O INDEFECTÍVEL
Pelo Benfica! Sempre!
Últimas indefectivações
quarta-feira, 20 de maio de 2026
Afonso Eulálio: a força de uma camisola
"Afonso Eulálio é um corredor de poucos rótulos. Para o definir, precisamos de pensar duas vezes e não há garantia de que fiquemos convencidos com a resposta. Talvez ele próprio esteja a passar pela fase fascinante em que os limites não existem. Sendo um ciclista em autodescoberta, começou a exploração pelo topo.
Chegado o segundo dia de descanso, há um português a liderar o Giro. Quando o figueirense se colocou em fuga na etapa 5, não sabia no que se estava a meter. Apesar de ter deixado escapar a vitória - seria a sua primeira como profissional - para Igor Arrieta, alcançou a liderança da classificação geral e abriu uma distância substancial para o grupo de favoritos.
A Bahrain-Victorious tem arredado a cortina e mostrado os bastidores da epopeia. Num dos vídeos divulgados, no interior do autocarro-hotel da equipa que o figueirense representa, o experiente colega de 38 anos, Damiano Caruso, explica-lhe que “muitos esperam uma carreira inteira por um dia” a usar a camisola rosa. Eulálio não carregou a responsabilidade durante uma corrida: já vai em quatro.
No início de 2025, Afonso Eulálio anunciou em primeira mão à Tribuna Expresso que ia participar pela primeira vez no Giro. Não era uma prova para a qual estivesse inicialmente escalado, mas os primeiros contactos com o World Tour transmitiram aos responsáveis a confiança necessária à inclusão numa corrida de três semanas. Os receios eram válidos. Até aí, a carreira tinha tido rédea curta e os melhores momentos cingiam-se aos seis dias vestido de amarelo na Volta a Portugal. Acabaria por abandonar a competição ao longo da estreia na Volta a Itália, mas não sem antes deixar a sua marca passando em primeiro lugar no alto do Mortirolo. Mais à frente na época, destacar-se-ia no Mundial do Ruanda, onde terminou no nono lugar.
Eulálio foi contratado para ter um papel secundário na Bahrain-Victorious. O próprio sempre o assumiu sem que lhe fossem detetados sinais de desmotivação. A humildade para aceitar plenamente o trabalho fê-lo evoluir até atingir o nível - ainda assim, não definitivo - em que está hoje. As oportunidades nunca são pequenas demais quando o beneficiado lhes dá o devido valor.
Mais do que ter vestido a rosa, está a defendê-la como algo que verdadeiramente lhe pertence. O apego criado para com a camisola está a fazer Afonso Eulálio superar-se, atingindo patamares competitivos aos quais nunca teria chegado se não estivesse envolvido na acérrima proteção da indumentária.
Precisaria de ganhar asas para chegar a Roma de rosa, mas o feito indelével de Afonso Eulálio deixa-o na companhia de Acácio da Silva e João Almeida na lista de portugueses que vestiram a maglia do líder da classificação geral. Embora tenha estabelecido como objetivo vencer etapas, foi surpreendido com uma conquista tão grande ou maior. A liderança do Giro até pode ser ilusória, ao contrário da realista ambição de terminar numa das posições cimeiras. “É um claro candidato ao pódio”, apontou em análise feita para a Eurosport o vencedor de sete grandes voltas, Alberto Contador.
Antes do Giro retomar com o contrarrelógio de 42 km, Afonso Eulálio tem planos que passam por “parar num bom café e comer um bom bolo”. “Espero que todos os portugueses estejam orgulhosos e, quando chegar o dia de perder a camisola, continuem a acreditar em mim e a apoiar-me.”
O que se passou
Na luta pelo segundo lugar do campeonato, o Sporting não cedeu contra o Gil Vicente e esvaziou o efeito da vitória do Benfica contra o Estoril. Menos feliz ficou o Tondela, que acabou despromovido à II Liga e vai ser rendido por outro clube do distrito, o Académico de Viseu.
O FC Porto limitou-se a cumprir calendário e festejou ainda mais o título conquistado. Lá por fora também se comemorou. O Celtic venceu a liga escocesa e destroçou o Hearts, líder durante 250 dias. Em Inglaterra, o Manchester City levantou a FA Cup.
A novela criada em torno do futuro de Mourinho continua por resolver. O Benfica fez uma proposta de renovação, mas o Real Madrid, um clube no meio do caos, parece ter levado a melhor. No entra-e-sai do futebol português, Otamedi já se despediu dos encarnados. O Sporting também disse adeus a Morita. Em sentido contrário, chegou Zalazar. Já Pizzi terminou a carreira no Estoril.
Se está com problemas em encontrar cromos da Panini, não se preocupe. Por aqui, todos os dias até ao Mundial lhe trazemos um. Na saqueta desta semana, saiu Bebé, Robert Prosinečki, Kevin-Prince Boateng, Thomas Ravelli, Johan Vonlanthen, Yaya Touré e Andy van der Meyde."
Senegal: El-Hadji Diouf, o gabarola com mais cartões amarelos do que golos
"Brilhou na histórica campanha da sua seleção em 2002, chegou como uma estrela a Liverpool. Mas, em Inglaterra, ficou mais conhecido pela indisciplina — e por uma desagradável tendência de cuspir em pessoas — do que pelo talento.
Talvez o problema sejam as métricas. O modo como avaliamos as coisas. Vejamos.
Fosse um jogador avaliado pelo seu exagero verbal, pelas pouco modestas palavras que profere, e El-Hadji Diouf, capaz de se colocar na mesma frase de Maradona, seria candidato à Bola de Ouro. Ou, por outro lado, fosse um futebolista medido pelos cartões que leva, e não pelos golos que marca, e Cristiano Ronaldo que tomasse nota deste adversário-
Bem, se quisermos ser mais específicos, caso a arte de cuspir estivesse enquadrada dentro dos talentos a levar para um relvado, e então El-Hadji Diouf seria o incontestado rei que ele acredita ser. É possível que seja o resto do mundo a medir mal a realidade.
Eis El-Hadji Diouf. Um olheiro viu-o, jovem, nas ruas de Dacar e levou-o para França, o roteiro habitual do viveiro de talento do Senegal. Após representar Sochaux, Rennes e Lens, fez as malas para Liverpool, aterrando em Anfield cheio de expectativa.
É nos reds que podemos começar a realizar uma contabilidade particular na carreira do avançado. Primeira temporada: seis golos, nove cartões amarelos. Nada mau. Segunda época: zero golos. Nenhum. Amarelos? 13. Vermelhos? Um.
“Deve ser o único número nove da história a ficar um ano inteiro em branco. Ele era sempre o último a chegar aos treinos”, acusa Jamie Carragher, um dos pesos-pesados daquele balneário. Diouf podia ter falta de pontaria em campo, mas não com as palavras, respondendo de forma curta e direta, argumentando, de forma complexa e ponderada, que Carragher é “uma merda”.
Steven Gerrard, a estrela do Liverpool, classificava-o como “egoísta”. Resposta? “Gerrard era um invejoso, porque eu tinha o mundo aos meus pés. As pessoas gostam dele em Liverpool, mas ele nunca fez nada pelo país dele. Eu sou o senhor El-Hadji Diouf, o senhor Senegal. Ele é o senhor Liverpool e o Senegal é maior que Liverpool.”
Saindo de Anfield para o Bolton galático, onde foi companheiro de Hierro, Okocha, Nakata ou Anelka, Diouf foi cimentando o hábito de marcar pouco, mas fazer grandes manchetes. No Sunderland, por exemplo, fez zero golos, mas ameaçou Anton Ferdinand, colega de equipa, de esfaqueamento, na sequência de uma discussão. No Blackburn Rovers, onde apontou quatro golos ao longo de três época — amarelos: 11, vermelhos: um —, não se apresentou para uma pré-época, sumindo, desaparecendo.
Pelo Leeds, onde marcou sete golos, o segundo valor mais alto desde que saiu de França, nunca conseguindo chegar à dezena de festejos, o CV apresenta ser detido após uma cena de pancadaria numa discoteca em Manchester e ser expulso na sequência de gestos obscenos na direção de adeptos do Brighton.
A atribulada carreira apresenta 101 golos, os quais perdem perante os 126 amarelos. A justificação? “Sou um leão, tenho mau perder e não há problema em ter mau perder.”
Ainda assim, a métrica que mais singulariza El-Hadji é mesmo a das cuspidelas. Foi havendo várias para amostra: na direção de um adepto do West Ham em 2002, contra um adepto do Celtic em 2003, forçando a polícia a intervir pelo conflito com as bancadas escocesas, para um jovem de 11 anos do Middlesbrough, para Arjan de Zeeuw, do Portsmouth.
2002 e o rugir dos leões
Claro que houve ocasiões de brilhantismo. El-Hadji Diouf venceu o prémio de jogador africano do ano duas vezes consecutivas, em 2001 e 2002, um triunfo consecutivo só imitado por Abedi Pelé, Samuel Eto'o, Yaya Touré, Mohamed Salah e Sadio Mané.
Foi em 2002, no Mundial da Coreia e do Japão, que se deu o apogeu da carreira. Com 21 anos, era pensamento comum assumir que aquilo não seria um pináculo, mas sim o começo de algo. Não foi.
No Oriente, Diouf apresentou-se veloz, agressivo, voador, com uma certa urgência em campo, levando consigo os sonhos senegaleses. Os leões de Teranga estreavam-se na prova e o primeiro encontro não poderia ser mais simbólico.
Senegal-França. Colonizado contra colonizador. Debutantes contra campeões do mundo e da Europa em título. “A maior parte da economia é gerida por franceses, derrotá-los foi brutal para nós”, recorda Diouf.
Para abrir uma competição de surpresas, um choque: triunfo dos africanos por 1-0. El-Hadji Diouf foi eleito o melhor em campo, aguçando a expectativa dos adeptos do Liverpool, já informados que, na época seguinte, aquela pérola vestiria de vermelho. Na caminhada senegalesa rumo aos quartos de final, Diouf manteve um nível alto, agitando, provocando, impressionando, ainda que, fiel ao que seria o resto da carreira, o número de amarelos tenha superado o de golos (1-0).
Seria aquele o apogeu. “Colocámos o Senegal no mapa. Antes do Mundial ninguém conhecia o Senegal, mas depois toda a gente queria saber onde ficava. O que Maradona fez pelo seu país é o que eu fiz pelo Senegal. Fui um dos grandes nomes do Mundial 2002”, lembrou à BBC.
No pós-carreira, El-Hadji manteve-se altamente influente na sociedade senegalesa. Foi conselheiro do presidente Macky Sall, no cargo entre 2012 e 2024, fundou um jornal e um ginásio. Durante a caótica final da passada CAN, a mediação de Diouf, num raro instante de razoabilidade e sangue frio, ajudou os senegaleses a regressarem ao campo.
Sem modéstias, o homem dos 126 amarelos grita: “Sou o maior atleta senegalês de todos os tempos. Quem fez melhor que eu no desporto senegalês? Quem?”
(A última polémica de El-Hadji Diouf arrisca-se sempre a passar rapidamente ao estatuto de penúltima. Horas antes da escrita deste texto, o senegalês foi condeado a um ano de prisão, com pena suspensa, por incumprir as obrigações financeiras para com a sua ex-mulher, nomeadamente a pensão de alimentos da filha.)"
Benfica até ao fim
"1. Jonas esteve na Luz e foi junto ao relvado onde fez
coisas mirabolantes que falou para a BTV. “Aqui é a
minha casa. Amo este clube. Tomara que o Benfica
faça um grande jogo e vença”, disse o extraordinário avançado brasileiro que participou – e de que
maneira – em 4 títulos de campeão nacional para o
historial do nosso clube.
2. Do nosso clube e do clube dele porque Jonas nunca
escondeu a marca que o Benfica nele deixou.
“É uma ligação muito forte. Foram os anos mais
incríveis da minha vida e vou levar sempre o Benfica no meu coração”, disse na entrevista conduzida por João Martins para o canal de televisão do
Benfica.
3. Lamentavelmente não se concretizaram os votos
de Jonas para o jogo com o Sporting de Braga que
se seguiria dali a momentos e que foi o último jogo
realizado na Luz nesta temporada, que começou
bem com a conquista da Supertaça ainda no verão
e que, daí em diante, se saldou por um acumular de
desilusões.
4. Na segunda-feira, com Jonas a assistir – Jonas que
marcou 137 golos em 183 jogos com a nossa camisola –, o Benfica não venceu o jogo e somou o seu
6.º empate em casa para a Liga. Voltemos ao brasileiro que chegou ao Benfica a 12 de setembro de
2014 dispensado pelo Valência a custo zero. “Aqui
é a minha casa”, foi o que começou por dizer,
tocando no coração dos benfiquistas.
5. Falou bem Jonas. A Luz é a casa dele e é a casa de
todos os benfiquistas. É a casa onde nos sentimos
bem e onde a equipa de futebol se sente bem. Se a
equipa de futebol não se sente bem a jogar “em
casa” é porque temos um problema. Os 12 pontos
perdidos neste ano na Luz são muito eloquentes e
alertam para uma questão real que tem de ser
resolvida. O Benfica não pode perder campeonatos
com os pontos desperdiçados na Luz como aconteceu nesta temporada e em temporadas anteriores.
6. A Luz foi o Inferno da Luz durante décadas a fio.
As equipas adversárias temiam só a ideia de
entrar em campo. Há muitos relatos sobre este
tema feitos por muitos jogadores que nos visitaram. Atualmente não é bem assim que as coisas
se passam. O Estádio da Luz não pode ser o Inferno da Luz para o Benfica. Tem de ser o Inferno da
Luz para os outros.
7. Empatando com o Sporting de Braga, o Benfica
deixou de ser dono do seu destino na luta pelo
2.º lugar e pelo acesso à Liga dos Campeões.
Depois do empate em Famalicão, o treinador do
Benfica disse que só um milagre permitiria chegar
a essa posição. Falta agora uma jornada para o fim
da prova e veremos o que acontece em Alvalade e
no Estoril no sábado. Se não houver milagre, que
haja Benfica até ao fim."
Leonor Pinhão, in O Benfica
Fartinho disto
"Estou farto de árbitros e arbitragens
no futebol português. Não foi preciso a
época chegar ao fim e os objetivos do
SL Benfica não terem sido alcançados
para vir falar no tema e chamar os
ditos pelos nomes. Não estive sentadinho à espera das contas finais para
poder dizer o que penso sobre o papel
decisivo dos árbitros na classificação
geral. Estava na cara desde os primeiros jogos da temporada, no verão passado. E nas épocas anteriores, se quisermos ser intelectualmente honestos.
A nossa equipa falhou em momentos
decisivos, com desperdícios inacreditáveis em frente à baliza ou erros
defensivos e táticos que resultaram
em golos dos adversários, mas isso faz
parte do desporto, de qualquer modalidade. Apesar da azia desses momentos, consigo entender que tudo pode
acontecer na alta competição. O que
não pode ser decisivo é o papel que as
terceiras equipas tiveram, têm e vão
continuar a ter nos resultados.
Na noite da passada segunda-feira, só
ficou surpreendido quem acordou
recentemente de algum coma induzido. Em caso de dúvida, os “profissionais” do apito conseguiram sempre
encontrar uma artimanha para anular
golos, puxar a régua para foras de jogo
milimétricos, interromper jogadas
para os lances não se inserirem no
protocolo do VAR ou decidir por pontapés de baliza em vez de cantos. São os
truques dos artistas para quebrar
dinâmicas, inclinar campos, enervar
equipas e mudar o sentido dos jogos.
Foi desta forma que o Glorioso se viu
atirado para o terceiro lugar da classificação e quem disser o contrário está
a filtrar a realidade.
Tão chocante como esta postura
incompetente dos árbitros é ver benfiquistas a virar o foco das críticas apenas para jogadores, treinadores e dirigentes do Clube. E até para com os
benfiquistas que escolheram nas
urnas os destinos do Clube. Sim, muitos erros foram cometidos: nas contratações, nas vendas, nas tomadas de
posição públicas ou nas decisões institucionais (como o silêncio ou apoio
tímido na corrida às presidências da
Federação e da Liga), mas isso apaga
todo o mal que foi feito à equipa principal de futebol? Não. Os pontos que fizeram a diferença na tabela são explicados com erros cirúrgicos de arbitragem.
Basta ver a diferença de critérios das
decisões de grandes penalidades, mas
tudo isso parece ser esquecido em prol
de ódios pessoais. Lamento essa postura, tal como lamento os erros próprios em momentos-chave. A diferença
é que uns são propositados e os outros
fazem parte do desporto."
Ricardo Santos, in O Benfica
Até ao fim
"Em futebol não há impossíveis.
E ao Benfica cabe lutar até ao
último segundo, do último jogo,
pelo único objectivo que lhe
resta – e que dois empates
sucessivos deixaram em mãos
de terceiros.
O jogo com o Braga foi um retrato fiel do Campeonato. Terminou
com um empate, e foram os
empates que afastaram a equipa da luta pelo título. Muitos
deles, como este, permitidos
depois de estarmos a vencer.
Muitos deles, como este, fruto
de uma preocupante ineficácia
diante da baliza adversária.
Muitos deles, como este, cedendo golos difíceis de tolerar. Muitos deles, como este, com dedo
da arbitragem.
A frustração do adepto dispara
agora em todas as direcções.
É assim o futebol – ora nos apaixona e faz vibrar de euforia, ora
nos deprime e revolta, quando
os resultados não são os que
desejamos.
Toda a época carece de uma
profunda reflexão interna.
Houve erros próprios, e fingir
que não aconteceram não ajudará o Benfica a encontrar as
soluções. Mas as coisas não
são a preto e branco, e há
demasiadas zonas cinzentas a
contribuir para a situação a
que chegámos.
A pré-temporada foi atípica, e
entre Mundial de Clubes e pré-eliminatórias europeias quase
não houve férias. Mudou-se de
treinador. Saíram jogadores
importantes. Mas nem factores
internos ou de contexto podem
iludir o que foi a arbitragem ao
longo desta época – na sequência, aliás, do que já vinha a
acontecer na anterior.
A arbitragem portuguesa bateu
no fundo. O próprio VAR transformou-se num instrumento de
manipulação, fruto de um protocolo em que o único critério
parece ser prejudicar o Benfica.
E isto não pode continuar.
Omitir a influência que as arbitragens tiveram nas competições não é justo, e também distorce qualquer análise objectiva
que possamos fazer. Talvez o
título tenha sido perdido apenas
pelo Benfica. O 2.º lugar, não."
Luís Fialho, in O Benfica
Uma bola do tamanho do mundo
"Uma bola tem a forma e o tamanho do mundo.
Não parece, porque é pequena, não parece porque é apenas um objeto, não parece porque
parece um brinquedo, mas na verdade uma bola
é tudo isso e muito mais. Uma bola é um poderoso meio de interação, de comunicação e de
interação entre as pessoas. E não só – através de
uma bola a espécie humana comunica entre si e
também com outras espécies que connosco
vivem em simbiose, os animais de estimação,
cada vez mais conhecidos como pets. Mas não é
da capacidade que esse objeto fantástico tem
para nos pôr a falar com os animais de que aqui
se trata. Só isso já não seria pouco, é certo, mas
quando a podemos utilizar para estabelecer
pontos entre os diferentes, para ajudar a pacificar relações e mesmo para reconstruir amizades entre povos, então a pequena esfera chega
ao campo dos gigantes e assume verdadeiramente o tamanho e a importância do mundo.
Não é por acaso que ao longo da história vimos
episódios desconcertantes por entre os horrores da guerra, como por exemplo a famosa partida de futebol das trincheiras da Primeira Guerra
Mundial, quando franceses e alemães sedentos
de normalidade e paz, por um momento, esqueceram porque os tinham mandado para ali e
foram capazes de interagir pacificamente e de
lutar com lealdade no relvado sem que ninguém
tivesse de morrer. Que dizer ainda da importância política a que o grande jogo pode ascender?
São inúmeros os exemplos, mas não esqueçamos, porque não se podem esquecer, os heróis
prisioneiros dos campos de concentração nazi
que enfrentaram no campo os seus opressores
e contra eles conseguiram a vantagem. Uma
vantagem que lhes custaria caro, mas que,
arriscando a própria vida como se viria a verificar, levantou por instantes a dignidade de um
povo, e uma vez mais a bola entrou no campo
dos gigantes. Hoje, em escala modesta, mas
igualmente importante, cada vez mais clubes
instituem fundações para que essa magia da
bola possa ser convertida em ação, do combate
à exclusão, do combate à xenofobia, do desenvolvimento pessoal e social dos jovens, do envelhecimento ativo, do desporto adaptado, entre
um conjunto, cada vez mais difícil de enunciar,
de áreas de intervenção e inovação social que
ajudam a reduzir as injustiças, a transformar as
injustiças sociais e a transformar o mundo para
melhor. Uma vez mais, uma bola pequena nos
pés de gigantes. E por falar em gigantes, compete à Fundação Benfica cumprir essa nobre missão em nome do Benfica e dos benfiquistas, e
essa é a maior honra que alguém pode ter no
seu trabalho. Servir o mundo e a humanidade,
levantando as cores da sua paixão."
Jorge Miranda, in O Benfica
terça-feira, 19 de maio de 2026
Lixívia (25/26) 34
Tabela Anti-Lixívia
Benfica......... 80 (-16) = 96
Sporting...... 82 (+10) = 72
Corruptos...88 (+23) = 65
Braga..............59 (0) = 59
Última jornada, em mais uma fraude do Tugão!
Basta observar que os Corruptos, terminam o Campeonato com mais faltas assinaladas contra, do que os seus adversários mas mesmo assim, os adversários são mais castigados disciplinarmente!!!
Enquanto o Benfica termina, com um diferencial enorme entre as faltas assinaladas contra, comparando com as faltas marcadas contra, mas mesmo assim a nível disciplinar é praticamente tão castigado, como os rivais, com diferenciais de faltas muito inferiores!!!
E estamos a falar das faltas assinaladas e nós vemos os critérios tão diferentes usados pelos apitadeitos nos nossos jogos!!!
Na festa da Corrupção, mais um erros absurdo! Um murro na bola!!! Sim, um murro, boxe futebolístico!!! Não é um ressalto, porque existe um movimento claro do jogador Corrupto em direção à bola... Foi um daqueles movimentos instintivos, de quem deixa 'cair alguma coisa no chão' e tenta agarrar desesperadamente...
Em Braga, a vergonha começou com a normação do Corrupto do Famalicão-Benfica! Como era esperado, depois de decidir a classificação e quem se qualifica para a Champions, na jornada seguinte foi 4.º árbitro, e duas semanas depois, está a apitar um jogo decisivo para decidir a manutenção, e fez merda novamente!!! Não sei se tentou mandar o Estrela para a Liguilha ou se tentou salvar o Casa Pia, mas o penalty assinalado a favor do Braga, foi absurdo!!! Felizmente, o Estrela ainda conseguiu empatar...
No Alvalixo, o homem responsável pela Taça de Portugal Lagarta da época anterior, veio 'festejar' o título do 2.º lugar no Tugão esta época!!!
Perdoou vários Amarelos à Lagartada durante o jogo... mas o lance mais determinante, foi quando evitou marcar um penalty contra o seu Clube, Lagarto, ao apitar uma falta inexistente sobre o Morita! Nem deixou o lance chegar ao fim, apitou antes da conclusão da jogada, para sabotar uma suposta intervenção do VAR (apesar de ter simulado estar a ouvir o VAR, quando o VAR não podia intervir...)!
O jogador do Gil Vicente, joga simplesmente a bola, e depois, acaba por tocar no adversário posteriormente, sem falta...
Um bom exemplo, deste tipo de jogadas, aconteceu no Estoril, onde o Barreiro desperdiça uma excelente oportunidade de golo, chutando por alto, e à posterior o Central do Estoril em carrinho acaba por tocar sem perigo no Barreiro... ninguém protestou um eventual penalty!!!
Na Amoreira, mesmo sem grandes Casos, mais um jogo com um critério disciplinar torto! O facto do Benfica terminar a época, com mais faltas assinaladas a favor, mesmo com os critérios tortos dos árbitros, deve-se à total impunidade que os nossos adversários sentem! Jogam de forma muito mais agressiva contra o Benfica, do que contra os Corruptos ou os Lagartos, onde têm medo de colocar o pé... contra o Benfica, sabem que estão 'protegidos'!!!
Antes que apareçam os trolls do costume, a gozar com a diferença pontual em mais uma Lixívia, recordo que estes erros com influência nos resultados, só acontecem repetidamente, devido à impunidade! Os crimes sexuais dentro da Igreja só aconteceram nos números que aconteceram devido ao sistemático encobrimento! A impunidade criminal tem como consequência imediata, a potencialização dos actos criminais! Sem castigo, os procedimentos repetem-se, e repetem-se, e repetem-se...
Anexos (I):
Benfica
5.ª-Santa Clara(c), E(1-1), Pinheiro(R. Moreira, P. Felisberto), Prejudicados, Impossível contabilizar
7.ª-Gil Vicente(c), V(2-1), J. Gonçalves(Malheiro Pinto, D. Pereira), Prejudicados, (2-0), Sem influência
33.ª-Braga(c), E(2-2), Pinheiro(L. Ferreira, V. Maia), Prejudicados, Beneficiados, (5-3), (-2 pontos)
Sporting
10.ª-Alverca(c), V(2-0), Nobre(Rui Oliveira, T. Costa), Beneficiados, (0-0), Impossível contabilizar
29.ª-Estrela(f), V(0-1), D. R. Silva(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, Prejudicados, (1-2), Impossível contabilizar
34.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), Godinho(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (3-1), Impossível contabilizar
Corruptos
6.ª-Rio Ave(f), V(0-3), Anzhony(Rui Silva, Á. Mesquita), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
19.ª-Gil Vicente(c), V(3-0), Nobre(Casegas, M. Vieira), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
26.ª-Moreirense(c), V(3-0), Macedo(Cláudia R., P. Felisberto), Beneficiados, Impossível contabilizar
29.ª-Estoril(f), V(1-3), Godinho(Rui Oliveira, F. Monteiro), Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
Braga
28.º-Moreirense(f), V(0-1), B. Costa(Esteves, H. Coimbra), Nada a assinalar
31.ª-Santa Clara(f), D(2-1), Godinho(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
33.ª-Benfica(f), E(2-2), Pinheiro(L Ferreira, V. Maia), Beneficiados, Prejudicados, (5-3), (+2 pontos)
Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
13/4
Sporting
9/4
Corruptos
10/2
Braga
16/5
Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade):
Benfica
6/4
Minutos:
109 - 85 = 24 (superioridade)
Sporting
10/1
Minutos:
195 - 27 = 168 (superioridade)
Corruptos
2/4
Minutos:
26 - 70 = 44 (inferioridade)
Braga
2/3
Minutos:
82 - 48 = 34 (superioridade)
B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Benfica
54(30) / 368 - 523 / 97(50)
Sporting
73(34) / 421 - 461 / 91(42)
Corruptos
77(35) / 458 - 432 / 89(43)
Braga
74(30) / 380 - 388 / 87(45)
Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
J. Gonçalves - -2
Martins - -2
Guelho - -2
P. Ferreira - -2
Bento - -2
Godinho - -2
Mota - -2
H. Carvalho - -2
Cláudia R. - -2
Rui Oliveira - -2
Correia - -4
Pinheiro - -4
L. Ferreira - -4
Sporting
L. Ferreira - +5
Nobre - +3
P. Ferreira - +3
Godinho - +3
Rui Silva - +3
Baixinho - +3
Narciso - +3
R. Moreira - +2
C. Pereira - +1
Cláudia R. - +1
J. Gonçalves - -1
Ramalho - -2
Casegas - -2
Rui Costa - -3
Corruptos
Rui Costa - +8
J. Gonçalves - +7
Martins - +5
L. Ferreira - +4
Vasilica - +3
Nobre - +3
Baixinho - +2
Esteves - +2
B. Costa - +2
Malheiro Pinto - +2
C. Pereira - +2
Pinheiro - +2
H. Carvalho - +2
Bento - +2
Guelho - +1
Mota - +1
Braga
Correia - +3
V. Santos - +2
J. Gonçalves - +1
Pinheiro - +1
L. Ferreira - +1
P. Ferreira - +1
Martins - -2
C. Pereira - -2
Cláudia R. - -2
Nobre - -3
Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
Pinheiro - 5 (3/2)
H. Carvalho - 4 (1/3)
J. Gonçalves - 3 (1/2)
Anzhony - 2 (2/0)
B. Costa - 2 (1(1)
Nobre - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Godinho - 2 (1/1)
Vasilica - 2 (1/1)
Correia - 2 (1/1)
Nogueira - 2 (0/2)
Guelho - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (1/0)
Sporting
Nobre - 4 (2/2)
D. R. Silva - 3 (2/1)
J. Gonçalves - 3 (1/2)
Godinho - 3 (1/2)
Correia - 2 (0/2)
H. Carvalho - 2 (1/1)
B. Costa - 2 (0/2)
Nogueira - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (1/1)
Malheiro - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (1/0)
Vasilica - 1 (1/0)
Macedo - 1 (1/0)
Baixinho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Ramalho - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (1/0)
Corruptos
Godinho - 4 (2/2)
J. Gonçalves - 4 (1/3)
Nobre - 3 (2/1)
Veríssimo - 2 (1/1)
Bessa - 2 (0/2)
Pinheiro - 2 (0/2)
Guelho - 2 (2/0)
C. Pereira - 2 (1/1)
D. R. Silva - 2 (2/0)
Macedo - 2 (1/1)
Baixinho - 1 (0/1)
Anzhony - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (1/0)
Narciso - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (1/0)
Ramalho - 1 (0/1)
Vasilica - 1 (1/0)
H. Carvalho - 1 (0/1)
Braga
C. Pereira - 5 (2/3)
Nogueira - 4 (2/2)
Veríssimo - 3 (0/3)
Pinheiro - 3 (2/1)
J. Gonçalves - 2 (2/0)
Macedo - 2 (1/1)
Nobre - 2 (1/1)
B. Costa - 2 (1/1)
D. R. Silva - 2 (1/1)
Anzhony - 2 (2/0)
Correia - 2 (1/1)
Bessa - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (1/0)
H. Carvalho - 1 (0/1)
Rosa - 1 (0/1)
Godinho - 1 (0/1)
Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
Rui Costa - 5 (2/3)
P. Ferreira - 4 (1/3)
L. Ferreira - 4 (3/1)
Barradas - 3 (3/0)
M. Oliveira - 3 (1/2)
Esteves - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Martins - 2 (0/2)
Mota - 2 (1/1)
Rui Oliveira - 2 (0/2)
R. Moreira - 1 (1/0)
Bento - 1 (1/0)
V. Santos - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Sporting
Rui Costa - 4 (2/2)
L. Ferreira - 4 (2/2)
Martins - 3 (0/3)
Mota - 3 (1/2)
V. Santos - 3 (1/2)
Bento - 2 (1/1)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
P. Ferreira - 2 (0/2)
Casegas - 2 (1/1)
Esteves - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (2/0)
Rui Silva - 1 (0/1)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)
R. Moreira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)
Corruptos
Rui Costa - 4 (1/3)
Martins - 4 (2/2)
Esteves - 3 (2/1)
Rui Oliveira - 3 (2/2)
L. Ferreira - 3 (0/3)
P. Ferreira - 3 (2/1)
Bento - 3 (2/1)
Malheiro Pinto - 2 (2/0)
Mota - 2 (2/0)
M. Oliveira - 2 (1/1)
Rui Silva - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (0/1)
Casegas - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (1/0)
Piscarreta - 1 (0/1)
Braga
Martins - 5 (3/2)
Rui Costa - 3 (0/3)
Esteves - 3 (2/1)
Mota - 3 (2/1)
Rui Silva - 3 (1/2)
L. Ferreira - 3 (2/1)
R. Moreira - 2 (0/2)
Malheiro Pinto - 2 (1/1)
Bento - 2 (2/0)
P. Ferreira - 2 (2/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Esteves - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (0/1)
V. Santos - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Casegas - 1 (1/0)
Piscarreta - 1 (0/1)
Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
Eiras - 6
P. Felisberto - 6
Rui Cidade - 3
T. Leandro - 2
J. Fernandes - 2
P. Miranda - 2
D. Pereira - 2
V. Maia - 2
C. Campos - 1
I. Pereira - 1
P. Brás - 1
H. Santos - 1
M. Vieira - 1
Bessa Silva - 1
Moisés - 1
F. Monteiro - 1
P. Ribeiro - 1
Sporting
P. Felisberto - 4
P. Miranda - 3
V. Maia - 3
Eiras - 3
P. Brás - 2
T. Costa -2
Bessa Silva - 2
F. Pereira - 1
J. Pereira - 1
Á. Mesquita - 1
Rui Cidade - 1
M. Vieira - 1
Sílvia D. - 1
Vaz Freire - 1
Babo - 1
F. Silva - 1
N. Pires - 1
P. Sancho - 1
M. Vieira - 1
Catarina C. - 1
I. Pereira - 1
H. Santos - 1
Corruptos
P. Felisberto - 5
V. Maia -3
Eiras - 3
P. Brás - 2
J. Fernandes - 2
P. Sousa - 2
P. Martins - 1
H. Ribeiro - 1
Vaz Freire - 1
Á. Mesquita - 1
Cláudia R. - 1
P. Ferreira - 1
M. Azevedo - 1
I. Pereira - 1
N. Pires - 1
M. Martins - 1
M. Vieira - 1
P. Ribeiro - 1
P. Mota - 1
P. Miranda - 1
F. Monteiro - 1
T. Leandro - 1
P. Sancho - 1
Braga
P. Miranda - 3
Á. Mesquita - 3
V. Maia - 3
T. Leandro - 2
Eiras - 2
P. Felisberto - 2
P. Sancho - 2
Mira - 1
Rui Teixeira - 1
I. Pereira - 1
F. Silva - 1
Bessa Silva - 1
Babo - 1
Cláudia R. - 1
M. Azevedo - 1
V. Marques - 1
Vaz Freire - 1
P. Sousa - 1
J. Pereira - 1
P. Mota - 1
H. Coimbra - 1
M. Vieira - 1
Cátia T. - 1
L. Ferreira - 1
Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
P. Ferreira - 0 + 3 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 2 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
B. Costa - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Sporting
Martins - 0 + 3 = 3
Nobre - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Rui Costa - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Malheiro Pinto - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Corruptos
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
P. Ferreira - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Bento - 0 + 1 = 1
Piscarreta - 0 + 1 = 1
Braga
C. Pereira - 3 + 0 = 3
Veríssimo - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Nogueira - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Rui Silva - 0 + 2 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
D. R. Silva - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Correia - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Piscarreta - 0 + 1 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1
Anexos(IX):
Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Pinheiro - 5 + 0 = 5
Rui Costa - 0 + 5 = 5
P. Ferreira - 0 + 4 = 4
L. Ferreira - 0 + 4 = 4
H. Carvalho - 3 + 0 = 3
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Barradas - 0 + 3 = 3
M. Oliveira - 0 + 3 = 3
Anzhony - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
Vasilica - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Rui Oliveira - 0 + 2 = 2
Guelho - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
D. R, Silva - 1 + 0 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Bento - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Sporting
Nobre - 4 + 0 = 4
Rui Costa - 0 + 4 = 4
L. Ferreira - 0 + 4 = 4
D. R. Silva - 3 + 0 = 3
J. Gonçalves - 3 + 0 = 3
Godinho - 3 + 0 = 3
Martins - 0 + 3 = 3
Mota - 0 + 3 =3
Malheiro Pinto - 0 + 3 = 3
V. Santos - 0 + 3 = 3
Correia - 2 + 0 = 2
H. Carvalho - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
Nogueira - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Casegas - 0 + 2 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Bessa - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Macedo - 1 + 0 = 1
Baixinho - 1 + 0 = 1
Guelho - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
R. Moreira - 0 + 1 = 1
Corruptos
Godinho - 4 + 0 = 4
J. Gonçalves - 4 + 0 = 4
Rui Costa - 0 + 4 = 4
Martins - 0 + 4 = 4
Nobre - 3 + 0 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Rui Oliveira - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
P. Ferreira - 0 + 3 = 3
Bento - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
Bessa - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
Guelho - 2 + 0 = 2
C. Pereira - 2 + 0 = 2
D. R. Silva - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 0 + 2 = 2
Baixinho - 1 + 0 = 1
Anzhony - 1 + 0 = 1
Nogueira - 1 + 0 = 1
Narciso - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
B. Costa - 1 + 0 = 1
Ramalho - 1 + 0 = 1
Vasilica - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Rui Silva - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Piscarreta - 0 + 1 = 1
Braga
C. Pereira - 5 + 0 = 5
Martins - 0 + 5 = 5
Nogueira - 4 + 0 = 4
Pinheiro - 3 + 0 = 3
Rui Costa - 0 + 3 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Rui Silva - 0 + 3 = 3
L. Ferreira - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
J. Gonçalves - 2 + 0 = 2
Macedo - 2 + 0 = 2
Nobre - 2 + 0 = 2
B. Costa - 2 + 0 = 2
D. R. Silva - 2 + 0 = 2
Correia - 2 + 0 = 2
R. Moreira - 0 + 2 = 2
Malheiro Pinto - 0 + 2 = 2
Bento - 0 + 2 = 2
Mota - 0 + 2 = 2
Anzhony - 2 + 0 = 2
P. Ferreira - 0 + 2 = 2
Bessa - 1 + 0 = 1
Fonseca - 1 + 0 = 1
H. Carvalho - 1 + 0 = 1
Rosa - 1 + 0 = 1
Cláudia R. - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
M. Oliveira - 0 + 1 = 1
Casegas - 0 + 1 = 1
Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 1 (-1 jogo)
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-1 jogo)
Jornada 4 (~1 jogo)
Jornada 5 (+1 jogo)
Jornada 26 (-2 jogos)
Jornada 27 (-2 jogos)
Jornada 28 (-2 jogos)
Jornada 29 (-2 jogos)
Jornada 30 (+2 jogos)
Anexos(XI):
Épocas anteriores:
Subscrever:
Mensagens (Atom)






