Últimas indefectivações

terça-feira, 17 de abril de 2018

A alcateia dos lobos vermelhos

"Um dúzia no Campo Grande. Ficou para a lenda do futebol em Portugal. À 5.ª jornada o Benfica recebeu o FC Porto e venceu por 12-2. Nunca tal se tinha visto e provavelmente nunca mais se voltará a repetir.

Houve um dia. Há sempre um dia. Um vento brando no Campo Grande. Enfunava as camisolas dos jogadores do FC Porto quando o jogo começou.
Tinha uma bela linha avançada esse FC Porto: Gomes da Costa, Correia Dias, Pinga e Araújo.
Tudo gente finíssima.
Mas o Benfica tinha Julinho, Teixeira e Valadas.
E o enorme Francisco Ferreira.
Dia 7 de Fevereiro de 1943.
Ninguém esperava por uma tempestade por entre o clima ameno e o vento brando. Um tufão vermelho.
Na véspera, os ingleses tinham lançado um ataque sobre a Renânia do Norte-Vestafália. A II Grande Guerra ia a caminho do fim.
Valadas chutava a potência de um canhão: 4 minutos faz 1-0. Os jornais escreveram: 'Um shoot fortíssimo'.
Houve uma chuva de golos debaixo de um céu limpo.
Tantos e tantos golos: catorze. Nunca se vira. Não mais se viu. Provavelmente nunca mais se verá.
A primeira meia hora ficou limitada ao golo de Valadas, vejam bem. Caberiam 13 golos numa escassa hora? Couberam. Foi incrível!
29 minutos: 2-0 por Valadas.
Os portistas são abalados nos seus alicerces. Até aí tinham equilibrado os acontecimentos. A partir daí soçobraram.
38 minutos: cabeçada de Teixeira à barra; a bola cai a pique sobre o guarda-redes Mota, este atrapalha-se, agarra-a, mas cai com ela para dentro da baliza. 3-0.
4-0 por Manuel da Costa de penalty a três minutos do intervalo.
O Benfica tinha a vitória assegurada. O que iria seguir-se entrou para a história do futebol em Portugal. Primeiro para a história; depois para a lenda.

Uma fome de golos
Criticou-se muito a defesa azule branca. Que não esteve ao nível do seu ataque. O FC Porto criou algumas oportunidades. O Benfica concretizava-as.
Uma eficácia assustadora.
Querem uma prova: aos 46 minutos, Alfredo faz golo na própria baliza. 5-0.
Já era uma goleada gorda. Uma fome de golos tomou conta dos jogadores encarnados. Uma fome digna de Pantagruel e do seu filho Gargântua. Uma fome rara, voraz, insaciável.
No minuto seguinte, Póvoas reduz, mas é um raio de sol na água fria.
Aos 7 minutos do segundo tempo - 6-1, golo de Julinho.
Os defesas do FC Porto pareciam vimes ao vento, tremendo por todo o lado.
Os atacantes do Benfica pareciam lobos atacando em alcateia, entrando por todo o lado.
O sétimo golo é de Manuel da Costa, de penalty por mão de Guilhar dentro da sua grande área.
O público entusiasma-se. Tudo indica que estão a assistir a algo de inédito. Abrem os olhos de espanto perante a correria ansioso dos jogadores da casa. Parecem processos.
Em dois minutos, dois golos de Julinho. 9-1.
Braços caídos por entre os homens da Invicta. Abalados. Derrotados. Nunes é expulso. A reacção tornou-se impossível. Nada fará suster o ímpeto do furacão vermelho.
Araújo, num último gesto de revolta, faz 9-2.
Os minutos esgotam-se nos ponteiros dos relógios. Julinho marca o décimo. O décimo!? Muitos nem acreditam. Ou pura e simplesmente perderam-se nas contas.
Francisco Ferreira, o grande, remata de longe, colocado, potente, inflamado: um golo lindo, límpido. 11-2.
Em seguida mas dois golos de Manuel da Costa. Ambos anulados pelo árbitro Vasco Ataíde, vindo de Coimbra.
38 minutos da segunda parte: 12-2 por Teixeira.
Ainda falta para o apito final, mas os lobos vermelhos parecem saciados.
Dois meses mais tarde irão ao Porto vencer por 4-2.
Serão campeões. Dificilmente o terão merecido tanto."

Afonso de Melo, in O Benfica

Pelo Benfica

"Desafio os estimados leitores a adivinharem se a doutrina subjacente à afirmação de que 'só a via do radicalismo pode pôr termos ao actual estado de coisas. Todas as acções devem ser consideradas para nos libertarmos das amarras deste regime corrupto e opressor' emanou das cabeças pensantes do Daesh, do Baader Meihof, da ETA ou do Baluarte do Dragão, considerado o canal oficioso da comunicação portista. E adivinhem também se a ameaça 'não vai a bem, um dia vai ter que ser a mal' foi formulada por um qualquer fanático idiota e irresponsável ou se por um agente desportivo, no caso oficial de ligação aos adeptos Fernando Saul.
O interessante é que, no futebol português, regime corrupto lembra-me o caso 'Apito Dourado', regime opressor remete-me para os ataques frequentes às Casas do Benfica na cidade do Porto e arredores e o 'se não vai a bem, um dia terá que ir a mal' recorda-me a interpelação a Artur Soares Dias no centro de treinos de árbitros na Maia. É com esta  corja que nos batemos, sem que o tenhamos desejado ou provocado deliberadamente. Porém, ao ganharmos, provocámo-lo mesmo que inadvertidamente. Já são quatro anos consecutivos a espicaça-los, com triunfos, para revelarem a sua natureza... Nesse contexto impensável, o nosso trunfo será sempre o benfiquismo. Como uma vez disse Ribeiro dos Reis, 'o Benfica, só o Benfica e nada mais que o Benfica' e é pelo Benfica que, na medida das nossas capacidades, tentaremos obter uma vitória neste fim-de-semana, à qual, se espera, seguirão outras que nos conduzirão ao desígnio do penta. Pelo Benfica e não contra alguém, por mais arrivista que seja."

