Últimas indefectivações

quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Aperitivo... !!!

Benfica 4 - 0 Barcelona


Depois da derrota pesada em Kiev, a equipa estava a precisar dum resultado destes! E se beneficiámos da expulsão do guarda-redes do Barça, recordo que nessa altura o resultado já estava 2-0!

Com a cabazada que o Dínamo deu ao Bayern em Munique(0-4), parece que os Ucranianos, estão lançados para o 1.º lugar, sendo assim é fundamental o Benfica fazer mais pontos que o Bayern nos dois próximos confrontos directos com os bávaros!

Em frente...

Benfica 83 - 77 Voluntari
21-22, 16-13, 15-18, 31-24

Vitória, sem convencer... Bem na defesa, mal no ataque! Tem sido este o Benfica desta época, desta vez, com o Broussard a assumir o lançamento... Depois de uma 'branca' no final do 3.º período, conseguimos dar a volta no derradeiro período da partida!
Má notícia a lesão do Farr, que mesmo sem ter mostrado muito, é fundamental na rotação da equipa. Sem o Farr na partida com o Groningen, vamos ter dificuldades no jogo interior!
Estamos a um jogo da fase de grupos, mas vamos defrontar a equipa da casa, que tem qualidade...

Trofense...


Sorteio da Taça de Portugal, e como de costume, ao Benfica a sair uma das equipas 'menos acessíveis', dentro das possibilidades, considerando as condicionantes do Sorteio!

Vamos à Trofa, equipa da II Liga, com valor idêntico às equipas do funda da tabela da I Liga, muito provavelmente com um onze, muito diferente do habitual, com uma 'paragem' para as selecções nas vésperas, e com o jogo do Bayern logo a seguir!

E se em algumas posições existem de facto opções, noutras nem por isso: a questão dos Centrais vai voltar a preocupar...

Espírito 1961


"Ontem, na Luz, assistimos a um grande triunfo da nossa equipa de andebol frente ao Rhein-Neckar Löwen, vencedor da Taça EHF em 2013 e bicampeão alemão em anos recentes.
O 33-28 final (a primeira mão saldara-se por um empate a 31 golos) garantiu o apuramento benfiquista para a fase de grupos da EHF European League. Todos tínhamos consciência da enorme dificuldade de que se revestia esta eliminatória, mas foi com ambição que o objetivo da passagem foi assumido e alcançado.
Do Pavilhão n.º 2 para o Estádio, hoje, às 20 horas, com os bilhetes colocados à venda esgotados, será a vez de a nossa equipa de futebol defrontar um grande adversário, um dos clubes mais emblemáticos a nível mundial.
Trata-se do Barcelona, candidato crónico a vencer a Liga dos Campeões, vencedor da prova quatro vezes neste século (cinco no total) e finalista vencido em três ocasiões, entre as quais frente ao Benfica em 1961.
Para Jorge Jesus, "o Barcelona continua a ser uma das equipas mais fortes da Europa, para não dizer do mundo", e o treinador reconheceu que "vamos ter imensas dificuldades porque vamos encontrar uma equipa com grandes jogadores".
Esta constatação não inviabiliza, no entanto, que procuremos a vitória.
Grimaldo, formado no clube catalão, foi a voz do sentimento prevalecente no balneário benfiquista: "Temos respeito por eles e sabemos que é uma equipa de topo, mas não temos medo e vamos jogar de igual para igual, para ganharmos os três pontos."
Obviamente que não se esperam facilidades ante um excelente adversário como o Barcelona, mas será à procura do melhor resultado possível que a nossa equipa se apresentará em campo esta noite.
Vamos, Benfica!"

Cadomblé do Vata


"Permitam-me que desmistifique uma das maiores confusões que grassa pelo Portugal futebolístico ultimamente: a "Cidade Condal" não é Vila do Conde. O SL Benfica vai jogar contra o Fútbol Club Barcelona, não é contra o Rio Ave Futebol Clube. Se o nosso adversário em "profunda crise" vencer o jogo da La Liga que tem em atraso, fica com 1 ponto de vantagem sobre o "pujante" Atletico de Madrid e a 2 da liderança. Em Portugal há quem veja o primeiro mais longe e respira saúde. Portanto meus amigos, na quarta feira precisa-se calminha, humildade e futebol de qualidade."

Benfica Podcast #420 - Double Chuk

Falar Benfica #30

terça-feira, 28 de setembro de 2021

Vitória histórica...

Benfica 33 - 28 Rheim-Neckar
(18-13)

Gigantes, grande exibição, grande vitória... uma das 'maiores' da secção! Estes Alemães são fortíssimos, têm um plantel cheio de jogadores com curriculum, eram provavelmente um dos maiores favoritos à conquista da Taça EHF antes desta eliminatória... Eram de longe a equipa a 'evitar' no sorteio!
E em duas grandes partidas com o Benfica, foram eliminados sem apelo nem agravo, e só não perderam os dois jogos, porque os árbitros na Alemanha, não quiseram!!!

Não é fácil destacar um jogador, pois todos fizeram o seu papel, mesmo assim sem esquecer as bombas do Petar, o Sergey merece ser destacado: uma autêntica parede nestes dois jogos!!!

Agora na fase de grupos da Taça EHF, depois de derrotar um adversário deste nível, mantendo esta atitude e esta qualidade, tudo é possível!

Treino (2)...

Antevisão...

"Pronto, se for preciso"


"O homem que, por três vezes, assumiu inteiramente o cargo de presidente da Direcção do Benfica

António Afonso da Costa e Sousa nasceu em 19 de Maio de 1906 na Quinta da Portucheira, em Torres Vedras. A sua actividade de atleta resumiu-se ao futebol, que praticou na escola. na adolescência foi para um colégio interno, em Lisboa, onde estudou economia, o que lhe possibilitou vir a trabalhar no Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa.
Os estudos não lhe permitiram dedicar-se ao desporto. No entanto, fez-se sócio do Benfica em 1922, onde foi figura de relevo até à sua inesperada morte, em 19 de Novembro de 1958.
A partir de 1937 passou a integrar os órgãos sociais do Clube, desde suplente do Conselho Fiscal a vogal da Direcção, tendo assumido a tesouraria por demissão do efectivo, em 1940.
Em 1944, ocupando o cargo de suplente da Direcção havia três gerências, foi efectivado para a chamada 'Direcção dos Suplentes', quando toda a Direcção foi castigada com uma suspensão de três meses pela Federação Portuguesa de Futebol, devido a um comportamento excessivo do secretário Júlio Ribeiro da Costa, num jogo frente ao Belenenses. Em 26 de Outubro de 1944, Costa e Sousa, como primeiro suplente, foi elevado a presidente interino da Direcção, cargo que assumiu durante o tempo imposto, presidindo a banquetes de homenagem e confraternizações. Foi nesse período que a equipa feminina de Tiro do Clube conquistou o seu primeiro título.
Foi eleito vice-presidente da Direcção nas eleições de 1946, pela primeira lista opositora da história do Benfica. Em 30 de Julho, Costa e Sousa voltou a assumir o cargo de presidente após a demissão de Manuel Conceição Afonso, mantendo-se até Janeiro de 1947. Durante estes seis meses, encabeçou dois momentos importantes para o Clube: a escritura da compra da sede da Avenida Gomes Pereira, me Novembro de 1946, e, no mês seguinte, a inauguração da primeira pista de atletismo do Clube.
Enquanto vice-presidente, assumiu uma terceira vez o cargo mais alto da Direcção durante o mês que decorreu entre a morte do presidente Tamagnini Barbosa e as eleições de Janeiro de 1949. Aí, presidiu a um banquete em honra de Ferreira Bogalho, com quem se envolveu em debates saudáveis ao longo dos anos, nas Assembleias Gerais. Foi a sua última posição nos órgãos sociais do Benfica.
De carácter cauteloso e desembaraçado, seria convidado a integrar uma lista em 1950, tendo afirmado que se encontrava 'pronto se for preciso' para ajudar no desenvolvimento do Clube.
Conheça os nomes que dirigiram o Benfica na área 28 - Homens do Leme, no Museu Benfica - Cosme Damião."

Pedro S. Amorim, in O Benfica

Treino...

Benfica FM #170 - Vitória...

Rodrigo Pinho | A arma secreta de Jesus?


"Proveniente do CS Marítimo, Rodrigo Pinho deu o maior salto da sua carreira e chegou a um grande português após contar com passagens por SC Braga, CD Nacional e, por último, CS Marítimo.
Nas temporadas transatas, Rodrigo Pinho mostrou qualidade para voos maiores e a sua oportunidade acabou por chegar. Mas será que chegou mesmo o tempo do avançado brasileiro?
Pois bem, ainda que apresente qualidade, Rodrigo Pinho não é primeira opção de Jorge Jesus para a frente de ataque encarnada, até porque existem no plantel jogadores bem mais capazes do que Pinho. Ainda assim, o brasileiro nascido na Alemanha é uma boa adição que garante profundidade ao plantel encarnado.
O esquerdino de 30 anos mostra-se mais como uma segunda opção viável, capaz de brilhar em certas situações do jogo e não como um titular indiscutível. Aliás, o próprio deveria saber disso quando assinou pelo SL Benfica. Contudo, creio que haverá espaço, e minutos, para Rodrigo Pinho.
Poderá ser importante para fazer descansar os colegas de posição em jogos de taças e poderá também funcionar quase como que um elemento surpresa quando o jogo estiver “encalhado”.
Possante fisicamente, Rodrigo Pinho é também um avançado bastante móvel, nada normal para as caraterísticas que apresenta. Ainda que seja ponta de lança, tem a capacidade de jogar de costas para a baliza, sabendo temporizar o timing para soltar a bola para os colegas e ainda ser capaz de aparecer em zonas de finalização.
É de pensar que com a sua envergadura, Rodrigo Pinho fosse um homem de área, mas muito pelo contrário. É um avançado rápido e explosivo que sabe explorar bem as costas do adversário, para além de ser muito forte no duelo individual. Não temos aqui o próximo Cristiano Ronaldo, mas temos uma opção bastante viável para render Yaremchuk.
No plantel encarnado encontra a concorrência direta de Darwin Núñez, Haris Seferovic e Gonçalo Ramos, para além do supramencionado, Yaremchuk, o que torna os minutos de jogo ainda mais escassos, até porque Jorge Jesus tem apostado num sistema 3-4-3, sendo Yaremchuk o homem da frente e Rafa Silva e Darwin os jogadores que, não estando na ala, têm mais tendência para pisar esses terrenos.
Nesta temporada, ao serviço das águias, conta com três jogos disputados de águia ao peito, totalizando 82 minutos de utilização e um golo marcado. Quiçá registe números como na temporada passada, que em 21 jogos apontou 15 golos e uma assistência, mas não me parece provável, até porque não tem a mesma preponderância no SL Benfica que tinha no clube insular.
Assim, Rodrigo Pinho terá de lutar por um lugar no onze inicial, mas o que se prevê é que seja um jogador de rotação, tanto para jogos de menor calibre, como para entrar para mexer com o jogo. A qualidade está lá, mas não para ser titular indiscutível no Sport Lisboa e Benfica."

Rescaldo: Guimarães...

Tão verde, tão verde, à beira de cegar



"Ao vê-lo jogar com a camisola do Torino, o presidente do Valência quis saber: ‘Quantos sacos de laranjas querem por ele?’

Se Amesterdão tinha um Ajax, por que diabo não haveria Roterdão de ter um Xerxes? Não vou pôr-me aqui a comparar a popularidade do herói grego, que aliás é uma figura mitológica, o mais belo e perfeito guerreiro que surgiu na Terra depois de Aquiles, com a de Xerxes, filho de Dário, xá dos aqueménidas, continuamente envolvido em guerra contra os gregos, este sim, personagem histórica.
Da mesma forma, comparar a popularidade do Ajax de Amesterdão com a do pequeno Xerxes de Roterdão, seria absurdo. Mas há algo de que os adeptos do Xerxes se orgulham e com toda a razão: ainda antes de o Ajax ter dado ao mundo os nomes de Cruyff, Neeskens, Krol e o diabo a quatro, o Xerxes exibia na sua equipa um tal de Servaas Wilkes, nascido no dia 13 de outubro de 1923, e durante anos a fio considerado a grande estrela do futebol daqueles que nós, por cá, resolvemos de um dia para o outro começar a tratar por Países Baixos quando sempre foram para si próprios os Países Baixos – Netherlands.
Em campo, Wilkes ganhou a alcunha de Faas. Para azar dele, a Holanda (desculpem lá a informalidade) do seu tempo não era lá das tais coisas. Uma renitência excessiva em entrar pelo caminho do profissionalismo manteve o futebol da região num atraso considerável em relação ao resto da Europa central e, para não ir mais longe, em relação aos vizinhos belgas, por exemplo.
Era um tipo grande, com mais de um metro e noventa, jogava a avançado centro, e às vezes parecia um tudo nada trapalhão até na forma como ia fazendo as bolas entrarem dentro das balizas em quantidades industriais. Ninguém ficou muito espantado quando, em 1949, se tornou no quarto jogador holandês a transferir-se para o estrangeiro. Foi para Milão, para o Inter, onde jogou três anos e continuou a marcar golos.
O meu querido Carlos Mendes é um amigo muito especial, mas vendo bem todos os meus amigos são especiais, sorte a minha. No fundo, há uma velha verdade que diz: cada um de nós é para cada um dos outros cada um de si. Agora que o sol estala na minha varanda de Alcácer, depois da tempestade ter assombrado a madrugada, lembro-me dele aqui sentado, de viola na mão, dedilhando cordas sobre o Sado.
Ele que cantou:
«Em Alcácer eram verdes as aves do pensamento
Eram tão leves tão leves como as lanternas do vento
Em Alcácer eram verdes os cavalos encarnados
Eram tão fortes tão negros como os punhos decepados».
Era de outra Alcácer que falava Joaquim Pessoa, que escreveu a letra, mas as aves do pensamento sempre transportaram consigo aquele homem muito grande que todos conheciam pelo pequeno nome de Faas.
«Em Alcácer eram verdes os homens que não voltaram
Eram tão verdes tão verdes como os campos que deixaram...».
Em Turim, em 1952, ainda se choravam os homens que não voltaram da tragédia de Superga que destruiu a totalidade de uma das melhores equipas da história. Na vontade extrema de recuperar da morte, os dirigentes do clube procuravam contratar estrelas que brilhassem por entre tal escuridão. Faas foi uma delas. Esteve lá um ano e foi um fracasso.
Não havia avançado que pudesse fazer esquecer Mazzola, muito menos um holandês corpulento que não sabia da arte requintada do drible e apenas da matemática dos golos. Só marcou um pelo Torino mas, numa viagem a Valência, caiu no goto dos valencianos: o presidente do Valência perguntou, candidamente – «Quantos sacos de laranja querem por aquele avançado grandalhão?».
Em Valência, Faas Wilkes recuperou a alegria, fazendo parelha no ataque com um espanhol chamado Manuel Mestre Torres que, quando o viu jogar pela primeira vez, exclamou: «Joder! Eres el único jugador del mundo capaz de hacer una pared consigo mismo». Faas fez tabelinhas consigo mesmo, mas sobretudo com Mestre. A populaça adorava-o. Diziam aos quatro ventos: «Se o Real tem Di Stáfano e o Barcelona tem Kubala, nós temos Faas Wilkes».
O falso trapalhão, que tirava adversários da frente com movimentos que pareciam involuntários, viveu quatro anos de felicidade plena. Aos 33 anos regressou à Holanda, para jogar no VVV, mas dois anos mais tarde estava no Levante.
Queria jogar, jogar sempre, se possível até ao dia de morrer em campo, de velhice. Em 1964, com a camisola do Xerxes, disse finalmente adeus à verdura dos relvados. Salvaas Wilkes fora uma espécie de poeta da grande área, o homem que completava o soneto do golo. À sua volta a relva era tão verde, tão verde, quase à beira de cegar..."

Fazer de Portugal uma verdadeira nação desportiva


"Nos últimos anos, o desenvolvimento da atividade física e desportiva ao longo da vida tem sido objeto de diversos relatórios, com origens diversas, e com mais ou menos qualidade. A prática desportiva é uma ferramenta de emancipação e de aprendizagem. Não é um setor que se deva colocar num qualquer canto, esquecido. O desporto faz sonhar a nossa juventude e faz com que alguém encontre o seu lugar na vida ou, como diria o sociólogo Pierre Bourdieu, nesta «miséria do mundo».
As escolas e os clubes desportivos deveriam irrigar mais desporto nas nossas aldeias, vilas e cidades, por forma a que ele assuma um lugar essencial no projeto global de sociedade. É preciso criar condições para se oferecer uma prática desportiva para todos e por todo o lado. Só nestas condições é que ela será integrada no modo de vida de todos, constituindo progressivamente um verdadeiro facto cultural. Esta ambição supõe mudar de paradigma, é claro, posicionando verdadeiramente a atividade física e desportiva para todos, em todo o território e ao longo da vida, no coração da nossa cultura, da nossa educação e na vida quotidiana de todos os portugueses.
Se a pertinência é atestada por vários estudos realizados sobre a prática desportiva, em todos os domínios, é necessário uma mudança profunda sobre como se olha para o fenómeno, uma mudança cultural que exige ambição, tenacidade e mobilização de todos os atores. Mas constatamos que a situação atual está muito afastada desta visão. Temos que reconhecer que, objetivamente, a prática desportiva é muitas vezes percebida como acessória e não como elemento central da nossa cultura e das nossas políticas públicas.
Se o objetivo é desenvolver a atividade física e desportiva, chegando ao maior número de pessoas, temos que ter em conta a progressão das práticas livres e não enquadradas, o que supõe uma evolução profunda da oferta tradicional. Não poderá haver uma estratégia ambiciosa em matéria de desenvolvimento de atividades físicas e desportivas se não se dispõe de instalações suficientes, adaptadas, abertas e repartidas, de tal forma que sejam acessíveis a toda a população e em todo o território. Tem que existir uma competência partilhada e não chefes de fila. Contrariamente a outros países, o Estado português não tem uma estratégia nacional global sobre a atividade física e desportiva."

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Lixívia 7


Tabela Anti-Lixívia
Benfica.............21 (0) = 21
Sporting...........17 (+1) = 16
Corruptos.......17 (+5) = 12

Mais uma jornada, sem Casos nas primeiras páginas dos pasquins, mas como algumas curiosidades!!!

No Alvalixo, mais um penalty salvador, mesmo a acabar a partida... o penalty existe, mas nunca seria tão consensual, se por acaso, fosse a favor do Benfica!!!

Logo a seguir, em Barcelos, o Soares Dias precisou do VAR para marcar um penalty descarado contra os Corruptos... Mas mesmo assim, conseguiu deixar a sua 'marca' na partida!
Praticamente ninguém reparou, na descomunicação social desportiva, ninguém reparou mesmo:
- no lance que dá a vitória aos Corruptos, mesmo a terminar o jogo, a falta existe! Só a favor dos Corruptos seria assinalada, mas existe... a meio-campo é daquelas faltas 'normais', junto das áreas, em momentos decisivos, só quando é conveniente!!! Mas o 'arte' do corrupto, esteve na forma como permitiu ao jogador dos Corruptos, marcar a falta onde lhe era mais favorável!!!
Se repararem a falta é cometida, perto do bico da área do Gil, a um metro da linha da grande área; mas falta é assinalada na zona central a cerca de 8 metros da área!!! A distância, onde a falta é cometida, e onde o livre foi marcado, é superior a 10 metros! Se a falta tivesse sido marcada no local exacto, a barreira do Gil estaria em cima, ou perto, da linha da pequena área... além do ângulo ser muito mais apertado, assim, um bocadinho mais atrás deu para a bola passar por cima da barreira e baixar...!!!
Estas 'liberdades', em Portugal, só beneficiam um único Clube... nem a Lagartada, tem destas!!!

Em Guimarães, o Benfica ganhou... e portanto não se queixou, o que é um tremendo erro!
O lance para mim, mais importante é o penalty sobre o Darwin! E podem acusar do Uruguaio de ter tosco, e outras coisas, mas quando ele tenta mudar de direcção, o defesa mete os dois braços, no peito do Darwin, a meio-campo seria falta descarada e ninguém protestaria... Dentro da área, a 'favor' do Benfica, nem sequer é discutido!!!
Mas a 'marca' do Godinho ficou espalhada por outras jogadas: logo nos primeiros segundos da partida, o João Mário é empurrado à entrada da área do Guimarães, levanta-se, luta pela bola, e faz falta, o que é imediatamente assinalada contra o Benfica... mas o empurrão sobre o nosso jogador nada!!! Seria um livre perigoso a favor do Benfica... 'mais' falta do que a assinalada a favor dos Corruptos em Barcelos!!!
Mas além dos penalty's não assinalados a favor do Benfica, muitas pessoas esquecem-se que o Benfica tem jogos inteiros, consecutivos, sem beneficiar de um livre directo, em zona frontal perigosa, ao jeito dos nossos marcadores, principalmente o Grimaldo... São jornadas e jornadas, sem um único livre frontal!!!
Dou um exemplo: à cerca de um ano, na derrota no Bessa, ainda com 0-0 creio, o Darwin, marcou um livre directo, descaído para a esquerda, com muito perigo! Na altura fiquei convencido que o Darwin seria um bom marcador de livres, com o pé direito! Pois bem, até agora, nunca mais teve a oportunidade de tentar de novo...!!! Simplesmente, este tipo de livres não são assinalados a favor do Benfica...
Outro 'semi-caso': em todos os resumos, em todas as televisões, aparece a jogada que o Veríssimo teve uma 'branca' e o Vertonghen recupera, e tira a bola ao Edwards! Nestes resumos, ninguém refere que no final do lance foi assinalado fora-de-jogo (seria sempre fora-de-jogo ou falta sobre o Veríssimo...)!
São lances atrás de lances com critérios completamente diferentes...

Uma nota final para os cumentadeiros no final da partida! Desta vez, fiz um zapping semi-rápido pelas televisões, no pós-jogo: os temas de discussão em todas, eram: os erros do Guimarães; e as discussões do Darwin e do Veríssimo!!! A sétima vitória consecutiva do Benfica, passou completamente ao lado da discussão... Méritos do Benfica, praticamente zero...
Por um lado, é bom que assim seja... Noutras ocasiões, os jogadores do Benfica, quando são elogiados prematuramente, facilitam e às vezes acabamos por perder pontos importantes (veja-se o Benfica - Gil Vicente da época anterior), é bom que a equipa técnica, mantenha a cabeça dos jogadores no sítio, e se for preciso utilize a forma como o momento de forma do Benfica está a ser desvalorizado pelos 'expert's' para manter o equipa concentrada naquilo que é mais importante!!!

Anexos (I):
Benfica
1.ª-Moreirense(f), V(1-2), V. Ferreira(Godinho), Prejudicados, Sem influência
2.ª-Arouca(c), V(2-0), Mota(Malheiro), Prejudicados, (3-0), Sem influência
3.ª-Gil Vicente(f), V(0-2), Almeida(Nobre), Prejudicados, (0-3), Sem influência
4.ª-Tondela(c), V(2-1), Martins(Hugo), Prejudicados, (4-1), Sem influência
5.ª-Santa Clara(f), V(0-5), Rui Costa(Soares Dias), Beneficiados, (1-5), Impossível contabilizar
6.ª-Boavista(c), V(3-1), Hugo(Vasco Santos), Prejudicados, Beneficiados, (3-2), Impossível contabilizar
7.ª-Guimarães(f), V(1-3), Godinho(Narciso), Prejudicados, (1-4), Sem influência

Sporting
1.ª-Vizela(c), V(3-0), Nobre(Almeida), Beneficiados, Sem influência
2.ª-Braga(f), V(1-2), Godinho(Hugo), Nada a assinalar
3.ª-B Sad(c), V(2-0), M. Oliveira(V. Santos), Nada a assinalar
4.ª-Famalicão(f), E(1-1), Veríssimo(Godinho), Beneficiados, (1-0), (+1 ponto)
5.ª-Corruptos(c), E(1-1), Almeida(Pinheiro), Prejudicados, Beneficiados, (3-1), (-2 pontos)
6.ª-Estoril(f), V(0-1), Martins(Esteves), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
7.ª-Marítimo(c), V(1-0), Pinheiro(Hugo), Nada a assinalar

Corruptos
1.ª-B Sad(c), V(2-0), Correia(Mota), Nada a assinalar
2ª-Famalicão(f), V(1-2), Almeida(Narciso), Beneficiados, (2-2), (+2 pontos)
3.ª-Marítimo(f), E(1-1), Pinheiro(Rui Costa), Nada a assinalar
4.ª-Arouca(c), V(3-0), Malheiro(L. Ferreira), Beneficiados, (2-1), Impossível contabilizar
5.ª-Sporting(f), E(1-1), Almeida(Pinheiro), Beneficiados, Prejudicados, (3-1), (+1 ponto)
6.ª-Moreirense(c), V(5-0), Nobre(L. Ferreira), Beneficiados, Prejudicados, (6-1), Impossível contabilizar
7.ª-Gil Vicente(f), (V1-2), Soares Dias(Malheiro), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)

Anexos (II):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica
(...)

Sporting
Martins - +2
Esteves - +2
Veríssimo - +1
Godinho - +1
Almeida - -2
Pinheiro - -2

Corruptos
Almeida - +3
Narciso - +2
Soares Dias - +2
Malheiro - +2
Pinheiro - +1

Anexos(III):
Árbitros:
Benfica
V. Ferreira - 1
Mota - 1
Almeida - 1
Martins - 1
Rui Costa - 1
Hugo - 1
Godinho - 1

Sporting
Nobre - 1
Godinho - 1
M. Oliveira - 1
Veríssimo - 1
Almeida - 1
Martins - 1
Pinheiro - 1

Corruptos
Almeida - 2
Correia - 1
Pinheiro - 1
Malheiro - 1
Nobre - 1
Soares Dias - 1

VAR's:
Benfica
Godinho - 1
Malheiro - 1
Nobre - 1
Hugo - 1
Soares Dias - 1
V. Santos - 1
Narciso - 1

Sporting
Hugo - 2
Almeida - 1
V. Santos - 1
Godinho - 1
Pinheiro - 1
Esteves - 1

Corruptos
L. Ferreira - 2
Mota - 1
Narciso - 1
Rui Costa - 1
Pinheiro - 1
Malheiro - 1

Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Godinho - 1 + 1 = 2
V. Ferreira - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
Rui Costa - 1 + 0 = 1
Nobre - 0 + 1 = 1
Soares Dias - 0 + 1 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1

Sporting
Godinho - 1 + 1 = 2
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Martins - 1 + 0 = 1
Hugo - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1

Corruptos
Almeida - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 1 + 1 = 2
Soares Dias - 1 + 0 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1
Malheiro - 0 + 1 = 1

Totais (árbitros + VAR's):
Benfica
Hugo - 1 + 1 = 2
Godinho - 1 + 1 = 2
V. Ferreira - 1 + 0 = 1
Mota - 1 + 0 = 1
Almeida - 1 + 0 = 1
Martins - 1 + 0 = 1
Rui Costa - 1 + 0 = 1
Malheiro - 0 + 1 = 1
Nobre - 0 + 1 = 1
Soares Dias - 0 + 1 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1

Sporting
Godinho - 1 + 1 = 2
Almeida - 1 + 1 = 2
Pinheiro - 1 + 1 = 2
Hugo - 0 + 2 = 2
Nobre - 1 + 0 = 1
M. Oliveira - 1 + 0 = 1
Veríssimo - 1 + 0 = 1
Martins - 1 + 0 = 1
V. Santos - 0 + 1 = 1
Esteves - 0 + 1 = 1

Corruptos
Almeida - 2 + 0 = 2
Pinheiro - 1 + 1 = 2
Malheiro - 1 + 1 = 2
L. Ferreira - 0 + 2 = 2
Correia - 1 + 0 = 1
Nobre - 1 + 0 = 1
Soares Dias - 1 + 0 = 1
Mota - 0 + 1 = 1
Narciso - 0 + 1 = 1
Rui Costa - 0 + 1 = 1

Anexos(IV):
Jornadas anteriores:

Anexos(V):
Épocas anteriores:

Balanço do fim de semana


"O sétimo triunfo consecutivo do Benfica a abrir o Campeonato Nacional de futebol, um registo conseguido somente pela quinta vez no nosso historial em 88 edições da prova, granjeou grande parte do mediatismo em torno da atividade desportiva do clube ao longo do fim de semana.
Foram muitas mais as equipas a defenderem as nossas cores e emblema, sendo de destacar, desde logo, o triunfo na Supertaça de basquetebol (feminino). As campeãs em título e detentoras da Taça de Portugal bateram o Vitória de Guimarães, em Coimbra, por 77-75, conseguindo assim mais uma conquista inédita no nosso palmarés.
São várias, entre as restantes modalidades, as que já iniciaram as competições oficiais.
Entre as masculinas há a registar a estreia da equipa de andebol no Campeonato com uma vitória robusta, ante o Madeira SAD, por 34-23. Este triunfo foi conseguido na antecâmara do jogo decisivo para o apuramento para a fase de grupos da EHF European League, que será disputado amanhã, na Luz, às 19h45. O apoio à equipa será fundamental neste difícil desafio. Recordamos que no primeiro jogo com o Rhein-Neckar Lowën, na Alemanha, verificou-se um empate a 31 golos.
No hóquei em patins vencemos o Juventude Viana por 7-3, o segundo triunfo ao fim de duas jornadas. E, no râguebi, apesar da derrota (36-26), foram deixados bons sinais na visita ao Belenenses.
Quanto às femininas, além da conquista da Supertaça no basquetebol, obtivemos triunfos no andebol (28-33 no reduto do MaiaStars), no futsal (0-13 na visita ao Golpilheira) e no hóquei em patins (0-14 no rinque do APAC Tojal).
Nota ainda para a inesperada exibição da nossa equipa feminina de futebol, que regressou de Alcochete com uma derrota pesada ante o Sporting. Estamos certos de que a nossa equipa, campeã nacional em título e apurada para a fase de grupos da Liga dos Campeões, na qual figuram as 16 melhores da Europa, saberá sair mais forte deste percalço."

Solidez. Criatividade. Três pontos!


"Jorge Jesus, não obstante o Barcelona figurar no horizonte mais próximo, asseverara que a prioridade seria dada ao Campeonato. E assim o fez, fazendo apenas uma troca no onze inicial relativamente ao jogo anterior (Valentino pelo lesionado Diogo Gonçalves).
No campo, em Guimarães, ante o sempre complicado Vitória, a nossa equipa, por seu turno, deu prioridade a construir, desde o primeiro minuto, uma vantagem robusta que lhe permitisse garantir o triunfo o mais cedo possível e, assim, poder gerir a partida conforme lhe conviesse.
Pedia-se à equipa, nesta difícil deslocação ao Estádio D. Afonso Henriques, foco, determinação, garra, organização, talento ao serviço do coletivo e eficácia, e a quase tudo ela respondeu com distinção. Faltou somente alguma eficácia, nomeadamente na primeira metade, o que não permitiu avolumar o resultado em função da enorme superioridade patenteada em campo em relação ao adversário.
"Nos primeiros 45 minutos foi tanta a superioridade do Benfica que o Vitória de Guimarães não teve hipótese, muita criatividade individual e coletiva. Sentimos que teríamos de ter feito melhor", resumiu Jorge Jesus, reconhecendo: "No segundo tempo, começámos a pensar no jogo de quarta-feira após o 0-3."
Yaremchuk bisou e João Mário fez o seu segundo golo da temporada, naquela que foi a sétima vitória consecutiva do Benfica desde o início do Campeonato. É apenas a quinta vez que conseguimos este registo na prova, a última havia sido em 1982/83 (anteriores: 1942/43, 1972/73 e 1980/81).
Os três golos marcados ao Vitória (tantos quanto o conjunto dos seis adversários anteriores dos vitorianos) elevam a contagem benfiquista para 19. Desde o início da década de 1990, só numa temporada foi superado este pecúlio ao fim das sete jornadas iniciais (2009/10) e as três em que esta marca foi atingida ocorreram todas sob o comando de Jorge Jesus (2011/12; 2012/13; 2014/15). Nota ainda para o 50.º jogo oficial de Darwin de águia ao peito.
Três pontos somados, objetivo cumprido!
Vamos, Benfica!

P.S.: Parabéns à nossa equipa feminina de basquetebol, que venceu a Supertaça pela primeira vez, num jogo deveras emocionante. Esta conquista surge na sequência dos também inéditos triunfos do Campeonato Nacional e da Taça de Portugal na temporada passada."