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terça-feira, 25 de agosto de 2026

Lixívia - 3 ---- (26/27)


Tabela Anti-Lixívia
Sporting...... 7 (-2) = 9
Corruptos.....9 (0) = 9
Benfica. 4 (0) = 4 (-1 jogo)
Braga....1 (0) = 1 (-2 jogo)

Jornada sem jogos do Benfica e do Braga, e assim ficaram o duo maravilha do Conselho de Arbitragem a chamar todas as atenções, e não desiludiram!!!!

Sem grandes Casos nas áreas, foi notório a proteção disciplinar dada aos dois !!!

No Alvalixo, a não expulsão do Catano foi o ponto alto da actuação do Verdíssimo... Comparem a entrada do Catano, com a expulsão do Otamendi, em Famalicão no jogo que decidiu a presença na Champions?!! O Nico, toca a bola, e na sequência natural acaba por pisar o adversário, aqui o Catano nem sequer tentou jogar a bola, torcendo completamente o tornozelo do adversário...

Mas não foi o único erro, o apito intervalo, acontece quando o Suarez chega a atrasado na pressão e atropela o adversário já sem bola... Este tipo de jogadas, são uma das marcas dos Lagartos e dos Corruptos, intimidando constantemente os adversários, com os apitadores a virarem as costas!

No antro Corruptos, o Pinheiro até começou com alguma coragem anulando dois golos aos Corrutpos, bem anulados: um por fora-de-jogo e o outro por carga sobre o guarda-redes. Este deixou algumas dúvidas, mas a carga dá-se dentro da pequena área, sobre os braços do guarda-redes, claramente falta... Se quiserem comparar este golo, com o famoso golo do Luisão, as imagens não demonstram qualquer contacto do Luisão com o Ricardo e a ter existido, foi a própria cabeça do Luisão com os braços do Ricardo, não foi outro parte do corpo...

Perto do fim, mas ainda com 1-0, o Coreano dos Corruptos, enganou-se na modalidade e pensou que estava numa competição de Taekwondo, acertando no adversário!!! O Pinheiro ganhou 'coragem' novamente e mostrou o primeiro Amarelo aos Corruptos esta época, o problema é que devia ter sido Vermelho!!!
No 2.º golo dos Corruptos as linhas de fora-de-jogo ainda não apareceram.... e já agora os festejos dos golos também forma engraçados! O Pinheiro estava de costas, pode não ter visto as provocações, mas o resto da equipa de arbitragem deve ter visto... e se nenhum deles viu, as imagens são esclarecedoras, em condições normais, o Conselho de Disciplina teria que abriu um inquérito, mas nós já sabemos que nada vai acontecer!!!
Ainda houve mais uma chapada no adversário, que passou em claro...


Anexos (I):
Benfica
1.ª-Académico(c), E(2-2), D.R. Silva(Mota, P. Miranda), Nada a assinalar
2.ª-Casa Pia(f), V(0-7), Pinheiro(Rui Costa, T. Leandro), Prejudicados, (0-9), Sem influência
(Adiado)

Sporting
1.ª-Estrela(f), E(2-2), J. Gonçalves(Martins, Cátia T.), Prejudicados, (2-3), (-2 pontos)
2.ª-Guimarães(c), V(3-2), D. R. Silva(M. Oliveira, I. Pereira), Nada a assinalar
3.ª-Alverca(c), V(3-1), Veríssimo(Malheiro Pinto, A. Campos), Beneficiados, Impossível contabilizar

Corruptos
1.ª-Alverca(c), V(2-0), Godinho(Esteves, Catarina C.), Nada a assinalar
2.ª-Rio Ave(f), V(0-2), Fonseca(Cláudia R., A. Campos), Beneficiados, (1-2), Impossível contabilizar
3.ª-Arouca(c), V(2-0), Pinheiro(Mota, Bessa Silva), Beneficiados, Impossível contabilizar

Braga
1.ª-Moreirense(f), E(2-2), Bessa(Vasilica, P. Eiras), Nada a assinalar
(Adiado)
(Adiado)

Anexos(II)
Penalty's (Favor/Contra):
Benfica
0/0

Sporting
0/0

Corruptos
2/0

Braga
0/0

Anexos(III):
Cartões:
A) Expulsões (Favor/Contra)
Minutos (Favor-Contra = Superioridade/Inferioridade)
Castigados (Favor - Contra):
Benfica
1/0
Minutos:
1 - 0 = +1

Castigados:
0 - 0

Sporting
0/0
Minutos:
0 - 0 = 0

Castigados:
2 - 1

Corruptos
0/0
Minutos:
0 - 0 = 0

Castigados:
0

Braga
0/0
Minutos:
0 - 0 = 0

Castigados:
0-0

B) Amarelos / Faltas assinaladas
Contra (antes dos 60m) / Faltas contra - Faltas a favor / Adversários (antes dos 60m)
Média Faltas/Amarelos - Favor/Contra
Benfica
2(2) / 26 - 24 / 6(2)
Média: 13 / 4

Sporting
7(3) / 39 - 52 / 9(5)
Média: 5,57 / 5,77

Corruptos
1(0) / 40 - 19 / 4(3)
Média: 40 / 4,75

Braga
2(1) / 21 - 16 / 4(1)
Média: 10,5 / 4

Anexos (IV):
Com influência (árbitros ou Var's):
Benfica


Sporting
J. Gonçalves - -2
Martins - -2

Corruptos


Braga


Anexos(V):
Árbitros - Total - (Casa/Fora):
Benfica
D. R. Silva - 1 (1/0)
Pinheiro - 1 (0/1)

Sporting
J. Gonçalves - 1 (0/1)
D. R. Silva - 1 (1/0)
Veríssimo - 1 (1/0)

Corruptos
Godinho - 1 (1/0)
Fonseca - 1 (0/1)
Pinheiro - 1 (1/0)

Braga
Bessa - 1 (0/1)

Anexos(VI):
VAR's - Totais - (Casa/Fora):
Benfica
Mota - 1 (1/0)
Rui Costa - 1 (0/1)

Sporting
Martins - 1 (0/1)
M. Oliveira - 1 (1/0)
Malheiro Pinto - 1 (1/0)

Corruptos
Esteves - 1 (1/0)
Cláudia R. - 1 (0/1)
Mota - 1 (1/0)

Braga
Vasilica - 1 (0/1)

Anexos(VII):
AVAR's:
Benfica
P. Miranda - 1
T. Leandro - 1

Sporting
Cátia T. - 1
I. Pereira - 1
A. Campos - 1

Corruptos
Catarina C. - 1
A. Campos - 1
Bessa Silva - 1

Braga
Eiras - 1

Anexos(VIII):
Jogos Fora de Casa (árbitros + VAR's)
Benfica
Pinheiro - 1
Rui Costa - 1

Sporting
J. Gonçalves - 1
Martins - 1

Corruptos
Fonseca - 1
Cláudia R. - 1

Braga
Bessa - 1
Vasilica - 1


Anexos(iX):
Jornadas anteriores:
Jornada 2 (-1 jogo)

Anexos(X):
Épocas anteriores:

Bons jogadores e bons treinadores não precisam de tempo


"Se não acreditam nesta minha teoria, falem com Mourinho, Jesus, Amorim e Farioli. Eles explicam...

Aquilo a que nos anos 80 e 90 se chamava automatismos chama-se agora tempo. Há algumas décadas, quando Toni era treinador do Benfica e a equipa demorava a engrenar, ele disse algo como isto: «Faltam-nos os automatismos». Ou seja, grosso modo, era preciso que os jogadores (sobretudo as contratações) se conhecessem melhor para que o rendimento atingisse os níveis pretendidos. Agora, quatro décadas depois, o conceito de automatismo deu lugar a conceito com upgrade: «As equipas precisam de tempo». Não é bem assim.
O FC Porto contratou, no arranque de 2002/03, cinco jogadores nucleares para essa época: Maniche, Derlei, Paulo Ferreira, Pedro Emanuel e Nuno Valente. Promoveu ainda o regresso de Jorge Costa. Todos se tornaram titularíssimos. Até ao início de fevereiro de 2003, o FC Porto realizara 31 jogos, somando 26 vitórias, 3 empates e apenas 2 derrotas. José Mourinho riscara do dicionário portista as palavras automatismo e tempo e ganhou praticamente tudo: Liga, Taça UEFA e Taça de Portugal. Dois anos depois, o mesmo Mourinho, agora no Chelsea, chegou, viu e venceu após recrutar Cech, Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho, Tiago, Robben e Drogba. Todos determinantes na conquista do campeonato inglês que fugia aos blues há 50 anos.
Sete anos mais tarde, no início de 2009/10, o Benfica contratou figuras como Saviola, Ramires, Javi García, César Peixoto e Weldon, garantindo ainda o regresso de Fábio Coentrão. Quatro deles assumiram a titularidade de imediato. Até ao início de abril de 2010, o Benfica disputou 37 jogos, com 27 vitórias, 6 empates e 4 derrotas. Jorge Jesus, tal como Mourinho, apagou do dicionário encarnado os conceitos de automatismo e tempo para reconquistar o título que fugia da Luz há cinco épocas.
Onze anos depois, no arranque de 2020/21, o Sporting contratou Adán, Porro, Feddal, João Mário, Nuno Santos e Pedro Gonçalves, promoveu a afirmação de Nuno Mendes, Gonçalo Inácio, Tiago Tomás e Matheus Nunes vindos da formação e, em janeiro de 2021, reforçou-se com Paulinho e Matheus Reis. Terminou a época com três derrotas em 42 jogos e, pela primeira vez na história, sagrou-se campeão sem derrotas, pois o único desaire interno (3-4 na Luz) aconteceu quando o título já estava matematicamente assegurado. Rúben Amorim, tal como Jesus e Mourinho, riscou do dicionário verde e branco a desculpa do tempo e dos automatismos e quebrou um jejum de 19 anos.
O exemplo mais recente data do arranque de 2025/26: o FC Porto contratou Alberto, Bednarek, Kiwior, Rosario, Froholdt, Gabri Veiga, De Jong, Borja Sainz e, no mercado de janeiro de 2026, resgatou Thiago Silva, Fofana, Pietuszewskie Moffi. Pelo meio, a estrutura contava com um treinador novo e uma direção, digamos assim, semi-nova. Chegado ao final de janeiro, o saldo era impressionante: 27 vitórias, 3 empates e 2 derrotas em 32 jogos. Francesco Farioli, à imagem de Amorim, Jesus e Mourinho, voltava a riscar do dicionário azul e branco as palavras automatismo e tempo e, no final da época, os dragões sagraram-se campeões, algo que não conseguiam desde 2022. Conclusão (pelo menos a minha): jogadores e treinadores não precisam de tempo para tornarem grandes as equipas.
Conclusão (pelo menos a minha): jogadores e treinadores não precisam de tempo para tornarem grandes as equipas. Precisam de talento, trabalho, uma pontinha de sorte e big balls, como um dia disse Michael Thomas, quando estava no Benfica. Não acreditam? Falem com Mourinho, Jesus, Amorim ou Farioli. Eles explicam."

Está de volta o velho 'choradinho' no FC Porto


"A ironia de Farioli sobre os «jornalistas do Sul» no caso Rodrigo Mora desmascara a ilusão da nova era de Villas-Boas, afinal nada mais do que um Pinto da Costa 2.0

Quando André Villas-Boas derrotou Pinto da Costa, com maioria avassaladora, nas eleições do FC Porto em 2024, a promessa apresentada aos associados era absolutamente límpida e sedutora: modernidade, sofisticação e rutura total com o clima de crispação que sufocava o futebol português.
O discurso fundacional desta nova era prometia uma instituição de dimensão europeia, urbana, capaz de vencer exclusivamente pelo mérito desportivo.
Prometia-se um clube totalmente distante dos velhos escombros da guerrilha verbal e regionalista que marcou o último meio século na Invicta.
Contudo, a vertigem dos resultados no relvado e as duras exigências do poder têm a capacidade de acelerar a tentação do regresso ao passado.
Perante as primeiras grandes dificuldades da primeira época, a estrutura portista percebeu que a forma mais rápida e eficaz de galvanizar as suas tropas continuava a ser o velho e testado alimento do confronto: a vitimização, a teoria do cerco e a busca incessante por um inimigo externo.
Villas-Boas acabou por encarnar a versão 2.0 de Pinto da Costa, ressuscitando a ultrapassada narrativa do «Norte contra o Sul» que tanto desmentido faz à lufada de ar fresco que prometera.
O último exemplo desta profunda regressão deu-se este sábado, pela voz de Francesco Farioli. O jovem técnico italiano dedicou os primeiros 12 minutos da sua conferência de imprensa ao caso Rodrigo Mora — duração que supera, por si só, muitas conferências inteiras na Liga —, para lançar farpas irónicas à imprensa e à centralização do país.
«Aprecio a atenção que os jornalistas do Sul lhe deram e a forma como protegeram um talento do FC Porto. Não esperava este nível de amor e atenção pelo nosso menino», disparou o treinador com um sarcasmo milimetricamente estudado.
Ao vestir sem pudor a pele de vítima e ao canalizar as atenções para o ruído de fora, Farioli demonstra ter absorvido na perfeição a antiga cartilha da casa.
O recurso ao chavão do «nós contra todos», como se o Dragão fosse a irredutível aldeia gaulesa de Astérix cercada por um império romano invisível, serve perfeitamente para adormecer a exigência interna e sacudir a responsabilidade sobre a gestão de um jovem ativo.
O FC Porto prometeu o futuro e a modernidade, mas bastou a primeira tempestade para a nova liderança recuar meio século e voltar ao velho choradinho de sempre."