João Tomaz, in O Benfica

Lobotomia colectiva

"Um mentiroso será sempre um mentiroso. Seja ele jornalista numa agência noticiosa ou assessor de comunicação num clube desportivo. Terminado o jogo do SL Benfica em Setúbal, com o Vitória FC, o heróis do teclado disparou a sua versão adulterada dos factos, e os ratos do flautista de Hamelin seguiram-no. Disse o pobre coitado que Salvio não sofreu falta pelas costas. Só ele e e os seus acéfalos seguidores não terão visto as mesmas imagens que milhões de espectadores. Há gente cujos cérebros bloqueiam quando se trata de futebol e deixam de conseguir analisar imagens. E aqui não é o clubismo que lhes tolda a clarividência, é o ódio. E uma grande dose de complexo de inferioridade. Como se não chegasse o bolçar habitual de mentiras, pediu o assessor com os dias profissionais contados que se prendam os culpados, e chegou - imaginem! - a comparar a situação do futebol português ao que se passou na capital da Somália. Coitado... ele que nem para fazer uma reportagem saiu alguma vez da secretária e, provavelmente, nem deve conseguir encontrar o país no mapa sem a ajuda da mão amiga que o tem amparado na insolvência. Além de lata, é preciso não ter vergonha na cara para abrir a boca a falar de arbitragens. Só pode mesmo vir do irresponsável pela comunicação de um clube condenado por corrupção e com provas dadas nos dossiers 'Golos Duvidosos', 'Corrida atrás de árbitros', 'Casas de alterne' ou 'Seguranças Privados'.
É esta gente, que mente com os poucos dentes que tem na boca, que vem a nossa casa no próximo domingo. Tenham muito cuidado com as carteiras e com os serviços de prata. Confirmem tudo antes de eles saírem das nossas instalações. Esta gente é capaz de tudo."

Ricardo Santos, in O Benfica

Amor vs. Ódio

"No futebol, como na vida desejo que o bem triunfe e o mal esmoreça. Torço pela justiça com o mesmo afinco que repudio o inverso. Prefiro a paixão à ira, não troco a devoção pela raiva. É evidente, portanto, que anseio uma vitória do Benfica no clássico.
As diferenças entre Benfica e FCP são intermináveis. Das raízes aos dias de hoje, jamais esquecendo o caminho através do qual emblema se fez grande - é importante manter presente o nome das figuras históricas. Eusébio, Mário Coluna e José Augusto de lado; Carlos Calheiros (José Amorim, se preferir), Augusto Duarte e Jacinto Paixão ou outro. Cada clube tem as suas lendas, e devemos respeitá-las a todas. Gostaria imenso de listar, um por um, todos os aspectos que separam Benfica e FCP, mas o jornal está confinado apenas a 32 páginas. Limito-me, então, a salientar somente um desses infindáveis contrastes: o combustível que move cada uma das cores. O primordial desígnio de um benfiquista é o amor ao Benfica. A suprema motivação de um portista é o amor... pelo ódio ao Benfica. A causa é a mesma, o sangue bombeia o coração é distinto. Salvo as excepções, é este o ADN que compõe um e outro clube. O 'eu amo o Benfica' ajuda o Salvio, a galvanizar-se. Não tenho tanta certeza de que o 'SLB, SLB...' entoado nos jogos do FCP tenha o mesmo efeito sobre o Brahimi. Cada clube tem a sua mentalidade, devemos respeitá-las a todas.
Fazer prognósticos em jogos desta natureza é um tiro no escuro, mas atrevo-me a eleger o elemento que mais diferença poderá fazer de cada lado. Pelo Benfica, naturalmente Jonas; pelo FC Porto, naturalmente, Francisco J. Marques. Cada clube tem os seus craques, e devemos respeitá-los a todos."

Pedro Soares, in O Benfica

Acender a Luz

"1. Todos os jogos são iguais, mas há uns mais iguais do que outros. É o caso do “Clássico” do próximo domingo, cujo resultado poderá vir a ser preponderante nas contas finais do título.
Uma vitória colocar-nos-á em posição privilegiada para chegar ao desejado “Penta”, atirando com toda a pressão para cima dos rivais. Uma derrota retirar-nos-ia a liderança, deixando-nos dependentes de terceiros com apenas quatro partidas por realizar. Um empate manteria tudo em aberto para os jogos seguintes, sendo que um deles irá ser disputado no terreno do terceiro classificado. Chegados aqui após uma recuperação notável, traduzida numa sequência de 37 pontos em 39 possíveis, e num dos mais realizadores ataques da história recente do futebol português (75 golos em 29 jogos), só temos motivos para acreditar na nossa equipa. A vitória obtida no Bonfim, num jogo extremamente difícil e que apelou ao espírito combativo dos jogadores, reforçou essa crença. Somos melhores, e merecemos, mais do que quaisquer outros, vencer este Campeonato.
Um estádio cheio de gente e de mística terá de ser o 12º jogador a empurrar a equipa para o triunfo. Vamos pois acender a Luz.
2. As palhaçadas vividas em casa dos nossos vizinhos divertem-nos enquanto benfiquistas, mas têm de nos preocupar enquanto amantes do desporto. O mundo do futebol, e a comunicação social, não podem continuar a tolerar figuras que, manifestamente, não são para levar a sério, e que só trazem conflitualidade estéril em nome da vaidade e da soberba. Não nos interessa se destroem o Sporting, mas não lhes pode permitir que destruam o futebol."

Luís Fialho, in O Benfica

Servir Portugal!

"Este dia é dia de torneio, e não há nada como um dia de torneio! A adrenalina começou a acumular-se dias antes, e as emoções despertam e acentua-se na expectativa de encontros e reencontros com centenas de amigos espalhados pelo país.
Por isso, de manhã bem cedo, os autocarros não têm por que esperar e fazem-se à estrada de norte a sul com um destino único: Ponte de Sôr. Já tradicional, nesta altura do ano, numa cidade que mostra acreditar nos seus jovens e no poder do futebol como mais um instrumento da sua preparação para a vida. Todos gostam de voltar a esta terra que vai gravando memórias de vida às centenas. Além do acolhimento caloroso e familiar a que a cidade nos habituou, a excelência das instalações desportivas que nos cedem dignifica o evento e amplia os seus impactos junto dos jovens do projecto 'Para ti Se não faltares!' que delas beneficiam.
E é assim que terminadas as finais, em ambiente de grande emoção colectiva, na entrega de troféus, solenidade e alegria misturam-se produzindo um ambiente verdadeiramente excepcional em que a presença do executivo municipal honra a Fundação Benfica e faz, sobretudo, justiça ao trabalho escolar e desportivo destas centenas de jovens.
Entretanto, pelos horários destas finais, na Luz a Fundação recebe outro grupo de mais de cinquenta jovens, acabados de chegar do Seixal onde participaram no Torneio de Futebol interbairros - Juntos a Sorrir e terminaram o dia em cheio com uma visita ao Estádio e ao Museu do Benfica: duas realidades diferentes, uma mesma luta pelo desenvolvimento e integração educativa de jovens em risco. Na verdade, apenas duas maneiras de a Fundação cumprir a missão para que o Sport Lisboa e Benfica a criou Servir Portugal!"

