Últimas indefectivações

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Vermelhão: Melhorias evidentes...

Benfica 6 - 1 Hearts


Meia-dúzia, e eliminatória decidida, ao intervalo, numa partida que acabou por correr como era esperado, com um 'susto' pelo meio, com a equipa novamente a reagir mal às substituições a meio do 2.º tempo, com o adversário a marcar um golo, mas na recta final acabámos por materializar a goleada merecida, com  mais dois golos, deixando claro no marcador a diferença gigante de qualidade das duas equipas!

Com um adversário diferente, as dinâmicas ofensivas foram diferentes, mas voltámos a ser eficazes, com um jogo ofensivo bastante oleado, hoje mais pelos flancos, com uma circulação de bola rápida no último terço, com muitos toques de primeira e com muitas variações de flanco, com passes longos... Voltámos a colocar os nossos avançados, de frente para a baliza, facilitando assim a eficácia!

Com um bocadinho mais de automatismos, ao intervalo podíamos ter 6 ou 8 golos, a estratégia defensiva inicial do Hearts, foi suicida! Ao intervalo, os escoceses retificaram, mudaram para 5 defesas, tivemos menos espaço e o 4.º golo, apareceu não numa jogada de ataque apoiado, mas numa recuperação alta...

O momento mau no jogo, deu-se após a saída do Enzo! E não foi coincidência! Barreiro e Ríos são jogadores com características diferentes... Para somar, o Dahl resolveu ter 10 minutos horríveis, e acabámos por sofrer um golo... Mas com o 'acreditar' do Hearts, tivemos espaço em contra-ataque para matar a eliminatória! Agora, onde a equipa tem que melhorar muito, é na gestão de bola, em vantagem! Mesmo com o St. Gallen, mesmo em superioridade numérica, permitimos alguns ataques perigosos... A equipa ainda não foi testada, a jogar sem bola, com linhas recuadas, e nós sabemos, que no Tugão, vai ser necessário, saber defender resultados nos últimos minutos... basta recordar o que se passou na última época!!!


3 alterações no 11, e 1 semi-surpresa e 1 surpresa total!!! O Araújo era esperado, o Prestianni depois do castigo era uma hipótese, mas o Samu ninguém esperava! E na minha opinião, mesmo com aquele murro falhado, que acabou na barra, esteve muito bem... Tecnicamente, é muito melhor no jogo com os pés, mesmo com os excessos de confiança, e num jogo deste tipo, seria expectável que o guarda-redes do Benfica, tivesse muita bola no pé... Em relação, ao risco que o Samu coloca nas saídas aos cruzamentos, é óbvio que não vai acertar em todos, mas eu prefiro um guarda-redes que arrisca nestas jogadas... Guarda-redes que fica na 'barraca' sempre, à espera que os colegas resolvam os problemas, não chega para o Benfica! Existem muitos guarda-redes que fazem carreiras sem arriscar nada, o Samu nunca será desses, e ainda bem!!!


O Prestianni foi eleito o MVP, jogou bem, numa posição onde tem jogado pouco, mas que era a sua posição natural. Agarrou-se demasiado à bola, em algumas jogadas, mas é fundamental no Benfica, ter Alas que arrisquem o 1x1...


Para mim, o MVP foi o Enzo. Já com o St. Gallen tinha jogado muito bem. Fundamental nas saídas de bola, e muito bem na cobertura defensiva. Está confiante, melhor fisicamente, mais móvel. A maioria dos benfiquistas, não o pode ver, mas ainda vai a tempo de mudar a sua imagem...


Barreiro, o outro jogador do Benfica atacado e mesmo gozado por muitos benfiquistas, mas que é fundamental nesta equipa. Não é perfeito, mas para a nossa realidade é muito útil. Falta-lhe essencialmente confiança, para fazer passes verticais, até porque muitas vezes, recebe a bola entre-linhas sem marcação, com tempo para receber, rodar e avançar ou passar para a frente, mas decide muitas vezes o passe fácil lateral ou para trás...


O Sudakov até estava a fazer uma 1.ª parte interessante, mas no 2.º tempo, talvez com o cansaço, voltou a desiludir. Um dos problemas que tem, é muito complicado resolver: quando conduz a bola, tem o 'tique' de levantar a cabeça, mas praticamente travar a caminhada, e depois como tem pouco visão periférica, acaba muitas vezes por ser desarmado por trás, sem falta... Começou este jogo, sem inventar, com muitas tabelinhas de primeira, mas quando se agarrou demais à bola, voltou a falhar!


Goleada fundamental na gestão do plantel. Com a estreia na Liga no domingo, com menos de 72 horas de diferença, e com novo jogo na Escócia na Quinta, era importante, permitir ao Marco Silva, pensar em gerir cansaços na Quinta! Numa altura onde é importante dar minutos aos jogadores que chegaram mais tarde, até porque hoje foi visível que os jogadores que têm mais tempo de treino, com o Marco Silva, estão em melhores condições físicas...


No domingo sem adeptos nas bancadas, e com o regresso dos Ladrões do apito, o jogo será muito diferente. A começar pelas táticas dos adversários. O Académico de Viseu apesar de ser um primodivisionário, não virá facilitar! Nesta pré-época, com jogos oficiais pelo meio, ainda não defrontámos uma equipa do Tugão, com todas as suas armadilhas, é fundamental a equipa manter a ambição e a atitude, mesmo numa montra completamente diferente... Num momento, onde o plantel ainda não está definido e onde alguns jogadores vão entrar... e se calhar alguns vão sair!!!




Falta-lhe idoneidade, competência e independência. Vergonhoso

Farsa autêntica...

Mas isto só acontece no Benfica!!!

Tudo na paz do senhor!!!

A CMVM deve estar de férias... o comunicado do Ba também deve aparecer um dias destes!!!

O que pensa a FPF sobre a FIFA?


"A FIFA, que pugna pela independência e tem regulamentos que tentam impedir a Justiça civil de julgar causas futebolísticas, está agora metida em política até bem acima do pescoço.
De «estado dentro dos Estados» passou a estado envolvido em assuntos que não devia, enquanto proíbe futebolistas ou adeptos de manifestarem tendências no relvado e nas bancadas.
Entre a vontade de rir e de chorar, emerge uma dúvida: o que pensa a Federação Portuguesa de Futebol sobre tudo isto? Manifesta (mantém?…) apoio a Infantino?
É absolutamente legítimo que o faça, se assim o entender. Calar-se, à espera de perceber para onde vai soprar o vento, é que era escusado.

De chorar por mais
Volta a normalidade! Ao arranque da Liga corresponde sempre um dos dias mais felizes de cada ano civil.

No ponto
A vantagem de ter partidos desengajados do poder na AR é ter um Livre a dizer o que tem de ser dito sobre Marrocos.

Insosso
Se o lance polémico da Supertaça é «de interpretação», então todos serão e o VAR pode deixar de intervir em penáltis.

Incomestível
Quem me diz «fale lá de desporto» também manda as mulheres «lavar a loiça». Só sinto tristeza e pena."

SportTV: Bancada Livre - Campeão? Flop?As previsões de 26/27👀

SportTV: Mercados - Com ovos mexidos se fazem omeletes

Zero: Mercado - Negócio tremido e Diomande pode ficar no Sporting

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Liga Portugal Betclic está de volta: o que esperar?

Observador: E o Campeão é... - Golear escoceses na Luz é "canja" ou pura ilusão?

Observador: Três Toques - Mais uma ostentação de CR7.... desta vez uma garagem

Zero: Entrevista Zé Miranda...

Apelo aos adeptos do SL Benfica


"Apoio com paixão, mas igualmente com responsabilidade e respeito pelas regras, tanto no Estádio da Luz como nos outros recintos em Portugal e além-fronteiras.

O Sport Lisboa e Benfica volta a expressar o seu agradecimento aos milhares de Benfiquistas que acompanham a equipa, jogo após jogo, no Estádio da Luz, em Portugal e além-fronteiras. A dedicação, a paixão e o apoio permanente dos nossos adeptos representam uma das maiores forças do Clube e desempenham um papel determinante no seu sucesso.
É precisamente por reconhecermos o valor desse apoio que apelamos ao sentido de responsabilidade de todos os Benfiquistas.
O Sport Lisboa e Benfica encontra-se sob pena suspensa nas competições europeias. Deste modo, qualquer utilização de artigos de pirotecnia ou outro comportamento que contrarie os regulamentos da UEFA determinará, de forma automática, a execução dessa sanção, impedindo a presença de adeptos do Benfica no jogo seguinte disputado fora de casa.
Nenhum Benfiquista deseja ver o Benfica privado do apoio dos seus adeptos. Por isso, apelamos a todos para que continuem a apoiar a equipa com paixão, mas também com responsabilidade e respeito pelas normas em vigor, quer em Portugal, quer nas deslocações ao estrangeiro."

Vencer


"O Benfica defronta o Hearts, hoje às 20h00 no Estádio da Luz, em jogo da 1.ª mão da 3.ª pré-eliminatória de acesso à fase de liga da Liga Europa. Este é o destaque da BNews.

1. Assegurar vantagem
Marco Silva assume o objetivo de ganhar e lembra que se trata de uma eliminatória a duas mãos: "Temos é de vencer, essa é a nossa ambição. Depois, dependendo daquilo que fizermos no primeiro jogo, poderemos ir mais confiantes para o segundo, mas apenas isso, porque nada ficará decidido."

2. Calendário
O Casa Pia-Benfica, da 2.ª jornada da Liga Betclic, é no dia 17 de agosto às 20h15.

3. O mais próximo possível
"Vem ver o jogo na Fan Zone e faz-te ouvir dentro do Estádio" é o convite aos Benfiquistas para apoiarem o Benfica no desafio com o Académico de Viseu no próximo domingo.

4. Empréstimo
Tiago Parente cedido ao Swansea City por uma temporada.

5. Sessão de autógrafos
As jogadoras Chandra Davidson e Lúcia Alves e os antigos futebolistas Eliseu e Mantorras marcaram presença na loja oficial do Clube localizada no edifício do 1904 Benfica Hotel para uma tarde de convívio, fotografias e autógrafos.

6. Inspiradoras
Em futebol no feminino, Flourish Chioma Sabastine, internacional nigeriana, junta-se ao plantel, Madalena Loução prolonga o vínculo e Rakel Engesvik deixa de representar o Clube.

7. Treinadora apresentada
Maria Martins é a nova treinadora da equipa feminina de futsal do Benfica.

8. Movimentações do defeso
Em voleibol no masculino, Peter Wohlfahrtstätter, Tomás Natário e Bernardo Silva prolongam o vínculo ao Benfica e Twan Wiltenburg é reforço. Na equipa feminina, Marlene Pereira é reforço. Em basquetebol no masculino, Luther Muhammad e Brandon Slater chegam à Luz. O andebolista Afonso Bandeira estende a ligação ao Benfica.

9. Entrevista de despedida
Viktoriya Borshchenko, ex-atleta e treinadora adjunta do andebol feminino benfiquista, regressa à Ucrânia para o seu Master Coach.

10. Pré-época formação
Os Sub-23 empataram com o Juventude de Évora."

Lanças...


História Agora


O desgaste da saúde mental na alta competição


"Associamos frequentemente o sucesso desportivo à felicidade. Como pode alguém que acaba de conquistar uma medalha olímpica ou um título mundial sentir-se vazio ou deprimido? A resposta obriga-nos a olhar para aquilo que o resultado não mostra: o custo psicológico de chegar ao topo. 
O consenso do Comité Olímpico Internacional, coordenado por Reardon e colaboradores, recorda-nos que os atletas de elite não estão protegidos das perturbações mentais. A condição física, a disciplina e o sucesso podem coexistir com depressão, ansiedade ou burnout. Por vezes, é precisamente depois de uma grande conquista que o sofrimento se torna visível.
Apesar de continuar a ser um tema marcado pelo silêncio e pelo estigma, os estudos mais recentes confirmam a presença significativa de problemas de saúde mental no desporto de alto rendimento. Um estudo sobre depressão pós-olímpica verificou que, um mês depois dos Jogos de Tóquio, 27 % dos atletas dinamarqueses avaliados apresentavam bem-estar abaixo da média ou sintomas depressivos moderados a graves.
Uma meta-análise publicada em 2024 concluiu ainda que antigos atletas de elite apresentavam uma prevalência de ansiedade 2,08 vezes superior e de depressão 2,58 vezes superior à da população geral. No futebol profissional, outro estudo de 2024 identificou sofrimento psicológico relacionado com o desporto em 53 % dos jogadores avaliados. Em 2025, uma investigação com 204 jogadores de um clube de elite alemão encontrou sintomas depressivos em 12,7 % e sintomas de ansiedade em 15,6 %, observando também um aumento da sintomatologia depressiva ao longo da época.
Estes dados não significam que vencer provoque depressão, nem que toda a tristeza depois de uma competição seja doença. Mostram, isso sim, que o sucesso não protege a saúde mental e que o fim de um ciclo de exigência extrema pode constituir um período de particular vulnerabilidade.
Durante meses ou anos, o atleta concentra energia, atenção, controlo emocional e identidade num único objetivo. A Teoria da Conservação dos Recursos, de Hobfoll, ajuda a explicar este processo: perante exigências prolongadas, mobilizamos recursos psicológicos que precisam de ser recuperados. Quando a recuperação é insuficiente, esses recursos começam a esgotar-se.
Enquanto existe uma meta, há uma missão e uma resposta à pergunta «o que tenho de fazer?». Depois da vitória, desaparecem a urgência, a estrutura e, muitas vezes, o propósito que organizou a vida. Os aplausos continuam, mas o atleta regressa ao silêncio. E é nesse silêncio que o cansaço acumulado pode finalmente fazer-se ouvir.
Michael Phelps falou das depressões que viveu depois dos Jogos Olímpicos, apesar de se ter tornado o atleta mais medalhado da história. As medalhas confirmavam quem era para o mundo, mas não resolviam quem era fora da piscina.
Também Andrés Iniesta atravessou uma depressão num dos períodos de maior sucesso da sua carreira. Depois de uma época histórica ao serviço do Barcelona, enfrentou lesões sucessivas e foi profundamente afetado pela morte súbita do amigo Dani Jarque. Um ano depois, marcou o golo que deu o primeiro título mundial a Espanha. O herói que todos viam continuava a ser um homem em recuperação.
Estes exemplos mostram que o rendimento não é um exame à saúde mental. Um atleta pode ganhar, marcar e bater recordes enquanto se sente emocionalmente destruído. Pode funcionar sem estar bem.
Preparar um atleta para vencer implica prepará-lo também para o depois. Recuperar não é apenas descansar músculos. É reconstruir recursos psicológicos, diversificar a identidade e encontrar novos sentidos para além do resultado. Tendemos a olhar para a vida dos atletas como sinónimo de talento, sucesso, glória e até glamour, raramente nos perguntando quanto lhes custou chegar e permanecer no topo. E não estou a falar de dinheiro.
Por vezes, é precisamente quando o atleta chega ao topo que mais precisa de alguém que lhe pergunte, sem olhar para a medalha: «Como estás?»"

Renascença: Entrevista Reinaldo Teixeira

SportTV: A nova época onde é que se vê?

Mentoria para lá das carreiras: construir o futuro do desporto


"Eu já estava na casa dos trinta quando alguém me falou pela primeira vez de mentoria. Tinha começado a trabalhar no Marylebone Cricket Club (Lord’s Cricket Ground) e o meu superior hierárquico, o CEO, perguntou-me se eu tinha um mentor. O conceito era-me algo estranho, respondi que não, e ele olhou para mim e disse: “Laura, precisas de um mentor — haverá momentos em que vais precisar e querer falar com alguém que não seja eu; há pessoas brilhantes por aí, por isso vamos pensar em quem eu te poderia ajudar a conhecer.”
Essa conversa ajudou-me realmente a preparar o caminho para o sucesso futuro e, fiel à sua palavra, ele ajudou-me a encontrar a minha primeira mentora, uma executiva sénior com experiência nas áreas comercial e de retalho.
O que aprendi com essa ligação inicial foi imenso. Reuníamo-nos regularmente e analisávamos os meus desafios do momento, mantendo sempre também um olhar sobre o meu futuro. Ela dava-me conselhos e orientação excelentes, ao mesmo tempo que me deixava muito em que pensar, como a importância de construir a minha rede, a minha marca pessoal e de permanecer fiel a quem somos.
Actualmente, tenho um mentor extraordinário, o John, cuja carreira atravessa o sector financeiro e muitos cargos como Administrador Não Executivo. Tem-me apoiado há mais de oito anos, e ganhei imenso por ter um mentor de longo prazo. A relação é tão sólida que ele sabe quando deve desafiar-me e quando deve apoiar-me. Foi, nomeadamente, determinante para me ajudar a ponderar a saída do meu primeiro cargo como CEO, quando um dia me disse: “Estive a reflecir e, sinceramente, já não precisas de muito apoio da minha parte nesta função — sabes o que estás a fazer, estás confortável — talvez esteja na altura de uma mudança.”
O que me fez rir nesse comentário foi que, na altura, eu tinha acabado de regressar da licença de maternidade, por isso era a última coisa que tinha em mente, mas era, na verdade, aquilo que eu precisava de ouvir, porque quando, mais tarde, fui abordada para esta função no Chelsea, estava num bom momento para ter essa conversa. Pessoalmente, gosto do facto de ele vir de uma indústria completamente diferente, porque isso lhe dá um grande sentido de equilíbrio e perspectiva na orientação que me oferece.
Só quando assumi o meu primeiro cargo como CEO, na Chance to Shine, uma instituição de caridade britânica ligada ao críquete, refleti sobre a importância do papel que o meu então chefe teve na criação das condições para o meu sucesso. Ao apoiar-me na procura de alguém como mentora, ele fez a parte que muitas vezes é a mais difícil — encontrar alguém que seja uma boa combinação para nós — particularmente quando estamos numa fase mais inicial do nosso percurso profissional e a nossa rede ainda está em desenvolvimento.
É por isso que acredito em iniciativas como o programa global de mentoria SIGAWomen. A força deste apoio, juntamente com a ligação inicial e a curadoria de boas combinações, é decisiva. Demasiadas pessoas não têm acesso a redes relevantes e/ou a figuras sénior, em particular líderes mulheres, e, no entanto, são essas pessoas que provavelmente mais beneficiarão desse acesso.
Atualmente, sou mentora de seis pessoas, na sua maioria mulheres. Por vezes perguntam-me como consigo arranjar tempo — para mim, reservar tempo para apoiar a próxima geração faz parte do meu papel na indústria, para ajudar a assegurar o seu futuro. É importante para mim ajudar os outros da mesma forma que eu beneficiei e, como acontece sempre neste tipo de relações, não é um caminho de sentido único — aprendi muitíssimo com as pessoas de quem sou mentora. Em particular, como descobri ao longo de toda a minha vida através do desporto, através da mentoria conhecemos e falamos com um grupo tão diverso de pessoas que as suas experiências de vida e os seus percursos enriquecem a minha compreensão e alargam os meus horizontes.
Uma das minhas mentorandas é mãe e senti um enorme orgulho ao ajudá-la a encontrar um equilíbrio entre vida profissional e vida pessoal que funciona para ela e para a sua família.
Com a SIGA, fui emparelhada com uma jovem brilhante que trabalha numa federação desportiva internacional. Tem um futuro promissor à sua frente e espero que a minha experiência possa ajudar a contribuir para a sua carreira actual e futura. O facto de este ser um programa verdadeiramente global — que desenvolve uma rede global de futuras líderes femininas — deixa-me muito optimista quanto ao futuro das mulheres que trabalham no desporto.
Acredito que a mentoria é um dos investimentos mais poderosos que podemos fazer no futuro. Quando elevamos os outros através de orientação e apoio, criamos líderes que continuarão a inspirar a geração seguinte, e a que vier depois dela."