Últimas indefectivações

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Antevisão...

Terceiro Anel: React - Antevisão - Marco Silva - Gil Vicente

Goleada 'tardia' !!!

Benfica 6 - 0 Pafos
Ferreirinha(2), Kiko Silva(3), Pastel


Não é todos os dias, que um  0-0 ao intervalo, acaba com um 6-0, sem expulsões pelo meio!!!
Muito superiores, o 0-0 ao intervalo foi um acidente, com o guarda-redes Cipriota a defender tudo... com a entrada do Ferreirinha, tudo mudou, o puto tem muito potencial... pessoalmente, o ponta-de-lança com mais hipóteses de chegar à equipa principal na formação!

Deslocação a Chipre para cumprir calendário para a semana!

Um dos melhores plantéis dos últimos anos, nesta competição, e o Banjaqui e o Anísio podiam estar aqui!!! Temos tudo para chegar à Final 4 !!!

Derrota em Londres...

Arsenal 3 - 0 Benfica


Já sabíamos que ia ser muito complicado, mas o Benfica podia ter feito mais... jogámos demasiado recuados, e quase nunca conseguimos fugir à pressão alta das adversárias! Independentemente da desvantagem física, a Moller fez um mau jogo... e a Nycole fez falta!!!

Mal menor...!!!

Benfica 4 - 4 Kyiv

Jogo estanho, muito estranho, com o Benfica a sofrer um auto-golo e depois após uma série de erros, mesmo com mais bola e dominando, ficámos com 1-4 no marcador, já na 2.ª parte, e tudo parecia impossível... Sem o Pany e o Arthur castigados, além do Anderson e do Tchuda, o plantel estava curto! Mas os putos não desistiram e já com o 5x4 conseguimos empatar e ainda tivemos hipóteses de concretizar a reviravolta!

O empate é um mal menor, que deixa para 'hoje', contra os El Pozo, a decisão do 1.º lugar do grupo, nas nossas mãos! A qualificação nunca estaria em perigo, pois das quatro equipas, três passam, mas com a 'Sorte' que normalmente temos nos Sorteios, não ficar em 1.º lugar será sempre mais 'perigoso'!!!

Derrota na Suíça...

Geneve 93 - 90 Benfica
28-33, 22-22, 19-14, 24-21

Com as vitórias nas primeiras jornadas, ficámos com uma borla para dar, e hoje acabámos por perder essa 'tolerância', a partir daqui, qualquer desaire (excepto na Turquia), será fatal... e teremos que vencer os Dinamarqueses na Luz!

Até não começamos mal, mas voltámos a estar muito mal nos Triplos... na 2.ª parte os adversários aumentaram a agressividade, os árbitros super-caseiros permitiram tudo, e o Benfica não teve cabeça na recta final... Dominar nos ressaltos e perder o jogo desta forma, é estranho!

Não percebi a utilização do Okeke!

Zero: Canto - Taça da Liga e a "velha" questão: protesto ou para ganhar?

Comunicado


"A indignação manifestada pelo Sport Lisboa e Benfica no final do jogo do Santa Clara por causa da expulsão de Jhon Durán vem a confirmar-se por inteiro dada a justificação apresentada pelo árbitro Cláudio Pereira.
No relatório, entretanto tornado público pela comunicação social, o árbitro afirma que Durán foi provocado e respondeu com palavras impercetíveis, concluindo Cláudio Pereira que essas palavras ajudaram a propagar o conflito generalizado.
Como pode o árbitro atribuir esse efeito a palavras que declara não ter percebido? E como pode sustentar essa versão quando as imagens não mostram qualquer agressividade ou gesto provocatório por parte do jogador do Benfica?
Estamos perante mais um episódio de extraordinária criatividade arbitral, que exige uma investigação rigorosa. Depois do caso de Gustavo Correia, em Famalicão, no qual foi demonstrado que o relatório não correspondia aos factos – e o árbitro mentira deliberadamente –, o Benfica não aceitará que um novo relato manifestamente contrariado pela realidade seja tratado com complacência. Esta nova falsidade tem de ser apurada e sancionada com a gravidade que merece.
O Sport Lisboa e Benfica exige que o Conselho de Disciplina analise este caso com rigor e não volte a assobiar para o lado, sancionando esta conduta injustificável. Exige também que o Conselho de Arbitragem não transforme a repetição de erros graves em prémio através de sucessivas nomeações para jogos da Primeira Liga, como tem acontecido com Gustavo Correia.
A mentira em prejuízo do Benfica não pode continuar a ser um fator de impunidade – nem de promoção – no futebol português."

Confirmação

Quando a realidade ultrapassa a ficção !!!

O futebol português é um poço sem fundo de canalhices e batota

Indesmentível...

O homem do apito resolve!!!

Decidam-se!!!

Prata da Casa #74 - Mete o Pissanov, Instagram de Celebridades, Pitch Invaders

A Bola é Minha, Eu é que sei! - S04E11 - Despedir Já o Rui Borges? Já vem tarde?

O Livro Direto #8 - Varandas é o principal culpado?!

A Vénia - S02E03 - Benfica déroule : jusqu’où cette équipe peut-elle aller ?

Rola Bola - S03E08 - Quiz (O Campeão voltou, Mas será que ganhou?)

BF: Mercado...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - A segurança do desporto em Portugal

Observador: E o Campeão é... - A Taça da Liga virou “Taça Xanax”

Observador: Três Toques - Mbappé faz piada com Mao Tsetung e revolta a China

Chiringuito Futsal #4 - O BRAGA É MESMO O 3º GRANDE DO FUTSAL PORTUGUÊS?

WonderKid: The BEST Hidden Wonderkid in EVERY Position! 💎🔥

SportTV: Vamos à Bola - U. Leiria...

Zero: Reportagem - Ferroviários...

Bola de Ouro: qual é a lógica disto?


"A France Football até pode escrever trinta textos para trinta vencedores diferentes, ninguém vai estranhar

Na tarde da gala, o site oficial Bola de Ouro publicou, por engano, três textos a felicitar três vencedores diferentes: Lamine Yamal, Harry Kane e Mbappé.
Perante o burburinho na sala, a organização apressou-se a explicar que não havia batota, era tudo perfeitamente normal: os textos estavam preparados para cobrir os três possíveis vencedores. O que, parecendo que não, se revelou o momento mais transparente da noite.
E é precisamente aí que interessa chegar.
A France Football, no fundo, teve o bom senso de assumir que era capaz de encontrar um conjunto de argumentos para justificar qualquer vencedor. É como Groucho Marx: tem estes princípios, mas se não gostarem, ele arranja outros.
Finalmente fez-se luz, portanto.
É que estava difícil encontrar uma lógica naquela classificação final. Senão, pensem comigo.
Disseram-nos que os portugueses foram prejudicados pelo mau Mundial da Seleção. Vá, aceitemos a regra. Mas se o Mundial pesa tanto, porque é que Lamine Yamal, campeão do mundo, ficou atrás de dois jogadores que não chegaram à final? E como é que Kvaratskhelia foi o melhor jogador do PSG, se nem sequer esteve no Mundial?
Não, calma, o primeiro critério afinal é o rendimento individual: é isso que diz o regulamento da Bola de Ouro.
Então porque é que Fabián Ruiz ficou à frente de Vitinha? Aliás, que explicação pode haver para o patrão de todo o futebol do PSG bicampeão europeu não passar do 14.º lugar? E como é que Cucurella ficou à frente de Nuno Mendes? Já agora, e Bruno Fernandes, eleito o melhor da Premier League e recordista de assistências, não merecia mais do que a 27.ª posição? Quer dizer, o homem fez 21 assistências, será que o júri não viu nenhuma? Ou acha que o rendimento individual podia ter sido melhor? Ao nível, porventura, de um Upamecano?
A verdade é que cada resultado, sozinho, até pode ter uma explicação razoável. Por experiência já sabemos que a France Football arranja argumentos para qualquer um.
Harry Kane ganhou pelos golos. Lamine Yamal perdeu apesar dos títulos de campeão de Espanha e do Mundo. Mbappé ficou no meio sem precisar de nenhum dos dois.
O problema aparece no fim, quando se tenta juntar tudo numa única lógica. Aí damos de caras com a falta de coerência e percebemos que não vale a pena tentar mais. A Bola de Ouro não distingue o melhor do mundo: distingue o mais votado. É no fundo uma espécie de Festival da Eurovisão, mas de smoking. E com um ar menos absurdo, vá."

Os três grandes querem um futebol maior ou apenas ser maiores?


"O futebol português tem três clubes de enorme dimensão, com uma história que merece respeito, milhões de adeptos e uma capacidade de mobilização que ultrapassa fronteiras. Benfica, FC Porto e Sporting são referências incontornáveis do nosso desporto e protagonistas da sua afirmação internacional. Mas talvez tenha chegado o momento de colocar uma pergunta: estarão empenhados em construir um futebol português mais forte ou demasiado concentrados em garantir que continuam a ser os mais fortes dentro dele?
Defender os interesses de um clube é uma obrigação dos seus dirigentes. Mas compreender que esses interesses dependem também da qualidade, da competitividade e da sustentabilidade do futebol onde compete deveria ser uma responsabilidade estratégica.
Durante demasiado tempo, habituámo-nos a discutir o futebol português a partir das rivalidades, das disputas de influência e das vantagens imediatas. Falamos de quem ganha, de quem perde e de quem consegue impor a sua posição. Falamos bastante menos sobre aquilo que estamos a construir em conjunto. Talvez resida aí uma das nossas maiores fragilidades estruturais.
O futebol não é apenas uma competição entre clubes. É um ecossistema de interesses interdependentes.
Nenhum clube, por maior que seja, consegue criar sozinho uma competição valorizada. Precisa de adversários competitivos, estádios com público, organizações credíveis, estabilidade financeira, talento e um produto desportivo capaz de despertar interesse dentro e fora do país.
Os clubes são adversários dentro das quatro linhas, mas também parceiros na construção do espetáculo que procuram valorizar. Esta realidade, aparentemente simples, nem sempre encontra tradução nas decisões estratégicas do nosso futebol.
Um campeonato forte não se constrói apenas com três candidatos ao título. Constrói-se com clubes capazes de competir, investir com responsabilidade, desenvolver jogadores e oferecer contextos desportivos exigentes ao longo de toda a época. A competitividade não é um obstáculo ao crescimento dos grandes. É uma condição para que esse crescimento seja sustentável.
Não se trata de pedir aos clubes de maior dimensão que renunciem à sua ambição. Trata-se de reconhecer que a liderança também se exerce através da capacidade de promover consensos em matérias que ultrapassam os interesses particulares.
A valorização dos direitos audiovisuais, a organização dos calendários, a internacionalização das competições, a sustentabilidade financeira, a formação e a melhoria das infraestruturas deveriam integrar uma agenda estratégica capaz de aproximar instituições que, desportivamente, continuarão sempre a ser rivais.
Naturalmente, não podemos atribuir toda a responsabilidade aos três grandes. Seria uma análise redutora e injusta.
A Liga, a Federação e os restantes clubes têm igualmente responsabilidades na definição de prioridades, na qualidade da gestão e na construção de soluções duradouras. Não podemos exigir uma visão coletiva aos mais poderosos e aceitar que os restantes intervenientes se limitem a reclamar melhores condições sem assumirem compromissos de profissionalização, transparência e sustentabilidade.
Um ecossistema saudável exige direitos, mas também obrigações. Exige solidariedade, mas igualmente responsabilidade. Exige liderança, mas também instituições preparadas para a exercer. É nesta capacidade de conciliar interesses diferentes que se distingue uma organização madura de um conjunto de entidades que apenas partilham o mesmo espaço competitivo.
O verdadeiro desafio não é conseguir que todos pensem da mesma forma. É conseguir que todos reconheçam aquilo que têm interesse em construir em conjunto.
A formação é um exemplo evidente desta interdependência. O percurso de um jogador raramente se esgota numa única instituição. Começa muitas vezes em clubes de menor dimensão, desenvolve-se em diferentes contextos competitivos e pode culminar nos principais palcos internacionais. Cada etapa acrescenta valor.
Quando um clube formador perde capacidade de investimento, quando faltam infraestruturas ou quando os escalões competitivos deixam de oferecer condições adequadas ao desenvolvimento, não é apenas essa instituição que fica prejudicada. É toda a cadeia de valorização do talento que se fragiliza.
O mesmo raciocínio aplica-se à sustentabilidade económica. Uma Liga mais atrativa, competitiva e bem organizada poderá aumentar receitas comerciais, captar investimento, valorizar jogadores e reforçar a sua presença internacional. Mas essa ambição exige continuidade estratégica e uma visão que não se altere em função dos resultados de cada jornada. 
O futebol português precisa de deixar de confundir influência com liderança.
Ter influência significa possuir capacidade para defender uma posição. Exercer liderança significa também mobilizar outros em torno de objetivos que produzam benefícios duradouros. Os três grandes, pela sua dimensão, têm condições privilegiadas para assumir esse papel. Não porque lhes pertença a responsabilidade exclusiva pelo futuro, mas porque dificilmente conseguiremos transformações estruturais sem a sua participação ativa.
Importa que essa liderança seja acompanhada por instituições fortes, mecanismos de decisão transparentes e uma cultura de compromisso que sobreviva às mudanças de dirigentes. O nosso futebol não pode depender exclusivamente da boa vontade momentânea de quem ocupa determinados cargos. Precisa de uma estratégia partilhada, com prioridades claras, objetivos mensuráveis e capacidade de execução.
Talvez esteja na altura de substituir parte da energia dedicada às disputas institucionais por uma discussão séria sobre o futebol que queremos construir na próxima década. Que modelo competitivo pretendemos desenvolver? Como aumentar o valor das competições? Que condições oferecer aos clubes formadores? Como atrair investimento responsável e garantir maior estabilidade às organizações?
Estas perguntas não deveriam pertencer a uma direção, a um clube ou a um mandato. Deveriam integrar um compromisso transversal com o futuro do futebol português.
Não precisamos de eliminar rivalidades. Fazem parte da identidade e da riqueza do nosso futebol. Precisamos de distinguir os momentos em que devemos competir daqueles em que temos a obrigação de cooperar.
Porque a verdadeira dimensão de um clube não se mede apenas pelos títulos que conquista, pelas receitas que gera ou pelos adeptos que mobiliza. Mede-se também pela capacidade de contribuir para o desenvolvimento do contexto em que está inserido.
Benfica, FC Porto e Sporting não precisam de ser menos grandes para que os outros possam crescer. Precisam de compreender que a sua própria grandeza pode ser reforçada por um futebol português mais forte.
O futebol português não precisa apenas de clubes cada vez maiores. Precisa de clubes capazes de tornar maior o futebol português."

quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Lixívia ---- 9 (26/27)


Tabela Anti-Lixívia
Benfica.........22 (-1) = 23
Corruptos...27 (+7) = 20
Sporting...... 18 (-1) = 19
Braga...........13 (-2) = 15

Mais uma ronda digna do Tugão, uma Liga que compete orgulhosamente com qualquer outra, pelo título da mais Corrupta do Planeta!!! A vergonha é coisa que não existe no Tugão, nem têm a mínima noção das figuras que fazem!!! Tudo fazem para entregar as encomendas, tudo fazem para inquinar os resultados, e quando não o conseguem, ficam nervosos!!!

Tudo começou em Barcelos, mais um jogo onde os Corruptos, gozaram o prato, faltas constantes, sistemáticas, e premeditadas, sem qualquer freio... Simulações em brada, mais de metade das faltas assinaladas contra o Gil Vicente, não existiram... como é costume em todos os jogos!!! Num dos lances mais absurdos, numa jogada dentro da área dos Corruptos, um jogador do Gil tentou furar no meio de dois defesas, a bola ficou solta, numa série de ressaltos, a dúvida normal até seria perceber se teria havido um potencial penalty, mas o Godinho apita imediatamente falta ofensiva, completamente contra o instinto de qualquer pessoa independente que tenha assistido àquela jogada!!! O medo dum ressalto, ou de um acidental toque, que obrigasse a assinalar penalty contra os Corruptos, o ladrão apita preventivamente, para evitar 'manchar' a sua carreira com uma decisão que 'contra' os patrões!!!

E depois, quando era tempo de garantir a vantagem mínima, uma expulsão absurda, com o VAR a ficar calado!!! Mais uma medalha para o curriculum do Godinho!!!


Na Choupana, mais uma derrota do Braga, num jogo onde o grande caso foi mesmo o golo do Nacional!
A jogada é confusa, mas no final na minha opinião foi bem decidida. É um daqueles Casos onde o fora-de-jogo é subjetivo, porque depende da interpretação dos árbitros, sobre o toque de bola do defesa: foi intencional, ou não... na minha opinião, existe mesmo uma cabeçada intencional, que acaba por ser considerado um passe... portanto, não podia ser fora-de-jogo! Ao contrário da semana passada, onde o Braga beneficiou duma interpretação errada, num lance parecido...

No Alvalixo, jogo com muitos potenciais Casos, principalmente na 1.ª parte, muitos na área do Académico, com os Lagartos, a mergulharem para a piscina, constantemente. Faltaram os Amarelos por simulação...

Mas o 'erro' grande, aconteceu no golo anulado ao Académico, que seria o 0-2 naquela altura: o fiscal assinalou falta num lançamento lateral, suspostamente porque o jogador do Académico, teria um pé totalmente dentro do campo, sem pisar a linha, mas as imagens disponíveis não são claras, aliás, pessoalmente parece-me que o calcanhar do jogador do Académico está mesmo a pisar a linha... Felizmente, acabou por não ter impacto no resultado...

Nota ainda para uma agressão do Maxi Araújo, mais uma, que passou em claro! No lance do penalty revertido bem o VAR...


Chegados a Segunda, nos Açores, mais uma aula de como inclinar um jogo de princípio ao fim!!!
Sim os Centrais do Santa Clara foram Amarelados na 1.ª parte... foram cartões 'obrigatórios' nenhum corrupto poderia os ignorar... mas logo no arranque do 2.º tempo, um desses Centrais deveria ter levado o 2.º Amarelo!!! No final acabou por perdoar uns 3 ou 4 Amarelos aos jogadores da Casa... Dando permissão para dar porrada...

O lance mais grave, foi o penalty não assinalado sobre o Bah. O defesa, levanta o braço e atinge o Bah na cara. A intencionalidade é irrelevante! As desculpas dadas pelos comentadores, são absurdas...
Ainda antes, já o Prestianni também tinha levado uma chapada, sem acção disciplinar! O 'zelo' da expulsão do Lenglet já foi esquecido!!! Ainda na primeira parte o Prestianni foi vitima duma entrada por trás, na zona do tendão de Aquiles, que nem sequer foi falta...!!!

Ainda houve outro lance, sobre o Schjelderup que passou em claro, a falta é evidente, mesmo à frente do focinho do ladrão... a única dúvida é se a falta foi cometida dentro ou fora da área... e ele não marcou nada!!! E a repetição do ângulo que podia esclarecer, não apareceu!!!

Ao intervalo, com o Benfica a jogar abaixo do seu potencial, e em desvantagem, creio que muitos acreditaram que o Benfica ia escorregar! O Benfica construiu a remontada... e isso no fim, deixou muita gente com azia, a começar pelo bando de vagabundos no plantel do Santa Clara, mas o mais aziado foi mesmo o corrupto do apito!!!

Aparentemente, justificou a expulsão do Durán, com 'palavras imperceptíveis'!!! A ser verdade, seria motivo suficiente para uma irradiação...!!! No mínimo! Aparentemente, expulsou o Mário Branco, porque este lhe disse: 'não vamos estragar o jogo, agora'!!!
Esta gente não tem qualquer condição para apitar jogos de futebol profissional... esta gente está completamente condicionada, por terceiros, e pela sua consciência! Confunde o seu clubismo, e a sua vontade de fazer carreira profissional na arbitragem, com a obsessão de agradar ao patrão, nem que lhes tenha que fazer um broche, mesmo quando ninguém o pediu!!! Subserviência, pura e dura... com dinheiro, putas, fruta, e ódio ao Inimigo de 'encarnado' metido ao barulho!!!


Anexos (I):
Benfica
1.ª-Académico(c), E(2-2), D.R. Silva(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
2.ª-Casa Pia(f), V(0-7), Pinheiro(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, (0-9), Sem influência
(Adiado)
4.ª-Estoril(c), V(2-1), H. Carvalho(Martins, Cidade), Prejudicados, (3-1), Sem influência
5.ª-Marítimo(f), V(0-3), Guelho(M. Oliveira, V. Maia), Prejudicados, (0-4), Sem influência
(Atraso)
3.º-Moreirense(f), V(0-4), Veríssimo(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, (0-5), Sem influência
6.ª-Gil Vicente(c), V(3-1), J. Gonçalves(Barradas, Babo), Prejudicados, Sem influência
7.ª-Corruptos(f), D(3-1), Nogueira(L. Ferreira, Bessa Silva), Prejudicados, (0-0), (-1 ponto)
8.ª-Guimarães(c), V(2-0), Godinho(P. Ferreira, L. Ferreira), Prejudicados, (3-0), Sem influência
9.ª-Santa Clara(f), V(1-2), C. Pereira(Rui Soares, M. Azevedo), Prejudicados, (1-3), Sem influência

Sporting
1.ª-Estrela(f), E(2-2), J. Gonçalves(Martins, Cátia T.), Prejudicados, (2-3), (-2 pontos)
2.ª-Guimarães(c), V(3-2), D. R. Silva(M. Oliveira, I. Pereira), Nada a assinalar
3.ª-Alverca(c), V(3-1), Veríssimo(Malheiro Pinto,A.Campos), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Rio Ave(f), V(0-4), B. Costa(Rui Soares, M. Azevedo), Nada a assinalar
5.ª-Nacional(c), V(2-0), Pinheiro(P. Ferreira, Eiras), Nada a assinalar
6.ª-Famalicão(f), E(1-1), Godinho(Esteves, A. Campos), Beneficiados, (1-0), (+1 ponto)
7.ª-Arouca(c), E(2-2), D.R. Silva(Malheiro, Rui Cidade), Nada a assinalar
8.ª-Braga(f), V(1-3), Pinheiro(Mota, P. Miranda), Beneficiados, (2-3), Impossível contabilizar
9.ª-Académico(c), D(1-2), Nogueira(L. Ferreira, V. Maia), Beneficiados, (1-3), Sem influência

Corruptos
1.ª-Alverca(c), V(2-0), Godinho(Esteves, Catarina C.), Nada a assinalar
2.ª-Rio Ave(f), V(0-2), Fonseca(Cláudia R., A. Campos), Beneficiados, (1-2), Impossível contabilizar
3.ª-Arouca(c), V(2-0), Pinheiro(Mota, Bessa Silva), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Académico(f), V(0-2), Nogueira(P. Ferreira, Eiras), Beneficiados, (0-1), Impossível contabilizar
5.ª-Moreirense(c), V(2-1), Nobre(Esteves, Sancho), Beneficiados, (0-1), (+3 pontos)
6.ª-Casa Pia(f), V(1-4), Bessa(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, Beneficiados, (1-5), Sem influência
7.ª-Benfica(c), V(3-1), Nogueira(L. Ferreira, Bessa Silva), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
8.ª-Marítimo(f), V(1-2), J. Gonçalves(Martins, A. Campos), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
9.ª-Gil Vicente(f), V(0-1), Godinho(P. Ferreira, L. Ferreira), Beneficiados, Impossível contabilizar

Braga
1.ª-Moreirense(f), E(2-2), Bessa(Vasilica, P. Eiras), Nada a assinalar
(Adiado)
(Adiado)
4.ª-Guimaráes(c), V(1-0), Narciso(Rui Costa, T. Leandro), Nada a assinalar
5.ª-Alverca(f), V(1-2), Godinho(Barradas, Babo), Nada a assinalar
(Atraso)
3.ª-Estrela(f), D(2-1), Vasilica(M. Oliveira, L. Ferreira), Nada a assinalar)
6.ª-Estoril(c), V(1-0), D.R. Silva(Malheiro, A. Campos), Nada a assinalar
7.ª-Santa Clara(f), E(0-0), Veríssimo(P. Ferreira, Eiras) Nada a assinalar
8.ª-Sporting(c), D(1-2), Pinheiro(Mota, P. Miranda), Prejudicados, (2-3), Impossível contabilizar
(Atraso)
2.ª-Gil Vicente(c), D(1-2), Correia(Rui Oliveira, F. Monteiro), Beneficiados, Prejudicados, (1-1) (-1 jogo)
9.ª-Nacional(f), D(1-0), Bessa(Rui Costa, Bessa Silva), Nada a assinalar

Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):

Benfica
2/1

Sporting
2/1

Corruptos
3/1

Braga
0/1

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade)
Castigados (Favor - Contra):

Benfica
1/1
Minutos:
1 - 65 = -64

Castigados:
3 - 1

Sporting
2/0
Minutos:
16 - 0 = +16

Castigados:
2 - 2

Corruptos
3/0
Minutos:
86 - 0 = +86

Castigados:
1 - 0

Braga
1/0
Minutos:
32 - 0 = +32

Castigados:
4-0

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Média Faltas/Amarelos - Favor/Contra

Benfica
20(12) / 110 - 148 / 28(15)
Média: 5,5 / 5,2

Sporting
19(7) / 107 - 117 / 23(13)
Média: 5,6 / 5,08

Corruptos
9(4) / 128 - 101 / 15(8)
Média: 14,2 / 6,7

Braga
19(6) / 119 - 122 / 23(10)
Média: 6,2 / 5,3

Anexos (IV):
Com influência / pontos (árbitros ou Var's):
Benfica
Nogueira - -1
L. Ferreira - -1

Sporting
Godinho - +1
Esteves - +1
J. Gonçalves - -2
Martins - -2

Corruptos
Nobre - +3
Esteves - +3
Nogueira - +2
L. Ferreira - +2
J. Gonçalves - +2
Martins - +2

Braga
Correia - -1
Rui Oliveira - -1

Anexos(V):
Número de jogos com Erros a Favor/Contra
Árbitros/VAR (Número de nomeações totais)

Benfica
Erros:
0 - 8 = -8
Árbitros/VAR:
Pinheiro: 0 - 1 = -1 (1)
H. Carvalho: 0 - 1 = -1 (1)
Martins: 0 - 1 = -1 (1)
Guelho: 0 - 1 = -1 (1)
M. Oliveira: 0 - 1 = -1 (1)
Veríssimo: 0 - 1 = -1 (1)
J. Gonçalves: 0 - 1 = -1 (1)
Barradas: 0 - 1 = -1 (1)
Nogueira: 0 - 1 = -1 (1)
L. Ferreira: 0 - 1 = -1 (1)
Godinho: 0 - 1 = -1 (1)
P. Ferreira: 0 - 1 = -1 (1)
C. Pereira: 0 - 1 = -1 (1)
Rui Soares: 0 - 1 = -1 (1)
Rui Costa: 0 - 2 = -2 (2)

Sporting
Erros:
4 - 1 = 3
Árbitros/VAR:
Veríssimo: 1 - 0 = 1 (1)
Malheiro Pinto: 1 - 0 = 1 (1)
Godinho: 1 -  0 = 1 (1)
Esteves: 1 - 0 = 1 (1)
Pinheiro: 1 - 0 = 1 (2)
Mota: 1 - 0 = 1 (1)
Nogueira: 1 - 0 = 1 (1)
L. Ferreira: 1 - 0 = 1 (1)
J. Gonçalves: 0 - 1 = -1 (1)
Martins: 0 - 1 = -1 (1)

Corruptos
Erros:
8 - 1 = 7
Árbitros/VAR:
Nogueira: 2 - 0 = 2 (2)
P. Ferreira: 2 - 0 = 2 (2)
Fonseca: 1 - 0 = 1 (1)
Cláudia R.: 1 - 0 = 1 (1)
Pinheiro: 1 - 0 = 1 (1)
Mota: 1 - 0 = 1 (1)
Nobre:  1- 0 = 1 (1)
Esteves: 1 - 0 = 1 (1)
Godinho: 1 - 0 = 1 (2)
Bessa: 1 - 1 = 0 (2)
Rui Costa: 1 - 1 = 0 (2)

Braga;
Erros:
0 - 2 = -2
Árbitros/VAR;
Pinheiro: 0 - 1 = -1 (1)
Mota: 0 - 1 = -1 (1)
Correia: 0 - 1 = 1 (1)
Rui Oliveira: 0 - 1 (1)

Anexos(VI):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):

Benfica
D. R. Silva - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)
H. Carvalho - 1 (1/0)
Guelho - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (0/1)
J. Gonçalves - 1 (1/0)
Nogueira - 1 (0/1)
Godinho - 1 (1/0)
C. Pereira - 1 (0/1)

Sporting
Pinheiro - 2 (1/1)
D. R. Silva - 2 (2/0)
J. Gonçalves - 1 (0/1)
Veríssimo - 1 (1/0)
B. Costa - 1 (0/1)
Godinho - 1 (0/1)
Nogueira - 1 (1/0)

Corruptos
Nogueira - 2 (1/1)
Godinho - 2 (1/1)
Fonseca - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (1/0)
Nobre - 1 (1/0)
Bessa - 1 (0/1)
J. Gonçalves - 1 (0/1)

Braga
Bessa - 2 (0/2)
Narciso - 1 (1/0)
Godinho - 1 (0/1)
Vasilica - 1 (0/1)
D.R. Silva - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (1/0)
Correia - 1 (1/0)

Anexos(VII):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):

Benfica
Rui Costa - 2 (0/2)
Mota - 1 (1/0)
Martins - 1 (1/0)
M. Oliveira - 1 (0/1)
Barradas - 1 (1/0)
L. Ferreira - 1 (0/1)
P. Ferreira - 1 (1/0)
Rui Soares - 1 (0/1)

Sporting
Martins - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)
Rui Soares - 1 (0/1)
P. Ferreira -1 (1/0)
Esteves - 1 (0/1)
Malheiro - 1 (1/0)
Mota - 1 (0/1)
L. Ferreira - 1 (1/0)

Corruptos
Esteves - 2 (2/0)
P. Ferreira - 2 (0/2)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Mota - 1 (1/0)
Rui Costa - 1 (0/1)
L. Ferreira - 1 (1/0)
Martins - 1 (0/1)

Braga
Rui Costa - 2 (1/1)
Vasilica - 1 (0/1)
Barradas - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (0/1)
Malheiro - 1 (1/0)
P. Ferreira - 1 (0/1)
Mota - 1 (1/0)
Rui Oliveira - 1 (1/0)

Anexos(VIII):
AVAR's:

Benfica
T. Leandro - 2
P. Miranda - 1
Cidade - 1
V. Maia - 1
Babo - 1
Bessa Silva - 1
L. Ferreira - 1
M. Azevedo - 1

Sporting
A. Campos - 2
Cátia T. - 1
I. Pereira - 1
M. Azevedo - 1
Eiras - 1
Rui Cidade - 1
P. Miranda - 1
V. Maia - 1

Corruptos
Bessa Silva - 2
A. Campos - 2
Catarina C. - 1
Eiras - 1
Sancho - 1
T. Leandro - 1
L. Ferreira - 1

Braga
Eiras - 2
T. Leandro - 1
Babo - 1
L. Ferreira - 1
A. Campos - 1
P. Miranda - 1
F. Monteiro - 1
Bessa Silva - 1

Anexos(IX):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)

Benfica
Rui Costa - 2
Pinheiro - 1
Guelho - 1
M. Oliveira -1
Veríssimo - 1
Nogueira - 1
L. Ferreira - 1
C. Pereira - 1
Rui Soares - 1

Sporting
J. Gonçalves - 1
Martins - 1
B. Costa - 1
Rui Soares - 1
Godinho - 1
Esteves - 1
Pinheiro - 1
Mota - 1

Corruptos
P. Ferreira - 2
Fonseca - 1
Cláudia R. - 1
Nogueira - 1
Bessa - 1
Rui Costa - 1
J. Gonçalves - 1
Martins - 1
Godinho - 1

Braga
Bessa - 2
Vasilica - 1
Godinho - 1
Barradas - 1
M. Oliveira - 1
Veríssimo - 1
P. Ferreira - 1
Rui Costa - 1


Anexos(X):
Jornadas anteriores:
Jornada 2 (-1 jogo)
Jornada 3 (-3 jogos)
Jornada 4 (-3 jogos)
Jornada 5 (-3 jogos)
Jornada 3 (atrasados) (-1 jogo)
Jornada 6 (-1 jogo)
Jornada 7 (-1 jogo)
Jornada 8 (-1 jogo)
Jornada 2 (atrasado)

Anexos(XI):
Épocas anteriores: