Últimas indefectivações

quinta-feira, 15 de abril de 2021

Rumo ao Tetra


"Aproxima-se mais um fim de semana com muito Benfica para vermos e apoiarmos, com o aliciante de podermos celebrar mais um título.
Para sábado, às 18h00, no Estádio da Luz, está agendado o início do desafio com o Gil Vicente, em futebol. A nossa equipa vem de uma série de seis triunfos consecutivos na Liga NOS (sete em todas as competições) e procurará somar mais uma vitória ante um adversário que, na primeira volta, lhe criou bastantes dificuldades.
Ainda no futebol, a equipa B terá uma difícil deslocação a Vizela, atual 2.º classificado da Liga SABSEG (segunda-feira, às 20h00) e a equipa feminina visitará um dos candidatos ao título, o Braga (domingo, 18h00).
Relativamente às modalidades de pavilhão, e começando pelo andebol, no sábado defrontaremos o Boa-Hora, às 15h00, na Luz para o Campeonato e, no domingo, às 17h30, o Alto Moinho a contar para os oitavos de final da Taça de Portugal.
Maia Basket será o adversário da nossa equipa de basquetebol na última jornada da fase regular (sábado, 15h00), enquanto as nossas basquetebolistas jogarão no pavilhão do Quinta dos Lombos no primeiro jogo das meias-finais dos play-off (domingo, 12h30).
No hóquei em patins será fim de semana de jogos grandes. Nos homens, depois da brilhante prestação, com duas goleadas a Barcelona e Liceo, no grupo C de acesso à final four da Liga Europeia, selando o apuramento, será a vez do encontro com o Óquei de Barcelos (sábado, 18h00) no âmbito do Campeonato Nacional. Quanto às comandadas por Paulo Almeida, terão pela frente o Sporting, segundo classificado a três pontos de distância do líder Benfica (domingo, 18h30).
Ainda o futsal em que, nos homens, haverá a muito difícil deslocação ao Fundão, casa do 3.º classificado da Liga Placard (sábado, 17h00). Quanto à nossa equipa feminina, se lograr a obtenção de um triunfo na deslocação ao pavilhão do Quinta dos Lombos, sagrar-se-á tetracampeã nacional com três jornadas ainda por disputar, podendo assim, já no domingo, às 16h00, cimentar a hegemonia benfiquista na vertente feminina da modalidade. Será um desfecho inteiramente justo face ao assinalável percurso feito pela nossa equipa ao longo da época.
Por fim, destacamos a realização, de sexta-feira a domingo, do Campeonato da Europa de Judo, com sede em Lisboa. Em causa estarão medalhas e o apuramento olímpico, pelo que é com enorme expectativa que seguiremos o desenrolar da prova. Serão cinco os judocas do Benfica em competição: Telma Monteiro (-57 kg), Bárbara Timo (-70 kg), Rochele Nunes (+78 kg), Rodrigo Lopes (-60 kg) e Anri Egutidze (-81 kg).
Que todas as nossas equipas e atletas possam ter a sensação de dever cumprido neste fim de semana, é o que desejamos.
De Todos Um, o Benfica!"

O Cantinho Benfiquismo #47 - Nas Asas Do Suiço

Uma amostra...!!!


"Hoje vamos pedir-vos para perderem 5 minutos do vosso tempo a ver este vídeo. O jogo é o Águas Santas-Benfica, em Andebol. O canal é a Andebol TV, canal da Federação Portuguesa de Andebol. 
 Pedimo-vos que apreciem a forma como os dois comentadores destacados para o jogo fazem o papel de adeptos, num festival de parcialidade e anti-benfiquismo primário. E isto foram só os últimos 3 minutos de jogo. Foi todo o jogo neste registo. Não queríamos acreditar quando vimos (e ouvimos) as expressões de desagrado por lances de sucesso do Benfica e lances falhados pelo Águas Santas. Bateu-se no fundo, meus amigos.
Absolutamente inacreditável como o Benfica não toma uma posição e se permite a este desrespeito. Não admira que não se ganhe praticamente nada nas modalidades há alguns anos. O interesse zero com que Luis Vieira olha para as modalidades amadoras faz com que o clube seja completamente vexado por tudo e todos nestes meios. Vergonhoso e inaceitável."

Amigos!


"O mesmo CD Nacional, que não aceitou o pedido de adiamento por parte do SL Benfica em janeiro, vê agora o seu jogo frente ao #PortoaoColo adiado de sábado para domingo.
Há sempre interesses que falam mais alto."

Maratonistas de fundo !!!


"Se dúvidas houvesse. O Armstrong ao pé destes meninos é um santo. É pró menino e prá menina. Como quem diz, é pró Alcorcon e pra toda a gente que mexe no Calor da Noite! Ninguém faz nada? Ninguém denuncia?"

ADN


"É o ADN Porto a fazer amigos por essa europa fora.
City e Chelsea.
No mesmo ano, o mesmo retrato.
Um clube sujo que continua a envergonhar o desporto."

Voando como só um finlandês sabe...


"Houve um dia em que alguém lhes chamou Finlandeses Voadores. Em inglês ficava bem: Flying Finns. Em finlandês já era o diacho: Lentävä Suomalainen. Mas em finlandês não há nada que pareça fazer sentido para quem não arranhe nem um bocadinho da língua. Isto foi muito antes de aparecerem os pilotos de ralis e de Fórmula 1, como Timo Mäkinen, Markku Alén, Keke Rosberg, Henri Toivonen, Ari Vatanen, Mika Häkkinen, Kimi Räikkönen e por aí fora, que acabaram por herdar o nome dos seus compatriotas que surgiram praticamente no início do século passado. A primeira vez que a designação pegou foi à custa de Juho Pietari Kolehmainen, mais conhecido por Hannes, o Sorridente, por andar sempre com os dentes à mostra. Nos Jogos Olímpicos de Estocolmo, em 1912, o seu sorriso já de si tão sorridente que parecia esfregado diariamente com paus de areca, tornou-se ainda maior, de orelha a orelha: levou para casa três medalhas de ouro e dois recordes do mundo. Magro como um pau de virar tripas, Pietari só comia vegetais e era tijoleiro de profissão. Nasceu em Kuopio, na Savónia do Norte, e ganhou as provas de corta-mato, de 5 e 10 mil metros. A prova dos 5 mil metros ficou para a história por via do duelo feroz entre o sorridente e o sisudo Jean Bouin, que usava um bigode à mexicano e era tido como o melhor fundista do seu tempo. Hannes bateu-o por 0, 1 segundos, algo que para uma distância de cinco quilómetros não vale um pelo de moustache. Depois veio a I Grande Guerra e Piatri dedicou-se mais aos tijolos do que às corridas. Ainda assim, nos Jogos de Antuérpia, em 1920, ganhou a maratona quase com uma perna às costas, ao mesmo tempo que outro finlandês começava a voar e de que maneira. Chamava-se Paavo Nurmi, e além de ser, provavelmente, o mais famoso do clube dos Finlandeses Voadores, também tinha a alcunha muito própria de ‘O Fantasma’, talvez por vencer muitas provas sem que se desse muito por ele e pela sua figura ainda mais raquítica do que de Hannes.
Os finlandeses levavam as provas de fundo muito a sério. Paavo não se limitou a ganhar as medalhas de ouro dos 10 mil metros, de corta mato e de corta mato por equipas em Antuérpia como, quatro anos mais tarde, em Paris, aboletou-se com o ouro nos 1500, 5000, corta mato individual e coletivo, além da dos 3000 metros por equipas. Em Amesterdão, 1928, somou mais uma medalha dourada nos 10 mil metros, tendo acumulado pelo caminho outras três de prata, nos 5000 (1920 e 1928) e nos 3000 obstáculos (1928). A Finlândia, sempre tão silenciosa lá no topo leste da Escandinávia, descobrira uma mina.
Com nomes tão difíceis de decorar como a totalidade da Tabela Periódica moderna, que deu cabo dos simpáticos e simples 33 elementos químicos de Lavoisier, é natural que a memória coletiva, em geral com tendência para a preguiça, tenha atirado muito bom finlandês voador para o poço fundo do olvido. Um deles, seguramente, foi Vito Eino Ritola, camponês de Seinäjoki, bem ao norte, e nascido na simpática cidade de Peräseinäjoki como 14.º filho de uma fileira de 19 irmãos. Bom amigo do sorridente Hannes, acabaria por emigrar para o Estados Unidos em 1913 e foi preciso haver uma quotização na comunidade finlandesa da América para o enviar aos Jogos Olímpicos de Paris. Dinheiro bem empregue: trouxe de lá o ouro nos 10 mil metros, nos 3000 obstáculos, nos 3000 por equipas e no corta-mato por equipas, e a prata nos 5000 e no corta mato individual. Em Amesterdão foi medalha de ouro nos 10 mil metros e de prata nos 5000.
Já o voador Volmari Fritijof Iso-Hollo, que tinha o diminutivo de Vomma, foi mais do que campeão. A sua primeira medalha de ouro foi conquistada nos Jogos de 1932, em Los Angeles, nos 3000 obstáculos. Bateu o recorde do mundo, mas não valeu. O juiz da prova estava mais interessado nalguma garota que lhe acenava das bancadas e não esteve nem aí para a prova de Vomma. Por isso, ele continuou a correr e a correr até, finalmente, o mandarem parar e o considerarem vencedor. Tinha percorrido 3460 metros em 10.33.4. Hollo encolheu os ombros. No ano seguinte, em Lathi, bateu finalmente o recorde do mundo da distância – 9.09.4. Depois voltou a batê-lo, nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, com o ouro à mistura: 9.03.8. No dia seguinte entrou na prova de 10 mil metros e ficou em terceiro.
Militar, Iso-Hollo era uma maníaco do exercício físico. Ainda jovem foi assolado pela maldição do reumatismo e do lumbago. Mesmo contra as ordens dos médicos, continuou a correr como se se alimentasse a quilómetros. Em 1945, entorpecido, empenado, teimava em participar em provas mesmo que soubesse de antemão que não tinha hipótese de ganhá-las. Gastou o coração aos 62 anos. Ainda hoje deve correr lá nos campos verdes onde mora a saudade eterna. Ou, se calhar, não corre e voa apenas, daquela forma que só um finlandês sabia fazer."

Fever Pitch - João, Miguel & Pedro... Trio!

Fever Pitch - João & Juanjo... Itália!

Vitória na Maia...

Águas Santas 23 - 25 Benfica
(11-12)

A ausência do Kukic vai ser sentida. Se quisermos continuar a ganhar os jogos que teoricamente são para ganhar, temos que fazer a diferença na defesa, porque no ataque vamos ter problemas... até porque como se viu hoje, quando a diferença for mais pequena, os apitadeiros vão 'equilibrar' ainda mais!!!

quarta-feira, 14 de abril de 2021

Vantagem na eliminatória...

Leixões 1 - 2 Benfica
Gouveia, Semedo


Vitória na 1.ª mão dos Quartos-de-final da Taça Revelação, em Matosinhos! 
Começamos mal, com um golo consentido, mas reagimos imediatamente com um grande golo... e após a expulsão dum jogador da casa, ficámos definitivamente a mandar no jogo... Contra uma equipa que luta muito, dá muita porrada, mas em condições normais é bastante inferior à nossa!
Dito isto, na 2.ª mão no Seixal, apesar da vantagem, terá que ser gerida com cuidado!

105x68...

Modalidades #42 - Semanada...

Leonor...

Ciclo positivo


"A nossa equipa de futebol tem vindo a atravessar um bom momento, com exibições e resultados condizentes com as aspirações de todos os benfiquistas.
Presentemente encontra-se num ciclo de sete vitórias consecutivas em competições oficiais, igualando a melhor série da temporada, alcançada no início da época.
Muito já se falou dos problemas que afetaram o plantel, tornando-se mais evidente, depois de ultrapassados, a influência negativa dos mesmos no rendimento desportivo da equipa.
Das sete vitórias seguidas nos últimos sete jogos constam seis relativas à Liga NOS, perfazendo a melhor série de triunfos na prova na presente época. O Benfica é o clube que mais pontos conquistou na segunda volta do Campeonato, só sendo superado neste particular, analisando as seis principais ligas europeias, pelo Inter, em Itália.
Os pontos somados são uma consequência da melhoria dos índices competitivos da equipa, podendo estes ser constatados através de outros dados.
Por exemplo, no plano do desempenho defensivo, a "folha limpa" nas últimas sete partidas de competições oficiais resulta da maior segurança defensiva a nível coletivo. É preciso recuar a 2013/14 para se encontrar uma série mais prolongada. Na Liga NOS são também sete os jogos sem golos sofridos, só havendo três ciclos mais duradouros em toda a história benfiquista na competição.
No extremo oposto, a produção ofensiva tem sido aproveitada por Seferovic, autor de oito golos nos últimos sete jogos, sete nos últimos cinco (leva 20 desde o início da época, 16 na Liga NOS, sem qualquer grande penalidade). A equipa marcou 17 golos ao longo dos últimos sete jogos, perfazendo uma média de 2,42 golos por jogo (1,97 até ao início deste ciclo; 1,47 em janeiro e fevereiro), só não indo além de um tento no desafio com o Marítimo, no qual se contou o desperdício de três oportunidades de golo flagrantíssimas.
Por coincidência ou talvez não, desde que o rendimento da equipa subiu têm-se multiplicado informações falsas, presumindo-se a intenção de desestabilizar. Ainda ontem foi emitido mais um comunicado a desmenti-las e que agora reiteramos: o Clube não está no mercado à procura de quem quer que seja para reforçar a sua estrutura diretiva do futebol profissional.
Neste momento, apenas interessa ao plantel, à estrutura do futebol profissional e à direção do Sport Lisboa e Benfica, no que a tudo o que envolve o futebol diz respeito, vencer as oito partidas que faltam do Campeonato e a Taça de Portugal.
No imediato, o único objetivo da equipa passa por vencer o desafio com o Gil Vicente, um adversário que nos criou dificuldades na primeira volta e que se encontra no trio dos décimos classificados da Liga NOS. Ganhar para somar mais três pontos é o enfoque do plantel e é para tal que tem vindo a trabalhar arduamente ao longo da semana.
De Todos Um, o Benfica!"

Darwin | A emoção de quem sente o peso da camisola


"Darwin Nuñez foi apresentado no SL Benfica a 4 de setembro de 2020. O avançado, de apenas 21 anos, custou à equipa encarnada 24 milhões de euros e tornou-se a contratação mais cara da história do clube – e do futebol português. Na cerimónia de apresentação, Rui Costa afirmou que o uruguaio, ex-jogador do UD Almería, era um reforço de peso e que será um dos grandes avançados da década, no futebol mundial.
Darwin prometeu dar o melhor de si, marcar golos e ajudar a equipa o máximo que conseguisse. Com estas declarações, e com uma cláusula de rescisão no valor de 150 milhões de euros, é impossível não sentir uma responsabilidade acrescida. Apesar do jogador ter assegurado que estes dados monetários não eram um peso, a verdade é que nunca deixam de o ser. Com este peso e responsabilidade vem também outro sentimento – a emoção. E de facto, Darwin e os sentimentos fortes parecem andar de mãos dadas.
Tudo começou nesse dia 4 de setembro. Depois de ter recebido a camisola do clube com o número nove, número que enverga, das mãos de Rui Costa, o jogador beijou o símbolo do clube e mostrou estar emocionado. Mas a história não ficava por aqui.
O uruguaio foi aposta de Jorge Jesus logo na primeira jornada da Liga NOS, frente ao FC Famalicão, fez as assistências para o primeiro e quinto golos da partida, mas não marcou nenhum golo. Mais jogos se passavam e os golos teimavam em não aparecer. Até que esse jejum terminou. Ao minuto 42 do jogo frente ao KKS Lech Poznań, a contar para a fase de grupos da UEFA Europa League, um cabeceamento fulgurante do jogador permitiu que as “águias” se adiantassem no marcador. Escusado será dizer que o uruguaio não conseguiu esconder a raiva que sentia até ao momento, por não conseguir faturar ao serviço da equipa.
A partir desse momento a tempestade parecia ter chegado ao fim, e o jogo frente ao Rangers FC demonstrou que Darwin sabia qual era o verdadeiro peso de vestir o Manto Sagrado. O jogador entrou aos 60 minutos e alterou o rumo do jogo. A equipa lisboeta perdia por 3-1, mas o jovem avançado decidiu que esse não era o resultado justo. Aos 77 minutos assistiu Rafa e aos 91′ marcou o golo do empate. Mais uma contribuição fulcral que permitiu que a equipa continuasse na competição. 
Competições europeias à parte, na Primeira Liga o panorama não é o mais desejado pelo jogador. Até ao momento, tem cinco golos marcados e sete assistências, em 22 jogos, sendo que foi titular em 18 e suplente utilizado em quatro. Psicológico afetado, falta de confiança e exibições que ficavam aquém do esperado, a questão do peso da camisola parecia assombrar o jogador, visto que já não marcava desde fevereiro. No entanto, é importante referir que foi um dos muitos jogadores afetados pela COVID-19 e, a juntar a isso, sofreu uma lesão em março que, segundo Jorge Jesus, ainda o “incomoda um pouco em alguns movimentos de velocidade e travagem”.
Como se costuma dizer “depois da tempestade vem a bonança”. No último jogo, frente ao FC Paços de Ferreira o jejum foi novamente quebrado. Seferovic assistiu o “menino” do SL Benfica, que fez o 5-0 aos 89 minutos de jogo. E se no início se podia falar de emoção, agora este tema ganhou ainda mais destaque. Nos festejos, Darwin não conteve a emoção e, abraçado pelos colegas de equipa, desfez-se em lágrimas.
No final do jogo, o treinador elogiou-o e confessou que a qualidade que o avançado outrora tinha demonstrado em campo vai voltar. E assim esperam os adeptos. Não só pelo investimento que SL Benfica fez para o contratar, mas também porque pode ser uma peça fundamental para ajudar a equipa na reta final da Primeira Liga. Exibições menos positivas à parte, o mais importante a reter é que só quem passa por situações como estas é que sabe e sente o verdadeiro peso de vestir esta camisola. Darwin não é exceção."

O treinador e professor José Teotónio Lima


"Grande impulsionador do basquetebol profissional do Benfica, mais do que vencer jogos tinha a preocupação de estruturar a equipa

José Teotónio Lima foi treinador do basquetebol do Benfica e duas fases distintas: primeiro entre 1956 e 1965, e depois entre 1972 e 1975. Com a sua chegada ao clube, veio a esperança de uma estrutura mais organizada e da conquista de mais títulos para a equipa.
Em Agosto de 1956, enfrentava a sua primeira prova enquanto treinador para o I Torneio Internacional de Vigo entre o Benfica e o Real Madrid, tendo-se mostrado fundamental para estudar o plano de reestruturação da equipa e delinear uma estratégia para o futuro: 'Necessitava de contactar imediatamente com os jogadores e vê-los actuar em jogos expressivos, daqueles que não deixem ficar dúvidas, a fim de poder estudar um plano de remodelação para o futuro', disse na altura ao jornal O Benfica.
Em Outubro de 1960, na véspera de mais um Campeonato de Lisboa de Honra, o Benfica tinha nos seus ombros o título de campeão, muito graças ao seu treinador: 'Nos anos em que tenho treinado equipas do clube, a minha preocupação foi lançar as bases', explicou defendendo a prática constante de treinos. 'É preciso trabalhar muito mais, é necessário treinar quase todos os dias'.
Os seus valores como treinador foram rapidamente reconhecidos e, em Novembro de 1960, foi nomeado secretário-técnico do Instituto Nacional de Educação Física, a mesma instituição na qual se licenciou.
Na época de 1960/61, a modalidade destacava-se no Clube, tendo a equipa alcançado o título de campeão nacional de basquetebol. 'O Benfica alcançou, plenamente, o objectivo em vista quando resolvera concorrer a prova máxima do basquetebol português. (...) todas as palavras não serão de mais para realçar o mérito do triunfo do conjunto do Benfica, verdadeiro triunfo da unidade, êxito só possível devido ao verdadeiro espírito de equipa que sempre reinou em todos os momentos', escrevia-se no jornal O Benfica.
A 14 de Dezembro de 1960, o Benfica completa pela primeira vez na Taça dos Clubes Campeões Europeus de basquetebol, um dos objectivos traçados pelo professor. Apesar da derrota, o treinador, com a sua atitude positiva, disse: 'Julgo que o Benfica não deslustrou. Obrigamo-los a jogar e isso era o que pretendíamos'.
Poderá encontrar a história das vitórias das equipas de basquetebol do Benfica na área 3 - Orgulho Eclético no Museu Benfica - Cosme Damião."

Cláudia Paiva, in O Benfica

Benfica Podcast #404 - Clean Sheets-R-US

O Cantinho Benfiquista #46 - High Five

Ontem, por volta das 20h...!!!


"Só de olhar para a TV estamos drogados! Que dose de cavalo, minha Nossa Senhora."