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quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Zero: Reportagem - Ferroviários...

Bola de Ouro: qual é a lógica disto?


"A France Football até pode escrever trinta textos para trinta vencedores diferentes, ninguém vai estranhar

Na tarde da gala, o site oficial Bola de Ouro publicou, por engano, três textos a felicitar três vencedores diferentes: Lamine Yamal, Harry Kane e Mbappé.
Perante o burburinho na sala, a organização apressou-se a explicar que não havia batota, era tudo perfeitamente normal: os textos estavam preparados para cobrir os três possíveis vencedores. O que, parecendo que não, se revelou o momento mais transparente da noite.
E é precisamente aí que interessa chegar.
A France Football, no fundo, teve o bom senso de assumir que era capaz de encontrar um conjunto de argumentos para justificar qualquer vencedor. É como Groucho Marx: tem estes princípios, mas se não gostarem, ele arranja outros.
Finalmente fez-se luz, portanto.
É que estava difícil encontrar uma lógica naquela classificação final. Senão, pensem comigo.
Disseram-nos que os portugueses foram prejudicados pelo mau Mundial da Seleção. Vá, aceitemos a regra. Mas se o Mundial pesa tanto, porque é que Lamine Yamal, campeão do mundo, ficou atrás de dois jogadores que não chegaram à final? E como é que Kvaratskhelia foi o melhor jogador do PSG, se nem sequer esteve no Mundial?
Não, calma, o primeiro critério afinal é o rendimento individual: é isso que diz o regulamento da Bola de Ouro.
Então porque é que Fabián Ruiz ficou à frente de Vitinha? Aliás, que explicação pode haver para o patrão de todo o futebol do PSG bicampeão europeu não passar do 14.º lugar? E como é que Cucurella ficou à frente de Nuno Mendes? Já agora, e Bruno Fernandes, eleito o melhor da Premier League e recordista de assistências, não merecia mais do que a 27.ª posição? Quer dizer, o homem fez 21 assistências, será que o júri não viu nenhuma? Ou acha que o rendimento individual podia ter sido melhor? Ao nível, porventura, de um Upamecano?
A verdade é que cada resultado, sozinho, até pode ter uma explicação razoável. Por experiência já sabemos que a France Football arranja argumentos para qualquer um.
Harry Kane ganhou pelos golos. Lamine Yamal perdeu apesar dos títulos de campeão de Espanha e do Mundo. Mbappé ficou no meio sem precisar de nenhum dos dois.
O problema aparece no fim, quando se tenta juntar tudo numa única lógica. Aí damos de caras com a falta de coerência e percebemos que não vale a pena tentar mais. A Bola de Ouro não distingue o melhor do mundo: distingue o mais votado. É no fundo uma espécie de Festival da Eurovisão, mas de smoking. E com um ar menos absurdo, vá."

Os três grandes querem um futebol maior ou apenas ser maiores?


"O futebol português tem três clubes de enorme dimensão, com uma história que merece respeito, milhões de adeptos e uma capacidade de mobilização que ultrapassa fronteiras. Benfica, FC Porto e Sporting são referências incontornáveis do nosso desporto e protagonistas da sua afirmação internacional. Mas talvez tenha chegado o momento de colocar uma pergunta: estarão empenhados em construir um futebol português mais forte ou demasiado concentrados em garantir que continuam a ser os mais fortes dentro dele?
Defender os interesses de um clube é uma obrigação dos seus dirigentes. Mas compreender que esses interesses dependem também da qualidade, da competitividade e da sustentabilidade do futebol onde compete deveria ser uma responsabilidade estratégica.
Durante demasiado tempo, habituámo-nos a discutir o futebol português a partir das rivalidades, das disputas de influência e das vantagens imediatas. Falamos de quem ganha, de quem perde e de quem consegue impor a sua posição. Falamos bastante menos sobre aquilo que estamos a construir em conjunto. Talvez resida aí uma das nossas maiores fragilidades estruturais.
O futebol não é apenas uma competição entre clubes. É um ecossistema de interesses interdependentes.
Nenhum clube, por maior que seja, consegue criar sozinho uma competição valorizada. Precisa de adversários competitivos, estádios com público, organizações credíveis, estabilidade financeira, talento e um produto desportivo capaz de despertar interesse dentro e fora do país.
Os clubes são adversários dentro das quatro linhas, mas também parceiros na construção do espetáculo que procuram valorizar. Esta realidade, aparentemente simples, nem sempre encontra tradução nas decisões estratégicas do nosso futebol.
Um campeonato forte não se constrói apenas com três candidatos ao título. Constrói-se com clubes capazes de competir, investir com responsabilidade, desenvolver jogadores e oferecer contextos desportivos exigentes ao longo de toda a época. A competitividade não é um obstáculo ao crescimento dos grandes. É uma condição para que esse crescimento seja sustentável.
Não se trata de pedir aos clubes de maior dimensão que renunciem à sua ambição. Trata-se de reconhecer que a liderança também se exerce através da capacidade de promover consensos em matérias que ultrapassam os interesses particulares.
A valorização dos direitos audiovisuais, a organização dos calendários, a internacionalização das competições, a sustentabilidade financeira, a formação e a melhoria das infraestruturas deveriam integrar uma agenda estratégica capaz de aproximar instituições que, desportivamente, continuarão sempre a ser rivais.
Naturalmente, não podemos atribuir toda a responsabilidade aos três grandes. Seria uma análise redutora e injusta.
A Liga, a Federação e os restantes clubes têm igualmente responsabilidades na definição de prioridades, na qualidade da gestão e na construção de soluções duradouras. Não podemos exigir uma visão coletiva aos mais poderosos e aceitar que os restantes intervenientes se limitem a reclamar melhores condições sem assumirem compromissos de profissionalização, transparência e sustentabilidade.
Um ecossistema saudável exige direitos, mas também obrigações. Exige solidariedade, mas igualmente responsabilidade. Exige liderança, mas também instituições preparadas para a exercer. É nesta capacidade de conciliar interesses diferentes que se distingue uma organização madura de um conjunto de entidades que apenas partilham o mesmo espaço competitivo.
O verdadeiro desafio não é conseguir que todos pensem da mesma forma. É conseguir que todos reconheçam aquilo que têm interesse em construir em conjunto.
A formação é um exemplo evidente desta interdependência. O percurso de um jogador raramente se esgota numa única instituição. Começa muitas vezes em clubes de menor dimensão, desenvolve-se em diferentes contextos competitivos e pode culminar nos principais palcos internacionais. Cada etapa acrescenta valor.
Quando um clube formador perde capacidade de investimento, quando faltam infraestruturas ou quando os escalões competitivos deixam de oferecer condições adequadas ao desenvolvimento, não é apenas essa instituição que fica prejudicada. É toda a cadeia de valorização do talento que se fragiliza.
O mesmo raciocínio aplica-se à sustentabilidade económica. Uma Liga mais atrativa, competitiva e bem organizada poderá aumentar receitas comerciais, captar investimento, valorizar jogadores e reforçar a sua presença internacional. Mas essa ambição exige continuidade estratégica e uma visão que não se altere em função dos resultados de cada jornada. 
O futebol português precisa de deixar de confundir influência com liderança.
Ter influência significa possuir capacidade para defender uma posição. Exercer liderança significa também mobilizar outros em torno de objetivos que produzam benefícios duradouros. Os três grandes, pela sua dimensão, têm condições privilegiadas para assumir esse papel. Não porque lhes pertença a responsabilidade exclusiva pelo futuro, mas porque dificilmente conseguiremos transformações estruturais sem a sua participação ativa.
Importa que essa liderança seja acompanhada por instituições fortes, mecanismos de decisão transparentes e uma cultura de compromisso que sobreviva às mudanças de dirigentes. O nosso futebol não pode depender exclusivamente da boa vontade momentânea de quem ocupa determinados cargos. Precisa de uma estratégia partilhada, com prioridades claras, objetivos mensuráveis e capacidade de execução.
Talvez esteja na altura de substituir parte da energia dedicada às disputas institucionais por uma discussão séria sobre o futebol que queremos construir na próxima década. Que modelo competitivo pretendemos desenvolver? Como aumentar o valor das competições? Que condições oferecer aos clubes formadores? Como atrair investimento responsável e garantir maior estabilidade às organizações?
Estas perguntas não deveriam pertencer a uma direção, a um clube ou a um mandato. Deveriam integrar um compromisso transversal com o futuro do futebol português.
Não precisamos de eliminar rivalidades. Fazem parte da identidade e da riqueza do nosso futebol. Precisamos de distinguir os momentos em que devemos competir daqueles em que temos a obrigação de cooperar.
Porque a verdadeira dimensão de um clube não se mede apenas pelos títulos que conquista, pelas receitas que gera ou pelos adeptos que mobiliza. Mede-se também pela capacidade de contribuir para o desenvolvimento do contexto em que está inserido.
Benfica, FC Porto e Sporting não precisam de ser menos grandes para que os outros possam crescer. Precisam de compreender que a sua própria grandeza pode ser reforçada por um futebol português mais forte.
O futebol português não precisa apenas de clubes cada vez maiores. Precisa de clubes capazes de tornar maior o futebol português."

quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Lixívia ---- 9 (26/27)


Tabela Anti-Lixívia
Benfica.........22 (-1) = 23
Corruptos...27 (+7) = 20
Sporting...... 18 (-1) = 19
Braga...........13 (-2) = 15

Mais uma ronda digna do Tugão, uma Liga que compete orgulhosamente com qualquer outra, pelo título da mais Corrupta do Planeta!!! A vergonha é coisa que não existe no Tugão, nem têm a mínima noção das figuras que fazem!!! Tudo fazem para entregar as encomendas, tudo fazem para inquinar os resultados, e quando não o conseguem, ficam nervosos!!!

Tudo começou em Barcelos, mais um jogo onde os Corruptos, gozaram o prato, faltas constantes, sistemáticas, e premeditadas, sem qualquer freio... Simulações em brada, mais de metade das faltas assinaladas contra o Gil Vicente, não existiram... como é costume em todos os jogos!!! Num dos lances mais absurdos, numa jogada dentro da área dos Corruptos, um jogador do Gil tentou furar no meio de dois defesas, a bola ficou solta, numa série de ressaltos, a dúvida normal até seria perceber se teria havido um potencial penalty, mas o Godinho apita imediatamente falta ofensiva, completamente contra o instinto de qualquer pessoa independente que tenha assistido àquela jogada!!! O medo dum ressalto, ou de um acidental toque, que obrigasse a assinalar penalty contra os Corruptos, o ladrão apita preventivamente, para evitar 'manchar' a sua carreira com uma decisão que 'contra' os patrões!!!

E depois, quando era tempo de garantir a vantagem mínima, uma expulsão absurda, com o VAR a ficar calado!!! Mais uma medalha para o curriculum do Godinho!!!


Na Choupana, mais uma derrota do Braga, num jogo onde o grande caso foi mesmo o golo do Nacional!
A jogada é confusa, mas no final na minha opinião foi bem decidida. É um daqueles Casos onde o fora-de-jogo é subjetivo, porque depende da interpretação dos árbitros, sobre o toque de bola do defesa: foi intencional, ou não... na minha opinião, existe mesmo uma cabeçada intencional, que acaba por ser considerado um passe... portanto, não podia ser fora-de-jogo! Ao contrário da semana passada, onde o Braga beneficiou duma interpretação errada, num lance parecido...

No Alvalixo, jogo com muitos potenciais Casos, principalmente na 1.ª parte, muitos na área do Académico, com os Lagartos, a mergulharem para a piscina, constantemente. Faltaram os Amarelos por simulação...

Mas o 'erro' grande, aconteceu no golo anulado ao Académico, que seria o 0-2 naquela altura: o fiscal assinalou falta num lançamento lateral, suspostamente porque o jogador do Académico, teria um pé totalmente dentro do campo, sem pisar a linha, mas as imagens disponíveis não são claras, aliás, pessoalmente parece-me que o calcanhar do jogador do Académico está mesmo a pisar a linha... Felizmente, acabou por não ter impacto no resultado...

Nota ainda para uma agressão do Maxi Araújo, mais uma, que passou em claro! No lance do penalty revertido bem o VAR...


Chegados a Segunda, nos Açores, mais uma aula de como inclinar um jogo de princípio ao fim!!!
Sim os Centrais do Santa Clara foram Amarelados na 1.ª parte... foram cartões 'obrigatórios' nenhum corrupto poderia os ignorar... mas logo no arranque do 2.º tempo, um desses Centrais deveria ter levado o 2.º Amarelo!!! No final acabou por perdoar uns 3 ou 4 Amarelos aos jogadores da Casa... Dando permissão para dar porrada...

O lance mais grave, foi o penalty não assinalado sobre o Bah. O defesa, levanta o braço e atinge o Bah na cara. A intencionalidade é irrelevante! As desculpas dadas pelos comentadores, são absurdas...
Ainda antes, já o Prestianni também tinha levado uma chapada, sem acção disciplinar! O 'zelo' da expulsão do Lenglet já foi esquecido!!! Ainda na primeira parte o Prestianni foi vitima duma entrada por trás, na zona do tendão de Aquiles, que nem sequer foi falta...!!!

Ainda houve outro lance, sobre o Schjelderup que passou em claro, a falta é evidente, mesmo à frente do focinho do ladrão... a única dúvida é se a falta foi cometida dentro ou fora da área... e ele não marcou nada!!! E a repetição do ângulo que podia esclarecer, não apareceu!!!

Ao intervalo, com o Benfica a jogar abaixo do seu potencial, e em desvantagem, creio que muitos acreditaram que o Benfica ia escorregar! O Benfica construiu a remontada... e isso no fim, deixou muita gente com azia, a começar pelo bando de vagabundos no plantel do Santa Clara, mas o mais aziado foi mesmo o corrupto do apito!!!

Aparentemente, justificou a expulsão do Durán, com 'palavras imperceptíveis'!!! A ser verdade, seria motivo suficiente para uma irradiação...!!! No mínimo! Aparentemente, expulsou o Mário Branco, porque este lhe disse: 'não vamos estragar o jogo, agora'!!!
Esta gente não tem qualquer condição para apitar jogos de futebol profissional... esta gente está completamente condicionada, por terceiros, e pela sua consciência! Confunde o seu clubismo, e a sua vontade de fazer carreira profissional na arbitragem, com a obsessão de agradar ao patrão, nem que lhes tenha que fazer um broche, mesmo quando ninguém o pediu!!! Subserviência, pura e dura... com dinheiro, putas, fruta, e ódio ao Inimigo de 'encarnado' metido ao barulho!!!


Anexos (I):
Benfica
1.ª-Académico(c), E(2-2), D.R. Silva(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
2.ª-Casa Pia(f), V(0-7), Pinheiro(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, (0-9), Sem influência
(Adiado)
4.ª-Estoril(c), V(2-1), H. Carvalho(Martins, Cidade), Prejudicados, (3-1), Sem influência
5.ª-Marítimo(f), V(0-3), Guelho(M. Oliveira, V. Maia), Prejudicados, (0-4), Sem influência
(Atraso)
3.º-Moreirense(f), V(0-4), Veríssimo(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, (0-5), Sem influência
6.ª-Gil Vicente(c), V(3-1), J. Gonçalves(Barradas, Babo), Prejudicados, Sem influência
7.ª-Corruptos(f), D(3-1), Nogueira(L. Ferreira, Bessa Silva), Prejudicados, (0-0), (-1 ponto)
8.ª-Guimarães(c), V(2-0), Godinho(P. Ferreira, L. Ferreira), Prejudicados, (3-0), Sem influência
9.ª-Santa Clara(f), V(1-2), C. Pereira(Rui Soares, M. Azevedo), Prejudicados, (1-3), Sem influência

Sporting
1.ª-Estrela(f), E(2-2), J. Gonçalves(Martins, Cátia T.), Prejudicados, (2-3), (-2 pontos)
2.ª-Guimarães(c), V(3-2), D. R. Silva(M. Oliveira, I. Pereira), Nada a assinalar
3.ª-Alverca(c), V(3-1), Veríssimo(Malheiro Pinto,A.Campos), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Rio Ave(f), V(0-4), B. Costa(Rui Soares, M. Azevedo), Nada a assinalar
5.ª-Nacional(c), V(2-0), Pinheiro(P. Ferreira, Eiras), Nada a assinalar
6.ª-Famalicão(f), E(1-1), Godinho(Esteves, A. Campos), Beneficiados, (1-0), (+1 ponto)
7.ª-Arouca(c), E(2-2), D.R. Silva(Malheiro, Rui Cidade), Nada a assinalar
8.ª-Braga(f), V(1-3), Pinheiro(Mota, P. Miranda), Beneficiados, (2-3), Impossível contabilizar
9.ª-Académico(c), D(1-2), Nogueira(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (1-3), Sem influência

Corruptos
1.ª-Alverca(c), V(2-0), Godinho(Esteves, Catarina C.), Nada a assinalar
2.ª-Rio Ave(f), V(0-2), Fonseca(Cláudia R., A. Campos), Beneficiados, (1-2), Impossível contabilizar
3.ª-Arouca(c), V(2-0), Pinheiro(Mota, Bessa Silva), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Académico(f), V(0-2), Nogueira(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, (0-1), Impossível contabilizar
5.ª-Moreirense(c), V(2-1), Nobre(Esteves, Sancho), Beneficiados, (0-1), (+3 pontos)
6.ª-Casa Pia(f), V(1-4), Bessa(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, Beneficiados, (1-5), Sem influência
7.ª-Benfica(c), V(3-1), Nogueira(L. Ferreira, Bessa Silva), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
8.ª-Marítimo(f), V(1-2), J. Gonçalves(Martins, A. Campos), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
9.ª-Gil Vicente(f), V(0-1), Godinho(P. Ferreira, L. Ferreira), Beneficiados, Impossível contabilizar

Braga
1.ª-Moreirense(f), E(2-2), Bessa(Vasilica, P. Eiras), Nada a assinalar
(Adiado)
(Adiado)
4.ª-Guimaráes(c), V(1-0), Narciso(Rui Costa, T. Leandro), Nada a assinalar
5.ª-Alverca(f), V(1-2), Godinho(Barradas, Babo), Nada a assinalar
(Atraso)
3.ª-Estrela(f), D(2-1), Vasilica(M. Oliveira, L. Ferreira), Nada a assinalar)
6.ª-Estoril(c), V(1-0), D.R. Silva(Malheiro, A. Campos), Nada a assinalar
7.ª-Santa Clara(f), E(0-0), Veríssimo(P. Ferreira, Eiras) Nada a assinalar
8.ª-Sporting(c), D(1-2), Pinheiro(Mota, P. Miranda), Prejudicados, (2-3), Impossível contabilizar
(Atraso)
2.ª-Gil Vicente(c), D(1-2), Correia(Rui Oliveira, F. Monteiro), Beneficiados, Prejudicados, (1-1) (-1 jogo)
9.ª-Nacional(f), D(1-0), Bessa(Rui Costa, Bessa Silva), Nada a assinalar

Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):

Benfica
2/1

Sporting
2/1

Corruptos
3/1

Braga
0/1

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade)
Castigados (Favor - Contra):

Benfica
1/1
Minutos:
1 - 65 = -64

Castigados:
3 - 1

Sporting
2/0
Minutos:
16 - 0 = +16

Castigados:
2 - 2

Corruptos
3/0
Minutos:
86 - 0 = +86

Castigados:
1 - 0

Braga
1/0
Minutos:
32 - 0 = +32

Castigados:
4-0

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Média Faltas/Amarelos - Favor/Contra

Benfica
20(12) / 110 - 148 / 28(15)
Média: 5,5 / 5,2

Sporting
19(7) / 107 - 117 / 23(13)
Média: 5,6 / 5,08

Corruptos
9(4) / 128 - 101 / 15(8)
Média: 14,2 / 6,7

Braga
19(6) / 119 - 122 / 23(10)
Média: 6,2 / 5,3

Anexos (IV):
Com influência / pontos (árbitros ou Var's):
Benfica
Nogueira - -1
L. Ferreira - -1

Sporting
Godinho - +1
Esteves - +1
J. Gonçalves - -2
Martins - -2

Corruptos
Nobre - +3
Esteves - +3
Nogueira - +2
L. Ferreira - +2
J. Gonçalves - +2
Martins - +2

Braga
Correia - -1
Rui Oliveira - -1

Anexos(V):
Número de jogos com Erros a Favor/Contra
Árbitros/VAR (Número de nomeações totais)

Benfica
Erros:
0 - 8 = -8
Árbitros/VAR:
Pinheiro: 0 - 1 = -1 (1)
H. Carvalho: 0 - 1 = -1 (1)
Martins: 0 - 1 = -1 (1)
Guelho: 0 - 1 = -1 (1)
M. Oliveira: 0 - 1 = -1 (1)
Veríssimo: 0 - 1 = -1 (1)
J. Gonçalves: 0 - 1 = -1 (1)
Barradas: 0 - 1 = -1 (1)
Nogueira: 0 - 1 = -1 (1)
L. Ferreira: 0 - 1 = -1 (1)
Godinho: 0 - 1 = -1 (1)
P. Ferreira: 0 - 1 = -1 (1)
C. Pereira: 0 - 1 = -1 (1)
Rui Soares: 0 - 1 = -1 (1)
Rui Costa: 0 - 2 = -2 (2)

Sporting
Erros:
4 - 1 = 3
Árbitros/VAR:
Veríssimo: 1 - 0 = 1 (1)
Malheiro Pinto: 1 - 0 = 1 (1)
Godinho: 1 -  0 = 1 (1)
Esteves: 1 - 0 = 1 (1)
Pinheiro: 1 - 0 = 1 (2)
Mota: 1 - 0 = 1 (1)
Nogueira: 1 - 0 = 1 (1)
L. Ferreira: 1 - 0 = 1 (1)
J. Gonçalves: 0 - 1 = -1 (1)
Martins: 0 - 1 = -1 (1)

Corruptos
Erros:
8 - 1 = 7
Árbitros/VAR:
Nogueira: 2 - 0 = 2 (2)
P. Ferreira: 2 - 0 = 2 (2)
Fonseca: 1 - 0 = 1 (1)
Cláudia R.: 1 - 0 = 1 (1)
Pinheiro: 1 - 0 = 1 (1)
Mota: 1 - 0 = 1 (1)
Nobre:  1- 0 = 1 (1)
Esteves: 1 - 0 = 1 (1)
Godinho: 1 - 0 = 1 (2)
Bessa: 1 - 1 = 0 (2)
Rui Costa: 1 - 1 = 0 (2)

Braga;
Erros:
0 - 2 = -2
Árbitros/VAR;
Pinheiro: 0 - 1 = -1 (1)
Mota: 0 - 1 = -1 (1)
Correia: 0 - 1 = 1 (1)
Rui Oliveira: 0 - 1 (1)

Anexos(VI):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):

Benfica
D. R. Silva - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (0/1)
J. Gonçalves - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Godinho - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)

Sporting
Pinheiro - 2 (1/1)
D. R. Silva - 2 (2/0)
J. Gonçalves - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (0/1)
Godinho - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (1/0)

Corruptos
Nogueira - 2 (1/1)
Godinho - 2 (1/1)
Fonseca - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (1/0)
Nobre - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
J. Gonçalves - 1 (0/1)

Braga
Bessa - 2 (0/2)
Narciso - 1 (1/0)
Godinho - 1 (0/1)
Vasilica - 1 (0/1)
D.R. Silva - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (1/0)
Correia - 1 (1/0)

Anexos(VII):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):

Benfica
Rui Costa - 2 (0/2)
Mota - 1 (1/0)
Martins - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (0/1)
Barradas - 1 (1/0)
L. Ferreira - 1 (0/1)
P. Ferreira - 1 (1/0)
Rui Soares - 1 (0/1)

Sporting
Martins - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)
Rui Soares - 1 (0/1)
P. Ferreira -1 (1/0)
Esteves - 1 (0/1)
Malheiro - 1 (1/0)
Mota - 1 (0/1)
L. Ferreira - 1 (1/0)

Corruptos
Esteves - 2 (2/0)
P. Ferreira - 2 (0/2)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Mota - 1 (1/0)
Rui Costa - 1 (0/1)
L. Ferreira - 1 (1/0)
Martins - 1 (0/1)

Braga
Rui Costa - 2 (1/1)
Vasilica - 1 (0/1)
Barradas - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (0/1)
Malheiro - 1 (1/0)
P. Ferreira - 1 (0/1)
Mota - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)

Anexos(VIII):
AVAR's:

Benfica
T. Leandro - 2
P. Miranda - 1
Cidade - 1
V. Maia - 1
Babo - 1
Bessa Silva - 1
L. Ferreira - 1
M. Azevedo - 1

Sporting
A. Campos - 2
Cátia T. - 1
I. Pereira - 1
M. Azevedo - 1
Eiras - 1
Rui Cidade - 1
P. Miranda - 1
V. Maia - 1

Corruptos
Bessa Silva - 2
A. Campos - 2
Catarina C. - 1
Eiras - 1
Sancho - 1
T. Leandro - 1
L. Ferreira - 1

Braga
Eiras - 2
T. Leandro - 1
Babo - 1
L. Ferreira - 1
A. Campos - 1
P. Miranda - 1
F. Monteiro - 1
Bessa Silva - 1

Anexos(IX):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)

Benfica
Rui Costa - 2
Pinheiro - 1
Guelho - 1
M. Oliveira -1
Veríssimo - 1
Nogueira - 1
L. Ferreira - 1
C. Pereira - 1
Rui Soares - 1

Sporting
J. Gonçalves - 1
Martins - 1
B. Costa - 1
Rui Soares - 1
Godinho - 1
Esteves - 1
Pinheiro - 1
Mota - 1

Corruptos
P. Ferreira - 2
Fonseca - 1
Cláudia R. - 1
Nogueira - 1
Bessa - 1
Rui Costa - 1
J. Gonçalves - 1
Martins - 1
Godinho - 1

Braga
Bessa - 2
Vasilica - 1
Godinho - 1
Barradas - 1
M. Oliveira - 1
Veríssimo - 1
P. Ferreira - 1
Rui Costa - 1


Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-3 jogos)
Jornada 4 (-3 jogos)
Jornada 5 (-3 jogos)
Jornada 3 (atrasados) (-1 jogo)
Jornada 6 (-1 jogo)
Jornada 7 (-1 jogo)
Jornada 8 (-1 jogo)
Jornada 2 (atrasado)

Anexos(XI):
Épocas anteriores:

Tudo em aberto...

Olympiakos 3 - 2 Benfica
16-25, 23-25, 25-15, 25-22, 15-10


O adversário é um dos principais favoritos a vencer esta competição, no papel é mais forte, o Benfica com uma equipa reforçada, com muitas jogadoras novas, onde ainda faltam rotinas de conjunto, mas o jogo começou da melhor forma, estiemos a vencer por 0-2, mas faltou matar o jogo...

Mesmo assim, esta é excelente resultado para o jogo da 2.ª mão na Luz. Não teremos o factor surpresa, as adversárias virão avisadas, mas esta equipa merece a esperança...

BI: Megafone #297 - Vitória difícil nos Açores

Falar Benfica #265 - Vitórias no Chipre e Açores, antevisão jogos T.Liga e Liga, AG e modalidades

Os Gloriosos Benfiquistas - S06E23 - Santa Clara

Mister: Portugolaço - Vicens Sacked At Braga

Benfica Podcast #606 - Almost Gone With the WInd

Terceiro Anel: Bola ao Centro #244 - DE REGRESSO DAS ILHAS RUMO AO 39!! 🦅🔴

Cumulo da falta de vergonha no focinho !!!

Premeditação

Miseráveis...

Grave...

NOTÁVEL A FLASH DE ONTEM


"1. O Benfica devia ter, mas não tem, um diretor de comunicação: o Benfica não tem um homem (ou mulher) que, com gosto e profissionalismo, dê a cara pela defesa dos nossos interesses, que prepare e execute uma estratégia que evite sermos comidos de cebolada pelos sistemas de interesses que reinam no futebol português, que evite sermos maltratados por órgãos de comunicação social onde domina o anti benfiquismo primário, que se envergonhe de ser indigno da nossa dimensão única e da nossa história sem paralelo.

2. Na sociedade da comunicação em que vivemos, não comunicar é um grave crime de lesa Benfica. A comunicação do nosso clube resume-se a comunicados e publicações que acumulam queixinhas e vitimizações - acontece que nós somos os maiores, nós não fazemos queixinhas, nós não nos vitimizamos, nós temos que ir com tudo para a luta - sempre!

3. Na época passada o nosso diretor de comunicação foi o José Mourinho. À sua maneira, sozinho contra o mundo. Ora o treinador tem que apoiar e fazer parte da estratégia de comunicação do clube, não tem que ser o solista único que remedeia a ausência de uma comunicação competente.

4. Esta época, mais do mesmo. Marco Silva entregue a si próprio na defesa do clube e da equipa. É preciso dizer que saiu melhor que a encomenda - as suas conferências de imprensa têm sido um tratado de bem comunicar: não foge às questões por mais difíceis que sejam, põe na ordem quem tem que pôr, comunica simultaneamente para fora e para dentro, não deixa pontas soltas, mata os assuntos mais complicados com uma simplicidade de envergonhar e fazer corar quem o questiona.

5. Ontem ouvimos - finalmente! - alguém do Benfica a dizer uma grande verdade sobre o tratamento que a tendenciosa Sporttv continuadamente, transmissão após transmissão, nos dá. A azia de termos acabado com o monopólio do patrão ainda hoje não foi ultrapassada. Quem não ouviu a flash de ontem do Marco Silva, vá a correr ouvi-la - vale a pena, disse tudoo que nos vai na alma relativamente à deficiente repetição de casos e situações de jogos nossos. De envergonhar quem na vez dele há muito o deveria ter feito."

Silêncio...



"ACTUALIZAÇÃO: O SL Benfica vence nos Açores e mais uma vez Marco Silva fica sozinho na defesa do Clube! Dão-se alvíssaras a quem encontre a estrutura do Clube!
PUBLICADO NO SÁBADO : Donald Trump mente, é impulsivo, toma decisões de forma leviana, mistura os interesses pessoais com os interesses do Estado e acumula defeitos dificilmente compatíveis com a dignidade do cargo que ocupa.
Mas tem, pelo menos, uma virtude: percebe rapidamente quando alguém é inapto para o lugar que ocupa. E, quando chega a essa conclusão, não costuma perder muito tempo. Foi assim com a nova, que já é ex, porta-voz da Casa Branca. Durou 5 dias no cargo.
No Benfica, aparentemente, essa capacidade de avaliação não existe.
Há seis anos que o Benfica tem um diretor de comunicação cuja principal característica é a invisibilidade. Não se conhece uma estratégia, não se identifica uma linha de comunicação coerente, não se percebe uma narrativa capaz de defender, valorizar e projetar a instituição.
E, no entanto, Pedro Pinto continua tranquilamente no cargo.
Num tempo em que a comunicação é um instrumento essencial de afirmação institucional, em que as perceções se constroem e destroem em minutos, o Benfica limita-se a comunicados previsíveis e publicações nas redes sociais absolutamente inócuas.
Não tenho nada contra Pedro Pinto enquanto pessoa ou jornalista. Tenho tudo enquanto director de comunicação!
O que não deixa de ser surpreendente, sobretudo para quem se recorda da facilidade com que, enquanto jornalista, opinava sobre aquilo que a comunicação do Clube devia fazer. Afinal, uma coisa é dar palpites de fora. Outra, bastante diferente, é demonstrar que se sabe fazer.
Mas responsabilidade pela absoluta inexistência da comunicação do Clube já não é só de Pedro Pinto, mas de quem, tendo a obrigação de avaliar, decidir e corrigir, escolhe não fazer nada.
O Benfica não precisa de mais comunicados. Precisa de uma voz. Não precisa de mais publicações nas redes sociais. Precisa de uma estratégia. Precisa de alguém que compreenda que comunicar é também liderar, antecipar, influenciar e defender a instituição.
Marco Silva está a devolver ao Benfica uma identidade dentro das quatro linhas. Mas o treinador e a equipa precisam de um clube que saiba afirmar-se também fora delas.
Amanha, depois do que vimos em Barcelos, teremos mais um comunicado, um post ou, provavelmente, nem isso!"

Critérios!

Não é curriculum, é cadastro !!!

Azares !!!

Mais uma câmara desaparecida !!!

Ronaldo de castigo


"O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) decidiu suspender Cristiano Ronaldo por 30 dias e multá-lo em 255 euros. A suspensão termina a 30 de outubro. O maior jogador português de todos os tempos pode, pois, representar a Seleção Nacional nos jogos que se seguem. Ou seja, o castigo não o afasta dos próximos compromissos da Seleção.
Trinta dias pode parecer pouco para alguns (já lá vamos), excesso para outros, mas é uma decisão corajosa. O Conselho de Disciplina decidiu com base no artigo 160.º, n.º 1, do Regulamento Disciplinar: «O jogador que regularmente convocado, abandone (…) injustificadamente treino, jogo ou atividade das seleções nacionais é (…) sancionado com suspensão de 1 a 6 meses (…) e multa.»
Na defesa, Ronaldo invocou várias circunstâncias atenuantes previstas no artigo 44.º: alínea c), a prestação de serviços relevantes ao futebol (ninguém prestou serviços mais relevantes ao futebol nacional, digo eu); alínea d), o louvor por mérito desportivo (idem); e alínea e), «Contribuição decisiva para a descoberta da verdade material».
A confissão integral e sem reservas teve também consequências na redução da moldura sancionatória. Ronaldo assumiu os factos de que era acusado. E esse comportamento tem valor jurídico: não é apenas uma questão de simpatia pelo jogador. Invocou ainda a «ausência de registo disciplinar na presente época desportiva e nas três anteriores» (alínea b) do artigo 44.º). E juntou, claro, como o regulamento permite, o seu fabuloso currículo desportivo.
A decisão, além de corajosa, é juridicamente correta e faz politicamente sentido. Claro que os detratores de CR7 queriam muito mais, queriam literalmente que esta atitude, incorreta, sem dúvida, apagasse tudo o que fez pelo nosso futebol. Foi também interessante perceber como tantos comentadores, de forma livre e legitima, aproveitaram para dizer o que sempre pensaram do jogador, apenas ainda não tinham tido a coragem de o fazer.
Em contra corrente, Miguel Esteves Cardoso escreveu no Público que Cristiano Ronaldo é uma «diva». A palavra é italiana e significa deusa ou, neste caso, o deus que temos a sorte de ter.
Elogiou o jogador, explicou a sua opinião, não dramatizou, e sim, tenho em concordar, CR7 é a maior figura nacional. Procure, caro leitor, alguém que tenha feito mais pela projeção internacional de Portugal. Ou que esteja mais disponível para a Seleção? Ou que invista continuamente no país?
Ronaldo não tem direito à impunidade, longe disso. Tem direito a que os seus méritos sejam ponderados nos termos do regulamento. Reconhecê-los não é conceder-lhe um privilégio: é aplicar as atenuantes previstas. O Conselho de Disciplina da FPF reconheceu isso. E fez bem.
O Direito ao Golo vai para Rui Lacerda e Ricardo Coelho, Campeões Mundiais de Remo (C2 — no C1 Ricardo Coelho também ganhou o titulo individual); para Iúri Leitão, campeão do mundo de Omnium, em ciclismo de pista, e vice-campeão mundial de Madison, com Ivo Oliveira. E ainda para Miguel Trindade, campeão mundial de pesos-pena da GLORY, em kickboxing, com um magnífico KO técnico, obtido com pontapés às pernas do adversário!"