Últimas indefectivações

quinta-feira, 7 de maio de 2026

À rasquinha...

Benfica 2 (2) - (1) 2 Reus
(Viti, Rodrigues)

Vitória nos penalty's, contra um adversário bastante mais fraco, em mais um jogo a eliminar, onde o Benfica voltou a abanar! Fomos superiores durante grande parte do jogo, mas não concretizámos e inclusive voltámos a desperdiçar as bolas paradas!!!
Até nos penalty's estivemos em desvantagem!

Temos que jogar muito melhor no Sábado!

Fim de época, previsível...

Sporting 3 - 0 Benfica
25-18, 25-17, 25-19

É necessário uma grande remodelação do plantel...

Juniores - 10.ª jornada - Fase Final

Benfica 2 - 1 Rio Ave


Jogo em atraso, com uma vitória curta, que devia ter terminado com uma goleada, tantos foram os golos desperdiçados...

Fever Pitch - Domingo Desportivo - Outra Vez, Correia e Oliveira?!

ROAD TO HEXA #1 - O início da caminhada

Fundação: Aursnes vs. Lúcia

Se não sabem gerir calendários, liguem para Inglaterra ou... Façam algo, por favor!


"O anúncio tardio da 33.ª e penúltima jornada é o culminar de uma época de caos logístico. Entre 'feiras' e jogos em pausas de seleções, a Liga 'esqueceu-se' de ser... profissional

Ontem, segunda-feira, dia 5 de maio, a Liga dignou-se, finalmente, a anunciar os horários da 33.ª jornada. O facto de estarmos a meros cinco dias do início da penúltima ronda do campeonato — na qual tanto se decide, da Europa às descidas — e só agora sabermos o calendário oficial é um atestado de incompetência que asfixia a nossa indústria. Esta opacidade logística não é apenas um incómodo; é um desrespeito gritante por quem faz o espetáculo.
Numa época marcada pela renovação das estruturas da Liga, com novas caras e promessas de modernidade, o que vimos foi um retrocesso organizacional sem precedentes. O futebol moderno vive de microciclos de trabalho. Cada hora de treino, cada período de recuperação e cada detalhe nutricional é planeado ao milímetro. Como se pode pedir excelência a treinadores e atletas quando estes vivem na incerteza até à última hora?
O historial desta temporada é um manual de sobrevivência ao caos. Recordamos com amargura o episódio de Arouca, onde o calendário ignorou uma Feira das Colheitas previsível há décadas, obrigando o FC Porto e o clube local a um braço de ferro vergonhoso. Assistimos à revolta legítima do Estoril, forçado a jogar desfalcado em plena pausa de seleções porque «não havia datas». Vimos o Nacional da Madeira ameaçar a falta de comparência por impossibilidades logísticas que a Liga, no seu castelo de vidro, decidiu ignorar.
Se a desculpa é a complexidade das competições europeias ou os direitos televisivos, olhemos para o lado. Na Premier League, o rigor é lei. Em junho, o adepto sabe quem joga com quem; e, com meses de antecedência (normalmente, seis a oito semanas), sabe o minuto exato do pontapé de saída de cada duelo. Lá, entende-se que o futebol é um produto que exige respeito. Aqui, tratamos o calendário como um post-it que se cola e descola ao sabor de conveniências.
A nova estrutura da Liga prometeu profissionalismo, mas entregou amadorismo disfarçado de burocracia. Se a gestão de 34 jornadas ultrapassa a capacidade analítica dos nossos órgãos decisores, o conselho é simples: liguem para Inglaterra. Estudem os modelos que funcionam. Respeitem os microciclos, a logística, os adeptos que viajam e a integridade da competição.
O futebol português não pode continuar a ser gerido com a antecedência de uma marcação de jantar entre amigos. Façam algo, por favor!"

As boas intenções na criação do VAR já estão a arder no inferno


"Ao contrário da expectativa inicial, videoárbitro não eliminou o erro com influência no resultado do jogo, muito menos a controvérsia na análise de muitos dos lances.

O VAR acabou por revelar-se tóxico e os adeptos detestam. A sua introdução, transformou o árbitro na figura central na transmissão de um jogo de futebol.
Ao contrário da expectativa inicial, não eliminou o erro com influência no resultado do jogo, muito menos a controvérsia na análise de muitos dos lances. Retirou até alguma condescendência ao erro e condicionou a explosão de alegria dos adeptos na celebração de um golo — pode ser revertido.
Eliminar o VAR não é a solução. O equilíbrio deverá ser atingido aumentando as decisões tomadas pela tecnologia (linha de golo e fora de jogo). Analisando o nível médio dos jogadores, treinadores e árbitros portugueses, a diferença do nível médio entre os melhores de cada classe é evidente.
Além da barreira cultural ( é precisa coragem para se ser árbitro, o que limita muito o universo de recrutamento), a diferença na exigência do treino na formação e a elevada taxa de abandono no percurso, faz com que apenas tendo uma enorme quantidade na base da pirâmide se conseguirá ter um conjunto alargado de árbitros de qualidade nas competições profissionais.
Mas se a questão do VAR e do nível médio dos árbitros das competições profissionais não se resolve em pouco tempo, a APAF deixar de querer que a classe que representa seja a única que não pode ser criticada numa democracia liberal da União Europeia já é algo que não se pode aceitar e que é urgente. E se uma classe, corporativista, o tenta fazer, compete a quem faz o regulamento disciplinar não permitir essa exceção.
Alguém imaginaria multar um treinador por criticar um seu jogador? E tentar amordaçar essa crítica, só a amplifica. Faz o assunto continuar vivo durante a semana, quando outros já o teriam submergido naturalmente. Querer multar agentes desportivos que criticam árbitros é querer parar o vento com as mãos — em 2026, a crítica já não se circunscreve aos colegas de trabalho e familiares — há dezenas de programas de televisão diários que competem ferozmente por audiências e precisam de polémicas, porque notícias há poucas.

De um grande, a regra é que um treinador só sai vendido ou despedido
Entre um presidente e um treinador a tensão é permanente. Contribuem decisivamente para a estabilidade da relação os resultados, a solidariedade, a lealdade do treinador e um pequeno círculo de pessoas que estão à volta dos dois, filtrando desabafos e ajudando a esbater diferenças de opinião.
É por isso rara a situação em que um treinador de um grande chegue ao fim do contrato. Jorge Jesus (2009-2015, no Benfica) e Vítor Pereira (2013 no FC Porto) foram exceções. O futebol moderno é complexo — quando cada época começa, as receitas correntes são muito inferiores às despesas correntes. Só se equilibra o saldo com vendas de jogadores. Para essas vendas se realizarem, é preciso ter bons jovens jogadores — e que joguem. E que a equipa também esteja bem. A sintonia entre a administração e a equipa técnica é decisiva.
André Villas-Boas renovou contrato com Farioli num momento decisivo da época, e em que a vitória no campeonato não era uma certeza. Ganhou, pelo que todos reconhecem o acerto da decisão. Se Farioli fosse despedido daqui a um ano e meio, iria dizer-se que a renovação tinha sido um erro? O FC Porto ganhou o campeonato na 1.ª volta e na 2.ª não o perdeu.
Farioli não foi campeão no Ajax, mas fez 78 pontos. Na época anterior, o Ajax tinha feito 56, e a duas jornadas do fim esta época tem 55 — pode fazer 61, no máximo. Rui Borges, por exemplo, foi o treinador que mais contribuiu para a subida de Portugal no ranking da UEFA, com o Vitória de Guimarães em 2024/2025 e o Sporting em 2025/2026.
Nas próximas três semanas, vai ter dois jogos da Liga e a final da Taça com o Torreense, que é uma excelente equipa— vai ser um jogo muito difícil de preparar e de ganhar. Nos últimos 15 anos, o Sporting perdeu duas finais que pareciam ganhas antes do jogo: Académica e Aves. E começou o século XXI a ganhar uma final ao Leixões, que jogava no 3.º escalão, apenas por 1-0.
O Torreense vai ser um adversário muito perigoso e mentalizar os jogadores do Sporting da dificuldade do jogo vai ser difícil de conseguir — uns a pensar no Mundial e todos a pensar nas férias. E os adeptos no Jamor a contar com um jogo fácil.Em um ano e meio, Rui Borges conseguir ser campeão nacional, ganhar duas Taças de Portugal e ter chegado aos quartos de final de uma UEFA Champions League será um desempenho excecional.

A disponibilidade da ministra Margarida Balseiro Lopes
A ministra Margarida Balseiro Lopes, nas negociações do orçamento de Estado, conseguiu um valor recorde para o desporto em 2026, aproximadamente 70 milhões de euros. É igual ao da SAD do SC Braga em 2024/25, mas muito inferior ao que será o de 2025/26, com a inclusão dos €32 M da venda de Roger e da receita obtida com a brilhante prestação europeia.
A passagem do Desporto do ministério da Educação para o da Cultura, permite que a disponibilidade e atenção do ministro seja muito maior. Perto de metade do orçamento da Cultura, destina-se à RTP, que é tutelada por outro ministro, António Leitão Amaro. O financiamento da RTP é assegurado através das verbas obtidas com a taxa de contribuição audiovisual, que é paga na conta da luz, mesmo por quem não tem televisão. Sobre esta taxa, de 2,85 euros mês, ainda incide 6% de IVA! Isso mesmo, à taxa acresce IVA. Desde 2016 que a estratégia tem sido deixar que o tempo resolva (não se atualiza o valor da inflação) — o valor já foi reduzido 23% em termos reais.
Se é certo que nenhuma destas habilidades foi perpetrada por este Governo, também não surpreende que não as resolva e que continue tudo na mesma. A disponibilidade da ministra para os temas do Desporto não pode ser desperdiçada."

Alinhamentos...

Critérios...

BF: Reforços...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Alterações em Portugal: as cinco principais mudanças em 2026/27

Observador: Três Toques - Palma em contrarrelógio para encontrar... os equipamentos

BolaTV: Mais Vale à Tarde que Nunca #133

Prata da Casa #49 - Torre OU Jenga, Lances de Prata, Fui Campeão E Agora?

SportTV: Vamos à Bola - SCU Torreense x AD Fafe

SportTV: Quinas - COREIA 2002: QUANDO TUDO CORREU MAL A PORTUGAL

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