Últimas indefectivações

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Antevisão...

Treino

Vitória na Suécia...

Kristianstad 34 - 38 Benfica
18-19

Começamos mal, adaptámos a defesa, e conseguimos chegar à liderança mesmo antes do intervalo... Entrámos bem no 2.º tempo, cavámos uma boa diferença, mas os Suecos conseguiram empatar... na recta final, fomos mais fortes, e arrancámos uma excelente vitória, no terreno do líder da Liga Sueca.

Passo muito importante para a qualificação...

Rui Costa...

Backstage | #FutsalBenfica 4-3 Sporting CP | #UCLFutsal

BolaTV: Mais Vale à Tarde Que Nunca #92

Terceiro Anel: Bola ao Centro #185 - Jogo do tudo ou nada!!!

Benfica Somos Nós - É para cima deles #10 - Antevisão - Real Madrid

Vermelho no Branco #34 - Vitória tranquila antes da "Missão Real Madrid"! E o caso Prestianni!

Falar Benfica #235

BF: Champions...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Cinco pontos sobre o plano estratégico da FPF

Observador: E o Campeão é... - Prestianni viajar para Madrid é desafiar a UEFA?

Observador: Três Toques - O penálti falhado, que acabou em facadas

1 Minuto


- Minuto...

Oliveira: AFS...

Possessivo: React - Rodrigo

So let me get this straight…

Tudo verdade...

Merecido

Os meninos especiais !!!

Benfica FM: Rodrigo em off !!!

Benfica FM: Ainda bem que têm jeito para a bola!!!

Só pode!!!

Recuperar para acreditar


"Depois de 50 minutos de "Champions" de intenso futebol, em que o adversário foi melhor, reforçou o meio-campo que outrora esteve desguarnecido e mereceu ganhar, as consequências do turbilhão de acontecimentos após aqueles 50 minutos faziam prever um jogo difícil com o último classificado é certo, mas, convém lembrar, é o único dos últimos quatro classificados (Tondela, Santa Clara, Rio Ave...) que não tiraram pontos ao Benfica. A verdade é que a equipa o tornou fácil, com uma primeira parte de qualidade, a criar oportunidades em série e a concretizar três delas, com Pavlidis a ser um perigoso falso extremo esquerdo, a combinar bem com Schjelderup, o melhor em campo, e José Neto a provar que aos 17 anos já é uma certeza. Mas as boas notícias não ficaram por aqui. Ríos e Lukebakio tiveram os minutos que precisavam, Bah regressou um ano depois com golo e boa exibição e Rafa assinalou o seu regresso aos golos com uma "letra" de antologia. Todos recuperados, pois, para o que aí vem, uma decisão de eliminatória onde o Benfica terá, dentro e fora do campo, uma missão muito difícil, mas, há que acreditar, possível.

PS - Enquanto esperamos a conclusão do processo que decidirá sobre "aquilo que ninguém ouviu e todos têm opinião", importa relembrar duas coisas; primeiro, que qualquer ato de racismo, seja em que contexto for e por que motivo for, é absolutamente condenável e deve ser severamente punido.
Segundo, qualquer ato que viole o princípio do contraditório, da presunção de inocência e do Estado de Direito, também.
Que corra tudo bem amanhã."

Prestianni, um castigo «à primeira vista»


"UEFA decidiu com base no 'parece que'. Se do ponto de vista jurídico é discutível, foi o melhor para o jogador: o argentino não tem estofo mental para aguentar uma hostilidade de dimensões bíblicas. E iria prejudicar o Benfica numa missão que apesar de tudo está ao alcance

Foi uma decisão esperada. Surpresa seria se a UEFA permitisse que Gianlucca Prestianni pudesse jogar no Bernabéu após os acontecimentos do jogo da Luz na primeira mão do play-off de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões. O organismo decidiu usar o artigo 14.º do Regulamento Disciplinar para aplicar aquilo que na linguagem jurídica é conhecido como prima facie, uma expressão latina que significa «à primeira vista» ou «baseado nas primeiras impressões». A explicação, li-a num artigo do jornal espanhol As, através do jurista Toni Roca: «Algo que parece certo ou suficiente com a informação oficial disponível, mesmo que vá ser discutido posteriormente.»
Por outras palavras, a UEFA pouco ligou ao que jogador e Benfica alegam – de que o argentino não disse o que Vinícius Júnior acusa-o de ter dito e que Mbappé garante ter ouvido por cinco vezes. Pesaram muito mais outros factos: a queixa da suposta vítima, o testemunho de um colega e a passividade do extremo do Benfica face à acusação, no que se interpreta como uma assunção de culpa envergonhada.
Claro que para aqueles adeptos que consideram que Vinícius mentiu ou ouviu mal, está em curso uma profunda injustiça para com um jogador na base de um parece que. Mas deixemos agora a parte jurídica e centremo-nos no lado prático: Prestianni não tinha condições de jogar no Bernabéu. É um miúdo ainda sem estrutura mental para aguentar uma hostilidade de proporções bíblicas e que só iria prejudicar a equipa, tirando o foco do essencial - a possibilidade de as águias poderem dar a volta à eliminatória. Que não é descabida.
Entende-se, do ponto de vista da estratégia do Benfica, querer levá-lo para Madrid. Uma vez que o clube decidiu atravessar-se pelo jogador nas horas que se seguiram ao episódio da Luz, inverter a marcha agora seria um contrassenso. Mesmo que isto implique uma fuga para a frente de consequências imprevisíveis. Pensarão os responsáveis encarnados que mais vale manter a união à volta de Prestianni do que mostrar a outra face para a opinião pública; apostam tudo num suposto reforço do espírito de balneário mesmo que isso implique um risco em termos de imagem institucional a nível planetário.
Para mitigar os estragos só há uma forma: eliminar o Real Madrid sem Prestianni, da forma mais limpa possível, e depois encarar a possibilidade de acatar o mais que previsível castigo ao argentino. E tomar decisões duras com os energúmenos que nas bancadas chamaram macaco a Vinícius Júnior. As provas estão aí, basta haver vontade. Em nome da dignidade."

Zero: 5x4 - S06E23 - Depois dos dérbis: Ricardinho tem razão?

No Princípio Era a Bola - O extremo em melhor forma no FC Porto ainda não está feito. E o Benfica, será que vai a Madrid de peito aberto?

Rabona: Benfica, Prestianni’s suspension and Mourinho’s silence

SportTV: Titulares...

Chuveirinho #162

Pre-Bet Show - 172 - XI MAIS UNDERRATED DA ÉPOCA? TEMOS ✅

DAZN: La Liga - R25 - Golos

DAZN: The Premier League - R27 - Golos

Fora de Jogo - S03E29 - Nuno Matos

BolaTV: Fora de Jogo - 90+3 - S03E21 - Oceano

O futebol infantil não pode estar dependente dos pais


"No sábado passado, como em quase todos os sábados do último ano e meio, levantámo-nos com as galinhas. O Pedro tinha jogo de futebol e, num distrito tão grande como o de Évora, isso implica que, de quinze em quinze dias, existam quase sempre umas largas dezenas de quilómetros entre a nossa casa e o local onde os jogos se realizam. Há trinta anos, quando eu tinha a idade que ele tem hoje, não passava pela cabeça de ninguém que os pais acompanhassem os filhos em todos os jogos fora. Acontece que hoje não há sequer possibilidade de escolha. Ou os pais vão e levam os miúdos ou o campeonato não chega a arrancar por falta de comparência das equipas. Porque se há trinta anos os municípios cediam autocarros e os clubes ainda tinham duas ou três carrinhas de nove lugares para transportar miúdos, a verdade é que agora todas essas coisas são praticamente ficção.
Quem de nós, e aqui falo especificamente dos millenials desta vida, não recorda com nostalgia as viagens nas carrinhas dos clubes, com os companheiros de equipa e os treinadores, num tempo em que os telemóveis não existiam e o lanche era uma sandes de fiambre com manteiga e um Compal de pêssego? Hoje, infelizmente, a maioria dos nossos filhos nunca vai conhecer essa sensação.
Antes que perguntem, eu gosto de ir aos jogos do Pedro e sei que os miúdos, pelo menos na idade dele, ainda gostam de ter os pais por perto. Mas, e desculpem se isto melindra alguém, sinto que passámos de um extremo ao outro sem passar pelo meio onde reside a virtude. Porque se antigamente os nossos pais iam de menos, hoje estamos claramente demais. E isso nota-se no comportamento dos miúdos, na falta de maturidade geral e até na postura que assumem aquando das derrotas.
Reparem, a existência de transporte assegurado pelos clubes não teria de ser sinónimo de uma regressão de trinta anos e de ausência total dos pais, mas concedia-nos, pelo menos, a liberdade de fazer uma escolha. Escolha essa que hoje não temos. Porque neste momento, quando os nossos filhos vão para o futebol, o pagamento da mensalidade deixou de ser a nossa única obrigação. Agora também cumprimos funções de motorista praticamente todos os fins de semana. Mesmo que tenhamos outras actividades ou compromissos profissionais. Porque com os clubes, desgraçadamente, já não podemos contar: mesmo quando há boa vontade o dinheiro nunca chega.
Eu sei que, habitualmente, o espaço nestes jornais está reservado aos grandes clubes. Mas esses estão, como bem sabemos, muito longe de representar a maioria. Porque a maioria não anda a disputar os milhões da Europa ou a negociar direitos televisivos, mas a vender rifas no Natal e na Páscoa e a pedir apoios ao comércio local para poder sobreviver. E isto tudo enquanto usa um cinto tão apertado que mais parece um garrote.
E não deixa de ser profundamente irónico, quando temos uma epidemia de obesidade infantil e passamos a vida a falar da importância da actividade física nas crianças, que os apoios a clubes e colectividades sejam tão absolutamente patéticos. E sim, não resisto ao chavão e vou mesmo dizer que se gastam rios de dinheiro com coisas desnecessárias em Portugal, mas que depois somos incapazes de apoiar a sério a prática de exercício físico quando 32% das nossas crianças entre os cinco e os nove anos tem excesso de peso. E se é verdade que tivemos praticamente uma década (2008-2019) em que os valores da obesidade infantil caíram, a verdade é que essa tendência já se inverteu e estamos novamente em subida. Incoerentes? É o nosso nome do meio. Porque promovemos a importância da actividade física, falamos dos perigos do sedentarismo, dizemos aos miúdos que têm de se mexer. Mas esquecemo-nos que, cada vez mais, a prática desportiva implica que os pais tenham recursos económicos. E isto perverte totalmente o princípio da igualdade que sempre foi apanágio do desporto.
No clube onde o Pedro joga, um clube centenário da pequena cidade onde cresci e onde ainda vivo, os equipamentos de jogo ainda são fornecidos pelo clube. E se no outro dia uma amiga me dizia que achava isso muito pouco higiénico, eu confesso que o considero quase místico. Ver os miúdos todos, no final do jogo, a meter os equipamentos num saco enorme que segue depois para lavar? Que memórias boas que isto desbloqueia para quem nasceu na década de 80. Tal como não haver nomes estampados nas camisolas ou qualquer tipo de personalização. Mas, lá está, isto só foi possível porque alguns comerciantes locais, convencidos pelos dirigentes, trataram de oferecer os equipamentos.
E por falar em dirigentes… Todos temos noção que estes são, essencialmente, pais de miúdos que jogam nas equipas que eles, por falta de alternativa, acabam a dirigir, certo? É que não havendo dinheiro para pagar seja a quem for, o dirigente é o pai do ponta-de-lança, o massagista é o pai do defesa esquerdo que calha a ser bombeiro, e o tipo que faz a segurança ao jogo, quando se vai ver, é o pai do guarda-redes. Todos, obviamente, voluntários. Todos por amor à camisola, aos filhos e ao futebol. Todos a terem de assumir uma logística que não é assim tão pequena, a lidarem com as reclamações das mães wannabe dona Dolores, a gerirem a falta de condições e a tentar, com muita criatividade, arranjar dinheiro para pagar qualquer coisa aos treinadores no final do mês.
E isto é a realidade do futebol infantil praticado pela esmagadora maioria dos miúdos deste país. Miúdos que nunca pisaram uma academia, que tratam por tu balneários em contentores e que, ainda assim, jogam felizes. Mas que mereciam mais do que andar a vender rifas a um euro, cujo primeiro prémio é um borrego, para ver se o clube onde jogam se aguenta vivo mais uma época.
Quem, como eu, praticou um desporto quando era miúdo sabe bem o que ele nos deu. E sabe bem o que foi crescer a dividir o banco com os amigos, a perder sem ver a mãe e o pai na bancada e a ganhar sem promessas de recompensas. É impossível não nos lembrarmos que a viagem de regresso parecia passar sempre mais depressa do que a viagem de ida, do sabor das sandes que nos davam no final dos jogos, dos amigos que fizemos em equipas rivais e das mil e uma histórias dos mil e um jogos diferentes. E não, não estou a dizer que éramos melhores do que os nossos filhos. Mas não tenho nenhuma dúvida de que éramos mais livres.
E sabem, era esta que devia ser a nossa luta enquanto pais. Não equipamentos personalizados ou mochilas de marca, não campos de relva moderníssimos ou lanches com reforço proteico. O que devíamos pedir era estrutura, transporte, apoio real e condições mínimas que permitissem aos clubes cumprir o seu papel de formação de jovens.
Hoje, já o disse, o futebol infantil é tratado como um passatempo financiado pelos pais. E isso, quanto a mim, é falhar aos miúdos. Especialmente àqueles que não têm pais que os possam financiar. É preciso chamar à responsabilidade a política central, mas também a local. É preciso dizer que os miúdos estão aqui. E, acima de tudo, é preciso mostrar que apoiar o desporto infantil não é um capricho nem um saudosismo bacoco. É uma responsabilidade de uma sociedade inteira.

No Pódio
O meu pódio desta semana vai para o presidente do SC Braga que decidiu, e bem, não baixar os braços perante uma decisão totalmente incompreensível por parte da PSP. Não sendo já possível mudar o que aconteceu, António Salvador está a fazer o que todos os sócios e adeptos esperam de um presidente que se preze: defender a honra, os valores e a história do seu clube.

Na Bancada
A qualidade das medalhas dos Jogos Olímpicos de Inverno tem embaraçado seriamente a organização dos mesmos. Várias medalhas, inclusivamente de ouro, prata e bronze, partiram-se ou descolaram-se logo após terem sido entregues aos atletas vencedores. Esta situação já levou à abertura de uma investigação e deixa no ar várias dúvidas quanto aos mecanismos de controle de qualidade dos prémios olímpicos."

Texas, para Portugal descobrir


"O que pode acontecer nos States atá ao início de um estranho Campeonato do Mundo? Nem o cérebro do Supremo Leader deve saber e muito menos o inefável Infantino.
Seja como for, a Oitava está atenta. E deixa, para já, algumas ideias sobre a petrolífera Houston onde Portugal vai realizar dois jogos. Antes de mais, convém clarificar uma expressão que ficou para sempre ligada à cultura popular.
No filme Apollo XIII, a famosa «Houston, we have a problem» foi criada para a narrativa cinematográfica. Na verdade, Jim Lovell diz «Houston, we have had a problem»…
Estamos em 2026, num gigantesco e multifacetado parque onde se encontra, por exemplo, o famoso Astrodome. Inclui várias estruturas, entre as quais o NRG Stadium, onde se vão disputar os jogos que a metrópole texana vai receber.
NRG não quer dizer High Energy Music, é simplesmente o nome do sponsor da estrutura Space Age, como seria de esperar de uma companhia de energia cujo nome vai ser apagado durante o torneio - por razões óbvias de sponsoring do Mundial.
Como cantava o lendário Jimmie Rodgers, Gimme a T for Texas. Para quem se deslocar pela primeira vez aos States, vai ser uma expêriencia profundamente americana.
Já agora, como teaser da próxima crónica (dedicada a alguns pormenores curiosos), conduzam com muita atenção pelo Inner Loop para o Portugal-Usbequistão. Inner Loop!? Pois! A Oitava vai ser um mini GPS no Campeonato do Mundo de 2026."

SportTV: Grelha de Partida - S04E01

SportTV: S04E20 - Brad, abre os cordões à bolsa! 🤑

Fazer melhor em Madrid


"1. O último reencontro entre o Benfica e o Real Madrid esteve muito longe de honrar os pergaminhos dos gigantes ibéricos por motivos que ultrapassam as circunstâncias e as ocorrências do jogo propriamente dito. Historicamente, a Europa do futebol esperou 6 décadas por um confronto deste gabarito e, por manigâncias de sorteios, “recebeu” nem mais nem menos do que 3 clássicos com estes mesmos protagonistas no espaço de um mês.

2. O primeiro desses reencontros, a 25 de janeiro, garantiu ao Benfica a qualificação para o playoff da Liga dos Campeões. Foi graças a um golo do seu guarda-redes nos instantes finais do tempo de compensação que um muito surpreendido Real Madrid se viu obrigado a disputar o playoff para prosseguir na prova de que é rei e senhor… No mês passado, a equipa espanhola entrou na Luz dando por certa a sua superioridade e sofreu uma humilhação que deu a volta ao mundo. Coisas que acontecem, mas que ao Real Madrid acontecem muito raramente.

3. O segundo reencontro aconteceu na terça-feira passada. Foi o 1.º jogo da eliminatória disputada a duas mãos que dará acesso aos oitavos da Liga dos Campeões. O desafio “acabou” quando corria o seu 50.º minuto e Vinicius Júnior fez o golo que daria a vitória ao Real Madrid. Um golo de grande categoria assinado pelo jogador internacional brasileiro, um artista de méritos incontestáveis, mas um desportista de hábitos condenáveis, como, aliás, se viu

4. Não foi a primeira vez que Vinicius Júnior se comportou incorretamente com o público adversário. Já fez o mesmo em Espanha e noutros lugares do mundo. É, aliás, a sua imagem de marca. Negar o desrespeito nos festejos do golo que marcou ao Benfica é negar uma evidência.

5. O jogo “acabou” com o golo do jogador brasileiro porque Vinicius queixou-se ao árbitro de ter sido alvo de um insulto racista – “mono” – por parte do nosso jogador argentino Prestianni. Seguiu-se o sururu inevitável e os 10 minutos de pausa no jogo. Quando o encontro foi reatado, estava marcado pelo episódio entre os 2 sul-americanos e arrastou-se penosamente até ao fim.

6. Não há prova de que Prestianni tenha insultado Vinicius Júnior. Se o fez, fez muito mal. O Benfica não é um clube de racistas e a sua maior lenda é um negro. Ter tapado a boca com a camisola não vai ajudar Prestianni nas instâncias internacionais.

7. Nas “nossas” instâncias, estamos com o jovem argentino. Não queremos que ele seja uma fonte de problemas, mas uma fonte de soluções. Na próxima semana, o Benfica vai a Madrid tentar fazer melhor do que fez na Luz na última terça-feira."

Leonor Pinhão, in O Benfica

“Dear Mr. C. Figueira”


"EM 1955, PORTUGAL VOLTOU A ESTAR REPRESENTADO NO TORNEIO DE WIMBLEDON COM O TENISTA ENCARNADO CARLOS FIGUEIRA

O ténis do Benfica conheceu a hegemonia na dé cada de 1950, depois de alguns anos de instabilidade. A revitalização da modalidade veio pela mão de Francisco Viveiros Pinto, presidente da secção, que trouxe ao Benfica grandes vultos da raquete, como David Cohen, Azevedo Gomes, Lima Mayer e o madeirense José Carlos Figueira da Silva (1929-2021).
Proativo, dono de uma vivacidade que lhe transcendia o físico, Carlos Figueira chegara do Funchal em 1949, com 20 anos, e logo integrou a equipa encarnada. Em 1950, sagrar-se-ia campeão na - cional de 2.ª categoria, em singulares e pares. No ano seguinte, ainda na 2.ª categoria, alinhou pela equipa principal no Campeonato Nacional de Equipas, conquistando o primeiro de mais de uma dezena de títulos da 1.ª categoria, divididos em equipas, singulares e pares mistos.
Em junho de 1955, um mês antes de se sagrar bicampeão nacional, Carlos Figueira entrou na história do ténis português pela sua participação no Torneio de Wimbledon, o mais antigo e um dos mais prestigiados torneios de ténis do mundo. Foi o primeiro português a ter entrada direta na competição.
As dificuldades foram sentidas logo de início, pois a deslocação acarretava custos impossíveis para as entidades desportivas, inclusive a Federação Portuguesa de Ténis. Valeu o apoio do presidente da Mesa da Assembleia Geral dessa instituição, Rodrigo de Castro Pereira, que pagou do seu bolso a viagem de barco, e também dos seus amigos Viveiros Pinto e Gabriel Farra cujos contactos em Londres lhe facilitaram a estadia.
Depois de vários dias em viagem de barco e comboio, Carlos Figueira calçou as suas sapatilhas, pegou numa das quatro raquetas que levou consigo e alinhou pela primeira vez num campo de relva, frente ao americano Wayne van Voorhees, a quem conseguiu ganhar dois jogos (0-6, 1-6, 1-6). As dificuldades que Figueira sentira na “Meca do ténis” expressaram-se no resultado. O campo de relva, inexistente em Portugal, não ajudou, promovendo um “andamento do jogo muito mais rápido, com a bola a saltar no sentido do comprimento e muito pouco em altura”, impedindo o carácter de jogo do tenista português, que privilegiava a defesa e aproveitava “as deixas para os contra-ataques”.
O feito de Carlos Figueira foi hercúleo, dada a tão fraca aposta na modalidade num país onde a validade do desporto despertava timidamente. Para o tenista, o reconhecimento não foi imediato. O jornal A Bola foi o único que relatou a sua prestação em Inglaterra e só décadas mais tarde sobreveio a recordação da sua ida, quando outros portugueses alinharam. Aí, teve evidenciado o seu valor e papel na promoção do ténis português.
Descubra outras figuras de grande craveira internacional do ténis do Benfica na área 4 – Momentos Únicos, do Museu Benfica – Cosme Damião."

Pedro S. Amorim, in O Benfica

A alegria deles


"Para lá de o SL Benfica ser o ganha-pão das audiências televisivas, dos clicks digitais e das vendas em papel dos jornais desportivos, também é o Glorioso que anda na boca daqueles que se consideram nossos rivais nos campos, pavilhões, rinques, pistas, piscinas, estradas, tatamis e onde mais seja que se pratique desporto em Portugal. Não há vez que os dirigentes desportivos, atletas ou adeptos de outros clubes não utilizem o nome do SLB para se porem em bicos de pés. Ou, pelo menos, para terem notoriedade e conseguirem um pouco de atenção.
Os amigos do Altis andaram a trocar acusações durante a semana que passou – já é melhor do que andarem a trocar emails roubados –, mas nem assim conseguem esconder os anos de compadrio. Claro que tiveram de puxar o nome do Benfica para a fogueira, porque sem nós não existem. Nem subsistem em termos mediáticos. Todos os anos é a mesma coisa. Deve ser triste viver constantemente na sombra… Até podem ir conquistando uns troféus e competições de vez em quando, mas o complexo não lhes passa. Podem gritar que são diferentes ou que os tempos de coação e guerrilha sistemática já passaram, mas não. Basta ver como as suas equipas são protegidas ao longo dos anos para que se cubram de vergonha a cada semana de favores arbitrais, mas não lhes importa.
Gritam, gritam, mas só se fala de nós, do Sport Lisboa e Benfica. Mesmo quando o vento não nos sopra de feição, as notas de rodapé da história desportiva estão-lhes sempre entregues. Isso não compensa em nada a amargura de ver que não nos deixam chegar mais longe, mas não consigo deixar de sorrir quando penso neste Portugal dos Pequenitos do desporto."

Um ano negro


"Devo, desde já, um pedido de desculpas ao estimado leitor. De facto, este espaço está a tornar-se monotemático.
Acredite que gostava mais de escrever sobre Anísio Cabral, sobre um Prestianni que só precisa de afinar o remate para se tornar um craque, ou sobre o regresso de Pavlidis aos golos. Lamento ser repetitivo, mas os factos, aquilo que se vai passando nos relvados, na Cidade do Futebol, ou sabe Deus onde, ultrapassam tudo o que podemos aceitar.
Os lances de intervenção da videoarbitragem (legítima e ilegítima, à luz do protocolo) são sistematicamente decididos contra o Benfica. E o inverso acontece nas partidas envolvendo o rival lisboeta. Nos Açores, onde o Sporting vencera, como bem nos lembramos, houve agora, dependendo de um critério mais ou menos apertado, um ou dois ou três lances de grande penalidade na área do Santa Clara (faltas bastante mais evidentes do que a que sonegou um golo ao Famalicão, em Alvalade). António Nobre – já sabemos – só assinala penáltis quando as rasteiras são feitas com a cabeça de Otamendi. O VAR nem uma vez o chamou para ver as imagens. Vencemos o jogo, mas isso não pode calar-nos.
Está a cumprir-se o 1.º aniversário da tomada de posse de um Conselho de Arbitragem que me faz sentir saudades… até mesmo de Lourenço Pinto.
Se tivermos a boa vontade de presumir que existe seriedade, teremos de afirmar que não se via tamanha incompetência na arbitragem portuguesa há já várias décadas. Estes foram claramente os seus piores 12 meses, desde que existe VAR.
Com tanto caso, casinho e casão, mais do que se justificava a demissão de Luciano Gonçalves e da sua trupe. Não podemos aceitar que a verdade desportiva seja sistematicamente desvirtuada, o palmarés adulterado e o futebol português atirado para a lama. É preciso gritar que o rei vai nu."

Assiduidade é futuro


"Há prémios que distinguem apenas talento ou desempenho. No projeto Para ti Se não faltares!, além destes objetivos, celebramos e premiamos o caminho para lá chegar, premiamos o compromisso, a persistência e a coragem dos que escolhem não desistir mesmo perante as maiores adversidades.
A escolha de comparecer, de aprender e de perseverar cultiva e aprofunda a ideia de cada jovem de que a escola é um caminho e não um obstáculo, um verdadeiro trampolim para a vida e para o sucesso. Num tempo em que o abandono e o absentismo continuam a marcar a vida de demasiados jovens, este projeto afirma um princípio simples: cada dia na escola é um passo certo em direção ao sonho, rumo a um futuro melhor, com mais autonomia, mais conhecimento e mais liberdade pessoal.
Para um jovem, saber que o seu esforço é visto, valorizado e respeitado é verdadeiramente importante. Muitas vezes vive situações sociais exigentes, desafios familiares, limitações económicas e as suas próprias inseguranças pessoais, mas escolhe tomar o pulso da situação e fazer o que está ao seu alcance por si e pelos outros. Sabe que o caminho é o trabalho e também sabe que tem uma mão e uma companhia amiga pelo caminho e que essa companhia é o Benfica, através da Fundação. Sabe também que, a cada etapa escolar, poderá conquistar o prémio desse esforço e preparar a etapa seguinte, ganhando fôlego e motivação reforçada porque o futuro fica longe e os pequenos reconhecimentos do presente sabem a vitórias!"

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Lixívia (25/26) 23


Tabela Anti-Lixívia
Benfica......... 55 (-8) = 65
Corruptos...62 (+11) = 51
Sporting...... 58 (+9) = 49
Braga............42 (+1) = 41

Mais uma jornada, onde ficámos a conhecer mais um novo-corrupto vindo da da escola da AF Porto! Parece uma linha de montagem, estão sempre a sair novos elementos, os nomes são parecidos, mas a capacidade para roubar é igual!!!

Inacreditável arbitragem na Luz, onde com agressões, penalty's, e uma quantidade absurda de agarrões e faltas cínicas, táticas, conseguiu não mostrar um único Amarelo!!!! Chama-se Miguel Fonseca, e tem o futuro assegurado!!!


O jogo começou com um empurrão sobre o Schjelderup... Mão no corpo do Andreas no momento do cruzamento, desequilibrando o nosso mini-bacalhau! O Ríos em Braga, sem tocar no corpo, foi falta... aqui, existe um empurrão claro, sem qualquer tentativa de jogar a bola, e nada...
Logo a seguir, o mesmo jogador, agride com um cotovelada o mesmo Schjelderup: agressão pura! O mais incrível é que neste lance nem foi considerado um Caso, para a maioria dos Expert's!!!
Destaque ainda para o penalty não assinalado no remate do Sidny! Ao contrário do que alguns escreveram a bola não toca na anca do jogador do AFS, a bola vai diretamente ao braço... é verdade que o Sidny faz um remate enrolado, com a bola a bater na relva, mas comparando com outros lances parecidos, apesar do remate ser à queima, o braço está ligeiramente aberto! Mais um herói cego no VAR!

Não vi o jogo dos Lagartos, nem vi resumos! Mas nas crónicas, parece que não houve Casos.
Agora, uma nota para os jogos terem sido jogados à mesma hora: a PorkosTV faz o que quer, com os horários dos jogos! Para retirar audiências à BTV e à TVI, Benfica e Sporting jogaram à mesma hora! Se um dos jogos fosse transmitido pela PorkosTV, tudo seria diferente...

Os Corruptos, queixaram-se dum penalty, mas as imagens são claras, o defesa toca ligeiramente na bola, e depois é o avançado Corrupto que acaba por chutar na perna do defesa, que já está no chão...
Nota para a vergonhosa gestão dos últimos minutos do jogo, por parte dos Corruptos. Vale tudo. Não se jogou futebol durante os últimos 5 minutos. Não têm vegonha nenhuma...
Uma nota ainda, para a impunidade total do Bednerek, que continua a fazer o que quer... e ainda vê os árbitros marcar faltas aos avançados adversários, quando sofrem faltas deste caceteiro!

Em Braga, merece destaque as vergonhosas atitudes da PSP. Sim, a Polícia, conseguiu estar pior, do que os adeptos minhotos, que normalmente são sempre os piores actores destes espectáculos! Primeiro proibiram uma faixa, que não tinha nada de provocativo e depois ainda agrediram uma cidadã, idosa, e pior ainda, negaram ajuda médica, foram os outros adeptos presentes, que chamaram o 112! Uma vergonha, para quem veste a farda.

O jogo, foi durinho, com um penalty bem marcado, mas sem grandes Casos.

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Rio Ave(c), E(1-1), Guelho(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
2.ª-Estrela(f), V(0-1), H. Carvalho(L. Ferreira, J. Fernandes), Prejudicados, Sem influência
3.ª-Tondela(c), V(3-0), Anzhony(Rui Costa, C. Campos), Prejudicados, Sem influência
4.ª-Alverca(f), V(1-2), Bessa(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (0-2), Sem influência
5.ª-Santa Clara(c), E(1-1), Pinheiro(R. Moreira, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
6.ª-AFS(f), V(0-3), B. Costa(M. Oliveira, T. Leandro), Prejudicados, (0-4), Sem influência
7.ª-Gil Vicente(c), V(2-1), J. Gonçalves(Malheiro Pinto, D. Pereira), Prejudicados, (2-0), Sem influência
8.ª-Corruptos(f), E(0-0), Nogueira(Esteves, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
9.ª-Arouca(c), V(5-0), H. Carvalho(L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
10.ª-Guimarães(f), V(0-3), Pinheiro(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
11.ª-Casa Pia(c), E(2-2), Correia(Bento, Cidade), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
12.ª-Nacional(f), V(1-2), Vasilica(Esteves, T. Leandro), Prejudicados, (1-3), Sem influência
13.ª-Sporting(c), E(1-1), Nobre(Rui Costa, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-Moreirense(f), V(0-4), H. Carvalho(Rui Oliveira, Eiras), Prejudicados, (0-5), Sem influência
15.ª-Famalicão(c), V(1-0), Narciso(V. Santos, H. Santos), Prejudicados, (2-0), Sem influência
16.ª-Braga(f), E(1-1), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, (2-3), (-2 pontos)
17.ª-Estoril(c), V(3-1), Anzhony(Barradas, Rui Cidade), Nada a assinalar
18.ª-Rio Ave(f), V(0-2), C. Pereira(P. Ferreira, J. Fernandes), Prejudicados, (0-3), Sem influência
19.ª-Estrela(c), V(4-0), D. R. Silva(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Prejudicados, Sem influência
20.ª-Tondela(f), E(0-0), Godinho(Mota, P. Miranda), Prejudicados, (0-4), (-3 pontos)
21.ª-Alverca(c), V(2-1), B. Costa(Casegas, M. Vieira), Prejudicados, (5-1), Sem influência
22.ª-Santa Clara(f), V(1-2), Nobre(M. Oliveira, Eiras), Prejudicados, (1-5), Sem influência
23.ª-AFS(c), V(3-0), Fonseca(Barradas, Rui Cidade), Prejudicados, (5-0), Sem influência

Sporting
1.ª-Casa Pia(f), V(0-2), Correia(L. Ferreira, F. Pereira), Nada a assinalar
2.ª-Arouca(c), V(6-0), Malheiro(Mota, J. Pereira), Beneficiados, (6-1), Impossível contabilizar
3.ª-Nacional(f), V(1-4), B. Costa(Bento, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Corruptos(c), D(1-2), J. Gonçalves(Rui Costa, P. Brás), Prejudicados, (3-2), (-3 pontos)
5.ª-Famalicão(f), V(1-2), Nobre(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)
6.ª-Moreirense(c), V(3-0), H. Carvalho(Bento, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
7.ª-Estoril(f), V(0-1), Godinho(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
8.ª-Braga(c), E(1-1), C. Pereira(Cláudia R., Bessa Silva), Beneficiados, (1-3), (+1 ponto)
9.ª-Tondela(f), V(0-3), Bessa(T. Martins, Rui Cidade), Nada a assinalar
10.ª-Alverca(c), V(2-0), Nobre(Rui Oliveira, T. Costa), Beneficiados, (0-0), Impossível contabilizar
11.ª-Santa Clara(f), V(1-2), J. Gonçalves(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
12.ª-Estrela(c), V(4-0), Anzhony(M. Oliveira, Eiras), Prejudicados, (5-0), Sem influência
13.ª-Benfica(f), E(1-1), Nobre(Rui Costa, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-AFS(c), V(6-0), Vasilica(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, Impossível contabilizar
15.ª-Guimarães(f), V(1-4), Nogueira(Martins, P. Felisberto), Nada a assinalar
16.ª-Rio Ave(c), V(4-0), Macedo(Esteves, Sílvia D.), Beneficiados, (2-4), Impossível contabilizar
17.ª-Gil Vicente(f), E(1-1), Correia(V. Santos, P. Miranda), Nada a assinalar
18.ª-Casa Pia(c), V(3-0), D. R. Silva(Malheiro Pinto, Vaz Freire), Nada a assinalar
19.ª-Arouca(f), V(1-2), H. Carvalho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
20.ª-Nacional(c), V(2-1), Baixinho(R. Moreira, Babo), Beneficiados, (1-3), (+3 pontos)
21.ª-Corruptos(f), E(1-1), Godinho(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
22.ª-Famalicão(c), V(1-0), D. R. Silva(V. Santos, F. Silva), Nada a assinalar
23.ª-Moreirense(f), V(0-3), B. Costa(Rui Costa, T. Costa), Nada a assinalar

Corruptos
1.ª-Guimarães(c), V(3-0), Nobre(Mota, P. Brás), Beneficiados, (2-0), Sem influência
2.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Baixinho(Esteves, P. Martins), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
3.ª-Casa Pia(c), V(4-0), Guelho(P. Ferreira, H. Ribeiro), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Sporting(f), V(1-2), J. Gonçalves(Rui Costa, P. Brás), Beneficiados, (3-2), (+3 pontos)
5.ª-Nacional(c), V(1-0), Godinho(Esteves, Vaz Freire), Prejudicados, (2-0), Sem influência
6.ª-Rio Ave(f), V(0-3), Anzhony(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
7.ª-Arouca(f), V(0-4), Veríssimo(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
8.º-Benfica(c), E(0-0), Nogueira(Esteves, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
9.ª-Moreirense(f), V(1-2), J. Gonçalves(Rui Oliveira, Eiras), Nada a assinalar
10.ª-Braga(c), V(2-1), Veríssimo(Martins, Cláudia R.), Nada a assinalar
11.ª-Famalicão(f), V(0-1), Bessa(V. Santos, P. Ferreira), Nada a assinalar
12.ª-Estoril(c), V(1-0), Narciso(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Nada a assinalar
13.ª-Tondela(f), V(0-2), Godinho(L Ferreira, V. Maia), Nada a assinalar
14.ª-Estrela(c), V(3-1), Fonseca(Bento, M. Azevedo), Nada a assinalar
15.ª-Alverca(f), V(0-3), Pinheiro(P. Ferreira, I. Ferreira), Nada a assinalar
16.ª-AVS(c), V(2-0), B. Costa(Malheiro Pinto, N. Pires), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
17.ª-Santa Clara(f), V(0-1), C. Pereira(Rui Costa, M. Martins), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
18.ª-Guimarães(f), V(0-1), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), Nobre(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
20.ª-Casa Pia(f), D(2-1), Ramalho(M. Oliveira, J. Fernandes), Beneficiados, Sem influência
21.ª-Sporting(c), E(1-1), Godinho(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
22.ª-Nacional(f), V(0-1), Bessa(Bento, P. Sousa), Nada a assinalar
23.ª-Rio Ave(c), V(1-0), D. R. Silva(Rui Oliveira, P. Ribeiro), Nada a assinalar

Braga
1.ª-Tondela(c), V(3-0), C. Pereira(Esteves, Mira), Beneficiados, (2-0), Sem influência
2.ª-Alverca(f), V(0-3), Nogueira(R. Moreira, Rui Teixeira), Nada a assinalar
3.ª-AFS(c), E(2-2), J. Gonçalves(L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
4.ª-Rio Ave(f), E(2-2), Veríssimo(Rui Silva, T. Leandro), Nada a assinalar
5.ª-Gil Vicente(c), D(0-1), Bessa(Bento, F. Silva), Nada a assinalar
6.ª-Guimarães(f), E(1-1), Nobre(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
7.ª-Nacional(c), D(0-1), Fonseca(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
8.ª-Sporting(f), E(1-1), C. Pereira(Cláudia R., Bessa Silva), Prejudicados, (1-3), (-2 pontos)
9.ª-Casa Pia(c), V(4-0), Macedo(Malheiro Pinto, Babo), Beneficiados, (3-0), Sem influência
10.ª-Corruptos(f), D(2-1), Veríssimo(Martins, Cláudia R.), Nada a assinalar
11.ª-Moreirense(c), V(2-1), Pinheiro(Esteves, M. Azevedo), Nada a assinalar
12.ª-Arouca(f), V(0-4), Nogueira(Martins, V. Marques), Beneficiados, Impossível contabilizar
13.ª-Famalicão(f), V(1-2), C. Pereira(Rui Oliveira, T. Leandro), Nada a assinalar
14.ª-Santa Clara(c), V(1-0), B. Costa(P. Ferreira, Á. Mesquita), Nada a assinalar
15.ª-Estoril(f), D(1-0), D. R. Silva(Rui Costa, Vaz Freire), Nada a assinalar
16.ª-Benfica(c), E(2-2), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, (2-3), (+1 ponto)
17.ª-Estrela(f), E(3-3), H. Carvalho(R. Moreira, P. Sancho), Nada a assinalar
18.ª-Tondela(f), V(0-1), Correia(V. Santos, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Alverca(c), V(5-0), Anzhony(M. Oliveira, N. Eiras), Beneficiados, (4-0), Sem influência
20.ª-AFS(f), V(0-4), Macedo(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Nada a assinalar
21.ª-Rio Ave(c), V(3-0), Nogueira(Bento, P. Sousa), Nada a assinalar
22.ª-Gil Vicente(f), D(2-1), C. Pereira(Rui Costa, J. Pereira), Nada a assinalar
23.ª-Guimarães(c), V(3-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Nada a assinalar

Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
9/2

Sporting
4/1

Corruptos
7/1

Braga
11/2

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
5/2
Minutos:
109 - 32 = 77 (superioridade)

Sporting
8/1
Minutos:
158 - 27 = 131 (superioridade)

Corruptos
2/3
Minutos:
26 - 68 = 42 (inferioridade)

Braga
1/2
Minutos:
81 - 31 = 50 (superioridade)

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
44(22) / 252 - 364 / 63(31)

Sporting
52(24) / 295 - 312 / 64(29)

Corruptos
49(22) / 308 - 290 / 57(28)

Braga
43(13) / 264 - 275 / 57(30)

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
J. Gonçalves - -2
Martins - -2
Guelho - -2
P. Ferreira - -2
Correia - -2
Bento - -2
Godinho - -2
Mota - -2

Sporting
Nobre - +3
P. Ferreira - +3
Godinho - +3
Rui Silva - +3
Baixinho - +3
R. Moreira - +2
L. Ferreira - +2
C. Pereira - +1
Cláudia R. - +1
J. Gonçalves - -1
Rui Costa - -3

Corruptos
Rui Costa - +5
J. Gonçalves - +5
Baixinho - +2
Esteves - +2
B. Costa - +2
Malheiro Pinto - +2
C. Pereira - +2
Martins - +2

Braga
Correia - +2
V. Santos - +2
J. Gonçalves - +1
Martins - +1
C. Pereira - -2
Cláudia R. - -2

Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
H. Carvalho - 3 (1/2)
Pinheiro - 2 (1/1)
J. Gonçalves - 2 (1/1)
Anzhony - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (1(1)
Nobre - 2 (1/1)
Bessa - 1 (0/1)
Guelho - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Correia - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (0/1)
Narciso - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Godinho - 1 (0/1)
Fonseca - 1 (1/0)

Sporting
Nobre - 3 (1/2)
J. Gonçalves - 2 (1/1)
Correia - 2 (0/2)
H. Carvalho - 2 (1/1)
Godinho - 2 (0/2)
D. R. Silva - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (0/2)
Malheiro - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Macedo - 1 (1/0)
Baixinho - 1 (1/0)

Corruptos
J. Gonçalves - 3 (0/3)
Godinho - 3 (2/1)
Veríssimo - 2 (1/1)
Nobre - 2 (2/0)
Bessa - 2 (0/2)
Baixinho - 1 (0/1)
Guelho - 1 (1/0)
Anzhony - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)
B. Costa - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
Ramalho - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)

Braga
C. Pereira - 4 (1/3)
Nogueira - 3 (1/2)
Veríssimo - 2 (0/2)
J. Gonçalves - 2 (2/0)
Macedo - 2 (1/1)
Pinheiro - 2 (2/0)
Bessa - 1 (1/0)
Nobre - 1 (0/1)
Fonseca - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (1/0)
D. R. Silva - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (0/1)
Correia - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)

Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
Rui Costa - 3 (2/1)
P. Ferreira - 3 (1/2)
L. Ferreira - 2 (1/1)
Esteves - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (0/2)
Barradas - 2 (2/0)
R. Moreira - 1 (1/0)
Bento - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (1/0)
Martins - 1 (0/1)
Mota - 1 (0/1)
Casegas - 1 (1/0)

Sporting
Martins - 3 (0/3)
Rui Costa - 3 (1/2)
Bento - 2 (1/1)
L. Ferreira - 2 (0/2)
Mota - 2 (1/1)
V. Santos - 2 (1/1)
P. Ferreira - 1 (0/1)
Rui Silva - 1 (0/1)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Esteves - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)
R. Moreira - 1 (1/0)

Corruptos
Esteves - 3 (2/1)
Rui Costa - 3 (0/3)
Martins - 3 (2/1)
P. Ferreira - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Bento - 2 (1/1)
Rui Oliveira - 2 (2/1)
Mota - 1 (1/0)
Rui Silva - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (0/1)
L. Ferreira - 1 (0/1)
Casegas - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (0/1)

Braga
Martins - 3 (1/2)
Rui Costa - 3 (0/3)
R. Moreira - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
Bento - 2 (2/0)
L. Ferreira - 2 (2/0)
Esteves - 1 (1/0)
Rui Silva - 1 (0/1)
Mota - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Esteves - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
P. Ferreira - 1 (1/0)
V. Santos - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)

Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
Eiras - 5
P. Felisberto - 4
Rui Cidade - 3
T. Leandro - 2
J. Fernandes - 2
C. Campos - 1
D. Pereira - 1
I. Pereira - 1
P. Brás - 1
H. Santos - 1
P. Miranda - 1
M. Vieira - 1

Sporting
P. Felisberto - 4
Eiras - 2
P. Brás - 2
P. Miranda - 2
T. Costa -2
F. Pereira - 1
J. Pereira - 1
Á. Mesquita - 1
Bessa Silva - 1
Rui Cidade - 1
V. Maia - 1
M. Vieira - 1
Sílvia D. - 1
Vaz Freire - 1
Babo - 1
F. Silva - 1

Corruptos
P. Felisberto - 4
P. Brás - 2
Eiras - 2
P. Martins - 1
H. Ribeiro - 1
Vaz Freire - 1
Á. Mesquita - 1
Cláudia R. - 1
P. Ferreira - 1
V. Maia -1
M. Azevedo - 1
I. Pereira - 1
N. Pires - 1
M. Martins - 1
M. Vieira - 1
J. Fernandes - 1
P. Sousa - 1
P. Ribeiro - 1

Braga
T. Leandro - 2
Eiras - 2
P. Felisberto - 2
V. Maia - 2
Mira - 1
Rui Teixeira - 1
I. Pereira - 1
F. Silva - 1
P. Miranda - 1
Bessa Silva - 1
Babo - 1
Cláudia R. - 1
M. Azevedo - 1
V. Marques - 1
Á. Mesquita - 1
Vaz Freire - 1
P. Sancho - 1
P. Sousa - 1
J. Pereira - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Esteves - 0 + 2 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
R. Costa - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
Martins - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1

Sporting
Martins - 0 + 3 = 3
Nobre - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1

Corruptos
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Bessa - 2 + 0 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
Martins - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1

Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
P. Ferreira - 0 + 3 = 3
Pinheiro - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Anzhony - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Barradas - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
D. R, Silva - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Bento - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Martins - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1

Sporting
Nobre - 3 + 0 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Rui Costa - 0 + 3  = 3
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
D. R. Silva - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 =2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Bessa - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Malheiro Pinto - 0 + 1 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1

Corruptos
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Godinho - 3 + 0 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 4 + 0 = 4
Nogueira - 3 + 0 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0  = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1

Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 1 (-1 jogo)
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-1 jogo)
Jornada 4 (~1 jogo)
Jornada 5 (+1 jogo)

Anexos(XI):
Épocas anteriores: