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terça-feira, 17 de janeiro de 2023

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Julian Draxler | Presente e futuro


"Cinco meses depois de finalizar a novela Ricardo Horta em grande estilo, ultrapassando pela direita esmagadora franja da comunicação social e expondo nova forma categórica de contratar na Luz – como se viu no caso de Casper Tengsted -, Rui Costa e o Benfica têm agora um problema em mãos. Julian Draxler, o escolhido de última hora no mercado de Verão para compor as opções do meio-campo ofensivo, tarda na recuperação física total e dificilmente imprime no jogo encarnado o seu talento superlativo, outrora decisivo num PSG finalista europeu. Em 2023, notam-se ainda as grandes capacidades técnicas; mas o físico precário do atleta impossibilita-o de ganhar o ritmo certo, afectando-lhe o mental: sem o qual nunca mais revitalizará a carreira.
A escolha, em termos teóricos, foi a mais acertada. Para ambas as partes. O Benfica, exausto pela travessia do deserto em busca de Horta, achou em Draxler uma opção viável – fácil foi convencer o craque alemão, bastando a intervenção do também germânico Schmidt. Havia promessas de Liga dos Campeões, ao jogador interessava-lhe palco internacional que Hansi Flick preparava a convocatória para o Catar. Correu tudo bem à equipa com aquela prestação impecável na fase de grupos, mas o jogador não fez parte das melhores exibições da equipa. Se chegou a Lisboa ainda a recuperar de lesão ao joelho sofrida em Março (e duma operação ao menisco, em Abril), na Luz sofreu nova lesão no final de Outubro, ficando de fora seis jogos – perdeu aí ainda mais o comboio, do clube e da selecção.
É precisamente por aí que se pode justificar a descida abrupta de rendimento na carreira do jogador, que ainda nem completou 30 anos (nasceu em Setembro de 1993). Se em 2018-19 é parte bastante activa da chuva de estrelas parisiense, a partir desse Verão inicia-se enxurrada de complicações físicas que lhe provocam ausências repetidas e cada vez menos tempo de jogo. Em 2019-20, quando o PSG alcança a final da Champions (vs Bayern) já só cumpre 22 jogos ou 1164 minutos (média de 52’ por jogo), devido a lesão no pé entre Agosto e Outubro e uma infecção viral em Dezembro.
Em 2020-21 nem sequer há tempo para sonhar: uma lesão num tendão afasta Draxler dos relvados entre Outubro e Dezembro, o que só o deixa cumprir 34 jogos, 1613 minutos se quiserem (e uma média de 47’ por partida). O calvário adensa-se na época passada: 2021-22 é um martírio para Julian, que se vê a contas com uma gripe entre Setembro e Outubro, uma lesão muscular entre Novembro e Janeiro, no mesmo mês há infecção covidiana e a tal lesão no joelho em Março. Resultado? 24 presenças, 864’ (que dá 36 por jogo). Ou seja, desde 2019 cada vez menos tempo de jogo, preponderância nula e dificuldades em justificar os 5 milhões de salário anual até… 2024.
Felizmente para ele, surgiu o Benfica, pronto a disponibilizar-lhe oportunidade única de recuperar índices físicos e anímicos junto de treinador seu conterrâneo, que lhe daria futebol de elite e um contexto semanal (Primeira Liga) que seria como um parque de diversões para o seu talento.
Por uma razão ou outra, Julian Draxler não conseguiu ainda aproveitar as oportunidades – 15, 648 minutos – e por mais que nunca comprometa, não há motivo a grandes elogios, seja pela falta de rasgo e intensidade, seja pela falta de ousadia na hora de definir. O toque de bola, apesar de não enganar ao olhos mais treinados, não é razão suficiente para se justificar a sua manutenção no plantel e surgem cada vez mais vozes a pedir a interrupção do empréstimo já em Janeiro, situação adensada pela permanência no banco de suplentes no dérbi, frente ao Sporting.
De Espanha surgem notícias dum eventual interesse do Sevilha de Sampaoli, com quem jogaram os encarnados uma partida amigável em Dezembro último, no Estádio do Algarve, oportunidade durante a qual, presume-se, se tenham encetado aproximações e sessões de esclarecimento – é preciso autorização dos encarnados para espanhóis e franceses conversarem quanto a possível cedência.
Para Draxler, seria boa oportunidade de continuar a tentar ressurgir para o futebol de alto nível, ainda que os contextos se invertam – deixa de poder contar com um contexto doméstico tão favorável, que à La Liga só deve a Premier League, mas continua a ter futebol europeu, ainda que um escalão abaixo, na Liga Europa.
Ao Benfica, que já retocou o plantel com dois prodígios escandinavos a pensar no longo prazo, não faltam boas opções por empréstimo para render no imediato: e a ventania do temporal que se faz sentir por todo o Portugal traz consigo o nome de Gonçalo Guedes, encostado por Julen Lopetegui. Guedes que chegou aos Wolves este Verão, a troco de 32 milhões de euros – depois de explodir em Valência, com 13 golos e seis assistências em 42 encontros pelos Che… considerando-se, por isso, estar no pleno das suas capacidades físicas e pronto a ajudar quem dele mais precise."