Jorge Miranda, in O Benfica

Voleibol

"As conquistas não param. No passado fim de semana, em Sines, a nossa equipa senior masculina de voleibol voltou a fazer história, conquistando a 17.ª Taça de Portugal. Após ter derrotado a Académica de Espinho, defrontou o histórico Castêlo da Maia, quarto clube do ranking. Um jogo sempre difícil, frente a um adversário com um palmarés assinalável (14 títulos) nesta modalidade espectacular. José Jardim e Nuno Brites preparam bem esta prova, vencendo os quatro adversários - Sporting, Fonte do Bastardo, Académica de Espinho e Castêlo da Maia. Eu sei que o principal objectivo da temporada é o bicampeonato. Conquistada que foi a Taça, falta disputar a grande final. Nesta época, será frente ao Sporting, que regressou à modalidade. Desde a primeira hora que saudei o regresso da equipa leonina, e só lamento que o FC Porto não tenha também esta modalidade activa. Todos sabemos que as competições nacionais serão mais ricas e mais disputadas se estiverem em campo os maiores clubes. O SL Benfica é o único clube que está presente nas principais modalidades de pavilhão. Trata-se de uma política do Clube, que implica investimentos avultados, mas que faz todo o sentido. Após o SL Benfica - D. Aves, tive a oportunidade de conhecer e privar com Guilherme Gentil, o libero brasileiro que nesta época veio reforçar a nossa equipa de voleibol. Confesso que fiquei maravilhado com o que ouvi da parte de Guilherme, que faz jus ao seu apelido. O Guilherme confidenciou-me o privilégio que é jogar no maior clube português e confessou-me que está rendido ao ecletismo do Clube e à paixão dos adeptos."

Pedro Guerra, in O Benfica

No fim das contas

"Enquanto parece desmoronar-se com estrondo precária estrutura em que se bamboleava o incontinente bufão eleito e reeleito, à testa de um clube lisboeta de certa monta, a norte, prossegue a imparável fuga para a frente dos representantes comunicacionais de uma outra associação que, apesar das profundas dificuldades financeiras em que se terá deixado enredar ao cabo de incontáveis manigâncias, ainda assim, tem desportivamente procurado livrar-se, durante esta época, de uma 'débacle' que - a confirmar-se - não se apresentará menos ruinosa do que a da tal alegre 'sempre em festa' lisboeta.
A cinco jornadas do fim, o Benfica continua em primeiro, e outros vêm depois. É aqui que estamos. E, se nos dermos a analisar a época de um ponto de vista estritamente competitivo, tornando apenas em consideração os registos técnicos, os resultados finais de todos os jogos e as classificações deles decorrentes, a verdade é que o torneio de 2017/2018 acabará por ser referido no futuro como um dos mais disputados e mais emocionantes de sempre na longeva saga do futebol lusitano. Foi a primeira vez que se estabeleceu o uso do videoárbitro ao longo da competição: o presidente da Federação correspondera, voluntarioso, aos ingentes pedidos dos concorrentes que mais nos perseguiam sem sucesso, sem que, todavia, se detivesse - ou, sequer, se tivesse ao menos abrandado... - a insuportável choradeira dos que mais se habituaram a perder connosco. Já calculávamos que assim continuasem. Em Portugal, é histórico que os eternos perdedores sempre se choram mais das culpas alheias do que dos erros próprios.
A partir de um início de época conturbado, o Benfica, nada eufórico do alto do seu primeiro tetra e completamente alheio a todos os ruídos externos, foi mantendo o persistente registo de uma competente recuperação que, jornada a jornada, se tornava mais evidente. Sob a impressionante tempestade de ataques cruzados que se produziam fora das quatro linhas, a equipa fazia, humilde, o seu caminho, segundo as regras mais universais: perdeu (claro!) e empatou também. Mas - como seria natural -, sobretudo, foi ganhando cada vez mais, à medida em que ia considerando novas estruturas de jogo e os moldava progressivamente, com naturalidade, com os seus desacertos e com as suas virtudes.
Staff técnico e atletas, alguns várias vezes campeões, o outros recém-chegados, menos experientes, todos tinham interiorizado a cultura do Benfica, correspondendo ao que de mais importante e sólido encontramos na essência da competição desportiva: saber ganhar, mesmo quando se perde, é o princípio que torna mais imediata a vitória que há de seguir-se. Ou, dito por outras palavras, quem julga que ganha sempre e não respeita quem perde, está sempre mais perto de perder definitivamente. Tanto nos jogos mais simples como nos mais decisivos, o que inoxoravelmente fica para a história são os registos técnicos, os resultados e as classificações finais. No fim das contas, são as contas que interessam. Não são nem a traquibérnia dos circos da televisão, nem a gritaria nas tabernas, nem os insultos das redes sociais. E é por isso que no Benfica nos orgulharmos de hoje poder afirmar - como nenhuns outros! - que o que agora está em causa é se, daqui a cinco jornadas, sempre seremos campeões de Portugal pela 37.ª vez."

José Nuno Martins, in O Benfica

PS: Só recebi a Jornal O Benfica, esta segunda-feira, portanto esta e as próximas crónicas, foram escritas antes do último fim-de-semana.

Benfiquismo (DCCCX)

Bastos

Chama Imensa... O Branqueamento!

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Lixívia 30

Tabela Anti-Lixívia
Benfica ........ 74 (-5) = 79
Corruptos.... 76 (+13) = 63
Sporting .... 71 (+17) = 54

Serviço encomendado, serviço feito.
Não sou só eu que venho a avisar que o Soares Dias não pode apitar jogos do Benfica ou dos Corruptos e muito menos, confrontos directos entre as duas equipas.
Este esterco, desde sempre foi parcial, mas desde que foi ameaçado pelos Super-Dragays, tem estado 'imparável'!!! Só esta época, nos 4 jogos que apitou dos Corruptos, 'ofereceu-lhes' 7 pontos (Chaves +3; Sporting +2; Benfica +2), sendo que com o Guimarães, entre outros lances, não vi os Brahimi chamar-lhe maluco ao intervalo!!! Curiosamente, as duas derrotas que o Benfica tem nesta época, foram em jogos apitados por ele... Coincidência... seguramente!!!
O 'erro' do Benfica, nisto tudo, é ter ficado 'calado' com a eleição do Fontelas para o Conselho de Arbitragem. Como é que é possível esta gentalha, continuar a ser nomeada para os jogos decisivos... O ano passado, se não fosse o golão do Lindelof em Alvalade, este gatuno teria sido responsável por não termos conquistado o Tetra...

Além dos penalty's, a interferência principal no jogo é no critério técnico e disciplinar... Faltas junto da área dos Corruptos, quase nunca são marcadas, ontem tivemos 2 Livres Laterais, um marcado pelo Fiscal... e o outro, marcado no 'contra' do Rafa, que acabou por assinalado, quase 10 metros atrás do sítio correcto!!!! Por exemplo, recuperações 'altas' do Benfica, não são permitidas...
Depois disciplinarmente, é um fartote, basicamente nos primeiros 60 minutos cartões aos Corruptos (ou adversários do Benfica) não existem... Ontem: Herrera, Alex Telles, S. Oliveira, Soares, Brahimi todos tiveram Amarelos perdoados na 1.ª parte... 3 deles, levaram Amarelo na 2.ª parte!!!
Inacreditável como marca a chapada do Herrera e não mostrar Amarelo; inacreditável como o S. Oliveira faz falta sobre o Zivkovic e a falta é assinalada ao contrário; inacreditável como o Brahimi não leva Amarelo na agressão ao Fejsa... Amarelo no mínimo!!!
A forma como foi perdoando o 2.º Amarelo ao Oliveira, mais que uma vez, foi claramente premeditada... A substituição do jogador, é a prova, que devia ter sido expulso!!!

Alguns dirão: nada disto é importante!!! Errado...
Este jogo foi uma repetição do jogo da 1.ª volta: o Benfica entrou melhor, os Corruptos começam a dar porrada, não são penalizados, e o Benfica acaba por recuar... e quando no fim, o Benfica estava a melhorar com a entrada do Ziv, expulso em 5 minutos, com dois Amarelos, fazendo 1 única falta!!! Acabando os Corruptos por cima na 1.ª volta... algo que se tivesse acontecido na Luz, com os jogadores Corruptos, também teria permitido o Benfica acabar por cima...
O Fejsa, que foi provavelmente o nosso melhor jogador, andou grande parte do jogo, a fazer pressão, mas com o máximo cuidado, para não entrar em contacto, porque saberia que jogador dos Corruptos no 'chão' era falta... Enquanto os jogadores do Benfica, eram obrigados a 'entrar' com cuidado, os Corruptos disputavam todas as bolas, com total despreocupação, porque sabiam que nunca iriam ser expulsos...
Esta estratégia, repete-se, quase sempre com os mesmos apitadeiros...

O penalty sobre o Ziv é claro, foi à minha frente, mas eu disse logo ao pessoal de bancada: não será marcado, só vai servir para perder mais algum tempo!!!
O jogador dos Corruptos, não protege a bola, ele aliás dá um passo para o lado, abre o braço... e só depois se preocupa com a bola...
Aliás no Chaves - Corruptos, o Mini faz um penalty igual (fez 3...), que o Soares Dias também não marcou, mas curiosamente a crítica especializada, foi praticamente unânime a considerar que era penalty... mas ontem: não!!!

O VAR Tiago Martins fez aquilo que sempre fez: a favor do Benfica, nada!!! Depois do Benfica - Sporting, onde como VAR não viu os jogadores Lagartos a jogarem a bola com braço por 5 vezes dentro da área!!!
Tiago Martins também foi o VAR do Chaves - Benfica, onde também não viu dois penalty's descarados sobre o Jonas... e se não fosse o golo do Seferovic nos descontos, teríamos perdido 2 pontos...

Para que não fiquem dúvidas: não houve incompetência, pelo contrário o ladrão foi 'competente', fez aquilo que queria, cumpriu o objectivo... Premeditação pura e dura...
Aliás, no início da semana foi notícia uma suposta ameaça ao Soares Dias e à sua família, curiosamente os propagandistas dos Corruptos, imediatamente entraram ao serviço, na defesa da honra do Soares Dias, isto 5 dias antes de se conhecer publicamente a nomeação... Até parece que já sabiam... E sabiam mesmo!

Este nojento, que pensava que ia ao Mundial e ficou em casa, sozinho é responsável por o Benfica neste momento não ser líder e o principal candidato ao Penta... E não foi por aquilo que fez neste jogo, é por aquilo que fez nos 4 jogos que apitou dos Corruptos, e nos 4 jogos que apitou do Benfica!!! Não foi um mau dia... um momento mau... um julgamento errado... Existe um padrão, óbvio...



No Restelo, o mais 'injustiçado' Paixão voltou a apitar os Lagartos, e manteve a 'média': praticamente 100% de aproveitamento dos Lagartos em jogos apitados pelo Paixão... e mesmo assim os Lagartos estão sempre a 'chorar' pelo Paixão!!!! Como 'brinde' ainda tivemos o Capela como VAR!
O 3.º golo dos Lagartos nasce de uma falta óbvia... teria sempre que ser anulado pelo VAR (curiosamente o PorkosTV levou 20 minutos para encontrar uma repetição do lance!!!)
No penalty do Acuna, o jogador do Sporting tinha que ser expulso. A recomendação da não expulsão dos jogadores quando fazem penalty's, é exclusivamente quando o defesa tenta jogar a bola, o que não foi claramente o caso...
No penalty final, mais uma trapalhada: em teoria eu até posso aceitar a falta do Yebda, apesar de nestes lances raramente são assinaladas penalty's... Até porque nestes lances as faltas normalmente são mutuas, e os árbitros normalmente marcam as faltas ofensivas, aliás, fica claramente a ideia que o Bas Dost fez falta sobre um defesa do Belenenses...

Anexo(I):
Benfica
1.ª-Braga(c), V(3-1), Xistra (Verissímo), Prejudicados, (4-1), Sem influência no resultado
2.ª-Chaves(f), V(0-1), Sousa (Tiago Martins), Prejudicados, (0-3), Sem influência no resultado
3.ª-Belenenses(c), V(5-0), Rui Costa (Vasco Santos), Beneficiados, Sem influência no resultado
4.ª-Rio Ave(f), E(1-1), Hugo Miguel (Veríssimo), Prejudicados, Impossível contabilizar
5.ª-Portimonense(c), V(2-1), Gonçalo Martins (Veríssimo), Prejudicados, (4-0), Sem influência no resultado
6.ª-Boavista(f), D(2-1), Soares Dias (Esteves), Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar
7.ª-Paços de Ferreira(c), V(2-0), Xistra (Hugo Miguel), Nada a assinalar
8.ª-Marítimo(f), E(1-1), Sousa (Godinho), Prejudicados, (1-2), (-2 pontos)
9.ª-Aves(f), V(1-3), Almeida (Vítor Ferreira), Beneficiados, Prejudicados, Sem influência no resultado
10.ª-Feirense(c), V(1-0), Godinho (Xistra), Prejudicados, (2-0), Sem influência no resultado
11.ª-Guimarães(f), V(1-3), Soares Dias (Malheiro), Prejudicados, (1-4), Sem influência no resultado
12.ª-Setúbal(c), V(6-0), Godinho (Pinheiro), Prejudicados, Beneficiados, (8-0), Sem influência no resultado
13.ª-Corruptos(f), E(0-0), Sousa (Hugo Miguel), Prejudicados, Beneficiados, Impossível contabilizar
14.ª-Estoril(c), V(3-1), Pinheiro (Manuel Oliveira), Beneficiados, Sem influência no resultado
15.ª-Tondela(f), V(1-5), Tiago Martins (Malheiro), Nada a assinalar
16.ª-Sporting(c) E(1-1), Hugo Miguel (Tiago Martins), Prejudicados, (5-0), (-2 pontos)
17.ª-Moreirense(f), V(0-2), Mota (Godinho), Nada a assinalar
18.ª-Braga(f), V(1-3), Soares Dias (Godinho), Prejudicados, (1-4), Sem influência no resultado
19.ª-Chaves(c), V(3-0), Esteves (Vasco Santos), Prejudicados, (5-0), Sem influência no resultado
20.ª-Belenenses(f), E(1-1), Paixão (Rui Oliveira), Nada a assinalar
21.ª-Rio Ave(c), V(5-1), Manuel Oliveira (Vítor Ferreira), Prejudicados, Sem influência no resultado
22.ª-Portimonense(f), V(1-3), Xistra (Rui Oliveira), Prejudicados, Beneficiados, Sem influência no resultado
23.ª-Boavista(c), V(4-0), Tiago Martins (Malheiro), Prejudicados, (5-0), Sem influência no resultado
24.ª-Paços de Ferreira(f), V(1-3), Veríssimo (Esteves), Prejudicados, (1-7), Sem influência no resultado
25.ª-Marítimo(c), V(5-0), Malheiro (António Nobre), Nada a assinalar
26.ª-Aves(c), V(2-0), Rui Costa (Rui Oliveira), Nada a assinalar
27.ª-Feirense(f), V(0-2), Mota (Malheiro), Nada a assinalar
28.ª-Guimarães(c), V(2-0), Xistra (Veríssimo), Nada a assinalar
29.ª-Setúbal(f), V(1-2), Godinho (Hugo Miguel), Nada a assinalar
30.ª-Corruptos(c), D(0-1), Soares Dias (Tiago Martins), Prejudicados, (1-1), (-1 ponto)

Sporting
1.ª-Aves(f), V(0-2), Tiago Martins (Pinheiro), Nada a assinalar
2.ª-Setúbal(c), V(1-0), Paixão (Hugo Miguel), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
3.ª-Guimarães(f), V(0-5), Hugo Miguel (Sousa), Nada a assinalar
4.ª-Estoril(c), V(2-1), Godinho (Tiago Martins), Beneficiados, Impossível contabilizar
5.ª-Feirense(f), V(2-3), Soares Dias (Tiago Martins), Nada a assinalar
6.ª-Tondela(c), V(2-0), Manuel Oliveira (Tiago Martins), Nada a assinalar
7.ª-Moreirense(f), E(1-1), Godinho (Pinheiro), Beneficiados, (2-0), (+1 ponto)
8.ª-Corruptos(c), E(0-0), Xistra (Hugo Miguel), Nada a assinalar
9.ª-Chaves(c), V(5-1), Rui Costa (Esteves), Beneficiados, Prejudicados (5-2), Sem influência no resultado
10.ª-Rio Ave(f), V(0-1), Sousa (Capela), Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
11.ª-Braga(c), E(2-2), Xistra (Rui Costa), Beneficiados, (1-4), (+1 ponto)
12.ª-Paços de Ferreira(f), V(1-2), Tiago Martins (Xistra), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)
13.ª-Belenenses(c), V(1-0), Almeida (Godinho), Nada a assinalar
14.ª-Boavista(f), V(1-3), Godinho (Vasco Santos), Nada a assinalar
15.ª-Portimonense(c), V(2-0), Capela (Xistra), Nada a assinalar
16.ª-Benfica(f), E(1-1), Hugo Miguel (Tiago Martins), Beneficiados, (5-0), (+ 1 ponto)
17ª-Marítimo(c), V(5-0), Xistra (Esteves), Nada a assinalar
18.ª-Aves(c), V(3-0), Pinheiro (Sousa), Beneficiados, (2-1), Impossível contabilizar
19.ª-Setúbal(f), E(1-1), Veríssimo (António Nobre), Beneficiados, Sem influência no resultado
20.ª-Guimarães(c), V(1-0), Godinho (Hugo Miguel), Nada a assinalar
21.ª-Estoril(f), D(2-0), Mota (Luís Ferreira), Nada a assinalar
22.ª-Feirense(c) V(2-0), Luís Ferreira (Manuel Oliveira), (1-0), Beneficiados, Sem influência no resultado
23.ª-Tondela(f), V(1-2), Capela (Esteves), Beneficiados, (2-1), (+3 pontos)
24.ª-Moreirense(c), V(1-0) , Tiago Martins (Xistra), Prejudicados, Beneficiados, (0-0), (+2 pontos)
25.ª-Corruptos(f), D(2-1), Soares Dias (Pinheiro), Prejudicados, (2-2), (-1 ponto)
26.ª-Chaves(f), V(1-2), Hugo Miguel (Veríssimo), Beneficiados, (2-2), (+ 2 pontos)
27.ª-Rio Ave(c), V(2-0), Rui Costa (António Nobre), Nada a assinalar
28.ª-Braga(f), D(1-0), Godinho (Pinheiro), Beneficiados, Sem influência no resultado
29.ª-Paços de Ferreira(c), V(2-0), Esteves (Malheiro), Prejudicados, (3-0), Sem influência no resultado
30.ª-Belenenses(f), V(3-4), Paixão (Capela), Beneficiados, (3-3), (+2 pontos)

Corruptos
1.ª-Estoril(c), V(4-0), Hugo Miguel (Luís Ferreira), Nada a assinalar
2.ª-Tondela(f), V(0-1), Veríssimo (Malheiro), Beneficiados, Impossível contabilizar
3.ª-Moreirense(c), V(3-0), Manuel Oliveira (Tiago Martins), Prejudicados, Beneficiados, Sem influência no resultado
4.ª-Braga(f), V(0-1), Xistra (Esteves), Beneficiados, Impossível contabilizar
5.ª-Chaves(c), V(3-0), Rui Oliveira (Hugo Miguel), Nada a assinalar
6.ª-Rio Ave(f), V(1-2), Sousa (Godinho), Nada a assinalar
7.ª-Portimonense(c), V(5-2), Luís Ferreira (Sousa), Nada a assinalar
8.ª-Sporting(f), E(0-0), Xistra (Hugo Miguel), Nada a assinalar
9.ª-Paços de Ferreira(c), V(6-1), Manuel Oliveira (Veríssimo), Beneficiados, (5-1), Sem influencia no resultado
10.ª-Boavista(f), V(0-3), Hugo Miguel (Tiago Martins), Nada a assinalar
11.ª-Belenenses(c), V(2-0), Veríssimo (Luís Ferreira), Beneficiados, (0-2), (+3 pontos)
12.ª-Aves(f), E(1-1), Rui Costa (Esteves), Nada a assinalar
13.ª-Benfica(c), E(1-1), Sousa (Hugo Miguel), Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar
14.ª-Setúbal(f), V(0-5), Tiago Martins (Rui Oliveira), Beneficiados, (0-3), Impossível contabilizar
15.ª-Marítimo(c), V(3-1), Mota (António Nobre), Nada a assinalar
16.ª-Feirense(f), V(1-2), Veríssimo (Paixão), Beneficiados, Prejudicados, Impossível contabilizar
17.ª-Guimarães(c), V(4-2), Soares Dias (António Nobre), Prejudicados, Beneficiados, (4-2), Impossível contabilizar
19.ª-Tondela(c), V(1-0), Godinho (Soares Dias), Beneficiados, Prejudicados, (2-0), Impossível contabilizar
20.ª-Moreirense(f), E(0-0), Luís Ferreira (Manuel Oliveira), Nada a assinalar
21.ª-Braga(c), V(3-1), Hugo Miguel (Almeida), Prejudicados, (4-1), Sem influência no resultado
22.ª-Chaves(f), V(0-4), Soares Dias (Mota), Beneficiados, Prejudicados, (3-0), (+3 pontos)
23.ª-Rio Ave(c), V(5-0), Xistra (Rui Oliveira), Nada a assinalar
18.ª-Estoril(f), V(1-3), Vasco Santos (Luís Ferreira), Beneficiados, (1-0), (+3 pontos)
24.ª-Portimonense(f), V(1-5), Sousa (Hugo Miguel), Beneficiados, (1-4), Sem influência no resultado
25.ª-Sporting(c), V(2-1), Soares Dias (Pinheiro), Beneficiados, (2-2), (+2 pontos)
26.ª-Paços de Ferreira(f), D(1-0), Paixão, (Xistra), Nada a assinalar 
27.ª-Boavista(c), V(2-0), Manuel Oliveira (Esteves), Beneficiados, (2-1), Impossível contabilizar
28.ª-Belenenses(f), D(2-0), Hugo Miguel (Soares Dias), Nada a assinalar
29.ª-Aves(c), V(2-0), Almeida (Vasco Santos), Nada a assinalar
30.ª-Benfica(f), V(0-1), Soares Dias (Tiago Martins), Beneficiados, (1-1), (+2 pontos)

Anexo (II):
Nomeações
Benfica:
Godinho...........: 3 (arb) + 3 (var) = 6
Xistra..............: 4 + 1 = 5
Hugo Miguel......: 2 + 3 = 5
T. Martins.........: 2 + 3 = 5
Veríssimo.........: 1 + 4 = 5
Malheiro..........: 1 + 4 = 5
Soares Dias.......: 4 + 0 = 4
Sousa..............: 3 + 0 = 3
Esteves............: 1 + 2 = 3
R. Oliveira........: 0 + 3 = 3
Rui Costa..........: 2 + 0 = 2
Mota...............: 2 + 0 = 2
Pinheiro...........: 1 + 1 = 2
M. Oliveira.......: 1 + 1 = 2
V. Santos.........: 0 + 2 = 2
V. Ferreira.......: 0 + 2 = 2
G. Martins.......: 1 + 0 = 1
Almeida..........: 1 + 0 = 1
Paixão............: 1 + 0 = 1
Nobre............: 0 + 1 = 1

Nomeações do Fontelas (do Babalu)
Sporting:
T. Martins.......: 3 (arb) + 4 (var) = 7
Godinho.........: 5 + 1 = 6
Xistra............: 3 + 3 = 6
Hugo Miguel....: 3 + 3 = 6
Pinheiro.........: 1 + 4 = 5
Esteves..........: 1 + 4 = 5
Capela...........: 2 + 2 = 4
Rui Costa........: 2 + 1 = 3
Soares Dias......: 2 + 0 = 2
Paixão............: 2 + 0 = 2
Sousa.............: 1 + 1 = 2
M. Oliveira......: 1 + 1 = 2
Veríssimo........: 1 + 1 = 2
L. Ferreira.......: 1 + 1 = 2
Nobre............: 0 + 2  = 2
Mota..............: 1 + 0 = 1
Almeida..........: 1 + 0 = 1
V. Santos.........: 0 + 1 = 1
Malheiro.........: 0 + 1 = 1

Nomeações
Corruptos:
Hugo Miguel....: 4 (arb) + 4 (var) = 8
Soares Dias......: 4 + 2 = 6
L. Ferreira.......: 2 + 3 = 5
Veríssimo........: 3 + 1 = 4
M. Oliveira......: 3 + 1 = 4
Xistra............: 3 + 1 = 4
Sousa............: 3 + 1 = 4
T. Martins.......: 1 + 3 = 4
R. Oliveira......: 1 + 2 = 3
Esteves..........: 0 + 3 = 3
Godinho.........: 1 + 1 = 2
Mota.............: 1 + 1 = 2
Paixão...........: 1 + 1 = 2
Almeida.........: 1 + 1 = 2
V. Santos........: 1 + 1 = 2
Nobre............: 0 + 2 = 2
Rui Costa........: 1 + 0 = 1
Malheiro.........: 0 + 1 = 1
Pinheiro.........: 0 + 1 = 1

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As Regras dos Jogos... Empréstimos, Agentes, Neymar & Liga

O Desporto: educação e cultura

"Li o Editorial, no JL (Jornal de Letras, Artes e Ideias), de 28/3 a 10/4 do ano corrente. E aqui o aplaudo de modo a acirrar velhas antipatias por algumas das minhas ideias. Arrisco dizer com o Dr. José Carlos de Vasconcelos (o editorialista em questão) que em nenhum país democrático e civilizado qualquer rotineira iniciativa do presidente ou do treinador principal de um clube de futebol, ou qualquer jogo de futebol, merecem tamanha e tão comentada cobertura nas televisões, nas rádios e nos jornais, como em Portugal, e propõe depois (um ato de justiça que é também um imperativo da inteligência) que todos os grandes escritores portugueses, juntos, tivessem tanto tempo de antena como um treinador de futebol de grande visibilidade. No livro Traços Fundamentais da Cultura Portuguesa (Planeta, Lisboa, 2015) Miguel Real, um exemplo de trabalho aturado e probo na cultura portuguesa, sublinha no livro de António Pinto Ribeiro, Ser Feliz É Imoral, as qualidades que, desde a década de 90, tornaram os portugueses mais felizes, incluindo mesmo algumas franjas que se aproximam das mais carecidas da população: o consumismo, o hedonismo, a espectacularidade, a precarização, a emergência social e sociológica da mulher, a reprodução e os papeis sexuais. E assim, “consolidada a educação científica na escola pública, consolidada a abertura às programações estéticas europeia e americanas, consolidada uma visão profana no mundo, as novas gerações possuem uma mentalidade cultural que assenta: mais na contingência que na necessidade; mais na provisoriedade do que no definitivo; mais na imanência material do que na transcendência espiritual; mais na conquista do prazer do que na obediência ao dever moral; mais na fragmentaridade das vivências sociais do que na unidade de uma consciência social plena” (p. 128).
N’ O Crepúsculo do Dever (D. Quixote, 4ª. Edição, 2010) Gilles Lipovetsky refere com discernimento, que a ginástica, a educação física e o desporto, tanto no século XIX como na primeira metade do século XX, eram práticas corporais de indiscutível exigência moral. “Arnold e depois os coubertinianos verão no desporto uma escola de moralidade, que cultiva o gosto pela luta, o sentido do esforço, a solidariedade, a abnegação. Até meados do século, a referência às virtudes será central nas representações do desporto: se deve ser louvado e encorajado é porque desenvolve as mais elevadas qualidades morais. As correntes do pensamento mais idealistas partilharão a ideia da saúde e do renascimento moral, através do desporto. Bergson admira-o por favorecer a auto-confiança. Brasillac e Drieu exaltam-no como instrumento de aprendizagem do dever, do espírito de equipa, do vigor do corpo, todas estas virtudes desprezadas pela sociedade burguesa” (p. 129). Mas continua Gilles Lipovetsky: “Em apenas algumas décadas, este universo idealista desmoronou-se. O desporto libertou-se do lirismo das virtudes, acertou o passo com a lógica pós-moralista, narcísica e espectacular” (p. 131). E remata o filósofo: “O que faz mover multidões não é o desporto enquanto tal, é o desporto de alto nível, os grandes encontros nacionais e internacionais, onde a prestação e a dramatização atingem o ponto culminante” (p. 134). Nietzsche por várias vezes lembrou que o ser humano é um animal imperfeito, inacabado, carente das condições que asseguram a sobrevivência dos outros animais. Teilhard de Chardin, com a sua lei da complexidade-consciência, procura ensinar-nos que a vida é a expressão máxima da matéria, como a cultura é a expressão máxima da vida. Como o Desporto, para mim, no movimento da transcendência, pode representar uma das expressões máximas da cultura…
O Desporto, o verdadeiro Desporto, encontra-se em relação de dependência da Cultura, digamos mesmo, com palavras do Padre Manuel Antunes: é o reflexo e o projecto de uma cultura. Reflexo? Porque do Desporto emerge um legado admirável de normas, de valores, de ideais, de hábitos, de ritos, que civilizam, que humanizam. Projecto? Porque, pelo movimento intencional da transcendência, a pessoa humana (e o desportista que outra coisa não é que uma pessoa humana) aprende que, sempre e em todas as circunstâncias, é uma tarefa por realizar, é uma transcendência por completar, por outras palavras: nenhuma realização sua pode considerar-se alguma vez terminada. E não só transcendência física, porque o sentido do desporto, como o sentido da matéria, como o sentido da vida, aponta em direcção ao ser humano, como este sente o apelo inapagável do Absoluto. A lógica da “sociedade de mercado” resume-se a pouco: o “progresso pelo progresso”, o “crescimento pelo crescimento”, que se “desenvolvem” por uma competição que não tem outros valores senão os do economicismo reinante. E, daí, tantas formas de violência, entre os homens e as nações e também na agressão contínua contra a natureza. Um ponto ainda a salientar: na CMH, os valores não preexistem de modo nenhum ao movimento intencional, porque é o movimento que lhes confere a sua existência. Podemos invocar, neste passo, o “círculo hermenêutico” que assim se enuncia: crer para compreender e compreender para crer. Quem crê compreende e, porque compreende, acredita ainda mais. O “círculo hermenêutico” não se encontra monopolizado pela fé religiosa. Conheço, com alguma (ou muita) evidência o fenómeno da “crença”, em clubes de futebol, para deixá-la, unicamente, no espaço religioso. Fui, durante quatro anos, presidente da Assembleia Geral do C.F. ”Os Belenenses” e, durante perto de 30 anos, vivi o Clube da Cruz de Cristo, em situações e cargos diversos. E, há 79 anos, frequento habitualmente os estádios onde o futebol se pratica…
Há necessidade de um novo crescimento, de um novo progresso do desporto, designadamente da alta competição desportiva. Para tanto, havemos de reencontrar as dimensões humanas perdidas numa competição sem os valores fundamentais ao desenvolvimento humano. Demais, o capitalismo não pretende outra coisa no ser humano senão a sua força de trabalho, ou seja, não nos quer inteiros, mas só a nossa capacidade de rendimento económico. Perdeu-se assim a visão do ser humano como portador de valores de solidariedade, de generosidade, de criatividade, de ternura, de compaixão, de cuidado. “Daí se evidencia que o dado originário não é o logos, a razão e as estruturas da compreensão, mas o pathos, o sentimento, a capacidade de simpatia e empatia, a dedicação, o cuidado e a comunhão com o diferente. Tudo começa com o sentimento. É o sentimento que nos faz sensíveis ao que está à nossa volta, que nos faz gostar ou desgostar” (Leonardo Boff, Saber Cuidar, Editora Vozes, Rio de Janeiro, 2007, pp. 99/100). O dualismo antropológico racionalista, dando lugar de realce à Razão, gerou o homem unidimensional, ao desprezar o que, no ser humano, é corpo e sentimento e desejo e amor e poesia. No Desporto, o racionalismo reduz a realidade a números, a cifrões, a equações aritméticas, ao infinito quantitativo. E tudo isto sem referência a um novo projecto de sociedade, a um novo projecto de humanidade. A “Origem das Espécies”, com o seu struggle for life não pode explicar o homem todo. Desta “luta pela vida”, onde parece radicar a competição capitalista, não pode nascer um novo humanismo. E não deverá ser o Desporto um novo humanismo, para poder integrar-se na Educação e na Cultura, que é preciso criar? Ora, se assim é, se a sociedade de mercado provocou uma tormentosa crise de valores, o desporto que a serve fica na dependência de uma certa ideia de progresso onde a eminente dignidade da pessoa humana não é o objectivo primeiro. O objectivo primeiro é outro, é o lucro. E um lucro que nem sempre se confunde com disciplina financeira, mas com outros motivos que não educam, nem fazem do Desporto, no plano ético e político, um espaço privilegiado de Cultura."

Benfiquismo (DCCCIX)

Nada de novo...!!!

domingo, 15 de abril de 2018

Vermelhão: Frustrante...

Benfica 0 - 1 Corruptos


Durante grande parte desta época, nós Benfiquistas, andámos com as esperanças em baixo, mas não desistimos, recuperámos, e até passámos para a frente, a frustração com este resultado é portanto dupla: é o golo, novamente, com o jogo a acabar e é o aparente desperdício da fantástica recuperação que fizemos nesta 2.ª volta...

Em relação ao jogo, parece que estava a rever os jogos dos últimos anos, em contextos idênticos: o clássico no ano do Lopetegui e do ano passado, com o Espírito Santo no outro lado, jogos onde o empate era um mal menor para as duas equipas, e nenhuma arriscou a 'sério'!!! E hoje, o empate seria novamente o resultado normal, tendo em conta o jogo jogado...

Esta época o Benfica tem conseguido ultrapassar as lesões em jogadores chave: o Rúben no lugar do Luisão, até ficámos a 'ganhar'; com o Krovi de fora, 'inventou-se' o Zivko; com o Salvio de novo lesionado, o Rafa entrou bem...; mas com o Jonas lesionado a equipa ficou mais fraca! E o problema não é o Raúl... Com o Jonas fora das opções, perdemos o efeito Jiménez a 'saltar' do banco, por volta dos 60 minutos!!! Pode parecer pouco importante, mas o efeito Jiménez foi perfeitamente visível em vários jogos: quando o jogo fica mais 'partido', quando o nosso meio-campo começa a perder 'força', a entrada dum Jiménez pressionante, empurrava a equipa para a frente... A 2.ª parte de Setúbal, já tinha demonstrado isto... e hoje, voltámo-nos a ressentir da falta de jogadores no banco, capazes de acrescentar alguma coisa à equipa...

Estivemos melhor na 1.ª parte, num jogo com poucas oportunidades, o Pizzi tinha que marcar o golo antes do intervalo (na jogada seguinte os Corruptos tiveram quase a marcar, numa jogada onde o Soares jogou a bola com braço... não sei se o VAR anularia o golo, mas seria claramente uma jogada irregular)...
No 2.º tempo, faltou-nos bola, e só o Rafa conseguiu acelerar, sendo que foi sempre travado em falta... sem o Rafa perdemos capacidade para sair em velocidade... mas as oportunidades foram poucas (para os dois lados), e aquela que será muito discutida entrada do Samaris, deu-nos maior consistência no meio-campo, e de facto nos minutos finais só em bola parada os Corruptos iam chegando perto da área, até ao golo...

Individualmente, uma nota positiva para o Jardel o Rúben, o Almeida, o Fejsa e o Zivkovic, para mim, foram os melhores, o Grimaldo com um ou outro erro esteve bem... o Rafa não devia ter saído, quem devia ter sido substituído pelo Salvio era o Cervi, que esteve abaixo do normal... O Varela, num jogo onde fez somente uma defesa digna desse nome, acabou por sofrer um golo decisivo...

Mas a decisão do jogo começou com a nomeação dos apitadeiros. Tal como na 1.ª volta, tivemos um jogo completamente inquinado com o critério disciplinar! De um lado, uma equipa completamente ininputável, com autorização para fazer tudo... do outro lado, uma equipa totalmente condicionado, porque sabia que ao mínimo contacto, seria assinalado falta contra, e o Cartão sairia com facilidade! A influência que este facto tem no jogo jogado é enorme, gigantesca... Eu sei que o pessoal gosta discutir penalty's e afins, mas os apitadeitos experientes, decidem os jogos assim...
Hoje, além dos Amarelos, tivemos várias recuperações do Benfica, que potencialmente dariam contra-ataques perigosos, 'mortas' à nascença!!! O empurrão do Sérgio Oliveira ao Zivkovic é o melhor exemplo, em vez de marcar falta a favor do Benfica, ou deixar seguir... Marcou falta contra o Benfica!!! Aliás, faltas a favor do Benfica perto da área dos Corruptos não existiram... aquela que foi assinalada mais perto da área, acabou por 'meter' a bola 10 metros atrás do local onde a falta foi feita!!!
Inacreditável como Sérgio Oliveira não levou o 2.ª amarelo, inacreditável como o Brahimi não levou Amarelo, inacreditável com o Telles não levou Amarelo ainda na 1.ª parte (depois seria o 2.º...), inacreditável como os jogadores do Benfica, que sofriam faltas eram duras em repreendidos pelo árbitro, inacreditável como nenhum jogador do Benfica foi avisado que para a próxima levaria Amarelo; inacreditável como fez a gestão dos descontos de tempo no final do jogo...
Inacreditável, como mesmo após o final da partida, andou a correr atrás de um dirigente do Benfica...!!!
Mas o mais inacreditável, é como é que o Conselho de Arbitragem tem a coragem de nomear este
esterco humano para mais um jogo dos Corruptos e do Benfica... e a cereja em cima do bolo, foi a nomeação do Tiago Martins para VAR, depois do Benfica-Sporting!!!
E já agora, e penalty sobre o Zivkovic é evidente. Não existe carga de ombro, o Ricardo empurra claramente com o braço, antes de ter ganho a posição... até porque, o defesa inicialmente não corre em direcção à bola, só depois de empurrar é que se interessa com a bola!

Já tivemos nesta posição este ano, a depender de terceiros... Temos que ir buscar forças, e pontuar nos nossos jogos, e como até vamos jogar sempre primeiro do que os Corruptos, colocar-lhe a pressão em cima... e vamos ver...
Não temos castigados para o Estoril, o que não é nada mau, mas com vitória em Portimão, tenho a certeza que a atitude do Estoril não será igual à atitude que tiveram na 2.ª parte do jogo com os Corruptos!!! Vai ser muito complicado... e as previsões meteorológicas estão a dar muita chuva para Sábado!!!

Vitória em Sandim

Modicus 6 - 7 Benfica

Grande jogo de Futsal... com duas boas equipas. É verdade que cometemos alguns erros defensivos, sofremos alguns golos parvos - o Roncaglio não era titular desde do jogo em Belém, antes do Europeu, em Janeiro! -, mas ofensivamente estivemos bem, e o adversário deu replica...

O Modicus este ano é claramente a 3.ª melhor equipa do Nacional, são mais fortes do que o Braga, serão muito provavelmente o nosso adversário nas Meias-Finais do Play-Off... 

Capote !!!

Benfica 100 - 58 Illiabum
28-12, 23-14, 27-15, 22-17

Depois da derrota na Final da Taça, estes jogos com o Illiabum têm sido autênticos 'rolos compressores'!!! Hoje, os adversários não tiveram todo o plantel disponível, mas se jogássemos sempre assim...

Derrota em Arouca

Arouca 1 - 0 Benfica B


Golo sofrido ao minuto 93... num ervado inacreditável!!!

Iniciados - 3.ª jornada - Fase Final

Benfica 3 - 0 Corruptos


Bom jogo dos putos, e até podiam ter sido mais...

Benfiquismo (DCCCVIII)

36

Bom começo...

Benfica 3 - 0 Sporting
25-21, 25-23, 25-18

Concentração, consistência, ambição... foi assim que o Benfica derrotou os milionários 'insolventes'!!!
Creio que a opção pela titularidade do Violas/Winters/Mrdak ficou definitivamente provado que foi a melhore decisão. Como é óbvio os jogadores precisavam de rotinas, e só jogando muitos minutos, poderiam melhorar... e agora, no momento decisivo, estão a grande nível...

No próximo fim-de-semana, temos dois jogos em Alvalade, se ganharmos os dois somos Campeões, mas ganhando 1, podemos ser Campeões na Luz, no jogo 4... os Lagartos vão jogar mais, mas mantendo este nível, podemos trazer mais um Caneco para o Museu...!!!