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quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Observador: E o Campeão é... - A contratação de Palhinha é o equilíbrio que faltava?

Observador: Três Toques - O campo invadido por um bebé e o adepto que faz jejum de tesouras

Jan Biermann


"À semelhança da lembrança do “Grande Torino” (Tragédia de Superga - 4 de maio de 1949), existe um motivo especial para o Sport Lisboa e Benfica prestar uma meritória homenagem por conta do jogo europeu na próxima 5.ª feira frente ao AGF Aarhus no Cepheus Park Randers: a de Jan Biermann, o miúdo dinamarquês.

Jan Biermann esteve presente na 2.ª mão dos quartos de final da Taça dos Clubes Campeões Europeus 1960/61 e tornou-se sócio do Clube pela iniciativa da gerência do Presidente Maurício Vieira de Brito. Ao longo de muitos anos, a sua relação de amor e orgulho pelo Sport Lisboa e Benfica captou a atenção dos media dinamarqueses. São histórias destas que fazem perdurar a glória do Sport Lisboa e Benfica.
Faleceu no passado dia 3 de Dezembro de 2025 com um último desejo: ser sepultado com a camisola do Sport Lisboa e Benfica.

Tal como Félix Bermudes escreveu no glorioso Avante p’lo Benfica: "Honrai agora os ases que nos honraram o passado”. Os sócios integram os ases. “Todos por Um” = "A União Faz a Força”."

Não perdem pela de Mora


"A saída do jovem prodígio do FC Porto para a Roma reforça que a arte ainda resiste no futebol moderno, apesar da ditadura da tática e do físico

O futebol moderno trava uma guerra silenciosa — e em grande parte vitoriosa — contra a magia pura da imprevisibilidade. O rasgo de génio foi substituído pela métrica, a vertigem da rua cedeu o seu lugar à geometria rígida das entrelinhas e a arte dobrou-se perante o músculo.
Nas escolinhas de formação, o prazer do drible e a total liberdade de inventar dão cada vez mais cedo lugar a modelos táticos pré-formatados e a obsessivas dinâmicas de transição. É a era do atleta-modelo, do jogador de laboratório.
No entanto, por mais que tentem mecanizar o jogo, haverá sempre quem procure o rasgo humano da beleza, quem deseje a cor no meio da ditadura cinzenta do rigor físico e quem esteja disposto a pagar peso em ouro para juntar pérolas a um jogo cada vez mais dominado por androides.
Em Portugal, o guião é antigo e de sobra conhecido. Os países mais ricos e dominantes do topo da cadeia alimentar encontram sempre forma de levar o nosso ouro. Vimos essa inevitabilidade repetir-se ao longo de décadas com Luís Figo, Rui Costa, Ricardo Quaresma, Cristiano Ronaldo, Bernardo Silva, Vitinha ou João Neves. Todos voaram cedo porque o seu futebol exigia palcos maiores e o poder financeiro dos colossos tornava qualquer resistência inútil.
O caso da transferência de Rodrigo Mora para a Roma encerra, contudo, contornos ligeiramente diferentes. A sua saída do FC Porto não resultou apenas da pressão habitual do mercado, mas de um puro choque de identidades desportivas.
Mora simplesmente não contava nem encaixava no ideário tático de Farioli — um treinador que prioriza o futebol físico, seguro, desenhado pela certa e preciso como um relógio suíço. E não há aqui lugar para julgamentos morais: foi precisamente com esse futebol pragmático e sem floreados que o técnico italiano chegou e se sagrou campeão nacional sem apelo nem agravo no ano de estreia.
O talento rebelde de Mora era, porém, um corpo estranho nesse sistema desenhado ao milímetro.
A resposta do prodígio, essa, não tardou. Chegado à capital italiana, entrou direto para o onze titular no primeiro jogo frente à Fiorentina e deixou de imediato a sua assinatura inconfundível: uma jogada de pura genialidade, um futebol fora da lei culminado num remate em arco perfeito que só não deu golo devido a uma defesa monumental do enorme De Gea. Ficou o registo inquestionável de que a poesia do jogo recusa ser enjaulada.
O negócio acabou por ser bom para todas as partes envolvidas, mas sobretudo para os apaixonados pelo futebol-arte e pelo inesperado. Ganhou o FC Porto, ganha a Roma, ganha o jogador e ganha Portugal, que em breve poderá voltar a vê-lo em ação na Seleção Nacional. Assim Jorge Jesus nele aposte — o mesmo Jesus que, ironicamente, outrora não apostou em Bernardo Silva e o deixou sair por tuta e meia...
O futebol tem esta memória curta e cheia de contradições. Mas uma coisa é garantida para os amantes do belo jogo: não perdem pela de Mora."

MasterVi: Benfica - Ratings - FC27

Segunda Bola


Pre-Bet Show #189 - DOS TRÊS GRANDES A AMORIM E MOURINHO: HÁ MUITO PARA DEBATER 🔥

Jogo Pelo Jogo - S04E02 - Varandas janta em Hollywood?

Chuveirinho #186

O Resto é Bola - Sporting e FC Porto com semana tranquila e Benfica prepara ataque à Europa com problemas no plantel

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DAZN: F1 - Alerta Laranja

Rafa e os outros


"1. Vamos falar um bocadinho de Rafa Silva, que voltou a casa no último mercado de inverno depois de uma passagem pelo futebol turco. No final da última temporada, foi ele o autor do golo da vitória do Benfica em Alvalade já no período dos descontos. Esse golo valeria normalmente a qualificação para a Liga dos Campeões, mas a anormalidade da arbitragem naquele fatídico empate em Famalicão atirou com o Benfica para o escalão abaixo das discussões europeias.

2. Voltemos a Rafa, que, neste início de época, tem sido titular com Marco Silva e que tem rendido golos e boas exibições. Em Rio Maior fez o segundo golo e colaborou no terceiro, contribuindo, assim, para o volumoso resultado com que o Benfica derreteu o Casa Pia metendo um ponto final na série de resultados negativos que vínhamos somando com os “gansos”.

3. Rafa é, indiscutivelmente, uma das grandes figuras do futebol do Benfica no século XXI. Neste momento, está perto de “apanhar” Pizzi, outra figura maior do Benfica neste século, no número de jogos disputados de águia ao peito. Essa tabela de honra é liderada por Luisão com 534 jogos, seguindo-se Nuno Gomes com 395 jogos e, depois, Pizzi com 360 jogos.

4. O jogo de Rio Maior foi o 350.º de Rafa Silva no Benfica e coloca-o a 10 jogos de distância da marca de Pizzi. Tudo indica, portanto, que Rafa trocará de posição com o transmontano da continência – lembram-se do festejo de Pizzi a cada golo? – no decorrer ainda deste ano. Marco Silva parece acreditar mais em Rafa do que José Mourinho acreditou. É sempre diferente, no entanto, a abordagem à equipa feita por um treinador que começou a época ou por um treinador que já chegou com o comboio em andamento.

5. É impossível não saudar o nosso grego Pavlidis pelos seus 3 golos de rajada em Rio Maior – um hat-trick puro segundo os puristas destas coisas do futebol – que deu assim o seu contributo muito especial à goleada de segunda-feira. Pavlidis, o indispensável.

6. Fez bem o Benfica em adiar para setembro a deslocação a Moreira de Cónegos que nos coube na 3.ª jornada da Liga. O Benfica já vai em 7 jogos oficiais neste agosto e é ajuizado fazer uma pausa de uma semana entre os dois encontros com os dinamarqueses do Aarhus.

7. O primeiro jogo com o Aarhus saldou-se por uma vitória que poderia ter sido bem mais expressiva. O Benfica está a um passo de entrar na Liga Europa, mas a deslocação à Dinamarca não pode ser encarada como um passeio. Começámos com Rafa e vamos acabar com Rafa. Demorou 1 minuto e meio a marcar ao Aarhus e assinou uma bela exibição."

Leonor Pinhão, in O Benfica

Um coração que jogava


"PEDRO DA CONCEIÇÃO FOI UM ATLETA ECLÉTICO E UM FERVOROSO BENFIQUISTA, CUJO AMOR PELO CLUBE ESTAVA ACIMA DE TUDO.

No dia 10 de abril de 1960, o coração de Pedro José da Conceição não resistiu à comoção daquele jogo do Campeonato Nacional frente ao Sporting, que culminou na vitória dos encarnados por 4-3, permitindo-lhes aproximarem-se mais do título. “Doença arteriosclerótica”, um coração quebrado, assistido por José Pinho, ainda no Estádio, onde insistiu em permanecer a ver o jogo. O lisboeta de 50 anos foi depois encaminhado para casa, onde acabaria por falecer.
Foi um golpe duro no mundo dos benfiquistas. Pedro da Conceição vibrava com o Clube de forma ímpar. Era sempre dos primeiros a chegar às bancadas. Nascido em Santos, onde os pais viviam, haveria de trabalhar no Arsenal do Alfeite, seguindo os mesmos passos do pai, que fora marítimo de profissão. Mas foram outras as valências deste homem, de verdadeiro coração vermelho.
Entre os 17 e os 29 anos, representou o Benfica nas modalidades de futebol, natação, polo aquático, andebol (dois jogos, como guarda-redes) e a sua última representação pelo Benfica foi numa prova de corta-mato, em 1939. Mais tarde, haveria de integrar o Sport Lisboa e Saudade.
No polo aquático teve visibilidade, integrando equipas de 1.ª e 2.ª categorias. Alinhou na equipa que, em agosto de 1931, se debateu com o Natació de Barcelona, em digressão por Portugal. Disputando ainda jogos com a equipa do Algés e Dafundo e com uma seleção de Lisboa, os catalães venceram por grandes diferenças, num período em que o polo aquático português estava em fase praticamente larvar. O único golo do Benfica foi apontado por Pedro da Conceição.
No futebol, todos recordavam o guarda-redes “entusiasta, valente, que jogava com o coração”. Antes de assumir essa posição, atuou como médio, como na sua primeira exibição de águia ao peito, no dia de Natal de 1927, frente ao 31 de Janeiro FC (V 3-0), marcando um dos golos. A sua estreia na 1.ª categoria, no dia 10 de janeiro de 1932, fê-la com “contento”, protagonizando algumas defesas arrojadas, saindo ao encontro dos avançados do União de Lisboa (E 1-1) e tirando as bolas dos seus pés. O seu segundo jogo, contra o Sporting, esteve “absolutamente bem”, atuando como se pretende “do nosso melhor keeper”.
O rouxinol do Benfica, cuja “voz de barítono era a primeira a entoar uma canção”, esteve 81 jogos na qualidade de guarda-redes da equipa principal, entre as épocas de 1931/32 e 1935/36, e conquistou um Campeonato de Lisboa.
Recorde outros dedicados e valorosos jogadores da história do Benfica na área 22 – De Águia ao Peito, no Museu Benfica – Cosme Damião."

Pedro S. Amorim, in O Benfica

Primeiros socorros


"Digam lá, sinceramente. O caudal de jogo ofensivo do SL Benfica no jogo com o Casa Pia AC foi em alguma coisa inferior ao do embate com o Académico de Viseu FC? Ninguém no seu perfeito juízo pode dizer que houve menor volume ou entrega dos jogadores no empate a dois do que na vitória por sete. E é dessa matriz de jogo que temos de falar.
Neste início de temporada, a formação masculina liderada pela equipa técnica de Marco Silva tem os olhos na baliza adversária. E troca os olhos aos defesas contrários. Já sei, já sei, não podemos descurar a outra baliza, a nossa. A solidez defensiva é um dos elementos que dá campeonatos, para evitar dissabores como o empate de estreia na Liga Portugal. Isso também se trabalha, mas, para já, deixem-me só ficar feliz com a capacidade que a equipa de - monstra para jogar de frente e dentro da grande área dos nossos oponentes. E sentir-me muito orgulhoso pela forma como os nossos jogadores querem – e conseguem – recuperar rapidamente a bola quando a perdem. É também de atitude que temos de falar. Na partida da segunda jornada do Campeonato, com a exceção de Lenglet, todos os jogadores já faziam parte do plantel do ano passado. E, em alguns casos e jogos, não puderam ou não conseguiram demonstrar essa vontade e isso também nos deve fazer pensar. Não pode ser um lugar-comum: representar o Sport Lisboa e Benfica no futebol e no que quer que seja, tem de vir com algumas condições coladas ao corpo e à alma, como a entrega total e o desejo de ganhar. Estamos numa fase demasiado precoce da época (e já sabemos das artimanhas que estão montadas), mas este Glorioso já é um bálsamo para tantas feridas que têm sido causadas ao Clube. E é assim, cobertos de mercurocromo emocional, que temos de continuar. De preferência, unidos. Senão, não vale a pena."

Ricardo Santos, in O Benfica

Um novo ciclo


"Agora que se inicia um novo ciclo, faz sentido olhar para a época passada e avaliar a obra feita, seja para retornar aos benfiquistas o que a sua Fundação produziu, seja para melhorar processos e renovar o foco e intensidade da obra social do Sport Lisboa e Benfica.
Foi uma época em cheio, com a conclusão e abertura do 1904 Benfica Hotel, muito acarinhada pelo Clube, sócios e adeptos que assim viram ressurgir a memória daquele edifício icónico no centro da cidade de Lisboa, ao mesmo tempo que se criaram condições de sustentabilidade para o desenvolvimento da Fundação Benfica. Deste modo, 2025/26 foi uma época de virar de página em que iniciámos a expansão dos nossos projetos conforme previsto no nosso plano estratégico até 2030, mas em que, obviamente, mantivemos todos os projetos em curso, dando-lhes continuidade e crescendo na sua abrangência ou lançando as bases para o seu crescimento na época 2026/27 que agora se inicia. Crescemos nos domínios do desporto adaptado e inclusivo, da inclusão educativa, do apoio humanitário, do envelhecimento ativo e da intervenção nos países de língua oficial portuguesa e lançámos as bases para novos voos desta Águia Solidária que a Fundação corporiza.
Foi um tempo de consolidação e de lançamento de um novo ciclo de crescimento sustentado, acompanhando os problemas estruturais da atualidade e ensaiando novas soluções em que o exercício da responsabilidade social e da solidariedade benfiquista permita fazer a diferença e contribuir de forma efetiva para o desenvolvimento e a justiça social dentro e fora de Portugal."

Jorge Miranda, in O Benfica

Editorial


"1. Na capa deste jornal O Benfica, o destaque vai para o Objetivo Liga Europa, que abre as primeiras páginas desta edição. Mais um bom jogo do Benfica, a entusiasmar os adeptos e a garantir uma vantagem importante para a segunda mão. O apuramento definitivo está a um passo, mas é preciso concretizá-lo com os pés bem assentes no chão, em linha com a postura que o Benfica tem apresentado desde o início da época. Passo a passo, rumo aos objetivos traçados. Os 10 golos desta semana, nos dois jogos, frente ao Casa Pia, fora, e ao Aarhus, na Luz, são um conforto de confiança e qualidade.

2. Nesta edição, lançamos o fim de semana e abrimos um horizonte imediato quanto aos primeiros troféus da época no andebol feminino e masculino. Antevisão e análise para ler nestas páginas sobre as Supertaças que queremos trazer para o Museu Benfica – Cosme Damião. Jogos e rescaldo para acompanhar online no site e na App, ao minuto, bem como pela transmissão na Benfica FM e pelas imagens via BTV.

3. Destaque ainda esta semana para as primeiras palavras do novo timoneiro do voleibol do Benfica. Ambição, visão e um novo ciclo que se quer vitorioso. Uma apresentação que merece presença de capa e acompanha os primeiros momentos de Sakis Psarras no Clube, do Museu aos pavilhões, passando pela assinatura e foto da praxe. A nossa reportagem conta-lhe tudo."

Pedro Pinto, in O Benfica

terça-feira, 25 de agosto de 2026

Lixívia - 3 ---- (26/27)


Tabela Anti-Lixívia
Sporting...... 7 (-2) = 9
Corruptos.....9 (0) = 9
Benfica. 4 (0) = 4 (-1 jogo)
Braga....1 (0) = 1 (-2 jogo)

Jornada sem jogos do Benfica e do Braga, e assim ficaram o duo maravilha do Conselho de Arbitragem a chamar todas as atenções, e não desiludiram!!!!

Sem grandes Casos nas áreas, foi notório a proteção disciplinar dada aos dois !!!

No Alvalixo, a não expulsão do Catano foi o ponto alto da actuação do Verdíssimo... Comparem a entrada do Catano, com a expulsão do Otamendi, em Famalicão no jogo que decidiu a presença na Champions?!! O Nico, toca a bola, e na sequência natural acaba por pisar o adversário, aqui o Catano nem sequer tentou jogar a bola, torcendo completamente o tornozelo do adversário...

Mas não foi o único erro, o apito intervalo, acontece quando o Suarez chega a atrasado na pressão e atropela o adversário já sem bola... Este tipo de jogadas, são uma das marcas dos Lagartos e dos Corruptos, intimidando constantemente os adversários, com os apitadores a virarem as costas!

No antro Corruptos, o Pinheiro até começou com alguma coragem anulando dois golos aos Corrutpos, bem anulados: um por fora-de-jogo e o outro por carga sobre o guarda-redes. Este deixou algumas dúvidas, mas a carga dá-se dentro da pequena área, sobre os braços do guarda-redes, claramente falta... Se quiserem comparar este golo, com o famoso golo do Luisão, as imagens não demonstram qualquer contacto do Luisão com o Ricardo e a ter existido, foi a própria cabeça do Luisão com os braços do Ricardo, não foi outro parte do corpo...

Perto do fim, mas ainda com 1-0, o Coreano dos Corruptos, enganou-se na modalidade e pensou que estava numa competição de Taekwondo, acertando no adversário!!! O Pinheiro ganhou 'coragem' novamente e mostrou o primeiro Amarelo aos Corruptos esta época, o problema é que devia ter sido Vermelho!!!
No 2.º golo dos Corruptos as linhas de fora-de-jogo ainda não apareceram.... e já agora os festejos dos golos também forma engraçados! O Pinheiro estava de costas, pode não ter visto as provocações, mas o resto da equipa de arbitragem deve ter visto... e se nenhum deles viu, as imagens são esclarecedoras, em condições normais, o Conselho de Disciplina teria que abriu um inquérito, mas nós já sabemos que nada vai acontecer!!!
Ainda houve mais uma chapada no adversário, que passou em claro...


Anexos (I):
Benfica
1.ª-Académico(c), E(2-2), D.R. Silva(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
2.ª-Casa Pia(f), V(0-7), Pinheiro(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, (0-9), Sem influência
(Adiado)

Sporting
1.ª-Estrela(f), E(2-2), J. Gonçalves(Martins, Cátia T.), Prejudicados, (2-3), (-2 pontos)
2.ª-Guimarães(c), V(3-2), D. R. Silva(M. Oliveira, I. Pereira), Nada a assinalar
3.ª-Alverca(c), V(3-1), Veríssimo(Malheiro Pinto, A. Campos), Beneficiados, Impossível contabilizar

Corruptos
1.ª-Alverca(c), V(2-0), Godinho(Esteves, Catarina C.), Nada a assinalar
2.ª-Rio Ave(f), V(0-2), Fonseca(Cláudia R., A. Campos), Beneficiados, (1-2), Impossível contabilizar
3.ª-Arouca(c), V(2-0), Pinheiro(Mota, Bessa Silva), Beneficiados, Impossível contabilizar

Braga
1.ª-Moreirense(f), E(2-2), Bessa(Vasilica, P. Eiras), Nada a assinalar
(Adiado)
(Adiado)

Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
0/0

Sporting
0/0

Corruptos
2/0

Braga
0/0

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade)
Castigados (Favor - Contra):
Benfica
1/0
Minutos:
1 - 0 = +1

Castigados:
0 - 0

Sporting
0/0
Minutos:
0 - 0 = 0

Castigados:
2 - 1

Corruptos
0/0
Minutos:
0 - 0 = 0

Castigados:
0

Braga
0/0
Minutos:
0 - 0 = 0

Castigados:
0-0

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Média Faltas/Amarelos - Favor/Contra
Benfica
2(2) / 26 - 24 / 6(2)
Média: 13 / 4

Sporting
7(3) / 39 - 52 / 9(5)
Média: 5,57 / 5,77

Corruptos
1(0) / 40 - 19 / 4(3)
Média: 40 / 4,75

Braga
2(1) / 21 - 16 / 4(1)
Média: 10,5 / 4

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica


Sporting
J. Gonçalves - -2
Martins - -2

Corruptos


Braga


Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
D. R. Silva - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)

Sporting
J. Gonçalves - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (1/0)

Corruptos
Godinho - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (1/0)

Braga
Bessa - 1 (0/1)

Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
Mota - 1 (1/0)
Rui Costa - 1 (0/1)

Sporting
Martins - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)

Corruptos
Esteves - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Mota - 1 (1/0)

Braga
Vasilica - 1 (0/1)

Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
P. Miranda - 1
T. Leandro - 1

Sporting
Cátia T. - 1
I. Pereira - 1
A. Campos - 1

Corruptos
Catarina C. - 1
A. Campos - 1
Bessa Silva - 1

Braga
Eiras - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Pinheiro - 1
Rui Costa - 1

Sporting
J. Gonçalves - 1
Martins - 1

Corruptos
Fonseca - 1
Cláudia R. - 1

Braga
Bessa - 1
Vasilica - 1


Anexos(iX):
Jornadas anteriores:
Jornada 2 (-1 jogo)

Anexos(X):
Épocas anteriores: