Últimas indefectivações

domingo, 30 de agosto de 2026

Campeão do Mundo


Pimenta o imortal! Campeão do Mundo, pela terceira vez, aos 37 anos, na prova rainha da Canoagem de velocidade, K1 1000m.
Portugal de tempos em tempos, encontra estes atletas, que se transformam em lendas mundiais nas respectivas modalidades, muito por culpa da perseverança e teimosia individual destes individuos!
Parabéns Fernando...

Na Sexta, o K4 500m, Gustavo Gonçalves, João Ribeiro, Messias Baptista e Pedro Casinha, conquistaram a medalha de Bronze, numa distância que já é Olímpica!
Parabéns a todos...

Bom arranque...

Benfica 34 - 23 - Águas Santas
16-8

Excelente entrada no campeonato, boas indicações principalmente na defesa e nas transições, mas também fica a impressão que a equipa não tem capacidade de rotação para manter a intensidade o jogo todo! Falta-nos dois jogadores para o conseguir, um está lesionado, mas o outro não foi contratado! 

Calendário Europeu...


Como não podia de ser, apesar dum Sorteio 'morno', a construção do calendário, deu-nos a fava: um Milan-Benfica, 4 dias antes do Corruptos-Benfica!!!!!
Vamos ter uma sequência, logisticamente complicada: Funchal ao Sábado, Quarta seguinte, em Moreira de Cónegos, provavelmente Sábado na Luz com o Gil Vicente, Quarta em Milão e Domingo no Antro da Corrupção! 5 jogos, 4 deslocações, todos com 72h a 96h de diferença, com as viagens pelo meio... Numa altura, onde o plantel ainda não está consolidado, com o Capitão lesionado, e com os últimos reforços, ainda a ambientar-se...

59 faltas assinaladas = 1 Amarelo !!!

Segue...

Nada muda...

Day One | João Palhinha

UM BENFIQUISTA FELIZ NO BENFICA!

 

Jaime Cancella de Abreu, in Facebook

Prestianni e a rua como laboratório


"O miúdo recebe a bola. O treinador grita: «Dois toques.» O miúdo obedece. Domina. Passa. Corre para o lugar marcado. O treinador aplaude. Tudo limpo. Tudo rápido. Tudo certo.
É assim que se começa a fabricar um jogador moderno. Também pode ser assim que se começa a estragá-lo. Nunca houve tantos campos perfeitos. Tantos treinadores preparados. Tantos dados sobre crianças de 12 anos. A velocidade. A potência. O pé dominante. O número de decisões certas. O futebol sabe quase tudo sobre elas. Só não sabe quem seriam se as deixassem em paz.
Pablo Aimar contou o problema de uma forma difícil de esquecer. Irrita-o ouvir que já não existem jogadores criativos depois de centenas de treinos automatizados. É como ensinar uma criança a tocar piano seguindo sempre a mesma partitura e, anos depois, acusá-la de não saber improvisar.
Primeiro, tiramos-lhe a liberdade. Depois, perguntamos onde ficou a imaginação.
A academia não é o inimigo. Protege. Alimenta. Ensina. Dá relva, médicos, ginásios, acompanhamento escolar. Apanha um miúdo com talento e oferece-lhe uma estrada onde antes havia pedras. O problema começa quando também lhe diz por onde deve passar em cada curva.
Batistuta lamentou o desaparecimento daquele avançado que vivia para o golo. O 9 à antiga. Como ele. Como Vieri. Como tantos outros que não têm lugar no futebol moderno. Homens reconhecíveis pela função, pelo instinto, pela maneira de respirar dentro da área. O jogo, viciado na intensidade e no GPS, transformou-os em trabalhadores completos. Todos pressionam. Todos defendem. Todos interpretam o espaço. Todos cumprem.
Parece sensato. Mas quase tudo o que mata lentamente parece sensato. Falta ao jogador, por vezes, um lugar onde se possa perder. Esse lugar era a rua. A rua não tinha cones. Tinha buracos. Não tinha árbitro. Tinha discussões. Não tinha treinador. Tinha o maior, o mais velho, o dono da bola. As balizas eram duas pedras. O campo acabava num passeio, num muro ou no primeiro carro mal estacionado. 
Ali, o jogo não ensinava respostas. Criava problemas. A bola saltava mal. O espaço era curto. O adversário era mais velho e não queria saber da pedagogia. Era preciso sobreviver. Usar o corpo. Esconder a bola. Inventar um túnel. Descobrir um passe onde ninguém via passagem. Aprender que a vergonha de perder a bola durava menos do que a alegria de voltar a pedi-la. Ninguém dizia ao miúdo para ser criativo. A criatividade era a única saída. Esse tipo de jogador está em vias de extinção. Por isso, é ainda tão saboroso ver alguém como Prestianni.
A fazer um grande arranque de época, com apenas 20 anos, o miúdo argentino joga como se ainda trouxesse a rua agarrada às botas. Recebe a bola e procura o adversário. Não para fugir dele. Para o desafiar. Ainda acredita que uma finta pode servir para chegar à baliza. Ou apenas para provar que era possível. Pertence a essa espécie cada vez mais rara. A daqueles jogadores que rasgam o guião e fazem as suas próprias regras quando têm a bola. A desobediência pela banalidade é a melhor arma de Prestianni.
O Brasil construiu uma parte da sua grandeza nesses lugares. Na praia. Na várzea. No asfalto. Na favela. Em campos tortos onde a geometria oficial não servia. Garrincha não driblava apesar das pernas tortas. Driblava com elas. Romário encontrava espaço onde nem dava para montar uma cabine telefónica. Ronaldinho tratava a bola como um brinquedo porque, antes de se tornar profissão, tinha sido isso. E, para ele, nunca deixou de ser isso. O seu brinquedo preferido.
O Brasil tem hoje academias melhores. Centros de treino de qualidade. Metodologias importadas. Jovens mais fortes, mais rápidos, preparados para chegar à Europa aos 17 anos e perceber o que o treinador lhes pede.
É o progresso, dizem. Mas o progresso tem sempre uma fatura. Ao aproximar-se da Europa, o Brasil também se afasta de si próprio. Produz laterais que sabem entrar por dentro. Médios que dão equilíbrio. Extremos que pressionam. Jogadores prontos para o sistema. Verdade. Mas antes o sistema é que tinha de estar pronto para eles.
Não se trata de pedir o regresso romântico a uma infância pobre. A rua também era abandono. Também era falta de condições. Ninguém deve confundir carência com método. Um buraco no asfalto não é um plano de formação.
Mas havia naquele caos uma coisa preciosa. Tempo sem adultos. Tempo sem instruções. Tempo para fazer uma coisa inútil muitas vezes até ela se tornar genial.
As academias querem eliminar o erro. A rua precisava dele. Um drible falhado não saía no relatório. Não custava a titularidade. Custava uma gargalhada dos outros. E a resposta chegava na jogada seguinte.
Hoje, um miúdo perde a bola e olha para o banco. Antes, perdia a bola e tentava outra loucura. Quem olha para o banco procura autorização. Quem olha para a bola procura uma solução.
O futebol moderno não expulsou os artistas. Fez algo mais eficaz. Educou-os para não incomodarem. Ensinou-lhes o momento certo para arriscar, a zona certa para fintar, a percentagem aceitável de perigo. Deu-lhes liberdade dentro de um quadrado desenhado no chão. Uma liberdade vigiada.
Depois aparecem treinadores a pedir jogadores capazes de desbloquear jogos fechados. Querem alguém que veja o que os outros não vêem. Alguém que rompa uma linha. Alguém que invente. Mas a invenção não nasce por ordem. O rasgo não vem no plano semanal.
A solução não é destruir a academia. É abrir-lhe uma janela. Criar espaços onde o treinador se cale. Onde não haja limite de toques. Onde o melhor jogador não seja o que erra menos, mas o que imagina mais. O caminho passa por levar a rua para dentro do laboratório. Não a pobreza. Não o abandono. Não a falta de meios. A liberdade.
O futebol precisa de jogadores bem formados. Claro que precisa. Mas também precisa de um miúdo que receba a bola, ouça o treinador gritar «dois toques» e, por um segundo, finja que não ouviu."

A propósito de Palhinha


"Um texto que pretende deixar bem claro tudo aquilo que um bom profissional deve fazer, e que pode servir de reflexão àqueles adeptos que ainda vivem no tempo em que a lei da opção escravizava os jogadores, cerceando-lhes os direitos…

Não há forma do futebol português se libertar de uma doença irritante e profundamente canhestra chamada «clubite». Porquê essa necessidade de exigir que um jogador pago para dar o melhor de si, sinta pela instituição o mesmo amor cego, lírico e apaixonado, não obstante legítimo, que um adepto sente, no topo da bancada? Não chega jogar bem; é como se os sócios dos clubes gostassem de ser enganados pelas juras de amor eterno, que só são eternas enquanto duram, o que é, convenhamos, é um disparate de todo o tamanho.
O futebol moderno é, por natureza, desapaixonado nas secretarias e frenético no relvado. O que deve pedir-se a um profissional não é paixão de infância, é brio. É que corra, que se esfarrape, que não encolha a perna e jogue até ao limite das suas forças. Se fizer isto tudo com honestidade, cumpriu a sua parte. A sua alma pertence-lhe a ele. Será que André Villas-Boas, quando treinava o Marselha, não queria ganhar ao FC Porto? Ou Frederico Varandas, quando defrontava o Sporting como médico do V. Setúbal, não torcia pelo triunfo sadino? Ou Rui Costa, que até marcou na Luz ao Benfica, nunca deu tudo nos encarnados, nos ‘viola’ ou nos ‘rossoneri’?
Saltemos, então, para o caso de João Palhinha. Um homem forjado nas escolas do Sporting, que ‘dava a vida’ em cada lance, mas que guardava a quota de sócio do Benfica na carteira desde os dez anos. E então? Alguma vez correu menos por causa disso? Alguma vez se poupou para proteger o coração encarnado? Claro que não. Foi exemplar porque sabia perfeitamente a diferença entre a sua obrigação aos domingos e a nostalgia dos seus afetos privados.
Valerá a pena, aqui chegado, falar de Rui Jordão, um príncipe, dentro e fora das quatro linhas, que depois de ter brilhado no Benfica, foi estrela cintilante do Sporting, sem nunca renegar o passado. Jordão era sportinguista e mesmo assim, no ano do centenário do clube de Cosme Damião, compareceu a um almoço de velhas glórias do Benfica. Foi lá por respeito aos amigos e a um clube que representou, mas teve a delicadeza soberba de recusar manifestações que fossem para além disso . Não precisou de ser falso para com o Sporting, nem mal-educado para com o Benfica. Foi apenas um senhor.
No meio do turbilhão de um jogo, as camisolas são a nossa pele e a pele dos nossos companheiros. Ali, embora haja lealdade à direção, aos adeptos e à história do clube, tudo se resume a um ‘nós’ contra ‘eles’, ao companheiro do lado que está a suar a mesma camisola e a defender a mesma trincheira, e aos ‘outros’, que nos querem derrotar.
Tudo o resto — as discussões azedas sobre quem ama mais o quê — é apenas conversa para encher o tempo nos cafés. O futebol de elite agradece um bocado menos de dramatismo e muito mais dignidade. A dignidade que está em cada profissional que atravessa a carreira sempre de cabeça erguida."

A vitória extraordinária de Portugal e a vitória inevitável do Sporting


"Seleção Nacional de basquetebol fez história; leão cumpriu a obrigação; e a razão pela qual o sorteio da Liga Europa poderá ter aproximado o Benfica do título

A Seleção Portuguesa de basquetebol fez história, ontem, ao vencer pela primeira vez a Espanha em jogos oficiais. E fora de casa.
É certo que esta Espanha já não é a dos irmãos Gasol, de Ricky Rubio, de Rudy Fernández ou até de Sergio Lull. O seu mais conceituado jogador da atualidade é provavelmente Santi Aldama, trocado este verão dos Memphis Grizzlies para os Dallas Mavericks, que nem defrontou os linces.
Há dois anos, a Espanha não foi além do 10.º lugar nos Jogos Olímpicos (com 12 seleções na fase final). Mas na primeira fase da qualificação só tinha perdido um jogo, por dois pontos, na Geórgia, e nas cinco vitórias a mais curta tinha sido por dez.
Só que os nomes não ganham jogos. Pelo menos os nomes dos países. Para Portugal, dois nomes ajudaram a fazer toda a diferença: Neemias Queta e Rúben Prey. O primeiro é titular de uma das melhores equipas da NBA, os Boston Celtics; o segundo, depois de dois anos a amargar no banco, tem prometido o lugar de titular num dos mais conceituados programas do basquetebol universitário norte-americano, St. John's.
O problema é que o basquetebol não é como o futebol. Não há um calendário internacional com pausas para seleções, não há obrigação de libertar jogadores, e Neemy e Rúben só podem jogar no verão, quando a NBA e a NCAA estão em pausa. Por isso, ainda não tinham jogado nesta qualificação, em que Portugal tinha vencido três jogos e perdido três.
Com eles dois, os linces são outra coisa. Mas mesmo com eles, mesmo com todas as circunstâncias, vencer fora a Espanha é algo extraordinário, se calhar irrepetível, porque no próximo jogo, em casa, a 26 de fevereiro, nem Neemias Queta nem Rúben Prey vão estar disponíveis.

O grande desafio do Sporting
Se a vitória de Portugal foi um acontecimento, a do Sporting frente ao Rio Ave, em Vila do Conde, a abrir a quarta jornada da Liga de futebol, dificilmente seria menos surpreendente.
É certo que, tal como aconteceu com os linces, as circunstâncias ajudaram o leão, a começar pelo golo de Flávio Gonçalves logo a abrir. Antes da meia hora a vitória estava garantida, aos 37' a goleada estava fechada. Mas ficou a sensação de que seria apenas uma questão de quando, não de se.
A diferença entre os candidatos ao título e o resto é cada vez maior, mesmo considerando os empates (claramente acidentais) de Sporting e Benfica logo a abrir o campeonato. Possivelmente, a Liga será decidida nos jogos entre eles, como já foi de certa forma no ano passado, pelo menos entre os dois primeiros, depois de o Sporting perder 14 pontos (em 18 possíveis) nos jogos com FC Porto, Benfica e SC Braga (nos restantes perdeu 6 pontos em 84).
Os muitos empates do Benfica tiraram-no da corrida e o FC Porto não facilitou (mesmo não tendo conseguido ganhar às águias). Mas mais do que a mudança de treinador na Luz, e os primeiros sinais de Marco Silva são muito positivos, há uma alteração de cenário que pode ser decisiva: desta vez é o FC Porto que está na Champions e o Benfica na Europa League.
E olhando para o sorteio de ontem da segunda competição europeia, os encarnados parecem ter um calendário suficientemente acessível na fase de liga para fazerem o que o dragão fez há um ano: pouparem na UEFA e acelerarem no campeonato. Se o fizerem, estarão provavelmente mais perto do título."

Mundial 2030: agarramos ou lamentamos?…


"Mundial 2030 começa amanhã, e é oportunidade sagrada para convocar os nossos melhores Deuses: receber bem, tratar melhor, considerar acima da média e valorizar os nossos bens.

Se, no final do século passado, me dissessem que Portugal iria organizar uma fase final de um Mundial de futebol, diria que estavam loucos. Mesmo um Europeu. Em 1999, quando foi outorgada ao país a realização do Euro 2004, estávamos perante um sonho dificilmente justificável.
Porque foi isso mesmo: um sonho, com todos os riscos e loucuras mas, também, com um lobby muito importante, que agrupou dirigentes federativos, figuras do futebol e instituições governativas para, junto da UEFA, conseguirem para o país algo pouco verosímil alguns anos antes.
Há, sempre, que juntar vontades, organização e talento. Essa é a trilogia do sucesso, sobretudo quando se trabalha em patamares sempre alvo de grande pressão internacional, e cuja visibilidade pode alavancar fatores económicos e de desenvolvimento que muito dificilmente teriam a mesma notoriedade com qualquer outro evento que não tivesse a ver com o desporto-rei.
Ora o mesmo se passa agora. O Mundial 2030 é amanhã. Com 48 seleções (no mínimo, não vá a FIFA adicionar mais 16, para um formato inédito com 64, para comemorar o centenário da maior competição do planeta).
Porque é disso que se trata: a maior, juntamente com os Jogos Olímpicos (também de periodicidade quadrienal), e com a Volta a França, na sua peculiaridade anual. Por tudo o que movimenta, em várias áreas e em múltiplas dimensões, o Mundial 2030 não pode ser negligenciado. Representa uma dourada oportunidade para um pequeno e periférico país europeu (sim, não nos desviemos da efetiva realidade portuguesa…). Representa uma possibilidade de difusão de imagem transversalmente para o mundo inteiro, sabendo que o minuto de televisão está pela hora da morte, e que tudo o que se puder arregimentar, em torno da promoção e da projeção nacionais, será de uma dimensão sem preço.
Estamos preparados? Tem Portugal a noção do que aí vem? Quer do ponto de vista da promoção direta junto de 47 potenciais delegações visitantes (embora muitas não cheguem a pisar solo nacional, em face da tripolaridade organizativa, que engloba também Espanha e Marrocos), quer do reconhecimento — após avaliação — dos media de todos os recantos do mundo, quer da sensibilidade única dos turistas oriundos das calendas, e que querem o melhor ambiente, a melhor gastronomia, a melhor hotelaria, o melhor atendimento…
Está Portugal preparado? Mais do que isso, ou mesmo muito antes disso: está Portugal ciente do imenso desafio que se lhe coloca adiante, e que chega à velocidade da luz, considerando que a consolidação das estruturas e das conjunturas é imediata?
As estruturas turísticas e hoteleiras, agregando aqui o peso da restauração, na qualidade dos produtos confecionados e consumidos mas, sobretudo, no atendimento, que devemos projetar até aos mais elevados patamares.
A dimensão desportiva, dos valores acrescentados pelos centros de estágio e de treino e pelas mais-valias das condições diretamente proporcionadas a cada delegação que pisar o país.
A dimensão humana, na consciência direta da responsabilidade que é receber o Mundial do centenário e, essencialmente, da oportunidade magnânima que significa acolher um evento cuja transversalidade e lucros advenientes são dificilmente projetáveis à partida, e decerto também surpreendentemente mensuráveis à chegada.
O Mundial 2030 é uma inolvidável oportunidade para vender Portugal. Na sua óbvia dimensão desportiva, diretamente relacionada com as seleções participantes e com o calendário a apurar, mas também, numa visão holística e abrangente, na dimensão turística, cultural e patrimonial.
Será difícil encontrar um território tão pequeno e tão rico, nesses aspetos, e que permita, por consequência direta deste facto, uma programação coordenada, pensada e articulada da difusão ampla de uma imagem que concatene valores históricos, de património, de gastronomia, de natureza e de humanismo.
Cinco vertentes de uma mão cheia de mais-valias, que devem ser pensadas em concreto, de per si, mas com a perspetiva de um enquadramento conjunto, que permita ao país ser o melhor embaixador de si próprio e a melhor jogada de trunfo para o médio e longo prazo.
Porque, se os 104 jogos (101 serão disputados entre Espanha, Portugal e Marrocos) se esgotam em cinco semanas e meia, o rasto que, colateralmente, eles irão provocar, permanece, para o bem e para o mal, para uma ou duas gerações vindouras.
Portugal tem a grande vantagem de não necessitar de criar estruturas de raiz: excelentes vias de comunicação, magníficas estruturas hoteleiras, bons centros de treino, acessos tranquilos e seguros (Beja e o seu aeroporto serão sempre determinantes, no quadro de um evento tão específico…).
Então, potenciemos o que de nós diretamente depende: a qualidade no atendimento, a confeção de pratos que nos diferenciam, o sorriso, os castelos que exalam história, as praias que convocam banhos, a orografia generosa de um território multiforme, sempre considerando uma tão pequena e contida dimensão geográfica.
Sejamos competentes. O Mundial 2030 começa amanhã, e é uma oportunidade sagrada para convocar os nossos melhores Deuses: receber bem, tratar melhor, considerar acima da média e valorizar os nossos bens. Sejamos mais do que portugueses. Sejamos do Mundo, que o mundo saberá reconhecer. E recompensar.

Cartão branco
Não é fácil regressar. Ainda mais, regressar a um clube com a dimensão e a história do Real Madrid. E se é certo que a vitória em Barcelona, frente ao Espanhol, caiu do céu, não é menos verdade que a segunda parte dos merengues, no Bernabéu, frente à Real Sociedad, foi convincente.
José Mourinho ganhou o primeiro round, frente aos descrentes no retorno ao banco blanco. Ganhou Mbappé e parece ter ganho Vinícius. O mágico aí está, bem vivo e seguro de que, afinal, experiência e tempo não se compram na farmácia…

Cartão vermelho
Tão feio, mas tão feio!… Ao intervalo, no jogo entre Vasco e Vitória, para a Taça do Brasil, uma perseguição à equipa de arbitragem, que havia expulso um jogador vascaíno no decurso da primeira parte do jogo.
As imagens são eloquentes: de filho da p... (o menos grave dos ditames…) a coisas ainda mais indizíveis e impensáveis, por parte dos dirigentes e staff do Vasco da Gama. O futebol brasileiro tem coisas fantásticas, gente única. E energúmenos que não valem nada."

MasterVi: Mercado...

Zero: Mercado - Puerta aberta: médio colombiano quer o Benfica

BF: Puerta?!

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Observador: E o Campeão é... - Sporting goleia, mas os jogadores ainda não festejam. Porquê?

Ambição na Liga Europa


"Em destaque nesta edição da BNews, as declarações de Mário Branco acerca da participação europeia do Benfica na presente temporada.

1. Honrar os pergaminhos benfiquistas
Mário Branco, diretor-geral para o futebol profissional do Benfica, refere a abordagem europeia do Clube: "O lugar natural do SL Benfica é a Liga dos Campeões, pelo que tudo faremos para que esta presença na Liga Europa seja a exceção que confirma a regra. Aqui chegados, e depois de ultrapassadas com distinção as três fases de qualificação, vamos encarar esta prova com ambição e respeito pelos adversários e pela história e pergaminhos europeus do SL Benfica."

2. Adversários na Liga Europa
Conheça, em detalhe, os 8 adversários do Benfica na fase de liga da Liga Europa.

3. Seja onde for
O apoio à chegada a Beja da comitiva benfiquista regressada da Dinamarca.

4. Agenda do fim de semana
No futebol de formação, hoje jogam, no Benfica Campus, os Juniores com a União de Leiria (16h30) e os Iniciados com o Portimonense (15h00). Domingo, a equipa B visita o Amarante (11h00) e os Juvenis deslocam-se ao reduto do Amora (17h00).
Em andebol, neste sábado na Luz, a equipa masculina recebe a Águas Santas (15h00) e a feminina é anfitriã do Feirense (19h00).
Nota ainda para a participação em torneios das equipas masculina (International Masters) e feminina (Copa Ibérica) de futsal.

5. Continuar a ganhar
Em entrevista à BTV, Mónica Jorge, diretora-geral para o futebol feminino do Benfica, partilha os objetivos da temporada: "O Benfica, sempre que entra em competições, é sempre para pensar no melhor e alcançar vitórias de jogo a jogo. Ser Benfica em todos os momentos e tentar conquistar todas as competições em que entramos."

6. Entrevista
Diana Gomes faz um balanço da primeira temporada de águia ao peito, na qual ajudou o Benfica a perfazer uma dobradinha no futebol no feminino, e aborda a nova época.

7. Movimentações do defeso
A futebolista Joana Valente é cedida, por empréstimo, ao Valadares Gaia. A basquetebolista Josephine Filipe está de regresso ao Benfica.
E Pedro Henriques, guarda-redes de hóquei em patins, prolonga a ligação ao Clube.

8. Mais apoio ao Benfica
Conheça o novo modelo de acesso às Modalidades para a época 2026/27, assente em dois objetivos: valorizar a presença dos Sócios nos Pavilhões e premiar quem apoia regularmente ao longo da época.

9. Campeonatos mundiais de velocidade
Acompanhe a prestação dos canoístas do Benfica. Gustavo Gonçalves, João Ribeiro, Messias Baptista e Pedro Casinha conquistaram o bronze em K4 500 metros.

10. Recorde nacional 
Fatoumata Diallo bate recorde de Portugal nos 400 metros barreiras.

11. Casa Benfica Grândola
O 11.º Circuito Ciclista Jorge Nunes em destaque."

Sem dúvida...

Agência de empregos?!

É só reflexões !!!

O Clube dos heterônimos !!!

Futpedia #24 - QUEM É O IMPOSTOR? FT. PESTANATORI

Liga: Académico 0 - 3 Corruptos

Liga: Arouca 2 - 1 Marítimo

Liga: Alverca 1 - 1 Santa Clara

Liga: Rio Ave 0 - 4 Sporting

Vinte e Um - Como eu vi - Aarhus

El precio de ser ídolo