Últimas indefectivações

domingo, 11 de março de 2018

Futebol aprisionado

"Sentia-se a tragédia no ar, adivinhava-se um cenário destrutivo.
A culpa arrasou a inocência.
Destruir é sempre mais fácil do que construir. Basta misturar vaidades, invejas, ódios e uma dose de prepotência ignorante. Os vícios, os excessos, a falta de pudor, a morte da vergonha, facilmente sobem aos palcos, com apetites canibalescos, inundando sociedades.
O poder transforma-se em pandemia imparável, incorpora o gérmen da sua derrota globalizada.
Os falsos mitos são progressivamente encaminhados para um profundo cárcere sem saída, com consequências devastadoras. Os limites foram pulverizados pelos agentes infiltrados do caos.
Pablo Neruda escreveu que “a sua vida era feita de todas as vidas.” (“Confesso que Vivi”) e Gabriel García Márquez “A vida não é a que cada um viveu, mas a que recorda e como a recorda para contá-la.” (“Viver Para Contá-la”).
Duas das presenças constantes nas discussões apaixonadas sobre futebol/vida.
Viver e contar é sempre um exercício útil, desejável e que possibilita passes para jogadas mais brilhantes.
Fabricam-se, com total impunidade, contextos artificiais, que indiciam a perda total de limites e de regras essenciais – o paradoxo de um paradigma que se pretende novo e afinal é tão antigo como a Terra.
Somos campeões europeus em título (futebol e futsal, bem como em diversas modalidades) mas também grandes artistas na calúnia, na mentira, no golpe servil oportunista.
Há quem utilize o desporto para exclusivo negócio e promoção pessoal e há os outros: os desportistas – atletas, treinadores, dirigentes, adeptos – que nunca deixam de enfrentar e superar novos obstáculos como destino escolhido conscientemente, com emoção mas sem fundamentalismos.
Os segundos criam investimentos fantásticos, os primeiros banqueteiam-se com o que nunca lhes pertencerá.
Surge agora nova fase neste processo que tem de ser travado: o uso generalizado de estratégias de vigilância contínua (mais sofisticadas do que nas ditaduras) para controlo absoluto e tentativa de manutenção do poder a todo o custo, eventualmente oferecendo saquinhos de “30 moedas” aos mais eficazes, em troca da sua humanidade.
O lamentável é haver quem aceite por opção e desejo inconfessável mas evidente de “fazer parte da organização” – inclusive, procurando dificultar eventuais acessos de “concorrência”.
Mesmo com todas as críticas possíveis, a imprensa livre é um espaço indispensável de construção do futuro.
Calúnias, invenções de esquemas fraudulentos, corrupção, favorecimentos, declarações bombásticas (mesmo que falsas), voyeurismo obsessivo, viciação de resultados (“é o maior pesadelo que o desporto enfrenta actualmente.”, Joaquim Evangelista, Presidente do SJPF), suspeição permanente, declarações no mínimo infelizes e pouco sabedoras, de políticas/os com enorme responsabilidade mas provavelmente com ainda maior desconhecimento e ligeireza infeliz. Uma das grandes questões é “confundir a árvore com a floresta”, muitas vezes intencionalmente.
Mesmo que alguns se divirtam, o rumo é o do descrédito, transformando pormenores falsificados, em produções hollywoodescas.
Os trágicos fogos ainda na memória e as respostas a esse flagelo são também sinais do desencontro entre as palavras e as acções… vício ou herança que não se consegue vencer definitivamente?
Temos sempre infelizmente Pedrógão e não só; adeus Pinhal do Rei, em Leiria; adeus empresas públicas para servir populações, algumas muito envelhecidas e isoladas; país com crescimento nos documentos mas realidades e injustiças muito tristes.
No fundo, tal como o futebol profissional, também o país mais desenvolvido não é solidário com o país mais abandonado e pobre.
Fazem-se grandes reportagens que emocionam mas cujos resultados efectivos são muito reduzidos. Também aí a mudança demora a concretizar-se, eventualmente por “esquecimento” fatalista… 
Seremos mais ficção (uso de palavras mas não de acções) do que realidade?
Nesta fase de transição civilizacional, com profundas e incertas transformações, o jogo de futebol continua a preservar o momento onde se sente e partilha a paixão, onde há aproximação de entendimento global.
O caos actual tem múltiplos responsáveis, uns por acção e outros por inacção.
Outros ainda por vaidade mesquinha e falta de carácter.
Dirigentes federativos, membros do governo e do COP não podem limitar-se à troca de galhardetes vistosos, pois têm a responsabilidade de definir critérios e regras competentes e de as fazer cumprir com lealdade. Se não conseguem tenham a dignidade de sair sem causar maiores problemas.
Temos protagonistas em excesso que só muito atrapalham. Os verdadeiros artistas controlam a “redondinha”, em triangulações sucessivas, num rectângulo inscrito num círculo. Mas isso implica muito trabalho, muito esforço, muito sofrimento e acima de tudo muito talento.
O negócio pretende cada vez mais e os atletas são levados a ultrapassarem limites exagerados.
Desta vez, até a justiça, esteio essencial do desenvolvimento, foi integrada, pelas piores razões.
O pesadelo aumenta pela gravidade dessa participação. Todos ficamos mais pobres.
O país sempre mais atrasado, mesmo que as estatísticas queiram fazer crer no contrário.
Há temas que nunca são debatidos, enfrentados, que estão na base de muitas contaminações do movimento desportivo. Por vezes surgem projectos e programas, visualmente excepcionais em termos de apresentação/comunicação e de marketing, mas “egoístas” porque nascem da imposição sem discussão, do desconhecimento da realidade no seu todo, e da cumplicidade de quem já não consegue discordar.
Duvidamos que se possam cumprir e sejam utilizados para mais um momento mediático com algum impacto nacional e internacional, para potenciar imagem favorável. O futebol (o desporto em geral) carece de visão integrada, global, para poder crescer com equilíbrio e com sustentabilidade.
É preciso tempo, competência nas escolhas, coerência na aplicação e um envolvimento global sem distinções ou preferências.
Desperdiçar recursos e o potencial do desporto escolar, tem sido hábito que ninguém ousa mudar. 
Será mera poupança, incapacidade de tempo para pensar, opção de não investimento porque pouco mediático, logo sem atrapalhar muito quem não faz o que devia fazer? Alguma razão deve existir, ou não?
O movimento associativo desportivo, fruto de falta de visão e apoio sistemático dos poderes públicos, vive momentos inquietantes.
O que levou tantos anos, após coragem exemplar para alicerçar, tem sido desvalorizado com consequências desastrosas para a sociedade.
O meu tributo aos heróis que mantém os clubes, às dedicações que constroem famílias alargadas e solidárias, a todos os que praticam a cidadania, superando dificuldades, exigências crescentes, sem divulgação nem reconhecimento da obra concretizada.
Trabalhar para estatísticas só faz sentido quando elas traduzem realidades universais e não imagens virtuais. Sem complexos, com um panorama desastroso (as tais estatísticas bem apresentadas o confirmam), não será tempo de evitar desperdícios maiores?
O desporto é também espaço onde a segurança da vida de todos deve ser preocupação constante.
Há projetos concretos e adequados nesse sentido?
O futebol apresenta uma imagem de degradação do diálogo, de muitos jogos sem bola e sem qualidade, de unanimismos estranhos (por exemplo: a moda de criar “Conselhos de Presidentes”).
A indiferença do futebol profissional para com o futebol distrital e de formação, sem a respectiva subsidiariedade, o mediatismo de decisões disciplinares não raro díspares, os graves problemas mesmo os mais incómodos e sempre silenciados, as incoerências que tardam em ser resolvidas da introdução do VAR, a formação de excelência dos árbitros e outros agentes e, por último mas não menos importante, muito mais apoio para os jovens praticarem pois é aí que reside a nossa fonte mágica que nos alimenta sem cessar, carece de um plano correto, equilibrado, adequado.
O futebol profissional sem muitos clubes de formação passaria a ser uma miragem, ou então um espaço quase exclusivo de jogadores “importados”.
Foi notícia que os médicos de Toronto, Canadá, recusaram aumentos salariais, por entenderem que vários serviços e outros profissionais do sector merecem apoio prioritário. Toronto ficará em outra galáxia?"

O sistema alternativo

"1 - Rui Vitória solidificou o 4x3x3, primeiro com Krovinovic e depois com Zivkovic, e mostra agora muito pouca apetência para o sistema alternativo, o antigo 4x4x2, que lhe permitiu, entre outros títulos, sagrar-se campeão nacional por duas vezes e assumir-se como treinador de topo. Frente ao Aves, insistiu em João Carvalho, que chumbara no teste do Restelo, como substituto do castigado Pizzi. A opção parecia errada à nascença face ao aguardado bloco baixo do adversário. Foram 58’ perdidos, até Jiménez entrar e garantir a necessária presença na área em vez de um elemento a mais no miolo.

2 - As várias lutas na Liga e o emergir do Sp. Braga
Com as vitórias de Benfica e Sp. Braga, nos jogos já disputados desta 26.ª jornada, a Liga não perdeu ânimo e, num ápice, a luta até se alargou. Agora, estende-se mesmo aos três lugares do pódio. O FC Porto ainda está longe de encomendar as faixas e o Sporting, que até pode sonhar com o título, tem os guerreiros do Minho a 1 ponto, embora com uma partida a mais. Esta intromissão da equipa de Abel Ferreira não é mero capricho matemático. O Sp. Braga joga bem e assiste ao ressurgimento do profícuo Wilson Eduardo.

3 - José Mourinho não faz milagres
José Mourinho ainda está a juntar os cacos no Manchester United, clube que quase entrou em espiral de loucura após a reforma de Alex Ferguson. Perante um City sempre mais estabilizado, e com Guardiola a colocar a equipa no topo da Europa logo ao segundo ano de ‘mandato’, mais não se pode pedir ao técnico português. No plano interno, os red devils não aspiram, hoje, a mais do que ao ‘título’ de vice-campeão. E ontem, frente ao Liverpool, deram um passo importante nesse sentido."

Benfiquismo (DCCLXXIII)

A cores...

Cadomblé do Vata

"1. Há dois anos o Sporting embirrou com o Sanches que acabou a temporada no Europeu. Este ano o alvo é o Rúben Dias que vai acabar a época no Mundial... e ainda há quem diga que os lagartos não percebem nada de bola.
2. João Carvalho não pode jogar em simultâneo com o Rafa... numa equipa que quer ser campeã só há espaço para um jogador com a auto estima de um ouriço quando se sente ameaçado de cada vez.
3. Não critiquem a entrada violenta do Paulo Machado sobre o Cervi a acabar o jogo... o rapaz entrou com o jogo empatado, falhou a melhor oportunidade do Aves e ainda não tinha feito uma falta sequer... aquela entrada a varrer foi apenas para garantir que não era linchado da próxima vez que for ver o FC Porto no meio dos Super Dragões.
4. Mais um jogo do SLB na Catedral com uma assistência superior a 50 mil espectadores... a malta já nem vai ao Estádio ver o Glorioso, o objectivo é colocar lá tanta gente que a PJ vai ter dificuldade em saber quais é que compram bilhete e quais vão com ofertas do Paulo Gonçalves.
5. Neste jogo ficou patente a dualidade de critérios dos árbitros quando está um grande em campo... Nélson Lenho vê um amarelo por uma falta que cometeu sobre Rafa, enquanto minutos antes Jonas foi poupado à cartolina por uma falta que não cometeu sobre Amilton."

A semana em que (,,,) descobriu um funcionário do Benfica que gera mais desconfiança do que Bruno Varela a jogar com os pés

"Bruno Varela
Exibição tranquila a coroar uma semana muito positiva, em especial fora de campo. O seu antecessor Ederson deu uma entrevista em que elogiou Bruno Varela e acredita que este vai continuar a crescer no Benfica. Como se esse voto de confiança não bastasse, poucos dias antes os benfiquistas descobriram finalmente um funcionário do Benfica que gera mais desconfiança do que Bruno Varela a jogar com os pés ou a sair a cantos. Mas não falemos de Paulo Gonçalves.

André Almeida
Quase marcou aos 63 minutos de um jogo em que se ocupou essencialmente de tarefas atacantes perante um Aves muito compacto, que resistiu tanto quanto pôde ao melhor lateral do campeonato. Ele e o Rafa já arranjavam um quarto.

Rúben Dias
Algum dia tinha de acontecer. Consentiu o primeiro drible na Liga NOS. Assim sendo, alguém teve de pagar a factura. Ao invés de esperar pela próxima jornada, como manda a expressão de José Mourinho, Rúben Dias aproveitou para emendar a mão logo na segunda parte e fechar a contagem. Vê-se pelo modo como festeja os golos que encontrou uma actividade profissional que o realiza. E digo-vos mais: se continuar a jogar desta forma, tem lugar garantido nos convocados de Fernando Santos para o Mundial de 2026.

Jardel
Step into my office”. Foram estas as palavras proferidas por Jardel aos avançados do Aves, que ingenuamente aceitaram o convite e acabaram amarrados a cadeiras com uma bola de bilhar na boca. 

Grimaldo
Maurizio Sarri mal pode esperar pela chegada de Grimaldo. O treinador italiano pediu ao lateral espanhol que tire o máximo de notas que conseguir acerca dos métodos de treino de Rui Vitória. Vamos lá ver se é na próxima época que o Nápoles chega ao título. Por falar nisso, podíamos ir buscar aquele Mário Rui. Que foi? Querem saber como é que o Grimaldo jogou? Jogou bem. Tem jogado bem demais, como se vê. Não me chateiem.

Fejsa
Percebeu esta semana que aquela sua estatística mítica - campeão em todas as equipas há 10 anos - poderá estar prestes a descambar por causa de uma toupeira. Felizmente conseguiu manter a compostura e fez uma excelente exibição, ridicularizando mais uma vez os analistas da modalidade que elogiam aquele tipo de jogador que, actuando num sector mais recuado, contribui discretamente para o sucesso da sua equipa. Fejsa não podia ser mais indiscreto. Só um cego não verá que se trata do melhor trinco da Liga. Ironicamente, as toupeiras são cegas.

João Carvalho
Realizadas as referidas diligências, os adeptos deliberaram, por unanimidade, manter a sua integral confiança em João Carvalho, aguardando com serenidade o regresso de Pizzi e reiterando uma vez mais a sua total colaboração para com as autoridades desportivas.

Zivkovic
Exibição menos conseguida. Foi aparecendo e desaparecendo do jogo, abrindo alguns buracos no terreno à sua passagem. Não é o que vocês estão a pensar.

Rafa
O melhor em campo. A sua confiança continua a crescer como a lista de indícios no Ministério Público.

Cervi
É neste momento o seu pior inimigo. Hoje quase tudo bem, ajudou a vergar o Aves e assistiu Jonas para o primeiro golo. Mesmo assim, pareceu-me bastante abaixo do melhor Cervi. Não te queixes, Franco. A culpa é tua.

Jonas
Mais um dia no escritório. Conhecem alguém que tenha resolvido mais situações complicadas vividas pelo Benfica nos últimos anos? Para mim é inscrevê-lo na Clássica em pós-laboral. Quando esta coisa das toupeiras for a tribunal já ele será licenciado.

Jiménez
Entrou aos 57’ e virou o jogo do avesso, criando uma pressão até então inexistente na frente de ataque e fazendo companhia a Jonas e companhia nos movimentos ofensivos, dos quais executou meia dúzia e quase sempre bem. Depois da máscara de lucha libre, Jimenez encontrou uma nova vocação bastante mais útil ao Benfica nesta fase da época, dentro e fora de campo: é um hacker mexicano pronto para penetrar qualquer sistema defensivo.

Keaton Parks
Aquele cabelinho louro e as poucas mas boas intervenções não enganam: Keaton Parks esteve para João Carvalho como a Ralph Lauren está para a Desigual.

Seferovic
Fun fact: o meu autocorrect corrige avançado para avençado e artilheiro para cartilheiro."

Vermelhão: Até furar !!!

Benfica 2 - 0 Aves


Estava difícil, mas o golo lá chegou...
É verdade que na 1.ª parte os níveis de intensidade foram baixos, mas a verdadeira razão para o 0-0 ao intervalo, foi a ausência do Pizzi!!! Mesmo aqueles que no meu sector da bancada, passam a época toda, a 'martelar' em cima do Pizzi, ao intervalo, estavam com 'saudades'!!! E nem sequer se deveu à fraca exibição do Joãozinho (mais uma oportunidade perdida), deve-se muito mais à tremenda influência que o Pizzi tem no nosso jogo, mesmo naqueles dias onde falha alguns passes: é o Pizzi que vem buscar a bola aos Centrais quando é preciso, é o Pizzi que faz as triangulações nas Laterais, é o Pizzi que faz as combinações no meio com o Jonas, é o Pizzi que aparece muitas vezes a finalizar junto da área... e é ainda o Pizzi que normalmente pressiona o meio-campo adversário, logo à saída de bola...!!!
Disse-o após a lesão do Krovi, o jogador do nosso plantel, com mais capacidade neste momento, para se aproximar de tal rendimento, não é o Joãozinho, é o Parks...
Mesmo com a tal 1.ª parte morna, criámos perigo, mas não conseguimos manter um ritmo elevado de oportunidades... Essencialmente devido à velocidade do Rafa e algumas combinações na esquerda... No 2.º tempo, entrámos com mais coração do que com cabeça, e esteve quase a dar resultado, porque começamos a criar oportunidades em catadupa, mas a bola não entrava...!!! O anti-jogo do Aves ia aumentando, o apitadeiro ia 'acreditando'...!!!

Até que o inevitável aconteceu: Jonas marcou!!!
Se o Rafa foi claramente o melhor no 1.º tempo, foi menos influente no 2.º... Agora o Fejsa e o Zivkovic foram brilhantes durante os 90 minutos (com o Ziv a ter queixas nos últimos segundos)... Cervi e Grimaldo ao ritmo normal, o Almeidinhos a fazer tudo... o Jardel e o Rúben com um 'chato' Derley (protege muito bem a bola) conseguiram resolver quase todas as situações!
Boa entrada do Jiménez e do Parks...
Outra arbitragem vergonhosa do asqueroso Rui Costa: sim perdoou um Amarelo ao Jonas (já tinha perdoado um Amarelo ao Aves antes....) - no Estádio pareceu mesmo falta, mas parece que o Jonas não fez falta!!! -, mas depois foi um fartar de vilanagem!!! Até acho que o 'perdão' foi premeditado, para servir de álibi para o resto!!! Mais do que os cartões, aquelas faltas inexistentes assinaladas ao Benfica, sempre que recuperávamos a bola na pressão alta, junto da área do Aves!!!
Com a presença do Vieira na sala de conferência de imprensas, o foco 'mudou': anunciou um tal Gabinete de Crise para responder ao ataque difamatório que o Benfica tem vindo a ser vítima! Pessoalmente, acho que é uma medida que peca por tardia... muito tarde mesmo!!! Mas é melhor do que nada... hoje de manhã os dois comunicados, anunciando Processos ao Tareco do Saraiva e aos avençados do Expresso, já anunciavam uma mudança de atitude, e espero que seja por aí que o Benfica atalhe o caminho: todas as declarações caluniosas e difamatórias tem que ser respondidas com Processos, na hora, sejam a indivíduos, Clubes ou imprensas de comunicação... Se o Benfica ficar à espera que a Justiça reponha a legalidade, então mas vale esperar sentado..!!!

Em frente...

Benfica 6 - 4 Forte del Marmi

Depois do 4-1, esperava-se um final de partida mais tranquilo, mas o 5-4 a 10 minutos do fim, ainda assustou, mas conseguimos segurar a vitória, garantindo a passagem aos Oitavos, onde vamos defrontar os Corruptos...

Liderança...

Benfica 104 - 95 Illiabum
19-24, 28-10, 25-27, 32-34

Contra um adversário desinibido e com qualidade, estivemos bem no ataque, mas a defender temos que melhorar...
Agora temos uma perigosa 2.ª Fase, onde o ordenamento para o Play-off pode alterar-se!!!

Só mais uma...

Benfica 3 - 0 Sp. Espinho
27-25, 25-22, 25-19

Segundo jogo, segunda vitória, só falta mais uma, e pode ser já amanhã...

Vitória em Alcobaça

Benfica 29 - 20 Arsenal
(16-9)

Como era a última jornada, o jogo tinha que ser às 18h, em simultâneo com todos os outros, com os Pavilhões da Luz, 'carregados' de jogos este fim-de-semana, acabou por ser uma boa ideia, mudar o local da partida, e assim recebemos o Arsenal de Devesa em Alcobaça.

Terminámos a 1.ª Fase, partilhando o 2.º lugar com os Corruptos. Vamos começar a 2.ª Fase a 2 pontos dos Lagartos, e com uma boa vantagem de 4 pontos sobre o ABC... Será necessário a equipa superar-se se quisermos fazer história...

sábado, 10 de março de 2018

Juniores - 4.ª jornada - Fase Final

Sporting 1 - 1 Benfica
Santos


Acho que perdemos dois, mas pronto...

Estamos com 3 pontos de vantagem, após duas das deslocações teoricamente mais complicadas, não está mau...!

Lamento, mas eu gosto é de desporto

"Amanhã vou à Luz ver essa coisa que parece de menor interesse mediático que é um jogo de futebol.

uma tarefa importante no actual Benfica: blindar a equipa de futebol, toda a parte desportiva deste ruído mediático. Julgo ter sido Vasco Pulido Valente que escrevia, há vários anos, que um país que tem ou inventa um escândalo por dia, faz com que já nenhum escândalo escandalize. Devemos estar assim agora. Ninguém quer apurar nada, todos querem conspurcar tudo e todos. Vai chegar, em breve, o tempo de pagar a factura. O presidente da FPF, justiça lhe seja feita, já avisou várias vezes.
Esta semana, por exemplo, só não houve espaço noticioso para o sublime golo de Jonas e para a obra de arte de Zivkovic. Sim, ganhamos 5-0 ao Marítimo porque fomos muito competentes e jogamos bem. Depois de 15 bons minutos de um Marítimo atrevido, que podia ter mudado a sorte do jogo, vimos um vendaval de Benfica.
Mas faz sentido não valorizar este aspecto, porque ampliar muito este facto fazia notar que o Benfica é de longe a equipa que melhor joga futebol em Portugal. O que vende é a lama, o escremento é que interessa, por isso, é muito difícil não andar sujo com tantas ventoinhas em funcionamento.
Ainda assim, amanhã vou à Luz ver essa coisa que parece de menor interesse mediático que é um jogo de futebol contra o renascido Desportivo da Aves. Mais uma etapa da nossa corrida para tentar ser vencida. Nós, os benfiquistas que gostam de futebol, precisamos de uma boa exibição e uma vitória; precisamos de Jonas e companhia dentro do relvado.
 Amanhã todos na Luz, numa casa repleta de apoio, numa inequívoca prova de respeito pelos que envergando o manto sagrado, vão continuar na luta pelos nossos valores e objectivos, rumo ao objectivo de vencer o título de campeões nacionais pela 37.ª vez.
Lamento, mas é de desporto que eu gosto. Gosto de ver Roger Federer chegar a n.º1, a fazer maravilhas com a raquete dos quase 37 anos, de assistir a Phill Mikelson tornar-se o mais velho vencedor de um torneio do WGC, gosto ver o golo do Ronaldo, a finta do Messi e a defesa do Ederson. Gosto de ganhar com honra e perder com dignidade. Gosto muito de desporto, mas detesto esta lavandaria ambulante de traficantes de tudo, mas sobretudo da essência e da verdade dos jogos.
«Eu posso não ser um luxo, mas eu sou um lixo. quero ir noutro contentor»."

Sílvio Cervan, in A Bola

Sobre a caça à toupeira e ao Zivkovic

"Não tenho nada contra a caça às toupeiras empreendida pelo Ministério Público. Tenho, aliás, tudo a favor. A violação do segredo de justiça em Portugal é uma mancha na nossa democracia. Estas fugas de informação são sempre recebidas pela opinião pública de duas maneiras e ambas doentias: trata-se de uma afronta intolerável ao regime quando o segredo sonegado desfavorece o nosso clube ou o nosso partido ou os nossos amigos e é uma festa quando acontece precisamente o contrário. Ou não é assim? Portanto, quanto à caça às toupeiras julgo tê-los esclarecido. Sou a favor. Já quanto à caça ao Zivkovic, sou absolutamente contra. Nos últimos jogos do Benfica tem sido um ver se te avias desta nova modalidade da caça ao sérvio. Tem sido um valente, o Zivkovic. E hoje há mais, vão ver. 
Ter-se-á volvido o futebol uma questão de regime? Não me refiro ao jogo maravilhoso que dura 90 minutos e obedece a dúzia e meia de Leis claríssimas mas ao ‘outro’ futebol, aquele que, de um século para o outro, se viu transformado numa indústria global, numa máquina poderosa que não só gere milhões como também parece gerir ou ser gerida, depende sempre do ponto de vista, por banqueiros, políticos, magistrados, jornalistas e sabe-se lá por mais quem. E gere, não menos inocentemente, as chamadas redes sociais, o novo flagelo público de qual convém fugir a sete pés.
A meio do seu reino de campeão da Europa, o futebol nacional deveria deleitar-se numa clarividência e paz de espírito decorrentes do seu sucesso continental dentro das 4 linhas. Mas não é de todo isso o que se passa fora das 4 linhas. Subsiste actualmente o futebol português na sua mais grave crise institucional de sempre se considerarmos, como é justo fazê-lo, que são os clubes as verdadeiras instituições que promovem o jogo – a essência de tudo – e que, no caso dos ‘três grandes’, são esses os clubes que pomposamente visitam uma vez por ano a Assembleia da República onde se apresentam na cara dos deputados com um extenso rol de lamúrias quando estão em maré de derrotas ou com um certificado de epifanias quando, pelo contrário, estão em maré de vitórias.
Acontece que não podem estar todos os três em maré de vitórias. Que fazer? Com o auxílio das novas tecnologias de comunicação, com a memória fresca de como o processo do Apito Dourado liquidou socialmente o império de Pinto da Costa e com o Ministério Público obrigado a abrir investigações a cada dúzia de denúncias anónimas – será mesmo assim? – somaram-se os ingredientes fatais. Um indício certeiro da decadência moral é a banalização dos anúncios de abertura de processos. Os ‘escândalos’, na realidade, duram meia hora. O anedotário que se lhes segue dura mais porque dura até ao próximo escândalo e até à próxima vaga de graças. A banalização é tramada. É este o regime."

Defender o monopólio de violação do segredo de justiça

"Tenho acompanhado, com algum distanciamento, a investigação do e-toupeira. Ao que parece, um técnico informático do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça (IGFEJ) tinha acesso a qualquer processo em qualquer tribunal do país. A coisa mais relevante que ficámos a saber é o grau de atraso do sistema judicial quanto à sua segurança informática. Como em muitas outras coisas, o século XXI ainda não chegou à justiça. Há outros dois funcionários judiciários que terão sido corrompidos com camisolas e bilhetes e que se juntam, com o técnico informático, o assessor jurídico do Benfica e um agente desportivo à lista de arguidos. A ser verdade o que se escreve, o negócio saía barato ao Benfica.
Como sabemos, a violação do segredo de justiça é uma constante que parece não ter solução à vista. Até hoje, acreditei que a incapacidade de combater esta realidade, que transforma a investigação num julgamento mediático e impede o arguido de se defender condenação pública organizada por quem apenas devia preparar a acusação ou o arquivamento, resultasse de uma verdadeira dificuldade em encontrar os responsáveis. Como se vê, o acesso aos processos não é assim tão pouco limitado. A violação do segredo de justiça é de tal forma generalizada, que o “Correio da Manhã” publica diariamente informações sujeita ao segredo de justiça. E toda a gente sabe, até pela selecção que é feita dessa informação, que a origem é quase sempre a mesma.
A diferença do caso e-toupeira com outros é que, desta vez, o acesso ilegal a processos em segredo de justiça não contou com a cumplicidade do Ministério Público. Esta investigação só pretende proteger o seu monopólio da violação do segredo de justiça. Violação que, nesta mesma investigação, se continua a exibir de forma totalmente despudorada,
O olhar optimista sobre este processo é o que nos permite dizer que isto pode estar a começar a mudar. Que há, por parte dos poderes judiciais, uma vontade de pôr fim à balda instalada. Que finalmente vamos assistir a uma punição exemplar de quem, no sistema judicial e fora dele, acede a informação que não tem de estar disponível. Acreditar nisto não é optimismo, é ingenuidade.
A diferença deste caso com outros é que, desta vez, o acesso a processos em segredo de justiça não contou com a cumplicidade do Ministério Público. É que o destinatário da informação não era o “Correio da Manhã”, o seu órgão oficioso. O cúmulo das ironias é, aliás, vermos descritas na imprensa as investigações de um processo por violação de segredo de justiça que está, ele próprio, em segredo de justiça. Os mesmos que investigam este caso violam o princípio que supostamente estão a defende.
Não me verão defender Luís Filipe Vieira e o Benfica, muito menos os supostos subornos para ter acesso a processos que não são públicos. Mas esta investigação parece ter, perante o total desprezo que o Ministério Público sempre exibiu e continua a exibir para com o segredo de justiça, um propósito: defender o seu monopólio dessa violação. Violação que, nesta mesma investigação, se continua a exibir de forma totalmente despudorada. E ironia das ironias é ver o Benfica a queixar-se da violação do segredo de justiça num caso em que ele violou o segredo de justiça. É uma autêntica matrioska de violações sucessivas. Um “ganbang” do segredo de justiça."

Falsa notícia do Expresso

"A Sport Lisboa e Benfica SAD esclarece que é falsa a informação veiculada pela notícia hoje publicada pelo jornal “Expresso”, sob o título com destaque de chamada de capa “Benfica foi avisado de todas as buscas”.
A Sport Lisboa e Benfica SAD reafirma que nunca recebeu essa ou outras informações sobre qualquer um dos processos que estejam em curso na Justiça e que envolvam a sua instituição ou qualquer outra.
A Sport Lisboa e Benfica SAD não pode também deixar de manifestar a sua estranheza e repúdio por nessa como noutras notícias, saídas nas últimas semanas em diversos órgãos de comunicação social, serem citadas de forma sistemática pretensas fontes judiciais ou fontes da Polícia Judiciária ligadas ao processo, numa assunção clara de violação do segredo de justiça, perante a total ausência de qualquer posição por parte dos responsáveis da investigação criminal e justiça sobre estes eventuais crimes cometidos por quem, em todos os momentos e circunstâncias, deve ser o primeiro e maior garante do escrupuloso cumprimento da lei e da legalidade num Estado de Direito.
Finalmente, a Sport Lisboa e Benfica SAD expressa a sua profunda indignação pela forma leviana e soez como o jornal “Expresso” ofende o seu bom-nome e reputação com permanentes insinuações gratuitas e difamatórias, e, em conformidade, reagirá de imediato e pelos meios próprios contra os seus autores e cúmplices e exigirá que a gravidade destas condutas mereça a devida punição."

Declarações injuriosas e difamatórias

"A Sport Lisboa e Benfica SAD determinou a instauração imediata dos competentes processos cíveis e criminais, no âmbito da justiça desportiva e civil, ao director de comunicação do Sporting Clube de Portugal, pela gravidade das suas afirmações em relação ao jogo realizado ontem, para o Campeonato da Segunda Liga, entre o Sport Lisboa e Benfica e a Associação Académica de Coimbra.
Declarações totalmente absurdas, injuriosas e difamatórias que ofendem a reputação das instituições em causa e de todos os profissionais dos dois clubes, e que devem merecer a máxima atenção por parte dos responsáveis das competições desportivas."

Benfiquismo (DCCLXXII)

Benfica...

Uma Semana do Melhor... com a Joana

Inconsistência...

Benfica B 0 - 4 Académica


Depois da vitória na Covilhã, esperava-se mais, mesmo com o Kalaica a defesa direito (não percebi!!!), e sem o Florentino e o Parks...

O Benfica aparentemente quer continuar a competir com a equipa B na II Liga, e não está disposto a participar num suposto campeonato sub-23! A opção parece-me correcta... agora é preciso ter cuidado, porque ainda corremos o risco de ir jogar para o CNS!!!

A falência de um posicionamento

"O Sporting tem sido useiro e vezeiro nas críticas à arbitragem, não obstante as inúmeras decisões que o têm beneficiado. Acresce que encontra sempre no Benfica a razão de todos os males, os seus e os do sector da arbitragem. Não sei se será feitio ou estratégia, mas parece-me que tem resultado, pois a ilusão do término de mais um longo período de seca do título máximo do futebol português durou mais que o expectável e foi alimentada, em parte, por arbitragens favoráveis, e não pela qualidade de jogo patenteada pela sua equipa. Esta, reconheça-se, tem estado longe da exigível a um candidato ao título e enormemente distanciada da apregoada. Nesta temporada houve, no entanto, uma nuance que não é despicienda. A liderança da cruzada anti-Benfica situa-se a norte, e o Sporting, apesar do discurso costumeiro e bafiento dos seus protagonistas, deixou-se secundarizar na esperança, crio, que colheria os benefícios de uma estratégia comunicacional implacável e sórdida, porém sem se desgastar nessa demanda. Mas não perceberam o óbvio: Quando se juntam mal-intencionados com voluntaristas, os eventuais frutos da parceria cabem sempre aos primeiros, gozando ainda estes da conivência e solidariedade dos segundos. Só assim se entende que o caso do Estoril - Porto não tenha merecido a atenção leonina que seria considerada normal. E depois no momento certo, Artur Soares Dias, que nem com recurso a imagens televisivas conseguiu descortinar aquela grande penalidade monumental sobre Doumbia, mostrou aos voluntaristas, porventura inconscientemente, que quem não treina em paz no Centro de Alto Rendimento da Maia não pode, nem deve, incomodar os mal-intencionados."

João Tomaz, in O Benfica

sexta-feira, 9 de março de 2018

Vale tudo

"Com o campeonato a entrar na recta final e as duas equipas mais fortes a mostrarem do que são feitas, vão começar os números de malabarismo e de contabilidade criativa. Aqueles que se assumem sempre como candidatos, mas que nunca chegam a lado nenhum já apontam a mira a uma improvável conquista europeia no futebol. Diz-se 'areia para os olhos' quando assim acontece. É a melhor forma de desviar atenções de cerca de 20 milhões de euros desbaratados em três épocas numa equipa técnica que não alcançou o objectivo de um clube que vai para 17 anos de jejum no campeonato nacional. Já para não falar do circo do 'quero, posso e mando' que aconteceu na mais recente reunião geral do rebanho desta quase igreja circunstancial do reino da fantasia. Do lado do ainda líder da tabela classificativa começam os problemas. O banco de suplentes está cada vez mais curto devido a surtos gripais colectivos e lesões de fadiga - mas a equipa médica do SL Benfica é que está sempre sob escrutínio.
No outro banco, o do departamento financeiro, já ninguém sabe o que fazer quando, no fim desta época, perceberem que não terminam (pelo quinto ano consecutivo) no primeiro posto da Liga. E, para piorar a situação, as dívidas surgem de todos os lados. É que nem a meio de um jogo de futebol eles podem estar sossegados, tal a urgência de liquidar uma dívida a um clube amigo. A meio do jogo estavam a perder, no intervalo desembolsaram 784 mil euros, e no final, já estavam a ganhar. Isto, sim, é engenharia financeira ao mais alto nível. Daquela a que já nos habituaram em cheques para pagar viagens a árbitros com nomes mascarados ou quando assobiam para o lado sempre que a UEFA fala em fair play financeiro. Não perdem pela demora."

Ricardo Santos, in O Benfica

O segredo de uma vida saudável: Jonas

"Peço desculpa desde já ao estimado leitor, que naturalmente se está borrifando para os meus agradecimentos pessoais, mas não resisto a aproveitar-me deste espaço no jornal O Benfica para proclamar a minha eterna gratidão a duas nobres pessoas, certamente abençoadas em algum momento das suas vidas por uma mão divina: Ismael Oliveira e Maria Luiza Gonçalves Oliveira. Para quem não sabe, são os pais do Jonas. A evolução da medicina tem o dedo destes dois senhores.
Como é do conhecimento público, o conselho de qualquer bom médico no que diz respeito ao acto de contemplar as habilidades do Jonas e ao simples acto de dormir é exactamente o mesmo: devemos fazê-lo entre 7 e 10 horas por dia. Cumprir estes dois mandamentos é meio caminho andado para uma vida recheada de saúde. Gerir os compro do dia-a-dia no tempo que sobra até pode ser complexo, mas a saúde é como o Benfica: tem de estar sempre em primeiro.
A baixa esperança média de vida que se verificava até bem perto do final do século XX é simples de justificar. Cumprir um exemplar horário de sono era fácil, no entanto, como podiam as pessoas apreciar um bom drible do Jonas de Ele ainda nem sequer era nascido? É evidente que, volta e meia, o mundo era afligido pela peste negra e outra epidemias.
Agora é possível tomar precauções. Observar o Jonas fortalece o sistema imunitário. Produz paz de espírito, controla o açúcar no sangue e dá vitamina C. Eu descobri este remédio há quatro anos e, desde então, não há gripe que me assuste. Quando é que o Sr. Ismael e a Sra. Maria Luiza recebem o Nobel da Medicina?
Até para a semana, se Jonas quiser."

Pedro Soares, in O Benfica

Vê-lo jogar

" 'Eu vi-o jogar!' Muitos benfiquistas enchem o peito, e dizem orgulhosamente este frase referindo-se a Eusébio. Eu poderia aplicá-la, por exemplo, a Chalana. Um dia mais tarde, se por cá andarmos, também iremos falar assim de Jonas. É de facto um privilégio ver este craque no relvado da Luz, de Manto Sagrado, a jogar, a marcar e a encantar. E qualquer adjectivo elogioso que se possa acrescentar ao seu nome será, neste momento, uma redundância. Fiquemo-nos pelos números: com 118 golos em quatro temporadas, e uma correspondente média de 29,5 golos/ano, Jonas é já o segundo artilheiro da história do Benfica, só atrás do Rei Eusébio (32,1) e à frente de José Águas (29,2) e Óscar Cardozo (24,7). Tendo nove partidas por disputar em 2017-18, o astro brasileiro ainda vai certamente melhorar este já espantoso registo. Não fosse ranking do campeonato português, e Jonas estaria a liderar a corrida à Bota de Ouro. Penalizado por um coeficiente de 1,5, face ao 2,0 das cinco principais ligas, o nosso avançado está, ainda assim, na luta por esse prestigiado troféu individual. E por muitos e bons jogadores que haja no Brasil, não me parece lógico que não venha a caber nos 23 escolhidos por Tite para o Mundial da Rússia. A história prossegue amanhã.
Nós vimos jogar Jonas!

PS: Infelizmente, o Hóquei em Patins português continua uma farsa. Clubes profissionais coexistem com uma federação amadora e arbitragens ostensivamente tendenciosas. Em Valongo tivemos mais um um exemplo, com o inqualificável Joaquim Pinto a retirar-nos dois pontos. Até quando vão continuar a maltratar esta belíssima modalidade?"

Luís Fialho, in O Benfica

Futebol Andante

"É de estranheza a primeira reacção ao Walking Football, mas essa reacção logo dá lugar a um quase espanto de 'como é que não pensei nisto antes?', quando nos apercebemos de que, apesar da idade, o jogo da infância está ali de novo à mão de semear, não para ser visto, mas para ser jogado, de novo!
Só podia ser futebol: que outra coisa no mundo mistura gente de todas as qualidades e idades tão diferentes acima de 50 anos? O que tem a Maria, de 93 anos, reformada (mas não retirada), em comum com o José, de 55, ainda a trabalhar pelo bem comum no Exército Português? Por incrível que pareça, jogaram juntos no sintético da Luz, e a equipa trouxe da Holanda um fantástico troféu 'Fair Play' conquistado em pleno campo do SBV Vitesse. Foi uma ocasião especial, na realidade os dois jogam regularmente em equipas separadas: a Maria num grupo mais heterogéneo em que a camaradagem e o desporto espalham saúde e combatem a solidão e as agruras da vida. O José numa equipa competitiva, que evoluiu a cada treino e exige aos atletas que façam o mesmo a andar que os jogadores a correr em campo: jogar, dar espectáculo e marcar golos.
E desengane-se quem ficar a pensar que não há futebol nisto, só porque é a andar e o campo, como as balizas, é menor. Há futebol, sim, senhor... E muito!"

Jorge Miranda, in O Benfica

Serenidade

"Os ataques ao Sport Lisboa e Benfica e à idoneidade dos seus profissionais e dos seus dirigentes não param. Já todos percebemos que está a valer tudo para travar o grande desígnio de 2017/18 - a conquista do Penta. Os autores destas investidas torpes são conhecidos. Primeiro, foi o presidente do Sporting que disse que o SL Benfica comprou árbitros e observadores com vouchers e teriam sido essas práticas que permitiram conquistar os títulos que conquistámos. Rapidamente o caso foi esclarecido pelos órgãos próprios da justiça desportiva e, como era de prever, foi tudo arquivado, com os árbitros o observadores a garantirem que nunca lhe foi pedido nada em troca do 'Kit Eusébio'. Depois, surgiu em cena o patético director de comunicação do FC Porto. Num ataque feroz e criminoso, inventou a tese do que o SL Benfica foi tetracampeões porque urdiu um esquema de corrupção que passava pela compra de árbitros. O 'caso dos e-mails' continua em investigação e, passados tantos meses, não foi detectado nenhum caso de corrupção desportiva. Resultados viciados em jogo do SL Benfica? Zero! Recentemente, um empresário de futebol fez denúncias graves, com nomes e práticas, incluindo a abordagem por parte de um administrador da SAD do FC Porto para mentir sobre resultados viciados. Estranhamente, nada aconteceu! Nesta semana somos brindados com mais uma denúncia anónima sobre uma eventual violação de segredo de justiça que terá sido cometida por um director encarnado a troco de bilhetes e de camisolas.
Tudo isto dá vontade de rir! A nossa preocupação deve ser a mesma de sempre - união."

Pedro Guerra, in O Benfica

Perversidade

"De um ponto de vista teórico, a função arbitral representará, porventura, a mais nobre missão num cenário desportivo ideal. O árbitro representa a autoridade decisória perante o desempenho competitivo dos atletas e das equipas, em todos os momentos e em quaisquer incidências de um desafio. Tendo previamente frequentado exigentes programas sequenciais de formação e de treino técnico, físico e psicológico adequados, hoje em dia e em qualquer modalidade, disciplina ou escalão, um árbitro conhecerá de modo profundo, as leis do jogo e as práticas próprias da performance. Por princípio, o árbitro de um jogo estará mais apto e apetrechado do que algum dos praticantes, a fazer respeitar em campo a aplicação daquele conjunto de normas próprias que regem uma competição específica e até, mais genericamente, o torneio da sua especialidade. Ser-se árbitro de um desporto federado, nos dias que vivemos, é uma função cada vez mais difícil e desgastante. O ritmo dos desafios e a cadência das competições exigem esforço, performance e resistência física excepcionais. E no plano intelectual, não são menos necessários os índices extraordinários de percepção e acuidade, de capacidade de raciocínio e decisão em pleno esforço, perante as miríades de incidências características da disputa atlética. Tudo isto, de per si, ou num mix de recursos conjugados, constitui matéria tanto mais indispensável quanto, por exemplo, à medida em que se exacerbam as manifestações dos espectadores nos anfiteatros, a própria capacidade de contenção temperamental do indivíduo-juiz, caso a caso, no campo do jogo, tem de ser dialecticamente compatibilizada com a firmeza e com a frieza de raciocínio, em cada momento do jogo. Mercê do desenvolvimento mediático hoje dominante na sociedade humana, a circunstância, a entourage e o ambiente competitivo expandiram-se a limites outrora inimagináveis, o que ainda acentua mais as características de excepcionalidade que agora se tornaram absolutamente indispensáveis à personalidade de um árbitro para arbitrar um qualquer desafio desportivo. Com esse perfil um árbitro deveria merecer o inquestionável respeito dos jogadores e das bancadas. Mas, na verdade, tudo aquilo não basta. Um árbitro só pode merecer respeito e consideração se, além de patentear todos os atributos que enunciei, se conservar sempre imparcial e neutro em todo o seu desempenho, durante todo e qualquer jogo que arbitrar. E este acaba por ser o factor essencial e decisivo para o correcto desempenho do árbitro. Ora, há anos, há demasiado tempo, que isto não se verifica praticamente em nenhum jogo do campeonato da primeira divisão de Hóquei em Patins em que participe a equipa do Sport Lisboa e Benfica. Há muito que, talvez por mera perversidade, os árbitros escalados para arbitrar as nossas equipas do Hóquei deixaram de se manter neutros e imparciais."

José Nuno Martins, in O Benfica

Francisco J. Marques, os teus e-mails são meus

"«Ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação. Contra tais intromissões ou ataques toda a pessoa tem direito à protecção da lei»

Como não sou exibicionista, vou poupar pormenores sobre aquilo que se pode encontrar na minha caixa de e-mail profissional:
- alguns e-mails de pessoas que me deram informação sob anonimato;
- Um ou outro secretário de estado; e penso que até um ministro antes de o ser - pouco mais de uma dezena de mensagens onde descomponho alguém que me pareceu incompetente na hora de me dar informação e um pouco mais de uma dezena de e-mails em que essas pessoas justamente me retribuem na mesma moeda;
- alguns poemas ridículos que me hão de envergonhar até ao último torrão de terra cair sobre o meu caixão; - cartas para os meus filhos e para a mãe dos meus filhos;
- confirmações de serviços online relacionados com o fornecimento luz, gás e sei lá que mais;
- cópias de comprovativos de morada, transacções, números de contribuinte e cartão de cidadão que enviei no passado para alguém que agora não interessa mencionar;
- um número indeterminado de piadas enviadas por amigos ou colegas de redacção – algumas dessas piadas são escabrosas e têm palavrões;
- um ou outro e-mail com uma foto de uma miúda que notoriamente só se tornou motivo de interesse pela sensibilidade, a delicadeza, a profundidade intelectual, a simpatia e o arrojo artístico;
- várias mensagens em que critico e/ou insulto o governo, a oposição, o Isaltino e o Medina, colegas de profissão, uma pessoa que me desiludiu, chefes, a concorrência, o capitalismo selvagem e até a humanidade em geral;
- Incontáveis e-mails em que proponho reportagens, procuro notícias, tiro dúvidas, pergunto por nomes mal redigidos, troco imagens e cumprimentos;
- Um número indeterminado de convites para almoço de trabalho que em 90% dos casos não aceito;
-Um número indeterminado de convites para jantar que enviei no passado e que, invariavelmente, me são devolvidos com respostas negativas das destinatárias. Minto: num ou noutro caso não houve sequer resposta; e uma das interlocutoras chegou mesmo a responder: «ahahahaha, a sério?»;
- Dezenas de milhares de comunicados e sei lá quantas tentativas de me convencer a escrever sobre alguma coisa – tudo com contactos pessoais e moradas bem legíveis;
- Um chorrilho de coisas que as pessoas que têm família, amigos, inimigos, colegas, entrevistados, tempos de lazer, obrigações e trabalho costumam ter na caixa de correio electrónico.
Terminada esta descrição resumida, é chegada a hora de invocar o homem a quem dou honra de título nesta crónica para lhe colocar uma questão: Francisco J. Marques, achas mesmo que tens o direito, a legitimidade, ou apenas a moralidade para usar a minha caixa de correio eletrónico, e desatar a ler os meus e-mails num programa de TV?

A sério?
Então por que não fazes o mesmo com a tua caixa de correio electrónico? Fico a aguardar pela resposta, mas digo-te já: enquanto não disponibilizares a tua caixa de correio electrónico - e do plantel, equipa técnica e administração do FC Porto, por que não? - para bodo da populaça num canal de TV, nunca vou acreditar que realmente achas que aquelas descrições de e-mails de dirigentes do Benfica, possivelmente obtidas após intrusão informático, são legais e merecem uma ida ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem.
Mas antes de tomares uma decisão mais drástica quero explicar-te uma coisa e fazer uma declaração de interesses, porque sei que estou a falar com alguém do futebol e tenho de eliminar à nascença o argumento obtuso do 'só dizes isso porque é do clube x ou y': eu sou do Sporting. Quase maluquinho, admito, mas não sou parvo. Acho que o FCP vai mesmo ganhar esta noite e é a equipa que joga melhor no campeonato. E também não sou parvo para achar que a rivalidade futebolística chega para suprimir liberdades e garantias de um cidadão, seja ele do Benfica, do Sporting ou do Alguidares de Baixo.
Por isso, era bem capaz de fazer este mesmo texto com o nome dos teus congéneres do Sporting ou do Benfica, se um desses senhores tivesse o desplante de anunciar que iria ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos queixar-se de que a justiça portuguesa aceitou, em segunda instância, uma providência cautelar interposta por outro clube para impedir os programas semanais com a revelação de correspondência alheia. (Eu sei que é um aparte escusado, mas nunca percebi por que é que não fazem o programa junto a uma lareira para dar uma aura mais intimista. É apenas uma sugestão...).

Antes de comprares os bilhetes para Estrasburgo, peço-te que atentes nas seguintes frases: «Ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação. Contra tais intromissões ou ataques toda a pessoa tem direito à protecção da lei».

Este excerto consta na Carta Universal dos Direitos Humanos, aprovada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em 1948, quando a GESTAPO já se finara, mas a STASI, a KGB e a CIA trocavam galhardetes e espiões e a PIDE passeava-se sorridente sem receber insultos dos transeuntes. Sim, há uma discrepância entre serviços secretos que se intrometem em tudo e as garantias previstas com a aprovação da Carta Universal dos Direitos Humanos, mas basicamente o princípio sobreviveu até aos dias de hoje - ao contrário da PIDE e da STASI.

Sou um sonhador, mas quero acreditar que, se foi assim, é porque o princípio da inviolabilidade da correspondência é um direito humano importante numa democracia.

É de resto a importância desse mesmo princípio que leva a crer que, no passado, um qualquer jurista verteu para a nossa legislação os seguintes artigos:

«Artigo 193.º
Devassa por meio de informática
1 - Quem criar, mantiver ou utilizar ficheiro automatizado de dados individualmente indentificáveis e referentes a convicções políticas, religiosas ou filosóficas, à filiação partidária ou sindical, à vida privada, ou a origem étnica, é punido com pena de prisão até 2 anos ou com pena de multa até 240 dias.
2 - A tentativa é punível.

Artigo 194.º
Violação de correspondência ou de telecomunicações
1 - Quem, sem consentimento, abrir encomenda, carta ou qualquer outro escrito que se encontre fechado e lhe não seja dirigido, ou tomar conhecimento, por processos técnicos, do seu conteúdo, ou impedir, por qualquer modo, que seja recebido pelo destinatário, é punido com pena de prisão até 1 anos ou com pena de multa atée 240 dias.
2 - Na mesma pena incorre quem, sem consentimento, se intrometer no conteúdo de telecomunicações ou dele tomar conhecimento.
3 - Quem, sem consentimento, divulgar o conteúdo de cartas, encomendas, escritos fechados, ou telecomunicações a que se referem os números anteriores, é punido com pena de prisão até 1 anos ou com pena de multa até 240 dias».

Os dois artigos estão presentes no decreto-lei 48/95 que está actualmente em vigor. Diria que estas frases seriam suficientes para qualquer juiz te impedir, caro J. Marques, de publicar os e-mails do rival do teu clube, mas a verdade é que houve um juiz de primeira instância que considerou que terias legitimidade para divulgar correspondência privada de outra pessoa, através de um canal de TV liderado pelo FC Porto, cujo estatuto editorial desconheço.
Talvez as leias que transcrevi aparentem apenas estar em português, quando eventualmente estarão num jurisdiquês que eu não entendo; ou o juiz de primeira instância tenha indeferido a providência cautelar interposta pelo Benfica por ter sido usado o ridículo argumento de concorrência desleal, quando o que estava em causa eram direitos fundamentais de pessoas (acredita J. Marques, os benfiquistas também são pessoas, tal como os portistas ou qualquer adepto de outro clube).

Claro que poderias alegar o interesse público desta divulgação. Só que há um pormenor insuperável: tu não és jornalista, Francisco J. Marques (já foste, e dos bons, mas agora não és, lamento). Além disso, as passagens dos e-mails que costumas ler não são sujeitas a contraditório - e ninguém garante que não são extraídas sem contexto. Até posso admitir que aquela informação possa ter indícios de corrupção, mas acho que só um magistrado pode fazer esse juízo. Também podes argumentar que há treinadores e jogadores de equipas rivais que são obrigados a responder aos flash interview dos jornalistas da Benfica TV, e até podes questionar o facto de haver profissionais da Benfica TV com carteira profissional de jornalista - e, nesses casos, concordarei contigo. Trabalhar numa TV de um clube deveria ser motivo suficiente para a entrega da carteira de jornalista - mas não nos vamos afastar do tema da privacidade que não é a Benfica TV que está em causa nesse texto.

Voltemos ao apito dourado. Lembras-te como é que tudo acabou? Eu ajudo: Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente do FC Porto, foi absolvido porque as escutas realizadas pela Judiciária e lideradas pelo Ministério Público foram consideradas ilegais. Nota bem: foram as autoridades do Páis que fizeram as escutas - e mesmo assim foram consideradas ilegais.

Presumo que até um defensor da liberdade de expressão, como tu, sabe disto, mas de qualquer modo aproveito para relembrar: é por uma questão de sanidade democrática social e política que a lei nacional exige que buscas e escutas sejam feitas a preceito e precedidas por mandado de juiz - e não possam derivar apenas de um link qualquer que se encontra no Facebook depois de um qualquer hacker colocar na Net todo os GB dos e-mails da direcção do Benfica.

Também podes argumentar que há jurisprudência de 2013 que não penaliza quem descarrega ficheiros privados em links públicos - mas basta ler notícias que dão conta do bloqueio de sites que disseminam imagens de pessoas abusadas ou de jovens que se suicidam depois de situações bullying para perceber que esta jurisprudência tem mais buracos que a rede de uma baliza. E dificilmente pode ser levada a sério: até porque se eu me apoderar de uma carta alheia que os correios me entreguem posso estar a cometer um ilícito e eventualmente acontecerá o mesmo se colocar uma tabuleta na rua a dizer «venha aqui ver os e-mails impressos do Benfica»-

Por que é que ter um link que direcciona para uma violação de correspondência ou descarregar essa correspondência não foi considerado crime ou ilícito pela tal decisão de um juiz português em 2013 é algo que me escapa, confesso. Ok, é sempre possível dizer que, na Internet, são tantos os downloads e olhos indiscretos que se torna impossível punir os infractores. E eu respondo: acontece o mesmo com as beatas dos cigarros e não passa pela cabeça de ninguém legalizar o lançamento da beata, pois não? E acrescento ainda: hoje temos um memorando de entendimento para o bloqueio de música pirata, mas a lei não proíbe o acesso e a promoção da divulgação da correspondência privada?

Bem sei que não és juiz, J. Marques, mas uma coisa te garanto: também não és Julian Assange. Bem sei que, à semelahnça do líder do Wikileaks, sentes a tentação de publicar o que alguém esconde. Mas olha bem: Assange e Wikileaks; J. Marques e Porto Canal. Vês semelhanças?"

Comunicado...

"A Direcção do Sport Lisboa e Benfica e o Conselho de Administração da Benfica SAD vêm comunicar aos seus sócios, adeptos, parceiros e colaboradores o seguinte:
- Após tomarem conhecimento da notícia pública da decisão proferida no passado dia 7 de Março pelo Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa, reuniram no dia de hoje;
- Depois de analisada toda a informação disponível, reuniram com o Departamento Jurídico e posteriormente com os advogados do Sport Lisboa e Benfica.
Realizadas as referidas diligências, deliberaram, por unanimidade, manter a sua integral confiança em Paulo Gonçalves, aguardando com serenidade a conclusão do processo e reiterando uma vez mais a sua total colaboração para com as autoridades judiciais."

Alvorada... do Fanha

Conversas à Benfica - Esp. Modalidades: Ricardo Solnado

Conversas à Benfica 34

Benfiquismo (DCCLXXI)

Três grandes...

Aquecimento... Futebol