Mentiras diárias...

Mentira, mais uma...

Nada vai acontecer...

Taekwondo?!

Novela Colombiana...

As regras mudaram?!

Surpresa!

BI: Circati...

Highlights | #AndebolBenficaFem 35-25 CJ Almeida Garrett | Supertaça 2026/27

Terceiro Anel: Bola ao Centro #223 - A um pequeno passo da Europa!!!

Visão: S08E05 - Só 3 é pouco | Benfica x Aarhus GF

SportTV: Mercados - "O Suárez vai continuar a ser jogador do SCP" 🦁

Zero: Mercado - Seko Fofana? Sonho portista já é realidade

BF: Mercado...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - FC Porto a voar: cinco notas após a vitória frente ao Arouca

Observador: E o Campeão é... - O Porto precisa mesmo de um novo ponta de lança?

Observador: Três Toques - Haaland diz adeus... ao cabelo

Liga: Gil Vicente 2 - 0 Casa Pia

Supertaça conquistada


"Em destaque na BNews, o 6.º triunfo benfiquista na Supertaça Feminina de andebol.

1. Primeiro troféu da época
A equipa feminina de andebol do Benfica ganhou a Supertaça. Ante o CJ Almeida Garrett, as águias superiorizaram-se por 35-25. Na mensagem de felicitações, o presidente do Sport Lisboa e Benfica sublinha "a confirmação de uma equipa que continua a honrar o nome do Clube".

2. Renovação de contrato
Dinis Telehovschi prolonga a ligação ao Benfica.

3. Outros resultados
Na Supertaça masculina de andebol, o Benfica foi derrotado pelo Sporting (31-24). Os Juniores de futebol ganharam por 3-2 ante o Torreense. A equipa feminina de futsal perdeu com o Leões Porto Salvo na final da Oeiras Valley Woman Futsal Cup 2026 (3-1).

4. Atividade do Museu
A iniciativa "Tiro com Arco – conversa e prática da modalidade" reuniu cerca de uma centena de participantes."

Não ganhar não é não ter sucesso


"Não custa simpatizar com Emmanouíl Karalis. Sorriso fácil de reclame a dentífrico e feições quadradas em cima de musculatura esculpida, tem o físico a juntar ao afável feitio. Ele extasiou-se em Lausanne, na Suíça, ao pular do grosso colchão que lhe amparou a aterragem após superar 6,16 metros de altura da trave: pôs-se de pé no tartã, saltou para esmurrar o ar, depois agachou-se, curvado sobre os punhos fechados e perdido de alegria enquanto era aplaudido pelo público.
Acabava de domar a altura que apenas três homens na história lograram no salto com vara, uma das disciplinas mais técnicas do atletismo, de longe das mais árduas de tão contra-natura. Os 6,16m nem eram novidade para o grego: ficaram a um centímetro da sua melhor marca, os 6,17m a que já se catapultou com uma vara de fibra de vidro ou de carbono, pesada em três quilos, comprida à volta de cinco metros, depois de nela pegar de uma forma longe de ser intuitiva para um leigo e com ela correr o mais rápido possível. Por mais incríveis que foram as façanhas, ambas deixaram o filho de um decatleta, e de uma mãe outrora especialista no salto em comprimento, no mesmo lugar — em segundo.
Dentro da fortuna de ser um dos melhores de sempre no salto com vara calhou a Karalis, alcunhado de ‘Manolo’, também ser desafortunado por coincidir com Armand Duplantis. O sueco a quem os papás, nos Estados Unidos, montaram uma pista no quintal das traseiras para ele de pequenino lhe pegar o gosto é, aos 26 anos, a incontestável estrela polar da modalidade: já bateu 15 vezes o recorde do mundo, 14 das quais depois de o próprio o fixar, é bicampeão olímpico, hexacampeão mundial e tetracampeão europeu, puxando a bitola da modalidade (para já) até aos 6,31 metros. Nos últimos três anos apenas perdeu uma das 42 competições onde entrou.
Na sexta-feira, com o Lago Genebra no enquadramento, Karalis sorriu e saltou e celebrou ao acrescentar 10 centímetros à anterior melhor marca que não chegou para ganhar o ouro na prova da Liga Diamante, o equivalente à Champions do atletismo — foi a primeira vez na história que dois homens saltaram, pelo menos, 6,10 metros na mesma prova.
Terminou atrás de Duplantis, igual ao que aconteceu no domingo, noutra prova da mesma espécie na Silésia, Polónia, onde também abraçou o sueco e com ele cavacou ao ficar aquém dos suas rebeldias contra a gravidade, incapaz aí de ir além dos 6 metros enquanto viu o sueco tentar superar, sem o conseguir, uns inauditos 6,32 metros. Tratou-se da repetição de uma película estreada em 2020, quando o atleta se estreou a desfeitear o recorde e desde então que o vai quebrando um centímetro de cada vez.
Espero que não, e creio que não, mas não terá havido na Grécia quem tenha escrito que Karalis “falhou” o ouro por não sei quantos centímetros, sendo o grego o antónimo em pessoa do que possa constituir falhar. Ele não alcançou os 6,15m, os 6,21m e os 6,20m, alturas com que um imbatível Duplantis venceu este mês os Europeus de atletismo e depois, assim de chofre, duas etapas seguidas da Liga Diamante. O grego ficou três vezes no segundo lugar em coisa de 10 dias.
Com a mesma idade, crescidos a competir juntos, é sequer possível Karalis ser identificado como o tipo que falha e guardar Duplantis como o bem-sucedido?
Infelizmente é. Vemo-lo em cadência frequente, ainda a semana passada dois tenistas portugueses perderam nos ‘oitavos’ de um Masters de ténis pela primeira vez e ambos “falharam”, como se leu; há uma quinzena houve atletas e nadadores nacionais a não se apurarem para a final, ou a ‘meia’, dos respetivos Europeus e lá surgiu o carimbo do “falhou” por centímetros ou centésimos de segundo. Parecemos viciados em arranjar ‘falhistas’ no desporto onde ínfimos são os que tentam e chegam a profissionais, ainda mais aqueles que agarram medalhas - só há três - em provas internacionais.
E eles sentem-no. Jamais me esquecerei como, há uns anos, o treinador de um atleta olímpico português se queixou ao meu ouvido de que tal tratamento simplório era do mais injusto que há. Porque a piorar essa psique estamos nós, os jornalistas, sempre com pressa ou com alguém a apressar-nos para sermos rápidos, tão urgidos pela rapidez que não sobra tempo para ter presente que um atleta “falhar” o acesso a qualquer coisa é um exercício preguiçoso. Ao serem descritas com esse verbo as margens por vezes microscópicas — por alguma razão existe o photo-finish —, apresenta-se a quem talvez liga patavina à modalidade em questão, e ouve falar dela pela primeira vez em anos, a ideia de insucesso, de ser alguém que ficou aquém.
Atribuir o incumprimento a pessoas que acordam todos os dias para se esfolarem a treinar, a quem anos de dedicação monástica nas sombras muitas vezes se resumem aos poucos minutos em que surgem na televisão a competir num país futebolcêntrico, no caso de Portugal, cujos hábitos de consumo polinizam o trato que se dá a outras formas de desporto: parece que a única forma de sucesso que se aceita é ganhar a toda a gente e ser campeão.
‘Manolo’ Karalis é o segundo melhor saltador com vara da história da humanidade e parte da sua carreira resume-se a ser isso, o segundo, o tipo que vem a seguir a quem ganha. Porque lhe calhou ser contemporâneo de ‘Mondo’ Duplantis, um daqueles atletas que provam como existe vida além da Terra. Não é por ficar atrás dele que o grego não tem sucesso."

Macaquinhos de imitação !!!

ESPN: Futebol no Mundo #624

TNT - Melhor Futebol do Mundo...

Transforma #226 - “De volta os Veríssimos e os Pinheiros e os VARs ceguinhos conforme a cor”

No Princípio Era a Bola - Foi bom para o FC Porto não marcar cedo e o Sporting fez algo essencial para ser mais seguro: teve a bola

Zero: Ataque Rápido - S09E04 - Favorito FC Porto não demora

Segundo Poste - S06E03

Antena 3 - Triplo Duplo - Luís Avelãs

DAZN: Recap - Fim-de-semana...

DAZN: La Liga - Golos - Jornada 2

DAZN: Premier League - Golos - Jornada 1