Últimas indefectivações

sexta-feira, 14 de maio de 2021

Antevisão...

Lanças...

Define (outra vez) Cebolinha


" 'É provavelmente porque de Everton se esperava desequilíbrio em forma de “Folclore”. Os dribles estonteantes que em tempo o mundo assistiu com a camisola da “canarinha” estarão bem presentes entre todos quanto esperavam mais de Cebolinha. O problema é que Everton evoluiu para um jogador diferente. É mais um definidor que um desequilibrador. E os primeiros têm naturalmente mais valor – Para se perceber a distinção, insira Rafa na segunda categoria. Everton tornou-se um jogador eficiente mesmo que não espetacular. Recebe bem, percebe os momentos de acelerar ou refrear ímpetos ofensivos e sobretudo, no último terço define com muita qualidade. A percentagem de lances com sucesso em que participa é naturalmente muito superior a praticamente todos os jogadores da liga em Portugal. Se há espaço para acelerar e condições para ser perigoso, se vai nos pés de Everton… provavelmente levará mesmo perigo.'

in Lateral Esquerdo"

SL Benfica | 5 dérbis na Luz que marcaram este século


"SL Benfica e Sporting CP prometem mais um dérbi escaldante, naquela que é a 33ª jornada da Primeira Liga. Se do lado do Sporting CP as coisas já estão resolvidas nas contas pelo título de campeão nacional, o SL Benfica ainda joga na expectativa de alcançar o FC Porto no segundo lugar da Primeira Liga de modo a entrar diretamente na fase de grupos da Liga dos Campeões.
Este embate é um dos mais importantes do futebol português e também um dos mais antigos: o primeiro jogo entre SL Benfica – então Sport Lisboa – e Sporting CP jogou-se em dezembro de 1907, num jogo onde os verde e brancos levaram a melhor por 1-2. Desde esse ano que já foram jogados 310 clássicos entre águias e leões.
Historicamente, no Estádio da Luz, já foram disputados 149 dérbis, sendo que os encarnados lideram com um registo de 83 vitórias (56%) contra as 32 do Sporting CP (21%). Foram contabilizados ainda 34 empates entre ambas as equipas neste reduto.
No entanto, qualquer jogo entre estas duas equipas é sempre memorável e o Bola na Rede destaca aqueles que são os cinco dérbis jogados no Estádio da Luz que mais marcaram este século.

1. SL Benfica 1 – 0 Sporting CP (2004/2005) – Este dérbi de 2005 foi um dos mais marcantes, mas também polémicos, deste século. Foi marcante dada a importância que este teve para o campeonato nacional, até porque estes três pontos dos encarnados foram cruciais para se afastarem dos leões na tabela classificativa. No entanto, o jogo ficou para sempre marcado pela polémica que envolveu o golo de Luisão, que é “acusado” de fazer falta sobre o guarda-redes Ricardo quando cabeceia a bola para dentro da baliza.

2. SL Benfica 4 – 3 Sporting CP (2013/2014) – Um fantástico jogo de futebol que teve sete golos, 65 mil adeptos e muito espetáculo. O encontro foi uma das eliminatórias da Taça de Portugal dessa época desportiva, mas o grande herói foi paraguaio: Óscar Cardozo.
O avançado sul-americano marcou um hattrick em pouco mais de meia hora, mas viu o jogo ir para prolongamento. Nessa fase do jogo, o golo decisivo pertenceu a Luisão que decidiu a partida, de cabeça, aos 97 minutos.

3. SL Benfica 0 – 3 Sporting CP (2015/2016) – Este é sem dúvida um dos dérbis, no Estádio da Luz, mais marcantes dos últimos anos. O jogo decorreu em outubro de 2015, três meses depois de Jorge Jesus deixar o SL Benfica e ingressar no Sporting CP, numa das contratações mais polémicas deste século.
Este jogo foi ainda mais marcante porque foi a segunda vitória do técnico português frente aos encarnados em pouco mais de dez semanas – a primeira ocorreu na Supertaça Cândido Oliveira, com a vitória dos leões por 1-0.

4. SL Benfica 2 – 0 Sporting CP (2012/2013) – O dérbi de 2013 foi palco de um dos melhores golos que o Estádio da Luz já assistiu. Decorria o minuto 75 quando Gaitán, Sálvio e Lima protagonizaram uma jogada brilhante que culminou com o golo do avançado brasileiro. O resultado não foi determinante para a classificação final visto que os encarnados tinham uma enorme vantagem para os leões, mas fica para a história pelo momento intemporal de Lima.

5. SL Benfica 2 – 0 Sporting CP (2013/2014) – Um jogo marcado por grandes golos do SL Benfica, mas também pela importância do resultado para o que viria a ser o título encarnado. O jogo decorreu na terceira jornada da segunda volta da Primeira Liga 2013/2014 e permitiu ao clube da Luz aumentar a distância para o Sporting CP, que acabou no segundo lugar a seis pontos do SL Benfica."

Dérbi | Os 5 jogadores do SL Benfica mais decisivos no século XXI


"Sporting CP e SL Benfica são os protagonistas do principal dérbi do país. Nos jogos entre ambos estão anos de história, de nervos, de sonhos, de tristezas, de grandes alegrias e de grandes jogos. Da mesma forma que não se fazem omeletes sem ovos, também não se fazem grandes jogos sem grandes jogadores. Posto isto, neste artigo, vamos referir cinco jogadores do SL Benfica que foram absolutamente preponderantes nos dérbis, nos últimos anos.

1. Óscar Cardozo Na altura em que Cardozo jogava no SL Benfica, eu ainda era bastante novo e estava numa fase em que acreditava em monstros e bichos papões. Muito honestamente, penso que Cardozo foi o principal responsável por isso. Cada jogo, cada golo, muitos deles vindos daquele pé esquerdo que tantos pesadelos nos causou. No campeonato, o Sporting CP foi a vítima preferida do uruguaio, tendo feito 12 golos em 18 jogos. Na Taça, fica na memória o hat-trick, num jogo de loucos, em 2013.

2. Luisão Capitão e peça chave durante anos no onze encarnado. 25 jogos contra os leões e quatro golos, um deles, à semelhança de Mitroglou, tirou o pão da boca aos leões e deu vantagem aos encarnados, que acabaria por ser decisiva na conquista do campeonato de 2005. Sempre foi um osso de roer e um patrão na defensiva encarnada.

3. Pablo Aimar Outro jogador que encantava como Gaitán. Reconheci e reconheço a sua classe, tenho admiração e respeito pelo jogador e muita vontade que tivesse vestido a verde e branca em vez da encarnada (acho que este é um dos melhores, senão o melhor, elogio que se pode dar a um jogador rival). Jogou nove vezes frente ao Sporting CP e venceu em sete ocasiões, o que demonstra a importância da sua presença em campo.

4. Kostas Mitroglou Esteve cá pouco tempo, mas foi tempo suficiente para se tornar inesquecível, pelos piores motivos, para quem é sportinguista. Para a Primeira Liga, contra o Sporting CP, jogou três partidas, perdeu uma, empatou outra e também venceu uma. Números pouco relevantes para um jogador que designo de “decisivo”. No entanto, se bem se recordam, com um único golo marcado aos leões, para o campeonato, roubou um título ao Sporting CP e entregou-o ao SL Benfica.

5. Nico Gaitán A prova que é possível admirar jogadores que atuam em clubes rivais. Jogava com cola nas duas batutas que tinha no lugar dos pés. Quando representou o SL Benfica, esteve numa fase em que a equipa encarnada era superior à formação verde e branca e, por essa mesma razão, venceu várias partidas frente ao rival da segunda circular e protagonizou vários lances que ficaram na história dos dérbis, sendo o principal, muito provavelmente, o lance do 2-0, na Luz, em 2013."

Com/Sem... !!!


"Sem público na 33ª jornada (sábado, 15/05).
Com público na 34ª jornada (quarta, 19/05).
Sem público na Final da Taça de Portugal (domingo, 23/05).
Com público na Final da Liga dos Campeões (sábado, 29/05).
Para além de ser uma medida que não valoriza a verdade desportiva (o que é que isso interessa em Portugal?), só se pode concluir que os Benfiquistas são o maior perigo para a propagação do vírus."

Modalidades: Basquetebol...

Tóquio #12: Pedro Portela...

Fever Pitch - João & Nolé... Portunhol!

quinta-feira, 13 de maio de 2021

Bastidores: Choupana...

Galardão Cosme Damião: Revelação Futebol - Diogo Gonçalves

Fim de semana preenchido


"As épocas nas diversas modalidades coletivas encaminham-se para o seu epílogo, com algumas delas já concluídas ou decididas. Entre estas últimas destacamos os títulos nacionais conquistados no voleibol, nos homens, e basquetebol (inédito), futsal (tetra) e polo aquático (bi), nas mulheres, além do desempenho meritório, também no feminino, da nossa equipa de voleibol, que, em ano de regresso muito aguardado à Primeira Divisão, terminou o Campeonato no 4.º lugar.
Ao longo dos próximos dias serão várias as nossas equipas em ação, sendo que grande parte do mediatismo recairá, naturalmente, no dérbi do futebol sénior (sábado, 18h00, na Luz). O objetivo é vencer. A equipa B visitará a Académica (domingo, 16h30) e a equipa feminina receberá o Clube Condeixa (domingo, 16h00) na penúltima jornada da fase de apuramento do campeão.
Em hóquei em patins, no Luso, a nossa equipa entrará no rinque às 21h00 de sábado para tentar carimbar o acesso à final da Liga Europeia tendo por adversário o Sporting. Recordamos que nos apurámos para a final four após a eliminação de Barcelona e Liceo da Coruña. A final está agendada para domingo, no mesmo local. A equipa feminina será a anfitriã do desafio com o CH Carvalhos (domingo, 15h00).
E hoje haverá ainda outro dérbi, mas em basquetebol. Trata-se do terceiro jogo das meias-finais dos play-offs da Liga Placard. Em caso de triunfo benfiquista, o quarto jogo está agendado para sábado (16h30).
No andebol haverá clássico na Luz (sábado, 14h30), englobado na 27.ª jornada. Estamos a quatro pontos da liderança (em igualdade pontual com o segundo classificado), com 24 vitórias e apenas duas derrotas. No mesmo dia, a equipa feminina receberá o ND Santa Joana (19h00). Também a quatro pontos da liderança, mas com menos um jogo disputado, a luta pelo título, que não conquistamos desde 1993, continua acesa.
No futsal disputaremos, com o Braga, na Luz (sábado, 20h30), o segundo jogo dos quartos de final dos play-offs. Na primeira partida, realizada em Braga, vencemos por 1-4. Se necessário, o terceiro jogo acontecerá no dia seguinte, também na Luz (20h00).
Serão muitos os jogos para apoiarmos, mesmo que à distância, o Glorioso.
De Todos Um, o Benfica!"

Excepções!!!


"12 mil ingleses nas bancadas do Dragão para ver a final da Champions League. A que horas é que o SL Benfica exige adeptos na final da Taça de Portugal e alteração do horário? Vai ter de ser o SC Braga a fazer barulho outra vez?"

Alibi...!!!


"Ontem, a Liga de clubes anunciou que os jogos da 34.ª e última jornada da I Liga portuguesa de futebol vão poder contar com 10% da lotação dos estádios, com adeptos da equipa da casa e teste negativo à covid-19.
Resumindo: FC Porto e Sporting jogarão nos seus estádios com o apoio dos seus adeptos. O SL Benfica não, pois defrontará o Vitória de Guimarães no Estádio D. Afonso Henriques.
Um factor tremendamente injusto para as equipas que jogam fora e que ainda procuram atingir objectivos. Há equipas a lutar por um lugar de acesso directo à Liga dos Campeões, por lugares europeus e pela fuga à descida de divisão, e, desta forma, as que jogam em casa irão ter essa - inequívoca - vantagem.
Paulo Meneses, presidente do Paços de Ferreira, afirmou que esta manobra é uma tentativa de branquear as celebrações do título do Sporting, com milhares de pessoas nas ruas sem distanciamento. O BnrB concorda e acrescenta: será, igualmente, para justificar público na final da Liga dos Campeões que se irá disputar no Estádio do Dragão?"

Da série: «sOmOs DiFeReNtEs» 🦎💚



PS: O aluno especial!!!

A equipa que foi autora da sua própria História


"Nesta época não tem havido muitos motivos de orgulho para os benfiquistas. No entanto, no último fim-de-semana, escreveu-se mais uma página na história do SL Benfica. A equipa de basquetebol feminino da história do Sport Lisboa e Benfica conquistou nos Açores o primeiro campeonato da sua história, ao derrotar o União Sportiva numa final emocionante, que se resolveria apenas na “negra”.
O SL Benfica refundou o basquetebol feminino na última década, alcançando duas subidas de divisão em dois anos. Após o regresso ao escalão maior do basquetebol nacional, o SL Benfica andou várias épocas mergulhado no meio da tabela, tendo finalmente nesta época construído uma equipa capaz de lutar por títulos, numa época que culminou com a conquista de uma inédita dobradinha.
Para esta temporada, a equipa procedeu a uma alteração no comando técnico da equipa, com Isabel Ribeiro dos Santos a ser substituída por Eugénio Rodrigues. O treinador de 51 anos, chegou do Olivais FC, clube ao serviço do qual conquistou todos os troféus oficiais a nível nacional.
Os reforços do plantel seriam a base Carolina Gonçalves que chegaria do Algés; a jovem Ana Barreto vinda da Quinta dos Lombos; a extremo internacional portuguesa Laura Ferreira, que regressou a Portugal depois de ter jogado nos EUA e em Espanha; e as norte-americanas Japonica James e Altia Anderson, ambas oriundas do college.
Começada a época, a equipa não demorou muito tempo a mostrar que era das equipas mais fortes do campeonato e que a conquista de títulos era um objectivo real. O primeiro ponto alto da temporada, chegaria no dia 14 de Março de 2021, onde a equipa de basquetebol feminino do SL Benfica conquistou a primeira Taça de Portugal da sua história.
Depois de ter eliminado o CR Esgueira e o Guifões nas primeiras eliminatórias, o SL Benfica organizaria a Final Four no seu pavilhão, derrotando o União Sportiva nas semi-finais, num jogo frenético que terminaria apenas prolongamento com uma vitória por 86-77. Na final, o SL Benfica derrotaria o Vitória SC de uma forma expressiva por 85-63, conquistando o primeiro troféu da temporada.
O SL Benfica terminaria a Fase Regular da Liga Skoiy no segundo lugar em igualdade com o União Sportiva (18 vitórias e 4 derrotas, mas com desvantagem no confronto directo), tendo de defrontar o AD Vagos nos quartos-de-final do play-off. O SL Benfica derrotaria o clube do distrito de Aveiro com duas vitórias sem resposta por 50-72 em Vagos e por 93-78 na Luz.
Seguindo-se a Quinta dos Lombos nas meias-finais, o SL Benfica conseguiria uma vitória surpreendentemente tranquila em Carcavelos por 43-63. Porém, no segundo jogo, a equipa sofreu um duro revés com a grave lesão da poste Altia Anderson (que falharia o resto da época), acabando por ser derrotada por 64-69. A equipa encarnada acabaria por levar a melhor na “negra” com uma vitória por 75-73.
A final seria disputada contra o União Sportiva, que tinha eliminado o Guifões e o Vitória SC nas rondas anteriores, para além de deter o factor-casa, também possuía o peso histórico a seu favor, visto que conquistara três dos últimos cinco campeonatos.
No entanto, em mais uma prova de superação, o SL Benfica realizou uma das melhores exibições da temporada no primeiro jogo na Luz, ao derrotar as açorianas por 91-72, num jogo onde, mesmo com a ausência de Altia, conseguiram equilibrar a luta nas tabelas, com as açorianas a terem apenas mais três ressaltos no jogo que as encarnadas.
No segundo jogo a ser disputado nos Açores, com a presença de público nas bancadas, a equipa da casa mostrou que não estava na final por acaso, conseguindo uma vitória por 85-72. Apesar de termos assistido a um confronto equilibrado, a diferença esteve sobretudo na eficácia no lançamento de três pontos, com a equipa do União Sportiva a ter um total de 16 lançamentos triplos convertidos e 47% de eficácia.
Com a “negra” a ser disputada no dia seguinte, assistimos a mais um jogo muito equilibrado em que o desgaste físico e mental se fez sentir em ambas as equipas. Com a vantagem a alternar entre ambas as equipas, o resultado final seria selado com um triplo de Joana Soeiro ainda a mais de três minutos do fim.
Daí para a frente, assistimos a um período em que as jogadoras de ambas as equipas acusaram o cansaço, jogando mais com o coração do que com a cabeça. No último suspiro do encontro, a norte-americana Nausia Woolfolk rouba a bola a Laura Ferreira e faz o lançamento de 3 pontos sem qualquer oposição, mas a bola não cai no cesto, Mariana Carvalho ganha o ressalto defensivo e soa a buzina final. 73-76 a favor das encarnadas, com a equipa visitante a fazer a festa juntamente com a meia-dúzia de adeptos benfiquistas que marcaram presença no Pavilhão Sidónio Serpa.
A equipa do Sport Lisboa e Benfica fez história em dose dupla, ao conquistar o primeiro campeonato e a primeira Taça de Portugal da sua história, obtendo assim a sua recompensa pela sua qualidade, pela sua entrega e pela sua atitude competitiva. Agora, há-que dar o breve destaque às figuras desta equipa.
A base e capitã Joana Soeiro era o motor da equipa dentro da quadra. Dona de uma visão de jogo apuradíssima, a base internacional portuguesa faz muitos estragos com os seus passes teleguiados, seja no pick n’roll ou em transições ofensivas a lançar as colegas em profundidade. Joana Soeiro terminou a época como a jogadora com maior média de assistências no campeonato (5,5).
Na sombra da capitã, estava a jovem Marta Martins. A atleta formada no clube era uma das principais jogadoras na rotação, sendo que pela sua forma de jogar, nota-se que tem aprendido muito com Joana Soeiro. Dona também de uma grande visão de jogo e capacidade de passe, Marta Martins teve a quarta melhor média de assistências no campeonato (3,5), mas das jogadoras que ocupavam o Top-5 nesse dado estatístico, era aquela com a média de minutos de jogo mais baixa (22 minutos).
Na posição de base-extremo, Mariana Carvalho era a habitual dona do lugar no onze. A jovem de 20 anos é uma jogadora bastante versátil ofensivamente, sendo capaz de pontuar tanto na penetração e ataque ao cesto, como no lançamento exterior. Terminou a época com 50% de eficácia no lançamento de dois pontos e 37% de eficácia nos triplos. Na sua sombra havia Carolina Gonçalves, que seria também uma aposta habitual na rotação, até que uma lesão no ombro a afastou da competição desde Fevereiro.
Na posição 3 estava uma das jogadoras mais importantes da equipa. A luso-brasileira Laura Ferreira foi uma das contratações sonantes da equipa e rapidamente se assumiu como uma jogadora importantíssima no modelo de jogo da equipa. Sendo uma jogadora completa e fundamental nos dois lados do campo, a extremo de 25 anos é daquelas jogadoras que não se importa de se “sacrificar” em prol do colectivo, cabendo-lhe muitas vezes a tarefa de marcar as jogadoras adversárias mais perigosas. Laura Ferreira é daquelas jogadoras que joga para a equipa e não para as estatísticas.
A norte-americana Japonica James foi uma das grandes figuras da equipa e do campeonato. Dona de uma presença física impressionante, a extremo-poste possuía algumas limitações técnicas, procurando usar o físico para se superiorizar na lua nas tabelas e no jogo de costas para o cesto. Foi a MVP do jogo do título (22 pontos e 9 ressaltos) e foi ainda a jogadora com a terceira melhor média de pontos (17,8), quarta melhor média de ressaltos ofensivos (3,8) e a segunda melhor eficácia no lançamento de dois pontos (57%).
Por outro lado, a poste Altia Anderson era um excelente complemento a Japonica. Não sobressaía em nenhum gesto técnico do jogo em particular, mas sabia fazer um pouco de tudo e que aparecia quando a equipa mais precisava. Terminou a época com médias de 12 pontos, 7,5 ressaltos e um desarme de lançamento.
Na rotação, há um destaque para mais duas jogadoras. Mariana Silva era a principal opção para a rotação interior e não sendo tão reconhecida como outra jogadoras, era uma jogadora muito importante para a equipa, como ficou provado com o título de MVP na final da Taça de Portugal. Apesar de ser uma jogadora alta, também é muito rápida e muito habilidosa com a bola na mão, sobretudo a fazer fintas curtas em zonas debaixo do cesto, sendo uma jogadora muito eficaz nos lances livres e nos lançamentos de meia distância. Uma Mariana Silva inspirada em jogos de alto nível é meio caminho andado para a vitória.
Destaque ainda para Ana Barreto. Uma jovem de apenas 17 anos, que ao longo da época foi ganhando espaço nas opções do treinador, sendo uma jogadora que foi opção nos jogos de maior grau de dificuldade de modo a continuar a crescer e a aprender. Será uma jogadora a ter em atenção e que tem tudo para se tornar um caso sério no curto/médio-prazo.
No planel encarnado ainda havia ouras jovens jogadoras que não jogavam com tanta regularidade, tais como Cyntia Dias, Chana Paxixe, Ângela de Castro e Carolina Aguiar. Mas não posso deixar de mencionar a veterana Sofia Ramalho Gomes. Aos 40 anos, a base poveira regressou ao activo e mesmo sem jogar com muita regularidade, teve um papel importantíssimo no balneário e na liderança do grupo de trabalho, sendo um grande auxílio para a equipa técnica nesse aspecto.
Quanto ao treinador Eugénio Rodrigues, só tenho a dizer que é o homem forte por detrás deste projecto. Um treinador que concilia as competências técnico-tácticas, as capacidades de liderança e o compromisso e a identificação com o SL Benfica e com a equipa que liderava, construindo uma equipa unida, coesa, agressiva defensivamente e muito inteligente e gerir os momentos do jogo e a controlar a posse de bola.
Como disse a capitã Joana Soeiro: “equipas não se sagram campeãs em finais. Elas vão se tornando grandes dia após dia, trabalhando arduamente e ultrapassando cada obstáculo em vez de os usar como desculpa para desistir das suas ambições.”
Esta citação também diz muito da entrega, espírito de equipa e compromisso desta equipa, que não se deixou abater pelas adversidades, indo sempre à luta com as armas que tinha, conseguindo uma Dobradinha bastante saborosa. Agora, é preciso dar continuidade a este projecto. Continuando a manter esta base e apostando na competência e na dedicação, o futuro desta modalidade poderá vir a ser muito risonho."

O Cantinho Benfiquista #53 - Game, Set And Match

Dentes voando em redor do quatr’olho


"Jef Jurion, que jogava sempre com óculos de massa, foi o primeiro a chegar junto ao companheiro que parecia ter sido atacado por rinocerontes

No dia 30 de setembro de 1964, no Bosuilstadium, em Antuérpia, havia dois moços que sentiam ligeiramente deslocados. O primeiro chamava-se Guy Delhasse, tinha 31 anos, e era guarda-redes. Nunca foi grande espiga, assinale-se, mas ainda assim pôde orgulhar-se por ter representado a seleção belga por sete vezes. As coisas não lhe correram de feição e dos sete perdeu seis jogos, sofrendo nada menos de 15 golos, mais do que um por partida, algo que, como se calcula, não o mergulhou num oceano de popularidade.
Nesse tal dia de setembro, iniciou o encontro contra os agora oficialmente designados por Países Baixos, como se o diacho da Bélgica fosse algum tipo de Países Altos, carregados de montanhas nevadas e de vales repletos de glaciares. Seria o penúltimo jogo de Guy pela Bélgica e tinham-lhe feito a vida negra na noite anterior com uma série de partidas e de pilhérias de levar ao desespero o mais pachorrento dos frades capuchinhos enviados para o Congo do Rei Leopoldo em serviço de missionário. A razão era infantilmente simples: Delhasse pertencia ao FC Liégeois e os outros dez que o treinador Constant Vanden Stock anunciara para entrarem em campo como titulares – George Heylens, Laurent Verbiest, Jan Plaskie, Jan Cornelis, Pierre Ranon, Jef Jurion, Jaques Stockman, Johan Devriendt, Paul Van Himst e Wilfried Puis – faziam parte da equipa do Anderlecht.
A despeito de os companheiros o fazerem sentir mais deslocado do que nunca, Guy engoliu as larachas e as ironias e foi-se a jogo com a coragem que costumava fazer parte da sua idiossincrasia. O encontro foi rijo, a raiar a violência, algo próprio de vizinhos que olham de esguelha um para o outro. Ferveu canelada, o árbitro italiano Lo Bello, um dos mais conceituados da sua era, ia fazendo reparos a todo o instante, mas as orelhas moucas de belgas e holandesas iam tornando a tarefa de dirigir o encontro cada vez mais difícil.
Estávamos em cima do intervalo quando Hennie van Nee, um avançado trapalhão do Heracles, de Almelo, entrou pera grande área belga com a delicadeza de uma manada de rinocerontes. Guy Delhasse nunca fora homem para se encolher, muito menos numa altura em que andava há dois dias a sofrer a galhofa por parte dos companheiros vaidosamente bruxelenses. O joelho de van Nee entrou-lhe pela placa dentária frontal espalhando em redor um incisivo central, um canino, o primeiro e o segundo pré-molares e um terceiro molar, deixando-lhe o beiço de baixo ao pendurão, agarrado à cara por uma ligeira fita de pele e o septo nasal numa posição deveras curiosa.
Guy não queria acreditar no que lhe tinha acontecido. Decorria o último minuto da primeira parte e começou a perspetivar toda a panóplia de cirurgias a que teria de ser submetido. Para o seu lugar entrou mais um jogador do Anderlecht, como se está mesmo a ver, um tal de Jan Trappeniers. Os olhos de Guy encheram-se-lhe de lágrimas reconhecidas enquanto a maca que o conduzia para fora do relvado ia sendo rodeada pelos seus companheiros folgazões, já sem muita vontade de rir, e dispostos a distribuir-lhe toda a solidariedade que, de repente, se soltara das suas almas arrependidas. Um gesto bonito, bem ao contrário da cara com que Guy passou a usar depois das diversas intervenções cirúrgicas.
O primeiro dos seus colegas a dirigir-se ao local em que Guy Delhasse vertia sangue como se lhe tivessem aberto as torneiras das carótidas, foi uma espécie de companheiro de desventuras – Jef Jurion. Era o capitão de equipa, mas não escapava, de forma alguma das facécias que os camaradas prepararam requintadamente para ele e para a sua galopante miopia.
Armand Joseph Jurion nasceu no dia 24 de janeiro de 1937, em Sint-Pieters-Leeuw. Aos cinco anos já não enganava ninguém: era a estrela da miudagem do Ruisbreck e não tardou a assinar contrato com o Anderlecht, ganhando a titularidade mal cumpriu 16 anos. Ainda me recordo de o ver jogar, aqui e ali, nas raríssimas transmissões televisivas que a RTP dava à malta à laia de rebuçados. Fortemente míope, Jurion não passava despercebido a ninguém dentro do relvado por ser o único jogador que utilizava óculos, daqueles de massa ou de casca de tartaruga.
De tempos a tempos, aproveitando o seu sono mais profundo, o caixa d’óculos ficava sem a caixa e sem os óculos, o que o impedia de jogar. A deficiência nunca minou a sua autoridade sobre os companheiros que, rapidamente, faziam voltar ao normal o mau feitio que a qualquer momento despontava. Depois, de óculos postos, gerindo o jogo como um médio de enorme qualidade, estava-se nas tintas para que lhe chamassem quatr’olhos. A bola era toda dele, mesmo que não a visse muito bem."

Sol na eira e chuva no nabal


"A hesitante reflexão que se segue (que, como obra de nabo, nunca poderia sair coisa por aí além), foi-me cochichada, noite dentro, pela barulheira ensurdecedora provocada pelo raivoso rosnar da matilha de comentadores, cuja principal nota comportamental parece ser a piromania - tudo no rescaldo do não menos hesitante critério do árbitro do último clássico da Luz entre o Sport Lisboa e Benfica e o FC Porto.
O que se pedia ao senhor árbitro, Artur, de seu nome, é que como rei se portasse, e, ao rei, bem sabemos que é a equanimidade e a imparcialidade o que, acima de tudo, se lhe pede - e que não tenha medo.
Pois medo foi o que mais parece ter abundado - até um cheiro nauseabundo se ter espalhado pelas bancadas frias de ausência. Um medo, aliás, que, uns dias antes, um grupelho de rufias a soldo de uma gratuita agitação, tratou de potenciar e dramatizar, espalhando intimidatórias frases pelos muros fronteiros ao centro de treino dos árbitros na Maia.
Ah, mas ele é imune a essas ameaças- proclamaram os iluminados da bola. Mas, como? Ninguém é - só um louco, ou alguém totalmente desprovido de consciência.
Antes do jogo, todos, em uníssono, o confirmaram no seu trono como o Rei Artur da arbitragem nacional. Mas, da mesma forma que o lendário herói britânico nunca existiu na realidade, também este nosso herói de Portus+cale (Porto belo, onde se procedia à descarga das pipas de vinho e, sabe-se lá, se de bolos também, porto que daria o nome de Portugal) , também este herói, dizia, nunca existiu- só como Artur concedemos que exista, de facto. Aliás e em rigor, nem como verdadeiro árbitro existe - que, para sê-lo realmente, teria que, à semelhança do que, na abertura da Olimpíada clássica, faziam os Hellanodikai, molhar as mãos no sangue do sacrifício e jurar arbitrar as provas com imparcialidade - e aí, o problema, justamente.
A inviabilidade funcional e deontológica - mãos sujas - advém do facto de este senhor ter as mãos na massa em dois tabuleiros em simultâneo: na tesouraria da Liga e no tabuleiro, propriamente dito, da sua pastelaria (que tem na sua localização a sua maior fragilidade).
Quando se jogam tantos milhões em noventa minutos, fazer vista grossa a uma entrada mais agressiva pode, num balanço final das hipóteses, significar um rombo de quarenta milhões.
Querer conciliar o inconciliável (“coincidentia opositorum”, Nicolau de Cusa) é pretender que o semáforo esteja simultaneamente verde e vermelho: estampanço pela certa! A sabedoria popular já há muito que lavrou a sentença para esta conduta excessiva: “quem tudo quer tudo perde”.
A atestar os perigos associados à condição de árbitro-empresário, já tivemos os episódios de vandalismo no talho do Mota - precedente que seguramente fez tocar todas as campainhas de alarme do sistema nervoso do Artur, menos o único que, face àquela entrada, deveria ter tocado - o apito. Mas uma pastelaria vale bem um silêncio!
É certo que todo o cidadão tem o direito de ser empresário, mas à hora de de conjugar a sua actividade empresarial com a profissão de árbitro de futebol profissional, deve estreitar o seu critério e ampliar a sua prudência:
Por que não uma funerária? Com certeza que ninguém iria arrear no defunto. Ou por que não uma sucateira? Seguramente que nenhum desses vândalos iria desperdiçar energia a partir o que já partido está.
O que parece certo é que o árbitro do clássico, ao tremer como tremeu, mais do que o celebrado Rei Artur, ele foi simplesmente o Sr Dias da Pastelaria.
Dia amargo do Soares!"

Fever Pitch - João, Miguel & Pedro... Trio!

quarta-feira, 12 de maio de 2021

Lixívia 32


Tabela Anti-Lixívia
Benfica..............70 (-12) = 82
Sporting........... 82 (+10) = 72
Corruptos....... 74 (+23) = 51

Com praticamente tudo resolvido nos primeiros lugares, jornada sem grandes Casos, mas com tendências inconfundíveis!!!

Na Choupana houve dois lances potencialmente polémicos:
- no golo anulado ao Nuno Tavares, de facto existe falta do Veríssimo no início do lance, mas por acaso até existe falta do jogador do Nacional imediatamente antes!!! Suspeito inclusive que se fossem os Dragartos a marcar um golo destes, ainda haveria alguém a defender que como a falta foi atrás do meio-campo e a bola ainda foi passada para trás, o VAR não deveria ter interferido!
Recordo que no início da época, a FIFA esclareceu que em lances de golo o VAR deve recuar ao início do movimento de ataque... se por acaso tivesse existido dois ataques consecutivos, sem que os adversários tocassem na bola, só contaria o 2.º ataque!!!
- no lance onde o Vigário jogou a bola com os braços, eu admito que para mim, aquilo não é penalty, pois é um desvio à queima-roupa, e o jogador simplesmente tentou proteger o seu corpo... Agora, tenho a certeza absoluta que a favor dos Dragartos, seria marcado...
Uma nota ainda sobre o golo do Nacional: o jogador que acerta no poste, na sequência do lance, choca com o Helton, ficando em cima do nosso guarda-redes, quando o seu companheiro empurra para a baliza deserta! Os guarda-redes têm na pequena área a sua área de protecção máxima! Para mim também não é falta, mas mais uma vez tenho a certeza que se fosse o guarda-redes de um dos estarolas, teríamos discussão...
Para finalizar, se nos lances mais importantes, até concordo com as decisões, nas 'pequenas' decisões, foi mais uma arbitragem horrível! Por exemplo, logo a seguir ao 1-1, num lance onde a bola deveria ter sido atribuída ao Benfica (lançamento lateral) deram a bola ao Nacional, que no contra-ataque só não marcou, porque o jogador foi azelha e atirou a bola por cima da barra... Na sequência dos protestos o Grimaldo levou Amarelo!
Jogos do Benfica apitados por esta estirpe de árbitros, são afectados constantemente por estes 'erros' de pormaior!!!

No Dragay, aos 5 minutos, 3 Amarelos para o Farense e um penalty para os Corruptos!!!
O penalty até é penalty, o problema é que o lance é exactamente igual ao que o Corona fez em Faro no jogo da 1.ª volta... e nada foi marcado!!!
Na expulsão do Bilel a decisão também foi correcta... o problema é o único jogador dos Corruptos esta época expulso numa situação idêntica, foi o Taremi, no jogo com o Benfica, na 1.ª volta... os outros lances, e foram muitos, passaram em claro...!!!

Na 'festa' de Alvalixo, não houve grandes Casos, mesmo assim a Lagartada protestou 3 penalty's, nenhum deles com razão!!!

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Famalicão(f), V(1-5), Godinho (Malheiro), Nada a assinalar
2.ª-Moreirense(c), V(2-0), Almeida (R. Oliveira), Nada a assinalar
3.ª-Farense(c), V(3-2), Martins (V. Santos), Prejudicados, (3-0), Sem influência
4.ª-Rio Ave(f), V(0-3), Pinheiro (Hugo), Prejudicados, (0-4), Sem influência
5.ª-B Sad(c), V(2-0), Rui Costa (Narciso), Nada a assinalar
6.ª-Boavista(f), D(3-0), Hugo (V. Santos), Nada a assinalar
7.ª-Braga(c), D(2-3), Soares Dias (Esteves), Nada a assinalar
8.ª-Marítimo(f), V(1-2), Mota (V. Santos), Prejudicados, (1-3), Sem influência
9.ª-Paços de Ferreira(c), V(2-1), Rui Costa (Esteves), Prejudicados, Sem influência
10.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Almeida (Nobre), Prejudicados, Beneficiados, (0-3), Sem influência
11.ª-Portimonense(c), V(2-1), Martins (Esteves), Prejudicados, Sem influência
12.ª-Santa Clara(f), E(1-1), Malheiro (Rui Costa), Nada a assinalar
13.ª-Tondela(c), V(2-0), M. Oliveira (V. Santos), Prejudicados, (3-0), Sem influência
14.ª-Corruptos(f), E(1-1), Godinho (Hugo), Prejudicados, (1-2), (-2 pontos)
15.ª-Nacional(c), E(1-1), Rui Costa (Almeida), Prejudicados, (3-1), (-2 pontos)
16.ª-Sporting(f), D(1-0), Soares Dias (Hugo), Nada a assinalar
17.ª-Guimarães(c), E(0-0), Almeida (Nobre), Prejudicados, (1-0), (-2 pontos)
18.ª-Famalicão(c), V(2-0), Hugo (Godinho), Nada a assinalar
19.ª-Moreirense(f), E(1-1), M. Oliveira (Melo), Prejudicados, (0-3), (-2 pontos)
20.ª-Farense(f), E(0-0), Hugo (V. Santos), Prejudicados, (0-2), (-2 pontos)
21.ª-Rio Ave(c), V(2-0), Almeida (Nobre), Prejudicados, (3-0), Sem influência
22.ª-B Sad(f), V(0-3), Martins (Pinheiro), Nada a assinalar
23.ª-Boavista(c), V(2-0), Mota (V. Ferreira), Prejudicados, (4-0), Sem influência
24.ª-Braga(f), V(0-2), Pinheiro (Godinho), Prejudicados, (0-3), Sem influência
25.ª-Marítimo(c), V(1-0), Godinho (Narciso), Prejudicados, (2-0), Sem influência
26.ª-Paços de Ferreira(f), V(0-5)
, Hugo (Martins), Prejudicados, (0-6), Sem influência
27.ª-Gil Vicente(c), D(1-2), Veríssimo (Martins), Nada a assinalar
28.ª-Portimonense(f), V(1-5), Soares Dias (Hugo), Nada a assinalar
29.ª-Santa Clara(c), V(2-1), Malheiro (Godinho), Nada a assinalar
30.ª-Tondela(f), V(0-2), Mota (Narciso), Nada a assinalar
31.ª-Corruptos(c), E(1-1), Soares Dias (Pinheiro), Prejudicados, (2-1), (-2 pontos)
32.ª-Nacional(f), V(1-3), Rui Costa (Narciso), Nada a assinalar

Sporting
1.ª-Gil Vicente(c), V(3-1), Narciso (R. Oliveira), Nada a assinalar
2.ª-Paços de Ferreira(f), V(0-2), Veríssimo (Esteves), Beneficiados, (0-1), Impossível contabilizar
3.ª-Portimonense(f), V(0-2), M. Oliveira (Narciso), Nada a assinalar
4.ª-Corruptos(c), E(2-2), Godinho (Martins), Prejudicados, (2-0), (-2 pontos)
5.ª-Santa Clara(f), V(1-2), Mota (V. Santos), Nada a assinalar
6.ª-Tondela(c), V(4-0), Nobre (Esteves), Nada a assinalar
7.ª-Guimarães(f), V(0-4), Hugo (V. Santos), Nada a assinalar
8.ª-Moreirense(c), V(2-1), V. Ferreira (R. Oliveira), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
9.ª-Famalicão(f), E(2-2), Godinho (Soares Dias), Nada a assinalar
10.ª-Farense(c), V(1-0), Narciso (Esteves), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
11.ª-B Sad(f), V(1-2), Rui Costa (Narciso), Nada a assinalar
12.ª-Braga(c), V(2-0), Verríssimo (Pinheiro), Prejudicados, Beneficiados, (4-0), Sem influência
13.ª-Nacional(f), V(0-2), Mota (Nobre), Nada a assinalar
14.ª-Rio Ave(c), E(1-1), Malheiro (V. Ferreira), Nada a assinalar
15.ª-Boavista(f), V(0-2), Veríssimo (Nobre), Nada a assinalar
16.ª-Benfica(c), V(1-0), Soares Dias (Hugo), Nada a assinalar
17-ª-Maríitmo(f), V(0-2), Hugo (Narciso), Nada a assinalar
18.ª-Gil Vicente(f), V(1-2), Almeida (Nobre), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
19.ª-Paços de Ferreira(c), V(2-0), Narciso (L. Ferreira), Beneficiados, Prejudicados, (1-2), Impossível contabilizar
20.ª-Portimonense(c), V(2-0), Rui Costa (R. Oliveira), Beneficiados, (1-0), Sem influência
21.ª-Corruptos(f), E(0-0), Pinheiro (Soares Dias), Nada a assinalar
22.ª-Santa Clara(c), V(2-1), M. Oliveira (Veríssimo), Nada a assinalar
23.ª-Tondela(f), V(0-1), Almeida (Correia), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
24.ª-Guimarães(c), V(1-0), Martins (V. Ferreira), Nada a assinalar
25.ª-Moreirense(f), E(1-1), Pinheiro (Esteves), Beneficiados, (2-1), (+1 ponto)
26.ª-Famalicão(c), E(1-1), Rui Costa (Nobre), Nada a assinalar
27.ª-Farense(f), V(0-1), Hugo (V. Ferreira), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)
28.ª-B Sad(c), E(2-2), Almeida (Narciso), Nada a assinalar
29.ª-Braga(f), V(0-1), Soares Dias (Martins), Prejudicados, Sem influência
30.ª-Nacional(c), V(2-0), M. Oliveira (L. Ferreira), Prejudicados, Beneficiados, (3-0), Sem influência
31.ª-Rio Ave(f), V(0-2), Veríssimo (Martins), Beneficiados, (0-1), Impossível contabilizar
32.ª-Boavista(c), V(1-0), Godinho (Esteves), Nada a assinalar

Corruptos
1.ª-Braga(c), V(3-1), Pinheiro (Martins), Beneficiados, (2-1), Impossível contabilizar
2.ª-Boavista(f), V(0-5), Godinho (Hugo), Nada a assinalar
3.ª-Marítimo(c), D(2-3), Rui Costa (L. Ferreira), Beneficiados, (1-4), Sem influência
4.ª-Sporting(f), E(2-2), Godinho (Martins), Beneficiados, (2-0), (+1 ponto)
5.ª-Gil Vicente(c), V(1-0), Malheiro (Esteves), Nada a assinalar
6.ª-Paços de Ferreira(f), D(3-2), Almeida (Narciso), Beneficiados, (5-1), Sem influência
7.ª-Portimonense(c), V(3-1), Nobre (R. Oliveira), Beneficiados, (3-2), Impossível contabilizar
8.ª-Santa Clara(f), V(0-1), Pinheiro (Esteves), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
9.ª-Tondela(c), V(4-3), Martins (Hugo), Beneficiados, (2-3), (+3 pontos)
10.ª-Nacional(c), V(2-0), M. Oliveira (Esteves), Beneficiados, Prejudicados, (0-1), (+3 pontos)
11.ª-Guimarães(f), V(2-3), Malheiro (Rui Costa), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
12.ª-Moreirense(c), V(3-0), Mota (V. Santos), Beneficiados, (1-0), Impossível contabilizar
13.ª-Famalicão(f), V(1-4), Rui Costa (Martins), Prejudicados, Beneficiados, Sem influência
14.ª-Benfica(c), E(1-1), Godinho (Hugo), Beneficiados, (1-2), (+1 ponto)
15.ª-Farense(f), V(0-1), Mota (Malheiro), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)
16.ª-Rio Ave(c), V(2-0), Almeida (Godinho), Nada a assinalar
17.ª-B Sad(f), E(0-0), Veríssimo (R. Oliveira), Nada a assinalar
18.ª-Braga(f), E(2-2), Soares Dias (Pinheiro), Nada a assinalar
19.ª-Boavista(c), E(2-2), Mota (V. Ferreira), Beneficiados, (0-3), (+1 ponto)
20.ª-Marítimo(f), V(1-2), V. Ferreira (Almeida), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)
21.ª-Sporting(c), E(0-0), Pinheiro (Soares Dias), Nada a assinalar
22.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Almeida (R. Oliveira), Nada a assinalar
23.ª-Paços de Ferreira(c), V(2-0)Martins (Nobre), Nada a assinalar
24.ª-Portimoenense(f), V(1-2), Rui Costa (Narciso), Beneficiados, (2-2), (+2 pontos)
25.ª-Santa Clara(c), V(2-1), Hugo (Nobre), Nada a assinalar
26.ª-Tondela(f), V(0-2), Veríssimo (Almeida), Beneficiados, (1-2), Impossível contabilizar
27.ª-Nacional(f), V(0-1), Pinheiro (Soares Dias), Nada a assinalar
28.ª-Guimarães(c), V(1-0), Martins (Rui Costa), Prejudicados, (2-0), Sem influência
29.ª-Moreirense(f), E(1-1), Hugo (Nobre), Nada a assinalar
30.ª-Famalicão(c), V(3-2), Almeida (V. Santos), Nada a assinalar
31.ª-Benfica(f), E(1-1), Soares Dias (Pinheiro), Beneficiados, (2-1), (+1 ponto)
32.ª-Farense(c), V(5-1), Martins (Almeida), Nada a assinalar

Anexos (II):
Árbitros:
Benfica
Almeida - 4
Hugo - 4
Soares Dias - 4
Rui Costa - 4
Martins - 3
Godinho - 3
Mota - 3
M. Oliveira - 2
Pinheiro - 2
Malheiro - 2
Veríssimo - 1

Sporting
Veríssimo - 4
Narciso - 3
Rui Costa - 3
Hugo - 3
Almeida - 3
M. Oliveira - 3
Godinho - 3
Mota - 2
Pinheiro - 2
Soares Dias - 2
Nobre - 1
V. Ferreira - 1
Malheiro - 1
Martins - 1

Corruptos
Pinheiro - 4
Almeida - 4
Martins - 4
Godinho - 3
Mota - 3
Rui Costa - 3
Malheiro - 2
Veríssimo - 2
Hugo - 2
Soares Dias - 2
Nobre - 1
M. Oliveira - 1
V. Ferreira - 1

VAR's:
Benfica
V. Santos - 5
Hugo - 4
Narciso - 4
Esteves - 3
Nobre - 3
Godinho - 3
Martins - 2
Pinheiro - 2
Malheiro - 1
R. Oliveira - 1
Rui Costa - 1
Almeida - 1
Melo - 1
V. Ferreira - 1

Sporting
Esteves - 5
Nobre - 4
Narciso - 4
R. Oliveira - 3
V. Ferreira - 3
Martins - 3
V. Santos - 2
Soares Dias - 2
L. Ferreira - 2
Pinheiro - 1
Hugo - 1
Veríssimo - 1
Correia - 1

Corruptos
Esteves - 3
Martins - 3
Hugo - 3
R. Oliveira - 3
Nobre - 3
Almeida - 3
Narciso - 2
Soares Dias - 2
Rui Costa - 2
V. Santos - 2
Pinheiro - 2
L. Ferreira - 1
Malheiro - 1
Godinho - 1
V. Ferreira - 1

Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Hugo - 3 + 3 = 6
Pinheiro - 2 + 1 = 3
Godinho - 2 + 1 = 3
Rui Costa - 1 + 2 = 3
V. Santos - 0 + 3 = 3
Soares Dias - 2 + 0 = 2
Mota - 2 + 0 = 2
Malheiro - 1 + 1 = 2
Martins - 1 + 1 = 2
Narciso - 0 + 2 = 2
Almeida - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Nobre - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1

Sporting
Hugo - 3 + 0 = 3
Veríssimo - 3 + 0 = 3
Soares Dias - 1 + 2 = 3
Narciso - 0 + 3 = 3
Nobre - 0 + 3 = 3
Mota - 2 + 0 = 2
Almeida - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 2 + 0 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
Esteves - 0 + 2 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Rui Costa - 1 + 0 = 1
Correia - 0 + 1 = 1
V. Ferreira - 0 + 1 = 1

Corruptos
Almeida - 2 + 2 = 4
Pinheiro - 2 + 2 = 4
Rui Costa - 2 + 1 = 3
Soares Dias 2 + 1 = 3
Godinho - 2 + 0 = 2
Veríssimo 2 + 0 = 2
Malheiro - 1 + 1 = 2
Hugo - 1 + 1 = 2
Martins - 0 + 2 = 2
R. Oliveira - 0 + 2 = 2
Narciso - 0 + 2 = 2
Mota - 1 + 0 = 1
V. Ferreira 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Nobre - 0 + 1 = 1

Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Hugo - 4 + 4 = 8
Godinho - 3 + 3 = 6
Almeida - 4 + 1 = 5
Rui Costa - 4 + 1 = 5
Martins - 3 + 2 = 5
V. Santos - 0 + 5 = 5
Soares Dias - 4 + 0 = 4
Pinheiro - 2 + 2 = 4
Narciso - 0 + 4 = 4
Mota - 3 + 0 = 3
Malheiro - 2 + 1 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
Nobre - 0 + 3 = 3
M. Oliveira - 2 + 0 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
R. Oliveira - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
V. Ferreira - 0 + 1 = 1

Sporting
Narciso - 3 + 4 = 7
Veríssimo - 4 + 1 = 5
Nobre - 1 + 4 = 5
Esteves - 0 + 5 = 5
Hugo - 3 + 1 = 4
Soares Dias - 2 + 2 = 4
V. Ferreira - 1 + 3 = 4
Martins - 1 + 3 = 4
Rui Costa - 3 + 0 = 3
Almeida - 3 + 0 = 3
M. Oliveira - 3 + 0 = 3
Pinheiro - 2 + 1 = 3
R. Oliveira - 0 + 3 = 3
Mota - 2 + 0 = 2
Godinho - 2 + 0 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
Correia - 0 + 1 = 1

Corruptos
Martins - 4 + 3 = 7
Almeida - 4 + 3 = 7
Pinheiro - 4 + 2 = 6
Rui Costa - 3 + 2 = 5
Hugo - 2 + 3 = 5
Godinho - 3 + 1 = 4
Soares Dias 2 + 2 = 4
Nobre - 1 + 3 = 4
Mota - 3 + 0 = 3
Malheiro - 2 + 1 = 3
Esteves - 0 + 3 = 3
R. Oliveira - 0 + 3 = 3
Veríssimo - 2 + 0 = 2
V. Ferreira - 1 + 1 = 2
Narciso - 0 + 2 = 2
V. Santos - 0 + 2 = 2
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
L. Ferreira - 0 + 1 = 1

Jornadas anteriores:

Épocas anteriores: