O penálti não assinalado ao Benfica ontem exige divulgação imediata do áudio VAR. O lance foi claro demais para ser tratado como erro normal. Se houve incompetência, assuma-se. Se houve má fé, investigue-se e penalize-se. Já são 4 pontos com este árbitro. pic.twitter.com/zYHxuMlnqx
— Mauro Xavier 🇵🇪 (@MauroXavier) May 3, 2026
Últimas indefectivações
terça-feira, 5 de maio de 2026
Áudios...
Investigue-se?!
Será que o Bernardo Ribeiro vai pedir uma investigação à APAF por fingir que nada aconteceu no jogo Famalicão - SL Benfica?
— ShadowsNGB (@ShadowsNGB) May 4, 2026
Percebem porque o SL Benfica é o alvo? pic.twitter.com/Y0MnuAr8F7
Competência...
O que aconteceu em Famalicão não é resultado da incompetência do arbitro. Pelo contrario. Foi muita competência. Foi para o jogo com uma missão e executou-a na perfeição. Tirou dois pontos ao Benfica e alimentou o clube do regime na luta pelo segundo lugar. 50 milhoes em jogo.
— Polvo das Antas - Em Defesa do SL Benfica (@moluscodasantas) May 4, 2026
Objectivos...
No sábado o SL Benfica foi alvo de uma arbitragem deliberadamente desonesta e que visa tirar o SL Benfica da Champions.
— ShadowsNGB (@ShadowsNGB) May 4, 2026
Aliás, o objectivo do sistema para este final de temporada é:
1) FC Porto (feito)
2) SL Benfica fora da Champions (em curso)
3) SC Braga em…
VERGONHA A CÉU ABERTO EM FAMALICÃO
"1.
Este post não é sobre as opções de Mourinho, quem sou eu para as discutir, de mais a mais num jogo em campo difícil que estava a ser inclinado à descarada pelo árbitro e pelo VAR. Ninguém pode garantir que se não recuássemos teríamos ganho o jogo. E ninguém pode garantir que sem tração atrás não teríamos perdido o jogo. 11 para 11 fomos a única equipa que subjugou o Famalicão esta época. Discutir as opções de Mourinho é tirar o foco do que verdadeiramente interessa: o 'manto verde' esteve em todo o seu esplendor, uma vez mais, ontem, em Famalicão.
2.
Sim, Otamendi foi infantilmente expulso, com isso penalizou a equipa e a estratégia de jogo que estava a resultar em pleno. Foi um erro imperdoável, concordo. Mas quantos pisões daqueles passaram ao lado das arbitragens durante esta época em Portugal? E reparem na rapidez com que, ao contrário do que é habitual, o árbitro confirmou o vermelho a Otamendi. A dualidade de critérios a que continuadamente assistimos é o pior cancro da verdade desportiva das competições.
3.
Para além das quatro situações identificadas na imagem, que por si só seriam suficientes para manchar toda uma época, e foram num só jogo, muito mais se passou ontem para inclinar o campo e influenciar o resultado, e que tem de merecer análise cuidada e denúncia firme por parte do Benfica. Estamos fartos de tudo a que temos assistido desde o princípio da época a favor dos mesmos.
4. Subscrevo na íntegra o que disse Rui Costa ontem em Famalicão. Também subscrevo na íntegra o que disse Mourinho, porque com arbitragens como a de ontem só um milagre nos deixará no segundo lugar.
5.
Perguntarão vários amigos: o que pode fazer mais o Benfica? Pode fazer muita coisa, por exemplo: vencemos o campeonato 15-16 porque nos mexemos para tirar o Hugo Miguel, com interesses comerciais na marca que equipava o Sporting, de árbitro do dérbi decisivo. Teria sido impossível ganhá-lo, e com ele o campeonato, com Hugo Miguel como árbitro. Lembro que vencemos limpinho, sem casos, por um-zero, com arbitragem irrepreensível.
6. O Benfica não pode, em suma, achar que as constantes denúncias do treinador são suficientes, porque a pouca-vergonha continua imparável; o Benfica não pode ficar-se por murros na mesa dados pontualmente pelo presidente - fê-lo depois da final da Taça da VArgonha, fê-lo depois dos dois pontos que nos roubaram em Braga e fê-lo ontem - sem qualquer resultado prático. Sabemos como o Sporting fez a "roubadinha" na época passada, sabemos como se mantém na luta pelo segundo lugar e como ultrapassou o Santa Clara e está na final da Taça. O Benfica tem que ter uma atuação sem dó nem piedade junto dos poderes do futebol português para impor verdade desportiva às competições."
ASSIM SE GANHAM E PERDEM PONTOS NA NOSSA LIGA
"Lances mais iguais é impossível
1.
Todos nos lembrámos ontem, e muito bem, do não-penálti assinalado pelo apitador (não o consigo tratar por árbitro) Gustavo Correia ao António Silva no Benfica-Casa Pia. Foi um ato de desonestidade de um árbitro sportinguista que segue as pisadas dos piores exemplos de desonestidade que o futebol português já nos ofereceu.
2.
A comparação com o penálti assinalado a favor do Sporting no jogo para a Liga no Dragão é, porém, ainda mais eloquente: no primeiro caso o penálti a favor do Sporting foi assinalado; ontem, o apitador Gustavo Correia fez vista grossa e tirou dois pontos ao Benfica, com isso saindo a ganhar o seu Sporting.
3.
O Conselho de Arbitragem, depois deste escândalo, e muito mais houve no jogo, está obrigado a explicar-se publicamente sobre a nomeação do apitador Gustavo Correia para o jogo de Famalicão depois do erro no Benfica-Casa Pia e de ter apitado o Famalicão em casa na jornada imediatamente anterior, coisa que nunca acontece nos procedimentos das nomeações."
Que não se ignore o que grita o Benfica
"Em primeiro lugar, é justo começar pelo essencial: parabéns ao FC Porto. A equipa de Farioli foi a mais consistente da Liga e mostrou uma maturidade que não se improvisa. Houve qualidade, ambição e, sobretudo, houve caráter nos momentos decisivos. Num contexto de mudanças profundas no clube, o título acaba por ter ainda mais peso. Dito isto, há um lado menos positivo que não pode ser ignorado: nas celebrações voltou a haver espaço excessivo para provocações aos rivais.
Em segundo lugar, o segundo lugar. E aqui já não há como fugir à polémica. O empate do Benfica em Famalicão não só mantém tudo em aberto como reforça uma sensação cada vez mais difícil de ignorar: a arbitragem continua a ser um fator demasiado presente nas decisões da Liga.
O Benfica entrou em Famalicão como se exigia: forte, dominador e claramente superior a uma das boas equipas do campeonato. Ao intervalo, o resultado pecava por escasso. E há um momento que não pode ser varrido para debaixo do tapete: o penálti por assinalar após mão na bola, na sequência de um cruzamento de Schjelderup. Não é apenas o erro em si — é a incoerência. O árbitro Gustavo Correia decidiu de forma diferente num lance semelhante contra as águias no empate frente ao Casa Pia, e pior: num lance menos evidente. Este tipo de dualidade mina a confiança e alimenta a suspeita.
Mas reduzir tudo à arbitragem seria, ainda assim, incompleto. Otamendi, um dos jogadores mais experientes e fiáveis, comprometeu, foi expulso com um erro desnecessário e deixou a equipa em inferioridade. A partir daí, o Benfica perdeu controlo emocional e competitivo.
O Famalicão fez o que se exige: acreditou, cresceu e aproveitou. Empatou com mérito, mas mais uma vez, a arbitragem entra na equação — e entra mal. O segundo golo surgiu na sequência de um canto que não devia existir. E o capítulo final, com o cartão a Richard Ríos, é mais um exemplo de falta de critério e sensibilidade. Num jogo com 15 minutos de compensação (tempo excessivo, claramente) e tensão máxima, decisões destas precisam de contexto — e, neste caso, ele parece ter faltado. O médio do Benfica vai falhar o importante jogo da próxima jornada, com o SC Braga, e ainda não se percebeu a razão do quinto amarelo: palavras? Demora no reatar do desafio? Seja como for, Gustavo Correia deveria ter sido mais ponderado.
O Benfica tem motivos para se queixar, não se trata apenas de clubismo ou de advogar em causa própria. Mas também tem a obrigação de olhar para dentro. O problema é que, num cenário destes, torna-se cada vez mais difícil separar erro humano de padrão preocupante. E quando isso acontece, o futebol português perde — credibilidade, qualidade e, no limite, justiça. E é esse o ponto mais preocupante: numa altura em que se devia falar apenas do mérito do campeão, volta-se a discutir arbitragem. Demasiadas vezes. Demasiado alto. E isso já não pode — ou devia — ser ignorado."
Não foi coincidência, foi consequência
"O Benfica investiu cerca de 138 milhões de euros na pré-época para ganhar as eleições primeiro e, depois, o campeonato. A ordem foi esta — e, em bom rigor, não haveria grande problema nisso se ambos os objetivos tivessem sido alcançados.
O problema é que o investimento serviu apenas para segurar o poder, mas falhou no plano desportivo. Se falharmos a Champions o impacto financeiro será relevante, teremos menos receitas, menos capacidade para investir. E enquanto a equipa perde força, o clube perde estatuto.
Institucionalmente, o Benfica desapareceu dos centros de poder. Onde antes se via influência, hoje vê-se ausência. E há ainda um terceiro plano, talvez o mais preocupante: o da relação com as estruturas do futebol.
O Benfica tem razão nas queixas a Gustavo Correia, isso é indiscutível, mas queixar-se agora das arbitragens é o mesmo que queixar-se de um assalto depois de deixar as portas escancaradas. O clube apoiou, de forma acrítica, um determinado “projeto” para a FPF.
As arbitragens não foram azar nem coincidência, foram consequência. O comunicado depois do sucedido na Taça de Portugal foi mesmo só isso, um inconsequente comunicado."
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