Últimas indefectivações

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Juvenis - 18.ª jornada - Fase Final

Benfica 5 - 0 Famalicão
Rodrigues, Almeida, F. Santos, Nunes, Ferreirinha


Última jornada, com uma goleada, com a equipa praticamente completa pela primeira vez nesta Fase Final!!!

Iniciados - 16.ª jornada - Fase Final

Guimarães 1 - 1 Benfica
Sousa


Empate, com um auto-golo concedido a ser fatal...

Prémio?!

Cartilha...

DAZN: Marco Silva...

SportTV: Mundial - Nigéria - Alternativo

Terceiro Anel: Bola ao Centro #205 - HABEMUS MARCUS SILVA!!! 🦅🔴

Terceiro Anel: Mundial - Portugal...

Quezada: Nigéria...

BI: MARCO SILVA | Desafios para 2026/2027 🦅

4 CONDIÇÕES PARA O SUCESSO


"BEM-VINDO, MARCO!

1.
Sabemos como os treinadores do Benfica, só por serem treinadores do Benfica, são atacados. Nem Mourinho, que antes era bajulado, escapou a esta regra sem exceção. O clube não tem sabido defender suficientemente os seus treinadores na praça pública. Vai ser necessário defender Marco Silva com unhas e dentes.

2.
O Benfica precisa de estabilidade no seu projeto desportivo, Rui Costa não pode abanar perante os maus resultados que acontecem com todos os treinadores - são uma inevitabilidade. Se Marco Silva é a escolha, Marco Silva tem que ser aposta continuada independentemente dos ciclos menos bons. Mais à frente colhem-se os resultados.

3.
A impaciência dos adeptos tem ajudado a derreter treinadores e o Benfica está transformado num indesejável cemitério dos ditos cujos. É imperioso sabermos apoiar Marco Silva nos momentos maus. Eu vou garantidamente fazê-lo nas minhas intervenções no canal V+ (da TVI) às terças e sextas à noite.

4.
Os pisões na cabeça a que assistimos nas duas últimas épocas não podem repetir-se. O Benfica é o maior de Portugal, tem que saber usar o poder dessa grandeza única para exigir verdade desportiva, apertar a sério com os poderes do futebol português, não basta Rui Costa dar um episódico murro na mesa quando o escândalo atinge proporções inimagináveis - falou após o Jamor, Braga e Famalicão, ficou tudo na mesma. Assim, nem que contrate Guardiola o Benfica terá sucesso."

Marco Silva, o treinador que não disse que não ao Benfica


"Onze anos depois de sair do Sporting com polémica, acusado de não vestir um fato e vagando lugar para um treinador mais badalado, Marco Silva volta a treinar um grande de Portugal, agora graças à saída de outro técnico maior em tarimba. Aos 48 anos, vem de quatro épocas seguidas na Premier League onde mostrou capacidade para se adaptar ao que tinha, qualidade que será útil no clube da Luz

O berbicacho teve calças, uma camisa, casaco e sapatos. Estava Marco Silva no Sporting quando o clube já não queria que ele lá estivesse e escreveu uma nota de culpa, extensa em 400 páginas, nas quais o acusava de falhas várias e, aos seus olhos, justificativas de um despedimento por justa causa. Uma delas eram as quatro peças de roupa obrigatórias do fato oficial do clube que não vestiu num de mais de 50 jogos da época, verdade que Bruno de Carvalho alegava para se livrar de um treinador e contratar outro.
A barafunda do verão de 2015, farta em diz-que-disse, culminou na saída do pecador que não se pôs janota num só jogo, vagando espaço em Alvalade à entrada de um técnico mais tarimbado, bastante cheio de si, dado a vangloriar-se dos seus feitos: despedido Marco Silva de um Sporting em fase sismógrafo, instável nos altos e baixos, entrou Jorge Jesus. Onze anos depois, os papéis meio que se invertem.
De novo envolvido com um grande de Portugal, agora o Benfica, viu-se embrenhado noutro entra-e-sai com um treinador de currículo mais regalado, aficionado de puxar o lustro às próprias conquistas, também grisalho, mas de lógica ao contrário - foi a conturbada saída de José Mourinho, rendido aos encarnados à chegada, comprometido com o Real Madrid à saída enquanto ainda estava tecnicamente na Luz, a abrir espaço à contratação de Marco Silva, confirmado esta terça-feira como novo treinador do Benfica.
Como uma década muda as coisas.
Dito o “não” do treinador que entrou na Luz a perguntar “quem é que diz ‘não’ ao Benfica?”, transformando-se em resposta a ele próprio dando um “sim” literal e público a Florentino Pérez, os encarnados tiveram de procurar alguém que os assentisse. A resposta veio de Londres, onde Marco Silva contou as últimas quatro épocas na Premier League no clube a norte do Tâmisa, colado à margem do rio, único a manter a traça original de estádio antiquado numa das bancadas, com postes a obstruírem a vista para o relvado e coberta por um telhado de duas águas.
O português estancou o fado de o Fulham ser uma equipa iô-iô, que subia à primeira divisão para descer logo na temporada seguinte: terminou no 11º lugar esta época, igual a 2025, melhor do que o 13º de 2024 e aquém do 10º em 2023, após ser campeão do Championship. “Atingimos muito juntos. O Fulham estará sempre no meu coração”, disse na despedida dos londrinos que o queriam por mais cinco anos, mas a quem disse que não.
A culpa é do Benfica, onde Marco Silva cumpre a profecia em forma de questão de José Mourinho, seduzido pelo contexto muito próprio, deveras microclimático, do Real Madrid para lhe proporcionar um regresso que já pouco se vislumbrava à elite no futebol europeu. Usado como bandeira de campanha por Florentino Pérez sendo ainda treinador do Benfica, houve uma pitada generosa de ironia no salsifré: apareceu vestido à Real Madrid num vídeo de campanha com a mesma camisola que Sidny Lopes Cabral pediu a Vinícius Júnior, no Santiago Bernabéu, na 2ª mão do play-off da Champions e em plena polémica de foi-não-foi-racismo com Gianluca Prestianni.
Mourinho comentou então que a situação “era evitável”. Desta feita, dos bastidores disseram que o seu vídeo trajado à Real Madrid nunca aconteceu - foi uma fabricação de Inteligência Artificial.
A reeleição do presidente merengue, no domingo, era a pendência que faltava para o treinador que se descreveu como especial voltar a Madrid, treze anos volvidos, e quem não se tem como “uma pessoa fácil de lidar por ser muito ambicioso” retornar a Lisboa.

Marco Silva e a adaptação
O “sim” ao Benfica de Marco Silva, lisboeta de gema, um lateral direito nos tempos de jogador acabados abruptamente, no Estoril Praia, para virar diretor-desportivo e treinador num pestanejar, catapulta-o para ser o 22º português a treinar os encarnados. Chega a um clube carente de se recompor após uma época rocambolesca no banco (dois treinadores), desapontante no relvado (sem troféus, 3º lugar no campeonato), mediática no circo (as eleições mais concorridas de sempre) e ladra de tempo à próxima temporada devido à gracinha do Torreense na Taça de Portugal.
Condenado a entrar nas eliminatórias iniciais da Liga Europa, o clube arranca a pré-época a 25 de junho, quando o Mundial ainda nem a meio for, obrigando Marco Silva a espreguiçar os trabalhos sem vários jogadores fulcrais na teoria.
Noticiou-se que houve finca-pé do treinador durante as negociações do seu contrato, assinado para dois anos com mais um opcional, para serem maiúsculas as palavras que tenha a dizer na política desportiva do Benfica e nas contratações. Encerrados cinco anos no Fulham onde nem sempre foi apetrechado nas idas às compras como alguns adversários diretos na abastada Premier League, o treinador terá feito a sua parte para não lhe acontecer semelhante coisa no Benfica. Adaptou-se às circunstâncias em Inglaterra, nunca se mostrando rígido de ideias e intransigente quanto à forma como pretendia jogar.
Eis o ponto no qual Tomás da Cunha centra o seu resumo do encaixe que Marco Silva pode ter no Benfica. “É um treinador com capacidade de otimizar os recursos do plantel e isso pode ser importante para a fase que o clube atravessa”, realça o analista da Tribuna Expresso e comentador semanal na DAZN, há vários anos, dos jogos da Premier League. “A capacidade de jogar em mais do que um sistema e surpreender o adversário nesse sentido - entre o 4-3-3 e um sistema com três centrais, formando um quadrado no meio -, e a forma como se adaptou aos jogadores. Teve médios mais defensivos, quase trincos, ou um mais organizador; na frente, teve Mitrovic, Raúl Jiménez ou Rodrigo Muniz, todos muito diferentes entre si.”
Algo saltimbanco durante os anos pós-Sporting, indo a Atenas ser campeão grego com o Olympiakos antes de experiências fugazes, com menos de uma época, no Hull City e no Watford, também pouco ficou no Everton antes de assentar arraiais em Londres. À primeira época no Fulham conquistou o Championship, subiu e cimentou o clube na Premier League, camaleónico na forma de jogar.
Na segunda divisão inglesa “era mais dominador”, lembra Tomás da Cunha, "tinha outra capacidade de gerar combinações por fora para servir o Mitrovic", um avançado matulão, de área, nascido para ser servido. “Esse foi logo a primeira dificuldade de adaptação ao cenário da Premier League. Tinha um jogador forte como pivô e, principalmente, como finalizador dentro da área, essa talvez seja o principal destaque na carreira de Marco Silva na Premier League: a forma como foi transformando nos perfis e no sistema.” Largou um pouco o seu 4-3-3 predileto, aos poucos adotou um sistema de três centrais com um quadrado de médios à frente.
Tanto tirou proveitos de um médio com queda para destruir, 6 de martelo e marreta na figura de João Palhinha, como alternou as dinâmicas para aproveitar Sander Berge, norueguês “mais de jogo, com qualidade na organização“ que contratou para suprir a venda do português. Marco Silva foi ainda alquimista de outra proeza, a de “resgatar alguns jogadores que estavam no plantel sem grandes oportunidades que viraram peças importantes“, lembra o analista, indicando Harry Wilson como o caso flagrante - “um jogador que nunca tiver importância grande como titular até esta temporada.”
Esse olho do treinador calhará bem ao Benfica, acolhedor de alguns casos dessa estirpe, Richard Ríos um exemplo pelas características peculiares, valiosas na pressão e no transporte de bola, mas desafiantes na jiga-joga de um meio-campo se apontar ao domínio, ou Enzo Barrenechea, virado para construir jogo, com calma, mas carente de proteção de quem jogue perto dele para os momentos em que a equipa perde a bola.
Marco Silva disse que sim ao Benfica, por arrasto um sim a todas as concomitâncias de um clube que a cada verão recente tem transmutado as suas prioridades a contratar, sem um fio condutor óbvio. Passados 11 anos, o treinador que se dedicou à prancheta da tática quase sem querer, convidado a deixar o escritório de diretor-desportivo para vestir o fato de treino no banco de suplentes, no Estoril Praia, aceitou o desafio de recolocar o Benfica no trono português. Não foi ele o treinador a dizer que não."

O Cantinho Benfiquista - Mundial #1 - World Cup Special: Can We Make History?

Zero: Mercado - Benfica resolve-se...finalmente

BF: Saídas...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Proposta da Liga Centralização aprovada: o que significa?

Observador: E o Campeão é... - Olá, Marco! Adiós, Mourinho — Benfica termina “série digna de Netflix”

BF: Marco Silva...

Centralização TV: o voto secreto e as virtudes da transparência


"O que impede a maioria dos críticos da chave de distribuição das receitas televisivas futuras de dar a cara na discussão? O conforto do voto secreto, neste caso, não se justifica

Votação de braço no ar (aberta) ou secreta? As doutrinas dividem-se, é tema de discussão secular entre especialistas da ciência política e da sociologia das organizações. Cada um dos modelos com vantagens e desvantagens, há porém algumas linhas que podem traçar-se, e têm vindo a ser traçadas ao longo de muitas décadas de estudo e argumentação.
A votação pública, de braço no ar ou colocando-nos de pé, tende normalmente a ser utilizada quando quem vota representa outros cidadãos, ou grupos, cidadãos ou grupos estes que têm o direito a saber exatamente o que fizeram os seus representantes, desejavelmente eleitos: ocorre no parlamento, por exemplo. Tem a vantagem da transparência e a desvantagem de expor os que votam em minoria a pressões e perseguições das maiorias vencedoras.
É por isso que em matérias de consciência, de escolha individual mais relacionada com a moral e as convicções, por exemplo, o voto tende a ser secreto. Tem a vantagem suprema da liberdade e a desvantagem de permitir quebras de acordos na hora do voto. Nalguns casos, como no que respeita à chave de distribuição dos direitos televisivos sujeita a escrutínio pela Liga Centralização, tem ainda a desvantagem de quem votou contra poder atirar a pedra à vontade e esconder a mão se, e quando, a solução da maioria prevalecer.
Exceção feita aos clubes que assumidamente se manifestaram contra esta solução antes da votação — Benfica, Nacional e Marítimo — não há certezas sobre quem votou em contramaré à esmagadora maioria das sociedades desportivas.
Representando as sociedades desportivas os seus acionistas (muito dos quais maioritariamente sócios do clube-mãe) seria de todo aconselhável que este tipo de votação se realizasse de forma aberta, de braço no ar ou colocando-se de pé. Um dos candidatos à presidência do Vitoria de Guimarães, por exemplo, acusou a atual direção de votar a favor quando, na sua opinião, não devia tê-lo feito. Mas na realidade não sabemos se o Vitória votou a favor. É mais ou menos fácil encontrar tendências, mas certezas restam poucas. A BOLA passou o dia de anteontem a tentar confirmar votos contra e nem um dos suspeitos (falta conhecer um da Liga 1 e três da Liga 2) o assumiu. Claro que no fim do dia não tem de o fazer, porque a votação foi secreta. Mas o que os impede de dar a cara e discutir abertamente possíveis soluções e alternativas?"

Oliveira: Jonas...

Falsos Lentos - S06E40 - RONALDO E FUTRE EM ESTÚDIO

Prata da Casa #54 - Nunca Fui a Uma Final da Xamps, Saltos Muito Muito Altos, Melo o Mago

Acordo com Marco Silva


"O anúncio do acordo do Benfica com Marco Silva é o destaque nesta edição da BNews.

1. Comunicado oficial
A Sport Lisboa e Benfica, SAD informa que "chegou a acordo" com o treinador Marco Silva para a celebração de um contrato de trabalho para vigorar por duas épocas, extensível até 2028/29.

2. Saída para Madrid
José Mourinho cessa o vínculo com o Benfica e passa a ser o treinador do Real Madrid, o qual "formalizou a intenção de contratar o treinador" pelo "valor de €15 000 000".

3. Final empatada
O Benfica sofreu um desaire caseiro ante o FC Porto, por 98-102, após prolongamento, no 2.º jogo da final dos play-offs do Campeonato Nacional de basquetebol.

4. Jogos do dia
Em hóquei em patins no feminino, o Benfica visita a Sanjoanense às 17h00 e pode carimbar a passagem à final do Campeonato Nacional. Nesta manhã, os Juvenis receberam o Famalicão e venceram por 5-0 e os iniciados visitaram o Vitória SC e empataram 1-1.

5. Título em análise
Nádia Rodrigues, andebolista do Benfica, fala à BTV sobre a recente conquista da Taça de Portugal.

6. Contributos internacionais
Cinco futebolistas do Benfica estiveram ao serviço da seleção feminina portuguesa.

7. Pizzi homenageado
A Federação Portuguesa de Futebol homenageou a glória do Benfica que colocou um ponto final na carreira de futebolista.

8. Visitantes especiais
O basquetebolista dos Boston Celtics Neemias Queta esteve na Luz, acompanhado pelo seu treinador, Joe Mazzulla.

9. Título distrital na formação
Os juvenis C do Benfica sagraram-se campeões distritais Sub-16.

10. Título individual
João Dias, ginasta do Benfica, é campeão nacional de trampolim.

11. Prémio entregue
A Fundação Benfica recebeu o Prémio de Responsabilidade Social de abril, atribuído pela Fundação do Futebol – Liga Portugal."

A oportunidade de uma geração… e de um país


"O Mundial 2026 representa uma oportunidade histórica para uma geração de jogadores extraordinários e para um país que, ao longo das últimas décadas, construiu uma das mais respeitadas escolas de formação do mundo.

Há momentos na história de um país que dificilmente se repetem. Momentos em que talento, competência, visão e oportunidade se encontram no mesmo instante. O futebol português pode estar precisamente perante um desses momentos.
O Mundial de 2026 não representa apenas mais uma grande competição internacional. Representa uma oportunidade histórica para uma geração de jogadores extraordinários e para um país que, ao longo das últimas décadas, construiu uma das mais respeitadas escolas de formação do mundo.
Portugal deixou há muito de ser apenas um produtor ocasional de grandes talentos. Hoje é uma referência internacional. Os nossos jogadores competem nos maiores clubes europeus, os nossos treinadores conquistam títulos nos campeonatos mais exigentes e a capacidade organizativa do futebol português é reconhecida muito para além das nossas fronteiras.
Nada disso aconteceu por acaso.
Foi resultado de décadas de investimento, de competência técnica, de evolução metodológica e da capacidade de acreditar que um país pequeno pode competir com as maiores potências do futebol mundial. Desde a formação de base nas escolas de futebol até aos centros de alto rendimento, passando pela profissionalização das estruturas, Portugal construiu um sistema que permite identificar, desenvolver e lançar talentos de forma consistente e sustentável.
Mas existe uma diferença enorme entre produzir talento e conquistar um Campeonato do Mundo.
A história do futebol demonstra que as grandes seleções não vencem apenas porque possuem excelentes jogadores. Vencem porque conseguem transformar qualidade individual numa identidade coletiva, numa cultura competitiva e numa liderança capaz de resistir aos momentos mais difíceis. É essa coesão que separa as boas equipas das equipas verdadeiramente imortais na memória do desporto.
É precisamente aí que Portugal tem hoje uma oportunidade única.
Poucas vezes coincidiu tanto talento numa única geração. Jovens jogadores afirmam-se nas maiores ligas do mundo ao mesmo tempo que atletas experientes continuam a oferecer maturidade, estabilidade e liderança. Existe qualidade em praticamente todas as posições e uma profundidade competitiva que há alguns anos parecia impossível imaginar. Do guarda-redes ao avançado, o leque de opções permite ao selecionador variar esquemas táticos, gerir a carga física e adaptar-se aos diferentes adversários ao longo de uma competição tão exigente como um Mundial.
Mas o talento nunca garantiu títulos por si só.
Os Mundiais conquistam-se através da união, da disciplina, da capacidade de sofrimento, da inteligência emocional e da convicção coletiva de que todos estão ao serviço do mesmo objetivo. São os detalhes invisíveis — a recuperação entre jogos, a gestão das emoções após uma derrota ou uma vitória difícil, o apoio mútuo nos momentos de adversidade — que muitas vezes decidem o destino de uma seleção.
As equipas campeãs não são apenas aquelas que jogam melhor tecnicamente. São aquelas que permanecem unidas quando surgem as dificuldades: lesões inesperadas, arbitragens controversas, pressão mediática intensa ou o cansaço acumulado de um mês de competição ao mais alto nível.
É nesses momentos que aparecem os verdadeiros líderes, aqueles que elevam os companheiros e mantêm o foco no objetivo comum.
O futebol moderno tornou-se extremamente equilibrado. As diferenças físicas reduziram-se, as metodologias de treino aproximaram-se e a informação tática circula rapidamente entre todos os intervenientes. Hoje, a vantagem competitiva encontra-se muitas vezes na mentalidade vencedora, na gestão emocional do grupo e na força interna que permite ultrapassar crises.
Portugal já demonstrou que consegue competir com qualquer seleção do mundo. Eliminou campeões mundiais em fases decisivas, conquistou títulos internacionais e habituou-se a disputar as fases finais das grandes competições com regularidade. O respeito internacional foi conquistado com mérito, através de um estilo de jogo reconhecível e de resultados consistentes.
Agora é tempo de acreditar que o próximo passo também é possível.
Porque durante demasiado tempo existiu um certo complexo de inferioridade que fazia muitos portugueses acreditarem que competir já era um grande feito. Felizmente, essa mentalidade começou a desaparecer com as conquistas recentes, que serviram como catalisadores de uma nova confiança coletiva.
Hoje sabemos que Portugal pode vencer qualquer adversário, em qualquer palco.
Mas ganhar um Campeonato do Mundo exige mais do que qualidade técnica pura. Exige liderança forte e inspiradora, estabilidade institucional, preparação rigorosa de longo prazo, espírito coletivo inabalável e capacidade para lidar com a enorme pressão que acompanha uma competição desta dimensão. Exige também uma excelente gestão das expectativas, uma comunicação clara entre a equipa técnica, os jogadores e toda a nação.
Os Mundiais começam muito antes do primeiro jogo.
Começam na forma como se constrói um grupo coeso, como se cria uma identidade forte, como se gera compromisso total e como se alimenta diariamente a ambição de representar um país inteiro com orgulho e garra. Nas concentrações, nos treinos intensos, nos momentos de convívio e nas conversas honestas que fortalecem os laços entre todos os elementos.
Talvez por isso este não seja apenas o momento de uma geração de jogadores talentosos.
É também o momento de um país que amadureceu futebolisticamente, que consolidou estruturas sólidas, que acredita profundamente na formação de talentos e que passou a olhar para o futebol como um projeto estratégico nacional e não apenas como uma paixão emocional passageira. Um país que entende que o sucesso desportivo pode ser um poderoso fator de união e de projeção internacional.
As oportunidades verdadeiramente históricas não surgem todos os anos.
Há gerações que conquistam títulos importantes.
E há gerações que transformam definitivamente a identidade de um país no panorama desportivo mundial.
Portugal pode estar perante esse momento único.
Se conseguir unir de forma harmoniosa talento individual, liderança experiente, competência técnica e uma ambição coletiva desmedida, o Mundial de 2026 poderá representar muito mais do que uma mera competição. Poderá ser o ponto culminante de um ciclo de excelência iniciado há várias décadas e a consagração internacional de todo um modelo de desenvolvimento do futebol português que serve de exemplo a muitas outras nações.
Porque esta não é apenas a oportunidade de uma geração de jogadores excecionais.
É, acima de tudo, a oportunidade de um país inteiro escrever a página mais bonita e memorável da sua história no futebol."

Vai Dar Portugal

Andrea Bocelli, David Guetta, EJAE, Megan Thee Stallion - DNA (FIFA World Cup 2026™)

Verdade!

Regras...

🇵🇹 | The Black Panther was something else

A Copa que desafia a nova desordem


"A poucos dias do arranque do Mundial 2026, é notório o contraste entre a visão de unidade que lhe deu origem e a realidade geopolítica que agora o envolve.

Quando a FIFA atribuiu o Campeonato do Mundo de Futebol Masculino de 2026 aos Estados Unidos, Canadá e México, a proposta vendia uma ideia de união inédita: três países, um continente, um torneio. Oito anos depois, o mundo que receberá o apito inicial é outro. Obviamente, esta continuará a ser a primeira Copa do Mundo alguma vez organizada por três países diferentes, mas a poucos dias do seu início, é notório o contraste entre a visão de unidade que lhe deu origem e a realidade geopolítica que agora a envolve.
Entre 2018 e 2026 aconteceu quase tudo aquilo que ninguém previa: uma pandemia que paralisou a mobilidade global, a guerra que regressou à Europa, o Médio Oriente que voltou a transformar-se num palco de confrontos e rivalidades estratégicas entre grandes potências que atingiram níveis esquecidos no passado. Paralelamente, assistimos também ao crescimento do protecionismo, ao endurecimento das políticas migratórias e ao fortalecimento de discursos nacionalistas em várias democracias.
O Mundial de 2026 partilhado por três países chega, ironicamente, num contexto em que a circulação de pessoas já não é vista apenas como uma oportunidade económica ou cultural, mas como uma questão de segurança, de controlo e de soberania. Como se tudo isto não bastasse, a própria relação entre os três anfitriões mudou: se a candidatura vencedora assentava numa narrativa de integração regional cada vez mais profunda, hoje o ambiente político é bem mais complexo e divergente.
Mas a prova final do Mundial ainda está para vir e essa consiste em saber se o futebol conseguirá criar, de facto, um espaço temporário onde as divisões políticas perdem protagonismo e onde, durante algumas semanas, milhões de pessoas partilham uma emoção comum independentemente da nacionalidade, da religião ou da política.
Nunca o futebol mereceu tanto esta missão de reunir pessoas que, fora dos estádios, dificilmente se encontrariam.
É evidente que a realidade lá fora não desaparecerá e que qualquer incidente político poderá rapidamente ganhar uma projeção global; e é evidente que as restrições de entrada nos Estados Unidos continuarão a ser um fator de preocupação para muitos viajantes com algumas seleções e adeptos a enfrentar processos de visto mais complexos do que noutras edições, o que explica, por exemplo, que o impacto na aviação tenha sido menos visível do que noutros campeonatos: existem algumas aeronaves com pinturas especiais de apoio às equipas, bem como alguns reforços pontuais de capacidade e voos diretos adicionais para determinadas cidades anfitriãs, mas não se prevê um crescimento extraordinário do tráfego por cause deste torneio.
Do mesmo modo e à imagem do que se passa na aviação, não creio que este campeonato mudará o rumo do mundo, nem reduzirá as tensões nas relações internacionais, mas poderá demonstrar que ainda existem momentos em que milhões de pessoas conseguem reunir-se muito antes de os seus governos encontrarem forma de se entenderem. E, nos tempos que correm, isso já não é coisa pouca."

ESPN: Futebol no Mundo #574 - Grupos I, J, K e L: França, Argentina e Inglaterra terão dificuldade?

SportTV: Quinas - Dalot e Carlos Godinho...

Rabona: Grupos G a L: A ANÁLISE COMPLETA do Mundial de 2026

Observador: O escândalo que destruiu a seleção #5 - "Saltillo foi política: Bento, Carlos Manuel ...

LiveMode: Aquece, vais entrar #7

Jogo Pelo Jogo - S03E44 - Quem ganha o Mundial?

Mata Mata - 🔥 COMEÇOU A CONTAGEM DECRESCENTE! Especial Mundial 2026

Zero: Negócio Mistério - S06E02 - Salenko

SportTV: Mundial - Hornicek

FIFA: Chéquia...

FIFA: Coreia do Sul...

FIFA: África do Sul...

FIFA: México...

FIFA: Stories From The Cities | Episode 16: New York New Jersey

A Verdade do Tadeia: O Mundial vai ao Bar #32 - O jardim de Mbappé

Simples: 😱 FIZ a FANTASY WORLD CUP 2026 da FIFA!

Portugal: a namorada polícia em Saltillo e o Porsche amarelo de Paulo Futre, o terceiro melhor pé esquerdo de sempre


"Diz-se que, se não viesse do país que vem, teria conquistado a Bola de Ouro no ano em que se sagrou campeão europeu pelo FC Porto e rumou ao Atlético de Madrid para se tornar el portugués. Os maus hábitos, implementados quando começou a fumar aos 12 anos, não o travaram e ainda detém o recorde de jogador mais jovem estrear-se pela seleção. Representou Portugal no Mundial 1986, que ficou na história por motivos extra-futebol.

Há todo um potencial concorrente de reality show em Paulo Futre. É algo que não está dentro de si, mas sim que ocupa toda a chapa da sua personalidade. Em 2022, a TVI espremeu umas gotas desse sumo ao introduzi-lo, durante alguns dias, como convidado no Big Brother Famosos. Foi a amostra possível do que pode oferecer num regime de clausura mediática.
Para Futre nunca foi cedo demais. Começar as traquinices precocemente pareceu tratar-se de uma estratégia para aproveitar a vida. Nunca falou em excesso. Apenas manteve a língua em forma. Discussões? Nenhuma. Com ele, só existiam “caldinhos”.
Ser tão avantajado em excentricidade poupou-o ao doseamento da mesma. Não perdeu tempo e, logo nos primeiros dias em Madrid, contratado pelo Atlético, apresentou-se às ruas de Porsche amarelo. Todos ficaram a saber quem era el portugués. A história do mítico veículo até começou em Itália. Paulo Futre estava pronto a ser apresentado como jogador do Inter. Pinto da Costa sentou-se à mesa com o presidente nerazzurri e alcançou um acordo para que o jogador fosse para o campeonato pelo qual tinha uma panca.
O Atlético de Madrid atravessava um processo eleitoral e Jesús Gil y Gil estava capaz de tudo para vencer e então entrou em contacto com o presidente do FC Porto para desviar Futre, porque precisava de um trunfo que lhe garantisse mais votos. Pinto da Costa sentiu o desespero e, na madrugada anterior à reunião, renovou contrato com o jogador. O novo vínculo aumentava a cláusula de rescisão de 200 mil contos para 400 mil. Gil y Gil tinha que sacrificar quase €2 milhões para ter um argumento que convencesse os sócios rojiblancos de que era a melhor opção para liderar o clube.
Paulo Futre estava no auge. Conquistou a Liga dos Campeões em 1987 pelo FC Porto e, no final do ano, só foi superado por Ruud Gullit na votação para a Bola de Ouro, derrota que o deixou pouco convencido e que geralmente se atribui à nacionalidade portuguesa, até então pouco valorizada enquanto selo de qualidade.
Gil y Gil ainda refilou, mas pagou o preço atualizado e pôs-se à disposição para satisfazer os caprichos da sua loquaz medida eleitoral. Ao chegar a Madrid, foram a um stand de automóveis escolher o carro que lhe tinha sido prometido. Entre pinturas pretas, azuis e até vermelhas, Futre escolheu um Porsche amarelo. Facilmente reconhecível nas ruas da capital espanhola, as viagens eram feitas a acenar às pessoas que reagiam à passagem do espampanante veículo.
A fragrância do pé esquerdo, sempre pronta a colaborar com mais uma finta, acicatava a fúria dos defesas espanhóis que o brindavam com entradas deslizantes sobre relvados empapados. A quem o derrubava, contou no documentário sobre a sua pessoa disponível na Opto, dizia: “Sou português. Tens que trazer a bala e a pistola para me tirares de dentro do campo.”
Enquanto pioneiro no estrangeiro, levou para Espanha um sentimento patriótico de quem, disse ele, nunca ficou imune a uma pitada de discriminação. No entanto, também foi para expandir a portugalidade alegada por Mário Soares, na altura em que era Presidente da República, para o deixar adiar o serviço militar obrigatório. “Este gajo não vai para a tropa, vai dizer ao mundo que isto não é assim”, recordou o antigo jogador numa paráfrase muito livre.

Os desvios precoces
Paulo Futre preserva o recorde de jogador mais novo de sempre a jogar pela seleção portuguesa, embora Geovany Quenda tenha estado perto de quebrar o registo. Tinha 17 anos, seis meses e 24 dias quando tal aconteceu. No Mundial 1986, altura em que estala o caso Saltillo, já tinha atingido os 20 anos. Os jogadores reclamavam melhores condições financeiras, nomeadamente que lhes fosse atribuída uma maior fatia dos acordos publicitários estabelecidos pela Federação Portuguesa de Futebol. No meio das reivindicações, Futre viveu outras aventuras.
O Hotel La Torre, no México, era visitado regularmente por mulheres e o jogador mais verdinho da convocatória de José Torres também arranjou companhia. Não se prendeu a uma pessoa qualquer. Como contou à Lusa, aproximou-se de uma “namorada polícia”. “Depois de sermos eliminados do Mundial, voltámos ao local do estágio, onde ficámos mais três ou quatro dias antes do regresso a Portugal. Nessa altura, já era eu que conduzia o carro dela, mostrava o cartão da polícia, era sempre em frente, não parava nem em operações stop. Sentia-me o rei de Saltillo.”
A juventude foi um poço de irreverência. Se não fosse futebolista, Futre gostava de ser astronauta. Caso tivesse seguido esse caminho, talvez neste momento já existissem empresas de mudanças a transportarem móveis para Marte. No entanto, o percurso alternativo mais verosímil foi a mecânica. “Tinha uns 13 anos quando deixei a escola. Chumbei por faltas e o meu pai tira-me da escola e põe-me a trabalhar como bate-chapas.” Tal como contou em 2017 numa entrevista à Tribuna Expresso, as viagens solitárias entre o Montijo e o Estádio Nacional, local de treino do Sporting, permitiam desvios e aos 12 anos era um ávido fumador.
Recrutado por Aurélio Pereira, foi para os leões com 11 anos e estreou-se na equipa principal com 17. Sem espaço no plantel, a equipa de Alvalade equacionou um empréstimo. “Eu estava para ir para a Académica. Depois, aparece o presidente Pinto da Costa. Com todo o respeito à minha mãe, às mulheres, às meninas, eu tinha 18 anos e ia para uma cidade académica, de estudantes. Como é que ia chegar ao domingo, ao dia de jogo, a 100%?”, interrogou-se no programa “FC Porto em Casa”, realizado durante a pandemia.
Pinto da Costa colocou-o debaixo da asa e levou-o para o norte. Apesar de ter feito a formação no Sporting, onde treinava com um colete de pesos para ganhar força, aprendeu mais algumas coisas no FC Porto. “O professor João Mota [preparador físico] e os meus colegas mais velhos diziam para eu não fazer amor, ou sexo, como quiserem, dois dias antes do jogo. Se o jogo fosse ao domingo, sábado e sexta-feira não havia nada. A verdade é que levei esta lição até ao fim da minha carreira.”
Ao longo da vida, recolheu apenas dois autógrafos. As limitadas assinaturas foram pedidas aos únicos canhotos que o superam, identificou no programa “El Cafelito“, de Josep Pedrerol. “Só vi dois muito melhores que eu: Messi e Maradona.” Representar os deuses na terra não parece uma função péssima."

Acordo com Marco Silva


"A Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD comunicou à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) que "chegou a acordo com o treinador Marco Alexandre Saraiva da Silva (Marco Silva) para a celebração de um contrato de trabalho desportivo para vigorar até ao final da época desportiva 2027/2028, extensível até 2028/2029".
O comunicado foi enviado pela Benfica SAD à CMVM nesta terça-feira, 9 de junho."


É oficial, aquilo que já se sabia... as eleições marcadas à pressa no Real Madrid, adiaram esta comunicação, mas todos sabiam o que iria acontecer, só quem estava de má fé, é que conseguiu transformar tudo isto, numa novela de mau gosto!!!

Tecnicamente, ficamos a ganhar. Neste momento o Marco Silva é melhor treinador do que o Mourinho. Agora, na guerra da comunicação fora do relvado, prevejo muitos problemas! O Tugão vai continuar a ser dominado pelos apitos e os seus patrões, e o Benfica para ganhar terá que jogar 10 vezes melhor do que qualquer adversário!!!

Agora, dentro do campo, vamos ter uma equipa mais ofensiva, com um Modelo mais consistente...

Obrigado, José Mourinho!


"Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD informou, nesta terça-feira, 9 de junho, que "o Real Madrid CF formalizou a intenção de contratar" o treinador José Mourinho "pelo valor de €15 000 000, correspondente à cláusula de rescisão do contrato de trabalho desportivo em vigor, tendo o treinador dado o seu acordo a essa contratação".

Terminou, assim, a segunda passagem de José Mourinho pelo comando técnico da equipa de futebol profissional do SL Benfica.
Apresentado na tarde de 18 de setembro de 2025, no Benfica Campus, o treinador regressou ao Clube 25 anos depois da sua primeira experiência de águia ao peito. A estreia oficial aconteceu dois dias mais tarde, em 20 de setembro, na deslocação ao terreno do AFS, para a 6.ª jornada da Liga Betclic, encontro que terminou com uma vitória benfiquista por 0-3.
Ao longo da temporada 2025/26, José Mourinho orientou os encarnados em 45 jogos oficiais, contabilizando 27 vitórias, 10 empates e 8 derrotas, com um registo de 86 golos marcados e 39 sofridos.
Na Liga Betclic, liderou a equipa em 30 partidas, numa campanha concluída no 3.º lugar, com 80 pontos. O Benfica terminou a prova como a única equipa invicta da competição.
Nas competições europeias, Mourinho comandou as águias em 9 jogos, conduzindo o Glorioso até ao play-off de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões.
Dentro de fronteiras, na Taça de Portugal, orientou o Benfica em 4 partidas, alcançando os quartos de final, enquanto na Taça da Liga esteve presente em 2 desafios, numa participação que terminou nas meias-finais.
O último jogo oficial de José Mourinho ao serviço do coletivo benfiquista realizou-se na noite de 16 de maio de 2026, no Estádio António Coimbra da Mota. Na derradeira jornada (34.ª) da Liga Betclic, os encarnados venceram o Estoril por 1-3, num triunfo que acabou por representar o capítulo final de um ciclo no Clube.
O Sport Lisboa e Benfica deseja as maiores felicidades a José Mourinho."

5 Minutos: Marco Silva...

BI: Modalidades #181 - Semanada...

Tudo empatado!

Benfica 98 - 102 Corruptos
24-31, 31-24, 22-19, 17-20, 4-8

Fiquei com receio depois da grande vantagem no Jogo 1, e o resultado de hoje, deu-me razão!
Começamos mal, o adversário com muito acerto nos Triplos, e nós não acertávamos um... Conseguimos o empate na buzina do intervalo, com um lançamento improvável... E quando tudo parecia a correr no caminho normal, com uma vantagem de 12 pontos já no último quarto, permitimos o empate, e no prolongamento perdemos!!!

Continuo a achar que somos melhores, bastante melhores, mas hoje com os Triplos do outro lado a caírem, nós um pouco abaixo, e o jogo ficou equilibrado, e como nós sabemos, para o Benfica ganhar, em qualquer modalidade, a vantagem tem que ser mesmo grande, pois quando a coisa fica equilibrada, existem sempre factores estranhos em acção... hoje, voltámos a ter um equilíbrio forçado na recta final, com a exclusão do Broussard a ser a cereja em cima do cesto!!!

Ganhar os dois próximos jogos...

Renovar e vender Schjelderup


"Andreas Schjelderup tornou-se no principal ativo do Benfica, mas pode não ser contraditório renovar com o norueguês e vendê-lo

A ascensão de Andreas Schjelderup no Benfica é um dos casos positivos da época encarnada. O norueguês encontrou dificuldades de adaptação a um contexto competitivo mais exigente do que aquele que conhecia quando chegou e a primeira temporada a full-time na equipa principal mostrou que precisava de crescer: na retina ficará sempre o lance do 2-2 do Arouca em plena Luz, em 2024/25, com Schjelderup a não recuar e a ver de longe alguém que devia ter acompanhado marcar o golo que invertia a vantagem no campeonato a favor do Sporting.
Também passou por um caso pessoal difícil com a justiça dinamarquesa e que deve ser considerado na análise ao seu rendimento. Ultrapassada essa questão, ficou mais preparado mentalmente, enquanto Mourinho lhe deixava recados.
A exibição de gala diante do Real Madrid, na Liga dos Campeões, e posteriores desempenhos confirmaram por fim a expectativa: o Benfica tinha em mãos um ativo de bom valor desportivo e financeiro, assim mantivesse a personalidade competitiva, que cresceu de forma evidente a partir daí. É precisamente por isso que a intenção de renovar contrato faz sentido.
No entanto, uma renovação não significa necessariamente que Schjelderup vá permanecer muitos anos na Luz. Pelo contrário, pode até acelerar uma transferência. As renovações são frequentemente instrumentos de gestão de ativos. Não se renova apenas para manter um jogador, faz-se também para controlar melhor o seu futuro, sobretudo num modelo que os clubes em Portugal têm de seguir: a venda regular de futebolistas. Se Schjelderup melhorar o seu vínculo, o Benfica ganha força negocial perante interessados e afasta o risco de entrar em fases contratuais mais delicadas.
A ausência da Champions representa sempre um impacto significativo nas receitas de qualquer clube. Sem essa fonte de rendimento, aumenta a pressão para gerar encaixes através de vendas. Pela idade, margem de progressão e projeção internacional com a presença no Mundial 2026, Schjelderup encaixa perfeitamente no perfil de jogador capaz de originar uma transferência de maior dimensão.
A notícia de uma possível renovação pode, porém, mexer com potenciais interessados, que do outro lado do negócio sabem que o jogador vai ficar mais mais caro. Assim, a rapidez da ação é essencial, porque, como se percebe, renovar e vender pode não ser contraditório. Sobretudo em tempos de alguma necessidade."

Dez dias que mudaram o Benfica


"José Mourinho está de volta ao Real Madrid. No Benfica santos da casa não fazem milagres. E Mourinho passou de ser um dos melhores treinadores do mundo para ser um mais ou menos. Acontece que os outros não esquecem que José Mourinho venceu duas vezes a Champions, ou a sua predecessora, com equipas relativamente fracas, nem que é um vencedor.
Quando comparadas com as superpotências do futebol, Real Madrid e quejandos, o FC Porto e o Inter que venceram a Champions tiveram um excecional treinador. Provavelmente, o melhor do mundo deste século. Que continuou a vencer mesmo na sua fase menos boa: no Man. United e na Roma. E mesmo no Totenham foi despedido na véspera de levar o clube à primeira final em muitos anos. Só na Turquia a coisa não foi tão bem. Digam-me um treinador que tenha treinado um clube português depois de fazer um palmarés destes? Pois…
Quem viu isso, como já tinha visto na fase menos boa de Ancellotti, foi Florentino Pérez, o presidente do Real Madrid. Florentino, que manteve, ou melhor, elevou o Real Madrid a um nível ainda mais estratosférico, escolheu Mourinho. Reconhece-lhe qualidades e capacidades que Rui Costa não reconhece. O Presidente do Benfica tem receio de se comprometer: está sempre pronto a esquecer-se de apoiar qualquer um que seja contestado. O ricochete, claro, acaba sempre por apanhá-lo e deixa-o sempre pior. Os adeptos perdoam erros, mas não perdoam a indecisão.
Rui Costa teve muito tempo para contratar Mourinho e para o apoiar. Foi preciso saber do interesse do Real Madrid para se lembrar que tinha um grande treinador. Mourinho serviu a Costa para vencer as eleições do Benfica. Depois, como as coisas não correram logo bem, esqueceu o assunto. Agora, foi entalado pela cláusula que permitia a Mourinho, durante dez dias úteis, rescindir o contrato com um custo mais baixo. Mesmo sem ter sido exercida (do mal o menos!) esta cláusula abriu a possibilidade de Mourinho sair. E Mourinho vai para o Real Madrid. A manutenção da validade da cláusula era um convite a essa saída! A reputação de Mourinho, e a sua qualidade, são excecionais. Em menos de um ano, ajudou a vencer as eleições no Benfica e no Real Madrid!
Esta cláusula, foi louvável em tempo de eleições: Rui Costa não sabia se seria reeleito e não queria comprometer o próximo presidente. Porém, logo após a reeleição, o presidente do Benfica teve ampla oportunidade para renegociar o contrato assegurando três ou quatro anos de Mourinho mas não o fez.
Positiva, no entanto, a capacidade de Rui Costa de ir buscar Marco Silva. Um ótimo treinador.
A vida em Portugal é mais agradável que noutros países, e treinar o Benfica é treinar um grande clube, mas Mourinho teve sempre para onde ir. O presidente do Benfica não pode atuar como se fosse um fã: tem que ter uma estratégia, coragem e persistência. Não se pode desistir de um treinador por dá cá aquela palha. Veja-se Varandas com Amorim, que não ganhou logo, ou agora com Borges!
O Direito ao Golo vai para Vasco Vilaça, duas vitórias em duas provas do Mundial de Triatlo é fantástico. E para Afonso Eulálio, que venceu a camisola da juventude (a branca) e ficou em sexto no Giro de Itália. Notável."

Mourinho a caminho de Madrid


"QUAL SERÁ A NOVA NOVELA?

1.
A novela Mourinho começou com uma cláusula contratual que deveria ter automaticamente caído com a reeleição de Rui Costa, mas que acabou por não ter, essa cláusula, qualquer influência, já que, por força das inesperadas eleições no Real Madrid, o seu prazo foi ultrapassado sem que alguma das partes - Benfica ou Mourinho - a tivesse acionado. Foi como se não tivesse existido.

2.
A apresentação a Mourinho de uma proposta de renovação fora de horas, numa altura em que já todos sabiam que o destino do treinador ia ser Madrid, mostrou desinteresse do Benfica na sua continuidade e, com a vitória de Florentino, Mourinho vai mesmo embora, mas vai embora da melhor forma possível: vai pelo seu pé.

3.
Correndo o risco de ter que indemnizar Mourinho para o dispensar se Riquelme vencesse as eleições, o Benfica, com a vitória de Florentino, não só não vai ter que pagar como vai encaixar um prémio de 15 milhões de euros. E 15 milhões de euros, não sendo uma lotaria, também não são propriamente trocos para um clube que não é beneficiário de perdões bancários de 100 milhões.

4.
Mourinho, por seu lado, descontente com o tratamento dado pelo Benfica à sua eventual (não) renovação, viu abrirem-se-lhe entretanto as portas do Real Madrid, ou seja, a possibilidade de voltar a trabalhar num clube que faz parte da elite mundial e numa das mais importantes ligas europeias. Não tem por onde se queixar do destino.

5.
Entendo - e concordo - com a "exigência" que muitos Benfiquistas fazem para que Rui Costa dê explicações sobre o seu posicionamento, e consequentemente o do clube, em tudo aquilo a que fomos assistindo nas últimas semanas. Porém, interessa-me muito mais que o presidente dê convincentes indicações sobre como está a preparar o futuro próximo do clube para que se não repitam os muitos erros de gestão desportiva que levaram - juntamente com várias arbitragens viciadas - o clube à terceira época consecutiva sem ganhar o campeonato.

6.
Com o fim da novela Mourinho, que foi real, embora muito empolada, há-de vir aí uma nova novela. Não sei qual será, mas sei que sem o Benfica eles não passam, de modo que se for preciso inventam-na. Aceitam-se palpites!"

Estrelas da companhia...

Roubo....

Baralha e dá o mesmo!!!

Contratações?!

Fundação: 4.ª Eliminatória IRS Challenge - Manu vs. Amado

3 Toques: SL BENFICA, NOVO CICLO: É PRECISO RECUPERAR A GRANDEZA DESPORTIVA...

Zero: Mercado - Avançado Belga discutido por Porto e Braga

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...