada da área. Assustou perto do intervalo quando teve de receber assistência médica após choque com um adversário.

Tomás Araújo (6) - Estava a fazer um jogo imaculado até o mau passe que permitiu a Carstensen reduzir a desvantagem dinamarquesa. É verdade que Sudakov não colaborou ao ficar à espera da bola em vez de a atacar, mas o central não precisava de ter arriscado tanto e deixou a equipa em contrapé.

Lenglet (7) - Um patrão silencioso. Longe da impetuosidade de Otamendi, ganhou várias bolas na antecipação a adversários e foram raros os duelos que perdeu. Ainda acrescentou a assistência para o bis de Prestianni, num grande passe para as costas da defesa do Aarhus.

Samuel Dahl (7) - Sem muito trabalho defensivo, conseguiu aventurar-se muito no ataque. Na primeira parte definiu mal no último passe algumas vezes, mas na segunda recebeu de Prestianni e, tal como Bah no primeiro golo, colocou a bola rasteira com critério para Rafa marcar. Infeliz pouco depois no lance do golo dinamarquês, uma vez que o remate de Carstensen desviou no pé do sueco.

Enzo Barrenechea (7) - Está a crescer em termos de confiança na melhor altura para ele, uma vez que Palhinha já chegou. Esteve sempre bem posicionado para equilibrar a equipa, que continua a lançar-se constantemente para o ataque. Meteu-se a jeito no lance do penálti revertido pelo VAR. É óbvio que foi agarrado no início e no fim do lance, mas também fez a parte dele nos puxões. No final do jogo recebeu um 'calduço' de Marco Silva que lhe atirou um convicto «Bom jogo, pá!».

Leandro Barreiro (6) - Se o médio luxemburguês melhorasse a definição em frente à baliza, andaria entre os melhores marcadores deste Benfica, tendo em conta a facilidade com que surge em zonas de finalização. Cabeceou ao poste muito cedo, na sequência de um livre lateral. Voltou a surgir em excelente posição ainda antes dos 15’, mas rematou ao lado e perto da meia-hora não acertou na bola após belo passe de Prestianni que o isolou. Compensa essa falha com o que dá à equipa na pressão, posicionamento e nas ajudas.

Sudakov (5) - Na primeira parte, mostrou-se mais combativo a defender do que lhe é hábito, mas continua a faltar-lhe confiança para assumir o jogo. Saiu cedo na segunda parte, quando já estava claramente em declínio e já depois de ter ficado diretamente ligado ao golo do Aarhus, ao deixar-se antecipar por Carstensen.

Rafa (7) - Quando surge de frente para a baliza em zona central consegue sempre criar perigo. Fez um grande passe a isolar Pavlidis ainda na primeira parte, mas o grego desperdiçou. Já ele, quando teve oportunidade na área, não perdoou, rematando de pé esquerdo para fazer o 2-0. Aí vão cinco golos em oito jogos. E muito contributo defensivo que deve deixar Marco Silva bastante satisfeito.

Pavlidis (6) - Muito solicitado nos apoios frontais na saída de bola do Benfica, ajuda a lançar os raides de Rafa e Prestianni. Na única oportunidade que teve, sentou o guarda-redes e um defesa após receber de Rafa, mas viu o guardião ainda conseguir esticar o braço direito para impedir o golo.

Gonçalo Moreira (6) - Na estreia nas competições europeias, o menino entrou para o lugar de Sudakov e deixou claro que queria agarrar a oportunidade. Mostrou-se mais ligado ao jogo e ficou perto de marcar… de cabeça.

Schjelderup (5) - Apontado como uma das figuras da equipa à partida para a nova época, chegou do Mundial e apanhou à frente o jogador em melhor forma no Benfica. No regresso à Dinamarca, onde as águias o descobriram, não foi particularmente feliz nos 25 minutos em campo.

Lukebakio (6) - Bom lance individual já no período de compensação, numa jogada sobre a direita habitual no belga, que bailou sobre um adversário antes de arriscar o remate que o guarda-redes adversário sacudiu.

Durán (5) - Andou longe da área, como o jogo de Marco Silva exige ao avançado e percebe-se que não se sente particularmente bem nessa pele.

Circati (-) - Entrou aos 83’ para fazer a estreia oficial com a camisola do Benfica jogando sobre a esquerda na dupla de centrais. Não teve grande oportunidade para mostrar o que quer que seja."