Últimas indefectivações

sexta-feira, 18 de outubro de 2024

Valeu pela qualificação...

Benfica 2 - 3 Leuven
27-25, 27-29, 20-25, 25-21, 11-15


Depois da vitória na Bélgica(0-3), só precisávamos de vencer 2 Set's, mas mesmo assim, a coisa esteve 'preta'!

Não estamos a jogar bem, e com a lesão do Pablo as coisas não melhoraram!!! O Nivaldo tem um enorme potencial, mas ainda não está integrado, principalmente na defesa. O Pablo na 1.ª época também parecia algo perdido, o Cubano neste momento está num patamar parecido!

Uma nota para os miúdos: entraram bem... Leitão e Natário!

Em condições normais seriamos favoritos com os Eslovenos na próxima ronda, mas a jogar assim, não sei...

Festival de desperdício...

Blackburn 1 - 1 Benfica
Farias


Mais um empate, após mais um festival de desperdício, tal como no 1.º jogo! Hoje até desperdiçamos um penalty... sendo que o Hugo Félix, nestes dois jogos, falhou quase uma dezena de golos feitos!!!

Uma nota para o regresso do Francisco Neto, após muitos meses de fora, após uma lesão grave!

Derrota na Turquia...

Besiktas 90 - 55 Benfica
20-11, 30-14, 25-22, 15-8

Não sei se foram as viagens, ou as ausências (Artemis, Sidney...), mas a equipa jogou mal e pareceu-me sem energia, independentemente do facto do adversário ser melhor... Com 3/20 nos 3 pontos, é impossível ganhar!

BI: Antevisão - Pevidém...

Um camisola dez rececionista e a videochamada com Messi: eis o Pevidém antes do Benfica

Rui Costa ilibado é trunfo para Adidas e Emirates…


"Com o clube sob fogo de chumbo grosso — e não é de prever rápida sentença para este processo — ou os benfiquistas se unem em nome de um bem maior, ou terão vida ainda mais difícil…

O Benfica, num primeiro momento, reagiu à acusação do Ministério Público, que, grosso modo, pede a suspensão do clube das competições profissionais de futebol, por um prazo de seis meses a três anos, com uma comunicação obrigatória à CMVM. Seguir-se-ão muitos outros passos, a começar pelo pedido, por parte dos advogados dos encarnados, de abertura de instrução, e a Justiça seguirá o seu caminho, com os seus tempos próprios, como cumpre num Estado de Direito.
No que respeita ao processo — neste como nos que já correram, com este ou outros clubes, recorde-se — muito será especulado, debatido, exaustivamente esmiuçado, com muito fumo e pouco fogo, mais parra que uva, mais ruído que substância. Será um debate absolutamente estéril do ponto de vista jurídico, que terá, porém, o condão de manter a atenção da opinião pública focada no assunto, servindo, por isso, um determinado propósito.
Não darei, como não dei noutros casos, com outras cores, para esse peditório, preferindo aguardar pelo resultado do caminho que a Justiça irá fazer, lembrando apenas que a procissão ainda está no adro. Acredito na Justiça e nas suas várias instâncias, verbero, é certo, a lentidão com que alguns processos são tratados, que levam a indesculpáveis prescrições, mas prefiro esperar pelo trânsito em julgado para perceber se há inocentes ou culpados.
Porém, há uma guerra em que o Benfica se encontra em tremenda desvantagem, dê o que der este processo: a da imagem. Estando nós perante uma matéria que deverá arrastar-se por um tempo razoável, está na rua, ao alcance de todos, através das redes sociais e em alguma opinião publicada ou falada, uma arma de arremesso temível, que não deixará de abalar a credibilidade do clube, dentro e fora de portas. Dessa batalha comunicacional que já está em marcha, desigual, porque no tribunal da opinião pública não é preciso fazer prova, nem há instâncias de recurso, o Benfica deve alinhar, desde já, uma estratégia de contenção de danos, jogando os trunfos que tem. E quais são esses trunfos? O primeiro e mais forte, o facto de «nenhum outro dos anteriores ou atuais membros do Conselho de Administração da Sociedade, incluindo o seu Presidente, ter sido acusado no âmbito deste processo.» O facto de o Ministério Público ter, expressamente, tirado Rui Costa deste filme, é uma carta que o Benfica precisa de usar, não só junto dos sócios, seguramente perplexos com o que está a acontecer, mas também — e não se trata de coisa menor — na interlocução com os patrocinadores, nomeadamente a Adidas e Emirates, dois pilares do clube.
Mas há outro ponto fundamental, que o emblema da Luz — e aqui refiro-me aos membros dos Órgãos Sociais e aos movimentos organizados que têm mostrado o seu desagrado pelo rumo que o clube tem levado — deve observar, e que está inscrito como lema, desde 1904: «E Pluribus Unum», de todos, um. Nesta fase em que o Benfica está, ninguém duvide, debaixo de fogo pesado, se não se mantiver blindado aos ataques, corre o risco de, um dia destes, precisar de ser Fénix. E isto também é válido para os processos que se seguirem, caso venham a existir…"

Roberto Martínez arranjou um grande problema a Bruno Lage


"Selecionador parece estar na mesma situação do treinador do Benfica. Só tem um central titular e o suplente dos encarnados, António Silva, jogou os 90 minutos na Escócia…

Bruno Lage tem um problema para resolver no Benfica. Depois de, num ápice, ter corrigido muitos dos erros cometidos por Roger Schmidt — definiu de imediato a ideia de jogo e encontrou rapidamente um onze-base —, o treinador só tem agora uma dúvida: Tomás Araújo ou António Silva. E a ordem não é inocente.
Tomás Araújo está à frente de António Silva e não foi, claro, por acaso que foi o titular nos dois últimos jogos dos encarnados, o que terminou com fantástica goleada por 4-0 sobre o Atlético Madrid e o que mal começou, com o Nacional.
Pelo meio do nevoeiro, houve um interregno nas competições internas e Bruno Lage perdeu três centrais para as seleções. Otamendi rumou à Argentina, António Silva à Seleção Nacional e Tomás Araújo também foi chamado por Roberto Martínez, depois de inicialmente convocado para os sub-21 — substituiu o lesionado Gonçalo Inácio. E aqui considero que o selecionador nacional arranjou um grande problema a Bruno Lage.
Não com a chamada de Tomás Araújo, que até acaba por justificar a preferência do treinador do Benfica, mas porque deu a titularidade a António Silva no jogo com a Escócia — Tomás Araújo acabou por ficar de fora dos eleitos para os dois compromissos da Liga das Nações, no primeiro por opção e no segundo devido a um traumatismo. Ou seja, de suplente no Benfica a titular da… Seleção.
Roberto Martínez parece estar na mesma situação de Bruno Lage. Só tem um central titular: Rúben Dias. Falta-lhe encontrar o sucessor de Pepe. Com Danilo, ao que parece, já fora das contas, há, para já…, três candidatos para o lugar: Gonçalo Inácio, Renato Veiga e António Silva. O sportinguista, pela lógica, seria o mais bem posicionado, até por ser esquerdino e o mais experiente, mas o espanhol parece não morrer de amores por ele, o que abre espaço a Renato Veiga e António Silva, curiosamente, ambos apostas iniciais nestes dois jogos da Seleção Nacional.
António Silva regressa assim à Luz como titular e — dúvidas quanto à condição física de Tomás Araújo à parte — diria que só não vai diretamente para o banco porque o próximo jogo é para a Taça de Portugal, com o Pevidém. Bruno Lage vai certamente gerir a equipa e Otamendi, que regressa da América do Sul, deve ser um dos que vai ficar de fora.
A seguir, com o Feyenoord, para a Liga dos Campeões, é que vão começar as complicações. Otamendi, que, curiosamente, esteve ausente na única derrota da época, em Famalicão, é o capitão e, neste momento, indiscutível, apesar dos 36 anos, tendo Bruno Lage de optar entre Tomás Araújo e António Silva. Ambos são jovens — 22 anos o primeiro, 20 o segundo — e com grande potencial. Não é por acaso que estão referenciados pelos grandes clubes e que valem milhões, mas a escolha vai valorizar um e desvalorizar outro. Inevitavelmente. Um grande problema para Bruno Lage, que tudo o que menos precisava nesta era ser gestor…"

Tão generosos que ligas e clubes são...


"Afinal, o Mundial de Clubes nem precisa de começar. Todos estão dispostos a pagar à FIFA, desde que não tenham de jogar com equipas da Nova Zelândia ou da Tunísia...

«Os objetivos que tem para o mundo do futebol também os temos nós. Não somos egoístas. Isto não se resolve com um Mundial de Clubes»
Javier Tebas, presidente da liga espanhola, em apelo a Gianni Infantino, homólogo da FIFA

Afinal, a FIFA pode estar descansada. Quer mais dinheiro para desenvolver o futebol mundial, mas não precisa de fazer mais competições por causa disso. Os grandes clubes e as grandes ligas vão, generosamente, entregar-lho, desde que não sejam obrigados a jogar com clubes da Nova Zelândia, da Tunísia ou dos Emirados Árabes Unidos. Isso é que não. Já têm jogos que chegue, e uma competição que se prolonga até 13 de julho não permite preparar convenientemente uma época com uma digressão aos Estados Unidos ou à China para jogarem uns contra os outros.
Javier Tebas, presidente da liga espanhola, garantiu isso mesmo a Gianni Infantino, homólogo da FIFA, enquanto apelava para acabar com o Mundial de Clubes antes sequer dele começar. E como não confiar no presidente da liga que tem os dois resistentes da Superliga, Real Madrid e Barcelona — alegadamente começa em setembro; vão jogar um contra o outro por esse mundo fora?
Queixava-se Tebas, há uns anos, que os clubes da Superliga queriam ficar a jogar sozinhos e que o facto de não terem de lutar para se apurarem para as provas da UEFA iria destruir as ligas nacionais, mesmo que nelas continuassem a competir. Mas a Superliga, pelo menos na versão 2.0, também prometeu criar um mecanismo para fazer chegar dinheiro a quem nela não participava, à semelhança do que faz a UEFA. Em que ficamos? Não chega então pagar para não jogar?"

5 minutos: Diário...

RND - Carrega...

Terceiro Anel: Diário...

Observador: E o Campeão é... - Rodar jogadores na Taça? "Cuidado com as surpresas"

Zero: Tema do Dia - Será Thomas Tuchel selecionador para trazer títulos para Inglaterra?

Observador: Três Toques - Quem são os melhores treinadores do mundo?

Zero: Reactzz - S02E06 - Estamos como o tempo, uma confusão!!

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TNT - Melhor Futebol do Mundo...

Lanças...


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