A história do Ronaldo e de Jorge Jesus já não é sobre um aquecimento. É sobre poder. Luís Vilar acusou CMTV, Now e Record de terem incendiado o caso e colocado Jorge Jesus no banco dos réus. Há um pequeno detalhe. Cristiano Ronaldo, através da CR7, S.A., detém 30% da Medialivre. CMTV. Now. Record. Correio da Manhã. Hoje apareceu outro detalhe. Bem mais incómodo. Carlos Padrão, amigo de Jorge Jesus, foi à SIC e apontou diretamente para Tiago Craveiro, funcionário da CR7, S.A. e antigo dirigente da FPF. A acusação é esta: Craveiro terá ameaçado com o despedimento de Jorge Jesus caso o Selecionador Nacional não abrisse a conferência de imprensa com um guião de pedido de desculpas a Cristiano Ronaldo. Leiam outra vez. Um funcionário da empresa de Ronaldo é acusado de ameaçar o Selecionador Nacional com o despedimento caso este não lesse publicamente um pedido de desculpas a Ronaldo. É uma acusação. Falta prová-la. Mas há uma pergunta que devia estar hoje em todas as redações: Tiago Craveiro fez ou não fez esta ameaça? É simples. Perguntem-lhe. E já agora perguntem quem escreveu o alegado guião. Porque se a resposta confirmar a acusação, o problema nunca foi o aquecimento de Cristiano Ronaldo. O problema estava fora do relvado. https://t.co/xaIpfoCYLm
— O Dissidente (@dissidente1983) October 6, 2026
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quarta-feira, 7 de outubro de 2026
A ameaça!
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