Últimas indefectivações

sábado, 24 de outubro de 2026

Zero: Canto - Benfica de "Champions" e outro argentino a pedir protagonismo

Terceiro Anel: Bola ao Centro #241 - DO CHIPRE AO TOPO DA EUROPA!! 🦅🔴

Os Gloriosos Benfiquistas - S06E22 - Omonia

Derrota...

Braga 4 - 3 Benfica
Coletta(2), Ba


Mais um mau resultado, num jogo com mutos golos...

Benfica FM: Que perfeito… ❤️🦅

Traumas...

Terceira Guerra Mundial?!

Jihad !!!

Espera sentado!

De sempre...

De

Liderança...

Lidera

Ranking...

Luzes e sombras do líder da Liga Europa


"Insaciável Benfica está no topo da tabela e com promessas sucessivas de Echeverri, mas na goleada (mais uma) de Nicósia também houve quem insistisse em ficar na penumbra

São já 53 golos marcados, em 17 jogos, o que dá uma média superior a três tentos por jogo. Em Nicósia até foram quatro, e a goleada ao Omonia deixa o Benfica na liderança da Liga Europa.
A mentalidade (ofensiva) é clara, como diz Marco Silva, e a equipa portuguesa mostrou que é séria candidata à conquista do título da UEFA, até pela forma como acabou por golear num jogo menos afirmativo do que os dois anteriores na prova.
As ilações positivas não se esgotam, porém, no resultado volumoso. Echeverri é nome incontornável: ainda não marcou, para todos os efeitos, mas a manter este nível exibicional vai começar a jogar mais na Liga e menos na Europa, tal a influência que parece querer assumir.
Pavlidis e Prestianni mostraram que estão num patamar diferente, embora só o primeiro tenha sido titular; Aursnes está cada vez mais perto da sua normalidade, o que ganha acrescida relevância perante a notícia de que Leandro Barreiro vai parar algum tempo. Manu Silva teve minutos em Nicósia, mas o corpo ainda não acompanha a inteligência tática.
Mas nem tudo é luz na equipa do Benfica. O jogo com o Omonia também acentuou sombras no líder da Liga Europa, e nem me refiro à forma como o golo sofrido dividiu responsabilidades entre os quatro elementos da linha mais recuada. Rafa e Schjelderup voltaram a ser meros vultos em campo, em comparação com aquilo que já mostraram de águia ao peito. O português arrasta nuvens cinzentas há mais tempo, mas é o norueguês que justifica alerta vermelho. Pela expectativa que gerou na época passada e pelo impasse na negociação de um novo contrato.
Aproveitou Lukebakio, lançado apenas ao minuto 83, para oferecer o golo a Prestianni com jogada fantástica, apenas dois minutos depois. Marco Silva não tem o belga no topo das preferências - menor compromisso e capacidade para jogar por dentro - mas quem está à frente na fila teima em ficar na penumbra."

Liga: Guimarães 5 - 0 Marítimo

Contas positivas


"A divulgação do Relatório e Contas consolidado 2025/26 e o triunfo do Benfica por 1-4 na visita ao Omonia são os temas principais da BNews.

1. Lucro obtido
Nas contas consolidadas do Sport Lisboa e Benfica de 2025/26 é apresentado um lucro próximo de 24 milhões de euros. A Assembleia-Geral para apreciar e votar o documento está agendada para o próximo 31 de outubro.

2. Vitória justa
Na opinião de Marco Silva, o Benfica merece ter saído vitorioso do embate com o Omonia: "Uma vitória claramente justa da nossa equipa, porque somos melhor equipa e acabámos por prová-lo durante o jogo. A superioridade foi clara da nossa equipa."

3. Declarações pós-jogo
Echeverri destaca o coletivo: "Estou muito contente, muito feliz pela equipa. Três jogos e três vitórias."
Manu reitera as palavras do colega: "Boa vitória num campo difícil, um ambiente bom. Três vitórias em 3 jogos, e estamos num bom momento. Temos de continuar."
Pavlidis defende que a equipa deve dar um passo de cada vez: "Temos de continuar a pensar jogo a jogo e procurar alcançar os nossos objetivos, porque só assim é possível conquistar coisas importantes."
Aursnes lembra que há muito por disputar: "Estar na liderança neste momento, sinceramente, ainda não significa nada, mas, claro, somar 3 vitórias consecutivas é uma sensação muito boa."

4. Triunfo forasteiro
A equipa feminina de basquetebol do Benfica ganhou, por 75-82, no reduto do Student Nis em jogo da 2.ª jornada da fase de grupos da EuroCup Women.

5. Jogos do dia
Os Sub-23 do Benfica visitam o Braga (15h00). E a equipa feminina de voleibol recebe também o Braga na Luz (20h00). 

6. Agenda para sábado
Na Luz há dérbi com o Sporting em futebol no feminino (15h30). A equipa masculina de voleibol é anfitriã do AA São Mamede (17h00). E a equipa feminina de futsal recebe a Novasemente (19h00).
Em basquetebol no masculino, as águias atuam no pavilhão do Queluz (20h15). E em râguebi no masculino, o Benfica recebe a Académica no Estádio Universitário de Lisboa (15h00). No futebol de formação, a Equipa B visita o Feirense (14h00). Os Juniores deslocam-se ao Casa Pia (15h00). E os Juvenis atuam em Alcochete frente ao Sporting (17h00).

7. Protagonista
O entrevistado da semana é Léo Gugiel, guarda-redes de futsal do Benfica.

8. Contributos internacionais
Vários futsalistas do Benfica representaram seleções.

9. História agora
Veja a rubrica habitual das manhãs de 5.ª feira da BTV.

10. Jornal O Benfica
A edição desta semana está disponível para download no Site Oficial."

Silenciadores: Liga das Nações - A fuga do Cris #2

Vimun: Futsal Short Doc | SILVESTRE : Mais do que futsal

BF: Prestianni...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Benfica a voar, mas ranking a patinar

Observador: E o Campeão é... - O transatlântico da Luz quase adormecia no Mediterrâneo?

Observador: Três Toques - Polémicas: A semana de pesadelo de Bruno Fernandes

A Bola é Minha, Eu é que Sei: S04E10 - BORGES LASKADO E FARZEROLI JUNTOS!

Pergunta Simples: Cristiano Ronaldo pontapeou a própria reputação? João Gabriel

Rola Bola - S03E07 - Quiz (Finalmente, 1 novo vencedor)

A Verdade do Tadeia - 2027/12 - O que mudou num mês

Terceiro Anel: DRS #66 - ÀS PORTAS DA HISTORIA & COTA GP!! 🏎️🏁

SportTV: NBA - S05E03 - Amor à primeira vista 😍

Old Trafford, Amorim e o Tempo


"Felizmente para o Manchester United Michael Carrick regressou ao clube para o salvar da miséria e o devolver à glória...

Então, mas o problema não era a “obsessão” com a preparação física de um plantel com inúmeros jogadores acima do peso e longe das exigências necessárias para quem joga na liga mais competitiva do mundo? Talvez o problema tivesse sido outro.
A “teimosia tática”, certo? A aposta num sistema com três centrais, com dois alas, dois médios centro, dois médios ofensivos e um avançado. Ou a opção por uma organização defensiva híbrida, a qual permitia a equipa defender tanto em 1.5.4.1, como em 1.5.2.3, como em 1.5.3.2 ou até mesmo em 1.4.4.2 clássico.
Quiçá o problema terá sido mesmo a ausência de Kobbie Mainoo no onze inicial. O homem que iria resolver individualmente aquilo que o coletivo nunca se predispôs a fazer. A cura de todos os males. A resposta para todas as preces. A joia da coroa de um reino sem rei nem roque desde que Sir Alex Ferguson decidiu deixar de ser treinador.
Ou então terá sido essa mania insistentemente perniciosa que os bons treinadores tendem a ter quando sabem o que querem, como querem e com quem querem contar ao longo do caminho. A mania da Liderança. Do querer ser líder. Do querer assumir responsabilidades. Do querer exigir responsabilidades. Do querer liberdades proporcionais às responsabilidades. Do tão depressa dar “murros para baixo como para cima”. Do não ser um yes man. Felizmente para o Manchester United Michael Carrick regressou ao clube para o salvar da miséria e o devolver à glória. Abandonou a utopia do sistema com três centrais e colocou a equipa a jogar maioritariamente em 1.4.2.3.1. Fez regressar do ostracismo o semi-Deus Mainoo. Dotou a equipa de uma mentalidade competitiva hercúlea, capaz de ombrear com as melhores equipas de Inglaterra e da Europa.
Só assim se explica o 13.º lugar na Premier League e os 14 pontos de atraso face ao líder do campeonato em 7 jornadas. Ou a 20.ª posição na atual edição da UEFA Champions League e uma exibição portentosa perante o Como, esse crónico candidato ao título europeu orientado por Cesc Fàbregas.
Felizmente para o Manchester United, com Carrick, o clube passou a ter mais paz e estabilidade. Passou a ter uma liderança forte e incontestável. Não se ouviram mais críticas do treinador à Direção do clube ou aos próprios jogadores. Ouviram-se apenas críticas de Lisandro Martinez ao diretor desportivo e de Bruno Fernandes ao treinador…
Diz-se que o tempo coloca-nos a todos no nosso devido lugar. Talvez por ser princípio, meio e fim de tudo o que ainda não foi, mas gostaria de vir a ser. Talvez por ser a métrica menos injusta no que toca à validação de comportamentos, à consolidação de ideias e à assumpção de responsabilidades. Em Old Trafford ainda não aprenderam isso. Ou então recusam-se a aprender…"

Renascença: Jogo da Palavra - JP Roberto: "Marco, subo a bancada e grito o meu golo para a rádio"

Verdade

Dos fracos não reza a história


"«Os seres humanos são maravilhosamente imprevisíveis. Quando colocados num estádio e as suas esperanças e medos são expostas perante milhares de espectadores, são capazes de fazerem coisas extraordinariamente interessantes ou potencialmente inoperantes.»
Patmore C. (1823-1896)

«O rendimento ótimo tem muitas vezes como primeiro obstáculo a incapacidade de o jogador ultrapassar o seu próprio receio para enfrentar a competição. Por vezes existe uma diferença abismal em participações excelentes no treino, com performances verdadeiramente chocantes nas competições realizadas. É como se tudo fosse desaprendido ou esquecido.» 
Buceta, J. M. (1996)

«Uma das grandes dúvidas de um treinador de hoje é saber como se pode ir além da motivação dos seus jogadores, como é possível tornar o grupo impermeável a pressões que chegam de fora, como ajudar o jogador a ter mais confiança em si próprio e a ter menos medo dos momentos decisivos, como conseguir alta competência a elevadíssimos níveis de pressão psicológica.»
Artur Jorge (1987)

Perante as reflexões acima expressas, muito em especial a que se refere a Artur Jorge (no momento meu líder da equipa técnica no FC Porto), que me moveu um extravasante entusiasmo, no sentido de partir para uma viagem de sonho no estudo desenvolvido (1994/1997) no primeiro Mestrado em Portugal em Psicologia Desportiva na Universidade do Minho, superiormente orientado pelo Professor Doutor José Cruz. Frente a uma notável equipa de docentes (nacional e internacional), permitiu-me olhar a dinâmica do treino absolutamente contextualizada no valor do homem para além das vertentes físico e biológicas e que mais tarde (2004/2011) conferi com o esfuziante apoio do meu tão amado e saudoso Professor Doutor Manuel Sérgio, associando a magistral competência técnico pedagógica e científica dos Professores Doutores Pedro Guedes de Carvalho e José Antunes de Sousa, o Doutoramento em Ciências do Desporto, com base na temática do Futebol estudado à luz da motricidade humana no reencontro com o sucesso.
De facto e de acordo com algumas estratégias, que ao longo do tempo procuro explorar perante os meus estimados e distintos leitores, volto a reafirmar que tudo é treinável. Através duma dinâmica de intervenção (no campo e fora dele também), é possível a reconstrução dum modelo operacional de treino, que, após a avaliação de várias competências dos jogadores, podemos atestar comportamentos, ajustar desejos, invocar convicções e partir para uma viagem onde habita o sucesso.
Mais do que apelar para as condicionantes de ordem biológica, fisiológica, atlética ou funcional, devemos controlar os pensamentos que, submetidos ao primado duma consciência mobilizadora para a conquista de objetivos, que podem ser difíceis, mas encorajadores, os jogadores colocam em campo um estado de bravura dum guerreiro e, movidos por uma cultura de honestidade, autenticidade, ética, resiliência e altruísmo, podem aperfeiçoar os seus desempenhos.
A capacidade humana para superar adversidades é fenomenal. Então quando entramos no domínio da conquista desses valores que colocam na história do tempo a circunstância de ser validada pela conquista do aplauso, ficamos perante uma vigilante expectativa.
No conjunto da recente eliminatória da Taça de Portugal verificámos que uma grande parte das equipas que teoricamente se definiam como mais frágeis renovaram perante adversários potencialmente mais fortes um estímulo avassalador. O resultado confirma que 43% das equipas da I Liga foram afastadas por equipas do escalão inferior, sendo duas do Campeonato de Portugal e três da Liga 3, não deixando de referir outras equipas de escalão inferior, que obrigaram a prolongamentos na eliminatória.
Sanjoanense, Fátima, Mafra, Tondela, Aves SAD e Paredes merecem por isso especial destaque nos confrontos com equipas a disputarem a I Liga do futebol profissional, respetivamente: Nacional, Académico de Viseu, Santa Clara, Alverca, Moreirense e Famalicão… e o que acontecerá na próxima eliminatória, quando entrarem em cena os clubes que estão a disputar as provas internacionais!...
Perante estes factos registados, vem-me à memória o célebre segundo jogo da eliminatória da Taça das Taças entre FC Porto e Wrexham (quarto escalão inglês), no Estádio das Antas, a 3/10/1984, em que embora vencendo o jogo (4-3), tendo em conta o resultado negativo da 1.ª mão (0-1), fomos eliminados, colocando em desespero os adeptos e a estrutura do FC Porto, onde eu estava inserido.
Recordo que Artur Jorge, João Mota, Octávio Machado e eu próprio parece que ficámos bloqueados pelo silêncio, com o olhar vítreo e respiração ofegante, sentados no gabinete no final do jogo até às tantas da madrugada.
Lembro-me bem que planificámos um estágio de dois dias antes do encontro seguinte do campeonato com a Académica e, nesse jogo em Coimbra, numa tarde que chovia que Deus a dava, e com dificuldades acrescidas, perante um relvado absolutamente encharcado, vencemos por 3-0.
Creio que essa eliminatória internacional marcou de forma decisiva essa época e as posteriores. Tivemos a humildade para admitir que e como errámos, a inteligência coletiva para com o erro aprender, e a disciplina para o corrigir, e fizemos dessa mesma angústia o trampolim para alcançar os sucessos do futuro. Consagramo-nos campeões nacionais nessa época, repetimos na seguinte o bicampeonato e na seguinte vencemos a Taça dos Clubes Campeões Europeus (Viena, 27 de maio de 1987). No ano seguinte, com Tomislav Ivic no comando, vencemos quatro títulos: Campeonato Nacional, Taça de Portugal, Supertaça Europeia e Taça Intercontinental no Japão.
Como é que um resultado tão dramático referente a uma eliminatória absolutamente inconcebível foi capaz de criar um sentimento coletivo absolutamente transcendental, em que fomos ao fundo da alma e dela sacar tudo o que nos restava!...
Ilustrada a história que o tempo jamais deixará esquecer e voltando agora ao nível interno nos jogos referentes à recente eliminatória da Taça de Portugal, penso que, à medida que os resultados se iam mostrando favoráveis para estas equipas consideradas hipoteticamente mais fracas, se foi transformando num sentimento de orgulho participativo exemplar e como sabemos quando a crença como força motora de intencionalidade operante se converte em convicção profunda, os resultados o confirmam.
Por outro lado, as equipas que tinham obrigatoriamente a necessidade de demonstrar a sua superioridade e ganhar, vendo por parte do adversário um comportamento balizado pela excelência competitiva, foram baqueando pela maldita crise de ansiedade participativa, acusando um estado de perturbação e negligência emocional com as consequências conhecidas.
Quanto a mim, e como o tenho referido, quando o medo de perder supera a vontade de ganhar, perde-se quase sempre, os nervos e a angústia fazem aumentar o estado de fadiga e o tempo de jogo avança como um pesadelo demolidor.
Entusiasmo, confiança, alegria, felicidade, otimismo, foram gerando um ciclo virtuoso onde se viram estimulados os mecanismos do encontro com o êxito pensado para o sucesso conseguido, transferindo para a oportunidade rara de poder fazer o jogo das suas vidas e dando razão ao ditado português bem conhecido de que... dos fracos não reza a história.
Interessante será agora continuar a estudar o estado competitivo dessas equipas nas provas dos seus campeonatos e verificar o estado comportamental em relação ao rendimento e resultado. Um bom indicador para qualificar as razões que estarão ou não patentes no registo da sua verdadeira identidade."

José Neto, in A Bola

Prestígio...

Vinte e Um - Como eu vi - Omonia

Terceiro Anel: Omonia

Terceiro Anel: React - Rescaldo - Marco Silva - Omonia

Simples: Omonia

Oliveira: Omonia

Bola na Trave: Omonia

Observador: Relatório do Jogo - Omonia

Observador: Relatório do Jogo - Omonia

BI: Live - Omonia

Terceiro Anel - Live - Omonia

5 Minutos: Live - Omonia

GANHAR E GOLEAR!


"Omonia 1 - 4 Benfica

PRÉ-JOGO
1. A milhares de quilómetros, com despertador a acordar-me com o primeiro sono a meio, Benfica é Benfica.

2. Gosto da gestão que Marco Silva vai fazendo do plantel. De uma forma ou de outra todos vão tendo oportunidades, hoje a mais surpreendente é a chamada de Manu ao onze.

JOGO
3. Entrámos mandões no jogo. Estamos a jogar em casa de uma equipa que também ganhou os dois primeiros jogos - com adversários de menor valia que os nossos - e é assim, a tomar conta do jogo desde o início, que mostramos o ADN de equipa que foi ganhar a Milão.

4. UM-ZERO! Os autogolos valem tanto como os golos, preferia que tivesse sido do Echeverri, em todo o caso muito obrigado amigo Négo. Estar em vantagem para uma equipa como a nossa, muito ofensiva, seja aos 14 ou em qualquer outra altura do jogo, é ótimo: obriga o adversário a abrir-se.

5. Já foi tempo em que jogar com equipas cipiotras era sinal de três pontos garantidos, normalmente eram até despachados de goleada. O jogo tem corrido em toada algo morna, pautada, mas nota-se que o Benfica é claramente superior. Estamos é a falhar muitos últimos passes, a entrarem poderiam colocar-nos em posição de aumentar a vantagem.

6. UM-UM. Julguei que o malandro que comeu o Bah de cebolada e assistiu com precisão para o golo fácil, só empurrar, arrancou fora de jogo, mas se o sistema semi-automático da UEFA, muito mais fiável que o nosso, dá-o em jogo, nada a dizer, é aceitar.

7. Acho que Manu, reclamado por muitos Benfiquistas, não está a aproveitar a oportunidade. O meio campo está a sentir a falta de Palhinha e o ataque a do Prestianni - por onde andas Rafa? Intervalo.

8. DOIS-UM! Echeverri a fazer de Prestianni a meter cruzamento tenso na área e o Bah a aparecer - já vai sendo um clássico - na cara do redes, que faz grande defesa. Depois é o que se sabe dos verdadeiros pontas de lança: a bola vai ter com eles, Pavlidis é um desses, só teve que empurrar. Boa reentrada!

9. Pressão alta com recuperações junto à área deles, domínio absoluto do jogo, boas combinações ofensivas ao primeiro toque, vamos lá arrumar com isto? É só ser mais certeiros no momento final, adivinha-se o terceiro, mas parece que os estamos a poupar.

10. Tripla alteração: Prestianni, Palhinha e Sudakov para o jogo. Estamos mesmo com pena deles: agora já lhes oferecemos umas bolas perigosas à entrada da nossa área...

11. TRÊS-UM! A pressão alta, mais uma vez a pressão alta, eles atrapalhados a querer sair a jogar, bola nos pés do capitão e toma lá que este golo já devia ter aparecido há muito tempo no jogo. Que bom é ver Aursners a marcar! 

12. QUATRO-UM! O Prestianni que vá agradecer ao Lukebakio a recuperação preciosa, a cavalgada de 50 metros, a assistência de toma lá e empurra.
Em amarelos a goleada ainda é maior, pelo menos dois deles foram ridículos foram, à árbitro tuga. O Anísio a querer molhar a sopa, o redes fez grande defesa. Pena, o miúdo tem que ganhar confiança - e essa para os avançados é com golos que se consegue.

13. Acabou, mais uma vitória rumo aos oitavos de final, o futebol português que nos agradeça: em semana desastrosa para Porto e Sporting os pontinhos do Benfica (e do Braga) valem ouro, sem eles era o descalabro.
Pensamento agora no jogo dos Açores, onde mora uma equipa super bem orientada por Petit, esse mesmo."

Jaime Cancella de Abreu, in Facebook

Claudio Echeverri, a arma atirada ao Omonia por um Benfica com recursos infinitos


"Por mais rotação que faça, o rendimento do Benfica não tem flutuações. Os encarnados deram mais uma prova da profundidade do plantel em Chipre e alcançaram frente ao Omonia a terceira vitória em três jogos na Liga Europa (4-1).

Claudio Echeverri foi o 28º jogador titular com Marco Silva e Anísio Cabral tornou-se o 33º utilizado pelo técnico Claudio Echeverri tornou-se o 28º jogador diferente a ser titular no Benfica esta época. A tamanha democratização do acesso ao onze é uma prática pouco generalizada. Para efeitos de comparação, o Sporting e o FC Porto deram acesso à equipa inicial a apenas a 21 e 20 jogadores, respetivamente. De Miguel Figueiredo a Tomás Araújo, têm existido oportunidades espalhadas pelo balneário para que todos as possam encontrar.
Nem todas as peças têm encaixes universais para se unirem àquilo que têm ao lado. A beneficência de Marco Silva para com o plantel poderia romper ligações e comprometer a homogeneidade dos desempenhos, mas o Benfica tem a coordenação de uma orquestra. Com todos ao mesmo ritmo, os encarnados já ultrapassaram a fase da assimilação de uma ideia de jogo e estão agora a desenvolver alternativas. As sete mudanças introduzidas contra o Omonia em nada dificultaram o acesso à terceira vitória na fase principal da competição.
Mesmo com uma fórmula inédita, o meio-campo do Benfica foi um laboratório de química. Na elaboração do golo inaugural, os três elementos mostraram um notável entendimento dos espaços. Fredrik Aursnes caiu sobre a direita e foi lançado por Manu Silva, mais posicional. O cruzamento teve a intromissão de Echeverri, embora os créditos por ter colocado a bola dentro da baliza tenham recaído em Loïc Nego, defesa do Omonia.
Os cipriotas, que sofreram pela primeira vez na prova, são uma equipa impertinente e capaz de reduzir o volume atacante do adversário. Em vantagem, o Benfica foi paciente na procura de agredir novamente o conjunto comandado pelo norueguês Henning Berg. Os remates de longa distância eram a única maneira de o Omonia assombrar Trubin.
Um momento de supressão do rigor defensivo perturbou os encarnados, que contavam chegar na frente ao intervalo e não foram capazes de o fazer. A ousadia do setor recuado do Benfica expôs Alexander Bah à entrada de rompante de Jaden Montnor nas suas costas. O extremo livrou-se do dinamarquês e, com toda a última linha das águias ainda a reorganizar-se, premiou o surgimento de Andronikos Kakoulis na zona que devia ser vigiada por Souffian El Karouani.
Claudio El Diablito Echeverri adotou uma postura intrépida e foi imaginando apenas as consequências positivas dos seus riscos. O desamarrado jovem argentino alavancou o Benfica com a ânsia de causar uma boa impressão na estreia a titular. Quando decidiu flutuar do associativismo para um estilo mais direto, tirou um cruzamento que deixou três companheiros na cara do guarda-redes. Vangelis Pavlidis foi o mais lesto a bater Fabiano, ex-FC Porto.
O Omonia exigia uma certa atenção com as transições. Quando Aursnes também faturou, percebeu-se o motivo para os campeões de Chipre serem tão económicos na quantidade de passes. Uma ambiciosa tentativa de sair a jogar dentro da grande área permitiu a recuperação ao médio, que não desperdiçou a oportunidade.
A ponta final do jogo do Benfica foi uma demonstração da profundidade que tem vindo a evidenciar. As contas de um jogo já decidido foram fechadas por Gianluca Prestianni, após trabalho de Dodi Lukebakio. O banco de onde ambos saltaram rendeu o 4-1. Além disso, Anísio Cabral somou minutos pela primeira vez com Marco Silva ao substituir Pavlidis, que ainda atirou ao poste. Foi o 33º jogador utilizado pelo técnico esta época. Os recursos parecem não ter fim."

Este Benfica gosta mais de banquetes do que de dietas mediterrânicas


"Equipa de Marco Silva continua a passear na Liga Europa

O mar de influência sobre Nicósia e a ilha de Chipre poderia sugerir uma tragédia grega ou um banho turco, mas a região é banhada pelo Mediterrâneo, quente, tranquilo e propício, e o Benfica nele navegou com alguma calma.
Logo ao minuto 4, Vangelis Pavlidis parece ter poupado os amigos cipriotas-gregos, pois em frente ao guarda-redes adornou e a bola acabou nas mãos de Fabiano Freitas. Esse mesmo, antigo guarda-redes do FC Porto.
Não se jogava bem e ao minuto 11' Montnor começou a mostrar quem era, convidando Trubin a voar, com disparo de longe, ao centro da baliza, mas a bola ia com força e o ucraniano jogou pelo seguro, cedendo canto. Importa referir que tudo resultou de um erro benfiquista e que o Benfica viveu o susto e tentou crescer, tornando-se o adulto na sala.
Em pouco tempo ganhou a bola, ficou com ela, trabalhou-a bem e Aursnes serviu Echeverri, que atirou de cabeça, mas o gesto imperfeito beneficiou de um empurrãozinho cipriota. O golo acabaria por ser atribuído a Loic Négo.
O primeiro aviso não foi, todavia, suficiente e Ewandro reagiu ao minuto 19, atirando com perigo. Segundo alerta para os encarnados.
Os adversários têm dito que o Benfica é adversário de Champions, que é demasiado grande para navegar estas águas de Liga Europa. Neste Mediterrâneo, parecia, pois, um transatlântico, demasiado grande e forte, fora do contexto.
Os brindes, ainda assim, não cessavam, Manu ia fazendo as suas asneiras à frente da área (25'), mas o Omonia não era um paquete, era um pesqueiro lento a tentar apanhar um atum rabilho.
Passava da meia hora, o Benfica carregava, jogava bem, dominava e jogava bonito, construindo lance que poderia ter vindo do andebol, com sucessivos passes laterais, libertando Schjelderup para remate perigoso, que Fabiano deteve com dificuldade.
O perigo relativo do Omonia resumia-se praticamente ao aproveitamento das asneiras de Manu, que errou passes sucessivos em zonas perigosas: aos 36' Trubin defendeu tentativa de Montnor após mais uma entrega falhada, Marco Silva olhava para a relva...
Ao minuto 42, todavia, saía mesmo uma truta ao pesqueiro. Mas como? Se não as há naquelas águas? A defesa do Benfica tratou disso. Bah fez-se à bola à queima, com excesso de confiança, levou o popular cabrito de Montnor, que com toda a calma e categoria serviu Kakoullis, que só teve de encostar. Fez lembrar o golo do Benfica, mas mais bonito e mais consentido.
O intervalo, e ouvir (de) Marco Silva fez bem. Segunda parte autoritária, logo a abrir com golo de Pavlidis. O grego, que não celebrou em frente aos cipriotas-gregos, aproveitou uma trapalhada boa, que envolveu Bah, Fabiano e o poste e fez o 2-1, aos 48 minutos.
O mesmo Pavlidis rondou o 3-1 aos 65' e Circati ameaçou na sequência do canto, sucediam-se as oportunidades, o Omonia caía.
Marco Silva meteu então a carne toda no assador, fazendo entrar Palhinha, Sudakov e Prestianni e este também ameaçou a baliza cipriota logo aos 72'. Sem dar margem para respirar, o Benfica carregou, Pavlidis atirou ao poste aos 75', segundos depois Aursnes fazia o 3-1. O transatlântico agitava as águas, as pequenas embarcações naufragavam. Lukebakio, isolado, ofereceu o golo a Prestianni, 4-1, tudo contado. Águia de barriga cheia e sem dieta do Mediterrâneo."

Echeverri chegou, viu e já ameaça ser titular


"O argentino 'quase' marcou o primeiro golo do Benfica e 'quase' fez a assistência para o segundo. Antes e depois dessas duas jogadas mostrou ao que vem: talento, velocidade e risco

Melhor em Campo:
Echeverri (7)
El diablito, como lhe chamam na Argentina, foi o único a ter em Nicósia aquilo que se pede a um grande jogador: rasgo, talento, desequilíbrio, agressividade, velocidade e risco. Logo aos 4’, entrou como um foguete pela linha média cipriota, ofereceu o golo a Pavlidis e, na sequência da tentativa do grego, rematou para defesa fácil de Fabiano. Era o primeiro sinal positivo do argentino de Resistencia. O segundo foi o desvio de cabeça, após cruzamento de Aursnes, que originou o primeiro golo. O terceiro surgiu já na segunda parte, num lançamento perfeito para a zona do penálti na jogada do golo de Pavlidis. Deu mostras de que, a curto ou médio prazo, lutará pela titularidade.

Trubin (6) — Suplente na Liga, somou a terceira titularidade seguida na Liga Europa (Milan, Celtic e Omonia). Estava ainda relativamente frio quando teve de desviar para canto um remate forte de Montnor. Impotente para deter o desvio de cabeça de Kakoulis, que restabeleceu a igualdade.

Bah (6) — Surpreendido pelo chapéu de Montnor que esteve na origem do golo do Omonia. Recompôs-se e quase marcou instantes antes de Pavlidis fazer o segundo do Benfica. Aos 75’, serviu Pavlidis para um remate ao poste direito.

Circati (6) — Sempre que foi titular, jogou ao lado de Tomás Araújo. Foi um pouco lento a fechar a zona central no golo do Omonia, mas, de resto, assinou uma exibição sem problemas.

Tomás Araújo (6) — Sem muito trabalho pela frente, mostrou-se imponente sempre que foi solicitado a proteger a baliza de Trubin.

El Karouani (5) — Segunda vez no onze inicial, depois do jogo em Milão. Atacou sempre com algum perigo, embora a defender tenha sentido dificuldades, sobretudo no golo de Kakoulis, ao deixar-se antecipar pelo 9 do Omonia.

Aursnes (6) — Teve um jogo sossegado a fazer dupla com Manu Silva. Desenhou um cruzamento perfeito para a cabeça de Echeverri no lance do 0-1 e, bem mais tarde, recebeu um passe inesperado de Brouwers para, de primeira, assinar o 3-1.

Manu Silva (5) — Terceira titularidade da época, todas na Europa: St. Gallen, Hearts e agora Omonia (as anteriores tinham sido em Rio Maior, na goleada por 7-0 ao Casa Pia). Esteve bem a abrir na direita para o cruzamento de Aursnes que originou o primeiro golo, mas menos bem no resto do tempo, acumulando algumas perdas de bola.

Rafa Silva (3) — Esteve, mas não esteve; entrou, mas não entrou; jogou, mas não jogou. Na única oportunidade que teve para colocar em campo a sua velocidade de ponta, perto da hora de jogo, atrapalhou-se e perdeu a bola. Saiu pouco depois.

Schjelderup (5) — Discreto, como tem sido em quase todos os jogos do Benfica pós-Mundial. O único momento de algum destaque foi a participação inicial na jogada que culminou no remate de Pavlidis ao poste.

Pavlidis (7) — Dezasseis jogos, dezasseis golos. Marcou um golo à ponta de lança, aproveitando uma defesa incompleta de Fabiano, e ainda enviou uma bola ao poste direito. Além disso, como sempre, revelou-se fulcral na construção ofensiva a jogar de costas para a baliza.

Prestianni (6) — Teve um primeiro remate para defesa atenta de Fabiano e, na fase final do encontro, acompanhou pelo meio a correria de Lukebakio pela direita. Esperou a assistência do belga e encostou para o golo mais fácil da carreira: baliza aberta e sem oposição.

Sudakov (5) — Pouco mais de 20 minutos em campo, pautados pela intenção de fazer girar a bola.

Palhinha (5) — Desvio de cabeça num canto de El Karouani, seguido de dois passes falhados. Teve ainda um papel importante na compensação ao 'mostrar os dentes' a Diony, após este cometer uma falta agressiva sobre Prestianni.

Lukebakio (7) — Entrou a dois minutos do fim e, estando fresco, arrancou pela direita, passou por dois jogadores cipriotas e correu desalmado rumo à baliza de Fabiano. Podia ter rematado, mas preferiu (e bem) ceder a bola a Prestianni para o 4-1 final. Pouco tempo em campo, mas o arranque e a oferta do golo valem-lhe nota alta.

Anísio Cabral (5) — Estreia na equipa principal em 2026/27 com um remate a mostrar que, se Pavlidis e Durán se descuidarem, podem ter concorrência."

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Vermelhão: Vitória, com caras novas !!!

Omonia 1 - 4 Benfica


A vitória foi mais complicada do que o marcador transparece, a 2.ª metade da 1.ª parte foi fraca, e permitiu ao adversário acreditar, mas ao intervalo retificámos, e no 2.º tempo, demos pouca hipóteses, a pressão funcionou melhor, e podíamos ter 'matado' o jogo com o 1-3 mais cedo, algumas das bolas que não entraram, foi puro azar!!!

Foi um jogo Europeu que parecia um jogo do Tugão, com o adversário a jogar com linhas baixas, a dar a bola ao Benfica, a sair em contra-ataques rápidos, com sangue na guelra, a fazer muitas faltas cínicas, com o árbitro a permitir quase tudo, e o Benfica pouco objetivo durante muito tempo e depois quando começamos a criar mais perigo, houve alturas que parecia que a bola não queria entrar! Com a passar do tempo, também começou a ser evidente que o Omonia não tinha pernas para os 90 minutos, eles tinham jogado na Segunda, e apesar da rotação que fizeram, nunca iriam aguentar a intensidade com qual começaram o jogo!

Várias alterações no 11, quase todas esperadas, excepto o Manu! Não jogava à bastante tempo, e nesta pré-época jogou quase sempre a Central! Com a lesão do Enzo e agora do Barreiro, não temos mais ninguém para rodar com o Palhinha... Notou-se a falta de ritmo e como o Marco confirmou no final do jogo, as movimentações do Omonia surpreenderam a equipa técnica do Benfica, e tivemos que alterar o posicionamento dos jogadores durante o jogo, mas além disso, sem ser surpresa, notou-se a falta de ritmo do Manu, principalmente no início, com os minutos a passar pareceu-me mais à vontade... Mesmo assim, o passe de ruptura no 1.º golo, para o Aursens, foi dele...

O relvado parecia bom, mas a quantidade de passes falhados e recepções mal feitas, deixou no ar a ideia que não estava em grandes condições, mas o Benfica não pode falhar tantos passes fáceis, principalmente no momento a seguir às recuperações de bola... As alterações ao 11, e a falta de ritmo de alguns dos jogadores podem explicar alguma coisa, mas temos que ter mais discernimento... contra um adversário mais competente, os erros podiam ter saído caro!

Não é fácil escolher um MVP, na defesa gostei do Circati, do Araújo e do Karouani, para mim o melhor dos não titulares!!! O Echeverri entrou bem, mas acabou por ficar 'fora do jogo' demasiado tempo, naquela posição tem que 'pedir' mais a bola... agora acho que vai acabar a época, como titular indiscutível neste posição de '10'!!!


Rafa e Schjelderup para foram os jogadores 'menos' da equipa! O Rafa depois dum bom início de época, está a cair, aliás como é habitual... o Andreas, nestes jogos contra blocos mais baixos, tem sempre muita dificuldade... mas hoje, também não soube aproveitar as muitas 'piscinas' do Karouani, que merecia mais 'assistências' do mini-Bacalhau!!!


O Palhinha entrou distraído, mas o Prestianni e o Lukebakio entraram com as pilhas todas!!! Anísio entrou bem, usando o caparro para proteger a bola, e ainda foi a tempo duma 'bomba' que merecia golão!!!


Incrível como o Benfica acabou o jogo com 4 Amarelos e o adversário só com 1, e esse único Amarelo foi a 'pedido' no último minuto do jogo!!! Isto enquanto 'outros' na Champions, perdem 2-3, apesar de terem marcado dois golos 'ilegais'!!!


Viagem longa para Lisboa na Sexta, e no Domingo viagem para São Miguel, onde vamos defrontar na Segunda a equipa sensação da Liga, que foi surpreendentemente eliminada da Taça, com o Mafra, provavelmente com a cabeça e as pernas já focadas no jogo contra o Benfica... Tudo isto, num dos piores relvados do Campeonato!


Provavelmente o 11 'habitual' vai regressar, com o Samu, o Lenglet, o Dahl, o Palhinha, o Prestianni e o Sudakov... O Pavlidis saiu hoje, aparentemente com algum cansaço, e com o Durán condicionado poderá que jogar sem estar a 100%... o Bah, também me parece não estar a 100% fisicamente, mas deverá jogar!


Recordo, que na Quinta-feira seguinte, temos jogo da Taça da Liga, com um forte Gil Vicente na Luz, partida onde o Marco está praticamente obrigado a rodar todos os jogadores... mesmo todos!!!



Vitória na Sérvia...

Nis 75 - 82 Benfica
17-21, 17-24, 23-19, 18-18

Mais uma vitória Europeia, logo na Sérvia, algo bastante improvável à pouco tempo!
A exibição foi boa, principalmente na atitude, a equipa está a jogar duas vezes por semana (neste caso, foram 3 jogos, com duas viagens: Madeira e Sérvia!), sempre com grande intensidade... e mesmo com muitos erros à mistura, principalmente no lançamento ao cesto, voltámos a vencer... Pessoalmente não gosto de ver 'penetrações' com boas chances de lançar, optarem constantemente pelo passe para trás, onde temos um potencial lançamento Triplo de baixa percentagem, mas é este o nosso estilo... Só que às vezes, como no último Sábado na Madeira, as bolas não entram...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Dragão e Alvalade: noites de terror na Champions

Observador: E o Campeão é... - Um iPad e um buraco no meio-campo explicam tombo leonino?

Observador: Três Toques - Manchester City envolve-se em polémica e desce de divisão

SportTV: Semana Europeia - S02E04 - Jornada dura

Lanças...


Ganhar


"O Benfica visita o Omonia, de Chipre, em jogo da 3.ª jornada da fase de liga da Liga Europa (20h00). Este é o tema em destaque na BNews.

1. Apelo aos adeptos
"O Benfica quer continuar a sentir a força dos seus adeptos, em casa e fora, em todas as competições. Para isso, é fundamental que a paixão pelo Clube seja acompanhada por uma conduta responsável, dentro e fora dos estádios, respeitando as regras em vigor", pode ler-se.

2. Foco permanente
Marco Silva aponta o caminho para o sucesso na partida desta noite: "Temos de ser muito sérios, muito rigorosos e, acima de tudo, mostrar aquelas que têm sido as nossas grandes características: a ambição que metemos em todos os jogos, a nossa qualidade, a nossa organização, para podermos estar preparados para disputar o jogo no máximo que conseguirmos, para ganhar." 

3. Em busca da vitória
Aursnes só pensa em somar três pontos: "Queremos ganhar todos os jogos que disputamos e criar o bom hábito de procurar sempre a vitória. Respeitamos o adversário e sabemos que será um jogo difícil, mas vamos à procura da vitória.”

4. Bastidores
Do adidas Benfica Campus a Chipre…

5. Informações para os adeptos
À atenção dos Benfiquistas presentes em Nicósia para apoiarem o Benfica.

6. Confiança
Moreira, antigo jogador do Benfica e do Omonia, considera as águias favoritas para o encontro.

7. Reconhecimento
Pelo terceiro ano consecutivo, o Benfica lidera o ranking mundial dos clubes formadores do Observatório do Futebol CIES. Em entrevista à BTV, Guilherme Müller, diretor-geral do adidas Benfica Campus, entende a distinção como fator motivacional: "Vontade de fazer melhor e de continuar a produzir talento."

8. Mais um triunfo
Na fase de grupos da FIBA Europe Cup de basquetebol, o Benfica somou nova vitória, desta feita ante o BC Prievidza (98-83).

9. Dérbi na Luz
No próximo sábado, às 15h30, no Estádio da Luz, Benfica e Sporting defrontam-se em futebol no feminino. Andreia Norton apela à presença dos Benfiquistas: "Quantos mais adeptos do Benfica, melhor. Fica aqui o meu convite. Precisamos muito dos nossos."

10. Embate europeu
A equipa feminina de basquetebol do Benfica defronta o UZKK Student Nis, às 18h00, na Sérvia, a contar para a fase de grupos da EuroCup Women.

11. Benfica Escolas de Futebol
6 novas parcerias e 13 renovações firmadas.

12. Media Day
A equipa feminina de hóquei em patins do Benfica participou no media day 2026/27.

13. Mystery Dinner – Halloween Edition
É no dia 30 de outubro, das 19h00 às 23h00, em 6 camarotes do Estádio da Luz."

3x4x3

História Agora

Zero: Ataque Rápido - S09E13 - Dragão e Leão sem alma europeia

Zero: Fantasy - Jornada 9, as mudanças de treinador e as opções

Rabona: PSG Beat Barcelona, Como HUMILIATE Man United (UCL This Week)

ESPN: Futebol no Mundo #642 - PSG SEM DÓ CONTRA O BARÇA, ARSENAL E BAYERN EMPATAM, VINI 'DÁ RECADO' E MAIS!

Benfica Podcast #605 - 30 Minutes a Benfica

DeLetra #57 - ⚽ Porto e Sporting na Champions, Carlos Vicens e Manchester United

Antena 1 - Hora Bolas - Blessing Lumueno

SportTV: ReportTV - A Voz do Estádio

Zero: Tema do Dia - Elogio a estes dias de Torreense (em comunicado de oito pontos)

Cristiano Ronaldo: mil golos valem este calvário?


"Para quem adora Cristiano, como nós, tem sido doloroso percorrer este caminho sem fim para chegar onde ele quer chegar

Os últimos dias disseram-nos muito sobre o que é hoje Cristiano Ronaldo. Mais do que gostaríamos de saber, talvez.
Na segunda-feira foi castigado. Ou melhor: foi punido com aquilo a que se convencionou chamar castigo, mas que não o é. Afinal de contas, para que serve uma suspensão que não obriga o jogador a falhar um único jogo?
Vamos ser sérios: o castigo pode ser juridicamente válido, sustentado em artigos, e alíneas, e pareceres. Mas para ser verdadeiramente um castigo tem de ter um efeito disciplinar. Aquilo que arranjaram no Conselho Disciplina não tem consequências práticas, não é um castigo.
É só mais um pretexto para sublinhar o ridículo de toda esta história.
Curiosamente, no dia seguinte, terça-feira, frente ao Neom, Ronaldo falhou um penálti e desperdiçou mais duas oportunidades que pareciam golos certos. Uma delas, daquelas que fazem os adeptos perder cabelo. A dois metros da linha de golo.
E isto, sim, é que verdadeiramente preocupante.
Durante mais de vinte anos, Cristiano fez-nos acreditar que o tempo passava por toda a gente, menos por ele. Quando parecia estar a chegar ao limite, aparecia outro golo, outro recorde, outra temporada extraordinária. Ronaldo não estava a envelhecer: reinventava-se.
Foi assim que aprendemos a admirá-lo. E, muitos de nós, a amá-lo.
Quando Ronaldo marcava, marcávamos todos. Quando Ronaldo vencia, vencíamos todos. E quando Ronaldo chorava, entrava-nos qualquer coisa para o olho a todos.
Talvez seja por isso que custa tanto assistir ao que está a acontecer agora.
Não é pelo penálti falhado. Todos falham. É por tudo. É, sobretudo, por aquela sensação cada vez mais evidente de que estamos perante um jogador que continua a exigir de si próprio aquilo que o corpo já não consegue dar-lhe.
E, já agora, que continua a exigir dos outros que o alimentem por aquilo que ele foi, mas claramente já não é.
Custa escrevê-lo. Custa ainda mais a quem cresceu a vê-lo desafiar todos os limites, a marcar golos impossíveis, a resolver jogos que pareciam perdidos.
Mas o futebol não se joga com o currículo.
A recente polémica na Seleção mostrou até que ponto esta discussão se tornou difícil. Falou-se de promessas, de minutos de utilização, de respeito pelo capitão, de compromissos assumidos. Quase tudo, menos da questão fundamental: Ronaldo continua a ser a melhor solução para a equipa?
Os jogos no Al Nassr respondem, um após outro. Não é.
E há uma segunda pergunta, ainda mais difícil: até quando?
Até quando vamos continuar a partilhar este sofrimento? Até ele chegar aos mil golos?
E valerá a pena?
Mil golos seriam uma conquista extraordinária, sem dúvida. Mas há algum recorde que justifique transformar os últimos anos de uma carreira incomparável num calvário sem fim? Há algum recorde que justifique esta triste sina de lamentarmos o que ele é, em vez de celebrarmos aquilo que foi.
Enquanto a internet se diverte com coleções de falhanços, perdas de bola e outras caricaturas do nosso ídolo?
É demasiado cruel. Demasiado doloroso. Demasiado desumano.
Ronaldo passou a carreira inteira a dar-nos motivos para celebrar. Seria muito triste, para nós que o amamos, que os mil golos fossem recebidos menos como uma festa e mais como um alívio. O fim de um sofrimento.
Ou o fim de um castigo. Desta vez a sério."