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sexta-feira, 4 de abril de 2025

Em frente...

Benfica 5 - 2 Reus

Grande jogo, com duas ausências de peso (Roby e Pau), foi o jovem de Torres a pegar no jogo, e a decidir relativamente cedo, a eliminatória...

Estamos na Final 4, vamos defrontar os Corruptos nas Meias, que muito provavelmente será jogada num dos pavilhões dos Corruptos... mas esta equipa é capaz de tudo!

Fever Pitch - Domingo Desportivo - Tensão Pré Clássico!

Terceiro Anel: Bola ao Centro #120 - Assim fica complicado de acreditar!

Falar Benfica - Conversas #13a

O Benfica Somos Nós - S04E48 - Farense...

Benfica Podcast #555 - On the hunt

Condizente...

The worst ever...

19.ª

Recordes!

Panenka é uma simulação, portanto até 'encaixa'!!!

Cashball está vivo...

Sequência imparável...

Interesses?!

Benfica menos fresco do que FC Porto no Dragão


"Haverá 72 horas (3 dias) de recuperação entre as equipas. Numa fase tão adiantada da temporada, com todo o desgaste físico acumulado, os tempos de descanso são cruciais. Questiona-se, assim, o critério por trás da decisão de o Benfica ter marcado o jogo em atraso (com Gil Vicente, por sua iniciativa adiado e que empurrou o do Farense para ontem) para a semana anterior ao do FC Porto

Com Sporting e Benfica empatados, em pontos, no topo da Liga de futebol, a jornada que se segue (28 de 34), que inclui o clássico entre o 3.º classificado (a 9 pontos do duo da liderança) FC Porto e o Benfica e o duelo entre os líderes leões (em vantagem no confronto direto com as águias) e SC Braga (4.º classificado em igualdade pontual com os dragões) tem grande importância. Desde logo, no que mais interessa, a corrida ao título de campeão.
E na iminência de uma partida de exigência máxima, o Benfica defrontará o FC Porto no Estádio do Dragão com um pouco mais de metade do tempo de recuperação do adversário. Os encarnados jogaram ontem com o Farense e os azuis e brancos no domingo com o Estoril. Haverá 72 horas (3 dias) de recuperação entre as equipas. Benfiquistas terão aproximadamente 92 horas até ao apito inicial na Invicta contra 164 (uma semana) dos portistas.
Numa fase tão adiantada da temporada, com todo o desgaste físico acumulado - que tanto se debate por ser excessivo, causador de lesões e abaixamento do rendimento de jogadores e equipas -, os tempos de recuperação são cruciais, significando diferenças de frescura aos jogadores mais importantes, mais vezes titulares, e os mais sobrecarregados.
Questiona-se, assim, o critério por trás da decisão de o Benfica ter marcado o jogo em atraso (com Gil Vicente, por sua iniciativa adiado e que empurrou o do Farense para ontem) para a semana anterior ao do FC Porto. Não haveria data mais adequada? Entre 13 (Arouca) e 19 de abril (V. Guimarães)? Se sim, nada o justifica..."

Um clássico vale sempre mais que três pontos


"Esta semana torna-se impossível contornar o tema do clássico a jogar no próximo domingo que coloca frente a frente FC Porto e Benfica. Ainda que a matemática do campeonato dite que um clássico vale os mesmos três pontos que qualquer outro jogo, a verdade é que o seu peso vai muito além da tabela classificativa.
Um clássico é uma prova de fogo para a estabilidade emocional dos atletas, transporta rivalidade histórica, identidade cultural e simbolismo emocional. Trata-se de um contexto de exigência máxima, onde a capacidade de regulação emocional se torna tão ou mais determinante quanto a preparação física ou tática de qualquer atleta. A pressão de um clássico é sempre intensificada pelas as bancadas em êxtase e pela atenção mediática dos meios de comunicação social.
Neste caso o próprio momento do campeonato e o percurso realizado pelas equipas na presente época são fatores de pressão adicional e que aumentam não só pressão social percebida como consequentemente o stress competitivo. É verdade que as equipas se encontram em momentos distintos, mas a vitória é de extrema importância para ambas e aqui não é só uma questão emocional.
O Benfica está na luta pelo título e qualquer falha neste momento pode comprometer essa ambição (o que claramente é um fator de pressão extra), mas não deixa de ser evidente que se encontra na melhor fase da época desportiva, com um plantel qualitativamente superior ao adversário e com uma memória do último encontro onde se superiorizou com a vitória de 4-1.
Por outro lado, o FC Porto atingiu finalmente as duas vitórias consecutivas na era Martín Anselmi, encontra-se a nove pontos da liderança do campeonato, matematicamente não é impossível ser campeão, mas só a conjugação de um grande Porto com um desaire gigante quer na Luz quer em Alvalade lhe permitia lá chegar. Mas também para o FC Porto estes três pontos não são de menos importância, pois garantir o terceiro lugar é relevante para a próxima época do clube. Além disso, a vitória no clássico seria um reacender da chama e uma forma de reafirmar a alma portista que por vezes tem parecido adormecida.
Neste tipo de encontros de elevada pressão, a regulação emocional torna-se um fator determinante para o desempenho coletivo. Quando os atletas não conseguem gerir eficazmente os seus estados emocionais, é comum surgirem manifestações de ansiedade competitiva, tanto a nível cognitivo como somático. Esta ansiedade interfere diretamente na tomada de decisão, na concentração e na execução técnico-tática, comprometendo a performance individual e, por consequência, a dinâmica da equipa. Além disso, num jogo onde o erro pode ser amplificado pela carga simbólica do adversário e pela exposição mediática, o impacto da ansiedade não regulada tende a propagar-se entre os elementos do grupo, afetando a coesão e o rendimento global.
Além disso, também a gestão emocional de treinadores e equipas técnicas revelam aqui um papel crucial. A forma como gerem a sua emoção e comunicam antes e durante o jogo pode ajudar a baixar a tensão ou, pelo contrário, aumentar a pressão. Um discurso emocionalmente equilibrado, que reforce a confiança e minimize o medo de falhar, contribui para que os jogadores entrem em campo com a mente limpa e o coração no lugar certo. Quantas vezes ouvimos falar em jogo de nervos, na verdade deveríamos falar em jogo de gestão de nervos, pois é na forma como atletas e equipas técnicas gerem a pressão destas circunstâncias que se pode fazer a diferença em momentos cruciais do jogo.
Um clássico vale sempre mais que os três pontos a contar para a tabela classificativa, reforça da identidade e consiste em uma demonstração de força e vitalidade dos clubes. Além disso, coloca à prova tudo o que há de mais humano no desporto: o domínio da emoção, a força mental e a capacidade de manter a cabeça fria quando tudo em volta ferve e, é exatamente desta força mental que os verdadeiros talentos são feitos."

Guerra Norte-Sul está de volta


"Eleições para a presidência da Liga prometem muita polémica, com André Villas-Boas na linha da frente.

Acompanho o futebol português há mais de 40 anos e habituei-me às guerras Norte-Sul. Sou do tempo em que os presidentes dos três grandes eram Pinto da Costa, Fernando Martins e João Rocha. A escaldante década de 80 do século passado, com constantes ataques e contra-ataques entre os três grandes. Como a célebre mudança de Paulo Futre de Alvalade para as Antas, que coincidiu com a contratação por parte dos leões dos azuis e brancos Sousa e Jaime Pacheco.
Isto depois de um Euro-84 simplesmente singular. A Seleção Nacional brilhou em França, terminando num inglório 3.º lugar, depois da cruel eliminação, no prolongamento, diante dos gauleses. O tal Europeu de Portugal com quatro treinadores: Fernando Cabrita, Toni, António Morais e José Augusto! E uma guerra aberta no grupo, com nove jogadores do FC Porto e… oito do Benfica, a que se juntaram o sportinguista Jordão e os dois guarda-redes suplentes, Vítor Damas e Jorge Martins.
Uma Seleção dividida ao meio e que só se juntava dentro de… campo. A combinação, que tinha tudo para ser explosiva, foi surpreendente, mas acabou por terminar, dois anos depois, de forma… natural, no Mundial do México, com o caso Saltillo. Outra guerra, esta entre jogadores e Federação.
FC Porto, Benfica e Sporting digladiavam-se pelo poder, com os clubes a terem mais força e a tentarem controlar a FPF, mais concretamente, a arbitragem.
Uma década depois surgiu na equação a Liga de Clubes e tive esperança que a mudança de poderes de uma entidade para outra melhorasse a situação. Puro engano. Tudo continuou na mesma. Foram apenas mudando os protagonistas, com exceção do eterno Pinto da Costa.
Durante anos deixei de acreditar em qualquer tipo de pacificação, união, trabalho conjunto, que o bem comum prevalecesse sobre os interesses individuais. Tinha apenas a convicção que um dia tudo poderia ser diferente. Que com uma nova geração de dirigentes tudo melhorasse. E durante muito tempo disse que com novos líderes — as minhas apostas eram Vítor Baía no FC Porto, Rui Costa no Benfica e Luís Figo no Sporting — tudo poderia ser diferente. Enganei-me.
Apesar das mudanças na liderança dos três grandes, curiosamente com três homens do futebol, o ex-treinador Villas-Boas, o antigo futebolista Rui Costa e o médico Frederico Varandas, nada mudou. Os velhos hábitos mantêm-se, as estratégias, por mais antigas que sejam, continuam a ser utilizadas e os objetivos são os mesmos. O que interessa é ganhar, seja como for. Se é necessário pressionar os árbitros, pressiona-se, se é preciso destabilizar os rivais, destabiliza-se. Ou seja, o fim justifica todos os meios.
André Villas-Boas surgiu esta semana a mostrar-se preocupado com a polémica entre Pedro Proença e Fernando Gomes. «Temos um país único em termos de jogadores, treinadores, agentes. Para uma população tão pequena criamos tanto talento, mas teimamos em não sair desta zona de conflito da qual ninguém sai beneficiado», disse, esquecendo-se de fazer referência aos… dirigentes, nos quais agora se inclui.
O presidente do FC Porto aproveitou para marcar posição quanto à sucessão do novo presidente da FPF na Liga, frisando que está preocupado com as eleições. «Cheguei há cerca de um ano à presidência, tentei lançar-me neste desafio também para tentar renovar o ar do futebol português, sentar-me à mesa com os três grandes e procurar algum alinhamento de estratégia para o futuro. Mas a realidade é que as coisas continuam a caminhar no mau sentido», disse, acertando no diagnóstico: «O futebol português está doente. Andamos a enganar-nos uns aos outros há tanto tempo.»
Villas-Boas perdeu foi uma oportunidade para marcar a diferença. Não lhe basta dizer que «há agora um certo desalinhamento entre os três grandes», que continuam «a adiar resoluções sobre a centralização dos direitos televisivos e sobre o VAR» e que «não defender os interesses do futebol português é uma patetice absoluta» e, passados dois dias, passar a atacar o Benfica e o presidente dos encarnados, com as eleições da Liga como pano de fundo.
O FC Porto tem toda a legitimidade em apoiar a candidatura de José Gomes Mendes, tal como o SC Braga, assim como Benfica e Sporting a de Reinaldo Teixeira. Já se percebeu que a guerra Norte-Sul está de volta. Já há troca de comunicados e tudo. Só já falta o clássico corte de relações. E isto em vésperas do… clássico. Com Villas-Boas e Rui Costa bem distantes na tribuna presidencial do Estádio do Dragão. Afinal, nada mudou. Pela minha parte, desisto."

PortuguesesSoccer: Match Day 28, Big Weekend: FC Porto x Benfica and Sporting x Braga; Portuguese in Australia

5 minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...