Últimas indefectivações

sábado, 18 de outubro de 2014

Empate...

Barcelona 1 - 1 Benfica

Estreia com um empate na Europa, logo em casa do actual Campeão Europeu. Para não variar tivemos um tremendo azar no sorteio, e apesar do nosso excelente ranking (2.º), atrás do Barça!!! Ficámos no mesmo grupo, e ainda com os Italianos do Bassano !!!
As informações que chegaram, falam de um jogo equilibrado, com algum ascendente para o Barça, mas com ambos os golos a aparecerem de bola parada: penalty para o Benfica na 1.ª parte; livre directo para o Barça na 2.ª parte.
Tudo em aberto no grupo, creio que os jogos com os Italianos vão ser decisivos, já que teoricamente estão um pouco mais fracos do que em épocas recentes...

Roller Hockey: FC Barcelona - SL Benfica (1-1... por fcbarcelona

Remontada !!!

Benfica 30 - 25 Sp. Horta

Início desastroso, aliás 1.ª parte desastrosa (11-15)!!! Não sei se foi desleixo, ou desconhecimento do adversário por parte do treinador, chegámos a estar a perder por 8-14!!! Toda a gente sabe que ofensivamente esta equipa da Horta, é o velhinho Kostetsky (11 dos 25 golos...) contra o Mundo... mas parece que ninguém avisou a nossa defesa!!!
No 2.º tempo tudo foi diferente, porque melhorámos, mas também porque o Sp. Horta quebrou fisicamente, aliás o Kostetsky quebrou fisicamente...

Vitória...

Benfica 3 - 0 Leixões
25-20, 25-14, 25-15

Estreia no Campeonato com uma vitória tranquila e esperada...
Amanhã - novamente na Luz - tudo será diferente, pois vamos defrontar o Sp. Espinho, equipa que já nos derrotou na pré-época!!!

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Velhos e novos

"Já não há muita paciência para os debates sobre quem lança mais jovens e sobre quantos jovens tem cada equipa, em cada jogo. Jorge Jesus já teve de responder à mesma questão colocada de 101 formas diferentes, mas igualmente cretinas. São os mesmos hipócritas que reclamam pela presença de jovens nos onze dos clubes que criticam quando não se ganha por excesso de juventude e imaturidade.
Benfica, FC Porto e Sporting têm como objectivo ganhar títulos e não ser o jardim-escola do futebol português. Devem jogar os melhores, independentemente da idade. Confesso que em caso de dúvida privilegiaria os mais velhos.
Deliciei-me com a vitória de Roger Federer no último Masters 1000 de Xangai, não me esqueço de Roger Milla dos Camarões, fui fã daquela equipa de velhos acabados do Inter de Milão que Mourinho pôs a campeã europeia e repetia mil exemplos em todos os desportos.
Esta xenofobia da juventude e esta pedofilia futebolística, alimentada por empresários sem escrúpulos e aceite por adeptos acéfalos, são irritantes.
Ainda não vi crítica a Fernando Santos que renovou a Selecção com os jovens Ricardo Carvalho, Tiago, Eliseu e Quaresma para ganhar à Dinamarca.
No Benfica quero os melhores para ganhar os jogos e pouco me importa a sua idade. Devo mesmo confessar que gosto pouco de ver jovens e fazer asneiras no Benfica, para serem vendidos para outros emblemas quando atinge a sua plenitude futebolística.
O facto de o onze-tipo do Benfica ter experiência mostra a inteligência de Jorge Jesus. O facto de o treinador ligar pouco a esse ruído disparatado mostra a sua maturidade. os jovens jogadores lançados precipitadamente custam carreiras aos próprios e títulos às equipas.
Na Covilhã tem de jogar uma equipa de qualidade e próxima do melhor Benfica, para não haver taça. Não faltam avisos dos perigos que se irão encontrar. O Sp. Covilhã é melhor do que vários emblemas da I Divisão."

Sílvio Cervan, in A Bola

A vermelho!

"1. Um fim-de-semana, seis vitórias, dois troféus. Foi este o pecúlio das nossas modalidades mais representativas, cingindo-nos apenas aos escalões seniores masculinos.
O Voleibol e o Basquetebol entraram na nova temporada da mesma forma que haviam saído da anterior: a ganhar, e a festejar conquistas (neste caso, Supertaça e Troféu António Pratas). O Andebol, o Hóquei em patins e o Futsal também venceram folgadamente os seus jogos, todos eles disputados fora de casa. Nada de novo aqui. Mais um fim-de-semana à Benfica.

2. Amanhã começa a defesa da Taça de Portugal, brilhantemente conquistada em Maio passado no Estádio do Jamor. O adversário é do segundo escalão, mas nestas ocasiões o favoritismo tem de ser confirmado dentro do campo. A partida europeia da quarta-feira seguinte pode condicionar o 'onze' a apresentar na Covilhã, mas não pode, em caso algum, reduzir a concentração competitiva daqueles que entrarem em campo. Até porque teremos pela frente um conjunto de profissionais empenhadas em fazer a exibição (e o resultado) de ma vida.

3. Até agora, a Liga dos Campeões não nos tem corrido de feição. Eis uma boa oportunidade, no Mónaco, para inventar a sequência, alcançado um resultado que nos recoloque na luta pelo apuramento. Conseguindo a vitória, ficaríamos a apenas um ponto do segundo lugar, com três jornadas por disputar, duas delas em casa. Tudo ainda é possível neste grupo. Eu acredito!

4. Ainda há poucas semanas o mercado de transferências encerrou, e já os jornais nos intoxicam com especulações acerca daquilo que pode suceder em Janeiro. Para eles, as competições futebolísticas parecem ser apenas um interregno nas negociatas que lhes interessam fomentar, e que utilizam como incremento de vendas. Não sei bem se escrever, em Outubro, que determinado jogador pode sair, ou entrar, em Janeiro, ajuda assim tanto a venda de papel. Eventualmente ajudará noutros planos, e junto de outros intervenientes. Como leitor dispenso. Como adepto do futebol, abomino."

Luís Fialho, in O Benfica

Encarnado é o Vermelho-amor

"Não foram poucas as histórias de falsas identidades que vimos, ouvimos ou lemos, ao longo das nossas vidas, e que guardamos na nossa memória colectiva. Por exemplo, o Mundo da ficção deu-nos alguns exemplos (Zorro, Batman, Super-Homem, etc). Gente que se fazia passar por 'normal' para depois se transvestir e actual incógnito. Lembremo-nos ainda da fábula do Patinho Feio, o qual se julgava pato sendo ganso, e os constrangimentos que isso lhe provocou. Pois bem, para a nossa memória colectiva, poderemos acrescentar mais uma história similar: a do árbitro que se fazia passar por isento, com o intuito de acudir ao Sistema. Iremos lembrar-nos dele como transvestido de homem sério e competente, para salvar a pele de outros.
Porém, ao contrário dos heróis supramencionados, este não está aqui para fazer o bem. os super-heróis salvam as pessoas do mal, Pedro Proença, assim se chama o embuste, salva o mal do seu destino perdedor. A bem da verdade, Pedro Proença está mais próximo do Patinho Feio do que de outra qualquer história de falsa identidade, pois aquele que se tinha por Benfiquista veio, no fundo, a revelar-se portista.
Ninguém compreende como Pedro Proença apita com distinção no estrangeiro e faz tamanhos disparates nos jogos do FC Porto, beneficiando sempre o mesmo. Se não soubesse apitar, saberíamos que era defeito de qualidade. Mas, quem tem o seu estatuto internacional e reconhecimento e apita assim em Portugal, só pode ser com férrea intencionalidade.
Beneficiar sempre, sempre o FC Porto só pode ser coisa do campo da premeditação. O último jogo entre Porto e SC Braga foi uma vergonha! Em sentido contrário, o dito juiz (?) tem prejudicado gravemente o Benfica. Há dois anos, validou um golo ao Maicon e roubou-nos um Campeonato!
Qual caranguejo eremita, não nos deixaremos enganar pela tua carapaça, Pedro!"

Carlos Campaniço, in O Benfica

Diz-se por aí (salários)

"Apresentei já, ao público, os resultados do meu recente estudo na área do direito desportivo, com resultados que, sinceramente, me surpreenderam a mim próprio: cerca de 45% dos futebolistas em Portugal tem salários ou complementos em atraso. O número poderia não ser, por si só, revelador, mas é incondicionalmente expressivo. Portugal apresenta uma das mais elevadas taxas da União Europeia no incumprimento das obrigações dos clubes e das entidades empregadoras desportivas para com os seus atletas. Da mesma forma, a aposta na formação continua na cauda da Europa. Na comparação com Espanha e Reino Unido, por exemplo, Portugal apresenta números extremamente reduzidos no que respeita aos valores brutos investidos pelos clubes em actividades ou estruturas formativas, evidenciando ainda uma percentagem muito pequena de atletas que acredita, um dia, poder vir a ser desportista profissional.
Da mesma forma, tive já oportunidade de o dizer e sublinho-o de novo aqui: tal como está, a legislação em Portugal, incentiva a corrupção no desporto e premeia os seus autores, desmotivando sinceramente todos aqueles que querem fazer frente a este fenómeno tão degradante dos espectáculos desportivos que enchem os estádios e nos enchem os corações.
Tudo ao contrário, portanto, em relação a alguns dos aspectos fundamentais do desporto em Portugal: a legislação laboral desportiva, a aposta na formação, a redução de litígios e a tutela das legítimas expectativas daqueles que dão o seu melhor ao serviço dos clubes desportivos. Nos últimos anos, o Sport Lisboa e Benfica tem sido a única luz que brilha no panorama sinceramente devastador que se apoderou do desporto em Portugal, como ficou consolidadamente demonstrado no último Relatório de Contas da SAD Benfiquista. A estratégia foi simples: evitar cortar cegamente na formação e nas modalidades, recriar e dinamizar estruturas - mesmo em tempos de profunda crise - e os resultados, claro, estão à vista. Do judo ao voleibol. Podiam os outros aprender alguma coisa!"

André Ventura, in O Benfica

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Uma semana a ver jogar os outros

"A competição chama-se Taça de Portugal, repito, de Portugal, portanto não há aqui lugar para Sicílias-Venezuelas nem para Palermos-Caracas. É simplesmente um FC Porto - Sporting.

Quinta-feira, 9 de Outubro,
HOJE a equipa nacional de sub-21 foi até Alkmaar e despachou com grande categoria a sua congénere holandesa com um resultado de 2-0 dificilmente contornável na próxima terça-feira, em Paços de Ferreira, mesmo que o nosso Ola John venha a ser titular e faça o jogo da sua vida.
O melhor jogador português na Holanda foi Bernardo Silva. Gostaria muito de escrever «o nosso Bernardo Silva» mas não tenho a certeza de assim ser e longe de mim está a intenção de enganar seja quem for. É nosso? Ou não é nosso? Está emprestado e qualquer dia está de volta a casa ou foi vendido e nunca mais o vemos? Aguarda-se o esclarecimento por voz autorizada, se faz favor.
O jogo de hoje dos sub-21 foi engolido nos noticiários pelas declarações da véspera do presidente do Sporting para quem o próximo FC Porto-Sporting, a contar para a Taça de Portugal, só pode «correr pior» do que o último Sporting-FC Porto, a contar para o campeonato, se o próprio «sair de lá morto».
Carvalho é, destacadamente, o mais venezuelano dos nossos presidentes de clubes de futebol no que ao campeonato do mais grosseiro populismo diz respeito. Embora, faça-se justiça, ninguém tenha chamado populista a José Mourinho quando, há coisa de uma década, no comando do Chelsea, desembarcou no Porto rodeado de seguranças esclarecendo o aparato nos seguintes termos em declarações ao Expresso. «Se você fosse a Palermo não levava guarda-costas?».
O homem é o estilo e o estilo é o homem.
Perante tudo isto o que importa realçar é o nome da competição em que os dois emblemas se vão defrontar já no próximo sábado. Chama-se Taça de Portugal, repito, de Portugal, portanto não há aqui lugar para Sicílias-Venezuelas nem para Palermos-Caracas. É simplesmente um FC Porto-Sporting.

Sexta-feira, 10 de Outubro,
HOJE, pelas sete e meia da manhã, bem cedo portanto, já havia gente em fila à porta da sede do Sporting da Covilhã esperando a sua vez para comprar bilhetes. Vai lá jogar o Benfica no sábado. É a tal Taça de Portugal. Estão justificados os madrugadores.
O Benfica é o detentor do tão amado troféu. E não o ganha em dois anos consecutivos desde os triunfos de 1985/1986, batendo na final o Belenenses, e de 1986/1987, batendo na final o Sporting. O Sporting da Covilhã é o primeiro adversário desta edição da Taça de Portugal e para não ser o último será da maior conveniência que o Benfica «não espere facilidades», tal como oportunamente avisou o nosso César Brito que também jogou pelos Leões da Serra. Desde aquela tarde mágica de Abril de 1991, tudo o que o César Brito diz ou faz é para levar a sério.
Entretanto, a selecção dos crescidos joga amanhã em Paris com a França. É o adversário ideal para a estreia de qualquer seleccionador porque a última vitória portuguesa sobre os gauleses aconteceu em pleno período revolucionário, em Abril de 1975, com José Maria Pedroto no banco, acumulando o cargo com o de treinador do Boavista.
A BOLA dá conta que Fernando Santos experimentou no último treino uma linha defensiva constituída por Cédric, Pepe, Carvalho e Antunes. Tem o meu aval.
O desejável é que Eliseu não jogue porque como é do Benfica e não foi formado na Academia do Sporting como o grosso do contingente será, certamente, apontado a dedo por tudo o que de mal venha a acontecer à nossa selecção amanhã em Paris.
E o importante é não desmoralizar o nosso Eliseu que já nos resolveu à bomba dois jogos do campeonato nacional.

Sábado, 11 de Outubro,
ACONTECEU precisamente o que temia. Até dos sucessivos falhanços dos avançados franceses que poderiam ter construído um resultado parecido com o vexatório foi o pobre do Eliseu acusado de ser o responsável.
Faço votos para que não jogue na terça-feira na Dinamarca.

Domingo, 12 de Outubro,
TALISCA brilha na selecção olímpica do Brasil. Jorge Jesus disse que Talisca tem coisas de Rivaldo. Para mim tem coisas de Isaías, o que já é altamente satisfatório. Há muitos anos, desde Isaías, que o Benfica não dispunha de um jogador que tomasse embalo a meio campo com uma passada daquelas toda projectada para a baliza do adversário.
Em Espanha, a jogar pelo Rayo Vallecano, Abdoulaye deu hoje uma entrevista ao As e disse que «mudar para o Rayo foi um passo em frente». E foi.
Sem desprimor para o FC Porto e para o Vitória de Guimarães, os seus últimos clubes em Portugal. Não é a importância dos emblemas que está em causa. É a visibilidade do campeonato espanhol, muitíssimo superior à visibilidade da nossa Liga.

Segunda-feira, 13 de Outubro,
O Tribunal Arbitral do Desporto suspendeu a suspensão de Fernando Santos. O nosso novo selecionador pode assim sentar-se no banco amanhã em Copenhaga. Se o TAS, entretanto, mudar de opinião, lá voltará o engenheiro a ver os jogos da bancada. Na conferência de imprensa de hoje vimos o Fernando Santos mais bem-disposto e sorridente de sempre. E se Portugal vencer amanhã a Dinamarca todos estes problemas do senta-no-banco-ou-não-senta-no-banco passam a ter pouca ou nenhuma importância. E é isso que se deseja.
«O importante é continuar a jogar e ter saúde» disse agora mesmo Nani confrontado por um jornalista sobre o passo atrás ou o passo à frente que foi o seu regresso ao Sporting. Ao contrário de Abdoulaye, Nani não dá crédito ao desprimor de jogar na Liga portuguesa.

Terça-feira, 14 de Outubro,
POR ordem de entrada em acção: O nosso Gaitán marcou dois golos pela Argentina num jogo disputado em Hong-Kong. Parabéns! O nosso Ola John não fez o jogo da sua vida e a Holanda foi à vida nos sub-21. O jogo de Paços de Ferreira teve nove golos. O último foi marcado pelo nosso (é nosso, não é?) Bernardo Silva. Portugal esteve sempre tranquilo com a evolução do resultado.
Quem assistiu ao jogo através da televisão sabe como as coisas se passaram: sempre que o comentador da RTP afirmava que a Holanda tinha um futebol «caótico» os holandeses, que nem o estavam a ouvir, marcavam logo um golo. Foi assim que se chegou a um resultado de 5-4.
À noite, em Copenhaga, entraram os dois Carvalhos na equipa e o nosso Eliseu foi outra vez titular. Como Portugal ganhou à Dinamarca ninguém lhe apontou o dedo. Foi uma vitória sofrida. Garantida com um golo assinado por três autores, o que é apreciável e coisa rara de se ver. O centro de Ricardo Quaresma valeu 30% do golo, a cabeçada de Cristiano Ronaldo valeu outros 30% do golo e o oportuno desvio do dinamarquês Kjaer para o fundo da baliza do filho de Schmeichel valeu os restantes 40%.
Para a História ficará, e muito bem, que o golo foi de Cristiano Ronaldo. Ele merece. É o melhor de todos. 
No outro jogo do nosso grupo, o Sérvia-Albânia, o ex-nosso-Mitrovic foi acusado por alguns facciosos de ter provocado o “caos” quando arrecadou à mão o drone que fez voar a bandeira albanesa sobre o relvado do estádio de Belgrado. Não foi o piloto à distância do dito drone que provocou o caos. Foi o Mitrovic.
Na confusão que se gerou lá na Sérvia vimos o ex-nosso-Markovic, que estava sentado no banco, disparar para o centro da acção em grandes gestos e correrias. Também em Turim, na meia-final com a Juventus, fez uma coisa parecida o que lhe valeu um cartão amarelo que o impediu de jogar a final com o Sevilha. Markovic é um irreflectido genial. Aliás, se não fosse irreflectido ainda estava no Benfica.

Quarta-feira, 15 de Outubro,
LÊ-SE hoje na primeira página de A BOLA. «Estou numa Liga inferior mas boa para crescer.» São palavras de Óliver, actual jogador do FC Porto, pronunciadas numa entrevista à Marca TV. Óliver saiu do campeão Atlético de Madrid para o campeonato português e, tal como Abdoulaye, sabe muito bem o que são passos para trás, para a frente e para o lado.

Quinta-feira, 16 de Outubro,
O próximo jogo de Portugal é em Novembro com a Arménia. A vitória de anteontem lança paz e sossego sobre a selecção e as opções do seleccionador. O único motivo de discussão será, porventura, o novo equipamento da selecção. Camisola branca, calções azuis, meias brancas. Gosto. Tem classe. Faz-me lembrar o equipamento do Paço de Arcos. Há quem não goste. O ex-presidente do Sporting, Godinho Lopes, lamentou há dias a ausência do verde no trajar da selecção. Uns meses antes já o actual presidente do Sporting tinha protestado contra o vermelho da bandeira nacional. E, mais recentemente, desaprovou as bolas vermelhas de protecção dos microfones que recolhiam as suas palavras. Gostos são gostos. E desde que Bruno de Carvalho não exija, um dia destes, a retirada do vermelho dos semáforos poderemos continuar a atravessar as ruas com toda a tranquilidade."

Leonor Pinhão, in O Benfica

Nomes e originalidades clubistas (II)

"Ontem falei do SCP que, segundo o seu presidente, é o único clube dos grandes que é de Portugal. Logo me lembrei do Atlético Clube de Portugal. Só não vi ninguém no clube de Alcântara dizer que isso o superiora em relação aos demais clubes da cidade, província ou bairro. A propósito de bairros, há o Clube Oriental de Lisboa que é uma excepção quanto ao nome simplificado: nem o primeiro, nem o último, mas o do meio, Oriental. Além dele, também a Académica entre Associação e Coimbra.
Na Madeira há uma certa barafunda geográfica que, provavelmente, levaria Bruno de Carvalho a insurgir-se, caso fosse presidente do Marítimo. É que dos 3 principais clubes, o que tem a palavra Madeira no seu nome oficial não é como tal reportado. E os outros que não têm referência geográfica acoplaram o nome da região. Assim, o Marítimo da Madeira é mais conhecido por Marítimo do Funchal. O Clube Desportivo Nacional toma o nome comum de Nacional da Madeira e o Clube de Futebol União é, para todos os efeitos, o União da Madeira.
O nome simplificado do Clube de Futebol 'Os Belenenses' (finalmente um clube de futebol à portuguesa, e não um futebol clube à inglesa!) é... o Belenenses, numa errada conjugação do artigo singular e do substantivo plural!
Sempre polémicos são os casos do Setúbal e do Guimarães, embora os nomes das cidades não façam parte da designação oficial. Por isso, compreendo o esforço para serem tratados por Vitória, sendo que um é Vitória Futebol Clube e o outro é Vitória Sport Clube. Por fim, o Estoril-Praia que, fora da época balnear, deixa cair o Praia para ser tão-só Estoril."

Bagão Félix, in A Bola

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Enzo...

Por favor, não inventem

"Na entrevista muito interessante que deu ao Record, Jorge Jesus colocou o dedo na ferida: 'Há aí uns malucos que querem inventar, e quando eles quiseram avançar com quotas de jogadores, o nosso campeonato vai estar ao nível da Turquia, da Grécia, da Bélgica, da Holanda.'
O pressuposto de Jesus é correcto. Ao contrário do que é sugerido por muitos dos que insistem sistematicamente na ideia do que é 'preciso repensar o futebol português', o melhor que nos podia acontecer é que se mexesse pouco no futebol português, que não aparecessem 'malucos a inventar'.
Convém ter presente que, tendo em conta a dimensão do nosso país, o seu carácter periférico, o escasso poderio económico e o número reduzido de atletas federados, os resultados do nosso futebol deveriam ser vem piores do que são. Isto é verdade em termos competitivos (veja-se o ranking UEFA dos nossos clubes), mas, não menos relevante, se consideramos a dimensão financeira - Porto e Benfica têm sido capazes de desenvolver com sucesso um modelo económico assente na valorização e venda de jovens talentos estrangeiros e portugueses.
Ora se, em lugar de dar condições para que possam prosseguir estratégias autónomas, nas quais combinam investimento em jovens de outros países com aposta nos portugueses de excelência, os clubes fossem obrigados a postar nos jovens portugueses, apenas por serem portugueses, estaríamos, de facto, a nívelar por baixo.
Sejamos realistas: não há jogadores nacionais de excelência em número suficiente para permitir aos grandes clubes manterem-se competitivos. E, pior, com onzes maioritariamente formados por portugueses, os melhores não se habituariam a jogar, desde novos, com os melhores. Em última análise, o André Gomes e o Rúben Neves, para dar apenas dois exemplos, seriam objectivamente prejudicados."

Nomes e originalidades clubistas (I)

"A interrupção do campeonato é um bom pretexto para divagar sobre curiosidades. Assim me pus a pensar no nome pelo qual os clubes são mais chamados (nos media ou pelas pessoas).
O Futebol Clube do Porto é - não sei porquê - o que, frequentemente, é referido pelo seu nome completo. Ou seja além do nome próprio (Porto), pelo apelido (Futebol Clube), mesmo que se fale de outro desporto que não futebol... Um pouco à imagem do seu presidente que, não rato, é chamado por quatro nomes. Fazendo uma comparação, não vejo o Barcelona ser conhecido pelo seu nome completo Futbol Clube Barcelona.
Já o Benfica dá mais pelo nome próprio do que pelo completo Sport Lisboa e Benfica que se usa mais esparsamente. Curiosamente é dos grandes o que, no seio dos adeptos, é também aclamado pelo sigla SLB.
O Sporting Clube de Portugal não tem, na verdadeira acepção da palavra, nome próprio, pois Sporting - como, é quase sempre mencionado em versão curta - é também comum apelido. Havendo muitos, a intensidade do seu uso não é uniforme. O Braga é muitas vezes acompanhado por Sporting, tal como o Covilhã ou o Espinho (aqui para também não se confundir com a Académica de Espinho). Menos frequentemente o é o Farense e quase nunca o Olhanense.
Disse há dias o presidente, do SCP: «Uma das grandes vantagens do Sporting é que se chama Sporting Club de Portugal.(...) Nós representamos Portugal, ou outros (...) províncias ou bairros». Esclarecedora e original essa dita vantagem, sem dúvida. Eu, pela minha parte, sinto-me às mil maravilhas no bairro..."

Bagão Félix, in A Bola

PS: A referência constante ao Futebol Clube Corrupto, em vez de usar simplesmente o nome próprio, tem uma explicação simples: diferenciar o clube da cidade... Portuenses não são Portistas, e são muitos os bons exemplos.

Talisca...

Nico...


All Goals Hong Kong 0 - 7 Argentina14/10/2014 por yarigavideo

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Leões da Serra e da praia - muitos de alma 'encarnada'

"Quinze presenças na I Divisão (e um quinto lugar em 1956) marcaram a história bonita do Sporting da Covilhã. Mas sobretudo uma presença na final da Taça de Portugal, a época de 1956/57, disputada no Estádio Nacional frente ao Benfica, no dia quem que Cavém defrontou Cavém.

Voa a águia até ao alto da serra e eis-nos aqui a escrever sobre um clube que tem uma história bonita no Futebol português: o Sporting Clube da Covilhã, fundado em 2 de Junho de 1923. Nesse tempo, a vida económica da cidade girava em redor dos lanifícios. E, como sempre no Portugal de então (e no de hoje, infelizmente), havia um risco profundo que separava os operários e as suas famílias dos patrões e as famílias deles. Ricos e pobres; gente de posses e meros remediados. Era também nessa divergência que vivam os clubes desportivos da Covilhã dessa época, do Estrela Foot-ball Clube ao Victória Luso Sporting, do Montes Hermínios, ao União Desportiva da Covilhã.
Gente como José Jacinto Ferreira, José Mendes Salgueiro, Albino Albuquerque de Castro ou António Rebelo de Matos era alegremente simpatizante do Sporting Club de Portugal. Pelo que fundar o Sporting Clube da Covilhã foi o concretizar de um plano amadurecido. Quanto ao sonho de fazer do Sporting da Covilhã filial do Sporting de Portugal limitou-se a uma singela burocracia que não demorou mais de um mês.
Vamos dar um salto no tempo. Um salto de mais de 40 anos. Deixemos o Sporting da Covilhã crescer lá nas faldas da serra e tornar-se, a pouco e pouco, num clube de dimensão nacional. De tal ordem que, nos finais dos anos 40 se instalou na I Divisão e foi conquistando algumas classificações de destaque (6.º em 1949/50; 6.º em 1950/51; 6.º em 1951/52; 7.º em 1953/54 e 5.º 1955/56).

Algarvios na serra...
As épocas de 1955/56 e de 1956/57 foram as mais brilhantes da história do clube, se bem que esta última também marcada por uma descida de divisão. Malhas que o crescimento tece! Quase dava vontade de perguntar, como Richard Albee de Virginia Wolf, quem tinha medo dos Leões da Serra?
Reparem que, por exemplo, na segunda jornada do Campeonato de 1955/56, o Sporting da Covilhã veio à empatar o campeão Benfica por 2-2, valendo-lhe uma exibição colectiva de sacrifício e pundonor. Ou de arreganho e pertinácia, como era moda relatar-se nas transmissões radiofónicas. Rita, o guarda-redes do SC Covilhã esteve em grande e só não foi capaz de segurar os remates de José Águas (64') e de Coluna (81'). Pois é, meus caros, aos 81 minutos, o Benfica vencia por 2-0 e ninguém apostaria um tostão nos covilhanenses. Mais valia que o tivessem feito. A quatro minutos do fim, num livre directo, Janos reduz para 1-2. E, no último minuto, Soares foi o único jogador a crer que um alívio da sua defesa poderia servir para algo mais do que atirar a bola para o meio-campo dos campeões. Correu e correu sozinho. Sem companheiros a ajudar e sem adversários a estorvar. E fez o empate. Vingar-se-iam os encarnados na segunda volta, no Santos Pinto, vencendo por 4-2 - e com requinte, já que, aí, aos 6 minutos, perdiam por 02, golos de Sarrazola e Pires, tendo Salvador (3) e Águas dado a volta ao resultado.
Como já vimos, o Sporting da Covilhã ficaria em quinto na tabela final - O FC Porto foi campeão; Benfica, segundo; Belenenses, terceiro; Sporting, quarto. Os Leões da Serra fizeram 29 pontos em 26 jogos. E somaram 11 vitórias. Além do empate na Luz, arrancaram empates frente ao FC Porto (2-2) e Sporting (1-1), ambos na Covilhã.
A época seguinte seria um cheio para o Benfica (campeão e vencedor da Taça de Portugal, finalista da Taça Latina) e agridoce para o Sporting da Covilhã, finalista da Taça mas condenado à descida por via do seu penúltimo lugar na classificação. Seja como for: dedicámos esta página ao adversário na sua estreia desta Taça de Portugal 2014/15, falemos da forma brilhante como os covilhanenses, comandados por Tavares da Silva (um dos grandes nomes da história do futebol em Portugal, que acumulava as funções de seleccionador nacional) chegaram ao Jamor.
Se os rapazes de Otto Flória despacharam consecutivamente o Caldas (0-0 casa; 3-0 fora), o Torrense (1-1 fora; 22-2 casa; 4-0 no desempate na Tapadinha) e o Barreirense (1-0 fora; 4-0 casa), os de Tavares da Silva (encarregado da orientação técnica da equipa e coadjuvado por Fernando Cabrita como treinador-jogador) eliminaram o União de Montemor (6-1 fora; 6-0 casa), o Lusitano de Évora (0-4 fora; 7-2 casa), o FC Porto (2-1 fora; 1-0 casa) e o V. Setúbal (3-0 casa; 0-1 fora).
Se a 'chapa sete' aplicada ao Lusitano (quinto classificado nesse campeonato) foi de truz, a eliminação do FC Porto, campeão na época anterior, deu brado. Dois golos do espanhol Suarez, um avançado codicioso, emudeceram as Antas; na Covilhã, na 2.ª «mão», bastou um golo de Pedro Martin, outro espanhol, extremo-direito, que viera do Viseu e Benfica.
No dia 2 de Junho de 1957, no Estádio do Jamor, os dois finalistas apresentaram-se assim:
BENFICA - Bastos; Jacinto e Ângelo; Vasco Pegado, Serra e Zezinho; Palmeiro, Coluna, José Águas, Salvador e Cavém.
SPORTING DA COVILHÃ - Rita; Toledo e Jorge Nicolau; Fernando Cabrita, Cavém e Lourenço; Manteigueiro, Pedro Martin, Suarez, Ferreira e Pires.
Cavém, o Domiciano, defrontava Cavém, o Amílcar. Naturais ambos de Vila Real de St.º António, eram irmãos. Amílcar era mais velho (nasceu em 1930 e Dominicano em 1932) e, vindo do Lusitano de Vila Real, chegou primeiro à Covilhã onde jogou duas épocas com o irmão antes deste seguir para o Benfica. Curiosamente eram primos de José Rita dos Mártires, também natural de Vila Real de Santo António, guarda-redes dessa final e que já tinha actuado pelo Sporting de Portugal e viria a transferir-se para o Benfica em 1962. Mas não se ficava por aqui: Hélder Toledo nasceu igualmente em Vila Real de Santo António e veio do Lusitano. Ligações profundas, portanto, entre ambos os clubes. Até porque Fernando Cabrita, outro algarvio, esse de Lagos, também faria parte de algumas equipas técnicas dos encarnados. E António Lourenço, natural de Vialonga - jogador do Benfica em 1959/51.
O Benfica venceu sem grande história - 1-0 por Salvador, aos 12m; 2-0 por Águas, aos 15; 2-1 por Pires, aos 19; 3-1 por Coluna, aos 87 - e Rita foi a grande figura dos covilhanenses. Mas todos os seus companheiros de equipa ficaram guardados na aldeia branca da memória do futebol em Portugal. De Francisco Manteigueiro, personagem indelével do clube, ao central moçambicano Jorge Nicolau; de Carlos Ferreira, um extremo veloz e habilidoso a Fernando Pires, o autor do golo da final, que veio para a Covilhã cedido pelo Benfica aquando da transferência de Domiciano Cavém, em 1955.
Leões da Serra - muitos vindos da praia, muitos outros de alma «encarnada». Ainda bem que temos motivos para escrever sobre o assunto."

Afonso de Melo, in O Benfica

domingo, 12 de outubro de 2014

5.º Troféu António Pratas

Barcelos 82 - 98 Benfica
31-19, 16-27, 18-30, 17-22

Nas últimas épocas, com uma hegemonia do Benfica declarada, só fomos derrotados, em jogos onde os adversários conseguem ter percentagem altíssimas nos lançamentos Triplos. Hoje, no 1.º período foi isso aconteceu... também ajudámos à 'festa': defendemos mal, e complicámos no ataque, mas o Barcelos só conseguiu 31 pontos, com quase 100% em Triplos...
No 2.º período tudo foi diferente, a entrada do Carlos Andrade foi decisiva. Não pelos pontos que marcou, mas pela maneira como defendeu. Mesmo limitado, conseguiu 'motivar' toda a equipa... o Carlos, ainda tem uma outra 'qualidade': consegue sempre enervar os adversários (e nós sabemos disso...!!!). Ao mesmo tempo que o Barcelos baixou o aproveitamento, o Jobey Thomas 'acordou', e numa sequência de cestos inacreditável, com vários Triplos, passámos para a frente, antes do intervalo... Mas, nos últimos minutos do 2.º período, os árbitros 'entraram' no jogo, o Doliboa e o Fernandes foram para o banco (gestão de faltas), e o Barcelos fechou a 1.ª parte, na frente por um ponto...
No 3.º período, abrimos uma boa vantagem, mesmo com Triplos a serem transformados em lançamentos de dois, e com um critério completamente inclinado nos contactos... mesmo assim, o Benfica esteve sempre o jogo controlado na 2.ª parte... Nem a brutal agressão ao Doliboa (nem falta foi !!!), atrapalhou o nosso jogo, bem pelo contrário os jogadores até se 'picaram'!!! E nem a lesão do Jobey (acabou o jogo ao pé coxinho... em mais um 'choque' perfeitamente evitável...) afectou o nosso domínio. Na parte final da partida, com vários ataques rápidos, o João Soares acabou por se evidenciar...

É impossível não falar da arbitragem. A diferença entre o Benfica e as restantes equipas é tão grande, que normalmente não se fala de arbitragem no Basket. Mas eu, aqui, já tenho alertado para o problema. Parece que existe uma tendência para os árbitros equilibrarem os jogos do Benfica (constantemente!!!). O Benfica não tem culpa de ter melhor plantel... Hoje, o Barcelos, nos últimos 2 minutos teve 3 jogadores excluídos... num momento onde o jogo já estava decidido. Mas se o critério que foi usado para marcar 3 faltas ao Ferreirinho (em 2,39m de utilização... mais 1 minuto ainda chegava à 5.ª!!!) fosse usado durante todo o jogo, então os jogadores do Barcelos tinham sido todos excluídos na 1.ª parte!!! Além deste 'equilíbrio' artificial, este tipo de arbitragem - que autoriza estas estratégias defensivas baseadas na agressividade -, potencia situações parecidas com a cotovelada que o Seth levou... Mas quando o Benfica sobe o nível de agressividade, 'chovem' faltas técnicas!!! Em vez de andarem a anunciar greves, não seria má ideia, preocuparem-se mais com os níveis de competência, necessários para exercer o trabalho, para o qual são pagos.

Com o Slay e o Gentry de fora, com o Doliboa (vamos esperar para saber a extensão da ferida...) e o Jobey lesionados durante a partida, ficamos com um 'estaleiro' demasiado concorrido. Se internamente temos soluções, seria frustrante voltar às competições europeias, com meia equipa lesionada!!!

5.ª Supertaça

Benfica 3 - 0 Castêlo da Maia
25-17, 25-17, 25-21

Início tremido no 1.º set, mas depois ligámos o rolo compressor!!! Só no 3.º set, só com a lesão do Vinhedo o Benfica voltou a 'baixar' o ritmo, mas o Perini entrou bem na partida... e rapidamente resolvemos o assunto.
Boa estreia oficial do Ivo Casas e bom regresso do Vinhedo. É óbvio que o Castêlo não vai ser o nosso principal adversário esta época (muita juventude...), mas para 1.º jogo oficial da época, a exibição foi agradável...

Não assisti ao jogo da semana passada em Espinho (derrota na final do Torneio...), mas com o actual plantel, o Benfica tem a obrigação de vencer tudo em Portugal.

Amanhã temos Final...


Ovarense 44 - 67 Benfica
4-18, 13-11, 14-16, 13-22

Jogo com poucos pontos, decidido praticamente no 1.º período, com muitos triplos falhados, mas suficiente para o Benfica conseguir a qualificação para a Final do Troféu António Pratas, amanhã, contra o Barcelos, em São Pedro do Sul.
Espero que a lesão do Gentry tenha sido só um susto, porque com o Slay de fora, o jogo interior fica poucas opções...

Ganhando rotinas, vencendo...

Belenenses 24 -32 Benfica

Mais uma vitória, aparentemente fácil... o problema este ano, será mesmo os jogos 'grandes'.

PS: Então não é que a dupla Nicolau/Caçador marcou 8 livres de sete metros, a favor do Benfica?! Espantoso!!! Cá para mim, resolveram 'pagar' contas atrasadas...!!!

Vitória sobre patins...

Póvoa 2 - 9 Benfica

Vitória fácil, na primeira deslocação da temporada...

PS: Parabéns ao nosso guarda-redes Diogo Fernandes, que hoje se sagrou Campeão Europeu de sub-20, em representação da selecção nacional.