Últimas indefectivações

sábado, 10 de março de 2012

Amanhã hà mais...



Ac. Espinho 0 - 3 Benfica

25-27, 22-25, 19-25

Juniores - Fase Final - 5ª jornada

Leiria 1 - 4 Benfica


Benfica.............12
Braga.................12
Sporting..............9
Guimarães...........7
Nacional..............7
Corruptos............6
Leiria..................4
Setúbal...............1

Mais um tiro no pé !!!



ABC 22 - 21 Benfica



Quando tudo parecia bem, lá aparece mais um resultado negativo, quando não se esperava... só não foi totalmente desastroso porque os Corruptos empataram na Madeira, mas mesmo assim perdemos uma oportunidade para encurtar a diferença... O próximo jogo é na Luz, novamente com os Lagartos, e com estas 'brancas' a margem de erro é nula...

sexta-feira, 9 de março de 2012

Javi renova por mais 4 anos, até 2018...

... e eu fico muito, mas mesmo muito feliz!!! E o Javi também...!!!

Obstáculos intransponíveis

"O Benfica fez o que podia na Liga dos Campeões e fez que podia no campeonato. Com Howard Webb no jogo da Liga tínhamos ganho ao FC Porto, com Pedro Proença e a equipa dele a arbitrar o jogo da Champions tínhamos sido eliminados. Há obstáculos intransponíveis.

O FC Porto será um provável campeão, num título que se deve a Proença, em Braga e na Luz se fez um campeão. Campeão sem brilho, injusto e imoral, mas ainda assim campeão. Há mérito do FC Porto nas arbitragens de Pedro Proença e há demérito do Benfica, que mal teve cinco pontos de avanço no jogo da Feira, passou a ser prejudicado em todos os jogos que lhe sucederam. O Benfica respeita os árbitros, mas os árbitros não respeitam o Benfica. O FC Porto não respeita os árbitros mas estes respeitam-no. Como bem ensinou Maquiavel, temem-no, o que ainda é mais eficaz. Passou a valer tudo como na década de 90. Vítor Pereira, que presumo já não ser treinador do FC Porto, sairá como Carlos Alberto Silva. Campeão e a jogar mal. Derrotado pelo inexistente APOEL, pelo limitado Zenit, e goleado pelo lento mas categorizado Manchester City, mas campeão no campeonato de Proença. Vítor Pereira é o novo Carlos Alberto Silva. Proença é o novo Calheiros. Tomasi di Lampedusa bem nos ensina que é preciso que alguma coisa mude para que tudo fique na mesma, ainda assim é preciso um Garibaldi. O Benfica não pode, contudo, desistir e tudo deve fazer para evitar perder mais pontos, pontos esses que depois irão alimentar um discurso justificativo da forma como se fez um campeão.

Na Liga milionária estar no sorteio de dia 16 já é um feito. Real Madrid e Barcelona não estão ao nosso alcance. Com Milan ou Bayern seria difícil. Com Chelsea, Marselha, Nápoles ou Inter haveria eliminatórias equilibradas, onde tudo poderá acontecer. Com o APOEL, seria vitória quase garantida, só equipas limitadas perdem com os simpáticos cipriotas."


Sílvio Cervan, in A Bola

O que eu quero dizer ao Rodrigo

"Saímos da Luz de coração apertado porque a vantagem se transformou em desvantagem, pouco expressiva mas nem por isso menos preocupante, sobretudo numa fase tão crucial do Campeonato. Foi um grande jogo de futebol e o Benfica merecia ter ganho. Mas a verdade é que não ganhou. E isso dói e deixa-nos frustrados, principalmente porque se registaram imperdoáveis erros de arbitragem.

A história repete-se. Quando jogam contra o Benfica, todas as equipas se agigantam, porque a adrenalina sobe e a responsabilidade aumenta. Até o Porto, que tem feito uma temporada sofrível e errática, conseguiu estar na Luz ao nível das suas melhores noites. Porque tinha o Benfica pela frente e estava a jogar na casa mítica do adversário, onde tudo adquire um significado redobrado.

Vi muita tristeza nos rostos de quem foi para a Luz com o coração a transbordar de esperança. Eu sei que nada está perdido, mas também sei que ficou um pouco mais longe de estar ganho, já que, quem vence, fortalece o ânimo e agarra-se com unhas e dentes à vantagem.

Não nutro especial simpatia pelos cronistas que transformam familiares em personagens dos seus textos, mas aqui concedo-me uma breve excepção. Tenho um neto chamado Rodrigo que é um ferrenho benfiquista, que frequenta uma escala de Futebol e que está sempre ansioso por ver o seu homónimo em campo. Os seus olhos brilham quando o outro Rodrigo joga, exibe o seu excepcional talento e consegue marcar. Mas, desta vez, isso não aconteceu. O meu Rodrigo continua a acreditar que o outro Rodrigo, o nosso brilhante Rodrigo, vai ser mesmo campeão. E eu também. Mas há alturas em que as certezas de um avô não chegam para dar alegria a um neto que só vê águias voando em círculos no céu dos sonhos por cumprir.

O Benfica tem o melhor grupo de jogadores do Campeonato (desculpem mas nunca da palavra 'plantel'), um grande treinador e uma poderosa base de apoio espalhada pelo País e pelo Mundo. É aí que reside toda a diferença. Desculpem lá, mas tem de ser!"


José Jorge Letria, in O Benfica

Faltou

"Sexta-feira à noite, o jogo terminara, o nosso Benfica perdera, em casa, o clássico. Para muitos terminaram também as ilusões quanto à possibilidade de sermos campeões. Uns revoltados, outros angustiados, outros tantos a exigir cabeças, mas todos irmanados na dor. É sempre assim, já Torga o escrevera a respeito de outras justas, também elas alfa e ómega de um vão quotidiano, “Vitorioso, cobrem-no de flores; derrotado, abatem-no impiedosamente”.

Como sempre, em ritual, após a reunião no nosso Estádio, em torno do nosso Benfica, segue-se a reunião de amigos à mesa do jantar. Nesse altar ouve-se a pluralidade das vozes do benfiquismo. Nos momentos da vitória são os sorrisos que enquadram a refeição em que também partilhamos os despojos de guerra. São momentos de plenitude. Nos momentos de derrota, a pluralidade de vozes ecoa a ausência. Já nada é pleno, cheio, e em tudo se nota a falta. Nessa sexta-feira, não havia vitoriosos para cobrir de flores, restava o abate. E na pluralidade de vozes ecoava a falta: “faltou vergonha ao árbitro”; “faltou atitude”; “faltou um defesa esquerdo eficiente”; “faltou um Gaitan menos displicente”; “faltou a visão a um fiscal de linha”; “faltou um treinador que se transcenda nos momentos verdadeiramente decisivos”; “faltou uma equipa de arbitragem que não nos tivesse prejudicado vergonhosamente; “faltou o calor do público durante algumas fases do jogo”; “faltou estratégia à Direcção para lidar com o problema da arbitragem em Portugal”; “faltou o sistema sonoro no 3º Anel”; “faltou sorte”; “faltou um Artur mais perto do Artur e mais longe do Roberto”; “faltou Benfica ao Benfica”… E assim, entre vozes famintas de vitória, se foi conjurando um rosário de faltas que saltavam entre o tom resignado e o indignado, entre o encolher de ombros e o punho cerrado.

Ainda com os ouvidos cheios dessas vozes, dessas faltas, acabei o jantar sabendo que nenhum dos presentes faltaria ao próximo jogo."


Pedro F. Ferreira, in O Benfica

A hora de Nélson Oliveira

"Vi Nélson Oliveira jogar pela primeira vez na Fase Final do Mundial de Sub-20 e fiquei impressionado com a sua velocidade, pujança física, criatividade e espírito de sacrifício. Há muito tempo que não via um jogador tão jovem a evidenciar qualidades já tão amadurecidas e inequívocas. Em boa parte, por causa dele lamentei que o título não viesse para Portugal. Toda a equipa o merecia, mas ele foi um elemento decisivo para um êxito no qual muito poucos quiseram acreditar desde o início. Costuma ser assim em Portugal: só quando o comboio já vai adiantado na viagem é que se começa a acreditar que chega ao destino, e ainda por cima a horas. Agora tenho-o visto jogar com as cores do nosso Benfica e não me equivoco se disser que, se não houver contrariedades e imponderáveis, estamos em presença de um dos maiores jogadores portugueses e internacionais desta década, que será a da sua consagração e triunfo.

Nélson Oliveira é um ponta-de-lança natural, possante e inspirado, com sentido de golo e um poder concretizador invulgares. Jorge Jesus sabe-o bem e está a abrir-lhe o caminho para que a sua posição se consolide, e o mesmo está agora a acontecer com Paulo Bento na Selecção Nacional, cujas portas acabam de lhe ser franqueadas. Por isso acredito que Nélson veio para ficar e que vai ter uma palavra importante a dizer ainda nesta época do Benfica, ajudando a fazer esquecer estas pequenas derrapagens que custaram cinco preciosos pontos num momento em que não se pode dar a mínima margem de manobra à má sorte, sobretudo quando se tem a melhor equipa do Campeonato e se está a praticar, de longe, o melhor futebol.

E é justamente quando o cansaço começa a pesar nos músculos que é preciso trazer sangue novo, ainda por cima nacional e da melhor lavra. Nélson Oliveira tem no rosto, mesmo olhando-o à distância, a determinação dos campeões e sabe que as grandes oportunidades só se têm uma vez na vida. A dele chegou agora e não vai ser esbanjada."


José Jorge Letria, in O Benfica


PS: Esta crónica foi escrita antes dos jogos com os Corruptos e o Zenit.

Maxi Pereira. Um campeão sul-americano à conquista da Europa

"Muslera é guarda-redes do Galatasaray, mas nunca mais se ouve falar dele depois de defender a baliza do Uruguai na Copa América. Lugano é o central do Paris SG, mas nunca mais se ouve falar dele depois de capitanear o Uruguai na Copa América. Forlán é o avançado do Inter, mas nunca mais se ouve falar dele depois de decidir a final da Copa América a favor do Uruguai com dois golos ao Paraguai. Mas afinal digam-nos lá o nome de um uruguaio que continue a fazer boa figura na Europa depois de conquistar a América do Sul em Julho do ano passado?

A resposta é simples e está mais perto de si do que imagina. Chama-se Maxi Pereira. O lateral fala a língua de Octávio Machado – trabalho, trabalho, trabalho – e é uma fonte inesgotável de energia. É campeão sul-americano pelo Uruguai na tarde de 24 de Julho e voa para Montevideo para participar na festa do título. Passa um dia, dois... e decide voltar a jogar futebol. Pelo Benfica, com o Trabzonspor, para a primeira mão da 3.a pré-eliminatória da Liga dos Campeões. De Montevideo a Lisboa (não) é um tirinho. É uma viagem de 11 horas.

E então? Maxi aterra na Portela na manhã do dia 27, todo sorridente, e vai para a Luz, onde entra a 27 minutos do fim, a tempo de participar na vitória por 2-0. Começa aqui a odisseia do Benfica na Europa (12 jogos, seis vitórias, cinco empates e uma derrota). E também a de Maxi nas Eurotaças (11 jogos, porque falha a recepção ao Otelul Galati, quando o feliz destino do Benfica nos oitavos--de-final já está mais que traçado).

Como se isso fosse pouco, Maxi é o homem de quem se fala. É verdade que Nélson Oliveira marca o 2-0 e é o primeiro português de um clube nacional a marcar depois de Fábio Coentrão em Novembro de 2010 (4-3 vs. Lyon, na Luz), mas o fenómeno Maxi é o mais relevante na noite da qualificação do Benfica para os quartos-de-final. À conta do seu golo (1-0, após brilhante toque de calcanhar de Witsel), não só o Benfica se coloca à frente na eliminatória como o uruguaio volta a marcar ao Zenit depois de o ter feito em Sampetersburgo, na primeira mão.

OK, e quem é o último lateral (direito ou esquerdo, tanto faz) de um clube nacional a fazer isso? Ora bem... deixa cá ver... é o Maxi. Nãããããã. Sim senhor, Maxi Pereira marca no 1-1 com o Marselha e no 2-1 em Marselha, também nos oitavos-de-final, mas da Liga Europa em 2009/10. É um repetente, portanto.
E antes do Maxi Pereira de 2010? Há quem diga Pietra, outro benfiquista, em 1976/77. Ele marca de facto ao B 1903 Copenhaga na Luz (1-0) e na Dinamarca (1-0), mas joga como médio-direito. Em ambos os jogos, o lateral é António Bastos Lopes. Voltamos então à estaca zero e repetimos a pergunta: quem é o lateral goleador antes de Maxi? A resposta vem de Alvalade. É Pedro Gomes em 1971/72, com o Rangers. Em Glasgow, faz o 2-3 definitivo. Em Lisboa, marca o 3-2 que dita o prolongamento. Ambos aos 87 minutos! Isto é que o Maxi já não consegue. Mas ainda vai a tempo."


O Benfica e o "sistema"

"Luís Filipe Vieira estava convencido de que, finalmente, o Benfica controlava o “sistema”. Não controla. O apoio à candidatura de Fernando Gomes à presidência da FPF foi dado no pressuposto de uma lógica de dissidência.

Luís Filipe Vieira apoiou o ex-administrador do FC Porto e, por arrastamento, o “ex-futuro” nomeador dos árbitros (Vítor Pereira). Adivinhava-se um compromisso tácito: ausência ou moderação nas críticas supostamente em troca de nomeações coerentes e arbitragens não penalizadoras. Parecia estar tudo a correr maravilhosamente, tão bem que até se falou de “levar o Benfica ao colo”, quando -- num momento crucial do campeonato -- apareceram as primeiras arbitragens comprometedoras, coroadas com um golo do FC Porto obtido de forma irregular (fora de jogo descarado de Maicon).

Num ápice, o “compromisso tácito” transformou-se em “compromisso trágico”. Foi a gota de água e a prova de que afinal o (velho) “sistema” ainda funciona e está de boa saúde.

Fernando Gomes não se arrisca. Nem como presidente da Liga nem como presidente da Federação. Gere os silêncios, independentemente do grau de ruído que se manifeste em seu redor.

O futebol português nos últimos anos consolidou a caracterização de matriz oligárquica através do poder de certas entidades, pela influência de rostos visíveis mas também de eminências pardas, especialistas nos jogos de bastidores. Foram algumas dessas eminências pardas que asseguraram a eleição de Fernando Gomes como presidente da FPF, mais ou menos indiferentes às alterações suscitadas por força da lei.

É neste quadro que emerge uma figura, que teve o alento e a perspicácia de construir um monopólio à custa da fraqueza dos clubes e de quem lhe atapetou o caminho.

A agência de viagens, os adiantamentos feitos aos clubes à luz dos acordos em torno dos direitos televisivos, o posicionamento accionista junto das principais SAD do futebol português, as alavancas do marketing e da publicidade, as dinâmicas dos patrocinadores e a marcação abundante no território da comunicação social fazem parte da mesma lógica de poder. Quem não perceber isto, não percebe nada.

Não é fácil contrariar a força tentacular e, neste momento, principalmente num quadro de crise geral e de contracção do tecido económico também no futebol, só o Benfica poderia arriscar-se a fazê-lo.

Talvez o Benfica não queira afinal um sistema justo, mas apenas um sistema protector. A verdade, porém, é que, seja por uma razão, seja por outra, o Benfica nunca vai conseguir impor o contraciclo se se dispuser a alimentar este “jogo de sombras”.

A negociação dos direitos televisivos não pressupõe apenas um acordo de natureza financeira. O que está em causa, igualmente, é a lógica de poder que esteve na base da afirmação do seu grande rival.

É verosímil que o Benfica ainda se ponha de acordo com a Olivedesportos, mas está visto que este “sistema” não lhe serve.

Luís Filipe Vieira não pode deixar de ter consciência disso. Mas... terá coragem e fôlego para alterar, finalmente, os pressupostos que estão na base do “sistema” do futebol português?"


Gestão à Benfica

"A renegociação dos direitos de televisão com a Olivedesportos prova que o Benfica vive uma era diferente. Mais próspera. O clube acaba de recusar uma proposta para o triplo do valor que recebe hoje, o que não pode estar a fazer sem um plano B. Nem sem ganhar na Champions.

Há pelo menos dois anos que Benfica e Olivedesportos estão a negociar os direitos para os jogos na Luz. Os negócios da controladora da Sport TV com o Porto e o Sporting já foram fechados, mas o Benfica cisma em subir o preço. Está a conseguir: o preço já está no nível mais elevado entre todos os clubes. O Benfica, que hoje recebe 8 milhões por ano, recusou 22 milhões para cada um dos anos entre 2013 e 2018, num total de 111 milhões.

O valor está muito afastado dos 40 milhões de euros que, supostamente, Miguel Pais do Amaral estaria disposto a oferecer. Aqui escrevi que Pais do Amaral devia estar louco se ponderava tal valor. Se ponderava, “desponderou” – desistiu. O Benfica está agora entre a Olivedesportos e a gestão própria dos direitos. Na prática, isso significaria também uma mudança de poder entre duas empresas detrás destas negociações: a ZON (acionista da Sport TV) e a PT (dona do Meo, que tem acordo com a Benfica TV). Ora, dificilmente a Sport TV poderá esticar mais a sua oferta: o mercado da publicidade está péssimo, a ignóbil pirataria prolifera.

O Benfica está a controlar o processo, o que no passado era impossível, por fragilidade económica. A presidência de Vieira é responsável pela inversão do estado calamitoso do clube, agora gerido com estratégia – e resultados. Só esta época o Benfica encaixou 19,2 milhões na Champions. E, mesmo abaixo dos sonhos impossíveis dos 40 milhões por ano, os direitos televisivos vão trazer uma pipa de massa à Luz. Olé."


quinta-feira, 8 de março de 2012

Querer é poder

"Os nossos árbitros são umas prima-donas que não aceitam críticas. As suas decisões podem decidir fortunas de milhões mas ofendem-se com muito pouco


PASSOU-SE apenas um mês do Vítor Pereira que entregou as faixas de campeão ao Benfica, depois de o FC Porto ter perdido por 3-1 com o Gil Vicente, até ao Vítor Pereira que enverga agora as mesmíssimas faixas de campeão, depois da vitória na Luz por 3-2...

Foi um mês em cheio para Vítor Pereira (o treinador do FC Porto, não o Vítor Pereira presidente dos árbitros). E nem a imediata desponabilidade de André Villas Boas para reocupar a «cadeira de sonho» parece constituir ameaça para a altíssima cotação de que hoje goza o treinador do FC Porto.

O futebol é isto mesmo. É o momento.

O Benfica-FC Porto de sexta-feira foi um grande jogo de futebol entre duas equipas grandes nas individualidades e nos conjuntos. Normalmente, de acordo com as Leis do Jogo, uma partida tem duas partes de 45 minutos e um intervalo. No clássico da Luz estivemos perante uma espécie de aberração que não deixou de produzir os seus efeitos.

É que o Benfica-FC Porto só teve um intervalo mas foi um jogo com três partes distintas: uma primeira meia hora de grande categoria do FC Porto, uma segunda meia hora de raça e de enorme qualidade do Benfica e uma extraordinária meia hora final de Pedro Proença e do seu bandeirinha Ricardo Santos.

Na primeira meia hora o FC Porto adiantou-se no marcador, na segunda meia hora o Benfica deu a volta ao jogo e ao resultado e na meia hora final a equipa de arbitragem pôs a sua assinatura, preto no branco, no resultado final validando, a dois minutos do fim, o golo majestosamente irregular do FC Porto. Isto para além de outras minudências, sem dúvida menos espampanantes, que de alguma forma contribuíram para o desenho do resultado final.

Foi uma pena. No lance que decidiu o resultado e os pontos em causa, Pedro Proença foi traído por um maus juízo de um seu assistente que, também ele infeliz, assim que não viu os dois jogadores do FC Porto adiantados logo não quis assinalar a dita irregularidade. E não se lhe podia exigir que quisesse outra coisa.

Como diz o povo «querer é poder» e fariam bem os benfiquistas em cessar com as recriminações contra a equipa de arbitragem. Pois se o bandeirinha não pôde ver os dois jogadores adiantados jamais podia querer assinalar um castigo contra a dupla de infractores, como é óbvio.

Não se compreende, portanto, esta vaga noticiosa do início da semana dando conta da ameaça de castigos que paira sobre Jorge Jesus por ter dito, com muita simplicidade, no fim do jogo que o árbitro assistente «não quis» levantar a bandeirola ao minuto 88.

Tanta indignação porquê? Se querer é poder é poder, como diz o povo, não quis, não quis e não quis. E porquê? Porque não pôde, não pôde e não pôde.

Os nossos árbitros são, no entanto, muito susceptíveis. Uma verdadeiras prima-donas que não aceitam crítica nem do púbico que paga bilhete. São parte integrante do jogo, são a Lei do espectáculo, tudo e todos são sujeitos ao seu arbítrio, as suas decisões justas ou erradas podem decidir fortunas de milhões mas não suportam o julgamento de terceiros. Ofendem-se com muito pouco.

Na segunda-feira, um outro árbitro, Duarte Gomes quis - lá está o verbo querer... - partilhar no Facebook os seus sentimentos de solidariedade devidos a Pedro Proença que, na sua opinião, «é de longe o melhor árbitro português da actualidade».

Proença que pouco ou nada sofreu no rescaldo do clássico: foi apenas vaga e formalmente repreendido pela crítica num único lance e terá, ou não, escutado Luís Filipe Vieira pedir-lhe que desista de apitar jogos do Benfica e terá, ou não, ouvido Jorge Jesus dizer que o árbitro assistente não levantou a bandeirola porque «não quis», o que é a mais pura das verdades porque se tivesse querido tinha podido. Querer é poder, recorde-se o dito popular...

Mas estas pequeninas reacções negativas de uns quantos, poucos, aparentemente deitaram Pedro Proença abaixo a ponto de ter de vir um colega defendê-lo publicamente: «Os erros ora são irrelevantes, ora têm influência directa no desfecho dos jogos. Mas essa é uma verdade que se aplica para os erros dos árbitros, dos jogadores, dos técnicos», afirmou Duarte Gomes em abono de um amigo.

E tem razão. Fica-se apenas com uma dúvida: se a «verdade secular» a que Duarte Gomes se refere é a que tem a ver com o facto de o jogo ter mais de 100 anos de existência ou se a palavra secular, no contexto em que foi empregue pelo árbitro, remete para o fenómeno da secularização, o processo através do qual as Igrejas perdem Poder nas múltiplas esferas da sociedade.

Sem querer especular nesta divagação semântica, é de presumir que Duarte Gomes, com a sua «verdade secular», se referisse muito prosaicamente ao século de vida do futebol e não a qualquer Igreja que, ao que se julga, nem vem para o caso.

O importante é que, tal como Duarte Gomes referiu, árbitros, jogadores e treinadores, todos erram. Mas os árbitros, ao contrário dos outros, não podem ser criticados com desdém. Dos jogadores e dos treinadores, está a crítica autorizada a não ser meiga e a utilizar todo o tipo de ditos populares e de metáforas que, se aplicadas a árbitros, até podem dar tribunal e prisão.

Querem um exemplo?

Se um crítico profissional ou se um adepto anónimo disserem, em voz alta, que no jogo da primeira mão com o Zenit de São Petersburgo, o grande Maxi Pereira «ofereceu o ouro ao bandido», porque falhou no lance que deu o terceiro golo aos russos, ninguém de bom senso vai entender estas palavras como judicialmente difamatórias para o grande lateral-direito uruguaio do Benfica que na terça-feira se redimiu, marcou ao Zenit na Luz e assinou uma exibição de enorme categoria.

Oferecer o ouro ao bandido é uma expressão popular e apenas uma maneira amigável de dizer que o erro de Maxi Pereira teve influência directa no desfecho do jogo da primeira mão.

Imagine-se, no entanto, o que seria neste país se algum crítico ou se algum adepto anónimo resolvessem proclamar que, como o seu erro, o melhor árbitro português da actualidade «ofereceu o ouro ao bandido».

Tal seria, certamente, considerando como uma desconsideração do outro mundo. Passível de tribunal. Começava-se por identificar e responsabilizar criminalmente o crítico, o que seria fácil.

Já o adepto anónimo, por ser anónimo, estava a safo. É esta a boa notícia.


NO final da década de 60, o humorista brasileiro Juca Chaves iniciou em Portugal uma tournée europeia que, depois de Lisboa, o levaria até Paris, Londres e outras cidades do velho continente. Quando regressou ao seu país foi entrevistado e disse: «Gostei muito da viagem, primeiro fui a Portugal e depois peguei um avião e fui até à Europa» e isto caiu muito mal na imprensa afecta ao regime português de então que não se cansou de fustigar Juca Chaves por, à sua maneira subtil, ter afirmado que Portugal estava muito longe de ser um país da Europa.

Lembrei-me de Juca Chaves por estes dias. Na sexta-feira esteve na Luz o melhor árbitro português da actualidade e anteontem esteve na Luz o melhor árbitro europeu da actualidade, o inglês Webb.

Continua a haver uma grande diferença, Juca Chaves.


O Benfica-Zenit foi um jogo d grande intensidade com duas equipas a responder em campo aos conceitos tácticos dos respectivos treinadores o que permitiu um espectáculo corrido do princípio ao fim e com alternâncias de sistemas do tipo ora agora trocamos nós a bola e ora agora trocam a bola vocês.

No fim, ganhou a melhor equipa. Sem casos no jogo, sem zaragatas, sem benefícios de uns e prejuízos de outros. É a Europa."


Leonor Pinhão, in A Bola

Benfica entre árbitros

"O Benfica está, por mérito próprio, entre as oito melhores equipas da Liga dos Campeões. Desta vez, jogou com inteligência, concentração, entusiasmo nas porções certas e as substituições foram nos momentos certos. No conjunto da eliminatória foi superior. Agora, qualquer antagonista é bem-vindo.

No fim do jogo, dei comigo a perguntar onde esteve o árbitro.

Quis o destino dos calendários que, no espaço de quatro dias, dois jogos importantes do Benfica tivessem sido arbitrados pelo considerado melhor árbitro português e por um dos mais conceituados árbitros mundiais que apitou a final do Mundial. E o que vimos? No primeiro, o juiz e a sua equipa colaboraram activamente no desenrolar da partida e no resultado. A partir do momento em que o Benfica fica em vantagem (curioso, não é?), virou artista principal. Com efeitos especiais, argumento próprio e montagem dedicado. No segundo, o britânico Howard Webb deixou jogar, foi interveniente secundário, ninguém se lembra dele no dia seguinte (o melhor elogio que se lhe pode fazer). Um juiz que não precisa de se armar em dono do jogo, discreto e seguro, sem alardes de vedeta. Um árbitro que não confunde um encosto num jogo de contactos físicos com mais uma falta mariquinhas. Ali respira-se mestria. Não há batotas e não se imagina qualquer tipo de condicionalismo ou corrupção mental.

Os 'Webb's' erram? Certamente que sim. Mas o erro natural coabita, sem dramatismos, com a busca da perfeição. Porque só assim o erro é humanamente honesto e honestamente humano. Como escreveu Paul Valéry, ser competente é cometer erros de acordo com as regras."


Bagão Félix, in A Bola

Nota artística

"Parece sina: três quartos de hora de sofrimento, porfiados, diligentes, empenhados, sonhadores, até que Maxi Pereira lá estava no sítio a que os avançados não chegaram para fazer um golo. Depois, mais 45 minutos arrastados ao segundo, ligada muito cedo a “tração atrás”, prejudicada o espetáculo em função da solidez recuada, com Matic em campo ao lado de Javi e com os dois alas (Nolito e Bruno César) alertados para missões defensivas, até que Nélson Oliveira – à terceira – acabou com as reticências, legítimas para quem queria sair de um ciclo terrível mas não sabia se o conseguia alcançar.

Ao contrário do que aconteceu com o FC Porto, em que o Benfica teve de correr atrás de um golo de desvantagem e de um arranque muito melhor do adversário, os encarnados puderam e souberam ser pacientes, equilibrando uma postura coletiva cuidadosa e concentrada com a expectativa de que algum das individualidades (Gaitán, Witsel, Rodrigo) estilhaçasse a muralha defensiva dos russos. Desta vez não houve romantismos – em vez da troca de Aimar por Rodrigo, foi o jovem espanhol, mesmo aniversariante, quem abriu caminho à presença de Matic. Mesmo sem Garay, a defesa do Benfica (com Jardel a dizer que é bombeiro para estes incêndios) mostrou uma concentração rara, algo que tanto pode avaliar-se pela escassez de trabalho a que Artur foi submetido, como pela falta de oportunidades reais do Zenit. Ou seja, sem deslumbrar, sem se aproximar dos vendavais que já provocou esta época, o Benfica muniu-se – inteligentemente – de uma frieza que só foi interrompida por um emotivo pedido de apoio de Luisão ao público, já a segunda parte ia alta. Sabendo que não podia contar com o génio de Pablo Aimar, repartiu as suas tarefas por Witsel (um artista-operário com todas as potencialidades para fazer história no clube) e por Gaitán (não só a recuperar nos desequilíbrios estonteantes que provoca, mas muito capacitado de que também era preciso integrar o espírito de corpo). Mais: desta vez, todas as substituições de Jorge Jesus devem ser aplaudidas. Pena que, mais uma vez, o “numerus clausus” não tenha abrangido Javier Saviola.

Parece-me legítimo que o Benfica sonhe com a ajuda da fortuna no sorteio – se escapar a Barcelona e Real Madrid, ganha direito à ilusão. Afinal, em duas épocas consecutivas, a equipa de Jorge Jesus chega, primeiro, à meia-final da Liga Europa (é ver onde andam os dois finalistas…) e coloca-se agora entre as oito melhores equipas europeias. Num momento em que o campeonato parece ter outro destino, salvaguarda a maquia que a Champions lhe atribui. Salvo melhor opinião, é a segunda grande vitória de um mesmo dia, depois de recusar a proposta da Sport TV. Mas isso só se verá mais adiante."


O sonho de volta

"Quando o Benfica estava a fazer uma época de sonho, a tragédia abateu-se sobre a equipa.

Tudo começou em S. Petersburgo, quando Bruno Alves investiu brutalmente contra Rodrigo e o afastou do jogo. Tive logo a perceção de que a sorte para o Benfica estava a mudar.

Primeiro foi a derrota através de um golo estúpido no dealbar desse jogo na Rússia, depois foi o desaire em Guimarães, o empate em Coimbra e a derrota contra o FC Porto, em que tudo sucedeu: a lesão de Aimar, a lesão de Garay, a expulsão de Emerson e um golo em fora-de-jogo.

Nesta fase decisiva da época, tudo correu mal ao Benfica: as arbitragens, uma expulsão cirúrgica e muitas lesões. Javi García (uma pedra decisiva) esteve três jogos fora, Garay (que era o melhor defesa) foi para o estaleiro, Aimar (que é insubstituível) está outra vez magoado, Rodrigo (que estava a ser o melhor avançado) ficou a 50% depois da agressão em S. Petersburgo.

Foi demais!

Depois disto, só faltava Jesus sair para a destruição ser completa. Para chegar ao fim um projeto que custou tanto a construir e projetou tantos sonhos.

