Últimas indefectivações

segunda-feira, 3 de junho de 2024

Onde já vais tu, Mourinho!


"Como o ‘Special One’ se deixou chegar até aqui, quando já só na Turquia despertará interesse?

José Mourinho já foi o melhor treinador do planeta e ganhou várias páginas sobre si na história do jogo. Foi um novo Brian Clough, uma rockstar que dava concertos no banco e na sala de Imprensa, assinou feitos impensáveis e revolucionou vários aspetos da modalidade. Que quem o vê hoje e não revê no tipo de futebol e nos resultados o Special One não se engane. Foi gigante. Foi, sim, infelizmente. No passado.
Nunca me irei cansar de repeti-lo. Mourinho tocou mesmo no céu. Depois, ao mesmo tempo que Messi e Ronaldo andavam a embirrar um com o outro, em duelos sucessivos, sobre quem era o melhor, manteve-se na luta com um Guardiola de quem era impossível não gostar e, por oposição, encarnou o Lado Negro da Força. Ainda ganhou como gangster, derrubando a melhor equipa da história, porém começou a ver fantasmas, a cera foi derretendo e caiu. Ainda se agarrou aqui e ali, e tentou retomar o voo, mas cada vez ganhava menos altura e ficava ainda mais longe.
Não me interpretem mal. É bom termos a capacidade de rirmos de nós próprios, todavia aquele anúncio – e uma equipa para treinar? -, apesar de poder valer uma boa maquia, era evitável, porque, infelizmente, parecia refletir a realidade. Bayern, Liverpool e Barcelona mudaram de treinador, Chelsea irá anunciar em breve o sucessor, tal como Milan e Juventus. Manchester United ainda pode despedir Ten Hag. Noutros tempos, Mourinho acabaria num destes destinos, mesmo que se tratasse de um regresso. Desta vez, apenas em Munique se falou vagamente no seu nome e acabou por ser Vincent Kompany, um Guardiola wannabe que desceu o Burnley, a ganhar a corrida.
O português deixou de apontar a esse patamar e a aceitar clubes que, noutros tempos, nem sequer com ele poderiam sonhar. Foi o Tottenham, depois a Roma. Mais do que ter baixado a fasquia, não deu sobretudo mostras de ser capaz de se reinventar. De voltar a ser aquela força da natureza do Porto e de Londres. Continuou defensivo e cínico em campo, os jogadores deixaram de acreditar que, com ele ao leme, eram mesmo melhores do que os outros. Nunca deixou o lado negro. Ganhou uma Liga Europa e uma Liga Conferência, e foi a uma outra final, porém já todos tinham percebido que perdera o toque de Midas, que só por si não é garantia de sucesso.
Havia quem acreditasse que poderia substituir Roger Schmidt no Benfica – o que nunca pareceu interessante do ponto de vista do Terceiro Anel, que gosta de ver a sua equipa a atacar e a dominar os jogos –, mas Rui Costa preferiu manter o alemão. Admito que uma das razões possa ter sido financeira, de muitos milhões distribuídos por despedimento e contratação –, porém também faltava a tal garantia de que correria bem.
Segue-se o Fenerbahçe, um destino inimaginável para o seu estatuto, contudo mais uma oportunidade para se reinventar. Assalta-me, no entanto, uma pergunta que não consigo parar de fazer a mim próprio. Como é que alguém que foi dono disto tudo e tem um QI acima de tanta gente se deixou chegar até aqui?"

Quem é o melhor treinador brasileiro?


"Com metade dos clubes do Brasileirão treinados por estrangeiros, a pergunta faz sentido. Já a resposta neste texto, para muitos leitores talvez não faça

Num futebol dominado pelo português Abel Ferreira, do Palmeiras, desde 2020, o ano seguinte ao da chegada do cometa Jorge Jesus ao Flamengo, a pergunta faz sentido: quem é, afinal, o melhor treinador brasileiro da atualidade?
Como, por outro lado, o trabalho mais sólido no Brasil, além do de Abel, é o do argentino Juan Pablo Vojvoda, no Fortaleza, seguido pelo dos portugueses Pedro Caixinha, no Bragantino, e António Oliveira, no Cuiabá e no Corinthians, a pergunta faz ainda mais sentido.
Já o Botafogo tem o português Artur Jorge no comando. E o candidato ao título Atlético Mineiro é orientado pelo argentino Gabriel Milito, compatriota de Luis Zubeldía, que vive caso de amor à primeira vista no São Paulo.
Para dificultar ainda mais a resposta, o Internacional (Eduardo Coudet), o Vasco da Gama (Álvaro Pacheco) e o Cuiabá (Petit) são também treinados por argentinos ou portugueses, logo, só sobram 10 técnicos locais em funções na Série A do Brasileirão.
Por não saber responder à questão do título deste texto, a CBF virou-se para Carlo Ancelotti na hora de escolher o selecionador. Depois do não, optou por Dorival Junior, treinador com importantes conquistas recentes e perfil sereno, à imagem do italiano do Real Madrid.
Entretanto, no Flamengo está um dos antecessores recentes de Dorival: o experiente e preparado Tite, chamuscado, porém, pelas duas eliminações seguidas em quartos de final de Mundiais, num país onde só a vitória vale.
Outro antecessor do selecionador, Fernando Diniz, foi campeão da Libertadores de 2023 pelo Fluminense e é considerado o mais inovador e autoral de todos.
Cuca, mais uma vez, parece estar a fazer a diferença num clube, no caso o Athletico Paranaense, líder do Brasileirão. E Rogério Ceni e Renato Gaúcho, com estilos muito diferentes, também merecem referência.
Mas algum deles, Renato, Ceni, Cuca, Diniz, Tite ou Dorival se destacam dos demais ao ponto de serem a resposta, inequívoca, à pergunta do título? Não.
Sylvinho, que vai conduzir uma seleção, a Albânia, no Euro, não pode ser esquecido porque faz o que nenhum dos demais conseguiu: triunfar na Europa.
E eis aqui uma boa pista: talvez o melhor treinador brasileiro do momento esteja fora de portas.
Por isso, a resposta, na opinião deste colunista, à pergunta do título é... Thiago Motta, um técnico tão inovador quando Diniz e a caminho de um clube tão grande ou maior, a Juventus, do que os gigantes brasileiros.
E para quem se apressou a dizer que a resposta não vale, por Thiago Motta ser ex-internacional A italiano, lembremos que quem nasce em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, cresce nos bairros paulistanos do Ypiranga e da Mooca, e é internacional brasileiro sub-23 pode até sair do Brasil mas o Brasil nunca sairá dele."

5 minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Mercado - Gonçalo Inácio, Mbappé, Mourinho

The Telegraph: Euro 24

Vizak: Euro 24

Atypical: 2 W's And We Are In The Finals

domingo, 2 de junho de 2024

RND - Tamos Juntos...

Visão: Pavlidis...

Regimes!!!

Avençados...

Clã raivoso!!!

FC Porto: o processo da incomunicação


"A dificuldade de entendimento entre a nova administração portista e o treinador Sérgio Conceição está a assumir dimensões grotescas e pode ter consequências no planeamento e no arranque da nova época

Seria o segredo mais mal guardado do ano: Sérgio Conceição não seria o treinador de André Villas-Boas, caso este vencesse as eleições do Futebol Clube do Porto.
Fosse pela reorganização estrutural que o novo presidente defendia para o futebol profissional, ou pelo apoio não verbalizado, mas tão obviamente dado, pelo treinador a Pinto da Costa na corrida eleitoral, seria lógico pensar que, com Villas-Boas, mudaria a equipa técnica no Dragão.
A renovação de contrato, como derradeira tentativa de trunfo eleitoral de Pinto da Costa, acabou por baralhar a situação.
O resultado das eleições não deixou margem para dúvidas: o clube não estava dividido; o clube exigiu mudança.
Mas essa mudança não teria de incluir o treinador.
Muitos dos que votaram na Lista B poderiam aceitar a continuidade de Sérgio Conceição.
Talvez por isso – ou para não desestabilizar a equipa – André Villas-Boas nunca foi claro em relação ao futuro do treinador, ‘agendando’ para o final da época uma conversa com ele e adiando (o anúncio de) uma decisão.
Ou talvez, até, se tenha sentido refém das suas próprias palavras, quando defendeu que Pinto da Costa deveria ter renovado contrato com Sérgio Conceição, após a eliminatória com o Inter de Milão, na época anterior.
A verdade, no entanto, é que acabou por ficar refém, isso sim, de um contrato assinado pela anterior gestão, a dois dias de um ato eleitoral – por muito que se tenha dito que o contrato seria ‘rasgável’ em caso de mudança de gestão.
Tudo o resto é conhecido.
Ou melhor, haverá partes que ainda não são conhecidas e que poderiam ajudar a compreender melhor a esquizofrenia dos últimos dias.
O mais incrível parece ser haver duas partes que desejam o mesmo desfecho (a desvinculação do treinador) mas não haver quem dê o primeiro passo.
O nome de Vítor Bruno até já tinha sido alvitrado como possível candidato a treinador principal do FC Porto noutras alturas e noutras circunstâncias.
O processo poderia até ter sido fácil; não o foi, desde logo por clara inabilidade comunicacional.
Toda esta incomunicação gera um ruído gigantesco, sem que se consiga ouvir a prometida conversa. Quanto a isso, um silêncio ensurdecedor.
O tempo voa e a nova época não tarda.
O FC Porto vai partir para uma temporada deveras exigente e difícil com condicionantes financeiras que podem ser limitações competitivas.
Cada dia que se perde pode pesar no desempenho na nova época."

Lagartistão!!!

Transparência total...

Sobre as apostas intermédias - o caso de Armando Evangelista


"Ouvi há uns anos, da boca de um treinador de renome que todavia nunca treinou um dos três grandes, o seguinte: «É difícil terminar sempre as épocas com mais derrotas e empates que vitórias; e mais golos sofridos que marcados». Raramente paramos para pensar nisto, mas esta é a realidade anual a partir do 5.º, 6.º ou 7.º lugar para baixo.
Existem, no futebol atual, dois ou três El Dorados que facilmente seduzem um treinador competente a embarcar num futebol menos competitivo (sim, incluo aqui a Arábia Saudita), e cada um dos que parte tem a legitimidade própria de quem olha para a sua vida e a da sua família, se for o caso. Estamos sempre a falar, no mínimo e para um treinador de valor médio no mercado, de ordenados 4, 5, ou 6 vezes melhores. Ora pense o leitor...
Há quem escolha ficar. Aposta igualmente legítima, alicerçada em autoconfiança, na solidez de determinados projetos e em expectativas de médio prazo. Parece-me ser, por exemplo, o caso de Armando Evangelista, que nas próximas horas ou dias renovará com o Famalicão.

De chorar por mais
Calhou suceder justamente em Atenas. O futebol grego, com todas as suas vicissitudes, já merecia um título europeu de clubes. Aí está ele.

No ponto
Vitória clara da Seleção feminina, perante excelente moldura humana em Leiria, com muitas crianças na bancada. Onde está o futuro?

Insosso
As suspeitas sobre Piqué a propósito de Supertaças espanholas realizadas na Arábia Saudita são suspeitas que recaem sobre a essência do futebol.

Incomestível
É sempre triste ver relações de alta confiança, de anos, destruídas pelos momentos. Será o b-a-bá da História da Humanidade. Mas é triste."

Sérgio Conceição traiu primeiro


"Sucessão de técnico no FC Porto virou uma novela que Villas-Boas terá de saber controlar

Sérgio Conceição tem todo o direito de se sentir injustiçado pelo que deu ao FC Porto em todos estes anos. Não há ninguém consensual e muito menos perfeito, todavia, e mesmo que tenha sido apanhado na corrente de umas eleições que finalmente ameaçavam o status quo, o técnico esperava certamente outro tipo de reconhecimento pelos 11 troféus conquistados em sete anos de dificuldades e debaixo da apertada vigilância do fair-play financeiro. É perfeitamente compreensível que se sinta traído.
O Sérgio sabe porém obviamente que cometeu excessos no banco e fora deste, e que, se extraiu o máximo de uma magreza de recursos evidente, também foi um pouco responsável pela mesma. Isto tendo em conta o talento que aqui e ali foi desperdiçando, por não dar qualquer hipótese a fantasistas que tinham dificuldades em cumprir uma espécie de código de compromisso que não diferencia ninguém, mas que, ao mesmo tempo, privilegia quem tem dois dedos de sangue na guelra, mesmo que não seja o mais dotado tecnicamente. Também Sérgio terá ele próprio de entender que é igualmente legítimo a quem chega querer transformar o clube a nível de imagem, de estrutura profissional e até, eventualmente, ver a equipa jogar de outra forma, mantendo o nível competitivo elevado.
Numa altura em que já se disparam acusações de traição, ainda que não a viva voz, é preciso lembrar que Conceição terá traído primeiro. Mesmo debaixo da capa de emotividade sempre presente em tudo o que faz, o treinador assumiu primeiro um lado, ao aparecer publicamente num ato de campanha, e depois ainda a este se vinculou definitivamente com um contrato que penalizará financeiramente quem assume os destinos do clube se quiser contar com um outro técnico. O que, reforce-se, é legítimo.
Ainda que se esconda debaixo de atos genuínos de amizade, Sérgio Conceição não só não se preocupou com a perspetiva de poder estar a influenciar as eleições como se impôs a quem ainda não tinha assumido uma posição oficial sobre a sua eventual continuidade. Assim, foi ele a assinar a primeira traição.
Haverá agora que escolher um novo treinador e, como já escrevi, é preciso ter atenção à identidade que o novo nome trará para a equipa. Vítor Bruno seria uma escolha de continuidade interessante, porém não deixa de ser agora protagonista principal de uma novela com demasiadas emoções à volta, como se tem visto nas últimas horas. Quem traiu quem, afinal? Sérgio, que não incluiu os adjuntos no contrato (que para mim nunca deveria ter assinado), ou o ex-auxiliar, que acenou com o Catar para poder sair de debaixo das saias do líder da equipa e agora entrar no leque de hipóteses para os dragões.
Não estando em causa a competência de Vítor Bruno, talvez seja mais útil a Villas-Boas afastar-se da viralidade e até toxicidade do assunto. Será que o novo presidente quererá lidar com mais este problema? Arriscar até ser acusado de uma cabala contra Conceição? E o treinador, ganhará algo em prolongar a discussão?"

Faltam episódios


"O pano de fundo para este enredo é o habitual nas novelas de cordel, tudo cor-de-rosa

Tentem acompanhar, porque não é simples.
De um dos lados da Segunda Circular, em Lisboa, a relação foi de sonho, com amor declarado do treinador pelo clube e do clube pelo treinador, mas esteve quase a terminar de forma brusca e com alguns episódios de faca e alguidar pelo caminho. Depois de intensas sessões de terapia, resolveram ambos que ainda existe sentimento e condições para continuarem juntos; vão fazer um esforço e ver se ainda será possível recuperar a chama dos tempos de namoro.
Vão fazer um esforço e ver se ainda será possível recuperar a chama dos tempos de namoro.
Do outro lado da Segunda Circular, em Lisboa, está um treinador apaixonado pelo seu clube e com uma relação sólida e correspondida. Foi cortejado por outros emblemas mais vistosos e, embora não tenha resistido a flertar um pouco com tanto assédio, continuou em casa e promete esforçar-se para no futuro continuarem a viver momentos felizes, juntos.
Foi cortejado por outros emblemas mais vistosos e, embora não tenha resistido a flertar um pouco...
A norte, no Porto, cenas tórridas, lágrimas e desenlaces inesperados e com laivos shakespearianos. Dois candidatos ao mesmo amor, o do clube, esgrimiram argumentos e insultos mais ou menos mascarados até um vencer. O escolhido, porém, dá sinais de saber o que não quer, mas ainda não se percebeu bem o que quer.
Cenas tórridas, lágrimas e desenlaces inesperados e com laivos shakespearianos.
O treinador desse clube tinha-se comprometido com o candidato anterior mas não agrada ao candidato vencedor, que prefere um adjunto que trabalhava com ele e se sentiu traído porque o primeiro se comprometeu com o antigo candidato sem contar com ele. Mas agora o candidato vencedor conta é com o adjunto e não com o treinador, que assim também se sente traído pelo antigo adjunto.
O treinador continua a ser o treinador e o adjunto o adjunto, porque faltam episódios, acredita-se que já gravados.
O pano de fundo para este enredo é o habitual nas novelas de cordel, tudo cor-de-rosa. O futebol português entusiasma (mas a maioria dos estádios continuam vazios), todos o adoram (mas é preciso pedir um empréstimo para levar a família ao futebol), somos dos melhores da Europa (mas vamos tropeçamos e vamos caindo no ranking da UEFA), somos conscientes (mas os milhões em contratações continuam a superar a confiança nos nossos jovens jogadores), empreendedores (mas ainda estamos para perceber, primeiro, como implementar um modelo de venda de direitos televisivos em bloco quando outros campeonatos já o fizeram há muito, e, depois, quem é que os vai comprar pelo valor que julgamos valer).
Mas está a ficar mais calor, precisamos de mais sonhos e novelas que acabem bem para que comecem novas. E assim se confunde a ficção com a realidade."

Zero: Mercado - Pavlidis, Kvaratskhelia, Sérgio Gómez

5 minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Títulos para conquistar


"Entre os vários temas desta edição da BNews estão os diversos títulos que o Benfica poderá conquistar no fim de semana

1. A uma vitória do hepta
A equipa feminina de futsal do Benfica está a um triunfo de se sagrar heptacampeã nacional. O jogo 3 da final do Campeonato Nacional com o Nun’Álvares é amanhã, às 14h00, na Luz.
Alex Pinto refere os pontos-chave na luta pelo título: "Temos de fazer o nosso trabalho, sermos iguais a nós próprios e esforçarmo-nos à imagem do que fizemos nos dois primeiros jogos para sermos felizes e alcançarmos a vitória."

2. Na final
Em andebol no feminino, o Benfica está na final da Taça de Portugal, após eliminar, esta manhã, o Colégio de Gaia (23-35). A equipa benfiquista procura o pleno, acrescentando a Taça de Portugal ao tricampeonato, à Supertaça e à Taça Federação já conquistados na presente temporada. O jogo derradeiro é amanhã, às 15h00, em Santo Tirso.

3. Primeira oportunidade
Os Sub-15 de futebol do Benfica podem revalidar o título nacional no escalão já amanhã, frente ao SC Braga. O jogo da antepenúltima jornada é no Benfica Campus, às 11h00.

4. Outros jogos
As equipas seniores de hóquei em patins também atuam amanhã. A masculina tem o segundo jogo das meias-finais do Campeonato Nacional no reduto da Oliveirense (18h00) e a feminina inicia os quartos de final dos play-offs frente ao CENAP, na Luz, às 16h00.

5. No caminho do Europeu
Portugal voltou a vencer na Liga B de apuramento para o Europeu 2025 de futebol no feminino e contou com o contributo de várias jogadoras do Benfica. Frente à Irlanda do Norte, a seleção lusa venceu, por 4-0, com golos de Carole Costa, Lúcia Alves (bis) e Catarina Amado. Também jogaram Andreia Norton, Francisca Nazareth, Jéssica Silva e Andreia Faria.

6. Europeu de Roma
São 20 os atletas do Benfica com presença assegurada, de 7 a 12 de junho, no próximo Campeonato da Europa de atletismo em representação de Portugal.
Um dos que estará em prova é Isaac Nader, que bateu, na quinta-feira, o recorde pessoal nos 1500 metros, conseguindo a terceira melhor marca portuguesa de sempre, apenas a 77 centésimos de segundo do recorde nacional.

7. Protagonista
Duda, ponta direita do andebol feminino benfiquista, é a entrevistada da semana. "O Benfica é um clube enorme, mas é também muito acolhedor", salienta.

8. Títulos em análise
Os títulos nacionais das equipas femininas Sub-19 de futsal e cadetes de voleibol foram temas em destaque no programa da BTV, SL Modalidades.

9. História agora
Veja a rubrica habitual das manhãs de quinta-feira na BTV.

10. Casa Benfica Portimão
A BTV esteve nas comemorações do 30.º aniversário desta embaixada do Benfiquismo."

sábado, 1 de junho de 2024

Terceiro Anel: Benficando - S01E02 - Analise da ÉPOCA , do DESEMPENHO e do PLANTEL do BENFICA

Filtros...

5 minutos: Diário...

Águia: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Mercado - Bruno Fernandes, Mourinho, Vítor Bruno

Pentacampeão


"O destaque desta edição da BNews é a conquista do pentacampeonato nacional de polo aquático no feminino pelo Benfica e a restante atividade desportiva.

1. Quinto título consecutivo
A equipa feminina de polo aquático do Benfica ganhou, na negra, ao Fluvial Portuense e sagrou-se pentacampeã nacional. Sob a presença de muitos fervorosos Benfiquistas na piscina de Algés, o Benfica venceu a derradeira partida por 14-8. Madalena Lousa foi a melhor marcadora do Campeonato.
António Machado releva a mentalidade competitiva das jogadoras e aponta a mais títulos: "Queríamos muito ganhar, demos a volta ao jogo e fomos uns justíssimos campeões nacionais, contra tudo e contra todos. Agora, vamos tentar a tripleta." O treinador do Benfica enaltece o apoio prestado pelos adeptos: "A força deles fez-nos virar este jogo. Vamos continuar com toda a ambição."

2. Eliminatória empatada
No 2.º jogo das meias-finais do Campeonato Nacional de futsal, o Benfica venceu, por 3-6 após prolongamento, no reduto do Braga. Mário Silva explica a vitória: "Fomos rigorosos no capítulo da estratégia, nomeadamente na bola parada e no 5 para 4 defensivo, criámos perigo e construímos o resultado." O jogo decisivo é em Braga na segunda-feira.

3. Desaire inicial
No primeiro jogo das meias-finais do Campeonato Nacional de hóquei em patins, disputadas à melhor de cinco, o Benfica foi derrotado pela Oliveirense após desempate por penáltis. Nuno Resende elogia a atitude dos jogadores e refere aspetos a melhorar: "Acho que a equipa trabalhou bastante, todos estiveram ao nível alto do compromisso. Temos de melhorar algumas situações, ou no último passe, ou na tomada de decisão. Escolher melhor as ações em virtude daquilo que o jogo nos possa dar."

4. Chamada internacional
Bah está convocado para o Campeonato da Europa pela seleção dinamarquesa.

5. O adeus de um capitão
Paulo Moreno, o capitão do andebol benfiquista que ergueu o troféu da EHF European League, está de saída do Benfica. "Vou sentir falta de vestir o Manto Sagrado, e das pessoas. Pode ser que um dia venha fechar esta história linda de 19 anos", refere.

6. Em busca do pleno
A equipa feminina de andebol joga no sábado, às 11h30 em Santo Tirso, com o Colégio de Gaia a contar para as meias-finais da Taça de Portugal. Ana Silva dá a receita: "Entrar para vencer, respeitando o adversário."

7. Título em análise
A época dos Sub-18 de basquetebol foi um dos temas do programa da BTV SL Modalidades, que contou com a presença de Hugo Matos, coordenador da formação da modalidade. A equipa masculina terminou o Campeonato no 2.º lugar, enquanto a feminina sagrou-se, pela primeira vez, campeã nacional.

8. Acervo aumentado
O Museu Benfica – Cosme Damião recebeu mais 30 troféus referentes a recentes conquistas de diversos escalões de várias modalidades do Sport Lisboa e Benfica.

9. Ação de solidariedade
A Fundação Benfica e a associação AMINGA, criada pelo basquetebolista João "Betinho" Gomes e pela team manager da equipa feminina de basquetebol do Benfica, Sofia Ramalho, e que visa ajudar crianças desfavorecidas em Cabo Verde, voltaram a colaborar, com a primeira a promover um donativo à segunda."

História Agora

A Verdade do Tadeia #2024/168 - O onze do ano

Golaço #44 - Entretien avec Jorge Maciel : le LOSC, le rôle d'adjoint et la formation à Benfica

Jogo da Palavra: Álvaro Magalhães...

Onde Flick, Kompany e Conceição se cruzam


"Um clube não pode nunca esquecer a sua identidade na altura em que toma decisões importantes. É verdade para Barcelona e Bayern, mas também para o FC Porto

Soa quase a traição, mas confesso que dei por mim a pensar se o Barcelona não se teria mesmo decidido a renegar a sua história, os momentos de maior glória, e escolhido um caminho contranatura, que segue em sentido oposto àquele por onde caminha com sucesso Pep Guardiola. Sempre pareceu impensável e, não acontecendo agora, continuaria a sê-lo durante muitos anos, porque essa estrada que abandona é a do ser Barça, já desbravada antes de Pep. O catalão apenas o tornou uma máquina demolidora.
Há uma caricatura aqui algures que reduz Hans-Dieter Flick a apenas uma das características do seu modelo: a da verticalidade feroz. Há mais no alemão que ganhou tudo, inclusive a Liga dos Campeões, em 2019/20. Sobretudo uma ideia de domínio e de ataque posicional, que tem de deixar alguma esperança aos culers.
Na verdade, Guardiola só há um e mesmo esse teve de se adaptar. No seu tempo em Barcelona, havia uma lei não escrita que abolia contra-ataques e cruzamentos. Eram encarados como pura heresia. Hoje, há Haaland no centro de decisão do seu City, que já não renega a objetividade na chegada à baliza, mesmo que continue a privilegiar a segurança dos 15 passes do juego de posición.
Por outro lado, tirando Tito Vilanova, adjunto e sucessor, e talvez o ainda mais purista Quique Setién, quem se sentou posteriormente no banco criou a sua própria versão, mais ou menos afastada, da que elevou a equipa ao Olimpo e lhe colou o rótulo de melhor da história. Foi assim com Tata Martino, Luis Enrique, Ernesto Valverde, Ronald Koeman e, até, com Xavi.
Se o atual técnico do PSG foi o mais bem-sucedido até pela conquista da Champions e ao do Athletic tenha faltado precisamente esse domínio continental, já o antigo pupilo parecia estar pronto a começar de onde aqueles dois tinham chegado, finalmente decalcando as ideias bem-sucedidas do mestre. Só que Xavi apanhou um clube em grave crise financeira e em fase de navegação à vista, que impedia planeamentos a médio e longo prazo, e um regime presidencialista errático até na política desportiva assumida.
Ainda reabriu as portas de La Masia, porém levou sempre demasiado a peito as críticas, tantas injustas, quando até o aconchego de Camp Nou lhe tiraram, em virtude da remodelação do estádio, e se mudaram de armas e bagagem para o alto do frio planalto de Montjuic. Ter-lhe-á também faltado estabilidade, a todos os níveis, para dar continuidade ao título de campeão e à supertaça conquistados no primeiro ano.
Chega agora Flick depois de uma experiência desastrosa e frustrante na seleção alemã. Não só em termos geracionais a Mannschaft apresentava lacunas, como algumas escolhas terão lembrado as críticas que lhe atiravam na direção da Sabener Strasse, sobretudo após uma ou outra aposta no mercado de transferências. É óbvio que o sucesso fez diluir os problemas em Munique, porém há quem não esqueça algumas decisões mais bizarras, bem como a tentativa de garantir poder de veto nas contratações, perante a direção dos bávaros. Algo que certamente também contrariaria o regime presidencialista que Laporta impôs na capital da Catalunha.
Ao mesmo tempo, em Munique, e depois de Hansi ter sido um dos muitos a dizer não à sucessão de Thomas Tuchel, confia-se no conselho de Guardiola para colocar todas as fichas, depois de um ano falhado a todos os níveis, em Vincent Kompany, que também teve a sua quota de fracasso, com a descida do Burnley ao Championship. Parece, perdoem-me, o mundo virado do avesso. Primeiro, por nenhum dos convidados querer treinar o Bayern – terão ligado a Mourinho, que certamente arranha o alemão e assim evitaria anúncios deprimentes para quem tanto festejou as suas conquistas? –, depois a escolha de Kompany, que até pode ter boas ideias, todavia, sentiu inúmeras dificuldades em aplicá-las.
Guardiola está obviamente ligado tanto ao Barcelona como aos bávaros e não deixa de ser curioso que seja o seu clube de sempre a desistir primeiro da sua filosofia – embora para Laporta tudo seja entendível tendo em conta o perfil populista e pouco estruturado – e aquele que representou durante três épocas, sem consagração continental, o que a pretenda recuperar. Pelo menos, em parte. Não seria mais lógico o oposto? Mesmo que ambos acabem, contra todas as expetativas, por eventualmente ter sucesso.
Claro que isto acontece ao mesmo tempo que, por cá, chega ao fim um ciclo de sete anos, que começou naquele «eu não vim aqui para aprender, mas para ensinar, eu sou treinador do FC Porto». Deixa o banco o técnico que, para o bem e para o mal, em muitos, muitos anos, mais ligava as bancadas ao relvado, como se fosse uma extensão destas. Além de todo o talento para a estratégia, sobretudo de um ponto de partida da anulação do adversário e do aproveitamento das suas fragilidades, mais do que da elaboração de um ataque posicional realmente impositivo perante qualquer adversário, era o primeiro a exigir o máximo aos seus atletas, um nível de compromisso que seria sempre mais elevado por ele próprio o ter vivido e sentido na pele enquanto jogador.
Virá um outro técnico e a manutenção do ADN da equipa, que é ainda o do clube, será fundamental. Os adeptos não vão querer ver ópera, se isso significar que a resiliência baixou, que não haverá faca nos dentes na recuperação de cada bola e que a equipa não sabe lutar contra as adversidades. Ainda mais, Sérgio Conceição acabou de ganhar a Taça, seriam poucos os que não prefeririam a sua continuidade, nem que fosse pela forma como manteve o grupo competitivo durante o desinvestimento.
Foram anos a fio em que todos sabiam com o que podiam contar. Hoje, não o sabem. Por isso, será para Villas-Boas importante escolher bem, a fim de que o grupo não perca o que tinha e lhe seja acrescentada ainda mais qualidade, sobretudo com bola."

Quando Dona Celeste Olímpica levou uma facada pelas costas


"Cesáreo Onzari, com o pé esquerdo, num canto do lado esquerdo, fez a bola voar direita ao golo.

Entre argentinos e uruguaios não há derrota sem vingança. E cada duelo merece resposta adequada o mais depressa possível. Foi assim em 1924, quando o Uruguai venceu o torneio de futebol dos Jogos Olímpicos no Estádio de Colombes, em Paris, batendo a Suíça por 3-0. Dia 9 de Junho. A Celeste Olímpica orgulhosa das suas medalhas de ouro, regressou a casa no meio de uma festa vibrante. Os jogadores da Albi-Celeste (que não foi olímpica porque os seus dirigentes decidiram não entrar na competição que, na realidade, na altura era o verdadeiro Campeonato do Mundo) alimentavam intimamente a revolta contra os seus vizinhos. E assim, no dia 28 de setembro, ambos estavam frente a frente, para que os argentinos pudessem provar que não havia na América do_Sul ninguém que pudesse ser melhor do que eles. A desforra está no sangue daqueles que vivem nas margens do Rio de La Plata. Como dois cowboys num duelo ao anoitecer (de preferência com música de fundo de Ennio Morricone), sacaram das armas de que dispunham no velho Estádio de Sportivo Barracas, entretanto vítima do camartelo para dar lugar a uma larga praça arborizada na Avenida Vélez Sársfield, em Buenos Aires. A raiva contida argentina chocava com a sensação de superioridade uruguaia. Talvez por isso não seja de admirar que o tremendo encontro de ‘revancha’ tenha durado apenas quatro minutos. Horacio Martínez Seeber, um radioaficcionado, e Atilio Casime, chefe da secção desportiva do mítico diário Crítica, estavam prontos para chegar aos ouvidos de milhares de argentinos com a primeira transmissão em direto de um jogo de futebol realizada no país. O momento parecia solene, mas os espetadores fanatizados até aos interstícios dos seus cérebros drogados pela ideia da vindita estiveram-se simplesmente borrifando para a solenidade. Numa mole humana impulsionada apenas pelo ódio aos vizinhos platenses invadiram o campo e obrigaram os jogadores das duas equipas a esconderem-se como puderam. A carga de cavalaria veio depois. Dispersou a maralha mas não apaziguou as hostes. A refrega estava para durar.
O bom senso não teve lugar nesse tempo, cem anos agora decorridos. Teimosos, os argentinos não abandonaram a ideia da desforra e o jogo foi remarcado para o dia 2 de Outubro, apenas quatro dias mais tarde. Era brincar com o fogo, mas há lá fogo que arda mais do que a fogueira do orgulho ferido. Horacio e Atílio regressaram ao Sportivo_Barracas com os seus microfones – três, um para cada um e o último para recolher o som do ambiente – com a secreta esperança de que, finalmente, e à sua maneira, iriam fazer parte da história do futebol da Argentina. E fizeram.
Agora, por ordem abstrata, entra em cena Cesáreo Onzari, um canhoto que fez carreira no Sportivo Boedo no Mitre e no Huracán. Era precisamente aqui que eu queria chegar. Estavam dois pares de 52 mil olhos (se excetuarmos os amblíopes) fixados nele no minuto 15 desse jogo extraordinário. Cesáreo pegou na bola para marcar um pontapé de canto do lado esquerdo. Nesse tempo ainda se chamavam aos pontapés de canto livres de canto. Era um castigo para aqueles que despachassem a bola para fora da sua linha de baliza. Pela novas regras da FIFA, livre era livre, e neste caso direto. E Cesáreo foi mais direto do que alguém poderia ter sido – aplicou um pontapé em arco, perfeito e glorioso como um arco-íris, e a bola voou sobre toda a defesa do Uruguai e entrou na baliza no canto mais distante, mesmo naquele ângulo de noventa graus que é formado pela junção da trave e do poste. Nunca se vira nada assim. Os ‘hinchas’ bradaram aos céus e ameaçaram voltar a invadir o campo, desta vez para celebrar a alegria. A cavalaria estava atenta e o jogo pôde prosseguir apesar da fúria à solta. A Argentina venceu por 2-1 e excitou um país inteiro com o convencimento de que, afinal, era superior ao inimigo que lhe fica frente a frente, logo do lado de lá da imensidade do estuário de La Plata. O golo de Cesáreo Onzari passou a ter um nome: golo olímpico. Não vale a pena explicar porquê, pois não? Passaram-se cem anos e por qualquer motivo bacoco há alguém que grita na rádio ou na televisão: «Estivemos à beira de um golo olímpico!» Não, não estiveram. Um golo olímpico é um golo de canto (livre) direto como o daquele inesquecível dia de princípios de Outubro de 1924. Perguntassem, se fossem a tempo, a Horacio Martínez Seeber que o relatou num berro quando percebeu que a sua Argentina estava na estrada de uma vitória emérita. Ou a Atilio Casime que o comentou serenamente perante uma turba ululante que não desistia de invadir o campo. Dona Celeste Olímpica acabara por levar uma facada pelas costas…"

Atypical: Let's Learn High IQ Basketball

Zero: PlayBook #99 - O homem do lenço

sexta-feira, 31 de maio de 2024

5.ª Campeãs Nacionais

Benfica 14 - 8 Fluvial Portuense

Pentacampeonato, na negra, numa partida que até começou mal, mas mesmo com muitas bolas nos postes, fizemos uma remontada, e ganhámos largo...

Estamos vivos... em mais uma roubalheira épica!

Braga 3 - 6 Benfica

Para o Benfica ganhar um jogo nestas condições, só num cenário dum alinhamento astronómico único e raro! Foi uma Roubalheira gigante, desde do início, até ao fim... Valeu tudo: perdão constante de faltas aos da casa; golos irregulares contra o Benfica; penalty's não assinalados a favor do Benfica; penalty inventado contra o Benfica a segundos do fim.. etc... e ainda tivemos como prémio, o arremesso constante de objetos e líquidos para cima do banco do Benfica, sempre que o Benfica marcava um golo!!! Um festival... além dum ressabiamento gigante de alguns dos nossos ex-jogadores, que contra outros adversários, suam 10%!!!!!

O Mário Silva, geriu a equipa um pouquinho melhor, principalmente na marcação ao Alan e nas poupanças já a pensar num 4x5 (contra) na parte final! Mas a grande diferença esteve mesmo na eficácia, principalmente nas bolas paradas...

A lesão do Robinho na parte final acabou por ter alguma influência no 5x4 do Braga, mesmo sem correr muito o Robinho tem muita influência no jogo deles, nem que seja nas jogadas onde 'oferece' espaço ao guarda-redes para subir!!! Se não jogar na Segunda, poderá ser importante...

Agora pede-se a mesma atitude defensiva, e muita cabeça com a bola nos pés!

Penalty's madrastos...

Benfica 2 (1) - (2) 2 Oliveirense
(Roca)

Perdida a vantagem de jogar em casa, logo no 1.º jogo, em mais uma derrota nas penalidades (tem sido uma razia, os penalty's em todas as modalidades!), numa partida onde fomos a única equipa que tentou ganhar a partida, mas contra os apitos da sra. Sílvia Coelho e dum dos Pintos, é muito complicado! Inacreditável como a Oliveirense parou na 14.ª falta... e como não mandaram repetir o penalty marcado pelo Ordoñez!

Contra o Benfica, já todos perceberam que jogando com tudo lá atrás, fazendo anti-jogo, deixando os ataques chegar ao fim, com remates parvos de longa distância, à espera das bolas paradas, não permitindo transições rápidas ao Benfica, fazendo faltas atrás de faltas, que não são assinaladas, chega para ganhar!!!

RND - A nova Liga dos Campeões...

Zero: César Peixoto...

🚨 TODA A VERDADE 🚨

Onda...


"Bem…dia fantástico da comunicação social tão ávida que anda em cavalgar a onda da clivagem entre a nação Benfiquista!
Em um lado, artigo a lançar as habituais suspeições sobre o atual presidente,
Em outro lado as primeira declarações do “Dom Sebastião Benfiquistas aka Noronha Lopes”
E em outro lado, entrevista do anterior presidente.
E vou analisar ponto a ponto!
Primeiro as suspeitas que agora recaem sobre Rui Costa, há quase uma década que o MP investiga os negócios do Benfica, há quase uma década que viram e reviram os contratos do Benfica, os emails em que esmiuçaram toda a vida do clube, há mais de uma década que supostamente as assinatura de Rui Costa aparecem em contratos e apenas agora que ele é presidente e após um época de falhanço total é que aparecem as suspeicoes sobre a sua idoneidade por parte do MP?
Somos todos parvos? Quem está a instrumentalizar o MP?
Porque apenas os negócios do Benfica são alvo de escrutínio ao nível que vemos na praça pública há anos?
Quem mexe os cordéis por trás dos bastidores??
Ponto dois, as primeira palavras do “Dom Sebastião”, o principal responsável pela criação de uma separação entre adeptos, porque sim, a obra é sua e das suas táticas de guerrilha comunicacional, em que recorreu a equipas de propaganda política adoptando estratégias eleitoralistas com método norte americano, após a criação do “monstro” fugiu como é seu apanágio e reaparece como qualquer abutre pairando sobre a carcaça de um animal à espera para se alimentar…bravo.
Terceiro, Luís Filipe Vieira que há muito se deveria ter remetido ao silêncio e a sua posição de ex presidente, gaste as suas energias a defender-se das acusações, que bem sei foram fabricadas, que pairam sobre si, e deixe o Benfica em paz, por muito que lhe custe.
Foi rei morto e rei posto, os sócios foram soberanos e infelizmente os que mais apregoam os valores democráticos são os que menos os respeitam!
É por isto circo que estou farto deste modelo gasto de clube dos sócios, queremos ser os melhores dos melhores, mas passamos a vida a debater o sexo dos anjos e a medir pilinhas!
Os grandes clubes mundiais, salvo raras excepções são todos de proprietários, e as exceções são Real Madrid (cuja fortuna do presidente dava para comprar o clube 3/4 vezes), Barcelona…cujo declínio financeiro está à vista e Bayern Munique cujo modelo de negócio alguém há uns anos tentou implementar no nosso clube e foi o que foi…de resto são tudo clubes empresa nas mãos de empresários mais ou menos sucedidos e que alimentam os clubes!
Querem, podem e mandam.
Não ficam nas reféns das vontades destes ou daqueles e isto tanto serve para o bem como para o mal, mas ter medo deste “bicho” papão já não tenho.
Prefiro mil vezes que o Benfica possa passar a ser gerido dessa forma do que nesta luta de egos!
Tenho dito."

Di María, 'mal' que vai por bem?


"Sem Rafa e sem o argentino, Roger Schmidt perde quota individual no seu modelo

Roger Schmidt não encontrou soluções para uma equação difícil. Por um lado, equilibrar o que Di María desequilibrava atrás, por outro desequilibrar ofensivamente onde havia profundidade a menos com a saída de Grimaldo. O problema não terá sido gerir demasiados craques, apenas a soma desses dois problemas e de um outro: Fideo era demasiado impositivo, pela ligação a Rui Costa e pela qualidade de execução, para estar em segundo plano.
Se tivesse sido por essa inabilidade na gestão dos melhores, Neres não teria acabado a temporada a titular, ao contrário da anterior, durante a qual o alemão nunca teve receio em deixá-lo no banco. Schmidt montou então o trio de apoio a Gonçalo Ramos da seguinte forma: João Mário, Rafa e Aursnes. E correu bem.
Só que os tiros ao lado do Benfica sobretudo à esquerda, na demanda pelo sucessor de Grimaldo, mas também no direito, com Bah a reforçar a ideia de uma propensão para lesões que obrigaria a ter suplente à altura, forçaram o norueguês a pisar terrenos recuados, logo depois de se esgotar a tentativa Morato. Ainda que melhor solução, Aursnes foi apenas minimamente competente e assim tornou-se necessário acrescentar talento ao ataque. Daí Neres, mesmo com todas as dificuldades no momento sem bola, minimizadas com a recuperação de Florentino, que não chegaria para tudo e ainda não evitou, ele próprio, um ou outro momento de desnorte. Antes ainda, com João Mário à esquerda, mas sempre com Rafa e Di María, e um avançado menos voluntarioso do que aquele que hoje veste as cores do PSG, o castelo de cartas não podia apanhar uma mera brisa que se desmoronava.
A confirmar-se agora a saída do argentino, logo depois da de Rafa, Schmidt contará com menor quota individual no modelo e terá forçosamente de recuperar dinâmicas coletivas. O que poderá ser bom, apesar de parecer paradoxal. Nem que seja por não ter conseguido esse equilíbrio com Di María em campo.
Se conseguir de certa forma substituir a velocidade de Rafa e escolher bem o avançado, um definidor por excelência, que trabalhe do ponto de vista da pressão e também chegue veloz à baliza – as transições são fundamentais no processo Schmidt –, o ponto de embraiagem poderá ser mais facilmente encontrado. A equipa voltará a estar mais junta, confortável e confiante. Mas isso também implica ter os laterais certos. Ou seja, mais erros, mesmo com uma prospeção debilitada e aparentemente sem soluções à vista, não serão perdoáveis.
Há ainda a incógnita João Neves. Se sair, e porque Aursnes dificilmente será médio centro de equipa de ataque posicional bem vincado, obrigará certamente a um outro Enzo. E não só está também de regresso Schjelderup, como há que aproveitar Rollheiser, Prestianni (a ficar) e Marcos Leonardo. Schmidt não pode passar ao lado do talento.
A derradeira missão é, todavia, tornar a primeira fase de construção resistente à pressão. Para isso, poderão ser necessárias apostas de risco e decisões corajosas, tal como na sua primeira temporada na Luz."

Do topo à depressão


"A abertura tem contribuído para quebrar a ilusão do atleta-herói

O mundo do desporto é frequentemente associado à glória e ao sucesso. No entanto, por detrás do brilho das medalhas e das vitórias, muitos atletas enfrentam batalhas invisíveis, mas desafiantes, como a depressão. Nos últimos anos, atletas de renome têm exposto as suas lutas pessoais com a saúde mental, trazendo à luz uma questão que, por muito tempo, permaneceu nas sombras. Exemplos disso são o caso da ginasta Simone Biles que optou por se retirar de várias competições em prol da sua saúde mental. E também dos futebolistas Iniesta e Henry que falaram da sua depressão. Esta abertura tem contribuído para quebrar a ilusão do atleta-herói e mostrar que os momentos de maior glória podem ser acompanhados de sofrimento emocional.
Mas o que é a depressão? A depressão é uma perturbação mental caracterizada por uma sensação persistente de tristeza e perda de interesse em atividades que, normalmente, seriam prazerosas. Ela afeta a forma como a pessoa se sente, pensa e lida com as atividades diárias, podendo interferir na vida pessoal e profissional. Em casos graves pode levar à ideação suicida. Pode ser causada por uma combinação de fatores genéticos, biológicos, ambientais e psicológicos. A depressão é muitas vezes desencadeada por eventos stressantes ou por alterações químicas do organismo. É crucial compreender que a depressão é condição de saúde, não fraqueza ou algo que a pessoa possa superar por que sim, por uma questão de vontade.
Alguns estudos recentes apontam para uma prevalência de depressão entre 15% a 23% em atletas de elite. Os atletas, para além de todos os fatores que nos influenciam a todos nós, são uma população específica cujas condições os tornam uma população mais vulnerável. Por exemplo, a pressão para o desempenho de alto nível, as lesões, a exigência constante de superação, o cuidado da imagem pública, a pressão dos media, o número de transições e mudanças, o isolamento e, ainda, o final de carreira precoce elevam os fatores de risco para a depressão.
Apesar da elevada prevalência de depressão entre atletas de elite este é ainda um tema subdesenvolvido. O estigma da saúde mental, o medo de julgamento e a falta de consciencialização sobre perturbações mentais, bem como o receio de consequências negativas a nível desportivo (convocatórias, contratos...) condicionam os atletas a expor com mais frequência a sua saúde."

O meu onze da Liga


"Este vai ficar na história como o campeonato de Gyokeres, mas não faltam cá craques. Muitos

Caiu o pano na temporada 2023/2024 com a final da Taça de Portugal colorida de azul e branco. Um bom momento para fazer o balanço de uma temporada que acabou com um troféu para cada um dos quatro primeiros classificados e também para eleger o meu onze. Vou cingir-me à Liga e apostar num modelo clássico, o tradicional 4x4x2.
Na baliza, Diogo Costa foi indiscutivelmente o melhor guarda-redes do campeonato. O número 1 da Seleção Nacional transmitiu sempre confiança e conseguiu disfarçar muitas debilidades da equipa, que, ainda assim, acabou por ser a melhor defesa do campeonato, com 27 golos sofridos, menos um que o Benfica e dois que o Sporting.
Na direita coloco Geny Catamo, talvez a maior revelação da temporada. Rúben Amorim transformou um extremo irregular num lateral desequilibrador - depois de ter feito do médio Pedro Gonçalves o melhor marcador da Liga, os sportinguistas já devem estar a sonhar com mais uma descoberta… No centro, outro sportinguista, Gonçalo Inácio, um esquerdino sem rival em Portugal e já a pedir outros palcos, e Otamendi, que com a sua experiência segurou a defesa de um Benfica sempre desequilibrado - e disso muito se ressentiu o prometedor António Silva. Na esquerda o lugar é de Nuno Santos, outra adaptação de Amorim que a cada jogo justifica a aposta. Tanto que já muitos questionam o porquê de não estar entre os eleitos de Roberto Martínez.
No meio-campo, a posição de médio mais defensivo é de Hjulmand, com licença de Alan Varela, que também me impressionou. O dinamarquês chegou quase como um desconhecido e pegou de estaca. Um dos que transfigurou o Sporting. À sua frente coloco João Neves, um médio ímpar. Daqueles que faz tudo e faz tudo bem. E o mais impressionante é que só tem 19 anos. Na direita, outro benfiquista: Di María. Um regalo poder vê-lo no futebol português, de onde há muito tinha partido para conquistar o mundo. É de outra galáxia. Não peçam a um craque para defender… Para completar o setor, Rafa, que somou 14 golos e 12 assistências apenas no campeonato. Deixa a Luz após, curiosamente, a melhor época da carreira: 22 golos e 15 assistências! Provavelmente, vai ser daqueles a quem só quando estiver longe lhe vão dar o devido valor.
Na frente, claro, Gyokeres. O vencedor de A BOLA de Prata, com 29 golos, e o melhor jogador da Liga. De longe. O sueco tudo mudou no Sporting. Teve um impacto brutal na equipa e com ele todos melhoraram. Este vai ficar na história como o campeonato do Gyokeres. Não é preciso acrescentar mais nada. Bem, é… neste artigo. Outro avançado. E escolho Jota Silva, pelo trajeto ascendente, pela alma com que joga e pela qualidade que apresenta no Vitória. Já chegou à Seleção Nacional e não vai ficar por aqui. Não há muitos como ele."

FC Porto e Benfica: os dados estão lançados


"No Dragão respiram-se os ares da aurora; na Luz só bons resultados na próxima época podem arejar a casa

André Villas-Boas tomou conta, finalmente e na plenitude, do FC Porto, mais de um mês depois de ter sido eleito e ainda a gozar o prazer da conquista da Taça de Portugal. Já sabia ao que ia, mas só talvez a partir de agora começará a ter a verdadeira noção do enorme desafio que o espera e da dimensão real dos problemas, de que a «situação muito difícil de tesouraria», como chegou a dizer, pode ser a ponta do iceberg.
Fazer muito, depressa e bem com o espartilho de uma situação financeira superdelicada não será fácil e é previsível que demore pouco tempo até apelar à compreensão dos adeptos. Nada melhor do que ser transparente, será sempre essa a arma mais adequada, sobretudo para quem aproveitará todas as oportunidades para lembrar o anterior presidente.
Villas-Boas terá de começar pela anunciada substituição do treinador. E seja quem for o escolhido será complicadíssimo calçar as botas de Sérgio Conceição. Admitindo-se que sete temporadas possam ter causado desgaste em alguns sócios e adeptos, é impossível ignorar a dificuldade de encontrar alguém com um perfil que case tão bem como o de Conceição casou com o FC Porto, para o bem e para o mal, alguém que compreenda as idiossincrasias do clube e do futebol português e que delas tanto proveito consiga tirar, alguém que consiga sobreviver na escassez e conquiste troféus — 11 no caso de Conceição, entre os quais três campeonatos. Villas-Boas, com Zubizarreta e Jorge Costa, terá depois de construir um plantel competitivo. Haverá, provavelmente, grande transformação, dentro dos condicionalismos financeiros conhecidos, será um FC Porto, praticamente, a começar do zero. Mas com o benefício de as expectativas não serem exageradas.
O novo presidente do FC Porto tem a favor dele a força da mudança e o ar fresco de uma aurora de liberdade. Mas, como outros em qualquer lugar, cedo ou tarde, também precisará da bola que entra na baliza para que tudo posso fazer ainda mais sentido.
A entrevista de Rui Costa na última semana — saúda-se o ar fresco de ter sido com vários órgãos de comunicação social e não fechada para dentro e no canal de televisão do clube — dificilmente terá mobilizado os benfiquistas mais descrentes em Roger Schmidt.
Se a legitimidade de manter o treinador é indiscutível e inatacável, as justificações para mantê-lo, como o sucesso na primeira época, a paixão dele pelo trabalho no Benfica ou a estabilidade do projeto, são ligeiras para a profundidade das feridas de parte significativa de sócios e adeptos.
Também explicar que houve erros na contratação de jogadores e prometer corrigi-los parece pouco para quem gostaria de saber mais. O presidente do Benfica, por outro lado, também não deveria ter chegado ao fim da época sem saber se Di María fica ou sai.
Quanto a José Mourinho já aqui o disse e repito — seria imprudente para não dizer irresponsável se o presidente do Benfica não considerasse a contratação dele. Saúda-se, também, que, mesmo não podendo dizer tudo, Rui Costa tenha neste caso dito tanto.
Os dados estão lançados no FC Porto e no Benfica. Mas na Luz, mesmo depois das palavras de Rui Costa, só bons resultados na próxima época podem arejar a casa. Até a bola entrar na baliza o ar continuará a ser pesado para quem não foi suficiente o que Rui Costa disse."

5 minutos: Diário...

Águia: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Mercado - S07E04 - João Félix, Wendell e Bruno Fernandes

Fora de Jogo: 90+3 #40 - “Se dúvidas houvesse Chico mostrou que merece mais o Euro que Trincão”

Zero: Saudade - S02E39 - Zidane e Ramaldense no mesmo podcast? Tudo por culpa do «5»

Zero: Tema do Dia - Escândalo de apostas em Inglaterra: a situação de Lucas Paquetá

ESPN: Futebol no Mundo #341 - Manchester United é destaque em fim de semana de títulos pelo mundo

Zero: Reactzz - #7 - Chocados com o Flamengo X Atlético de 81

Protocolo do VAR e o mau exemplo da NBA


"Quando uma boa decisão por vias tortas tem de ser alterada para tremenda injustiça

«Uma falta pessoal não é passível de revisão quando uma equipa pede a revisão de uma saída de bola, nem a não marcação de uma falta é um evento que pode ser contestado»
Informação da NBA no relatório dos dois últimos minutos do jogo Timberwolves-Mavericks

Centro da direita, o defesa faz-se à bola e corta de cabeça, o árbitro acha que foi com a mão. Penálti! Hoje seria revertido pelo VAR, em 1997/1998 valeu castigo máximo ao SC Braga contra o Belenenses. Mas e se fosse fora da área, e se valesse o segundo cartão amarelo ao jogador que cortara de cabeça? O VAR nada poderia fazer, apesar da evidência do erro e do peso que poderia ter no resultado final.
Mas este texto não é sobre futebol. Porque se o protocolo do VAR precisa de ser afinado, há modalidades onde as injustiças são ainda mais gritantes.
No jogo 2 da final de Oeste da NBA, os Minnesota Timberwolves venciam por dois pontos quando Jaden McDaniels recebeu a bola junto à linha de fundo. Segurava-a quando recebeu uma forte palmada no pulso esquerdo dada por Kyrie Irving, dos Dallas Mavericks. A bola saiu pela linha de fundo e a equipa de arbitragem considerou que Irving a tocara, mantendo a posse com os Wolves. Só que, no banco, o especialista em revisão de vídeos dos Mavericks viu que Irving não tocara na bola, e pediu que a jogada fosse revista. E o protocolo não permite alterar faltas não assinaladas – apenas as que são marcadas inicialmente pelos árbitros. Ou seja, a bola saiu porque McDaniels foi atingido e com a revisão vídeo os árbitros, vendo o seu erro, ainda foram obrigados a tirar a bola aos Wolves. Os Mavericks venceram por um ponto com triplo de Doncic a três segundos do fim.
Critique-se o VAR à vontade, porque há muito que criticar, mas uma vez por outra lembrem-se de que há modalidades onde funciona muito pior."

Atypical: One Game At A Time

Roam: Estádio da Luz...

Zero: Afunda - S04E61 - O caminho histórico até às finais

quinta-feira, 30 de maio de 2024

Entrevista | Spencer, Rego e Varela

Pois!!!

RND - 45 minutos...

5 minutos: Diário...

Águia: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Mercado - S07E03 - Rafa, Alan Varela e Prestianni

Chuveirinho #76