Últimas indefectivações

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Terceiro Anel: Bola ao Centro #230 - ARRANCA O SONHO EUROPEU!! 🦅🔴

BI: Antevisão - AC Milan

Falar Benfica #260 - Vitória frente ao Gil, Milão e Dragão, Adidas e R&C2025/26 as modalidades

MS: Milão...

20 Anos Benfica Campus | Episódio 14

Adidas


"O novo acordo com a Adidas é uma excelente notícia para o Benfica. 120 milhões de euros por seis épocas é um contrato que reforça o valor do clube e confirma aquilo que, apesar de tudo, continua a ser uma evidência: o Benfica é a maior marca desportiva portuguesa.
Mas convém não confundir o momento em que um contrato é assinado com o momento em que uma marca é construída.
A marca Benfica que hoje vale estes números não nasceu nos últimos anos. A marca que vale 120 milhões ainda é a mesma que foi construída durante a presidência de Luís Filipe Vieira. Foi durante o seu mandato que o clube sofreu uma transformação profunda: na dimensão internacional, nas infraestruturas, na formação, nas receitas comerciais, na capacidade de atrair parceiros globais e na projeção da própria marca.
Os 120 milhões que agora chegam refletem o valor daquilo que foi recebido como legado. E mesmo depois da desvalorização e erosão que, na minha opinião, a marca sofreu nestes últimos anos, continua a ter uma dimensão suficientemente poderosa para gerar um contrato desta natureza.
Há, aliás, um pormenor particularmente paradigmático.
A Adidas vai associar o seu nome ao Benfica Campus, no Seixal. Vai fazê-lo precisamente numa altura em que o Seixal apresenta sinais visíveis de degradação e de falta de manutenção acumulada durante demasiados anos. O mesmo sucede, em diferentes áreas, no Estádio da Luz.
É uma ironia difícil de ignorar: valoriza-se comercialmente o nome de uma infraestrutura que, fisicamente, se deixou desvalorizar.
Por isso, mais importante do que celebrar os 120 milhões é perceber o que o Benfica fará com eles.
Que este dinheiro seja aplicado de forma irrepreensível. Que sirva para recuperar património, modernizar infraestruturas, reforçar a formação e criar valor duradouro. E que não seja apenas mais receita a entrar para alimentar uma estrutura de custos cada vez maior.
Uma grande marca não se mede apenas pelo dinheiro que consegue gerar. Mede-se também pela forma como cuida daquilo que construiu."

Mike: Round 6

Simples: Benfica de Marco Silva...

Possessivo: Gil Vicente...

BF: Ataque...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Petit & Paciência, Lda: uma maravilha açoriana

Observador: E o Campeão é... - Ronaldo vai ser patrão e jogador do Al-Nassr?

Observador: Três Toques - Sydney Sweeney no desporto: jogada de mestre ou falhada?

Liga: Jornada 6 - Golos

Jogo Pelo Jogo - S04E05 - Diogo Prego (chef Ruben Dias)

Futebol à Parte - S02E03 - SPORTING ESCORREGA e Antevisão PORTO X BENFICA

Zero: Ataque Rápido - S09E07 - Sporting já desperdiçou o FC Porto x Benfica

Chuveirinho #188

Pre-Bet Show #192 - O PRIMEIRO CLÁSSICO ESTÁ AÍ! 🤩 FC PORTO OU BENFICA, QUEM LEVA A MELHOR?

DAZN: The Premier League - Golos...

DAZN: La Liga - Jornada 5 - Golos...

Marco Silva devia mudar a equipa toda


"Benfica tem pouco ou nada a perder em Milão, tirando o jogo, e mesmo isso não coloca em causa a continuidade na Liga Europa; e no domingo há duelo no Dragão...

Trubin, Duarte Soares, Manu Silva, Circati, El Karouani, Barrenechea, Sudakov, Lukebakio, Echeverri, Kaminski, Durán. Tirando nunca terem jogado juntos, e o lateral-direito ser da equipa B (porque a lesão de Bah retirou alternativas), parece-me um onze interessante.
Talvez demasiado ofensivo. Que tal Miguel Figueiredo em vez de Sudakov ou Echeverri, ou Gabriel Índio a central adiantando Manu para o meio-campo? E ainda sobra Aursnes, que tem sido suplente mas vem de lesão e poderá fazer sentido preservá-lo.
Seja como for, mesmo sem contar com os habituais titulares, não faltam opções a Marco Silva. Até para mudar a equipa inteira. E devia fazê-lo amanhã, em Milão, na estreia na UEFA Europa League.
Nem é tanto a proximidade do jogo com o FC Porto (no domingo, no Dragão) que deveria levar à mudança radical, embora não deva deixar de ser levada em conta. Mesmo que o próximo adversário fosse o FC Arouca, é minha convicção que o melhor para o Benfica seria fazer descansar os principais jogadores na visita a Itália.
Sejamos realistas — poucos deles estarão em condições de dar a melhor resposta. O facto de haver apenas dois dias entre jogos (do de anteontem com o Gil para o de amanhã com o Milan), com uma viagem de avião pelo meio, a juntar ao intenso desgaste da última partida na Luz, pelo resultado, pela temperatura e pela humidade, convidam às mudanças. O próprio treinador das águias reconheceu, no final, que a sua equipa não foi capaz de pressionar o Gil tão bem como já fez com outros adversários.
Só pela gestão física, já faria sentido mudar tudo, ou quase. Mas aqui está a cereja no topo do bolo: o Benfica, em Milão, pouco tem a perder, a não ser o jogo — e mesmo isso terá pouca influência nas contas finais da Liga Europa.
Este é, em teoria, o jogo mais difícil dos encarnados na fase de liga da competição. O sorteio foi amigo, e o grau de dificuldade dos outros sete não assusta; mesmo derrotada em Itália, a equipa de Marco Silva não deverá ter dificuldades em seguir em frente, até diretamente para os oitavos de final.
Na época passada, Francesco Farioli, treinador do FC Porto, recorreu a rotações extremas na Liga Europa. Com um plantel mais curto que o do Benfica este ano, foi ainda assim 5.º na fase de liga e chegou sem grandes problemas aos quartos de final — e se Bednarek não tivesse sido expulso logo aos 8 minutos em Nottingham, se calhar poderia ter ido mais longe. Em todo o caso, ganhou vantagem competitiva para alcançar o objetivo principal: ser campeão nacional.
Rodar nesta fase de liga não significa desistir da Liga Europa. Depois, a eliminar, consoante estiver o campeonato e a força dos adversários europeus, será altura de pensar em ser mais ou menos conservador. Mas agora, em Milão, é fácil: repetir o onze, ou perto disso, nada garante, atendendo ao cansaço dos titulares; mudar tudo pelo menos assegura uma coisa — mais frescura para o Dragão."

Situações estranhas e um VAR protagonista


"A designada verdade desportiva passou, nos primeiros anos, a ser uma realidade, mas há sinais menos bons que nos mostram que, mesmo com VAR, existem situações, no mínimo, estranhos.

Os protagonistas do jogo devem ser os jogadores. Devem, mas muitas vezes os árbitros são o centro das atenções. Mais: agora temos jogos em que os jogadores já só são os terceiros protagonistas, porque, nos últimos anos, o VAR, ou videoárbitro, chegou, viu e mudou tudo. Sim, a designada verdade desportiva passou, nos primeiros anos, a ser uma realidade, mas há sinais menos bons que nos mostram que, mesmo com VAR, existem situações no mínimo estranhas.
Caro leitor, o VAR até tem regras claras. Vejamos: deve intervir nos fora de jogo, na decisão de penálti, quando deve ser mostrado um cartão vermelho, quando o jogador errado seja sancionado e, agora, quando um canto seja atribuído erradamente.
Acresce que deve intervir quando o erro de arbitragem seja claro e óbvio. Não deve intervir em situações de dúvida. E deve intervir sem quebrar o ritmo de jogo. Ora, das piores coisas que o VAR tem é o tempo que leva a decidir. Quebra o ritmo de jogo, e de que maneira. E quebra o ritmo do espectador: uma eternidade à espera da validação de um golo. Talvez devesse ter um limite de tempo para decidir. Afinal, se não for claro e óbvio, o VAR não deve intervir.
Às vezes também não intervém quando é claro e óbvio. Ou seja, quando devia. Recentemente, nos Países Baixos, uma entrada violenta de Van Bommel (filho) sobre Aaron Bouwman levou apenas a cartão amarelo. Bouwman tem várias lesões, incluindo uma contusão no externo e outra pulmonar. Vai passar pelo menos um mês sem jogar.
A polémica é grande nos Países Baixos. «Isto é uma tentativa de assassínio», diz um comentador da ESPN. Veja-se ainda o golo que, este fim de semana, decidiu o dérbi de Manchester, que mesmo os árbitros acham que devia ter sido anulado !!!
Ou seja, não é só em Portugal que temos problemas com o VAR. Os problemas existem noutros países também. E o problema maior será se um dia se perceber que, mesmo com vários modos de visualização de um lance, os erros persistem. E, se persistem, voltam as dúvidas sobre a honestidade do jogo.

Lucro à Benfica
O Benfica SAD apresentou lucros de €19,1 M. As notícias são boas: aumento das receitas recorrentes, segundo ano consecutivo de lucros, dívida líquida a descer. As receitas televisivas também aumentaram. Rui Costa e a sua Direção estão de parabéns. E o Benfica continua a lutar contra a centralização dos direitos televisivos. A petição no Parlamento para mudar a lei vai levar a uma discussão em plenário sobre o assunto. Um raro exemplo de democracia a funcionar. «Acreditamos que ainda é possível reverter a situação», diz Nuno Catarino, CFO do clube.
Veremos se o maior clube de Portugal tem essa força, mas é um assunto para acompanhar com muita atenção.
O Direito ao Golo desta semana tem vários protagonistas: Diogo Costa, o jogador do FC Porto, que, no jogo contra o Manchester City, defendeu tudo o que era possível e o que não parecia possível. O FC Porto que se mantém invencível e dá mostras de que vai repetir o campeonato passado. E para Prestianni, o jogador do Benfica está em grande!"

A Justiça Desportiva também se joga no Tribunal de Justiça da União Europeia


"O futebol europeu deixou há muito de ser regulado apenas dentro das fronteiras do próprio futebol. Nas últimas décadas, o Tribunal de Justiça da União Europeia submeteu as regras federativas às liberdades fundamentais do mercado interno, escrutinou os poderes privados de organização de competições e reafirma agora que a justiça disciplinar desportiva também deve respeitar as exigências da tutela jurisdicional efetiva. O acórdão de 16 de julho de 2026, proferido nos processos apensos C-424/24 e C-425/24, inscreve-se nesse percurso: a autonomia desportiva existe, mas não existe fora do Direito da União.
O litígio nasce do chamado caso das plusvalenze, no qual a Federação Italiana de Futebol (FIGC) instaurou procedimento disciplinar contra vários clubes, incluindo a Juventus, e contra os seus dirigentes, por suspeitas de utilização de mais-valias artificiais em operações de transferência de jogadores. Dois antigos administradores da Juventus foram sancionados com uma proibição temporária de exercício de qualquer atividade profissional ligada ao futebol profissional ou amador em Itália, inibição posteriormente estendida a nível mundial pela Comissão Disciplinar da FIFA. Quando recorreram à jurisdição administrativa italiana, encontraram o ponto crítico do sistema: os tribunais podiam apreciar incidentalmente a ilegalidade da sanção e atribuir indemnização, mas não podiam suspendê-la nem anulá-la.
A questão prejudicial era, por isso, concreta e institucionalmente decisiva: podia uma sanção disciplinar emanada de uma federação desportiva nacional, projetada depois à escala internacional, restringir o exercício de atividades profissionais sem controlo jurisdicional dotado de poderes reais?
O primeiro passo do Tribunal é particularmente relevante para quem ainda lê o desporto profissional como um universo predominantemente associativo. Uma proibição de exercer funções dirigentes no ecossistema FIFA é materialmente uma restrição ao acesso e ao exercício de uma atividade económica.
Este ponto é decisivo: se uma federação detém, na prática, a chave de entrada num mercado profissional, a sua atuação não pode ser analisada como se se tratasse apenas de disciplina interna. A privatização da fonte normativa não neutraliza os efeitos públicos da decisão.
Isso não significa, naturalmente, que o Tribunal tenha deslegitimado o poder disciplinar federativo. Pelo contrário: admitiu expressamente que o cumprimento das regras financeiras e contabilísticas aplicáveis aos clubes pode prosseguir um objetivo legítimo de interesse geral, ligado à regularidade das competições. No futebol profissional contemporâneo, a integridade competitiva também se joga nos balanços, nas demonstrações de resultados e na forma como se contabilizam ativos tão economicamente relevantes como os direitos sobre jogadores.
As denominadas mais-valias artificiais não são, por isso, uma excentricidade contabilística sem tradução desportiva: podem repercutir-se na capacidade de contratar, na inscrição em competições e nas condições de concorrência entre clubes. O Tribunal aceita, por isso, que o ordenamento desportivo disponha de instrumentos sancionatórios para proteger a fiabilidade financeira como condição da verdade competitiva.
Mas a legitimação do fim não resolve a validade do meio. A sanção tem de integrar um sistema coerente de prevenção e repressão de incumprimentos e obedecer, na sua concreta determinação, a critérios transparentes, objetivos, não discriminatórios, proporcionados e verificáveis.
É aqui que o acórdão ganha maior densidade prática. A proporcionalidade não se satisfaz com a invocação ritual da gravidade dos factos ou da defesa do prestígio da competição. Exige demonstrar que a medida concreta — na sua natureza, duração, âmbito subjetivo e extensão territorial — era adequada e necessária perante a infração apurada.
O núcleo do acórdão, todavia, está na tutela jurisdicional efetiva. O modelo italiano colocava o visado perante uma solução paradoxal: podia obter, eventualmente, uma declaração incidental de ilegalidade e uma compensação financeira posterior, mas não podia obter a eliminação da sanção. Ora, quando a sanção impede o exercício de atividade profissional, a indemnização posterior pode chegar tarde demais.
Por isso, o Tribunal exige que exista uma via jurisdicional efetiva perante uma instância independente, imparcial, estabelecida por lei, respeitadora do contraditório e dos direitos de defesa, com competência para controlar os fundamentos da sanção, a sua proporcionalidade e, quando necessário, para decretar medidas provisórias e anular a decisão. Não basta chamar tribunal a uma instância decisória; importa que ela disponha, em concreto, dos poderes indispensáveis para impedir que a ilegalidade se converta em facto consumado.
Não se pense, contudo, que o Acórdão defende que apenas os tribunais estaduais possam cumprir essa função. Uma instância de justiça desportiva pode, em princípio, satisfazer as exigências europeias se oferecer garantias reais de independência e se tiver poderes efetivos de controlo. O que o Direito da União não tolera é uma arquitetura processual em que a justiça desportiva decide com efeitos profissionais intensos e a justiça estadual apenas indemniza, a posteriori, sem poder suspender nem anular.
A leitura portuguesa deve partir exatamente daqui. O Tribunal Arbitral do Desporto foi instituído por lei como entidade jurisdicional independente e, em arbitragem necessária, conhece de litígios emergentes dos poderes de regulamentação, organização, direção e disciplina das federações desportivas. Em abstrato, o desenho português está mais próximo do modelo que o Tribunal de Justiça admite como compatível com o Direito da União do que da solução italiana censurada no reenvio.
O verão judicial europeu de 2026 não se limitou, contudo, ao Luxemburgo. Nove dias antes do acórdão do Tribunal de Justiça, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos pronunciara-se, em De Carvalho Marques e outros v. Portugal, sobre sanções aplicadas no futebol português por declarações públicas relativas à arbitragem. O objeto jurídico era diferente: estava em causa a liberdade de expressão prevista no artigo 10.º da Convenção Europeia dos Direitos Humanos.
Não se deve forçar uma identidade entre os dois casos. O acórdão de Luxemburgo trata de mobilidade profissional, proporcionalidade e tutela jurisdicional efetiva; o de Estrasburgo examina a legitimidade de restrições à expressão no contexto do futebol. Mas a proximidade temporal ajuda a identificar uma tendência comum: os tribunais europeus não negam às organizações desportivas o poder de proteger a competição, a reputação dos seus agentes ou a confiança nas suas instituições. Exigem, porém, que esse poder seja exercido através de regras previsíveis, decisões justificadas e mecanismos de controlo capazes de ponderar seriamente os direitos afetados.
Vista em conjunto com o acórdão de Estrasburgo, a decisão do TEDH confirma que o tempo da autorreferencialidade desportiva está juridicamente esgotado. O desporto conserva uma linguagem própria, uma temporalidade própria e necessidades regulatórias que os tribunais europeus não ignoram. Mas já não basta invocar essa especificidade como se ela encerrasse a discussão. A especificidade desportiva deixou de ser uma cláusula de exceção e passou a ser um ónus de demonstração: deve explicar por que razão certa restrição é necessária, por que motivo aquela sanção é proporcionada e por que razão o controlo disponível é suficientemente efetivo para evitar que a ilegalidade se antecipe à justiça.
O que estes acórdãos parecem dizer ao futebol europeu é, afinal, relativamente simples, embora institucionalmente exigente: a autonomia desportiva sobreviverá tanto melhor quanto menos se apresentar como privilégio e quanto mais se comportar como responsabilidade. As federações continuarão a regular, disciplinar e proteger a integridade das competições; mas terão de o fazer com regras inteligíveis, sanções proporcionadas, fundamentação controlável e tribunais capazes de intervir antes de a lesão se tornar irreversível. A justiça desportiva não perde autoridade quando aceita o Direito que a limita; perde-a quando se convence de que a sua autoridade dispensa justificação. No futebol europeu contemporâneo, a autonomia que resiste ao Direito é apenas poder em estado defensivo. A autonomia que se deixa medir pelo Direito é a única que pode aspirar a ser verdadeira autoridade."

3x4x3


Segunda Bola

Rola Bola - S03E02 - Noite Europeia | Nomeados da FIFA

Portugal Football Summit #.09 | Maxwell

SportTV: Grelha de Partida - S04E26 - Fim de semana de Reis 👑

BolaTV: Afunda - S07E04 - Os maiores não All-Stars

Enric Mas e o mérito de aproveitar as oportunidades


"A vida não é tanto construir situações, é mais agarrar o que se apresenta à nossa frente. Não é tanto erguer algo, é mais estar pronto para entrar nas portas e janelas que se abrem perante nós. É menos ter o edifício perfeito projetado pela nossa cabeça, é mais aproveitar o que nos calha.
A Vuelta 2026 tinha um vencedor ainda antes de alguém começar a pedalar. É assim sempre que Tadej Pogačar está no pelotão. Os outros têm de ficar calados, silenciosos perante o ruído do predador, ofuscados pelo brilho do rei-sol.
Até que se abriu a nesga de chance. O esloveno caiu, abandonou. A camisola vermelha foi para o corpo de Enric Mas, que no primeiro dia em que subiu ao pódio para a vestir até se recusou a colocá-la, por respeito ao seu anterior dono.
Sim, Mas não tirou por mérito desportivo a liderança a Pogačar. Ela calhou-lhe em sorte. Mas havia muitas etapas, muita montanha, muita Vuelta pela frente.
Havia a oportunidade de uma vida. Não uma oportunidade esperada, pensada, planeada, mas algo que, como tantas coisas na vida, lhe surgiu. Aconteceu-lhe. O ponto é estar preparado para o que nos acontece, quando acontece, como acontece, com curvas e inesperados, não num ambiente controlado e pensado, não em laboratório.
Enric agarrou a oportunidade de uma carreira com todas as forças. Vimos o balear adaptar-se perfeitamente ao estatuto de número um da corrida, sorrir, falar com mensagens claras, brincar com o seu gosto por correr ao calor. Até atacar, algo tão raro e tantas vezes motivo de críticas.
A vitória de Mas na Vuelta 2026 é um pontapé na crise do ciclismo espanhol e na crise da Movistar, duas entidades que se confundem. O núcleo do ciclismo dispersou-se, o eixo França-Benelux-Itália-Espanha já não é dono e senhor, agora há toneladas de eslovenos, dinamarqueses, colombianos ou australianos prontos a ganhar corridas.
Outras equipas, outro tipo de dinheiro, chegou à modalidade. Há conjuntos com orçamentos colossais, uma corrida difícil de acompanhar para a velhinha equipa que já foi Reynolds, Banesto ou Caisse d'Epargne.
Subitamente, eis Enric. O criticado, quase gozado, líder, o futuro Alberto Contador que não chegou a ser Alberto Contador. Até que foi Alberto Contador, sucedendo a Alberto Contador e acabando a seca do país em grandes voltas.
Enric Mas ganhou com contundência, controlando, nunca estando, sequer, perto de perder a vermelha.
Que a vitória tenha chegado depois da queda de Tadej não a deixa com um asterisco. Não a diminui. Pelo contrário.
Quedas fazem parte do ciclismo. Corredores abandonam, lesionam-se, são 21 etapas com centenas e centenas de quilómetros. Curvas inesperadas, chuva, sol, calor, frio.
Mil e uma hipóteses do inesperado. Mil e uma hipóteses de oportunidades. O mérito está em agarrá-las. Em aproveitar o que nos toca. Como Mas, que não se limitou a estar no sítio certo à hora certa. Competiu no sítio certo à hora certa, elevou o seu nível. Não se tratou de algo passivo, de se sentar no lugar de outro.
O mais inesperado vencedor das grandes corridas do ciclismo de 2026 é, também, um dos mais meritórios. Enric Mas já não será espaço de chacota."

BolaTV: Falso Plano #139 - Rescaldo Vuelta a España já cum olho nos Mundiais

Uma época que promete


"1. Nuno Lobo, o antigo presidente da Associação de Futebol de Lisboa, é sócio do Benfica. Nas últimas eleições para a presidência da Federação Portuguesa de Futebol foi o candidato derrotado por Pedro Proença. Na qualidade de associado do Sport Lisboa e Benfica, Nuno Lobo entregou recentemente na secretaria uma carta pedindo “o agendamento de uma proposta na próxima assembleia geral para que seja incluído um ponto na ordem de trabalhos” que permita “que seja discutida e votada a retirada do apoio formal do Benfica a Pedro Proença na presidência da FPF”.

2. Este tema sensível é um constante motivo de trocas de argumentos nos mais diversos fóruns onde se reúnem adeptos benfiquistas que se empenham em discutir o Clube. Discutir o Clube – chamemos-lhe assim – não é, aliás, pecado nenhum. É viver o Clube. É ser Benfica.

3. Em junho, o presidente do Benfica proferiu uma declaração que pode ser considerada de rutura com o regime em vigor. Disse, quando se prestou a projetar a temporada de 2026/27, qualquer coisa como: “Entraremos para esta época com tolerância zero com o Conselho de Disciplina, com o Conselho de Arbitragem e com Pedro Proença. Não estamos amarrados ou presos a nada.” Isto não se diz de ânimo leve. Nem se diz por dizer.

4. O presidente do Benfica terminou deste modo a sua declaração: “Defenderemos o Clube seja contra quem for.” Não digam que não foi um belo terminar. É um propósito que une e só isso será sempre magnífico. Por isso mesmo não se descortina nenhum obstáculo que impeça a discussão em assembleia geral das relações do Benfica com as entidades enunciadas por Rui Costa há três meses. Não haverá mesmo qualquer outro lugar tão próprio e tão digno para o efeito.

5. Será uma reunião acalorada? Obviamente que sim. Outra coisa não poderia ser perante a dimensão do problema. Mas o Benfica não se deve recear a si mesmo. E não há assunto que não possa ser discutido em família. Independentemente das conclusões a que se chegar a família sairá sempre mais forte da ocasião.

6. O Benfica já recebeu os cerca de 800 mil euros que o FC Porto foi condenado a pagar no âmbito do processo dos e-mails. Uma ninharia por comparação com o valor dos danos causados ao nosso clube.

7. Marco Silva e os jogadores do Benfica “obrigaram” o árbitro a parar o jogo em Moreira de Cónegos, nos instantes finais da primeira parte, para que o VAR interviesse sobre o lance do pontapé na cabeça de Lenglet na área do Moreirense. Foi penálti, mas muito a custo. Esta época promete."

Leonor Pinhão, in O Benfica

Mestre António


"A NARRATIVA DO HOMEM QUE, DURANTE MAIS DE 17 ANOS, CUIDOU DAS INSTALAÇÕES DESPORTIVAS E DAS EQUIPAS DO BENFICA COM DESVELO

A história que agora se apresenta teria ficado perdida no tempo, não fosse uma oportuna entrevista que a revista Stadium fez a esta figura popular do Clube em junho de 1934.
António das Equipes, como era chamado, zelava há 17 anos pela manutenção do campo do Benfica. Certo dia, encontrando-se nos seus preparos matinais para mais uma ronda pelo Campo das Amoreiras, deparou- -se com os repórteres da Stadium. Ficou admirado com a sua presença, pois ainda era bastante cedo e, se estivesse bem lembrado, naquele dia não iria haver nenhum acontecimento desportivo digno de nota. Quando António descobriu que, naquela manhã, o foco das atenções estava centrado na sua figura, nem queria acreditar. Riu-se e começou calmamente a contar a sua história enquanto se barbeava numa das cabinas do Estádio.
Nascido em Torres Novas, António era já homem feito quando ficou sem trabalho, e foi nessa altura que o seu destino se cruzou com o do Clube. O seu cunhado mandou-o chamar a Lisboa, prometendo-lhe emprego. Disse-lhe que “ia para contínuo do Benfica, até ver… Enquanto não aparecesse coisa melhor…”. De imediato aceitou a generosa oferta, tomando a seu cargo a conservação do campo e dos equipamentos.
Com o tempo, Mestre António foi aprendendo a conhecer as botas, os calções, as caneleiras e as meias de todos os jogadores. Estava tão calejado nessa matéria que, quando lhe aparecia um jogador novo, só de olhar para a sua constituição física sabia o tamanho que vestia. Foi o que aconteceu com um rapazote que foi jogar à experiência ao Campo das Amoreiras. António logo lhe emprestou camisola, calções, meias e botas. Três semanas volvidas, o moço voltou a aparecer no Clube e, para seu espanto, recebeu das mãos daquele homem de farto bigode o mesmíssimo equipamento que usara no primeiro treino!
Orgulhoso dos seus feitos e entusiasmado com a sua narrativa, pegou em seguida nos jornalistas, levando-os a percorrer as prateleiras onde repousavam as roupas das diversas equipas: “Aqui está a roupa do primeiro grupo de futebol; aqui e ali a da Reserva e segundo, e acolá a do terceiro.” Mostrou também as botas de Vítor Silva e de Amaro, as prateleiras do andebol, do râguebi e do atletismo. Ao longo desses 17 anos, conheceu e conviveu com grandes figuras do Benfica: Cosme Damião, Cândido de Oliveira, Alberto Augusto, Artur Augusto, Francisco Vieira, Jesus Crespo, entre muitos outros.
Por fim, Mestre António despediu-se dos jornalistas afirmando o seu carinho pelo Clube: “A ele tenho dado o meu trabalho, com alegria, sinceridade, sem interesses secundários. A vontade é a mesma e o interesse é só um: servir bem o Sport Lisboa e Benfica.”
Conheça mais sobre outras figuras associadas a instalações do Benfica na área 17 – Chão Sagrado, do Museu Benfica – Cosme Damião."

Ricardo Ferreira, in O Benfica

Futebolzinho


"Num terreno agrícola, perante um adversário encarniçado, e com uma arbitragem complacente e tendenciosa. Foi assim que o Benfica teve de conquistar os três pontos no Funchal. Será assim muitas vezes, até ao final da temporada. Desta vez acabou bem. Noutras poderá acabar mal.
Quanto ao relvado, enfim, há clubes que nem estádio têm. Não há problema: metade das equipas do Campeonato também não têm adeptos. Não representam cidades, nem regiões, nem identidades, nem histórias, nada nem ninguém, a não ser os seus próprios investidores, na maioria dos casos, estrangeiros.
Quanto às arbitragens, sabemos pela boca do próprio presidente da Federação: os árbitros são fracos.
O VAR veio para ajudar. Como quem está no VAR também é fraco, não ajuda muito, ou não ajuda nada. De acordo com os protocolos, eu ainda não percebi o que é penálti e o que não é. O que era e deixou de ser. O que não era e passou a ser. Talvez seja conforme a cor das camisolas. Talvez seja mesmo para não percebermos. E o problema estende-se a outras modalidades sob o jugo da FPF, como pudemos ver nas Supertaças de futsal.
A saída de Duarte Gomes do Conselho de Arbitragem e as gravíssimas suspeitas que se seguiram caíram em saco roto. A comunicação social, tão ávida de sangue noutros temas, depressa esqueceu esse assunto. Porquê? Não sei.
Pela mesma altura ouvimos a voz do presidente da FPF, uns tempos antes, a ameaçar o Benfica: deve manter bico calado e cara alegre, senão…
Em breve virá a centralização dos direitos televisivos. O nosso dinheiro, com o qual pagamos canais de televisão para ver os jogos do nosso clube, seguirá para a carteira dos tais investidores externos. É o tiro que falta para matar definitivamente o futebolzinho português – que qualquer dia ninguém vê.
Não é mesmo possível jogarmos na liga espanhola?"

Luís Fialho, in O Benfica

Paz


"É do senso comum que a paz seja a ausência de guerra. Por isso, o primeiro passo para que se alcance paz, seja onde for, é sempre o calar das armas, mas paz é verdadeiramente tudo o resto que garante a cada pessoa uma vida digna, plena e confiante. Infelizmente não vivemos hoje tempos de paz e isso afeta todo o planeta, mesmo nas paragens mais afastadas dos conflitos armados. Precisamos de esperança e de pôr em valor as coisas boas da vida, sendo uma das melhores o desporto, com o futebol, sem dúvida, em grande destaque.
Também sabemos que o papel do futebol em tempos de guerra é mais importante do que pode parecer à primeira vista: a história está cheia de episódios em que o jogo e os jogadores desempenham um papel preponderante para aliviar, ainda que temporariamente, a pressão entre beligerantes e para trazer um pouco de normalidade à vida das populações. Isto é assim, em toda a parte, com os adultos, mas, por maioria de razão, é ainda mais importante quando falamos de crianças e jovens na flor da vida. Crescer no meio de um conflito eleva as inseguranças próprias da infância e da adolescência a patamares inimagináveis e traz o medo e a incerteza do futuro a uma idade em que não é normal temer pela própria vida ou fazer luto dos entes queridos, só com mágoa e revolta, sem entender o porquê de tanta violência.
É tudo isto que interrompe a infância em toda a parte onde a guerra se sobrepõe à paz. O futebol pode ajudar, e ajuda, porque é construtivo, positivo e apaziguador, devolvendo aos dias comuns um pouco da normalidade que sempre tiveram e hão de voltar a ter."

Jorge Miranda, in O Benfica

Editorial


"1. Na capa deste jornal O Benfica destaque para a vitória em Moreira de Cónegos, em mais uma exibição muito sólida, palavra cujo plural faz capa. Uma goleada que se segue à afirmação conseguida com distinção na Madeira, num ciclo que, como o treinador Marco Silva já sublinhou, é uma semana de 9 pontos. Domingo, numa Luz que já esgotou com dias de antecedência, nesta crescente comunhão entre adeptos e equipa, vamos juntos trabalhar para mais uma vitória.

2. São números que explicitam a solidez da trajetória das contas da Benfica SAD e da estratégia seguida por esta administração. Pelo segundo ano consecutivo, resultado positivo, agora de 19,1 milhões de euros. Dívida líquida a descer, receitas de Matchday mais altas de sempre e os capitais próprios no segundo valor mais elevado da história da SAD, apenas superados pelo ano em que João Félix foi vendido por 126 milhões de euros! Outro dado relevante: nos últimos 4 anos, apenas num exercício a Benfica SAD não apresentou lucro, ao mesmo tempo que ostenta um plantel com um potencial desportivo e comercial como há muito não se via.

3. A entrevista de Nuno Catarino em destaque nesta edição, concedida à BTV, volta a colocar o dedo na ferida dos direitos televisivos: este projeto de centralização tem fraquezas profundas, é anacrónico e ameaça o futuro do futebol português, perigando a sua competitividade. Para além das frases que ressaltamos na primeira página, uma outra merece sublinhado: partimos para uma época exigente com uma base sólida. Assim será por via da redução de receitas da Liga Europa em comparação com a Liga dos Campeões, mas há estofo e pecúlio acumulado para isso, até porque a ambição desportiva é, realista e justificadamente, ainda mais alta do que em anos anteriores.

4. Nesta edição do jornal O Benfica damos palco à conquista das Supertaças no fim de semana, com reportagens no futsal feminino e também com as nossas Inspiradoras. Em Viseu, conquistaram o seu 19.º título, num percurso que tem sido de notável sucesso e que muito tem feito pela afirmação do futebol feminino em Portugal. Nestas páginas, olhamos ainda com particular atenção para o arranque do Campeonato dos nossos bicampeões do futsal, que mereciam ter trazido de Vila do Conde mais um troféu para o Museu Cosme Damião."

Pedro Pinto, in O Benfica

terça-feira, 15 de setembro de 2026

Lixívia - 6 ---- (26/27) - (-1 jogo)


Tabela Anti-Lixívia
Benfica..........16 (0) = 16
Sporting...... 14 (-1) = 15
Corruptos...18 (+3) = 15
Braga.10 (0) = 10 (-1 jogo)

Semana estranha, mas sempre com a inclinação do costume!

No Sábado em Rio Maior, aconteceu uma raridade no Tugão: o árbitro, não assinala um penalty claro a favor dos Corruptos, e o VAR, Rui Costa confirma!!! Dois fanáticos adeptos dos Corruptos, não marcam o tal penalty! Talvez, por ser no início do jogo, e pensarem que os Corruptos iram facilmente derrotar o frágil Casa Pia... desconheço as razões, mas os guarda-redes, mesmo na pequena área, não podem socar a cabeça dos adversários! O VAR pode usar a desculpa de que naquele Canto, teria havido alguma falta ofensiva, algo que não observei, e por isso o penalty não seria válido, mas muito sinceramente penso que tenha sido somente incompetência... ou então 'medo' das recentes notícias da investigação do MP, onde mais uma vez, os Corruptos estão envolvidos!!!

No resto do jogo, os Corruptos, protestaram outro penalty, por mão na bola, mas sem razão. No penalty assinalado contra os Corruptos, a falta é óbvia: o jogador dos Corruptos, dá um pontapé no pé do adversário... Que ao contrário do que aconteceu em lances idênticos recentemente em jogos dos Corruptos, o jogador do Casa Pia, não se desloca lateralmente procurando meter-se na trajetória da perna do adversário, ele tenta exclusivamente jogar a bola... e acaba por levar um pontapé! O penalty no final a favor dos Corruptos também é bem assinalado.

Os Corruptos ainda se queixaram duma suposta agressão sobre o André Silva, vendo as repetições, que não são muito claras diga-se, vê-se um lance típico onde o defesa e o avançado vão-se agarrando-se mutuamente, Amarelo para cada um seria a receita normal, e no final o André Silva, chateia-se e atinge o adversário com um murro... quem devia ter sido expulso, era o jogador dos Corruptos!


No Domingo voltámos a ter 'festa' na Luz! Um cliente já habitual, o mesmo do golo anulado ao Benfica o ano passado em Braga, por suposta falta do Ríos... na última época, também apitou o Benfica - Gil Vicente, onde o Gil marcou num duplo erro do árbitro (não marca uma falta sobre o António e logo a seguir marca uma falta inexistente ao António e na sequência eles marcaram) além doutro festival de amarelos perdoados aos Galos! Curiosamente, também apitou o Gil Vicente - Benfica, onde o Gil voltou a marcar um golo na sequência doutro duplo erro: um Canto que não existiu (algo que voltou a repetir várias vezes no Domingo) e depois permitiu um lançamento lateral longe do local onde a bola saiu, apanhando a equipa do Benfica a dormir!

Valeu tudo, o Gil se jogar assim contra os Corruptos ou os Lagartos, aos 30 minutos, já tinha meia-equipa amarelada, principalmente os jogadores mais defensivos! Incrível como a meio da segunda parte, ainda andava a 'conversar' com jogadores do Gil supostamente ameaçando que na próxima levavam amarelo!
O maior erro foi a não expulsão do Gil Martins, a não actuação do VAR é criminosa, em Inglaterra nunca mais apitava!
Incrível quantidade de más decisões em Cantos e Pontapés de Baliza, sempre contra o Benfica!
Evitou pelo menos duas faltas muito perigosas, em zona frontal da área do Gil... só à terceira, é que marcou!!!


Em Famalicão mais uma choradeira Lagarta, curiosamente contra o Godinho!!!! Deviam ter vergonha no focinho!!!
Vamos por partes, no penalty pedido sobre o Maxi Araújo, admito que quando vi as repetições, inicialmente também fiquei incrédulo como o Godinho não marcou e principalmente como é que o VAR não interviu... Mas depois mudei de opinião!!!
Quando assistimos a uma repetição, para verificar a existência de uma falta, facilmente cometemos um erro: focamos os nossos olhos, numa área muito especifica do lance, a maior parte das vezes, procuramos nas pernas pelos contactos... e ficamos praticamente 'cegos' para as outras zonas do ecrã! Não é fácil explicar, parece improvável mas acontece muitas vezes... às vezes, o contacto é com as mãos, e se estivermos a olhar para os pés dos jogadores, precisamos de ver uma nova repetição!
Neste caso, a carga de ombro no peito do defesa do Famalicão passou-me completamente despercebida. Só mais tarde, é que verifiquei que o Maxi, faz um deslocamento lateral, muito forte, empurrando o defesa... e ombro no peito é falta! Tenho quase a certeza que a não actuação do VAR, deveu-se a esta situação, agora se o Esteves ficou calado devido a esta questão ele devia ter chamado o Godinho mostrado o lance, e o jogo teria recomeçado com a marcação da falta ofensiva, assim tudo ficaria esclarecido...

No penalty marcado a favor do Sporting, na minha opinião existe uma falta inicial sobre o defesa que é empurrado... depois levanta-se e sim faz carga de ombro, mas ao mesmo tempo pisa o avançado do Sporting! Agora, apesar das repetições não se terem focado muito nessa fase do lance, fica a sensação que existiu falta inicial... e o jogador do Famalicão nem ficou no chão a tentar sacar a falta... se calhar devia ter feito isso!

Algo que por exemplo aconteceu na expulsão do jogador do Famalicão: o Lagarto provocou-o, o atrasado mental do jogador do Fama, respondeu e o Lagarto atirou-se para o chão aos gritos... estilo Bruno Fernandes em Manchester!!!


Finalmente um jogo do Braga num horário diferente do Benfica! Vi o jogo, e apesar de não ter existido Casos a arbitragem deste Ladrão (David R. Silva) foi sempre inclinada: a expulsão do Ferro é justificada, mas a quantidade de faltas e faltinhas a favor do Braga foi gritante... mesmo no golo do Braga, a recuperação de bola do Braga, com um carrinho frontal 'voador', se fosse ao contrário seria falta! Só tocou na bola, é verdade, mas foi uma entrada perigosíssima!!!

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Académico(c), E(2-2), D.R. Silva(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
2.ª-Casa Pia(f), V(0-7), Pinheiro(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, (0-9), Sem influência
(Adiado)
4.ª-Estoril(c), V(2-1), H. Carvalho(Martins, Cidade), Prejudicados, (3-1), Sem influência
5.ª-Marítimo(f), V(0-3), Guelho(M. Oliveira, V. Maia), Prejudicados, (0-4), Sem influência
(Atraso)
3.º-Moreirense(f), V(0-4), Veríssimo(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, (0-5), Sem influência
6.ª-Gil Vicente(c), V(3-1), J. Gonçalves(Barradas, Babo), Prejudicados, Sem influência

Sporting
1.ª-Estrela(f), E(2-2), J. Gonçalves(Martins, Cátia T.), Prejudicados, (2-3), (-2 pontos)
2.ª-Guimarães(c), V(3-2), D. R. Silva(M. Oliveira, I. Pereira), Nada a assinalar
3.ª-Alverca(c), V(3-1)Veríssimo(Malheiro Pinto,A.Campos), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Rio Ave(f), V(0-4), B. Costa(Rui Soares, M. Azevedo), Nada a assinalar
5.ª-Nacional(c), V(2-0), Pinheiro(P. Ferreira, Eiras), Nada a assinalar
6.ª-Famalicão(f), E(1-1), Godinho(Esteves, A. Campos), Beneficiados, (1-0), (+1 ponto)

Corruptos
1.ª-Alverca(c), V(2-0), Godinho(Esteves, Catarina C.), Nada a assinalar
2.ª-Rio Ave(f), V(0-2), Fonseca(Cláudia R., A. Campos), Beneficiados, (1-2), Impossível contabilizar
3.ª-Arouca(c), V(2-0), Pinheiro(Mota, Bessa Silva), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Académico(f), V(0-2), Nogueira(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, (0-1), Impossível contabilizar
5.ª-Moreirense(c), V(2-1), Nobre(Esteves, Sancho), Beneficiados, (0-1), (+3 pontos)
6.ª-Casa Pia(f), V(1-4), Bessa(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, Beneficiados, (1-5), Sem influência

Braga
1.ª-Moreirense(f), E(2-2), Bessa(Vasilica, P. Eiras), Nada a assinalar
(Adiado)
(Adiado)
4.ª-Guimaráes(c), V(1-0), Narciso(Rui Costa, T. Leandro), Nada a assinalar
5.ª-Alverca(f), V(1-2), Godinho(Barradas, Babo), Nada a assinalar
(Atraso)
3.ª-Estrela(f), D(2-1), Vasilica(M. Oliveira, L. Ferreira), Nada a assinalar)
6.ª-Estoril(c), V(1-0), D.R. Silva(Malheiro, A. Campos), Nada a assinalar

Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):

Benfica
2/0

Sporting
2/0

Corruptos
3/1

Braga
0/1

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade)
Castigados (Favor - Contra):

Benfica
1/0
Minutos:
1 - 0 = +1

Castigados:
1 - 0

Sporting
2/0
Minutos:
16 - 0 = +16

Castigados:
2 - 1

Corruptos
1/0
Minutos:
8 - 0 = +8

Castigados:
0

Braga
1/0
Minutos:
32 - 0 = +32

Castigados:
0-0

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Média Faltas/Amarelos - Favor/Contra

Benfica
9(6) / 76 - 92 / 16(8)
Média: 8,4 / 5,75

Sporting
13(6) / 74 - 80 / 13(7)
Média: 5,6 / 6,15

Corruptos
3(1) / 80 - 57 / 10(6)
Média: 26,6 / 5,7

Braga
9(3) / 71 - 69 / 14(6)
Média: 7,8 / 4,9

Anexos (IV):
Com influência / pontos (árbitros ou Var's):
Benfica


Sporting
Godinho - +1
Esteves - +1
J. Gonçalves - -2
Martins - -2

Corruptos
Nobre - +3
Esteves - +3

Braga

Anexos(V):
Número de jogos com Erros a Favor/Contra
Árbitros/VAR

Benfica
Erros:
0 - 5 = -5
Árbitros/VAR:
Pinheiro: 0 - 1 = -1
H. Carvalho: 0 - 1 = -1
Martins: 0 - 1 = -1
Guelho: 0 - 1 = -1
M. Oliveira: 0 - 1 = -1
Veríssimo: 0 - 1 = -1
J. Gonçalves: 0 - 1 = -1
Barradas: 0 - 1 = -1
Rui Costa: 0 - 2 = -2

Sporting
Erros:
2 - 1 = 1
Árbitros/VAR:
Veríssimo: 1 - 0 = 1
Malheiro Pinto: 1 - 0 = 1
Godinho: 1  0 = 1
Esteves: 1 - 0 = 1
J. Gonçalves: 0 - 1 = -1
Martins: 0 - 1 = -1

Corruptos
Erros:
5 - 1 = 4
Árbitros/VAR:
Fonseca: 1 - 0 = 1
Cláudia R.: 1 - 0 = 1
Pinheiro: 1 - 0 = 1
Mota: 1 - 0 = 1
Nogueira: 1 - 0 = 1
P. Ferreira: 1 - 0 = 1
Nobre 1- 0 = 1
Esteves: 1 - 0 = 1
Bessa: 1 - 1 = 0
Rui Costa: 1 - 1 = 0

Braga
Erros:
0 - 0 = 0

Anexos(VI):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):

Benfica
D. R. Silva - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (0/1)
J. Gonçalves - 1 (1/0)

Sporting
J. Gonçalves - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (1/0)
Godinho - 1 (0/1)

Corruptos
Godinho - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Nobre - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)

Braga
Bessa - 1 (0/1)
Narciso - 1 (1/0)
Godinho - 1 (0/1)
Vasilica - 1 (0/1)
D.R. Silva - 1 (1/0)

Anexos(VII):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):

Benfica
Rui Costa - 2 (0/2)
Mota - 1 (1/0)
Martins - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (0/1)
Barradas - 1 (1/0)

Sporting
Martins - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)
Rui Soares - 1 (0/1)
P. Ferreira -1 (1/0)
Esteves - 1 (0/1)

Corruptos
Esteves - 2 (2/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Mota - 1 (1/0)
P. Ferreira - 1 (0/1)
Rui Costa - 1 (0/1)

Braga
Vasilica - 1 (0/1)
Rui Costa - 1 (1/0)
Barradas - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (0/1)
Malheiro - 1 (1/0)

Anexos(VIII):
AVAR's:

Benfica
T. Leandro - 2
P. Miranda - 1
Cidade - 1
V. Maia - 1
Babo - 1

Sporting
A. Campos - 2
Cátia T. - 1
I. Pereira - 1
M. Azevedo - 1
Eiras - 1

Corruptos
Catarina C. - 1
A. Campos - 1
Bessa Silva - 1
Eiras - 1
Sancho - 1
T. Leandro - 1

Braga
Eiras - 1
T. Leandro - 1
Babo - 1
L. Ferreira - 1
A. Campos - 1

Anexos(IX):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)

Benfica
Rui Costa - 2
Pinheiro - 1
Guelho - 1
M. Oliveira -1
Veríssimo - 1

Sporting
J. Gonçalves - 1
Martins - 1
B. Costa - 1
Rui Soares - 1
Godinho - 1
Esteves - 1

Corruptos
Fonseca - 1
Cláudia R. - 1
Nogueira - 1
P. Ferreira - 1
Bessa - 1
Rui Costa - 1

Braga
Bessa - 1
Vasilica - 1
Godinho - 1
Barradas - 1
M. Oliveira - 1


Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-3 jogos)
Jornada 4 (-3 jogos)
Jornada 5 (-3 jogos)
Jornada 3 (atrasados) (-1 jogo)

Anexos(XI):
Épocas anteriores: