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quarta-feira, 25 de março de 2026
SEGURAR OS JOVENS DE VALOR É MEDIDA IMPORTANTÍSSIMA
"1. Se se pode (e deve) criticar o projeto desportivo do Benfica pela excessiva rotatividade de treinadores e jogadores, quando se sabe que a estabilidade é um valor importante na gestão do futebol, também se pode (e deve) elogiar as sucessivas renovações dos jovens campeões da Europa e do Mundo de sub-17: primeiro Anísio, logo que fez 18 anos, agora Banjaqui ao fazer 18 anos, seguir-se-á José Neto, que fará 18 anos a 19 de abril.
2. Segurar contratualmente jovens jogadores de qualidade produzidos na nossa formação é importante, mas mais importante é o que se segue: a correta e equilibrada gestão das suas carreiras até se imporem pelo seu inequívoco valor na equipa principal.
3. A aposta em jovens formados em casa apresenta múltiplas vantagens, a saber entre outras:
a) diminui a necessidade de investir fora de portas, logo diminui o valor das amortizações que tanto peso têm nas contas da SAD;
b) baixa a massa salarial, outra rubrica com muito peso do lado dos custos da SAD;
c) acrescenta importantíssima identidade (e cumplicidade) Benfiquista à equipa;
d) permite maior e melhor aproveitamento desportivo dos nossos ativos;
e) admitindo que é impossível manter connosco os craques que formamos, quando chega a altura (retardada) de os vender as mais-valias são maiores do que as dos jogadores comprados fora.
4. Para além dos três aqui referidos, vários outros jovens há nas nossas equipas de formação que merecem ver realizado o sonho de se firmarem na equipa principal do clube. Assim seja!"
Até ao fim...
"Até ao fim"
— O Fura-Redes (@OFuraRedes) March 24, 2026
João Diogo Manteigas pic.twitter.com/LpA0Ow49m7
Aceitem que dói menos: o Portugal que nos enche de orgulho é feito de todas as cores!
"A bofetada de ouro: quando o sangue imigrante faz tão mais por Portugal do que os falsos patriotas de gabinete. Guardem com amor e carinho estes nomes: Agate, Gerson e Isaac
Domingo, na Polónia, o ar estava gélido, daquele que corta a pele e encolhe a alma aos mais distraídos. Mas, entre o tartan de Torun e o pódio que teima em falar português, o calor que nos chegou à alma não veio do sol, mas do voo. Do voo de Gerson Baldé, da passada imparável de Agate de Sousa e da resistência de aço de Isaac Nader. Três nomes que, no mapa da nossa euforia, desenharam a geometria perfeita da vitória: dois ouros e uma prata. Três medalhas que pesam tanto como a nossa História, mas que parecem não caber na balança de alguns.
É curioso, para não dizer sintomático, o silêncio que se abate sobre certas bancadas da nossa praça pública quando o brilho do ouro não condiz com a paleta de cores de quem advoga uma portugalidade de sangue puro e árvore genealógica imaculada. Enquanto o País real vibrava com o salto de Gerson — que limpou a fasquia como quem limpa o pó a um preconceito antigo — e se rendia ao talento de Agate, os arautos da exclusão, os defensores de uma pátria pequena e ranhosa, pareciam sem rede ou sem voz.
Onde andam os guardiões dos «portugueses de bem»?
Onde se meteram os que gastam o latim a dividir o «nós» dos «eles», quando o «eles» é, tantas vezes, o melhor de nós? Pelos vistos, o patriotismo desta nova direita radical, que cresce à sombra do medo e do ruído, é um patriotismo seletivo. Gostam da bandeira, mas preferem-na sem as mãos que a seguram, se essas mãos tiverem memórias de outras paragens ou apelidos que não soem a convento antigo.
Não há «portugueses de bem». Essa expressão é um escarro na face da nossa identidade. O que há é, e sublinhe-se, portugueses que fazem bem. Portugueses que sofrem no treino, que abdicam da juventude e que, na hora da verdade, elevam a esfera armilar ao topo do mundo.
Gerson, Agate e Isaac não são «imigrantes que correm por nós». São Portugal. Ponto final. Sem asteriscos, sem notas de rodapé, sem pedidos de autorização a quem se acha dono de uma linhagem que, na verdade, sempre foi feita de encontros, de partidas e de chegadas.
É de uma hipocrisia gritante celebrar as conquistas de Quinhentos e, depois, torcer o nariz aos que hoje, em sentido inverso, fazem o caminho da esperança para nos dar glória. Portugal sempre foi maior do que o seu território. A nossa verdadeira fronteira é o talento e a nossa língua é a da superação.
Quando Isaac Nader cerra os dentes na última curva, não está a correr pela sua herança; está a correr pela nossa esperança. Quando Agate voa sobre a areia, ela não está a saltar de um país para outro; está a aterrar no panteão dos nossos heróis desportivos.
Esta mudez da direita radical perante o sucesso destes atletas é a prova provada de que o seu projeto não é de amor à pátria, mas de ódio à diferença. Querem um Portugal a preto e branco, quando a nossa maior força sempre foi o tecnicolor da beleza da mistura.
O silêncio deles é o nosso maior aplauso. Porque enquanto eles se fecham em gabinetes a discutir quotas de pureza, o Gerson Baldé sobe mais alto, a Agate chega mais longe e o Isaac corre mais depressa.
Domingo, na Polónia, o hino nacional não desafinou. Foi cantado com sotaques diferentes, com peles de tons distintos, mas com o mesmo bater de coração.
No fim do dia, as medalhas não têm cor de pele; têm a cor do suor e a luz do orgulho. Portugal abraçou os seus filhos. Todos eles. E aos que ficam no canto, amargurados, a tentar definir quem pode ou não ser português, deixamos um conselho: olhem para o pódio. Lá em cima, o ar é mais puro e não se ouve o ruído da intolerância. Lá em cima, somos apenas Portugal. E como sabe bem ser este Portugal assim: livre, misturado e, acima de tudo, campeão."
Benfica: Rui Costa a pensar e a fazer bem
"Renovações com campeões do mundo sub17 são boas notícias para o Benfica, mesmo num plano de contingência que possa ter de ser aplicado.
Anísio Cabral renovou, Daniel Banjaqui já o fez e só falta o anúncio e, como escreve A BOLA, seguir-se-á José Neto. Três notícias boas para o Benfica e que, provavelmente, são uma das intenções mais lúcidas do presidente Rui Costa a nível da gestão desportiva. Porém, como tudo que é estratégico, terá de ter aplicação prática.
Como primeiro ponto é preciso revelar os três rapazes. A qualidade que têm demonstrado, já com provas na equipa principal. Sabemos que no futebol hoje pode estar-se no topo e amanhã dar-se um trambolhão. Não faltam exemplos no Benfica, já agora, de que assim é.
Posto isto, viremo-nos para as implicações das anunciadas renovações, que terão sempre de passar por uma aposta do treinador. Anísio, Banjaqui e Neto estarão nos planos para o plantel de 2026/27. Assim sendo, pode ser o fim do «scouting de emergência». Sob a batuta de uma estrutura técnica que os valorize (a presença de Mourinho no horizonte do clube e as suas próprias declarações sobre os jovens reforçam esta exigência), estes jogadores entram no balneário com selo de qualidade, criam uma base forte da formação e permitem ao Benfica ter também um núcleo que sente a mística. Mais importante, reduzem a necessidade de ter «suplentes de mercado» que custam milhões em comissões e salários e de qualidade por comprovar, como Issa Kaboré ou Jan-Niklas Beste.
Com a Champions em risco, apostar nestes talentos é também a forma mais eficaz de conter custos sem perder competitividade. Cada vaga no plantel principal preenchida por um Neto ou um Banjaqui é um investimento de milhões que o Benfica deixa de gastar num jogador vindo do estrangeiro e uma redução na folha salarial. Ou seja, converte-se o talento do Seixal em capital próprio, garantindo que o orçamento de transferências pode ser canalizado apenas para contratações cirúrgicas e diferenciadoras, como Mourinho seguramente «pedirá».
No entanto, para que a estratégia seja mestre e não apenas cosmética, é imperativo que estes jovens sejam, no mínimo, segundas opções reais. O tempo das «chamadas para treinos» acabou.
Se Banjaqui e companhia ficarem na bancada a ver passar minutos, o ativo desvaloriza e a motivação quebra. A estratégia só será efetiva se o treinador tiver a coragem de os lançar não só quando o titular vacila, mas numa lógica de gestão do plantel e de evolução do trio. Só assim o Benfica poderá vir a ter, em 2026/27, jogadores prontos para a titularidade absoluta e/ou para vendas astronómicas.
Rui Costa segurou o talento (perante assédio europeu também), mas o sucesso depende da evolução em campo. Se a estratégia for bem executada, o futuro do Benfica não está no mercado; está a assinar contrato no gabinete do presidente."
Viva Aursnes!
"1. O Benfica reuniu na noite de terça-feira um largo
grupo de convidados e um honrado contingente de
concorrentes aos prémios Cosme Damião, mais os
respetivos acompanhantes e ainda os membros
dos órgãos sociais do Clube e a da administração
da SAD. Ou seja, reuniu-se no Pavilhão n.º 2 uma
plateia bem composta para assistir à Gala com o
nome de uma figura fundadora do Benfica e do
“benfiquismo”, assinalando-se o 122.º aniversário
do Clube, cuja efeméride se comemorou no dia 28
do mês passado.
2. Foi uma noite norueguesa no que ao futebol profissional masculino diz respeito. Andreas Schjelderup
foi o vencedor do prémio para a Revelação do Ano
e Fredrik Aursnes foi o vencedor do prémio para o
Jogador do Ano. Ninguém de bom senso poderá
contestar as razões que levaram os sócios do Benfica a votar nesta dupla oriunda da Noruega.
3. Houve tempos em que os adeptos se deliciavam
com jogadores vindos dos Brasis e da Argentina,
agora é da Escandinávia que nos chegam estes
jogadores que nos encantam. O significado deste
fenómeno é que os tempos mudam, apenas isso.
4. Parabéns aos dois. O mais jovem, Schjelderup,
esteve quase de saída nos últimos mercados, mas
a sua perseverança manteve-o connosco. Hoje é
um titular do Benfica. Dá o que tem e o que não
tem, marca golos, assiste os companheiros.
A única coisa que lhe falta é aprender mais umas
quantas frases em português. Schjelderup chegou
ao Benfica em janeiro de 2023, já lá vão três anos,
tempo suficiente para mais do que uma
“boa noite a todos”.
5. Aursnes, por sua vez, chegou ao Benfica em agosto
de 2022 vindo do Feyenoord. Terá sido por indicação de Roger Schmidt e custou 13 milhões de
euros, segundo relatou a imprensa na altura. Como
é próprio de um trabalhador incansável, fez em
português todo o seu discurso de agradecimento
pelo Galardão que recebeu na noite de terça-feira.
6. “Não estava à espera deste prémio, acho que os
outros jogadores eram melhores, mas vou aceitar.
Eu sinto-me muito bem aqui e sou um benfiquista.”
Agradeceu ainda aos colegas, aos treinadores, ao
presidente, a todos os que acreditaram nele. Não
precisou de dizer mais nada para ter a merecida
salva de palmas.
7. Poucos jogadores do Benfica contratados nestes
últimos anos foram tão mal estimados pela
imprensa à chegada como Aursnes. Mas quem é
este sujeito? O que é que vem fazer um norueguês
para o Benfica? Pensam que vai tirar o lugar a
quem? As dúvidas cedo se dissiparam entre os
adeptos e nas redações dos jornais. Que bom é ter
este jogador connosco."
Leonor Pinhão, in O Benfica
Ganhámos todos
"A cerimónia dos Galardões Cosme
Damião é um dos mo mentos altos
anuais do Sport Lisboa e Benfica. Seis
atletas, um treinador e uma modalidade receberam esta semana a distinção,
mas não foram os únicos a ganhar nas
8 categorias em votação no site do
clube. No total, houve 32 vencedores,
o número de nomeados, mas quem
deve estar a festejar somos nós, os
benfiquistas, sócios, adeptos e simpatizantes dispersos pelo mundo.
Ter de escolher, na Revelação do
Futebol Masculino, entre Anísio,
Samu e Schjelderup ou, na Revelação Feminina, entre Carolina Tristão,
Clarinha e Thaís Lima, é um bálsamo
de esperança para o futuro. Nas
modalidades, o orgulho faz com que
se encha ainda mais o peito: Kutchy
(mago no futsal), Mariana Garcez
(decisiva no voleibol), Pedro Afonso
(máquina da velocidade nacional)
e Viti (artista nos rinques).
Foi difícil, com certeza, ter de escolher
entre melhor a modalidade da época
passada: a incrível equipa delas no
basquetebol, a épica conquista deles
no futsal ou o percurso histórico do
voleibol feminino – ecletismo e conquistas em estado puro.
Entre os atletas de alta competição,
não há como não ficar embevecido ao
ver o talento de Aimée Blackman no
hóquei em patins, a magia de Arthur
no futsal, a entrega e qualidade de Ben
Romdhane no basquetebol ou a história escrita nas estrelas do power couple Salomé Afonso e Isaac Nader no
atletismo. Entre os treinadores, que
qualidade esta, a de termos tido entre
nós, 4 vencedores com estilos tão distintos e eficazes: Cassiano Klein,
o cerebral no futsal, Norberto Alves,
o homem do leme do basquetebol, a
glória Paulo Almeida que personifica
o benfiquismo e o feito histórico de
Rui Moreira na reconquista, 50 anos
depois, do voleibol das senhoras.
Para o final, deixo os 10 vencedores
nomeados para o futebol profissional.
Nelas, o relógio alemão Anna Gasper,
a locomotiva Christy Ucheibe, a matadora Cristina Martin-Prieto, a muralha Lena Pauels e a todo o terreno
(e coração) Lúcia Alves. Neles, um trio
de defesas de meter respeito: Otamendi, António Silva e Tomás Araújo,
com o homem dos 7 instrumentos
que veio do frio, Aursnes, e a máquina
grega de fazer golos, com nome de
compositor, Vangelis Pavlidis. Mais
uns Galardões Cosme Damião, mais
uma noite em que os homens e as
mulheres do Glorioso foram justamente homenageados."
Até quando? Até onde?
"Abrimos o site da FPF e vemos
invariavelmente Pedro Proença. Ligamos o Canal 11 e lá está
Pedro Proença em todos os
espaços de emissão entre programas e jogos. Começo a
temer que as Selecções passem a usar a foto de Proença,
em vez das tradicionais Quinas
– como nos aventais do restaurante do Barbas.
Lembremos que este era o
homem que vinha para pacificar o futebol. E que há poucos
meses dizia, perante a estupefação geral, que o futebol português vivia um momento de
união.
O certo é que, apesar de toda a
cosmética e culto de personalidade tipo norte-coreano, se
olharmos sobretudo para a
arbitragem, as coisas andaram
muitos anos para trás.
Desde que existe VAR, não
tenho memória de 12 meses
tão negros na arbitragem portuguesa. O jogo de Arouca foi
apenas mais um exemplo de
uma actuação desastrada e
tendenciosa de árbitro e vídeo-árbitro.
Em jornadas sucessivas, lances
faltosos dentro da área dos
adversários do Benfica nem
sequer são revistos. Pelo contrário, ao arrepio dos protocolos,
qualquer picadela de mosquito
na área benfiquista é escrutinada até se encontrar a borbulha
que fundamente o castigo máximo. A gestão disciplinar dos
jogos é, digamos, criativa. E com
os rivais vai sucedendo o inverso. Em Arouca, o próprio árbitro
agarrou e empurrou Dahl com
modos que não me recordo de
ver em nenhum país do mundo.
E a forma despótica como tirou
António Silva da próxima jornada deixa poucas dúvidas sobre o
estado de espírito com que certos juízes entram hoje em
campo.
Muitos benfiquistas queixam-
-se do apoio do Clube a este
elenco federativo. Mas, além de
ser injusto inverter o ónus da
culpa (como a rapariga violada
porque estava de minissaia), a
verdade é que, mesmo sem o
suporte do Benfica, eles estariam lá. Porventura ainda com
menos vergonha do que a
pouca que já demonstram."
Luís Fialho, in A Bola
Mãe é Mãe!
"Parece um paradoxo, e na verdade acaba por ser, quando
sabemos que devemos educar
os nossos filhos com os valores
da justiça, da igualdade e da
liberdade, mas, por outro lado,
tendo contrariado nós próprios
esses valores, sofremos as consequências em privação de
liberdade e, ainda assim, temos
os nossos filhos junto connosco
para educar.
Esta é sem dúvida uma das
situações limite a que nenhum
de nós gostaria de se sujeitar.
Mas a vida é como é e, num
estado de direito, a lei é feita
para todos e tem de ser cumprida por todos. Num estado de
direito assume-se que os erros
se pagam, mas as oportunidades não se retiram, pelo que
toda a gente deve ter a possibilidade de se corrigir, mudar comportamentos e conquistar um
futuro diferente sem os erros do
passado. Para isso, a instituição
prisional é, não só punitiva, também uma instituição de reeducação de adultos e reintegração
social.
No entanto, quando falamos de
uma prisão em que as condenadas são mães e em que a Justiça
considera o mal menor que as
crianças na sua primeira infância fiquem delas mesmo em
ambiente prisional, a situação
complica-se, e adquire contornos difíceis de gerir. Por isso, a
instituição prisional procura
também adaptar-se, proporcionando às crianças o melhor que
pode ao nível da sua educação e
não as privando da relação com
a mãe numa altura tão importante da sua vida.
Mãe é Mãe, mas como fica o
coração materno, dividido entre
a alegria de ter a criança junto
de si e a culpa de estar presa?
Por isso são tão importantes atividades que ajudem estas
mulheres a reconstruir um
pouco do seu bem-estar emocional para que possam melhor
gerir a relação de maternidade
em benefício dos seus filhos.
É essa a razão de ser da Fundação Benfica: manter atuação
neste domínio, sempre com a
participação emotiva de atletas
nestas ações.
Obrigado, Benfica!"
Jorge Miranda, in O Benfica
terça-feira, 24 de março de 2026
Lixívia (25/26) 27 (-2 jogos)
Tabela Anti-Lixívia
Benfica......... 65 (-10) = 75
Sporting...... 65 (+9) = 56 (-1 jogo)
Corruptos...72 (+18) = 54
Braga............46 (-2) = 48 (-1 jogo)
Jornada marcada mais uma vez, pela manipulação nas análises!
Na Luz, num jogo sem grandes Casos, destaco os Amarelos perdoados ao Guimarães, principalmente ao Samu...
O outro 'Caso', foi uma saída a punhos do Trubin, onde na queda entrou em contacto com um adversário! Os analfabetos Dragartos, das redes sociais, tentaram comparar este lance, com a joelhada do Diogo Costa, ao Pavlidis, no recente Clássico!!! Quando o Trubin, somente provou que é possível, socar a bola, nestes lances, sem levar o joelho à frente, tal como o outro fez...!!!
De Alverca, destaco a tentativa de canonização do Mergulhador do Suaréz!!! O Pinheiro, mais uma vez, solicitamente marcou um penalty absurdo a favor dos Lagartos, o VAR Lagarto, acabou por ter vergonha e reverteu a decisão... pelo meio, o Suaréz quando se apercebeu que ia levar Amarelo, tentou 'limpar' a imagem de enganador.... e os jornaleiros entraram em delírio!!!
No jogo da jornada, muita choradeira Andrade! E sim, o Lagarto do Nobre, não beneficiou os Corruptos, como eles estão habituados, mas mesmo assim...
- No lance do Gul, o Amarelo é bem mostrado, pois o avançado dos Corruptos, não tem a bola controlada, nem tinha possibilidades de chegar à bola primeiro do que o outro defesa...
- No penalty, admito que fiquei admirado! A falta existe, o agarrão é 'preguiçoso', e persistente, mas normalmente contra os Corruptos, isto não é marcado...!!!
- Mas poucos minutos depois, aos 57', o grande erro da partida! E ninguém fala da jogada!!! A PorkosTV levou 4 minutos para mostrar uma repetição, os comentadores calaram-se, e os expert's nos pasquins e nas televisões, não analisaram este lance:
Zalazar a tentar isolar-se, com a bola controlada, e o Martim Fernandes, a perder a luta normal de braços, simplesmente atira-se para a relva, na trajetória do avançado, no sentido contrário para onde a bola se desloca! Uma interferência estilo NFL!!! Seria Vermelho, com 1-0 para o Braga, a 32m do fim!!! A reviravolta, seria muito mais improvável...
Anexos (I):
Benfica
5.ª-Santa Clara(c), E(1-1), Pinheiro(R. Moreira, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
7.ª-Gil Vicente(c), V(2-1), J. Gonçalves(Malheiro Pinto, D. Pereira), Prejudicados, (2-0), Sem influência
Sporting
10.ª-Alverca(c), V(2-0), Nobre(Rui Oliveira, T. Costa), Beneficiados, (0-0), Impossível contabilizar
Corruptos
6.ª-Rio Ave(f), V(0-3), Anzhony(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
19.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), Nobre(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
26.ª-Moreirense(c), V(3-0), Macedo(Cláudia R., P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
Braga
Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
9/3
Sporting
5/2
Corruptos
8/2
Braga
14/3
Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
6/3
Minutos:
109 - 32 = 77 (superioridade)
Sporting
8/1
Minutos:
158 - 27 = 131 (superioridade)
Corruptos
2/3
Minutos:
26 - 68 = 42 (inferioridade)
Braga
1/2
Minutos:
81 - 31 = 50 (superioridade)
B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
45(26) / 301 - 429 / 78(39)
Sporting
59(28) / 326 - 358 / 71(31)
Corruptos
62(29) / 355 - 342 / 66(32)
Braga
53(19) / 308 - 307 / 67(35)
Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
Pinheiro - -2
L. Ferreira - -2
J. Gonçalves - -2
Martins - -2
Guelho - -2
P. Ferreira - -2
Correia - -2
Bento - -2
Godinho - -2
Mota - -2
Sporting
Nobre - +3
P. Ferreira - +3
Godinho - +3
Rui Silva - +3
Baixinho - +3
R. Moreira - +2
L. Ferreira - +2
C. Pereira - +1
Cláudia R. - +1
J. Gonçalves - -1
Rui Costa - -3
Corruptos
Rui Costa - +8
J. Gonçalves - +5
Martins - +5
Vasilica - +3
Nobre - +3
Baixinho - +2
Esteves - +2
B. Costa - +2
Malheiro Pinto - +2
C. Pereira - +2
Pinheiro - +2
L. Ferreira - +2
Braga
Correia - +2
V. Santos - +2
J. Gonçalves - +1
Martins - -2
C. Pereira - -2
Cláudia R. - -2
Nobre - -3
Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
H. Carvalho - 3 (1/2)
J. Gonçalves - 3 (1/2)
Pinheiro - 3 (2/1)
Anzhony - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (1(1)
Nobre - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Godinho - 2 (1/1)
Guelho - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Correia - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (0/1)
Narciso - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
Sporting
Nobre - 3 (1/2)
J. Gonçalves - 2 (1/1)
Correia - 2 (0/2)
H. Carvalho - 2 (1/1)
Godinho - 2 (0/2)
D. R. Silva - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (0/2)
Nogueira - 2 (0/2)
Malheiro - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Macedo - 1 (1/0)
Baixinho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)
Corruptos
J. Gonçalves - 3 (0/3)
Godinho - 3 (2/1)
Nobre - 3 (2/1)
Veríssimo - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (0/2)
Baixinho - 1 (0/1)
Guelho - 1 (1/0)
Anzhony - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
Ramalho - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Macedo - 1 (1/0)
Braga
C. Pereira - 4 (1/3)
Nogueira - 4 (2/2)
Veríssimo - 2 (0/2)
J. Gonçalves - 2 (2/0)
Macedo - 2 (1/1)
Pinheiro - 2 (2/0)
Nobre - 2 (1/1)
Bessa - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (1/0)
D. R. Silva - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (0/1)
Correia - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Rosa - 1 (0/1)
Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
P. Ferreira - 4 (1/3)
Rui Costa - 3 (2/1)
L. Ferreira - 3 (2/1)
Esteves - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (0/2)
Barradas - 2 (2/0)
Martins - 2 (0/2)
Mota - 2 (1/1)
R. Moreira - 1 (1/0)
Bento - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Sporting
Martins - 3 (0/3)
Rui Costa - 3 (1/2)
Mota - 3 (1/2)
Bento - 2 (1/1)
L. Ferreira - 2 (0/2)
V. Santos - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
P. Ferreira - 1 (0/1)
Rui Silva - 1 (0/1)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Esteves - 1 (1/0)
R. Moreira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)
Corruptos
Rui Costa - 4 (1/3)
Martins - 4 (2/2)
Esteves - 3 (2/1)
P. Ferreira - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Bento - 2 (1/1)
Rui Oliveira - 2 (2/1)
L. Ferreira - 2 (0/2)
Mota - 1 (1/0)
Rui Silva - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (0/1)
Casegas - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (0/1)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Braga
Martins - 4 (2/2)
Rui Costa - 3 (0/3)
R. Moreira - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
Bento - 2 (2/0)
L. Ferreira - 2 (2/0)
Rui Silva - 2 (0/2)
Mota - 2 (2/0)
Esteves - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Esteves - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
P. Ferreira - 1 (1/0)
V. Santos - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
Eiras - 6
P. Felisberto - 5
Rui Cidade - 3
T. Leandro - 2
J. Fernandes - 2
P. Miranda - 2
C. Campos - 1
D. Pereira - 1
I. Pereira - 1
P. Brás - 1
H. Santos - 1
M. Vieira - 1
V. Maia - 1
Sporting
P. Felisberto - 4
P. Miranda - 3
Eiras - 2
P. Brás - 2
T. Costa -2
F. Pereira - 1
J. Pereira - 1
Á. Mesquita - 1
Bessa Silva - 1
Rui Cidade - 1
V. Maia - 1
M. Vieira - 1
Sílvia D. - 1
Vaz Freire - 1
Babo - 1
F. Silva - 1
N. Pires - 1
P. Sancho - 1
Corruptos
P. Felisberto - 5
P. Brás - 2
Eiras - 2
J. Fernandes - 2
V. Maia -2
P. Martins - 1
H. Ribeiro - 1
Vaz Freire - 1
Á. Mesquita - 1
Cláudia R. - 1
P. Ferreira - 1
M. Azevedo - 1
I. Pereira - 1
N. Pires - 1
M. Martins - 1
M. Vieira - 1
P. Sousa - 1
P. Ribeiro - 1
P. Mota - 1
Braga
T. Leandro - 2
Eiras - 2
P. Felisberto - 2
V. Maia - 2
Á. Mesquita - 2
P. Miranda - 2
Mira - 1
Rui Teixeira - 1
I. Pereira - 1
F. Silva - 1
Bessa Silva - 1
Babo - 1
Cláudia R. - 1
M. Azevedo - 1
V. Marques - 1
Vaz Freire - 1
P. Sancho - 1
P. Sousa - 1
J. Pereira - 1
P. Mota - 1
Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
P. Ferreira - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 2 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
B. Costa - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
R. Costa - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Sporting
Martins - 0 + 3 = 3
Nobre - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
J. Gonçalves - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Malheiro Pinto - 0 + 1 = 1
Corruptos
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
Braga
C. Pereira - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
P. Ferreira - 0 + 4 = 4
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Pinheiro - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Anzhony - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Barradas - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Guelho - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
D. R, Silva - 1 + 0 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Bento - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Sporting
Nobre - 3 + 0 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Mota - 0 + 3 =3
Malheiro Pinto - 0 + 3 = 3
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
D. R. Silva - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Bessa - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Corruptos
Rui Costa - 0 + 4 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Godinho - 3 + 0 = 3
Nobre - 3 + 0 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Braga
C. Pereira - 4 + 0 = 4
Nogueira - 4 + 0 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 1 (-1 jogo)
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-1 jogo)
Jornada 4 (~1 jogo)
Jornada 5 (+1 jogo)
Jornada 26 (-2 jogos)
Anexos(XI):
Épocas anteriores:
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