Últimas indefectivações

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Vermelhão: Confiança a subir...

Moreirense 0 - 4 Benfica


Depois da vitória convincente na Champions, contra o Nápoles, era muito importante manter a onda vitoriosa, especialmente no Tugão, jogando contra equipas matreiras e com apitadeiros manhosos!


Foi visível deste do primeiro minuto, que os graus de confiança da equipa estão a melhorar, mesmo sem desequilibradores nas Alas, com muitos médios que gostam de jogar pelo meio, o Benfica mandou na partida sem problemas de maior, criando oportunidades...

E quando a equipa não consegue ter a bola, recuamos as linhas, e contra este tipo de equipas, fechamos todos acessos à nossa baliza, sem dar grande trabalho ao Trubin! A maioria da posse de bola do Moreirense neste jogo, foi com passes entre os seus defesas, longe da nossa área. Este é um dos aspectos, que a equipa evoluiu mais, nestes últimos dois jogos! Após o golo sofrido contra os Lagartos, o Mourinho fartou-se mesmo... e a equipa deixou de arriscar na 1.º fase de construção!!! 

Ironicamente, no 2.º tempo, acabámos por ser nós, a beneficiar dos erros do adversário na 1.ª fase... Para ser sincero, a beneficiar deste tipo de lances, preferia distribuir as prendas por vários jogos, não era necessário serem todos no mesmo jogo!!!

Agora, o mesmo sem as 'prendas' o jogo nunca esteve em perigo, apesar da lesão do Barreiro e a entrada do Rêgo, a equipa ficou sempre equilibrada, e o Trubin foi na grande maioria do tempo um espectador! O marcador até pode ter sido exagerado, mas a vitória inequívoca


O Pavlidis com o hat-trick foi mesmo o MVP... de realçar o golo de cabeça, um tipo de golos raro no Grego!


Terceiro jogo desta ave rara a apitar o Benfica esta época, terceiro jogo onde errou descaradamente contra o Benfica: começou na Amadora, onde ficou um penalty por marcar sobre o Nico; depois com o Arouca foi preciso o VAR assinalar dois peanlty's descarados a favor do Benfica... e hoje, não viu o penalty sobre o Pavlidis, achou que a entrada sobre o Barreiro foi somente para Amarelo... e talvez, no lance mais esclarecedor não gostou de ver o Ríos isolado!!!


Semana de Taça de Portugal, com jogo na Quarta em Faro, provavelmente com alguma rotação. Mais um daqueles jogos perigosos, contra um Farense, muito experiente, com muitos jogadores manhosos, como foi visível no jogo contra a nossa equipa B!!! Pessoalmente, rodava pouco (Samu e António...), talvez o Prestianni ou o Schjelderup, e pouco mais, até porque o jogo com Famalicão só será na Segunda... Um Famalicão a jogar muito bem, com um treinador bastante ofensivo, e que nos irá criar muitos problemas na Luz!

Apertado...

Benfica 2 - 0 Sp. Tomar
Pinto(2)

Como era esperado, jogo muito complicado... com alguns benfiquistas do outro lado!

O golo da confirmação só apareceu na parte final, quando o Tomar já arriscava tudo, com o Benfica a vencer devido à consistência defensiva, algo que raramente aconteceu na última época!

Dez !!!

Rio Ave 2 - 10 Benfica

Estamos mesmo a jogar muito bem...
Esta época, só perdemos na Supertaça, de resto, foi sempre a ganhar!

Em frente...

Damaiense 0 - 2 Benfica
Chandra, Tristão


Eliminatória ultrapassada, com o 0-2 antes do intervalo a dar outra tranquilidade...

Muito bem Mourinho


"QUEREM FALAR DE TUDO MENOS DO JOGO DO DIA SEGUINTE

1. As conferências de imprensa antes dos jogos não são obrigatórias, tanto assim que não existem multas para quem as não faz. Qual o problema?

2. Os treinadores não se podem abrir sobre o jogo do dia seguinte, de modo que dão respostas evasivas, cheias de desinteressantes lugares comuns. Que interesse têm para os adeptos?

3. Os jornalistas, por seu lado, aproveitam ter ali o treinador à mão para lhe perguntarem sobre tudo e mais alguma coisa menos sobre o jogo. Não é quase sempre assim?

