Últimas indefectivações

terça-feira, 6 de abril de 2021

Benfica q. b.


"Jogo de sentido único, como se esperava, com uma vitória natural da turma da Luz, num jogo com pouco sal e um ritmo baixo. Se do lado encarnado o interesse e a predisposição para acelerar o jogo não estiveram nos píncaros, do lado maritimista a incapacidade em transitar com qualidade tornou sempre o terreno de jogo demasiado grande para os forasteiros, que se limitaram a ações de bola parada para criar situações de relativo perigo.
Lucas e Diogo Gonçalves cada vez mais entrosados no coletivo encarnado são, também eles, peça chave para que a equipa ataque melhor. Para ter a bola com qualidade tens de a perder menos vezes e, para tal, esta dupla veio trazer maior critério e capacidade associativa à última linha encarnada;
Por oposição aos seus colegas, Everton. O internacional brasileiro tarda em evidenciar todo o seu potencial. O canarinho parece, por vezes, um peixe fora de água no modelo de Jorge Jesus. Muitas vezes de costas para o jogo e tendo a obrigatoriedade de baixar na cobertura ao lateral, Everton parece um elemento “triste” em campo;
No lado oposto, Rafa beneficia do aparecimento de Diogo Gonçalves para subir o seu rendimento. Porque o futebol é, antes de mais, um jogo de associações setoriais, o extremo português encontra, pelas combinações com Diogo mas também Luca, melhor condições para explorar o seu futebol e aparecer, em espaço curto, devidamente enquadrado para a baliza adversária para desequilibrar; 
 Taarabt, novamente à sua imagem, a perder gás com o decorrer do encontro e a deixar a sua equipa exposta a algumas transições adversárias. Se é importante saber ter a bola, não é menos ter equilíbrio sem ela;
Seferovic é o melhor marcador do Benfica mas mostrou, mais uma vez, o porquê de não ser visto como um matador. Uma bola em zona frontal na cara do guarda-redes não pode ser desperdiçada com tanta displicência.

Destaques Individuais
Luca é o criador-mor do jogo ofensivo encarnado. A qualidade técnica e associativa do alemão são imprescindíveis para um Benfica com um jogo, demasiadas vezes, lento e padronizado. Hoje, para além de tudo isso, marcou o golo da vitória.
Lucas Veríssimo é um defesa de uma sobriedade incomum nos momentos com e sem bola. Apesar de o seu único erro técnico de hoje ter originado a maior oportunidade do Marítimo, o brasileiro mostra, a cada jogo, porque motivo a melhoria defensiva encarnada não se pode dissociar da sua chegada.
Amir evitou um resultado dilatado com duas defesas de bolas “isoladas” e outro par de boas intervenções. Merece outro patamar na carreira."

Falta de cobertura?!!!


"Depois dos 2 penáltis por assinalar a favor do Benfica em Moreira de Cónegos, hoje houve mais uma vez problemas de comunicação com o VAR. Deve haver pouca cobertura na zona do Estádio.
Como diria Feddal: "Cada vez entiendo menos.""

Para recordar...!!!


"Dia memorável na história do futebol português.
Foi finamente assinalado o primeiro penálti a favor do SL Benfica na época de 2020/2021, à 25ª jornada do campeonato, no dia 5 de Abril de 2021.
Há exatamente 258 dias que não era assinalada uma grande penalidade para a liga a favor do SL Benfica, desde o jogo com o Clube Desportivo das Aves, em 21 de Julho de 2020, lance então convertido por Pizzi. 
 Que se dê início à peregrinação a Fátima."

Vergonha, é conceito que esta gente não compreende!!!


"Até onde chega a falta de vergonha deste jornal?
Todos os benfiquistas deveriam boicotar os jornais e sites da Global Media Group, cuja origem advém da Olivedesportos, empresa fundada por Joaquim Oliveira, acionista da FC Porto SAD. É crucial que se pare de alimentar quem tão mal faz ao Sport Lisboa e Benfica, de forma ostensiva e reiterada."

F, claramente...!!!


"a) O cúmulo do fanatismo?
b) O cúmulo da necessidade de servir o dono para meter o pão na mesa?
c) O cúmulo do anti-benfiquismo primário
d) O cúmulo da demência?
e) O cúmulo da falta de vergonha na puta da cara
f) Todas as anteriores estão correctas"

Benfica FM #153 - Marítimo...

Bello: Benfica vs. Marítimo...

Directo: Benfica vs. Marítimo...

Memória: Benfica vs. Marítimo...

E que tal rever o fairplay financeiro?


"O futebol não poderia ficar imune à covid e a UEFA sabe-o. A ausência de público afeta muito a captação de receitas de matchday (bilheteira, lugares anuais e corporate), merchandising (pelo peso das vendas em dias de jogo) e, porventura, de patrocínios (em função da redução da atividade económica global).
Faz por isso sentido que a UEFA altere as regras do fairplay financeiro, na medida em que a aplicação dos indicadores e rácios anteriormente usados tornar-se-ia inviável, designadamente pelo crescimento previsível do número de clubes em incumprimento. A extinção, porém, seria um erro: o fairplay financeiro induz boas práticas de gestão, impondo mecanismos de controlo que, de outra forma, dificilmente resistiriam à miopia do proto sucesso desportivo imediato. Com a experiência de alguns anos e a pandemia por cima, talvez esta seja uma boa oportunidade para a UEFA rever as regras introduzidas em 2010.
Por exemplo, fará sentido que um clube com capitais próprios robustos (acima do capital social), esteja limitado a um breakeven, num triénio, de apenas 5 milhões negativos? Não me parece. E mais importante do que a adequação dos indicadores e rácios é abolir as regras inibidoras a que um qualquer magnata tente "comprar" títulos. Lembro que o fairplay financeiro surgiu também em reação ao crescimento galopante do Chelsea e outros.
Ao contrário do muitas vezes sugerido, a existência de clubes "novos-ricos" é desejável - estimula a competitividade (e os "odiados" despertam mais interesse - ganhar-lhes torna-se um desígnio). Muitos dos clubes hoje considerados aristocráticos cimentaram esse estatuto na sequência de investimentos desmesurados em tempos idos, não necessariamente muito distantes. De novo o Chelsea: hoje, pouco se contesta o efeito Abramovich. Mesmo que o súbito "fecho da torneira" traga riscos, os limites aos suprimentos merecem mais folga e as injeções de capital travestidas de patrocínios deviam ser permitidas. No limite, o maior investimento beneficia a indústria do futebol no seu todo. Esta deveria ser a prioridade da UEFA."

Da semântica, da ignorância e do condicionamento


"A língua portuguesa é muito traiçoeira, costumamos dizer… Não, a língua portuguesa nem é sequer traiçoeira, nós é que fazemos com que ela se torne traiçoeira. E ao pretendermos que ela seja traiçoeira, atraiçoamo-nos… umas vezes por questões de semântica, outras por simples e mera ignorância. Ou ainda por sermos condicionados.
Recorre-se como justificação à homonímia – “rematar” qualquer actividade ou tarefa, de finalizar, concluir, e “rematar” à baliza (chutar, de ‘shoot’, o tiro finalizado em golo) – e a tudo o que é ‘cliché’ – “vamos deixar tudo em campo”, “vim para ajudar a equipa”, “ganhamos ou… morremos”, “perdemos mas saímos de cabeça erguida”.
Utiliza-se indiscriminadamente vários termos por incúria, provocando um esvaziamento dos conteúdos dos mesmos, vulgarizando-os. Dois exemplos: um deles é “fair-play” (que formas de? Em que circunstâncias?); o outro é “verdade desportiva” (qual é de facto o seu conteúdo?) – veja-se Dias Ferreira e Fernando Seara em «A Bola» (respectivamente 03.04.2021, p. 38 e 20.03.2021, p.31). Banaliza-se a equidade e banaliza-se a justiça. Em inúmeros artigos, textos, livros, crónicas, comentários, estes dois termos desconceituados são utilizados sem os seus utilizadores previamente se preocuparem em defini-los e sem explicarem de que e sobre o que estão a falar. Seguindo uma via normal estes termos completamente inócuos são reproduzidos ao infinito. Tal como o “no pain, no gain”, o expoente máximo da pedagogia da dor, que nos pretende inculcar o princípio de que para vencer é preciso sofrer!
Na maior parte dos estudos, tal como na comunicação social, os termos “agressão” e “violência” no domínio do desporto quase que se confundem, embora o segundo seja mais utilizado para os actos agressivos que são mais desaprovados socialmente… tudo o resto é “agressão”. Utilizamos demasiadas vezes o verbo “agredir” e escassas vezes o verbo “violentar”.
A ética no deporto vem muitas vezes ao de cimo quando na realidade, em vez de se discutir esta, se deveria debater a moral no desporto.
Misturamos conceitos como “indústria” e “comércio” de tal modo que categorizamos o futebol profissional e todo o desporto espectáculo como indústria quando na realidade são comércio. Há a negação do termo “comércio” por este estar mais associado ao negócio, ao intermediário e ao lucro, em benefício do termo “indústria” (não é por acaso que se vulgarizou a “indústria do espectáculo”) dado ligar-se este inconscientemente a um contributo para a economia, a uma promoção do desenvolvimento e do crescimento económico (veja-se aqui o artigo «Desporto: indústria ou comércio?» de 04.03.2021). 
Por último, a utilização mais que banalizada do termo “atitude” – “a equipa apresentou em campo uma atitude agressiva” ou “o jogador mostrou uma atitude determinada”.
Quando Jorge Valdano («A Bola», 23.01.2021, p.32) diz que “o desejo de culpar fala da falta de atitude” utiliza o termo correctamente. Já não o faz o antigo jogador do Wolverhampton Karl Henry quando se refere ao abruptamente falecido Lee Collins (Sky Sports online, 02.04.2021) e afirma: “lembro-me de Lee como um jovem jogador no Wolves. Ele era um bom rapaz com uma grande atitude.”
Qualquer neófito em psicologia sabe que uma atitude é uma tendência interna do indivíduo, uma propensão para. Não é visível, embora se possa medir (escalas de Thurstone, de Likert, de Guttman ou de Osgood). O que é visível, e como tal observável, é o comportamento do sujeito. As atitudes, tal como os valores, as crenças e as normas são determinantes do comportamento, não são o comportamento. Logo, não se pode – não se deve – utilizar o termo “atitude” em detrimento de “comportamento” como forma de empolgar a acção tornando-a mais relevante ou de a tentar branquear tornando-a mais justificável.
Usando-se este termo, muita tinta que correu nesta última semana sobre a “atitude” de Cristiano Ronaldo por causa de um golo que foi injustamente negado à selecção nacional num jogo contra a Sérvia. O jogador quis abandonar o campo antes do apito final, retirou a braçadeira de capitão e arremessou-a ao chão. Não foi uma questão de “atitude”. Foi uma questão de “comportamento”. 
 Acontece que, muitas vezes, senão na maior parte das vezes, temos a convicção que estamos a ser informados quando na verdade estamos a ser manipulados. Temos a convicção que estamos a adquirir conhecimento quando na verdade estamos a ser condicionados. E como nos disse Aldous Huxley (1), “está-se de tal modo condicionado, que ninguém pode deixar de fazer o que tem a fazer.”"

Fever Pitch - João & Markus... Alemanha!

segunda-feira, 5 de abril de 2021

Vermelhão: o 'impossível' aconteceu!!!

Benfica 1 - 0 Marítimo


Foi preciso esperar pela 25.ª jornada, para o Benfica beneficiar de um penalty... E como é evidente, foi decisivo, já que acabou por ser o único golo da partida!!!
Estes regressos pós-Selecções são sempre perigosos, é verdade que desta vez não tivemos lesões vindas das Selecções, e até foram poucos jogadores convocados (comparando com outras paragens...), mas existe sempre uma quebra de ritmo, por mais intensos que os treinos sejam... E diga-se que o boletim clínico mesmo assim cresceu com o Nuno Tavares e o Gabriel...!!!

O jogo não teve surpresas, um Marítimo defensivo a tentar as saídas rápidas, muito agressivos, fartaram-se de dar pau... e com o Benfica a desperdiçar, o 2-0, em diversas ocasiões! Desta vez, podemos juntar ao nosso desperdício, um guarda-redes adversário inspirado (connosco não 'frangou'!)... O que acabou por obrigar o Helton a ser 'decisivo', com algumas defesas muito complicadas... E se nas últimas jornadas o faro do golo dos nossos avançados tinha melhorado, hoje voltou a ser a nossa defesa a dar os 3 pontos, com mais um jogo em 'branco'...

A opção Veríssimo em detrimento do Vertonghen é bastante discutível. O belga estava a ser um dos mais regulares na defesa... Eu até compreendo que um jogador como o Everton, com as credenciais que trouxe, mesmo jogando abaixo do esperado, deve-se insistir nele... mas, já estamos a chegar ao limite da paciência!!!

A ausência do Pizzi (castigo) acabou também por ser importante, pois a juntar à lesão do Gabriel, retirou duas opções de meio-campo, que teriam sido importantes na 2.ª parte, quando era necessário segurar a bola... ainda por cima com um Weigl 'amarelado' aos 23 minutos!

Foi preciso esperar pelo Godinho para ser assinalado um penalty a favor do Benfica... um daqueles, que nem o Narciso no VAR teve coragem de reverter!!! O Godinho esta época já 'chateou' os Corruptos, a continuar assim ainda vai ser despromovido!!!

Próxima jornada em Paços, contra a 'revelação' da Liga, que por acaso perdeu nesta jornada em Famalicão, mas em casa, contra o Benfica, com um plantel repleto de adeptos Corruptos, será muito complicado seguramente... e suspeito com mais uma daquelas manhosas nomeações do CA, com um apitadeiro de confiança, provavelmente da AF Porto!!! Teremos que jogar melhor que hoje...

Bicampeões!


"Absolutamente brilhante! A nossa equipa de voleibol está de parabéns pela conquista do Campeonato Nacional, revalidando assim o título conseguido em 2018/19 (na temporada passada, a época foi suspensa devido à pandemia de Covid-19).
Os comandados de Marcel Matz dominaram por completo a fase final. Nas meias-finais bateram o Sporting por 3-0, resultado perfeito que repetiram na final, ante a AJ Fonte do Bastardo.
Focada, empenhada e competente, a nossa equipa não deu hipóteses ao adversário, que merece uma palavra de enaltecimento por ter valorizado muito este título benfiquista, pois é inegável a qualidade demonstrada pelos açorianos ao longo da época.
Somos campeões nacionais pela sexta vez nas últimas oito edições (concluídas) do Campeonato, consolidando assim o domínio benfiquista na modalidade nos últimos anos.
Contamos agora nove títulos nacionais de voleibol no nosso palmarés, passando a ocupar o pódio dos clubes que mais vezes se sagraram campeões na modalidade.
Na mensagem de felicitações do Presidente do Sport Lisboa e Benfica, Luís Filipe Vieira, esse facto foi realçado, tendo ainda sido manifestado "o desejo e a ambição de todos nós, Benfiquistas: sermos o clube com mais títulos em Portugal, também no voleibol".
Salientamos ainda o privilégio que a nossa equipa teve de poder festejar este título junto de alguns benfiquistas presentes no pavilhão. O desporto sem adeptos é incompleto e, conforme se constatou nestas duas partidas nos Açores, não há jogador ou treinador que fique indiferente ao apoio que recebe das bancadas.
Por fim, não houve entrega de taça, nem sequer esteve presente qualquer dirigente da Federação Portuguesa de Voleibol, o que estranhamos e lamentamos. E muito menos comentamos a justificação dada pela federação para a inusitada ausência.
Face ao ocorrido, a direção do Sport Lisboa e Benfica decidiu que "apenas aceitará receber a Taça de Campeão Nacional na Casa do Benfica na Ilha Terceira, em sinal de gratidão por todo o apoio recebido durante os últimos dias, numa deslocação que culminou com a justa conquista do título, no pavilhão da excelente equipa da Fonte do Bastardo".
Entretanto o nosso foco está já direcionado para a importante partida da nossa equipa de futebol, ante o Marítimo, que tem início agendado para hoje, às 19h00, no Estádio da Luz.
"Temos de ir à procura de recuperar os primeiros lugares", afirmou Jorge Jesus na conferência de imprensa de antevisão à partida, pelo que só o triunfo nos interessa.
Faltam dez jornadas para o término do Campeonato, compete-nos lutar pela vitória em cada uma delas e só depois fazermos as contas à classificação e pensarmos na final da Taça de Portugal.
Daqui a umas horas teremos pela frente um adversário que é um histórico no futebol português e que ocupa uma posição a que não está habituado. Porém, todos nos recordamos da réplica dada pelos maritimistas na nossa visita ao Funchal, além de conhecermos o seu percurso ao longo da temporada, que inclui um triunfo com o FC Porto, no Estádio do Dragão, e a eliminação do Sporting na Taça de Portugal.
A nossa equipa é favorita a vencer o jogo, vem de cinco triunfos consecutivos e não concede golos há cinco jogos na Liga NOS, mas terá de confirmar esse favoritismo em campo, superiorizando-se aos maritimistas e conquistando os três pontos.
De Todos Um, o Benfica!"

domingo, 4 de abril de 2021

9.º Campeão Nacional - Bicampeões...

Fonte do Bastardo 0 - 3 Benfica
25-27, 19-25, 24-26

Théo(14), Japa(12), Honoré(8), Lopes(6), Rapha(6), Wohlfi(6), Pinheiro(1), Violas, Zelão, Sinfrónio, Guerreiro; Casas, Bernardo

Simples, três partidas, 9-0 em Set's e Benfica novamente Campeão!!!
Depois de uma época muito complicada, com as restrições da pandemia, um calendário diferente, com algumas derrotas inesperadas, o Benfica soube apresentar-se nesta fase final do Campeonato de forma demolidora...
Mas além da qualidade individual e colectiva, nota-se um enorme espírito de vitória... hoje, no 1.º Set, a recuperação do 20-15, para um 25-27, foi o melhor exemplo deste 'mau perder' que as grandes equipas têm...!!!

Dito isto, a equipa está mesmo a precisar de algum sangue novo, a média de idades é elevada, e isso cria problemas durante época, principalmente quando somos obrigados a muitos jogos em poucos dias...

Nota final para o triste episódio da 'ausência' da Taça!!! A Federação aparentemente desde que o Benfica começou a dominar o Voleibol nacional parece que perdeu o 'interesse' nas competições... Enquanto várias Federações o ano passado arranjaram maneira de terminar as competições da época anterior, no Voleibol ficámos sem 'título' (senão hoje seríamos Tricampeões!); esta época, tivemos Campeão, mas a Taça ficou no continente!!! Tenho a certeza, que se por acaso o campeão desta noite tivesse sido o Sporting de Espinho, haveria Taça no pavilhão!!! A forma como a Federação de Voleibol funciona, só prova que a descentralização é uma treta, pois estes senhores só querem a(s) sede(s) da(s) Federação(ões) para beneficiar os interesses locais regionalistas de cada modalidade, o resto é paisagem...!

PS: Já agora, o canal nacional que tem os direitos do Campeonato de Voleibol é a SportTV. Canal que resolveu não transmitir um único jogo da Final...!!!

Pizzi | Cada vez mais (in)substituível no SL Benfica


"É facto consumado a perda de imprescindibilidade das qualidades de Pizzi no meio-campo do SL Benfica, culminar de dois caminhos distintos: a deslocação para o centro do terreno – onde fisicamente não cumpre com todas as exigências de um ‘8’, ou no apoio ao ponta -de-lança, onde as exigências posicionais não se adequam ao seu perfil – e a chegada de novos valores substanciais como Waldschmidt e Everton, que alavancaram os índices de qualidade individual em relação a plantéis de outras temporadas.
Com 39 participações contabilizadas até ao momento, tem 26 titularidades, mas a sua condição de insubstituível é acentuada a partir de fevereiro, onde só começa de início nas eliminatórias frente a Arsenal FC e GD Estoril Praia. Na Primeira Liga, nos últimos sete jogos efetuados conta uma titularidade, no Jamor frente ao Belenenses SAD, quando Jorge Jesus decidiu poupar Adel Taarabt, o novo companheiro de Julian Weigl na parelha central.
A estatística diz, aliás, que foi ao deslocar-se para ala que beneficiou mais consistentemente do seu talento. Exemplos como na época 2015-16, com Rui Vitória, quando Renato Sanches o empurrou para a direita, ou com Bruno Lage, que via no duplo-pivot zona para homens de outro perfil tático. Pizzi beneficiou principalmente dessa mudança, marcando 15 e 30 golos, respetivamente, nas duas épocas (2018-19 e 2019-20) com influência do técnico setubalense.
Mais: na primeira, assiste 22 vezes. Na época transata, faz 19, números que perfazem 50,5% das finalizações e 46% dos passes para golo no conjunto das sete épocas de águia ao peito. Seria sempre difícil manter a tendência. É à direita que adquire estatuto superior no seio da equipa e atinge o poder de fogo que a sua inteligência, aliada à técnica, necessitava materializar.
Já em 2015-16, é quando deriva para essa extrema por força do ciclone Renato, a partir dos finais de novembro, que a equipa começa a funcionar em pleno. Até ao final da Primeira Liga, só mais um empate (0-0 na Madeira, com o CF União da Madeira) e a derrota em casa frente ao FC Porto de Peseiro. O resto contou-se por vitórias, com uma média assombrosa de golos marcados (88) e número igual de pontos, recorde nacional.
Pizzi, que até 25 de novembro (2-2 em Astana, estreia a titular de Renato Sanches) contava zero golos e uma única assistência, frente ao SC Vianense para a Taça de Portugal, o último jogo a titular desde agosto, vivia momentos de menor fulgor – tinha perdido a titularidade para André Almeida, que assume nessa fase anterior o papel de box-to-box ao lado de Samaris – é nesse formato que acontece a vitória no Vicente Calderón, por 1-2. Com a entrada de Renato e a deslocação de André para a lateral – por força da lesão de Nélson Semedo – disparou nas tabelas com oito golos e mais 12 assistências até final da temporada.
Voltando a 2021, o decréscimo acentuado da importância de Pizzi é traduzido pela menor participação em golos desde 2014-15, época em que assume a titularidade a ‘8’ depois da saída de Enzo Pérez em janeiro – a última da primeira passagem de Jorge Jesus pela Luz. Por outro lado, e por força do posicionamento e do menor risco que enfrenta nas suas ações, de assinalar a melhor percentagem de passes completos de sempre – 87% – aproveitando (ou ajudando a construir) a superioridade benfiquista na Primeira Liga quanto à posse de bola, com uns notáveis 61,86% – remetendo os 57% do líder Sporting CP para terceiro neste índice.
Outro dado transmissor da situação precária de Pizzi é a desvalorização do seu valor de mercado – decréscimo de 6 milhões de euros segundo a última atualização do site Transfermarkt -, valendo agora 12 milhões de euros. Na temporada passada chegou aos 27 milhões, sendo a queda mais acentuada nesta lista, seguido por Everton e Darwin, que caíram cinco milhões. Estes dois, porém, continuam a fazer parte do grupo de jogadores a ter valor igual ou superior a 20 milhões. Weigl juntou-se agora a eles, constituindo o quinteto onde também entram Rafa e Grimaldo. Pizzi é agora nono nesta lista, ao lado de Seferovic.
Com a subida de forma da equipa e a sequência de vitórias, Pizzi, juntamente com Vlachodimos, tornou-se rosto de uma temporada muito abaixo das expectativas, com consecutivos fracassos em todas as competições. As notícias de uma eventual saída sucedem-se e os rumores da insatisfação do português acumulam-se, sustentados por reações mais quentes dentro do retângulo de jogo. Será 2020-21 a última época de águia ao peito?"

Manuel Ugarte, o Tanque uruguaio


"Tem tudo, falta-lhe só uma coisa: ter paciência para jogar entrelinhas, mas por isso é que é um 8. Tem muita chegada à área, é muito forte nos duelos defensivos, bom com bola, tem golo, intensidade. Benfica interessado? Facilmente vai chegar a um grande. Os 3 Milhões que o Famalicão pagou por ele não são nada por um jogador destes.
Silas sobre Ugarte

Ainda com dezanove anos despontou na Liga NOS – Celebrará os 20 no presente mês de Abril – o tanque do Uruguai.
Uma compleição física imponente, que lhe permite tremenda capacidade nos duelos e preenchimento rápido e constante do todo o espaço defensivo dão a Ugarte argumentos no momento defensivo que nenhum outro médio encarnado tem. Também ou sobretudo por isso despertará o interesse na Luz. 
 Embora com capacidade para esconder a bola e progredir em posse, Ugarte está longe de ser nos dias de hoje um jogador refinado e de criação. Tem o perfil de um box-to-box mais de trabalho, capaz de roubar bola e sair em progressão. É responsável e tal faz-se notar na percentagem média de passes que não erra (entrega ao adversário) e no baixo número de perdas por desarme que soma, mas não é um criativo. O perfil é claro – Exactamente aquele que escasseia na Luz. Estará já pronto?"

Sai mais uma piscinada de Taremi!

 

Arquivo da Fruta, in Facebook

Uma Semana do Melhor...

sábado, 3 de abril de 2021

Vitória apertada...

Benfica 4 - 3 Quinta dos Lombos

Vitória, numa partida muito complicada, com aparentemente a equipa não conseguir 'recuperar' animicamente da derrota na Taça da Liga! Sofremos 2 golos de penalty e 1 de Livre Directo!
Continuamos a jogar com muitas ausências, o que tem exigido muito dos 'aptos'... Vamos agora entrar nas fases decisivas das competições que faltam, é fundamental recuperar pelo menos o Ronca, o Tayebi e o Jacaré...