Últimas indefectivações

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Vermelhão: Curta...

Benfica 3 - 1 Aarhus


Mais um jogo com um absurdo défice na concretização. A vitória foi clara, a vantagem é interessante, mas podíamos ter 'matado' completamente a eliminatória! Então na 1.ª parte, os falhanços foram em catadupa!

Estamos jogar bem, a bola está a rodar com velocidade, na 1.ª fase de construção a bola vai de um lado ao outro no campo, essencialmente pelos Centrais, procurando sempre a vantagem nos Flancos, ou pelo menos o 1x1 com os nossos jogadores mais criativos... Comparando com as épocas anteriores, tudo isto é feito com mais velocidade... E após conseguir o nosso objetivo posicional, o 'ataque' à área é feito com rapidez! Ainda falta assertividade no jogo interior entreçinhas, as tabelinhas ainda não estão a sair bem, muito por culpa do Sudakov...!!!

O golo cedo foi um bom prenúncio, mas como eu já tenho muitos anos disto, temi logo que as facilidades iniciais, podiam não se concretizar! O adversário mostrou alguma qualidade nas saídas, principalmente pelo Ala Esquerdo, mas o Benfica dominou sempre o jogo...

Quando o 2-0 surgiu já foi tarde, já devia estar pelo menos 4-0 aos 30m e quando logo a seguir no único remate que o Aarhus fez à baliza, reduziram para 2-1 !!! O 3-1 antes do intervalo, foi o mal menor!!!

O 2.º tempo, foi diferente, o Aarhus deu menos espaço, e até acabou por mudar o esquema defensivo, acabando o jogo com 3 Centrais! O Benfica não foi tão objetivo, o jogo de Rio Maior na Segunda também não ajudou, mas mesmo assim voltámos a criar perigo, e se não fosse a grande exibição do guarda-redes adversário a goleada teria acontecido!!! Mas acabámos por ser pragmáticos, estamos no intervalo da eliminatória, e apesar do 4-1 ser melhor que o 3-1, também era importante não sofrer o 3-2 !!!


Não foi fácil escolher o MVP. Fizemos um jogo muito equilibrado em todos os sectores, mas para mim, o Enzo foi o melhor em campo! Está a fazer um grande arranque de época, e só a má vontade que carrega da última época, impede alguns de o reconhecer!

O Rafa voltou a marcar, voltou a desequilibrar, cumpriu defensivamente, foi pena algumas más recepções... O Prestianni, está com a carga toda, mas desta vez voltou a definir mal junto da área... a pintura do cabelo, não deu resultado!!! Bah fundamental na 1.ª parte... aliás obrigou o adversário a mudar a estratégia!


Não compreendo as críticas ao Samu. Até agora, nos golos sofridos não teve culpa, e voltou a demonstrar as suas qualidades: nos cruzamentos, e no jogo com os pés... houve ali um lance que assustou, mas... No golo sofrido, o Lenglet errou na perda de bola, e depois o Tomás meteu-se a jeito e foi comido nas costas, a partir daí, acabámos por perder os 'ressaltos'!

Melhores minutos do Schjelderup desta época... e o regresso mais aguardado do Aursnes, que aparentemente, poderá ser o 'substituto do Sudakov, algo que os Benfiquistas, neste momento, desesperam!!! Boa entrada também do Durán... com o Ríos, a fazer coisas boas e outras disparatadas!!!


Incrível como nem na Europa nos livramos dos apitadores medíocres! Uma puta italiana veio à Luz, gozar com os Benfiquistas! Não foi só o penalty sobre o Rafa, e respetiva expulsão, foi o critério disciplinar ridículo, e mesmo o critério técnico! Uma pouca vergonha!!!

Fizemos bem em adiar o jogo com o Moreirense, vamos poder preparar o jogo da Dinamarca com mais cuidado... Sendo que neste momento, em continuava a apostar neste 11, com a entrada do Aursens...


Uma última nota, para o protocolo policial que tem sido usado na Luz, nestes últimos jogos Europeus: absolutamente ridículo! Tanto dinheiro mal gasto...


Empate na estreia...

Benfica 0 - 0 Rio Ave


Não foi um grande jogo, mas é bom recordar que o Benfica, jogou com uma equipa muito jovem, muitos Juniores, alguns de 1.ª ano!!! Neste renovada competição de sub-23, não vamos ter vida fácil, já que a diferença de idades é grande, e o Benfica por opção, decidiu apostar nos mais jovens, dando-lhes competitividade...

Apelo aos adeptos do SL Benfica


"O Sport Lisboa e Benfica renova o seu agradecimento aos milhares de Benfiquistas que, jogo após jogo, estão ao lado da equipa, no Estádio da Luz, em território nacional e além-fronteiras. A entrega, a paixão e o apoio incondicional dos nossos adeptos constituem uma das grandes forças do Clube e assumem uma importância fundamental no caminho para o sucesso.
É justamente por valorizarmos esse apoio que reforçamos o apelo à responsabilidade de todos os Benfiquistas.
O Sport Lisboa e Benfica está atualmente sob pena suspensa nas competições europeias. Nesse sentido, a utilização de artigos de pirotecnia ou qualquer outro comportamento contrário aos regulamentos da UEFA implicará, de forma automática, a aplicação da sanção, impedindo os adeptos do Benfica de acompanharem a equipa no jogo seguinte realizado fora de casa.
Todos queremos um Benfica acompanhado e apoiado pelos seus adeptos. Por isso, apelamos aos Benfiquistas para que continuem a fazer sentir a sua paixão e o seu apoio à equipa, sempre com responsabilidade e no cumprimento das normas em vigor, tanto em Portugal como nas deslocações ao estrangeiro."

Gosto!

BEM-VINDO JOÃO PALHINHA!


"1. Palhinha é um jogador experiente, com liderança, que encaixa na perfeição nas ideias de jogo de Marco Silva. Tem tudo para ser uma grande mais-valia para a equipa.

2. O que mais espero de Palhinha? Que tome conta do nosso meio-campo no processo defensivo, especialmente nas transições defensivas, onde temos mostrado fragilidades de há muito tempo para cá. E que liberte os que têm mais responsabilidades ofensivas para essas tarefas.

3. É caro? Veremos, só o futuro vai dizer se é caro ou barato. Mas não se deixem enganar: só quando as contratações são do Benfica é que ao valor do investimento são somados os salários.

4. Dificilmente o Benfica terá retorno financeiro deste investimento? Por acaso o Benfica é uma sociedade financeira? Eu, enquanto adepto, desejo é rendimento desportivo. A questão financeira é com os gestores da Benfica SAD. E não me lembro do Benfica falhar com as suas responsabilidades para com terceiros há muito, muito tempo, para cima de vinte anos.

5. E a azia que a mera hipótese desta contratação provocou por aí em tantos opinadores? Preparem-se então para quando ele começar a jogar!"

Hoje é dia de ver a verdadeira face deste Benfica


"Na derradeira decisão rumo à fase de liga da UEFA Europa League, a equipa encarnada procura afastar a intermitência deste arranque de época e mostrar a sua mais bela versão

Quando hoje o Benfica pisar o relvado da Luz para defrontar o Aarhus na primeira mão do play-off de acesso à fase de liga da UEFA Europa League, a grande questão que pairará não será apenas de foro tático, mas quase de natureza existencial.
Afinal, qual é a verdadeira face desta equipa? A versão avassaladora e sem piedade que aplicou sete golos ao Casa Pia, em Rio Maior, seis ao Hearts e cinco ao St. Gallen na Luz? Ou a versão cinzenta e desconcertante que tropeçou no empate caseiro com o Académico de Viseu, a jogar à porta fechada, e que já viveu momentos de sobressalto nesta caminhada europeia?
A oscilação de rendimento neste arranque de temporada tem sido o grande enigma da formação encarnada. O futebol praticado nos dias de inspiração total atesta um potencial ofensivo avassalador e uma capacidade de sufocar adversários como há muito não se via.
No entanto, as falhas pontuais de concentração e as quebras inexplicáveis de ritmo vistas em certos compromissos deixam no ar um aviso sério para este duelo decisivo com o campeão dinamarquês. Num mata-mata europeu, a margem de erro é baixíssima e qualquer deslize em casa pode transformar a viagem à Dinamarca numa dor de cabeça inteiramente desnecessária.
Neste cenário de exigência máxima, a notícia do regresso de Fredrik Aursnes aos convocados assume relevância capital.
Ao sétimo jogo oficial da temporada, o internacional norueguês — um dos grandes pilares da sua seleção no recente Campeonato do Mundo — está finalmente 100% recuperado e de volta às opções da equipa técnica.
Aursnes é muito mais do que um futebolista polivalente de utilidade tática ímpar; é a verdadeira bússola emocional e o equilibrista silencioso de que este Benfica tanto necessita para estancar as flutuações de rendimento e conferir maturidade ao setor intermédio.
O embate com o Aarhus marca, por isso, o momento da verdade. O percurso até aqui demonstrou que a equipa tem dentes afiados para trucidar qualquer oponente, mas precisa urgentemente de regularidade para solidificar o seu estatuto internacional.
Frente ao campeão dinamarquês, o Benfica só tem um caminho possível: vestir o fato das grandes noites europeias, agarrar a vantagem na eliminatória e dar uma resposta categórica ao nível da demonstrada na última ronda da Liga que afaste em definitivo os fantasmas da intermitência."

Invenção constante de problemas...

Alguém com alguns neurónios ligados e com a espinha direita... que raridade!!!

Imoral avençado!

Ânsia em falar mal !!!

Terceiro Anel: Circati

Terceiro Anel: React - Antevisão - Marco Silva - Aarhus

Os Gloriosos Benfiquistas - Aarhus...

BI: Megafone - Voo Picado #36 - 7 ao Casa Pia, Habemus Central e o mito Calabote

MasterVi: Mercado...

SportTV: Mercados - Fim da novela, Palhinha é do SL Benfica

Zero: Mercado - Froholdt desperta o interesse do Real Madrid

BF: Palhinha...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - A Premier League está de volta: quem consegue destronar o Arsenal?

Observador: E o Campeão é... - Europa. Benfica a todo o gás e SC Braga a precisar de suar

Observador: Três Toques - Nem o frango tikka masala (picante) tira o Ouro a Duplantis

Zero: Fantasy - Dicas para a jornada 3 e as Double Game Week

Entrar bem no play-off


"O Benfica defronta o Aarhus, às 20h00 no Estádio da Luz, em jogo da 1.ª mão do play-off de acesso à fase de liga da Liga Europa. Este é o tema em destaque na BNews.

1. Apelo aos adeptos
Leia o apelo do Sport Lisboa e Benfica aos benfiquistas que estarão no Estádio da Luz para ajudar o Benfica a ganhar: "Apoio com paixão, mas também com responsabilidade e respeito pelas regras, quer no Estádio da Luz quer nos outros recintos em Portugal e além-fronteiras." Recorde-se que o Benfica se encontra sob pena suspensa nas competições europeias.

2. Fito na vitória 
Marco Silva deixa uma garantia: "Os nossos adeptos de certeza que irão ver um onze do Benfica a lutar pelo emblema e pela camisola como têm feito nos últimos jogos. Esse é o nosso objetivo e posso dizer que é a nossa obrigação enquanto profissionais deste clube."

3. Reforço apresentado
Circati, defesa internacional australiano proveniente do Parma, está às ordens de Marco Silva.

4. Evoluir
Vítor Vinha partilha as expectativas para a temporada dos Sub-23 do Benfica.

5. Supertaças agendadas
Em futebol no feminino, disputada entre Benfica e FC Porto, está marcada para 6 de setembro, às 17h15, no Estádio Municipal do Fontelo, em Viseu. Em futsal, a 5 de setembro em Vila do Conde, o Benfica defronta o Sporting em masculinos (21h00) e o Nun’Álvares em femininos (16h30).

6. Arranque da pré-época
Ainars Bagatskis, Aaron Broussard e Tiago Filipe fazem o balanço dos primeiros dias de trabalho com vista a 2026/27.

7. Treinador apresentado
Sakis Psarras é o novo treinador da equipa masculina de voleibol do Benfica. "Vamos trabalhar arduamente para conquistar tudo", garante.

8. Movimentações do defeso
Sarah Polleros é reforço do basquetebol no feminino benfiquista. O voleibolista Murad Khan deixa de representar o Benfica.

9. Chamadas internacionais
6 futebolistas do Benfica integram a mais recente convocatória da seleção nacional feminina Sub-20.

10. Nomeação
Estratégia de sustentabilidade do Benfica integra a shortlist dos Sports Business Awards 2026 na categoria Sustainability in Sport Award.

11. Camisola oficial para pets
Partilha da paixão pelo Benfica com os companheiros mais fiéis."

Lanças...


Flop's esverdeados...

iScout: O Benfica de Marco Silva | Identidade Tática

DAZN: F1 - Antevisão ao Grande Prémio dos Países Baixos

Para que serve, afinal, a justiça desportiva?


"A eficácia das medidas é o grande motivo para existir justiça desportiva.
Se cada decisão estiver sujeita aos prazos da justiça comum, há o risco de nenhuma sanção ser eficaz em tempo útil. Pense-se no castigo de um jogador após expulsão, por exemplo.
Com a participação de equipas em provas é igual. O órgão responsável pelo cumprimento dos pressupostos financeiros disse não ao 1.º Dezembro. Uma providência cautelar obrigou o campeonato a começar com quem incumpriu.
Quem vai, daqui a semanas, meses ou anos, compensar o Sacavenense se o tempo provar a razão da decisão inicial, que à partida se baseou em critérios objetivos e aprovados?

De chorar por mais
Benfica roçou a perfeição no jogo com o Casa Pia. A eficácia é difícil de repetir, mas o futebol esteve lá.

No ponto
FC Porto mantém a bitola, joga seguro e segue firme na quase-liderança, que será uma questão de tempo.

Insosso
Colocar jogadores em campo quando se está a perder 0-7 é algo que possa cair bem aos suplentes escolhidos?

Incomestível
Jogadores da NBA a treinarem-se em pavilhões sem ar condicionado dizem tudo sobre o desporto em Portugal."

Contratos de jogadores de futebol: e se correr mal?


"Há uma imagem que se repete e que raramente é contada por inteiro. Um jogador entra numa sala, assina o seu novo contrato e de seguida sorri para uma câmara enquanto segura a camisola do novo clube. Toda a gente aplaude e apressa-se, com a urgência que os tempos ditam, a publicar a conclusão do negócio nas redes sociais. Porém, naquele instante e naquela sala, nem sempre se encontra alguém a pensar no que acontece se as coisas correrem mal. Há, felizmente, honrosas exceções. Mas continuam a ser isso mesmo, exceções. E é precisamente aí, no que ninguém quer imaginar, que se pode estar a jogar a parte mais importante de uma carreira.
Ao longo dos anos, fui percebendo que a maioria dos litígios no âmbito desportivo não nasce de contratos extensos ou de clausulado de complexa redação ou interpretação. Nasce, na maioria das vezes, de pressa, de entusiasmo e de uma confiança algo desmedida. O(s) contrato(s) chega(m) quase sempre no fim de um processo emocionalmente intenso, depois de semanas de negociação, telefonemas e expectativas. Quando os papéis aparecem, o jogador já há muito que decidiu o seu futuro. Só falta assinar. E assina, muitas vezes sem ler com a atenção necessária, ou sem o acompanhamento recomendável, porque duvidar naquele momento parece quase uma falta de fé no próprio sonho ou até mesmo uma falta de consideração pelo novo clube e pelos seus dirigentes.
O problema é que o futebol é uma indústria, e as indústrias não funcionam apenas de sonhos. Por regra, do outro lado da mesa está um clube com juristas, com experiência e interesses próprios, perfeitamente legítimos, mas que não coincidem necessariamente com os do jogador. E, com frequência, está também um agente cuja comissão depende da conclusão do tão desejado negócio. A verdade é que quase ninguém, naquela sala, tem como missão proteger o jogador daquilo que ele próprio não consegue ver.
Muito do que corre mal começa antes do contrato, nas promessas que nunca chegam ao papel. «Prometeram-me que ia jogar.» «Disseram-me que, se aparecesse uma boa proposta, me deixavam sair.» «Garantiram-me que o resto se resolvia depois.» Quem conhece bem esta área já ouviu frases como estas vezes sem conta. A verdade é que as promessas tendem a evaporar-se no dia em que fazem falta, porque, em regra, o que vale é o texto assinado e não a conversa que o antecedeu. Um contrato é, no fundo, a memória escrita daquilo que foi combinado, e tudo o que ficar de fora, por mais sincero que tenha parecido, tende a deixar de existir.
Depois há um mito que convém desfazer: a moda de pintar o jogador profissional de futebol como alguém que ganha repetidas (e constantes) fortunas e a quem nada falta. Também aqui, a realidade que vejo é definitivamente outra. A esmagadora maioria não são estrelas. São profissionais com carreiras curtas, rendimentos tendencialmente irregulares e um poder negocial muito menor do que se imagina. Para esses, um salário em atraso não é um pormenor jurídico, são as contas do mês. E, quando o clube deixa de pagar, descobrem, tarde de mais, que resolver um contrato não é simplesmente ir embora.
A verdade é que a regulamentação da FIFA, a par da jurisprudência do FIFA Football Tribunal e do Court of Arbitration for Sport oferece hoje um edifício jurídico sólido e dotado de assinalável segurança. Convém, ainda assim, ser realista: uma regulação robusta e uma jurisprudência consistente não resolvem todos os problemas, nem pagam as contas no mês em que o salário falha. Impõem passos formais, prazos e notificações escritas, e exigem paciência para um processo que, mesmo sendo tendencialmente mais célere do que a justiça comum, se pode arrastar. Ter razão e conseguir fazer valer essa razão em tempo útil são coisas distintas.
Convém não esquecer, também, que a regulamentação FIFA não é a fotografia completa. Um contrato pode respeitar a regulamentação internacional e, ainda assim, colidir com a lei do país onde é celebrado. Assumir que o enquadramento FIFA basta, ignorando a lei nacional aplicável, é um dos enganos mais comuns e mais caros.
Mais! A regulamentação e legislação não são estanques. Num horizonte temporal bastante breve, é já possível antecipar, fruto do caso Diarra, uma revolução regulamentar e jurisprudencial. A FIFA reviu o sistema de transferências, com particular incidência no FIFA Regulations on the Status and Transfer of Players (Regulamento do Estatuto e Transferência de Jogadores), e a partir de 2027 tais mudanças começarão já a produzir os seus efeitos. É uma evolução que se saúda, mas que deixa perguntas em aberto, para as quais, salvo melhor opinião, só o tempo e a nova jurisprudência darão resposta.
Então, o que é que separa um bom contrato de um contrato perigoso? Raramente é o salário. É tudo o resto, aquilo que ninguém quer discutir na euforia da assinatura. É a cláusula de saída, que dá previsibilidade em vez de aprisionar. São os direitos de imagem, regulados em instrumento contratual autónomo. São os prémios definidos por objetivos claros e mensuráveis, e não por metas vagas, indeterminadas ou inalcançáveis. São as implicações fiscais, que vão muito além da discussão dos valores net. É saber, antes do litígio, qual o foro competente para o dirimir e se presta as garantias necessárias. E é, acima de tudo, ter na sala alguém cuja única função é olhar para o jogador e perguntar: e se isto correr mal?
Nenhum advogado transforma um mau negócio num bom negócio, e desconfie de quem lho prometer. Se um clube decidir não pagar, não é uma cláusula bem redigida que pagará as contas no final do mês. Mas é ela que decide se, nesse dia, o jogador tem nas mãos um direito que se faz valer ou apenas uma promessa que se desfez. É isso que um bom contrato faz, e não é pouco: reduz a opacidade, tira poder à ambiguidade e transforma a palavra dada numa obrigação exigível. Fala-se muito de talento e de sorte. Nos contratos, o que decide é a preparação, feita a tempo, quando ainda há espaço para duvidar, perguntar e negociar.
O conselho é simples e pouco romântico: antecipar, ler e perguntar. Procurar, antes da assinatura, quem saiba ler não apenas o que está escrito, mas também o que ficou por escrever. Porque o melhor momento para perguntar «e se correr mal?» é precisamente aquele em que tudo parece estar a correr bem."

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Circati


Apresentação oficial do novo Central do Benfica, poucas horas após os rumores terem aparecido nas redes sociais, completamente de surpresa, depois de semanas e semanas, ouvindo os especialistas das televisões e dos jornais a debitar praticamente todos os defesas-centrais do planeta futebol e a errarem todas as suas previsões!!! Prova provada que o departamento de futebol do Benfica, está a funcionar bem, sem fugas de informação, e que aqueles que vomitam palavras sobre o Benfica diariamente, não sabem nada!!!

Gostei do Circati no Mundial, não vi os jogos no Parma, mas conhecia a 'fama' do sector defensivo, com a minha atenção a focar-se mais no Suzuki, o 'goleiro' japonês!


As informação que recolhei após o rumor sair, deixam-se descansado. Central agressivo, que não se importa de sujar os calções, e forte no jogo aéreo. Passada larga para a sua altura, não me parece que vamos ter problemas com as bolas nas costas... Sendo mais alto, parece-me um jogador na 'linha' do Otamendi, em termos de atitude!

A única dúvida que tenho é a adaptação ao sistema de 2 Centrais, já que jogou sempre em Itália, em sistemas de 3 Centrais! Também desconheço a sua capacidade de colocar bolas longas, algo que o Tomás e o Lenglet fazem bem...

A questão da realização da Taça Asiática em Janeiro, poderá ser um problema, mas com 4 Centrais prontos a jogar a qualquer momento, não será grave!

Em Inglaterra, nas últimas horas continuam a existir rumores, sobre o interesse do Benfica, em outro Central, neste caso um emprestado pelo Chelsea!!! A ser verdade, poderá indicar o interesse no Tomás por parte dum 'grande' Europeu... se calhar o Bayern, com o negócio Palhinha pelo meio! Fisicamente, até poderíamos ficar a ganhar, mas ter dois Centrais que sabem jogar com os pés, dá uma dimensão diferente a esta equipa...

Antevisão...

Treino...

BI: Antevisão - Aarhus

Os Gloriosos Benfiquistas - É para cima deles - S02E07 - Aarhus

O Cantinho Benfiquista #234 - Fé no Mister!

Marco Silva não teve cuidado (e ainda bem)


"Um elogio à conferência de imprensa do treinador do Benfica em Rio Maior e uma reflexão sobre as ideias assumidas pelo próprio, o que ajuda sempre a compreender melhor as opções

Marco Silva ainda brincou, no rescaldo da goleada ao Casa Pia, ao dizer que precisava ter cuidado com o que dizia, mas a conferência de imprensa de anteontem foi a prova de que vale a pena ter uma comunicação «honesta e aberta».
É verdade que fica sempre mais fácil falar depois de uma goleada por 7-0, mas o treinador do Benfica não muda propriamente o discurso consoante o resultado. Claro que nem tudo se diz publicamente, e que a seguir a uma escorregadela há menos vontade de falar, mas é de louvar que Marco Silva — que também não está imune a dias menos felizes — tenha estado 20 minutos a dissertar abertamente sobre as ideias que tem para a equipa. E não foi apenas para explicar a reação ao lance em que Lukebakio adormeceu em posição irregular, no flanco direito, ou admitir que também «não estaria com boa cara» se tivesse perdido a titularidade como Trubin.
Marco não escondeu que o zero do Casa Pia no marcador foi tão ou mais importante do que o sete do Benfica. Está à vista de todos que a equipa, ao dia de hoje, dá mais garantias ofensiva do que defensivamente. A responsabilidade é coletiva, mas é indiscutível que a qualidade e quantidade de opções é mais limitada à retaguarda. «Temos de trabalhar sem bola, os alas andarem para a frente e para a trás», disse o técnico, que vê melhorias na reação à perda de bola mas sabe que é no ataque que está mais descansado, como comprovou o jogo de Rio Maior.
É preciso ver, em todo o caso, até onde vai o voto de confiança em Sudakov. Marco não esconde que é o jogador com o perfil mais próximo daquilo que pretende para o terceiro médio, e que a equipa até o tem servido nas costas da linha média, mas depois falta criatividade e decisão ao ucraniano, como se viu naquele penálti em andamento com o Casa Pia, para o qual André Gomes não devia ter defesa possível. Rafa e Prestianni são vistos pelo técnico como aceleradores, embora o argentino seja descrito como «o mais versátil» dos desequilibradores. Tem sido o melhor, a par de Pavlidis, mas talvez seja preciso tirar proveito dessa versatilidade para abrir espaço a Schjelderup, mais merecedor dessa oportunidade do que propriamente Lukebakio, tendo em conta o rendimento da época passada.
O tempo ajustará os planos iniciais de Marco Silva, sem esquecer que o mercado de transferências está aberto até 4 de setembro. Para já o treinador do Benfica não está a ter cuidado nas conferências. Ainda bem."

Marco Silva e Lukebakio


"Marco Silva é um treinador habitualmente tranquilo na área técnica e as sete expulsões que regista, por protestos com as equipas de arbitragem, em 560 jogos oficiais, atestam-no. Nas conversas com os jogadores, o ex-técnico do Fulham prima pela sobriedade, registo que mantém nas conferências de Imprensa pós-jogo, nas quais por norma não se lhe conhece nenhuma opção pela realidade virtual, preferida por muitos dos seus colegas nos dias em que as coisas não correm bem.
Mas, como não há regra sem exceção, na partida com o Casa Pia, estava já o resultado em 7-0, Marco teve aquilo que na gíria se chama um passanço com Dodi Lukebakio. O internacional belga tinha entrado aos 78 minutos e 120 segundos volvidos foi apanhado em fora de jogo, após passe de Richard Ríos.
Marco Silva não gostou e teve direito a uma detalhada cobertura televisiva, enquanto expressava a sua frustração. Mas haveria razão para tanta azia com Lukebakio, responsável por um dos cinco foras de jogo dos encarnados na partida de Rio Maior?
O que terá desagradado sobremaneira a Marco Silva foi a forma desligada como o belga entrou em campo, e esse lance, do minuto 80 é a tradução perfeita dessa displicência. Lukebakio estava encostado à linha lateral do lado direito, a dois palmos do árbitro assistente, e tinha visão perfeita quanto ao posicionamento de todos os defensores dos gansos. Percebeu que Ríos, que estava sem oposição, ia endossar-lhe o esférico, mas nem mesmo assim cuidou de se manter on side, um erro de principiante só explicável pela falta de concentração. E isso desagradou a um treinador que já se viu que não quer períodos mortos, exigindo aos seus jogadores que se mantenham ligados a 100 por cento ao jogo.
Não sei se o internacional belga, autor do golo do empate em Edimburgo, vai ser emprestado ao Besiktas; se, por ter jogado (já com compensação) apenas 14 minutos contra o Casa Pia, será primeira opção contra o Aarhus, na quinta-feira; e também não imagino o que treinador do Benfica espera dele para o resto da época. Sei, isso sim, que numa noite de tranquilidade quanto ao resultado e de uma exibição muito bem conseguida, Dodi Lukebakio conseguiu levar Marco Silva aos arames."

Vender ou ter de vender?


"Um clube forte não é necessariamente aquele que não vende. É aquele que consegue escolher quando vende, quem vende e em que condições vende. Pensar o futebol é o espaço de opinião de Carlos Carneiro, dirigente desportivo

Durante muitos anos, o futebol português aprendeu a fazer muito com menos recursos do que os seus principais concorrentes. Formámos jogadores, desenvolvemos treinadores, descobrimos talento antes dos outros e construímos equipas capazes de competir internacionalmente com organizações de dimensão económica muito superior. Essa capacidade tornou-se parte da nossa identidade e uma das maiores forças do futebol português.
Mas o futebol mudou. As diferenças económicas aumentaram, os grandes mercados cresceram e a capacidade financeira tornou-se cada vez mais determinante. Perante esta realidade, há uma discussão que devemos fazer sem preconceitos: o futebol português precisa de mais investimento externo para continuar a crescer e competir?
E esta necessidade não diz respeito apenas aos clubes de média dimensão ou àqueles que enfrentam maiores dificuldades financeiras. Também os grandes clubes portugueses terão provavelmente de encontrar novas formas de capitalização se quiserem manter, de forma sustentada, a capacidade de competir com a elite europeia.
Portugal continuará a ter uma vantagem importante: sabemos formar e valorizar talento. O nosso modelo tem produzido jogadores para os melhores campeonatos do mundo e gerado receitas muito relevantes através das transferências. Não devemos abandonar aquilo que fazemos bem. Devemos fazê-lo cada vez melhor.
Mas existe uma diferença fundamental: vender talento faz parte do modelo português. Ter de vender talento é diferente.
Um clube forte não é necessariamente aquele que não vende. É aquele que consegue escolher quando vende, quem vende e em que condições vende. A verdadeira autonomia não está em recusar o mercado, mas em não depender permanentemente dele para equilibrar a sua atividade.
Quando uma venda resulta de uma decisão estratégica, o clube controla o processo. Pode avaliar o momento desportivo, o potencial de valorização, a capacidade de substituição e a proposta recebida. Quando a venda é uma necessidade financeira, essa margem de decisão diminui.
Construir uma equipa competitiva exige qualidade, mas também continuidade. Se os melhores jogadores permanecem pouco tempo, os treinadores são obrigados a reconstruir constantemente processos e dinâmicas. Portugal tem demonstrado enorme capacidade para encontrar substitutos, mas existe um valor competitivo associado ao tempo que nenhum mercado consegue substituir.
É aqui que o investimento externo pode assumir uma importância estratégica.
Não para impedir os clubes portugueses de venderem, nem para alterar a nossa capacidade de desenvolver jogadores. Mas para permitir que vendam por estratégia e não por obrigação. Para que um jogador possa permanecer mais uma época quando fizer sentido, para que uma proposta possa ser recusada quando não corresponde ao valor pretendido e para que a construção da equipa não esteja sempre condicionada pela necessidade do próximo mercado.
Nos grandes clubes portugueses esta discussão ganha particular relevância.
Benfica, FC Porto e Sporting possuem história, dimensão, marcas internacionais, milhões de adeptos e uma reconhecida capacidade de gerar talento. Mas nas competições europeias enfrentam organizações inseridas em realidades económicas profundamente diferentes, com receitas televisivas e comerciais muito superiores e uma capacidade de investimento difícil de acompanhar. E esse é um desafio que não podemos continuar a adiar.
Discutir novas formas de capitalização não significa diminuir os nossos clubes. Pode significar precisamente aumentar a sua capacidade competitiva.
Nos restantes clubes profissionais, o investimento poderá ter um impacto ainda mais estrutural. Muitos necessitam de melhorar centros de treino, academias, scouting, áreas médicas, tecnologia e recursos humanos. Sem capital, algumas dessas transformações serão inevitavelmente mais lentas.
Mas há uma distinção essencial: investir não é simplesmente financiar.
Colocar dinheiro num clube para contratar jogadores pode melhorar uma equipa durante uma época. Construir uma academia, melhorar um centro de treino, profissionalizar departamentos, desenvolver novas receitas ou introduzir conhecimento e tecnologia pode melhorar um clube durante muitos anos.
Por isso, a pergunta não pode ser apenas quanto está disposto a investir. Devemos perguntar qual é o projeto, qual o horizonte temporal, que conhecimento traz, onde pretende investir e que clube existirá cinco ou dez anos depois.
Existe ainda uma dimensão que nunca poderá ser ignorada: a identidade.
Um clube de futebol não é uma empresa como qualquer outra. Representa uma cidade, uma região, famílias e gerações de adeptos. Carrega símbolos, memórias e sentimentos que nenhum balanço financeiro consegue quantificar.
Quem investe num clube não adquire apenas uma participação numa sociedade. Assume responsabilidade sobre uma instituição que existia antes de chegar e que deverá continuar depois de partir.
É possível internacionalizar uma estrutura acionista sem internacionalizar a alma de um clube. Capital externo, acompanhado por regras claras, boa governação e respeito pela história das instituições, pode coexistir com a preservação daquilo que torna cada clube único.
Portugal também não deve esperar que os investidores apareçam apenas quando os clubes precisam urgentemente de dinheiro. Deve criar condições para atrair capital quando existe capacidade de escolher.
Há uma enorme diferença entre procurar investimento por necessidade e escolher investimento por estratégia.
Capital sério procura projetos credíveis, organizações transparentes, estabilidade regulamentar, informação financeira clara e boa governação. Quanto melhor organizarmos o futebol português, melhores investidores poderemos atrair.
A discussão não deve, portanto, ser simplesmente entre aceitar ou rejeitar investidores. Deve ser sobre que capital queremos, com que regras e para cumprir que objetivos.
O investimento externo pode ser uma das ferramentas para acelerar esse crescimento, desde que seja utilizado para fortalecer os clubes e não apenas as equipas.
O objetivo não pode ser simplesmente ter mais dinheiro para gastar. Deve ser construir organizações mais fortes, criar património, aumentar receitas, melhorar infraestruturas, reter talento e dar aos decisores maior liberdade para escolher.
Porque vender continuará a fazer parte do futebol português. E ainda bem que assim é. Desenvolver jogadores e colocá-los nos melhores campeonatos do mundo é também uma demonstração da qualidade do nosso trabalho.
O que devemos procurar é outra coisa: deixar de vender porque temos de vender e passar, cada vez mais, a vender porque decidimos que é o momento certo.
Talvez seja essa uma das maiores diferenças entre sobreviver no mercado e ter força para competir nele.
E talvez seja também por aí que deva começar a discussão sobre o próximo passo do futebol português."

SportTV: Mercados - Quem ainda falta entrar?

Zero: Mercado - Procura por avançado complica-se no Dragão

BF: Aursnes...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Rodrigo Mora em Roma: bom ou mau negócio?

Observador: E o Campeão é... - SLB reforça a defesa e Porto vende Mora

Observador: Três Toques - Selecionador KO após discussão entre a mulher... e a ex

Terceiro Anel: DRS #59 - ACABARAM-SE AS FÉRIAS & ZANDVOORT GP!! 🏎️🏁

Sem "Piadade"


"No primeiro jogo em que lhe foi permitido ter público e contra um adversário que tem sido difícil de ultrapassar, o Benfica não desperdiçou uma segunda oportunidade para causar uma boa impressão na Liga e amealhou com estilo a primeira vitória fora de casa, depois da derrota na Suíça e do empate na Escócia.
Mostrando um poder atacante que já tinha aparecido nos jogos anteriores, mas sem a consistência e o acerto deste jogo, e com Pavlidis, Prestianni e Rafa em grande, ao contrário do que aconteceu em jogos anteriores, o Benfica arrancou uma segunda parte ainda melhor que a primeira e provou que os índices físicos de uma pré-temporada mais uma vez atípica estão a normalizar e a afastar os fantasmas que já pairavam. Foi sem "piadade" que, durante 70 minutos, fustigou um adversário que agora vão apelidar de fraco, mas é importante lembrar que jogadores previsivelmente titulares, como Aursnes, Schjelderup ou Rios, ou não jogaram ou partiram do banco, e isto sem falar dos reforços que estarão para chegar. Por falar em banco, nele sentaram-se quatro jovens de 18 anos, que há um ano jogavam nos juniores e hoje são alternativas na equipa principal, e Durán, que, contrariando algumas vozes que anunciavam o caos, entrou feliz, marcou um grande golo, esteve sempre ligado ao jogo e até acabou a proteger um colega de uma falta escusada de um jogador do Casa Pia, que conseguiu ser expulso no último lance do jogo.
Agora é preparar a semana europeia, sem euforias, mas com confiança, e garantir a entrada na Liga Europa, "normalizando" uma temporada que se iniciou cedo demais. Só faltará o fim do mercado para que, com a tranquilidade possível num clube como o Benfica, Marco Silva possa preparar uma época que, como aqui escrevi há uma semana, terá muitos e difíceis obstáculos."

Não é muito complicado!!!

Somas vermelhas!!!

Cegueira selectiva...

Coincidência seguramente...

Bombástico!

Contas de sumir !!!

Eureka!

3x4x3


Segunda Bola


Pre-Bet Show #188 - OS TRÊS GRANDES JÁ MOSTRAM AO QUE VÊM 👀

Possessivo: Casa Pia...

DAZN: The Premier Pub - A espera terminou: a Premier League está de volta!

Prata da Casa #64 - Ouves ou Não Ouves?, Onde Anda Daniel Alves?, A Pirâmide do Melo

Sem Filtros #57 - Tomás Ribeiro

SportTV: Best of Vamos à Bola !!!

Do treino à leitura do jogo: a importância da cognição no futebol


"A gestão da carga cognitiva é o próximo passo na periodização de treino, especialmente agora que sabemos que a fadiga mental afeta diretamente a tomada de decisão e o tempo de reação.
A cognição não é mais considerada um fator extra, antes pelo contrário. É um fio condutor que está presente em todo o processo. É por isso que Bernardo Silva e Pep Guardiola foram os melhores amigos durante 9 anos. Trabalharam juntos no Manchester City desde a chegada do médio português no verão de 2017 até à saída de ambos no final da época 2025/2026. Quando Bernardo Silva confirmou a sua saída oficialmente, o treinador não poupou elogios ao internacional português: «Gostaria de agradecer, em nome deste clube, por tudo o que Bernardo fez. Ele provou que o futebol começa na cabeça e termina nos pés», afirmou Guardiola. Para o técnico, a maior qualidade de Bernardo não estava na sua velocidade, mas na capacidade de interpretar o jogo e de ter a decisão certa em cada momento.
Temos o hábito de periodizar rigorosamente a carga física ao longo das semanas competitivas, ao planear força, velocidade, trabalho tático e recuperação de acordo com as exigências de cada dia. Então, porque não aplicar os mesmos princípios à carga cognitiva?
São questões como esta que surgem em contexto académico e que, posteriormente, procuramos transformar em valor no plano prático. Nem todos os dias devemos exigir o mesmo nível de atenção, tomada de decisão, perceção e velocidade de reação.
No dia seguinte ao jogo, a prioridade terá de ser sempre a recuperação. Depois do jogo, também o cérebro precisa de recuperar. Por isso, se houver algum estímulo cognitivo, deve ser simples, curto e, idealmente, divertido, sem acrescentar fadiga. Nem sempre fazer mais significa treinar melhor.
No dia subsequente, pode começar-se a aumentar progressivamente a exigência.
É um bom momento para trabalhar a perceção visual, a velocidade de decisão, a reação e a agilidade. O objetivo é voltar a dar vários estímulos e preparar o corpo para as exigências do treino. Nos outros dias (ou dia) antes do próximo jogo, pode-se aumentar a complexidade e, sobretudo, integrar a cognição no próprio futebol. Um passe, uma receção, um sprint ou uma finalização não são apenas ações técnicas. Por isso, em vez de treinar estas ações de forma isolada, podem acrescentar-se estímulos e decisões que aproximem o exercício às exigências do jogo.
Mesmo no treino de força, podem ser estimuladas algumas capacidades cognitivas entre séries, como a atenção, a memória de trabalho ou o controlo inibitório, sem retirar o foco do objetivo principal da sessão de trabalho.
No dia de jogo, a necessidade de estímulo cognitivo pode variar de jogador para jogador. Alguns podem beneficiar de uma breve ativação antes do jogo, enquanto outros podem não precisar de qualquer estímulo adicional. A individualização é fundamental. Nesse momento, a exigência pode assumir outra forma. Como existe maior acumulação de fadiga, pode procurar-se que os jogadores mantenham a qualidade das decisões mesmo quando estão cansados. Afinal, o futebol não é jogado com o corpo e o cérebro sempre frescos.
No fundo, o objetivo não passa por simplesmente acrescentar um tipo de treino cognitivo ao futebol. Deve tornar-se o próprio treino mais rico cognitivamente, aproximando-o das exigências reais do jogo e preparando jogadores capazes de tomar boas decisões sob pressão.
Para além deste tipo de abordagem, o treino visual também tem feito parte da semana dos desportistas de alta competição. O desempenho visual é indissociável da cognição, da antecipação, da tomada de decisão e do movimento sob pressão.
O verdadeiro objetivo não é simplesmente melhorar a acuidade visual, mas ajudar os atletas a captar, processar e utilizar a informação de forma mais eficaz num ambiente dinâmico. É por isso que o treino deve integrar desafios visuais com movimento, reação, equilíbrio, coordenação e tomada de decisão, em vez de tratar a visão como uma competência isolada.
As competências visuais que mais se destacam são a coordenação olho-membro, a acuidade visual estática e dinâmica, a visão periférica, a capacidade de focagem espacial e a perceção da velocidade e distância de pessoas e objetos, como a bola.
Por outro lado, a capacidade de perceber a profundidade através da integração da informação proveniente dos dois olhos é uma função particularmente relevante em modalidades nas quais o atleta tem de avaliar rapidamente distâncias, trajetórias e relações espaciais entre si, a bola, os colegas e os adversários. No futebol, a exigência visual é especialmente complexa. No entanto, ainda não está completamente esclarecido se os atletas de elite desenvolvem melhores capacidades visuais através da prática ou se, por outro lado, determinadas capacidades visuais favorecem a aquisição de maior competência desportiva.
Depois de ser trabalhado a componente cognitiva e visual, a inteligência espacial também surge como uma capacidade fundamental no futebol. É a capacidade de perceber onde o jogador está em campo, onde estão os colegas e adversários e como o espaço está a mudar. No jogo, esta informação permite ao jogador antecipar movimentos, encontrar espaços e ajustar a sua posição antes mesmo de receber a bola. O cérebro cria uma espécie de mapa mental do campo, que é atualizado constantemente à medida que o jogo acontece. Por isso, exercícios que estimulem a perceção do espaço, a orientação corporal e a tomada de decisão podem ajudar a desenvolver esta capacidade, sendo preciso compreender o espaço para antecipar o que vai acontecer.
O desempenho de elite não é construído apenas através do talento. É construído através dos ambientes que permitem ao talento desenvolver-se."

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Lixívia - 2 ---- (26/27)


Tabela Anti-Lixívia
Sporting...... 4 (-2) = 6
Corruptos.....6 (0) = 6
Benfica......... 4 (0) = 4
Braga.1 (0) = 1 (-1 jogo)

Mesmo sem influência 'provada' nos resultados, mais uma jornada, com arbitragens tortas!!!

Os Lagartos voltaram a tremer, mas desta vez, lá conseguiram ganhar! Num jogo sem grandes casos, apesar da marcação de 21 faltas ao Guimarães, contra as 11 do Sporting!
Destaque para a nomeação deste palhaço da AF Porto, que ainda na semana passada, esteve na Luz, no Benfica-Académico!!! Duas nomeações consecutivas para jogos com os 'grandes', indica que este ladrão esta época, está na rampa de lançamento das grandes andanças!!!

Em Vila do Conde, contra um adversário que na segunda jornada, já teve um jogador castigado, vitória 'tranquila', com um golo de bola parada a desbloquear e depois um segundo golo, perto do fim...
No 1.º golo, se tivesse sido com o Benfica, o golo teria sido anulado! O Paulo Rosário, faz obstrução sobre o guarda-redes, inclusive desloca-se exactamente para tapar a linha de corrida do guarda-redes do Rio Ave... As imagens não são totalmente esclarecedoras, o VAR não tinha provas para anular, mas o árbitro de campo, em condições normais teria apitado, ainda com a bola no ar!!!
Os Corruptos, arriscam-se a ser o Arsenal no Tugão nas bolas paradas, já o ano passado, fartaram-se de marcar golos com bloqueios ilegais, e já defendiam constantemente com agarrões... Tal como aconteceu neste jogo: numa bola parada a favor dos Corruptos, um vilacondense, foi agarrado por um defesa dos Corruptos, e empurrado pelo outro e mesmo assim conseguiu cabecear a bola ao lado... Penalty claro que ficou por marcar...
Pelo meio, uma agressão do Gul ao David Nascimento, esticando o braço, e atingindo o adversário. Não acertou em cheio, mas acertou pelo menos com as 'unhas' deixando o ex-Benfica a sangrar!!! Nem sequer foi assinalada falta! A VAR tinha que intervir...

Nota para um dos factores completamente controlados pelos Corruptos: dois jogos, 180 minutos, 24 faltas assinaladas, muitas outras não assinaladas, simulações a rodos, pelo menos uma tentativa de agressão, e 0, repito 0, Cartões!!! Deve ser recorde!!!

Em Rio Maior, o regresso do Pinheiro. Um dos apitadores mais incompetente da história dos Mundiais!
Enquanto o jogo esteve aberto, deixou os casapianos dar toda a porrada que desejaram!!! Vários Amarelos perdoados na 1.ª parte, e na entrada sobre o Sudakov, até podia ter sido Vermelho direto...
Na parte final, lá começou a mostrar alguns Amarelos, em agressões sem bola... e no último foi obrigado mesmo a mostrar um 2.º Amarelo, em mais uma agressão!
Ficaram ainda dois penalty's por marcar:
- Sobre o Bah é claro, drible, com mudança de direção, e o defesa, mete o braço para impedir a progressão... A ideia de que houve agarrões mútuos, ou o Bah provocou o contacto, é ridículo, só mesmo quem nunca jogou à bola, pode pensar em tal coisa...
- Sobre o Schjelderup. que também, faz uma mudança de direção, num drible, travando a marcha ligeiramente, e o defesa que vinha por trás, acaba por empurrar nas costas o Schjelderup, falta clara, e como foi dentro da área, seria penalty...

 
O jogo do Braga foi adiado, devido a um surto de gastroenterites no plantel do Braga. Não sou contra, mas durante o Covid, o Benfica foi afectado a certa altura por um surto de casos positivos no plantel, mais de 30 casos incluindo a equipa técnica, e nenhum jogo foi adiado!!!


Anexos (I):
Benfica
1.ª-Académico(c), E(2-2), D.R. Silva(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
2.ª-Casa Pia(f), V(0-7), Pinheiro(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, (0-9), Sem influência

Sporting
1.ª-Estrela(f), E(2-2), J. Gonçalves(Martins, Cátia T.), Prejudicados, (2-3), (-2 pontos)
2.ª-Guimarães(c), V(3-2), D. R. Silva(M. Oliveira, I. Pereira), Nada a assinalar

Corruptos
1.ª-Alverca(c), V(2-0), Godinho(Esteves, Catarina C.), Nada a assinalar
2.ª-Rio Ave(f), V(0-2), Fonseca(Cláudia R., A. Campos), Beneficiados, (1-2), Impossível contabilizar

Braga
1.ª-Moreirense(f), E(2-2), Bessa(Vasilica, P. Eiras), Nada a assinalar
(adiado)

Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
0/0

Sporting
0/0

Corruptos
2/0

Braga
0/0

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade)
Castigados (Favor - Contra):
Benfica
1/0
Minutos:
1 - 0 = +1

Castigados:
0 - 0

Sporting
0/0
Minutos:
0 - 0 = 0

Castigados:
1 - 1

Corruptos
0/0
Minutos:
0 - 0 = 0

Castigados:
0

Braga
0/0
Minutos:
0 - 0 = 0

Castigados:
0-0

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Média Faltas/Amarelos - Favor/Contra
Benfica
2(2) / 26 - 24 / 6(2)
Média: 13 / 4

Sporting
6(2) / 26 - 35 / 6(3)
Média: 4,3 / 5,8

Corruptos
0(0) / 24 - 11 / 4(3)
Média: 24 / 2,75

Braga
2(1) / 21 - 16 / 4(1)
Média: 10,5 / 4

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica


Sporting
J. Gonçalves - -2
Martins - -2

Corruptos


Braga


Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
D. R. Silva - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)

Sporting
J. Gonçalves - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)

Corruptos
Godinho - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (0/1)

Braga
Bessa - 1 (0/1)

Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
Mota - 1 (1/0)
Rui Costa - 1 (0/1)

Sporting
Martins - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)

Corruptos
Esteves - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)

Braga
Vasilica - 1 (0/1)

Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
P. Miranda - 1
T. Leandro - 1

Sporting
Cátia T. - 1
I. Pereira - 1

Corruptos
Catarina C. - 1
A. Campos - 1

Braga
Eiras - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Pinheiro - 1
Rui Costa - 1

Sporting
J. Gonçalves - 1
Martins - 1

Corruptos
Fonseca - 1
Cláudia R. - 1

Braga
Bessa - 1
Vasilica - 1


Anexos(iX):
Jornadas anteriores:

Anexos(X):
Épocas anteriores: