Últimas indefectivações

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Peixeirada!!!

Apanhado!!!

Mourinho e o paradoxo das segundas épocas: insistir ou virar a página?


"Na história do Sport Lisboa e Benfica, a paciência raramente foi recompensada. São poucos os treinadores que falharam o título na época de estreia e, ainda assim, receberam nova oportunidade para depois se sagrarem campeões.
A lista é curta — e quase esquecida. Ted Smith falhou em 1948/49, mas viria a conquistar o campeonato em 1950/51. Já Toni protagonizou um caso ainda mais curioso, dividido em duas passagens pelo clube: na primeira, falhou em 1987/88 antes de vencer em 1988/89; anos mais tarde, regressou, voltou a não ser campeão em 1992/93 e acabaria por conquistar o título em 1993/94.
Casos raros que mostram como a continuidade nem sempre é política do clube — e ainda menos uma garantia de sucesso.
É neste contexto que surge a dúvida: deve o Benfica manter José Mourinho caso o título escape esta temporada — cenário que, à data, parece praticamente inevitável?
A questão ganha outra dimensão quando se olha para o histórico do treinador. Mourinho construiu parte da sua carreira precisamente sobre reações fortes após épocas incompletas. No FC Porto, não conquistou o campeonato na sua primeira época, mas dominou em 2002/03. No Real Madrid, perdeu para o Barcelona antes de responder com um título recordista em 2011/12. E no Chelsea FC, após falhar em 2013/14, voltou ao topo na época seguinte.
O padrão existe — mas também levanta uma questão essencial: até que ponto a história individual de um treinador pode sobrepor-se à identidade e exigência de um clube como o Benfica?
Entre a exceção histórica e o perfil de Mourinho, abre-se um dilema. Manter pode significar acreditar numa reação à imagem do passado. Mudar pode ser seguir a tradição encarnada de pouca tolerância ao erro.
No fim, a estatística permite tudo — até justificar decisões opostas. O que ela não garante é o desfecho."

Porquê?


"Terá sido a pergunta que a maioria dos benfiquistas fez na noite de domingo. Depois de um dérbi frenético, com oportunidades de golo, penáltis marcados, penáltis falhados, bolas ao poste, muito suspense e drama até ao fim, a vitória, suada e merecida, mostra que a equipa tem qualidade e que o treinador do Benfica continua a ser um dos melhores do Mundo. Foi por ele, e mesmo antes do jogo começar, que o Benfica começou a ganhar, ao escolher reforçar o meio-campo e tirar do "onze" o crónico melhor marcador da equipa em prol da mobilidade e espírito de sacrifício de Ivanovic, que, mais uma vez, provou estar longe de ser um erro.
Arriscando-se a ser criticado por ter reforçado o meio-campo num jogo em que precisava de ganhar, foi precisamente nessa decisão que o ganhou, com Aursnes, o melhor em campo, Ríos e Barreiro a serem uma barreira para o Sporting e um catalisador para municiar os muito crescidos Prestianni e Schjelderup que ao habitual talento ofensivo juntaram um rigor tático e um compromisso defensivo que não eram muito visíveis há poucos meses. Infelizmente, tudo isto poderá ter sido em vão por uma mão cheia de jogos empatados no final, contra equipas da segunda metade da tabela, muitos deles em casa, alguns por erros alheios, mas também por responsabilidade de uma equipa que nem sempre mostrou o foco, a concentração e a intensidade deste domingo. Porque é que não foi quase sempre assim, já não se pede "sempre", é a pergunta que todos fazemos. Agora, como muito bem disse o sempre lúcido, dentro e fora do campo, Aursnes, "é ganhar os nossos jogos e depois logo se vê." Assim é, mas porquê se sabemos jogar assim?!"

Atualidade benfiquista


"Nesta edição da BNews, são vários os temas do quotidiano benfiquista.

1. Bastidores
Veja imagens exclusivas dos bastidores do triunfo benfiquista em Alvalade.

2. Calendário
O desafio entre Benfica e Famalicão, no Minho, tem data e hora marcadas.

3. Forte procura motiva alteração
Benfica SAD aumenta oferta do empréstimo obrigacionista 2026-2031. O valor de 40 milhões de euros, num total de 8 milhões de obrigações com o valor nominal unitário de 5 euros, sobe para os 65 milhões de euros.

4. Empate no João Rocha
O Benfica empatou 2-2 na visita ao Sporting em hóquei em patins, mantendo a invencibilidade desde o início da temporada.

5. Jogos do dia
A equipa B visita a Oliveirense às 18h00. Em futsal, quartos de final da Taça de Portugal com o Leões Porto Salvo na final eight em Gondomar (21h00).

6. Dérbi no feminino na Luz
O próximo desafio entre Benfica e Sporting de futebol no feminino está marcado para o Estádio da Luz, no dia 1 de maio às 19h00.

7. Formação do basquetebol em destaque
Em entrevista à BTV, o team manager da formação do basquetebol benfiquista, Diogo Carreira, aborda o reconhecimento oficial do Benfica enquanto clube formador da modalidade e o dia aberto dedicado à captação de jovens talentos para o minibasquetebol no próximo 2 de maio.

8. Concerto agendado
Karol G atua no Estádio da Luz em 18 de junho de 2027.

9. O Jogo das Casas
O Benfica-Moreirense da 31.ª jornada da Liga Betclic é o jogo escolhido para homenagear as Casas, Delegações e Filiais do Clube."

Lanças...


O Benfica Somos Nós - Diário #5

BF: Saídas...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - De campeão do Mundo a época ruinosa

Observador: E o Campeão é... - Quem chega melhor às "meias" da Taça de Portugal?

Observador: Três Toques - Novela no futebol. Entrevista a adepta termina em namoro

BolaTV: Mais Vale à Tarde que Nunca #125

Prata da Casa #47 - Quem Pouco Decide, Decidé, Experiência de Camarote, Quem? Quem É? Quem? É? Quem?

Zero: Fantasy - Jornada 31: apostar com certezas e DGW

Tailors - Final Cut - S05E17 - Zeca

O milagre de Istambul


"Na noite quente da Turquia, a 25 de maio de 2005, o futebol escreveu uma das suas histórias mais improváveis no Estádio Olímpico de Istambul. Daquelas que parecem ficção, mas que o futebol consegue tornar reais. A final da Liga dos Campeões 2004-05 começava como um duelo de gigantes, mas rapidamente se transformou num pesadelo para o Liverpool e numa demonstração de perfeição para o AC Milan.
Em apenas 45 minutos, tudo parecia decidido. A equipa comandada por Carlo Ancelotti jogava como uma máquina afinada, elegante e implacável. Primeiro minuto de jogo, golo de Paolo Maldini. Ainda antes do intervalo, o inevitável Hernan Crespo bisava na partida e colocava o marcador em 3-0. Três golos, três momentos de pura superioridade, e um resultado que refletia aquilo que se via em campo. O Liverpool, perdido, parecia esmagado pelo peso do momento. Ao intervalo, ficava a imagem de vários adeptos ingleses a cantarem a famosa música “You’ll never walk alone”. Nunca caminharás sozinho, nos bons e nos maus momentos. Afinal, quantas equipas conseguem ressuscitar numa final europeia depois de um golpe daqueles?
Mas o futebol, por vezes, não respeita a lógica nem as expectativas. O que aconteceu na segunda parte não foi apenas uma recuperação, mas sim um renascimento. Em poucos minutos, o Liverpool mudou tudo. A intensidade, a crença, a alma, o golo. E também no futebol a mente comanda o que os pés executam. O primeiro golo acendeu uma pequena chama. O segundo trouxe esperança. O terceiro, quase inacreditável, fez o impossível ganhar forma. De repente, o 3-0 desaparecia e o jogo recomeçava, como se o destino tivesse decidido dar uma segunda oportunidade. Em apenas seis minutos, Steven Gerrard, Vladimir Smicer e Xabi Alonso colocaram os adeptos do Liverpool em autêntico estado de graça.
O estádio transformou-se. Onde antes havia domínio, agora havia caos. Onde havia certeza, nasceu dúvida. O Milan, que parecia invencível, vacilava. O Liverpool, que parecia derrotado, crescia a cada segundo.
E depois veio o sofrimento. O prolongamento, carregado de tensão, trouxe defesas impossíveis e corações acelerados. Cada toque na bola podia decidir tudo. Cada erro podia ser fatal. Mas nenhuma das equipas conseguiu quebrar o empate.
Restavam os penáltis. O momento em que o futebol se reduz ao essencial. Um jogador, uma bola, e uma fração de segundo entre a glória e o fracasso. Ali, sob uma pressão quase insuportável, construiu-se o desfecho perfeito para uma história já extraordinária. O Liverpool manteve a frieza, a fé que parecia ter nascido do nada, e acabou por vencer, com Jerzy Dudek a transformar-se num herói. Já na segunda parte, o guarda-redes polaco fez uma das defesas mais incríveis da história da Champions. Uma dupla defesa quase impossível a remates à queima-roupa, mantendo o jogo vivo quando o AC Milan podia ter resolvido tudo. Esse momento, por si só, já o colocava como figura decisiva. Mas foi nos penáltis que ele entrou para a lenda. Dudek usou movimentos estranhos na linha para desconcentrar os jogadores do clube italiano. E o truque resultou.
Mais do que um troféu, aquela noite ofereceu uma lição eterna. No futebol, enquanto houver tempo, há esperança. E enquanto houver esperança, há espaço para milagres.
Istambul não foi apenas uma final. Foi um símbolo de resistência, de crença, de emoção pura e de verdadeira união entre adeptos e jogadores. Porque ao caminhares por uma tempestade, se mantiveres a cabeça erguida e não tiveres medo da escuridão, no final terás um céu dourado à tua espera e o doce canto prateado de uma cotovia. É isso que os adeptos do Liverpool cantam e acreditam.
Quem viu esta final, jamais esquecerá."

Zero: Afunda - S06E40 - Quantas equipas já estão no modo pânico?

Rugby português: Divisão de Honra a 12, top 8 ou terceira via


"A criação da nova Associação Super XV-Rugby Portugal deve ser encarada como um sinal positivo de dinamismo e vontade de evolução dentro do rugby português. Deve ser vista como um contributo que traz ideias interessantes e que evidencia a ambição dos clubes em melhorar o estado actual do rugby português e, mais especificamente, o modelo competitivo. No entanto, considero que talvez o momento não seja o mais oportuno, pensando que no imediato seria preferível canalizar esta energia para uma solução integradora, que potenciasse a estrutura organizativa existente da Federação Portuguesa de Rugby e construindo uma alternativa evolutiva ao modelo actual de competições.
No contexto presente do rugby português, onde os recursos humanos, financeiros e logísticos são naturalmente limitados, o maior desafio não deve ser criar estruturas, mas sim alinhar esforços e reforçar a coordenação entre todos os intervenientes, federação, clubes, associações, jogadores e adeptos. O verdadeiro salto qualitativo poderá surgir de uma visão comum e de mecanismos que promovam convergência, consistência e estabilidade competitiva. A atual realidade demonstra que existe margem clara para evoluir. A constante alteração dos modelos competitivos nacionais, a dificuldade em criar um produto desportivo estável e atrativo e a necessidade de maior previsibilidade são desafios reconhecidos por todos. Neste sentido, a emergência de novas ideias deve ser aproveitada como ponto de partida para uma reforma construtiva e partilhada, e não como um caminho de fragmentação.
Ao mesmo tempo, é importante garantir que qualquer evolução do modelo competitivo não contribua para uma centralização ainda maior do rugby em Lisboa. É verdade que essa centralização já existe, mas institucionalizá-la numa nova estrutura agravará inevitavelmente os desequilíbrios e criará ressentimentos nos clubes de fora da capital. Num país pequeno, com um desporto pouco implementado, não existe dimensão económica, competitiva e geográfica para dividir o rugby português em várias entidades paralelas. A dissociação só enfraquece quem já está a tentar sobreviver com poucos recursos. O rugby português beneficiará sempre de soluções que reforcem a representatividade nacional e promovam o desenvolvimento fora dos principais centros, criando um ecossistema mais equilibrado e sustentável.
Também é compreensível a vontade dos clubes de terem um papel mais ativo na definição das competições em que participam. Essa ambição pode e deve ser integrada numa lógica colaborativa, onde federação e clubes construam, juntos, soluções mais robustas, alinhadas com as necessidades do jogo e com uma estratégia de médio e longo prazo.
Apesar de a associação defender a ideia de potenciar sinergias entre clubes, nomeadamente ao nível logístico e financeiro, como a centralização de compras, até este argumento acaba por ser frágil no contexto atual. Com apenas oito clubes, o potencial de poupança e de negociação é mais limitado, sobretudo quando comparado com uma centralização verdadeiramente nacional que incluísse um número significativamente maior de clubes. Na verdade, essa coordenação alargada é precisamente um dos objetivos da própria Federação, tal como definido no artigo 2.º dos seus estatutos. Criar uma estrutura paralela e restrita reduz esse potencial, divide processos que deveriam ser integrados e impede que o rugby português tire partido do ganho de escala que só uma acção federativa e abrangente poderá garantir.
Mas mesmo reconhecendo todas as vantagens, o problema permanece: o timing e o risco de divisão são demasiado altos. Em vez de unir, esta decisão pode criar divisões e comprometer o desenvolvimento sustentável. Antes de se avançar para novas estruturas, será essencial garantir que o rugby português recupere capacidade de organização, visão estratégica e dimensão. Só assim projetos complementares fariam sentido e teriam impacto positivo.
O timing torna-se ainda menos positivo se considerarmos que estamos na época pré-Mundial, momento em que deveria existir máxima coordenação entre clubes e estrutura federativa. Além disso, as novas regras internacionais de player welfare estipulam um limite de 30 jogos por jogador internacional por temporada, que não pode ser ultrapassado sem comprometer saúde, preparação e elegibilidade. Adicionar uma nova competição às existentes (Campeonato Nacional, Taça de Portugal, Lusitanos, REC, Nations Cup e Mundial), apenas aumenta o risco de conflito entre clubes e federação, que terão de disputar um calendário apertado, e acaba por transferir para os próprios jogadores um ónus que nunca deveria ser deles: o de escolher entre cumprir responsabilidades competitivas entre seleção e clubes ou proteger a sua integridade física e carreira.
Neste enquadramento, lanço uma proposta de terceira via: em vez de substituir o modelo atual, evoluí-lo. Uma sugestão equilibrada poderia passar por um Campeonato Nacional com 10 equipas, mais compacto e competitivo que o actual, garantindo simultaneamente a presença de clubes de diferentes regiões do país. A decisão do título e da descida através de fases finais (meias-finais e final) permitiria criar momentos de maior visibilidade, intensidade competitiva e atratividade mediática, contribuindo para valorizar o produto rugby em Portugal.
Paralelamente, a criação de uma Liga Ibérica representa uma oportunidade estratégica particularmente relevante. Uma competição envolvendo os melhores clubes portugueses e espanhóis, por exemplo, os três primeiros classificados de cada país, à semelhança do que aconteceu em 2008, ainda que com duas equipas, poderia elevar significativamente o nível competitivo e a exposição da modalidade. Mais do que uma competição adicional, esta liga funcionaria como uma plataforma de crescimento, permitindo aos clubes portugueses competir regularmente num contexto mais exigente e estimulante. A Liga Ibérica poderia ainda assumir um formato inovador, com jornadas concentradas em regime de evento, transformando cada ronda num verdadeiro festival de rugby. Este modelo teria potencial para atrair público, patrocinadores e media, criando experiências diferenciadoras e aumentando a visibilidade da modalidade.
Para além da vertente desportiva, esta iniciativa teria também um impacto estratégico ao nível da cooperação internacional. Uma parceria estruturada com a Federación Española de Rugby permitiria ao rugby português beneficiar da crescente capacidade de Espanha na organização e promoção de eventos desportivos de rugby, reforçando a dimensão ibérica como um espaço competitivo e atrativo. Nos últimos anos, Espanha tem vindo a afirmar-se como um parceiro relevante no panorama internacional do rugby, com uma imagem cada vez mais consolidada na organização de eventos e na dinamização da modalidade. Tirar partido dessa dinâmica, através de uma ligação estruturada, poderá acelerar o crescimento do rugby português, aumentar a sua projeção externa e criar novas oportunidades comerciais e desportivas.
Assim, mais do que dividir e criar novas estruturas, o momento parece convidar à construção de uma solução integrada: reforçar o campeonato nacional, criar uma ponte competitiva ibérica e alinhar todos os intervenientes numa estratégia comum. Esta abordagem permitiria transformar a atual vontade de mudança numa evolução sustentada, capaz de fortalecer o rugby português de forma consistente e duradoura.

NOTA — O conteúdo deste artigo vincula apenas o autor e não as instituições nas quais é dirigente ou associado."

Lixívia (25/26) 30 (-2 jogos)


Tabela Anti-Lixívia
Benfica......... 72 (-12) = 84
Corruptos...79 (+20) = 60
Sporting...... 71 (+12) = 59 (-1 jogo)
Braga............53 (-2) = 55 (-1 jogo)

Como escrevi na crónica, a arbitragem do Palhaço do Pinheiro não foi tão má, como é habitual, mesmo assim, voltou a errar contra o Benfica, num penalty sobre o Schjelderup claramente, mesmo com poucas repetições, ainda com 0-0, e logo a seguir ao 0-1, no potencial penalty sobre o Ivanovic voltou a não marcar: as imagens não são claras, apesar das repetições, mas pareceu-me que o Ivanovic leva um pontapé na sola da bota, por baixo!
Sendo que o principal 'erro' deste jogo, foi a impunidade do Morita, que devia ter levado no mínimo 4 Amarelos!!!
Ainda houve uma pisadela sobre o Prestianni escandalosamente não marcada... E no falhanço do Barreiro, se tivesse sido golo, ainda teríamos 'problemas' no VAR, numa jogada onde as faltas foram todas feitas pelo Araújo!!!

No lance mais discutido, só posso apreciar a ignorância, da gentelha!!! Então ficaram zangados porque a Lei foi bem aplicada?!!!
Admito que já não me lembrava da alteração da Lei. Mas depois da discussão recordo-me de ter reagido quando publicaram esta 'retificação'. Está quase a fazer dois anos, mas lembro-me de considerar a alteração potencialmente polémica, pois iria aumentar a subjetividade!
Agora, resolveu o problema das constantes repetições de penalty's defendidos pelos guarda-redes. O Benfica, por exemplo, na Luz, numa partida da Liga, creio com o Vlachodimos na baliza, teve um lance, onde o mesmo penalty foi repetido por 3 vezes!!!!!
A subjetividade da actual interpretação pode ser um problema, mas neste caso essa questão nem se coloca, porque os jogadores do Sporting, não se fizeram à bola, ficaram parados! E se dois jogadores do Benfica invadiram a área antes do penalty ser marcado, havia um terceiro, o Dahl, que só entrou na área depois da sua marcação, que jogaria a bola, antes de qualquer jogador do Sporting! Portanto, decisão correta do VAR...!!!
Eu sei que ter um VAR, que de facto conhece as Regras é estranho para a Lagartada, mas a realidade pode ser mesmo lixada!!! Estão mais habituados a VAR's que desconhecem as Leis e os Protocolos, e que permitem patadas na cabeça passar impunes, quando o Protocolo afirma claramente, que em agressões, o jogo pode ser interrompido, mesmo depois duma falta ter sido assinalada e o jogo ter retomado!!!


No Dragay, por incrível que pareça o VAR Manuel Oliveira, 'salvou' o árbitro duma actuação desastrosa, invalidando o penalty a favor dos Corruptos, e invertendo uma falta fora da área, para penalty, também a favor dos Corruptos!!!
Mas a impunidade disciplinar dos Corruptos, no resto da partida, foi mais complicado retificar!!!

Em Braga, um penalty mesmo a acabar salvou um pontinho.... Mais uma vez, o Presidente do Famalicão ficou calado!!!

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Rio Ave(c), E(1-1), Guelho(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
2.ª-Estrela(f), V(0-1), H. Carvalho(L. Ferreira, J. Fernandes), Prejudicados, Sem influência
3.ª-Tondela(c), V(3-0), Anzhony(Rui Costa, C. Campos), Prejudicados, Sem influência
4.ª-Alverca(f), V(1-2), Bessa(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (0-2), Sem influência
5.ª-Santa Clara(c), E(1-1), Pinheiro(R. Moreira, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
6.ª-AFS(f), V(0-3), B. Costa(M. Oliveira, T. Leandro), Prejudicados, (0-4), Sem influência
7.ª-Gil Vicente(c), V(2-1), J. Gonçalves(Malheiro Pinto, D. Pereira), Prejudicados, (2-0), Sem influência
8.ª-Corruptos(f), E(0-0), Nogueira(Esteves, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
9.ª-Arouca(c), V(5-0), H. Carvalho(L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
10.ª-Guimarães(f), V(0-3), Pinheiro(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
11.ª-Casa Pia(c), E(2-2), Correia(Bento, Cidade), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
12.ª-Nacional(f), V(1-2), Vasilica(Esteves, T. Leandro), Prejudicados, (1-3), Sem influência
13.ª-Sporting(c), E(1-1), Nobre(Rui Costa, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-Moreirense(f), V(0-4), H. Carvalho(Rui Oliveira, Eiras), Prejudicados, (0-5), Sem influência
15.ª-Famalicão(c), V(1-0), Narciso(V. Santos, H. Santos), Prejudicados, (2-0), Sem influência
16.ª-Braga(f), E(1-1), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, (2-3), (-2 pontos)
17.ª-Estoril(c), V(3-1), Anzhony(Barradas, Rui Cidade), Nada a assinalar
18.ª-Rio Ave(f), V(0-2), C. Pereira(P. Ferreira, J. Fernandes), Prejudicados, (0-3), Sem influência
19.ª-Estrela(c), V(4-0), D. R. Silva(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Prejudicados, Sem influência
20.ª-Tondela(f), E(0-0), Godinho(Mota, P. Miranda), Prejudicados, (0-4), (-2 pontos)
21.ª-Alverca(c), V(2-1), B. Costa(Casegas, M. Vieira), Prejudicados, (5-1), Sem influência
22.ª-Santa Clara(f), V(1-2), Nobre(M. Oliveira, Eiras), Prejudicados, (1-5), Sem influência
23.ª-AFS(c), V(3-0), Fonseca(Barradas, Rui Cidade), Prejudicados, (5-0), Sem influência
24.º-Gil Vicente(f), V(1-2), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, Sem influência
25.ª-Corruptos(c), E(2-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Prejudicados, (4-2), (-2 pontos)
26.ª-Arouca(f), V(1-2), Bessa(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (1-3), Sem influência
27.ª-Guimarães(c), V(3-0), Godinho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
28.ª-Casa Pia(f), E(1-1), H. Carvalho(Cláudia R., D. Pereira), Prejudicados, (-2 pontos)
29.ª-Nacional(c), V(2-0), Veríssimo(Barradas, P. Felisberto), Prejudicados, (3-0), Sem influência
30.ª-Sporting(f), V(1-2), Pinheiro(Rui Silva, Bessa Silva), Prejudicados, (1-4), Sem influência

Sporting
1.ª-Casa Pia(f), V(0-2), Correia(L. Ferreira, F. Pereira), Nada a assinalar
2.ª-Arouca(c), V(6-0), Malheiro(Mota, J. Pereira), Beneficiados, (6-1), Impossível contabilizar
3.ª-Nacional(f), V(1-4), B. Costa(Bento, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Corruptos(c), D(1-2), J. Gonçalves(Rui Costa, P. Brás), Prejudicados, (3-2), (-3 pontos)
5.ª-Famalicão(f), V(1-2), Nobre(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)
6.ª-Moreirense(c), V(3-0), H. Carvalho(Bento, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
7.ª-Estoril(f), V(0-1), Godinho(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
8.ª-Braga(c), E(1-1), C. Pereira(Cláudia R., Bessa Silva), Beneficiados, (1-3), (+1 ponto)
9.ª-Tondela(f), V(0-3), Bessa(T. Martins, Rui Cidade), Nada a assinalar
10.ª-Alverca(c), V(2-0), Nobre(Rui Oliveira, T. Costa), Beneficiados, (0-0), Impossível contabilizar
11.ª-Santa Clara(f), V(1-2), J. Gonçalves(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
12.ª-Estrela(c), V(4-0), Anzhony(M. Oliveira, Eiras), Prejudicados, (5-0), Sem influência
13.ª-Benfica(f), E(1-1), Nobre(Rui Costa, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-AFS(c), V(6-0), Vasilica(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, Impossível contabilizar
15.ª-Guimarães(f), V(1-4), Nogueira(Martins, P. Felisberto), Nada a assinalar
16.ª-Rio Ave(c), V(4-0), Macedo(Esteves, Sílvia D.), Beneficiados, (2-4), Impossível contabilizar
17.ª-Gil Vicente(f), E(1-1), Correia(V. Santos, P. Miranda), Nada a assinalar
18.ª-Casa Pia(c), V(3-0), D. R. Silva(Malheiro Pinto, Vaz Freire), Nada a assinalar
19.ª-Arouca(f), V(1-2), H. Carvalho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
20.ª-Nacional(c), V(2-1), Baixinho(R. Moreira, Babo), Beneficiados, (1-3), (+3 pontos)
21.ª-Corruptos(f), E(1-1), Godinho(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
22.ª-Famalicão(c), V(1-0), D. R. Silva(V. Santos, F. Silva), Nada a assinalar
23.ª-Moreirense(f), V(0-3), B. Costa(Rui Costa, T. Costa), Nada a assinalar
24.ª-Estoril(c), V(3-0), Guelho(Malheiro Pinto, N. Pires), Nada a assinalar
25.ª-Braga(f), E(2-2), Nogueira(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
27.ª-Alverca(f), V(1-4), Pinheiro(Malheiro Pinto, P. Sancho), Nada a assinalar
28.ª-Santa Clara(c), V(4-2), Narciso(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (2-4), (+3 pontos)
29.ª-Estrela(f), V(0-1), D. R. Silva(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, Prejudicados, (1-2), Impossível contabilizar
30.ª-Benfica(c), D(1-2), Pinheiro(Rui Silva, Bessa Silva), Beneficiados, (1-4), Sem influência

Corruptos
1.ª-Guimarães(c), V(3-0), Nobre(Mota, P. Brás), Beneficiados, (2-0), Sem influência
2.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Baixinho(Esteves, P. Martins), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
3.ª-Casa Pia(c), V(4-0), Guelho(P. Ferreira, H. Ribeiro), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Sporting(f), V(1-2), J. Gonçalves(Rui Costa, P. Brás), Beneficiados, (3-2), (+3 pontos)
5.ª-Nacional(c), V(1-0), Godinho(Esteves, Vaz Freire), Prejudicados, (2-0), Sem influência
6.ª-Rio Ave(f), V(0-3), Anzhony(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
7.ª-Arouca(f), V(0-4), Veríssimo(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
8.º-Benfica(c), E(0-0), Nogueira(Esteves, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
9.ª-Moreirense(f), V(1-2), J. Gonçalves(Rui Oliveira, Eiras), Nada a assinalar
10.ª-Braga(c), V(2-1), Veríssimo(Martins, Cláudia R.), Nada a assinalar
11.ª-Famalicão(f), V(0-1), Bessa(V. Santos, P. Ferreira), Nada a assinalar
12.ª-Estoril(c), V(1-0), Narciso(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Nada a assinalar
13.ª-Tondela(f), V(0-2), Godinho(L Ferreira, V. Maia), Nada a assinalar
14.ª-Estrela(c), V(3-1), Fonseca(Bento, M. Azevedo), Nada a assinalar
15.ª-Alverca(f), V(0-3), Pinheiro(P. Ferreira, I. Ferreira), Nada a assinalar
16.ª-AVS(c), V(2-0), B. Costa(Malheiro Pinto, N. Pires), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
17.ª-Santa Clara(f), V(0-1), C. Pereira(Rui Costa, M. Martins), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
18.ª-Guimarães(f), V(0-1), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), Nobre(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
20.ª-Casa Pia(f), D(2-1), Ramalho(M. Oliveira, J. Fernandes), Beneficiados, Sem influência
21.ª-Sporting(c), E(1-1), Godinho(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
22.ª-Nacional(f), V(0-1), Bessa(Bento, P. Sousa), Nada a assinalar
23.ª-Rio Ave(c), V(1-0), D. R. Silva(Rui Oliveira, P. Ribeiro), Nada a assinalar
24.ª-Arouca(c), V(3-1), Vasilica(Rui Costa, J. Fernandes), Beneficiados, (0-1), (+3 pontos)
25.ª-Benfica(f), E(2-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (4-2), (+1 ponto)
26.ª-Moreirense(c), V(3-0), Macedo(Cláudia R., P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
27.ª-Braga(f), V(1-2), Nobre(Martins, P. Mota), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
28.ª-Famalicão(c), E(2-2), Guelho(Mota, P. Miranda), Beneficiados, (1-4), (+1 pontos)
29.ª-Estoril(f), V(1-3), Godinho(Rui Oliveira, F. Monteiro), Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
30.ª-Tondela(c), V(2-0), C. Pereira(M. Oliveira, T. Leandro), Nada a assinalar

Braga
1.ª-Tondela(c), V(3-0), C. Pereira(Esteves, Mira), Beneficiados, (2-0), Sem influência
2.ª-Alverca(f), V(0-3), Nogueira(R. Moreira, Rui Teixeira), Nada a assinalar
3.ª-AFS(c), E(2-2), J. Gonçalves(L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
4.ª-Rio Ave(f), E(2-2), Veríssimo(Rui Silva, T. Leandro), Nada a assinalar
5.ª-Gil Vicente(c), D(0-1), Bessa(Bento, F. Silva), Nada a assinalar
6.ª-Guimarães(f), E(1-1), Nobre(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
7.ª-Nacional(c), D(0-1), Fonseca(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
8.ª-Sporting(f), E(1-1), C. Pereira(Cláudia R., Bessa Silva), Prejudicados, (1-3), (-2 pontos)
9.ª-Casa Pia(c), V(4-0), Macedo(Malheiro Pinto, Babo), Beneficiados, (3-0), Sem influência
10.ª-Corruptos(f), D(2-1), Veríssimo(Martins, Cláudia R.), Nada a assinalar
11.ª-Moreirense(c), V(2-1), Pinheiro(Esteves, M. Azevedo), Nada a assinalar
12.ª-Arouca(f), V(0-4), Nogueira(Martins, V. Marques), Beneficiados, Impossível contabilizar
13.ª-Famalicão(f), V(1-2), C. Pereira(Rui Oliveira, T. Leandro), Nada a assinalar
14.ª-Santa Clara(c), V(1-0), B. Costa(P. Ferreira, Á. Mesquita), Nada a assinalar
15.ª-Estoril(f), D(1-0), D. R. Silva(Rui Costa, Vaz Freire), Nada a assinalar
16.ª-Benfica(c), E(2-2), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, (2-3), (+1 ponto)
17.ª-Estrela(f), E(3-3), H. Carvalho(R. Moreira, P. Sancho), Nada a assinalar
18.ª-Tondela(f), V(0-1), Correia(V. Santos, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Alverca(c), V(5-0), Anzhony(M. Oliveira, N. Eiras), Beneficiados, (4-0), Sem influência
20.ª-AFS(f), V(0-4), Macedo(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Nada a assinalar
21.ª-Rio Ave(c), V(3-0), Nogueira(Bento, P. Sousa), Nada a assinalar
22.ª-Gil Vicente(f), D(2-1), C. Pereira(Rui Costa, J. Pereira), Nada a assinalar
23.ª-Guimarães(c), V(3-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Nada a assinalar
24.ª-Nacional(f), V(1-2), Rosa(Rui Silva, Mesquita), Prejudicados, (1-3), Sem influência
25.ª-Sporting(c), E(2-2), Nogueira(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
27.ª-Corruptos(c), D(1-2), Nobre(Martins, P. Mota), Prejudicados, (1-0), (-3 pontos)
28.º-Moreirense(f), V(0-1), B. Costa(Esteves, H. Coimbra), Nada a assinalar
29.ª-Arouca(c), V(1-0), C. Pereira(Casegas, M. Vieira), Nada a assinalar
30.ª-Famalicão(c), E(2-2), D. R. Silva(Martins, Cátia T.), Nada a assinalar


Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
11/4

Sporting
7/3

Corruptos
9/2

Braga
15/4

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
6/3
Minutos:
109 - 32 = 77 (superioridade)

Sporting
8/1
Minutos:
158 - 27 = 131 (superioridade)

Corruptos
2/3
Minutos:
26 - 68 = 42 (inferioridade)

Braga
1/3
Minutos:
81 - 48 = 33 (superioridade)

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
47(27) / 332 - 469 / 86(44)

Sporting
66(31) / 369 - 402 / 79(33)

Corruptos
72(34) / 402 - 380 / 80(39)

Braga
59(21) / 341 - 339 / 74(36)

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
Pinheiro - -2
L. Ferreira - -2
J. Gonçalves - -2
Martins - -2
Guelho - -2
P. Ferreira - -2
Correia - -2
Bento - -2
Godinho - -2
Mota - -2
H. Carvalho - -2
Cláudia R. - -2

Sporting
L. Ferreira - +5
Nobre - +3
P. Ferreira - +3
Godinho - +3
Rui Silva - +3
Baixinho - +3
Narciso - +3
R. Moreira - +2
C. Pereira - +1
Cláudia R. - +1
J. Gonçalves - -1
Rui Costa - -3

Corruptos
Rui Costa - +8
J. Gonçalves - +5
Martins - +5
Vasilica - +3
Nobre - +3
Baixinho - +2
Esteves - +2
B. Costa - +2
Malheiro Pinto - +2
C. Pereira - +2
Pinheiro - +2
L. Ferreira - +2
Guelho - +1
Mota - +1

Braga
Correia - +2
V. Santos - +2
J. Gonçalves - +1
Martins - -2
C. Pereira - -2
Cláudia R. - -2
Nobre - -3

Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
H. Carvalho - 4 (1/3)
Pinheiro - 4 (2/2)
J. Gonçalves - 3 (1/2)
Anzhony - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (1(1)
Nobre - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Godinho - 2 (1/1)
Guelho - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Correia - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (0/1)
Narciso - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (1/0)

Sporting
Nobre - 3 (1/2)
D. R. Silva - 3 (2/1)
J. Gonçalves - 2 (1/1)
Correia - 2 (0/2)
H. Carvalho - 2 (1/1)
Godinho - 2 (0/2)
B. Costa - 2 (0/2)
Nogueira - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (1/1)
Malheiro - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Macedo - 1 (1/0)
Baixinho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)

Corruptos
Godinho - 4 (2/2)
J. Gonçalves - 3 (0/3)
Nobre - 3 (2/1)
Veríssimo - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (0/2)
Guelho - 2 (2/0)
C. Pereira - 2 (1/1)
Baixinho - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (1/0)
Ramalho - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Macedo - 1 (1/0)

Braga
C. Pereira - 5 (2/3)
Nogueira - 4 (2/2)
Veríssimo - 2 (0/2)
J. Gonçalves - 2 (2/0)
Macedo - 2 (1/1)
Pinheiro - 2 (2/0)
Nobre - 2 (1/1)
B. Costa - 2 (1/1)
D. R. Silva - 2 (1/1)
Bessa - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
H. Carvalho - 1 (0/1)
Correia - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Rosa - 1 (0/1)

Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
P. Ferreira - 4 (1/3)
Rui Costa - 4 (2/2)
L. Ferreira - 3 (2/1)
Barradas - 3 (3/0)
Esteves - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (0/2)
Martins - 2 (0/2)
Mota - 2 (1/1)
R. Moreira - 1 (1/0)
Bento - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)

Sporting
Rui Costa - 4 (2/2)
Martins - 3 (0/3)
Mota - 3 (1/2)
L. Ferreira - 3 (1/2)
Bento - 2 (1/1)
V. Santos - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
P. Ferreira - 2 (0/2)
Rui Silva - 1 (0/1)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Esteves - 1 (1/0)
R. Moreira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)

Corruptos
Rui Costa - 4 (1/3)
Martins - 4 (2/2)
Esteves - 3 (2/1)
Rui Oliveira - 3 (2/2)
P. Ferreira - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Bento - 2 (1/1)
L. Ferreira - 2 (0/2)
Mota - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (1/1)
Rui Silva - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (0/1)
Casegas - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (1/0)

Braga
Martins - 5 (3/2)
Rui Costa - 3 (0/3)
Esteves - 3 (2/1)
R. Moreira - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
Bento - 2 (2/0)
L. Ferreira - 2 (2/0)
Rui Silva - 2 (0/2)
Mota - 2 (2/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Esteves - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
P. Ferreira - 1 (1/0)
V. Santos - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)

Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
Eiras - 6
P. Felisberto - 6
Rui Cidade - 3
T. Leandro - 2
J. Fernandes - 2
P. Miranda - 2
D. Pereira - 2
C. Campos - 1
I. Pereira - 1
P. Brás - 1
H. Santos - 1
M. Vieira - 1
V. Maia - 1
Bessa Silva - 1

Sporting
P. Felisberto - 4
P. Miranda - 3
Eiras - 3
P. Brás - 2
T. Costa -2
V. Maia - 2
Bessa Silva - 2
F. Pereira - 1
J. Pereira - 1
Á. Mesquita - 1
Rui Cidade - 1
M. Vieira - 1
Sílvia D. - 1
Vaz Freire - 1
Babo - 1
F. Silva - 1
N. Pires - 1
P. Sancho - 1

Corruptos
P. Felisberto - 5
P. Brás - 2
Eiras - 2
J. Fernandes - 2
V. Maia -2
P. Martins - 1
H. Ribeiro - 1
Vaz Freire - 1
Á. Mesquita - 1
Cláudia R. - 1
P. Ferreira - 1
M. Azevedo - 1
I. Pereira - 1
N. Pires - 1
M. Martins - 1
M. Vieira - 1
P. Sousa - 1
P. Ribeiro - 1
P. Mota - 1
P. Miranda - 1
F. Monteiro - 1
T. Leandro - 1

Braga
T. Leandro - 2
Eiras - 2
P. Felisberto - 2
V. Maia - 2
Á. Mesquita - 2
P. Miranda - 2
Mira - 1
Rui Teixeira - 1
I. Pereira - 1
F. Silva - 1
Bessa Silva - 1
Babo - 1
Cláudia R. - 1
M. Azevedo - 1
V. Marques - 1
Vaz Freire - 1
P. Sancho - 1
P. Sousa - 1
J. Pereira - 1
P. Mota - 1
H. Coimbra - 1
M. Vieira - 1
Cátia T. - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
P. Ferreira - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 2 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Costa - 0 + 2 = 2
B. Costa - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1

Sporting
Martins - 0 + 3 = 3
Nobre - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Malheiro Pinto - 0 + 1 = 1

Corruptos
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1

Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Pinheiro - 4 + 0 = 4
P. Ferreira - 0 + 4 = 4
Rui Costa - 0 + 4 = 4
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Barradas - 0 + 3 = 3
Anzhony - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Guelho - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
D. R, Silva - 1 + 0 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Bento - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1

Sporting
Rui Costa - 0 + 4  = 4
Nobre - 3 + 0 = 3
D. R. Silva - 3 + 0 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Mota - 0 + 3 =3
Malheiro Pinto - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Bessa - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1

Corruptos
Godinho - 4 + 0 = 4
Rui Costa - 0 + 4 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Nobre - 3 + 0 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Rui Oliveira - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Guelho - 2 + 0 = 2
C. Pereira - 2 + 0 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 5 + 0 = 5
Martins - 0 + 5 = 5
Nogueira - 4 + 0 = 4
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0  = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
D. R. Silva - 2 + 0 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1

Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 1 (-1 jogo)
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-1 jogo)
Jornada 4 (~1 jogo)
Jornada 5 (+1 jogo)
Jornada 26 (-2 jogos)
Jornada 27 (-2 jogos)
Jornada 28 (-2 jogos)

Anexos(XI):
Épocas anteriores: