"1.
Jorge Jesus explicou que utilizaria o "Cris" em função do que o andamento dos jogos determinasse ou pedisse. Poucos acreditaram no que disse, mas o jogo com Gales já tinha dado uma primeira indicação: o "Cris" foi substituído antes dos 70 minutos. Por que nunca o fez Martinéz se era do interesse da equipa?
2.
Ontem, perante uma Noruega intensa, com forte componente física, que joga a grande velocidade, JJ deixou o "Cris" no banco. Revelou que lhe tinha dito que provavelmente entraria por volta dos 60 minutos, mas o jogo determinou - e todos vimos porquê - que não saísse no banco. Por que nunca o fez Martinéz se era do interesse da equipa?
3.
Tiro o chapéu - que foi brilhantemente executado por Gonçalo Ramos - a Jorge Jesus. A Seleção precisava iniciar - com urgência - o desmame do "Cris".
4.
O capitão não foi capitão no final do jogo, desapareceu rapidamente do relvado rumo ao balneário. Jorge Jesus disse que tinha que falar com ele para saber o que se tinha passado. Também em relação a estes gestos egocentristas se pede - com urgência- um desmame."

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