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domingo, 8 de fevereiro de 2026

Pensar, o princípio dos sucessos


"Comecemos pelo princípio. O princípio das coisas, o pensamento. A capacidade de parar para olhar e ver, tocar e sentir, ler e perceber. O panorama do futebol português não apenas o merece, mas exige-o, num momento em que a indústria é cada vez mais global e exigente, e em que a qualificação do trabalho e dos projetos é essencial para garantir o sucesso, transversal e em âmbitos e ambientes tão distintos como complementares para que os objetivos possam, gradativa e qualitativamente, ser atingidos.
Daí à necessidade emergente de um fórum em que todos possam ser escutados, em que todos possam ter opinião, em que todos possam contribuir, é um pequeno-grande passo dado pela Federação Portuguesa de Futebol. Como se de um pontapé de saída se tratasse, para um jogo com prolongamento, decisivo para o encontro de plataformas de diálogo e de caminhos de construção de um ecossistema mais uniforme, democrático, transparente e equilibrado.
O 1.º Congresso do Futebol Português foi, apenas, um ponto de partida e representa, na verdade, o passo mais visível de uma estratégia que tem de aproveitar o que de muito bom foi feito nos últimos anos (seja no reforço da componente estrutural da entidade que gere a modalidade em Portugal, seja no capítulo mensurável dos resultados desportivos obtidos entretanto), à crescente necessidade de agregar. Esse é o verbo. Agregar vontades, congregar protagonistas, chamar novos atores e projetar ideias.
Vejo o desporto-rei, em Portugal, não apenas como o óbvio catalisador de atenções gerais e mediáticas. Ele continua a ocupar uma grande percentagem das páginas dos três diários da especialidade, a preencher espaços nobres nos canais de televisão e rádio, e a merecer a atenção privilegiada da maioria dos seguidores e utilizadores digitais na área do desporto. Mas o futebol é bem mais do que isso. Importa fazer uma análise global e pormenorizada dos enquadramentos legais e financeiros, zonas tantas vezes cinzentas e pelas quais passa uma boa parte das dúvidas metódicas e práticas de tantos dirigentes, no exercício das respetivas funções.
É essencial entender a modalidade como um edifício cujas bases têm não apenas de ser acauteladas, como estimuladas em todo o tempo e a toda a geografia do território: as associações distritais e regionais continuam a ser o pólo de encontro e desenvolvimento do jogo. Dessas 22 estruturas emerge a promoção, o despiste, a filtragem e a qualificação dos principais agentes (jogadores e treinadores). Surge delas a paixão pela prática, o gosto pelo desenvolvimento e o sacrifício pela competição, que, evidentemente, se torna depois o grande objetivo dos mais dotados e capazes.
Mas é essencial perceber este edifício como uma construção em permanência, porque, alterna estruturas físicas com dimensão humana. Terá de olhar a formação contínua numa lógica biunívoca: o crescimento dos parâmetros técnicos e profissionais, por um lado, e a perspetiva da formação geral, continuada e acrescentada, dos indivíduos que gravitam em torno do futebol profissional. Sobretudo, claro, dos jogadores, sabendo-se que é uma ínfima percentagem a que corresponde aos atletas que, efetivamente, ganham o suficiente, durante as respetivas carreiras, para não terem quaisquer problemas vida fora.
É também essencial compreender a dinâmica das competições, porventura repensando a sua lógica, por forma a não manietar a qualidade em detrimento da quantidade, e de tentar tornar o jogo efetivamente transversal, e a sua organização correspondente aos anseios, mas igualmente às reais possibilidades de clubes e dirigentes. Só faz sentido ter a ideia de uma liga profissional qualificada e competitiva, se, a montante do processo organizativo, cuidarmos de competições não-profissionais preparatórias para as exigências dos patamares mais elevados. Se o não fizermos, arriscaremos a rutura financeira e a ineficácia dos modelos competitivos de base.
O fórum do passado fim de semana, na Cidade do Futebol, foi um pontapé de saída notável, pelo diagnóstico transversal, que resultou do trabalho de seis meses, em cada uma das áreas abrangidas, mas representou também uma responsabilização total, a partir da Federação Portuguesa de Futebol, de todos os agentes envolvidos. Acredito que será importante, para o próximo estágio de investigação e debate setorial, a atenção especial à componente de Ética e Deontologia, sob a forma (fica a proposta…) da elaboração de um código identificativo e normativo desses pressupostos essenciais ao Desporto, com o seu lançamento e assinatura por todos os atores do ecossistema futebolístico português. Será um elemento de superior e formal responsabilização, unindo em torno de valores inegociáveis todos os que pretendem contribuir para um Futebol mais democrático e mais agregador.
Talvez seja este o momento ideal, a quatro anos e meio da organização conjunta do Mundial de Futebol em 2030, para enterrar machados de guerra e perceber que, na saudável partilha de ideias, troca de experiências e diferença de visões, se pode construir um edifício com bases sólidas, alicerces à prova de sismo, com condições inigualáveis para o sucesso de médio e longo prazo. Esta será, seguramente, a primeira grande vitória.

Cartão branco
O 1.º Congresso do Futebol Português foi — parece-me opinião transversal — um sucesso na ideia e na respetiva passagem à prática. Mas há gente por trás dele. Para que tudo corra sobre rodas, a equipa de funcionários e colaboradores da Federação Portuguesa de Futebol que o preparou e levou à prática na Arena Portugal merece os maiores encómios: um trabalho altamente profissional, em qualquer parte do Mundo, servido a preceito a todos os convidados, com rigor, cumprimento de horários, atenção ao detalhe e gosto pelo pormenor. Emerge, claro, o nome de Marco Carvalho, agora Diretor de Comunicação da FPF, depois de um passado profissional como jornalista e como dirigente do SC Braga e do Rio Ave. Portugal pode fazer (e faz) como os melhores do Planeta Futebol. E é tão bom senti-lo e poder reconhecê-lo.

Cartão amarelo
Começou por falhar um jogo. Depois, falhou outro. Cristiano Ronaldo (que é proprietário de uma pequena parte das ações do clube), mostra, deste modo, aos responsáveis do Al Nassr e do fundo de investimento que gere os principais clubes do futebol da Arábia Saudita, o seu desencanto e descontentamento pelos aludidos desequilíbrios nas apostas e nas contratações, o que, no entender do jogador português, terá penalizado o seu clube. O que nasceu torto, tarde ou nunca se endireitará. A liga saudita (apesar dos imensos esforços que o 'marketing' do dinheiro produz…), é a liga de um país sem tradições na modalidade e com métodos estranhos, do ponto de vista organizativo. Como o próprio país, afinal…"

Estaduais e dentes do siso


"Os campeonatos estaduais do Brasil são como aqueles formulários, aqueles carimbos, aquelas assinaturas que a máquina burocrática nos exige mesmo que só sirvam para atrapalhar. Ou como aquelas monarquias, sem poder efetivo, que só dão despesa.
Como a infantaria, e até a cavalaria, depois da invenção da pólvora. E como as eleições com colégios eleitorais, votos indiretos e outros expedientes que só atrasam a contagem e ferem a vontade popular.
Acabar com eles, entretanto, é mexer num vespeiro de interesses cruzados das mesmas federações que elegem o presidente da CBF. Por isso eles sobrevivem — ou, melhor, já morreram mas insistem, qual fantasmas, em voltar à terra para assombrar a vida dos clubes grandes.
Nomeadamente, o Vasco da Gama, que com o treinador Fernando Diniz, deu sinais de recuperação em 2025. Bastou um empate na última segunda-feira na casa do modesto Madureira, que só tem o estadual para disputar até abril, para se ouvir um coro de insultos ao técnico.
Filipe Luís, era o que faltava, ainda não é contestado. Mas tem de ficar atento. O Flamengo perdeu no arranque do Brasileirão e foi derrotado na Supercopa do Brasil pelo Corinthians porque o treinador foi obrigado a colocar os titulares, com meros 20 dias de férias e três de treinos, a jogar no estadual uma vez que os sub-20 arriscavam cair de divisão.
O Santos e o São Paulo agravam as crises a cada semana porque devem falhar a fase final do Paulistão onde andam a defrontar clubes a prepararem-se há meses para o torneio.
Até o saudável Palmeiras, ainda às voltas com o mercado e com o défice de forma dos principais jogadores, perdeu na casa do Botafogo de Ribeirão Preto, clube que, no entanto, tem quase um mês de avanço em treinos e se beneficia de não ter começado ainda a Série B do Brasileirão que disputa. Como Abel Ferreira, também Luís Castro não tem sossego no Grêmio porque logo a abrir a temporada, enferrujado e em testes, perdeu com o rival Internacional no insípido Gauchão.
O Cruzeiro de Tite, com ambições de título nacional, não soube gerir o início de época por culpa das exigências estaduais e já perdeu no arranque do Brasileirão por sonoros 4-0 na casa do Botafogo.
Antigamente, o Cariocão tinha uma regra absurda aos olhos europeus: clube grande — Vasco, Fla, Fluminense e Botafogo — não desce de divisão mesmo que fique em último. Nos anos 90, a (suposta) injustiça foi corrigida.
Mas há quem a queira de volta, porque mérito desportivo serve para competições com calendários e regulamento justos — serve, em suma, para competições com razão de ser, ao contrário dos estaduais, uma espécie de dente do siso ou de apêndice no corpo do futebol brasileiro."

Multi-club ownership: a linha vermelha do controlo no futebol europeu


"Nos últimos anos tem-se tornado frequente assistirmos a grandes investidores e fundos internacionais ligados a vários clubes em simultâneo. À primeira vista, este fenómeno parece apenas mais um reflexo da globalização do futebol. Contudo, existe uma linha jurídica clara que não pode ser ultrapassada: um mesmo investidor não pode exercer controlo direto ou influência decisiva sobre dois clubes participantes na mesma competição europeia. Esta limitação é conhecida como a regra da 'multi-club ownership'.
A razão é simples e facilmente compreensível para qualquer adepto: evitar conflitos de interesse e garantir a integridade das competições organizadas pela UEFA. Se a mesma pessoa, ou entidade, controlar dois clubes que se possam defrontar, fica comprometida a confiança nos resultados, nas transferências entre clubes e até nas decisões estratégicas de cada equipa.
A proibição do controlo simultâneo encontra-se expressamente prevista nas normas da UEFA. O artigo 5.º do Regulamento da UEFA Champions League (bem como regras equivalentes da Liga Europa e da Conference League) prescreve que nenhuma pessoa, singular ou coletiva, pode deter controlo ou exercer influência sobre mais de um clube participante numa competição europeia.

O que significa deter controlo ou exercer influência?
Considera-se existir controlo ou influência quando se verifica, designadamente: a detenção da maioria dos direitos de voto dos acionistas; o direito de nomear ou destituir a maioria dos membros do órgão administrativo, de gestão ou de supervisão do clube; o controlo, enquanto acionista, da maioria dos direitos de voto por força de um acordo celebrado com outros acionistas; ou a possibilidade de exercer uma influência decisiva na tomada de decisões do clube.
Importa salientar que a propriedade múltipla não é, por si só, ilícita. Um investidor pode deter participações em diversos clubes, desde que não exerça controlo direto ou influência determinante em mais de um clube participante na mesma competição.

O que acontece se houver dois clubes sob o mesmo controlo ou influência?
Quando a UEFA identifica que dois clubes se encontram sob o mesmo controlo ou influência dominante, atua preventivamente: um dos clubes não pode competir.
A exclusão pode ser evitada se um dos clubes demonstrar que cessou qualquer forma de controlo ou influência dominante, por exemplo mediante alteração da estrutura acionista ou renúncia a poderes de decisão. Para o efeito, os clubes devem comprovar que, até 1 de março da época em causa, os critérios relativos à propriedade de múltiplos clubes ('multi-club ownership criteria') se encontram plenamente cumpridos, mantendo esse cumprimento até ao final da temporada da competição.
Não sendo demonstrada essa conformidade, apenas um dos clubes poderá participar na competição em causa, enquanto o outro será declarado inelegível para aquela edição da prova, podendo ainda ser admitido noutra competição europeia de nível inferior (Europa League ou Conference League).

Como se determina qual clube terá de ser excluída da competição?
Para determinar qual clube será excluído, a UEFA aplica os seguintes critérios objetivos (por ordem decrescente): mantém-se o clube que se qualificou para a competição europeia mais prestigiada; ou o que obteve melhor classificação no respetivo campeonato; ou, por último, o clube cuja federação nacional ocupou posição mais elevada no ranking de acesso da UEFA.
A UEFA já aplicou esta regra na prática. Um exemplo recente ocorreu com o Crystal Palace, excluído da UEFA Europa League 2025/26 por o mesmo investidor controlar também o Lyon, igualmente qualificado. O clube inglês perdeu a vaga na Liga Europa e foi relegado para a Liga Conferência, enquanto o Lyon manteve a participação.
Do ponto de vista jurídico, este modelo funciona como um verdadeiro teste de risco, avaliando quem financia, quem decide, quem beneficia e se existe alinhamento de interesses entre clubes concorrentes. Se houver uma única vontade dominante, a regra é clara: não podem coexistir dois clubes sob o mesmo controlo na mesma competição.
Para os adeptos, a lógica é intuitiva: o futebol aceita investidores globais, mas não tolera que alguém jogue em dois lados do campo simultaneamente. É esse equilíbrio - entre capital, competição e credibilidade - que estas normas procuram garantir.

Preservar ou retirar o menisco. O que fazer no desportista?


"Sempre que um atleta se queixa de dor no joelho, o nome menisco surge quase de imediato. Durante muitos anos, a abordagem parecia simples: operar, remover a parte danificada e regressar, rapidamente, à competição. Hoje, porém, sabemos que esta decisão pode ter consequências que vão muito além do próximo jogo.
O menisco funciona como uma almofada dentro do joelho: absorve impactos, distribui as cargas, estabiliza o joelho e protege a cartilagem. Não é um tecido dispensável, visto ser uma estrutura essencial para a longevidade da articulação. A remoção parcial do menisco pode aliviar a dor a curto prazo, mas aumenta o risco de desgaste precoce, artrose e limitações funcionais futuras.
A evidência científica atual é clara: sempre que possível, o menisco deve ser preservado e reparado. Um menisco preservado torna o joelho mais protegido, com maior probabilidade de manter rendimento elevado durante mais tempo, refletindo-se na longevidade desportiva.
Importa salientar que nem todas as lesões são iguais, existindo roturas que podem ser tratadas sem cirurgia, com plasma rico em plaquetas de alta concentração (super PRP), fisioterapia e gestão das cargas de treino. Outras, pelas características da rotura ou lesões associadas, como por exemplo uma rotura do ligamento cruzado anterior, exigem tratamento cirúrgico. O fundamental é avaliar cada caso individualmente, com exames adequados e uma equipa experiente na gestão desta patologia.
Também é essencial lembrar que a ressonância magnética, apesar de ser o exame de eleição para o diagnóstico, pode revelar alterações meniscais sem relação direta com a dor. Por isso, a decisão terapêutica deve ser orientada pela avaliação clínica, exame físico e impacto funcional e não apenas pela imagem.
Atualmente, a grande mudança não se reflete apenas nas técnicas cirúrgicas, mas sobretudo na mentalidade e conhecimento das equipas médicas, atletas e cirurgiões. Já não basta perguntar «quando é que o jogador regressa?» mas sim «como estará este joelho nos próximos anos?».
É crucial definir critérios objetivos de regresso à competição, porque apressar o retorno aumenta o risco de recidiva e de queixas persistentes.
No desporto profissional, onde cada jogo pesa, o caminho mais rápido é, muitas vezes, o mais tentador. O verdadeiro desafio reside no equilíbrio do desempenho imediato e a longevidade da carreira, especialmente, em atletas jovens.
Preservar o menisco, sempre que possível, é preparar o atleta para o presente, protegendo-o para o futuro!"

Um horizonte de ambição e valorização para o desporto universitário


"O Desporto Universitário em Portugal atravessa um período de particular efervescência. Ao projetarmos o ano de 2026, vislumbramos um ciclo de competições e antecipamos um momento de charneira que concilia a celebração do nosso legado com a coragem de projetar o amanhã. É um ano de desafios exigentes, mas também de oportunidades ímpares para elevar o patamar da nossa atividade.
A vitalidade das nossas instituições e clubes impele-nos a repensar a estrutura competitiva atual. O desporto universitário deve ser um ecossistema dinâmico, capaz de se adaptar às novas exigências dos estudantes-atletas e à crescente dedicação dos agentes. 2026 será o palco para consolidar novas dinâmicas, garantindo que a competição continue a ser um espaço de excelência, mérito e, acima de tudo, um pilar fundamental da formação integral no ensino superior.
A nossa competência organizacional voltará a estar sob os holofotes internacionais. Em 2026, Portugal assume a responsabilidade de acolher dois eventos de prestígio da FISU, que demonstram a nossa capacidade de execução e o valor do nosso território. O Campeonato Mundial Universitário de Orientação, em Vila Real, será uma autêntica prova de superação e estratégia em contacto direto com a natureza e o interior do país. Por outro lado, o Campeonato Mundial Universitário de Desportos de Praia, na Figueira da Foz, irá constituir um evento que celebra a nossa identidade atlântica e a transcendência da história e cultura. Estes mundiais são vitrines do que melhor sabemos fazer, organizar com rigor e receber com hospitalidade.
A força do Desporto Universitário reflete-se, cada vez mais, no sucesso das nossas Seleções Nacionais absolutas. Assistimos hoje a um fenómeno crescente, o aumento do número de estudantes-atletas nas nossas competições e, simultaneamente, a afirmação desses mesmos nomes no topo do panorama desportivo nacional e internacional. O Desporto Universitário é, para muitos, o trampolim para a glória. Temos exemplos concretos de atletas que deram cartas nas nossas competições e que hoje são referências mundiais, como Fernando Pimenta, Patrícia Sampaio, Catarina Costa, Camila Rebelo ou Patrícia Mamona. Estes nomes demonstram que é possível conciliar com sucesso a carreira académica com o alto rendimento, e que a FADU é um parceiro vital na construção dos campeões que orgulham Portugal.
O futuro da FADU passa, obrigatoriamente, por uma gestão ágil e próxima. 2026 marcará a implementação de novos procedimentos e plataformas que trarão maior acessibilidade e funcionalidade às operações dos clubes. O objetivo é reduzir distâncias e simplificar processos, permitindo que os agentes se foquem no que é essencial, o desenvolvimento desportivo. Este caminho de modernização não descura o saber. A formação e a investigação permanecem no centro da nossa estratégia. Estamos a desenvolver ferramentas robustas para dotar os agentes do setor de competências científicas e práticas, assegurando que o desporto universitário português se mantém na vanguarda do conhecimento.
2026 será um ano de grande exigência, mas a nossa determinação é inequívoca. Entre o respeito pela história, que completa agora três décadas de presenças mundiais, e a necessidade de inovação técnica, a FADU continuará a ser o motor de um desporto universitário ambicioso, moderno e vencedor.
O futuro será o que construímos hoje."

El tribunal del estadio