Últimas indefectivações

terça-feira, 11 de outubro de 2022

Assumidamente...


"Imaginemos "A Bola" ou o "Record" a colocarem o Félix na capa no dia em que o FC Porto defrontasse o Atlético Madrid, com o título em manchete “FÉLIX ILUMINA AS ESTRELAS”. O complexo de inferioridade do FC Porto é tão grande que só dá pena e vergonha alheia. #40anosdisto #ligadafarsa"

Lixívia 9


Tabela Anti-Lixívia
Benfica...........25 (0) = 25
Corruptos.......22 (+4) = 18
Sporting.........16 (0) = 16

Semana atípica sem grandes Casos.
Admito que com os jogos no mesmo dia, e com os Corruptos a jogar ao mesmo tempo que o Benfica, não revi os jogos. E sabendo que os resumos, e análises de arbitragens são quase sempre enviesadas, não me admirava que tivesse havido alguns Casos, que ninguém falou...!!!
Sendo assim, parece que os VAR's 'salvaram' o Soares Dias em São Miguel e o Mota no Algarve!!!

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Arouca(c), V(4-0), Mota(V. Santos, Licínio), Prejudicados, (5-0), Sem influência
2.ª-Casa Pia(f), V(0-1), Martins(Nobre, P. Ribeiro), Prejudicados, Sem influência
3.ª-Paços de Ferreira(c), V(3-2), Soares Dias(Malheiro, Coimbra), Prejudicados, Sem influência
4-ª-Boavista(f), V(0-3), Pinheiro(L. Ferreira, J. Silva), Prejudicados, Sem influência
5.ª-Vizela(c), V(2-1), Veríssimo(Nobre, N. Pereira), Prejudicados, (3-1), Sem influência
6.ª-Famalicão(f), V(0-1), Almeida(Melo, B. Costa), Prejudicados, (0-2), Sem influência
7.ª-Marítimo(c), V(5-0), Nobre(V. Santos, Mesquita), Nada a assinalar
8.ª-Guimarães(f), E(0-0), Rui Costa(L. Ferreira, S. Jesus), Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
9.ª-Rio Ave(c), V(4-2), M. Oliveira(Rui Oliveira, L. Costa), Nada a assinalar

Sporting
1.ª-Braga(f), E(3-3), Veríssimo(Martins, H. Ribeiro), Nada a assinalar
2.ª-Rio Ave(c), V(3-0), Mota(Narciso, P. Brás), Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
3.ª-Corruptos(f), D(3-0), Almeida(Hugo, Martins), Prejudicados, Impossível contabilizar
4.ª-Chaves(c), D(0-2), Narciso(V. Santos, D. Silva), Beneficiados, Sem influência
5.ª-Estoril(f), V(0-2), M. Oliveira(Pinheiro, L. Maia), Nada a assinalar
6.ª-Portimonense(c), V(4-0), C. Pereira(V. Ferreira, Cunha), Nada a assinalar
7.ª-Boavista(f), D(2-1), Pinheiro(Melo, B. Costa), Nada a assinalar
8.ª-Gil Vicente(c), V(3-1), Martins(Godinho, R. Teixeira), Nada a assinalar
9.ª-Santa Clara(f), V(1-2), Soares Dias(Malheiro, Cidade), Nada a assinalar

Corruptos
1.ª-Marítimo(c), V(5-1), Malheiro(Esteves, R. Cidade), Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar
2.ª-Vizela(f), V(0-1), Veríssimo(Correia, I. Pereira), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
3.ª-Sporting(c), V(3-0), Almeida(Hugo, Martins), Beneficiados, Impossível contabilizar
4.ª-Rio Ave(f), D(3-1), Martins(Rui Costa, C. Martins), Beneficiados, Sem influência
5.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Pinheiro(Melo, Manso), Nada a assinalar
6.ª-Chaves(c), V(3-0), Nobre(Narciso, V. Marques), Beneficiados, Impossível contabilizar
7.ª-Estoril(f), E(1-1), Godinho(Soares Dias, Licínio), Beneficiados, (3-1), (+1 ponto)
8.ª-Braga(c), V(4-1), Soares Dias(Hugo, B. Jesus), Beneficiados, (2-1), Impossível contabilizar
9.ª-Portimonense(f), V(0-2), Mota(Martins, A. Campos), Nada a assinalar

Anexos (II):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica

Sporting

Corruptos
Veríssimo - +3
Correia - +3
Godinho - +1
Soares Dias - +1

Anexos(III):
Árbitros:
Benfica
Mota - 1
Martins - 1
Pinheiro - 1
Soares Dias - 1
Veríssimo - 1
Almeida - 1
Nobre - 1
Rui Costa - 1
M. Oliveira - 1

Sporting
Veríssimo - 1
Mota - 1
Almeida - 1
Narciso - 1
M. Oliveira - 1
C. Pereira - 1
Pinheiro - 1
Martins - 1
Soares Dias - 1

Corruptos
Malheiro - 1
Veríssimo - 1
Almeida - 1
Martins - 1
Pinheiro - 1
Nobre - 1
Godinho - 1
Soares Dias - 1
Mota - 1

VAR's:
Benfica
Nobre - 2
V. Santos - 2
L. Ferreira - 2
Malheiro - 1
Melo - 1
Rui Oliveira - 1

Sporting
Martins - 1
Narciso - 1
Hugo - 1
V. Santos - 1
Pinheiro - 1
V. Ferreira - 1
Melo - 1
Godinho - 1
Malheiro - 1

Corruptos
Hugo - 2
Esteves - 1
Correia - 1
Rui Costa - 1
Melo - 1
Narciso - 1
Soares Dias - 1
Martins - 1

AVAR's:
Benfica
Licínio - 1
P. Ribeiro - 1
J. Silva - 1
Coimbra - 1
N. Pereira - 1
B. Costa - 1
Mesquita - 1
S. Jesus - 1
L. Costa - 1

Sporting
H. Ribeiro - 1
P. Brás - 1
Martins - 1
D. Silva - 1
L. Maia - 1
Cunha - 1
B. Costa -1
R. Teixeira - 1
Cidade - 1

Corruptos
Cidade - 1
I. Pereira - 1
Martins - 1
C. Martins - 1
Manso - 1
V. Marques - 1
Licínio - 1
B. Jesus - 1
A. Campos - 1

Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Martins - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
Rui Costa - 1 + 0 = 1
Nobre - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1

Sporting
Pinheiro - 1 + 1 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Soares Dias - 1 + 0 = 1
Martins - 0 + 1 = 1
Hugo - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Malheiro - 0 + 1 = 1

Corruptos
Martins - 1 + 1 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Mota - 1 + 0 = 1
Correia - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Soares Dias - 0 + 1 = 1

Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Nobre - 1 + 2 = 3
V. Santos - 0 + 2 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Mota - 1 + 0 = 1
Martins - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Soares Dias - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Rui Costa - 1 + 0 = 1
Malheiro - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Rui Oliveira - 0 + 1 = 1

Sporting
Narciso - 1 + 1 = 2
Pinheiro - 1 + 1 = 2
Martins - 1 + 1 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Mota - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
C. Pereira - 1 + 0 = 1
Soares Dias - 1 + 0 = 1
Hugo - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
V. Ferreira - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Godinho - 0 + 1 = 1
Malheiro - 0 + 1 = 1

Corruptos
Soares Dias - 1 + 1 = 2
Martins - 1 + 1 = 2
Hugo - 0 + 2 = 2
Malheiro - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
Pinheiro - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Godinho - 1 + 0 = 1
Mota - 1 + 0 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1
Correia - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
Melo - 0 + 1 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1

Anexos(IV):
Jornadas anteriores:

Anexos(V):
Épocas anteriores:

Antevisão...

Treino...

Benfica FM #210 - PSG, Rio Ave...

Visão S04E10 - Personalidade, PSG e Rio Ave...

O Benfica Somos Nós - S02E21

A Verdade do Tadeia #671 - Grandes ganham, SC Braga cede

BI: Guia Paris...

Visão - Enzo vs. Rio Ave

António Silva – Os pormenores do seu jogo Defensivo e Ofensivo

Paolo Maldini, in Lateral Esquerdo

A águia voa mais alto


"Depois de treze vitórias consecutivas, o Benfica vai com dois empates, tendo tido num deles uma exibição que deixou muito a desejar e viu o seu maior rival novamente aproximar-se (e logo com uma goleada ao 2º classificado). Pelo caminho ficou o recorde de Eriksson dos quinze triunfos a arrancar a temporada. Altura para preocupação ou depressão? Nada disso. Este clube, bem como a imprensa que o segue, tem muita tendência ao oito e ao oitenta, a subir às nuvens ou às cinzas do inferno caso a bola entre ou não entre.
A verdade é que este Benfica de Schmidt continua um projeto sólido, forte e consistente. E nunca ninguém deverá dizer num clube desta estatura que há empates que sabem a vitórias, mas a maneira como a equipa se comportou contra o clube mais rico do mundo foi bastante agradável. Em mais uma grande noite europeia, o Benfica bateu-se de igual para igual contra Messi, Mbappé e Neymar e continua bem lançado para seguir em frente na maior competição de clubes na Europa.
Nos dias antes do jogo com os parisienses, as redes sociais benfiquistas debatiam que ambiente haveria no estádio, tendo em conta a invasão de "turistas" que se adivinhavam. Adeptos do futebol moderno que procuraram bilhete exclusivamente para este jogo, principalmente na ânsia de ver uma lenda do futebol mundial chamada Lionel Messi e não tanto o próprio Benfica (e o argentino não os defraudou, mostrando que aos 35 anos continua a ser o melhor jogador do mundo. Cada vez menos se mexe, mas sempre que recebe a bola nos pés, faz tudo perfeito). Mas a verdade é que a maioria dos 62.000 adeptos no estádio participaram numa grande noite, empurrando a equipa encarnada para a frente e incomodando e de que maneira os milionários da equipa francesa (um clube que sem os petro-dólares continuaria a ser modesto. É curioso recordar que há apenas 10 anos, em 2011, o Benfica jogou com este PSG para a Liga Europa e nem 30.000 apareceram no estádio). Há um feedback engraçado que confirma o bom ambiente: ir ao YouTube ver os vlogs dos adeptos franceses que vieram a Portugal e ouvir o que dizem no final do jogo. Há um que refere inclusive que já foi a vários estádios na Europa e que o que viu no Estádio da Luz entra facilmente para um top-3.
Um dos destaques foi o jovem central António Silva. Custa a acreditar como só tem 18 anos e como se está a impor desta maneira. Arrisco-me a dizer que se ele for isto tudo, é um fenómeno. Mas não deixo de sentir preocupação com o hype que se está a criar à volta de um miúdo com meia-dúzia de jogos nos seniores. É bom que ele seja forte mentalmente, porque este clima de elogios na imprensa vai virar ao contrário assim que ele tiver a primeira falha. É que os rivais do Benfica já lhe fizeram mira, da mesma maneira que atacaram incessantemente Renato Sanches em 2016 ou João Félix em 2019.
É uma verdade de La Palisse dizer que todos os jogos são importantes, mas sabemos bem que há uns mais importantes que outros. E aproxima-se um encontro fundamental que pode definir a época: o jogo no Dragão. A conversa dos treinadores é que se deve pensar jogo a jogo e ainda há Rio Ave para o campeonato, PSG para a Champions e Caldas para a Taça, mas é normal que os adeptos (dos dois clubes) já comecem a ter o clássico na mente. Ver como o Benfica se comporta em Paris será importante para aferir do estofo da equipa num encontro de exigência máxima, mas o verdadeiro teste do algodão será o encontro da 10ª jornada. Em que se pode dar o caso do Benfica poder sair de lá com 6 pontos de avanço ou já atrás na classificação. Para além do resultado, será importante perceber se de facto esta é uma equipa diferente dos últimos anos, capaz de ir ao Dragão jogar sem medos e para ganhar (como fez em Turim, por exemplo) ou se se vai deixar mais uma vez enrolar na chama e na pressão do dragão.
Duas notas finais: preocupação natural com os prejuízos que o Benfica anda a apresentar, mas valide-se a estratégia de Rui Costa, focando-se no que era primordial para o clube neste momento: a aposta desportiva mais do que as contas bonitas. O clube precisava de mudar o ciclo urgentemente e isso faz-se com investimentos fortes e certeiros. E o que se planta agora, colhe-se depois. Mais lamentável é (e utilizando uma expressão que a personagem usava muito) a "feira de vaidades" que vamos assistindo por parte do último presidente do clube. Desde entrevistas a livros, procura manter-se nas luzes da ribalta, por mais que diga que já não quer mais saber do Benfica e vai revelando toda a azia que sente em relação a Rui Costa e inclusivé a sensação que até nem se importava muito que este falhasse, de modo a poder validar a ideia que no fundo ele sempre teve: que é o único capaz de conduzir o Benfica e que por isso tudo lhe deve imensa gratidão. Mas tal como os que agora estão a ser julgados em tribunal pela exposição ilegal e adulteração dos emails do Benfica, o tempo encarrega-se de colocar todos no seu lugar.
A águia voa sempre mais alto que os abutres."

Boas notícias da Europa: Trincão, Diogo Costa, António Silva, Florentino, Vitinha


"Nem sempre os valorizamos devidamente, mas os guarda-redes contam. E muito, mesmo se tendemos a reparar mais neles quando falham, porque ninguém os redime. São a rede protetora dos erros de todos os outros, mas não há apelo na hora do erro próprio, só agravo. Será sempre lembrado como Adán deixou virar ao contrário um jogo em Marselha que Trincão abrira numa junção eloquente de arte e eficácia. Mas é de elementar justiça sublinhar que no Dragão outra teria sido a história, do jogo e do grupo, se Diogo Costa não tivesse duplicado a angústia de Schick no momento do penálti. E, apesar do grande jogo coletivo do Benfica com o PSG, também Vlachodimos foi decisivo na Luz, numa das melhores exibições que se lhe anotam pelas águias. Diogo Costa é, aos 23 anos, o anunciado guarda-redes para a próxima década do futebol português, personalizado e elástico, com controlo invulgar do tempo e do espaço, além de um jogo de pés como é raro encontrar. Um guarda-redes de equipa grande e com lugar bem entregue numa grande seleção. Mas não foi apenas na baliza que a semana europeia autenticou a afirmação de talento português.
Fernando Santos já não pode ignorar António Silva, que o miúdo não tem como enganar depois do que mostrou no último par de meses. É um caso raro de personalidade, velocidade, agressividade boa, qualidade no jogo aéreo, e principalmente critério com bola, a construir com risco ou mais longo, como não me lembro de ver surgir em Portugal, pelo menos desde Ricardo Carvalho. E há outras duas evidências que resultam do jogo europeu na Luz: que Florentino tem de ser candidato à convocatória para o Qatar (apesar da forte concorrência na posição), pelo que garante de pressão e redistribuição, e que aquele Vitinha que se viu espalhar energia sem bola e qualidade com ela não pode ser suplente no onze das quinas. A questão pode ser a de escolher quem sai para ele entrar, mas não a de sair ele para entrar seja quem for.
Ainda na ressaca da desilusão na Liga das Nações, outra certeza: quanto menos vezes Bernardo Silva tocar na bola, pior joga a seleção. E a jogar a partir do corredor direito (mesmo que não amarrado a ele, reconheço), toca menos vezes na bola. Nos jogos do play-off, Fernando Santos puxou Bernardo para o corredor central e o rendimento melhorou muito, frente a Turquia e Macedónia. Não se entende este regresso ao passado, que o jogo frente à Espanha provou, mais uma vez, ineficaz. A natureza da seleção tem sido esta: perante um adversário de maior qualidade - idêntica à portuguesa, entenda-se, que muito melhores seguramente não há - a equipa preocupa-se sempre mais com o que faz sem a bola do que com ela. E já se percebeu pontualmente que bem podia ser ao contrário.
Para cuidar melhor a bola, para construir e criar com qualidade acrescida, é indispensável ter jogadores que consigam respirar mesmo no ar rarefeito do corredor central, podendo receber a bola de costas e ligando as pontas entre a construção e a finalização. Para os corredores não faltam opções, para esse espaço há bem menos, e não há nenhum como Bernardo, pelo menos enquanto Félix se mantiver com a carreira amarrada ao clube errado. Podemos ter um painel de avançados de qualidade historicamente invulgar, mas servi-los bem, e mais vezes, será a única maneira de concretizar essa força teórica. Ter Vitinha e Bernardo juntos no meio é um bom início de conversa para lá chegar. Pode sempre questionar-se se garantem equilíbrio defensivo ou a dimensão física ideal – mesmo se os imagino acompanhados de um 6, provavelmente Rúben Neves - mas essa é a linha de pensamento que tem conduzido à forma como a seleção tem jogado. E que os adeptos depois criticam. Quando não se ganha, claro."

O paradoxo do futsal do SL Benfica


"O Sport Lisboa e Benfica criou uma equipa de futsal no ano de 2001, sendo que não precisou de muito tempo para se tornar no dominador da modalidade a nível nacional.
No ano de 2009, o futsal do Benfica sagrou-se tricampeão nacional e no ano seguinte atingiu o ponto mais alto da sua história, ao tornar-se na primeira equipa de futsal portuguesa a sagrar-se campeã europeia, derrotando na final a poderosa equipa do Interviu, para muitos, a melhor equipa da história da modalidade.
Mas aquele que terá sido provavelmente, o maior feito no ciclo hegemónico do futsal encarnado, foi o facto do Benfica ter conseguido assumir este domínio com uma equipa que possuía uma espinha dorsal composta por jogadores portugueses.
Na equipa que conquistou o ceptro europeu em 2010, o guarda-redes Zé Carlos e o fixo Zé Maria eram os únicos resistentes da primeira equipa de futsal do Benfica. A estes, foram-se juntando vários internacionais portugueses com o passar dos anos, tais como André Lima (que viria a transitar directamente de jogador para treinador), Arnaldo Pereira, Ricardinho, Pedro Costa, Gonçalo Alves, Bebé e Joel Queirós. A estes, juntar-se-iam estrangeiros de grande qualidade como o fixo Davi e o pivot César Paulo.
No entanto, uma dinastia que tinha tudo para durar mais alguns anos no futsal português, mas que viria a ser forçosamente terminada. Depois do título europeu, o Benfica viria a ser copiosamente derrotado pelo Sporting na final do play-off, levando a direcção do futsal encarnado a entender ser necessário renovar a equipa. Uma renovação forçada e que o tempo viria a forçar que seria precoce.
Ricardinho e Zé Maria saíram em 2010; Arnaldo e Pedro Costa saíram no ano seguinte. O Benfica desfez-se desnecessariamente de uma equipa que ainda tinha muito para dar por mais dois ou três anos e nunca soube encontrar soluções a altura das perdas, dando assim início ao domínio do rival lisboeta que ainda hoje prevalece.
A partir da época 2015/2016, a UEFA viria a impor uma nova regra na modalidade, de que em cada jogo para as competições internas, cada equipa só poderia convocar um máximo de cinco jogadores não-formados localmente. Esta regra viria a limitar o número de estrangeiros nos plantéis, estrangeiros esses que viriam a ter cada vez maior predominância nos clubes nacionais.
Hoje, 12 anos após o título europeu do Benfica, o clube encarnado é completamente dominado pelo Sporting a nível nacional, sendo que o clube leonino também já conquistou dois títulos europeus. E em parte, a diferença entre ambas as equipas pode explicar-se pela qualidade dos jogadores portugueses.
Hoje, ao contrário de há 12 anos, é o Sporting que possui a base da selecção nacional, que venceu o campeonato do mundo, o campeonato da Europa e a Taça intercontinental, graças a jogadores como João Matos, Pany Varela, Erick Mendonça, Tomás Paçó e Zicky.
Fazendo uma comparação a ambas as equipas campeãs europeias, há uma questão que não pode ser ignorada: nos dias de hoje, o futsal de formação em Portugal está muito mais desenvolvido do que estava há dez anos atrás, o que permitiu ao Sporting formar os seus próprios jogadores, elevando-os a um nível de topo em tão tenra idade.
Mas mais do que isso, a ascensão desses jovens também se deve ao trabalho feito na equipa principal. Nuno Dias é um treinador que demonstra ter a metodologia de treino e a ideia de jogo necessárias para potenciar e extrair o melhor rendimento de um jogador.
Por outro lado, no Benfica, têm sido cometidos vários erros a nível da gestão dos jogadores nacionais, nomeadamente, a decisão absurda de ter dispensado os internacionais portugueses Tiago Brito e Fábio Cecílio no Verão de 2021, dois dos portugueses que davam então mais garantias no plantel.
Para além disso, nem Joel Rocha, nem Pulpis me parecem ser treinadores com o perfil indicado e capazes de extraír o máximo potencial de um jogador. E como se não bastasse, ainda houve os azares com as jovens promessas Carlos Monteiro e Lúcio Rocha, que se encontram a recuperar de lesões graves.
Todas estas circunstâncias levam a que a equipa de futsal do Benfica tenha uma base de jogadores formados localmente que a do Sporting. E a meu a entender, a tendência é que continue a ser assim nos próximos anos e não vejo a direcção da modalidade a fazer tudo o que é necessário para reduzir esta distância."

Braga e o Sheik salvador


"O Sporting de Braga troca o dinheiro e a influência de uma empresa portuguesa em dificuldades pelo dinheiro e influência dos donos do futebol mundial. A Olivedesportos pela Qatar Sports. Joaquim Oliveira por Nasser al-Khelaifi. O patrão aflito pelo Sheik salvador.
Não há surpresas nestes desenvolvimentos, que acompanham a tendência europeia de alienar as marcas desportivas numa tentativa de alavancar objectivos de sucesso local com financiamento global e orientação bem influenciada. Também não deve causar repugnância, passada a surpresa inicial, pois os fluxos de dinheiro no futebol sempre foram bastante “democráticos” e abrangentes: será uma das atividades económicas mais abertas a todo o tipo de financiadores, desde os “bicheiros” do Brasil às mafias do sul da Europa. No fim da linha, o que vale é quando a bola entra na baliza.
Nos clubes portugueses já circula há muito tempo o capital de japoneses, chineses, italianos, malteses ou brasileiros, entre outros, pelo que a abertura aos vizinhos do principal patrocinador do Benfica deve ser recebida com naturalidade. A Qatar Airways também já patrocina ou patrocinou grandes clubes europeus (Barcelona, Roma, Bayern de Munique), para lá do Paris Saint Germain, pelo que este negócio pode ser visto como um “upgrade” para o prestígio internacional do Sporting de Braga - pesando os prós e contras da associação a um país desaconselhável sob tantos pontos de vista.
O mais significativo deste golpe de mercado é, definitivamente, a confirmação da morte anunciada da Olivedesportos como grande sustentáculo dos anos dourados do futebol nacional, assinando aqui um derradeiro “excelente negócio”, porque os amigos são para as ocasiões.
A história lembrará o que fez de bem ao futebol nacional o visionário que se revelou no Mundial do México, há quase 40 anos, a carpinteirar num campo de treino esburacado os reclames dos primeiros “sponsors” da Federação. Joaquim Oliveira foi o grande patrão do futebol português, um autêntico Sheik nababo, um caso de estudo dos benefícios e malefícios da concentração dos direitos televisivos. Durante três décadas, com a Olivedesportos a engordar e os clubes a minguar, funcionou como um banco sempre disponível para crédito a dirigentes perdulários e “agarrados”, apenas a troco da extensão por cada vez mais e mais anos de contrato e dependência. Até ao dia em que o Benfica, qual placa giratória do futebol nacional, cortou o circuito ao criar a sua própria televisão, determinando o fim da concentração dos direitos e empobrecendo a oferta dos canais, o que determinou o declínio da Sport Tv e dos seus acionistas, por um lado, e a necessidade de as SAD emergentes procurarem outras fontes de financiamento, como consequência.
Agora, bem atenta à imposição política de nova concentração dos direitos da Liga Portugal, entra em força no futebol português a família beIN Sports, a empresa acusada de ter pago um bónus de 100 milhões de dólares aos dirigentes da FIFA pela atribuição da organização do Mundial de 2022 aos trolhas da mão de obra escrava…
É fazer as contas!"

Carícias!!!


"Agressão!? Cartão!? Penaltie?
Isso não existe em jogos amigáveis...
É para isto que querem os jogos à mesma hora. Assim ninguém vê e ninguém fala. …"

Sem surpresa. Exatamente o que já todos tínhamos percebido há anos


"Rui Pinto começou por meter cá fora e-mails do Sporting e alguns contratos de jogadores leoninos. Bruno de Carvalho, à data presidente do clube de Alvalade, para tentar travar a hemorragia foi a Budapeste, na Hungria, negociar com o 'hacker'. Objetivo cumprido: pagou para que parasse a divulgação de e-mails e documentos do Sporting e - como a ocasião faz o ladrão - aproveitou para comprar os e-mails do Benfica. Uma mão lava a outra.
Todos nos recordamos que a justificação para essa viagem ao Leste Europeu foi uma alegada participação do Sporting na festa de inauguração do novo estádio do MTK Budapeste, mas acabou por ser apanhado à entrada de uma discoteca na companhia de Nuno Saraiva, diretor de comunicação dos leões.
Meses depois, a CMTV apanhou em flagrante um encontro entre azuis e verdes no hotel Altis, em Lisboa. Nessa célebre reunião (pouco) secreta, entre os diretores de comunicação do FC Porto e do Sporting, partilharam o conteúdo ilícito que haviam comprado e delinearam estratégias para o disseminar eficazmente. A partir de então começou a divulgação, de forma organizada e criminosa, de e-mails truncados e manipulados no Porto Canal, no blogue 'Mercado de Benfica' e em blogues afetos a uma conhecida empresa de comunicação contratada por Bruno de Carvalho, a YoungNetwork Group.
Todo este esquema foi óbvio desde sempre. Bastava estar minimamente atento e seguir a sequência dos acontecimentos."

Resumo...


"O julgamento do caso dos emails, em que Francisco JMarques, Diogo Faria e Júlio Magalhães estão acusados de divulgação de correspondência alheia, continua a decorrer no Tribunal.
Os órgãos de comunicação social ligados ao FC Porto, num ato de selvajaria de informação, mais não fazem do que truncar, alterar e descontextualizar os acontecimentos e as declarações das testemunhas, de modo a venderem uma história dos factos diferente daquela que realmente se está a passar. Ao jeito do que se tem assistido com a comunicação social russa durante a crise na Ucrânia, o Porto Canal, o jornal O Jogo e os ventríloquos espalhados pelas redes sociais vão lançando fardos de palha nas suas publicações de modo a alterar a opinião pública e instalar a dúvida nas pessoas. Pode até resultar, mas apenas para os mais incautos.

𝗣𝗮𝗿𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗻ã𝗼 𝗿𝗲𝘀𝘁𝗲𝗺 𝗱ú𝘃𝗶𝗱𝗮𝘀: é 𝗼 𝗙𝗖𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗲𝘀𝘁á 𝘀𝗲𝗻𝘁𝗮𝗱𝗼 𝗻𝗼 𝗯𝗮𝗻𝗰𝗼 𝗱𝗼𝘀 𝗿é𝘂𝘀!
O julgamento do caso dos emails – iniciado a 16 de setembro – continua a decorrer, na Parque das Nações, e já conta com um conjunto de testemunhos que vale a pena recordar, aqui e agora, de forma cronológica, para memória futura. Comecemos, como convém, pelo início – o despacho de pronúncia do juiz Carlos Alexandre. Até para se entender, ainda melhor, tudo o que se segue.

𝗖𝗮𝗿𝗹𝗼𝘀 𝗔𝗹𝗲𝘅𝗮𝗻𝗱𝗿𝗲 (Juiz)
“Entendemos que houve uma subversão propositada do sentido dos e-mails divulgados com o intuito de fazer crer que estaria em curso um projeto corruptivo, quando dos emails e da sua leitura integral não se retira a prática de qualquer crime.”
Mais à frente:
“Não aceitamos como válida uma liberdade de expressão maculada pela distorção do conteúdo dos e-mails com o intuito de passar uma mensagem que não corresponde à realidade.”

𝗠á𝗿𝗶𝗼 𝗙𝗶𝗴𝘂𝗲𝗶𝗿𝗲𝗱𝗼 (ex-Presidente da Liga)
“O programa selecionou as mensagens que pudessem demonstrar que o presidente da Liga tinha alguma obediência ou subserviência ao Benfica. Pretendiam mostrar que o Benfica dominava o mundo do futebol. Mas era o contrário, quem dominava era o FC Porto.”

𝗖𝗮𝗿𝗹𝗼𝘀 𝗗𝗲𝘂𝘀 𝗣𝗲𝗿𝗲𝗶𝗿𝗮 (ex-presidente da Mesa da AG da Liga)
“Tive conhecimento através da televisão. Em direto, fui surpreendido pelo Porto Canal com um indivíduo a mostrar um email supostamente meu. O email que enviei no âmbito das minhas atividades associativas e que apareceu não correspondia ao email que, na realidade, eu tinha reencaminhado. Foi alterado.”

𝗔𝗱ã𝗼 𝗠𝗲𝗻𝗱𝗲𝘀 (antigo observador de árbitro da Liga e da FPF)
“Senti-me roubado daquilo que era meu. Algumas coisas que foram ditas não estavam escritas e outras não eram verdade. A ordem dos emails era trocada. Quando falei em missas referia-me a jogos de futebol. Os padres eram os árbitros e as missas eram os jogos. Fala-se assim desde as camadas jovens. Não é qualquer código, era uma forma de dizer a que sítio íamos arbitrar. Quando comecei como árbitro recebia as convocatórias, que no final diziam que era informação confidencial até ao dia do jogo. Ou seja, nem aos meus assistentes podia dizer onde é que iríamos estar no fim-de-semana seguinte, o que era injusto para eles. Eu tinha de lhes dizer, apesar de ser confidencial. Começou então a haver esse código entre os árbitros. Eles perguntavam: ‘Então no domingo onde é que vais à missa?’ Ou então: ‘Sabes quem é o padre que vai fazer a missa a Braga?’ Em 1990 ainda se falava assim.

𝗟𝘂í𝘀 𝗠𝗲𝗻𝗱𝗲𝘀 (vice-presidente do Benfica)
“Do ponto de vista reputacional foi terrível. Do ponto de vista desportivo, acabou por ter influência nos agentes desportivos e na forma como interagiam com o Benfica, como as arbitragens.”

𝗠𝗮𝗻𝘂𝗲𝗹 𝗕𝗿𝗶𝘁𝗼 (vice-presidente do Benfica)
“A divulgação desses emails teve um impacto notório e, em caso de dúvida, o Benfica era sempre penalizado. Em termos de imagem, no que diz respeito à relação com os patrocinadores, é sempre difícil recuperar.”

𝗟𝘂í𝘀 𝗙𝗶𝗹𝗶𝗽𝗲 𝗩𝗶𝗲𝗶𝗿𝗮 (ex-presidente do Benfica)
“Estávamos em negociações com um grupo chinês e prevíamos que o Benfica recebesse 79 milhões de dólares em seis anos. Esse negócio perdeu-se. Tivemos também problemas com a Emirates.”

Para finalizar, recordemos, agora, o contributo prestado pelos três arguidos até ao momento neste julgamento. Fizeram-no, aliás, na sessão de abertura. Foi assim:
𝗙𝗿𝗮𝗻𝗰𝗶𝘀𝗰𝗼 𝗝 𝗠𝗮𝗿𝗾𝘂𝗲𝘀 (diretor de comunicação do FC Porto)
“………….”

𝗝ú𝗹𝗶𝗼 𝗠𝗮𝗴𝗮𝗹𝗵ã𝗲𝘀 (diretor do Porto Canal)
“………….”

𝗗𝗶𝗼𝗴𝗼 𝗙𝗮𝗿𝗶𝗮 (diretor de conteúdos do Porto Canal)
“………….”

A cada final de sessão, os acusados que se mantêm em silêncio durante o julgamento, correm para as suas redes sociais e é aí que tentam por todos os meios - e com publicações que mais não são cópias uns dos outros - alterar e truncar a verdade dos factos. Aguardemos pelo desfecho deste julgamento, na certeza porém de que a culpa do resultado - na boca dos culpados - será sempre da cor clubística de quem o julgar.
Tão bom seria se o juiz gostasse do azul!
O melhor está para vir..."

𝐎 𝐂𝐑𝐈𝐌𝐄 𝐐𝐔𝐀𝐒𝐄 𝐏𝐄𝐑𝐅𝐄𝐈𝐓𝐎


"𝖤𝗌𝗍𝖾 𝖾𝗋𝖺 𝗈 𝖼𝗋𝗂𝗆𝖾 𝗊𝗎𝖺𝗌𝖾 𝗉𝖾𝗋𝖿𝖾𝗂𝗍𝗈 𝖽𝖾 𝖥𝗋𝖺𝗇𝖼𝗂𝗌𝖼𝗈 𝖩. 𝖬𝖺𝗋𝗊𝗎𝖾𝗌 𝖾 𝖣𝗂𝗈𝗀𝗈 𝖥𝖺𝗋𝗂𝖺, 𝗉𝖺𝗍𝗋𝗈𝖼𝗂𝗇𝖺𝖽𝗈 𝗉𝖾𝗅𝗈 𝖥𝖢𝖯𝗈𝗋𝗍𝗈.
𝖲𝖾 𝗃𝗎𝗇𝗍𝖺𝗋𝗆𝗈𝗌 𝗂a 𝗌𝗍𝗈 o 𝖿𝖺𝖼𝗍𝗈 𝖽𝖾 𝖱𝗎𝗂 𝖯𝗂𝗇𝗍𝗈, 𝗁𝗈𝗃𝖾, 𝗍𝖾𝗋 𝖺𝖽𝗆𝗍𝗂𝖽𝗈, 𝖾𝗆 𝗍𝗋𝗂𝖻𝗎𝗇𝖺𝗅, 𝗊𝗎𝖾 𝗈𝗌 𝗉𝗋𝗂𝗆𝖾𝗂𝗋𝗈𝗌 𝖾-𝗆𝖺𝗂𝗅𝗌 a serem divulgados (contratos de jogadores) 𝖿𝗈𝗋𝖺𝗆 𝗈𝗌 𝖽𝗈 𝖲𝗉𝗈𝗋𝗍𝗂𝗇𝗀 𝖾 𝗊𝗎𝖾 𝖽𝖾𝗉𝗈𝗂𝗌 𝖽𝖾𝗌𝗌𝖾𝗌 𝖾-𝗆𝖺𝗂𝗅𝗌 𝖺𝗇𝖽𝖺𝗋𝖾𝗆 𝖺 𝖼𝗂𝗋𝖼𝗎𝗅𝖺𝗋 𝗉𝖾𝗅𝖺 𝗂𝗇𝗍𝖾𝗋𝗇𝖾𝗍, 𝖡𝗋𝗎𝗇𝗈 𝖽𝖾 𝖢𝖺𝗋𝗏𝖺𝗅𝗁𝗈 𝖾 𝖭𝗎𝗇𝗈 𝖲𝖺𝗋𝖺𝗂𝗏𝖺 𝗌𝖾 𝖽𝖾𝗌𝗅𝗈𝖼𝖺𝗋𝖺𝗆 𝖺 𝖡𝗎𝖽𝖺𝗉𝖾𝗌𝗍𝖾 𝗉𝖺𝗋𝖺 𝗌𝖾 𝖾𝗇𝖼𝗈𝗇𝗍𝗋𝖾𝗆 𝖼𝗈𝗆 𝗈 𝗁𝖺𝖼𝗄𝖾𝗋, 𝗉𝖾𝗋𝖼𝖾𝖻𝖾𝗆𝗈𝗌 𝖻𝖾𝗆 𝗊𝗎𝖺𝗅 𝖿𝗈𝗂 𝖺 𝗋𝖾𝗎𝗇𝗂ã𝗈 𝗌𝖾𝗀𝗎𝗂𝗇𝗍𝖾.
𝐀 𝐟𝐚𝐦𝐨𝐬𝐚 𝐫𝐞𝐮𝐧𝐢ã𝐨 𝐝𝐨 𝐇𝐨𝐭𝐞𝐥 𝐀𝐥𝐭𝐢𝐬!"

Há por aí uns ventríloquos andrades a dizerem que o ex-Presidente da Liga, num ano disse uma coisa e passado alguns uns anos diz outra... 😏