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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

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Derrota e qualificação!


Ystads 37 - 33 Benfica
17-16

Conseguimos a qualificação é verdade, mas depois do jogo na Luz, esperava outra vitória, e lutar pelo 1.º lugar no grupo, na última jornada, mas assim vamos ter que jogar os Oitavos, contra um dos 2.ºs dos outros Grupos!

Bastidores: 3.ª Taça da Liga...

Jogar à bola é o melhor comunicado


"Indiferente aos meus humores ou às minhas vontades, o mundo muda, expande e contrai. Os motivos nem sempre são claros, mas, quando o Benfica ganha, tudo parece um pouco melhor, o sol brilha e a vida lá fora parece seguir na direção certa. É mesmo a melhor forma de andar nisto. Às vezes, o mundo até muda sem que demos por isso ou compreendamos exatamente porquê, mas estamos ocupados com o sabor inebriante de algumas vitórias consecutivas.
Por exemplo, se perguntar a um benfiquista comum o que levou o seu clube a apoiar o vencedor das eleições para a Federação Portuguesa de Futebol, e agora presidente desta entidade que tutela o nosso futebol, esse benfiquista não saberá explicar, pelo simples motivo de que essa explicação nunca foi dada. Parece um pormenor, até um dia deixar de ser. Podia, sei lá, ter-se dado o caso de o Benfica ter vencido muitos jogos na altura em que essa explicação era esperada, e talvez o presidente do Benfica, sempre à cata dos ventos favoráveis, entendesse que o momento lhe permitia falar de tudo, até mesmo das eleições na FPF, mas esse dia não terá chegado; isso ou os motivos não podem ser partilhados com o mundo. Entretanto, o mundo avança e suspeito que, um dia destes, vamos dar por nós a perguntar por aquilo que permanece sem resposta.
Esta semana tivemos o regresso dos comunicados ao futebol português. Depois de um silêncio recomendável de Benfica e Sporting na semana anterior, os presidentes e os diretores de comunicação abriram as comportas. Foram notas de imprensa, posts nas redes sociais, entrevistas, aparições públicas, de tudo um pouco. Um festival de palavras fortes e posições firmes que fez desconfiar a mais ingénua das vítimas. Resultado final? O bate-boca ainda prossegue enquanto escrevo estas linhas, mas podemos já declarar um vencedor. Ganhou a única das três equipas que decidiu recorrer à técnica ancestral de demonstrar dentro de campo aquilo que se diz cá fora.
Em rigor, o Benfica só se juntou à festa depois de vencer o seu jogo de forma esclarecedora. É revelador de maior prudência, apesar de uma reação à arbitragem dos outros que não me pareceu necessária, ainda que tenha animado as hostes. Até o presidente Rui Costa parece mais leve após as últimas semanas. Descobriu, por exemplo, que não precisa de dar uma entrevista para explicar o mercado. Basta, para isso, ir ao mercado contratar jogadores que respondem pelo presidente e nos explicam com futebol. É realmente extraordinário o quanto os bons futebolistas podem facilitar a vida a um departamento de comunicação. Enquanto Rui Borges, Varandas, Villas-Boas e Anselmi lamentam a sua sorte e se desculpam com variáveis que não sabem controlar, o Benfica vai conquistando jardas, Bruno Lage vai parecendo mais confiante e o mundo vai relembrando aos mais distraídos que jogar à bola é mesmo o melhor comunicado.
Em termos de jogo jogado, que é o que mais interessa, o Benfica parece ter desencantado quatro bons reforços em janeiro, com um acerto que tem sido muito raro na atual direção. É cedo para tirar conclusões categóricas, mas já vimos futebol que chegue para ficarmos com boas impressões. Se o arranque pragmático do Manu foi interrompido por um enorme azar, podemos respirar fundo e dizer que, neste momento, não há novos lesionados. Bruma é o tipo de reforço de inverno que leva qualquer adepto de futebol munido de senso comum a perguntar por que não há mais reforços de inverno como ele. O impacto produzido foi imediato e decidiu jogos. Depois temos Belotti, um ponta de lança cujos primeiros minutos ao serviço do Benfica mais pareceram de pré-época, mas que apresentou um entusiasmante faro de golo no último sábado, não tendo saído de lá com um hat trick devido à exibição muito inspirada do guarda-redes do Boavista.
Deixei o reforço mais interessante para o fim. Samuel Dahl parece ter percebido rapidamente o que era pretendido dele. Forte a defender no meio-campo, inteligente com a bola nos pés, entrosado com Carreras e com Bruma, competente na bola parada, criterioso no resto e aparentemente dado ao trabalho árduo sem grande folclore. Faz lembrar um pouco a rapidez com que Fredrik Aursnes conquistou os benfiquistas. Não houve cá adaptações ao clima, à bola, aos colegas, ao contexto, e muito menos lesões mal curadas. Não custou uma fortuna, não recebe uma fortuna no final de cada mês, não tentou convencer-nos de que é um génio, não utilizou a terceira pessoa do singular para explicar que tipo de jogador e, aliás, quase não lhe ouvi uma palavra. Tudo coisas boas. Contratámos um futebolista para nos resolver um problema um pouco como chamaríamos um funcionário das chaves do Areeiro para nos ajudar a entrar em casa novamente. Samuel Dahl apareceu discretamente com umas radiografias e resolveu o problema em cinco minutos. É tão raro os problemas do Benfica serem resolvidos com esta rapidez que uma pessoa até fica atordoada com a eficácia absolutamente sóbria deste jovem.
Por último, leio nas redes sociais que só quatro clubes da Liga Portuguesa não mudaram de treinador esta época, mais uma demonstração da mentalidade de startup dos nossos dirigentes, que só descansarão quando a sua SAD for um unicórnio cotado na bolsa de Nova Iorque. Enquanto esse dia não chega, apetece perguntar o que deveria ser mais longo: o tempo de um treinador num clube ou o mandato de um presidente? Qual destes demonstrou ser mais competente no tempo de que dispôs?
Os quatro treinadores resistentes — Vasco Matos (Santa Clara), João Pereira (Casa Pia), Ian Cathro (Estoril) e Tiago Margarido (Nacional) — são responsáveis por uma descoberta notável: aparentemente, o tempo que lhes foi dado para continuarem a desenvolver o seu trabalho trouxe resultados positivos e maior consistência exibicional. Espantoso. Tenhamos tempo para refletir sobre este fenómeno surpreendente."

Segunda Bola


3x4x3


1 Minuto


- Minuto...

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Terceiro Anel: Diário...

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Observador: E o Campeão é... - Mas afinal alguém quer ser campeão este ano?

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Zero: Afunda - S05E42 - Futuro dos Spurs; Primeiro «LukaMagic»

Mata Mata - Benfica Avança, Porto e Sporting Empatam, o VAR e a Entrevista de Varandas

Jogo Pelo Jogo - S02E29 - Benfica apanha Sporting

DAZN: Partidazo: Título da LaLiga decidido nas próximas semanas?

Deméritos!


"Nunca é uma questão do valor dos atletas do Benfica mas sempre uma questão de demérito dos nossos opositores, um discurso em linha daquele dos tempos dos 10-0 ao Nacional da Madeira!
Há que tentar de todas as formas e feitios menosprezar aquilo que o Benfica faz.
Engraçado que os mais desprezados são exatamente aqueles que internacionalmente mais contribuem para o ranking deste país!
Enfim…
Seguindo o princípio deste indivíduo…
Em tempos este indivíduo foi titular no nosso Benfica…imaginem a qualidade desse plantel."

O que vem aí é para valentes


"1. Atenção, Benfica europeu, porque o que vem aí é para valentes. Atenção, Benfica nacional, porque o que vem aí é para valentes. Atenção, adeptos do Benfica europeu e do interno, porque o que vem aí também é para valentes. Gente valente não assobia a equipa nos momentos menos bons no decorrer de um jogo. Muito têm a aprender os benfiquistas de hoje com os benfiquistas do século passado, que, sem recurso a modernidades luminotécnicas, fizeram do nosso estádio antigo aquilo que a imprensa europeia chamou o Inferno da Luz. Inferno para os que nos visitavam, obviamente. Não para os nossos.

2. Num jogo amalucado - é difícil encontrar outra palavra que defina com rigor aqueles 90 minutos da noite da última terça-feira na Luz -, terminou o Benfica por se qualificar para os oitavos de final da corrente edição da Liga dos Campeões, o que, na realidade, não é uma proeza do outro mundo porque é a 21.ª vez que o Benfica chega a este patamar da competição. Não é para todos. É para um grupo exclusivo de emblemas.

3. Terminou como tinha de terminar o caso dos e-mails - um caso de roubo e de manipulação do correio eletrónico do Benfica -, e de nada valeu o esforço do recurso para o Supremo Tribunal de Justiça dos réus FC Porto, FC Porto SAD, FCP Média, Sociedade de Comunicação S.A. e dos réus Francisco José Marques, Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa, Fernando Manuel dos Santos Gomes e Adelino de Sá Melo Caldeira já anteriormente condenados pelo Tribunal da Relação.

4. Assim sendo, as pessoas que durante estes últimos anos se recusaram, cobardemente, a comentar o tema porque ainda não tinha 'transitado em julgado', já podem emitir as suas opiniões sem constrangimentos, porque a sentença já transitou em julgado. Ou seja, acabaram-se as desculpas.

5. Vamos a factos. O Supremo Tribunal de Justiça corroborou a sentença, e ficou decretado que os réus terão de indemnizar o Benfica no montante de 769 300, 90€. A este valor escapa, por enquanto, o valor exigido por danos 'reputacionais' pelos quais o Benfica pede, e muito bem, 1 milhão de euros aos sobreditos réus. Este valor da demanda será ainda analisado em tribunal. Esperemos que o tribunal não tenha pena destes melitantes.

6. O Benfica chegou aos 392 202 sócios e ultrapassou o Bayern Munique em número de adeptos associados. Sempre a crescer. Era só isto.

7. António Silva sobre Nicolás Otamendi: 'A maneira como joga e lidera a equipa é fenomenal. Aprendo com ele todos os dias. Essa aprendizagem que tenho com Otamendi vai ficar para o resto da vida'. Sempre a aprender. Era só isto."

Leonor Pinhão, in O Benfica

Um Festival e uma Assembleia com gosto


"O Presidente da MAG tomou uma decisão, para que os sócios do Clube não tivessem de enfrentar um dilema

O futebol e a música são áreas que nos acompanham desde os primeiros anos da vida, chegando a influenciar as nossas escolhas. As cores do clube passam a ser as favoritas, tal como o gosto por determinado estilo musical faz com que nos vistamos de determinada forma. Temos músicas para quando nos sentimos tristes e outras que nos deixam em êxtase. No futebol acontece algo semelhante, o resultado da nossa equipa interfere com o nosso humor... para o bem e para o mal. A rotina também é alterada em função dos jogos ou pela oportunidade de estarmos presentes num concerto.
Em Março de 1969, Benfica e FC Porto competiam de forma acérrima na conquista do Campeonato Nacional. Os adeptos benfiquistas já sonhavam com o tricampeonato nacional, enquanto os portistas tentavam quebrar esse ciclo vitorioso. Para além da disputa externa, o Benfica também vivia uma altura de eleições, com três listas candidatas. A qualidade dos nomes sujeitos e votação impulsionou o presidente da Mesa da Assembleia Geral (MAG) dos encarnados, José Maria Gaspar, a apresentar uma diferente solução: a junção das três listas numa só. Pois 'em qualquer das três listas se encontravam elementos de inegável capacidade'. Essa ideia seria debatida na Assembleia Geral de 29 de Março.
No entanto, nesse mesmo dia realizava-se um dos eventos mais esperados em Portugal. Desde finais de Fevereiro, de norte a sul do país, os portugueses cantavam a Desfolhada, música interpretada por Simone de Oliveira e vencedora do Festival de Canção, apurando-se para o Festival da Eurovisão. Num Portugal cinzento, que vivia sob uma ditadura, o verso 'quem faz um filho, fá-lo por gosto' teve um impacto tremendo, 'abalou a sociedade e começou a mudar pontos de vistas'. Os brandos costumes foram substituídos por um ambiente efusivo e de expectativa, com muitos especialistas e considerá-la candidata à vitória.
Com os dois eventos no mesmo dia, o presidente da Mesa da Assembleia Geral considerou que esse facto 'iria colocar os associados do Clube perante este dilema: ficaram diante dos écrans da TV ou deslocarem-se ao Pavilhão do Estádio da Luz'. Por forma a evitar essa escolha, José Maria Gaspar optou por adiar a assembleia para o dia 31 de Março.
Os benfiquistas puderam, assistir à atuação de Simone de Oliveira. Apesar de intérprete estar condicionada por uma intoxicação alimentar, a música entrou para o repertório nacional, perdurando na memória dos portugueses até aos dias de hoje. Quando às eleições, Duarte Borges Coutinho entrou para a história do Clube como o 26.º presidente dos encarnados.
Mais do que um clube desportivo, desde longa data que o Benfica desempenha um papel no fomento da cultura. Saiba mais sobre a atividade cultural dos encarnados na área 16 - Outros Voos, do Museu Benfica - Cosme Damião."

António Pinto, in O Benfica

O Benfica tem muita sorte


"Sexta-feira é um dia agradável por natureza, mas esta sexta-feira é ainda mais especial, e o leitor sabe bem qual é o motivo. Às 11:00, há sorteio dos oitavos de final da Liga dos Campeões, onde o Benfica estará pela terceira vez nas últimas quatro temporadas.
Têm sido campanhas europeias positivas, que vão ajudando Portugal a somar alguns pontos para um ranking onde temos vindo a cair. Curiosamente, o clube que mais tem contribuído para contrariar esta tendência de queda é também o clube mais questionado pelos comentadores que mais tempo de antena ocupam nos meios de comunicação.
O Benfica ganha por 4-0 ao Atlético de Madrid, mas atenção, porque este Atlético, que entretanto está a 1 ponto da liderança da La Liga, neste ano não está assim tão forte. O Benfica ganha duas vezes no Mónaco, mas a verdade é que teve muita sorte em ambos os jogos. O Benfica ganha duas vezes em Turim, mas é unânime que a Juventus já não é a mesma do tempo de Buffon e Del Piero. O Benfica elimina um Club Brugge que tinha humilhado outro clube português em solo nacional, mas é inegável que teve muita sorte num sorteio onde foi cabeça de série depois de ficar em 1.º lugar num grupo com PSG e Juventus. Dois adversários que, claro, estavam muito em baixo, sobretudo os franceses, que tinham no ataque um trio de avançados muito limitado, composto por Mbappé, Messi e Neymar. O Benfica ganha 3-0 ao Barcelona, deixa os catalães de fora dos oitavos pela primeira vez em mais de 20 anos, mas este Barcelona também era mesmo muito fraquinho, e provavelmente teria até dificuldades em lutar pela permanência na Liga portuguesa. Entretanto, os louvores vão estando reservados para quem brilha diante do Manchester City mais poderoso da última década, ou para quem dá muita luta ao Arsenal e ao Inter, acabando eliminado porque teve mesmo muito azar. É uma pena os louvores não darem pontos, porque, se dessem, o ranking da UEFA estaria a ser liderado por Portugal."

Pedro Soares, in O Benfica

Admirável mundo novo


"Bah, Tomás Araújo, Manu Silva, Florentino, Aursnes, Renato Sanches, Di Maria, Schjelderup e Tiago Gouveia. Todos estes jogadores estão, ou estiveram, lesionados nas últimas semanas. Alguns estão parados há meses. Alguns não jogarão mais nesta época. Outros têm sido acometidas de pequenas mazelas, que lhes condicionam a utilização e o rendimento.
Olhamos para o rival de Alvalade, e o panorama é igual ou pior. Também o FC Porto tem sofrido com lesões graves e/ou demoradas. Lá fora, basta vermos o que se passa em clubes como Real Madrid. Arsenal ou Manchester City, para percebermos que existe aqui um padrão.
Temo que o desfecho das competições venha a ser determinado, não por quem jogou melhor, mas por quem conseguiu resistir às intermináveis ondas de lesões. Não por quem foi mais forte, mas por quem melhor lidou com as fragilidades. O desafio dos treinadores, e cada jogo, passou a ser encontrar onze jogadores disponíveis e encaixá-los na equipa conforme necessário. É este o novo mundo que se nos apresenta.
Não sou especialista no assunto, mas, ouvindo quem sabe, fico convencido de que tudo se deve à carga brutal de jogos a que os atletas têm sido sujeitos, sem tempo de recuperação, nem treino específico de robustecimento atlético. A alteração do formato das provas da UEFA (com mais quatro jogos, ou seja, menos quatro semanas de trabalho), para mais numa temporada balizada por um europeu e por um mundial de clubes, e onde entram campeonatos nacionais, taças, taças da liga, supertaças e ainda ligas das nações, apuramentos e amigáveis de seleções, elevou o número de jogos até ao absurdo. Naturalmente, em nome do dinheiro.
No próximo ano, ou os quatros competitivos mudam, ou provavelmente teremos de construir um plantel com quarenta ou cinquenta jogadores. E lá se vai o dinheiro..."

Luís Fialho, in O Benfica

Reflorestar!


"Semear alfobres, cuidá-los e vê-los crescer é uma lição de vida que nos relembra o nosso lugar no planeta e motiva a preservar a natureza. Por isso, quando a Fundação apoia a Lusitânea e faz germinar 10 000 árvores autóctones em cada ano, não se limita a fazer apenas isso. Procura os impactos da sua plantação nos ecossistemas das áreas ardidas e sobretudo nas crianças das escolas envolvidas em ações pedagógicas que viram crescer as plantas, cuidaram delas diariamente e as plantaram com as suas próprias mãos. Esta é seguramente a mais-valia deste projeto que desde os incêndios de 2017 já lançou à terra 80 000 árvores, mas, sobretudo, encarregou milhares de mãos de o fazer. É que, quando plantamos uma árvore, semeamos em nós!
Obrigado, Lousitânea, pelo trabalho insubstituível de criar e manter a maternidade de árvores autóctones da Lousã. Este é um projeto exemplar que deveria ser seguido e replicado para que, no futuro, as árvores hoje plantadas oxigenem os nossos ares e para que, também no futuro, as crianças hoje 'semeadas' cuidem delas e do planeta de uma forma bem superior à dos seus pais e dos seus avós."

Jorge Miranda, in O Benfica