Últimas indefectivações

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Vermelhão: Continuamos a zeros!

Newcastle 3 - 0 Benfica


No 1.º tempo, ainda equilibrámos, e voltámos a criar as primeiras e melhores oportunidades, como tinha acontecido em Londres, novamente pelo Lukebakio, mas a partir do momento que ficámos em desvantagem, deixei de acreditar...

Já o tinha dito a um amigo horas antes do jogo, este era um daqueles adversários, que para o Benfica retirar algo positivo do jogo, tinha que 'marcar' primeiro, pois os Ingleses são muito perigosos nas transições... e num jogo com o resultado em aberto nos últimos minutos, teríamos sempre em desvantagem, porque o ritmo e intensidade inglesa é muito superior à nossa!


A entrada do Araújo no onze, para lateral esquerdo, só pode ser explicada, pela vontade de dar mais centímetros à equipa... Mas a decisão mais absurda do Mourinho, foi mesmo, as Não Substituições, quando a equipa estava completamente rota e perdida em campo, após o 2-0! Só não saíamos de Inglaterra com uma goleada histórica, porque o Trubin no final, acabou por defender tudo!

As opções no banco são poucas, colocar os putos nestas circunstâncias até podia ser perigoso para a carreira dos miúdos, mas havia jogadores no banco, nem que seja para dar descanso a alguns dos titulares, a pensar no jogo de Sábado... Barreiro, Dahl e Schjelderup podiam ter entrado. Mourinho no início da carreira chegou a 'castigar' jogadores ao não os substituir quando estavam a jogar mal!!! Espero que desta vez, as razões tenham sido outras...

Lukebakio e Trubin os únicos que merecem elogios, e muito medo pela lesão do Dedic!

Como se viu nos resultados de hoje, as goleadas foram muitas e amanhã, provavelmente vamos ter mais goleadas! Com este formato, existe menos 'pressão' em cada jornada especifica, uma equipa goleada hoje, pode-se qualificar mais tarde, os orçamentos contam, mas os momentos físicos de cada equipa, com os jogadores mais castigados nas Seleções serão muito importante, na gestão de resultados...


Concordo com o Mourinho em relação à questão pontual. O Benfica tem que ganhar os dois próximos jogos em casa: Leverkusen e Napóles, ganhar em Amesterdão, e depois voltar a vencer em Turim... para não levar a decisão para a última jornada com o Madrid! È possível?! Sim, é possível... Mas não será nada fácil, a equipa terá que melhorar muito... Estes 0 pontos em 3 jornadas, deveriam ser 3 pontos em 3 jornadas, no papel, mas mais do que a matemática, o ambiente eleitoral, a chicotada do treinador, e o plantel curto, com uma pesadissima herança da falta de férias e duma pré-época absurda, está a pesar muito no rendimento da equipa...

Superiores...

Newcastle 1 - 5 Benfica


Finalmente, um jogo, onde acabámos por materializar em golos a nossa superioridade... Sendo que na 1.ª parte parecia que íamos novamente, um daqueles jogos sofridos, com muito desperdício Mas na 2.ª parte, apesar do penalty desperdiçado, lá conseguimos golear!

Vitória importante...

Benfica 38 - 25 Ferencvaros
18-16

Vantagem grande, em jogo importante para garantir a passagem para a próxima fase, e com estes 13 golos de vantagem no confronto direto, ficámos com alguma margem de manobra, para o jogo na Hungria!
Agora, não podemos adormecer nos restantes jogos!

Derrota em França...

Le Mans 89 - 69 Benfica
21-24, 24-19, 17-8, 27-18

Segundo tempo horroroso, depois duma 1.ª metade mais ou menos, com o Benfica na luta pelo vitória, apesar de alguns erros desnecessários... Mas depois, faltou tudo...
Com esta derrota, com a diferença pontual enorme, muito provavelmente selámos o 4.º lugar no grupo...

3x4x3


Segunda Bola


BolaTV: Entrevista Hélder Cristóvão....

BolaTV: Desporto à Solta #8 - Basebol

Rabona: The REASONS why South African football is ON THE RISE

BolaTV: 90+3 - S03E03 - Manteigas...

Observador: Decisão - Newcastle vai definir o resto da campanha?

Jogo Pelo Jogo - S03E11 - Padrasto lança eleições do Benfica

O Resto é Bola #24 - A (não) gestão de Farioli, a 'gaffe' de Rui Costa, Borges na sala de ensaio e jornada europeia ⚽

Pre-Bet Show #154 - Ruben Amorim ligou o motor 🔥

Chuveirinho #147

TNT - Melhor Futebol do Mundo...

BI on Tour: Newcastle...

Benfica, a alma que nos une


"Como antigo jogador e capitão do Sport Lisboa e Benfica, aprendi que o que distingue o nosso Clube não é apenas a grandeza das suas vitórias, mas a alma que o move. A paixão dos nossos adeptos, a força dos nossos valores e a união de uma história feita de trabalho, humildade e ambição. O Benfica é mais do que um clube. É um sentimento coletivo, uma herança que se transmite de geração em geração, um modo de estar na vida.
Ao longo de muitos anos, tive o privilégio de representar o Benfica em campo e fora dele. Conheci o peso e o orgulho de vestir o Manto Sagrado, de liderar companheiros que deram tudo em nome de um ideal comum: vencer, mas vencer com dignidade, com entrega e com respeito por quem veio antes e por quem há de vir depois. Ser do Benfica é isso: é servir, é honrar, é acreditar.
Conheço bem Rui Costa. Vi-o crescer no Clube, vi o talento e a inteligência com que interpretava o jogo, e sobretudo vi nele algo que não se ensina: amor genuíno ao Benfica. O Rui é a expressão viva da nossa mística. Jogador excecional, homem de carácter, dirigente comprometido. Dentro e fora de campo, sempre o guiou o mesmo propósito: só o Benfica importa. Hoje, como presidente, continua a fazê-lo com o mesmo sentido de missão e com a serenidade de quem sabe que o sucesso se constrói com trabalho e com visão.
Nestes quatro anos difíceis, Rui Costa devolveu estabilidade, credibilidade e esperança. Reergueu um Benfica que vinha de um período conturbado, reforçou as equipas, apostou na formação e lançou projetos que nos preparam para o futuro. O Benfica voltou a crescer, dentro e fora de campo. Voltou a ser respeitado em Portugal e lá fora. Voltou a ser visto como aquilo que sempre foi: uma força positiva, desportiva e social, que inspira milhões de pessoas.
Mas o que mais me orgulha é que este crescimento foi feito com alma. Com a alma dos Sócios e dos adeptos que nunca viram o Benfica como um negócio, mas como uma família. Com a alma dos nossos atletas e treinadores, das Casas do Benfica espalhadas pelo mundo, e de todos os que, de forma silenciosa, servem o Clube todos os dias. É essa alma que Rui Costa compreende e defende. É por isso que acredito que ele é o presidente certo para continuar este caminho.
O programa 'Só o Benfica Importa' é a tradução prática dessa alma. Não é apenas um conjunto de promessas, é um compromisso com a identidade e com o futuro. Fala de modernização e sustentabilidade, mas fala também de valores, de ética e de pertença. De um Benfica que cresce sem perder as suas raízes. De um Benfica que quer ser campeão em todas as frentes, mas também solidário, inovador e próximo dos seus. Um Benfica que quer alcançar meio milhão de sócios, projetar a marca no mundo, concretizar o Benfica District e a Cidade Benfica, modernizar o Estádio da Luz e criar experiências que reforcem a ligação de cada adepto ao Clube.
Mas, sobretudo, um Benfica que não esquece a sua mística. Que não esquece Eusébio, Coluna, José Águas, Torres, Simões, e tantos outros que nos ensinaram que o Benfica nunca caminha sozinho. Que o nosso maior património são as pessoas — os Sócios, os adeptos, os atletas e as glórias que construíram este caminho de 121 anos. É por eles e com eles que Rui Costa quer continuar a liderar o Clube.
Como candidato pela Lista G, liderada por Rui Costa, sinto-me honrado por poder contribuir para este projeto. Porque sei que servir o Benfica é um privilégio e uma responsabilidade. E porque acredito que Rui Costa é a garantia de continuidade de um trabalho sério, exigente e apaixonado. Com ele, o Benfica tem uma liderança que respeita o passado, vive o presente e prepara o futuro.
O Benfica é uma instituição ímpar. É o maior clube do mundo porque tem os melhores adeptos do mundo. A nossa força está na nossa união. Quando estamos juntos, somos imparáveis. Quando o nosso foco é comum, o Benfica e só o Benfica, nada nos pode dividir.
No dia 25 de outubro, o futuro está nas mãos dos Sócios. É o momento de escolher entre quem promete e quem já provou. Entre quem quer servir e quem já serviu com lealdade. Entre o ruído e o trabalho. Acredito que os benfiquistas saberão escolher o caminho certo, o caminho da responsabilidade, da ambição e da alma.
Rui Costa é esse caminho. É o símbolo de uma geração que fez do talento compromisso, e do amor ao Clube um projeto de vida. Ele encarna o que de melhor tem o Benfica: a vontade de vencer e de unir. A sua candidatura é mais do que uma lista. É uma causa. E essa causa é o Benfica. Por tudo o que fez e continua a fazer, Rui Costa merece a confiança de todos os benfiquistas.
Com ele, o Benfica está, e continuará a estar, em boas mãos. Porque, no fim de tudo, é isso que verdadeiramente importa: só o Benfica importa."

Mourinho, a equipa e até o público na Luz


"Encarnados jogam em Inglaterra para a Liga dos Campeões, no meio de eleições e de uma equipa com problemas identificados

Estamos a meros dias de uma eleição histórica. O Benfica vai a votos sábado e quem sair vencedor terá de levar o clube para um desconhecido território dos direitos televisivos centralizados. Marcará a semana e por aí se começará, então, a definir o futuro do clube e, pela representatividade do Benfica no universo português, também o que pode vir a ser o futebol nacional: sobretudo em caso de mudança, pois Rui Costa manterá a validação do projeto de Proença na FPF, como não se prevê que mude a posição em relação aos direitos televisivos.
No meio de tudo isto, é hora de jogar à bola. No lançamento do duelo com o Newcastle, José Mourinho começou por responder a uma questão com a pressão de se jogar no Benfica. Como bem disse o técnico, «não é para todos». Obviamente que esta ideia não é exclusiva na Luz, é a condição dos clubes grandes e de seus intérpretes, pois é também no capítulo mental que um futebolista dos encarnados se deve distinguir.
Entre várias ideias, Mourinho voltou a não poupar nada na análise à equipa e identificou que lhe falta velocidade nas pernas - «não temos alas rápidos» - e nas decisões - «Se a primeira coisa que tu pensas quando recuperas a bola é passar para o lado, é passar para trás ou se é tentar encontrar opções à tua frente...». O técnico sadino chamou-lhe intensidade mental e aqui reside uma das grandes diferenças do Benfica para os rivais internos.
É uma das coisas, não única, que faz com que as estrelas da Luz percam brilham nos palcos pequenos. Porque se há coisa que Schmidt (2.º ano), Lage e agora Mourinho tiveram em comum foi esse futebol de ritmo lento que o técnico referiu ontem e que sucede, sobretudo, frente a equipas de menor dimensão, mais até fora de portas, mas já com alguma recorrência também em jogos na Luz.
Esta equipa prefere o conforto da posse à vertigem de um ataque rápido, prefere esperar pelo adversário que perseguir e tentar roubar-lhe a bola.
O jogo com o Newcastle está muito longe de ser desafio igual à I Liga e no meio da análise ao adversário, Mourinho referiu: «As pessoas não vêm aqui para verem um jogo, as pessoas vêm aqui para jogarem com a equipa.»
Uma ideia à qual não me admirava que o treinador regressasse, apelando aos benfiquistas que fizessem o mesmo. Há talvez quem, argumentando com a exibição audível dos adeptos em Stamford Bridge, ache o contrário. Ou simplesmente não frequente mais estádios para além da Luz...
Mourinho, recordemos, é pago para encontrar soluções. O primeiro passo para tal é identificar os principais problemas. Parece-me que isso já o fez. O resto talvez só lá para janeiro..."

Terceiro Anel: Diário...