4. Um treinador só deve ir a uma conferência de imprensa antes de um jogo se tem alguma coisa de relevante para dizer - ir lá para encher chouriços não vale a pena. Eu dispenso.

5. Importantes, verdadeiramente importantes, são as conferências de imprensa depois dos jogos - até há duas, a flash e a outra -, porque a explicação sobre as incidências do jogo é que interessa.

6. Foi de rir ver comentadores dizer que o Mourinho quis fugir a perguntas difíceis. O Mourinho com medo de perguntas difíceis? Ainda por cima a seguir ao melhor jogo da época, no qual venceu o campeão italiano e líder da Série A para a Champions? Esqueçam...

7. Agora, é ganhar mais logo ao Moreirense, que é o mais importante, e depois ouvir Mourinho sobre o que se passou no jogo."

Os pés e a cabeça do Benfica


"A equipa do Benfica está mais organizada, consegue executar um plano de jogo que favorece as características dos jogadores e ajuda a esconder melhor as fragilidades do plantel. Acho que ninguém têm dúvidas de que se nota evolução e está refletido o trabalho de José Mourinho.

Acho que ninguém têm dúvidas de que se nota evolução e está refletido o trabalho de José Mourinho.
Apesar da bela exibição na vitória por 2-0 frente ao Nápoles, na Liga dos Campeões, não pode dizer-se que o Benfica se transformou numa equipa dominadora, com capacidade avalassaladora de ataque e vertigem pelo golo, como sonham os adeptos, mas joga de forma muito mais competente, com mais atitude e principalmente confiança. E é neste último ponto que julgo residir o fundamental para o crescimento dos encarnados: confiança.

É uma bola de neve a subir uma encosta, desafiando as leis da gravidade e a provar que o futebol se joga na cabeça dos jogadores tanto ou mais do que nos pés
Há jogadores que agora confiam mais nas próprias capacidades, colocando esse sentimento num trabalho de equipa que a arrasta para melhores resultados. É uma bola de neve a subir uma encosta, desafiando as leis da gravidade e a provar que o futebol se joga na cabeça dos jogadores tanto ou mais do que nos pés. Os jogadores não eram, nunca foram maus jogadores, mas o contexto talvez lhes tenha reduzido a confiança a níveis em que se calhar foi fácil que até os próprios duvidassem.
José Mourinho, muito experiente e de forma transparente, nunca escondendo dos próprios ou da opinião pública que existiam problemas e debilidades a vários níveis, foi introduzindo amor-próprio em doses certas e conseguiu fazer evoluir o grupo, finalmente chegando a uma equipa. Não é a melhor do mundo, nem sequer será aquela que o treinador escolheria se tivesse começado a época no Benfica, mas é, agora, uma equipa competitiva, solidária e com qualidade, como provam os seis jogos seguidos sem derrotas, apesar dos empates com Casa Pia e Sporting.

Cresceu a vontade de fazer prova de qualidade perante os benfiquistas, e nesta altura há razões para encarar os próximos desafios com uma segurança diferente
Para provocar sentimento nos jogadores, para os fazer morder mais, o treinador também colocou em prática uma comunicação que provoca reação fora do balneário, mas sobretudo dentro. Depois do empate (1-1) com o Sporting ficou claro nas declarações de Mourinho e dos jogadores que o favoritismo entregue ao Sporting durante a semana, assim como, na ótica dos encarnados, algum menosprezo em relação à capacidade do Benfica para ficar por cima no duelo, foi combustível perfeito para reacender o orgulho dos jogadores. Cresceu a vontade de fazer prova de qualidade perante os benfiquistas, e nesta altura há razões para encarar os próximos desafios com uma segurança diferente.
As águias jogam este domingo em Moreira de Cónegos, palco difícil, equipa complicada e que já castigou o Benfica em vários momentos de épocas diferentes. «Não é altura para novidades», alertou ontem Mourinho. Depois de terem sido dados tantos passos em frente, realmente o Benfica, nesta altura da temporada, não pode voltar a tremer."

José Mourinho cada vez mais 'à paulada'


"A vitimização como 'mind game' e os ataques a árbitros e comentadores — eis o 'Special One' no seu melhor (ou será pior?)

Primeiro a culpa era dos árbitros, depois juntou-se a esta a do plantel construído pelo antecessor e não por ele e, por fim, a dos comentadores, esses malfeitores. Alvos fáceis que, apesar de tão díspares, têm algo em comum: a vitimização por parte do interlocutor. Que, neste caso, é, nem mais, nem menos, José Mourinho, experiente perito dessa arte chamada, em língua estrangeira, mind games.
O treinador do Benfica voltou à carga (o que tem acontecido recorrentemente independentemente do resultado ser mais positivo ou negativo) logo após a vitória da passada quarta-feira frente ao Nápoles, por 2-0, resultado que mantém as águias em modo de sobrevivência na UEFA Champions League e que teve como protagonistas dois dos menos amados pelo terceiro anel e, de acordo com Mourinho, pela comunidade de comentadores/jornalistas em geral: Richard Ríos, com um golo e uma assistência, e Leandro Barreiro, autor do segundo.
Disse Mourinho: «Não é fácil ser jogador do Benfica, ainda menos no momento atual, em que é muito fácil bater no Benfica. [Richard Ríos e Leandro Barreiro] levaram muita paulada e mostraram capacidade mental para lidar com muita crítica e comentário ofensivo. Ríos é um grande jogador, não conseguiram rebentar com ele.»
É legítimo que o treinador defenda os seus jogadores daquilo a que chama ataques e ofensas externas. Mas também é legítimo considerar que, num meio como o futebol de alta competição, reino de alta e constante pressão, não haja elementos imunes à crítica: dos treinadores aos dirigentes, passando, claro, pelos jogadores, sempre alvo do julgamento, ora por jogarem bem, ora por jogarem mal, e sem esquecer, naturalmente, os árbitros, alvos preferenciais de treinadores, como é o caso de José Mourinho, sobretudo quando o resultado é menos positivo. É assim há muitos anos e não há sinais de que isso mude a curto ou médio prazo.
O que também não muda é a ausência de coerência no nosso futebol e, nem anos de experiência em alguns dos maiores clubes do Mundo (Chelsea, Real Madrid, Inter, Manchester United...), ajudam a trazer alterações nessa tendência, comum a quase todos aqui pelo burgo, e não só.
Que legitimidade podemos ter se, por um lado, atacamos árbitros e comentadores, e, por outro, não aceitamos que os nossos sejam alvo da crítica?
Já aqui há uns anos, mais propriamente em fevereiro de 2021, Jorge Jesus atirava numa conferência de imprensa: «Ai? Ai o quê, pá? Levaste com um pau?!»"

Mourinho trouxe o ‘contra tudo e contra todos’ para o Benfica


"Pimenta Machado costumava dizer que «aquilo que hoje é verdade, amanhã pode ser mentira». Quando ouço José Mourinho, às vezes lembro-me da máxima imortalizada pelo antigo presidente do Vitória de Guimarães. Nunca sei se as declarações do treinador do Benfica são genuínas ou apenas instrumentos de mind games circunstanciais que num futuro próximo ou distante se encarregará de revelar. Quem não se recorda, por exemplo, dos elogios ao plantel dos encarnados antes do play-off da UEFA Champions League perdido pelo Fenerbahçe que o próprio, já na Luz, admitiu terem sido exagerados para aliviar a pressão sobre a equipa turca?
Por alguma razão, Mourinho é especial e decifrar o que lhe vai na alma é tarefa quase impossível, mas as (in)diretas dirigidas à classe dos comentadores, que tanta comichão lhe estão a provocar atualmente, reavivaram-me o discurso do… contra tudo e contra todos, tão habitual noutras paragens por onde passou no início do século. A ironia é evidente — afinal, é precisamente esse o lema que alimenta a identidade do FC Porto.
Após a vitória convincente na receção ao Nápoles, José Mourinho disparou sem rodeios.
«Será mesmo muito difícil para os experts atacar o Benfica, vão ter dificuldades, porque o Benfica fez um grande jogo», atirou, como quem antecipa críticas que surgem — na visão dele — por má-fé. E reforçou a ideia de perseguição constante ao enfatizar que o Benfica tem «perfil de equipa humilde, que leva paulada de tudo quanto é lado, mas continua tranquilamente a sua caminhada».
É um Benfica apresentado como vítima, enquanto o técnico vai mais longe e ridiculariza análises externas para fortalecer a narrativa interna.
«Recordo-me de que disseram que a construção do Benfica é bola na frente do Otamendi. E mais não faz. Eh pá, melhorámos qualquer coisinha, não?», afirmou. E não perdeu a oportunidade de apontar o tal duplo critério que nota na crítica. O segundo golo, explicou, «se tivesse sido uma equipa com camisola de cor diferente teria tido nota artística elevadíssima».
Convém lembrar que o treinador benfiquista já destacou que o plantel do Benfica tem limitações, que precisa de reforços, que não dispõe de soluções ideais para todas as posições. Ou seja, se é Mourinho a dizer que a manta é curta, é lucidez; se são outros a constatá-lo, é perseguição. Somos todos livres para opinar, desde que a opinião coincida com a dele.
Se lhe apontam que os jogadores regrediram desde que chegou, em setembro, responde com sarcasmo.
«Acho que o Ríos piorou bastante, o Dahl piorou bastante. Há muita gente que piorou bastante. Mas pronto. Siga a Marinha», frisou, palavras que antes do jogo com o Sporting talvez não pudesse proferir...
Entre alegações sem filtro, que constroem um ambiente de permanente tensão, não evitou nova farpa na sequência de uma pergunta que começou por elogiar: «Parabéns, tu percebes da coisa. Pode ser que te levem para substituir algum dos sabichões que não sabe de nada.»
A pose de vítima culminou com a certeza de que o Benfica é um clube facilmente maltratado.
«Não é fácil ser jogador do Benfica… é muito fácil bater no Benfica», lamentou, ponto final num rol de queixas em que só faltou gritar um… contra tudo e contra todos que não envergonharia Francesco Farioli.
Uma das frases que ainda hoje é citada quando se enaltecem os dotes de comunicador de José Mourinho foi dita a 20 de fevereiro de 2003, na primeira temporada completa do special one no FC Porto.
«Em condições normais vamos ser campeões. Em condições anormais também vamos ser campeões», sentenciou, garantida goleada nas Antas, por 6-1, sobre os turcos do Denizlispor, na 1.ª mão dos oitavos de final da Taça UEFA que conquistaria. Um jogo que se seguiu a derrota nos Barreiros diante do Marítimo, duelo no qual Deco foi expulso e suspenso por duas partidas — castigo seria reduzido para uma e por isso pôde jogar na Luz semana e meia depois em triunfo que selou virtualmente o título.
«Se calhar amanhã vão dizer que o FC Porto ganhou a uma equipa fraca e o nosso mérito é reduzido. Foram mais pontos conquistados para o futebol português, oferecidos por um alvo a abater. Isto é fantástico. O que quero dizer?! Os factos são visíveis: o Deco levou dois jogos e o Pepe [à data no Marítimo] três [cumpriria dois], quando socos, cabeçadas e cuspidelas de outros não passam de um ou dois jogos», eis o contexto em que se movimentavam então os azuis e brancos e que redundou na declaração que integra o portfólio das melhores tiradas inspirada no… contra tudo e contra todos.
José Mourinho limita-se, pois, a reencenar um clássico intemporal — ontem dragão ofendido, hoje águia injustiçada, amanhã logo se verá consoante o destino."

A hora da verdade: quem está em vantagem?


"Os clubes portugueses, sobretudo aqueles que continuam presentes em todas as provas, aproximam-se de um período verdadeiramente infernal. As próximas semanas serão intensas, desgastantes e potencialmente decisivas para o rumo da época. A grande questão é simples: quem chega mais preparado para enfrentar o que aí vem?

FC Porto: o calendário mais favorável
Entre os três grandes, o FC Porto é quem tem maior margem de manobra. A vantagem confortável na Liga permite-lhe gerir com mais tranquilidade, e o calendário, pelo menos no papel, é mais acessível do que o dos rivais. Até ao final de dezembro, o FC Porto joga mais vezes no Dragão, um fator que tende a pesar nesta fase em que o desgaste físico começa a acumular-se.
Em janeiro, o FC Porto também terá menos jogos, consequência da eliminação precoce da Taça da Liga — um revés que, num contexto de sobrecarga, pode agora transformar-se numa vantagem competitiva. Além disso, competindo na Liga Europa, encontrará adversários teoricamente menos exigentes do que aqueles que Benfica e Sporting enfrentarão na Liga dos Campeões, onde o nível de intensidade e dificuldade é substancialmente superior.

Benfica e Sporting: semanas decisivas e adversários de peso
O Benfica enfrenta um ciclo particularmente duro. Até ao final de dezembro joga fora com o Moreirense, recebe o Famalicão, desloca-se a Braga, e pelo meio tem uma ida ao Algarve para jogar com o Farense uma eliminatória da Taça de Portugal. Em janeiro terá ainda a Final Four da Taça da Liga, onde encontrará o SC Braga nas meias-finais e, em caso de apuramento, Sporting ou Vitória na final. Logo depois, caso ultrapasse o Farense na Taça de Portugal, terá um jogo a eliminar no Dragão ou em Famalicão. No plano europeu, o desafio aumenta exponencialmente: deslocação à Juventus e receção ao Real Madrid, dois jogos que exigem o máximo dos jogadores em termos físicos, mentais e competitivos.
O Sporting vive uma realidade semelhante. Até ao fim do mês, terá deslocações muito difíceis: Santa Clara para a Taça de Portugal e Vitória SC para o campeonato. Janeiro trará a Taça da Liga e a pressão da Liga dos Campeões, com duelos de grande risco competitivo frente ao PSG e a ida a Bilbau. É um calendário que exige profundidade, experiência e qualidade na gestão de momentos de fadiga.

O momento conta
O futebol vive do momento, e quando o calendário não dá tempo para trabalhar, a capacidade de resposta imediata torna-se decisiva. Há três variáveis fundamentais a ter em conta.
A primeira são os resultados: vitórias trazem confiança, tranquilidade e reduzem a pressão. Uma equipa que entra num ciclo positivo tende a tornar-se mais forte, mesmo quando o desgaste aumenta.
A segunda são as exibições: ganhar é importante, mas convencer é determinante. As exibições validam o trabalho do treinador. Bruno Lage é o melhor exemplo: apesar de vencer com frequência, nunca apresentou consistência exibicional suficiente e acabou despedido. Bastaram um empate e uma derrota para precipitar a sua saída, simplesmente porque não se via evolução no jogo praticado.
A terceira variável são as lesões / ausências e a profundidade do plantel: os três têm motivos de preocupação. No Benfica, Lukebakio estará de fora algumas semanas; No FC Porto, Luuk de Jong perdeu a época; no Sporting, Quenda e Pedro Gonçalves são as mais recentes baixas de peso, para não falar das ausências de Diomande e Catamo que irão representar as suas seleções no CAN em janeiro.
Com o calendário cada vez mais apertado, o cenário de lesões deixa de ser exceção e passa a ser regra. A gestão do plantel será decisiva: dar oportunidades a todos, manter o grupo motivado e utilizar a formação para colmatar ausências pode ser um fator diferenciador e determinante. Uma rotatividade equilibrada garante ainda ritmo, confiança, união e capacidade de reação em momentos adversos. Por fim, a capacidade de adaptação dos treinadores é decisiva. O exemplo de Rui Borges na última época é paradigmático: manteve o sistema que encontrou, adaptou-se ao contexto, maximizou recursos e superou ausências importantes em momentos chave.

Mercado de janeiro: precisão, não revolução
O mercado de janeiro é curto, difícil e pode ser crucial. Não é uma altura para revoluções, mas sim uma oportunidade para ajustes cirúrgicos. Qualquer contratação deve reunir duas condições essenciais: adaptação imediata e impacto competitivo rápido. Os clubes portugueses não têm margem financeira para errar. A falta de um plano desportivo estruturado e conjunto tem fragilizado o país nos rankings da UEFA, e a possibilidade de manter apenas duas equipas na Liga dos Campeões é um alerta que deve condicionar (e moderar) os investimentos. 
 Como tal, só deverá investir quem estiver ativo nas competições europeias e com hipótese real de lutar pelo título. Mesmo esses terão de ser racionais. Para o Benfica, sobretudo pela menor margem de erro, os jogos até ao fim do mês de dezembro serão decisivos na definição da estratégia para o mercado.

A valorizar:
Ivanovic
Ivanovic respondeu àqueles que dizem que o plantel do Benfica não tem opções ou é muito limitado. A grande exibição que fez contra o Nápoles demonstra apenas que os jogadores para mostrarem valor têm de jogar. Possivelmente existem mais 'Ivanovics' no plantel encarnado e que estão à espera de oportunidades para mostrarem o seu valor.

A valorizar:
Vicens
Apesar dos resultados menos positivos do SC Braga no início da época, o nível exibicional foi sempre elevado. Hoje, Vicens conseguiu encontrar um equilíbrio entre boas exibições e bons resultados. No campeonato está a recuperar e na Liga Europa está a dominar.

A desvalorizar:
Xabi Alonso
Está a viver um momento complicado em Madrid, no Real. A bola está do lado de quem dirige. Um treinador é contratado por fezada ou por um racional bem definido e porque se enquadra num projeto que se pretende desenvolver?"

Terceiro Anel: Diário...

Observador: E o Campeão é... - Maxi Araújo é o todo-o-terreno que o Sporting precisa

Basquetebol Feminino: 66-60

Vencer em Moreira de Cónegos


"O Benfica visita o Moreirense com o apito inicial agendado para as 18h00. Este é o tema em destaque na BNews.

1. Estender o bom momento
José Mourinho quer dar continuidade ao bom momento da equipa: "Temos de ir com a vitória no pensamento. Espero que consigamos transportar a vontade, a concentração, a motivação, a responsabilidade. Vimos fazendo coisas muito, muito boas."

2. Bastidores
Veja imagens exclusivas da chegada ao norte do País ontem e do triunfo benfiquista ante o Nápoles na quarta-feira.

3. Individual assente no coletivo
Veja imagens exclusivas do 2.º golo do Benfica ante o Nápoles, pelas quais se vê o desenho completo da grande jogada dos encarnados.

4. Realização de um sonho
Entrevista a José Neto e a Tiago Freitas, jovens da formação do Benfica que se estrearam pela equipa A frente ao Nápoles.

5. Golo do Mês
Eleito pelos adeptos, é de Sudakov o Golo do Mês de novembro da Liga Betclic.

6. Árvore de Natal no Benfica Campus
Jogadores residentes no Benfica Campus acompanhados por vários elementos da equipa A formados no clube montaram a árvore de Natal.

7. Últimos resultados (formação)
Os Juniores ganharam, por 0-2, na visita ao Belenenses. Os Juvenis golearam o Alverca, por 5-0. E os Iniciados triunfaram, por 0-4, na deslocação ao Vitória FC.

8. Últimos resultados (outras modalidades)
Em masculinos, vitórias do Benfica em andebol (25-34, no Avanca), em voleibol (3-0, ao Castêlo da Maia) e râguebi (17-41, no Belenenses). Derrota no basquetebol com o SC Braga na Taça de Portugal (81-82). Nesta manhã, em futsal, goleada imposta ao Rio Ave (2-10). No feminino, triunfos em andebol (18-38, no CALE), basquetebol (66-60, ao Basquete Barcelos), futsal (1-2, no Atlético) e râguebi (75-0, ao CR São Miguel). Em hóquei em patins registou-se um empate (2-2) na visita ao CP Esneca Fraga a contar para a Liga dos Campeões. No polo aquático, três vitórias e subsequente apuramento para a final 8 da Nordic Waterpolo League. Nesta manhã, no futebol, as águias venceram, por 0-2, na visita ao Damaiense, referente à 4.ª eliminatória da Taça de Portugal.

9. Mais jogos do dia
Em hóquei em patins, receção ao SC Tomar (15h00). A equipa feminina de voleibol visita o Castêlo da Maia (16h00).

10. Sorteio
O Benfica vai defrontar o Slavia Praga nos 16 avos de final da UEFA Youth League. O embate será disputado no Benfica Campus em 3 ou 4 de fevereiro.

11. Parabéns, António Simões
O Campeão Europeu completa 82 anos de vida.

12. Mais de 100 mil ouvintes
Em menos de 24 horas, a Benfica FM ultrapassou os 100 mil ouvintes. O Presidente do Clube, Rui Costa, e o treinador, José Mourinho, foram entrevistados na manhã de sexta-feira.

13. Casa Benfica Beja
Conheça esta embaixada do benfiquismo através da lente da BTV."