Últimas indefectivações

sábado, 10 de junho de 2023

BF: Orkun Kokçu

Quem pensava que o Presidente-Campeão ia dormir na forma...


"... desengane-se. A aposta desportiva é para continuar e a equipa para reforçar mais e mais.
E às muitas carpideiras que se preparam para criticar, qual escândalo, o valor do jogador, é perguntar: então um clube que em quatro meses fez mais de 80 milhões de euros de mais valias com um só jogador, não tem que estar pronto para investir 30 milhões pelo seu substituto?
Que passe nos exames médicos para que possamos, por fim, dizer: bem vindo ORKUN KÖKÇÜ!
RUMO AO 39!!!"

Roger Schmidt quer, Roger Schmidt tem


"Campeão nos Países Baixos, capitão do Feyenoord, jovem promissor de 22 anos e nome consolidado na seleção turca. Orkun Kokçu, por si só, justifica tranquilamente por parte de um tubarão europeu um investimento de 30 milhões de euros. Ou superior. Já a justificativa do lado do Benfica para avançar com tamanho investimento se chama Roger Schmidt.
Por mais ambicioso que seja, por mais dinheiro que esteja atualmente disponível em caixa para gastar, as águias só vão investir pesado no jogador turco porque o treinador alemão está com moral de sobra na Luz. Obviamente, ter conquistado o título nacional tem enorme efeito, mas há um certo norueguês na parada que tem influência direta em mais uma forte «aposta» no mercado.
Schmidt acertou em cheio com Fredrik Aursnes. Não há o que discutir. Convenceu o clube encarnado a desembolsar 13 milhões de euros (com outros 2 milhões de euros) por um até então «desconhecido» de 26 anos. Em pouquíssimo tempo, fez dele uma peça decisiva - para não dizer indiscutível e imprescindível - na equipe. O camisa 8 cumpriu, e bem, em todas (!) posições.
Um Benfica campeão com Aursnes em baixa muito, muito provavelmente não colocaria Kokçu como a (cada vez mais) provável compra de sempre do futebol português. Se vai haver Orkun Kokçu no Benfica, é porque houve Fredrik Aursnes no Benfica. Houve, acima de tudo, Roger Schmidt no Benfica. O desejo do alemão não chega a ser uma imposição, mas, quem sabe, hoje é quase uma ordem."

5 minutos: Diário...

Ramos...

João Mário...

Odysseas...

RND - Carrega - Cortes: La Liga!

Aquecimento, excerto...

O Futebol é Momento, excerto...

Quinta, excerto...

Terceiro Anel: Diário...

Choro...


"Hoje de manhã, as redes sociais dos adeptos portistas, estão carregadas de comentários sobre o episódio de ontem, em que o Odisseias fala em equipa de trapaceiros (cheatty team).
É um choro insuportável...😏"


O resistente Vlachodimos


"Aos 29 anos, a melhor época da carreira de Odysseas Vlachodimos, que com números avassaladores cumpre a convicção popular de que é na chegada aos trintas que se pode testemunhar o auge de qualquer keeper que se preze. O alemão tornado grego por ascendência cumpriu o maior número de jogos desde que aterrou em Lisboa (54), arrebatando muitas clean sheets além das exibições de lhe tirar o chapéu – lá fora, foi-se começando a emparelhar o seu nome com o de Ter Stegen, como o mais eficaz do ano na Europa.
Se o processo defensivo gloriosamente coordenado por Schmidt permitiu à equipa um grande à vontade no controlo das ameaças adversárias, Vlachodimos rejubilou nessas fases de maior fulgor da equipa e assumiu as últimas responsabilidades, evidenciando-se a excelente nível. Recorrentemente entre as figuras da semana na UEFA, acompanhava o hype que a equipa adquiriu na fase de grupos da Champions.
No cômputo geral da temporada, o melhor Vlachodimos de sempre aproveitou para melhorar (e muito) os seus índices – porque 20 golos sofridos em 34 jogos são números de guarda-redes campeão e representam 0,58 golos sofridos por jogo, bem acima dos 0,78 conseguidos em 2019/20, a melhor marca até 2023; sem comparação com as marcas de 2018/19 (30 golos sofridos em 34 jogos, 0,88) ou de 2020/21 (16 em 18, 0,88); e menciona-se 2021/22 apenas por teimosia (30 em 32, 0,93).
O que, tudo somado, não retirou Vlachodimos da retaguarda num hipotético ranking de guarda-redes encarnados neste milénio. Ao já referido Quim, juntam-se Moreira, Ederson, Júlio César ou Oblak, os mais preponderantes: e qualquer um deles com melhor taxa de golos sofridos por jogo – o que mais se aproxima de Odysseas (que com 214 golos sofridos em 223, sofre 0,95 por partida) é Moreira (130 sofridos em 144), o titular da baliza no mítico campeonato de 2004-05 e que defendeu um Benfica em reconstrução, francamente menos preparado tática e tecnicamente que o Benfica actual.
Se formos para a tabela das clean sheets, é Moreira (59 nesses 144 jogos, 40%) o único que perde para o alemão (que tem 93, 41%), que olha para cima e vê, por ordem, Quim (79 em 177, 44%), Júlio César (38 em 83, 45%), Ederson (32 em 58, 55%) e lá ao fundo, muito distante, uma entidade sobrenatural a levitar dum púlpito em talha dourada – o esloveno que é agora do Atlético de Madrid, que em Lisboa fez 26 jogos e sofreu… seis golos, conseguido 22 clean sheets (84%)!
Dirão, com toneladas de razão, os mais conhecedores ou os mais moderados, os mais justos e os mais gratos – que um guarda-redes não se mede só pelos números, que Vlachodimos já deu muito ao Benfica, sobretudo naquilo que são as exibições onde tenha passado a maior parte do tempo entre os postes: o jogo de Amesterdão na vitória frente ao Ajax, ou o jogo em Eindhoven contra o PSV de Schmidt, além da já referida proeza contra o PSG; E lembrarão, do lado oposto, aqueles que ficaram sobretudo marcados por descontracções caricatas que se foram acumulando e moldaram a apreciação difusa entre benfiquistas, o 2-2 frente ao Belenenses – que impediu Bruno Lage de fazer o pleno de vitórias – ou os jogos frente a FC Porto ou Inter deste ano.
Vlachodimos, se de elite sobre a linha de golo continua, apesar da evolução assinalável, permanece desconfortável nas acções fora da pequena-área, como a saída a cruzamentos ou o jogo de pés, aspecto fundamental nas equipas de topo europeu: exactamente contra FC Porto e Inter, foi pela técnica de Diogo Costa ou Onana que o Benfica começou a ser vulgarizado, pela incapacidade em pressionar alto e impôr o seu ritmo.
E com grande aproveitamento nesse capítulo, já espreitam do banco Samuel Soares e André Gomes, os dois prodígios que criaram nome pelas equipas de formação das águias e esperam agarrar o futuro com as mãos. Aos dois faltará experiência de futebol de primeira e o empréstimo deverá ser o próximo passo no seu desenvolvimento; e por isso mesmo, a aparição de rumores como Sommer vêm alimentar esperanças de grande franja de adeptos encarnados – que, exigindo subida de patamar competitivo, querem sangue novo na baliza sem que isso implique apressar o crescimento das joias da coroa.
Se é pela baliza que se constroem as grandes equipas, como alguém proverbiou um dia, há quem veja em Vlachodimos apenas um bom atleta, sem potencial para se tornar num keeper consistente, astuto em todos os momentos do jogo e que por isso consiga transmitir total confiança à sua linha defensiva.
Desde que chegou ao Benfica, já deverá Odysseas ter aprendido a conviver com essas desconfianças: dos colegas, dos adeptos e dos treinadores. Bruno Lage, que com ele foi campeão, tratou logo naquele Verão de pedir um substituto – e deram-lhe Perín, que aterrou em Lisboa a coxear e não passou os exames médicos; depois Jesus, que tentou forçar investida no mercado de inverno ao fazer trocar, sem grande aviso, Vlachodimos por Helton Leite a meio da época.
Porém, nada disso interessa muito por agora. Pelo menos para Vlachodimos, que com o título de campeão no bolso e o prémio de guarda-redes menos batido da Liga, se compromete com os objectivos helénicos para os jogos particulares frente a Irlanda e França a meio deste mês de Junho."

BI: React - Eu Amo o Benfica #4 - E quem é o Enzo? !!!

Visão: React - Eu Amo o Benfica #3 - Afinal, os tubarões não têm dentes !!!

Extremamente desagradável - As cartas de Rui Santos

Efab⚽lação (34) Uma conversa de merda


"“A sheet full of bull shit to cheat on us all.”
O "mundo desportivo", velha escola de jornalismo e desportivismo nos anos da iliteracia salazarenta, ficaria envergonhado com a vulgaridade a que se reduziu a conversa entre os doutores e engenheiros que pululam nas televisões a pretexto das suas frustrações futeboleiras, fomentadas por chicos metidos a espertos. Qualquer merda mal traduzida serve para atirar ao ventilador da instigação e do ódio.
Como se desenvolverá o julgamento de Vlachodimos, o suspeito do último crime, alemão de nacionalidade, grego de origem, com aquele sotaque ciciado característico dos helénicos, espécie de beirões da Europa?
‘Herr Ody’, queria dizer que a nossa equipa era uma merda? Ou que faz batota? Ou referia-se à folha com o onze para o jogo?
E por que referiu “these” se a dose era “those”?
Este é sem dúvida um caso estimulante para a arguição dos advogados, dificilmente vitoriosa em juízo entre gente que se orgulha de trocar os bês pelos vês, os alarbes pelos vurros, ou os ões pelos ons, os morcons pelos mourões.
Todos sabemos que não passa da enésima tentativa dos biltres de serviço de impor, hipócrita e risivelmente, como prenuncio de sorte, a pronúncia do norte, o sotaque como adn, a palavra como veneno.
Eu gosto.
Mais fonética do que semântica, mais ronha do que renha.
Por exemplo, há quem chame “coreografia” ou “cântico” às performances dos tatibitates xexelentos de bancada.
E há quem confunda informação com achavascado, diretor com estólido.
Agrada a uns, irrita outros, incomoda quase todos - dos ignaros aos crânios, passando pelos ordinários.
Que texto besta.
Que cerdo desonesto.
E, sim, bardamerda para a conversa.
Como dizem os mais educados ingleses com sotaque das terras altas: “for cough”. Com k."

sexta-feira, 9 de junho de 2023

Futebol Corruptos do Porto e o seu código ético!!!

Carinhos!!!

Modalidades #130 - Semanada...

Vantagem...

Benfica 4 - 2 Sporting

Entrada forte, com um  2-0 confortável... mas acabámos por ser pouco objetivos na gestão, e permitimos o empate!
No prolongamento, aconteceu o que raramente acontece: eficácia total nas bolas paradas, com duas bombas do Nicolía!!!

Estava com algum receio da equipa estar cansada, mas nesse aspecto tivemos bem... Não podemos adormecer no jogo 2, temos que manter o sentido ofensivo, até porque sem o Lamas, 'baixar' linhas não é muito eficaz!

Mais um festival do apito, o Azul ao Benedetto foi ridículo... ainda ficou um penalty por marcar, e o golo anulado evocou fantasmas do passado!

Finais para ganhar


"Quatro finais de campeonato, duas Taças de Portugal, muito para seguir e apoiar nos próximos dias. Nesta edição da News Benfica destacamos o hóquei em patins e o futsal feminino, com jogos hoje.

1
Tudo a postos para a final do Campeonato Nacional de hóquei em patins. Benfica e Sporting disputam hoje, na Luz, a partir das 15h00, o primeiro jogo.
Nuno Resende revela um dos trunfos da nossa equipa e apela ao apoio dos Benfiquistas: "Estamos unidos e essa é a nossa maior força. Temos de acreditar no trabalho que nos trouxe até aqui. Os adeptos têm sido fantásticos e não tenho a mínima dúvida sobre a força deles. É uma sorte incrível ter adeptos assim, e queremos muito dedicar-lhes este título."
O segundo jogo é na casa do Sporting, domingo às 15h00.

2
Após o triunfo na primeira partida, hoje há o jogo 2 da final do Campeonato de futsal no feminino, com início marcado para as 19h30 no reduto do Nun'Álvares. Maria Pereira pede a presença dos adeptos: "Venham a Fafe para nos apoiarem. Mesmo fora, podemos jogar em casa."

3
Encontramo-nos a disputar mais duas finais. No basquetebol, o jogo 3 com o Sporting é no Pavilhão João Rocha e está agendado para amanhã, às 19h00. O jogo 4 é no domingo, no mesmo horário. No futsal, também com o Sporting, a partida inicial é sábado, às 18h00, no reduto leonino.
Temos ainda a final four da Taça de Portugal de hóquei em patins no feminino (meias-finais com o Turquel no sábado, às 12h00, no Pavilhão Municipal Nortecoop).
E a final da Taça de Portugal de polo aquático no feminino, frente ao Cascais WP. Realiza-se no domingo, a partir das 14h00, nas piscinas municipais da Guarda. E há embates importantes nas fases de apuramento do campeão Sub-17 e Sub-15 no Benfica Campus.
Fique a par de todos os jogos até 11 de junho, aqui.

4
Não perca a estreia do terceiro episódio da série Eu Amo o Benfica, que desvenda os bastidores do 38.

5
Chema Rodríguez, o treinador da conquista europeia do andebol, está de saída. "Vivi o que é ser Benfiquista. Em qualquer lado encontramos Benfiquistas e serei Benfiquista toda a vida! Na Hungria, terão um amigo para o que quiserem." Veja a entrevista, aqui.

6
Após quatro épocas no Clube, a basquetebolista Joana Soeiro vai abraçar um novo desafio. "O meu coração fica aqui. Sou do Benfica antes de jogar pelo Benfica. É um até já, sem dúvida". Uma entrevista que pode ver no Site Oficial.

7
As 1904 Mystery Boxes já estão disponíveis. Saiba mais sobre esta edição exclusiva limitada de colecionáveis digitais.
Fique atento também ao lançamento do primeiro Avatar 3D do Clube."

5 minutos: Diário...

BF: Kocku....

O Benfica precisa de contratar um guarda-redes?


"A) NÃO porque o Vlachodimos é bom o suficiente e não faz sentido investir recursos financeiros noutro guarda redes.
B) TALVEZ porque o Vlachodimos é bom mas precisa de ter concorrência.
C) SIM porque o Benfica precisa de um guarda-redes com outro nível, nomeadamente a sair-se aos cruzamentos e a jogar com os pés.
DEIXA O TEU COMENTÁRIO."

Cadomblé do Vata


"Os Campeões - Avançados

Gonçalo Ramos - na primeira época a desempenhar a profissão mais gratificante do Mundo, anotou 27 orgasmos na conta pessoal. Continua a ser para mim um mistério como os coninhas de serviço do séc XXI, ainda não consideraram os seus festejos como incitamento à violência. Esperam-se infinitas oportunidades para o fazerem no futuro.
Rafa - o (pequeno) homem dos importantes golos no Dragão e SC Braga na Catedral. É tão rápido que as suas exibições deviam ser analisadas pelos jornalistas da Autofoco. Infelizmente, a maior parte das decisões com bola são dignas do Tal&Qual. Às vezes parece o Lucky Luke "mais rápido do que o seu próprio pensamento".
Musa - Foi o único a faturar em todas as competições e uma das boas surpresas da temporada, especialmente para os Benfiquistas que se lembram do Sokota e por isso estranharam ver este croata fazer a A1 de norte para sul, aparecer com 2 rótulas e marcar golos. É tão parecido com o Jiménez que devia celebrar os golos a gritar "arriba, arriba".
Tengstedt - um tipo especial: segundo avançado contratado ao Rosenborg, mas o primeiro que efetivamente joga pelo Benfica. Acontece é que em 4 jogos na equipa A e 4 na equipa B, assinou tantos golos de Manto Sagrado vestido como o Rushfeldt que nunca o sentiu no lombo. A boa notícia é que daqui, o dinamarquês só pode melhorar.
Henrique Araújo - o melhor jogador madeirense da actualidade, teve uma época aquém das expectativas e acabou por não ganhar a esperada Bota de Ouro Europeia. Vamos ser mais prudentes e baixar os objetivos da segunda época de sênior porque dificilmente vai ganhar a Bola de Ouro.
Rodrigo Pinho - correu durante alguns meses o boato que dizia que o Pinho fazia lembrar o Jonas. Houve até adeptos que diziam isso sem rir. Bom, e daí, talvez estivessem a comparar com o Pistolas na actualidade, sem jogar há 4 anos e com as costas todas estoiradas.
Yaremchuk - contratamos o Roman Yaremchuk por 17M e um ano depois vendemos o Fantasman Yaremchuk por 17M. Ainda há dúvidas sobre o que o destruiu mais como jogador, se foi a guerra na Ucrânia ou ser treinado pelo Jorge Jesus.
Aursnes - matador cínico com os pés a longa distância e letal de cabeça no coração da área, demonstrou durante este ano, onde Haaland aprendeu a estatelar o couro na rede. Conquistou o campeonato português e o holandês. Em 9 meses foi mais vezes campeão nacional do que o Sporting em 20 anos."

Águia: Diário...

Lanças, excerto...

Quarta, excerto...

3x4x3


Aquecimento - O Meu Craque #2


Cheat Team...!!!

🔴 FAKE NEWS 🔴


"A Cofina, através do seu jornal Record e do seu canal de televisão, CMTV, tem graves problemas com o Inglês.
Já o diretor de comunicação do FC Porto já não admira muito ser pouco letrado na língua Saxónia.

Quem teve a oportunidade de ver o terceiro episódio da série emitida pela plataforma de streaming BPlay do SL Benfica, percebe - até pelo contexto (final do jogo no Dragão que o Benfica venceu 0-1) - que Vlachodimos diz que "são uma equipa de batoteiros (cheat team)" e não "são uma equipa de m...da (shit team), numa referência ao FCPorto e tudo o que se passou durante a partida."

Coação...

Piada do século!!!


"O FC Porto lançou um código ético? Está bem visto. Pelo menos tentam dar uma aparência de ética, mesmo que não consigam praticá-la.
É como tentar disfarçar um lobo com pele de cordeiro, mas no fundo, as garras afiadas não enganam ninguém."

Pela cláusula...!!!


"Os países árabes chamam por Artur Soares Dias.
Um contato milionário espera por ele, na Arábia Saudita, à semelhança dos valores oferecidos às maiores estrelas do futebol mundial.
O FC Porto não quer que ele saía. Tudo fará para manter um dos seus melhores ativos e já disse que só vende pela cláusula de rescisão...😏"

Terceiro Anel: Diário...

BI: React - Eu Amo o Benfica #3 - Afinal, os tubarões não têm dentes !!!

Visão: React - Eu Amo o Benfica #2 - Para ti, Pequeno Genial !!!

Uma nódoa de gelado e um cigano cego


"Joe Harris entrou em 25 combates e só perdeu o último - aquele que o obrigou a acabar a carreira para sempre.

Caminhava o pequeno Joe por uma rua de Filadélfia, aproveitando umas partículas de sol que surgiam no meio das nuvens, assobiando desafinado e com as mãos enfiadas num par de bolsos onde só havia cotão, quando, inesperadamente esbarrou com um homem que vinha em sentido lambendo um gelado de morango. Bem, talvez não fosse de morango, o morango sou eu a supor para explicar porque é que o sujeito ficou furioso com Joe: tinha a camisa branca manchada e se o gelado fosse, por exemplo, de limão, a mancha não pareceria tão preocupante. Mas, enfim, despachemos o assunto do gelado, também podia ser de chocolate, se quiserem, chocolate dá uma nódoa dos diachos, uma nódoa capaz de fazer o homem perder as estribeira e querer moer o pequeno Joe de pancada. Joe era um miúdo rápido. Deu de sola por entre os outros transeuntes com o furibundo fulano atrás dele como se fosse um rinoceronte, saltou de passeio para passeio, entrou num beco e abriu de rompante a porta de um ginásio que lhe surgiu pela frente. Com os bofes de fora, o perseguidor ficara dobrado sobre si mesmo com as mãos nos joelhos e a nódoa do gelado de morango espalhada pelo peitilho da camisa acabada de engomar. Os anos passaram e Joe, que passou de pequeno Joe a Joe Harris, The Gipsy, adorava contar esse episódio da sua vida. Sentia que fora nessa tarde abúlica de Filadélfia que o boxe entrou na sua vida de forma definitiva: «‘I escaped into a gym, and from then on it was my life!».
Há vidas piores, pensarão alguns para com os seus botões, mas a vida de Joe Harris nunca foi um mar de rosas e não começou a sê-lo só porque se escondeu de um calmeirão enraivecido nas traseiras de um ringue. Claro que, tal como ele disse, o ginásio mudou-lhe a existência e deixou de andar à toa pelas ruas da sua cidade para se dedicar ao boxe, tendo sido um dos boxeurs mais temidos da década de 60. Vendo bem entrou em 24 combates e ganhou-os todos. Depois perdeu o vigésimo quinto, tal e qual o general de Bertolt Brecht que também ganhou todas as batalhas exceto a última. Joe ficou deveras abatido após a derrota. Não se sentia bem, a cabeça explodia-lhe de enxaquecas, viu-se obrigado a sujeitar-se a uma série de exames por mais que barafustasse dizendo que não havia nada de errado com ele. Havia pois.
Joe Harris tinha 22 anos quando recebeu uma carta muito pouco agradável. A Pennsylvania State Athletic Commission revogou-lhe a licença para combater sob o pretexto de ser um perigo para os adversários e para si próprio. Foi desesperante para The Gipsy, uma alcunha que se lhe colou à pele a despeito de não ter uma gota de sangue cigano mas acabando por se transformar em mais um deles.
O problema de Joe era antigo e foi preciso que Emile Griffith o tenha deixado em bastante mau estado num combate a 6 de agosto de 1968, na Spectrum Arena de Filadélfia para que os exames posteriores indicassem que o seu olho direito estava irremediavelmente cego. E ficara assim por causa de uma rixa de miúdos de rua quando lhe acertaram na cabeça com um tijolo. Apesar de 50% cego, Joe lutou e ganhou. Mas era o fim. Nunca mais o deixariam combater.
Novos tempos complicados surgiram na vida de Joe Harris. Aproveitou o facto de ser alcunhado de Cigano para fazer umas palhaçadas para entreter os pacóvios. Passou a usar uns guizos nos calcanhares das botas de firma a que toda a gente ficasse a saber quando estava para chegar uns segundos antes de lhe verem a cara inchada e se deixarem impressionar pelo olho afetado que acabou por ficar absolutamente baço. Resumia-se: «I don’t make plans. I just fight. The guys I fight don’t know what I’m gonna do next, because I don’t know what I’m doing».
Joe Harris foi, durante a sua carreira, frequentemente comparado a Mohammad Ali. Era um provocador por natureza e largava umas tiradas envoltas num sentido de humor muito particular. Gostava de se vestir à cowboy, com botas pontiagudas, calças Wrangler muito estreitas e um cinto largo de couro com vacas em relevo não escondendo a sua barriga proeminente. As suas fãs gritava-lhe, passasse por onde passasse: «You’re sweetter than Sugar», pondo Sugar Ray Robinson ao barulho. «Quis sempre ser diferente», contou numa entrevista. «Por isso resolvi rapar o cabelo por completo. Quando me acertarem na cabeça as luvas vão escorregar, tão lisa é. Mas se alguém aparecer de cabeça rapada num ringue deixo logo crescer o cabelo». Joe Harris, The Gipsy, era conhecido em todos os bares de The Jungle, o bairro negro de Filadélfia. Às vezes perguntavam-lhe: «Onde gastaste todo o teu dinheiro Joe?» E ele: «Não sei. O dinheiro vai-se...». Pelo caminho os elogios femininos mudaram: «You’re sweetter than wine, Joe!». Mal ele preferia bourbon tal como, segundo Howard Hawks, os homens preferem as louras."

Rodrigues: Santa...

quinta-feira, 8 de junho de 2023

Quem te avisa...!!!


"Na época de 2016/17, o Eng° Luís Gonçalves, após uma expulsão, avisou o árbitro Tiago Antunes de que a sua carreira seria curta. Veio a confirmou-se. O árbitro foi mesmo por ser despromovido.
Este ano, o administrador da SAD portista voltou a repetir o mesmo tipo de ameaças. No jogo da 21ª jornada entre o FC Porto e o Rio Ave, vociferou um «vou-te f*der» ao árbitro Vítor Ferreira.
Segundo fortes rumores que circulam nos bastidores do futebol português, tudo indica que a promessa de Luís Gonçalves estará prestes a ser concretizada. O destino do árbitro Vítor Ferreira parece estar decidido: será despromovido de categoria.
De acordo com o relatório do árbitro, Luís Gonçalves «saiu deliberadamente da área técnica para protestar com o árbitro, dizendo 'É falta, c...! Marca a falta, c...!'». Após ser expulso, ainda disse: «É um filho da p..., é um filho da p...'».
Se esse cenário se concretizar, será mais um duro golpe na já fragilizada credibilidade do futebol português.
Veremos o que vai passar nos próximos dias..."

Cadomblé do Vata


"Os Campeões- Médios Ofensivos

Neres - vendemos o Pedrinho ao Shakthar por 20M e como não nos podiam pagar 15M ficamos com o Neres. Como diz o ditado "quem não paga Pedrinho, fica f... lixadinho". Veio substituir o Cebolinha e nunca conseguiu estar ao nível do jogador do Flamengo... graças a Deusébio e ao profeta Chalana, Amém.

João Mário - fez, de longe, a melhor época da carreira com golos e assistências para todos os gostos. Aproveitou e enterrou a etiqueta de "amorfo" quando na Catedral tentou passar o Mbapée em velocidade. Mostrou que tinha big balls... pela coragem e porque parecia que havia ali qualquer coisa a ancora-lo à relva durante a tentativa de sprint.

Gonçalo Guedes - regresso que não correu como esperado, acaba com saldo de 2 golos e 2 operações, ficando próximo do recorde do Fejsa que no SLB acumulou 2 golos e 3 operações. Tal como o sérvio, com a Águia Altaneira ao peito só sabe ganhar e já leva 4 títulos em 4 campeonatos disputados.

Diogo Gonçalves - o futuro dele no SL Benfica estava na lateral direita, mas ele não acreditou nisso o suficiente. Valha a verdade que ser suplente do Valentino Lázaro aniquila a confiança de qualquer um. Acabou por ser campeão de Portugal e da Dinamarca, onde faturou 8 golos, demonstrando que não só a Dina marca mas também o Diogo marca.

Draxler - historicamente, temos dificuldade em acertar com empréstimos. O alemão foi só mais um que veio para o SLB mas nunca chegou a vir para o SLB. Passou tão ao lado de tudo, que pareceu mais um remate do Seferovic do que uma estrela do PSG.

Schjelderup - uma das grandes esperanças do futebol europeu, só jogou 1 minuto no campeonato. Possivelmente porque o delegado do Gloriosão não conseguia escrever corretamente o nome dele na ficha de jogo. Veio com ano e meio de atraso e perdemos a oportunidade de ouvir o nome dele estraçalhado pelo Jorge Jesus.

Aursnes - em "ambas as duas" alas seja a ir à linha de fundo ou a fletir para o meio, foi o principal catalizador do ataque encarnado, deixando sucessivamente os colegas na cara do golo. Com um criativo deste quilate, a Noruega seria candidata a todos os titulos de seleções se tivesse um ponta de lança de jeito."

Não chega...


"O modelo proposto pela Federação Portuguesa de Futebol é um primeiro passo para que a VERDADE DESPORTIVA seja uma realidade, ou pelo menos, estaremos mais próximos dela. Mas não chega...
Não chega que a arbitragem seja dirigida por uma entidade externa.
▶️ É necessário que o VAR deixe a Cidade do Futebol da FPF,
▶️ É necessário um novo quadro de árbitros sem influências externas,
▶️ É necessário que nos jogos mais importantes sejam nomeados árbitros estrangeiros,
▶️ É necessário que os áudios das comunicações do VAR sejam tornadas públicas,
▶️ É necessário que a ADOP faça controlo anti-doping em todos os jogos, antes de depois das partidas,
▶️ É necessário novos dirigentes,
É necessário muito mais para que o nosso futebol passe a ser, realmente, um produto de 300 milhões de euros..."

Oficial...


"Mais uma manchadada no Francisco e cartilheiros. A Federação Francesa de Futebol também reconhece a Taça Latina como título oficial.
➡️ https://www.fff.fr/339-palmares-de-la-coupe-latine.html
Como é, FC Porto? O que é que vão fazer às toalhas de mesa com aquele lettering azul horroroso que mandaram estampar?"

O David Carmo nem na apresentação da camisola consegue sair do banco...

A ideia é de elogiar, mas passar a bola da arbitragem para uma empresa não irá, só por si, melhorar os árbitros e torná-los infalíveis


"Vamos falar de arbitragem?
Um dos grandes problemas que padecemos (eu incluído) é o de procurarmos soluções para desafios imediatos, muitas vezes sem percebermos que exigem um olhar mais global, mais distante e ponderado.
Somos quase todos assim, reativos. Tentamos tapar o buraco que está à nossa frente, sem percebermos que, por vezes, isso não chega. Que toda a estrada atrás e à frente precisa de ser inspecionada e melhorada.
Não o fazemos por mal. Às vezes as coisas são tão avassaladoras, tão rápidas e urgentes, que só nos resta a gestão ponto a ponto, caso a caso.
Isso acontece em várias áreas de atividade, acontece nas nossas vidas e acontece também no futebol.
Vem esta reflexão a propósito da notícia da semana: a direção da FPF decidiu criar um grupo de trabalho para avaliar a possibilidade de entregar a arbitragem profissional a uma empresa externa.
Ponto prévio, que me parece o mais importante aqui: elogiar e aplaudir a iniciativa. Todo e qualquer passo dado no sentido de tentar melhorar seja o que for, é de louvar. Sempre.
Neste caso, a ideia merece reflexão cuidada, apesar de ser potencialmente muito boa e aquela que, a meu ver, melhor servirá os interesses do futebol de alta competição no futuro.
Agora ao essencial:
- Passar a bola para uma empresa criada para o efeito não irá, só por si, melhorar a qualidade das decisões dos árbitros nem torná-los infalíveis. Tenhamos bem essa noção!
É importante que o referido grupo de trabalho - que começa a trabalhar já esta semana - pondere bem onde está, o que quer alcançar e como pretende fazê-lo.
Uma estrutura destas tem que ser (bem) financiada pela indústria do futebol, por forma a gozar da autonomia que necessita. Deve ter também uma ligação de grande proximidade com a arbitragem de base - no fundo, os seus únicos fornecedores de talento -, garantindo ainda acompanhamento próximo e personalizado de todos os seus ativos profissionais (árbitros e eventualmente, árbitros assistentes e vídeo árbitros).
Uma empresa destas tem que ser totalmente profissional: da administração ao corpo diretivo, dos técnicos aos seus agentes desportivos. Para ter sucesso, a tal independência deve ser grande, tal como o grau de exigência e responsabilidade que isso acarreta.
É necessário que o racional por detrás deste conceito seja puramente empresarial. É necessário que só estejam no topo os que provam ser os mais capazes e que sejam afastados aqueles que recorrentemente provem não estar à altura. Meritocracia pura.
É também importante integrar nos corpos dirigentes da equipa, para além de ex-árbitros conceituados e de reconhecido estatuto, elementos da FPF e Liga Portugal, ex-jogadores profissionais, (ex)treinadores e até jornalistas experientes. Uma espécie de “corpo de especialistas” capaz de acrescentar valor e ideias úteis ao que se espera quando o objetivo é ter arbitragens com mais e maior qualidade.
Os processos de comunicação para o exterior devem ser claros e frequentes. Devem ser pensados na forma e timing. Devem ser calendarizados. Não podem nem devem ser reativos. Têm que ser orientados para a explicação técnica, para o entendimento, para humanização do que é feito em campo e em sala (nas boas e nas más decisões).
Tudo deve ser feito às claras. De forma aberta.
E tudo deve ser auditado amiúde, para que não restem dúvidas sobre a forma séria e íntegra como tu se faz e gere. Os árbitros devem treinar e preparar-se com frequência, com exigência alta, cumprindo horário de trabalho em função dos jogos semanais/mensais. Devem estar disponíveis para uma maior proximidade ao exterior, intervindo diretamente em ações de esclarecimento junto de clubes, adeptos e media. Este é um conceito ainda pouco explorado e que tem potencial para desmistificar preconceitos e diluir suspeitas.
O sistema classificativo tem que ser o mais transparente e objetivo possível, para que todos saibam, a todo o momento, onde estão e para onde caminham.
É importante que se perceba que uma empresa deste nível tem obrigação de assegurar a melhoria de qualidade dos árbitros, para melhor servir aqueles que são os seus clientes diretos (os clubes) e indiretos (o futebol, a indústria).
Este é um passo importante, mas apenas um.
Nunca pode fazer esquecer o maior problema da arbitragem no presente: a dificuldade de recrutamento e retenção e a falta de meios para fazer crescer talento até ao topo. Se não houver investimento sério aí, jamais teremos acerto consistente no topo.
Na arbitragem a urgência mede-se quase sempre por via das decisões que são tomadas em três jogos da liga principal. Esse é apenas o topo de um enorme icebergue que merece olhar sério e medidas efetivas."

SL Benfica ist liebe und ein fairer gewinner! Die 3 grunde fur die 38!


"O primeiro passo para o título foi a recuperação da Identidade. O Sport Lisboa e Benfica é um clube desportivo que nasceu para vencer. Por nós e contra ninguém. Assim, ter um Presidente, Rui Costa, que sofre pelo clube (algo normal, diria, mas não que parecia, atentos os últimos 20 anos) e que coloca a palavra “vitória” muito à frente da “doutrina das vendas” é voltar à natureza apaixonante deste clube. Se, além disso, tivermos uma escolha de treinador, Roger Schmidt, com perfil adequado à cultura identitária do Glorioso, temos assegurado o melhor pontapé de saída para um futebol à Benfica!
Não nos podemos esquecer de onde partimos. Três temporadas desastrosas, durante as quais nem perto tivemos de conquistar algum troféu. Foram 4 anos terríveis, dentro e fora do campo, onde até alguns de nós falámos num “segundo Vietname”. Perante rivais com treinadores muito competentes que tinham vencido os últimos campeonatos, era obrigatório construir uma equipa forte para fazermos mais de 85 pontos. É assim o Campeonato português. A diferença dos 4 primeiros para a concorrência é enorme. E assim foi. Era necessário voltar a ter um bom lateral-direito depois de Nélson Semedo e apareceu Alexander Bah. Era obrigatório ter um “8” de qualidade mundial para ser o motor da equipa e chegou Enzo Fernández. Era fundamental ter um ala desequilibrador e forte na tomada de decisão e contratámos Neres. E ainda fomos premiados pelo “joker” Fred. Poucos o conheciam, mas rapidamente percebemos a sua importância, a vários níveis, em toda a dinâmica coletiva. Não me esqueço de Musa, que passou de desajeitado a muito útil, com um excelente rácio entre golos e minutos. Roger ainda recuperou o “polvo” Tino, essencial para a sua forma de jogar, e viu desde cedo em António Silva um potencial defesa-central de nível top mundial.
O segundo passo pode reconduzir-se ao substantivo Compromisso. E vem logo à cabeça o MVP da época: Grimaldo. “Odiado” por atitudes extracampo e hoje elogiado por todos, na sequência de uma temporada de grande nível, sendo, mesmo, considerado, na sua despedida, um dos melhores laterais-esquerdos da história centenária do clube. Craque! Outro nome que não podemos olvidar é o de João Mário. Dado como “vendável” em julho, terminou a época 2022/23 com um dos líderes do balneário, fazendo a melhor época da sua carreira futebolística. Foi a cabeça de Roger no relvado. E Rafa? Recuperou a alegria de jogar e ficou associado a vários dos grandes momentos do ano vermelho e branco. O lado humano de Roger Schmidt foi fundamental para a conquista do 38.º título nacional.
Com um plantel bem construído, o SL Benfica mostrou, desde a pré-época, o futebol que íamos ver ao longo de toda a temporada. Sem olhar muito para a qualidade do adversário, constatámos uma ideia de iniciativa com bola e muita pressão sem ela, imagem de marca das equipas lideradas pelo técnico alemão. Muitos jogadores a surgirem por dentro, de modo a libertarem os corredores para os laterais. E, claro, procura constante pela baliza adversária. Roger Schmidt valorizou mais o modelo do que a estratégia. Até porque a estratégia ganha jogos, mas um modelo de qualidade, aplicado por bons jogadores, está mais perto de vencer campeonatos. Jogámos sempre da mesma maneira, como bem disse Rúben Amorim. O SL Benfica voltou!
O terceiro e último passo – muito importante para o futuro! – foi a Personalidade demonstrada em qualquer relvado. Infelizmente recordo poucos jogos europeus onde tenha visto o meu SL Benfica jogar olhos nos olhos diante de outros gigantes do velho continente. Mas esta época tive o gosto de o ver à saciedade ao longo da melhor prestação europeia do meu clube nos últimos 30 anos. Não foi apenas pelos resultados, pois já chegámos, algumas vezes, aos quartos-de-final da Liga dos Campeões e até finais da Liga Europa. Foi sobretudo pela qualidade de jogo que vi em Turim e Paris, pela “fome de golos” em Israel para vencermos o grupo. Foi, ainda, pela demonstração de força dos 7-1 ao Club Brugge em 180 minutos. E até mesmo na eliminação em Milão, o empate conseguido já nos descontos foi muito importante, a nível psicológico, para a reta final da temporada. Foi um prazer incrível sentir que o meu SL Benfica pode realmente bater-se com qualquer equipa do Mundo. E com o Enzo na equipa até ao final da temporada, não sei não… Esta foi a maior conquista que Roger me deu!
Resultado de tudo o que antecede: “E o Benfica é Campeão!”. A melhor equipa portuguesa na época 2022-2023 venceu, de forma muito merecida, o seu 38.º campeonato da sua história. O melhor ataque, a melhor defesa, a equipa com melhor dinâmica a nível ofensivo, o coletivo que melhor impediu que a bola (pouco) chegasse à sua baliza. Em suma, a equipa que jogou melhor futebol em Portugal. Era justo ter ganho com mais pontos de avanço sobre um FC Porto que invejo na mentalidade competitiva, mas que este ano esteve uns furos bem abaixo do seu grande rival.
Fica para o fim uma referência ao mais importante de toda esta caminhada. O povo do Benfica! Foram quase 60 mil de média de assistências na Luz. Cada estádio dos adversários que visitávamos enchiam de forma brutal, com um apoio de uma massa humana sem igual neste nosso Portugal. Da minha parte fiz praticamente todo o “38” atrás do Benfica. Sempre ao lado da mulher da minha vida (Obrigado por tudo), com Amigos e “Irmãos” nortenhos – e não só –que me deixam o coração cheio a cada partida. E, claro, o Benfica Independente que me ajudou a “Benficar” antes e depois dos jogos. Antevisões e rescaldos com análises sobre os adversários e os encontros, sempre pela positiva e em prol do Futebol. Muito Obrigado. Sou uma pessoa mais feliz com gente como vocês! São o melhor que o Benfica me deu!
A próxima época começa com um jogo DECISIVO: a Supertaça. É fundamental para o resto do ano desportivo. Nunca esquecer aquele jogo em 2010 e o quão importante foi no desenrolar do resto da temporada. O Benfica perdeu Enzo e Grimaldo e talvez possa perder Otamendi e Gonçalo Ramos. Mais uma vez, o mercado de Verão terá de ser de grande qualidade para termos bases sólidas em busca do Bicampeonato, da Supertaça, da Taça da Liga e da Taça de Portugal, além, claro, de mais uma excelente prestação na Europa. É para ganhar TUDO, a nível nacional.
Rumo ao 39!
Ao Benfica o que é do Benfica!
1904!

PS: Não consigo terminar este desabafo sem falar da festa de campeão. No estádio foi bonita. Na saída da Catedral viu-se o inferno vermelho e branco. Mas e o resto? A repressão policial, um fraco speaker que não tem competência para cumprir a função e um Marquês que é uma discoteca a céu aberto. Triste! Em 2010 e 2014 vi a equipa do Benfica a ir à festa do seu povo. Depois disso, é o povo fazer de figurante numa festa organizada pela empresa Benfica. Pensem bem nisto…"

5 minutos: Diário...

RND - 45 minutos...

RND - Carrega #12

El Mítico #49 - Mantener, vender y prestar

BI: React - Eu Amo o Benfica #2 - Para ti, pequeno genial

Visão: React - Eu Amo o Benfica #1 - Com quantos paus se faz uma canoa!!!

BI: React - Eu Amo o Benfica #1 - Com quantos paus se faz uma canoa !!!

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Ataque Rápido S03E44 - A final da Champions com mais cara de Manchester City?

Zero: Ponto Final - Nuno Coelho

Fever Pitch - Domingo Desportivo de Final de Temporada em Versão Alargada

O possível regresso de Ángel Di María


"Um verão quente aproxima-se e os habituais rumores de mercado já começaram a ferver. Um deles, apenas um deles, é Ángel Di María, o mágico que já encantou terras portuguesas no passado e conquistou o mundo depois de se lançar no Sport Lisboa e Benfica.
Apesar dos quase 80 nomes apontados às águias desde o fecho do último mercado de transferências, este tem um caráter especial. Este, este em particular, encanta qualquer um que porventura ouça o seu nome associado ao Benfica. Contudo, será este regresso possível?
Di María tem neste momento 35 anos e terminou contrato com o seu clube atual, a Juventus FC, tornando-se assim um jogador livre no mercado. No que diz respeito ao lado financeiro, o facto de o argentino poder vir a custo zero é muito positivo para aqueles que o queiram contratar, pois assim não têm de gastar qualquer montante na transferência diretamente.
Por outro lado, as contas complicam-se quando entra em causa o possível salário do jogador. Di María auferia cerca de seis milhões de euros anuais em Itália, algo impensável para a realidade portuguesa, independentemente da boa situação financeira dos encarnados.
Cá por Lisboa, o jogador mais bem pago do atual campeão português, João Mário, recebe cerca de dois milhões e seiscentos mil euros por ano, uma diferença considerável. Ou seja, para o argentino representar novamente as águias, provavelmente teria de abdicar de pelo menos um terço do seu ordenado atual.
Numa altura onde o mercado árabe tem vindo a captar a atenção de estrelas mundiais nos seus trintas, onde a obtenção de mais dinheiro nos anos finais de carreira tem vindo a tornar-se hábito e o amor ao clube se ofusca por entre contratos milionários, a contratação de uma estrela como Di María não se prevê fácil de todo.
Para o processo se tornar simples, a vontade do jogador regressar à Luz tem de ser mesmo muita, e nesse caso tudo aquilo que é visto como um possível entrave ou problema deixa de o ser. A boa ligação com o ex-colega de equipa e atual presidente do Benfica, Rui Costa, pode pesar nas negociações, mas ao fim ao cabo, a decisão respetivamente ao seu futuro cabe apenas ao jogador.
Por cá, as camisolas número dez e onze estão totalmente à disposição daquele que seria o encaixe perfeito na equipa encarnada. A nível desportivo o argentino traria um ótimo equilíbrio entre a qualidade e experiência face ao plantel que o Benfica possui.
Já com 35 anos de idade e várias lesões acumuladas, a titularidade não é 100% indiscutível, mas a sua presença no plantel acrescentaria uma qualidade tremenda, quer a jogar de início, quer a sair do banco.
A qualidade na rotação do plantel é um dos aspetos mais importantes a ter em conta na construção do mesmo, e com a sua vinda as opções de rotação para a posição ficavam assim completamente asseguradas.
Um jogador de calibre diferenciado como é o caso do fantástico canhoto argentino não só seria uma grande adição ao clube encarnado como também à Liga portuguesa que viu Di María sair menino, e, agora, assistiria assim ao retorno do já homem que tanta magia espalhou além-fronteiras.
Por enquanto, o seu regresso é apenas uma possibilidade, mas quem sabe num futuro próximo seja possível reconciliar o amor que há tantos anos se separou."

O dilema das guarda-redes no futebol feminino


"Na equipa de futebol feminina do Sport Lisboa e Benfica, uma das posições onde é quase consensual que é necessário reforçar é a baliza.
Na minha opinião pessoal, tanto a internacional portuguesa Rute Costa como a norte-americana Katelin Talbert são das melhores guarda-redes a nível nacional, mas ambas são muito curtas para um contexto internacional ao mais alto nível. Ou seja, se o Benfica quiser ser mais competitivo na Champions, precisa de uma guarda-redes de maior qualidade.
No entanto, essa busca pode ser mais complicada do que parece. Quem costuma acompanhar futebol feminino sabe que, mesmo em jogos ao mais alto nível, é bastante frequente ver golos onde as guarda-redes ficam muito mal na fotografia. Dentro do pouco que eu acompanho de futebol feminino, eu diria que existem duas principais causas para isto acontecer:
A primeira causa é o facto de que a meu entender, as balizas são demasiado grandes para as mulheres. Quando se avalia uma guarda-redes feminina, é preciso entender que as mulheres não possuem as mesmas características fisiológicas que os homens: altura, impulsão, agilidade, elasticidade, etc. Isto significa que as mulheres podem sofrer golos em lances que um homem defenderia com relativa facilidade.
A segunda causa, é que se por um lado, há golos que as mulheres sofrem em lances onde são claramente desfavorecidas, há outros golos que as mulheres sofrem porque cometem falhas de abordagem clamorosas. Mas afinal de contas, porque é que isto acontece?
A meu entender, eu creio que a posição de guarda-redes é aquela que no futebol feminino, tem uma formação mais atrasada e menos desenvolvida. Em grande parte dos países (com excepção de alguns que possuem uma tradição mais antiga no futebol feminino), o trabalho específico de guarda-redes ainda é uma coisa relativamente recente no futebol feminino.
Embora não esteja por dentro dessa situação, acredito plenamente que muitas das guarda-redes que competem actualmente ao mais alto nível, não devem ter feito específico na formação. E isso faz com que estas não adquirissem os princípios básicos de jogo na posição.
O portal desportivo Soccerdonna tem apontado Katelin Talbert a clubes estrangeiros. E em contrapartida, tem associado ao Benfica a guarda-redes alemã Lena Pauels, guarda-redes do Werder Bremen, internacional pelas selecções jovens da Alemanha.
Desconhecendo completamente o seu valor como guarda-redes, é uma aposta que caso de confirme, me deixa agradado pelo único e simples motivo de vir de um país que é uma das principais escolas no futebol feminino e que formou algumas das melhores guarda-redes do mundo.
E isso leva-me a acreditar que ela possa ter tido uma formação mais desenvolvida e que tenha adquiridos os princípios básicos de jogo, que podem servir de base para possa ser trabalhada e desenvolvida por cá."

Economia do desporto


"Economia do desporto: será que estas duas noções (economia e desporto) apresentam associações incongruentes? Ou será que é uma particularidade dos economistas? Contemporâneo do aparecimento dos primeiros desportos e do consumo de artigos desportivos, o barão Pierre de Coubertin não terá sido, provavelmente, ingénuo ao ponto de se pronunciar sobre isso. Hoje, em dia, o desporto, como prática e como espetáculo, é financiado e sujeito a uma gestão.
A atividade desportiva implica o consumo de bens e de serviços, que têm de ser produzidos e que têm um custo que determina o seu preço. Numa economia de mercado capitalista, a prática do desporto dá origem a uma procura de bens e de serviços, abrindo, assim, um mercado para a indústria e o comércio, e, claro, criando emprego. A finalidade da economia do desporto expande-se com a redução do tempo médio de trabalho, permitindo um estilo de vida, em que a parte do tempo livre aumenta. Sendo, em certas condições, uma esfera de investimento rentável e um vasto mercado nacional e internacional, o desporto atrai capitais e publicidade. Desta forma, o resultado é uma interpenetração crescente do desporto e da economia.
Nos países ditos desenvolvidos, o peso económico do desporto situa-se entre 0,5 e 2% da economia nacional. Os montantes financeiros tendem a concentrar-se no desporto profissional, de alto nível e de lazer, que ocupa um lugar importante na economia do desporto. No entanto, a economia do desporto não pode negligenciar a participação das populações, exigindo infraestruturas, equipamentos, deslocações e custos de organização.
A economia do desporto moderno nasceu no final do século XVIII. As relações entre a economia e o desporto estreitaram-se no início do século XX: os órgãos de imprensa organizam corridas de bicicletas, surgem os primeiros desportos profissionais nos Estados Unidos da América e, nos anos 1930, o futebol profissional estende-se pela Europa. Os Jogos Olímpicos de 1936 foram o primeiro grande acontecimento desportivo a ser transmitido pela televisão a nível internacional e os primeiros patrocinadores, que substituíram os antigos mecenas desinteressados, apareceram nos desportos americanos e ingleses.
A investigação sobre a economia do desporto enfrenta ainda muitos problemas metodológicos. O primeiro, é a definição do próprio desporto. Em seguida, a insuficiente transparência sobre o financiamento e a gestão do dinheiro que circula no desporto. A ausência de informações estatísticas sistemáticas e publicadas persiste, obrigando o investigador a cruzar dados fragmentários provenientes de fontes diversas e, muitas vezes, incoerentes. Os recenseamentos efetuados pelas organizações profissionais interessadas no desporto são tão parciais, como os seus próprios interesses (comerciais ou financeiros). Os benefícios e os custos do desporto não podem, portanto, ser medidos com exatidão, sendo necessário fazer suposições restritivas; por exemplo, na avaliação monetária do trabalho desportivo voluntário ou dos benefícios sociais e de saúde do desporto. Ou ainda, que proporção do calçado desportivo vendido é, efetivamente, utilizada para a prática desportiva?
A economia do desporto conheceu igualmente um alargamento do seu domínio na última década. O campo de análise abrangido inclui agora elementos da economia pública (orçamentos desportivos dos Estados e das autarquias, fiscalidade), o estudo do comportamento das famílias (práticas desportivas e consumo), incursões na economia industrial (a indústria e os mercados de artigos desportivos e as estratégias das empresas envolvidas no desporto) e o estudo do impacto do desporto no meio ambiente.
Existe uma “mercantilização” do desporto, submetendo-se a uma lógica económica. E isso, por vezes, vai para além do que é compatível com a ética desportiva."