Já nem o advogado acredita na inocência do "justiceiro"...😏

Empate que sabe a pouco


"O dérbi dos dérbis saldou-se por um empate, mas a haver um vencedor só poderia ser a nossa equipa, num jogo caracterizado pela emoção e intensidade com que foi disputado. Este é o tema em destaque na News Benfica, na qual também é abordada a restante atividade desportiva benfiquista ao longo do dia.

1
No empate a duas bolas com o Sporting, a nossa equipa teve o mérito de recuperar de desvantagem duas vezes e de criar mais oportunidades de golo. Roger Schmidt realça: "Tentámos tudo para vencer, mas temos de aceitar, é um empate apenas."
Na opinião do nosso treinador, "foi um jogo muito bom e muito intenso". Schmidt lamenta a entrada na partida, elogia a reação da equipa à desvantagem e realça o domínio conseguido a partir da meia hora: "Precisámos de 25/30 minutos para entrar a sério no jogo. Depois, estivemos melhor, ganhámos mais duelos, conseguimos empurrar o Sporting para trás e jogámos a um bom nível, mostrámos uma boa atitude, jogámos para a frente. Os meus jogadores mostraram um bom futebol e uma boa atitude. Era possível ganhar este jogo. Não vi fraqueza, vi um bom Benfica, com um bom espírito."
Sobre o que resta do Campeonato, Schmidt observa que ainda há muitos desafios pela frente: "Esta foi a 16.ª jornada, ainda faltam 18. Podemos tirar muitas coisas positivas deste jogo para o futuro. Temos um longo caminho pela frente. É preciso estar preparado para cada jogo."
Veja a conferência de Imprensa de Roger Schmidt e o resumo do jogo.

2
Gonçalo Ramos, que bisou no encontro, releva: "Fizemos mais jogadas para golo, infelizmente não conseguimos marcar mais." E enaltece os Benfiquistas presentes nas bancadas: "Tivemos um grande ambiente, um grande apoio dos nossos adeptos. Sentir esse apoio é sempre uma alavanca importante para nós."

3
Reforçámos a liderança no Campeonato de voleibol ao ganhar, por 3-1, à do Fonte do Bastardo. Marcel Matz refere que "era muito importante vencer a Fonte do Bastardo, que tinha vencido o Sporting, fora de casa" e revela que fez "um apelo aos jogadores para termos uma intensidade muito grande". "A intensidade foi boa e fico muito feliz com esta vitória nesta fase", sublinha.
Pode ver os melhores momentos da partida no Site Oficial.

4
Está concluída a primeira volta da Liga BPI. As Inspiradoras perfizeram o pleno de triunfos nas 11 jornadas, após vencerem o Amora, por 8-0. São oito pontos de vantagem sobre o segundo classificado, mas há muito campeonato por disputar. Filipa Patão garante que "o grupo está forte, unido e a remar junto para o mesmo lado".
Veja o resumo do jogo, aqui. E marque já na agenda: no próximo sábado, dia 21, às 15h00, há desafio da Taça de Portugal com o Sporting no Estádio da Luz.

5
Terminou a participação europeia muito meritória da nossa equipa feminina de andebol, passados 29 anos da última presença. Ao perdermos por 32-33 na Luz, caímos nos oitavos de final da EHF European Cup Women por apenas um golo no conjunto das duas mãos frente às turcas do Antalya Konyaalti BSK.
Confira todos os resultados obtidos no fim de semana e aceda às reportagens e resumos de todos os jogos das nossas equipas de futebol e modalidades de pavilhão, aqui."

2 lances de expulsão, 1 amarelo


"O segundo lance de possível vermelho, que nem amarelo mereceu (era o segundo), diz bem do condicionamento do árbitro.
A pressão a dar resultado.
Escandaloso!"

Cadomblé do Vata


"1. Já vamos numa sequência de 2 jogos na Luz sem ganhar ao Sporting CP... estou tão aziático que até pensei em mudar o nome da página para A Mão de Kazuyoshi Miura.
2. Em apenas 3 jornadas pós Mundial perdemos 4 pontos de vantagem para o 2° classificado... está na hora da equipa abrir a pestana... excepto o Neres, que já todos sabemos que não consegue fazer isso.
3. Vejo muitos Benfiquistas queixarem-se do árbitro, mas eu sinto-me mais prejudicado é pelo Facebook... estou desde ontem a tentar marcar-me Salvo das faltas do Ugarte e não consigo.
4. Entendo perfeitamente os festejos dos Sportinguistas depois do resultado de ontem... com este empate ficaram praticamente fora da Champions 23/24, o que quer dizer, que na pior das hipóteses, só voltam a perder na maior competição de clubes da Europa em Setembro de 2024.
5. Li por aí que Hugo Viana andou à trolhada com um segurança do Benfica no túnel... como não há noticias de hospitalização do nojentinho lagarto, vou excluir já que o segurança tenha sido o John Brooks."

Os dois toques de Ramos e as tremedeiras do leão


"Foi um dérbi com mais emoção do que qualidade, por vezes elétrico outras pobre, e o empate (2-2) conta a história de ambas as equipas não só esta noite mas também no campeonato: um Sporting inseguro nas duas vantagens e o Benfica eficaz a resolver problemas no ataque

Não é nada que Rúben Amorim não tenha já referido, demasiadas vezes porque demasiadas vezes tem sido tema no Sporting a sombra que se abateu naquilo que fez o leão campeão. A equipa dessa época histórica não sendo uma máquina arroladora, era eficaz no ataque. Mas era, essencialmente, um adamastor defensivo, um panzer coletivo. Há duas temporadas, o Sporting provavelmente não teria perdido o dérbi deste domingo, em que se viu duas vezes em vantagem para duas vezes a deixar fugir e isso diz muito sobre o Sporting destes dias.
Os de Alvalade, entre o fim da surpresa e o depauperar do plantel, tornaram-se uma equipa insegura e sem fome. Apesar do empate não interessar a nenhum dos envolvidos, parece massacrar mais o Sporting emocionalmente, porque a história da temporada é isto: bons momentos que rapidamente são apagados por erros e inseguranças, a antítese do outro Sporting, do Sporting campeão. Ao Benfica bastou fazer um jogo de reação, aproveitando as fragilidades defensivas do leão. Já foi bem mais de encher o olho a águia esta temporada, mas o que faltou em vertigem, em urgência, chegou em eficácia, num jogo com mais emoção do que qualidade.
Ajudou a isso o Sporting, claro. Com Roberto Martínez na bancada, a equipa de Rúben Amorim entrou com um plano bem definido, tentando roubar a bola ao Benfica e convidando os jogadores de Schmidt à pressão (e, quem sabe, aos erros). Ainda assim, a única situação de perigo nos primeiros 20 minutos seria num livre de Porro aos 6’. O espanhol e Edwards foram uma espécie de dupla ameaça para Grimaldo, muitas vezes desguarnecido de ajuda, tal como Bah do outro lado.
Só aos 20 minutos se viu um lamiré da tal vertigem encarnada, com dois lances de perigo seguidos: Adán estava atento aos remates pela direita de João Mário e depois de Rafa. Foi já dentro desse aparente crescimento da equipa da casa que o Sporting marcou, aos 27’, golo a meias de Trincão e Bah depois de uma combinação pela direita de Porro e Edwards, com o inglês a cruzar para a pequena área.
O golo era um presente tardio pela boa entrada do Sporting, pela agressividade a meio-campo, a insistência nas bolas recuperadas - Ugarte estava em todo o lado. E quando se pedia o leão coeso de há duas épocas, surgiu aquele que tem sido uma constante esta temporada: num momento de aparente controlo, Gonçalo Inácio deixou Gonçalo Ramos fugir na área e com um toque subtil o internacional português fez de um cruzamento de Rafa o empate. Estávamos ao minuto 37 de um jogo repartido.
A 2.ª parte começou praticamente com o penálti que deu nova vantagem ao Sporting - remate puxado à esquerda de Pote, sem hipótese para Vlachodimos, que ainda acertou o lado. E novamente com a dificuldade leonina em segurar o jogo, controlar. Sem soluções de qualidade no banco, Rúben Amorim mexeu pouco e mexeu tarde, porque quem lhe fazia falta neste momento talvez esteja a jogar por Inglaterra.
A reação do Benfica foi, agora, mais rápida e a vantagem do Sporting durou pouco mais de dez minutos. Desta vez o cruzamento foi de Grimaldo e Gonçalo Ramos, de novo com apenas um toque, abandonado à sua sorte pelos seus marcadores, colocou o resultado em 2-2.
Daí para a frente faltou frescura física e soluções ao Sporting e inspiração ao Benfica. Neres entrou para trazer magia, mas pouco deu ao jogo, ficando sempre a sensação que uns encarnados de outros períodos da temporada teriam esticado a resistência dos leões até bem mais longe. Os últimos minutos souberam a pouco: tudo mal jogado, equipas partidas, pouco discernimento. Ao Sporting foram dados espaços, mas era Chermiti que Amorim tinha para lançar e o jovem avançado deslumbrou-se quando já nos descontos se viu praticamente isolado frente a Vlachodimos.
Para o Benfica, o dérbi foi uma espécie de contenção de danos, a voltar à tona depois de duas desvantagens, mas a exibição esteve longe de outras noites de glória da era Schmidt. Já o Sporting fica longe, cada vez mais longe. Por erros próprios, que não têm maneira de ir embora. Como quem batalha dentro de um poço seco, sem dar-se conta da corda que tem ali mesmo ao lado."

Claro e óbvio!


Além das que não foram marcadas!!!!


"E quando a cartilhada toda e adeptos Andrades queriam expulsar o Bah no Estádio do Ladrão por ter feito duas faltas?😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂
Bem, estamo-nos a rir mas a vontade não é de rir. Porque se tivesse sido só esta situação, estávamos nós muito bem. São dezenas e dezenas de derbis e clássicos que Artur Soares Dias já inquinou durante toda a sua carreira e não houve um único que tenha decidido a nosso favor. Coincidência, certamente.
Outra coincidência é a 8 de Fevereiro de 2020, o mesmo VAR que chama o Dragão para assinalar penalti naquela piscinada do Paulinho (já agora, porque se fala tanto de Taremi e se deixa este farsante tão mau ou pior que o Iraniano?), é o mesmo VAR que também chama este mesmo árbitro para assinalar penalti numa bola que bate no braço de Ferro quando este se encontra de costas e é empurrado por Tiquinho Soares.
Coincidência também este mesmo VAR ser um ser rastejante que se diz ter sido agredido na Luz por uma moeda de 5 cêntimos. Outra coincidência: Soares Dias teve, em jogos de grandes, um único lance de penalti revertido quando chamado pelo VAR. O lance foi num Boavista-Porto e o penalti (óbvio) era a favor do Boavista. Coincidência final: anos e anos desta merda e ninguém do Benfica (nem os supostos cartilhados do clube nas TV´s) nunca tratou o árbitro que o sistema quis tornar no melhor árbitro Português da última década como um verdadeiro manipulador profissional de resultados. Será que afinal os cartilhados do Benfica nas TV´s são afinal cartilhados do sistema e não do Benfica? Que dizem, Calado e Pedro Guerra?"