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sábado, 9 de março de 2024

Visão: Vitórias e Património - Pietra...

BI: Fórum...

Golos...

‘Scorpion Kika’ e o bem que fará ao futebol


"Quantas raparigas não terão visto o golo da jogadora do Benfica e se imaginado a imitar esse pontapé, se possível na grandiosa final de um Campeonato do Mundo, o palco dos palcos?

Não sei quantos anos tinha quando vi um Pelé de braço ao peito e costelas partidas derrotar os Nazis e um árbitro tirano, consequência da monumentalidade de um pontapé de bicicleta indefensável e repetido vezes sem conta em câmara lenta. O Rei despira o manto e vestira a pele de Luis Fernández, soldado nascido em Trinidad e Tobago às ordens de Sua Majestade, entretanto enclausurado num campo de concentração alemão. Tinha talento para fintar meio mundo, ariano ou não, como explicou numa das melhores cenas, antes do encontro propriamente dito: Dão-me a bola aqui e eu faço isto, isto, isto, isto… e golo!, deixando um rasto de ésses sucessivos de uma área à outra, perante o riso dos colegas.


Michael Caine, que ficara sem o giz dessa vez, era o capitão e treinador improvisado, Stallone tinha vindo do futebol americano para se tornar herói decalcado anos mais tarde por Ricardo na defesa de penáltis com as mãos vazias, e os sempre discretos Bobby Moore e Van Himst apareciam, como muitos outros futebolistas, sob disfarce. Um deles era Carlos Rey, um aspirante a Nureyev que desenhava uma estranha dança no ar, saltando e levantando a bola com o calcanhar por cima de si e de um rival. Tantas vezes tentei, umas vezes com sucesso outras nem por isso, mimetizar aquilo que batizei, como especialidade gastronómica, cabrito à Ardiles. Osvaldo Ardiles, então um desconhecido posto a descoberto pelos créditos finais.


Esse Fuga para a Vitória deixara em nós uma fome de tal modo insaciável que levar-nos-ia, anos a fio, à procura de mais. Os clubes de vídeo hoje extintos eram verdadeiras bibliotecas, numa era em que streaming era palavra por inventar. Foi nos fundos da papelaria central das Mercês, onde os sócios alugavam VHS por 24 ou 48 horas, a não ser que se esquecessem da devolução e tinham de pagar multa, que encontrei um novo filme de futebol. Hotshot – Sede de Vencer, trazia de novo Pelé às nossas vidas, desta vez a responder pelo nome Santos (tinha de ser) e a ensinar esse pontapé de bicicleta, agora na praia, a um tal de Jimmy Kristidis. Quem antes não tinha conseguido dar esse salto de fé recebia agora um manual passo a passo, que deixaria qualquer aspirante a craque sem desculpas para não realizar o seu sonho e o de quase todos: marcar um golo assim e, se possível, na final do Campeonato do Mundo. Algo que nem Pelé conseguiu fazer, apesar das duas oportunidades e de todo o talento que se lhe reconhece.


Depois ou ao mesmo tempo, vieram tantos outros que completaram a obra. Gestos que fizeram mais pelo jogo do que qualquer decisão ou aposta política. Hugo Sánchez e Van Basten interpretaram a bicicleta à sua maneira, Roberto Carlos desafiou a física em efeitos com rasto de cometa, Josimar disparou RPG do meio-campo, e Ronaldo e Ronaldinho preferiram vírgulas a pontos finais, fosse com a bola nos pés ou em momentos atribulados da carreira. Higuita criou a defesa em forma de paraquedas. Denilson, Rivaldo e Laudrup fintaram meio planeta, porém foi Romário quem registou a patente do drible da vaca. Nunca o chatearam por marcar golos de bico, apenas quando se esquecia de voltar das férias. Platini, Baggio e Zico converteram livres de filigrana, Zidane fez soltar a inveja de malabaristas e Cristiano derrubou todas as barreiras, reescrevendo recordes. Messi e Maradona juntaram o impossível à genialidade e tornaram-se inigualáveis.
O desporto não existe sem heróis. Ou feitos heróicos. Desafios à normalidade.
Ainda se estará, por isso, por perceber a magnitude do impacto que alguém como Kika Nazareth pode vir a ter no futebol feminino em Portugal. Até mesmo para lá do dia, que se espera longínquo, em que decidir pendurar as botas de vez no vestiário. Que os deuses a protejam.
Quantas raparigas não se deixarão inspirar por aquele pontapé de escorpião ao Albergaria que, ainda que filmado à distância com pouca definição, repetições limitadas e sem super slow motion e num palco com apenas mil pessoas à volta, correu o país e viajou, via internet e redes sociais, bem para lá das suas fronteiras? Acredito que muitas. É uma das suas a encurtar distâncias e a provar-lhes que também serão capazes disso e de muito mais. Crianças e jovens, raparigas, mas também rapazes. Aos 21 anos, não há dúvidas de que já desbrava o caminho.


A atacante do Benfica e da Seleção não se reduz a uma única genialidade pouco comum. A forma como festejou esse e todos os momentos especiais que viveu na ainda curta carreira diz-nos que se diverte. Que gosta do que faz. E essa pureza, que se perdeu de certa maneira entre os homens, é única, vale ouro e é parte muito importante na forma como se expressa nos relvados. Quando se é feliz, o sucesso surge sempre com uma maior naturalidade.
O futebol feminino dificilmente alguma vez será parecido com o masculino, seja pela especificidade morfológica ou pelo desabrochar tardio, fruto de recalcamentos ou escassos apoios, porém se há alguém que nos pode fazer esquecer o que os separa será sempre quem pensa e executa como ela. Com um brilhantismo que não tem género.
Kika há muito que parece especial. A cabeça levantada, o jeito com que acaricia a bola e a domina na perfeição e o foco no passe de rotura justificam o 10 sempre mágico que transporta sem peso aparente às costas. Ainda não terá desenvolvido uma condição física que lhe permita 90 minutos de alta rotação, e talvez até possa não ser esse o caminho, contudo a visão que apresenta não parece ter rival em campo, sobretudo nos relvados nacionais. Quando é preciso encontrar espaço é a ela que recorrem. E corresponde sempre.
Acredito sinceramente que a jovem terá uma carreira brilhante, desde que a sorte a acompanhe, porém muito mais importante do que isso será o número de raparigas que viu aquele pontapé de escorpião e o revê desde então vezes sem conta, imaginando-se a fazê-lo. Tal como Pelé ou Ardiles num filme dos anos 80, ou tantos heróis depois, Kika pode já estar a inspirar milhares. Sem que se aperceba."

O adeus a um dos grandes


"Minervino Pietra, antigo jogador e treinador do Sport Lisboa e Benfica, faleceu aos 70 anos. Este é o tema em destaque na BNews.

1. Sport Lisboa e Benfica de luto
Pietra deixou-nos aos 70 anos. Foi um notável exemplo da Mística benfiquista, servindo o Clube com paixão e competência como jogador, treinador e observador. Contribuiu para a conquista de 31 títulos e troféus oficiais, 13 como jogador e 18 como treinador adjunto.
O velório realiza-se na segunda-feira, 11 de março, entre as 18h00 e as 22h00, no Centro Funerário de Cascais, em Alcabideche. A cerimónia de despedida é no mesmo local, no dia seguinte, às 11h30, seguida da cremação no cemitério de Rio de Mouro.

2. Resultado injusto
Benfica e Rangers empataram 2-2 na Luz, em jogo a contar para a 1.ª mão dos oitavos de final da Liga Europa.
Roger Schmidt elogia a exibição, lamenta o resultado escasso e perspetiva o jogo seguinte da eliminatória: "Jogámos bom futebol, a equipa deu tudo e claro que merecia vencer. Para este jogo, não foi um bom resultado, porque fomos muito melhores do que eles. Os adeptos apreciaram isso e apoiaram a equipa de uma maneira muito boa. Agora, temos de vencer em Glasgow. Claro que vai ser um jogo diferente, porque é no estádio deles, mas temos a confiança para fazer um bom jogo lá e vencer."

3. Confiança para a 2.ª mão
Para Otamendi, "o importante é a união do grupo e ser sempre positivo". O capitão de equipa salienta que "o público apoia sempre, os adeptos estão sempre presentes".
Florentino acredita na continuidade em prova: "Podíamos ter feito mais golos, fizemos tudo dentro de campo. O que queremos continuar a fazer é lutar pelas frentes em que estamos, a Liga Europa é uma delas, e vamos dar tudo para passar à próxima fase."
E, segundo Aursnes, "temos de olhar em frente, pensar no próximo jogo e tentar vencer. Temos de continuar juntos, hoje merecíamos vencer. Penso que temos boas hipóteses de seguir em frente".

4. Vitória em andebol
O Benfica recebeu o Vitória de Setúbal e venceu, por 31-22.

5. Sessão de autógrafos
Cinco atletas da equipa feminina de futebol do Benfica vão estar presentes na Benfica Official Store – Freeport nesta sexta-feira, 8 de março, às 15h00.

6. Embates europeus
Neste fim de semana há dois jogos de competições europeias no feminino.
Em andebol, o Benfica recebe o Armada Praxis Yalikavaspor, amanhã, às 13h00, na Luz, na 1.ª mão dos quartos de final da EHF European Cup Women.
Em hóquei em patins, jogo na Luz, às 12h00 de domingo, com o CP Esneca Fraga, relativo à última jornada da fase de grupos da WSE Champions League.

7. Mais partidas no sábado
A equipa B recebe o Santa Clara, às 15h30, no Benfica Campus; os Sub-19 visitam o FC Porto, às 11h00, no estádio Dr. Jorge Sampaio; à mesma hora, os Sub-17 atuam em Braga.
Quanto às modalidades de pavilhão, o Benfica tem os seguintes jogos: às 15h00 é visitado pelo Galomar, em basquetebol; em voleibol recebe o Leixões, às 17h00; às 21h00 desloca-se a Turquel, em hóquei em patins; à mesma hora recebe o EDC Gondomar, em futsal no feminino.

8. História Agora
Veja a rubrica habitual das manhãs de quinta-feira na BTV."

Benfica em risco de não ter adeptos na Europa


"O Sport Lisboa e Benfica informa que foi sancionado pela UEFA com a proibição de venda bilhetes aos seus adeptos para o próximo jogo europeu a realizar fora de casa, estando a aplicação dessa pena suspensa durante o período de dois anos.
A decisão da UEFA tem por base a deflagração de tochas e o arremesso de objetos durante a recente partida realizada em Toulouse, a contar para a Liga Europa. A decisão implica ainda o pagamento imediato de uma multa de 28 mil euros.
Em face da decisão da UEFA, o Sport Lisboa e Benfica reitera o apelo aos seus adeptos para que cumpram os regulamentos e se abstenham de práticas que prejudicam a imagem do Clube e privam a equipa de um apoio que tem sido, desde sempre, decisivo e fundamental para a nossos jogadores. Fica, uma vez mais, o apelo claro a todos os adeptos: apoiem a equipa, defendam o Clube."

5 minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

A Verdade do Tadeia - Live - #2024/23 - As mudanças de Março

Empate com sabor a derrota. É para passar em Glasgow!


"Benfica 2 - 2 Rangers

Antes do jogo
> A maior curiosidade é perceber como é que Roger Schmidt e os jogadores vão reagir à pesada derrota no Dragão: na tática adotada, nas escolha dos jogadores, mas também na atitude e na entrega destes. 
> O Rangers, não sendo uma equipa qualquer - é certamente melhor do que o Toulouse -, não faz parte da elite europeia, pelo que pode bem ser o adversário indicado para regressarmos às vitórias. Além do mais, joga aquele futebol tipicamente britânico contra o qual nos damos normalmente bem.
> Depois de quinta, depois de domingo, com a noite que está, ter mais de 50 mil nas bancadas será muito bom.

Durante o jogo
> Um onze que vai praticamente de encontro ao que os benfiquistas têm reclamado, nomeadamente o regresso de Tino e Arthur Cabral à titularidade.
> 7 min Até nem entrámos mal no jogo. Mas à primeira ida deles à nossa área já está 0-1. PqP!
> 30 min Domínio do jogo, cantos a nosso favor, mas as deficiências do costume.
> 45 min penalti - justíssimo! - a premiar o melhor momento do Benfica, com eles encostados lá trás. Di María com classe: 1-1.
> 45+3 min e ainda sofremos o 1-2 na primeira parte? Assim é muito difícil, crl. E vão 9 em dois jogos e meio!
> 46 min Viemos com os mesmos. As individualidades que resolvam isto, o coletivo não parece capaz.
> 60 min De falta de empenho não se pode acusar a equipa. Mas é tudo em esforço...
> 65 min Mete Marcos, mas tira Arthur... Precisamos de mais gente na área!
> 66 min João Neves, João Neves, João Neves!!!
> 68 min Bela assistência de Di María para um magnífico autogolo. Vamoooooos!
> 75 min Rangers completamente encostado às cordas. Este resultado está cada vez mais injusto.
> Merecíamos mais, muito mais. Tudo em aberto para passar en Glasgow.

> Foto com o grande Jose Manuel Oliveira. De Famalicão, sempre presente!"

Quando tentou pagar com desculpas, o Benfica descobriu que elas não valem nada


"Os traumas do passado fizeram campanha no Estádio da Luz e nem a goleada sofrida contra o FC Porto foi suficiente para espicaçar o Benfica a entrar bem nos oitavos de final da Liga Europa. Frente ao Rangers, os encarnados estiveram a correr atrás do prejuízo desde os sete minutos e só empataram (2-2) graças a um autogolo. Roger Schmidt queria pedir desculpas aos adeptos com uma boa exibição, mas a encomenda não chegou a tempo deste jogo. Ainda assim, leva a eliminatória em aberto para Glasgow

O passado, mesmo que guardado numa gaveta, consegue intrometer-se na memória. São essas recordações que atuam sobre o presente e o retraem. O semblante dos encarnados era tétrico e por muito que naquelas cabeças estivesse a vontade de dar a volta às derrotas contra Sporting e FC Porto, no campo, onde se plantam boas intenções também se podem colher objetivos falhados.
Não sabemos qual é a opinião de Tom Lawrence sobre proliferação do terror, mas o galês que apareceu na frente, face a uma defesa do Benfica absorta quanto à triangulação que acontecia do lado esquerdo do ataque do Rangers, e provocou muito mais do que uma partida de mau gosto. Alguns segundos dos sete minutos decorridos até então estavam reservados para que os escoceses se colocassem na frente do resultado.
O Benfica tinha razões para pedir o livro de reclamações à justiça, porque a entrada em campo dos jogadores de Roger Schmidt foi positiva. Rafa manifestou aquela sua mania de maquilhar o caos com glitter, Di María, com o regresso de Bah ao onze, esteve colado ao corredor central, Neres agitou no corredor, enquanto Arthur Cabral dava aos centrais o que precisavam para se entreterem. Acrescente-se que uma dose de sacrifício cai sempre bem em quem se sente vilipendiado pelos desempenhos de uma equipa. Para isso, existe Aursnes que voltou a dar a mão à palmatória e jogou como defesa-esquerdo.
Uma organização ofensiva relativamente oleada foi traída por uma má abordagem aos malfadados cruzamentos. Nem a presença de Florentino na zona onde surgiu o golo do Rangers intimidou o sucesso da ação. Para contrapor o desastre na defesa, Arthur Cabral fez a bola pingar, ao ritmo da chuva, na linha de golo num dos muitos remates que os defesas escoceses desviaram. David Neres também tentou o golo, mas foi negado por Butland.
O treinador do Rangers, o belga Philippe Clément, tinha garantido que a estratégia não podia ser put the bus, estrangeirismo que dá uma certa elegância ao mais rudimentar dos procedimentos que se pode encontrar para abordar um jogo. Lá vai o tempo em que os escoceses jogavam um futebol entrincheirado e sustentado pela força de onze matulões. Um regresso ao passado podia não ser uma solução mal pensada devido às ausências de que se queixou o técnico vencedor do grupo C da Liga Europa. Foi tal e qual o que se verificou. A solidária organização defensiva em 4x4x2 tinha Lundstram como médio posicional e a dupla Mohammed Diomandé/Tom Lawrence a dividir com Dessers o trabalho de condicionamento aos centrais.
Já se jogava o tempo de compensação quando o bloco sólido do Rangers, numa situação tão particular como uma bola parada, quebrou. Um canto acabou por advir de um remate que Neres permitiu ao pé esquerdo de Butland, numa demonstração de agilidade, alcançar. Florentino desviou ao primeiro poste levando a bola à mão de John Souttar. O árbitro alemão Tobias Stieler, com ajuda do VAR, marcou grande penalidade. O guarda-redes do Rangers viu amarelo por demorar a colocar-se em cima da linha de baliza e o sorriso que fez quando foi castigado desfez-se no golo do empate de Di María, já nos descontos da primeira parte.
Acima de tudo, Philippe Clément queixou-se da falta de homens para o ataque, mas, pelos vistos, as soluções disponíveis cumpriram com elevada eficácia. O português Fábio Silva foi um dos jogadores mais adiantados do Rangers e executou uma inversão do sentido de marcha que fez Bah seguir em contramão. Daí nasceu o passe para Dujon Sterling voltar a colocar os líderes do campeonato escocês na frente ainda antes do intervalo. O efeito ioiô que o Benfica não conseguiu travar tornou frívola a corrida que os jogadores deram para o meio-campo com a bola debaixo do braço para não perderem tempo quando Di María marcou.
Uma torção da alma, uma luxação do orgulho, uma rutura emocional. Há dores pelas quais o Benfica tem passado que não têm solução médica. A queda sofrida no Dragão provocou uma fratura exposta às críticas, suspeições e venenos. O antídoto, considerou Roger Schmidt, não era pedir desculpas, era fazer melhor. Até então, isso não se tinha verificado e, acontecesse o que acontecesse, dificilmente o brilhantismo ia fazer campanha à primeira mão dos oitavos de final da Liga Europa.
Sem que um fenómeno tivesse nada a ver com o outro, Schmidt lançou Marcos Leonardo para o lugar de Arthur Cabral e, pouco depois, apareceu um novo empate ao qual o Benfica foi alheio. O único habilitado a assinar um termo de responsabilidade parcial pelo golo foi Di María, que cobrou o livre em zona lateral. O resto ficou ao encargo de Connor Goldson que marcou na próxima baliza sem ter nenhum adversário que o pressionasse a fazê-lo.
No que dependia de si, o Benfica não era capaz de criar perigo. Os passes no último terço demoravam sempre mais do que o ideal e as finalizações, como a que Di María, em jeito desengonçado, enviou para fora, eram desperdiçadas mesmo quando feitas em boa posição. Por outro lado, Fábio Silva andava a fazer passes sem olhar com a confiança de quem, com o 2-2, leva a eliminatória em aberto para Glasgow."

A Verdade do Tadeia - Flash - Benfica...

Simples: Rangers...

Águia: Rangers...

Nene: Rangers...

Ramires: Rangers...

Bello: Rangers...

Vinte e Um - Como eu vi - Rangers...

BI: Rangers...

Bigodes: Rangers...

Terceiro Anel: Live - Rangers...

5 minutos: Rangers...

Depois do desastre


"SERÁ HOJE O PRIMEIRO DIA DO RESTO DA NOSSA ÉPOCA?

1. Num jogo da Liga, perdem-se sempre 3 pontos qualquer que seja a dimensão da derrota. Porém, está longe de ser igual perder no Dragão por um tangencial 1-0 ou ser goleado com um humilhante 5-0. Perder por 1-0 deixaria provavelmente tudo na mesma; ser arrasado com um 5-0 obriga a repensar tudo o que se anda a fazer.
2. Concordo com Roger Schmidt: "Não é pedindo desculpas que fazemos os adeptos felizes." Porque mais do que desculpas, pedem-se reações e precisam-se de ações.
3. "O próximo jogo é oportunidade para mostrar nova performance e novo futebol", disse também Schmidt ontem. Ora é precisamente isso que se pede ao treinador e à equipa: uma nova performance e um novo futebol.
4. O jogo de mais logo com o Rangers será, portanto, a primeira oportunidade para verificarmos se tudo que é exigível à equipa vai mesmo ser uma realidade.
5. É noite de semana, com a desagradável perspectiva de vento e chuva, mas lá estarei, como sempre, no meu lugar de fundador na Catedral. Para apoiar, nunca para assobiar ou insultar.
CARREGA, BENFICA!"

BTV: pós-jogo, excerto...

6, excerto...

FanZone, excerto...

Total, excerto...

Total, excerto...

Ataque, excerto...

O Futebol é Momento, excerto...

Grande, excerto...

Total, excerto...