Últimas indefectivações

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Vitória escassa...

Benfica 2 - 1 Guimarães


Resultado curto, com muitos golos desperdiçados... contra uma equipa boazinha, que já no jogo do campeonato, em Guimarães, tinha deixado boas indicações, a tentarem jogar futebol com a bola nos pés, algo raro no Tugão, principalmente contra o Benfica!

Esta época, a FPF inovou e criou uma Taça da Liga, com 2 grupos de 5, a cruzarem os dois primeiros nas Meias-finais...

Empate...


Benfica 2 - 2 Sporting

Numa partida onde nunca tivemos em vantagem, onde falhámos as 3 bolas paradas que beneficiamos, o empate acaba por ser um mau menor... O jogo não foi bonito, as férias natalícias emperraram os patins, mesmo assim, mantemos a liderança...

Benfica: quando o problema é interno


"No passado recente, já tivemos clubes (Benfica e FC Porto) que recuperaram de desvantagens pontuais consideráveis e se tornaram campeões. Apesar de não existirem impossíveis no futebol, este ano, a missão do Benfica é mais complexa, pois terá de recuperar pontos de dois clubes e não apenas de um, o que a torna muito mais difícil.

As falhas estruturais
Nos últimos anos, o problema do Benfica não está nos treinadores. A questão é estrutural. Dificilmente um treinador conseguirá resolver um problema que, embora aparente ser desportivo, é, na realidade, muito mais amplo. Por muita qualidade que tenham, não foram Roger Schmidt ou Bruno Lage, e, provavelmente, não será José Mourinho a solucioná-lo. Um treinador com resultados positivos no curto prazo até pode camuflar os reais problemas de uma organização, especialmente se os rivais também estiverem sem rumo — o que não parece ser o caso atualmente. Parece-me que não há um projeto desportivo. Nos últimos anos, o Benfica contratou muitos jogadores — 12 só em 2024/25 — e grande parte já não permanece no plantel.
Esta instabilidade dificulta a consolidação de um projeto, algo que Mourinho aponta como essencial para o crescimento da equipa. Sendo este um facto óbvio, a questão que fica por responder é: por que motivo, nos últimos quatro anos, o Benfica faz uma rotatividade tão grande no plantel? E, simultaneamente, por que motivo o Sporting consegue manter os seus melhores ativos por dois ou três anos, enquanto no Benfica estes são vendidos após um ano positivo?

A criseda liderança e cultura
José Mourinho disse recentemente que muitos jogadores ainda não sabem o que é o Benfica. Concordo totalmente. O facto de o treinador referir isto publicamente demonstra que a estrutura não está a cumprir o seu papel. Mas será que quem compõe essa estrutura sabe realmente o que é o Benfica? Tenho muitas dúvidas e alguns exemplos ilustram isso.
Nuno Costa, assessor do presidente, um mês após as eleições, publicou uma mensagem descontextualizada, provocatória e deselegante, criticando sócios e apontando o dedo a quem critica. Num momento em que se devia apelar à união, promoveu a desunião. O episódio demonstra uma clara indefinição de papéis na estrutura, algo que dificilmente acontece em organizações com liderança forte e linhas de autoridade bem definidas.
Um assessor da presidência tem o dever institucional de representar todos os sócios; quando adota uma comunicação provocatória e fraturante, o problema deixa de ser individual e passa a ser de liderança e cultura organizacional. Em clubes com liderança consolidada, este tipo de comportamento teria consequências. Outro exemplo foi quando Mourinho, depois de criticar a arbitragem no jogo com o SC Braga, referiu: «Eventualmente, o clube, enquanto instituição, pode querer fazer algo, ou não, e seguir a linha de estar habituado e acomodar-se à situação.»
Mourinho pode comentar os jogos à vontade, mas um líder do clube deve agir com racionalidade, preservando os valores e a responsabilidade da instituição. A publicação do Benfica nas redes sociais e as declarações posteriores de Rui Costa demonstram duas coisas: levantam dúvidas sobre a cadeia de decisão no clube e expõem uma presidência fragilizada, mais preocupada em defender a própria posição do que em garantir a consistência da instituição. O risco é óbvio: se o treinador sair, o clube pode ficar à deriva. Além disso, um presidente (e treinador) não pode queixar-se da arbitragem ignorando os momentos em que a equipa foi beneficiada, como num penálti não assinalado.

Arbitragem: um bode expiatório?
Guardei para último o tema da arbitragem. Percebo a ideia de procurar um bode expiatório, mas será que o Benfica, com mais um jogo, está a sete pontos do primeiro por causa da arbitragem? Com uma desvantagem de sete pontos ao fim da primeira volta, é difícil iludir os sócios: basta assistir aos jogos para perceber que, de uma forma geral, os outros candidatos jogam melhor futebol.
A teoria de que a arbitragem explica os pontos perdidos cai por terra: a responsabilidade recai sobretudo sobre a equipa. Faz sentido um clube que investiu €130 M, e contratou o treinador português com melhor currículo de sempre, tentar arranjar desculpas externas para os insucessos? Se seguir apenas o projeto do treinador, o Benfica pode melhorar no curto prazo, mas ficará mais vulnerável no longo prazo, caso ele saia.
O caminho só pode ser um: assumir responsabilidades, perceber os erros e não os repetir. Este mercado de inverno deverá refletir isso mesmo. As contratações devem basear-se numa filosofia de jogo e deverão ser uma visão de toda a estrutura, não apenas do treinador. Enquanto o Benfica procurar culpados externos, continuará a adiar a única solução que realmente importa: olhar para dentro.

A VALORIZAR: Pavlidis
Marca, joga, faz jogar e ainda defende. É uma mais-valia para o Benfica e para a nossa liga.

A VALORIZAR: César Peixoto
Ao fim da primeira volta conseguiu o recorde de pontos, futebol atrativo, valorização de jogadores e a maior venda de sempre do Gil Vicente (Pablo para o West Ham).

A DESVALORIZAR: Nuno Espírito Santo
As coisas não estão a correr bem no West Ham. A derrota três a zero frente ao Wolverhampton pode colocar o seu lugar em risco."

Vermelho em Branco #26 - Benfica vence na Luz e tem um Janeiro Infernal!

Terceiro Anel: Bancada Lateral #2 - SIDNY, ARBITRAGENS, ADEUS AO TÍTULO E VÍNCULO AO RUI COSTA! 🏟️

Tony: Benfica 2026

Zero: Mercado - Luis Guilherme já em Portugal; Central luso na mira do Barça

BF: Mercado...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Observador: E o Campeão é... - "Estorilão" viu-se grego com a orquestra afinada de Vangelis

Futsal Feminino: 1-3

Benfica District aprovado


"Os destaques nesta edição da BNews são a aprovação, em Assembleia Geral Extraordinária, do Benfica District, e o triunfo, por 3-1, do Benfica ante o Estoril.

1. Maioria aprova Benfica District
O projeto Benfica District foi aprovado com 59,24% de votos favoráveis de 28 338 sócios em Assembleia Geral Extraordinária.

2. Triunfo justo
José Mourinho considera que "é uma vitória importante, difícil, mas merecida" e perspetiva a posição no Campeonato: "O matematicamente possível alimenta-nos, e o facto de nós ainda não termos perdido para o Campeonato e estarmos a conseguir bastantes vitórias e alguns empates, uns melhores outros piores, dá-nos essa esperança."

3. Man of the Match
Autor de um hat-trick e considerado o Homem do Jogo, Pavlidis realça o coletivo: "Quero continuar a ajudar a equipa."

4. Estreia de Sidny
Sidny partilha o que sente nos primeiros passos no Clube: "Estou feliz, muito feliz. Foi incrível. A equipa fez-me uma boa receção. Cheguei nem há uma semana, mas parece que jogo aqui há muito tempo. Os jogadores deram-me muito boas-vindas."

5. Ângulo diferente
Veja, de outro ângulo, os três golos marcados pelo Benfica ao Estoril.

6. Outros resultados
Em basquetebol, o Benfica ganhou por 81-72 ao Esgueira. Em futsal no feminino, triunfo benfiquista, por 1-3, na visita ao Leões Porto Salvo.

7. Jogos do dia
A equipa feminina de basquetebol é visitada pelo Quinta dos Lombos (11h00). Em futebol no feminino, o Benfica recebe o Vitória SC às 15h00. À mesma hora há dérbi com o Sporting na Luz em hóquei em patins (masculinos). Em voleibol no feminino, a equipa do Benfica atua no reduto do PV Colégio Efanor (16h00). Também às 16h00, Benfica e Agronomia encontram-se no Estádio Universitário de Lisboa. Em hóquei em patins no feminino, deslocação à APAC Tojal (20h00).

8. Nomeados
Léo Gugiel e Ana Catarina estão nomeados para melhor guarda-redes do mundo na votação promovida pelo Futsal Planet."

O Mundial-2026 está em risco?


"Donald Trump, laureado pela FIFA com o prémio da Paz depois de ter falhado o Nobel, trata mal o futebol e o Mundo em geral. Mas não será o ecossistema do Desporto a fazer-lhe frente, claro

A pergunta é naturalmente de retórica, porque sabemos quem no final ainda manda em tudo isto, mas não deixa de saltar como um cogumelo horas depois de o laureado com o prémio da paz da FIFA ter entrado por um país soberano adentro para capturar o respetivo presidente e levá-lo a julgamento nos Estados Unidos.
Claro que a grande preocupação de Donald Trump é o bem-estar do povo venezuelano, que agora terá um governo justo e democrático. A questão dos recursos naturais da Venezuela, nomeadamente o petróleo, é secundária. Assim como o facto de ser um Estado sob alegada influência chinesa nada conta numa América que quer ser grande outra vez (como se não tivesse sido sempre) e só vê a Paz como desiderato último da missão da personagem cor de laranja que Deus enviou à Terra para recolocar as coisas no sítio.
Imagino o regozijo de dezenas e dezenas de países do Mundo que também têm meia dúzia de dificuldades com a falta de democracia, com autocracias, com ditaduras e sobretudo com a pobreza e a fome — aguardam, obviamente, que os Estados Unidos intervenham rápida e assertivamente no sentido de restabelecer a ordem democrática nos respetivos territórios, mesmo que durante algum tempo seja preciso governá-los em controlo remoto para garantir que tudo se passa como manda a cartilha.
Na Palestina, por exemplo, deve ter nascido nova esperança. Ou na Ucrânia, hoje amiga e amanhã inimiga consoante os humores de Trump com Putin. O mundo do Desporto (ficamos por aqui, não vale a pena falar do Festival da Canção) foi lesto a reagir à invasão da Ucrânia, fechando imediatamente todas as portas à Rússia. E bem.
Quando Israel assumiu de vez o objetivo de liquidar a Palestina e o seu povo já o Mundo não foi tão ágil (tal como a Eurovisão). Mudaram-se locais de competições e os israelitas até continuaram a participar em provas europeias quando na realidade nem Europa são.
Entretanto Trump voltou a liderar os EUA e, mesmo com todas as afrontas que tem feito questão de apresentar ao futebol e aos seus adeptos, é ele quem vai organizar o próximo Mundial (consta que também há Canadá e México, mas o que é que isso conta?).
O Festival da Canção nada podia fazer sobre isto, mas era interessante que o futebol não cruzasse de novos os braços (como em relação ao Qatar) e, sobretudo, não abrisse as pernas."

CAN-2025: quando o erro já não tem amanhã


"Os oitavos-de-final são, para mim, o momento em que a competição muda definitivamente. A partir daqui, já não há gestão futura nem margem para corrigir no jogo seguinte. Há apenas 90 minutos (ou mais) para continuar ou sair.
E os jogos recentes confirmam isso de forma clara. A Tunísia caiu frente ao Mali nas grandes penalidades. Um jogo equilibrado, tenso, decidido no detalhe máximo. Aqui já não conta o histórico nem a organização de base. Conta a frieza, a clareza emocional e a capacidade de decidir sob pressão extrema. Nos penáltis, não há sistema que resista — há homens e decisões.
Na Nigéria, criámos uma competição contínua de marcadores de penáltis. Em todos os treinos, os jogadores eram divididos em dois grupos, um em cada baliza, e realizávamos séries competitivas de penáltis. Registávamos quem marcava melhor, mas sobretudo quem reagia melhor ao stress. Esse trabalho teve impacto direto: nas meias-finais eliminámos a África do Sul nas grandes penalidades.
O Senegal viveu um cenário diferente, mas igualmente revelador. Começou a perder frente ao Sudão, sentiu o perigo real da eliminação, mas conseguiu reagir, assumir o jogo e virar para 3–1. Esta é a diferença entre uma equipa preparada para o mata-mata e uma equipa que não está. Sofrer primeiro, não entrar em pânico e continuar fiel ao plano.
Enquanto treinador, sei que nestes jogos a preparação deixa de ser apenas estratégica e passa a ser emocional e comportamental. A reação ao primeiro golo, ao primeiro erro, ao primeiro momento de ansiedade diz quase tudo sobre a maturidade do grupo. Essa maturidade foi clara no Senegal, tornando-se, para mim, uma seleção com forte possibilidade de chegar à final.
É também aqui que surgem os líderes silenciosos. Nem sempre são os que falam mais. São os que pedem bola quando o estádio aperta, os que acalmam após um erro, os que fazem a falta certa no momento certo.
Do banco, sinto sempre que saber quando não mexer é tão importante como saber quando mexer. Uma substituição mal lida nos oitavos não é apenas uma troca — pode ser uma eliminação.
Nestes jogos já não se fala em favoritismo ou estatística. Fala-se em decisão, coragem e clareza. A Tunísia caiu nos penáltis. O Senegal reagiu e seguiu em frente. Dois jogos, duas histórias diferentes, a mesma verdade.
Porque nesta fase, o futebol é simples e implacável."

Benfica FM: Golaço !!!

Pavligol !!!

❤️ O sonho do Salvador!

Frente ao Estoril, Pavlidis foi sinónimo de fiabilidade grega para o Benfica


"Em poucas oportunidades, o goleador do Benfica marcou três vezes na vitória dos encarnados frente ao Estoril (3-1), que coloca a equipa de José Mourinho a apenas 3 pontos do Sporting no fim da 1.ª volta. Sidny Lopes Cabral estreou-se com assistência

Tempos houve, quando o termo “dívidas soberanas” entrou no nosso vocabulário, em que era difícil falar de fiabilidade grega. Um tremendo engano quando o assunto é futebol e o Euro 2004 deveria lembrar-nos disso a cada dia. E se não forem os nomes de Charisteas e Zagorakis a fazê-lo, que seja Pavlidis.
No jogo que fechou as contas do Benfica na 1.ª volta do campeonato, o helénico voltou a ser o garante de consistência e solidez para os encarnados. Marcou três golos, com eficácia que antes só reconheceríamos a economias germânicas, e foi decisivo para uma vitória frente ao Estoril também ela económica por parte do Benfica, apesar do 3-1 final.
Não descurando a fama que vem forjando com Ian Cathro - mesmo que os pontos pareçam magros face às belas geometrias desenhadas em campo -, o Estoril chegou à Luz sem medos ou teorizações sobre o pontinho. Querendo ser proprietário da bola, foi criando as primeiras oportunidades claras do jogo, a primeira ainda nem 120 segundos havia no relógio, com Begraoui a rematar já no coração da área. Trubin, face a um tiro algo enrolado, mas em direção à baliza, respondeu atento.
Chegar à baliza parecia um exercício firme e simples para o Estoril, com um futebol feito de maneiras pouco dadas a imensos floreados, fora as por vezes exageradas tentativas individuais de Guitane - ainda assim a fantasia naqueles pés é um gosto de ver. Colocando-se não poucas vezes com muitos homens a cavalgar em direção à baliza, o Estoril voltou a criar calafrios antes da meia-hora, duas oportunidades perdidas por Alejandro Marqués, primeiro impedido por Dahl, e logo a seguir ganhando a Sudakov, adormecido na saída de bola. Não fosse a mancha de Trubin e o calafrio passaria mesmo a balde de água fria na Luz.
Talvez esse susto tenha sido o suficiente para os encarnados, que a partir daí foram crescendo, levados ao colo pela ousadia de Prestianni, em dia de menor tino de Sudakov. Foram do argentino os primeiros remates que abeiraram o perigo por parte do Benfica, o Estoril ia prensado e cortando o possível, mas fê-lo Marqués com o braço num voo desatinado na sua área, levando Pavlidis para a marca dos 11 metros.
O grego, fiável, lá está, daquele ponto, não falharia, brilhando ainda mais já nos descontos quando, após combinação pela esquerda do Benfica, ganhou na marra a Bacher e finalizou com impressionante classe, picando a bola na passada sobre Robles.
Cenário perfeito para o Benfica: tinha evitado sofrer no melhor momento do adversário e marcava nos timings certos, nas poucas oportunidades flagrantes criadas. Não contaria José Mourinho com a resposta imediata do Estoril, como que abanado pelo infortúnio, irado certamente com as hipóteses desaproveitadas. Ainda antes do intervalo, Guitane ganhou a Sudakov na direita, cruzou, Begraoui criou a ilusão numa bela simulação e João Carvalho rematou bem colocado para a baliza do Benfica.
Abria-se o jogo, não se pode dizer que inesperadamente porque o Estoril já tinha dito, no início da contenda, ao que vinha. O jogo estava bom, competitivo. Não ter receio de anfiteatros mais poderosos tende a criar espectáculos bem decentes e a I Liga bem que precisa deles.
Na 2.ª parte, contudo, amainou o entusiasmo de duas equipas que se tornaram menos capazes de ligar jogo. O Benfica demorou a entrar, o Estoril não beneficiou do aparente adormecimento do adversário e só a entrada de Sidny Lopes Cabral, para os últimos 15 minutos, pareceu trazer alguma energia ao jogo encarnado. Primeiro a surgir na área e depois na ala esquerda, o reforço de inverno abanou a apatia instalada e foi dele que saiu o cruzamento para Pavlidis fazer o hat-trick aos 80’.
O triunfo vale por si, mas também pelo que aí vem: com o Sporting a tropeçar em Barcelos, são apenas 3 os pontos que separam leões e o Benfica. A 2.ª volta arrancará com dentes arreganhados de parte a parte. Até lá, até pode haver um duelo na Taça da Liga."

VITÓRIA DIFÍCIL MAS JUSTA PAVLIDIS EM GRANDE


"BENFICA 3 - 1 Estoril

A constatação foi feita no Coimbra da Mota, contra o Sporting, onde lhe foram sonegados dois pontos por erradas decisões arbitrais, e no Dragão, com o FC Porto, de onde saiu imerecidamente derrotado: no jogo com o Estoril espera-se tudo menos facilidades.

LA LA LA LA LA EU AMO O BENFICA
LA LA LA LA EU AMO O BENFICA
LA LA LA LA EU AMO O BENFICA

01 obrigado, Trubin, mas que defesa, assim continuamos zero-zero. Pior início seria impossível.
08 Sudakov tem vindo a subir de forma. Entrou bem no jogo e agora deixou-me com água na boca com um remate forte de fora da área. Venha mais jogo!
14 bola dividida, Ríos no chão, amarelo do bolso do apitador.
18 não se pode elogiar: não fosse o Trubin e o Sudakov tinha acabado de acrescentar o seu nome à infindável lista de jogadores do Benfica que esta época ofereceram golos infantis aos adversários.
23 tanto passe decisivo falhado pelos nossos, tanto erro não forçado... Prestianni no chão na área, não se passou nada?
25 bem, três jogadas de muito perigo num minuto, eles a darem o corpo às balas e a evitarem o pior. Agora mais Prestianni, em grande jogada individual, a provocar mais perigo. O golo parece eminente.
28 VAR em análise. Vai ao monitor para ver o Otamendi a ser bloqueado com tudo e mais alguma coisa. Alega mão? Daqui não deu para ver.
33 finalmente Pavlidis vai marcar o penálti. .. e marcou!!! Um-zero. 36 Prestianni é muito pequenino para fazer o um-para-um por fora, se não esta transição tinha tudo para acabar lá dentro.
39 Prestianni a pintar a manta. E o apitador a borrar a pintura.
41 mais perigo num remate em carambola do Sudakov.
45+1 PA-VLI-DIIIIIIIIS!!! Tiro-lhe o chapéu!!! Mais palavra para quê? Dois-zero. É golo para viralizar.
45+3 estávamos ainda a festejar o golão do Pavlidis e já estamos a sofrer o dois-um. O Sudakov precisa de saber que duelos daqueles não se podem perder, nem que tenha que levar amarelo.
53 recomeço igual ao começo: eles entraram bem, com posse, nós a falhar nas decisões.
60 gosto da simplicidade de jogo do Manu, quase sempre de primeira, não inventa, descomplica.
61 alguém entende os critérios deste apitador de nome esquisito?
68 ainda não pegámos no jogo, parece que têm mais dois ou três jogadores que nós, as segundas bolas são quase todas deles. E a bancada cada vez mais impaciente com as aproximações que vão fazendo à nossa baliza. Já vimos filmes destes a acabar mal.
72 livre diteto de Sudakov quase, cabeçada de Manu quase, tarda o três-um.
76 aí está Sidny em estreia! Tribunal tributa Prestianni na saída. É justo. E também aplaude Pizzi, acabado de entrar.
59.865 em dia de chuva. Não há outro clube assim.
80 excelente iniciativa de Sidny acaba em golo de Pavlidis. HAT-TRICK!!! Três-um, ufa, dez minutos mais descontos descansado na minha cadeirinha de sempre.
87 59.865 de pé a tributar Pavlidis na saída. Está a fazer uma grande época. Tão mal que chegaram a falar dele...
88 o Sidny já marca livres diretos, e com perigo! Tem deixado belos apontamentos.
90+3 era difícil? Confirmou-se. Os três pontos, o mais importante, já cá moram. Venha a final four da Taça da Liga."

Ano Novo com cara nova e festa de velho conhecido


"Benfica volta às vitórias mas ainda não às belas exibições. 2026 trouxe a revelação de Sidny — entrou e ofereceu a Pavlidis o golo que sentenciou o jogo só aos 80' — e a confirmação do 'matador' grego

Aos 45+1' os quase 60 mil espectadores que estiveram na Luz celebraram efusivamente o momento sublime de Pavlidis — golo carregado de classe que nasceu de um toque subtil para um belo chapéu a Robles, depois de abertura de Leandro Barreiro com a precisão de cirurgião — que deixou o Benfica em vantagem por 2-0 pertinho do intervalo, mas dois minutos depois o Estoril reduziu logo a desvantagem e esvaziou o balão do entusiasmo que tomara conta dos jogadores encarnados e do público. O Benfica e os seus adeptos continuam a viver fortes e diferentes estados de espírito num jogo — ainda mais se considerarmos toda a época — e no final dos 90 minutos, apesar da vitória, sempre o mais importante, também continuam sem esmagar dúvidas sobre o futuro ou alimentar de forma decisiva a confiança.
O Estoril entrou melhor no jogo, ao segundo minuto Trubin travou um remate perigoso de Begraoui e Pedro Amaral, na recarga, cabeceou ao lado. Até aos 20' ainda criou mais duas oportunidades para marcar, ambas por Marqués, com Trubin a evitar novamente o golo. Os canarinhos, muito bem organizados, não só tratam bem a bola como sabem o que fazer com ou sem ela. Jogaram sem medo, pressionaram a saída de bola do Benfica e aos 12' já Trubin estava a bater um pontapé de baliza longo, denunciando as dificuldades para iniciar o ataque. Se no processo ofensivo Ian Cathro encontrou soluções num 4x2x3x1, com Begraoui ou Rafik Guitane quase sempre disponíveis para receber a bola e dar continuidade aos ataques, no defensivo posicionou a equipa num 4x3x3 compacto, com os jogadores perto uns dos outros, impedindo sobretudo que o Benfica encontrasse os caminhos da baliza pelo centro.
Sentia-se o Estoril muito bem no jogo e um cabeceamento de Pavlidis depois de centro de Dedic despertou o Benfica — entre os 22' e os 27' somou cinco remates até chegar o penálti, por mão de Marqués na área, que Pavlidis converteu. Já com o controlo do jogo, o Benfica chegou mais vezes à baliza, mesmo que sem grande eficácia de todos os recursos que explorou, nomeadamente a profundidade dos laterais ou os desequilíbrios que Sudakov e Prestianni começaram a criar. O segundo golo de Pavlidis, como se disse, não teve o efeito de catalisador de bela exibição porque logo a seguir João Carvalho reduziu, num bonito golo a finalizar bonita jogada de ataque.
Por ser equipa adulta na interpretação do momento ou por estar consciente das limitações, o Benfica entregou a iniciativa de jogo ao Estoril na segunda parte e não quis correr riscos. E os canarinhos, dessa forma, prolongaram o momento positivo com que acabaram o primeiro tempo. Begraoui, já depois de o Estoril ter entrado duas vezes na área dos encarnados como faca afiada, esteve perto de empatar num remate cruzado aos 66'. João Carvalho, dois minutos depois, rematou por cima da barra e a Luz, escaldada por outros empates, sentiu o perigo — ouviram-se assobios na bancada. É certo que o Benfica rematou muito (e muitas vezes mal), mas só três vezes acertou no alvo. Foi suficiente — três remates enquadrados, três golos.
Mourinho mexeu na equipa pela primeira vez aos 77' — Sidny, utilizado como extremo, estreou-se e pouco depois, na sequência de um lance individual, estava a oferecer a Pavlidis o terceiro golo (80'). O jogo acabou nesse momento. O Estoril, cujos jogadores estavam esgotadíssimos, atirou a toalha ao chão. O Ano Novo chegou para os benfiquistas , então, com a revelação de Sidny e a confirmação do matador Pavlidis, que somou o terceiro hat trick esta época. Seguramente dois motivos de satisfação que, porém, não saciam quem espera muito mais."

Pavlidis, toque de pura classe e promessas de Sidny e Manu


"O Benfica estreou Sidny, e o jovem caboverdiano, atrevido e a querer mostrar serviço, tornou-se, de imediato, na nova coqueluche do Terceiro Anel, ao assistir Pavlidis para o 3-1. Mas foi o grego, autor de um ‘hat-trick’, a grande figura dos encarnados. O seu segundo golo foi uma pequena maravilha. E apareceu Manu a dizer que tem lugar no onze de Mourinho...

Melhor em campo
Pavlidis 8 – Assinou mais um ‘hat-trick’, saltou novamente para a liderança da Bola de Prata, e foi o protagonista do melhor momento de futebol na noite invernosa que se viveu no estádio da Luz: no ‘chapéu’ com que bateu Robles, aos 45+1, revelou talento (execução difícil), querer (ganhou posição num ombro-a-ombro) e personalidade (não teve medo de correr riscos). Mas, além dos golos, Pavlidis, que se deu ao jogo e à luta e procurou pressionar alto, também foi o mais lúcido dos ‘médios’, sempre que procurou jogo em zonas mais recuadas. Contra os ‘canarinhos’, foi o dono da bola e saiu sob uma merecida chuva de aplausos. Fica o senão de viver, demasiadas vezes, sem apoio, numa luta desigual com dois ou três centrais contrários.

7 -Trubin - Sem qualquer hipótese no excelente golo do Estoril (cruzamento de Guitane, simulação de Begraoui, e finalização preciosa de João Carvalho), o guarda-redes ucraniano foi gigante quando, com 0-0 no marcador, defendeu duas bolas de golo, a primeira de Begraoui (2) e a segunda de Marqués (18). Na segunda parte revelou segurança.

4 - Dedic - Razoável a defender (mas pouco atento à cobertura que tinha, quando avançava no terreno), o lateral bósnio foi um verdadeiro desperdício de capacidades, a atacar. Como é possível um jogador que possuiu uma excelente capacidade de aceleração, drible fácil e remate forte, não saber o que fazer à bola quando se acerca da grande área contrária? Muito trabalho para Mourinho.

6 - Tomás Araújo - Era para ter ficado no banco, mas uma lesão de António Silva no aquecimento fê-lo titular. Começou por experimentar dificuldades com Begraoui, mas cedo assentou jogo e realizou uma exibição competente. Surgiu, em diversas ocasiões, a liderar a equipa na saída de bola, com incursões que criaram situações de superioridade numérica ao Benfica.

6 - Otamendi - O ‘patrão’ do costume, sempre bem-posicionado, como no lance em que impediu que a bola rematada por Orellana chegasse a Trubin (19). Esteve na jogado do penálti de Marqués, num lance em que deu a sensação de ter sofrido falta antes da ‘mão’ do ponta-de-lança estorilista.

5 - DahlUma partida nada convincente do lateral sueco, a atravessar uma quebra de forma. Não esteve bem perante os desconcertantes Guitane e Begraoui, nem se destacou particularmente a atacar, pela incapacidade de dar largura e profundidade ao jogo. Com a chegada de Sidny tem a titularidade em risco.

7 - Manu - O ex-vimaranense aproveitou a lesão de Barrenechea para gritar aos quatro ventos que tem lugar na equipa (se calhar, ao lado do argentino ex-Aston Villa...). Impôs-se a meio-campo pela capacidade atlética (ao estilo de João Palhinha), pelo sentido posicional e pela certeza no passe curto. Num jogo contra um Estoril de muitos ataques rápidos, foi precioso para o Benfica. E ainda teve chegada à área, surgindo em posição de faturar aos 26 minutos.

5 - Richard Ríos - Foram 90 minutos esforçados, mas nada inspirados. A forma como cumpriu a missão de ‘playmaker’ foi marcada por inúmeras perdas de bola, nunca parecendo confortável dentro das quatro linhas. É verdade que lutou, mas apresentou-se alguns furos abaixo do que já se lhe viu fazer.

6 - Prestianni - Voltou a ser o principal agitador da equipa, intercalando bons momentos com fases de muito atabalhoamento. De qualquer forma, procurou manter a intensidade da equipa em níveis elevados, e teve dois remates perigosos. Deliciosa a jogada (roleta) que assinou aos 39 minutos; a requerer revisão (pedagógica) a falta que cometeu sobre Pedro Amaral aos 65 minutos.

6 - Barreiro - Apresentou-se contra o Estoril mais em quantidade do que em qualidade, exceção feita ao ótimo passe para Pavlidis no lance do 2-0. Trabalhou muito, ajudou o grego na pressão alta, mas não teve a centelha de inspiração que faz a diferença. Uma exibição... ‘honesta’.

3 - Sudakov - Dois remates desenquadrados, umas quantas incursões bem-sucedidas da esquerda para o meio, e pouco mais. No capítulo da convicção, esteve abaixo do exigível. Inúmeras bolas divididas perdidas por falta de firmeza a meter o pé, incluindo o lance que acabou em golo do Estoril. Tarda em fazer jus aos créditos com que chegou à Luz.

5 - Aursnes - Foi para a ala direita, e ajudou a acalmar Dedic, tapando as incursões estorilistas. Deu um contributo positivo à estabilidade da equipa.

6 - Sidny - Não precisou de muito para conquistar o Terceiro Anel. Revelou atrevimento, intensidade e fome de bola, atributos suficientes para criar uma primeira boa impressão. A isto juntou inegável talento, traduzido, qual cereja no topo do bolo, por uma ótima assistência para o 3-1 de Pavlidis.

- - Ivanovic - Pouco tempo no lugar de Pavlidis, aproveitados para cumprir defensivamente nas saídas de bola dos ‘canarinhos’.

- - João Rego - Assinou o ponto, na vitória do Benfica."

Esteves: Estoril...

Vinte e Um - Como eu vi - Estoril...

Simples: Estoril...

Terceiro Anel: React - Rescaldo - Mourinho - Estoril

Observador: Relatório do Jogo - "Benfica ganhou bem e soube aproveitar deslize do Sporting"

Terceiro Anel: Estoril...

BI: Rescaldo - Estoril...

BF: Estoril...

5 Minutos: Estoril...