O INDEFECTÍVEL
Pelo Benfica! Sempre!
Últimas indefectivações
sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Ganhar
"O Benfica visita o Omonia, de Chipre, em jogo da 3.ª jornada da fase de liga da Liga Europa (20h00). Este é o tema em destaque na BNews.
1. Apelo aos adeptos
"O Benfica quer continuar a sentir a força dos seus adeptos, em casa e fora, em todas as competições. Para isso, é fundamental que a paixão pelo Clube seja acompanhada por uma conduta responsável, dentro e fora dos estádios, respeitando as regras em vigor", pode ler-se.
2. Foco permanente
Marco Silva aponta o caminho para o sucesso na partida desta noite: "Temos de ser muito sérios, muito rigorosos e, acima de tudo, mostrar aquelas que têm sido as nossas grandes características: a ambição que metemos em todos os jogos, a nossa qualidade, a nossa organização, para podermos estar preparados para disputar o jogo no máximo que conseguirmos, para ganhar."
3. Em busca da vitória
Aursnes só pensa em somar três pontos: "Queremos ganhar todos os jogos que disputamos e criar o bom hábito de procurar sempre a vitória. Respeitamos o adversário e sabemos que será um jogo difícil, mas vamos à procura da vitória.”
4. Bastidores
Do adidas Benfica Campus a Chipre…
5. Informações para os adeptos
À atenção dos Benfiquistas presentes em Nicósia para apoiarem o Benfica.
6. Confiança
Moreira, antigo jogador do Benfica e do Omonia, considera as águias favoritas para o encontro.
7. Reconhecimento
Pelo terceiro ano consecutivo, o Benfica lidera o ranking mundial dos clubes formadores do Observatório do Futebol CIES. Em entrevista à BTV, Guilherme Müller, diretor-geral do adidas Benfica Campus, entende a distinção como fator motivacional: "Vontade de fazer melhor e de continuar a produzir talento."
8. Mais um triunfo
Na fase de grupos da FIBA Europe Cup de basquetebol, o Benfica somou nova vitória, desta feita ante o BC Prievidza (98-83).
9. Dérbi na Luz
No próximo sábado, às 15h30, no Estádio da Luz, Benfica e Sporting defrontam-se em futebol no feminino. Andreia Norton apela à presença dos Benfiquistas: "Quantos mais adeptos do Benfica, melhor. Fica aqui o meu convite. Precisamos muito dos nossos."
10. Embate europeu
A equipa feminina de basquetebol do Benfica defronta o UZKK Student Nis, às 18h00, na Sérvia, a contar para a fase de grupos da EuroCup Women.
11. Benfica Escolas de Futebol
6 novas parcerias e 13 renovações firmadas.
12. Media Day
A equipa feminina de hóquei em patins do Benfica participou no media day 2026/27.
13. Mystery Dinner – Halloween Edition
É no dia 30 de outubro, das 19h00 às 23h00, em 6 camarotes do Estádio da Luz."
Cristiano Ronaldo: mil golos valem este calvário?
"Para quem adora Cristiano, como nós, tem sido doloroso percorrer este caminho sem fim para chegar onde ele quer chegar
Os últimos dias disseram-nos muito sobre o que é hoje Cristiano Ronaldo. Mais do que gostaríamos de saber, talvez.
Na segunda-feira foi castigado. Ou melhor: foi punido com aquilo a que se convencionou chamar castigo, mas que não o é. Afinal de contas, para que serve uma suspensão que não obriga o jogador a falhar um único jogo?
Vamos ser sérios: o castigo pode ser juridicamente válido, sustentado em artigos, e alíneas, e pareceres. Mas para ser verdadeiramente um castigo tem de ter um efeito disciplinar. Aquilo que arranjaram no Conselho Disciplina não tem consequências práticas, não é um castigo.
É só mais um pretexto para sublinhar o ridículo de toda esta história.
Curiosamente, no dia seguinte, terça-feira, frente ao Neom, Ronaldo falhou um penálti e desperdiçou mais duas oportunidades que pareciam golos certos. Uma delas, daquelas que fazem os adeptos perder cabelo. A dois metros da linha de golo.
E isto, sim, é que verdadeiramente preocupante.
Durante mais de vinte anos, Cristiano fez-nos acreditar que o tempo passava por toda a gente, menos por ele. Quando parecia estar a chegar ao limite, aparecia outro golo, outro recorde, outra temporada extraordinária. Ronaldo não estava a envelhecer: reinventava-se.
Foi assim que aprendemos a admirá-lo. E, muitos de nós, a amá-lo.
Quando Ronaldo marcava, marcávamos todos. Quando Ronaldo vencia, vencíamos todos. E quando Ronaldo chorava, entrava-nos qualquer coisa para o olho a todos.
Talvez seja por isso que custa tanto assistir ao que está a acontecer agora.
Não é pelo penálti falhado. Todos falham. É por tudo. É, sobretudo, por aquela sensação cada vez mais evidente de que estamos perante um jogador que continua a exigir de si próprio aquilo que o corpo já não consegue dar-lhe.
E, já agora, que continua a exigir dos outros que o alimentem por aquilo que ele foi, mas claramente já não é.
Custa escrevê-lo. Custa ainda mais a quem cresceu a vê-lo desafiar todos os limites, a marcar golos impossíveis, a resolver jogos que pareciam perdidos.
Mas o futebol não se joga com o currículo.
A recente polémica na Seleção mostrou até que ponto esta discussão se tornou difícil. Falou-se de promessas, de minutos de utilização, de respeito pelo capitão, de compromissos assumidos. Quase tudo, menos da questão fundamental: Ronaldo continua a ser a melhor solução para a equipa?
Os jogos no Al Nassr respondem, um após outro. Não é.
E há uma segunda pergunta, ainda mais difícil: até quando?
Até quando vamos continuar a partilhar este sofrimento? Até ele chegar aos mil golos?
E valerá a pena?
Mil golos seriam uma conquista extraordinária, sem dúvida. Mas há algum recorde que justifique transformar os últimos anos de uma carreira incomparável num calvário sem fim? Há algum recorde que justifique esta triste sina de lamentarmos o que ele é, em vez de celebrarmos aquilo que foi.
Enquanto a internet se diverte com coleções de falhanços, perdas de bola e outras caricaturas do nosso ídolo?
É demasiado cruel. Demasiado doloroso. Demasiado desumano.
Ronaldo passou a carreira inteira a dar-nos motivos para celebrar. Seria muito triste, para nós que o amamos, que os mil golos fossem recebidos menos como uma festa e mais como um alívio. O fim de um sofrimento.
Ou o fim de um castigo. Desta vez a sério."
Cristiano Ronaldo entre lulistas e bolsonaristas
"Cristiano Ronaldo não merece os ataques à personalidade e caráter; muito menos merece que quem o apoia lhe minta e bajule… A virtude morou sempre no meio. Jesus tem agora a faca e Ronaldo na mão.
Lamento que a discussão em redor de Cristiano Ronaldo se faça mais numa perspetiva de claque do que do ponderado peso das palavras e dos argumentos. Em que preferimos as trincheiras à capacidade de ouvirmos e pensarmos nas razões do outro. E lamento que também aqui se detete um vírus que está a alastrar na sociedade: o debate a partir dos extremos, como se no meio não existisse um enorme palco para pessoas que não se consideram, passe a expressão, nem lulistas nem bolsonaristas…
Lamento que a avaliação do castigo aplicado a Cristiano parta não do mérito, ou demérito, da decisão, antes da avaliação de personalidade e de carácter de CR7. Como se não fosse possível elogiar quem não gostamos ou criticar quem admiramos. Como se não fosse possível ter o cravo e a ferradura na mesma opinião.
Cristiano Ronaldo errou. Sem pingo de razão. E Cristiano Ronaldo não foi alvo de qualquer tratamento de exceção. O castigo de 30 dias de suspensão e 255 euros de multa foi aplicado de acordo com a regulamentação disciplinar vigente. Pode criticar-se a proporcionalidade das penas, não qualquer tipo de tratamento especial. Uma pena, de acordo com o regulamento, atenuada em função do assumir da culpa por ter abandonado o estágio e dos relevantes serviços prestados a Portugal e à Seleção. Se Cristiano Ronaldo não é digno de beneficiar dessas atenuantes – tendo a agravante de ser capitão - então acabe-se com essa possibilidade porque mais ninguém o merece. E não façam comparações com Ricardo Carvalho, já que a moldura era mais pesada do que é hoje. Quanto aos 255 euros de multa, somos mesmo os maiores a gerir o dinheiro dos outros… Se Ronaldo apanhar uma multa de estacionamento deve pagar quanto? Os 30 euros previstos na legislação? E porque não 300 mil euros, já que ganha tanto? E seria mais justo que pagasse 230 euros por cada litro de gasolina? Não ficaria mais pobre…
Cristiano Ronaldo cometeu um erro e está a pagar o preço previsto pelos regulamentos. No final do castigo, volta a estar nas mesmas condições que os restantes. Não gosto de penas de prisão perpétua. Não gosto do sempre e do nunca. A vida troca-nos as voltas a cada sentença. Mas antes de voltar a ser chamado, há que ficar tudo clarinho entre Jesus e Ronaldo. O capitão pediu desculpa pela atitude que tomou, mas acusou o selecionador de lhe ter faltado à palavra duas vezes e não se retratou disso. Em que ficamos? E também antes, Jesus tem de avaliar o que pensam realmente os restantes jogadores da Seleção. A razão só produz frutos se for entendida e aceite pelo grupo.
Lamentaria se Ronaldo saísse da Seleção pela porta pequena, por muito que se estivesse a deitar na cama que fez. Mas também não merece que tenha pena dele. Muito menos merece que não lhe digam a verdade e prefiram a bajulação. Dizer a Ronaldo que está muito longe de ser o melhor jogador do Mundo é, acima de tudo, um ato de profundo respeito por tudo quanto alcançou na carreira. E lamento que Portugal seja o 2.º país do mundo com mais adeptos que odeiam Cristiano Ronaldo.
Não mudo o que penso de CR7, até porque nunca exigi que fosse perfeito. Nem a ele nem a ninguém. Também não sou. Se todos os portugueses fossem como ele em foco, ambição, capacidade de trabalho e talento seríamos o mais próspero país do Mundo. Da minha boca ouvirá sempre um muito obrigado. O resto, que Jesus decida. Concorde ou não, terminarei sempre a minha argumentação com um viva Portugal."
O acórdão que falta a Cristiano Ronaldo
"«Não se pode considerar que esse abandono tenha ocorrido por razões justificadas, na medida em que o conceito de abandono justificado aponta exclusivamente para causas imprevisíveis e de força maior»
Acórdão do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol no processo disciplinar a Cristiano Ronaldo
A decisão do Conselho de Disciplina de suspender Cristiano Ronaldo por um mês, e sobretudo de multá-lo em 225 euros, foi alvo de chacota em toda a Europa, desde o facto de a suspensão terminar, providencialmente, dias antes do regresso da Seleção ao trabalho, para os dois últimos jogos da fase de grupos da Liga das Nações, ao ridículo do valor da multa, que equivale a 39 segundos de trabalho do avançado do Al Nassr.
A ridicularização é injusta. Os relatores do CD da Federação Portuguesa de Futebol têm de trabalhar com os regulamentos aprovados, por muito que possam parecer desadequados às circunstâncias. E no acórdão aprovado por unanimidade não se escondem as críticas ao «abandono» de Ronaldo do estágio da Seleção, em conflito com Jorge Jesus.
Só que as atenuantes — a admissão de CR7 de todos os factos, o arrependimento, o currículo e a folha disciplinar limpa (parece que a expulsão ridícula com a Irlanda por bater num adversário não conta) foram diminuindo as molduras penais, e de repente a suspensão máxima era de 45 dias, quando tinha começado em seis meses, e a multa máxima de 225 euros, pese a formulação do artigo em causa prever 900 euros.
A multa foi a máxima, considerando a redução por causa das atenuantes; a suspensão ficou pelo meio, que os 15 dias adicionais impediriam Ronaldo de estar na concentração da Seleção até depois do jogo com a Dinamarca...
Agora falta só um acórdão que obrigue Jesus a pô-lo a jogar."
quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Nova vitória...
Benfica 98 - 83 Prievdidza
28-20, 19-26, 22-14, 29-23
Slater(19), Crandall(18), Muhammad(17), Okeke(13), Dziewa(13), Barrett(10), Broussard(6), Andrade(2), Relvão, Silva(dnp), Sousa(dnp)
Vitória mais complicada do que devia, no jogo menos conseguido na Europa, contra o adversário potencialmente mais acessível!!!
Inconstantes na defesa e má pontaria no lançamento...
Destaque mais uma vez, para o Okeke, muito importante... O Slater foi único que acertou os Triplos, numa noite muito discreta do Broussard.
Absolvido!
Quem fala a verdade não merece castigo, terá pensado o Conselho de Disciplina. O Benfica foi prejudicado pela arbitragem, reclamou de várias decisoes, a APAF fez queixinhas e agora tem de meter a viola no saco. Se calhar, ganhava mais se influenciasse melhor os arbitros. https://t.co/0B9TjAbssZ
— Polvo das Antas - Em Defesa do SL Benfica (@moluscodasantas) October 21, 2026
1,º
✨ 1.º lugar mundial no ranking dos clubes formadores do Observatório do Futebol CIES. Um reconhecimento do trabalho desenvolvido na Formação do Sport Lisboa e Benfica. 🦅 #MadeInBenfica https://t.co/g6Ui26acok
— SL Benfica (@SLBenfica) October 21, 2026
Um homem chamado Toni
"Os iranianos, que herdaram uma civilização muito mais antiga do que a nossa e talvez tenham aprendido algumas coisas pelo caminho, ainda lhe chamam Pai Toni. Devíamos seguir-lhes o exemplo. É extraordinário; um homem teve de viajar até aos confins do mundo para receber um nome que, afinal, fora sempre o seu. Grande Toni!
— “Grande Toni.”, repetiu o Sr. Vilhena. E começou a contar:
— “Fizemos a tropa juntos, em Mafra. Lembro-me de uma vez em que o vieram buscar para uma final da Taça contra o Sporting. Ganhámos 3–1. Ele regressou e ninguém deu por nada. Era muito discreto; um grande ser humano.”
Não fazia ideia de que o Sr. Vilhena conhecia o Toni, mas sabia que teria alguma coisa interessante para dizer sobre ele. Há precisamente uma semana, na Quarta-feira, 14 de Outubro, dia em que Toni cumpriu oitenta anos de vida, o que eu queria era ouvir histórias sobre ele. E há pessoas — pela idade, pela discrição, pela gentileza no modo como aceitam a vida — de quem se sabe que terão alguma coisa a dizer sobre o Toni. Foi o que aconteceu. O Sr. Vilhena falou do Toni como quem fala de um homem da mesma espécie. E é pena serem poucos.
Essa escassez é capaz de ajudar a explicar o desacerto na percepção pública que se tem do Toni. Trata-se de um mal-entendido que é fruto de uma ideia um pouco lisboeta, naquilo que de pior existe em ser lisboeta, e consiste em achar que as pessoas do campo são todas iguais. Por campo entenda-se tudo o que começa imediatamente a seguir à Segunda Circular. Basta uma certa bonomia, uma certa ruborescência, uma erupção temperamental de vez em quando e o lisboeta fica convencido de que já percebeu tudo. Mas não percebeu absolutamente nada. E é preciso explicar-lhe: um bigode não faz um Quim Barreiros.
Sabiam, por exemplo, que o Toni esteve em Direito? Que o tio é advogado e professor universitário em Coimbra? Que o pai era dono de uma gráfica em Anadia ou que a irmã é Professora de Matemática? Isto não encaixa propriamente no perfil do provinciano de modos rudes. Pois o Toni é o último dessa grande geração portuguesa de futebolistas-filósofos. Nos anos 70, em Portugal, a ideia de um jogador de futebol ser dotado de pensamento não era uma causa fracturante e dava em gente como Artur Jorge, que se licenciou em Filologia Germânica, Rui Rodrigues, que tirou Farmácia, ou Jordão, que chegou a formar-se em História da Arte — e outros que não nomeio para não encher este texto de títulos académicos. Porque o que realmente importa está no que o Sr. Vilhena disse: “[É] um grande ser humano”. Isto parece ser só uma coisa que se diz, mas é um lugar-comum que, pela absoluta ausência de pretensão, deixa de ser um lugar-comum.
Há um determinado subgénero de afectação que se caracteriza por tratar muito bem pessoas de classes sociais inferiores, numa devoção pela humanidade que exige ser testemunhada. Mas isso, claro, não é devoção nenhuma; é só uma forma sofisticada de desprezar os outros. Ora, o Toni não percebe nada disso. Não sabe estar com o povo, porque nunca lhe ocorreu que existisse semelhante categoria de seres humanos. Conhece pessoas. Cumprimenta-as com estima, pergunta-lhes pela vida, ouve a resposta.
Diante da doença de alguém próximo, há quem recorra àquelas máximas que parecem justificar o egoísmo de querer ficar com uma boa recordação em vez de se fazer o que se tem de fazer: “Prefiro guardar uma boa imagem dele.”, dizem. O Toni não tem semelhantes preocupações estéticas. E lá ia ele, visitar o Manuel Padeiro a Anadia, quando o amigo adoeceu. Não admira que, quando foi para Bordéus, muita gente da Bairrada tenha pegado no espumante e nos leitões, e alugado uma camioneta para ir assistir à sua estreia em França. Na semana passada, na festa dos seus oitenta anos, aliás, quase metade dos convidados vinha de Anadia, embora o Toni tenha passado sessenta anos da sua vida em Lisboa.
Conta-me o meu amigo Filipe Costa Almeida — que também é amigo do Toni — que certo dia depois de saírem do velório de alguém em comum o Toni lhe disse: “Ó Filipe, nós devíamos ir a um enterro todos os dias”. Não quero esticar a corda, mas quem diz uma coisa destas está, à sua maneira, a propor o mesmo exercício de lucidez moral que justificava a caveira sobre a mesa de São Jerónimo.
Do mesmo modo, no futebol, onde uma derrota se vive como se fosse o fim-do-mundo, o Toni, como quem leva uma caveira para o banco para não se esquecer da justa-medida das coisas, parece ter sabido aceitar os momentos em que a vida lhe disse que não. Quando em 1988, com uma equipa fraca, conseguiu chegar à final da Taça dos Campeões Europeus e, na iminência de ser o primeiro treinador português campeão europeu pelo Benfica, perdeu nos penáltis, ao sexto remate. E, muitos anos depois, no Irão, ao serviço do Tractor, esteve a uma unha de conquistar o primeiro campeonato da história do clube. A equipa deixou fugir uma vantagem de 3–1 e, para tornar a crueldade perfeita, uma informação falsa sobre o outro jogo decisivo da jornada levou Toni e os adeptos a festejar um título que não tinham ganho. Mas o Toni tem outros recursos para enfrentar as desgraças. Numa época de má memória, saiu-se com esta: “Está tudo a correr mal. Se tivéssemos comprado um anão, o anão tinha crescido.”
Para mim, que nasci nos anos 80 e não o pude ver jogar, o Toni foi, como se diz, pau para toda a obra. Campeão, descampeão, secretário, treinador, adjunto, treinador outra vez, adjunto outra vez. O que fosse preciso, sem fazer fretes. Como Wilson, Shéu ou Chalana. Como todos quantos fizeram do Benfica a casa que um dia foi.
Dizer “pau para toda a obra” tem os seus méritos, mas não tem todos. Os iranianos, que herdaram uma civilização muito mais antiga do que a nossa e talvez tenham aprendido algumas coisas pelo caminho, ainda lhe chamam Pai Toni. Devíamos seguir-lhes o exemplo. É extraordinário; um homem teve de viajar até aos confins do mundo para receber um nome que, afinal, fora sempre o seu. Grande Toni!"
Lixívia ---- 2 (26/27) - (atrasado)
Tabela Anti-Lixívia
Benfica.........19 (-1) = 20
Sporting...... 18 (-1) = 19
Corruptos...24 (+7) = 17
Braga...........13 (-2) = 15
Jogo em atraso da 2.ª jornada, com mais um show do Gustavinho, O Mentiroso! Aquele que continua a 'demonstrar' incompetência, mas continua a ser nomeado todas as semanas!!!
Desta vez, acabou por ter a 'ajuda' doutro 'incompetente', Rui Oliveira, O Batoteiro, o tal que chumbou num dos exames escritos para subir de categoria, mas depois os seus padrinhos anularam o exame e acabou por subir de categoria na secretaria!!!
Que dupla!
No golo do Braga, a Fiscal-de-linha anulou bem o golo por fora-de-jogo, mas o VAR não gostou e induziu o Gustavinho em erro. Quando o conhecimento básico não existe, é mais fácil 'enganar-se'!!!
Eu admito que a regra não é simples, mas numa das Finais da Liga das Nações, entre a França e a Espanha, um dos golos decisivos, nasceu numa jogada parecida, e no rescaldo a Regra foi esclarecida: o fora-de-jogo só não existe, se o passe atrasado do defesa for deliberado, um corte ou um ressalto não é considerado um passe deliberado... e neste caso, houve um corte claro, não existe um passe transviado!
No 1.º golo do Gil Vicente, existe uma falta clara sobre o Pau Vitor que ficou inclusive a sangrar...
Mesmo a terminar, penalty claro sobre o Ricardo Horta, que levou uma biqueirada no joelho, completamente indesculpável a não actuação do VAR!!!
Anexos (I):
Benfica
(Adiado)
(Atraso)
Sporting
Corruptos
2.ª-Rio Ave(f), V(0-2), Fonseca(Cláudia R., A. Campos), Beneficiados, (1-2), Impossível contabilizar
4.ª-Académico(f), V(0-2), Nogueira(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, (0-1), Impossível contabilizar
6.ª-Casa Pia(f), V(1-4), Bessa(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, Beneficiados, (1-5), Sem influência
Braga
(Adiado)
(Adiado)
(Atraso)
(Atraso)
2.ª-Gil Vicente(c), D(1-2), Correia(Rui Oliveira, F. Monteiro), Beneficiados, Prejudicados, (1-1) (-1 jogo)
Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
2/0
Sporting
2/1
Corruptos
3/1
Braga
0/1
Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade)
Castigados (Favor - Contra):
Benfica
1/1
Minutos:
1 - 65 = -64
Castigados:
2 - 1
Sporting
2/0
Minutos:
16 - 0 = +16
Castigados:
2 - 2
Corruptos
2/0
Minutos:
63 - 0 = +73
Castigados:
1 - 0
Braga
1/0
Minutos:
32 - 0 = +32
Castigados:
4-0
B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Média Faltas/Amarelos - Favor/Contra
Benfica
15(10) / 97 - 131 / 24(13)
Média: 6,4 / 5,4
Sporting
17(6) / 93 - 108 / 19(10)
Média: 5,4 / 5,6
Corruptos
8(4) / 111 - 84 / 15(8)
Média: 13,8 / 5,6
Braga
17(6) / 107 - 104 / 21(9)
Média: 6,2 / 4,9
Anexos (IV):
Com influência / pontos (árbitros ou Var's):
Benfica
Nogueira - -1
L. Ferreira - -1
Sporting
Godinho - +1
Esteves - +1
J. Gonçalves - -2
Martins - -2
Corruptos
Nobre - +3
Esteves - +3
Nogueira - +2
L. Ferreira - +2
J. Gonçalves - +2
Martins - +2
Braga
Correia - -1
Rui Oliveira - -1
Anexos(V):
Número de jogos com Erros a Favor/Contra
Árbitros/VAR (Número de nomeações totais)
Benfica
Erros:
0 - 7 = -7
Árbitros/VAR:
Pinheiro: 0 - 1 = -1 (1)
H. Carvalho: 0 - 1 = -1 (1)
Martins: 0 - 1 = -1 (1)
Guelho: 0 - 1 = -1 (1)
M. Oliveira: 0 - 1 = -1 (1)
Veríssimo: 0 - 1 = -1 (1)
J. Gonçalves: 0 - 1 = -1 (1)
Barradas: 0 - 1 = -1 (1)
Nogueira: 0 - 1 = -1 (1)
L. Ferreira: 0 - 1 = -1 (1)
Godinho: 0 - 1 = -1 (1)
P. Ferreira: 0 - 1 = -1 (1)
Rui Costa: 0 - 2 = -2 (2)
Sporting
Erros:
3 - 1 = 2
Árbitros/VAR:
Veríssimo: 1 - 0 = 1 (1)
Malheiro Pinto: 1 - 0 = 1 (1)
Godinho: 1 - 0 = 1 (1)
Esteves: 1 - 0 = 1 (1)
Pinheiro: 1 - 0 = 1 (2)
Mota: 1 - 0 = 1 (1)
J. Gonçalves: 0 - 1 = -1 (1)
Martins: 0 - 1 = -1 (1)
Corruptos
Erros:
7 - 1 = 6
Árbitros/VAR:
Nogueira: 2 - 0 = 2 (2)
Fonseca: 1 - 0 = 1 (1)
Cláudia R.: 1 - 0 = 1 (1)
Pinheiro: 1 - 0 = 1 (1)
Mota: 1 - 0 = 1 (1)
P. Ferreira: 1 - 0 = 1 (1)
Nobre: 1- 0 = 1 (1)
Esteves: 1 - 0 = 1 (1)
Bessa: 1 - 1 = 0 (2)
Rui Costa: 1 - 1 = 0 (2)
Braga;
Erros:
0 - 2 = -2
Árbitros/VAR;
Pinheiro: 0 - 1 = -1 (1)
Mota: 0 - 1 = -1 (1)
Correia: 0 - 1 = 1 (1)
Rui Oliveira: 0 - 1 (1)
Anexos(VI):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
D. R. Silva - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (0/1)
J. Gonçalves - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Godinho - 1 (1/0)
Sporting
Pinheiro - 2 (1/1)
D. R. Silva - 2 (2/0)
J. Gonçalves - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (0/1)
Godinho - 1 (0/1)
Corruptos
Nogueira - 2 (1/1)
Godinho - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (1/0)
Nobre - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
J. Gonçalves - 1 (0/1)
Braga
Bessa - 1 (0/1)
Narciso - 1 (1/0)
Godinho - 1 (0/1)
Vasilica - 1 (0/1)
D.R. Silva - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (1/0)
Correia - 1 (1/0)
Anexos(VII):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
Rui Costa - 2 (0/2)
Mota - 1 (1/0)
Martins - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (0/1)
Barradas - 1 (1/0)
L. Ferreira - 1 (0/1)
P. Ferreira - 1 (1/0)
Sporting
Martins - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)
Rui Soares - 1 (0/1)
P. Ferreira -1 (1/0)
Esteves - 1 (0/1)
Malheiro - 1 (1/0)
Mota - 1 (0/1)
Corruptos
Esteves - 2 (2/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Mota - 1 (1/0)
P. Ferreira - 1 (0/1)
Rui Costa - 1 (0/1)
L. Ferreira - 1 (1/0)
Martins - 1 (0/1)
Braga
Vasilica - 1 (0/1)
Rui Costa - 1 (1/0)
Barradas - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (0/1)
Malheiro - 1 (1/0)
P. Ferreira - 1 (0/1)
Mota - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)
Anexos(VIII):
AVAR's:
Benfica
T. Leandro - 2
P. Miranda - 1
Cidade - 1
V. Maia - 1
Babo - 1
Bessa Silva - 1
L. Ferreira - 1
Sporting
A. Campos - 2
Cátia T. - 1
I. Pereira - 1
M. Azevedo - 1
Eiras - 1
Rui Cidade - 1
P. Miranda - 1
Corruptos
Bessa Silva - 2
A. Campos - 2
Catarina C. - 1
Eiras - 1
Sancho - 1
T. Leandro - 1
Braga
Eiras - 2
T. Leandro - 1
Babo - 1
L. Ferreira - 1
A. Campos - 1
P. Miranda - 1
F. Monteiro - 1
Anexos(IX):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Rui Costa - 2
Pinheiro - 1
Guelho - 1
M. Oliveira -1
Veríssimo - 1
Nogueira - 1
L. Ferreira - 1
Sporting
J. Gonçalves - 1
Martins - 1
B. Costa - 1
Rui Soares - 1
Godinho - 1
Esteves - 1
Pinheiro - 1
Mota - 1
Corruptos
Fonseca - 1
Cláudia R. - 1
Nogueira - 1
P. Ferreira - 1
Bessa - 1
Rui Costa - 1
J. Gonçalves - 1
Martins - 1
Braga
Bessa - 1
Vasilica - 1
Godinho - 1
Barradas - 1
M. Oliveira - 1
Veríssimo - 1
P. Ferreira - 1
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-3 jogos)
Jornada 4 (-3 jogos)
Jornada 5 (-3 jogos)
Jornada 3 (atrasados) (-1 jogo)
Jornada 6 (-1 jogo)
Jornada 7 (-1 jogo)
Jornada 8 (-1 jogo)
Anexos(XI):
Épocas anteriores:
Subscrever:
Mensagens (Atom)









