Últimas indefectivações

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Excelente vitória...


Benfica 96 - 91 Denizli
28-23, 22-22, 27-17, 19-29

Provavelmente a melhor exibição na Europa nas últimas épocas, consistente, com períodos de bom basquetebol... para ser perfeito, só faltou mais acerto no final período, mas a equipa pareceu-me cansada! Creio que o Okeke mesmo com todas as limitações ofensivas, na recta final tinha sido útil na defesa...

Tudo isto contra um bom adversário, provavelmente o nosso principal adversário neste Grupo... Com estas duas vitórias, contra os dois adversários teoricamente mais complicados, ganhámos alguma folga, ganhando contra as outras equipas, teremos menos pressão na 2.ª volta...



Antevisão...

Terceiro Anel: React - Antevisão - Marco Silva - Celtic

Treino...

BI: Antevisão - Celtic

Os Gloriosos Benfiquistas - É para cima deles - S02E16 - Celtic

O Outro Lado: Edu Castro

Estilo

Não é eventualmente... em vez de perderem 2-3, tinham ganho 3-2, fácil !!!

Em ambos os golos que marcaram provocaram as bancadas... e no fim...!!!

Entroncamento em Sevilha !!!

Ausência de peso!

Com regras iguais, é mais complicado !!!

Metade...

Maus hábitos..

Escândalo !!!

Lufada...

Os grandes financiadores da organização Mafiosa!

Benfica Economia: A Estratégia De Mil Milhões Que Poderia Tornar O Benfica No Clube Mais Rico Do Mundo

BF: Reabilitar...

5 Minutos: Diário...

Terceiro Anel: Diário...

Zero: Tema do Dia - Centralização: Reinaldo Teixeira garante que fosso entre clubes «cai para metade»

Observador: E o Campeão é... - Rui Borges tem unhas e andamento para o Mercedes

Observador: Três Toques - A IA previu o futuro do banco do Chelsea?

Mister: PortuGolaço - Liga Portugal Round 8 Recap

BolaTV: Toni: «Eu sou grande porque estou num clube com a dimensão do Benfica»

Parabéns...

Dueto!

Presidente: Toni...

Benfica FM: Toni...

Seria titular hoje...

TONI, UM GRANDE SER HUMANO


"O Toni é um grande ser humano, à antiga, um companheiro generoso, um amigo do seu amigo, um cidadão com preocupações sociais, alguém sempre disponível para oferecer a sua solidariedade a quem dela possa precisar.
O Toni é um grande Benfiquista: jogou e foi campeão, treinou e foi campeão, foi dirigente também. Como treinador do Glorioso tenho que realçar que das duas únicas vezes em que treinou a equipa do princípio ao fim da época foi campeão, numa delas a fabulosa época 1993-94. Mas mais: em nome do seu Benfiquismo aceitou passar a adjunto na época seguinte a ter-se sagrado campeão. Quem mais o teria feito?
O Toni é o grande contador das deliciosas histórias por que passou ao longo de uma vida cheia. Com muitos outros acontece que vamos ouvindo repetidamente as mesmas histórias, os mesmos episódios; com o Toni não, o manancial é de tal ordem que a cada encontro surge a descrição de novos episódios hilariantes, novas situações caricatas ou até dramáticas, surpreendentes e inéditas revelações sobre o mundo do futebol e os seus protagonistas.
Ao contrário do que muitos podem pensar ou até insinuar, o Toni não aceitou ser vice da FPF para ter um tacho de que não precisa porque a seu tempo cuidou bem da sua vida. O Toni trabalha a sério na FPF: ainda há tempos lhe liguei e estava no estágio da Seleção Nacional feminina de sub-15 de Futsal - imaginem!
O Toni faz hoje 80 anos. Conheço-o há mais de 30 anos e tenho o privilégio de poder dizer que sou seu amigo. Está de parabéns pelos 80 anos, claro que sim, sempre, mas está de parabéns acima de tudo pelo enorme ser humano que é.
UM FORTE ABRAÇO, TONI!"

Prata da Casa #72 - Atão Mas Esse É O País Que Tou A Pensar!?, Game Winners, Hot Takes

Cegueira...


"Alguém teve a coragem de afirmar “o português mais importante da história de Portugal”…um desses idiotas úteis das tv’s que pateticamente colocou Cristiano, não lhe vou chamar Ronaldo porque é uma ofensa ao maior fenómeno futebolístico que vi pisar um relvado, acima de Dom Afonso Henriques, Vasco da Gama, Camões, todos os que efetivamente, não renegando as suas origens, nem sequer vendendo a sua portucalidade por meia dúzia de patacos, deram ao mundo Portugal e “novos mundos ao mundo”.
Mas a sociedade atual gosta de enaltecer patetas, portanto não serei eu que irei mudar isso certamente.
Cristiano tinha tudo para ser efetivamente um dos grandes nomes da sua área, um ídolo de milhões mas que se deixou toldar pelo ego, a sua cegueira retirou-lhe o pedestal de grandeza a que estaria destinado e lamento, após a sua retirada por pouco será recordado, não entra no Olimpo do melhores da modalidade, não está nas páginas douradas do futebol português, nessas não passou de mero escudeiro a bater palmas a partir do banco (e ainda bem que assim foi, caso contrário duvido que o Eder tivesse tido oportunidade de tocar os deuses do futebol).
Tudo acontece por uma razão, e por norma quando se tenta voar muito alto, as asas acabam queimadas!
Um pena, para quem é um ídolo de milhões, não conseguir mostrar ponta de humildade."

A fraqueza de Proença


"A comunicação do presidente da FPF no caso-Ronaldo tem oscilado entre o desastre e a subserviência.
Apesar do processo disciplinar instaurado ao avançado, Pedro Proença apressou-se a abrir a porta do regresso, já para novembro, e a clamar que esse é um desejo de «todos nós».
Não sei a que portugueses se refere Proença, mas não será com certeza aos que privilegiam as regras e o bom senso em detrimento da idolatria.
Quem ouvir o dirigente e ex-árbitro, e desconhecer em detalhe os contornos do processo, pensará que Cristiano é a vítima e não o infrator.
A FPF, na pessoa do atual líder máximo, optou por se entregar aos humores de um homem de 41 anos, incapaz de aceitar as leis da natureza. E da vida.
A fenda disciplinar está aberta. E convida a que outros repitam os intentos do obcecado (pelo golo mil, pela eternidade e glória, pela adulação…) CR7.
Os factos são conhecidos. Foram dissecados, manipulados, avaliados, discutidos e até exibidos em praça pública, para arderem na fogueira de vaidades (não confundir com verdades) no infame e ridículo comunicado produzido pela entourage de Ronaldo – os oito pontos atirados para o colo de Jesus são particularmente constrangedores.
Aqui chegados, há mais perguntas a fazer do que certezas a recitar. Deixo algumas, à consideração da direção da federação.
- O que faziam na intimidade de um estágio da seleção os conselheiros de Ronaldo? Essa é uma prática comum e aceite pelos responsáveis?
- Pedro Proença defende o regresso de Cristiano. A posição é conciliável com a independência do Conselho de Disciplina (CD) da FPF e o seu julgamento?
- Se Jesus aceitar o regresso de Cristiano, a autoridade técnica perante o grupo não fica ferida de morte?
- Que papel desportivo terá Cristiano? Não existe o risco de ser um ativo ingerível e repetir o ato de indisciplina, se não tiver os minutos por si idealizados?
- Que mensagem passa aos restantes companheiros um capitão que abandona o grupo e que, ainda assim, ouve da boca do presidente da FPF o apelo à reconciliação?
Estas cinco perguntas exigem esclarecimentos. A FPF é uma instituição de utilidade pública e não uma empresa cotada em bolsa, em busca de avaliadores de startups e unicórnios.
Perder Cristiano implica uma quebra de receitas e patrocinadores? Com certeza. De seguidores nas redes sociais? Também, pois então.
Tudo isto sucederá/sucederia sempre, em função da dimensão mediática do jogador. Mas, parece-me, acima disso devem estar as regras e a performance desportiva. Essas sim, inegociáveis.
Acabo com as desculpas pedidas por Cristiano e que, nas palavras de alguns experts, servirão de atenuante no castigo a aplicar pelo CD da FPF.
De zero a dez, qual o grau necessário de coragem (e humildade) para clamar por perdão através de um comunicado escrito por outra(s) pessoa(s)?
Quando se exigia um posicionamento firme e irrevogável da parte de Proença na resposta, apenas vi fraqueza.
Afinal, quem manda na FPF? O presidente ou a empresa de um dos jogadores da seleção? Cristiano, o grande, transformou-se. Passou de goleador concreto a economia abstrata.
É uma recessão em corpo de homem. Uma multiplicação de crises.

PS: a grandeza de Cristiano mede-se pelos monumentos edificados em campo. Tremendos, inesquecíveis, extraordinários. Só que essa grandeza passa a ser patética, e indefensável, quando vemos o herói de mil feitos a suplicar por validação através de um briefing pensado para uma comunicação pública do selecionador. Lembrar é a palavra que abraça e conforta. A saudade, a memória, os golos. Cristiano prefere outra: vaidade, o culto da tolice."

O capital compra clubes. Mas quem constrói o futuro?


"Durante décadas, os clubes de futebol foram construídos à volta de uma cidade, de uma comunidade e de uma identidade. Hoje, muitos começam a integrar estruturas internacionais onde o futebol é pensado à escala global. O capital atravessa fronteiras, os jogadores circulam entre continentes e algumas decisões estratégicas são tomadas a milhares de quilómetros dos estádios. Mas há uma pergunta que o futebol português não pode deixar de fazer: quando um investidor compra um clube, está a adquirir uma oportunidade de negócio ou a assumir a responsabilidade de construir o seu futuro?
A resposta não tem de ser uma escolha entre as duas coisas. Um clube pode ser economicamente atrativo e, ao mesmo tempo, desportivamente ambicioso. Aliás, os melhores projetos são precisamente aqueles que conseguem conciliar estas duas dimensões. O problema começa quando uma delas existe sem a outra.
Portugal tem razões para olhar para o investimento internacional com abertura. Temos conhecimento, treinadores qualificados, capacidade de formação, uma cultura futebolística reconhecida e uma posição privilegiada na ligação entre diferentes mercados. Mas também temos clubes com dificuldades financeiras, infraestruturas insuficientes e uma dependência excessiva das transferências de jogadores. Recusar capital por princípio seria ignorar uma oportunidade. Aceitá-lo sem critérios seria cometer outro erro.
O crescimento dos grupos multiclube não é apenas uma mudança na propriedade. É uma mudança na forma de organizar o futebol. Um grupo pode partilhar metodologias, departamentos de análise, informação sobre mercados, competências médicas, tecnologia e processos de recrutamento. Pode criar percursos de desenvolvimento para jogadores e profissionais. Pode permitir que um clube de menor dimensão tenha acesso a ferramentas que, isoladamente, dificilmente conseguiria financiar.
Pensemos no scouting. Durante muito tempo, identificar talento dependia sobretudo de observadores experientes, contactos e capacidade de antecipação. Tudo isso continua a ser decisivo. Mas a escala mudou. Hoje, os dados ajudam a filtrar milhares de jogadores, a observação contextualiza o desempenho e a articulação entre clubes permite planear percursos competitivos. Uma rede internacional bem construída pode transformar o recrutamento numa vantagem estratégica. Desde que não confunda quantidade de informação com qualidade de decisão.
Porque o scouting não se resume a encontrar jogadores baratos para vender mais caro. É conhecer as necessidades de cada equipa, antecipar a evolução do plantel, identificar perfis adequados ao modelo de jogo e perceber o momento certo para contratar, desenvolver ou transferir. O talento só se transforma em valor quando encontra um contexto que o faz crescer.
É aqui que surge a primeira grande exigência: cada clube de um grupo deve ter um projeto desportivo próprio. Integrar uma rede internacional não pode significar abdicar de objetivos, identidade ou ambição. Um clube português não deve aceitar tornar-se apenas uma estação de passagem, onde os resultados são secundários e o calendário de valorização dos ativos determina todas as decisões.
Os adeptos não vivem o futebol através de folhas de cálculo. Vivem-no através de vitórias, derrotas, rivalidades, memórias e pertença. A sustentabilidade financeira é indispensável, mas não substitui a competitividade. Um investidor que não compreenda esta realidade pode adquirir uma sociedade desportiva sem conquistar a confiança de quem lhe dá sentido.
Também não devemos romantizar o passado. A história do futebol português mostra que a identidade de um clube não é protegida por uma determinada nacionalidade do acionista. É protegida por decisões responsáveis, por lideranças que prestam contas e por uma estratégia que respeita a sua comunidade. Há maus projetos com capital nacional e podem existir excelentes projetos com capital estrangeiro. O critério deve ser a qualidade da gestão, não o passaporte do investidor.
A segunda exigência é a autonomia operacional. Um grupo pode definir princípios comuns, mas precisa de dirigentes locais com competência e margem real para decidir. Conhecer a competição, os adversários, o mercado e a cultura do clube é tão importante como dominar ferramentas internacionais. Centralizar tudo pode parecer eficiente no papel, mas o futebol continua a ser profundamente contextual. Uma decisão acertada num país pode ser desastrosa noutro.
A terceira exigência é a transparência. Quem investe deve explicar o que pretende: qual é o horizonte temporal, quanto será aplicado em infraestruturas, que papel terá a formação, quais são os objetivos competitivos e como serão tomadas as decisões sobre jogadores. Os clubes não precisam de promessas grandiosas. Precisam de compromissos verificáveis. E os reguladores devem assegurar que a multipropriedade não compromete a integridade das competições.
Há ainda uma oportunidade que Portugal não pode desperdiçar: utilizar estas parcerias para desenvolver pessoas, e não apenas transferir atletas. Um grupo internacional pode abrir portas a treinadores, analistas, fisioterapeutas, responsáveis de formação e diretores desportivos. A circulação de conhecimento deve funcionar nos dois sentidos. Se exportarmos apenas jogadores e importarmos todas as decisões, estaremos a abdicar de uma parte essencial do nosso potencial.
Defendo, por isso, que a avaliação de um investimento não se esgote no montante anunciado. Devemos perguntar quantos recursos ficam no clube, que competências são criadas, que instalações melhoram, como evolui a formação e se a equipa principal se torna mais competitiva. A verdadeira medida do sucesso não pode ser apenas a rentabilidade de uma transferência ou a valorização de uma participação.
O futebol português precisa de deixar de discutir o investimento como se houvesse apenas duas posições: abrir a porta sem reservas ou fechá-la por receio de perder identidade. Existe um caminho mais exigente e mais inteligente. Atrair capital, estabelecer regras claras, profissionalizar estruturas e preservar a capacidade de cada clube construir o seu destino.
A dimensão do nosso país não deve ser vista como uma condenação à dependência. Pode ser uma vantagem. Temos proximidade entre mercados, tradição formadora e capacidade de adaptação. Com visão, podemos tornar-nos parceiros relevantes em redes internacionais sem deixar de ser protagonistas do nosso próprio futebol.
No fim, a pergunta decisiva não será quantos clubes portugueses passaram a integrar grupos internacionais. Será quantos ficaram melhores depois disso: mais organizados, mais competitivos, mais sustentáveis e mais ligados às suas comunidades.
Porque comprar um clube é uma operação financeira. Construir o seu futuro é uma responsabilidade desportiva. E é nessa diferença que se distingue um investidor de um verdadeiro projeto."

A Bola é Minha, Eu é que sei: S04E09 - Fábio Vieira...

SportTV: Vamos à Bola - Gil Vicente

SportTV: Grelha da Partida - S04E30 - Curva Miguel Oliveira

Zero: Afunda - S07E09 - Playoff, Play-in e prémio: As previsões do Afunda