Últimas indefectivações

quinta-feira, 5 de março de 2026

Dezena...

Benfica 10 - 2 Póvoa

Vitória contra o último classificado, num jogo que fica marcado pelo regresso do Pau, após longa lesão... um grande reforço, para a recta final da época, para todas as competições!

Derrota...

Braga 3 - 1 Benfica
Kiko Silva


As contas estão muito complicadas! Mesmo com o regresso de alguns jogadores, tem faltado sempre alguma coisa a esta equipa... a equipa começou a época, com o Gonçalo Moreira e o Edokpolor, que têm feito muita falta nesta fase...

Vitória para o clássico


"O Benfica vive há muito a incómoda realidade de não poder sequer empatar e era mais do que nunca fundamental vencer o Gil Vicente. Visão de golo é o espaço de opinião de Rui Águas, treinador e antigo avançado internacional português

Tal como era esperado, o início de jogo foi complicado para o Benfica em Barcelos. O Gil Vicente fez as honras da casa, confirmando com orgulho o seu bom momento e contrariando a procura do Benfica pela superioridade. A pressão subida e a intensidade gilistas impediam a aproximação à área, conseguindo manter o Benfica longe da sua baliza.
Para este jogo, o Benfica mudou pouco, como se esperava, tendo em conta a ameaça que o trajeto interessante do seu adversário representava. António Silva foi uma das poucas novidades, no seu caso relativa, porque previsível, pela alternância regular que tem mantido com Tomás Araújo. Prestianni também foi aposta, com a mesma dinâmica que tem convencido Mourinho, aparentemente sem marcas, depois da grande tempestade que viveu.
Pavlidis, desta vez sem marcar, mas como sempre muito ativo e importante, percorreu com mais frequência o lado direito, quer no apoio frontal, quer na desmarcação de rutura, dividindo o espaço atacante com Rafa, que ocupou o lado oposto. Rafa foi, desta vez, um avançado mais declarado e não um segundo avançado como vem sendo. No centro do jogo, Mourinho optou novamente por dois médios, repetindo o obrigatório Aursnes, mestre da coordenação e do passe, novamente acompanhado de Barreiro, um verdadeiro operário que defende por dois e ainda aparece na área contrária.
Como sabemos, o Benfica vive há muito a incómoda realidade de não poder sequer empatar e, antes do clássico decisivo que aí vem, era mais do que nunca fundamental conseguir a vitória. Iniciar bem a semana era o que se pretendia. A vitória foi conseguida com esforço e mérito, na sequência sempre pesada da eliminação europeia.
Resultado suado, mas justo, combatendo as dificuldades que o Gil colocou no início do jogo. Dificuldades essas que, na segunda parte, aumentaram com o episódio de Aursnes. A saída do mais importante jogador da equipa deixou marcas e, pouco depois, uma distração grave provocava a dúvida no desfecho do jogo. Sentindo o perigo, o Benfica reagiu de forma imediata, até ver conseguida a preciosa vantagem.
Nota para mais uma demonstração categórica e decisiva de Schjelderup e para o incrível registo de António Silva. Com tão pouca idade, chegou aos 100 jogos pelo Benfica, conseguindo ainda assinalar este marco importante com um dos golos da equipa.

Saber esperar
Schjelderup é um bom exemplo a seguir pelos jovens talentosos que pretendem fazer carreira. Trabalhar bem diariamente e saber esperar são duas virtudes obrigatórias para que os sonhos futebolísticos se realizem. O jogador norueguês tem feito o seu caminho em crescendo, suportando os normais períodos de pouca utilização, resultantes da concorrência que sempre existe nos clubes grandes.
Neste tipo de casos, a humildade e persistência, somados a um bom ambiente familiar e a um agente racional, que não tenha demasiada pressa em ganhar dinheiro, são ótimos condimentos para uma carreira de sucesso. Agarrar a oportunidade, como diziam os antigos, é o que vem fazendo com brilho o habilidoso ala do Benfica, mais uma vez protagonista em Barcelos.

Estratégias
É sabido o défice existente entre as nossas equipas médias no confronto com os três mais poderosos clubes, normalmente colecionadores de troféus. A tendência normal das equipas mais modestas, principalmente nas visitas aos grandes, é, muitas vezes, além de cerrar fileiras e rezar aos céus, prescindir do ponta de lança, optando por um jogador mais móvel e rápido.
Sacrificar o avançado titular da equipa mais débil já foi quase uma regra e representava mais um reforço moral para a pouca crença do próprio mister, mas que no fim raramente resultava. Em vez de se manter a estrutura habitual, escolhia-se a surpresa e a teoria da velocidade.
Hoje, as equipas procuram exibir o seu futebol, sem alterar o perfil do seu jogo habitual. As nuances táticas a que se recorre, em função do poderio adversário, são mais territoriais. Pressionar ou esperar, mais à frente ou mais atrás. Nesta jornada, o golo do Gil Vicente, marcado por Héctor Hernández, que ainda pôs em causa a vitória do Benfica, resulta da valência extra que um avançado sempre representa.

Faz parte
«O risco faz parte» e «não há jogadores insubstituíveis» são duas expressões historicamente futeboleiras, mas a verdade é que há ausências de jogadores mais difíceis de mascarar.
O intervalo dos jogos traz a interrupção do esforço e o desejado descanso, mas para quem está muscularmente fragilizado, traz também o arrefecimento muscular e a necessidade de reativação para o segundo tempo. Mesmo que na atualidade os meios de avaliação física sejam bem mais precisos, consegue-se imaginar como este processo natural pode ser arriscado para quem já está clinicamente sinalizado.
Durante a minha carreira, passei por várias lesões musculares na face posterior da coxa, tal como Aursnes em Barcelos. Por vezes, pensava que não aguentaria o esforço e acabava por conseguir jogar, mas também me aconteceu o contrário. Por isso, há sempre uma margem de dúvida e risco, que mesmo a evolução da ciência ainda não consegue anular.
A perspetiva de Aursnes jogar o clássico é agora mais duvidosa. Ser obrigado a sair, a poucos dias do jogo capital, não deixa bons sinais. A maturidade do jogador e o conhecimento do próprio corpo pode, no entanto, e como prevenção, ter precipitado a sua saída. Era bom conseguir inverter o que, nesta altura, parece improvável."

Cada um faz a sua classificação e depois logo se vê


"Os três grandes podiam criar a sua própria classificação, e esta seria analisada a cada terço do campeonato com fatores de ponderação. Só falta convencer FIFA e UEFA

Há um desafio que lanço a mim próprio todos os anos, mas depois percebo que só com uma bolsa para dissertação de mestrado ou mesmo tese de doutoramento seria possível sustentar tal atividade: monitorizar, jogo a jogo, competição a competição, todas as queixas sobre arbitragem de cada um dos três maiores clubes portugueses. Mas não apenas isso: assinaladas as queixas, verificar entre todos os especialistas (não sei se têm noção de quantas pessoas estamos a falar, entre jornais, televisões, rádios, redes, podcasts, vídeocast, protocast e afins), verificar entre especialistas, retomo a ideia, quantas dão ou não razão a cada uma das queixas. Fica a sugestão para um estudante afoito, eu desisti.
Uma dica: normalmente, o número de queixas é inversamente proporcional ao lugar na classificação, mas pode ser só um acaso, daí a necessidade de a ciência provar uma tendência e não apenas alimentar perceções.
Esta época, por exemplo — e ao contrário do que sucede com o número de pontos na tabela classificativa — já não há jornadas que cheguem para destronar o campeão das queixas. Até pode aumentar a intensidade de qualquer dos adversários (o que acontecerá se o campeão das queixas afinal for também campeão dos pontos), mas em número de ocorrências é virtualmente impossível.
Se conseguíssemos convencer FIFA e UEFA, talvez fosse interessante inaugurar um novo modelo competitivo em Portugal — e tanto se fala em modelos competitivos, na verdade.
Era assim: cada um dos três candidatos crónicos ao título criava a sua classificação própria, que seria analisada à 11.ª, 22.ª e 33.ª jornadas mediante determinados critérios de ponderação. Analisada a classificação à penúltima jornada... em princípio o desacordo seria o mesmo que é hoje, mas pelo menos todos tinham sido ouvidos.
Critérios de ponderação? Claro: para cada decisão que achamos errada de um árbitro que opiniões contam? Apenas as que nos favorecem ou todas as outras? Que imagens podemos ver — as do nosso canal de televisão ou todas?
Uma adenda: se a meio do campeonato alguma equipa (provavelmente o SC Braga) estiver em condições de discutir o título, tem também direito à sua classificação, mas com ponderação de 50 por cento, que isto não é chegar aqui e ser grande sem mais nem menos.
Querem apostar que o campeão seria o mesmo?"

SÓ O BENFICA OS UNE!


"Porto e Sporting andam pegados, de candeias às avessas, não se poupam nos insultos, atacam-se de tudo e mais alguma coisa. Enquanto isso acontece, arvoram-se (em causa própria) de campeões da ética, veja-se bem, de campeões da ética!
Varandas é quem mais vai pontuando nesta guerra aberta com Villas-Boas, não por ter ganho o jogo de ontem, mas porque é muito mais eloquente e direto nos ataques pessoais, nas ofensas, nos tiros certeiros que dá no adversário. Ontem, sem cerimónias, brindou o sucessor de Pinto da Costa com vários adjetivos muito, muito pouco abonatórios.
Como e quando é que esta guerra aberta vai acabar? É fácil, muito fácil de prever: esta guerra aberta vai acabar quando o Benfica for para eles uma ameaça. Serão - de novo - os maiores amigos, afinarão estratégias, darão as mãos para atacar o maior de Portugal, tal qual fizeram na famosa "cimeira do Altis", tal qual fazem sempre que o Benfica está forte."

Foco


"A ida à Madrid, como se previa, foi difícil e encontrou adversários que foram além do Real, mas a equipa deu uma bela resposta, mostrou ambição e qualidade, que têm de se manter na Liga, onde o Benfica ainda tem objetivos importantes. O regresso não poderia ter sido mais difícil, com a deslocação a Barcelos para defrontar a surpresa da competição. Tem razão Peixoto quando se queixa da falta de reconhecimento, de respeito até, quando, em vésperas do jogo, os treinadores dos "grandes" são questionados sobre tudo, exceto sobre o jogo e o adversário. Não merecem, e o Gil mostrou-o mais uma vez. Agressivos, organizados, solidários, com alguns jogadores acima da média (Luís Esteves à cabeça), o Gil foi um adversário difícil que exigiu do Benfica um foco competitivo que às vezes lhe tem faltado e que anteontem apareceu durante os 15 minutos iniciais da segunda parte, mas ainda a tempo de ser retificado pelo talento de Rafa, Dedic e Schjelderup, três dos homens mais em evidência. Agora que ir ao banco é um luxo, entraram Enzo, Ríos, Lukebakio e Bah, quatro potenciais titulares, o Benfica pode diversificar mais ainda o seu jogo e reforçar a partir do banco a ameaça ao adversário. Não fora a lesão de Aursnes, que péssima notícia, e Mourinho só tinha motivos para sorrir desta visita a Barcelos, onde Braga perdeu, Sporting empatou e Porto ganhou (0-2). Segue-se agora uma jornada que, não sendo decisiva pois ficarão ainda 27 pontos por disputar, é importante, até do ponto de vista anímico. Será com essa força que receberemos o Porto no domingo, sem "truques" e apenas com o talento dos nossos jogadores e a força dos nossos adeptos. Focados como podemos ser melhores que o adversário dentro de campo, onde tudo se resolve, e não fora dele. Assim, faremos de domingo um dia de festa!!

3 Toques - Gil Vicente...

Zero: Hóquei - S04E11 - Como é ser árbitro de hóquei em patins?

Rabona: The old Atletico Madrid is dead

BF: Aursens...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Cinco pontos sobre o Clássico entre leões e dragões

Observador: E o Campeão é... - Queixas de Farioli: como se diz "ter lata" em italiano?

BolaTv: Mais Vale à Tarde que Nunca - Tomás da Cunha

BolaTV: Mais Vale à Tarde que Nunca #97 - Sporting CP vs FC Porto, só, é literalmente só sobre isso

Segunda Bola...


O futebol que estamos a construir


"No passado dia 21 de fevereiro, fui ao Restelo ver o Belenenses–Académica. Um amigo meu veste hoje a camisola da Briosa e criava-se assim uma bela oportunidade para ir reviver um duelo entre 2 históricos do nosso futebol, que atualmente militam na Liga 3.
Cheguei com tempo. Ou assim pensei. À porta, filas intermináveis, uma organização confusa e soluções inexistentes entre clube visitado e forças de segurança. Quase um milhar de visitantes eram esperados - sabia-se há dias - e, ainda assim, o cenário era de improviso. Entrei aos 15 minutos. Perdi a entrada das equipas em campo, os primeiros cânticos e 1/6 do espetáculo para o qual comprei bilhete.
Enquanto esperava, olhava para miúdos de cachecol ao pescoço, pais com filhos pela mão, grupos de amigos que fizeram quilómetros para apoiar a sua equipa. Ninguém ali era uma ameaça. Eram apenas pessoas que escolheram passar o sábado num estádio de futebol. E, no entanto, a sensação era a de que estavam a pedir autorização para existir.
Dias depois, no dérbi entre SC Braga e Vitória SC, voltou-se a discutir adeptos, mas não por filas. O tema era uma tarja preparada pelos adeptos da casa e da decisão da PSP de a impedir de ser erguida, invocando motivos de segurança. Não entro aqui na análise jurídica do caso. O que me preocupa é o padrão e o precedente aberto.
Entre o Restelo e Braga há um fio invisível que une os dois episódios: a desconfiança estrutural em relação a quem vive o futebol nas bancadas. Parte-se do princípio de que o adepto é um problema a gerir e não o principal ativo a ter em conta. Em vez da prevenção dialogante, escolhe-se a proibição expedita. Em vez do benefício da dúvida, aplica-se a culpa prévia.
Ninguém defende a ausência de regras. O futebol precisa de autoridade, de organização, de segurança. Mas autoridade não pode ser sinónimo de repressão automática ou censura. As questões de segurança não podem ser argumento elástico que tudo justifica. Quando se impede uma tarja sem que haja explicação clara e proporcional, não se está apenas a travar um pano; está-se a travar criatividade, identidade e cultura de bancada.
Num tempo em que a minha geração vive grande parte das emoções através de um ecrã, é quase um ato de resistência escolher o estádio. Sair de casa, comprar bilhete, cantar 90 minutos, preparar coreografias, pensar mensagens, coordenar esforços. É paixão organizada. É a chama que faz do futebol diferente de qualquer outro produto de entretenimento.
Se começarmos a tratar essa energia como suspeita por definição, corremos o risco de esvaziar o que torna o futebol único. As bancadas não são um apêndice do espetáculo: são a sua alma. São o que transforma um jogo da Liga 3 num momento de pertença. São o que faz de um dérbi minhoto muito mais do que 22 jogadores em campo.
No Restelo, senti frustração por perder quinze minutos. Em Braga, muitos sentiram-na por verem o seu trabalho reduzido a riscos potenciais. Em ambos os casos, a mensagem implícita foi a mesma: a experiência do adepto é secundária.
Não pode continuar a ser.
Organizar estrategicamente o futebol português exige mais do que gerir a espuma dos dias. Entre a autoridade necessária e a liberdade responsável, temos de saber escolher o equilíbrio. É esse caminho que devemos procurar coletivamente."

Kaká foi Brasil em estado puro


"Falar de Kaká é falar de elegância em movimento. Ainda antes dos 26 anos, o futebolista brasileiro já tinha conquistado o planeta do futebol. Campeão do mundo, vencedor da Liga dos Campeões e Bola de Ouro. Poucos conseguiram reunir tantos feitos tão cedo.
Mas, mais do que os troféus, permanece a memória da forma como jogava. De cabeça erguida, peito aberto, passos largos, a bola colada ao pé e o estádio sempre à espera de mais um momento brilhante. Ricardo Izecson dos Santos Leite foi mais do que um grande jogador. Foi, sim, um símbolo de classe, de discurso sereno, de uma magia ímpar e com um comportamento exemplar. Num mundo muitas vezes marcado por polémicas, ele representou a ideia romântica do futebolista talentoso e apaixonado pelo desporto.
Kaká nasceu em Brasília e fez a sua formação no histórico São Paulo, onde desde tenra idade começou a encantar. Ainda muito jovem, mostrava uma maturidade invulgar na tomada de decisão. Não era apenas a velocidade impressionante em condução, nem só a capacidade de romper linhas com passadas largas e elegantes, mas sim a inteligência dentro das quatro linhas. O camisola 22 sabia quando acelerar, quando pausar, quando assistir e quando finalizar. Em pouco tempo, o Brasil percebeu que estava a nascer algo realmente especial.

O acidente grave que deu origem a um «milagre»
Mas nem tudo esteve sempre assim tão alinhado. Quando tinha apenas 18 anos, Kaká sofreu um acidente sério numa piscina. Bateu com a cabeça no fundo e fraturou uma vértebra cervical. Os médicos chegaram a temer que pudesse ficar com sequelas graves ou até mesmo deixar de jogar futebol para sempre. A recuperação foi surpreendentemente rápida e completa, e o jogador sempre disse que encarou esse episódio como um milagre e um ponto de viragem na sua vida, reforçando ainda mais a sua fé. Meses depois, estava a brilhar como profissional.
A Europa abriu-lhe as portas em 2003, quando assinou pelo Milan. Foi em Milão que a sua carreira atingiu o auge. Sob as luzes de San Siro, transformou-se numa estrela global. A época 2006-07 permanece eterna na memória dos adeptos. Conduções de bola devastadoras, golos decisivos, onde alcançou a proeza de ser o melhor marcador da Champions com 10 golos, e uma elegância que contrastava com a intensidade dos grandes palcos europeus.
Na caminhada até à conquista da Liga dos Campeões, Kaká foi simplesmente imparável. Os defesas ficavam para trás como se o tempo corresse a uma velocidade diferente para ele. Depois dessa final da Liga dos Campeões, em Atenas, Kaká levantou os braços ao céu e mostrou uma t-shirt com a frase “I Belong to Jesus”. A imagem correu o mundo. Não era marketing, era simplesmente a expressão pública da sua fé, algo que sempre assumiu com naturalidade. Tornou-se numa das imagens mais icónicas daquela final na capital grega.

O aplauso universal a um estilo nobre, limpo e elegante
Alto, sereno, sorridente, com aquele ar tranquilo que escondia uma competitividade feroz, o médio brasileiro conquistou os adeptos do futebol bonito. O ano mágico de 2007 culminou com a conquista da Bola de Ouro. E o prémio não foi apenas um reconhecimento estatístico, mas sim o aplauso universal a um estilo nobre, limpo, elegante e decisivo.
Pela seleção brasileira, Kaká também escreveu páginas douradas. Conquistou o Mundial de 2002, ainda muito jovem, integrando um plantel lendário ao lado de nomes como Ronaldo Nazário, Ronaldinho Gaúcho, Roberto Carlos e Rivaldo. Embora não fosse ainda protagonista absoluto, já se percebia que ali estava o futuro da canarinha. Mais tarde, assumiria um papel central, carregando a criatividade e a esperança de uma geração.
Em 2009, transferiu-se para o Real Madrid, numa das transferências mais mediáticas da história. As lesões impediram-no de repetir o brilho máximo dos tempos de Milão, mas mesmo assim deixou momentos de qualidade inquestionável. Regressaria depois ao Milan, fechando um ciclo emocional com o clube onde foi mais feliz, e terminaria a carreira nos Estados Unidos, no Orlando City, levando consigo a mesma postura humilde que sempre o caracterizou.
Kaká não foi apenas um atleta fabuloso. Foi arte em velocidade. Foi luz num relvado europeu numa noite fria de Champions. Foi Brasil em estado puro, traduzido em elegância. E para quem o viu jogar no auge, ficará sempre a sensação de ter testemunhado algo raro. Ainda assim, o mais importante a realçar é que a sua carreira é uma verdadeira lembrança de que a grandeza pode caminhar lado a lado com a humildade dentro de um campo de futebol."

Zero: Negócio Mistério - S05E20 - Harkness...

SportTV: Vamos à Bola - Vitória SC

DAZN: DRS #40 - ARRANQUE DA EPOCA & MELBOURNE GP!! 🏎️🏁

quarta-feira, 4 de março de 2026

Lixívia (25/26) 24


Tabela Anti-Lixívia
Benfica......... 58 (-8) = 66
Sporting...... 61 (+9) = 52
Corruptos...65 (+14) = 51
Braga............45 (+1) = 44

Jornada engraçada, onde os Lagartos, ficaram escandalizados com o penalty inventado que deu a vitória aos Corruptos! Parece que só acordaram este fim-de-semana!!! Mas compreendo, que quando se é tão levado ao colo, como tem sido o Sporting, é difícil de argumentar que os árbitros são maus e/ou corruptos!!!

No Dragay, os dois golos são ilegais (o 3.º golo, no último lance da partida, nem conta para as contas!):
- no 1.º golo, a Linha é mais traçada, com a Linha do jogador dos Corruptos, a não ser colocada no local correto...
- no 2.º golo, o penalty é completamente inventado: é o Fofona, que ao abrir a perna, para preparar o remate, que acerta no pé do jogador do Arouca...
Nota ainda, para o facto dos Corruptos, terem acabado o jogo, com 0 Amarelos!!! Na véspera do Clássico da Luz...

Em Alvalade, não houve Casos, mas a entrada do Estoril em campo, foi suicida!

Na Choupana, golo mal anulado ao Braga, no início da partida... O penalty assinalado nos descontos a favor do Braga, que decidiu a partida, foi bem marcado.

Em Barcelos, mesmo sem grandes Casos, houve muita tentativa de roubar! O lance mais absurdo, foi o golo do Gil Vicente: o Canto não existe, o Dahl não toca na bola; e depois, o lançamento Lateral que se segui foi assinalado longe do local, onde a bola saiu... apanhando a defesa do Benfica de surpresa!
Além deste lance, o critério disciplinar, foi completamente inquinado: perdoou pelo menos 3 Amarelos a jogadores do Gil... Sendo que a falta sobre o Luke, até podia ter sido para Vermelho!
Nos lances nas áreas, acabou por decidir bem... Sendo que o Mourinho e muitos outros benfiquistas, foram 'enganados' pela PorkosTV, quando esconderam o melhor ângulo para verificar um suposto penalty do Zé Carlos! Esta estratégia de guardarem ângulos, para o programa Juízo Final é das coisas mais absurdas, que esta televisão inventou!!!

Estou a escrever este Post, no final da Meia-Final da Taça em Alvalade! Incrível, como até nos jogos onde o Benfica não joga, os árbitros estão preocupados em prejudicar o Benfica! Os Corruptos, deviam ter ficado pelo menos sem 1 jogador para o Clássico de Domingo: o Alberto! Pelo menos um...!!! 

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Rio Ave(c), E(1-1), Guelho(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
2.ª-Estrela(f), V(0-1), H. Carvalho(L. Ferreira, J. Fernandes), Prejudicados, Sem influência
3.ª-Tondela(c), V(3-0), Anzhony(Rui Costa, C. Campos), Prejudicados, Sem influência
4.ª-Alverca(f), V(1-2), Bessa(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (0-2), Sem influência
5.ª-Santa Clara(c), E(1-1), Pinheiro(R. Moreira, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
6.ª-AFS(f), V(0-3), B. Costa(M. Oliveira, T. Leandro), Prejudicados, (0-4), Sem influência
7.ª-Gil Vicente(c), V(2-1), J. Gonçalves(Malheiro Pinto, D. Pereira), Prejudicados, (2-0), Sem influência
8.ª-Corruptos(f), E(0-0), Nogueira(Esteves, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
9.ª-Arouca(c), V(5-0), H. Carvalho(L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
10.ª-Guimarães(f), V(0-3), Pinheiro(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
11.ª-Casa Pia(c), E(2-2), Correia(Bento, Cidade), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
12.ª-Nacional(f), V(1-2), Vasilica(Esteves, T. Leandro), Prejudicados, (1-3), Sem influência
13.ª-Sporting(c), E(1-1), Nobre(Rui Costa, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-Moreirense(f), V(0-4), H. Carvalho(Rui Oliveira, Eiras), Prejudicados, (0-5), Sem influência
15.ª-Famalicão(c), V(1-0), Narciso(V. Santos, H. Santos), Prejudicados, (2-0), Sem influência
16.ª-Braga(f), E(1-1), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, (2-3), (-2 pontos)
17.ª-Estoril(c), V(3-1), Anzhony(Barradas, Rui Cidade), Nada a assinalar
18.ª-Rio Ave(f), V(0-2), C. Pereira(P. Ferreira, J. Fernandes), Prejudicados, (0-3), Sem influência
19.ª-Estrela(c), V(4-0), D. R. Silva(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Prejudicados, Sem influência
20.ª-Tondela(f), E(0-0), Godinho(Mota, P. Miranda), Prejudicados, (0-4), (-3 pontos)
21.ª-Alverca(c), V(2-1), B. Costa(Casegas, M. Vieira), Prejudicados, (5-1), Sem influência
22.ª-Santa Clara(f), V(1-2), Nobre(M. Oliveira, Eiras), Prejudicados, (1-5), Sem influência
23.ª-AFS(c), V(3-0), Fonseca(Barradas, Rui Cidade), Prejudicados, (5-0), Sem influência
24.º-Gil Vicente(f), V(1-2), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, Sem influência

Sporting
1.ª-Casa Pia(f), V(0-2), Correia(L. Ferreira, F. Pereira), Nada a assinalar
2.ª-Arouca(c), V(6-0), Malheiro(Mota, J. Pereira), Beneficiados, (6-1), Impossível contabilizar
3.ª-Nacional(f), V(1-4), B. Costa(Bento, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Corruptos(c), D(1-2), J. Gonçalves(Rui Costa, P. Brás), Prejudicados, (3-2), (-3 pontos)
5.ª-Famalicão(f), V(1-2), Nobre(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)
6.ª-Moreirense(c), V(3-0), H. Carvalho(Bento, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
7.ª-Estoril(f), V(0-1), Godinho(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
8.ª-Braga(c), E(1-1), C. Pereira(Cláudia R., Bessa Silva), Beneficiados, (1-3), (+1 ponto)
9.ª-Tondela(f), V(0-3), Bessa(T. Martins, Rui Cidade), Nada a assinalar
10.ª-Alverca(c), V(2-0), Nobre(Rui Oliveira, T. Costa), Beneficiados, (0-0), Impossível contabilizar
11.ª-Santa Clara(f), V(1-2), J. Gonçalves(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
12.ª-Estrela(c), V(4-0), Anzhony(M. Oliveira, Eiras), Prejudicados, (5-0), Sem influência
13.ª-Benfica(f), E(1-1), Nobre(Rui Costa, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-AFS(c), V(6-0), Vasilica(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, Impossível contabilizar
15.ª-Guimarães(f), V(1-4), Nogueira(Martins, P. Felisberto), Nada a assinalar
16.ª-Rio Ave(c), V(4-0), Macedo(Esteves, Sílvia D.), Beneficiados, (2-4), Impossível contabilizar
17.ª-Gil Vicente(f), E(1-1), Correia(V. Santos, P. Miranda), Nada a assinalar
18.ª-Casa Pia(c), V(3-0), D. R. Silva(Malheiro Pinto, Vaz Freire), Nada a assinalar
19.ª-Arouca(f), V(1-2), H. Carvalho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
20.ª-Nacional(c), V(2-1), Baixinho(R. Moreira, Babo), Beneficiados, (1-3), (+3 pontos)
21.ª-Corruptos(f), E(1-1), Godinho(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
22.ª-Famalicão(c), V(1-0), D. R. Silva(V. Santos, F. Silva), Nada a assinalar
23.ª-Moreirense(f), V(0-3), B. Costa(Rui Costa, T. Costa), Nada a assinalar
24.ª-Estoril(c), V(3-0), Guelho(Malheiro Pinto, N. Pires), Nada a assinalar

Corruptos
1.ª-Guimarães(c), V(3-0), Nobre(Mota, P. Brás), Beneficiados, (2-0), Sem influência
2.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Baixinho(Esteves, P. Martins), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
3.ª-Casa Pia(c), V(4-0), Guelho(P. Ferreira, H. Ribeiro), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Sporting(f), V(1-2), J. Gonçalves(Rui Costa, P. Brás), Beneficiados, (3-2), (+3 pontos)
5.ª-Nacional(c), V(1-0), Godinho(Esteves, Vaz Freire), Prejudicados, (2-0), Sem influência
6.ª-Rio Ave(f), V(0-3), Anzhony(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
7.ª-Arouca(f), V(0-4), Veríssimo(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
8.º-Benfica(c), E(0-0), Nogueira(Esteves, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
9.ª-Moreirense(f), V(1-2), J. Gonçalves(Rui Oliveira, Eiras), Nada a assinalar
10.ª-Braga(c), V(2-1), Veríssimo(Martins, Cláudia R.), Nada a assinalar
11.ª-Famalicão(f), V(0-1), Bessa(V. Santos, P. Ferreira), Nada a assinalar
12.ª-Estoril(c), V(1-0), Narciso(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Nada a assinalar
13.ª-Tondela(f), V(0-2), Godinho(L Ferreira, V. Maia), Nada a assinalar
14.ª-Estrela(c), V(3-1), Fonseca(Bento, M. Azevedo), Nada a assinalar
15.ª-Alverca(f), V(0-3), Pinheiro(P. Ferreira, I. Ferreira), Nada a assinalar
16.ª-AVS(c), V(2-0), B. Costa(Malheiro Pinto, N. Pires), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
17.ª-Santa Clara(f), V(0-1), C. Pereira(Rui Costa, M. Martins), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
18.ª-Guimarães(f), V(0-1), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), Nobre(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
20.ª-Casa Pia(f), D(2-1), Ramalho(M. Oliveira, J. Fernandes), Beneficiados, Sem influência
21.ª-Sporting(c), E(1-1), Godinho(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
22.ª-Nacional(f), V(0-1), Bessa(Bento, P. Sousa), Nada a assinalar
23.ª-Rio Ave(c), V(1-0), D. R. Silva(Rui Oliveira, P. Ribeiro), Nada a assinalar
24.ª-Arouca(c), V(3-1), Vasilica(Rui Costa, J. Fernandes), Beneficiados, (0-1), (+3 pontos)

Braga
1.ª-Tondela(c), V(3-0), C. Pereira(Esteves, Mira), Beneficiados, (2-0), Sem influência
2.ª-Alverca(f), V(0-3), Nogueira(R. Moreira, Rui Teixeira), Nada a assinalar
3.ª-AFS(c), E(2-2), J. Gonçalves(L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
4.ª-Rio Ave(f), E(2-2), Veríssimo(Rui Silva, T. Leandro), Nada a assinalar
5.ª-Gil Vicente(c), D(0-1), Bessa(Bento, F. Silva), Nada a assinalar
6.ª-Guimarães(f), E(1-1), Nobre(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
7.ª-Nacional(c), D(0-1), Fonseca(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
8.ª-Sporting(f), E(1-1), C. Pereira(Cláudia R., Bessa Silva), Prejudicados, (1-3), (-2 pontos)
9.ª-Casa Pia(c), V(4-0), Macedo(Malheiro Pinto, Babo), Beneficiados, (3-0), Sem influência
10.ª-Corruptos(f), D(2-1), Veríssimo(Martins, Cláudia R.), Nada a assinalar
11.ª-Moreirense(c), V(2-1), Pinheiro(Esteves, M. Azevedo), Nada a assinalar
12.ª-Arouca(f), V(0-4), Nogueira(Martins, V. Marques), Beneficiados, Impossível contabilizar
13.ª-Famalicão(f), V(1-2), C. Pereira(Rui Oliveira, T. Leandro), Nada a assinalar
14.ª-Santa Clara(c), V(1-0), B. Costa(P. Ferreira, Á. Mesquita), Nada a assinalar
15.ª-Estoril(f), D(1-0), D. R. Silva(Rui Costa, Vaz Freire), Nada a assinalar
16.ª-Benfica(c), E(2-2), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, (2-3), (+1 ponto)
17.ª-Estrela(f), E(3-3), H. Carvalho(R. Moreira, P. Sancho), Nada a assinalar
18.ª-Tondela(f), V(0-1), Correia(V. Santos, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Alverca(c), V(5-0), Anzhony(M. Oliveira, N. Eiras), Beneficiados, (4-0), Sem influência
20.ª-AFS(f), V(0-4), Macedo(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Nada a assinalar
21.ª-Rio Ave(c), V(3-0), Nogueira(Bento, P. Sousa), Nada a assinalar
22.ª-Gil Vicente(f), D(2-1), C. Pereira(Rui Costa, J. Pereira), Nada a assinalar
23.ª-Guimarães(c), V(3-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Nada a assinalar
24.ª-Nacional(f), V(1-2), Rosa(Rui Silva, Mesquita), Prejudicados, (1-3), Sem influência

Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
9/2

Sporting
4/1

Corruptos
8/1

Braga
12/2

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
5/2
Minutos:
109 - 32 = 77 (superioridade)

Sporting
8/1
Minutos:
158 - 27 = 131 (superioridade)

Corruptos
2/3
Minutos:
26 - 68 = 42 (inferioridade)

Braga
1/2
Minutos:
81 - 31 = 50 (superioridade)

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
47(23) / 264 - 380 / 65(32)

Sporting
54(24) / 304 - 328 / 67(30)

Corruptos
49(22) / 319 - 304 / 59(28)

Braga
46(15) / 279 - 289 / 59(31)

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
J. Gonçalves - -2
Martins - -2
Guelho - -2
P. Ferreira - -2
Correia - -2
Bento - -2
Godinho - -2
Mota - -2

Sporting
Nobre - +3
P. Ferreira - +3
Godinho - +3
Rui Silva - +3
Baixinho - +3
R. Moreira - +2
L. Ferreira - +2
C. Pereira - +1
Cláudia R. - +1
J. Gonçalves - -1
Rui Costa - -3

Corruptos
Rui Costa - +8
J. Gonçalves - +5
Vasilica - +3
Baixinho - +2
Esteves - +2
B. Costa - +2
Malheiro Pinto - +2
C. Pereira - +2
Martins - +2

Braga
Correia - +2
V. Santos - +2
J. Gonçalves - +1
Martins - +1
C. Pereira - -2
Cláudia R. - -2

Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
H. Carvalho - 3 (1/2)
J. Gonçalves - 3 (1/2)
Pinheiro - 2 (1/1)
Anzhony - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (1(1)
Nobre - 2 (1/1)
Bessa - 1 (0/1)
Guelho - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Correia - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (0/1)
Narciso - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Godinho - 1 (0/1)
Fonseca - 1 (1/0)

Sporting
Nobre - 3 (1/2)
J. Gonçalves - 2 (1/1)
Correia - 2 (0/2)
H. Carvalho - 2 (1/1)
Godinho - 2 (0/2)
D. R. Silva - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (0/2)
Malheiro - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Macedo - 1 (1/0)
Baixinho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (1/0)

Corruptos
J. Gonçalves - 3 (0/3)
Godinho - 3 (2/1)
Veríssimo - 2 (1/1)
Nobre - 2 (2/0)
Bessa - 2 (0/2)
Baixinho - 1 (0/1)
Guelho - 1 (1/0)
Anzhony - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)
B. Costa - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
Ramalho - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)

Braga
C. Pereira - 4 (1/3)
Nogueira - 3 (1/2)
Veríssimo - 2 (0/2)
J. Gonçalves - 2 (2/0)
Macedo - 2 (1/1)
Pinheiro - 2 (2/0)
Bessa - 1 (1/0)
Nobre - 1 (0/1)
Fonseca - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (1/0)
D. R. Silva - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (0/1)
Correia - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Rosa - 1 (0/1)

Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
Rui Costa - 3 (2/1)
P. Ferreira - 3 (1/2)
L. Ferreira - 2 (1/1)
Esteves - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (0/2)
Barradas - 2 (2/0)
Martins - 2 (0/2)
R. Moreira - 1 (1/0)
Bento - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (1/0)
Mota - 1 (0/1)
Casegas - 1 (1/0)

Sporting
Martins - 3 (0/3)
Rui Costa - 3 (1/2)
Bento - 2 (1/1)
L. Ferreira - 2 (0/2)
Mota - 2 (1/1)
V. Santos - 2 (1/1)
P. Ferreira - 1 (0/1)
Rui Silva - 1 (0/1)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Esteves - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)
R. Moreira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)

Corruptos
Rui Costa - 4 (1/3)
Esteves - 3 (2/1)
Martins - 3 (2/1)
P. Ferreira - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Bento - 2 (1/1)
Rui Oliveira - 2 (2/1)
Mota - 1 (1/0)
Rui Silva - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (0/1)
L. Ferreira - 1 (0/1)
Casegas - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (0/1)

Braga
Martins - 3 (1/2)
Rui Costa - 3 (0/3)
R. Moreira - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
Bento - 2 (2/0)
L. Ferreira - 2 (2/0)
Rui Silva - 2 (0/2)
Esteves - 1 (1/0)
Mota - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Esteves - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
P. Ferreira - 1 (1/0)
V. Santos - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)

Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
Eiras - 5
P. Felisberto - 5
Rui Cidade - 3
T. Leandro - 2
J. Fernandes - 2
C. Campos - 1
D. Pereira - 1
I. Pereira - 1
P. Brás - 1
H. Santos - 1
P. Miranda - 1
M. Vieira - 1

Sporting
P. Felisberto - 4
Eiras - 2
P. Brás - 2
P. Miranda - 2
T. Costa -2
F. Pereira - 1
J. Pereira - 1
Á. Mesquita - 1
Bessa Silva - 1
Rui Cidade - 1
V. Maia - 1
M. Vieira - 1
Sílvia D. - 1
Vaz Freire - 1
Babo - 1
F. Silva - 1
N. Pires - 1

Corruptos
P. Felisberto - 4
P. Brás - 2
Eiras - 2
J. Fernandes - 2
P. Martins - 1
H. Ribeiro - 1
Vaz Freire - 1
Á. Mesquita - 1
Cláudia R. - 1
P. Ferreira - 1
V. Maia -1
M. Azevedo - 1
I. Pereira - 1
N. Pires - 1
M. Martins - 1
M. Vieira - 1
P. Sousa - 1
P. Ribeiro - 1

Braga
T. Leandro - 2
Eiras - 2
P. Felisberto - 2
V. Maia - 2
Á. Mesquita - 2
Mira - 1
Rui Teixeira - 1
I. Pereira - 1
F. Silva - 1
P. Miranda - 1
Bessa Silva - 1
Babo - 1
Cláudia R. - 1
M. Azevedo - 1
V. Marques - 1
Vaz Freire - 1
P. Sancho - 1
P. Sousa - 1
J. Pereira - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Esteves - 0 + 2 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
R. Costa - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1

Sporting
Martins - 0 + 3 = 3
Nobre - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1

Corruptos
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Bessa - 2 + 0 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
Martins - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1

Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
P. Ferreira - 0 + 3 = 3
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Anzhony - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Barradas - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
D. R, Silva - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Bento - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1

Sporting
Nobre - 3 + 0 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Rui Costa - 0 + 3  = 3
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
D. R. Silva - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 =2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Bessa - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1

Corruptos
Rui Costa - 0 + 4 = 4
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Godinho - 3 + 0 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 4 + 0 = 4
Nogueira - 3 + 0 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0  = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1

Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 1 (-1 jogo)
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-1 jogo)
Jornada 4 (~1 jogo)
Jornada 5 (+1 jogo)

Anexos(XI):
Épocas anteriores: