Últimas indefectivações

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Vantagem...

Benfica 3 - 1 Leixões
23-25, 25-17, 25-21, 25-20

Com o Nivaldo a história é outra! Não vai ser fácil ganhar em Matosinhos, mas com o Cubano, o Benfica é muito mais competitivo... se será suficiente para a presumível Final, isso é outra história!

PS: Uma nota sobre a secção feminina. Mais uma época com muitas lesões, com várias jogadoras presas por arames, mas chegando às Meias-Finais, contra as Corruptoas, que dominaram a fase regular... uma equipa com um orçamento superior, e com um calendário menos carregado, mas as Benfiquistas, não desistem: duas vitórias, no Porto, ambas na negra, com remontadas, com muito sofrimento!!! Merecem a Final, merecem defender o título na Final!!!

Recuperável...

Águas Santos 31 - 28 Benfica
16-16

Neste novo formato da Taça de Portugal, derrota na 1.ª mão das Meias-finais, com o segundo jogo na Luz, no Sábado.

Voltámos a ter uma branca na 2.ª parte, tal como aconteceu na partida com os Corruptos!

Tacuara, reformado!

Difamação...


"Passou tempo demais sem que tenha existido um posicionamento firme do Sport Lisboa e Benfica em relação às últimas declarações do presidente do sporting clube de portugal no passado domingo (em anexo) ao abrigo da sua habitual estratégia de pressão através dos media (até porque vêm aí dois jogos essenciais contra os rivais em território nacional).
Mesmo sem qualquer enquadramento, decidiu partilhar "um episódio privado" que entendia ser "muito mais interessante" para os meios de comunicação explorarem (e porque lhe é conveniente para a sua estratégia de leverage comunicacional, distraindo com uma mão, enquanto tenta fazer algo com a outra invisível...).

Na descrição do referido episódio, a ser verdade, ficámos a saber que o presidente do porto se dirigiu ao seu homólogo do Sport Lisboa e Benfica perante terceiros e colocou o processo apito dourado (e já agora, para memória futura, o processo apito final) ao nível do caso dos e-mails. A imagem, bom-nome e honra da instituição Sport Lisboa e Benfica continua a ser alvo de ataque, seja em privado e/ou perante o público em geral. Neste caso, pela leviandade e gozo da referida comparação.
Como se fosse possível encontrar paralelo do período mais negro da história do futebol português protagonizado por membros afetos a um clube conforme é do conhecimento geral e que marcou, de forma negativa e indelével, o setor desportivo e respetivas instituições (ênfase no conselho de arbitragem à altura).

Os sócios do Sport Lisboa e Benfica devem manter-se vigilantes e, acima de tudo, intransigentes na defesa da sua própria Instituição a nível interno - através da exigência no rigor de ação daqueles que nos representam - e a nível externo, contra todas as tentativas de depreciação, difamação, condicionamento ou pressão e, em particular, contra todos os indivíduos que adotarem procedimentos e/ou expedientes (independentemente das personalidades e dos cargos que ocupam) que visem fragilizar a instituição benfiquista."

Zero: Canto - Uma questão de identidade: recuperá-la ou redefini-la?

Terceiro Anel: Bola ao Centro #195 - O DERBI DO TUDO OU NADA!!

VR

Dia Mundial da Arte

Benfica: agora há dérbi, o resto depois logo vemos


"Mourinho quer ganhar os jogos todos até ao fim e domingo vai a Alvalade não só pela Champions, mas também pela honra. Rui Costa fica à espera para ver o que fazer

O Sporting joga esta quarta-feira à noite em Londres para tentar a reviravolta que garantiria uma presença histórica nas meias-finais da Liga dos Campeões e só depois poderá começar a pensar no dérbi do campeonato do próximo domingo, frente ao Benfica, sendo que logo a seguir terá de preparar o desafio com o FC Porto para a Taça de Portugal. É uma semana de doidos, sim, mas é também sinal do quão fortes estão os leões esta época, lutando ainda em todas as frentes. Quem dera a muitos...
Por outro lado, o Benfica tem uma vida mais descansada até ao dérbi, pelo menos no que às pernas dos jogadores diz respeito, porque o 3.º lugar na Liga não deve deixar ninguém dormir bem à noite. Há mais tempo para treinar e para preparar a equipa, mas desconfio que não há um benfiquista no mundo que ainda assim não quisesse trocar com os rivais da Segunda Circular. Aos encarnados, nesta altura, resta tentar fazer o melhor possível para que a época não acabe com muita contestação, que é logo um fator de pressão para a próxima, e bem sabemos como isso tem corrido...
José Mourinho, conforme já escrevemos, lançou o desafio ao balneário: ganhar os cinco jogos que faltam. Rui Costa acrescentou, depois de ser ouvido no Parlamento, que é preciso «lutar até ao fim da Liga» e que «todos querem fazer um bom jogo em Alvalade». Questionado por A BOLA sobre se o terceiro lugar poderia significar um investimento inferior no próximo mercado, o presidente benfiquista respondeu: «O resto depois logo vemos o que é que fazemos».
Não será bem assim, certamente. A pouco mais de um mês do fim da época, a estrutura encarnada estará a trabalhar com diferentes cenários, sendo o mais determinante a diferença financeira entre ficar em 2.º ou em 3.º na Liga. Quanto ao treinador, e acreditando na «sintonia» que há com Rui Costa, Mourinho já garantiu que fica independentemente do investimento que haja na equipa. Não será bem assim, certamente...
Planear não parece ser uma prioridade na Luz, portanto mais vale focar mesmo no cliché do jogo a jogo. Neste caso, domingo há dérbi com o Sporting e desconfio que não há um benfiquista no mundo que não queira vencer em Alvalade, não só pelos pontos para o 2.º lugar e pelo dinheiro da Liga dos Campeões, mas sobretudo pela honra. José Mourinho e Rui Costa são os principais interessados nisso, se olharem mesmo para o futuro em conjunto. O resto depois logo vemos o que farão."

José Mourinho vs. Zé Estraga, ou o insustentável peso da crítica


"Quem me conhece sabe que já usei este exemplo muitas vezes; quem conhece (mesmo) Esgueira, sabe que não estou a inventar.
Há 50 anos, a freguesia onde cresci, nos arredores de Aveiro, parecia uma aldeia: toda a gente se conhecia e muitos tinham alcunhas. Perto da casa dos meus pais havia uma oficina de bicicletas, propriedade do muito competente senhor José – o «Zé Estraga». Que não estragava; com as suas mãos hábeis, resolvia-nos muitos problemas e ainda nos deixava encher as bolas de futebol com o compressor de ar – coisa rara!
O senhor Zé tinha um aviso pendurado na entrada da «loja», uma folha A4 com a singela frase, escrita à mão: «Aceito reclamações de quem faça melhor, não de quem saiba muito».
Parece piada, mas não é. Estava lá – e, para nós, miúdos, fazia sentido. E metia-nos em sentido.
José Mourinho prefere puxar dos (merecidos) galões e dizer que aceita críticas de quem tiver mais títulos do que aqueles que já conquistou: 26. Não é coisa pouca. O problema é que, no futebol, há chavões que continuam a ser verdade. «O futebol é o momento» ou «o passado está nos museus» são regra dura, cruel e implacável para todos. Mesmo para os mais titulados.
Sempre pensei que José Mourinho só voltaria a Portugal para o cargo de Selecionador Nacional. Porque Portugal seria o último reduto, o local onde nunca falhou, onde nunca perdeu – e onde não poderia arriscar a reputação de vencedor num clube, correndo o risco de perder.
Mourinho decidiu voltar às raízes, ao primeiro clube que – corajosamente – apostou nele para treinador principal. Saberia que não seria fácil ganhar; deveria saber que a crítica, em Portugal, é acutilante, independentemente do estatuto (Cristiano Ronaldo que o diga…). Tinha de saber que, no Benfica, se está sempre sob escrutínio.
José Mourinho foi sempre feroz na comunicação. Ficaram famosas algumas frases marcantes em Portugal; entraram para a história as conferências de imprensa em Inglaterra; tornaram-se lendários os duelos verbais com Guardiola em Espanha. A diferença, nesses tempos, é que Mourinho ganhava. Jogos e títulos. Com frequência.
Pelo meio, também ganhou fama de arrogante. Mesmo que «a special one» seja diferente de «the special one», o rótulo ficou, para o bem e para o mal.
Sempre pensei que tem direito a ser vaidoso quem tem um currículo de que se orgulhe (e mais ainda, que encha de orgulho os seus amigos, vizinhos ou compatriotas – esta é mesmo só para os realmente grandes). E sempre desconfiei de quem diz que a sua maior virtude é a humildade…
Mourinho tem todas as razões para ter (muito) orgulho - e vaidade - na sua carreira.
É um dos treinadores que marcaram e mudaram este jogo que amamos!
E também criou, é justo dizer, uma legião de ansiosos à espera que falhasse.
O problema é que agora ganha menos. E os adeptos querem ganhar. Os tempos mudam, a sociedade mudou, os jogadores mudaram, o jogo evoluiu e a comunicação também. E os críticos existem para criticar. E, por terem menos responsabilidade, ganham menos, muito menos, do que um bom treinador.
O Benfica está agora mais longe do topo da classificação do que quando José Mourinho chegou. Facto. Sim, conseguiu um momento épico na Liga dos Campeões – no qual poucos acreditariam – mas arrisca falhar a Champions da próxima época. Mesmo sem derrotas no campeonato.
Já as conferências de imprensa de José Mourinho, essas continuam a ser arrebatadoras, apimentadas, polémicas, épicas.
«Zé Estraga» não estragava bicicletas. Pelo contrário: podia montar uma de raiz a partir de um parafuso. Ainda assim, teria clientes insatisfeitos – ou não teria sentido a necessidade de pendurar o tal aviso num barrote na entrada na oficina. Mas fez a sua vida, dedicado e orgulhoso, até ao fim.
José Mourinho pegou na «bicicleta» a meio da corrida, não dava para a desmontar e refazer de base. Não faltam sinais de que o pretende fazer para a próxima época – e já foi avisando que a pré-temporada será difícil, com o Mundial a decorrer.
Os adeptos do Benfica serão, provavelmente, ainda mais exigentes do que os clientes do senhor Zé.
Mourinho lida mal com a crítica. Outro facto. Mas deve saber viver com ela e diferenciar críticas ao trabalho de críticas à pessoa. Ou ignorar as críticas e focar-se no trabalho – o que o fez grande."

BF: Saídas...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Demissão e mudança de ciclo em Guimarães: e agora, Vitória?

Observador: E o Campeão é... - Tudo ou nada em Londres: Sporting sonha com noite histórica

Observador: Três Toques - O bebé com a filha do treinador e um SAD à venda no jornal

BolaTV: Mais Vale à Tarde que Nunca #121

Zero: Hóquei - S04E14 - O sucesso europeu da Sanjoanense

Atualidade benfiquista


"Nesta edição da BNews, o destaque recai em mais uma ação com vista à melhoria do futebol português e na antevisão da 5.ª participação benfiquista na final four da UEFA Youth League.

1. Benfica na Assembleia da República
O Presidente do Sport Lisboa e Benfica, Rui Costa, esteve reunido com mais um grupo parlamentar para manifestar preocupações do Clube relativamente ao futebol português. À margem da reunião, Rui Costa reitera que vestir a camisola do Benfica é "uma responsabilidade muito grande" e que "a ordem é lutar por todos os jogos".

2. Incentivo especial
Alguns dos campeões da UEFA Youth League em 2022, atuais membros do plantel da equipa profissional, dão alento aos jovens atletas do Benfica que marcam presença na final four desta competição na presente temporada.

3. Ambição europeia
Diogo Ferreira e Gonçalo Moreira são protagonistas da reportagem da BTV de antevisão à final four da UEFA Youth League, na qual o Benfica defronta o Club Brugge na próxima sexta-feira, às 13h00, em Lausana, na Suíça.

4. O sonho do Rodrigo
Uma iniciativa conjunta do Futebol Profissional e da Fundação Benfica.

5. Jogos do dia
Na Luz, Benfica e Leixões disputam o jogo 3 das meias-finais dos play-off do Campeonato Nacional (20h00). Na mesma modalidade, a equipa feminina tem embate no reduto do FC Porto, também às 20h00. Em andebol no masculino, o Benfica visita o Águas Santas (21h00).

6. Focadas no hexa
As Inspiradoras podem conquistar o hexacampeonato nacional na próxima jornada, na qual visitam o Braga no dia 25 de abril.

7. Contributos internacionais
As 8 futebolistas do Benfica em ação pelas seleções nacionais.

8. Reconhecimento
A Federação Portuguesa de Basquetebol certifica o Sport Lisboa e Benfica com o Estatuto de Clube Formador."

Zero: Negócio Mistério - S05E25 - Ferreyra

BolaTV: Armando Evangelista

Throne: The Football War That Almost Ended Throne FC

O maior erro do futebol pode não ser aquele que vemos


"No futebol, o erro está sempre presente. Mas aquilo que verdadeiramente o define… raramente está à vista.
Vivemos num jogo cada vez mais rápido, mais físico e mais exposto, onde cada ação é analisada ao detalhe e onde o erro surge, quase sempre, associado a um rosto. O jogador falhou. O árbitro errou. O treinador decidiu mal. E o jogo segue. Mas será que o erro é apenas isso?
Ou será que aquilo que vemos é apenas a consequência final de algo muito mais profundo?
O futebol é, antes de tudo, um jogo de decisões. Decidir quando passar. Quando pressionar. Quando acelerar. Quando temporizar. E decidir, hoje, é cada vez mais difícil. Menos tempo. Mais pressão. Mais informação. Mais ruído. Mais exigência.
O erro, neste contexto, não é exceção. É inevitável. Mas há uma pergunta que o futebol continua a evitar: o erro acontece no momento… ou começa muito antes dele existir?
Durante anos, o erro foi tratado como falha individual. Uma má decisão. Uma execução deficiente. Uma quebra de concentração. Mas essa explicação é insuficiente. Porque nenhuma decisão acontece isoladamente. Acontece num contexto. Num jogador pressionado. Num árbitro exposto. Num treinador condicionado. Num ambiente emocionalmente intenso. Num jogo que não para. Num sistema que influencia comportamentos.
E é esse contexto que, muitas vezes, constrói aquilo que depois chamamos de erro.
Um passe falhado pode não ser apenas técnica. Pode ser falta de tempo e ausência de soluções. Uma decisão errada pode não ser falta de conhecimento. Pode ser excesso de estímulos e perda de clareza. Um erro defensivo pode não ser apenas individual. Pode ser consequência de uma estrutura coletiva mal ajustada.
Mas continuamos a olhar para o erro como um ponto final. Quando, na realidade, ele é apenas a parte visível de um processo invisível. Quando analisamos apenas o erro, ignoramos tudo aquilo que o antecede. E isso limita a evolução. Porque corrigir o erro sem compreender a sua origem é apenas tratar o sintoma. Nunca a causa.
E é aqui que o futebol precisa de mudar. O erro não deve ser apenas analisado. Deve ser compreendido. Perceber: em que contexto aconteceu, sob que nível de pressão, com que carga emocional, com que nível de fadiga, e com que preparação. Porque a qualidade da decisão depende diretamente do estado de quem decide.
Clareza cognitiva. Estabilidade emocional. Capacidade de foco. Velocidade de processamento.
Tudo isto influencia o comportamento em jogo. E tudo isto é treinável. Mas continua a ser pouco treinado. O treino ainda privilegia, sobretudo, a dimensão física e tática. Mas o jogo exige mais. Exige decisão sob pressão. Exige adaptação constante. Exige leitura do contexto em tempo real. Exige resposta imediata ao erro. Exige consistência.
E consistência não é ausência de erro. É capacidade de decidir bem de forma repetida, mesmo quando o contexto não ajuda. Mesmo quando se falha. Mesmo quando há pressão.
Há um ponto que o futebol ainda não integrou totalmente. Falamos demasiado de erro. E demasiado pouco de consistência. E consistência não se exige. Constrói-se. Constrói-se na preparação. Na repetição de cenários exigentes. Na estabilidade emocional. Na forma como se reage ao erro.
Sem isso, o erro não desaparece. Repete-se.
E depois surpreendemo-nos com ele. Talvez o problema nunca tenha sido o erro. Mas sim a forma como o interpretamos. Se o vemos como falha, penalizamos. Se o vemos como informação, evoluímos. E esta diferença muda tudo. Porque ambientes onde o erro é punido geram medo. E onde há medo, há hesitação. E onde há hesitação, há mais erro. Cria-se um ciclo. Um ciclo que fragiliza a decisão. Que reduz a qualidade. Que condiciona o jogo.
Por outro lado, contextos que compreendem o erro como parte do processo criam jogadores mais preparados. Mais confiantes. Mais disponíveis para decidir. Mais capazes de lidar com pressão. Isto não significa aceitar o erro. Significa utilizá-lo. Transformá-lo em aprendizagem. Integrá-lo no desenvolvimento.
E isso exige mudança. Mudança na forma como treinamos. Na forma como analisamos. Na forma como comunicamos. Exige treinadores que procurem causas, não apenas culpados.
Exige estruturas que preparem para decidir, não apenas para executar.
Exige um futebol que compreenda que qualidade não é ausência de erro. É capacidade de resposta ao erro. Porque o jogo nunca será perfeito. Nunca foi. Nunca será. Mas pode ser mais preparado. Mais consciente. Mais consistente.
Se queremos um futebol mais evoluído, temos de mudar o foco. Não apenas no erro.
Mas em tudo aquilo que o antecede. Porque no futebol, o erro não é apenas aquilo que acontece. É aquilo que revela. Revela o contexto. Revela a preparação. Revela o estado emocional. Revela a qualidade do processo. E talvez esteja aqui um dos maiores desafios do futebol moderno. Perceber que o maior erro do futebol pode não ser aquele que vemos.
Mas aquele que não conseguimos — ou não queremos — compreender. Ignorar isso… é continuar a repetir o mesmo erro.
Há ainda um fator que raramente entra nesta análise: a velocidade do jogo moderno. O futebol atual não permite tempo para pensar como antes. Decide-se em frações de segundo. Sob pressão constante. Com informação incompleta. E, mesmo assim, exige-se decisão perfeita. Este desfasamento entre exigência e realidade é um dos maiores geradores de erro. Porque não estamos apenas a avaliar a decisão. Estamos a ignorar as condições em que ela foi tomada. E isso cria uma perceção distorcida do erro.
Mais crítica. Menos contextualizada. Menos útil para evoluir.
Se quisermos realmente melhorar o jogo, temos de começar a alinhar exigência com preparação. Preparar melhor para decidir. Preparar melhor para errar. Preparar melhor para recuperar. Porque a diferença entre os melhores e os restantes não está na ausência de erro. Está na forma como lidam com ele. Na rapidez com que recuperam. Na capacidade de manter clareza após falhar. Na consistência ao longo do tempo.
E isso não é apenas talento.
É preparação. É treino. É contexto. O futebol precisa de dar esse salto.
Deixar de olhar para o erro como um fim. E começar a vê-lo como um indicador. Um indicador de desempenho. Um indicador de contexto. Um indicador de evolução. Só assim será possível construir um jogo mais inteligente. Mais justo. Mais consistente. E mais próximo daquilo que realmente se exige.
Porque enquanto continuarmos a olhar para o erro apenas como falha… vamos continuar a falhar na forma como desenvolvemos o próprio jogo.
E talvez seja aqui que tudo começa.
Não no erro que vemos.
Mas naquilo que escolhemos ignorar antes dele acontecer."

Renascença: Jogos Sem Fronteira - Armstrong

Os desafios do primeiro contrato de trabalho


"Todos os anos vemos, com pompa e circunstância, o anúncio pelos vários clubes de futebol da celebração do primeiro contrato de trabalho com mais uma promessa da sua cantera.
Devo, antes de considerações jurídicas obrigatórias, explorar, em duas ou três linhas, a dimensão humana que reveste este momento para a criança - assumindo que o mesmo é celebrado aos 16 (dezasseis anos).
É o início da recompensa de vários sábados e domingos em que os baloiços do jardim foram trocados por campos pelados ou sintéticos, festas de anos de amigos trocadas por torneios em França, festas de comunhão entre torneios pascais. Neste momento começa a ser percetível àquela criança, que começou neste mundo empurrada pelos pais, a sua valorização pessoal.

Vi salas repletas de familiares, amigos e vizinhos naquele momento: cuidado!
Muitas vezes - anseio eu - não é o ponto da retribuição do contrato que tem, nesta fase, a principal importância; será, sem dúvida, a consagração e a confirmação do seu valor enquanto profissional. Neste particular, cabe desde já convidar todos à reflexão: a carreira do jogador de futebol termina em tenra idade (salvo raras exceções como Pepe), mas não devemos dizer que será curta. Termina cedo, mas começa ela também muito cedo.
Se, por hipótese, for considerado o início da aventura no futebol - em média em torno dos 5 anos - vemos que facilmente a carreira de um jogador chega aos 30 anos na atividade.
Feito este preâmbulo, importa alertar que a assinatura destes contratos de trabalho deve merecer uma reflexão por parte de pais, familiares e amigos. Assisti, por diversas vezes, a salas repletas de familiares, amigos e vizinhos que queriam participar naquele momento, naquela data. Cuidado. O jovem jogador que assina o seu primeiro contrato de trabalho será, sempre, uma criança. Em diversos casos, estas demonstrações de afeto e de pertença ao momento único criam uma pressão adicional que a criança carregará consigo, com mais peso do que a marcação de qualquer penálti decisivo ao longo da sua carreira.
Mas se a dimensão emocional é inegável, a verdade é que este momento está longe de ser apenas simbólico: tem consequências jurídicas concretas que importa conhecer.

Cláusulas de opção em contratos de jogadores não são válidas
A assinatura do primeiro contrato de trabalho pode ocorrer a partir dos 16 (dezasseis) anos e não pode - enquanto menor de idade - ter duração superior a 3 (três) anos, sendo obrigatório que o contrato seja também assinado pelo seu representante legal.
A Lei n.º 54/2017, de 14 de julho, no seu artigo 19.º, dita ainda que são «nulas as cláusulas inseridas em contrato de trabalho desportivo visando condicionar ou limitar a liberdade de trabalho do praticante desportivo após o termo do vínculo contratual».
Assim, todas as cláusulas que unilateralmente procurem constranger a escolha do jovem atleta para além do termo que o contrato estabelece não produzem qualquer efeito. Neste artigo inserem-se as chamadas «cláusulas de opção», que mais não são do que cláusulas que bloqueiam a escolha do jogador, que fica dependente da vontade - única - do clube de aumentar a duração do contrato a seu bel-prazer.

Contrato Coletivo de Trabalho impõe remuneração mínima e compensações por transferência
Outro ponto em destaque encontra-se no Contrato Coletivo de Trabalho celebrado entre o Sindicato de Jogadores e a Liga Portugal: é a retribuição mínima assumida como devida aos jogadores profissionais até aos 23 anos de idade, que será a remuneração mínima mensal garantida comum a qualquer outro trabalhador.
Todavia, caso o jogador realize 5 (cinco) jogos na equipa principal (ou equipa B), terá direito a uma atualização obrigatória remuneratória para a retribuição mínima garantida para a competição em causa (p. ex., na I Liga, o valor mensal mínimo será o equivalente a três vezes a remuneração mínima mensal garantida a qualquer outro trabalhador).
Ainda, caso o salário apresentado ao jogador corresponda ao valor da retribuição mínima mensal garantida, nos termos do Contrato Coletivo de Trabalho, importa salientar que, se vier a ser transferido na época desportiva 2026/2027 para outro clube, terá direito a receber 12 por cento do montante líquido pelo qual se efetue a transferência.
Ademais, sempre que o jogador profissional seja transferido - independentemente da retribuição salarial recebida - temporariamente para outro clube, terá também direito a receber sete por cento de qualquer compensação que o clube cedente receba.
Estes mecanismos demonstram que, mesmo numa fase inicial da carreira, o ordenamento jurídico procura assegurar não só uma base mínima de proteção económica ao jovem atleta, mas também a sua participação em eventuais proveitos gerados ao longo do seu percurso profissional.

Primeiro contrato é um momento delicado de transição entre a infância e o profissionalismo
Em suma, o primeiro contrato de trabalho de um jovem jogador representa muito mais do que a formalização de um vínculo laboral: é um momento de transição delicado entre a infância e a exigência do profissionalismo.
Se, por um lado, o enquadramento jurídico procura garantir proteção e equilíbrio, por outro subsiste a necessidade de vigilância por parte de todos os que rodeiam o atleta, de forma a evitar pressões desmedidas e decisões precipitadas. Importa, acima de tudo, não perder de vista que, antes de ser jogador, há uma criança em desenvolvimento, cujo futuro deve ser protegido com a mesma seriedade com que se celebra o seu talento."

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Lixívia (25/26) 29 (-2 jogos)


Tabela Anti-Lixívia
Benfica......... 69 (-12) = 81
Sporting...... 71 (+12) = 59 (-1 jogo)
Corruptos...76 (+20) = 57
Braga............52 (-2) = 54 (-1 jogo)

Mesmo sem influência nos resultados, muitos erros, vários tão evidentes que é difícil de explicar! Numa semana o critério é um, na semana seguinte, a explicação inversa já é válida!!!

Os Lagartos na Amadora, começaram com um penalty descarado do Fresneda: empurrão óbvio e claro que a PorkosTV tudo fez para esconder!!!
No 2.º tempo, temos o lance sobre o Suarez: praticamente igual ao lance sobre o Bah em Rio Maior na Segunda-feira! Poucos depois, os expert's já viram o Suarez a ser pontapeado pelo adversário, em Rio Maior contra o Casa Pia, não viram nada!!!
Pelo meio, mais uma vez, um critério disciplinar absurdo com vantagem para os Lagartos:
O 'intocável, empurrou o árbitro e nada aconteceu... o Araújo fartou-se de dar pau, o Fresneda além do penalty não assinalado, ainda deu 'encontrão' nas costas dum adversário, com a bola longe...

Em Braga, o Claudinho foi safo pelo VAR: golo bem anulado ao Braga por fora-de-jogo, e penalty contra o Braga e respectiva expulsão a poucos minutos do fim... que o Arouca desperdiçou!

Na Luz, o primeiro jogo da Liga desta época, do Verdíssimo, com o Benfica! Foi preciso o Benfica ficar fora da corrida para o título, para nomear o Ladrão Lagarto para um jogo nosso! Como não acredito que o Benfica tenha o 'banido' dos nossos jogos, deve  ser a consciência pesada do CA pelos roubos do passado!!!. 
- Penalty aos 20 minutos sobre o António não assinalado: o Central do Nacional, colocou as Mãos em cima dos ombros do António, impedindo o nosso Central de saltar, e usando o contacto para elevar-se! Penalty claríssimo...
- Absurdo Amarelo ao Dahl ainda na 1.ª parte... parece que pediu desculpa ao intervalo!
- No penalty assinalado sobre o Schjelderup, só podia mostrar Vermelho ao Central do Nacional: não existe qualquer tentativa de jogar a bola, empurra e rasteira a perna contrária à bola!!!
Critério técnico completamente torto, junto da área dos nossos adversários vale tudo...!!!

A jornada terminou no Estoril, em mais um espectáculo de porrada impune dos Corruptos: Zaidu e o puto Polaco deviam ter sido expulsos....
- Golo bem anulado aos Corruptos...
- Penalty a favor dos Corruptos ficou por marcar: pisadela sem intenção, mas é uma pisadela...
- Bem o Godinho, a não ir na conversa do VAR, no lance onde o defesa corta a bola, e depois entra em contacto com o adversário. Uma coisa é um jogador tocar na bola, e depois entrar de forma 'dura' sobre o adversário: a Lei diz que tem que ser uma 'falta' de Amarelo no mínimo, para nestas situações, a falta ser assinalada...

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Rio Ave(c), E(1-1), Guelho(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
2.ª-Estrela(f), V(0-1), H. Carvalho(L. Ferreira, J. Fernandes), Prejudicados, Sem influência
3.ª-Tondela(c), V(3-0), Anzhony(Rui Costa, C. Campos), Prejudicados, Sem influência
4.ª-Alverca(f), V(1-2), Bessa(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (0-2), Sem influência
5.ª-Santa Clara(c), E(1-1), Pinheiro(R. Moreira, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
6.ª-AFS(f), V(0-3), B. Costa(M. Oliveira, T. Leandro), Prejudicados, (0-4), Sem influência
7.ª-Gil Vicente(c), V(2-1), J. Gonçalves(Malheiro Pinto, D. Pereira), Prejudicados, (2-0), Sem influência
8.ª-Corruptos(f), E(0-0), Nogueira(Esteves, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
9.ª-Arouca(c), V(5-0), H. Carvalho(L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
10.ª-Guimarães(f), V(0-3), Pinheiro(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
11.ª-Casa Pia(c), E(2-2), Correia(Bento, Cidade), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
12.ª-Nacional(f), V(1-2), Vasilica(Esteves, T. Leandro), Prejudicados, (1-3), Sem influência
13.ª-Sporting(c), E(1-1), Nobre(Rui Costa, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-Moreirense(f), V(0-4), H. Carvalho(Rui Oliveira, Eiras), Prejudicados, (0-5), Sem influência
15.ª-Famalicão(c), V(1-0), Narciso(V. Santos, H. Santos), Prejudicados, (2-0), Sem influência
16.ª-Braga(f), E(1-1), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, (2-3), (-2 pontos)
17.ª-Estoril(c), V(3-1), Anzhony(Barradas, Rui Cidade), Nada a assinalar
18.ª-Rio Ave(f), V(0-2), C. Pereira(P. Ferreira, J. Fernandes), Prejudicados, (0-3), Sem influência
19.ª-Estrela(c), V(4-0), D. R. Silva(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Prejudicados, Sem influência
20.ª-Tondela(f), E(0-0), Godinho(Mota, P. Miranda), Prejudicados, (0-4), (-2 pontos)
21.ª-Alverca(c), V(2-1), B. Costa(Casegas, M. Vieira), Prejudicados, (5-1), Sem influência
22.ª-Santa Clara(f), V(1-2), Nobre(M. Oliveira, Eiras), Prejudicados, (1-5), Sem influência
23.ª-AFS(c), V(3-0), Fonseca(Barradas, Rui Cidade), Prejudicados, (5-0), Sem influência
24.º-Gil Vicente(f), V(1-2), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, Sem influência
25.ª-Corruptos(c), E(2-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Prejudicados, (4-2), (-2 pontos)
26.ª-Arouca(f), V(1-2), Bessa(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (1-3), Sem influência
27.ª-Guimarães(c), V(3-0), Godinho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
28.ª-Casa Pia(f), E(1-1), H. Carvalho(Cláudia R., D. Pereira), Prejudicados, (-2 pontos)
29.ª-Nacional(c), V(2-0), Veríssimo(Barradas, P. Felisberto), Prejudicados, (3-0), Sem influência

Sporting
1.ª-Casa Pia(f), V(0-2), Correia(L. Ferreira, F. Pereira), Nada a assinalar
2.ª-Arouca(c), V(6-0), Malheiro(Mota, J. Pereira), Beneficiados, (6-1), Impossível contabilizar
3.ª-Nacional(f), V(1-4), B. Costa(Bento, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Corruptos(c), D(1-2), J. Gonçalves(Rui Costa, P. Brás), Prejudicados, (3-2), (-3 pontos)
5.ª-Famalicão(f), V(1-2), Nobre(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)
6.ª-Moreirense(c), V(3-0), H. Carvalho(Bento, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
7.ª-Estoril(f), V(0-1), Godinho(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
8.ª-Braga(c), E(1-1), C. Pereira(Cláudia R., Bessa Silva), Beneficiados, (1-3), (+1 ponto)
9.ª-Tondela(f), V(0-3), Bessa(T. Martins, Rui Cidade), Nada a assinalar
10.ª-Alverca(c), V(2-0), Nobre(Rui Oliveira, T. Costa), Beneficiados, (0-0), Impossível contabilizar
11.ª-Santa Clara(f), V(1-2), J. Gonçalves(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
12.ª-Estrela(c), V(4-0), Anzhony(M. Oliveira, Eiras), Prejudicados, (5-0), Sem influência
13.ª-Benfica(f), E(1-1), Nobre(Rui Costa, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-AFS(c), V(6-0), Vasilica(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, Impossível contabilizar
15.ª-Guimarães(f), V(1-4), Nogueira(Martins, P. Felisberto), Nada a assinalar
16.ª-Rio Ave(c), V(4-0), Macedo(Esteves, Sílvia D.), Beneficiados, (2-4), Impossível contabilizar
17.ª-Gil Vicente(f), E(1-1), Correia(V. Santos, P. Miranda), Nada a assinalar
18.ª-Casa Pia(c), V(3-0), D. R. Silva(Malheiro Pinto, Vaz Freire), Nada a assinalar
19.ª-Arouca(f), V(1-2), H. Carvalho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
20.ª-Nacional(c), V(2-1), Baixinho(R. Moreira, Babo), Beneficiados, (1-3), (+3 pontos)
21.ª-Corruptos(f), E(1-1), Godinho(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
22.ª-Famalicão(c), V(1-0), D. R. Silva(V. Santos, F. Silva), Nada a assinalar
23.ª-Moreirense(f), V(0-3), B. Costa(Rui Costa, T. Costa), Nada a assinalar
24.ª-Estoril(c), V(3-0), Guelho(Malheiro Pinto, N. Pires), Nada a assinalar
25.ª-Braga(f), E(2-2), Nogueira(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
27.ª-Alverca(f), V(1-4), Pinheiro(Malheiro Pinto, P. Sancho), Nada a assinalar
28.ª-Santa Clara(c), V(4-2), Narciso(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (2-4), (+3 pontos)
29.ª-Estrela(f), V(0-1), D. R. Silva(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, Prejudicados, (1-2), Impossível contabilizar

Corruptos
1.ª-Guimarães(c), V(3-0), Nobre(Mota, P. Brás), Beneficiados, (2-0), Sem influência
2.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Baixinho(Esteves, P. Martins), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
3.ª-Casa Pia(c), V(4-0), Guelho(P. Ferreira, H. Ribeiro), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Sporting(f), V(1-2), J. Gonçalves(Rui Costa, P. Brás), Beneficiados, (3-2), (+3 pontos)
5.ª-Nacional(c), V(1-0), Godinho(Esteves, Vaz Freire), Prejudicados, (2-0), Sem influência
6.ª-Rio Ave(f), V(0-3), Anzhony(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
7.ª-Arouca(f), V(0-4), Veríssimo(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
8.º-Benfica(c), E(0-0), Nogueira(Esteves, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
9.ª-Moreirense(f), V(1-2), J. Gonçalves(Rui Oliveira, Eiras), Nada a assinalar
10.ª-Braga(c), V(2-1), Veríssimo(Martins, Cláudia R.), Nada a assinalar
11.ª-Famalicão(f), V(0-1), Bessa(V. Santos, P. Ferreira), Nada a assinalar
12.ª-Estoril(c), V(1-0), Narciso(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Nada a assinalar
13.ª-Tondela(f), V(0-2), Godinho(L Ferreira, V. Maia), Nada a assinalar
14.ª-Estrela(c), V(3-1), Fonseca(Bento, M. Azevedo), Nada a assinalar
15.ª-Alverca(f), V(0-3), Pinheiro(P. Ferreira, I. Ferreira), Nada a assinalar
16.ª-AVS(c), V(2-0), B. Costa(Malheiro Pinto, N. Pires), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
17.ª-Santa Clara(f), V(0-1), C. Pereira(Rui Costa, M. Martins), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
18.ª-Guimarães(f), V(0-1), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), Nobre(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
20.ª-Casa Pia(f), D(2-1), Ramalho(M. Oliveira, J. Fernandes), Beneficiados, Sem influência
21.ª-Sporting(c), E(1-1), Godinho(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
22.ª-Nacional(f), V(0-1), Bessa(Bento, P. Sousa), Nada a assinalar
23.ª-Rio Ave(c), V(1-0), D. R. Silva(Rui Oliveira, P. Ribeiro), Nada a assinalar
24.ª-Arouca(c), V(3-1), Vasilica(Rui Costa, J. Fernandes), Beneficiados, (0-1), (+3 pontos)
25.ª-Benfica(f), E(2-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (4-2), (+1 ponto)
26.ª-Moreirense(c), V(3-0), Macedo(Cláudia R., P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
27.ª-Braga(f), V(1-2), Nobre(Martins, P. Mota), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
28.ª-Famalicão(c), E(2-2), Guelho(Mota, P. Miranda), Beneficiados, (1-4), (+1 pontos)
29.ª-Estoril(f), V(1-3), Godinho(Rui Oliveira, F. Monteiro), Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar

Braga
1.ª-Tondela(c), V(3-0), C. Pereira(Esteves, Mira), Beneficiados, (2-0), Sem influência
2.ª-Alverca(f), V(0-3), Nogueira(R. Moreira, Rui Teixeira), Nada a assinalar
3.ª-AFS(c), E(2-2), J. Gonçalves(L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
4.ª-Rio Ave(f), E(2-2), Veríssimo(Rui Silva, T. Leandro), Nada a assinalar
5.ª-Gil Vicente(c), D(0-1), Bessa(Bento, F. Silva), Nada a assinalar
6.ª-Guimarães(f), E(1-1), Nobre(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
7.ª-Nacional(c), D(0-1), Fonseca(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
8.ª-Sporting(f), E(1-1), C. Pereira(Cláudia R., Bessa Silva), Prejudicados, (1-3), (-2 pontos)
9.ª-Casa Pia(c), V(4-0), Macedo(Malheiro Pinto, Babo), Beneficiados, (3-0), Sem influência
10.ª-Corruptos(f), D(2-1), Veríssimo(Martins, Cláudia R.), Nada a assinalar
11.ª-Moreirense(c), V(2-1), Pinheiro(Esteves, M. Azevedo), Nada a assinalar
12.ª-Arouca(f), V(0-4), Nogueira(Martins, V. Marques), Beneficiados, Impossível contabilizar
13.ª-Famalicão(f), V(1-2), C. Pereira(Rui Oliveira, T. Leandro), Nada a assinalar
14.ª-Santa Clara(c), V(1-0), B. Costa(P. Ferreira, Á. Mesquita), Nada a assinalar
15.ª-Estoril(f), D(1-0), D. R. Silva(Rui Costa, Vaz Freire), Nada a assinalar
16.ª-Benfica(c), E(2-2), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, (2-3), (+1 ponto)
17.ª-Estrela(f), E(3-3), H. Carvalho(R. Moreira, P. Sancho), Nada a assinalar
18.ª-Tondela(f), V(0-1), Correia(V. Santos, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Alverca(c), V(5-0), Anzhony(M. Oliveira, N. Eiras), Beneficiados, (4-0), Sem influência
20.ª-AFS(f), V(0-4), Macedo(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Nada a assinalar
21.ª-Rio Ave(c), V(3-0), Nogueira(Bento, P. Sousa), Nada a assinalar
22.ª-Gil Vicente(f), D(2-1), C. Pereira(Rui Costa, J. Pereira), Nada a assinalar
23.ª-Guimarães(c), V(3-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Nada a assinalar
24.ª-Nacional(f), V(1-2), Rosa(Rui Silva, Mesquita), Prejudicados, (1-3), Sem influência
25.ª-Sporting(c), E(2-2), Nogueira(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
27.ª-Corruptos(c), D(1-2), Nobre(Martins, P. Mota), Prejudicados, (1-0), (-3 pontos)
28.º-Moreirense(f), V(0-1), B. Costa(Esteves, H. Coimbra), Nada a assinalar
29.ª-Arouca(c), V(1-0), C. Pereira(Casegas, M. Vieira), Nada a assinalar


Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
10/3

Sporting
6/2

Corruptos
8/2

Braga
14/4

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
6/3
Minutos:
109 - 32 = 77 (superioridade)

Sporting
8/1
Minutos:
158 - 27 = 131 (superioridade)

Corruptos
2/3
Minutos:
26 - 68 = 42 (inferioridade)

Braga
1/3
Minutos:
81 - 48 = 33 (superioridade)

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
46(27) / 324 - 456 / 84(42)

Sporting
64(29) / 356 - 394 / 78(33)

Corruptos
68(32) / 390 - 369 / 74(36)

Braga
57(20) / 331 - 328 / 69(36)

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
Pinheiro - -2
L. Ferreira - -2
J. Gonçalves - -2
Martins - -2
Guelho - -2
P. Ferreira - -2
Correia - -2
Bento - -2
Godinho - -2
Mota - -2
H. Carvalho - -2
Cláudia R. - -2

Sporting
L. Ferreira - +5
Nobre - +3
P. Ferreira - +3
Godinho - +3
Rui Silva - +3
Baixinho - +3
Narciso - +3
R. Moreira - +2
C. Pereira - +1
Cláudia R. - +1
J. Gonçalves - -1
Rui Costa - -3

Corruptos
Rui Costa - +8
J. Gonçalves - +5
Martins - +5
Vasilica - +3
Nobre - +3
Baixinho - +2
Esteves - +2
B. Costa - +2
Malheiro Pinto - +2
C. Pereira - +2
Pinheiro - +2
L. Ferreira - +2
Guelho - +1
Mota - +1

Braga
Correia - +2
V. Santos - +2
J. Gonçalves - +1
Martins - -2
C. Pereira - -2
Cláudia R. - -2
Nobre - -3

Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
H. Carvalho - 4 (1/3)
J. Gonçalves - 3 (1/2)
Pinheiro - 3 (2/1)
Anzhony - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (1(1)
Nobre - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Godinho - 2 (1/1)
Guelho - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Correia - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (0/1)
Narciso - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (1/0)

Sporting
Nobre - 3 (1/2)
D. R. Silva - 3 (2/1)
J. Gonçalves - 2 (1/1)
Correia - 2 (0/2)
H. Carvalho - 2 (1/1)
Godinho - 2 (0/2)
B. Costa - 2 (0/2)
Nogueira - 2 (0/2)
Malheiro - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Macedo - 1 (1/0)
Baixinho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)
Narciso - 1 (1/0)

Corruptos
Godinho - 4 (2/2)
J. Gonçalves - 3 (0/3)
Nobre - 3 (2/1)
Veríssimo - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (0/2)
Guelho - 2 (2/0)
Baixinho - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
Ramalho - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Macedo - 1 (1/0)

Braga
C. Pereira - 5 (2/3)
Nogueira - 4 (2/2)
Veríssimo - 2 (0/2)
J. Gonçalves - 2 (2/0)
Macedo - 2 (1/1)
Pinheiro - 2 (2/0)
Nobre - 2 (1/1)
B. Costa - 2 (1/1)
Bessa - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
D. R. Silva - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (0/1)
Correia - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Rosa - 1 (0/1)

Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
P. Ferreira - 4 (1/3)
Rui Costa - 3 (2/1)
L. Ferreira - 3 (2/1)
Barradas - 3 (3/0)
Esteves - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (0/2)
Martins - 2 (0/2)
Mota - 2 (1/1)
R. Moreira - 1 (1/0)
Bento - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)

Sporting
Martins - 3 (0/3)
Rui Costa - 3 (1/2)
Mota - 3 (1/2)
L. Ferreira - 3 (1/2)
Bento - 2 (1/1)
V. Santos - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
P. Ferreira - 2 (0/2)
Rui Silva - 1 (0/1)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Esteves - 1 (1/0)
R. Moreira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)

Corruptos
Rui Costa - 4 (1/3)
Martins - 4 (2/2)
Esteves - 3 (2/1)
Rui Oliveira - 3 (2/2)
P. Ferreira - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Bento - 2 (1/1)
L. Ferreira - 2 (0/2)
Mota - 2 (2/0)
Rui Silva - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (0/1)
Casegas - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (0/1)
Cláudia R. - 1 (1/0)

Braga
Martins - 4 (2/2)
Rui Costa - 3 (0/3)
Esteves - 3 (2/1)
R. Moreira - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
Bento - 2 (2/0)
L. Ferreira - 2 (2/0)
Rui Silva - 2 (0/2)
Mota - 2 (2/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Esteves - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
P. Ferreira - 1 (1/0)
V. Santos - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)

Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
Eiras - 6
P. Felisberto - 6
Rui Cidade - 3
T. Leandro - 2
J. Fernandes - 2
P. Miranda - 2
D. Pereira - 2
C. Campos - 1
I. Pereira - 1
P. Brás - 1
H. Santos - 1
M. Vieira - 1
V. Maia - 1

Sporting
P. Felisberto - 4
P. Miranda - 3
Eiras - 3
P. Brás - 2
T. Costa -2
V. Maia - 2
F. Pereira - 1
J. Pereira - 1
Á. Mesquita - 1
Bessa Silva - 1
Rui Cidade - 1
M. Vieira - 1
Sílvia D. - 1
Vaz Freire - 1
Babo - 1
F. Silva - 1
N. Pires - 1
P. Sancho - 1

Corruptos
P. Felisberto - 5
P. Brás - 2
Eiras - 2
J. Fernandes - 2
V. Maia -2
P. Martins - 1
H. Ribeiro - 1
Vaz Freire - 1
Á. Mesquita - 1
Cláudia R. - 1
P. Ferreira - 1
M. Azevedo - 1
I. Pereira - 1
N. Pires - 1
M. Martins - 1
M. Vieira - 1
P. Sousa - 1
P. Ribeiro - 1
P. Mota - 1
P. Miranda - 1
F. Monteiro - 1

Braga
T. Leandro - 2
Eiras - 2
P. Felisberto - 2
V. Maia - 2
Á. Mesquita - 2
P. Miranda - 2
Mira - 1
Rui Teixeira - 1
I. Pereira - 1
F. Silva - 1
Bessa Silva - 1
Babo - 1
Cláudia R. - 1
M. Azevedo - 1
V. Marques - 1
Vaz Freire - 1
P. Sancho - 1
P. Sousa - 1
J. Pereira - 1
P. Mota - 1
H. Coimbra - 1
M. Vieira - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
P. Ferreira - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 2 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
B. Costa - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
R. Costa - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1

Sporting
Martins - 0 + 3 = 3
Nobre - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Malheiro Pinto - 0 + 1 = 1

Corruptos
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1

Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
P. Ferreira - 0 + 4 = 4
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Pinheiro - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Barradas - 0 + 3 = 3
Anzhony - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Guelho - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
D. R, Silva - 1 + 0 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Bento - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1

Sporting
Nobre - 3 + 0 = 3
D. R. Silva - 3 + 0 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Rui Costa - 0 + 3  = 3
Mota - 0 + 3 =3
Malheiro Pinto - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Bessa - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1

Corruptos
Godinho - 4 + 0 = 4
Rui Costa - 0 + 4 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Nobre - 3 + 0 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Rui Oliveira - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Guelho - 2 + 0 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 5 + 0 = 5
Nogueira - 4 + 0 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0  = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1

Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 1 (-1 jogo)
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-1 jogo)
Jornada 4 (~1 jogo)
Jornada 5 (+1 jogo)
Jornada 26 (-2 jogos)
Jornada 27 (-2 jogos)
Jornada 28 (-2 jogos)

Anexos(XI):
Épocas anteriores: