Últimas indefectivações

domingo, 13 de setembro de 2026

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Observador: E o Campeão é... - Dragão testa invencibilidade, arbitragem volta a ser tema

Futpedia #26 - FUTDRAFT COM TODAS AS LIGAS 🥵 QUEM MONTOU A MELHOR EQUIPA? 🤔

Liga: Casa Pia 1 - 4 Corruptos

Liga: Académico 2 - 1 Guimarães

Liga: Nacional 1 - 3 Alverca

Quem fica com a final do Mundial?


"Alguém pensa que Marrocos encararia a candidatura, ainda que a três, se não tivesse a convicção plena de que receberia o jogo mais importante, a decisão do Mundial 2030?…

Pergunta inicial: alguém alguma vez pensou que Marrocos se candidataria à organização da fase final de um Mundial de futebol para não receber a final?
Parece um raciocínio simples, mas tem muito de elaborado, em face da afirmação do Reino de Marrocos no panorama internacional, no seu crescente papel em relação à Confederação Africana de Futebol, e na qualidade das estruturas que, hoje, encontramos em território marroquino, em todos os ângulos de análise.
De há muito tempo a esta parte, Marrocos, no concerto das nações africanas, foi ganhando peso e preponderância, ao ponto de a generalidade das provas dos escalões etários mais baixos serem sucessivamente outorgadas ao país magrebino.
E a razão, entre tantas outras facilmente consideráveis pela CAF, era quase básica: se ninguém avançava, o importante era manter a consistência das provas e do calendário. Por isso, Marrocos dizia (quase) sempre presente.
Até à polémica final da Taça de África das Nações, em janeiro deste ano, quando o Senegal acabou por vencer a final, frente à seleção marroquina, após uma quase abandono do relvado, muito próximo dos noventa minutos.
Independentemente da decisão final do Tribunal Arbitral do Desporto, prevista para o próximo mês de outubro, a Real Federação Marroquina retirou todas as candidaturas e possibilidades de organização de provas no âmbito da CAF. Um finca-pé mais do que diplomático, e que pretendeu mostrar ao continente africano o seu desagrado pelo sucedido na CAN 2025, sendo igualmente um tocar a reunir, do ponto de vista estrutural, para o que realmente passou a interessar aos marroquinos, o Mundial 2030.
Será a primeira vez que três países pertencentes a duas confederações organizam a maior prova da FIFA. A atribuição dos Jogos do Centenário às federações uruguaia, argentina e paraguaia, constituem apenas o reconhecimento histórico dos cem anos de Campeonato do Mundo. Não é correto dizer-se que o Mundial 2030 será organizado por seis países. Sê-lo-á por três, com os primeiros três jogos a comemorarem o centenário da competição.
Posto isto, há 101 jogos para dividir por Espanha, Portugal e Marrocos, numa perspetiva verdadeiramente intercontinental, e que faz retornar África, vinte anos depois, ao primeiro plano internacional.
Aliás, sempre fomos de opinião de que, para lá da África do Sul, apenas Marrocos e, eventualmente, o Egito, teriam capacidade para entroncar o complexo caderno de encargos da FIFA para a organização da sua principal competição quadrienal.
A partir daqui, e da confirmação da responsabilidade, Portugal entende muito bem qual o seu papel. Apresenta três estádios (Luz, Alvalade e Dragão), em duas cidades (Lisboa e Porto), sabe que, no cotejo dos países envolvidos, será sempre o que menos jogos receberá, mas, curiosamente, é também o que menos investimento estrutural tem de protagonizar, sabendo-se que os estádios estão prontos, e que toda a envolvência logística a que um Mundial obriga está garantida, nas duas maiores cidades do país.
Espanha renova-se, procurando mostrar uma face moderna e competitiva, e, sobretudo, Marrocos sobe a primeiro plano, com a criação de condições de excelência em algumas cidades e a construção e estruturas desportivas únicas no mundo, como o novo estádio de Casablanca, com uma lotação de cerca de 115 mil espectadores.
Alguém pensa que a federação marroquina encararia a candidatura, ainda que a três (e com majoradas possibilidades de aceitação, até pelo ineditismo bi-continental), se não tivesse a convicção plena de que receberia o jogo mais importante, a decisão do Mundial 2030?…
Portanto, não me surpreendem — sobretudo conhecendo bem os meandros de pensamento e funcionamento das federações africanas de futebol — as declarações do líder do organismo de Marrocos, segundo as quais o país iria receber, no novo e disruptivo estádio de Casablanca, o jogo da final do Mundial.
Essa é uma luta que, sublinhe-se, nunca foi de Portugal. Lisboa vai receber uma das meias-finais no Estádio da Luz, e tal facto não surpreende. É, aliás, um dos elementos estruturantes do envolvimento português na organização da prova, juntamente com a prerrogativa de a seleção portuguesa poder disputar quase todos os jogos (numa perspetiva evolutiva, claro), em território nacional. Negligenciar esses dois aspetos teria sido altamente penalizador para a componente lusa da organização, e isso está acautelado ab initio.
Porém, entre Espanha e Marrocos poderá existir um elemento de conflito objetivo, sabendo-se, como se sabe, que a final do Mundial não é apenas a cereja no topo do bolo competitivo. Há muito mais do que isso, e a reconstrução do Estádio Santiago Bernabéu, para lá de um projeto antigo do Real Madrid, foi também uma pedra basilar na candidatura espanhola, projetando a final do Mundial no gigante pavilhão em que, com o teto retrátil fechado, se transforma o recinto do Paseo de la Castellana.
Aqui, entra a geopolítica do futebol, sobretudo nas viragens de tempo e argumento dos últimos meses, com a imprevisibilidade em relação à eleição do próximo mês de março, para a presidência da FIFA.
Sobre isso, escrevo em breve nesta página, deixando, para já, um pormaior: é em Marrocos que se conhecerá o líder da maior instituição do futebol mundial para os próximos anos. Infantino joga muito do seu prestígio (o que ainda poderá perdurar…), e da sua influência transcontinental nesta eleição. Marrocos sabe-o. E também, no xadrez do futebol mundial, trabalha a estratégia e move as peças consoante os seus superiores interesses…

