Últimas indefectivações

sábado, 9 de dezembro de 2023

Vermelhão: Tiro ao boneco!

Benfica 1 - 1 Farense


Terá sido o melhor jogo na Luz, com equipas do Tugão, esta época! Festival de oportunidades perdidas, algumas por excesso de competência do guarda-redes adversário, muitas por puro azar nas carambolas, mas muitas por incompetência dos nossos jogadores!

Mesmo com a equipa amputada de Laterais puros, criámos perigo de variadas formas, e até nas Bolas Paradas, ganhámos muitas vezes os duelos aéreos, mas a bola nunca ia para o sítio certo!

E como acontece muitas vezes, no meio de tanto desperdício, sem o Farense fazer nada para o merecer, numa carambola com dois jogadores nossos, 'isolamos' o adversário na pequena área, para o golo...!!!

O Rafa empatou, depois de ter falhado muito... mas depois, ainda com tempo, nunca mais acertámos na baliza, nem o Musa naquele remate mesmo a terminar...

Mas infelizmente o jogo ficou marcado, por mais um exercício de pura estupidez, dum grande número de benfiquistas sentados nas bancadas! Já o digo à muito tempo: assobios à nossa equipa, e isso incluiu o treinador, só no fim! Durante o jogo, é pura estupidez!

Infelizmente, a lavagem cerebral feita a muitos benfiquistas já foi feita, e agora é praticamente impossível, voltar atrás! E não interessa o resultado, porque independentemente dos resultados, o Schmidt será sempre o mau da fita, para os paineleiros nas televisões, para os avençados nos jornais, e para os heróis dos teclados! São horas e horas de televisão sempre a atacar o Benfica... e como agora os e-mails, já passaram de moda, ataca-se o treinador! Nos jornais, todos os dias, repito todos os dias, são crónicas atrás de crónicas a mandar abaixo o treinador... E os benfiquistas continuam a dar audiências a essa gentalha, e a comprar os jornais dessa escumalha! Já vi este filme várias vezes, o final é sempre o mesmo...


A classificação é uma das mais mentirosas de sempre no Tugão! O Benfica está a jogar mal, temos problemas no plantel, temos tido demasiadas lesões em jogadores fundamentais, mas sem os empurrões dos apitos, o Benfica estaria a discutir o título com o Braga, com os Corruptos e os Lagartos muito longe dos primeiros lugares... Mas ninguém se vai lembrar dos apitos, no momento de atacar o treinador do Benfica! Na conferência de imprensa, o Roger até deu uma bicada às arbitragens, quando afirmou que todos os pontos conquistados pelo Benfica foram justos (insinuando que o mesmo não aconteceu com os outros!), mas ninguém 'pegou' nesta bicada, porque a narrativa que interessa neste momento é outra...!!!

Por exemplo, a narrativa que o plantel ficou contra o treinador, após a forma como o 'problema' Odysseas, foi tratado, neste momento anda esquecida, porque mesmo com os resultados negativos, ninguém pode acusar os jogadores de falta de atitude...

Com o regresso a 100% do Kokçu e do Guedes, as opções aumentam, mas as ausências do Laterais no banco, continua a dar dores de cabeça, ainda por cima sabendo do castigo do António para Salzburgo, e para o próximo jogo do campeonato em Braga, onde existem Extremos rápidos...

A equipa tem que se manter 'viva' até Janeiro, para as esperanças da Liga não desaparecerem... As potenciais contratações podem ajudar, uma potencial eliminação Europeia, poderá oferecer um calendário mais folgado, mas temos que aumentar os níveis de eficácia em frente da baliza! Não podemos continuar a falhar tanto... e muito sinceramente, duvido que isto mude, com o actual plantel!

Estamos nos Quartos-de-final...

Benfica 71 - 47 Oliveirense
12-12, 17-15, 20-5, 22-15

As percentagens foram baixas, mas desta vez, fomos agressivos, lutámos, e acabámos por ganhar tranquilamente... ao contrário do que tinha acontecido nos anteriores confrontos com esta Oliveirense, esta época! Dominámos nos ressaltos, nunca deixámos de defender, e assim fica mais fácil...

Mais uma...

Benfica 3 - 0 Nun'Álvares
25-19, 25-16, 25-19


Fácil, com muita rotação...

Meia-dúzia...

Freamunde 0 - 6 Benfica
Cintra(2), Lara, Matilde, Alidou(2)


Qualificadas para a próxima ronda da Taça de Portugal, com uma equipa muito diferente...
Neste pós-Seleção, mais uma vez, repleto de problemas de lesões!

Nota para o regresso da Amélia, após duas lesões graves e prolongadas!

Regressar às vitórias


"O Benfica defronta, nesta tarde na Luz (18h00), o Farense, em mais uma partida do Campeonato Nacional para vencer. Este é o tema em destaque na BNews.

1. Jogar bem e triunfar
Roger Schmidt define o objetivo para a partida com o Farense e enquadra o percurso na prova: "O nosso desafio é, como sempre, fazer um bom jogo desde o primeiro minuto, mostrar a nossa boa forma e, claro, ganhar os três pontos. Há 34 jogos para se disputar, uma parte está feita, temos 29 de 36 pontos, não é perfeito, mas é uma boa média. Temos de continuar."
Para o treinador do Benfica, os adeptos são indispensáveis ao sucesso da equipa: "Contamos sempre com eles e sei que nos vão apoiar."

2. Benfica no WhatsApp
Mais Benfica, próximo de si, a partir de hoje. Siga o canal e ative as notificações para estar sempre a par das últimas do Sport Lisboa e Benfica.

3. Calendário definido
As três partidas agendadas para a primeira quinzena de janeiro têm data e horário definidos (Arouca e Rio Ave para o Campeonato, Braga para a Taça de Portugal).

4. Distinções entregues
António Silva, João Neves e Kökcü receberam os prémios relativos a Defesa do Mês (outubro/novembro), Médio do Mês (setembro e outubro/novembro) e Golo do Mês (setembro), respetivamente.

5. Dia preenchido na Luz
O desafio com o Farense é precedido pelo embate com o Ala Nun'Álvares em voleibol (16h00) e seguido pela partida de basquetebol frente à Oliveirense (20h30).
Outros jogos do dia: os Sub-17 recebem o Belenenses, no Benfica Campus, às 15h00. À mesma hora, a equipa feminina de basquetebol visita a ACD Ferragudo. E as Inspiradoras jogam em Freamunde às 16h00.
Nesta manhã, os Sub-19 deslocaram-se a Alcochete para defrontar o Sporting e venceram por 0-1.

6. Estreia na Luz
Relembramos que estão à venda os ingressos para a estreia da equipa feminina de futebol do Benfica no Estádio da Luz em jogos a contar para a Liga dos Campeões. É na quarta-feira, dia 13, às 20h00, frente ao Eintracht Frankfurt.

7. Sete em ação
Hoje há Portugal-Itália nas meias-finais do Campeonato da Europa de hóquei em patins no feminino. São seis benfiquistas a defender as cores nacionais e uma as de Itália.

8. Mais dois recordes
Depois de ter estabelecido novo recorde nos 100 metros mariposa no Campeonato da Europa de piscina curta, Diogo Ribeiro agora tornou-se no primeiro português a fazer os 50 metros mariposa abaixo dos 23 segundos (22,95). Já na quinta-feira foi a vez de o quarteto luso, do qual fazem parte os nadadores do Benfica Diogo Ribeiro e Miguel Nascimento, estabelecer novo recorde nacional nas estafetas 4x50 metros estilos.

9. Benfica solidário
Participe na recolha de fundos para a iniciativa Fábrica dos Sorrisos.

10. Novo espaço comercial
O Benfica tem uma nova loja localizada na estação de metro da Alameda, em Lisboa."

Terceiro Anel: Diário...

Ainda mr. Schmidt


"Não deve o treinador do Benfica tentar compreender o contexto em que está?

Não imagino o que no Benfica disseram a Roger Schmidt sobre os jornalistas portugueses. A verdade é que Schmidt nunca criou verdadeira empatia com os jornalistas e já está há ano e meio em Portugal. Dir-se-á que o mais importante é o treinador criar empatia com os adeptos, com os jogadores que dirige e com a estrutura do clube que representa. É, em grande parte, verdade. Mas conseguir criar empatia com os jornalistas ajuda às relações e, não tenhamos receio de o dizer, protege melhor a imagem.
Ora Schmidt está hoje cada vez mais debaixo de fogo da crítica e não ter criado empatia com os jornalistas não o ajuda em nada. É uma estratégia pouco inteligente. Não me parece, aliás, que Schmidt pague as favas por não conseguir falar ainda português. O treinador alemão paga as favas, sobretudo, pela inesperada e tão incorreta reação que teve a uma pergunta de um jornalista na conferência de imprensa após o dérbi (Benfica, 2-Sporting, 1, a 12 de novembro), quando teve o desplante de questionar, ele próprio, se o jornalista era adepto do FC Porto ou do Sporting por lhe ter perguntado se achava o resultado com os leões melhor do que a exibição.
Ao estalar o verniz ao treinador do Benfica era difícil que os jornalistas não tomassem qualquer posição. Schmidt foi deselegante, intolerante, ofensivo, e sem nunca ter sido (e não tinha de o ser) um poço de simpatia com os jornalistas, também nunca o víramos ser tão incorreto. Quando lhe estalou o verniz, porém, foi suficientemente rude para se esperar que ficasse sem resposta. Não podia ficar.
Confesso que admirei a forma como, na época passada, Schmidt soube ganhar o Benfica e seus adeptos, e exceção feita ao episódio de Vizela - lembram-se?, quando o treinador alemão devolveu para a bancada uma garrafa que lhe fora atirada pelos adeptos da casa, que o massacraram do princípio ao fim do jogo, e acabou com um gesto sobre o resultado quando abandonava o campo -, Schmidt foi, de um modo geral, um treinador afável e teve, também de um modo geral e na grande maioria das circunstâncias, um comportamento correto com toda a gente, fossem jornalistas ou opositores e recebeu elogios em troca.
Na Luz, ou fora de casa, ganhando ou perdendo, nunca deixou, por exemplo, de tentar cumprimentar o treinador adversário sempre que entendeu não haver motivo para não o fazer. Recordo, apenas como exemplo, quando Schmidt confessou ter dado os parabéns ao treinador do FC Porto quando o FC Porto, em abril passado, foi vencer à Luz e deixar em sobressalto os corações encarnados. «O FC Porto mereceu ganhar; foi melhor e aproveitou as oportunidades que teve», esclareceu, então, Roger Schmidt após aquele Benfica, 1-FC Porto, 2 que confirmou o pior momento da águia no campeonato que viria, no entanto, a conquistar, reconhecidamente, com inteira justiça.
Agora, porém, não foi a perder, mas sim a ganhar que surpreendentemente fugiu a Roger Schmidt o pé para o chinelo (como traduz a expressão tão popular sempre que se diz algo que não se devia ter dito), com aquela tão desagradável e pouco ética reação à pergunta de um jornalista após o dérbi jogado no mês passado. Nada, mesmo nada fazia prever que Schmidt pudesse reagir como reagiu, mas talvez o treinador alemão já estivesse a acusar alguma pressão, a esconder algum mal-estar ou a sentir o peso de algumas críticas ao futebol menos entusiasmante e menos consistente que o Benfica tem vindo a jogar praticamente desde o início da época, e aos comentários menos favoráveis que têm sido feitos sobre algumas das decisões (e indecisões) do treinador das águias. O comportamento da equipa e do treinador na Liga dos Campeões serviu apenas para piorar tudo.
Quando, na conferência de antevisão ao jogo da Taça com o Famalicão, os jornalistas destacados para ouvir Schmidt decidiram fazer-lhe todas as perguntas em português podem ter reagido muito mais à atitude de Schmidt após o jogo com o Sporting do que à insistência do treinador benfiquista em usar, apenas, a língua inglesa para se expressar.
É verdade que pouco depois de chegar a Portugal, Roger Schmidt manifestou desejo de aprender a dizer alguma coisa em português, mesmo deixando o aviso de não ser «muito bom» em línguas. Alguns meses depois, Schmidt também admitiu que o português é «uma língua muito difícil» e, por tudo isso, ninguém podia verdadeiramente esperar (nem seria razoável) que o treinador alemão do Benfica se sentisse confortável a falar em português nas conferências de imprensa. Mas Schmidt também não soube, mais uma vez, ser inteligente.
O exemplo do selecionador Roberto Martínez não é, naturalmente, a regra, mas a exceção. Apesar de castelhano, e por isso, de na sua língua materna se poder fazer entender com relativa facilidade, Martínez optou por aprender português (o que é muito mais fácil para um castelhano do que para um alemão) e em português tentar expressar-se sempre que está em Portugal. Fez bem.
Mas o caso de Martínez é diferente do caso de um treinador de clube. Martínez é o selecionador nacional e sentiu necessidade de conquistar o País e os portugueses. Os treinadores de clube começam por apenas precisar de conquistar os adeptos desse clube. E conquistam-nos, sobretudo, ganhando.
Schmidt fala em inglês. Não fala em alemão. E sendo o inglês, como alguém lembrava recentemente, obrigatório nos programas de ensino em Portugal, à partida, a maioria entende o que diz Schmidt e facilmente fala com ele.
Mas teria sido inteligente da parte do treinador alemão dizer, aqui e ali, meia dúzia de palavras em português, nem que fosse de mera circunstância como olá, bom dia, boa noite, desculpem, obrigado, e ir, ao mesmo tempo, confessando a sua dificuldade em aprender a nossa língua e o compreensível desconforto em tentar falar português, quando precisa, nas conferências de imprensa, de expressar ideias do modo mais correto possível.
Não diz o povo que mais vale cair em graça do que ser engraçado?!
Schmidt não se quis dar a esse trabalho. Está no seu direito. Mas fez mal. E, agora, parece um homem muito mais acossado; reage mal à crítica e a dá respostas menos adequadas ou até menos próprias (como a que deu após o dérbi) ou mesmo, de algum modo, sorrateiras, se me é permitida a expressão, como a que deu, na conferência de ontem, quando foi confrontado com o deficiente rendimento de alguns reforços.
Ao afirmar que, no fim, a decisão é sempre do clube, mesmo que não tenha sido essa a intenção, o que pareceu foi vermos um Roger Schmidt a sacudir alguma água do capote. Não lhe fica bem, nem a Schmidt nem a qualquer outro treinador, a quem se exige solidariedade com a entidade que lhes paga, e muitas vezes, como é o caso, principescamente.
O problema, portanto, não é Schmidt não falar português. O problema nasceu na incompreensível reação de Schmidt perante um jornalista a quem não apresentou sequer um pedido de desculpas.
Separemos, então, definitivamente as águas. O mal não está, nem seria sensato que estivesse (apesar de alguns parecerem querer agora dar a entender o contrário) em Roger Schmidt não falar em português. O mal estará, porventura, nas reações de Schmidt, e até de alguns jogadores (Rafa, por exemplo, não deveria ter reagido como reagiu junto dos adeptos, em Moreira de Cónegos) que parecem estar, progressivamente, a conviver cada vez pior com a crítica. Agora que o contexto azedou, cabe ao Benfica encontrar maneira de proteger o treinador (indicando-lhe, também, melhor caminho) e os jogadores (evitando que se repitam cenas como as de Rafa).
Como clube, o Benfica não tem a cultura do FC Porto, por exemplo, e por isso não lhe basta a união interna e o espírito do contra tudo e contra todos. Pelo contrário. Costuma dar-se mal com isso. Sendo o maior clube português é também o mais exposto. Para o bem e para o mal, vive à proporção da grandeza que tem.

O FC Porto, por exemplo, investiu 20 milhões de euros num central (o infeliz e cada vez mais mal-amado David Carmo) que continua, um ano e meio depois, sem conseguir afirmar-se na equipa e nunca isso foi discutido como é discutido Jurásek, que custou, no último verão, 14 milhões ao Benfica. E não custa nada admitir que se fosse o treinador do Benfica a afirmar, após uma derrota, que o melhor seria recorrer a jogadores da equipa B ou dos sub-19, talvez não escapasse a duras críticas.
Schmidt tem, pois, todo o direito de preferir não se expressar em português, quer seja pelo desconforto, quer seja pela insegurança de não se fazer entender corretamente. O que não deve é querer mostrar-se infalível, acima da crítica e imune ao erro. O futebol que o Benfica tem jogado não é o que se esperava e muito menos o que os adeptos desejam. O que parece uma evidência, porém, Schmidt continua a negar, seja por querer defender a equipa, o que se compreende, seja por estar a ignorar todos os sinais exteriores, o que é preocupante."

Lanças...


Aquecimento, excerto...

Futebol é Momento, excerto...

Total, excerto...

Segundo Poste...

Noção > Lucro


"Quem já se sentou à mesa com o presidente do Nápoles, Aurelio Di Laurentiis, prova o que é transparência bruta e crua. Na hora de considerar como se ganha um Scudetto em Itália de forma regular, Aurelio junta a sorte à batota. Para ele, não se consegue ganhar todos os anos se «não fizeres batota».
Aurelio não será punido pois o meio onde convive é, historicamente, pródigo em corrupção: em 1980 destapou-se esquemas de match fixing, depois veio o Totonero em 1986, mais tarde, em 2005 e 2006, desvendaram-se relações ilegais entre dirigentes e árbitros, já em 2011 a Série B trouxe novamente a manipulação de resultados e em 2015 prenderam-se 50 com base em lucro com apostas desportivas.
Aurelio, ao falar «com a sua verdade», certamente não será punido. Já John Textor pode ficar indignado com o Brasileirão mas apelidá-lo de «piada» depois do brutal investimento que fez no Botafogo, não é inteligente. Este referiu que a parte final do seu clube brasileiro foi «incrivelmente desapontante» mas está fora dele quando decide contratar uma empresa para criar um relatório que prove que o Botafogo deveria ter terminado com mais 21 pontos do que o Palmeiras para vir impugnar o campeonato junto dos tribunais comuns.
Textor já havia considerado como «corrupção e roubo» o jogo que perdeu frente ao Palmeiras, tendo sido suspenso 30 dias pelo Supremo Tribunal da Justiça Desportiva. Mais vale avaliar primeiro o setor onde se vai meter. A forma, quantias e timings como investiu através da sua Eagle Football Holdings LLC revelam pressa em ganhar.
No futebol não é suficiente ter dinheiro para ganhar. Há ligas cuja maior valia é a sua própria cultura. O RWD Molenbeek (Bélgica) e FC Florida (EUA) não acarretam grande valor (desportivo e financeiro). Mas 46% do Crystal Palace permitem aposta sólida num interesse financeiro (juro fixo) pela forma como a Premier funciona. Aqui não investiu para ganhar.
Já o Botafogo e Lyon são barris de pólvora num habitat onde florescem torcedores e ultras. O clube francês tem histórico (e adeptos) a respeitar, nem que seja pelas suas sete ligas consecutivas. Não há dinheiro que seja suficiente para respeitar a história, pois não são possíveis de serem adquiridos."