A esperança voltou a renascer na noite de ontem, com a vitória sobre o Zenit. Quatro dias depois da infortunada derrota com o FC Porto, este sucesso teve uma grande virtude: inverteu um ciclo maldito. E esclareceu uma dúvida: a equipa não estava afinal mentalmente tão fraca como se temia.

Daqui para a frente, o Benfica tem ainda tudo em aberto: a Liga portuguesa e a Champions League.

E se a Champions é uma lotaria, no nosso campeonato uma coisa é certa: se o Benfica ganhar todos os jogos até ao fim, tem grandes hipóteses de ser campeão. Se não ganhar, a culpa é sua..."


quarta-feira, 7 de março de 2012

Benfica, embalado pelas bancadas, a caminho das Meias-Finais da Taça de Portugal

Benfica 3 - 1 Sporting



Vitória indiscutível... Com muito coração, e com muito talento... Esta noite abrimos o caminho para a vitória na Taça de Portugal, com toda a justiça. Mas se calhar, mais importante, depois da vitória na Supertaça confirmámos que esta equipa, já passou por cima do ciclo de resultados negativos, com este Sporting do carrancudo e mal educado treinador Lagarto... excelente aditivo emocional para a possível final do Campeonato.

Começamos muito bem, criando muitas oportunidades, que infelizmente fomos falhando com algum 'estilo', mas finalmente numa bola parada, colocámo-nos em vantagem... depois inexplicavelmente começamos a dar muito espaço, e foi o São Marcão a salvar em várias ocasiões a nossa baliza, mesmo assim com alguma sorte aguentámos até ao intervalo. Na 2ª parte, entrámos um pouco melhor, mas continuávamos a ter dificuldade em ter a bola no pé... até que após um muito ingrato erro do Marcão, o Sporting igualou!!! Logo de seguida voltámos a ter a bola, e pouco tempo depois com Ricardinho, Joel e o César em campo simultâneamente, voltámos a marcar, com uma excelente tabela entre os nossos dois principais goleadores. Faltavam cerca de 5 minutos, o Sporting arriscou imediatamente no guarda-redes avançado, os Lagartos foram ficando muito nervosos, criando sururu's em todas as oportunidades, o Benfica ia defendendo muito bem, 'cheirava' mais ao 3º golo do Benfica, do que ao empate... e num contra-ataque do Benfica, João Benedito tem mais uma das suas famosas saídas assassinas fora da grande área, a vitima desta vez foi o Ricardinho (recordo uma muito parecida, mais grave ainda, sobre o Arnaldo), mas desta vez não escapou ao cartão vermelho, e foi em superioridade numérica que Ricardinho resolveu parar a bola em cima da linha de golo, parar, dar meia volta, e marcar de calcanhar!!!

Arbitragem extremamente incompetente (muito bem na expulsão) , onde na capa de um 'critério largo' deixou passar muitas faltas, inclusive um penalty claro sobre o César no final da 1ª parte, em relação a outros jogos a única novidade é que os erros foram para as duas equipas, algo que os Lagartos não estão habituados...!!!

O 'amigo' comum de Nélson Oliveira e... Rui Costa

"No dia 16 de Junho de 2004 Portugal defrontou a Rússia no Estádio da Luz, no segundo jogo da fase de grupos do Euro. A vitória sorriu aos pupilos de Luiz Filipe Scolari por 2-0 e o marcador do segundo golo da turma das quinas foi Rui Costa, hoje director desportivo do Benfica. E a quem marcou Rui Costa esse golo, há quase oito anos? Precisamente a Vyacheslav Malafeev, o mesmo guarda-redes que ontem defendeu, na Luz, as redes do Zenit. Aliás, não foi apenas Malafeev a repetir a derrota na Nova Catedral. Também o ponta-de-lança Aleksadr Kerzhakov teve com Ricardo, em 2004, a mesma sorte que agora teve com Artur Moraes. Quando o jogo a que me referi - e que constituiu o início de uma caminhada linda de Portugal que terminou ingloriamente às mãos dos gregos - aconteceu, Nélson Oliveira tinha 12 anos e andava a jogar à bola com os amigos; hoje, pode partilhar com Rui Costa a honra de ter marcado a Malafeev, no mesmo palco e na mesma baliza, em jogos de suma importância para a Selecção Nacional, então, e para o Benfica na noite de ontem.
Sic transit gloria mundi..."

José Manuel Delgado, in A Bola

A vitória do PP

"Escrevo antes da Champions, ainda sobre o excelente clássico que PP (Porto Proença) venceu. A falsidade do 3º golo portista deveria constar da 1ª aula de um manual iniciático de um jovem imberbe que queira der árbitro. Jogadores foras-de-jogo desde do momento zero, bola parada, marcador de livre a dar todo o tempo para certificar o adiantamento, bandeirinha no sítio certo. A ajudar à festa, Artur também faz de Roberto.

Aquele golo batoteiro deveria envergonhar qualquer juiz de vão de escada. Ou levá-lo a um oftalmologista. Mas, pelos vistos, não para o bem penteado Proença e sua equipa. Foi este mesmo alegado benfiquista (abrenúncio!) que inventou um penalty sobre Lisandro no Dragão, dois na Luz para o Sporting, castigou um braço de Emerson em Braga mas não o de um portista na Luz.

Dizem comentadores, uns mais tutelados do que outros, que «foi apenas um erro». E o Lobo científico lá balbuciou na sua linguagem rebuscada que «o jogador estaria... adiantado».

Tem razão o presidente do Benfica nas declarações que fez. Só que tarde. Casa arrombada, trancas à porta. Mais preocupado em blindar estatutos para evitar putativos candidatos, o Benfica tem-se deixado seduzir pelo canto da sereia nos órgãos da Liga e da Federação onde conta como uma quase nulidade. Excesso de confiança ou insensata ingenuidade?"


Bagão Félix, in A Bola

Complexo Calabote

"A nomeação de Pedro Proença para o Benfica-Porto resultou de uma aplicação inquestionável de critérios objetivos: melhor árbitro português, um dos melhores da Europa, seguro de si, experiente e respeitado pelos jogadores. Nada parecia poder correr mal, exceto por algum pormenor incontrolável, mas a Lei de Murphy fez-se cumprir uma vez mais, pela incompetência gritante do tal auxiliar: tinha de acontecer, aconteceu para desgraça do chefe de equipa, adepto assumido do clube prejudicado.

E logo vieram ao de cima os números que o condenam sumariamente aos olhos dos benfiquistas, porque realmente não há memória de uma coisa assim, a nível europeu, mesmo: seis jogos grandes do Benfica e nem uma vitória. A estatística denuncia o complexo de Proença e justifica o seu erro maior, que foi a indulgência com os jogadores portistas, relativamente à facilidade com que expulsou o jogador menos cotado em campo.

Sem surpresa. Em 20 jogos do FC Porto, assinalou 355 faltas, em 22 partidas do Benfica marcou 357 infrações – uma regularidade impressionante que, todavia, faz ressaltar ainda mais a incongruência do histórico de expulsões: 7-0, “a favor” do Benfica.

Embora Jorge Jesus tenha cometido erros tão ou mais gritantes, Pedro Proença foi imediatamente declarado “persona non grata” com uma violência que fez lembrar as quarentenas frequentemente exigidas por outros clubes e que já originaram reações corporativas não menos chocantes aos árbitros.

A questão recorrente dos últimos tempos nesta área é o poder das nomeações, autêntico eixo do mal do processo Apito Dourado, cujos responsáveis estão hoje em posições ainda mais poderosas, com o voto do Benfica. Durante décadas e décadas, a escolha foi um atributo de seres superiores, através da famosa Comissão Central e de um poder com mandato estatal. A democracia, o regionalismo emblemático e a fragilidade dos dirigentes transformaram-no em moeda de troca e em elo mais fraco da indústria do sucesso desportivo.

Com cinco anos de carreira pela frente, Pedro Proença não poderá evitar o Benfica em futuras oportunidades, incluindo futuros clássicos ou dérbis. Os clubes não podem evitar as nomeações, nem devem vetar árbitros – admiti-lo seria permitir uma competição desigual e desvirtuada à partida.

Portanto, assim como Bruno Paixão entrou nas boas graças do FC Porto após 18 meses de travessia do deserto, voltaremos a ter dentro de algum tempo João Ferreira num jogo do Sporting e, na próxima temporada, Pedro Proença num partida do Benfica. Ele precisa de mais uma oportunidade para deixar de ser o único árbitro internacional em mais de 60 anos com quem o Benfica nunca venceu um clássico, sob pena de se transformar no Calabote do século 21: um benfiquista confesso com assinatura na glória do FC Porto.

Seguro de si, experiente e com a mania da superioridade sobre os jogadores, Pedro Proença nunca admitirá a sua fraqueza, perante o Benfica. Talvez possa ser ajudado pelo mestre, Vítor Pereira, que durante anos e anos fugiu de dirigir jogos do Sporting para não correr o risco de cometer o pecado original."


Feira da ladra

"Parece que a feira da Graça mudou de género, para o masculino. Esta época o campeão nacional é o árbitro do Benfica-FCP. Não, não é mau perder. A “3.ª equipa” foi a clara vencedora do clássico. Pedro Proença deve ter ouvido Vítor Pereira quando este disse, após levar 3 do Gil Vicente, que podiam encomendar as faixas de campeão para o Benfica. E, ouvinte atento e generoso, o senhor Proença veio auxiliar a que aquele não fosse corrido do FCP. Mui agradecido, o treinador do Porto disse na conferência de imprensa que estiveram em campo 3 grandes equipas. É uma lata que não tem descrição.

Vamos aos factos. O golo de Hulk é um canhão de qualidade. O Emerson deu espaço ao brasileiro, sem qualquer inteligência de jogo. É pena que tamanho pontapé nasça de uma recuperação de bola que começa com uma falta sobre Aimar. O Emerson levou um primeiro amarelo que prova que o senhor Proença é daltónico. É fácil amarelar o elo mais fraco, que leva com o Hulk de frente e que inevitavelmente lhe sacaria o vermelho. E os amarelos que o FCP não levou? Foi preciso uma demorazinha do Helton para o senhor Proença elevar as estatísticas e dar amarelos ao Porto. Mas melhor, melhor mesmo foi a cegueira do fiscal de linha, aos 87’, que resolveu não ver que o Maicon e mais outro estavam há meia hora fora de linha. Mesmo a jeito para a vitória do FCP. Passei horas a ver o rescaldo do jogo na TV. E não ouvi um comentador dizer outra coisa senão que aquele golo é irregular e influenciou de modo claro o resultado do jogo. Mesmo os portistas.

Não gosto de depender de outros, de ter perdido 5 pontos antes, do FCP nos ter cilindrado até aos 22’. Mas gostei do Oscar, que foi Tacuara Cardozo. Venha o Zenit. E mais 9 jornadas."


terça-feira, 6 de março de 2012

Com o coração !!!


Benfica 2 - 0 Zenit


Vitória sofrida - desnecessariamente - mas totalmente merecida. Esta sucessão de resultados negativos, misturada com uma sequência de 3 jogos em 7 dias - com as viagens das Selecções pelo meio -, transformou este jogo, num dos momentos mais importantes da época... Os 'abutres' estão à espreita, mas felizmente a Águia Vitória - agora com mais experiência - só depois de várias voltas à Catedral é que decidiu pousar!!! Afastando, desta vez, os maus augúrios...

O Benfica denotou de inicio muito nervosismo, muita ansiedade, é clara - e natural - a quebra na auto-confiança... mas com os Russos 'controlados', sem conseguir causar perigo - excepto a 'brincadeira' Artur/Luisão!!! - o perigo começou a rondar a baliza do Zenit, lá de cima, no Piso 3, era visível os 'buracos' que a defesa adversária ia abrindo, com um bocadinho de velocidade e confiança, o golo era inevitável. E acabou por ser o talismã europeu Maxi a abrir o marcador - duplamente merecido: pelo grande jogo de hoje (mais um) e pelo 'azar' na Rússia que deu o 3º golo ao Zenit. Na segunda parte o Benfica recuou - se as coisas tivessem corrido mal, imagino as criticas às substituições defensivas do Jesus!!! -, abdicou claramente da bola - por opção táctica ou incapacidade emocional/física?!!! Não sei... -, mas os Russos praticamente não criaram qualquer lance de perigo - sem o Danny, ofensivamente, o Zenit é uma equipa muito previsível -, aliás foi o Benfica a desperdiçar várias oportunidades para 'matar' a eliminatória... Finalmente, já nos descontos, o Nelson Oliveira marcou o golo do descanso, o seu primeiro de muitos na Champions com a camisola do Benfica.

Só tenho pena do Benfica não estar a passar por um bom momento de forma, porque nesse caso tínhamos goleado o Zenit, que começando no jogo da 1ª mão, num campo sem condições, jogado a horas impróprias, passando pelos adeptos que fartaram-se de assobiar a Águia Vitória, e acabando na postura da equipa na 1ª parte, parecendo uma equipa dos 'regionais' a queimar tempo, de todas as 'maneiras e feitio'!!! O facto do Burro Alves ter engolido a seco várias das suas declarações, é irrelevante... aliás não o assobiei, a indiferença deveria ter sido o tratamento, ele que fique por lá a congelar, com os Mamutes, animais como ele...!!!

O Luisão fez um jogo perfeito, o Artur tirando a 'brincadeira' da finta não teve trabalho, o Maxi foi mais uma vez o todo-o-terreno durante os 90 minutos, o Jardel muito concentrado - e podia ter marcado dois golos!!! -, o Emerson muito disponível e praticamente sem falhas, o Javi soube gerir muito bem o amarelo, o Witsel acabou esgotadíssimo - talvez o maior sacrificado com o jogo da Selecção - mas com uma exibição notável, o Bruno começou mal, com algumas atrapalhações, mas acabou por estar no dois golos, o Nico esteve irregular, como é habitual, mas pelo menos defensivamente mostrou-se mais disponível, o Rodrigo é um finalizador, não é um organizador - hoje, o jogo estava claramente a pedir o Aimar -, quando joga com o Aimar nas costas a conversa é outra, o Cardozo lutou, mas falhou um golo 'impossível', o Nolito entrou muito bem, o Matic entrou com uma falha de marcação, mas depois encontrou-se e foi importante nas saídas para o 'contra', o Nelson entrou com muita confiança, talvez até demasia, porque na primeira oportunidade devia ter passado a bola, mas à 3ª oportunidade não falhou!!!

Não gosto do Howard Webb, e não é de hoje, na primeira parte ia perdendo a cabeça com o careca, para se marcar uma falta a favor do Benfica, junto da área do adversário, só com 'sangue' doutra forma, é sempre a andar!!! Talvez tenha visto as imagens ao intervalo, porque na 2ª parte acertou mais, mesmo assim pareceu-me que ficou um penalty por marcar, mas ainda não vi as imagens...

Uma mensagem para todos os adeptos que vivendo perto do Estádio da Luz, e felizmente sem grandes apertos financeiros, resolveram ficar em casa: Vão para o caralho!!! Isto de jogar na Champions aparentemente não 'conta para nada'!!! Uma mensagem para todos os adeptos que foram ao Estádio da Luz, e passaram os 90 minutos a ofender ostensivamente mais de metade da equipa do Benfica: Vão para o caralho!!! Para a próxima por favor, fiquem em casa...!!!

No início da época, chegar aos Oitavos-de-final era um bom resultado, após o sorteio ficou óbvio que o Zenit estava ao nosso alcance, portanto os Oitavos sabiam a pouco!!! Chegar aos Quartos-de-final da Champions é um excelente resultado, agora tudo depende do sorteio, mas creio que ninguém pode exigir muito mais. Humildade, garra e ambição é aquilo que se exige na próxima eliminatória...

O ambiente nos próximos dias será mais 'leve', mas que ninguém se deixe enganar, o jogo em Paços será mais uma batalha campal, contra 14 !!! Qualquer resultado, além da vitória será considerado catastrófico, é preciso recuperar a equipa fisicamente nos próximos dias, e preparar o jogo com a máxima entrega...


Resumo Benfica 2-0 Zenit por jimbrasalonso

Ontem, hoje e amanhã...

...e o resto é conversa da treta !!!

"Vítor Pereira, o mister

Sem árbitros portugueses o Vítor Pereira tem esta época 2 vitórias, 2 empates e 4 derrotas, 8 golos marcados e 13 sofridos.
Com árbitros portugueses consegue - ou alguém por si - ser líder isolado.
Campeonato Português é isto."


segunda-feira, 5 de março de 2012

Lixívia Extra-Forte XXI

Tabela Anti-Lixívia Extra-Forte:
Benfica.......49 ( -8)...57
Corruptos...52 (+4)...48

Braga..........49 (+4)...45
Sporting.......38 (-1)...39


Já foi dito quase tudo, a arbitragem do Proença foi criminosa, premeditada... São 'serviços' deste tipo que vão levar o Proença ao Europeu do próximo Verão.






Desta vez, a reacção da blogosfera Benfiquista foi um bocadinho mais lenta, demorou cerca de 24 horas, para os disparates começarem a ser vomitados!!! Sendo que este 'atraso' provocou uma coincidência: os argumentos contra-Jesus, e contra-Vieira, são a repetição daquilo que os anti-Benfiquistas defenderam desde do apito final do jogo de Sexta!!! Coincidência macabra!!!






Reduzir os erros de arbitragem, ao 3º golo, é uma vigarice tremenda... O jogo começou a ser condicionado com as arbitragem do Xistra e do Hugo Miguel nas jornadas anteriores, sendo que o Proença e os seus assistentes, finalizaram o 'serviçinho'!!! Pura prostituição.






-Os critérios disciplinares foram completamente absurdos: Maicon e Janko terminaram o jogo sem amarelos, absurdo; Cardozo na primeira falta levou amarelo; Emerson faz duas faltas é expulso!!! O 1º amarelo foi ter 'passado' a bola ao Moutinho, o 2º mesmo tocando na bola de raspão 'deu' expulsão!!!; Como é que o Djalma, já com amarelo (amarelo alaranjado!!!), faz várias faltas e não leva o segundo?!!! Principalmente na falta sobre o Maxi?!!!; Imaginem se fosse o Emerson a fazer a falta que o Álvaro Pereira fez sobre o Maxi, seria vermelho directo, de certeza!!!
-O senhor Proença também não permitiu um único contra-ataque ao Benfica!!! Todas as bolas recuperadas em situação de perigo, que poderia dar um ataque rápido perigoso ao Benfica, marcou sempre falta. Sendo o maior exemplo uma bola recuperada pelo Witsel sobre o Moutinho. Sendo que os dois primeiros golos dos Corruptos, nascem de contra-ataques precedidos de faltas!!! No primeiro o Lucho faz jogo perigoso sobre o Aimar (e depois, ainda joga a bola com o braço), no 2º golo existem duas faltas: primeiro sobre o Witsel, claríssima, logo de seguida o Gaitán perde a bola estupidamente, mas depois, é completamente atropelado pelo Fernando, já sem bola!!!
-Não acho que o braço na bola do Maicon seja penalty. O Nolito toca sem querer na bola com o braço também não seria falta. O Maicon encolheu-se e a bola bateu-lhe no braço. Repito, não acho que seria falta (aliás parece-me fora da área), mas a maneira como o Maicon se fez ao lance, foi exactamente igual à maneira como o Emerson em Braga se fez ao cruzamento do Alan, e nessa ocasião o Proença marcou penalty!!!
-O Benfica já beneficiou de golos em fora-de-jogo, em livres laterais, foram poucos, o mais recordado foi o do David Luís contra o Braga de Jesus. Mas nesse lance existe uma grande diferença: se no momento que o livre é marcado o David está fora-de-jogo, com a bola no ar os defesas 'passam para a frente' do David, e isso acabou por confundir o fiscal... algo que não se passou aqui, os jogadores Corruptos, tiverem sempre em fora-de-jogo, antes do livre, no momento que o livre foi marcado, e depois do livre ser marcado, estiverem sempre em fora-de-jogo!!!
-Os Corruptos os Submissos Lagartos (que em todo este processo comportaram-se mais uma vez de maneira nojenta, colocando-se ao lado da Máfia, contra o Benfica!!!), e o jornal A Bola para atenuar os factos irrefutáveis que demonstram toda a roubalheira que o Benfica foi vitima, tentaram encontrar erros que beneficiaram o Benfica!!! A Bolha Corrupta teve o descaramento de levar a primeira página um suposto penalty do Cardozo (não existe falta nenhuma, Maicon salta à frente do Cardozo, este tenta cabecear com os olhos fechados, não levanta os braços - estilo Rolando!!! - a bola bate-lhe nos braços, completamente involuntariamente. Curiosamente no primeiro golo do Benfica, mesmo sem repetições, tenho a certeza que Rolando joga a bola com o braço - aliás Cardozo protesta - a bola vai para o Maxi, e Cardozo acaba por marcar golo, mas sem repetição não houve 'caso'!!!), e ainda tentaram argumentar que o Djalma não fez falta sobre o Gaitan no segundo golo do Benfica, quando é evidente que antes de tocar na bola, com a anca, o Djalma derruba o Nico... A defesa incondicional que os Corruptos e todos os seus agentes, no pós-jogo fizeram em relação a Pedro Proença é bastante reveladora!!! A estatística fala por si, Corruptos nunca perderam com o Proença, Benfica nunca ganhou um Derby ou um Clássico com o Proença, nos últimos 2 anos, em 4 jogos, perdemos 3 jogos e empatámos 1!!! O rol de erros descarados já é mais alto que a Torre Antas, sempre prejudicando o Benfica, defender este prostituto publicamente é um acto de extrema cobardia intelectual, é um acto de total submissão... Quando depois de um jogo destes, com todos estes incidentes criminosos, não existe uma denuncia generalizada de todos os agentes desportivos, contra a adulteração de um resultado, que pode decidir um título, é sinal que o cancro está espalhado por todos os órgãos, o paciente está moribundo, não tem salvação... (Curiosamente, ou não, foi mais uma vez foi totalmente ignorada as atitudes e cânticos vergonhosos dos adeptos Corruptos no minuto de silêncio ao Jaime Graça!!!)






Com todos estes factos, repito, irrefutáveis, como é que é possível alguém deduzir que o treinador do Benfica errou tacticamente, ou que errou nas substituições?!!! (sendo que duas foram por lesão!!!) Como é que se pode derrotar uma equipa que marca 3 golos ilegais?!!! Está tudo maluco!!! Mais grave ainda, ao acusar o Jesus de ser o culpado, indirectamente está-se a afirmar que o Vitinho Pereira não errou, ao acusar o Vieira está-se a elogiar por oposição o planeamento da época Corrupta na construção do plantel, quando é público, e foi demonstrado várias vezes durante toda época que o Vitinho como treinador é uma boa merda, e que o plantel Corrupto está repleto de Emerson's!!! Portanto, todos os defeitos encontrados no Benfica, após a derrota de Sexta, não são qualidades Corruptas, bem pelo contrário... o que se está a querer 'construir' é a ideia que o Benfica para ser Campeão, em luta directa com os Corruptos, tem que ser 5000 vezes melhor, tem que ter uma época perfeita, sem erros nas substituições, sem erros tácticos, sem erros de qualquer espécie... algo que nem sequer o actual Barcelona ou Real Madrid (escolham!!!) conseguem fazer. Ler e ouvir Benfiquistas defenderem esta a teoria é asqueroso... Ler e ouvir Corruptos, Submissos, e jornaleiros prostitutos avençados (estilo Bruno Prata, que esta semana inventou um golo do Saviola em fora-de-jogo no Benfica-Corruptos de 2009-2010), defenderem esta teoria acaba por ser 'normal', o branqueamento Corrupto neste País à beira mar plantado é uma tradição antiga, de gente sem espinha, sem dignidade, profundamente cobarde, corrupta por opção, orgulhosamente mafiosa... Como é perfeitamente possível ver na Tabela Anti-Lixívia, a classificação real, deveria dar a liderança destacada do Benfica. É com base nestas contas que as analises ao trabalho do Jesus do Vieira devem ser feitas. Sendo que estas contas até pecam por defeito, porque a Tabela Anti-Lixívia só reflecte os erros directos dos árbitros (por exemplo no Corruptos-Gil Vicente da 1ª volta, os erros foram muitos, mas foi impossível contabilizar o impacto...!!!), existem muitos outros factores que não podem ser contabilizados. Por exemplo: tivemos o jogo dos Corruptos em Setúbal, onde se assistiu a uma farsa competitiva!!! Hoje existem várias formas de condicionar os resultados dos jogos, e os Corruptos controlam todas... Num País minimamente civilizado, com o 'edifício' da Justiça a funcionar, nem que fosse com os serviços mínimos, o Benfica neste momento seria líder (no mínimo) com 9 pontos de vantagem!!!






Entrar neste tipo de pré-campanha eleitoral, como infelizmente hoje já li, por parte dos Benfiquistas, criando as condições para despedir o treinador e demitir o Vieira, é profundamente estúpido, é fazer o 'jogo' dos Corruptos... mas infelizmente há muita gente a fazer este triste papel com um sorriso na cara. Muito respeitosamente: Vão todos para o caralho...!!! (enfia a carapuça quem assim o desejar!!!) Eu, e muitos outros Benfiquistas no Estádio, sem ver repetições, mesmo a 'quente', tivemos a perfeita noção daquilo que se passou, e por isso aplaudimos a equipa no final do jogo, andar agora à procura de bodes expiatórios, tentando racionalizar aquilo que foi um 'simples' roubo, passando uma esponja por cima dos actos criminosos, tudo isto devido a uma doentia obsessão anti-Vieira ou anti-Jesus, e em alguns casos com claros propósitos eleitoralistas, merece a condenação inequívoca de todos, e não vale a pena estar com delicadezas, já não tenho paciência, estou farto da corrupção e também estou farto de actos auto-incendiários dentro do Benfica...


Não vi a totalidade dos jogos Lagartos e do Braga. Na Choupana parece que não houve lances graves, os golos parecem regulares, ficaram algumas dúvidas se haveria ou não foras-de-jogo, mas parecem legais... Nos poucos minutos que assisti, notei isso sim, uma grande impunidade disciplinar Bracarense, aliás creio que foi por causa disso que o Caixinha foi expulso!!! Vi uma entrada do Salino, que se fosse com o jogador do Benfica, daria um amarelo, alaranjado no mínimo, que ficou sem qualquer cartão!!! No Bonfim, a nota mais significativa na minha opinião, foi a atitude dos de Setúbal!!! Duas semanas depois do jogo treino com os Corruptos, os Setubalenses encontraram a 'força'!!! O Capel viu bem um amarelo por simulação. O Matias sofreu um penalty não assinalado. Por fim o Rubio atirou-se para a piscina, penalty mal marcado a favor do Sporting. Os Lagartos queixaram-se dos cartões, como não vi o jogo (faltou-me a luz!!!) não posso ajuizar, sendo que o lance mais polémico, com o Bruno Severino, foi já nos descontos, portanto com um efeito duvidoso no resultado final.






Anexos:






Benfica
1ª-Gil Vicente(f) E(2-2), João Ferreira, Nada a assinalar
2ª-Feirense(c) V(3-1), Hugo Pacheco, Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
3ª-Nacional(f) V(0-2), Soares Dias, Prejudicados, Beneficiados, Sem influência no resultado
4º-Guimarães(c) V(2-1), Duarte Gomes, Prejudicados, Beneficiados, Sem influência no resultado
5ª-Académica(c) E(4-1), Vasco Santos, Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
6ª-Corruptos(f) V(2-2), Jorge Sousa, Nada a assinalar
7ª-Paços de Ferreira(c) V(4-1), Bruno Esteves, Prejudicados, Sem influência no resultado
8ª-Beira-Mar(f) V(0-1), Paulo Baptista, Prejudicados, Sem influência no resultado
9ª-Olhanense(c) V(2-1), Marco Ferreira, Prejudicados, Sem influência no resultado
10ª-Braga(f) E(1-1), Proença, Prejudicados, (0-2), -2 pontos
11ª-Sporting(c) V(1-0), Capela, Prejudicados, Sem influência no resultado
12ª-Marítimo(f) V(0-1), Sousa, Nada a assinalar
13ª-Rio Ave(c) V(5-1), Bruno Esteves, Nada a assinalar
14ª-Leiria(f) V(0-4), Cosme, Nada a assinalar
15ª-Setúbal(c) V(4-1), Malheiro, Prejudicados, Sem influência no resultado
16ª-Gil Vicente(c) V(3-1), Marco Ferreira, Nada a assinalar
17ª-Feirense(f) V(1-2), Rui Costa, Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
18ª-Nacional(c) V(4-1), Jorge Sousa, Prejudicados, Sem influência no resultado
19ª-Guimarães(f) D(1-0), Xistra, Prejudicados, (0-0), -1 ponto
20ª-Académica(f) E(0-0), Hugo Miguel, Prejudicados, (0-3), -2 pontos

21ª-Corruptos(c) D(2-3), Proença, Prejudicados, (2-0), -3 pontos






Corruptos
1º-Guimarães(f) V(0-1), Olegário, Beneficiados, (0-0), +2 pontos
2ª-Gil Vicente(c) V(3-1), Rui Silva, Beneficiados, Impossível contabilizar
3ª-Leiria(f) V(1-4), Capela, Prejudicados, Sem influência no resultado
4ª-Setúbal(c) V(3-0), Marco Ferreira, Beneficiados, Sem influência no resultado
5ª-Feirense(f) E(0-0), Bruno Esteves, Beneficiados, (1-0), +1 ponto
6ª-Benfica(c) E(2-2), Jorge Sousa, Nada a assinalar
7ª-Académica(f) V(0-3), Paulo Baptista, Nada a assinalar
8ª-Nacional(c) V(5-0), Cosme Machado, Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar
9ª-Paços de Ferreira(c) V(3-0), Hugo Miguel, Beneficiados, Sem influência no resultado
10ª-Olhanense(f) E(0-0), Capela, Prejudicados, (0-1), -2 pontos
11ª-Braga(c) V(3-2), Soares Dias, Prejudicados, Sem influência no resultado
12ª-Beira-Mar(f) V(1-2), Xistra, Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
13ª-Marítimo(c) V(2-0), Duarte Gomes, Prejudicados, Sem influência no resultado
14ª-Sporting(f), E(0-0), Proença, Nada a assinalar
15ª-Rio Ave(c), V(2-0), Marco Ferreira, Nada a assinalar
16ª-Guimarães(c), V(3-1), Hugo Miguel, Prejudicados, Beneficiados, Sem influência no resultado
17ª-Gil Vicente(f), D(3-1), Bruno Paixão, Prejudicados, Impossível contabilizar
18ª-Leiria(c), V(4-0), Rui Silva, Beneficiados, Impossível contabilizar
19ª-Setúbal(f) V(1-3), Paulo Baptista, Prejudicados, Sem influência no resultado
20ª-Feirense(c) V(2-0), Jorge Ferreira, Beneficiados, Impossível contabilizar
21ª-Benfica(f) V(2-3), Proença, Benefeciados, (2-0), +3 pontos

Sporting
1ª-Olhanense(c) E(1-1), Xistra, Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar
2ª-Beira-Mar(f) E(0-0), Fernando Martins, Nada a assinalar
3ª-Marítimo(c) D(2-3), Proença, Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
4ª-Paços Ferreira(f) V(2-3), Paulo Baptista, Prejudicados, Sem influência no resultado
5ª-Rio Ave(f) V(2-3), Hugo Miguel, Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar
6ª-Setúbal(c) V(3-0), Cosme Machado, Nada a assinalar
7ª-Guimarães(f) V(0-1), Bruno Paixão, Nada a assinalar
8ª-Gil Vicente(c) V(6-1), João Capela, Beneficiados, Sem influência no resultado
9ª-Feirense(f) V(0-2, Gralha, Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
10ª-Leiria(c) V(3-1), Manuel Mota, Beneficiados, Impossível contabilizar
11ª-Benfica(f) D(1-0), Capela, Beneficiados, Sem influência do resultado
12ª-Nacional(c) V(1-0), Vasco Santos, Nada a assinalar
13ª-Académica(f) E(1-1), Rui Costa, Nada a assinalar
14ª-Corruptos(c) E(0-0), Proença, Nada a assinalar
15ª-Braga(f) D(2-1), Capela, Nada a assinalar
16ª-Olhanense(f) E(0-0), Vasco Santos, Nada a assinalar
17ª-Beira-Mar(c) V(2-0), Duarte Gomes, Nada a assinalar
18ª-Marítimo(f) D(0-2), Cosme, Nada a assinalar
19ª-Paços de Ferreira(c) V(1-0), Jorge Ferreira, Prejudicados, Sem influência no resultado
20ª-Rio Ave(c) V(1-0), Paulo Baptista, Prejudicados, Beneficiados, Sem influência no resultado
21ª-Setúbal(f) D(1-), Gralha, Prejudicados, Beneficiados, (1-1), -1 ponto

Braga
1ª-Rio Ave(f) E(0-0), Duarte Gomes, Beneficiados, (1-0), +1 ponto
2ª-Marítimo(c) V(2-0), Soares Dias, Beneficiados (1-0), Sem influência
3ª-Setúbal(f) V(0-1), Hugo Miguel, Beneficiados (0-0), +2 pontos
4ª-Gil Vicente(c) V(3-1), Rui Costa, Nada a assinalar
5ª-Guimarães(f) E(1-1), Pedro Proença, Nada a assinalar
6ª-Nacional(c) V(2-0), Xistra, Nada a assinalar
7ª-Leiria(f) D(1-o), Marco Ferreira, Nada a assinalar
8ª-Feirense(c) V(3-0), João Ferreira, Nada a assinalar
9ª-Académica(f) E(0-0), Jorge Sousa, Nada a assinalar
10ª-Benfica(c) E(1-1), Proença, Beneficiados, (0-2), +1 ponto
11ª-Corruptos(f) D(3-2), Soares Dias, Beneficiados, Sem influência no resultado
12ª-Paços de Ferreira(c) V(5-2), Marco Ferreira, Nada a assinalar
13ª-Olhanense(f) V(3-4), João Ferreira, Nada a assinalar
14ª-Beira-Mar(f) V(1-2), Rui Costa, Nada a assinalar
15ª-Sporting(c) V(2-1), Capela, Nada a assinalar
16ª-Rio Ave(c) V(2-1), Sousa, Prejudicados, Sem influência no resultado
17ª-Marítimo(f) V(1-2), Bruno Esteves, Nada a assinalar
18ª-Setúbal(c) V(3-0), Hugo Pacheco, Nada a assinalar
19ª-Gil Vicente(f) V(0-3), Hugo Miguel, Nada a assinalar
20ª-Guimarães(c) V(4-0), Capela, Nada a assinalar
21ª-Nacional(f) V(1-3), Vasco Santos, Nada a assinalar

Nunca desistir

"1. A história ensina-nos, em múltiplos dos seus registos, que é nos momentos difíceis que percebemos a fé das pessoas, o espírito das instituições, a força de uma concreta comunidade. Seja esta comunidade uma nação, uma cidade que resiste, uma empresa que sobrevive ou, também, um clube, após uma derrota não esperada. Se lermos Winston Churchill e as suas interessantes Memórias da II Guerra Mundial, interiorizamos bem a sua enorme determinação, a sua perfeita consciência dos desafios com que, nesse tempo, se confrontava a Europa e o mundo. Ele teve consciência da liberdade que importava preservar, como também da cortina de ferro que estava a emergir. Mas, uma das suas surpresas maiores - e há sempre surpresas na história - foi a sua derrota eleitoral nas eleições legislativas ocorridas no seu país, na sequência da vitória aliada na II Guerra Mundial. E escreveu Churchill neste livro: «Tão absorvido estava no prosseguimento da guerra e na situação que começou a desenvolver-se durante o desfecho vitorioso, que não me dei conta do que se estava a passar nas ilhas britânicas.» O que nos fica da história são ensinamentos permanentes. E neles deparamos com uma frase: «Nunca desistir.» Quando acreditamos na nossa força, na nossa terra, no nosso espírito, na nossa cor. A história do Benfica, nestes 108 anos de vida, está repleta de momentos em que, mesmo tristes, nunca deixámos de acreditar. No nosso lema, no nosso clube, nas nossas equipas, nos nossos atletas. A nossa história está cheia de momentos de uma imensa e singular força interior, em que assumimos que uma derrota não esperada é um momento de reforço da nossa crença, de reafirmação da nossa vontade comum. Mesmo tendo - como temos - razões de queixa acrescidas da equipa de arbitragem. Mesmo tendo - como temos - instantes em que a sorte nos foi madrasta. Mesmo tendo - como temos - momentos em que cometemos erros, erros graves. Mesmo tendo - como temos - minutos em que sentimos menos frescura física. Mesmo tendo - como temos - segundos em que nos interrogamos acerca de situações tácticas concretizadas. Mas este é o sortilégio único do futebol. Aquele que suscita uma relação permanente entre o relvado e as suas diferentes bancadas. Seja a daqueles que, como nós, vibrámos e sofremos no estádio. Que nos entusiasmámos em certos momentos e nos interrogámos em outros. Ou, ainda mais, daqueles milhões que, perante as imagens televisivas, sabem avaliar, quase de imediato, as incidências do jogo e nos comunicam, através dos meios instantâneos contemporâneos, que o golo do Maicon foi em claríssimo fora de jogo. O que nos leva, logo no estádio, a assumir a injustiça do resultado. Esta é a força do futebol. Força única. Força imensa. Força de blocos. Força de convicções. Força de quentes disputas. Força de palavras disputadas. Força onde competem, ao mesmo tempo, a lucidez, o dramatismo, o momento extraordinário. Mas, também, a emoção que perturba, e muito, a razão. Mas sempre com um lema bem presente: «Nunca desistir». Como sentiremos, na próxima terça-feira, frente ao Zenit, e na próxima jornada da Liga, face ao Paços de Ferreira.

2. Faltam nove jornadas para sabermos quem ganha a Liga, quem vai directamente à Liga dos Campeões e quem participa na Liga Europa. Ao contrário do que julgávamos, parece que alguns querem que não saibamos, ainda, no final do calendário previsto, quem sobe e desce no âmbito das competições profissionais. É indiscutível o dramatismo de tesouraria de muitos clubes. É inequívoco que o número de praticantes profissionais com salários em atraso atinge números bem perturbantes. Todos conhecemos clubes que, todos os meses, desistem de determinadas competições. A crise no futebol, e em outras modalidades, é tão grave quando aquela que condiciona o país. E, entretanto, há grupos de trabalho nesta área que gastam tempo e dinheiro a discutir coisas nada prioritárias. Apenas para satisfação de alguns egos pessoais. Cada uma destas nove jornadas envolverá diferentes finais. Se há quatro jornadas atrás, o Futebol Clube do Porto assumiu que não desistiria, é agora o tempo do conjunto do Benfica interiorizar que tudo é possível, tudo mesmo. O título, a presença nos quartos-de-final da Liga dos Campeões, mais tarde o acesso directo a esta Liga milionária, a vitória na Taça da Liga. É que, no arranque da Primavera, voltaremos a defrontar o Futebol Clube do Porto no nosso estádio e, nesse jogo, estou confiante que não teremos legítimas razões de queixa da equipa de arbitragem. É que a nossa história está cheia de momentos em que a palavra desistir não consta do nosso vocabulário. Como sempre assumiu o nosso querido Jaime Graça que, esta semana, em dia de aniversário do Benfica, nos deixou e estou certo que Deus, na sua imensa bondade, o acolheu. Por mim, nunca esqueço momentos únicos vividos no velho Estádio da Luz, proporcionados por jogadores como Jaime Graça, Mário Coluna, José Augusto, José Torres, Simões e Eusébio. Esta geração também teve momentos em que, após derrotas não esperadas, interiorizou e assumiu: «Não desistir».

3. Na próxima terça-feira, os russos do Zenit merecem sentir, mas, acima de tudo, perceber o que é o inferno da Luz. O fervor das bancadas é uma das referências da história do Benfica. Nestes dias em que o Colégio Militar comemora mais um aniversário, recordo bem todos aqueles jogos, a que assisti, impecavelmente fardado de castanho, com 10, 11, 12, e 15 anos. Vibrei com os golos. Sofri com as derrotas. Exultei de alegria. Limpei lágrimas. Empunhei bandeiras. Comi queijadas. E senti que, nas bancadas, havia gente de todas as idades, de todos os credos, de todas as cores e de todas as classes. E, mesmo em derrotas não esperadas, se dizia ontem, como hoje: «Não desistir.»

4. (...)"


Fernando Seara, in A Bola

A Mentira

"From: Domingos Amaral
To: Pedro Proença

Caro Pedro Proença
Nas últimas quatro temporadas, existiram 12 clássicos (2+3+5+2), e não me lembro de um único em que os árbitros favorecessem o Benfica, mas lembro-me de 3 em que favoreceram o FC Porto. Ainda com Quique, Lisandro ludibriou-te e marcaste um patético penálti que evitou a derrota azul. E vai um. O ano passado, para a Taça de Portugal na Luz, o segundo golo azul foi em fora-de-jogo. E vão dois. E na sexta, o golo de Maicon foi em escandaloso fora-de-jogo. E vão três. Três clássicos virados a favor do FCPorto pelos árbitros. Assim também eu.
Na sexta, assistimos à maior mentira deste século. Graves erros teus influenciaram o jogo. Não marcas falta sobre Witsel e o Porto empata. Mostras o segundo amarelo duvidoso a Emerson e o Benfica encolhe-se. Validas a cabeçada ilegal de Maicon e pronto, está feito. Assim também eu.
A tua imagem de “giro” e “engomadinho”, com muito gel no cabelo e fatos caros, não disfarça o essencial: és um árbitro tão incompetente como Xistra ou Benquerença. E percebe-se perfeitamente porque és o único benfiquista em Portugal que Pinto da Costa elogia. Ele bem sabe o que o tens ajudado.
Tu e os outros. Já reparaste que, desde que Vítor Pereira se queixou em Barcelos, o Benfica desatou a ser prejudicado? Foram dois penáltis por marcar em Coimbra e a tua mediocridade na Luz. Assim também eu.
É pois natural a raiva benfiquista. A partir de agora és “persona non grata”. Eu, se fosse à direção do Benfica, recusava mesmo ser arbitrado por ti, invocando um claríssimo “incidente de suspeição”. Com tanta necessidade de mostrar independência, prejudicas sempre o Benfica. Não é aceitável."


domingo, 4 de março de 2012

Raça



Benfica 28 - 27 Sporting



Tal como se previa jogo muito complicado, as equipas 'pequenas' galvanizam-se sempre que jogam contra o Benfica (aliás esta semana o David Tavares - ex-jogador Corrupto!!! - em entrevista referiu isso, afirmando que o Madeira SAD que joga contra o Benfica, não é o 'mesmo' que joga contra os Corruptos!!! E eu acrescento: esta equipa do Sporting não é a mesma que foi humilhada recentemente no antro Corrupto!!!)... Esta vitória era extremamente importante, porque assim iniciamos a Fase Final 'somente' a 2 pontos dos Corruptos, com qualquer outro resultado seriam 3 pontos, além de alargarmos a vantagem para os Lagartos.

O jogo nem sempre foi brilhante, mas o Benfica quase sempre em desvantagem nunca deixou de acreditar... quando vi o Carmo ser excluído por 2 minutos, injustamente, na melhor fase do Benfica - com o Ferreirinho a brilhar - tive medo!!! Comparar os critérios que são usados para os contactos com nossos Pivot's e os adversários, é um exercício mentalmente desgastante!!! (Aparentemente não foi nada fácil encontrar árbitros para este jogo!!!) Mas nem com o Benfica a jogar com 4 jogadores de campo, o Sporting conseguiu empatar o jogo nos últimos minutos!!!

Hoje foram importantes os jogadores que vieram do banco: era bom que o Zaikin jogasse sempre com esta intensidade; o Costa também entrou bem; e até o Areia marcou um golinho... Mas o homem do jogo terá sido o Inácio Carmo, a defender e depois a atacar...

Estamos na corrida pelo título, não será nada fácil, até porque muito provavelmente os Corruptos só vão perder pontos nos jogos com o Benfica... E não nos podemos distrair com os jogos Europeus. Os nossos laterais titulares têm que melhorar: o Pedroso baixou de forma, e o Grilo ainda não se 'encontrou' no Benfica. Temos a melhor defesa da prova, e com o regresso do Ferreirinho (após lesão) estamos muito mais fortes.

O último título de Campeão do Benfica, foi conquistado num Campeonato que terminou num sistema de Play-off, curiosamente (ou não) a Liga alterou o sistema!!! Este Benfica, normalmente dá-se bem nos jogos 'grandes', o problema são as 'brancas' nos jogos teoricamente mais fáceis, portanto exige-se concentração em todos os jogos... Assim está a classificação:


Corruptos ........... 31

Benfica ............ 29

Águas Santas .... 28

Sporting ............ 27

Madeira SAD ..... 26

ABC .................. 25

Na Final da Taça




Vilacondense 0 - 3 Benfica

23-25, 19-25, 17-25



Na Final a caminho do Bi... ficamos à espera do adversário, teoricamente será o Castêlo da Maia, mas curiosamente ontem a Ac. Espinho ganhou aos Maiatos para o Campeonato!!!

Sentir

"O meu Benfiquismo está intacto.
Agora o que me deixa mesmo fod***, é andar pela blogosfera e ver a estupidez de uma parte dos benfiquistas, (serão?) que continua a malhar no presidente como se ele fosse o grande culpado da podridão que existe no futebol português, no treinador como se ele fosse pior que o Vitó Parreira ou o Vira Broas, (vide Chelsea), nos jogadores como se bons fossem os Rolandos, os Maicons, os Djalmas, etc.
O Vieira cometeu erros? Claro que cometeu, e alguns graves, (apoio ao Gomes, amizade com o Oliveira, algumas contratações de jogadores e treinadores), mas pergunto qual foi melhor presidente do que ele nestes últimos 30 anos, (reinado do papa).Pegou num Benfica de rastos, sem credibilidade em parte nenhuma, sem um único Jogador decente, sem boas infraestruturas, sem nada, (o reinado do Azevedo ainda é recente para se esquecerem).Em poucos anos conseguiu credibilizar o Benfica, nacional e internacionalmente, conseguiu construir um estádio moderno e que nos orgulha, pavilhões para as modalidades amadoras, piscina e um centro de estágio 5 estrelas. Conseguiu criar um canal de televisão nosso, conseguiu criar a Fundação que muito nos orgulha (Madeira e Haiti são exemplos), conseguiu reabilitar as modalidades amadoras, tendo em todas dos melhores jogadores lusos e colocá-las todas a lutar para o titulo, conseguiu na área do merchandising colocar o Benfica ao nível dos melhores da Europa, conseguiu dotar a equipa de futebol de excelentes jogadores, (obviamente que nem todos podem ser iguais), etc. Lutou sozinho contra a corrupção, no caso do apito dourado, (quantos daqueles que o criticam o ajudaram?).Se isto é ser mau presidente, péssimo até para alguns, então arranjem lá um Damásio um Azevedo, ou talvez um Soares Franco ou mesmo um Bettencourt, ou um corrupto assumido, outro do mesmo calibre. Desculpem mas para esse peditório não dou.
Quanto ao Jesus, não sendo o supra sumo dos treinadores é um bom técnico, e já nos deu um título de campeão, duas taças da liga, colocou o Benfica a jogar bom futebol, (como já não se via desde os anos 90), tem potenciado os jogadores ao seu dispor, o que nos tem proporcionado também bons encaixes financeiros e com exceção do ano passado tem -nos feito fazer boas campanhas na Europa. E acima de tudo tem-nos feito acreditar e lutar pelo título e não para o 4º e 5º lugar como á uns anos atrás. E vemos agora o embuste que é o Vira Broas no Chelsea, Quando lhe faltam as muletas árbitros.


Quanto ao plantel, temos um jogador de outro mundo (Aimar), temos ótimos jogadores, (Artur, Maxi, Luisão, Garay, Javi, Witsel, Gaitan, Nolito, Saviola, Cardoso, Rodrigo), temos bons jogadores e temos 3 ou 4 fracos, mas em qualquer plantel no mundo do desporto é assim que funciona, e até no Real Madrid há jogadores fracos.Agora pergunto qual é o plantel melhor do que o nosso em Portugal? Já cheira mal tanto bater no Emerson, é nosso jogador e tem que ser apoiado enquanto cá estiver para ver se melhora um bocadinho. Não nos esqueçamos que os últimos dois penalties assinalados contra nós foram-lhe marcados sem que tivesse feito falta em nenhum dos casos, e ontem foi expulso erradamente e ninguém o defende dessas injustiças. Lembro-me do que disseram do luisão quando chegou ao Benfica, e hoje é uma mais-valia e um bom capitão. Lembro-me do que disseram do Di Maria, e hoje está no Real e rendeu-nos bastante massa. Fizeram a vida negra ao César Peixoto, mas era útil no plantel. Lembro – me dos anormais que assobiam o melhor ponta de lança a jogar em Portugal, um dos melhores que já vestiu o manto sagrado, e que ainda ontem faturou mais dois. Lembro-me da campanha também por nós feita contra o Roberto o ano passado, (embora em fora de jogo mas a saída do Artur no 3º golo ontem). E etc., etc.,.Será que não veem que tudo isso é aproveitado pelos nossos adversários, e pelos avençados para nos ridicularizarem. Enquanto jogadores do Glorioso tempos é que os defender com unhas e dentes contra toda essa escumalha, porque se repararmos nos corruptos por muito fraco que seja um jogador eles defendem-no sempre, e nós achincalhamos os nossos.


Por tudo isto eu digo que temos que nos revoltar é contra os árbitros que nos roubam descaradamente grandes penalidades claríssimas como em Guimarães, em Coimbra, e tantos outros. Os mesmos árbitros que contra os corruptos lhes dão penalties por dá cá aquela palha. Contra os árbitros que marcam penalti contra nós por faltas inexistentes e contra os corruptos fecham os olhos a lances escandalosos. Contra os árbitros que perdoam expulsões aos corruptos em autenticas agressões e quando lhe vimos chamar tudo e mais alguma coisa, e a nós nos expulsão jogadores por serem agredidos, (Javi em Braga), ou por baterem com a mão na relva, (Cardoso) ou por fazerem duas faltinhas banais, (Emerson).Contra os árbitros que como no ano passado nos roubaram no início do campeonato, e ajudaram os corruptos com golos fora de jogo e penalties e lhes deram uma grande margem para poderem gerir até ao fim, os mesmos que agora ajudaram a transformar uma vantagem de 5 pontos num atraso de 4, e que tem como expoente máximo esse escroque Pedro Proença. Temos que nos revoltar é com quem os nomeia porque já vimos que são nomeações cirúrgicas para nos prejudicar.
Temos que nos revoltar é contra os avençados que branqueiam todas essas irregularidades, quem ridicularizam os nossos jogadores e treinador, que mentem descaradamente em cada frase que escrevem e em cada palavra que dizem, etc. Temos que nos revoltar é contra os nossos adversários que nos provocam e que bajulam os corruptos querendo tornar-se nossos inimigos.
E embora nesse aspeto o Vieira falhe um bocado, também temos que fazer a nossa parte. Não comprar jornais desportivos, não assinar a Sportv, não ir ver jogo nenhum fora da Catedral, é deixá-los morrer á míngua. Se for possível é chegar a roupa ao pelo a um avençado ou dois para os avisar que á que respeitar o Benfica, e serem honestos e verdadeiros. Quanto aos árbitros é dar-lhe o mesmo tratamento pôr um a beber por uma palhinha durante uns tempos, e se for o Proença podem mesmo deixá-lo numa valeta que não se perde nada.
Termino que o missal já vai longo.
Amigo Carlos um abraço
P.S. Não me venham falar do Fernando Martins porque além de ter deixado a primeira grande divida para os outros com o fecho do3º anel, esse sim sempre foi amigo do peito do papa da madalena e foi na sua altura que este começou a minar o desporto luso."