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quarta-feira, 24 de novembro de 2021

BnR: Camp Nou...

Benfica Podcast #425 - Still Alive

Falar Benfica #38

Benfica After 90 - Live: Barça...

Até agora...

O que o caso Peng Shuai nos diz


"A China quer parar o alarido em torno do caso da tenista Peng Shuai. O Comité Olímpico Internacional, a três meses da organização dos Jogos de Inverno, em Pequim, através de um comunicado ligeiro, deu uma ajuda ao desejo de Pequim de fechar o assunto. Mas nada garante que ela esteja livre.

Peng Shuai, 35 anos, campeã de ténis em pares com triunfos em Wimbledon (2013) e em Roland Garros (2014) foi considerada “princesa do desporto” na China.
Há três semanas, Peng Shuai acusou no Weibo (uma espécie de Twitter da China) um dos poderosos do regime chinês de a ter assediado sexualmente e de ter pretendido tomá-la como amante. O acusado, Zhang Gaoli, foi vice-primeiro-ministro no primeiro governo do todo-poderoso Xi Jinping e é um dos sete homens no topo do aparelho do PC chinês.
Esses sete poderosos, todos homens, parecem intocáveis e posicionam-se acima das lutas entre os clãs que disputam influência no sistema político chinês.
Imagina-se como seja impensável para essa gente que apareça uma “princesa desportiva” a pôr um deles em causa.
Peng Shuai logo após ter escrito a acusação a Zhang Gaoli ficou submetida à receita habitual da secção repressiva do aparelho de poder na China: levou sumiço, o rasto dela e das acusações na internet foi apagado e o nome dela desapareceu na lista de campeões desportivos na China.
Aconteceu-lhe o que costuma suceder a quem transgride os tabus políticos na China: desapareceu temporariamente de cena, tal como tinha acontecido com Jack Ma, fundador da Alibaba, ou com a estrela de cinema Fan Bing Bing.
O que surpreende com Peng Shuai é o aparelho de poder em Pequim não ter antecipado a vaga internacional de protestos. Ou talvez o movimento de solidariedade alinhado com o movimento #metoo tenha crescido demasiado depressa.
O facto é que se tornou insustentável para o poder político de Pequim manter Peng Shuai desaparecida.
É assim que neste fim de semana foi organizado o reaparecimento dela. Primeiro em fotos e vídeos nos media do Estado da China. Depois, através de uma chamada que se prolongou por 30 minutos, em videoconferência, com o presidente do Comité Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach. Logo a seguir, o COI afiançou ter ouvido dela que está “sã e salva”. Em casa, em Pequim.
The New York Times acrescenta que Peng Shuai, na videochamada, estava acompanhada por “um amigo”, supostamente para a ajudar a expressar-se em inglês. Mas ela usou inglês fluente nas conferências de imprensa em volta dos jogos do circuito internacional de torneios de ténis ao longo da última década.
São conhecidos casos de encenação pela China da apresentação de confissões por parte intelectuais dissidentes que depois se soube serem forçadas.
O presidente do Comité Olímpico Internacional garante, “com alívio”, que Peng Shuai aceitou o convite para jantar com ele, quando se deslocar a Pequim no começo do próximo ano, para os Jogos Olímpicos de Inverno.
Mas há dirigentes do Human Rights Watch, como o chinês Yakiu Wang, que acusam o COI de “colaboração com os sequestradores ao serviço do aparelho de poder político da China”.
O artista Ai Weiwei, agora a residir em Portugal, vê ativada a “despudorada” máquina de propaganda de Pequim.
Por agora, o que se viu de Peng Shuai apenas prova que ela está viva. Nada mais. Nada nos garante que ela esteja a comunicar sem estar submetida a pressão e censura.
O post de acusação de Peng a Zhang Gaoli foi censurado de modo fulminante: desapareceu 34 minutos depois da publicação em 2 de novembro. A censura chinesa também tratou de tornar inacessível na China qualquer procura sobre o nome Zhang Gaoli. Até a expressão “ténis” chegou a estar bloqueada.
Fica impossível, enquanto Peng Shuai não tiver liberdade para voltar a viajar pelo mundo, termos a garantia de que ela está em liberdade e não é refém do aparelho de poder na China.
Por mais que Pequim tente apagar a má imagem que este caso reforça, por maior que seja o esforço de quem está interessado em evitar turbulências sobre o espetáculo multimilionário dos Jogos Olímpicos de Inverno em Pequim, o mal está feito. Pelo menos até prova em contrário.
Com os sistemas totalitários é assim."

O salsifré com Peng Shuai


"Hu Xijin é chinês, nasceu em 1960, deu-lhe para se versar e formar em literatura russa e esteve na Bósnia, a palavrear de lá a sua visão sobre a Guerra dos Balcãs. Hu é jornalista e tem direito a página de Wikipédia, da qual se espreme o resumo sintetizado de uma das não muitas pessoas autorizadas a terem um perfil de Twitter na China, onde a rede social está bloqueada à população em geral. Mas, na sua página e em baixo do nome, escrito em alfabeto latino e caracteres chineses, está o símbolo de um púlpito.
O "China-stade affiliated media", escrito mesmo ao lado, é obra da empresa do passarinho azul que assim etiqueta certas contas ou pessoas quando as considera "meios em que o Estado exerce controle sobre o conteúdo editorial por meio de recursos financeiros, pressões diretas ou indiretas e/ou controle sobre produção e distribuição". Este domingo, Hu Xijin, cuja foto de perfil o mostra sentado à beira de uma estrada, ainda jovem, com tigelada capilar e a escrevinhar num bloco de notas (diz ele) em Sarajevo, dedilhou a última de uma série de nesse formato de papel digital:
"Desde que o que a Peng Shuai diga não tenha correspondência na expetativa dos media ocidentais, eles não vão acreditar. Só acreditam na história sobre a China que imaginarem. Estou surpreendido que não tenham dito que a senhora que apareceu nestes dois dias seja uma falsa Peng Shuai, uma dupla 😃"
Sendo editor do Global Times, tabloide chinês ligado ao Partido Comunista Chinês, a etiqueta surge no perfil de quem, por essa internet fora, é comum ser descrito como um megafone ressonante do governo do país. Escrevendo em inglês, o pedaço opinativo de Hu Xijin incidia sobre a foto e o comunicado partilhados pelo Comité Olímpico Internacional (COI) no mesmo dia: numa sala luminosa e com uma planta jovialmente verde ao fundo, o seu presidente Thomas Bach aparecia de perfil, a olhar para o ecrã de uma televisão onde está uma mulher ao centro da imagem, sorridente, diante de uma fileira de peluches virados para a câmara e uma moldura do que aparenta ser uma fotografia dela própria.
Era Peng Shuai, supostamente em casa, alegadamente "segura e bem" e vagamente pedinte de que "a sua privacidade seja respeitada durante este tempo".
Ao vigésimo dia contado desde a sua denúncia de ter sido assediada sexualmente, em 2018, por Zhang Gaoli, antigo vice-primeiro-ministro da China, a tenista, de 35 anos, foi revista em público, mesmo que à distância. Sobretudo e simplificando, alguém do lado de cá da simplória divisão entre ocidente e oriente pôs a vista em cima da jogadora cujo silêncio, desde 2 de novembro, e silenciamento na Weibo — rede social chinesa onde publicara a denúncia, prontamente apagada pela empresa — levou os EUA, o Reino Unido, a França, as Nações Unidas e a WTA, entidade que manda no ténis feminino, a exigirem respostas ao governo de Pequim.
Não só o desporto e a política se misturam, como existem braços de ferro com diplomacia férrea a ser bombeada nas veias. As potências do ocidente foram-se pronunciando em dominó sobre o tema, encadeando-se à semelhança das respostas da China, ou vindas da China, sobre o paradeiro de Peng Shuai.
Na sexta-feira e sempre pelo Twitter, a CGTN Europe, outro meio com direito àquele símbolo de púlpito, partilhara um suposto e-mail enviado pela tenista à WTA, logo tido como dúbio na veracidade; ao longo de sábado e domingo, Hu Xijin e Quing Chen, outra jornalista chinesa, publicaram vídeos de Peng Shuai a jantar com amigos, a assinar bolas de ténis gigantes a crianças e a pousar numa suposta cerimónia de abertura de um torneio juvenil em Pequim. Todos foram encarados como barrentos e descredibilizados por não mostrarem datas, nem serem verificáveis.
A foto e os três parágrafos escritos pelo Comité Olímpico Internacional foram a primeira prova de contacto oficial entre a tenista e algum dirigente desportivo não chinês. A videochamada durou meia-hora, Peng Shuai terá dito que tem estado na sua casa, em Pequim e jogo feito, nada mais. O comunicado nunca a cita, não explica o que foi conversado e jamais refere, sequer ao de leve, talvez a única coisa que é factualmente inegável no salsifré cada vez mais ruidoso que é este caso — as alegações de assédio sexual publicadas no perfil da jogadora na Weibo contra um antigo governante da China.
Escolher o silêncio ou o não pronunciamento é uma forma de tomar posição e o COI, que teve Peng Shuai como atleta olímpica em 2008, 2012 e 2016, optou por nem mencionar ao de leve a génese do que o levou a falar com a tenista. Quem acordasse de uma sesta de cinco anos e lesse o comunicado, pensaria que ao presidente da entidade simplesmente apeteceu, naquele dia, conversar com uma tenista chinesa. E a explicação estará nas amarras não palpáveis, nem visíveis, mas que têm a força do comprometimento: em fevereiro, Pequim recebe os Jogos Olímpicos de Inverno onde há contratos, publicidade e acordos de milhões já firmados.
O dinheiro fala onde não há palavras e a "diplomacia silenciosa" que, na sexta-feira, o COI garantira estar a fazer é o que o presidente da WTA, por contraste, está disposto a perder.
Steve Simon manda numa organização representativa de uma só modalidade, de muito menos atletas e de ainda menor número de países, só que já disse e repetiu poder retirar o circuito mundial de ténis feminino da China, incluindo o lucrativo World Tour Finals, evento de final de ano previsto para Shenzen, até 2028, com um prize money superior ao do torneio masculino. Feito o anúncio da videochamada, a WTA voltou a lamentar ainda não ter conseguido falar com Peng Shuai: "Isto não muda o nosso pedido por uma investigação total, justa e transparente, sem censura, à alegação de assédio sexual, assunto que motivo a nossa preocupação inicial".
Mas a WTA não tem, nem colocou um dos maiores eventos desportivos do mundo, nas mãos organizativas da China, país onde caem acusações de supressão de protestos contra o regime (Hong Kong), de genocídio de minorias (os muçulmanos uigures) e de silenciamento de críticos do regime. Omitindo o que levou à necessidade da sua manobra de apaziguamento, nem mencionando o problema tão gritado de tantos sítios, o Comité Olímpico Internacional fez figura de refém com as mãos atadas nas costas. Porque já as tinha, e assim fica difícil bailar."

Vermelhão: Zero amargo !!!

Barcelona 0 - 0 Benfica


Jogo marcado, pelo inacreditável falhanço do Seferovic, já nos descontos...! Muito sinceramente é difícil compreender como é que a bola não entrou! Um golo que praticamente nos daria a qualificação 'quase' imediata para a próxima fase...!!! Assim garantimos somente a Liga Europa, mas... Num jogo, onde tivemos pouca bola, onde o empate durante muito tempo até parecia ser bastante positivo, com o desperdício final, acabou por saber a pouco!

Nos 90 minutos anteriores, acabámos por fazer uma difícil gestão do resultado: a vitória era excelente, mas o empate não era mau...! Esta dupla possibilidade normalmente 'complica' a estratégia, e quantas vezes já nos lixámos com golos sofridos nos últimos minutos, em 'gestões' parecidas?!

As oportunidades foram poucas, dos dois lados, o Benfica esteve quase sempre confortável sem bola, o jogo parecia estar sempre controlado... a entrada do Dembelé, desequilibrou, mas as nossas substituições acabaram por 'compensar'... E se as primeiras quatro substituições foram para 'defender' o empate, a entrada do Seferovic era para 'tentar' a vitória... E só não resultou, porque a bola não entrou...!!!

O Otamendi, acabou por ser o nosso MVP, vários cortes fundamentais... um golo anulado, numa daquelas jogadas, onde ao contrário, seria golo...! O outro jogador que deu nas vistas, para mim, foi o Gilberto, essencialmente pela capacidade de luta... A forma como o jogo decorreu, fez com que os nossos defesas fossem os elementos em destaque...

A opção pelo Almeida no lugar do Verísismo, até se compreende, pois se tivesse entrado o Morato, o Otamendi passaria para a direita, e o Vertonghen para o meio! Assim, mexíamos em 3 posições... assim, só mexemos em uma! Contra equipas mais 'físicas' o Morato provavelmente será opção...

O Odysseas, teve algum trabalho, o Nico foi o MVP, mas o Barça acabou por ter três grandes oportunidades (Alba... bola na barra... e cabeceamento...); nós tivemos duas (Roman e o Haris...), sem contar com os golos anulados. Alguns vão dizer que jogámos para o empate, mas nem sempre quando se joga para ganhar, se joga com 11 'avançados'...

Agora, com resultados 'normais' na última jornada, estaremos na próxima fase da Champions! Muito sinceramente, mesmo com alguma rotação, não acredito numa derrota do Bayern em casa (só se o Covid 'complicar' o balneário bávaro)! Na Luz, não teremos um jogo fácil, o Dínamo vem sem qualquer responsabilidade, com um treinador matreiro, como se viu em Kiev... e este Benfica, tem sentido muitas dificuldades contra equipas que jogam com 'bloco baixo', e muito provavelmente é isso que vai acontecer... A nosso favor, o facto deste ser o último jogo da temporada do Dínamo, que depois irá entrar nas 'férias' de Inverno... e só voltará a jogar (creio) em Março!

terça-feira, 23 de novembro de 2021

O Benfica incomoda muita gente


"Em dia de buscas numa megaoperação da Polícia Judiciária ao FC Porto que nada mais serviu senão para atirar areia à cara de todos os portugueses, visto que já todos os intervenientes sabiam de antemão que estavam a ser investigados e que seriam alvo de buscas, e até, pasme-se, um dos quais, por coincidência, se enfiou num avião dias antes e foi passear até à Roménia, a Cofina decide abrir o programa da noite com uma palhaçada digna de circo, tentando, uma vez mais, colocar o Benfica na lama, arranjando um falso pretexto de um hipotético possível mal-estar entre Rui Costa e Jorge Jesus.
Se isto não fosse verdade, diríamos que era para algum programa dos apanhados. Só que não. Vale tudo para continuarem a campanha de desunião e tentativa de destruição da imagem do Sport Lisboa e Benfica.
De forma sumária, não é preciso alongar muito na realidade dos factos:
• Buscas no Benfica: abertura em todos os telejornais, assunto debatido durante toda a programação jornalística ao longo da semana, diretos da cantina da prisão onde Vieira estava preventivamente detido para inquérito com uma jornalista colocada à porta da prisão 24/7 a falar da sua alimentação, do atum com batatas, do feijão frade com peixe, da salada de brócolos com frango, do bacalhau com grelo. Para a história fica registado um autêntico escândalo dum alegado desvio de 2.5 milhões de euros numa investigação realizada a centenas de negócios de jogadores ao longo de quase 20 anos.
• Buscas no FC Porto: abertura do telejornal com uma parvoíce inventada sobre um desentendimento entre Jorge Jesus e Rui Costa, porque, veja-se, estes não se beijaram na cara nem deram as mãos à a saída do autocarro, investigação ao FC Porto abordada em coisa de 3 minutos e toca a omitir de forma deliberada os alegados desvios superiores a 40 milhões de euros, as suspeitas de fraude, abuso de confiança e o branqueamento de capitais do clube do Calor da Noite. Alguém sabe o que almoçou Fernando Gomes, Adelino Caldeira, Pinto da Costa e o filho, Bruno Macedo, Pedro Pinho e toda a panóplia de gente envolvida no processo do FC Porto? Pois, ninguém sabe. Fazemos uma ideia, no entanto. A alimentação é de conhecimento público: fruta, café com leite, galão quentinho, chocolate branco e preto, enfim, uma bodega requintada.
Vivemos num país do faz de conta, numa autêntica fábula do “Rei vai nu” e ninguém faz absolutamente nada. Tudo assobia para o lado porque interessa é bater no Benfica, dê por onde der.
Se o assunto é o Benfica, fazem-se 50 investigações, criam-se e inventam-se 1001 narrativas, contratam-se atores para se fazerem passar por jogadores em “grandes reportagens” com a voz distorcida, vão-se buscar especialistas ao Zimbabué para analisarem áudios forjados e manipulados, esmiuça-se a alimentação e a flatulência dos arguidos de processos em investigação, rouba-se, manipula-se, deturpa-se e dissemina-se correspondência privada roubada, fazem especiais a falar das bolachas de Pedro Guerra, viola-se sistematicamente o segredo de justiça e metem o nome do Sport Lisboa e Benfica na lama.
Se o assunto é o FC Porto ou o Sporting CP, os suspeitos, arguidos ou condenados agem sempre na exorbitância das suas funções. Nunca os clubes são conotados e/ou associados às ações dos seus dirigentes ou intervenientes. Metem dinheiro na conta de árbitros? Exorbitância das funções. Corrompem árbitros assistentes? Exorbitância das funções. É encontrada droga na sede da claque oficial em pleno estádio? Exorbitância das funções. Desviam 40 milhões de euros? Exorbitância das funções. Dão porrada a jornalistas? Exorbitância das funções. Vão a jogo com jogadores castigados que nem na bancada deveriam estar? Exorbitância das funções. Ameaçam jornalistas, ameaçam árbitros, destroem os locais de trabalho destes, vandalizam as suas casas, ameaçam as suas famílias, vão para o tribunal de Porsche argumentar que estão falidos e que ganham o ordenado mínimo com moradias de luxo e carros desportivos arrumados nas garagens? Exorbitância das funções, evidentemente.
Este é o Portugal que queremos e merecemos.
Mas afinal de quem é a culpa? É do Benfica, claro está! E do Rafa. #ACulpaÉdoRafa"

Pequenos gigantes !!!

Barcelona 0 - 3 Benfica
Neto, Tomás, Santos


Mais uma grande vitória, com uma exibição segura e com grandes golos pelo meio (no 1.º, além do remate, a 'posse de bola' foi exemplar...). Com o 1.º lugar a ser decidido no Seixal na última jornada! Algo que depois da derrota em Kiev na 1.ª jornada, poucos acreditavam... a começar por mim!


Mais do que o resultado... a exibição!

Benfica 25 - 33 GOG
(10-17)

Algo se passou após o jogo com o Sporting, têm sido exibições medíocres, umas atrás das outras. O adversário de hoje, no 'papel' é mais forte do que nós, mas tínhamos pelo menos a obrigação de discutir o resultado... Muito preocupado, para o que se segue....

Em Barcelona, para ganhar


"É focada na conquista dos três pontos que a nossa equipa entrará em campo, mais logo, em Barcelona (20h00), ciente do grande obstáculo que tem pela frente.
"Vamos à procura de jogar para ganhar, sabendo que vamos estar num jogo apertados defensivamente, porque todas as equipas passam por isso em Camp Nou", começou por dizer Jorge Jesus, dando conta da ambição reinante entre o plantel para o difícil embate desta noite.
Após o sorteio, todos os analistas apontaram o Barcelona, junto com o Bayern, como aposta certeira para a passagem à fase seguinte. Imune a essas previsões, a nossa equipa chega à penúltima jornada sabendo que um triunfo na Catalunha a coloca a um passo do apuramento e mesmo o empate deixa tudo em aberto para a última jornada.
"O resultado que nos interessa é ganhar. Não podendo ganhar, interessa mais empatar do que perder, porque se perdermos ficamos fora dos oitavos de final", lembrou Jorge Jesus, frisando ainda que "estamos a discutir com o Barcelona a passagem" e que "podemos ter o benefício de dois resultados, mas um deixa-nos dependentes de terceiros".
Grimaldo foi o porta-voz do sentimento prevalecente no seio do plantel na abordagem ao jogo: "A equipa vai chegar a Camp Nou, dar tudo em campo, e no final vemos como corre. Sabemos que vai ser complicado, mas a equipa vai dar tudo para sair a ganhar."
O Barcelona tem, do seu lado, a vantagem de jogar em casa, junto dos seus adeptos, num dos palcos mais míticos do futebol mundial. Mas são cerca de três mil os Benfiquistas esperados nas bancadas, empenhados em ajudar a nossa equipa na obtenção de um resultado positivo. O apoio prestado, ontem, à chegada da equipa ao hotel foi uma demonstração da força que os Benfiquistas têm, acompanhando a equipa intensa e apaixonadamente onde quer que jogue.
O Presidente Rui Costa, ontem à noite já em Barcelona, fez questão de enaltecer a presença de muitos Benfiquistas e perspetivou a partida: "Sempre otimistas. Agradeço aos três mil adeptos que vieram e serão sempre fervorosos. Todos os jogos são decisivos, é um jogo muito importante para nós. Vai correr bem."
Que esta seja mais uma noite de glória benfiquista!
Vamos, Benfica!

P.S.: Esta tarde temos mais um jogo de andebol na EHF European Legue, desta feita frente ao GOG, às 17h45. Venha à Luz apoiar a nossa equipa! Às 15h00, em Barcelona, haverá jogo da UEFA Youth League, em que um empate garante o apuramento, mas a vitória permite continuar na luta pelo primeiro lugar do grupo."

O Benfica do limbo para o prelo


"A transformação do jornal do Clube em revista, a sua saída de circulação e a alegria do seu retorno às bancas

A gerência do Benfica de 1998/99 considerou as assinaturas e vendas do jornal do Clube e da revista O Benfica Ilustrado estagnadas, motivando, assim, uma reforma e modernização.
Criou-se, portanto, um suporte material em forma de revista, conforme um estudo promovido pela Direcção, tendo em conta 'o panorama editorial dos grandes clubes europeus, nomeadamente o Manchester United, Barcelona, Liverpool ou Real Madrid'. Com o nome Benfica, publicar-se-ia mensalmente com a tiragem de 100 mil exemplares: 20% destinados para venda e 80% distribuídos gratuitamente pelos sócios.
As vozes dividiam-se. Uns viam no Jornal um formato obsoleto que apresentava notícias desatualizadas, 'ainda para mais de forma (...) neutra', inadequado dada a existência de 'três diários desportivos de (...) maiores dimensões e tiragens'. Outros lamentavam a quebra de 'uma reserva moral' e 'de um forte elo de ligação' ao Clube.
A revista foi lançada em Maio de 1999, continuando a numeração do jornal. Ao longo dos meses de tiragem, a principal queixa da revista foi o seu foco dominante no futebol, marginalizando as modalidades e outras actividades do Clube, sem cobertura de imprensa escrita ou radiotelefónica.
Em Agosto de 2000, a revista Benfica foi interrompida, dadas as despesas que apresentou ao longo de quinze edições. Anunciou-se que passaria a ser editada 'em parceira com um grupo económico líder de mercado (...) de publicações periódicas', desta vez sem distribuição gratuita pelos sócios.
O plano não avançou, pois as eleições benfiquistas de 27 de Outubro de 2000 puseram fim à gerência que preterira o jornal que se publicava desde 1942. A sua publicação retornou meses depois, no 97.ª aniversário do Clube, para gáudio dos benfiquistas que o viam como um símbolo e um contributo para 'o restaurar da esperança' benfiquista.
'O bom filho a casa torna'! Para o Benfica, este era o seu espelho e voz pública. O seu papel determinante reflete-se sobretudo tendo em vista a dimensão internacional do Clube. Segundo os leitores, com o jornal podiam saber qual o rumo seguido pelo Benfica em todas as suas vertentes, como 'um escudo', porque 'podemo-nos defender e elucida-nos sobre o que acontece no Clube'.
'Bem patrimonial e espiritual de valor ímpar', o seu retorno foi bem-visto e agradecido, testemunho que, acompanhando o presente, deixa gravado para o futuro a sua história.
Saiba mais sobre a história da comunicação do Clube na área 16 - Outros Voos, do Museu Benfica - Cosme Damião."

Pedro S. Amorim, in O Benfica

Benfica FM #177 - Paços, pré-Barça...

segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Antevisão...

Treino...

Vergonha, continuada...!!!


Tudo normal...


"Luís Filipe Vieira esteve 5 dias detido por uma suspeita de desvio de 2.5 milhões de euros. Pinto da Costa está sob suspeita de desvios superiores a 40 milhões de euros.
Alguém nos elucide se existe uma justiça para o norte e outra para o resto do país, por favor."

Vergonha no Pavilhão João Rocha


"O que se passou esta noite no Pavilhão João Rocha envergonha o Futsal, a Federação, os responsáveis pela arbitragem e os adeptos do Sporting. Uma lamentável noite de "Vale Tudo" que em nada dignifica a modalidade e o espírito desportivo que deve sobrepor-se a qualquer rivalidade.

Vamos por partes.
1 - Num jogo extremamente equilibrado, a arbitragem voltou a assumir um protagonismo que se repudia. Vários lances de análise clara foram decididos em sentido contrário, com sistemático prejuízo para o Benfica. O cúmulo de uma arbitragem enviesada está expresso no quarto golo do Sporting, com o nosso jogador Robinho a ser empurrado pelas costas sem que fosse assinalada qualquer falta.
2 - Num jogo com duas grandes equipas de Futsal assistimos a um coro arruaceiro de insultos, provocações e intimidações que duraram a partida toda. Como é que, mais uma vez, os adeptos do Sporting partem o vidro que está por detrás do banco de suplentes do Sport Lisboa e Benfica, ferindo inclusive um dos nossos jogadores? Cumpre-nos igualmente perguntar: este comportamento e os constantes insultos por parte dos adeptos do Sporting vão ficar uma vez mais impunes?
3 - Reprovável a carga policial sobre os adeptos do Benfica. O Clube vai requerer às autoridades competentes explicações quanto aos fundamentos que levaram a esta decisão gravosa para com a integridade física dos nossos adeptos.
Uma última palavra para a transmissão televisiva do Canal 11. Sem repetições, sem imagens e sem comentários no momento quanto a tudo o que acima foi referido, em contraponto com outros comentários que não dignificam em nada o desporto."

domingo, 21 de novembro de 2021

Mais um triunfo dos porcos...

Sporting 5 - 2 Benfica

Nada de novo: podemos trocar de treinador, de jogadores, a lagartada pode até jogar com os 'Juniores', mas enquanto os jogos de Futsal continuarem a ser decididos pelos apitadeiros, pouco se pode fazer!
Hoje, das 6 faltas que deram o 1.º golo do Sporting na 1.ª parte, 3 não existiram (já para não falar das que ficaram por marcar a favor do Benfica); um penalty sobre o Tayebi é transformado em livre contra o Benfica; a expulsão perdoada ao Erik, dá expulsão do Rómulo e consequente 3.º golo do adversário; logo a seguir empurrão descarado sobre o Robinho e 4.º golo da Lagartada!!! O facto do Erik ter chegado ao fim do jogo sem um único amarelo, depois de pelo menos 4 simulações descaradas, duma patada para vermelho directo e muitas outras provocações, é prova provada, que não estamos a jogar a mesma 'modalidade'!!!! A única 'anormalidade' hoje foi mesmo a expulsão justa do Pauleta, o resto tudo normal...!!!
Nas bancadas mais um festival animalesco de provocações, agressões, vidros partidos... tudo com o Canal 11 a tentar 'esconder'...
Continuar a jogar nestes moldes, calado, é ser cúmplice...