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segunda-feira, 13 de abril de 2026

Vermelhão: Regresso à normalidade... com poucos golos!

Benfica 2 - 0  Nacional


Regresso às vitórias tranquilas, num jogo que podia ter terminado em goleada, tantas as oportunidades desperdiçadas, e tão pouca réplica o adversário acabou por dar...

Depois das palavras do Mourinho no final da partida em Rio Maior, havia alguma expectativa para perceber as alterações e verificar se a equipa iria mudar de atitude! Se em relação ás alterações acabou por serem as esperadas, com o regresso dos 'condicionados' da jornada anterior, sem revolucionar o 11, em relação à atitude, a eficácia inicial, acabou por não permitir testar os 'nervos' da equipa!

Com 2 golos, nas primeiras três oportunidades, aos 14m, tudo ficou mais fácil... Com a bola longe do Trubin, a equipa geriu a vantagem, criando oportunidades dispersas... acelerando no final da 1.ª parte! O resultado ao intervalo já devia ser mais pesado...

No 2.º tempo, não entrámos mal, várias desconcentrações, o Nacional começou a ganhar os ressaltos... Mas acabámos por beneficiar um penalty, desperdiçado pelo Pavlidis!!! O Mourinho voltou a demorar nas substituições, era óbvio que o meio-campo estava com dificuldades em segurar a bola...

Quando finalmente as substituições foram feitas, o jogo 'terminou' para o Nacional. Com um meio-campo reforçado e fresco, o Benfica voltou a dominar a partida, e na recta final, podíamos ter marcada vários golos novamente...

Prestianni justamente eleito o MVP, contra este tipo de equipas, é muito mais útil do que o Lukebakio. Schjelderup mais discreto na 1.ª parte, apesar do golo. O mesmo se pode dizer do Rafa, que marcou um golo fácil, mas continua a desperdiçar golos em catadupa... O regresso do Barreiro também foi importante, nas recuperações defensivas... com bola, o Barreiro tem muito medo em receber a bola com adversários nas costas, com um bocadinho mais de confiança, a história seria outra...

Otamendi, com muitos duelos perdidos, e a arriscar muitas vezes a pressão a meio-campo, deixando espaço nas costas... com os Corruptos, correu mal!!! O Ríos está esgotado, não tem férias desde Janeiro de 2025, nota-se que está sem força... mesmo assim, está-se a ''defender' bem, passando a bola, com menos cavalgadas, mas a decisão continua má...

Pavlidis, está completamente fora dela. Tudo o que pode correr mal, corre mal!!! Hoje, falou-se numa possível venda no final de época, não sei se o rumor é verdadeiro, mas neste final de época, era importante perceber se o Ivanovic é jogador para ficar ou não... Tendo em conta as características dos jogadores, eu apostaria na titularidade do Ivanovic em Alvalade!!! Está solto fisicamente, ataca a profundidade, algo que vai ser preciso, e quer prestar provas...!!!


Regresso do Aursnes, foram só 15 minutinhos, mas a liderança e o posicionamento não se perderam. Provavelmente será lançado no 11 em Alvalade, mesmo com pouco ritmo! A estreia do Gonçalo Moreira, soube a pouco, o 2-0 é sempre um resultado perigoso, se o penalty tivesse sido concretizado teria entrado mais cedo... fica para a próxima! Agora, para a semana, temos uma Youth League para ganhar!


Verdíssimo aparentemente pediu desculpa pelo cartão Amarelo! Um nódoa, a dualidade de critérios foi evidente durante todo o jogo, os nacionalistas, mesmo sem agressividade em excesso usaram as faltas, fora de tempo, constantemente para parar os nossos ataques, mas sabiam que o Vermelho estava proibido: no penalty o defesa do Nacional não tentou jogar a bola, era Vermelho claro; na entrada sobre o Otamendi também era Vermelho... E ainda houve um penalty sobre o António!
Vá lá, viu o marcou falta, no empurrão sobre o Nico no lance que iria dar o golo ao Nacional!!!! Foi uma rara reação instintiva honesta do Verdíssimo!!!

Agora, uma semana para preparar o Derby, que não decide muita coisa, mas é sempre um Derby, e muitas vezes estes jogos, marcam mais do que a classificação final, na cabeça do adepto!!! Sem o Tomás  Araújo, a defesa está 'fechada'! Aposto o regresso da dupla Aursnes, Barreiro... as dificuldades físicas do Ríos, vão ser o alibi da decisão! Como já referi anteriormente na crónica, apostava no Ivanovic, o Pavldiis está numa série horrível, sem confiança e com a mais que esperada pressão alta do Sporting, vai ser preciso esticar o jogo do Benfica, com algumas bolas longas, algo que o Ivanovic, neste momento, tem mais disponibilidade para fazer... Será a última oportunidade da época de voltar a ganhar um jogo Grande, os empates, não chegam...

Vitória...

Benfica 2 - 1 Leixões
L. Martins, Coletta


Regresso às vitórias, com uma equipa mais equilibrada, numa manhã de muito vento no Seixal... Mas já vamos tarde, só um milagre!!!

Juvenis - 9.ª jornada - Fase Final

Famalicão 0 - 1 Benfica
J. Silva


Regresso às vitórias, com um golo a abrir o 2.º tempo, com muitas ausências, novamente! Esta equipa tem sido arrasada esta época, além dos jogadores que estão a jogar nos escalões acima... E depois acaba por ir buscar os jogadores que são Juvenis de 1.ª ano, que ainda na semana passada, estavam na Seleção!

Iniciados - 10.ª jornada - Fase Final

Benfica 2 - 0 Alverca


Vitória aperada, com o golo de descanso a aparecer somente nos descontos...

Quem decide, afinal, no Benfica?


"As decisões de um clube como o Benfica não podem partir da necessidade de ganhar no imediato, mas sim de uma ideia clara sobre como quer jogar, que perfil de jogadores quer ter e que caminho pretende seguir. A escolha de Mourinho parece ter seguido uma lógica diferente. Respondeu ao contexto eleitoral.

O Benfica tem sido um clube sem estratégia. Apesar do investimento elevado, o retorno desportivo tem sido reduzido: uma Liga e duas Supertaças em cinco épocas.

A escolha de Mourinho
Vencedor, foi assim que Rui Costa definiu o perfil de José Mourinho. A questão é que ser vencedor não pode ser uma estratégia, mas sim uma consequência. As decisões de um clube como o Benfica não podem partir da necessidade de ganhar no imediato, mas sim de uma ideia clara sobre como quer jogar, que perfil de jogadores quer ter e que caminho pretende seguir.
A escolha de Mourinho parece ter seguido uma lógica diferente. Mais do que responder às necessidades do plantel, respondeu ao contexto eleitoral e de urgência para Rui Costa. Em setembro, o essencial era ganhar as eleições de outubro. O resto ficaria para depois. Mourinho trazia duas coisas difíceis de ignorar: uma capacidade de comunicação que o Benfica há muito não tinha e um peso mediático que mobiliza adeptos. Mas nenhuma dessas qualidades resolve, por si só, o problema estrutural que o clube atravessa.

Perda de exigência
José Mourinho referiu, no final do último jogo frente ao Casa Pia: «Neste momento tinha vontade de não fazer jogar mais alguns jogadores. Mas há valores mais altos que se levantam. São ativos do clube.» Num clube como o Benfica, o objetivo tem de ser sempre o mesmo: vencer. A valorização dos jogadores será sempre uma consequência do sucesso desportivo. Tenho referido que o problema do Benfica não são os treinadores, nem serão estes que o irão resolver.
O foco está na liderança ou na ausência dela. Nos últimos anos, o clube foi perdendo a (pouca) cultura de exigência que tinha. A desresponsabilização tornou-se permanente. Quando não se ganha, surgem frequentemente justificações externas, como a arbitragem, para explicar os insucessos. As decisões têm privilegiado o curto prazo, como demonstram as contratações de Bruno Lage e José Mourinho, mais orientadas pela reação do que por uma lógica de continuidade.
O último mercado de inverno é outro exemplo dessa dificuldade em enquadrar decisões num projeto desportivo racional e lógico, com movimentos de plantel (Rafa e Sidny) difíceis de justificar num plano de médio prazo. Falta visão a quem lidera. Atira-se dinheiro para cima dos problemas na tentativa de os resolver. O resultado é um clube mais frágil — financeiramente e desportivamente.

Desequilíbrio financeiro
Se desportivamente se percebe uma ausência de estratégia, financeiramente o quadro não é diferente. A elevada rotatividade do plantel tem sido apresentada como fundamental para a obtenção de rendimento desportivo. Na prática, porém, responde muitas vezes à necessidade de gerar liquidez e equilibrar contas.
O Benfica continua a ser o clube que mais receita gera em Portugal, tanto através de transferências como da UEFA Champions League. Ainda assim, essa capacidade não tem sido suficiente para estabilizar o projeto.
Importa sublinhar que não se trata de falta de investimento. Pelo contrário, o clube tem investido fortemente no plantel. Esta época, o investimento correspondeu a um valor entre 130 e 140 milhões de euros. O problema está no retorno desportivo desse investimento e na falta de coerência na construção do plantel ao longo do tempo. Os custos operacionais do clube, com destaque para os gastos com pessoal (salários), têm aumentado de forma significativa num período em que o sucesso desportivo ficou aquém do investimento realizado.
Vende-se muito, investe-se muito, mas consolida-se pouco. Quando isso acontece, o ciclo repete-se: vende-se para equilibrar, investe-se para reagir, em vez de manter uma base estável para crescer e competir. Num contexto em que vários clubes procuram maior estabilidade e continuidade, o Benfica parece continuar dependente de decisões de curto prazo, ditadas pela necessidade imediata de resposta financeira e desportiva. A possível ausência da UEFA Champions League na próxima época poderá ainda agravar mais esta pressão e acentuar o desequilíbrio financeiro.

Desalinhamento
As declarações recentes de José Mourinho e de Rui Costa expõem uma falta de alinhamento difícil de ignorar. O treinador admite que gostaria de continuar, mas fá-lo sem a convicção habitual de quem se sente plenamente integrado num projeto.
O presidente, por seu lado, lembra a existência de contrato, sublinhando que o treinador tem mais um ano de ligação ao clube. Este argumento, no entanto, perde força quando comparado com situações recentes: também Roger Schmidt e Bruno Lage tinham contrato em vigor quando deixaram o comando técnico do Benfica.
No caso de Mourinho, há ainda um detalhe relevante no seu discurso. Não é habitual o treinador adotar uma posição tão pouco taxativa sobre o futuro. Por norma, ou assume claramente a continuidade, ou afasta-se de forma inequívoca. Desta vez, ficou numa posição intermédia, que pode significar um posicionamento tático face às movimentações que observa à sua volta.
Outro ponto relevante são as constantes críticas de Mourinho ao plantel, que contrastam com a visão de Rui Costa, bem patente na afirmação de novembro de 2025 de que «o plantel no futuro não precisa de grandes alterações». Os dois parecem ver realidades diferentes, o que torna mais difícil a construção de uma estratégia comum.
Por último, em campo, Mourinho afasta o Benfica da luta pelo título. Fora dele, Rui Costa mantém o discurso de que «no Benfica não se desiste até o campeonato estar terminado».
O desalinhamento entre os dois é factual. E esse tem sido, consistentemente, o padrão dos últimos anos.

A valorizar: João Neves
Mais uma grande exibição frente ao Liverpool coroada com um passe que poucos têm a capacidade de fazer.

A desvalorizar: Liverpool
O ainda campeão inglês em título parece uma sombra do que tem sido nos últimos anos."

Regressar às vitórias


"O Benfica enfrenta o Nacional, hoje às 18h00, no Estádio da Luz. Este é o tema principal na BNews.

1. Lutar por triunfos
José Mourinho sublinha a importância de vencer sempre: "Precisamos muito de ganhar por todas as razões e mais alguma, precisamos muito de ganhar. Temos de lutar por estes 6 jogos, 18 pontos. Lutar por títulos é o meu objetivo e o do Benfica."

2. Entrevista a não perder
Nuno Catarino, CFO do Sport Lisboa e Benfica, aborda as contas semestrais apresentadas pelo clube, a emissão do empréstimo obrigacionista e vários temas atuais e relevantes para o Benfica e para o futebol português, entre os quais a centralização dos direitos televisivos.

3. Comunicado oficial
Leia o desmentido do Clube acerca de informações falsas veiculadas pelo Correio da Manhã.

4. Últimos resultados
A equipa B empatou 2-2 com a União de Leiria; os Sub-23 venceram o Leixões, por 2-1; os Juniores foram derrotados na visita ao Santa Clara, por 3-2, e os Juvenis triunfaram em Famalicão (0-1). As equipas masculinas de basquetebol e de hóquei em patins ganharam ante SC Braga (108-77) e CH Carvalhos (8-2), respetivamente. A de voleibol perdeu, por 3-0, no reduto do Leixões e a de andebol, por 42-32, no Porto. As equipas femininas de basquetebol e de futsal venceram ante Esgueira (75-69) e Novasemente (5-0), respetivamente.

5. Outros jogos do dia
Os Iniciados recebem o Alverca às 15h00. A equipa feminina de hóquei em patins visita a Académica (19h00). Às 15h45, o Benfica recebe o Direito, em râguebi, no Estádio Universitário de Lisboa.

6. Atividades do Museu
Conheça a programação do 2.º trimestre de 2026.

7. Em destaque
Os principais conteúdos e temas que marcam a agenda do Sport Lisboa e Benfica nas diferentes plataformas do Clube.

8. Casa Benfica Figueira da Foz
Conheça esta embaixada do benfiquismo pela lente da BTV."

Backstage | #SLBenficaB vs. União de Leiria

Terceiro Anel: Diário...

Observador: E o Campeão é... - Que nunca falte o norte (Daniel Bragança) ao Sporting

Comercial: Kika...

Benfica FM: Relembrar...

Romário sempre a faturar


"Em agosto de 1988, o Vasco da Gama participou no Torneio Lusitânia, na Invicta, derrota, por 1-2, na final frente ao FC Porto. No centro do ataque da equipa do Rio de Janeiro estava Romário, então um jovem de 22 anos associado aos dragões que acabavam de contratar Rui Águas e ainda contavam com Fernando Gomes. Essa foi a primeira vez que ouvi falar dele e, agora, numa viagem pelo arquivo de A BOLA, recordei declarações do grande Quinito, à data a viver o começo de curto reinado ao serviço dos azuis e brancos.
«Não vamos contratar Romário, o FC Porto tem a casa arrumada e eu já tenho muito por onde escolher. Não quero mais dores de cabeça. No entanto, pelo seu valor, acho que Romário deve ficar pela Europa... No FC Porto é que não. Já falei com o presidente e disse-lhe que estou satisfeito com o plantel que tenho à disposição», assim se referiu Quinito ao hipotético interesse naquele que se tornaria uma dos mais fascinantes goleadores da história do futebol, logo nesse verão contratado pelo PSV Eindhoven (1988 a 1993), etapa inicial no velho continente antes de deslumbrar no Barcelona de sonho de Johan Cruyff (1993 a 1995).
Num futebol cada vez mais controlado, há figuras que resistem ao tempo não apenas pelo talento que ostentaram, mas também pela personalidade revelada sempre que tentaram domesticá-las. Romário é um desses casos raros — um jogador tão genial nos relvados quanto carismático fora deles.
A atualidade voltou a colocá-lo nas manchetes, não pela pontaria, somente pela vida pessoal. Aos 60 anos, o antigo internacional brasileiro, campeão mundial em 1994, foi notícia por um alegado triângulo amoroso com duas jovens universitárias — um episódio que rapidamente ganhou contornos mediáticos. Mais uma polémica que encaixa no perfil de quem vive sem filtros.
Dentro das quatro linhas era sublime. Corria o quanto bastava, não se enquadrava nos padrões modernos de intensidade, treinava quando as saídas noturnas permitiam e, na área, tinha um instinto único, pois decidia em segundos com uma frieza que desafiava a paciência dos adversários.
Algumas tiradas são tão memoráveis como os golos que assinou. «Pelé calado é um poeta», disse um dia sem receio da realeza. «Técnico bom é aquele que não atrapalha», aí está outra, tão icónica como esta: «Estou com 72 quilos, sim, e daí? O elefante é gordo, mas quando tem incêndio na floresta ninguém ganha dele na corrida.»
Não era só humor, era autoconfiança, exemplo saudável do politicamente incorreto. Romário dizia o que pensava, fazia o que queria e resolvia jogos. O baixinho era grande! E a avaliar pela imprensa cor de rosa desta semana continua a faturar…"

O estreito de Ancelotti


"No Brasil, Copa do Mundo é coisa séria: por ser talvez a única atividade em que o 5.º maior país do planeta é (quase sempre) o melhor. A política envolve-se, com presidentes a darem palpites.

Pode ser repetitivo, maçador, monótono mas é assim que as coisas são no Brasil: a lista de 26 de Carlo Ancelotti não sai dos noticiários de TV, das colunas de jornais, das rodas de botequim.
No Brasil, Copa do Mundo é coisa séria: por ser talvez a única atividade em que o quinto maior país do planeta é, de facto, (quase sempre) o melhor, como ilustra a coleção única de títulos, a política envolve-se, com presidentes no passado, no presente e no futuro a darem palpites.
A economia mexe-se, com expectativa de aumento de 20% na venda de televisões em junho e julho, por um lado, e com previsão de queda na produção industrial e no comércio porque as empresas são moralmente obrigadas a dar folga quando a seleção joga, por outro.
A sociedade emociona-se, com eleição da rua pintada de verde e amarelo mais bonita do país, com murais gigantes desenhados com os rostos dos jogadores e outros a servirem de muro das lamentações futebolísticas, cirurgias adiadas, audiências judiciais proteladas e até casamentos desmarcados.
Serve então este preâmbulo não só para dar ideia do colorido do Brasil durante uma Copa mas sobretudo para justificar que se volte nesta coluna a falar dos 26 de Ancelotti, uma lista muito mais esmiuçada e investigada do que a de Martínez, a de Scaloni, a de De la Fuente, a de Nagelsmann, a de Deschamps ou a de Tuchel, porque, mesmo sem viver colheita especial, ninguém produz tanto jogador de elite em quantidade como o país do futebol.
Segundo as fontes mais informadas junto à CBF, o italiano já tem 24 definidos. Sobram dois, o tal estreito de Ancelotti a que o título faz referência. Salvo então incidentes de última hora, na baliza estarão Alisson (Liverpool), Ederson (Fenerbahçe) e Bento (Al Nassr).
Na defesa, Éder Militão (Real Madrid), Wesley (Roma), Danilo Luiz (Flamengo), Marquinhos (PSG), Gabriel Magalhães (Arsenal), Bremer (Juventus), Léo Pereira (Flamengo), Alex Sandro (Flamengo) e Douglas Santos (Zenit).
No meio-campo, Casemiro (Manchester United), Bruno Guimarães (Newcastle), Fabinho (Al Ittihad), Andrey Santos (Chelsea) e Danilo Santos (Botafogo).
E no ataque Estêvão (Chelsea), Luiz Henrique (Zenit), Vinícius Júnior (Real Madrid), Martinelli (Arsenal), Matheus Cunha (Manchester United), João Pedro (Chelsea) e Raphinha (Barcelona).
Restam três nomes para duas vagas, que tanto podem ser de mais um jogador de meio-campo e um de ataque ou de dois de ataque, isto é o meia Paquetá, do Fla, e um de dois centro-avantes, Endrick, do Lyon, e Igor Thiago, do Brentford, ou estes dois juntos.
Falta, claro, falar de Neymar, o mais poderoso, mediático e falastrão dos jogadores brasileiros. A atualidade, porém, mostra-nos que não basta ser poderoso, mediático e falastrão para entrar no estreito."