Últimas indefectivações

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Benfica FM: Vai Prestianni....

Compêndio !!!

O Verdadeiro Colo...

Centralização


"Opinião pessoal, exposta há muito tempo, desde que burocratas que percebem tanto de gestão (basta olharem para a forma como tem deixado o país) como percebem de futebol.
Onde o raio tem todos a cabeça para achar que um decreto de lei imposto por uma assembleia da república sobre o desporto rei pode trazer algo de benéfico para o desporto nacional?
Um país sem visão que discute construção de aeroportos há mais de 50 anos, ia perceber de futebol e da essência do seu negócio de um dia para a noite???
Claro que não.
Vou ser claro.
Com a centralização passaremos de liga perto do top 5…para liga perto do “down 5”…seremos a nova Eslovénia.
Não acreditam, atentem neste fenómeno.
Há 30 anos atrás a Holanda apresentava com regularidade as suas equipas ao mundo como potências desportivas que faziam temer todos na Europa, Ajax, PSV e Feyennord davam cartas quando não dominavam o futebol europeu…o que fizeram?
CENTRALIZAÇÃO EM 89…o resto é história…daí para cá finais europeias viraram miragem, e estamos a falar de um país centro europeu que cavalgava as proezas de Ajax, PSV e Feyennord, hoje praticamente excluídos da Champions e humilhados de quando em vez…
Outro exemplo de como a centralização tem tudo para correr mal…
Liga Austríaca…onde antes pontificavam clubes como o Grasshopper, Casino Salzburgo, Rapid Viena que brilhavam nos grandes palcos…eis que apenas de quando em vez, graças a investimento privado, lá aparece um Red Bull ou Basileia…acabando a teta do privado o sonho acaba e as presenças europeias de relevo idem…os exemplos são muitos na Europa.
Aí mas e Inglaterra???
Inglaterra não tem nada que ver com o modelo dos demais países, não são clubes de futebol, são empresas nas mãos de magnatas que brincam ao negócio desportivo como se fosse mais uma domingo na pista de cavalos…atentem ao caso Leicester…de campeão surpresa e uma das mais bonitas histórias do futebol mundial a relegado ao 3 escalão do futebol inglês em 3 anos…nada que ver com centralização que lá ajuda muito porque foram pioneiros e todos, repito, todos transformaram o futebol num negócio lucrativo, algo que a cultura latina jamais permitirá.
Daqui a 6/7 anos após a centralização andaremos toda entretidos a festejar campeonatos e taças da carica como alegremente lhe chamavam e a batermos-nos como o Maribor ou o Sparta de Praga por uma acesso direto à liga Europa e outros felizes por irem à liga conferência.
Talvez aí percebam o retrocesso que teremos pela frente!!!
A não ser que estejam dispostos a verem os “vossos” clubes nas mãos de oligarcas/magnatas e aventureiros?
Estão dispostos a isso???"

Direitos TV: a receita do bolo


"No futebol português, há uma obsessão recorrente com o resultado final. Queremos mais competitividade, melhores audiências, estádios cheios e clubes capazes de ir mais longe na Europa. Falamos do bolo como se ele crescesse por geração espontânea, como se bastasse mudar a forma de o dividir para que, por milagre, ele aumentasse de tamanho. O problema é que insistimos em discutir a partilha antes de rever a receita.
A centralização dos direitos audiovisuais nasceu envolta numa aura quase messiânica. Foi apresentada como a solução inevitável para todos os males do nosso futebol: desigualdade competitiva, falta de atratividade da Liga, distância para os grandes campeonatos europeus. Liga Portugal, decisores políticos e parte significativa do discurso mediático alinharam numa solução única, importada de realidades profundamente distintas da nossa. Hoje, com o tempo a passar e os sinais de alarme a multiplicarem-se, esse consenso tornou-se uma armadilha.
Portugal não é Inglaterra, nem Espanha, nem Alemanha. Nem sequer é, em rigor, Holanda ou Bélgica. A nossa realidade clubística é singular e profundamente assimétrica: mais de 90% dos adeptos concentram-se em três clubes. Benfica, Sporting e FC Porto não são apenas clubes grandes — são fenómenos sociais, culturais e mediáticos que capturam quase toda a atenção, audiências e consumo emocional do futebol nacional. O SC Braga, com mérito desportivo e visão de futuro crescente, está na luta para romper essa barreira estrutural.
Ao mesmo tempo, a velha cultura clubística de bairro e de cidade foi-se esvaziando. Clubes históricos, enraizados em centros urbanos relevantes, desapareceram do mapa competitivo principal: Académica, Vitória de Setúbal, Beira-Mar à cabeça. A sua ausência não é apenas simbólica — é um golpe direto na capacidade de mobilizar públicos, gerar narrativas, criar rivalidades e maximizar assistências. Quem quer comprar um produto onde cidades médias e universitárias estão afastadas e onde muitos estádios vivem cronicamente às moscas?
É neste contexto que se insiste numa centralização pensada como panaceia. Mas os exemplos externos deviam servir de aviso, não de inspiração cega. O fiasco do contrato de centralização da liga belga e o colapso financeiro e reputacional da Ligue 1 francesa, com acordos irrealistas e operadores a recuar, mostram o perigo de sobrevalorizar um produto que não acompanha as expectativas criadas. O mercado não perdoa ilusões.
Há um dado que raramente entra na equação com a seriedade devida: o contributo decisivo dos quatro grandes para o ranking da UEFA. Portugal mantém uma posição europeia relevante porque Benfica, FC Porto, Sporting e SC Braga conseguem concentrar receitas suficientes para competir — com limitações, mas com dignidade — contra clubes de países com orçamentos incomparavelmente superiores e pontos de partida muito mais vantajosos. Retirar-lhes capacidade financeira em nome de uma competitividade artificial é um risco estrutural para o futebol português como um todo.
Sem esses pontos na UEFA, não há prémios, não há vagas europeias, não há visibilidade internacional, não há crescimento do tal bolo. Há apenas empobrecimento coletivo disfarçado de justiça distributiva.
Isto não significa defender um status quo imutável ou ignorar a necessidade de solidariedade. Pelo contrário. Mas a solução não passa por um modelo clássico de centralização que ignora as nossas idiossincrasias. Passa por pensar primeiro nos alicerces: redistribuição mais justa das receitas UEFA, reformulação dos quadros competitivos e investimento sério e obrigatório em infraestruturas.
É inaceitável que um clube da Primeira Liga jogue anos a fio em casa emprestada, como acontece com o Casa Pia. É incompreensível que o Rio Ave continue sem uma bancada que aparece nas transmissões televisivas. Quem quer comprar um produto que se apresenta incompleto, improvisado e visualmente pobre? A atratividade começa na credibilidade.
Os clubes com menos recursos precisam de critérios claros de desenvolvimento sustentável. Não podem continuar a ser empurrados para investidores em forma de D. Sebastião em nome de um sucesso imediato que raramente se concretiza. Esse caminho faz-se com mecanismos de solidariedade, mas ancorados em quem mais contribui efetivamente para a posição de Portugal na Europa. Não através de uma falsa competitividade que apenas retira recursos fundamentais aos motores do sistema e fragiliza o todo a médio e longo prazo.
A centralização, tal como está a ser pensada, arrisca-se a ser mais um caso de boas intenções e maus resultados. Um modelo rígido para uma realidade fluida. Uma solução única para um problema que exige nuance, diferenciação e coragem política.
Não é possível querer que o bolo cresça sem rever a receita primeiro. E enquanto insistirmos em copiar modelos alheios, ignorando quem somos e onde estamos, continuaremos a discutir a divisão de um bolo cada vez mais pequeno — convencidos de que o problema está apenas na faca."

Pela abolição das recargas nos penáltis


"Os penáltis constituem, provavelmente, um dos momentos mais importantes de cada jogo de futebol. Mesmo quando não existem, dificilmente alguém não reclamará a existência de um ou dois.
Com tanta polémica à volta deles, era escusado andar a discutir-se durante dias se um jogador entrou na área antes ou depois de o pontapé ser efetuado.
Sou fervoroso defensor de se mexer pouco nas regras do jogo mais simples e universal que há, mas creio que teríamos a ganhar se os penáltis passassem a constituir apenas um remate. Se entrar é golo, se não entrar é pontapé de baliza. Como sucede (obviamente sem a reposição) nos desempates. É só uma ideia.

De chorar por mais
O Académica-Belenenses da Liga 3 foi o terceiro jogo do último fim de semana com mais público nas bancadas.

No ponto
A magia da Taça de Portugal também é a de poder haver, hoje, uma meia-final entre Fafe e Torreense. Ganhe o melhor.

Insosso
Voltou a não ser bom o ambiente entre FC Porto e Sporting, ao contrário dos jogos entre eles.

Incomestível
É incrível como o Boavista, um dos cinco campeões portugueses, termina assim. Ninguém tem culpa? Muito triste."

O que valem os adeptos no sucesso?


"A descida do Aves SAD da I Liga volta a colocar um tema estrutural na vida dos clubes: o papel dos adeptos no seu sucesso. Não há uma relação direta entre dimensão da massa adepta e títulos, até porque no alto rendimento só poucas equipas conquistam as diversas competições por época, mas há uma correlação relevante entre consistência competitiva e base de apoio.
Adeptos leais garantem presença nos momentos críticos, deslocações, ambiente em jogos decisivos e, sobretudo, uma continuidade emocional e social quando os resultados falham. Claro que existe o reverso com a exigência e pressão, mas raramente temos o melhor dos dois mundos num contexto tão competitivo como este. Mesmo assim, a ausência de adeptos tende a pesar muito mais do que a sua exigência.
Clubes que nascem hoje numa espécie de tubo de ensaio enfrentam um desafio enorme: criar pertença. Sem ou com pouca história, na maioria das vezes sem raízes locais e sem comunidade, a sustentabilidade fica fragilizada. Em Portugal, exemplos recentes como clubes que se transferem ou querem nascer em zonas com quadros competitivos mais fáceis, mostram que a falta de massa crítica como pessoas no estádio, ligação ao território, identidade corrói qualquer (até pode ser bom) projeto. O problema não é apenas financeiro, é estrutural, emocional e social.
Podemos recolher boas estratégias como exemplos. O Como 1907 investe em experiência, o tal belonging e posicionamento para competir numa zona com muita oferta. O FK Bodo/Glimt demonstra que é possível ter sucesso com uma base menor, mas num contexto onde nenhum clube tem grandes multidões. São realidades distintas, mas com um denominador comum, a intenção estratégica sobre o que fazer com o adepto. No fim de semana tivemos, numa liga não principal (Liga 3), um Académica-Belenenses, com 15 mil pessoas. E se a hora tivesse sido por exemplo 15h00 e não 19h00, se calhar teríamos mais interessados.
Em Portugal, tratamos mal os adeptos, não por intenção, mas por definição de prioridades. Temos problemas de organização de uma jornada para a outra, estádios pouco ou nada operacionais e confortáveis, deslocações penalizadoras e um modelo de receitas excessivamente dependente de terceiros (nomeadamente direitos televisivos) que reduzem a capacidade de os clubes influenciarem a sua própria procura. O resultado é ter menos gente, menos receita própria, menor ligação.
Adiciono três condicionantes. Primeiro, a concentração: a esmagadora maioria dos adeptos identifica-se com três clubes e também a maioria dos clubes que não os grandes têm de dividir os seus adeptos com os tais grandes. Segundo, a preferência pelo clube em detrimento do desporto traz valores que por vezes não interessam, o que limita o interesse por jogos fora desse eixo. Terceiro, o modo errático e a pouca predisposição para acolher adeptos visitantes, desperdiçando várias oportunidades de fazer com que as pessoas fiquem apaixonadas pelo jogo e não apenas pelo clube.
Conclusão: mais adeptos não garantem sucesso ou títulos, mas aumentam a probabilidade de estabilidade, receita e rendimento mais sustentável. Ignorar isto é um enorme risco. Porque quando os adeptos faltarem em maior escala, o vazio não vai ser apenas nas bancadas, será na competição, no jogo e no modelo do clube. E aí, recuperar vai ser mais complexo, até porque as novas gerações procuram diferentes emoções e não se reconhecem no mesmo."

O Jogo das Casas 🏠

Muito Benfica para apoiar


"Nesta edição da BNews, o destaque recai na agenda desportiva do Benfica dos próximos dias.

1. Jogo das Casas
O tributo às embaixadas do benfiquismo é no sábado. Em entrevista à BTV, Domingos Almeida Lima, vice-presidente do Sport Lisboa e Benfica, enaltece a iniciativa: "É a oportunidade de os sócios do Benfica tributarem a estes dirigentes das Casas Benfica o seu agradecimento pelo trabalho que fazem em prol da mística do Benfica, em prol do Clube."

2. Foco no Moreirense
O plantel às ordens de José Mourinho prepara o embate com o Moreirense, sábado, às 18h00, no Estádio da Luz.

3. Últimos resultados
Ao vencer o Leões Porto Salvo por 3-6, o Benfica está apurado para as meias-finais da Taça de Portugal de futsal no masculino. No futebol de formação, a equipa B foi derrotada por 3-0 na visita à Oliveirense.

4. Jogo do dia
A equipa feminina de voleibol disputa a negra das meias-finais dos play-offs do Campeonato Nacional no reduto do FC Porto (20h30).

5. Agenda para sexta-feira
Os Sub-23 visitam o Sporting (16h00). A partida das meias-finais da Taça de Portugal de futsal entre Benfica e Nun'Álvares está marcada para as 18h00 em Gondomar.

6. Sábado preenchido
Benfica e Moreirense encontram-se na Luz às 18h00. A equipa feminina de futebol atua em Braga às 18h30. Os Juniores visitam o FC Porto às 16h00. Os Juvenis recebem o Vitória SC às 12h00.
Nos pavilhões da Luz há embates com Sporting em andebol (14h00), Vasco da Gama em basquetebol (15h00) e Basquete Barcelos em basquetebol no feminino (19h30).
Às 13h00 há o Belenenses-Benfica em râguebi no Belém Rugby Park. A equipa feminina de andebol desloca-se ao reduto do Madeira SAD (15h00). A equipa feminina de futsal defronta o Braga em Gondomar nas meias-finais da Taça de Portugal (14h00). Em hóquei em patins, em Tomar, nas meias-finais das respetivas Taças de Portugal, a equipa masculina mede forças com o OC Barcelos (16h30) e a feminina com a Sanjoanense (14h00). Às 18h00, no Pavilhão João Rocha, começa a final do Campeonato Nacional de voleibol no masculino entre Benfica e Sporting."

História Agora


Rabona: The Champions League Semi-Finals Are CHAOS | Here's My Predictions

Benfica Podcast #591 - The Derby

Falar Benfica - Conversa Gloriosas #49 - Vitória no dérbi, recepção Moreirense, os centrais e as modalidades

O Benfica Somos Nós - Diário #7

O Benfica Somos Nós - Diário #6

BF: Compras...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Sporting resistiu e FC Porto não conseguiu

Observador: E o Campeão é... - Sporting resiste no Dragão e garante lugar na final do Jamor

Observador: Três Toques - Chelsea. Rosenior não resiste à crise de resultados

BolaTV: Mais Vale à Tarde que Nunca #126

Zero: Saudade - S04E33 - João Peixe

SportTV: Reportv: De Quarteira para o Mundo

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Complicar o que estava decidido...

Leões Porto Salvo 3 - 6 Benfica

Segundo jogo consecutivo contra estes Leões, segunda vitória, em mais um jogo complicado, mas com o Benfica quase sempre por cima... Hoje, chegámos aos 1-4 pelo Gogiel, que logo a seguir voltou a comprometer, permitindo a recuperação do adversário para 3-4, dando esperanças ao adversário, tornando os últimos minutos perigosos, onde o Benfica só nos últimos segundos, com o adversário a arriscar o 5x4 conseguimos marcar e descansar as hostes...

Uma nota: em dois jogos contra os Leões, e em 80 minutos de Futsal, foram assinaladas no total: 4 faltas a favor do Benfica!!! Repito 4 !!! Nem dava para um Livre Direto, se tivessem sido todas marcadas na mesma parte!!!

Agora, temos o Nun'Alvares nas Meias-finais, teoricamente mais fácil, mas....

Derrota...

Oliveirense 3 - 0 Benfica


Muitas alterações, com várias ausências, no rescaldo da eliminação da Youth League, numa partida onde o Benfica acabou por ter mais bola, mas foi o adversário, com muita eficácia a marcar... até com um auto-golo para desbloquear!

Fever Pitch - Domingo Desportivo - S06E32 - Aqui Nóis Pisa na Área

Taça Pinheiro?!!!

Benfica FM: Júlio Resende...

Benfica FM: Por ti...

 

Treino...

Bombaríos!!!

Barreirogol...!!!

BI: Megafone - Voo Picado #23 - O derby de Lisboa

O Cantinho Benfiquista #227 - Cair de Pé

Zero: Canto - Viagem ao mundo estratégico do Benfica em semana de glória no dérbi

Sports Illustrated FC: Di Maria...

A ambiguidade faz mal


"Na Apple, o Conselho de Administração reúne-se. Em cima da mesa está um único ponto: renovar — ou não — o contrato do CEO.
Não é um CEO qualquer. É um líder com mais de 25 anos de experiência, que passou por várias empresas e deixou sempre a mesma marca: crescimento, exigência e resultados. Também momentos tensos e polémicos que usa como ferramenta de trabalho. Onde chegou as equipas tornaram-se mais competitivas e as organizações ganharam uma cultura de ambição quase obsessiva.
Tem um temperamento difícil e um feitio explosivo, exige mais do que muitos consideram razoável e não é propriamente consensual. Há quem o adore. Há quem o tema ou deteste. Mas há uma coisa que ninguém discute: tem competência, causa impacto e os trabalhadores respeitam-no, mesmo quando são criticados.
Outros gigantes estão atentos, mas ele já deixou claro que quer ficar. Sente que o projeto ainda não acabou.
Do lado do Conselho… silêncio, frases vagas e a ausência de um plano claro para o futuro, apenas sinais contraditórios: elogios ocasionais, seguidos de fugas de informação sobre dúvidas internas. Uma ambiguidade que começa a pairar como nevoeiro.
Agora mudemos os nomes, troquemos o CEO por José Mourinho e a Apple por Sport Lisboa e Benfica. A história mantém-se. Tal como no mundo empresarial, no futebol planificar é essencial. A ambiguidade tem custos elevados.
Esperar que um eventual convite do Real Madrid resolva essa ambiguidade é sinal de fraqueza e falta de liderança.
Se Rui Costa quer outro treinador para as próximas épocas é dizê-lo agora e acabar com uma novela que nada traz de bom. Mourinho é crescido e entenderá, mas se a ideia for de continuidade é agora que o deve saber para começar a preparar a próxima época.

PS – Diamantino Miranda devia saber que os televotos televisivos valem zero; são apenas fontes de receita televisiva. Nenhum resultado dessas votações deveria merecer qualquer tipo de azedume, principalmente quando se quer insinuar, por coisa tão insignificante, responsabilidade a alguém que nem sequer teve a coragem de mencionar. Ao contrário de Diamantino, que parece não admirar os jogadores que “construíram” a história do Benfica, eu admiro Vítor Paneira e Nuno Gomes por tudo o que deram ao clube. Mais, sou amigo deste último.
E sim, tenho a liberdade de comentar a realidade do SL Benfica sempre que entendo e de criticar quando entendo. Também admiro Rui Costa pelo que deu, e se esforça por continuar a dar, ao Benfica, mas creio que o tempo provou que presidir ao Benfica é um desafio que está para lá das suas capacidades. Também admiro Diamantino pelo que foi enquanto jogador e pelo que ajudou a engrandecer o palmarés do Benfica. Cheguei a interceder por ele junto de alguns treinadores que preferiram, no entanto, blindar o balneário. Não há eleições à vista e ninguém deveria perder tempo com isso."

Imagens exclusivas, censuradas pela SportTV!!!

Verdade

Peixeirada!!!

Apanhado!!!

Mourinho e o paradoxo das segundas épocas: insistir ou virar a página?


"Na história do Sport Lisboa e Benfica, a paciência raramente foi recompensada. São poucos os treinadores que falharam o título na época de estreia e, ainda assim, receberam nova oportunidade para depois se sagrarem campeões.
A lista é curta — e quase esquecida. Ted Smith falhou em 1948/49, mas viria a conquistar o campeonato em 1950/51. Já Toni protagonizou um caso ainda mais curioso, dividido em duas passagens pelo clube: na primeira, falhou em 1987/88 antes de vencer em 1988/89; anos mais tarde, regressou, voltou a não ser campeão em 1992/93 e acabaria por conquistar o título em 1993/94.
Casos raros que mostram como a continuidade nem sempre é política do clube — e ainda menos uma garantia de sucesso.
É neste contexto que surge a dúvida: deve o Benfica manter José Mourinho caso o título escape esta temporada — cenário que, à data, parece praticamente inevitável?
A questão ganha outra dimensão quando se olha para o histórico do treinador. Mourinho construiu parte da sua carreira precisamente sobre reações fortes após épocas incompletas. No FC Porto, não conquistou o campeonato na sua primeira época, mas dominou em 2002/03. No Real Madrid, perdeu para o Barcelona antes de responder com um título recordista em 2011/12. E no Chelsea FC, após falhar em 2013/14, voltou ao topo na época seguinte.
O padrão existe — mas também levanta uma questão essencial: até que ponto a história individual de um treinador pode sobrepor-se à identidade e exigência de um clube como o Benfica?
Entre a exceção histórica e o perfil de Mourinho, abre-se um dilema. Manter pode significar acreditar numa reação à imagem do passado. Mudar pode ser seguir a tradição encarnada de pouca tolerância ao erro.
No fim, a estatística permite tudo — até justificar decisões opostas. O que ela não garante é o desfecho."

Porquê?


"Terá sido a pergunta que a maioria dos benfiquistas fez na noite de domingo. Depois de um dérbi frenético, com oportunidades de golo, penáltis marcados, penáltis falhados, bolas ao poste, muito suspense e drama até ao fim, a vitória, suada e merecida, mostra que a equipa tem qualidade e que o treinador do Benfica continua a ser um dos melhores do Mundo. Foi por ele, e mesmo antes do jogo começar, que o Benfica começou a ganhar, ao escolher reforçar o meio-campo e tirar do "onze" o crónico melhor marcador da equipa em prol da mobilidade e espírito de sacrifício de Ivanovic, que, mais uma vez, provou estar longe de ser um erro.
Arriscando-se a ser criticado por ter reforçado o meio-campo num jogo em que precisava de ganhar, foi precisamente nessa decisão que o ganhou, com Aursnes, o melhor em campo, Ríos e Barreiro a serem uma barreira para o Sporting e um catalisador para municiar os muito crescidos Prestianni e Schjelderup que ao habitual talento ofensivo juntaram um rigor tático e um compromisso defensivo que não eram muito visíveis há poucos meses. Infelizmente, tudo isto poderá ter sido em vão por uma mão cheia de jogos empatados no final, contra equipas da segunda metade da tabela, muitos deles em casa, alguns por erros alheios, mas também por responsabilidade de uma equipa que nem sempre mostrou o foco, a concentração e a intensidade deste domingo. Porque é que não foi quase sempre assim, já não se pede "sempre", é a pergunta que todos fazemos. Agora, como muito bem disse o sempre lúcido, dentro e fora do campo, Aursnes, "é ganhar os nossos jogos e depois logo se vê." Assim é, mas porquê se sabemos jogar assim?!"

Atualidade benfiquista


"Nesta edição da BNews, são vários os temas do quotidiano benfiquista.

1. Bastidores
Veja imagens exclusivas dos bastidores do triunfo benfiquista em Alvalade.

2. Calendário
O desafio entre Benfica e Famalicão, no Minho, tem data e hora marcadas.

3. Forte procura motiva alteração
Benfica SAD aumenta oferta do empréstimo obrigacionista 2026-2031. O valor de 40 milhões de euros, num total de 8 milhões de obrigações com o valor nominal unitário de 5 euros, sobe para os 65 milhões de euros.

4. Empate no João Rocha
O Benfica empatou 2-2 na visita ao Sporting em hóquei em patins, mantendo a invencibilidade desde o início da temporada.

5. Jogos do dia
A equipa B visita a Oliveirense às 18h00. Em futsal, quartos de final da Taça de Portugal com o Leões Porto Salvo na final eight em Gondomar (21h00).

6. Dérbi no feminino na Luz
O próximo desafio entre Benfica e Sporting de futebol no feminino está marcado para o Estádio da Luz, no dia 1 de maio às 19h00.

7. Formação do basquetebol em destaque
Em entrevista à BTV, o team manager da formação do basquetebol benfiquista, Diogo Carreira, aborda o reconhecimento oficial do Benfica enquanto clube formador da modalidade e o dia aberto dedicado à captação de jovens talentos para o minibasquetebol no próximo 2 de maio.

8. Concerto agendado
Karol G atua no Estádio da Luz em 18 de junho de 2027.

9. O Jogo das Casas
O Benfica-Moreirense da 31.ª jornada da Liga Betclic é o jogo escolhido para homenagear as Casas, Delegações e Filiais do Clube."

Lanças...


O Benfica Somos Nós - Diário #5

BF: Saídas...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - De campeão do Mundo a época ruinosa

Observador: E o Campeão é... - Quem chega melhor às "meias" da Taça de Portugal?

Observador: Três Toques - Novela no futebol. Entrevista a adepta termina em namoro

BolaTV: Mais Vale à Tarde que Nunca #125

Prata da Casa #47 - Quem Pouco Decide, Decidé, Experiência de Camarote, Quem? Quem É? Quem? É? Quem?

Zero: Fantasy - Jornada 31: apostar com certezas e DGW

Tailors - Final Cut - S05E17 - Zeca

O milagre de Istambul


"Na noite quente da Turquia, a 25 de maio de 2005, o futebol escreveu uma das suas histórias mais improváveis no Estádio Olímpico de Istambul. Daquelas que parecem ficção, mas que o futebol consegue tornar reais. A final da Liga dos Campeões 2004-05 começava como um duelo de gigantes, mas rapidamente se transformou num pesadelo para o Liverpool e numa demonstração de perfeição para o AC Milan.
Em apenas 45 minutos, tudo parecia decidido. A equipa comandada por Carlo Ancelotti jogava como uma máquina afinada, elegante e implacável. Primeiro minuto de jogo, golo de Paolo Maldini. Ainda antes do intervalo, o inevitável Hernan Crespo bisava na partida e colocava o marcador em 3-0. Três golos, três momentos de pura superioridade, e um resultado que refletia aquilo que se via em campo. O Liverpool, perdido, parecia esmagado pelo peso do momento. Ao intervalo, ficava a imagem de vários adeptos ingleses a cantarem a famosa música “You’ll never walk alone”. Nunca caminharás sozinho, nos bons e nos maus momentos. Afinal, quantas equipas conseguem ressuscitar numa final europeia depois de um golpe daqueles?
Mas o futebol, por vezes, não respeita a lógica nem as expectativas. O que aconteceu na segunda parte não foi apenas uma recuperação, mas sim um renascimento. Em poucos minutos, o Liverpool mudou tudo. A intensidade, a crença, a alma, o golo. E também no futebol a mente comanda o que os pés executam. O primeiro golo acendeu uma pequena chama. O segundo trouxe esperança. O terceiro, quase inacreditável, fez o impossível ganhar forma. De repente, o 3-0 desaparecia e o jogo recomeçava, como se o destino tivesse decidido dar uma segunda oportunidade. Em apenas seis minutos, Steven Gerrard, Vladimir Smicer e Xabi Alonso colocaram os adeptos do Liverpool em autêntico estado de graça.
O estádio transformou-se. Onde antes havia domínio, agora havia caos. Onde havia certeza, nasceu dúvida. O Milan, que parecia invencível, vacilava. O Liverpool, que parecia derrotado, crescia a cada segundo.
E depois veio o sofrimento. O prolongamento, carregado de tensão, trouxe defesas impossíveis e corações acelerados. Cada toque na bola podia decidir tudo. Cada erro podia ser fatal. Mas nenhuma das equipas conseguiu quebrar o empate.
Restavam os penáltis. O momento em que o futebol se reduz ao essencial. Um jogador, uma bola, e uma fração de segundo entre a glória e o fracasso. Ali, sob uma pressão quase insuportável, construiu-se o desfecho perfeito para uma história já extraordinária. O Liverpool manteve a frieza, a fé que parecia ter nascido do nada, e acabou por vencer, com Jerzy Dudek a transformar-se num herói. Já na segunda parte, o guarda-redes polaco fez uma das defesas mais incríveis da história da Champions. Uma dupla defesa quase impossível a remates à queima-roupa, mantendo o jogo vivo quando o AC Milan podia ter resolvido tudo. Esse momento, por si só, já o colocava como figura decisiva. Mas foi nos penáltis que ele entrou para a lenda. Dudek usou movimentos estranhos na linha para desconcentrar os jogadores do clube italiano. E o truque resultou.
Mais do que um troféu, aquela noite ofereceu uma lição eterna. No futebol, enquanto houver tempo, há esperança. E enquanto houver esperança, há espaço para milagres.
Istambul não foi apenas uma final. Foi um símbolo de resistência, de crença, de emoção pura e de verdadeira união entre adeptos e jogadores. Porque ao caminhares por uma tempestade, se mantiveres a cabeça erguida e não tiveres medo da escuridão, no final terás um céu dourado à tua espera e o doce canto prateado de uma cotovia. É isso que os adeptos do Liverpool cantam e acreditam.
Quem viu esta final, jamais esquecerá."

Zero: Afunda - S06E40 - Quantas equipas já estão no modo pânico?

Rugby português: Divisão de Honra a 12, top 8 ou terceira via


"A criação da nova Associação Super XV-Rugby Portugal deve ser encarada como um sinal positivo de dinamismo e vontade de evolução dentro do rugby português. Deve ser vista como um contributo que traz ideias interessantes e que evidencia a ambição dos clubes em melhorar o estado actual do rugby português e, mais especificamente, o modelo competitivo. No entanto, considero que talvez o momento não seja o mais oportuno, pensando que no imediato seria preferível canalizar esta energia para uma solução integradora, que potenciasse a estrutura organizativa existente da Federação Portuguesa de Rugby e construindo uma alternativa evolutiva ao modelo actual de competições.
No contexto presente do rugby português, onde os recursos humanos, financeiros e logísticos são naturalmente limitados, o maior desafio não deve ser criar estruturas, mas sim alinhar esforços e reforçar a coordenação entre todos os intervenientes, federação, clubes, associações, jogadores e adeptos. O verdadeiro salto qualitativo poderá surgir de uma visão comum e de mecanismos que promovam convergência, consistência e estabilidade competitiva. A atual realidade demonstra que existe margem clara para evoluir. A constante alteração dos modelos competitivos nacionais, a dificuldade em criar um produto desportivo estável e atrativo e a necessidade de maior previsibilidade são desafios reconhecidos por todos. Neste sentido, a emergência de novas ideias deve ser aproveitada como ponto de partida para uma reforma construtiva e partilhada, e não como um caminho de fragmentação.
Ao mesmo tempo, é importante garantir que qualquer evolução do modelo competitivo não contribua para uma centralização ainda maior do rugby em Lisboa. É verdade que essa centralização já existe, mas institucionalizá-la numa nova estrutura agravará inevitavelmente os desequilíbrios e criará ressentimentos nos clubes de fora da capital. Num país pequeno, com um desporto pouco implementado, não existe dimensão económica, competitiva e geográfica para dividir o rugby português em várias entidades paralelas. A dissociação só enfraquece quem já está a tentar sobreviver com poucos recursos. O rugby português beneficiará sempre de soluções que reforcem a representatividade nacional e promovam o desenvolvimento fora dos principais centros, criando um ecossistema mais equilibrado e sustentável.
Também é compreensível a vontade dos clubes de terem um papel mais ativo na definição das competições em que participam. Essa ambição pode e deve ser integrada numa lógica colaborativa, onde federação e clubes construam, juntos, soluções mais robustas, alinhadas com as necessidades do jogo e com uma estratégia de médio e longo prazo.
Apesar de a associação defender a ideia de potenciar sinergias entre clubes, nomeadamente ao nível logístico e financeiro, como a centralização de compras, até este argumento acaba por ser frágil no contexto atual. Com apenas oito clubes, o potencial de poupança e de negociação é mais limitado, sobretudo quando comparado com uma centralização verdadeiramente nacional que incluísse um número significativamente maior de clubes. Na verdade, essa coordenação alargada é precisamente um dos objetivos da própria Federação, tal como definido no artigo 2.º dos seus estatutos. Criar uma estrutura paralela e restrita reduz esse potencial, divide processos que deveriam ser integrados e impede que o rugby português tire partido do ganho de escala que só uma acção federativa e abrangente poderá garantir.
Mas mesmo reconhecendo todas as vantagens, o problema permanece: o timing e o risco de divisão são demasiado altos. Em vez de unir, esta decisão pode criar divisões e comprometer o desenvolvimento sustentável. Antes de se avançar para novas estruturas, será essencial garantir que o rugby português recupere capacidade de organização, visão estratégica e dimensão. Só assim projetos complementares fariam sentido e teriam impacto positivo.
O timing torna-se ainda menos positivo se considerarmos que estamos na época pré-Mundial, momento em que deveria existir máxima coordenação entre clubes e estrutura federativa. Além disso, as novas regras internacionais de player welfare estipulam um limite de 30 jogos por jogador internacional por temporada, que não pode ser ultrapassado sem comprometer saúde, preparação e elegibilidade. Adicionar uma nova competição às existentes (Campeonato Nacional, Taça de Portugal, Lusitanos, REC, Nations Cup e Mundial), apenas aumenta o risco de conflito entre clubes e federação, que terão de disputar um calendário apertado, e acaba por transferir para os próprios jogadores um ónus que nunca deveria ser deles: o de escolher entre cumprir responsabilidades competitivas entre seleção e clubes ou proteger a sua integridade física e carreira.
Neste enquadramento, lanço uma proposta de terceira via: em vez de substituir o modelo atual, evoluí-lo. Uma sugestão equilibrada poderia passar por um Campeonato Nacional com 10 equipas, mais compacto e competitivo que o actual, garantindo simultaneamente a presença de clubes de diferentes regiões do país. A decisão do título e da descida através de fases finais (meias-finais e final) permitiria criar momentos de maior visibilidade, intensidade competitiva e atratividade mediática, contribuindo para valorizar o produto rugby em Portugal.
Paralelamente, a criação de uma Liga Ibérica representa uma oportunidade estratégica particularmente relevante. Uma competição envolvendo os melhores clubes portugueses e espanhóis, por exemplo, os três primeiros classificados de cada país, à semelhança do que aconteceu em 2008, ainda que com duas equipas, poderia elevar significativamente o nível competitivo e a exposição da modalidade. Mais do que uma competição adicional, esta liga funcionaria como uma plataforma de crescimento, permitindo aos clubes portugueses competir regularmente num contexto mais exigente e estimulante. A Liga Ibérica poderia ainda assumir um formato inovador, com jornadas concentradas em regime de evento, transformando cada ronda num verdadeiro festival de rugby. Este modelo teria potencial para atrair público, patrocinadores e media, criando experiências diferenciadoras e aumentando a visibilidade da modalidade.
Para além da vertente desportiva, esta iniciativa teria também um impacto estratégico ao nível da cooperação internacional. Uma parceria estruturada com a Federación Española de Rugby permitiria ao rugby português beneficiar da crescente capacidade de Espanha na organização e promoção de eventos desportivos de rugby, reforçando a dimensão ibérica como um espaço competitivo e atrativo. Nos últimos anos, Espanha tem vindo a afirmar-se como um parceiro relevante no panorama internacional do rugby, com uma imagem cada vez mais consolidada na organização de eventos e na dinamização da modalidade. Tirar partido dessa dinâmica, através de uma ligação estruturada, poderá acelerar o crescimento do rugby português, aumentar a sua projeção externa e criar novas oportunidades comerciais e desportivas.
Assim, mais do que dividir e criar novas estruturas, o momento parece convidar à construção de uma solução integrada: reforçar o campeonato nacional, criar uma ponte competitiva ibérica e alinhar todos os intervenientes numa estratégia comum. Esta abordagem permitiria transformar a atual vontade de mudança numa evolução sustentada, capaz de fortalecer o rugby português de forma consistente e duradoura.

NOTA — O conteúdo deste artigo vincula apenas o autor e não as instituições nas quais é dirigente ou associado."

Lixívia (25/26) 30 (-2 jogos)


Tabela Anti-Lixívia
Benfica......... 72 (-12) = 84
Corruptos...79 (+20) = 60
Sporting...... 71 (+12) = 59 (-1 jogo)
Braga............53 (-2) = 55 (-1 jogo)

Como escrevi na crónica, a arbitragem do Palhaço do Pinheiro não foi tão má, como é habitual, mesmo assim, voltou a errar contra o Benfica, num penalty sobre o Schjelderup claramente, mesmo com poucas repetições, ainda com 0-0, e logo a seguir ao 0-1, no potencial penalty sobre o Ivanovic voltou a não marcar: as imagens não são claras, apesar das repetições, mas pareceu-me que o Ivanovic leva um pontapé na sola da bota, por baixo!
Sendo que o principal 'erro' deste jogo, foi a impunidade do Morita, que devia ter levado no mínimo 4 Amarelos!!!
Ainda houve uma pisadela sobre o Prestianni escandalosamente não marcada... E no falhanço do Barreiro, se tivesse sido golo, ainda teríamos 'problemas' no VAR, numa jogada onde as faltas foram todas feitas pelo Araújo!!!

No lance mais discutido, só posso apreciar a ignorância, da gentelha!!! Então ficaram zangados porque a Lei foi bem aplicada?!!!
Admito que já não me lembrava da alteração da Lei. Mas depois da discussão recordo-me de ter reagido quando publicaram esta 'retificação'. Está quase a fazer dois anos, mas lembro-me de considerar a alteração potencialmente polémica, pois iria aumentar a subjetividade!
Agora, resolveu o problema das constantes repetições de penalty's defendidos pelos guarda-redes. O Benfica, por exemplo, na Luz, numa partida da Liga, creio com o Vlachodimos na baliza, teve um lance, onde o mesmo penalty foi repetido por 3 vezes!!!!!
A subjetividade da actual interpretação pode ser um problema, mas neste caso essa questão nem se coloca, porque os jogadores do Sporting, não se fizeram à bola, ficaram parados! E se dois jogadores do Benfica invadiram a área antes do penalty ser marcado, havia um terceiro, o Dahl, que só entrou na área depois da sua marcação, que jogaria a bola, antes de qualquer jogador do Sporting! Portanto, decisão correta do VAR...!!!
Eu sei que ter um VAR, que de facto conhece as Regras é estranho para a Lagartada, mas a realidade pode ser mesmo lixada!!! Estão mais habituados a VAR's que desconhecem as Leis e os Protocolos, e que permitem patadas na cabeça passar impunes, quando o Protocolo afirma claramente, que em agressões, o jogo pode ser interrompido, mesmo depois duma falta ter sido assinalada e o jogo ter retomado!!!


No Dragay, por incrível que pareça o VAR Manuel Oliveira, 'salvou' o árbitro duma actuação desastrosa, invalidando o penalty a favor dos Corruptos, e invertendo uma falta fora da área, para penalty, também a favor dos Corruptos!!!
Mas a impunidade disciplinar dos Corruptos, no resto da partida, foi mais complicado retificar!!!

Em Braga, um penalty mesmo a acabar salvou um pontinho.... Mais uma vez, o Presidente do Famalicão ficou calado!!!

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Rio Ave(c), E(1-1), Guelho(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
2.ª-Estrela(f), V(0-1), H. Carvalho(L. Ferreira, J. Fernandes), Prejudicados, Sem influência
3.ª-Tondela(c), V(3-0), Anzhony(Rui Costa, C. Campos), Prejudicados, Sem influência
4.ª-Alverca(f), V(1-2), Bessa(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (0-2), Sem influência
5.ª-Santa Clara(c), E(1-1), Pinheiro(R. Moreira, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
6.ª-AFS(f), V(0-3), B. Costa(M. Oliveira, T. Leandro), Prejudicados, (0-4), Sem influência
7.ª-Gil Vicente(c), V(2-1), J. Gonçalves(Malheiro Pinto, D. Pereira), Prejudicados, (2-0), Sem influência
8.ª-Corruptos(f), E(0-0), Nogueira(Esteves, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
9.ª-Arouca(c), V(5-0), H. Carvalho(L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
10.ª-Guimarães(f), V(0-3), Pinheiro(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
11.ª-Casa Pia(c), E(2-2), Correia(Bento, Cidade), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
12.ª-Nacional(f), V(1-2), Vasilica(Esteves, T. Leandro), Prejudicados, (1-3), Sem influência
13.ª-Sporting(c), E(1-1), Nobre(Rui Costa, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-Moreirense(f), V(0-4), H. Carvalho(Rui Oliveira, Eiras), Prejudicados, (0-5), Sem influência
15.ª-Famalicão(c), V(1-0), Narciso(V. Santos, H. Santos), Prejudicados, (2-0), Sem influência
16.ª-Braga(f), E(1-1), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, (2-3), (-2 pontos)
17.ª-Estoril(c), V(3-1), Anzhony(Barradas, Rui Cidade), Nada a assinalar
18.ª-Rio Ave(f), V(0-2), C. Pereira(P. Ferreira, J. Fernandes), Prejudicados, (0-3), Sem influência
19.ª-Estrela(c), V(4-0), D. R. Silva(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Prejudicados, Sem influência
20.ª-Tondela(f), E(0-0), Godinho(Mota, P. Miranda), Prejudicados, (0-4), (-2 pontos)
21.ª-Alverca(c), V(2-1), B. Costa(Casegas, M. Vieira), Prejudicados, (5-1), Sem influência
22.ª-Santa Clara(f), V(1-2), Nobre(M. Oliveira, Eiras), Prejudicados, (1-5), Sem influência
23.ª-AFS(c), V(3-0), Fonseca(Barradas, Rui Cidade), Prejudicados, (5-0), Sem influência
24.º-Gil Vicente(f), V(1-2), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, Sem influência
25.ª-Corruptos(c), E(2-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Prejudicados, (4-2), (-2 pontos)
26.ª-Arouca(f), V(1-2), Bessa(P. Ferreira, Eiras), Prejudicados, (1-3), Sem influência
27.ª-Guimarães(c), V(3-0), Godinho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
28.ª-Casa Pia(f), E(1-1), H. Carvalho(Cláudia R., D. Pereira), Prejudicados, (-2 pontos)
29.ª-Nacional(c), V(2-0), Veríssimo(Barradas, P. Felisberto), Prejudicados, (3-0), Sem influência
30.ª-Sporting(f), V(1-2), Pinheiro(Rui Silva, Bessa Silva), Prejudicados, (1-4), Sem influência

Sporting
1.ª-Casa Pia(f), V(0-2), Correia(L. Ferreira, F. Pereira), Nada a assinalar
2.ª-Arouca(c), V(6-0), Malheiro(Mota, J. Pereira), Beneficiados, (6-1), Impossível contabilizar
3.ª-Nacional(f), V(1-4), B. Costa(Bento, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Corruptos(c), D(1-2), J. Gonçalves(Rui Costa, P. Brás), Prejudicados, (3-2), (-3 pontos)
5.ª-Famalicão(f), V(1-2), Nobre(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)
6.ª-Moreirense(c), V(3-0), H. Carvalho(Bento, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
7.ª-Estoril(f), V(0-1), Godinho(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
8.ª-Braga(c), E(1-1), C. Pereira(Cláudia R., Bessa Silva), Beneficiados, (1-3), (+1 ponto)
9.ª-Tondela(f), V(0-3), Bessa(T. Martins, Rui Cidade), Nada a assinalar
10.ª-Alverca(c), V(2-0), Nobre(Rui Oliveira, T. Costa), Beneficiados, (0-0), Impossível contabilizar
11.ª-Santa Clara(f), V(1-2), J. Gonçalves(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
12.ª-Estrela(c), V(4-0), Anzhony(M. Oliveira, Eiras), Prejudicados, (5-0), Sem influência
13.ª-Benfica(f), E(1-1), Nobre(Rui Costa, P. Brás), Nada a assinalar
14.ª-AFS(c), V(6-0), Vasilica(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, Impossível contabilizar
15.ª-Guimarães(f), V(1-4), Nogueira(Martins, P. Felisberto), Nada a assinalar
16.ª-Rio Ave(c), V(4-0), Macedo(Esteves, Sílvia D.), Beneficiados, (2-4), Impossível contabilizar
17.ª-Gil Vicente(f), E(1-1), Correia(V. Santos, P. Miranda), Nada a assinalar
18.ª-Casa Pia(c), V(3-0), D. R. Silva(Malheiro Pinto, Vaz Freire), Nada a assinalar
19.ª-Arouca(f), V(1-2), H. Carvalho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
20.ª-Nacional(c), V(2-1), Baixinho(R. Moreira, Babo), Beneficiados, (1-3), (+3 pontos)
21.ª-Corruptos(f), E(1-1), Godinho(Martins, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
22.ª-Famalicão(c), V(1-0), D. R. Silva(V. Santos, F. Silva), Nada a assinalar
23.ª-Moreirense(f), V(0-3), B. Costa(Rui Costa, T. Costa), Nada a assinalar
24.ª-Estoril(c), V(3-0), Guelho(Malheiro Pinto, N. Pires), Nada a assinalar
25.ª-Braga(f), E(2-2), Nogueira(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
27.ª-Alverca(f), V(1-4), Pinheiro(Malheiro Pinto, P. Sancho), Nada a assinalar
28.ª-Santa Clara(c), V(4-2), Narciso(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (2-4), (+3 pontos)
29.ª-Estrela(f), V(0-1), D. R. Silva(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, Prejudicados, (1-2), Impossível contabilizar
30.ª-Benfica(c), D(1-2), Pinheiro(Rui Silva, Bessa Silva), Beneficiados, (1-4), Sem influência

Corruptos
1.ª-Guimarães(c), V(3-0), Nobre(Mota, P. Brás), Beneficiados, (2-0), Sem influência
2.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Baixinho(Esteves, P. Martins), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
3.ª-Casa Pia(c), V(4-0), Guelho(P. Ferreira, H. Ribeiro), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Sporting(f), V(1-2), J. Gonçalves(Rui Costa, P. Brás), Beneficiados, (3-2), (+3 pontos)
5.ª-Nacional(c), V(1-0), Godinho(Esteves, Vaz Freire), Prejudicados, (2-0), Sem influência
6.ª-Rio Ave(f), V(0-3), Anzhony(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
7.ª-Arouca(f), V(0-4), Veríssimo(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
8.º-Benfica(c), E(0-0), Nogueira(Esteves, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
9.ª-Moreirense(f), V(1-2), J. Gonçalves(Rui Oliveira, Eiras), Nada a assinalar
10.ª-Braga(c), V(2-1), Veríssimo(Martins, Cláudia R.), Nada a assinalar
11.ª-Famalicão(f), V(0-1), Bessa(V. Santos, P. Ferreira), Nada a assinalar
12.ª-Estoril(c), V(1-0), Narciso(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Nada a assinalar
13.ª-Tondela(f), V(0-2), Godinho(L Ferreira, V. Maia), Nada a assinalar
14.ª-Estrela(c), V(3-1), Fonseca(Bento, M. Azevedo), Nada a assinalar
15.ª-Alverca(f), V(0-3), Pinheiro(P. Ferreira, I. Ferreira), Nada a assinalar
16.ª-AVS(c), V(2-0), B. Costa(Malheiro Pinto, N. Pires), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
17.ª-Santa Clara(f), V(0-1), C. Pereira(Rui Costa, M. Martins), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
18.ª-Guimarães(f), V(0-1), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), Nobre(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
20.ª-Casa Pia(f), D(2-1), Ramalho(M. Oliveira, J. Fernandes), Beneficiados, Sem influência
21.ª-Sporting(c), E(1-1), Godinho(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
22.ª-Nacional(f), V(0-1), Bessa(Bento, P. Sousa), Nada a assinalar
23.ª-Rio Ave(c), V(1-0), D. R. Silva(Rui Oliveira, P. Ribeiro), Nada a assinalar
24.ª-Arouca(c), V(3-1), Vasilica(Rui Costa, J. Fernandes), Beneficiados, (0-1), (+3 pontos)
25.ª-Benfica(f), E(2-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (4-2), (+1 ponto)
26.ª-Moreirense(c), V(3-0), Macedo(Cláudia R., P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
27.ª-Braga(f), V(1-2), Nobre(Martins, P. Mota), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
28.ª-Famalicão(c), E(2-2), Guelho(Mota, P. Miranda), Beneficiados, (1-4), (+1 pontos)
29.ª-Estoril(f), V(1-3), Godinho(Rui Oliveira, F. Monteiro), Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
30.ª-Tondela(c), V(2-0), C. Pereira(M. Oliveira, T. Leandro), Nada a assinalar

Braga
1.ª-Tondela(c), V(3-0), C. Pereira(Esteves, Mira), Beneficiados, (2-0), Sem influência
2.ª-Alverca(f), V(0-3), Nogueira(R. Moreira, Rui Teixeira), Nada a assinalar
3.ª-AFS(c), E(2-2), J. Gonçalves(L. Ferreira, I. Pereira), Nada a assinalar
4.ª-Rio Ave(f), E(2-2), Veríssimo(Rui Silva, T. Leandro), Nada a assinalar
5.ª-Gil Vicente(c), D(0-1), Bessa(Bento, F. Silva), Nada a assinalar
6.ª-Guimarães(f), E(1-1), Nobre(Rui Costa, Eiras), Nada a assinalar
7.ª-Nacional(c), D(0-1), Fonseca(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
8.ª-Sporting(f), E(1-1), C. Pereira(Cláudia R., Bessa Silva), Prejudicados, (1-3), (-2 pontos)
9.ª-Casa Pia(c), V(4-0), Macedo(Malheiro Pinto, Babo), Beneficiados, (3-0), Sem influência
10.ª-Corruptos(f), D(2-1), Veríssimo(Martins, Cláudia R.), Nada a assinalar
11.ª-Moreirense(c), V(2-1), Pinheiro(Esteves, M. Azevedo), Nada a assinalar
12.ª-Arouca(f), V(0-4), Nogueira(Martins, V. Marques), Beneficiados, Impossível contabilizar
13.ª-Famalicão(f), V(1-2), C. Pereira(Rui Oliveira, T. Leandro), Nada a assinalar
14.ª-Santa Clara(c), V(1-0), B. Costa(P. Ferreira, Á. Mesquita), Nada a assinalar
15.ª-Estoril(f), D(1-0), D. R. Silva(Rui Costa, Vaz Freire), Nada a assinalar
16.ª-Benfica(c), E(2-2), J. Gonçalves(Martins, P. Felisberto), Beneficiados, (2-3), (+1 ponto)
17.ª-Estrela(f), E(3-3), H. Carvalho(R. Moreira, P. Sancho), Nada a assinalar
18.ª-Tondela(f), V(0-1), Correia(V. Santos, V. Maia), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Alverca(c), V(5-0), Anzhony(M. Oliveira, N. Eiras), Beneficiados, (4-0), Sem influência
20.ª-AFS(f), V(0-4), Macedo(Malheiro Pinto, P. Felisberto), Nada a assinalar
21.ª-Rio Ave(c), V(3-0), Nogueira(Bento, P. Sousa), Nada a assinalar
22.ª-Gil Vicente(f), D(2-1), C. Pereira(Rui Costa, J. Pereira), Nada a assinalar
23.ª-Guimarães(c), V(3-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Nada a assinalar
24.ª-Nacional(f), V(1-2), Rosa(Rui Silva, Mesquita), Prejudicados, (1-3), Sem influência
25.ª-Sporting(c), E(2-2), Nogueira(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
27.ª-Corruptos(c), D(1-2), Nobre(Martins, P. Mota), Prejudicados, (1-0), (-3 pontos)
28.º-Moreirense(f), V(0-1), B. Costa(Esteves, H. Coimbra), Nada a assinalar
29.ª-Arouca(c), V(1-0), C. Pereira(Casegas, M. Vieira), Nada a assinalar
30.ª-Famalicão(c), E(2-2), D. R. Silva(Martins, Cátia T.), Nada a assinalar


Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
11/4

Sporting
7/3

Corruptos
9/2

Braga
15/4

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
6/3
Minutos:
109 - 32 = 77 (superioridade)

Sporting
8/1
Minutos:
158 - 27 = 131 (superioridade)

Corruptos
2/3
Minutos:
26 - 68 = 42 (inferioridade)

Braga
1/3
Minutos:
81 - 48 = 33 (superioridade)

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
47(27) / 332 - 469 / 86(44)

Sporting
66(31) / 369 - 402 / 79(33)

Corruptos
72(34) / 402 - 380 / 80(39)

Braga
59(21) / 341 - 339 / 74(36)

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
Pinheiro - -2
L. Ferreira - -2
J. Gonçalves - -2
Martins - -2
Guelho - -2
P. Ferreira - -2
Correia - -2
Bento - -2
Godinho - -2
Mota - -2
H. Carvalho - -2
Cláudia R. - -2

Sporting
L. Ferreira - +5
Nobre - +3
P. Ferreira - +3
Godinho - +3
Rui Silva - +3
Baixinho - +3
Narciso - +3
R. Moreira - +2
C. Pereira - +1
Cláudia R. - +1
J. Gonçalves - -1
Rui Costa - -3

Corruptos
Rui Costa - +8
J. Gonçalves - +5
Martins - +5
Vasilica - +3
Nobre - +3
Baixinho - +2
Esteves - +2
B. Costa - +2
Malheiro Pinto - +2
C. Pereira - +2
Pinheiro - +2
L. Ferreira - +2
Guelho - +1
Mota - +1

Braga
Correia - +2
V. Santos - +2
J. Gonçalves - +1
Martins - -2
C. Pereira - -2
Cláudia R. - -2
Nobre - -3

Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
H. Carvalho - 4 (1/3)
Pinheiro - 4 (2/2)
J. Gonçalves - 3 (1/2)
Anzhony - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (1(1)
Nobre - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Godinho - 2 (1/1)
Guelho - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Correia - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (0/1)
Narciso - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (1/0)

Sporting
Nobre - 3 (1/2)
D. R. Silva - 3 (2/1)
J. Gonçalves - 2 (1/1)
Correia - 2 (0/2)
H. Carvalho - 2 (1/1)
Godinho - 2 (0/2)
B. Costa - 2 (0/2)
Nogueira - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (1/1)
Malheiro - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Macedo - 1 (1/0)
Baixinho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)

Corruptos
Godinho - 4 (2/2)
J. Gonçalves - 3 (0/3)
Nobre - 3 (2/1)
Veríssimo - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (0/2)
Guelho - 2 (2/0)
C. Pereira - 2 (1/1)
Baixinho - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (1/0)
Ramalho - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Macedo - 1 (1/0)

Braga
C. Pereira - 5 (2/3)
Nogueira - 4 (2/2)
Veríssimo - 2 (0/2)
J. Gonçalves - 2 (2/0)
Macedo - 2 (1/1)
Pinheiro - 2 (2/0)
Nobre - 2 (1/1)
B. Costa - 2 (1/1)
D. R. Silva - 2 (1/1)
Bessa - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
H. Carvalho - 1 (0/1)
Correia - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Rosa - 1 (0/1)

Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
P. Ferreira - 4 (1/3)
Rui Costa - 4 (2/2)
L. Ferreira - 3 (2/1)
Barradas - 3 (3/0)
Esteves - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (0/2)
Martins - 2 (0/2)
Mota - 2 (1/1)
R. Moreira - 1 (1/0)
Bento - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)

Sporting
Rui Costa - 4 (2/2)
Martins - 3 (0/3)
Mota - 3 (1/2)
L. Ferreira - 3 (1/2)
Bento - 2 (1/1)
V. Santos - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
P. Ferreira - 2 (0/2)
Rui Silva - 1 (0/1)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Esteves - 1 (1/0)
R. Moreira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)

Corruptos
Rui Costa - 4 (1/3)
Martins - 4 (2/2)
Esteves - 3 (2/1)
Rui Oliveira - 3 (2/2)
P. Ferreira - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Bento - 2 (1/1)
L. Ferreira - 2 (0/2)
Mota - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (1/1)
Rui Silva - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (0/1)
Casegas - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (1/0)

Braga
Martins - 5 (3/2)
Rui Costa - 3 (0/3)
Esteves - 3 (2/1)
R. Moreira - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
Bento - 2 (2/0)
L. Ferreira - 2 (2/0)
Rui Silva - 2 (0/2)
Mota - 2 (2/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Esteves - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
P. Ferreira - 1 (1/0)
V. Santos - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)

Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
Eiras - 6
P. Felisberto - 6
Rui Cidade - 3
T. Leandro - 2
J. Fernandes - 2
P. Miranda - 2
D. Pereira - 2
C. Campos - 1
I. Pereira - 1
P. Brás - 1
H. Santos - 1
M. Vieira - 1
V. Maia - 1
Bessa Silva - 1

Sporting
P. Felisberto - 4
P. Miranda - 3
Eiras - 3
P. Brás - 2
T. Costa -2
V. Maia - 2
Bessa Silva - 2
F. Pereira - 1
J. Pereira - 1
Á. Mesquita - 1
Rui Cidade - 1
M. Vieira - 1
Sílvia D. - 1
Vaz Freire - 1
Babo - 1
F. Silva - 1
N. Pires - 1
P. Sancho - 1

Corruptos
P. Felisberto - 5
P. Brás - 2
Eiras - 2
J. Fernandes - 2
V. Maia -2
P. Martins - 1
H. Ribeiro - 1
Vaz Freire - 1
Á. Mesquita - 1
Cláudia R. - 1
P. Ferreira - 1
M. Azevedo - 1
I. Pereira - 1
N. Pires - 1
M. Martins - 1
M. Vieira - 1
P. Sousa - 1
P. Ribeiro - 1
P. Mota - 1
P. Miranda - 1
F. Monteiro - 1
T. Leandro - 1

Braga
T. Leandro - 2
Eiras - 2
P. Felisberto - 2
V. Maia - 2
Á. Mesquita - 2
P. Miranda - 2
Mira - 1
Rui Teixeira - 1
I. Pereira - 1
F. Silva - 1
Bessa Silva - 1
Babo - 1
Cláudia R. - 1
M. Azevedo - 1
V. Marques - 1
Vaz Freire - 1
P. Sancho - 1
P. Sousa - 1
J. Pereira - 1
P. Mota - 1
H. Coimbra - 1
M. Vieira - 1
Cátia T. - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
P. Ferreira - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 2 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Costa - 0 + 2 = 2
B. Costa - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1

Sporting
Martins - 0 + 3 = 3
Nobre - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Malheiro Pinto - 0 + 1 = 1

Corruptos
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1

Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Pinheiro - 4 + 0 = 4
P. Ferreira - 0 + 4 = 4
Rui Costa - 0 + 4 = 4
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Barradas - 0 + 3 = 3
Anzhony - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Guelho - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
D. R, Silva - 1 + 0 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Bento - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1

Sporting
Rui Costa - 0 + 4  = 4
Nobre - 3 + 0 = 3
D. R. Silva - 3 + 0 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Mota - 0 + 3 =3
Malheiro Pinto - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Bessa - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1

Corruptos
Godinho - 4 + 0 = 4
Rui Costa - 0 + 4 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Nobre - 3 + 0 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Rui Oliveira - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Guelho - 2 + 0 = 2
C. Pereira - 2 + 0 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1

Braga
C. Pereira - 5 + 0 = 5
Martins - 0 + 5 = 5
Nogueira - 4 + 0 = 4
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0  = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
D. R. Silva - 2 + 0 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1

Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 1 (-1 jogo)
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-1 jogo)
Jornada 4 (~1 jogo)
Jornada 5 (+1 jogo)
Jornada 26 (-2 jogos)
Jornada 27 (-2 jogos)
Jornada 28 (-2 jogos)

Anexos(XI):
Épocas anteriores: