Últimas indefectivações

quarta-feira, 21 de abril de 2021

Cabazada...


Benfica 4 - 0 Braga

Leté; Amado(Fidalgo, 68'), Sílvia(Seiça, 68'), Carole, Lúcia(Dantas, 75'); Pauleta, Cameirão(Christy, 62'), Faria; Kika, Cloé; Nycole(Cintra, 41')

Segundo jogo contra a mesma equipa em poucos dias, e nova vitória, esta mais 'larga' com a eficácia a ser maior, apesar do arranque perdulário!
Agora no Domingo novo jogo 'grande' contra o Famalicão (3.º classificado da Liga)... a equipa parece estar a melhorar, temos menos lesionadas, falta essencialmente o regresso do Ana Vitória... espero que a lesão da Nycole não seja grave!

Antevisão...

Ignorados na desportiva


"O socialismo aparece no fim, para a fotografia de quem teve que enfrentar mais espinhos do que rosas na sua carreira desportiva para, por mérito, conseguir resultados.

Na semana em que Telma Monteiro se sagrou campeã da Europa, foi condecorada por António Costa e João Paulo Rebelo pela honra que tem dado a Portugal com o seu mérito desportivo.
Ironicamente, o Judo e as consideradas modalidades de “alto risco” nos escalões “não profissionais” serão as últimas a desconfinar.
Será que teríamos uma Telma Monteiro hexacampeã da Europa se esta tivesse sido privada de treinar e competir enquanto júnior? Aliás, gostaria de pegar no exemplo supracitado para recordar que o sucesso de Telma começou a ser desenhado enquanto ainda pertencia ao escalão júnior, época em que conseguiu apuramento para os Jogos Olímpicos de 2004.
A formação de atletas não se consegue colocando um pó instantâneo num copo com água, como alguns parecem acreditar. Existem etapas desde o início da vida da criança, com a aquisição de competências motoras básicas (que ficaram bastante comprometidas com o encerramento dos parques infantis e o confinamento generalizado da infância) até ao seu percurso como atleta sénior.
Um ano e uns meses de paragem na vida de um jovem atleta é o suficiente para comprometer de forma fatal a evolução, rendimento e planos daqueles que têm o sonho de representar Portugal na sua modalidade.
Gostaria de perguntar ao advogado e Primeiro-Ministro António Costa e ao gestor e secretário de Estado do Desporto João Paulo Rebelo, o que diferencia uma modalidade de “baixo, médio e alto risco”?
No Futebol há menos contacto que no Judo? No surf há menos contacto que no voleibol? Quem esteve no terreno sabe que não é assim. Seguindo a mesma lógica, gostaria de confrontar o Executivo com as suas próprias contradições :
- Porque é que confinamos o desporto “não profissional”, quando este é praticado pelos grupos de menor risco e quando a obesidade é uma agravante a quem contrai o vírus da Covid-19?
- Qual a diferença, no que diz respeito ao risco de contágio, de um grupo de jovens numa sala de aula ou num pavilhão desportivo?
- Porque é que foram tomadas medidas para que o desporto profissional continuasse, independentemente “da caixinha”em que foi categorizado pelo Executivo, mas as mesmas medidas não se estenderam aos escalões desportivos “não profissionais”?
- De que forma é suposto os clubes resistirem, se têm que obedecer, sem público, sem mensalidades, sem apoios à suspensão total ou quase total das suas actividades?
A resposta é directa: o desporto “não profissional” não é tão lucrativo e precisa de apoios que, regra geral, não tem, com muitos atletas jovens a participarem em provas a expensas próprias.
O sucesso desportivo depende da meritocracia que é incorruptível e de capital. O socialismo não é amigo do capital nem da meritocracia e não a facilita. O socialismo aparece no fim, para a fotografia de quem teve que enfrentar mais espinhos que rosas na sua carreira desportiva para, por mérito, conseguir resultados.
O desporto foi, é e continuará a ser uma preocupação secundária, especialmente quando é “não profissional”, ainda que seja essencial para o desenvolvimento de um “eu moral”, para além do aperfeiçoamento físico.
Num país liberal como a Holanda, a actividade física é vista como parte indissociável da saúde do indivíduo, estando integrada no Ministério da Saúde, Bem-Estar e Desporto, tutelada pelo Vice-Primeiro-Ministro que, aliás, acumula actualmente as duas funções.
Quantos anos vamos ter que esperar, para que em Portugal haja, efectivamente, uma reforma desportiva que dignifique os atletas de todos os escalões?
Quantos anos vamos ter que esperar, para que em Portugal, ser atleta, treinador ou profissional da área em qualquer uma das suas vertentes não seja um risco com mais investimento do que lucro?
Quantos anos vamos ter que esperar para que o desporto não continue a ser ignorado na desportiva?"

Leonor...

Modalidades #43: Semanada...

105x68...

Chama...

Benfica Podcast #405 – Cock blocked

Benfica After 90 - Gil...

Museu...

Fever Pitch - João, Miguel & Pedro... Trio!

Fever Pitch - João & João... Espanha!

terça-feira, 20 de abril de 2021

Nas meias-finais...

Benfica 1 - 1 Leixões
Gouveia


Qualificados para as Meias-finais da Taça Revelação, com um 3-2 nos dois jogos, após a vitória em Matosinhos por 2-1.
Não foi o nosso melhor jogo, o Samu foi essencial na baliza, a defender um penalty e mais alguns remates perigosos, mas com 1-0 no marcador, estivemos várias vezes perto de fazer o 2-0 e 'matar' a eliminatória, mas aos 88' foi o Leixões a empatar e a criar algum suspense no final...!!!

Nota para os comentários no Canal 11, o canal da Federação Portuguesa de Futebol, que a acreditar pelas reacções, mais parecia a Leixões TV... É transversal praticamente a todas as modalidades, em todos os canais portugueses, o Benfica é tratado como fosse uma 'selecção' estrangeira a defrontar a Selecção nacional!!!

Nas meias-finais vamos defrontar o Braga, que supostamente é inferior a este Leixões... mas neste escalão, é difícil prever os valores dos adversários, já que muito depende das convocatórias!

Juntos somos milhões!


"É o que somos, nós os benfiquistas. É essa a força que temos sempre que nos juntamos pelas causas justas e pelo sonho dum Benfica Glorioso e Solidário.
Respiramos desporto, sentimos como ninguém a veia da competição, celebramos a vitória com humildade e sofremos na derrota com a certeza de aprender e emergir mais fortes.
Há algo que nos une na glória, como na adversidade. Uma pertença que ecoa por milhões de pessoas como um sentimento único que nos convoca a todos a mobilizar o melhor de nós para servir, conquistar, ir mais além.
São os nossos Valores! É a nossa Mística!
Nascida há mais de um século, quando se juntaram vontades e se construiu um sonho imenso num Portugal pequeno e profundo. Nesses dias, um Benfica que une, congrega e faz vibrar, irrompeu como um bálsamo, uma força positiva do melhor de nós a apontar para o futuro. Faltava a bola e foi com uma simples coleta que se iniciou a caminhada gloriosa do Benfica que todos conhecemos.
Desde cedo, sempre a crescer, sempre a levantar bem alto a chama imensa da força benfiquista. Sempre a vibrar pela vitória e sempre a olhar pelos que mais precisam e sofrem até que, há doze anos, criámos uma Fundação para exercer a solidariedade benfiquista.
Desde então apoiámos efetivamente mais de 200 000 pessoas, envolvidas nos projetos e ações deste Benfica Social, estivemos sempre na linha da frente em Portugal e no mundo, a fazer em nome de todos nós, sabendo que onde a Fundação faz, são os milhões de benfiquistas que estendem uma mão amiga aos que a merecem e dela precisam.
Essa força da união dos benfiquistas, que todos os anos se renova na contribuição generosa de parte do seu IRS, levou-nos pelas zonas de maior pobreza das nossas cidades como aos lugares mais remotos de um Portugal que, demasiadas vezes, ainda sofre. Também nos levou pelo mundo, sobretudo onde se fala português e se respira Benfica, das missões de São Tomé, à erupção trágica do vulcão da Ilha do Fogo em Cabo Verde, ou a alimentar mais de 25 000 vítimas do ciclone Idaí no dilacerado país irmão de Moçambique, berço de glórias imortais como Coluna ou Eusébio. Levou-nos ainda pelos terramotos do Haiti e do Nepal, ou mais proximamente às vítimas de tempestades na Madeira, dos gigantescos incêndios de 2017, de explosões mortíferas que ceifaram famílias inteiras a projetos de combate à pobreza infantil e abandono escolar, apoio alimentar a idosos isolados de todo o país e tanto, tanto mais, que infelizmente ainda é preciso fazer e continuar a fazer.
Num tempo em que a COVID nos pôs duramente à prova a todos, o Benfica mostrou uma vez mais quem é e como são os benfiquistas quando se juntam.
Agarrou em dinheiro vivo e ajudou generosamente o SNS com um milhão e duzentos mil euros em materiais de proteção, ventiladores e apoios a 3000 idosos, a 450 pessoas sem-abrigo, a refugiados, e outras ações. Isto em pleno início da pandemia, com o país assustado e apreensivo face às incertezas do futuro, com as ruas vazias de gente, os estádios silenciados, as farmácias vazias de álcool e os hospitais a lutar por meios essenciais de proteção e assistência.
Tudo isto fizemos com humildade e sentido de missão. Mas não é da Fundação a obra, e sim dos benfiquistas, que são o Benfica, que a fundaram e acarinham bem no coração da chama imensa que anima e engrandece o nosso Benfica.
Esta é, na verdade, uma história extraordinária e exemplar de como todos unidos em torno de um sonho comum podemos atingir tudo, mas também de como, todos unidos a contribuir para uma obra social, podemos ajudar.
Por isso, olhemos para estas lições da história benfiquista e, de mãos dadas e sonhos unidos, continuemos a apoiar quem necessita.
Como? Através do simples ato de consignar 0,5% do IRS de cada um, inscrevendo 509259740 no IRS e ajudando, sem custos, a Fundação Benfica. Porque juntos somos milhões!"

Superliga Europeia: desmentido


"O Sport Lisboa e Benfica esclarece que são inteiramente falsas as informações publicadas hoje no jornal "Record", relativas a pretensas negociações tendentes a uma participação na Superliga Europeia, reiterando, mais uma vez, a sua total oposição ao projeto.
O Sport Lisboa e Benfica foi o primeiro clube português a expressar publicamente a sua objeção a uma Superliga Europeia, em novembro do ano passado, na sequência de uma entrevista do seu CEO, Domingos Soares de Oliveira.
O Sport Lisboa e Benfica, no âmbito da sua presença na ECA – Associação Europeia de Clubes, sempre se manifestou contrário a qualquer competição fora do âmbito da UEFA, tendo, inclusive, contribuído ativamente para a reformulação do modelo competitivo da Liga dos Campeões pós-2024 (P24).
O Sport Lisboa e Benfica sempre esteve, e estará, solidário com a UEFA e com os valores do futebol europeu: meritocracia, solidariedade e inclusão.
O Sport Lisboa e Benfica lamenta, uma vez mais, que o jornal "Record" insista em publicar informações falsas, dando crédito infundado a fontes meramente interessadas em condicionar e desmerecer a instituição."

Benfica FM #155 - Gil...

Visão Vermelha S2E29 - Gil...

O Cantinho Benfiquismo #48 - Super Gil & Super League

SL Benfica | As 5 melhores defensivas da história encarnada


"Mau feitio ou talvez apenas má vontade, quando Leauty decide agarrar-se à bola e fazer golo de belo efeito à passagem do minuto 35, longos dias de apreciações e estudos acerca da estabilidade defensiva do SL Benfica caíram por terra e expuseram realidade que nos permite distinguir, com toda a certeza, muitos dos fatores que comprometeram os resultados desta temporada ao insucesso.
Ainda assim, os 715 minutos que Helton Leite conservou a invencibilidade são registo digno de destaque na secção dos recordes do Museu Cosme Damião, colocando o nome ao lado de Bento, Júlio César ou Ederson – e esta fase, que durou praticamente mês e meio, será o único apontamento positivo duma época condenada ao fracasso desde agosto.
Numa tentativa de tentar conhecer melhor qual a dimensão dos feitos defensivos dos encarnados, enumeramos cinco das mais memoráveis retaguardas do clube da Luz, quartetos ou quintetos que permitiram açambarcar condições ideais para as linhas atacantes puxarem a si a fama das mais gloriosas noites .
Entendível num clube que formatou a sua abordagem tática ao culto do golo e de correntes estéticas mais atrevidas, encarando o jogo como espaço de entretenimento supremo e a obtenção da vitória com recurso ao 5-4 em vez do 1-0 – filosofia bem explícita na famosa frase de Bella Gutmann: «Não me desgosta nada que o adversário marque três ou quatro golos desde que a minha equipa marque quatro ou cinco… Primeiro, marcar golos. Depois, tentar não os sofrer. Eis a filosofia do meu futebol».
Nestes pressupostos, elegem-se cinco conjuntos de operários prontos ao sacrifício da fama em prol dos objetivos coletivos, apoiando na estatística o critério das escolhas.

1. 1961/63 – Costa Pereira, Mário João, Germano, Ângelo, Neto e Cruz – Na primeira final, em teoria o FC Barcelona obrigava a esforços redobrados na planificação de resultado positivo. O jogo confirmou essa ideia, em hora e meia de cerco à baliza de Costa Pereira.
Em Wankdorf, o SL Benfica ainda não era em 4-2-4 como foi durante o resto da década, de forma a acomodar Eusébio e Simões na última linha. O primeiro a ter sucesso, o de 60/61, apresentava-se ainda no já ultrapassado WM, e os cinco magníficos que aguentaram as investidas de Suárez, Kocsis, Kubala, Czibor e Evaristo gravaram a letras garrafais o seu nome pela coragem e sentido prático demonstrados, posicionados em dois + três: Mário João e Ângelo, direita e esquerda, Germano como pêndulo que, ora equilibrava atrás, ora saía a jogar e fazia linha mais à frente com Neto e Cruz.
Na final do ano seguinte, a transição já se dera entretanto para o novo sistema, e Neto sairia das opções iniciais, permitindo a Germano e Ângelo comporem a primeira grande parelha de centrais encarnada.

2. Época 1977/78 – Bento, Alberto Bastos Lopes, Humberto Coelho, Eurico e Alberto – Um SL Benfica treinado por John Mortimore mantém-se invicto num campeonato a 30 jogos, mas o exagero de empates (nove) são fator crucial para desempatar o título. O FC Porto acaba com os mesmos pontos (51), mas com maior diferença de golos. A média de 0,36 golos sofridos por jogo são a segunda melhor média nacional de sempre – a seguir ao FC Porto de 1979-80 que sofreu apenas nove golos no mesmo numero de jogos -, e refletem o assombroso impacto de 20 clean sheets!, estatística que revela bem o rigor defensivo de uma turma encarnada que só encontrou verdadeiro opositor num Liverpool FC cheio de estrelas – campeões europeus em título, Bob Paisley comandou Dalglish e companhia com perícia na construção de um resultado agregado de 6-2 (o descalabro benfiquista veio em Inglaterra, 4-1), avançando rumo às meias-finais e posteriormente a nova vitória na competição.

3. Época 1988/89 – Silvino, Veloso, Ricardo Gomes, Mozer e Álvaro/Fonseca – A época começou sobressaltada. O FC Porto, com sede de vingança pela derrota no caso Ademir, esquece o pacto de cavalheiros entre os dois clubes e vai à Luz roubar Dito e Rui Águas. Toni mantinha-se no banco e para remendar a equipa atravessa o Atlântico – vai a Porto Alegre convencer os responsáveis do Grémio a vender a sua jóia, de nome Valdo, e arranca para o Rio de Janeiro, onde reuniria com os responsáveis do “Flu” para acertar contas em relação à compra do passe de Ricardo Gomes, que chegado à Luz trata de se conciliar imediatamente com Mozer.
Resultado: 15 golos sofridos em todo o Campeonato Nacional. Se aos dias de hoje já é registo assinalável, atentemos que à época competiam 20 equipas, totalizando 38 jornadas. Os 0,39 golos sofridos por encontro imortalizaram principalmente a dupla de centrais, que marcaram uma época no SL Benfica e eram titulares na seleção canarinha. Contudo, não esquecer a presença do capitão Veloso e da intermitência de Álvaro Magalhães à esquerda, que permitiu a ascensão de um jovem Fonseca. O sucesso no campeonato não se transmitiu para o resto das competições, com eliminação precoce na Europa (aos pés do Standard Liége) e derrota na final da Taça de Portugal, frente ao CF Belenenses de Marinho Peres.

4. Época 1987/88 – Silvino, Veloso, Dito, Mozer e Álvaro – Entra aqui a linha defensiva da equipa que regressou às finais continentais pós-década de 60, exatamente pelo registo defensivo notável na prova – um único golo sofrido no caminho até á final. Partizan de Tirana, Aarhus, Steaua de Bucareste e PSV foram incapazes de importunar as redes encarnadas, só o RSC Anderlecht, em Bruxelas, conseguiu saborear um golo marcado à defesa de betão. Proeza que exigiu muito método e concentração, como se pode atestar pelo vídeo. O autor? Um tal de Arnór Gudjohsen. Sim, o apelido e o talento não enganam: é o pai de Eidur Gudjohsen, ex-jogador de Chelsea FC e FC Barcelona.

5. Época 2013/14 – Oblak; Maxi Pereira, Luisão, Garay e Siqueira – Se seria justo referir o impressionante registo de 2014-15 (16 golos sofridos em 34 jornadas)? Sim, mas como fugir dos fabulosos seis meses de Jan Oblak de águia ao peito? Como ignorar alguém capaz de 21 clean sheets em 26 jogos? De alguém que nesse período tenha apenas sofrido seis golos?
A desenvoltura do esloveno a trancar a baliza a sete-chaves – que exibição portentosa em Turim! – foi a base da enorme capacidade de sofrimento daquele SL Benfica. Quando a qualidade é deste calibre, todos os jogos parecem fáceis. Como eram muitas vezes as suas defesas, as quais tornavam remates perigosos em bolas aparentemente inofensivas. O momento da lesão de Artur, a meio de dezembro de 2013 num jogo frente ao SC Olhanense foi ponto de viragem na vingança dos fatídicos momentos de 2012-13."

SL Benfica | As 4 piores vendas do passado recente encarnado


"Nem sempre os clubes sabem comprar e vender da melhor forma, e o SL Benfica não é exceção. Por um lado, temos os flops, aqueles jogadores que são contratados com a esperança de se tornarem verdadeiras estrelas no clube e acabam por não render aquilo que se esperava, mas por outro, às vezes os flops são mesmo os clubes que vendem os jogadores antes de estes poderem mostrar o seu valor. 
Hoje falaremos nas piores vendas do Sport Lisboa e Benfica no passado recente, acrescentando uma venda que foi feita ainda no século passado, mas que tem repercussões até aos dias de hoje.Falarei de lendas de outros clubes, de negócios em carrossel, da “saga dos 15” e ainda de como “perder” 40 milhões de euros por causa de uma cláusula de compra.

1. Deco
Muitos não o sabem, mas Deco foi jogador do SL Benfica antes de se tornar numa lenda de um dos maiores rivais dos encarnados, o FC Porto.
O “mágico” chegou a Portugal através do SL Benfica proveniente do SC Corinthians e foi imediatamente emprestado ao FC Alverca na primeira temporada. No seu segundo ano em Portugal, o SC Salgueiros garantiu o jogador, também a título de empréstimo.
Deco não havia de realizar um único jogo de águia ao peito. A 31 de março de 1999 o SL Benfica vendeu Deco por 8 milhões de euros ao Futebol Clube do Porto para este se tornar uma verdadeira lenda dos Dragões, fazendo carreira ainda no FC Barcelona e Chelsea FC.

2. Bernardo Silva
Um dos jogadores pior aproveitados que saíram do Seixal. Bernardo Silva é magia, é drible, é inteligência, mas nada disso foi aproveitado pelo SL Benfica.
Com muita concorrência para um menino que na altura tinha apenas 20 anos, nunca teve uma verdadeira oportunidade na equipa principal após ter percorrido todos os escalões de formação do clube encarnado.
Saiu no carrossel de vendas por 15 milhões de euros e o seu valor de mercado foi sempre a subir. Atualmente vale cerca de 70 milhões de euros e é um dos “meninos bonitos” no Manchester City FC de Guardiola.
Mais uma vez, 15 milhões é muito dinheiro para um jovem sem provas dadas, mas por outro lado, é um risco vender sem dar oportunidades. A saga dos 15 atacou mais uma vez.

3. João Cancelo
João Cancelo foi, por muitos anos, uma das joias da formação encarnada. Percorreu alguns escalões de formação no FC Barreirense até chegar ao Seixal para se afirmar como um dos jovens mais promissores da sua geração.
O Sport Lisboa e Benfica promoveu Cancelo à segunda equipa encarnada, onde realizou 51 jogos. Na sua segunda temporada como sénior, Cancelo estreou-se a jogar pela equipa principal, mas foi um percurso muito curto. Dois jogos depois e havia sido vendido ao Valência CF a troco de 15 milhões de euros.
Aquele que poderia ter sido um bom negócio, (pois convenhamos, 15 milhões por um jogador que não tinha ainda provas dadas no futebol era um bom negócio) acabou por sair furado. Cancelo é, atualmente, um dos melhores laterais do mundo com um valor de mercado a rondar os 50 milhões de euros.

4. Luka Jovic
Luka Jovic é um dos piores negócios da história do SL Benfica. Não porque por aquilo que jogava no clube (muito pelo contrário), mas pelos contornos em que o negócio foi realizado. 
Ora bem, Jovic foi emprestado ao Eintracht Frankfurt com uma taxa de empréstimo de 200 mil euros e com opção de compra na ordem dos 22 milhões de euros. Pois bem, aquele parecia um valor irrisório, mas Jovic destacou-se na Bundesliga nesse ano e surgiam interessados no jogador um pouco por toda a Europa.
O Real Madrid CF era um dos interessados e apresentou uma proposta de 63 milhões de euros ao… Eintracht Frankfurt. Portanto, a equipa alemã ativou a cláusula de compra de 22 milhões de euros e vendeu o jogador logo de seguida ao Real Madrid CF por 60M. Um lucro de 40 milhões instantaneamente.
Um dos piores negócios do Sport Lisboa e Benfica."

Benfica FM - Vinícius....

Fever Pitch - João & Markus... Alemanha!