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segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Quebrando o enguiço

"Foi uma extraordinária festa do futebol o jogo deste sábado no Jamor. Da nossa parte, missão cumprida com enorme qualidade frente a um adversário mais uma vez muito difícil e que na época passada nos tinha ganho cinco pontos.
Num relvado longe da qualidade que se exige, começámos da melhor forma este ciclo muito difícil de três jornadas em que defrontaremos de seguida dois dos candidatos ao título.
A equipa voltou a demonstrar elevada segurança na defesa e forte resiliência e criatividade no ataque, sobressaindo a abnegação com que todos os jogadores lutaram em prol da equipa.
Parabéns também ao incansável apoio e mobilização dos benfiquistas que transformaram o Jamor numa imensa mancha vermelha e branca. Conforme Rúben Dias afirmou, foi um “ambiente incrível”, atestando, uma vez mais, a comunhão perfeita vivida, no presente, entre todos.
Com esta vitória e sob o comando de Bruno Lage, o Benfica passa a contar com vitórias sobre todos os seus adversários da primeira liga (dos actuais primodivisionários, Lage só não defrontou Famalicão e Gil Vicente na Liga NOS), numa impressionante média de 95,2% de vitórias e 3,76 golos marcados por jogo, claramente acima dos 68,2% de vitórias ou dos 2,41 golos marcados por jogo conseguidos ao longo da história até Lage ter assumido o comando técnico da nossa equipa A. 
Agora toda a concentração e foco passa para o próximo desafio, um dos clássicos do futebol nacional, um Benfica-FC Porto que esperamos que seja um grande espectáculo com desportivismo dentro e fora do campo e que prestigie o futebol português.
Usando o lema que Rafa usou com confiança, ambição e humildade, “vamos por muito mais” procurar, jornada a jornada, superar cada jogo e cada obstáculo, certos do rumo que tem sido seguido.
Uma nota final para a necessidade de se proteger o talento. Qualquer que seja a cor do clube e jogadores – existindo esta referência porque Rafa começa a ser alvo e vítima de sucessivas faltas e entradas muito duras como única forma de o parar – apela-se somente por uma criteriosa e rigorosa aplicação das leis do jogo que termine com esta espécie de “caça ao Rafa”."

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