100% de acordo.
— Fever Pitch (@Fever_PitchFC) August 24, 2026
A Sport Tv é um operador premium que custa 30€/mês a quem subscreve. Não faz sentido olharem para as live modes, nem encherem os canais com influencers e palhaçadas. Quem paga não quer nada disso. Quem quer essa "nova" abordagem, não paga e vai para o YouTube.… https://t.co/EqI6dEavfU
O INDEFECTÍVEL
Pelo Benfica! Sempre!
Últimas indefectivações
terça-feira, 25 de agosto de 2026
Macaquinhos de imitação !!!
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
6.ª Supertaça
22-10
Esta é daquelas secções onde a superioridade do Benfica é enorme! Mudámos de treinador, por opção do ex-treinador, reforçamos o plantel, e se não houver surpresas, vamos dominar as competições internas! A grande dúvida, é o que esta equipa poderá fazer na Europa...
PS: No Masculino, perdemos a Supertaça para o Sporting por 31-24, após uma 1.ª parte desgraçada. Treinador novo, e um autêntica revolução no plantel. Vamos evoluir seguramente, mas a zona Central da defesa, a falta de bombardeiros de longa distância deixaram alguma preocupação, sendo que neste momento o objetivo realista, será o 2.º lugar...
Parecia com os copos... mais uma vez!
Varandas não resistiu a comentar a possivel contratação de Palhinha pelo Benfica. E confirmou o que se sabia. O Sporting quis o jogador e depois afastou-se. E isso é algo que, confirmando-se o regresso de Palhinha a Portugal, Varandas teve que se possa virar contra si. 👇
— Polvo das Antas - Em Defesa do SL Benfica (@moluscodasantas) August 23, 2026
Vira as costas!!!
Alem da expulsao a Catamo, perdoada por Verissimo, aqui nem cartão amarelo a Suarez. Este é o grande problema dos árbitros. O critério disciplinar faz mais mossa do que os lances que todos discutem todas as semanas. É vergonhosa a forma como não conseguem manter o criterio. https://t.co/2GjA8hsIZt
— Polvo das Antas - Em Defesa do SL Benfica (@moluscodasantas) August 23, 2026
Verdíssimo a espalhar magia...
A habitual impunidade com Fábio Verissimo. Um dos arbitros de estimação do Apito Verde. Aos 22', Catamo devia ter sido expulso. pic.twitter.com/9Sa510pmLa
— Polvo das Antas - Em Defesa do SL Benfica (@moluscodasantas) August 23, 2026
Marco Silva: o Benfica voltou a acreditar
"Em poucas semanas de trabalho, Marco Silva conseguiu valorizar um plantel que parecia desacreditado e criar grandes expectativas nos adeptos encarnados. O que mudou no Benfica com Marco Silva?
O caminho
Marco Silva é um treinador com muita experiência ao mais alto nível. Esteve nove anos na Premier League, considerada por muitos a liga mais competitiva e com mais qualidade do mundo.
Treinou clubes que não tinham grandes ambições de títulos, mas as suas equipas tiveram sempre um ADN muito claro: dominar os adversários com bola.
O Fulham tinha a alcunha de equipa yo-yo, porque subia e descia de divisão com frequência. Com Marco Silva, as coisas mudaram. Passou a ser uma equipa de meio da tabela, capaz de lutar pelos lugares europeus e de apresentar um futebol dominador em qualquer estádio e frente a qualquer adversário.
Era uma equipa com coragem, porque queria sempre assumir o jogo. Esta forma de jogar valorizou o clube e os seus jogadores. Foi durante o seu período no Fulham que o clube realizou as maiores transferências da sua história.
Muitos, incluindo eu, estranharam a mudança de Inglaterra para Portugal, sobretudo para um Benfica com uma gestão sem um rumo definido. Acredito que a possibilidade de vencer títulos e acordar um monstro adormecido teve muita influência na sua decisão.
A Identidade
Chegou ao Benfica com uma bagagem de experiência enorme. Pelo conhecimento que tem da liga portuguesa, do Benfica e do passado recente, Marco Silva sabia que podia causar impacto. Estar num clube grande nesta altura da carreira é também muito motivador.
Pode implementar as suas ideias com argumentos que não tinha na Premier League e lutar por objetivos diferentes. Desde a assinatura do contrato, Marco Silva sabia o que queria para o Benfica. A sua proposta de jogo é diferente da dos últimos anos.
Para o técnico encarnado, o Benfica tem de ser sempre uma equipa dominadora e com um futebol ofensivo. Num clube como o Benfica, isso pode fazer toda a diferença.
Conhecendo a realidade portuguesa, Marco Silva sabe que uma equipa que joga para ganhar, que assume o jogo e que proporciona espetáculo tem maiores possibilidades de criar ligação com os adeptos. Por isso, parece-me que há uma diferença na escolha do treinador.
Em vez de um perfil vencedor, baseado sobretudo nos títulos, com que Rui Costa justificou a contratação de José Mourinho, o Benfica contratou um treinador que joga para vencer, algo que não acontecia há anos.
A mudança
Em poucas semanas de Marco Silva na Luz, as mudanças são óbvias. De um plantel que muitos consideravam desequilibrado, com pouca qualidade em algumas posições, de repente os jogadores parecem outros.
O Benfica domina os adversários, cria inúmeras ocasiões de golo por jogo, marca e também falha muitos. A ligação da equipa é visível. Existem movimentos bem definidos e a pressão é feita de forma coletiva e organizada. A intensidade aumentou. Este é um ponto que pode fazer muita diferença este ano.
Marco Silva vem de Inglaterra, onde a intensidade é uma norma, e trouxe métodos de trabalho que têm essa exigência como referência.
Parece-me que os jogadores do Benfica estão mais preparados para jogar durante mais tempo num ritmo elevado. A forma como se treina, a gestão da condição física e a adaptação do corpo ao ritmo pretendido são importantes para conseguir manter esta intensidade.
Defensivamente, a equipa fica mais exposta, mas isso também é consequência da forma como o treinador encarnado pretende jogar. Para limitar esse risco, terá de encontrar mecanismos que permitam à equipa condicionar o adversário no momento da perda de bola. Assumir esta forma de jogar requer coragem, organização, preparação e qualidade. O Benfica tem vindo a fazê-lo.
Também implica jogar no risco, mas quem vê o Barcelona ou o Bayern jogar percebe que esse é um risco que pode valer a pena correr. Claro que ainda há muito a melhorar coletivamente.
O regresso de Aursnes ou a chegada de Palhinha serão mais-valias que deverão melhorar a qualidade coletiva da equipa. Não sei o que o futuro trará. O que sei é que Marco Silva conseguiu voltar a trazer alegria ao Estádio da Luz e a empolgar os adeptos. Apesar da evolução clara em tão pouco tempo, a realidade é que os momentos difíceis irão chegar. Nesse momento, a equipa terá de ter outros argumentos, como união e compromisso, para conseguir superar os obstáculos.
Uma nova vida
Pela forma ofensiva como a equipa se está a apresentar, destaco três jogadores.
Pavlidis é o pêndulo da equipa. Se o Benfica mantiver esta forma de jogar e esta agressividade ofensiva, não tenho dúvidas de que o grego vai marcar muitos mais golos do que na última época. A diferença é que a equipa cria muito mais ocasiões de golo.
Prestianni merece destaque pelo momento de forma, pela qualidade técnica, pelo que acrescenta ofensivamente e pela forma como reage à perda e se envolve no trabalho defensivo. Depois de uma época difícil e de um jogo de pré-época frente ao Flamengo, em que os jogadores brasileiros foram particularmente duros com ele na sequência do episódio envolvendo Vinícius Júnior, o jovem de apenas 20 anos demonstrou enorme qualidade e personalidade. Num contexto que podia tê-lo quebrado, respondeu da melhor forma: jogando futebol.
Por fim, destaco Rafa. Marco Silva conseguiu trazer o sorriso a Rafa. Há muito tempo que não se via um Rafa tão motivado, comprometido e a jogar numa posição onde, no passado, não teve muito sucesso. A realidade é que, até ao momento, Rafa parece feliz. E um Rafa feliz tem qualidade e capacidade para criar muitos desequilíbrios.
A VALORIZAR:
RODRIGO MORA
A Roma fez o seu maior investimento de sempre em Mora. Todo um mundo novo se abre para o jovem jogador. Tem a oportunidade de continuar a evoluir num contexto difícil, mas desafiante.
A VALORIZAR:
VAN DER GAAG
O regresso do Marítimo à elite do futebol nacional está a correr muito bem. As exibições não foram brilhantes, mas os resultados ajudam a aumentar a confiança. São poucas as equipas que vencem em Famalicão."
Atualidade benfiquista
"São vários os temas abordados nesta edição da BNews.
1. Reforço integrado
Circati já trabalha no Benfica Campus.
2. Empréstimo
João Rego vai evoluir no Casa Pia.
3. Calendário
O desafio entre Benfica e Estoril, referente à 4.ª jornada da Liga Betclic, está agendado para 31 de agosto, às 20h15, no Estádio da Luz.
4. Mercado nas camadas jovens
Anisse Saidi chega ao Benfica por empréstimo. Mauro Furtado é transferido para o Girona.
5. Lutar por duas Supertaças
Hoje, o Benfica disputa duas Supertaças de andebol em Santo Tirso. Nos masculinos, às 19h00, frente ao Sporting; nos femininos, às 15h00, ante o CJ Almeida Garrett.
6. Últimos resultados
A equipa B empatou 1-1 com o Portimonense. Os Juvenis ganharam, por 5-1, ao Nacional.
No jogo de apresentação da equipa masculina de futsal do Benfica, vitória dos encarnados, por 3-2, frente ao Eléctrico. A equipa feminina de futsal está na final da Oeiras Valley Woman Futsal Cup, depois de eliminar o Torreense nas meias-finais (5-1).
7. Mais jogos do dia
Os Juniores defrontam o Torreense, às 17h00, no Benfica Campus.
8. Movimentações do defeso
Pelegrín Vargas, voleibolista internacional porto-riquenho, é reforço do Benfica. À Luz chega também o basquetebolista Okechukwu Okeke.
9. Chamada internacional
Eduardo Francisco está convocado pela seleção angolana de basquetebol.
10. Bons desempenhos
Agate Sousa e Arialis Martínez, atletas do Benfica, em destaque na Liga Diamante.
11. Espírito solidário
Fundação Benfica e o plantel de futebol feminino do Clube proporcionaram um momento especial a um grupo de beneficiários da APCAS – Associação de Paralisia Cerebral de Almada Seixal.
12. Casa Benfica Fundão
Esta embaixada do benfiquismo celebrou o 27.º aniversário."
Quem cuida do treinador?
"Há uma pergunta que fazemos poucas vezes a um treinador ou a quem lidera: como estás?
Perguntamos pelo resultado. Pelo próximo jogo. Pela classificação. Pelo jogador A, B ou C. Pela decisão que correu mal. Pela solução para amanhã. Perguntamos quase sempre pelos outros. Raramente perguntamos por ele.
Matías Lucuix, selecionador argentino de futsal, colocou recentemente esta questão de uma forma que merece reflexão. Falava sobre a profissão de treinador, sobre a pressão, a necessidade permanente de motivar, preparar, decidir e apresentar resultados, quando lançou uma pergunta simples: «quem cuida de nós?»
A pergunta ficou-me. O desporto de alto rendimento evoluiu extraordinariamente na forma como cuida do atleta. Hoje monitorizamos carga, sono, alimentação, recuperação, fadiga, estado emocional e risco de lesão. Existem médicos, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, analistas e especialistas em diferentes áreas do rendimento. Percebemos que, para exigir rendimento, temos de criar condições para que esse rendimento aconteça, mas há alguém sentado no banco a quem continuamos a pedir uma disponibilidade quase ilimitada.
O treinador tem de estar emocionalmente equilibrado quando a equipa não está. Tem de transmitir confiança quando ele próprio tem dúvidas. Tem de proteger jogadores, gerir expectativas, resolver conflitos, comunicar com dirigentes, enfrentar a comunicação social, tomar decisões impopulares e, no fim, ganhar.
Se ganha, cumpriu. Se perde, tem que dar explicações e, muitas vezes, sai.
Existe aqui uma contradição. Pedimos inteligência emocional ao treinador, mas nem sempre lhe damos espaço para ter emoções. Pedimos-lhe segurança quando vive permanentemente na incerteza. Pedimos-lhe que cuide, sem perguntar quem cuida dele. E isto ultrapassa o desporto.
Um CEO entra numa reunião e todos esperam respostas. Um diretor recebe os problemas que os outros não conseguiram resolver. Um presidente de Câmara enfrenta diariamente decisões que afetam milhares de pessoas e tem de responder às expectativas de uma comunidade, mesmo quando não existem soluções simples. Um professor gere as emoções de uma turma. Um médico precisa de transmitir segurança a uma família. Um treinador entra no balneário depois de uma derrota e sabe que vinte pessoas vão procurar no seu rosto uma indicação sobre aquilo que acontecerá a seguir.
A liderança tem uma característica curiosa: quanto maior a responsabilidade, menor parece ser a autorização para demonstrar fragilidade. Mas onde coloca o líder tudo aquilo que absorve?
A história de Lucuix ajuda-nos a compreender melhor esta questão. Antes de ser treinador, foi um dos grandes talentos do futsal argentino. No Mundial de 2012, aos 26 anos, sofreu uma lesão gravíssima. Seguiram-se operações, complicações e quase três anos de tentativas de recuperação. A primeira preocupação era voltar a jogar. Depois passou a ser voltar a andar normalmente. Durante esse processo sentiu algo que ainda hoje influencia a sua forma de liderar: o isolamento.
Um jogador gravemente lesionado não perde apenas a possibilidade de competir. Deixa de treinar com os seus colegas, de viajar, de concentrar, passa menos tempo no balneário e começa, progressivamente, a afastar-se daquilo que constituía a sua identidade. Os jogos acontecem. A equipa continua, mas ele fica.
Lucuix sabe o que esse afastamento provoca porque o viveu e sentiu. Por isso, enquanto treinador, procura manter os jogadores lesionados próximos da equipa, envolvidos e ligados ao grupo.
Há aqui, na minha opinião, uma extraordinária lição de liderança: transformar aquilo que nos faltou naquilo que passamos a oferecer aos outros.
Falamos muito da adversidade como instrumento de resiliência. Cair, levantar, superar, mas há outra consequência da adversidade menos discutida: pode tornar-nos mais atentos.
Quem já esteve de fora percebe melhor quem ficou de fora.
Quem já sentiu insegurança reconhece-a mais depressa. Quem já precisou de ajuda pode compreender melhor a importância de ajudar. A vulnerabilidade, quando compreendida, pode transformar-se numa competência de liderança. Claro que não significa romantizar o sofrimento nem acreditar que é necessário sofrer para liderar. Significa sim perceber que a experiência só ganha verdadeiro valor quando conseguimos transformá-la em aprendizagem útil para os outros.
Há ainda outra dimensão desta discussão. O treinador passa grande parte do tempo a cuidar da confiança dos jogadores, enquanto a sua própria confiança é permanentemente colocada à prova pelo resultado. E o resultado importa sempre e prevalece sobre praticamente tudo.
Um treinador de alto rendimento não pode esconder-se atrás do processo quando não ganha, mas existe uma diferença entre responsabilizar alguém pelo resultado e reduzir todo o seu trabalho ao resultado. Uma bola no poste pode alterar uma classificação. Uma lesão pode mudar uma época. Uma decisão num segundo pode alterar meses de trabalho. O líder é responsável por muitas coisas que não controla totalmente. Viver diariamente dentro dessa diferença tem um custo elevado…
As organizações que procuram alto rendimento deveriam, por isso, acrescentar uma pergunta às suas métricas de performance: quem sustenta as pessoas que sustentam a organização?
Não se trata de proteger os líderes da exigência. Trata-se antes de criar condições para que consigam suportá-la. Um treinador que procura apoio psicológico não é menos forte. Um diretor que admite uma dúvida não perde necessariamente autoridade. Um líder que pede ajuda não deixa de liderar.
Durante demasiado tempo confundimos liderança com invulnerabilidade. Queremos líderes fortes, competentes, exigentes, ambiciosos e capazes de decidir sob pressão. Devemos continuar a querê-los assim, mas se esperamos que cuidem de equipas durante muito tempo, precisamos também de construir equipas e organizações capazes de cuidar deles.
Lucuix conhece os dois lados. Conheceu a vulnerabilidade do jogador que deixou subitamente de conseguir fazer aquilo que definia grande parte da sua vida. Hoje conhece a responsabilidade de liderar uma das maiores potências do futsal mundial. Entre essas duas experiências existe uma ideia que serve para o futsal, para o futebol e para qualquer organização: ninguém deixa de precisar de cuidado porque passou a ser responsável por cuidar dos outros.
Antes de perguntarmos ao treinador ou ao líder qual é a solução para o próximo problema, podemos começar por uma pergunta bem mais simples: Como estás?"
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