Cartão branco
Diga-se o que disser, a Liga dos Campeões constitui a grande montra para qualquer clube, treinador ou jogador. O modo como o Sporting deu início à sua participação na edição desta temporada demonstra várias coisas.
Que os leões conseguem concentrar objetivos no que realmente interessa; que Rui Borges, afinal, é um treinador que gere o seu grupo de acordo com as diversas provas, e sabendo a importância relativa e absoluta de cada uma delas; que o futebol português ainda consegue cativar, a nível europeu, ao ponto de garantir uma vitória inolvidável mas, mais do que isso, de lançar expectativas muito interessantes em relação ao comportamento do Sporting nas próximas sete jornadas da fase regular da mais importante prova da UEFA para clubes.

Cartão amarelo
A construção dos grupos de trabalho é essencial para o sucesso de cada temporada desportiva. Saindo nomes como Emiliano Martínez, Ezri Konsa, Youri Tielemans, Morgan Rogers ou Ollie Watkins, o Aston Villa, clube inglês que, nos últimos anos, pautou a sua conduta, justamente, por uma inquebrantável estratégia de valorização do plantel e, consequentemente, de resultados desportivos, correu riscos monumentais.
O treinador é uma velha raposa: Unai Emery já nos habituou a milagres mas, com a razia absoluta do último defeso, é difícil manter patamares competitivos elevados, quer na Premier League, quer na Liga dos Campeões.
Muita curiosidade para o que segue no Villa Park…"

O poder da escassez ou como o dinheiro não compra títulos no futebol português


"Após o fecho do mercado de direitos desportivos talvez seja o momento de uma abordagem macro ao uso dos recursos económicos dos três grandes nacionais nas passadas seis temporadas. Esta análise desmonta uma perceção recorrente: a de que o sucesso depende, acima de tudo, do tamanho do orçamento. Entre 2020/21 e 2025/26, Sporting, Benfica e Porto gastaram de forma muito diferente, investiram em jogadores com estratégias opostas e enfrentaram contextos financeiros desiguais — mas os resultados competitivos não seguiram uma lógica linear. Em vários momentos, a escassez económica funcionou como vantagem, o coletivo superou o individual e a formação tornou-se o ativo mais rentável do futebol nacional.

Quando a escassez se transforma em força
A falta de recursos económicos apesar de ser um obstáculo é também um filtro. Obriga a decidir melhor, a evitar contratações supérfluas, a apostar em jogadores que encaixam no modelo de jogo e a procurar talento onde outros não procuram.
Entre 2020/21 e 2024/25, Sporting, Porto e Benfica viveram ciclos financeiros muito distintos. O Benfica liderou no somatório dos gastos operacionais, ultrapassando 1,029 mil milhões de euros no período. O FC Porto somou cerca de 923M€, enquanto o Sporting registou o valor mais baixo de aproximadamente 797M€. No investimento em contratações o Benfica investiu 562 M€, Sporting 376 M€ e Porto 310 M€. Quando se olha para os resultados, a lógica económica desmorona.
O Sporting, com gastos operacionais sistematicamente inferiores aos rivais, construiu três títulos nacionais, uma Taça de Portugal e uma excelente participação na UEFA Champions League em 2025/26. A escassez não limitou: focou. O Porto, mesmo com oscilações financeiras e forte dependência de vendas, teve os seus melhores desempenhos europeus em anos de menor despesa. O Benfica, apesar de liderar em gastos operacionais e investimento todos os anos, converteu esse poder financeiro em título apenas uma vez. A conclusão é clara: não é o orçamento que decide — é a qualidade e coerência das decisões.

Coletivo acima de individualidades
Os ciclos de maior sucesso dos três grandes coincidem com equipas de identidade forte, não com estrelas vibrantes, mas isoladas. O Sporting campeão de 2020/21, 2023/24 e 2024/2025 venceu pela organização, pela coordenação e pela clareza do modelo de jogo. O FC Porto de 2021/22 e 2025/2026 foi campeão pela consistência estrutural. O futebol português mostrou que o coletivo é mais determinante do que o brilho individual — e que equipas bem trabalhadas superam plantéis mais onerosos, mas menos coerentes.

A formação como vantagem competitiva
A formação não foi apenas uma solução económica — tornou-se uma verdadeira vantagem estrutural no futebol português. Ao longo das últimas épocas, os três grandes mostraram que integrar jogadores feitos em casa não é apenas uma questão de identidade: é uma forma de competir melhor, de criar estabilidade e de transformar recursos limitados em rendimento desportivo.
No Sporting, este fenómeno foi particularmente evidente. Em 2020/21, a equipa campeã utilizou 12 jogadores da formação, um número invulgar num campeão nacional moderno. Em 2023/24, esse contingente subiu para 14 jogadores, mantendo o núcleo jovem como base do modelo competitivo. E em 2024/25, o clube atingiu um marco histórico: 15 jogadores da formação utilizados ao longo da época, o maior número do período. A formação não foi apenas um complemento — foi uma força de tração do sucesso.
O FC Porto também encontrou estabilidade na prata da casa. Em 2021/22, ano de título, utilizou seis jogadores da formação. Em 2025/26, nova época de campeão, voltou a ter seis jogadores formados no clube com utilização regular. Sempre que o Porto reforçou o seu núcleo identitário, os resultados apareceram.
No Benfica, o único título do período, em 2022/23, coincidiu com a afirmação de João Neves e António Silva, acompanhados por outros cinco jogadores oriundos do Seixal mostrando que o talento interno, quando realmente integrado, altera o rendimento competitivo da equipa.
A formação não pode ser o plano B, pois, é o ativo mais rentável, sustentável e decisivo do futebol português — e os campeões dos últimos anos são a prova disso. No entanto, como refere João Pimpim relativamente ao mercado que terminou agora «no meio de tantas apresentações e somas milionárias, impõe-se a pergunta com a devida classe: caramba, então e os miúdos?!». Um assunto a merecer cada vez mais atenção pelos clubes e tutela.

O dinheiro explica parte da história, mas não explica os títulos
Ao somar gastos operacionais e investimento em contratações ao longo das seis épocas, o Benfica aparece como o gigante financeiro do futebol português. O Porto mantém-se num patamar intermédio. O Sporting opera sistematicamente abaixo dos rivais. Mas os títulos contam outra história: o Sporting, com o orçamento mais baixo, foi o mais eficiente; o Porto venceu quando reforçou o seu núcleo identitário e o Benfica só foi campeão quando associou investimento e formação. A relação é pertinente: gastar mais não significou ganhar mais.
O futebol português provou que a escassez económica, quando bem gerida, é vantagem competitiva. O coletivo supera o individual e a formação é uma tração poderosa de sustentabilidade e sucesso. Num futebol cada vez mais inflacionado, os campeões são os clubes que transformam limitações em inteligência — e que colocam o coletivo e a formação no centro da decisão."

sábado, 12 de setembro de 2026

Não foi bonito, mas ganhámos!!!

Académica 0 - 3 Benfica
Kiko Silva, Olívio, Lima


Jogo 'estranho', não estamos a habituados a ganhar assim! A Académica atacou, rematou, criou perigo e o Benfica marcou... Chegámos a ter quase 100% de eficácia, só na parte final, quando a Académica arriscou mesmo tudo, é que conseguimos criar perigo nos contra-ataques e até podíamos ter marcado mais alguns!!! A falta de eficácia que nos tem castigado tantas vezes, hoje caiu para o nosso lado... Depois de alguns maus resultados com más exibições, regresso às vitórias, no regresso do Zé Neto e do Moreira! A ausência do Figueiredo pode ajudar a explicar a incapacidade do Benfica em ter bola... Outra nota para algumas dificuldades de caparro nos duelos, a Académica tem vários jogadores muito físicos, e os putos tiveram muitas dificuldades em ganhar os confrontos, principalmente o Moreira e o Duarte... O Coletta tem passado demasiado tempo no banco esta época, é o jogador mais parecido com o Gonçalo, também não é um portento físico, mas como Italiano não lhe falta garra... e esperteza! Olívio com alguma cabecinha será jogador de topo, bem o Quintas no regresso à titularidade... Bem os Centrais num jogo onde foram bombardeados com cruzamentos!

Fever Pitch - Domingo Desportivo - Abençoado Coração de Mãe

BI: Antevisão - Gil Vicente...

Zero: Canto - Palhinha "liberta" génio de Prestianni e Schjelderup

Os Gloriosos Benfiquistas - S06E15 - Moreirense...

Falar Benfica - Conversas Gloriosas #66 - Goleada em Moreira, recepção Gil e Modalidades

20 Anos Benfica Campus | Episódio 10

TARDOU MAS PAGOU!


"1. O pagamento de quase 800 mil euros pelo Porto ao Benfica só "saldou" as contas relativamente à condenação cível do processo dos emails, isto é, a patifaria da divulgação truncada dos emails (correspondência privada). Lembrar que recorreram sucessivamente até ao Tribunal Constitucional - depois da Relação e do Supremo - e perderam em todos! Para que não restem dúvidas, o Tribunal da Relação, primeira instância de recurso, tinha escrito que "truncaram e construíram narrativas com inverdades, aquilo a que se chama manipulação da informação". Carlos Alexandre, o famoso juiz, já tinha dito que "houve uma subversão propositada do sentido dos emails com o intuito de fazer crer que estaria em curso um projeto corruptivo quando dos emails e da sua leitura integral não se retira a prática de qualquer crime", referindo também a "distorção do conteúdo dos emails com o intuito de passar uma mensagem que não corresponde à realidade".

2. Dir-se-á - e é verdade - que os 800 mil euros não são suficientes para ressarcir o Benfica dos danos que lhe foram causados. Mas, a meu ver, o mais importante foram mesmo as decisões judiciais terem reposto a verdade dos factos. Não há fortuna alguma que pague isto.

3. Desengane-se, contudo, quem pensa ou acha que os pagamentos do Porto ao Benfica pela pulhice da publicação truncada dos emails acabou aqui. Em verdade, a condenação cível que deu origem aos tais 800 mil euros não é a única que determinou que o Porto pagasse ao Benfica. Há outro processo, o processo por danos reputacionais, em relação ao qual os tribunais - nas suas várias instâncias - já condenaram e confirmaram a condenação do Porto. Falta apenas que seja fixado em sede de liquidação de sentença o valor. É uma questão de tempo, mas sabe-se que o valor desta segunda condenação deverá ser significativamente superior ao da primeira.

4. Aqui chegados, com sentenças confirmadas em todas as instâncias da justiça, ou seja, com condenações transitadas em julgado, pergunta-se: qual a razão que impede a justiça desportiva de atuar em conformidade? Há um dado importante que tem que ser levado em conta: o Porto, segundo confirmou o Tribunal Constitucional, teve acesso e expôs "segredos de negócio" de um concorrente, ato que é de uma gravidade extrema e cuja condenação desportiva está prevista nos regulamentos das competições.

5. Interessante seria o Benfica ter colocado também processos a todos os órgãos de comunicação social e respetivos "jornalistas" - propositadamente com aspas - que surfaram, muitos deles acriticamente, com manifesta maldade e objetivos escondidos, porém mal disfarçados, a narrativa criada pelo Porto para travar a todo o custo o ciclo vencedor do Benfica. 6. O Benfica tem ganho em toda a linha nos tribunais. A minha curiosidade maior vai agora para a decisão da Relação do Porto relativamente ao processo que envolveu César Boaventura, cheira-me que vem aí mais uma vitória. O Benfica não foi julgado, não é um visado no processo ? Verdade, mas o que se pretendeu com esse processo foi manchar o título de 2015-16 do Benfica."

Umas notas sobre o Relatório e Contas que o Benfica apresentou esta semana

Não consigo entender o silêncio...

Números...

Indiscutível...

Benfica à espera do cisne


"Empurrado' para o banco de suplentes pela empatia entre Prestianni e Schjelderup, Sudakov precisa reencontrar a alegria de jogar, com a ajuda de quem o rodeia

A goleada do Benfica em Moreira de Cónegos confirmou aquilo que estava à vista de toda a gente, incluindo do próprio Marco Silva: se as águias querem continuar a voar, não se podem dar ao luxo de prescindir de Andreas Schjelderup, mesmo que o ponto de partida para o notável início de época de Gianluca Prestianni tenha sido o lado esquerdo do ataque.
O jogo com o Moreirense mostrou que o argentino não perde influência se for deslocado, até pela versatilidade que partilha com Schjelderup e com Rafa, de resto promovida pelo treinador do Benfica.
Mesmo na cabeça de Marco Silva a aposta neste tridente seria uma questão de tempo, protelada pela condição pós-Mundial de Schjelderup e pelo voto de confiança em Sudakov, na teoria o perfil mais indicado para terceiro médio, como o técnico chegou a assumir publicamente.
De falta de oportunidades o ucraniano não se pode queixar, antes de si próprio, já que fez apenas uma assistência (e zero golos) em 11 jogos. Os números nem sempre dizem tudo, mas no caso do ex-Shakhtar o nível exibicional não tem apresentado uma realidade alternativa, apesar da defesa pública do treinador.
Sudakov terá, seguramente, mais oportunidades para convencer, mesmo tendo em consideração a chegada de Echeverri e o regresso de Aursnes — e logo a marcar, mostrando que pode ser também terceiro médio, embora ameace sobretudo o estatuto de Barreiro.
Marco Silva não deixará cair assim tão facilmente o ucraniano, e a própria estrutura do Seixal continuará a ter em conta a situação particular do jogador de 24 anos, que ainda no final da época passada assumiu que estava a tentar recuperar o prazer de jogar, adquirido em ruas que agora vivem em guerra.
Esse apoio do clube será fundamental para que Sudakov consiga reencontrar a qualidade que já mostrou e possa fintar todas as dúvidas internas.
Ao ver a alegria que Schjelderup e Prestianni mostraram em Moreira de Cónegos, a jogar e a festejar, foi impossível não pensar no contraste com Sudakov, que nem no bom momento coletivo tem conseguido motivos para sorrir.
Sudakov ainda vai muito a tempo de ajudar a equipa do Benfica a voar, mas para isso vai precisar de descobrir que onde todos vêm um patinho feio, pode afinal esconder-se um cisne."

11 de setembro: o Sporting e a história


"Jogo adiado depois do último voo autorizado pelas autoridades dinamarquesas nesse dia fatídico

O Sporting tem uma tendência especial para encontros fora do comum com a História.
Os leões jogaram em Magdeburgo, RDA, a 24 de abril de 1974 (meia-final da Taça das Taças), souberam do 25 de abril quando, no dia seguinte, chegaram à fronteira que dividia as duas Alemanhas, dirigiram-se ao aeroporto de Frankfurt, voaram para Madrid, foram de autocarro para Badajoz, onde a fronteira estava encerrada. Foi preciso um telefonema do presidente leonino, João Rocha, para o líder da Junta de Salvação Nacional, António de Spínola, para que a situação se resolvesse e os leões pudessem entrar em Portugal. Meses mais tarde, a 10 de junho, durante a final da Taça de Portugal entre Sporting e Benfica, que estavam de relações cortadas, sob os auspícios do então primeiro-ministro, Adelino da Palma Carlos, tudo foi normalizado, em nome da paz e da concórdia prometidas pelo regime que devolveu a democracia ao nosso País.
E no 11 de setembro de 2001, quando as torres gémeas foram derrubadas, Osama bin Laden passou a ser o inimigo número um e o mundo levou uma volta de 180 graus?
O Sporting viajava para a Dinamarca, onde tinha jogo, para a Taça UEFA, em Silkeborg, no dia seguinte, com o Midtjylland, e eu acompanhei a equipa na qualidade de enviado especial do jornal Record. O voo correu sem sobressaltos e só à chegada é que os telemóveis começaram a tocar desenfreadamente, em busca de informações sobre o estado da comitiva, numa altura em que o espaço aéreo tinha sido encerrado a nível global.
O avião que transportava os leões foi o último a ter direito a entrar no espaço aéreo dinamarquês, que a seguir foi encerrado.
Lazslo Boloni decidiu manter o treino previsto para o fim da tarde, mas era difícil, para quem acompanhava a equipa, tirar os olhos dos televisores do bar do estádio, que passavam incessantemente as imagens de pânico em Nova Iorque. No meio de tanta incerteza, veio a saber-se que a UEFA mantinha os jogos previstos para esse dia 11 de setembro (o Boavista empatou em Anfield, a uma bola, com o Liverpool), mas tudo era incerto quanto ao day after.
A 12 de setembro, pela manhã, liguei a José Eduardo Bettencourt que me disse que o mais provável era que o jogo viesse a ser adiado. Foi o que sucedeu e nesse mesmo dia regressámos a Lisboa com o mundo de pantanas e uma boa história para contar.
Regressámos a Silkeborg a 19 de setembro, e no dia seguinte o Sporting derrotou o Midtjylland por 3-0. Jogaram pelos leões: Nélson; Rui Bento, Quiroga, Beto, Babb, Rui Jorge; Sá Pinto, Paulo Bento, João Vieira Pinto; Jardel e Niculae.
Na segunda mão os leões venceram por 3-2. E quem marcou quatro dos seis golos leoninos nas duas mãos? Mário Jardel, a torre do ataque do Sporting, que a partir desse momento emblemático se afirmou como um dos maiores goleadores do emblema de Alvalade."

Participações...


"Há qualquer coisa nas contas do Benfica e nas explicações do seu responsável financeiro que merece uma análise prudente e contraditada. O lucro anunciado esconde um cenário difícil.
Nuno Catarino diz que, pelas métricas tradicionais, a Benfica SAD valerá mais de mil milhões de euros ao mesmo tempo que admite que o Benfica possa comprar os 16% de José António dos Santos.
Até aqui, podemos discutir avaliações. O problema começa quando juntamos o resto dos números. A Benfica SAD fechou o exercício com um resultado líquido de cerca de 19 milhões de euros, menos 44% do que no ano anterior. E apesar da dívida liquida ter caído para cerca de 185 milhões, o passivo ultrapassou, pela primeira vez (PRIMEIRA), os 500 milhões.
Outro dado relevante: sem transações de atletas, a operação apresentou um resultado negativo de cerca de 15 milhões de euros. Os 214,4 milhões de rendimentos operacionais não chegaram para cobrir os 229,4 milhões de gastos.
E parte dessas receitas nem sequer é estruturalmente recorrente, já que o exercício inclui, por exemplo, 15 milhões de euros recebidos pela saída antecipada de José Mourinho. Tudo isto num momento em que o próprio CFO reconhece que a ausência da Champions deverá retirar cerca de 30 milhões de receitas ao próximo exercício.
É neste contexto que Nuno Catarino sugere a possibilidade de mobilizar dezenas de milhões de euros para comprar participações acionistas.
A questão, portanto, não é saber se o Benfica vale mil milhões. Espero que valha. A pergunta é outra: como é que uma sociedade que supostamente vale mil milhões, que continua deficitária antes das vendas de jogadores e chega simultaneamente aos 500 milhões de passivo, pondera afetar dezenas de milhões de euros à compra de ações?
Uma coisa é valor. Outra é liquidez. Outra é dívida. E outra, ainda, são prioridades.
A administração pode entender que a Benfica SAD está subavaliada e comprar ações, pode até fazer sentido do ponto de vista financeiro. Mas isso não significa que seja, neste momento, a melhor utilização do capital do Benfica.
Perante uma operação sem transações de atletas negativa em 15 milhões, a ausência da Champions, necessidades de investimento no plantel e nas infraestruturas e uma dívida líquida próxima dos 185 milhões, qual deve ser a prioridade?
Reduzir dívida? Reforçar a equipa? Investir no crescimento das receitas recorrentes? Melhorar infraestruturas? Ou recomprar ações? 
Há um ano, Nuno Catarino antecipava períodos de “excesso de liquidez” que poderiam permitir a aquisição de ações próprias. Um ano depois, o resultado caiu 44%, a exploração sem jogadores passou para terreno negativo e o próximo exercício será pressionado pela ausência da Champions.
É essa mudança de contexto que precisa de ser explicada. A verdadeira questão não é quanto vale o Benfica.
É onde deve colocar o próximo euro disponível."

Falta a liquidação de sentença ... Uma coisa de cada vez.


O Livre Direto #1 - A Liga já aquece!

BF: Juventude...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Quatro pontos sobre as contas do Benfica

Observador: E o Campeão é... - Champions marcada por espetáculo

Observador: Três Toques - António Silva e o seu nome de beto infinito

Rabona: COMO Send a WARNING Shot & Liverpool Coming Alive? (UCL This WEEK)

Muito Benfica para apoiar


"Em destaque na BNews, a agenda desportiva do fim de semana e a entrevista da BTV a Aimar e Saviola.

1. A não perder
Os antigos internacionais argentinos, Aimar e Saviola, afirmam que "o Benfica é o lugar ideal para Echeverri crescer". Não perca a entrevista a estas glórias do clube, transmitida no programa Fora da Área, da BTV.

2. Jogo do dia
A equipa B do Benfica desloca-se ao reduto da Académica (20h45).

3. Agenda para sábado
Em futebol no feminino, o Benfica estreia-se na Liga BPI 2026/27 frente ao Racing Power, no Benfica Campus (20h30).
Os Juniores e os Juvenis também jogam em casa ante Farense (15h00) e Torreense (11h00), respetivamente.
Em andebol, a equipa masculina defronta o FC Porto na Luz (15h00) e a feminina visita o ABC (17h00). A equipa masculina de futsal recebe o Venda Nova às 19h00.

4. Agenda para domingo
Às 18h00, na Luz, há o Benfica-Gil Vicente da 6.ª jornada da Liga Betclic. No Benfica Campus, às 11h00, realiza-se o dérbi entre Benfica e Sporting em Iniciados. A equipa feminina de futsal tem embate no Feijó às 19h00.

5. Mundial Sub-20 de futebol feminino
São várias as atletas do Benfica participantes na competição. 6. Benfica Social O programa de apoio a sócios em situação de maior vulnerabilidade arrancou há um ano.

7. Movimentações do defeso
A hoquista Rita Batista estende o vínculo ao Benfica.

8. Chamada internacional
Twan Wiltenburg está convocado pela seleção de voleibol dos Países Baixos.

9. Museu Benfica – Cosme Damião
25 novos troféus expostos na área "Ontem e Hoje".

10. 20 anos do Benfica Campus
Veja o 9.º episódio da série dedicada ao 20.º aniversário do Benfica Campus.

11. Jornal O Benfica
A edição desta semana está disponível para download no Site Oficial.

12. Casa do Benfica de Abrantes
Esta embaixada do benfiquismo celebrou o 32.º aniversário."

Aquecimento...


Santana: Como o Benfica se TORNOU isto!? MAIS 4!

Renascença: Jogo da Palavra - Peixe. "Consegui lesionar os três: Gullit, Rijkaard e Van Basten"

Terceiro Anel: DRS #62 - BAMBINO D'ORO E MADRID GP!! 🏎️🏁

Lixívia - 3 (Edição Especial) ---- (26/17) - (-1 jogos)


Tabela Anti-Lixívia
Sporting...... 13 (-2) = 15
Benfica..........13 (0) = 13
Corruptos...15 (+3) = 12
Braga...7 (0) = 7 (-1 jogo)


Dois jogos em atraso da 3.ª jornada, e se em Alverca o Estrela recebeu e venceu o Braga, sem grandes Casos arbitrais (ficou-se pela interdição do relvado da Amadora, o que até pode parecer avisado, se ignorámos os dois últimos relvados onde o Benfica foi obrigado a jogar!), já o Benfica goleou em Moreira de Cónegos, apesar de mais uma arbitragem má, mesmo má, do Verdíssimo, e se não fosse o também mau e corrupto Rui Costa no VAR, ainda teria sido pior!!!

Ainda na memória recente está o 'particular' de pré-época com o Flamengo, mas o Verdíssimo é consistente, não muda... Porrada para cima dos jogadores do Benfica, parece que é lema de vida deste palhacito!!!

Na 1.ª parte, o Trinco Guiniense e os Centrais deviam ter levado vários cartões, alguns Vermelhos diretos, e outros por acumulação!!! Temos a falta sobre o Rafa, quando este se isolava (nem sequer apitou), temos o penalty sobre o Pavlidis: paralitica na perna esquerda do grego, ainda tocou nos calcanhares do nosso avançado e ainda foi empurrado, resultado: nada!!! O Gabriel Baptista, só à 3.ª falta para Amarelo, levou o 1.º !!! Uma delas, foi igualzinha à falta que deu o Amarelo ao Palhinha no final, tendo inclusive tirado a bota ao Prestianni!!!

No penalty assinalado pelo VAR, levou uma eternidade a marcar um penalty óbvio... e se o Langlet baixa a cabeça, o jogador do Moreirense, levanta a perna... não foi de propósito, mas ao contrário, tinha sido na hora, sem ser necessário intervenção do VAR!!!

Como não fosse complicado para o nosso sistema nervoso aturar o Verdíssimo, horas antes do jogo começar, ficámos a saber que para Domingo, contra o Gil Vicente, vamos ter que aturar um outro pulha corrupto, o mentiroso comprovado, que nos atirou para a Liga Europa esta época, na partida de Famalicão, onde além de não ter assinalado um penalty descarado a nossa favor, foi extremamente rápido a expulsar o Otamendi, num lance onde o Nico joga na bola e só depois pisa o adversário... uma jogada, igual a muitas outras, onde nada se passa!!!

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Académico(c), E(2-2), D.R. Silva(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
2.ª-Casa Pia(f), V(0-7), Pinheiro(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, (0-9), Sem influência
(Adiado)
4.ª-Estoril(c), V(2-1), H. Carvalho(Martins, Cidade), Prejudicados, (3-1), Sem influência
5.ª-Marítimo(f), V(0-3), Guelho(M. Oliveira, V. Maia), Prejudicados, (0-4), Sem influência
(Atraso)
3.º-Moreirense(f), V(0-4), Veríssimo(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, (0-5), Sem influência

Sporting
1.ª-Estrela(f), E(2-2), J. Gonçalves(Martins, Cátia T.), Prejudicados, (2-3), (-2 pontos)
2.ª-Guimarães(c), V(3-2), D. R. Silva(M. Oliveira, I. Pereira), Nada a assinalar
3.ª-Alverca(c), V(3-1)Veríssimo(Malheiro Pinto,A.Campos), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Rio Ave(f), V(0-4), B. Costa(Rui Soares, M. Azevedo), Nada a assinalar
5.ª-Nacional(c), V(2-0), Pinheiro(P. Ferreira, Eiras), Nada a assinalar

Corruptos
1.ª-Alverca(c), V(2-0), Godinho(Esteves, Catarina C.), Nada a assinalar
2.ª-Rio Ave(f), V(0-2), Fonseca(Cláudia R., A. Campos), Beneficiados, (1-2), Impossível contabilizar
3.ª-Arouca(c), V(2-0), Pinheiro(Mota, Bessa Silva), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Académico(f), V(0-2), Nogueira(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, (0-1), Impossível contabilizar
5.ª-Moreirense(c), V(2-1), Nobre(Esteves, Sancho), Beneficiados, (0-1), (+3 pontos)

Braga
1.ª-Moreirense(f), E(2-2), Bessa(Vasilica, P. Eiras), Nada a assinalar
(Adiado)
(Adiado)
4.ª-Guimaráes(c), V(1-0), Narciso(Rui Costa, T. Leandro), Nada a assinalar
5.ª-Alverca(f), V(1-2), Godinho(Barradas, Babo), Nada a assinalar
(Atraso)
3.ª-Estrela(f), D(2-1), Vasilica(M. Oliveira, L. Ferreira), Nada a assinalar)

Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):

Benfica
1/0

Sporting
1/0

Corruptos
2/0

Braga
0/1

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade)
Castigados (Favor - Contra):

Benfica
1/0
Minutos:
1 - 0 = +1

Castigados:
1 - 0

Sporting
1/0
Minutos:
8 - 0 = +8

Castigados:
2 - 1

Corruptos
1/0
Minutos:
8 - 0 = +8

Castigados:
0

Braga
0/0
Minutos:
0 - 0 = 0

Castigados:
0-0

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Média Faltas/Amarelos - Favor/Contra

Benfica
7(5) / 64 - 74 / 13(7)
Média: 9,1 / 5,6

Sporting
10(6) / 63 - 66 / 11(6)
Média: 6,3 / 6

Corruptos
2(0) / 70 - 44 / 6(4)
Média: 35 / 7,33

Braga
9(3) / 61 - 57 / 11(5)
Média: 6,7 / 5,1

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica


Sporting
J. Gonçalves - -2
Martins - -2

Corruptos
Nobre - +3
Esteves - +3

Braga


Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):

Benfica
D. R. Silva - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (0/1)

Sporting
J. Gonçalves - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (1/0)

Corruptos
Godinho - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Nobre - 1 (1/0)

Braga
Bessa - 1 (0/1)
Narciso - 1 (1/0)
Godinho - 1 (0/1)
Vasilica - 1 (0/1)

Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):

Benfica
Rui Costa - 2 (0/2)
Mota - 1 (1/0)
Martins - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (0/1)

Sporting
Martins - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)
Rui Soares - 1 (0/1)
P. Ferreira -1 (1/0)

Corruptos
Esteves - 2 (2/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Mota - 1 (1/0)
P. Ferreira - 1 (0/1)

Braga
Vasilica - 1 (0/1)
Rui Costa - 1 (1/0)
Barradas - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (0/1)

Anexos(VII):
AVAR's:

Benfica
T. Leandro - 2
P. Miranda - 1
Cidade - 1
V. Maia - 1

Sporting
Cátia T. - 1
I. Pereira - 1
A. Campos - 1
M. Azevedo - 1
Eiras - 1

Corruptos
Catarina C. - 1
A. Campos - 1
Bessa Silva - 1
Eiras - 1
Sancho - 1

Braga
Eiras - 1
T. Leandro - 1
Babo - 1
L. Ferreira - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)

Benfica
Rui Costa - 2
Pinheiro - 1
Guelho - 1
M. Oliveira -1
Veríssimo - 1

Sporting
J. Gonçalves - 1
Martins - 1
B. Costa - 1
Rui Soares - 1

Corruptos
Fonseca - 1
Cláudia R. - 1
Nogueira - 1
P. Ferreira - 1

Braga
Bessa - 1
Vasilica - 1
Godinho - 1
Barradas - 1
M. Oliveira - 1


Anexos(iX):
Jornadas anteriores:
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-3 jogos)
Jornada 4 (-3 jogos)
Jornada 5 (-3 jogos)

Anexos(X):
Épocas anteriores: