Últimas indefectivações

domingo, 28 de setembro de 2025

Pré-época: Elite Cup - Meias-finais...

Descubram as diferenças. 👉 APAF

😍 O sonho da Caetana!

Entrevista: José Mourinho

Aursnes não serve para isto


"Mourinho queixa-se do cansaço para justificar as paupérrimas exibições. Estará longe de ser só isso ou de ser só isso misturado com a pressão. Falta algo que Bruno Lage percebeu logo

Não se deixem iludir pelo título. Aursnes é um dos melhores jogadores da Liga. Man, I Love Fredrik. Vê-se numas t-shirts nas redes sociais, que acredito que fiquem sempre bem a quem as vestir. A sua clarividência, leitura tática, solidariedade e, quase sempre, desempenho é bem acima da média. Só que o norueguês não pode ser o 6 ou sequer o 8 de uma equipa que joga ao ataque nas principais competições. Bem sei que era precisamente aí que jogava no Feyenoord e para aí que foi contratado, mas mantenho. E o cenário ainda fica pior com alguém como Ríos ao seu lado, graças a muitos gestos imperfeitos que também o colombiano comete.
Não é à toa que Enzo Barrenechea é essencial no meio-campo do Benfica. A sua distribuição é superior a qualquer dos outros médios. Aursnes, que invariavelmente toma boas decisões, tem uma definição no passe que deixa a desejar. E, quando é alvo de pressão, fica extremamente desconfortável. Viu-se nas poucas vezes em que aí foi utilizado. Viu-se também o quanto brilha em terrenos mais adiantados, onde consegue simplificar-se a si e a muitos ataques. A diferença está no sítio onde se perde a bola, onde o risco é diferente, mas também no espaço que se abre nas costas das defesas ou nas distâncias entre os vários setores. Futebol.
Acredito que para Mourinho, diante do Gil Vicente, fosse a decisão mais natural, ainda mais não tendo a experiência dos técnicos anteriores com o norueguês. No entanto, os encarnados acabaram por fracassar em termos futebolísticos — com sorte, não no resultado —, precisamente aí e ainda na fraca disponibilidade em recuar para entre os centrais e ajudar a construir, algo que não está nas suas rotinas. Toda a defesa ficou amarrada e exposta. Sobrou tudo para António SIlva — excepto o passe longo para Lukebakio — e o português cometeu erros.
Se se diz que uma das coisas que Lage começou por fazer bem, ainda que me pareça que se distorceu um pouco a imagem para favorecer a ideia, foi colocar os jogadores nos sítios certos, então Mourinho terá de começar por aí. Tal poderá passar por Aursnes estar mais à frente, Ivanovic ser um 9 de ataque à profundidade e não extremo ou sequer falso extremo com Pavlidis a possuir a liberdade para evoluir também como um elemento de ligação, e ainda desencontrar de flanco Dedic e Lukebakio, impedindo que o belga anule o bósnio, que gosta de ser profundo na direita. Sim, há o cansaço. Mas há mais e... também há jovens a querer mostrar valor. É preciso confiar."

BF: Jogo horrível, valeu os 3 pontos!

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Observador: E o Campeão é... - Benfica sem chama, identidade… Mas ainda há Pavlidis

BI: Entrevista a João Diogo Manteigas...

SportTV - Primeira Mão - 🌧️ OS JOGOS COM TEMPO INACREDITÁVEL: FC Porto, Benfica e Sporting

O elogio da estupidez


"«Não é estúpido por ter sido o segundo cartão amarelo, é estúpido mesmo que ainda não tenha recebido nenhum cartão amarelo. Se eu marcasse um golo como ele marcou esta noite, virar-me-ia para Chiesa e diria: 'É tudo graças a ti, Federico - excelente assistência, excelente corrida e eu não tive de fazer muito'.»
Arne Slot, treinador do Liverpool, sobre a expulsão de Ekitiké contra o Southampton

Nunca joguei futebol a sério, talvez por isso não perceba o conceito de tirar a camisola quando se marca um golo.
No basquetebol, um jogador que marque um triplo em cima do final para dar a vitória é mais provável que celebre como Cantona (mas sem gola levantada, que as camisolas não as têm), a olhar em redor durante dez centésimos de segundo antes de ser esmagado pelos companheiros de equipa.
No andebol, no voleibol, no râguebi, no hóquei em patins, ninguém tira a camisola para celebrar. E quando o festejo vale cartão amarelo obrigatório, não posso deixar de concordar com Arne Slot, treinador do Liverpool: é uma estupidez.
Mas, convenhamos, há diferentes graus de estupidez. Uma coisa é já ter um amarelo, como Ekitiké contra o Southampton, e empurrar a bola para a baliza a cinco minutos do final; outra é fazer o que William Gomes, do FC Porto, fez em Salzburgo. Marcar um golo daqueles, ao terceiro minuto de compensação, pede uma celebração especial.
Seria boa ideia pensar numa que não envolvesse ver um cartão amarelo? Claro. Mas caramba, tirar a camisola é assim algo tão grave? Ofende alguém? Custa tempo? Não será altura de FIFA e International Board mudarem a regra e deixarem de castigar a alegria?"

Abel não dorme


"Abel Ferreira tinha razão quando, após a vitória por 4-1 sobre o Fortaleza no fim de semana passado, usou um fator novo, o sono, para criticar um problema antigo, o calendário? «Nós chegamos [do duelo na Argentina com o River Plate] à academia para tomar o pequeno-almoço às 7h00, sem sequer dormir, qual é o impacto que isso vai ter? Não sei. Falem com os especialistas», pediu.
Cá vai a opinião, especializada, de duas. «O sono é fundamental para a recuperação física, cognitiva e emocional do atleta», começa Cynthia Gobbi, fisioterapeuta pela Sociedade Nacional de Fisioterapia Desportiva e da Atividade Física. «A privação parcial ou total do sono está associada a alterações fisiológicas como o aumento de lactato, marcadores inflamatórios, redução da imunidade e maior tempo de recuperação muscular, além de desequilíbrio autonómico, como o aumento da atividade simpática e redução da parassimpática, o que favorece fadiga, stress e dor aumentada.»
Traduzindo, os jogadores podem revelar excessiva sonolência diurna, fadiga, irritabilidade, défice de atenção e memória, alterações de humor, ansiedade e maior percepção de dor. «Estudos mostram que até 64% dos atletas de elite relatam insónia», diz ainda a especialista.
«E os fatores psicossociais e ambientais, como viagens frequentes, jet lag, fusos horários, horários de treino inadequado, stress competitivo, perfeccionismo e ansiedade, influenciam diretamente na qualidade do sono.»
Para Carla Tavares, Head de Medicina da Volt Sports Science, plataforma de saúde e performance para atletas do futebol de elite, «quando o atleta dorme menos tempo ou tem a qualidade do sono pior do que necessita, podem surgir impactos importantes para a performance». «Estudos demonstram que jogadores que dormem menos de oito horas por noite podem ter até 1,7 vezes mais risco de lesão.»
Mas há solução? Para Thiago Freitas, COO da Roc Nation Sports no Brasil, empresa de entretenimento norte-americana, no atual estado de coisas, não. «Como o Brasil é um país continental, exige deslocações como as da Champions League e distribuídas em três meses a menos do que seria possível por conta dos estaduais.» «Jogos na Europa a cada três dias e em países menores do que estados brasileiros geram um desgaste acumulado muito menor do que o de uma rotina de viagens do Ceará ao Rio Grande do Sul, ou mesmo de Salvador a Cuiabá», completa.
Ouvidos os especialistas, a conclusão é que Abel tem, pois, razão. Apurado desde esta semana para a quinta meia-final da Taça dos Libertadores em seis anos, o português está sempre bem desperto."

Central - 2013: O Ano em que Perdemos Tudo no Fim

Central - Benfica: O Dia da Fundação!

Central - O Benfica de Vale e Azevedo!

Central - Vítor Baptista: O Rapaz do Brinco

Central - Benfica - Milan (1963) | A Final que Quebrou o Sonho do Tri

Central - A Maldição de Béla Guttmann: Mito ou Verdade?

Kanal - Tamos Juntos - Gil Vicente...