Últimas indefectivações

segunda-feira, 29 de junho de 2026

10.ª Campeões Nacionais

Benfica 4 - 3 Sporting

Não foi fácil, mas finalmente, conseguimos um BiCampeonato, que já fugia à muito!!!
Pode não ter sido bonito, mas a atitude foi extraordinária... e nem a absurda goleada no Alvalixo, no jogo 2, deitou a equipa a baixo!!!


Pessoalmente, acho que estas Finais, foram mais 'mal jogadas', com muitos erros dos dois lados, mas a melhor equipa durante toda a época, ganhou!!!

O Cassiano, confirmou que a 1.ª época, não foi acidental! Neste Futsal moderno,, com muita velocidade e muita pressão, é necessário acreditar, ambicionar e lutar, com tudo!!!

Vamos ter uma mini-revolução no plantel, mas a base portuguesa da equipa já é forte, e ainda vai ficar mais forte para o ano (com muita juventude), com as contratações 'anunciadas' acho que até podemos subir de qualidade... e voltar ao nosso lugar na Europa!

O Pavlidis já se sabe o que nós sentimos quando ele falha um golo...!!!

Os Gloriosos - S06E02 - Início de época...

FIZERAM PREVISÕES CATASTRÓFICAS LEVARAM COM EXEMPLAR ESPÍRITO DEMOCRÁTICO


"1.
No final de uma época futebolística frustrante, esperava - ou desejava? - a comunicação social hostil que as assembleias gerais de hoje lhes proporcionassem mais uma infinidade de horas e horas de debate à volta do Benfica pelas piores razões.

2.
Os sócios do Benfica presentes nas AGs responderam com um vasto conjunto de intervenções altamente civilizadas, várias muito bem preparadas, outras expostas com compreensível emoção Benfiquista levada ao rubro. Tranquilamente apresentaram as suas muitas críticas, mostraram um exemplar espírito democrático, deixaram-se ouvir e fizeram-se ouvir. Foi, pode-se dizer, à Benfica! (Sim, houvem duas ou três notas dissonantes, exceções que confirmaram a regra.) 

3.
Rui Costa ouviu o que contava e o que não contava - esperava-se: que sócio pode estar contente com uma época que fechou tão aquém dos objetivos, tão longe dos mínimos exigíveis ao Benfica?

4.
A assembleia geral da manhã, consagrada na última revisão estatutária por proposta de João Diogo Manteigas, com a qual não concordei, e disse-lho pessoalmente, tem, porém, o mérito de permitir aos sócios desabafarem cara na cara com o presidente. Se isso leva à alteração de políticas é que tenho a maior das dúvidas. E não se percebeu mesmo o que vai mudar no futuro para além da contratação de Marco Silva.

5.
Por falar em Marco Silva: se Mourinho deu as eleições a Rui Costa, tese muito em voga com a qual não concordo - terá ajudado à goleada, a vitória aconteceria sempre -, Marco Silva é, pelo que se percebeu, um verdadeiro balão de oxigénio para o presidente: a aprovação da sua contratação foi unânime em todas as intervenções que a ele se referiram. E todos sabemos a importância que o futebol tem na avaliação de cada momento.

6.
Na parte da tarde a AG foi mais morna, com muito menos associados, e com a aprovação, de alguma forma surpreendente, do orçamento por 54%.
VIVA O BENFICA!"

Schjelderup no Club Brugge, jamais!


"Rui Costa enfrentou os sócios e admitiu falhas na última época. Foi o mais claro possível quanto ao mercado, mas os sócios ainda não 'perdoaram' o último

O Benfica teve no sábado o ponto final que faltava na época 2025/26, com o presidente a explicar-se aos sócios em assembleia-geral. Foram muitas horas de democracia em ação, com Rui Costa a enfrentar as perguntas mais duras e a responder ao pormenor sobre o que falhou e o que não poderá falhar a partir de agora. Mais tarde houve nova AG sobre orçamento, mas é na vertente desportiva que me centrarei.
O futebol senior masculino foi, sem surpresa, o motivo de debate mais aceso, com o presidente a ser interrompido várias vezes por adeptos sempre insatisfeitos com as explicações. Repetindo que assume a responsabilidade pela «péssima época», Rui Costa deixou um forte aviso a Pedro Proença e aos líderes da arbitragem, prometendo agora «tolerância zero». Uma espécie de agarrem-me que eu vou-me a eles... A partir do momento em que isto é dito aos sócios, subirá também a exigência de mais comunicados e intervenções a cada jornada, o que não deixa antever grandes melhorias no ambiente do futebol português, mas pode aumentar a popularidade do presidente na Luz.
Enquanto respondia aos sócios, Rui Costa confirmou que há um central a chegar «nos próximos dias» e que «vem aí mais um ala». Foi o mais claro possível enquanto o mercado decorre, mas nunca chega para o adepto que ficou em terceiro e que não gostou de ver o clube gastar muitos milhões numa equipa que, nas palavras do presidente, «não encaixou». Se por um lado a crítica é a falta de reforços até agora [só Gabriel Índio se apresentou no início dos trabalhos], por outro a exigência subirá a cada milhão gasto. Normal.
O tom subiu quando se falou do último mercado de inverno e da iminente saída de Andreas Schjelderup, que viria a tornar-se o grande ativo do Benfica depois de marcar ao Real Madrid e de subir muito de rendimento na segunda metade da época. O Club Brugge quereria pagar oito milhões de euros, as águias só venderiam nessa altura por 20, «palavra de honra» de Rui Costa. Desde Mário Lino que não se ouvia um «jamais!» tão firme, sendo que agora mais rapidamente teremos aeroporto em Alcochete do que Schjelderup no Club Brugge."

Zero: Mercado - Benfica tem novo patrão, mas pode perder titular

BF: Lenglet...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Observador: E o Campeão é... - “Vai ser sempre difícil defender com Ronaldo em campo”

Oração!!!


"Quando os falhanços se repetem, as desculpas também, e nada muda, então a assunção pública de responsabilidades transforma-se num ritual vazio.
Quem assume responsabilidades, mas nunca assume as consequências acaba por não assumir rigorosamente nada.
A verdadeira responsabilidade não se mede pelas palavras ou pela quantidade de vezes que se pede desculpas. Mede-se pelas mudanças que se fazem para que o mesmo erro não volte a acontecer. Quando isso não sucede, a repetição da culpa deixa de ser um sinal de humildade e passa a ser um sintoma de incapacidade.
Que Marco Silva consiga poupar os sócios do SL Benfica a mais desculpas sem consequência do seu presidente."

Orçamento aprovado


"A aprovação do orçamento do Sport Lisboa e Benfica para 2026/27 e o 13.º título nacional consecutivo em hóquei em patins no feminino são os destaques nesta edição da BNews.

1. Sócios aprovam orçamento
Com um total de 8209 sócios votantes, o orçamento do Sport Lisboa e Benfica para a época 2026/27 foi aprovado com 54,57% dos votos.
Pode ler, no Site Oficial, a intervenção inicial do Presidente da Direção do Clube, Rui Costa.

2. Tridecacampeãs
A equipa feminina de hóquei em patins do Benfica sagra-se tridecacampeã nacional. No jogo 2 da final, as águias venceram, por 3-4, no rinque da ACD Gulpilhares.
Na mensagem de felicitações, o Presidente do Sport Lisboa e Benfica, Rui Costa, enaltece "o feito extraordinário, alcançado com enorme qualidade, dedicação, espírito de equipa e uma ambição permanente".

3. Atingir sucesso
Em entrevista aos meios do SL Benfica, Mário Branco, diretor-geral para o futebol profissional do Benfica, aborda o plantel, a pré-temporada e os objetivos para a época: "Estamos a criar as bases para ter sucesso."

4. Prossegue a preparação
O 3.º dia de trabalho do plantel às ordens de Marco Silva.

5. Mundial 2026
Siga, no Site Oficial, o desempenho dos futebolistas do Benfica e todos os resultados e marcadores.

6. Luta pelo bicampeonato
Hoje, às 20h00, na Luz, Benfica e Sporting disputam a negra da final dos play-offs do Campeonato Nacional de futsal.

7. Derrota em final europeia
A equipa feminina de polo aquático do Benfica chegou à final da Nordic League, na qual foi derrotada pelo Tenerife Echeyde, por 10-16.

8. Anúncio de saída
A futebolista Carole Costa deixa de representar o Benfica.

9. 44.ª Gimnáguia
Veja as melhores imagens de mais uma edição do tradicional festival de ginástica do Benfica.

10. Parceria anunciada
Fujitsu é o Official Cybersecurity Partner do Sport Lisboa e Benfica.

11. História agora
Veja a rubrica habitual das manhãs de quinta-feira da BTV.

12. Casa Benfica Ilha Terceira 
Esta embaixada do benfiquismo celebrou o 32.º aniversário."

Um Mundial de novas oportunidades


"Um Campeonato do Mundo é uma competição única e, por norma, emocionante. Este ano, pela primeira vez, o formato passa a incluir 48 seleções. Uma alteração que continua a gerar opiniões diferentes, mas que também traz novas histórias e novos protagonistas. Ao longo deste Mundial, já houve vários exemplos que ajudam a perceber o impacto que este novo formato pode ter.

Noruega – união
Nem todos têm a oportunidade de participar num Mundial de seleções. Os mais experientes olham para esta competição de uma forma diferente daqueles que vivem esta experiência pela primeira vez. Neste aspeto destacam-se algumas seleções, não só pelo que fazem dentro do campo, mas também pela forma como os seus adeptos vivem este momento fora das quatro linhas. A Noruega é uma das seleções que melhor representa o espírito desta competição. Dentro do relvado, joga com um sorriso nos lábios. Essa atitude reflete-se na forma como a equipa aborda os jogos. Apesar de contar com jogadores experientes, como Odegaard ou Haaland, a realidade é que todos demonstram estar felizes por marcar presença. O selecionador promove um forte espírito de grupo, onde todos se sentem importantes, como ficou provado no jogo frente à poderosa França. O futebol praticado é apelativo e organizado. A ligação aos adeptos sente-se em cada jogo. Depois de 28 anos, a Noruega está novamente presente numa grande competição. Desportivamente, a Noruega tem demonstrado qualidade e elevado as expetativas. Fora dos relvados, a forma como os seus adeptos se comportam é incrível. A celebração a remar, como se estivessem num barco, já corre o mundo. Seja nas escadas rolantes, seja no metro, sejam jovens ou idosos, a alegria e a forma como celebram tornaram-se uma imagem de marca deste país.

Cabo Verde – paixão
Cabo Verde estreou-se este ano nesta competição. Quem vê esta seleção jogar percebe o orgulho e a emoção que os jogadores carregam em cada jogada e em cada disputa de bola. Representam um povo que vive a seleção com enorme orgulho. O facto de a FIFA ter alargado o Mundial a mais seleções faz com que mais países tenham a possibilidade de viver uma experiência única. Todos sabemos que, para os jogadores, esta é uma oportunidade para se mostrarem e progredirem nas suas carreiras. Isso é comum a todos os presentes, mesmo aos mais conceituados. Contudo, quando vemos Cabo Verde em campo parece haver algo mais, algo que muitas vezes não encontramos em seleções com maior estatuto: uma enorme paixão e responsabilidade por representarem o seu país ou o país dos seus ascendentes, bem como uma forte união dentro do grupo. Estes ingredientes são fundamentais para que seleções de menor dimensão consigam equiparar-se a adversários com mais capacidade. A outra parte passa pela componente desportiva. É perfeitamente visível a evolução tática e estratégica que seleções como Cabo Verde têm vindo a demonstrar. Este é o primeiro de muitos passos que todos os cabo-verdianos querem dar. Para que esse crescimento seja consistente, é importante que o planeamento da Federação Cabo-Verdiana continue a evoluir, que os jogadores mantenham a paixão por representar a sua seleção e que todos tenham a perceção de que ainda há muito para crescer. Por fim, há dois pontos que podem fazer a diferença no futuro. O primeiro é que esta prestação será fundamental para atrair mais jogadores nascidos fora de Cabo Verde e que não tenham dúvidas em representar esta seleção. O segundo passa por uma correta gestão das expetativas. A partir de agora, todos vão querer mais e todos terão de estar preparados para corresponder às ambições criadas dentro do relvado.

Equador – acreditar
Para se ter sucesso em qualquer área é determinante acreditar nas nossas capacidades. O desporto dá-nos vários exemplos de que as surpresas acontecem quando menos esperamos. O Equador é um bom exemplo. Perdeu um jogo equilibrado frente à Costa do Marfim. Empatou injustamente contra Curaçau. À entrada para o último jogo, frente à Alemanha, as possibilidades de passar à próxima fase pareciam remotas. A verdade é que o Equador acreditou sempre em si próprio. Mesmo depois de estar a perder frente à Alemanha, não baixou os braços. Continuou a lutar e a acreditar que o impossível podia ser alcançado. Com união, vontade e competência conseguiu virar o jogo e carimbar a passagem à próxima eliminatória. No jogo menos provável, apareceu a ponta de sorte que tinha faltado nos dois anteriores. Analisando o percurso da equipa, não tenho dúvidas de que o Equador chega justamente à próxima fase.

Recordes... novos tempos
Messi tornou-se no melhor marcador de sempre em Mundiais. Tenho a convicção de que esse recorde vai ser batido por outros jogadores. Mbappé, por exemplo, está muito próximo e ainda tem muitos anos de carreira pela frente. O novo formato do Mundial, com 48 seleções, dá vantagem aos jogadores da atualidade. Por um lado, podem disputar mais jogos. Por outro, na fase de grupos poderão encontrar adversários mais acessíveis e jogos menos equilibrados. Em conjunto, estas duas condições fazem com que os golos possam surgir com maior facilidade. Os números são importantes, mas a verdade é que é difícil comparar realidades tão diferentes como a atual e aquelas que outros grandes craques viveram no seu tempo. Percebo quando se comparam jogadores ou os números que alcançaram. Da minha parte, prefiro concentrar a minha atenção noutros aspetos e não posso deixar de estar muito satisfeito por ter tido a oportunidade de ver tantos e tão bons jogadores ao longo dos últimos 30 anos. Como adepto de futebol, sinto-me um privilegiado por ter visto Maradona, Matthaus, Romário, Bebeto, Roberto Baggio, Roberto Carlos, Maldini, Buffon, Ronaldo fenómeno, Luís Figo, Zidane, Ronaldinho Gaúcho, Messi e Cristiano Ronaldo, entre muitos outros. Os recordes continuarão a ser batidos, até porque o futebol está em constante evolução. Mas o verdadeiro privilégio é poder dizer que vi jogar alguns dos melhores de sempre.

A valorizar: França
Demonstrou muita qualidade e capacidade nos três primeiros jogos. Assumiu-se como verdadeira candidata ao título.

A desvalorizar: Turquia
A prestação da seleção orientada pelo italiano Vincenzo Montella no Mundial foi uma desilusão."

Diogo Luís, in A Bola

O bielsismo nunca morrerá


"Quando se falha, falha-se quase sempre sozinho. Ainda mais no futebol. Ainda mais quando se trata de alguém tão intocável nas ideias, de fora para dentro, como Marcelo Bielsa. Já morreu várias vezes no jogo, mas sempre a fazer o que acha e a dizer o que pensa. Sem concessões. 
No entanto, El Loco, desta vez, estava destinado a falhar. Nunca teve consigo os jogadores. E pregava há séculos no deserto. Ou nas dunas de Cabo Polonio, à falta de melhor cenário. A qualificação, a preparação e os primeiros jogos confirmaram o mau momento e, antes da Espanha, veio a público o motim ideológico, com os atletas a pedirem para que voltasse atrás, ao pontapé para a frente, à correria e ao choque a que estavam acostumados. Questionar Bielsa não fazia sentido, é impossível haver agora mesmo nas Américas alguém tão idealista. E o técnico sentiu a facada e mostrou as cicatrizes. Já não era a primeira que levava e pela mesma gente. «Já se tinham tentado livrar de mim antes», acusou.
Vi muitas críticas. É o alvo fácil, mesmo a milhares de quilómetros. Li que já não é tão influente, que já não é um génio, que as ideias já não funcionam. Inclusive, acusam-no de desrespeitar os jogadores e de nunca olhar ninguém nos olhos. Nunca olhou, mesmo quando o consideravam genial e bebiam das suas ideias para criar os respetivos modelos.
É mais fácil atirar pedras a Bielsa, que não é perfeito, obviamente, do que olhar para o pouco talentoso grupo de trabalho uruguaio, ainda que o selecionador tenha afastado uns quantos por sua iniciativa, ou para o rico registo disciplinar de algumas das figuras no último ano. Até mesmo para o rendimento de outros, em posições cruciais, como a de ponta de lança. El Loco chegou uns anos mais tarde do que devia. A geração de Cavani e Suárez jogava bem mais à bola e eles eram os líderes que agora escasseiam. Faltou-lhe apoio para a revolução.
Descansem, Bielsa não irá para casa tão cedo. Continuará em Scaloni, Pochettino e Beccacece, que até o tem tatuado nas costas. O bielsismo tem muitas vidas."

O Mundial acontece quando deixam de existir segundas oportunidades


"Durante a fase de grupos discute-se quem terminou em primeiro, quem ficou em segundo, quem marcou mais golos ou quem apresentou o futebol mais sedutor. Mas quando chega a fase a eliminar, essas classificações tornam-se notas de rodapé.
Portugal cumpriu o primeiro objetivo. Qualificou-se. E, olhando para aquilo que verdadeiramente importa, esse era o único desígnio. Ser primeiro ou segundo do grupo pouco significa para uma seleção que ambiciona conquistar um Mundial.
Há uma diferença subtil entre competir para vencer um grupo e competir para vencer um Campeonato do Mundo. A primeira exige consistência; a segunda exige evolução. Obriga uma equipa a descobrir novas soluções à medida que a competição endurece. Foi precisamente isso que o jogo com a Colômbia ofereceu a Portugal. A seleção sul-americana confirmou ser o adversário mais completo do grupo. Forte na pressão, organizada com bola e inteligente na ocupação dos espaços, obrigou Portugal a abandonar zonas de conforto. Competir, significa aceitar que o adversário também terá momentos de domínio. Essa talvez tenha sido a maior vitória desse empate. Há aprendizagens que apenas os adversários mais fortes conseguem proporcionar. A Colômbia mostrou que controlar um jogo nem sempre passa por monopolizar a posse de bola; passa, muitas vezes, por saber sofrer, reorganizar-se e esperar pelo instante certo para recuperar o controlo. Agora, porém, começa um torneio diferente. Na fase a eliminar desaparecem os cálculos. Cada decisão ganha um peso definitivo. O Mundial transforma-se num exercício de maturidade.
É neste contexto que surge a Croácia.
Se a Colômbia vive da intensidade e da verticalidade, a Croácia prefere a paciência. É uma equipa que governa o ritmo do jogo através da posse, aproxima os seus médios, protege a bola e desgasta emocionalmente o adversário. Não procura acelerar constantemente; procura fazer o jogo acontecer ao seu tempo. Portugal encontrará um bloco compacto, confortável a defender em organização e muito competente a fechar os espaços interiores.
Ao contrário da Colômbia, a Croácia não acelera imediatamente após recuperar a bola. Conserva-a, atrai a pressão e encontra, com paciência, o espaço que o adversário oferece. Portugal terá de pressionar melhor, mas sobretudo pressionar como bloco.
Agora começa a única classificação que realmente interessa, a dos que continuam a acreditar e a dos que regressam a casa. Os grandes campeões são recordados pela capacidade de crescer quando o erro deixa de poder ser corrigido. O Mundial começa, verdadeiramente, quando deixam de existir segundas oportunidades."

Profeta...

LiveMode: Late Night #7

Falsos Lentos . Mundial #2

BolaTV: O Meu Mundial... - Rock in Rio...

TNT - Convocados...

BolaTV: Dias de Mundial...

LiveMode: Aquece vais entrar #25

Mata Mata - PORTUGAL ESCAPA COM DIOGO COSTA! 🇵🇹🧤 Exibição cinzenta antes da Croácia

O Resto é Bola - "Laboratório" falhou? Deslize de Portugal contra a Colômbia e os sinais para os playoffs do Mundial

LiveMode: Que seja pelo caminho mais difícil #3

TugaFut: Cabo Verde...

Zero: Ataque Rápido - Mundial #4 - Ainda há otimismo com Portugal?

No Princípio Era a Bola - De suor e sobretudo lágrimas se fez o Colômbia-Portugal, uma pobre amostra da fase de grupos que não augura nada de bom

Terceiro Anel: R32 - Previsão...

Quezada: Colômbia...

Santana: Colômbia...

Observador: Minuto 90 - Messi até pode nem começar, mas acaba sempre

Observador: Minuto 90 - A matemática que a FIFA terá de explicar

Terceiro Anel: Colômbia...

Observador: Relatório do Jogo - Colômbia...

SportTV: Estádio #7 - Azia

Rabona: 2026 World Cup Round of 32 Predictions: THE DRAMA BEGINS

AA9: Mundial - Day 17

AA9: Mundial - Truth...

AA9: Mundial - Colômbia...

Rabona: Live - Colômbia...

Terceiro Anel: Planeta #7 - Live - Colômbia...

FIFA: Brasil...

FIFA: Japão...

FIFA: Alemanha...

FIFA: Paraguai...

FIFA: Holanda...

FIFA: Marrocos...

SportTV: África do Sul - Canadá

SportTV: Jordânia - Argentina

SportTV: Argélia - Áustria

SportTV: Colômbia - Portugal

SportTV: Congo - Uzbequistão

SportTV: Croácia - Gana

SportTV: Panamá - Inglaterra