Últimas indefectivações

quarta-feira, 5 de abril de 2017

O estado a que isto chegou

"Na segunda-feira assinalou-se os 25 anos sobre a morte de Salgueiro Maia, talvez o herói maior do 25 de Abril de 1974. Na madrugada dessa noite, quando reuniu as suas tropas na parada da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, foi autor de um discurso que ficou para os livros de História. «Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados socialistas, os estados capitalistas e o estado a que chegámos. Ora, neste noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!», disse. Os 240 elementos do batalhão acompanharam-no até Lisboa para derrubar o regime.
No actual contexto do futebol português, até pode parecer exagerado evocar Salgueiro Maia. Talvez seja. Há coisas boas em Portugal. Pois há. Mas há imensas coisa boa que existe no futebol nacional é essa mesma: o futebol, o jogo jogado. Depois, um vastíssimo leque do que rodeia não é mau; é péssimo. O ambiente, então, não é de cortar à faca, é de cortar à motosserra. Queixas para cá e para lá; trabalhos de equipas de arbitragem dissecados até ao mais ínfimo pormenor; guerras institucionais de clubes com os organismos que os tutelam; árbitros agredidos por jogadores ou por adeptos. Perante tudo isto, o Governo não assobia para o ar, assobia para a estratosfera.
O poder político, em caso de grandes feitos no desporto, é dos primeiros a correr para a fotografia de grupo. No entanto, no caso do futebol, caso não haja uma intervenção séria e concreta nos próximos tempos que minore o actual estado de coisas, a previsão é que, no caso do futebol, há muitas probabilidades que as fotos passem todas a ser a preto e branco."

Hugo Forte, in A Bola

Canelas até ao pescoço

"Nunca fez tanto sentido a popular expressão futebolista canela até ao pescoço. Ou, neste caso, Canelas até ao pescoço. Aquele acto tresloucado do jogador Marco Gonçalves no jogo Rio Tinto - Canelas, para o campeonato distrital da AF Porto, mais não é do que o reflexo das constantes agressões diárias perpetradas pelos três principais clubes portugueses à verdade desportiva e ao normal funcionamento do edifício do futebol português, mais determinados do que nunca em apostar na política do vale tudo para ganhar. Benfica, FC Porto e Sporting (a ordem é aleatória) representam o sistema nervoso central do nosso futebol, são os responsáveis por todos os sinais mais periféricas e amadoras, para o futebol de rua até, e parecem ter perdido em definitivo a noção do exemplo que são (ou, pelo menos, deveriam ser). Só eles podem ser a locomotiva da mudança, para melhor, da mesma forma que têm sido o motor do retrocesso até ao ponto mais primitivo, que se julgava erradicado ou pelo menos dominado.
Os opinadores que propagam até à exaustão mensagens repletas de perversidade, agressividade e cegueira, mais não são que a voz do dono, independentemente de serem ou não alvos de briefing. O mesmo acontece com os comportamentos dos membros de claques. A FPF, a Liga e o Governo parecem mais preocupados em estar bem com Deus e com o diabo, para não saírem chamuscados da fogueira onde tudo arde sem dó nem piedade, e o desfile de guerras e queixinhas prossegue em velocidade furiosa, sem medidas que acabem em definitivo com a pouca vergonha. Um dia destes, em vez de decidir sobre o jogador da equipa X que não apanhou os excrementos do cão, ou do dirigente da equipa Y que não levantou a tampa da sanita enquanto urinava, o futebol português terá de ligar com crimes de sangue. Alguém tem dúvidas?"

Gonçalo Guimarães, in A Bola

PS: A narrativa mantém-se: 'são todos iguais'!!! Mistura-se tudo... inclusive um comunicado do Benfica, onde chamava atenção exactamente para a 'anarquia' do Tugão a começar pela FPF...!!! Aquilo que o colunista acaba por reconhecer indirectamente... Curiosamente, quando o Benfica estava totalmente 'calado' e mantinha uma comunicação hiper-institucional, a 'narrativa' era a mesma!!!
Em relação aos paineleiros, eu defendo à muito tempo, que o Benfica não devia ter ninguém nesses programas, mas isso é impossível a Direcção do Benfica impor a todos os simpatizantes do Clube...
Não reconhecer que o Babalu é o principal responsável pelo o 'baixo nível' como o Tugão se tornou nos últimos anos, é ser cúmplice da estratégia de terra queimada do Babalu!!!

Talento natural vs talento “treinado”?

"A determinação biológica, traduzida em características ditas "inatas", associada à predisposição para o sucesso numa série de áreas de performance, vem, desde há muito, sendo discutida.
De facto, desde características antropométricas até a traços de personalidade específicos, várias têm sido as variáveis que a investigação tem estudado, no sentido de aferir um denominador comum que possa ajudar a predizer o sucesso.
A teoria do "inatismo" tem uma diversidade de defensores que vai desde o laboratório do cientista ao outrora "atleta de elite" que, quando muda a carreira para treinador, tende a acreditar que "para se ser atleta é preciso nascer-se com um conjunto de características" (exemplo: este tipo de expressão, já foi por mim ouvida em muitos contextos onde tive a oportunidade de ministrar formação).
Contudo, quando observamos a realidade, são inúmeras as histórias de indiscutíveis talentos que tarde ou nunca vieram a validar as expectativas que sobre si foram criadas quando foram jovens.
No livro "Outliers", de Malcolm Gladwell, o autor discute de forma fundamentada, como a prática continuada e sistematizada de uma qualquer competência (ex: violino, ténis, xadrez,...), pode conduzir à manifestação de talento acima da média.
Na realidade, este autor defende que o principal indicador de excelência, não é aquilo que é comummente reconhecido como talento inato mas antes, o que resulta de esforço continuado (no caso, o autor refere 10.000h de prática).
Por esta razão, alguns jovens, aparentemente com menos "brilho" que outros, através do esforço, dedicação e prática continuada, acabam por se vir a transformar em atleta de topo.
E, pelo mesmo motivo, os "performers" excepcionais são, na sua maioria, aqueles que conseguem combinar talento e trabalho.
Esta parece ser, a "fórmula mágica".
Colocam-se, então, dois desafios, a qualquer performer/atleta que pretenda atingir níveis de Excelência de forma consolidada:
1) Identificar a sua área de talento natural
Nem sempre este é um processo simples e, também aqui, muitas vezes a resposta só surge por experenciação continuada - depois de nos dedicarmos algum tempo à prática desta mesma modalidade/área.
Isto implicará, tempo, dedicação e capacidade de resistência à frustração, no sentido de manter o esforço apesar de não saber qual será o "resultado final"... sendo que, tendencialmente, a capacidade do ser humano passar a "gostar" de algo onde começa a experimentar níveis superiores de desempenho (resultantes do treino) é elevadíssima.
2) Saber como posso treinar a minha área de talento, de forma afincada e sistematizada e... com uma grande questão associada:
- Como treinar sem perder o prazer?
Escolher o "melhor clube" (ex: que tenha uma boa formação, que aposte em equipas técnicas diferenciadas), dedicar-se a 100% em cada treino, ser curioso(a) acerca da modalidade que escolher procurando reunir toda a informação pertinente acerca da mesma (ser ativo na procura de conhecimento e não apenas "passivo", recebendo apenas a informação que o meio fornece..), ser disciplinado no "treino invisível" (descanso e alimentação, evitando excessos), enfim, estar focado em se superar a cada oportunidade é, claramente um excelente percursor de sucesso.
Afinal, tomando como exemplo o que um dos nossos atletas de topo referiu, no contexto de uma conferência que tive oportunidade de assistir:
"Ser-se Atleta de Alta Competição é uma profissão a 24h/dia".
Traduzindo, para além de (algum) Talento, É necessário treino dedicado e muita disciplina."

A bola e os monstros

"A corrupção e a violência associados ao desporto, no futebol mas também em modalidades de pavilhão, merecem uma revisão urgente dos quadros legais aplicáveis.
É fundamental devolver o futebol às famílias, urge garantir a verdade desportiva em todos os jogos passiveis de apostas num grande pântano global com nascente na Ásia.
E ninguém pense que corrupção e violência organizada, nas grandes hordas a que chamamos claques são fenómenos paralelos. Não. O instinto criminoso cruza-se já, ou cruzar-se-á em breve, nos vasos comunicantes dos que vivem à grande, à margem das leis.
E as leis são brandas, desajustadas ao tempo presente, À globalização da criminalidade organizada. Se o Estado vacilar perante as mais recentes manifestações de violência, protagonizadas por vedetas do sangue e da pancada, o sentimento de impunidade não parará de crescer, assim como o número de vítimas dos energúmenos dos vários clubes. Muito provavelmente crescerá também a gravidade dos danos causados.
É preciso mostrar a mão firme das polícias e da Justiça, mesmo com as normas que ainda vigoram nestas áreas. No mais curto prazo, este tipo de crimes deve deixar de ser considerado leve. Nem mesmo as novas penas de que se fala para o futuro (penas máximas entre 5 e 8 anos, consoantes a gravidade dos crimes) será adequada do alarme social e ao dano potencial causados pela violência no desporto e pela corrupção.
É tempo de defender a tolerância e o bem-estar social, sendo duro e intolerante para com todos os que querem acabar com a beleza do futebol. A bola é bela, não merece estes monstros."

Amorim

Cada vez é mais raro... um dos nossos conseguir o cumprir o sonho de infância!!!
O Rúben teve a sorte e o talento de lá chegar...
As lesões, e alguns 'problemas' com o anterior treinador, foram obstáculos que foram ultrapassados!
Toda a sorte do mundo, para a nova vida...!!!

Nos Quartos...!!!

Juventude Salesiana 3 - 5 Benfica


Ontem 'esqueci-me' dos Oitavos-de-final da Taça de Portugal de Hóquei em Patins!
Estivemos a perder 2-0, com o adversário da 2.ª Divisão, mas acabámos por repor a normalidade!!!

Na próxima eliminatória vamos receber o Barcelos.

Benfiquismo (CDXXIII)

Benfica - Estoril...

105x68... recta final

A bater, o Canelas ganhou à PSP

"É natural que as técnicas de controlo hoje aplicadas sejam diferentes das que tiveram eficácia no passado, mas há pormenores que não mudam

O clássico do último sábado deve ter sido dos que mais polémicas provocou, antes, dada a colagem pontual e a proximidade do final do Campeonato, e mais tolerantes reacções suscitou, depois, com os dois treinadores a lamentarem ambições de vitória não alcançada, mas sem enveredarem por discursos plangentes, nem tão pouco transformarem o árbitro no vazadouro das suas frustrações.
Entendo mal, no entanto, o envolvimento de Rui Vitória naquele pagode sobre o relvado após o final do encontro, menos ainda a participação em conversas com directores adversários. Assim como, na conferência de Imprensa, desaprovo a necessidade de Nuno Espírito Santo se referir a pormenores organizativos para protestar o atraso na entrada de adeptos portistas, como se isso fosse da sua área de competência ou alguma relação tivesse a ver com o resultado.
Os treinadores devem convencer-se que são pagos para treinar, receberem aplausos no sucesso, mas também assumirem responsabilidades no fracasso, o que, manda a verdade dizer, raramente fazem. Se perdem, a culpa ou é dos deuses ou... dos árbitros. Basta. É preciso evoluir!

Continua tudo ligado
Afinal, isto continua na mesma. Já lá vai o tempo em que quatro eminências, durante anos, exerceram influências e condicionaram decisões. Foram donos do poder em dois formatos, ora à vista, ora por detrás da cortina.
Ainda hoje, porém, há quem se abespinhe quando se trazem à colação recordações desse período de tramas contadas em surdina e a conta gotas. Período esse que alterou a realidade do futebol português: ganhou não revelou saber para inverter a situação. São os resultados e os títulos que o confirmam.
Não é possível alterar o curso da história, mas é imperioso cuidar do presente e apetrechar o futuro de condições para repelir qualquer tipo de contaminação.
É natural que as técnicas de controlo hoje aplicadas sejam diferentes das que tiveram eficácia no passado, mas, no essencial, há pormenores que não mudam, emergindo indícios fortes para acreditar que continua tudo ligado. Repare-se em quatro exemplos recentes:
1. À Federação deu-lhe jeito o movimento de apoio à Selecção durante o Europeu de França em 2016, mas, como é vulgar dizer-se, não há almoços grátis. A história dos bilhetes ficou por esclarecer e desde essa parceria até se avançar para a legalização de uma claque oficial da FPF foi um pulo. Melhor, um gesto de boa vontade na opinião de quem deu cara pela ideia, o chefe dos Super Dragões. Todavia, só acredita quem quiser ser enganado. Aliás, a súbita presença no jogo com a Hungria deve ter dado para perceber que nem o projecto, nem a gente que o suporta se recomendam.
2. No início do corrente ano, a dois dias de dirigir o Paços de Ferreira - FC Porto, Artur Soares Dias foi ameaçado por elementos dos Super Dragões, sugerindo-lhe educadamente, como imagino, um trabalho que corresse bem. Apresentou queixa na PSP, sinal do que as coisas começam a mudar. De recordar que apesar de ter o árbitro português mais conceituado na UEFA e na FIFA, foi considerado sem condições para «arbitrar mais jogos do FC Porto» pelo próprio Pinto da Costa.
3. Nos dias que antecederam o clássico da Luz, foi propagandeada uma campanha assente em falsa notícia de desvio de considerável quantidade de bilhetes de casas do Benfica para as mãos dos Super Dragões. Houve o propósito de colocar em causa a segurança e ferir a credibilidade da organização do jogo. Verificou-se, contudo, não ter passado de grosseiro embuste para provocar cal estar e instalar medo nas pessoas. Dos cerca de dois mil bilhetes desviados para parte incerta, apenas 60 foram detectados. Mais: a claque do FC Porto nem sequer preencheu na totalidade a lotação do espaço que lhe estava destinado nas bancadas do Estádio da Luz.
4. Finalmente! Câmara do JN captou bárbara agressão de um jogador do Canelas a um árbitro. O País viu, e a esta hora já devem ter sido dadas ordens de cima (pergunta para reposta rápida: alguém diz o nome do secretário de Estado da tutela?). Não há mais paciência para ironias de mau gosto, nem para tolerar quem vira a cara para o lado. A Associação do Porto, apesar de alertada para indignação de outros clubes, nada de suficientemente preocupante enxergou para tomar medidas que de algum maneira pudessem impedir que se chegasse a esta brutal cena de violência.
Coincidência ou não, o Canelas é o clube onde joga o chefe dos Super Dragões, e mais alguém de seita, que se pavoneia por entre bons e maus com indecifrável à vontade, fruto de consentida habilidade em nome das conveniências.
O jogador não tem perdão e, aparentemente, os amigos vão deixá-lo cair. Uma agente da PSP vai ter processo disciplinar por causa de imagens «passadas exaustivamente por diversos órgãos de comunicação social». O agente deitou um adepto ao chão, mas não lhe partiu nenhum osso. O jogador mandou o árbitro para o hospital com três facturas: ganhou o Canelas. No resto houver empate: ambos foram tramados pelas câmaras."

Fernando Guerra, in A Bola

O País está doente, podem descansar!

"E de repente, Portugal descobre, chocado e perplexo, que há um lado obscuro do futebol, que envolve agressões bárbaras a árbitros e transforma os campos de jogo em campos de batalha, como aconteceu, neste domingo, no Rio Tinto - Canelas.
Felizmente que as mais diversas autoridades foram prontas e eficazes a reagir ao angustiante caso. O conselho de arbitragem da FPF veio rapidamente entender que estas situações são «inaceitáveis», a APAF endureceu a luta e classifica o acto do jogador agressor como «vergonhoso», a Associação de Futebol do porto fez questão de dizer que «lamenta e repudia» e nem o presidente do Canelas ficou impávido. Pelo contrário, insurgiu-se publicamente, dizendo que o clube também foi vítima daquele seu jogador e considera a joelhada no rosto do árbitro, que obrigou a internamento hospitalar, «uma facada» no Canelas. Felizmente que o Governo, através do secretário de Estado do Desporto, também estava atento e com grande sentido de realidade sugere «uma grande acção de sensibilização contra a violência». Por fim, a justiça civil exerce, célere, o seu magistério, agarra o assunto com grande firmeza e determinação e para que este caso tão grave sirva de exemplo liberta e amnésico agressor, mas obrigando-o um temível termo de «identidade e residência», por sinal a mesma medida de coacção de qualquer director de jornal quando vai responder por queixas ao abrigo da lei da liberdade de imprensa.
Espero que ao saber de todo este empenho das autoridades nacionais, o País descanse na convicção de que o futuro será diferente e que os árbitros não continuarão a sofrer agressões."

Vítor Serpa, in A Bola

terça-feira, 4 de abril de 2017

O filme infinito de uma passada larga

"Há sempre motivos para reviver Eusébio, festejar Eusébio, escrever e falar sobre Eusébio. No dia 23 de Março, estreou-se Eusébio - História de Uma Lenda. E ele regressou aos ecrãs com a sua aura de Pantera esfomeada por golos e mais golos.

Eusébio outra vez em filme. Filipe Ascensão realizou Eusébio - História de Uma Lenda. Há sempre mais qualquer coisa para dizer sobre Eusébio. Sempre qualquer coisa para escrever sobre Eusébio. Mil e uma imagens de Eusébio. Agora, um facto: 1966 - o Cinema Éden exibe o filme Goal, realizado no decorrer do Campeonato do Mundo de Inglaterra: Eusébio está lá, na tela, marcando golos, e na plateia, por entre uma multidão que enche a sala. Realizadores: Ross Devenish e Abidin Dino. Eusébio visto pelos outros, filmado pelos outros, escutado pelos outros. O mundo inteiro tinha curiosidade de conhecer o menino que viera da Mafalala, lá na África de Lourenço Marques, e invadira a Europa com o seu pontapé certeiro e fulminante.

Um pouco de história. Comentários de Brian Glanville. Produção: Octavio Siñoret. Narração dos jogos: Nigel Patrick. Música de Johnny Hawksworth. Os protagonistas eram, todos eles, os do Campeonato do Mundo do nosso comportamento: Garrincha e Pelé; Bobby Moore e Bobby Charlton (e a rainha Isabel, segunda do nome); Yashin e Beckenbauer. E Eusébio e Eusébio e Euséio e Eusébio: quatro golos à Coreia do Norte. Vinte e quatro imagens por segundo!
As pessoas, sentadas nas cadeiras do Éden, batiam palmas como se estivessem no estádio.

Eusébio planetário, entregue à devassa das opiniões alheias. Eusébio pagando os custos de se ter tornado enorme. Por todo o lado, a vida corre: a vida de Eusébio. Eusébio no grande ecrã. Em 1973, por exemplo, o espanhol Juan de Orduña rodou Eusébio, la Pantera Negra. O filme dura 1 hora e 26 minutos e conta com o contributo de Maria Libéria, Isabel de Castro, Ermelinda Rodrigues e Júlio Cleto. A música esteve a cargo de Gonçalo Paredes. Quatro temas do músico angolano Vum Vum: Eusébio - Miúdo e Senhor, Tema sem Nome, Ao Som da Marrabenta, Tema Genérico da Banda Sonora. Já falei aqui sobre isto, nestas páginas, abusando da vossa infinita paciência, mas volti a falar porque vem a propósito, há aí um novo filme sobre Eusébio, Eusébio é sempre protagonista, nunca deixou de ser protagonista. Nem morto.

O triunfo da Pantera
Eusébio: O Triunfador dos Estádios, dizia o cartaz de promoção.
Ibrahimo Muss, José David, José Moreno: todos no elenco.
A película desenrolava-se numa estrutura funcional. A vida de Eusébio contada por uma jovem jornalista interpretada por Maria Silva. Eusébio era ele próprio.
Actor e personagem. Testemunhos variados formavam o puzzle da sua vida.
O filme estreou-se em Lisboa no dia 11 de Abril de 1974, respirava-se já os aromas da revolução.
Juan de Ordña, o autor da obra, tinha morrido entretanto. Várias foram as questões que rodearam a história deste documentário romanceado que caiu no olvido das gentes. A principal delas, o tempo excessivo da sua produção: começou a ser rodado em 1972, depois de o projecto ter sido aprovado pela Comissão de Censura em Outubro de 1971.
O guião foi alterado, houve participações de actores que acabaram cortadas na mesa de montagem pela co-produção, a portuguesa Deva Filmes e a espanhola Tritón PC, desentenderam-se várias vezes. Mas foi, até hoje, o mais significativo filme sobre Eusébio da Silva Ferreira.
Um pouco ainda mais de história. Mais factos.
Documentários houve muitos nos quais Eusébio foi protagonista ou figura em destaque. Seria impensável elencá-los a todos. Mas aqui ficam alguns dos mais emblemáticos. Eusébio, Um Jogador de Todos os Tempos, realizado para e transmitido pela Benfica TV na sua rubrica Vitórias e Património. El partido del siglo: Eusébio, dirigido por Manuel Iglesias e com guião de Santiago Segurola, director do jornal madrileno Marca. Futebol de Causas, de Ricardo Antunes Martins, sobre a Académica e o seu envolvimento nas lutas estudantis dos anos 60, com incidência na final da Taça de Portugal de 1969, disputada frente ao Benfica e que seria resolvida por Eusébio. Eusébio, A Pantera Negra, série de seis reportagens realizadas pro Bruno Cerveira e produzidos pela RTP com argumento de Manuel Arouca e pesquisa de Rui Tovar. Pelé vs. Eusébio, realizado pela empresa inglesa Sports e vendido em video-cassete VHS. Em 2008, Nuno Mendanha faz um registo gráfico sobre momentos de Eusébio no Mundial de 1966 chamado O Gladiador de 66. Em seguida, insatisfeito, fez outro como banda sonora o tema de Dulce Pontes Amor a Portugal.
Eusébio, Eusébio, Eusébio: agora outra vez no grande ecrã, no Grande Auditório no Centro Cultural de Belém. Responsável pelo regresso: Filipe Ascensão. Talvez simplesmente porque Eusébio não se explica. É preciso continuar a vê-lo... A vê-lo sempre que possível!"

Afonso de Melo, in O Benfica

O treinador que se arriscou a ser campeão

"Sempre que foi aposta para o comando técnico do Benfica, Mário Wilson venceu uma competição.

Na temporada 1995/96, o Benfica entrou mal no Campeonato Nacional, somando dois empates nas três primeiras jornadas. Artur Jorge foi despedido do cargo de treinador e a escolha para preencher o lugar recaiu sobre Mário Wilson. O 'velho capitão' retomava ao Clube e assumia pela terceira vez o comando técnico 'encarnado'.
Contudo, esta equipa era muito diferente do Benfica a que estava habituado. À 20.ª jornada ocupava o quarto lugar no Campeonato, sendo constantemente contestada pelos jornais, devido às suas exibições pobres e por duvidarem da qualidade dos jogadores. Para agravar a situação, na visita a Guimarães, aos 17 minutos já perdiam por 2-0. Foi uma primeira parte bastante sofrida que espelhava a realidade daquela época, sem a chama nem o brilho de outrora.
Mas no banco estava alguém que conhecia o verdadeiro Benfica. Após o intervalo, 'num ápice, a segunda metade vestiu-se rapidamente de vermelho'. Galvanizados, os jogadores entraram a sentir o emblema que ostentavam ao peito, e em cinco minutos empataram a partida, até ao final do encontro marcaram mais dois golos, estabelecendo em 4-2 o resultado final. Os jornais renderam-se à exibição e explicaram o que aconteceu no Estádio D. Afonso Henriques: 'há jogos assim, em que uma equipa parece estar mesmo à beirinha do precipício e, depois, à custa de muito querer e vontade (...) consegue entregar ao adversário aquilo que estava guardado para si'. Não havia margem para dúvidas, tinha sido um 'Benfica à antiga'. No final da época, mesmo não conseguindo o Campeonato, os 'encarnados' conquistaram a Taça de Portugal.
Na primeira passagem pelo Benfica, Mário Wilson conquistou o Campeonato Nacional 1975/76. Três anos depois, quando voltou ao comando técnico dos 'encarnados', venceu novamente uma competição, desta feita a Taça de Portugal, dando razão à sua célebre frase 'quem treina o Benfica, arrisca-se a ser campeão'. Voltaria ainda a assumir a função de treinador em 1997 por duas ocasiões, como interino, num total de cinco jogos.
Pode ficar a conhecer mais sobre este treinador na área 25 - Mestres da Bola do Museu Benfica - Cosme Damião."

António Pinto, in O Benfica

Peste negra

"Como se não bastassem os problemas provocados pelas claques, digo melhor, por alguns marginais infiltrados nas claques nos confrontos entre rivais, eis que a baderna alastrou aos jogos da Selecção. Se havia aí um oásis de festa que permitia a participação e confraternização das famílias, depois do que sucedeu no Estádio da Luz, antes, durante e após o Portugal-Hungria, podemos dizer que esse clima de tranquilidade acabou. Uma nuvem sinistra cobre todo o território futebolístico.
Sociólogos, psicólogos e psiquiatras terão as mais variadas e especializadas explicações para o fenómeno-desemprego jovem, falta de perspectivas de futuro, desenraizamento social e por aí fora - e os jornalistas, digo melhor, e alguns jornalistas continuarão a tecer doces considerações, fechando os olhos à realidade.
Quando vemos as nossas bancadas quase vazias, atribuímos as causas ao preço dos bilhetes, às transmissões televisivas, à baixa qualidade do futebol ou ao mau desempenho dos árbitros, como se de tudo isso, e de mais qualquer coisa, se não queixassem igualmente os adeptos de outros países onde os estádios se enchem.
Mas é a acção dos bárbaros, que interrompem treinos, ameaçam jogadores, agridem árbitros e lançam a agitação nos campos, perante o pavor de quem manda, a efectiva razão do afastamento das pessoas das famílias. Fomos contaminados por uma peste negra que tudo acabará por destruir."


PS: O facto dos elementos da PSP beneficiarem financeiramente de todo este 'Circo', também deverá merecer 'destaque'!!! Ajuda a perceber porque nada é feito para acabar com estas palhaçadas!!!

Benfiquismo (CDXXVII)

Sábado... à tarde!!!

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Lixívia 27

Tabela Anti-Lixívia
Benfica.......... 65 (-10) = 75
Corruptos..... 64 (+15) = 49
Sporting........ 57 (+11) = 46

A grande surpresa da noite de sábado: foi provavelmente a melhor arbitragem de Xistra num jogo do Benfica!!!!!!! Isto não quer dizer que foi isenta de erros, mas não 'senti' durante o jogo, erros premeditados!!! Algo, anormal, num jogo apitado pelo Xistra!!!!!!!!!!
Existem vários tipos de 'erros' de arbitragem. Nas discussões sobre arbitragem, muitas vezes mistura-se tudo... mas eu tento sempre separar:
- premeditados, através de corrupção ao de simplesmente por ser Anti...;
- coacção, normalmente através de ambientes criminosos de intimidação...;
- ou por simples incompetência...!
Não é fácil distinguir, principalmente nos dois primeiros casos, mas quando é incompetência normalmente os 'erros' são para os dois lados...
Outro factor importante é a avaliação correcta da dificuldade em o árbitro observar o lance, ou porque está 'tapado' ou porque o jogador simulou 'bem' a suposta falta!!!

Pois bem, neste clássico houve erros, mas eu 'encaixo-os' quase todos na categoria da 'incompetência'!!!
Só não digo que foram todos por incompetência, porque no 1.º tempo após a marcação do penalty a favor do Benfica, o árbitro ficou 'condicionado'!!! Ficou com 'dúvidas' se o penalty tinha sido bem ou mal marcado... e até ao intervalo, em todas as 'faltinhas' decidiu sempre a favor dos Corruptos!!! O Livre, perigoso, frontal contra o Benfica é um excelente exemplo... Na 2.ª parte, existe um lance parecido sobre o Pizzi, no mesmo local, e nada foi marcado...!!!
Mas ao intervalo, deve ter sido informado (ou viu o lance) que o penalty tinha sido mesmo bem marcado... e então, 'libertou-se' dos condicionalismo, e na 2.ª parte, nas tais 'faltinhas' tratou as duas equipas de igual forma!!!

Mas como eu já afirmei, houve erros, e com influência no resultado final:
- no golo dos Corruptos, existe duas faltas: se o agarrão do Mini ao Samaris é 'desculpável' porque é longe da 'bola' é é quase impossível os árbitros marcarem falta... já no jogo perigoso sobre o Lindelof é muito complicado perceber a 'não marcação' de falta: Soares 'quase' acerta na cabeça do Lindelof com o joelho (aliás o Soares passou o jogo todo a fazer faltas não assinaladas...). Ainda por cima quando neste tipo de situações (faltas ofensivas), normalmente, os árbitros não perdoam, e ao mínimo 'suspiro' marcam faltas aos avançados!!!
- o 2.º grande erro, é a não marcação dum penalty do Filipe sobre o Mitro. Logo a seguir ao golo Corrupto. Aqui até 'desculpo' o Xistra, primeiro porque marcar dois penalty's contra os Corruptos num jogo decisivo deste tipo, seria pedir 'demais'!!! Em segundo lugar, o Mitro foi 'ingénuo', porque após ser rasteirado, levantou-se logo e tentou rematar à baliza...
Agora, a falta é indiscutível, quando o Mitro faz a rotação, é rasteirado na perna direita, pela perna direita do Filipe...!!!
- O outro erro 'maior', foi um fora-de-jogo mal assinalado ao Jota!!! Responsabilidade óbvia do Fiscal... num lance muito difícil de ajuizar, porque o jogador está praticamente encostado à linha lateral, e o fiscal-de-linha não consegue ter no mesmo 'campo de visão' a bola e o jogador...

Disciplinarmente, também ouve erros... mesmo descontando, o 'famoso' critério de bom-senso que se pede nos grandes jogos, para não 'estragar' o jogo, houve vários erros:
- no lance do Jonas, até admito que no limite o Jonas podia evitar o choque com o treinador adversário, e podia levar Amarelo (já agora o treinador adversário também podia tentar desviar-se, ou não?!!!)... Agora na sequência do lance o Mini, embateu intencionalmente no Jonas, e no 'mínimo' tinha que levar Amarelo...
- o Pizzi podia ter levado Amarelo na 1.ª parte...
- o André André devia ter levado o Amarelo mais cedo...
- o Amarelo do Alex Telles podia ter sido Vermelho directo...
- caso o penalty sobre o Mitro tivesse sido marcado, seria o 2.º Amarelo para o Filipe...
- Casillas passou o 2.º tempo em atitudes provocatórias para a bancada... o Semedo em Guimarães, levou Amarelo por algo similar (com a atenuante de ter respondido a insultos racistas) e meteu todos os paineleios a exigir Sumaríssimos!!!
- além do Amarelo perdoado ao Mini no início do jogo, perto do final do jogo, ainda antes de ter levado o Amarelo, o Mini com o jogo parado, chutou a bola em direcção das bancadas do Benfica... em atitude provocatória... devia ter levado novamente o Amarelo...

Resumindo, melhor do que o normal (e do que o esperado), mas mesmo assim, com influência...

Os avençados Lagartos, como o ex-director de comunicação das Osgas (hoje comentador 'imparcial' da TVI24) deram o mote, ontem à noite, esta tarde (e seguramente esta noite) antecipando uma queixa contra o Jonas...!!! O tal parvo da TVI24 usou o lance com o Naldo em Arouca o ano passado, como comparação, esquecendo-se que o Naldo empurrou claramente o Lito (que se deixou cair) e o castigo, foi um Amarelo!!!
Aliás os sumaríssimos que 'desapareceram' só podem ser usados em lances onde os árbitros digam que não viram...!!! Por exemplo, a cotovelada do Slimani o ano passado!!! Neste lance, existe um 'choque' que é observado e avaliado por todos... pessoalmente, no limite haveria lugar a um Amarelo, nada mais...
Qualquer conversa, a 'chorar' por mais, não passa de mais um exemplo do anti-Benfiquismo militante, tão comum hoje em dia... As televisões e pasquins estão repletas de gentalha intelectualmente desonesta e idiotas úteis!!!


Em Arouca, os Lagartos pediram penalty sobre o Gelson, numa carga de ombro... mas pouco depois, com o Arouca a ganhar por 1-0, Alan Ruiz, com o jogo parado, dá uma 'barrigada' e dá um pontapé ao André Santos!!! O árbitro não viu, um dos auxiliares chamou-lhe a atenção... e o árbitro mostrou-lhe o Amarelo!!! Mas uma agressão, sem bola, com o jogo parado, só pode ser Vermelho... Poucos minutos depois, o mesmo jogador (que devia ter sido expulso) marcou o golo do empate do Sporting...!!!


Mas a 'grande' notícia do fim-de-semana foi a agressão de um árbitro, por um jogador do Canelas!!!
Vamos por partes: não foi só um jogador do Canelas a agredir um árbitro, num jogo que estava a ser filmado!!! Foi o numero 2 do Super-Dragays, a agredir um árbitro... Fui um membro da 'claque' da FPF!!! Um dos indivíduos que invadiu o Centro de Treinos dos Árbitros na Maia, ameaçando os presentes...!!! Um cadastrado... ex-membro da SPDE, empresa de segurança que está a ser julgada no Operação Fénix... acusada entre outras coisas, de homicídio!!!
Tudo isto após pelo menos 2 anos de várias tropelias dos jogadores do Canelas (Super-Dragay's), ameaças a árbitros, agressões a jogadores adversários, vandalismo às instalações dos adversários, inclusive com carrinhas queimadas...
Tudo isto com a cobertura da AF do Porto e da FPF, que nada fizeram... nada!!!
Tudo isto quando a AF do Porto é dirigida por Lourenço Pinto, ex-Presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, ex-Presidente da Assembleia-Geral dos Corruptos... Um dos acusados no Apito Dourado...
Sendo que o actual Presidente do CD da AF do Porto é Gonçalves Pereira, o famoso Mugabe de Gondomar, o membro do CJ da FPF que 'sabotou' a reunião do CJ que deveria confirmar as penas do Apito Dourado e do Apito Final, permitindo mais tarde, em sede de recurso, a 'vitória' dos criminosos!!!

Alguns podem pensar que tudo isto é secundário... mas não é!!! Esta gente vive da intimidação... Ao pavonear impunidade, esta gente ganha 'estatuto'... Além disso, a AF do Porto, é a principal 'abastecedora' do árbitros à 1.ª categoria, muitos dos árbitros 'amedrontados' pelo Canelas, daqui a alguns anos estarão na 1.ª categoria...!!!
Esta gente, além de todas as outras trafulhices está envolvida em jogos combinados, para favorecer Apostadores Asiáticos... tendo para isso, 'acesso' aos balneários de muitos Clubes... inclusive na I Liga, como iremos 'experimentar' nas próximas 7 decisivas jornadas da I Liga, nos jogos do Benfica e dos Corruptos!!! Estão envolvidos em tráfego de droga, prostituição, extorsão, segurança privada ilegal, ligada aos estabelecimentos nocturnos... um autêntico festival!!!

Coincidência das coincidências: o responsável pelo Canelas que deu a cara em defesa do Clube, é um velho conhecido do Tugão!!! Em conjunto com o resto da família, e após um Corruptos-Famalicão que correu 'mal' aos Corruptos, invadiram o relvado e agrediram uma equipa da RTP em directo... E como é óbvio os jornalistas na altura acharam bem não apresentar queixa...!!!


O mais 'engraçado' é que mesmo depois de todo o barulho das últimas horas: são poucas televisões e os pasquins, que identificam os jogadores do Canelas como Super-Dragays, os Corruptos não se 'demarcaram' de nada, a AF do Porto está 'calada', a APAF não teve coragem de 'boicotar' os jogos do Canelas, e a FPF continua com as palavras de circunstâncias, quando as imagens do Canelas continuam a 'espalhar-se' no YouTube!!!

Anexos:

Benfica
1.ª-Tondela(f), V(0-2), Pinheiro, Nada a assinalar
2.ª-Setúbal(c), E(1-1), Oliveira, Prejudicados, (1-0), (-2 pontos)
3.ª-Nacional(f), V(1-3), Soares Dias, Nada a assinalar
4.ª-Arouca(f), V(1-2), Veríssimo, Prejudicados, (0-3), Sem influência no resultado
5.ª-Braga(c), V(3-1), Sousa, Prejudicados, (4-1), Sem influência no resultado
6.ª-Chaves(f), V(0-2), Martins, Prejudicados, (0-3), Sem influência no resultado
7.ª-Feirense(c), V(4-0), Luís Ferreira, Prejudicados, (5-0), Sem influência no resultado
8.ª-Belenenses(f), V(0-2), Hugo Miguel, Nada a assinalar
9.ª-Paços de Ferreira(c), V(3-0), Esteves, Nada a assinalar
10.ª-Corruptos(f), E(1-1), Soares Dias, Prejudicados, Impossível contabilizar
11.ª-Moreirense(c), V(3-0), Godinho, Prejudicados, Sem influência no resultado
12.ª-Marítimo(f), D(2-1), Vasco Santos, Prejudicados, (1-4), (-3 pontos)
13.ª-Sporting(c), V(2-1), Sousa, Prejudicados, Sem influência no resultado
14.ª-Estoril(f), V(0-1), Paixão, Prejudicados, (0-4), Sem influência no resultado
15.ª-Rio Ave(c), V(2-0), Rui Costa, Prejudicados, (5-0), Sem influência no resultado
16.ª-Guimarães(f), V(0-2), Almeida, Nada a assinalar
17.ª-Boavista(c), E(3-3), Luís Ferreira, Prejudicados, (3-0), (-2 pontos)
18.ª-Tondela(c), V(4-0), Esteves, Nada a assinalar
19.ª-Setúbal(f), D(1-0), Pinheiro, Prejudicados, (1-1), (-1 ponto)
20.ª-Nacional(c), V(3-0), Godinho, Prejudicados, Sem influência no resultado
21.ª-Arouca(c), V(3-0), Mota, Prejudicados, Sem influência no resultado
22.ª-Braga(f), V(0-1), Tiago Martins, Prejudicados, (0-4), Sem influência no resultado
23.ª-Chaves(c), V(3-1), Almeida, Prejudicados, Beneficiados, (3-2), Sem influência no resultado
24.ª-Feirense(f), V(0-1), Soares Dias, Nada a assinalar
25.ª-Belenenses(c), (4-0), Esteves, Prejudicados, Beneficiados, (4-0), Sem influência no resultado
26.ª-Paços de Ferreira(f), E(0-0), Pinheiro, Prejudicados, (0-1), (-2 pontos)
27.ª-Corruptos(c), E(1-1), Xistra, Prejudicados, Beneficiados, (2-1), (-2 pontos)

Sporting
1.ª-Marítimo(c), V(2-0), Nuno Pereira, Nada a assinalar
2.ª-Paços de Ferreira(f), V(0-1), Hugo Miguel, Beneficiados, Impossível contabilizar
3.ª-Corruptos(c), V(2-1), Martins, Beneficiados, (0-1), (+3 pontos)
4.ª-Moreirense(c), V(3-0), Almeida, Beneficiados, (2-0), Impossível contabilizar
5.ª-Rio Ave(f), D(3-1), Pinheiro, Nada a assinalar
6.ª-Estoril(c), V(4-2), Capela, Beneficiados, (4-3), Sem influência no resultado
7.ª-Guimarães(f), E(3-3), Soares Dias, Beneficiados, Prejudicados, Sem influência no resultado
8.ª-Tondela(c), E(1-1), Rui Costa, Beneficiados, (0-1), (+1 ponto)
9.ª-Nacional(f), E(0-0), Vasco Santos, Prejudicados, (0-1), (-2 pontos)
10.ª-Arouca(c), V(3-0), Xistra, Beneficiados, Impossível contabilizar
11.ª-Boavista(f), V(0-1), Veríssimo, Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
12.ª-Setúbal(c), V(2-0), Rui Costa, Beneficiados, Prejudicados, Sem influência no resultado
13.ª-Benfica(f), D(2-1), Sousa, Beneficiados, Sem influência no resultado
14.ª-Braga(c), D(0-1), Hugo Miguel, Beneficiados, Sem influência no resultado
15.ª-Belenenses(f), D(0-1), Tiago Martins, Nada a assinalar
16.ª-Feirense(c), V(2-1), Esteves, Beneficiados, (1-2), (+3 pontos)
17.ª-Chaves(f), E(2-2), Almeida, Nada a assinalar
18.ª-Marítimo(f), E(2-2), Pinheiro, Prejudicados, (2-3), (-2 pontos)
19.ª-Paços de Ferreira(c), V(4-2), Veríssimo, Beneficiados, (3-2), Impossível contabilizar
20.ª-Corruptos(f), D(2-1), Hugo Miguel, Prejudicados, (1-1), (-1 ponto)
21.ª-Moreirense(f), V(2-3), Oliveira, Beneficiados, (2-2), (+2 pontos)
22.ª-Rio Ave(c), V(1-0), Esteves, Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
23.ª-Estoril(f), V(0-2), Rui Costa, Beneficiados, (0-1), Sem influência no resultado
24.ª-Guimarães(c), E(1-1), Sousa, Beneficiados, (1-2), (+1 ponto)
25.ª-Tondela(f), V(1-4), Paixão, Nada a assinalar
26.ª-Nacional(c), V(2-0), Jorge Ferreira, Nada a assinalar
27.ª-Arouca(f), V(1-2), Godinho, Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)

Corruptos
1.ª-Rio Ave(f), V(1-3), Veríssimo, Nada a assinalar
2.ª-Estoril(c), V(1-0), Luís Ferreira, Prejudicados, Sem influência no resultado
3.ª-Sporting(f), D(2-1), Martins, Prejudicados, (0-1), (-3 pontos)
4.ª-Guimarães(c), V(3-0), Sousa, Nada a assinalar
5.ª-Tondela(f), E(0-0), Hugo Miguel, Beneficiados, (1-0), (+ 1 ponto)
6.ª-Boavista(c), V(3-1), Almeida, Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
7.ª-Nacional(f), V(0-4), Rui Costa, Beneficiados, Sem influência no resultado
8.ª-Arouca(c), V(3-0), Manuel Mota, Nada a assinalar
9.ª-Setúbal(f), E(0-0), Pinheiro, Nada a assinalar
10.ª-Benfica(c), E(1-1), Soares Dias, Beneficiados, Impossível de contabilizar
11.ª-Belenenses(f), E(0-0), Oliveira, Beneficiados, (1-0), (+1 ponto)
12.ª-Braga(c), V(1-0), Xistra, Beneficiados, Sem influência no resultado
13.ª-Feirense(f), V(0-4), Luís Ferreira, Beneficiados, Impossível contabilizar
14.ª-Chaves(c), V(2-1), Vasco Santos, Beneficiados, (2-2), (+2 pontos)
15.ª-Marítimo(c), V(2-1), Esteves, Prejudicados, Sem influência no resultado
16.ª-Paços de Ferreira(f), E(0-0), Soares Dias, Beneficiados, (1-0), (+1 ponto)
17.ª-Moreirense(c), V(3-0), Veríssimo, Beneficiados, Sem influência no resultado
18.ª-Rio Ave(c), V(4-2), Sousa, Beneficiados, (0-2), (+3 pontos)
19.ª-Estoril(f), V(1-2), Oliveira, Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
20.ª-Sporting(c), V(2-1), Hugo Miguel, Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
21.ª-Guimarães(f), V(0-2), Xistra, Beneficiados, (1-2), Impossível contabilizar
22.ª-Tondela(c), V(4-0), Luís Ferreira, Beneficiados, (0-1), (+ 3 pontos)
23.ª-Boavista(f), V(0-1), Veríssimo, Beneficiados, Prejudicados, (1-1), (+2 pontos)
24.ª-Nacional(c), V(7-0), Paixão, Beneficiados, (6-0), Sem influência no resultado
25.ª-Arouca(f), V(0-4), Hugo Miguel, Nada a assinalar
26.ª-Setúbal(c), E(1-1), Oliveira, Beneficiados, Impossível contabilizar
27.ª-Benfica(f), E(1-1), Xistra, Beneficiados, Prejudicados, (2-1), (+1 ponto)

Jornadas anteriores:
1.ª jornada
2.ª jornada
3.ª jornada
4.ª jornada
5.ª jornada
6.ª jornada
7.ª jornada
8.ª jornada
9.ª jornada
10.ª jornada
11.ª jornada
12.ª jornada
13.ª jornada
14.ª jornada
15.ª jornada
16.ª jornada
17.ª jornada
18.ª jornada
19.ª jornada
20.ª jornada
21.ª jornada
22.ª jornada
23.ª jornada
24.ª jornada
25.ª jornada
26.ª jornada

Épocas anteriores:
2015-2016

O clássico que nada decidiu. E o Canelas

"Ainda alguns considerandos em torno do clássico, o Sporting mais perto e o problema para todo o futebol que dá pelo nome de Canelas.

O que trouxe de novo o clássico da Luz? Pouco, sendo o mais relevante o aumento da incerteza quanto ao campeão. A que deve acrescentar-se a circunstância de o Sporting, que recuperou quatro pontos nas últimas duas jornadas a águias e dragões, viver agora em estado de alerta relativamente a algum apagão à sua frente. No mais, Nuno Espírito Santo continua sem ganhar ao Benfica e Rui Vitória sem derrotar o FC Porto. Dado interessante é verificar que, na última época, em que os encarnados foram campeões com um número recorde de pontos, apenas somaram três nos clássicos; na presente temporada, faltando-lhes ainda visitar Alvalade, já vão nos cinco. Ou seja, perderam eficácia essencialmente contra equipas de classe média baixa.
Sobre a segurança nos jogos mais quentes, uma pergunta: Porque razão não fazem as nossas forças de segurança o que é feito lá fora, com a claque do clube forasteiro a ser a primeira a entrar no estádio, por exemplo duas horas antes das portas serem abertas para os restantes adeptos? Viam o jogo desde o início e estavam sempre em segurança (eles e os outros...).

Agressão ao árbitro
Tenho abordado, neste espaço, de há vários meses a esta parte, o problema grave para a imagem do futebol decorrente do comportamento do Canelas. Não sei se ainda havia cépticos quanto à dimensão da batata quente que caiu nas mãos da AF Porto, mas depois da agessão ao árbitro do Canelas-Rio Tinto, ontem verificada, a posição dos clubes que recusaram defrontar o emblema de Gaia ficou (se é que ainda preciasava) absolutamente justificada. O caso, no que concerne ao agressor, que hoje será presente ao tribunal, passou para outra dimensão e o futebol ter-se-á visto livre de tão perniciosa criatura, que não voltará a pisar o interior das quatro linhas. Porém, o presidente da AF Porto tem de continuar uma luta cheia de espinhos pela reposição plena das condições de segurança para as equipas que disputam os seus campeonatos. Sei que conta com o conforto do presidente da FPF, mas há que juntar ainda mais vontades, porque a tarefa, com os instrumentos legais à disposição, é imensa e transcende a jurisdição territorial da maior associação do país, adeftando todo o futebol. Ao árbitro agredido, uma palavra solidária e oxalá não perca a coragem...

Ás
Nuno Manta Santos
Desde que pegou no Feirense os números que apresenta são espectaculares. 13 jogos que renderam à equipa de Santa Maria da Feira 24 pontos. Esta média, a ser mantida durante todo o campeonato, valeria 63 pontos nas contas finais, o que representaria um tranquilo quarto lugar. Um treinador a merecer ser visto com atenção!
(...)

Duque
Iker Casillas
Noite de grande inspiração na Luz, a mostrar que continua a pertencer ao lote dos melhores guarda-redes do mundo. Desta vz não fez nenhuma defesa impossível, mas fechou as redes e disse não ao triunfo do Benfica. Porém, o momento em que mandou calar os adeptos do Benfica não lhe fico bem. De Iker espera-se mais.

José Manuel Meirim sobrinho do pato Donald?
«Nenhum escuteiro-mirim me vai calar e nenhum escuteiro-mirim, telecomandado, vai travar o rumo do Sporting Clube de Portugal»
Bruno de Carvalho, presidente do Sporting
O presidente do Sporting enviou uma série de indirectas a José Manuel Meirim, presidente do Conselho de Disciplina da FPF, usando metáforas do universo Disney onde Huguinho, Zézinho e Luisinho, sobrinhos do pato Donald, fazem parte dos escuteiros-mirim de Patópolis. Para além do lado folclórico da querela, vale a pena seguir este assunto porque tem tudo para acabar muito mal...

PSG impôs a lei da experiência ao Mónaco
Na hora da verdade, o PSG mostrou mais estaleca que o Mónaco e levantou em Lyon (onde Portugal foi tão feliz...) a Taça da Liga. Que consequências terá este golpe de autoridade na luta pelo título gaulês? A verdade é que a equipa de Leonardo Jardim sentiu demais as ausências de Fabinho e Falcao...

Grande vitória
Portugal fez uma campanha sensacional no Europeu de sub-20 em râguebi e, depois de vencer a Roménia e a Espanha, venceu o torneio e garantiu um lugar no Mundial B da categoria, que se disputará em Agosto, no Uruguai. Como será aproveitada esta geração? Vão continuar a jogar ou acabarão por optar pela carreira académica, uma situação recorrente com os mais promissores jogadores portugueses? É de facto pena que as condições de progressão continuem a ser tão incipientes. Um abraço especial ao João Bernardo e ao Jorge Abecassis..."

José Manuel Delgado, in A Bola

PS: Várias questões:
- Não percebo a forma 'delicada' como o Delgado continua a tratar Lourenço Pinto e a FPF em geral!!! Já não é primeira vez que isto acontece...
- Extraordinária a forma como este comentário ignorou o facto do agressor ser um elemento destacado dos Super-Drgays, ex-membro do SPDE e um dos 'invasores' do Centro de Treinos dos Árbitros da Maia!!! Além de 'membro' da famosa claque da FPF!!!
- Recusei transcrever a 'critica' ao Jonas!!! Criticar o Jonas, sem criticar o treinador do FCP que 'também' podia ter-se desviado, ou pior ainda, não falar do encosto/cotovelada intencional do Maxi nas costas do Jonas... é demasiado hipócrita!
- Já agora... apesar da critica ao comportamento do Iker... seria interessante recordar que o Maxi fez o mesmo, neste jogo; que o comportamento do Iker foi repetido durante a 2.ª parte...; e já agora, também seria interessante recordar aquilo que foi dito quando o Semedo em Guimarães, após ser alvo de insultos racistas, reagiu, e levou Amarelo...!!!

Quando já nada nos surpreende

"Um árbitro foi agredido, ontem, por um jogador num encontro entre o Rio Tinto e o Canelas, da fase final da Divisão de Elite da AF Porto. Mais um episódio triste no futebol português, onde já nada nos surpreende. Há, neste grave incidente, dois aspectos a ter em conta. Primeiro, o facto de o agressor ser futebolista do Canelas. Há muito se percebeu que a AF Porto tem ali um problema, sobre o qual preferiu não fazer muito - como se a principal competição que organiza pudesse decorrer de forma normal quando quase todos os clubes que nela participam se recusam a jogar contra um adversário. Não sei se a razão está no lado da maioria dos clubes ou se o Canelas está a ser vítima, como diz, de uma conspiração. Mas sei que não é bom sinal quando se é notícia quase sempre pelas piores razões.
O outro aspecto da questão é mais profundo. Nas últimas semanas têm sido vários as notícias de árbitros agredidos. Vídeos desses momentos tornaram-se virais. Mas parece que muitos olharam para estes casos com desdém, fruto da mentalidade tão nossa de que o árbitro é sempre o mau da fita. Não é. Mais: se há alguns (poucos) que conseguirem viver da arbitragem, muitos há que andam nisto por carolice. Ainda há dias A Bola contou a história do árbitro agredido em Viseu: ganha 10 euros por jogo e tem de passar recibo verde. Não sei se será o caso de José Rodrigues, que ontem acabou no hospital só porque expulsou um jogador aos dois minutos, mas de certeza que não merecia aquela joelhada na cara.
O Regulamento Disciplinar da AF Porto prevê, para estes casos, pena entre seis meses e quatro anos de suspensão. Pena que desapareceu a figura de irradiação. Quem faz algo assim nem com os amigos devia jogar. Mas à falta de melhor, que se aplique a pena máxima. Há que começar a dar o exemplo."

Ricardo Quaresma, in A Bola

Lei 13: o que é um livre direto e um livre indireto


"Já não são muitas as regras do jogo que faltam explorar nesta nossa rubrica semanal. Hoje iremos olhar, mais em detalhe, para tudo o que de mais importante há a saber sobre os pontapés livres directo e indirecto. Vamos a isso?

Como sabem, os pontapés livres directo (LD) ou indirecto (LI) são concedidos à equipa que sofra uma infracção ou falta punida, por lei, como tal.
No caso dos livres indirectos, o sinal do árbitro é evidente: ele deve levantar - na vertical - um dos seus braços, para indicar a jogadores, técnicos e público que daquele pontapé não pode resultar um golo, através de remate directo à baliza adversária.
Ou seja, o braço no ar significa que a falta/infracção deve recomeçar com LI.
O árbitro só o deve baixar quando a bola tocar num qualquer jogador ou sair do terreno.
Nota - Se, por distracção, o árbitro esquecer-se de levantar o braço num LI e a bola entrar directamente na baliza adversária, o golo não deve ser validado.
Esse "erro" do árbitro não legitima um golo que não devia ter ocorrido daquela forma. Nesse caso, o LI deve ser repetido.
Por outro lado, se o árbitro levantar o braço e o golo for obtido directamente na baliza adversária, aí o jogo deve recomeçar com pontapé de baliza. Não conta na mesma, porque a bola tinha que tocar antes em alguém. É como se o remate fosse feito directamente para lá da linha de baliza do adversário.
Se o LI for pontapeado para trás e a bola entrar directamente na própria baliza, será assinalado pontapé de canto. O princípio é exactamente o mesmo.
Os postes, a barra, as bandeirolas de canto ou o árbitro não contam. Nos LI a bola tem que mesmo que tocar em jogadores.
Percebido?
Agora o local onde recomeçam os pontapés livre.
Por regra, é onde a falta/infracção foi cometida. Mas há várias excepções. Deixamos aqui apenas duas delas:
O livres a favor da equipa que defende, dentro da sua área de baliza, pode ser marcado em qualquer ponto dessa área;
Os livres que resultem da saída, entrada ou reentrada de jogadores sem autorização do árbitro, recomeçam no local onde a bola se encontrava quando o jogo foi interrompido.
Como referi, há mais excepções. Ficaram as mais relevantes.
Quanto à bola, ela tem que estar imóvel e, para entrar em jogo, deve mover-se claramente.
A excepção é quando o livre é favorável à equipa defensora, dentro da sua área: aí a bola só entra em jogo quando sair da área de penálti, para dentro do terreno de jogo.
Os adversários devem, nesse momento, estar todos a pelo menos 9.15m da bola (ou fora da área de penálti, na excepção anterior).
Agora duas curiosidades na marcação de pontapés livre:
Um jogador pode executa-lo, levantando a bola para o colega, com um ou ambos os pés em simultâneo;
Um jogador pode também jogar a bola contra um adversário para prosseguir a sua jogada, desde que essa acção não seja imprudente, negligente ou com força excessiva.

Agora, as infracções
Se, na execução de um livre, um adversário não estiver à distância regulamentar, o livre deve ser repetido (a menos que haja lugar à lei da vantagem).
O jogador deve ser advertido, se o árbitro considerar que esse ato foi deliberado, para retardar o recomeço de jogo.
Por outro lado, se um jogador quiser executar um livre rapidamente e um adversário entretanto o interceptar, a partida deve prosseguir.

Nota final
Se um jogador der um segundo toque após ter executado o pontapé livre, a sua equipa deve ser punida com LI no local onde cometeu a infracção.
No entanto, se esse segundo toque for com a mão, a punição passa a ser livre directo ou então pontapé de penálti (caso ele seja um jogador defensor e o tenha feito dentro da sua área de penálti). 
Ficou aqui o essencial da Lei 13.
Para a semana, falaremos de pontapés de penálti. Combinado?
Boa semana."

Benfiquismo (CDXXVI)

'Perdeu-se' um ponta-de-lança, ganhou-se um Patrão!!!

Só mais uma !!!

Benfica 3 - 1 Fonte do Bastardo
21-25, 25-18, 25-18, 25-20

A equipa está a jogar no limite, com o Roberto condicionado, sem o Honoré e o André e com o Gaspar também longe do ideal... Em condições normais, nem tínhamos 7 jogadores para entrar na rotação!!!
Mesmo assim, estamos em vantagem... vamos aos Açores para ganhar, mas temos a garantia que na pior das hipóteses teremos a negra na Luz!
Estou bastante confiante para o 4.º jogo contra a Fonte, mas sem os 'reforços' numa Final com Espinho, será impossível!

Iniciados - 1.ª jornada - Fase Final

Benfica 5 - 0 Paços de Ferreira

Soares; Matos, Araújo, Brito, Montoia; Ronaldo, Fanana, Bernardo; Cruz, Pereira, Silva

Inicio perfeito da Fase Final, com uma equipa 'reforçada' por jogadores que têm jogado nos Juvenis... temos tudo para revalidar o título!

Benfica ................ 3
Sporting ................ 3
Anadia ................. 3
Corruptos .............. 0
Académica ............ 0
Paços de Ferreira .... 0

Descalabro no Seixal...

Benfica B 0 - 4 União da Madeira


As ausências do Dias e do Buta não podem explicar tudo... É verdade que os 'objectivos' da equipa B, já foram atingidos, e que vários jogadores deste plantel vão ter um final de temporada muito carregado: UEFA Youth League e Mundial de Sub-20. Mas como é óbvio, a equipa não se pode 'desligar' do campeonato...