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quarta-feira, 10 de junho de 2026

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Zero: Afunda - S06E47 - Final aqueceu !

Chuveirinho #175

Mundial 2026: Viva Portugal (1), é preciso acreditar


"No arranque para um Mundial, devemos, de imediato, encorpar uma cultura de honestidade, autenticidade, ética, resiliência e altruísmo no sentido de preparar uma tarefa de gigantes, onde os jogadores se possam bater e lutar com a bravura dum guerreiro, na obtenção da conquista dum sonho, dum povo envolto na sua/nossa seleção.
E os sonhos refrescam a emoção, animam o estado de vigília, reforçam as forças dos ansiosos e ajudam a construir a própria história.
Após desgastantes compromissos nos seus clubes de origem, os jogadores naturalmente estarão numa fase crítica de adaptação a uma enorme e desgastante exigência competitiva, muito dos quais esgotados ao nível físico e mental, estando alguns mais felizes pelos objetivos conquistados, outros, porém, mais expectantes pelos rastos de alguma intranquilidade e insegurança, gerada pelo rendimento e resultados não conseguidos.
Por isso, entendo que as seleções que sejam mais capazes de ultrapassar as exigências competitivas de forma emocionalmente mais equilibradas, identificadas com a génese do seu estado de alma e confiança a converter, na felicidade em o realizar, na motivação em se envolver e no orgulho coletivo a desempenhar, claramente estarão mais próximas do êxito.
É preciso acreditar?!... SIM. Como tenho habitualmente afirmado, uma das estratégias para a obtenção da vitória, advém dum estado de crença como força motriz de intencionalidade operante e como refere Ghandi: «Acreditar em algo e não o viver é ser desonesto».
As seleções, onde esse estado de confiança, motivação, espírito de coesão, atenção e concentração e que vejam associadas essa condição de crença, permitem assumir e sustentar uma felicidade ganhadora, que por natureza perdurará mais no tempo. E como tantas vezes repito, as equipas felizes são aquelas que ganham mais vezes, transportando da vida para o treino e do treino para o jogo um relato ancorado duma consciência autenticada pelos hábitos onde imperam o entusiasmo, confiança, alegria, otimismo, capaz de ver estimulado os mecanismos do reencontro do êxito pensado com o sucesso conseguido.
É claro que tudo isto faz parte dos conteúdos duma nova visão do treino, sendo de fundamental importância associar às vertentes tático-físico-atléticas uma ordem experimental ao nível psicológico, mental e comportamental.
A título de exemplo e com base de experiências de êxito pessoalmente confirmadas, a técnica de visualização criativa dos gestos técnicos, associada a imagens mentais de sucesso, são um reforço insubstituível como fontes de convicção para o êxito. Ainda a administração no microciclo semanal de estratégias comunicacionais associadas a técnicas de relaxamento muscular progressivo, capazes de transmitir paz, serenidade, tranquilidade, ajudando a libertar tensões acumuladas, vendo fortalecido o domínio da autoconfiança, o controle de emoções, a capacidade de autocontrolo, sendo capaz de selecionar os melhores níveis de eficácia na tomada da decisão. A acrescentar o estudo e a formulação de objetivos de conquista, análise dos rankings individuais/coletivos de sucesso ... etc.… serão fontes para um desempenho superior.
O conhecimento a todo o momento se vê renovado, mas os processos que estão na base do treino orientado para o sucesso, não são novos. Já nos finais da década de 70 o nosso querido e saudoso Professor Doutor Manuel Sérgio (meu pai afetivo), a propósito do conceito do treino desportivo dizia: «não pode haver preparo físico independentemente do modelo de jogo, adiantando que na preparação física, técnica, tática, psicológica, o todo é uma referência constante pela sua complexidade, onde a ciência e a consciência não se podem limitar aos gastos neuromusculares e energéticos.»
Por isso, continuava: «a importância de trazer à planificação do treino não apenas a educação de físicos comprovadamente atléticos ou técnicos estruturalmente eficazes, ou táticos substancialmente competentes, mas a educação do que está para além do jogador que é o homem como pessoa.» E completava ainda o Professor: «estamos em confronto com pessoas pelo movimento intencional de transcendência, em que do corpo em ato emerge a carne, mas também a paixão, o sangue, o desejo, o prazer, a rebeldia, as emoções, os sentimentos, tudo isto visando a transcendência ou a superação.»
Muito mais se poderia acrescentar a este domínio. Não pretendo dar lições a quem quer que seja. Registo, contudo, a atenção e o aplauso para o perfil de liderança dum Presidente da Federação Portuguesa de Futebol, com base numa experiência prática ganhadora, assente num critério de autenticidade e duma estrutura técnica e operacional humanamente irrepreensível, estaremos prontos para fazer das pegadas da experiência vivida o tesouro da nossa existência.
É preciso por isso acreditar. Jamais nos deixemos atormentar. Todos sabemos que aqueles que se deixam mover em atitudes de passividade e quietude sucumbem mais depressa às suas desculpas e submetem-se de forma mais drástica aos seus temores.
Temos de encontrar um sinal de luz cintilando com o brilho da esperança… talvez enriquecendo a nossa motivação intrínseca envolta numa frase que a melhor equipa de rugby no mundo (os All Blacks, Nova Zelândia), frequentemente se deixava exaltar: Whãia te kahurangi ; ki te tuohu koe, me he maunga teitei. (Atira-te às estrelas para que, se as falhares, atinjas uma nobre montanha.) VIVA PORTUGAL

Observação: Questões relacionadas com viagens, mudança de fusos horários, (jet legs), temperatura, e demais situações que forem objeto de reflexão, entretanto criadas, farão parte de novo artigo (VIVA PORTUGAL, 2) a publicar oportunamente."

Ninguém terá a coragem...

Continua de pontaria afinada!

Verdade!

Convocados... excepto os que forem parados na fronteira!

Importante... mas deve ser somado aos factores: Altitude e Calor/humidade...

FC Wonderkid: Mundial - Previsões...

Terceiro Anel: Mundial - Grupo E

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Rabona: A Previsão DEFINITIVA do Mundial de 2026 – Parte 1: Grupos A a F

Bola Parada - Mundial #1 - Será Portugal favorito a vencer o Mundial?

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LiveMode: Aquece, vais entrar #6

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FIFA: Preview Series | Episode 12: "Legacy"

Stories From The Cities | Episode 15: Dallas

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Simples: Mundial - Previsão...

Inglaterra: Paul Gascoigne e a tristeza dos recantos sombrios da mente


"Foi amado pelo público, tornando-se o preferido dos ingleses depois do Mundial 1990. Mas as marcas de uma infância dura e de uma personalidade viciada no vício empurraram-no para a depressão, para o álcool, para o jogo, para más escolhas. Gazza, um dos mais talentosos futebolistas da sua geração, vive há quase três décadas lutando contra si próprio.

Há uma reportagem no arquivo da RTP sobre as férias de verão que Paul Gascoigne passou em Portugal em 1991. Na peça, o internacional inglês diverte-se de maneiras variadas, quase sempre com garrafas por perto. A certa altura, entretém-se dando tiros com uma espingarda de brincar. O alvo é uma fotografia sua, acertando Gascoigne em cheio em si próprio.
Seria difícil imaginar melhor metáfora para a vida do filho de Gateshead, em frente a Newcastle, do outro lado do Tyne. Um carismático talentoso a alvejar-se a si próprio, magoando-se a si mesmo, destruindo-se pouco a pouco, mas sem travões.
Gary Lineker, que partilhou relvado com gigantes, descreve Gazza como “o mais hábil tecnicamente” com quem jogou. Mas a criatividade e a chispa brilharam efemeramente, sucimbindo perante o peso de um demasiado potente cacharolete.
Gascoigne, que se chama Paul John em homenagem a Paul McCartney e John Lennon, cresceu num quarto de uma habitação social, com casa de banho partilhada. A sua infância foi marcada pelas convulsões que o pai frequentemente tinha. O pequeno Gascoigne sofreu, também, episódios de espasmos.
O vício cedo entrou-lhe pelo corpo, como um vírus que se instalou sem sair. O vício ou os vícios. Ou talvez o vício de ter vícios. Foi agarrado pelo álcool, cocaína, tabaco, bebidas energéticas, fast food. Mas o primeiro foram as máquinas de jogo e esteve umbilicalmente ligado a outra esquina negra da sua mente: a morte, a proximidade com a morte, a obsessão com a morte.
Para financiar o uso de máquinas de jogo, Gascoigne, ainda nem sequer um adolescente, começou a fazer pequenos roubos em lojas. Quando tinha 10 anos, foi encarregue de tomar conta de Steven Spraggon, de seis anos, o irmão de um amigo, levando-o a um dos locais onde tinha por hábito furtar. Durante a transgressão, o pequeno Steven correu para a estrada, foi colhido por um carro e morreu. Paul assistiu a tudo e culpou-se eternamente.
Já adulto, voltou a declarar-se réu. Um amigo não resistiu aos excessos de uma noite em agosto de 1998 e Gazza, outra vez, não se perdoou.
Três meses antes do episódio, o inventivo jogador representou Inglaterra pela 57.ª e derrradeira ocasião. Dois meses depois, iniciou, pela primeira vez, sessões para tratar o alcoolismo, após ter dado entrada num hospital na sequência de beber 32 shots de whisky. A partir dali, seria na prática um ex-jogador à espera da confirmação do ponto final.

De “gordito” a ídolo
Nem sempre o tom foi tão triste, claro. Gascoigne sempre foi controverso, num flirt com as fronteiras do aceitável, mas havia talento, muito talento. Jack Charlton, o técnico que o fez estrear na equipa principal do Newcastle ainda menor de idade, descrevia-o como “um pouco gordito” e com o “ar de qualquer coisa menos de jogador”. O rapaz comia chocolates e afins, mas o perfume dos pés encantava.
Eleito o melhor jogador da liga inglesa em 1987/88, viria a assinar pelo Tottenham por mais de dois milhões de libras, um valor recorde para um britânico. Houve grandes contratos para Gazza, no Tottenham, depois na Lazio, ainda no Rangers, onde seria considerado futebolista do ano na Escócia. Em campo, ele era feliz, chegaria a escrever que “não se preocupava com a morte” enquanto jogava. Os recantos sombrios da mente não adquiriam papel principal.
No Tottenham brilhou, no Rangers — onde se tornou icónico o dia em que colocou uma cabeleira para dar as boas-vindas a Ginola e o momento em que defecou dentro das meias de um desconhecido italiano acabado de chegar a Glasgow, de seu nome Gennaro Ivan Gattuso — foi ídolo. No Euro 1996 apontou um sensacional golo à Escócia. Menos famosa foi a passagem pela Lazio.
Em Roma, a aventura começou logo a correr mal quando disse a Sergio Cargnotti, dono do clube, “tua figlia, grande tette”, ”tua filha, grandes mamas”. Afetado por lesões e pelo hábito de ganhar peso, Dino Zoff, o treinador, obrigou-o a perder 13 quilos antes da época 1993/94. A dada altura dessa temporada, com Gascoigne lesionado, o técnico sugeriu-lhe que tirasse férias, com Gazza a responder que era melhor não. Zoff insistiu e, no regresso, o jogador vinha com excesso de peso. ”Eu disse-lhe que era melhor não me mandar de férias, signor Zoff”, atirou o inglês.
Mas as semanas que eternizaram Paul Gascoigne na história da seleção inglesa foram no Mundial de Itália, em 1990. Chegou à fase final com somente 42 minutos oficiais feitos pela equipa nacional, mas agarrou um lugar e brilhou. Criou a Gazzamania, uma devoção coletiva por aquele talento. Nas meias-finais, frente à Alemanha, viu um amarelo que tira-lo-ia de uma eventual final. Chorou e as lágrimas causaram comoção na sociedade inglesa, sentimento reforçado pela tristeza após a eliminação.
”Antes de Paul Gascoigne, alguém tornou-se um herói nacional e um milionário garantido por chorar? Fabuloso. Chora e o mundo chora contigo”, escreveu Salman Rushdie sobre o amor inglês pelo então jovem jogador.
À medida que as temporadas avançaram, todos os vícios se conjugaram para Gascoigne. Os recantos sombrios da mente foram-se alastrando a todo o cérebro, cobrindo-o de sombras. Fez tratamentos para bulimia, transtorno obsessivo-compulsivo, bipolaridade, défice de atenção, alcoolismo.
Assumiu ter batido na mulher. Conduziu inúmeras vezes bêbedo ou sem carta. Foi um dos maiores alvos dos tabloídes. O Mirror Group Newsapapers, dono do ”Daily Mirror”, do ”Sunday Mirror” ou do ”The People”, hackeou-lhe o telefone, crime que, entre 2000 e 2010, levou à escrita de 18 artigos sobre Gazza, que confessou que a usurpação de privacidade o levou a comportamentos paranoícos e a contemplar suicídio. Em 2015, o grupo de media foi condenado a pagar-lhe cerca de 217 mil euros.
Paul Gascoigne deixou de ser jogador bem antes de deixar de jogar. A vida tem sido, nas últimas décadas, uma mal-sucedida tentativa de se proteger de si mesmo. Numa das últimas entrevistas que deu, confessou que vive no quarto vazio que o seu agente tem. Ainda bebe e descreve-se como um “álcoolico triste”. Os melhores dias, diz, são quando pega na cana e vai pescar. Os piores são quando se fecha. E bebe. E a morte e os demónios dançam diante de um dos maiores talentos que o país-berço do futebol produziu."

O Homem das Redes


"O GENEROSO SÓCIO BENFIQUISTA QUE DURANTE 16 ANOS OFERECEU AO CLUBE AS REDES UTILIZADAS NOS MAIS DIVERSOS DESPORTOS.

José Lucas Catita era um homem simples, de trato agradável, que vivia in - tensamente o “seu” Benfica. Nascido no Montijo, desde novo iniciou-se nas artes do fabrico de redes de pesca, num tempo em que a atividade piscatória tinha grande importância nestas zonas ribeirinhas. Porém, os primeiros tempos do ofício não foram fáceis, pois as dificuldades financeiras e os sacrifícios a fazer foram elevados. Graças ao seu espírito determinado e empreendedor, o negócio acabou por vingar, mudou de poiso, instalando-se em Almada, e construiu aí uma oficina na qual fabricava redes de futebol, andebol, ténis e outras modalidades. Passou a vender este tipo de materiais a diversos clubes, como o Montijo, o Portalegrense e o Torreense, mas ao Benfica jamais cobrou um tostão sequer.
O grande amor e dedicação de José Lucas Catita pelo Benfica levou-o a fazer parte de inúmeras iniciativas: onde quer que o Clube o reclamasse, estava sempre pronto para responder à chamada e figurou na subcomissão de Almada encarregada de recolher os donativos para o novo estádio. Incansável nos seus propósitos e com o intuito de melhorar estes serviços, chegou mesmo a convidar o Orfeão do Benfica a atuar naquela localidade.
Em meados da década de 1950, passou também a fornecer gratuitamente as redes necessárias à prática de todas as atividades desportivas do Benfica. No caso das redes para as balizas do hóquei em patins, uma vez que necessitavam de uma certa adaptação, era o próprio José Lucas Catita quem as colocava. A sua dedicação ao Clube era inexcedível, deslocando-se duas a três vezes por semana a Lisboa, calcorreando todas as instalações do Estádio da Luz para perceber quais os materiais em falta. Em 1972, numa entrevista concedida ao jornal O Benfica, alegava que cumpria esta prática há 16 anos. Bem-humorado, confidenciou or gulhosamente: “É preciso não esquecer que as ‘minhas redes’ foram já campeãs da Europa e, por vezes, até me intitulo de campeão.” Por essa altura, o seu espírito irrequieto e solidário encontrava-se ao serviço da campanha para a construção da Cidade Desportiva. Figura sobejamente conhecida nos meios benfiquistas de Lisboa e na província, apelava a todos os sócios e simpatizantes do Clube ligados às atividades comerciais e industriais que efetuassem a devida contribuição para a realização deste ambicioso projeto.
Se o Benfica se tornou num dos maiores clubes do mundo, muito o deve a homens desta envergadura, que merecem ser resgatados do anonimato e recordados pelas gerações presentes e futuras.
Conheça mais sobre os sócios do Benfica na área 16 – Outros Voos, do Museu Benfica – Cosme Damião."

Ricardo Ferreira, in O Benfica

Novelas de primavera-verão 2026


"Todos os anos, a mesma coisa: o entra e sai, os negócios que já estão fechados, os nãos rotundos, as efabulações, as notícias plantadas, a desconfiança, a polémica, os excedentários e os que têm as portas abertas e fechadas da equipa principal. Já não é novidade para ninguém que a pré-época é sempre um manancial de títulos alarmantes, mas, no caso do Sport Lisboa e Benfica, parece que a confusão generalizada dura todo o ano. Seja nas épocas de transferências ou não, há sempre alguma coisa para esmiuçar. É normal e só se passa com o Glorioso. Porquê? Porque dos outros, pouco se quer saber, apesar dos seus milagres e telhados de vidro.
Neste defeso, já li e ouvi de tudo. Que José Mourinho deveria ter renovado antes (como se fez anteriormente com Roger Schmidt e depois, afinal, tinha sido um erro), que o Special One estava acabado como treinador, mas o Real Madrid está interessado nele (incoerência difícil de qualificar) ou que Marco Silva é o próximo homem certo (mas que afinal quer é o Fulham e depois afinal já não quer).
Tudo e o seu contrário parece ser a ordem para se poder comentar a atualidade do SLB. Como se os observadores do mundo do futebol fossem duas senhoras de idade, vizinhas, debruçadas na janela enquanto estendem a roupa e dizem mal de quem passa na rua. Deixou de haver critério. No relvado e no tratamento da informação. Mesmo com a vitória de uma equipa da Liga 2 (a primeira da história) na final da Taça de Portugal, conseguiu incluir-se tempo de antena para falar do Benfica. O perdedor era outro, num ano sem levar troféus para o museu, mas o que interessa mesmo é criticar as opções dos dirigentes encarnados. É sempre mais fácil fazer comunicação ao jeito dos reels do TikTok. Duas frases fortes e esperar pelo lixo na caixa dos comentários. Se é verdade ou não, já tanto faz. A responsabilidade, no entanto, não é apenas de quem está de fora. É fechar a torneira das entrevistas de pré-época e deixar de entregar o ouro ao bandido."

Ricardo Santos, in O Benfica

Fazem-se de parvos


"Usando as palavras do treinador José Mourinho, “aqui ninguém é parvo”. Toda a gente que acompanha minimamente o futebol percebe aquilo que se está a passar, e porque se está a passar deste modo e não de outro.
Há situações que o Benfica não controla, nem pode condicionar. Há timings decorrentes das mesmas. E certamente ninguém na Luz está parado a olhar para o relógio ou para o calendário. O Clube está a preparar a próxima temporada da melhor forma que as circunstâncias permitem, não esquecendo que o Mundial irá protelar grande parte das movimentações de mercado. 
É verdade que a inesperada vitória do Torreense na Taça de Portugal trouxe dificuldade acrescida. Nada que um bom planeamento não consiga debelar, até porque grande parte do plantel não irá aos Estados Unidos
Se ninguém é parvo, há, porém, quem queira fazer-se de tal. Os jornais têm de vender, as televisões têm de encher vários programas diários de “comentário” futebolístico, e qualquer situação que envolva o Benfica abre a porta a grandes audiências. Percebe-se que alimentem uma novela em redor do treinador do Benfica, a qual, quanto mais tempo durar, mais matéria dará para assegurar tempo de antena – sobretudo numa altura em que ainda não é oportuno falar das unhas dos pés do Cristiano Ronaldo. Tudo isso se entende. Não se aceita é que aproveitem a ocasião para disparar contra o Clube e contra os seus responsáveis, procurando condená-los por algo inusitado e para o qual sabem perfeitamente não existir uma solução óptima. Acho até graça à ligeireza com que falam de 5, 10 ou 15 milhões de euros para cá e para lá, como se fossem trocos, como se não estivéssemos em Portugal, como se falássemos de um qualquer fundo árabe.
No momento em que escrevo, o circo continua. Mas quem não é parvo sabe que em breve vai terminar."

Luís Fialho, in O Benfica

As crianças primeiro


"O Dia Mundial da Criança nasceu da necessidade de proteger e de promover os direitos das crianças num mundo marcado pelas consequências devastadoras da Segunda Guerra Mundial. Parece distante no tempo, e é, mas infelizmente está mais atual do que nunca. Mais do que uma efeméride, este dia reafirma um compromisso coletivo com a construção de uma sociedade em que cada criança tem direitos fundamentais inalienáveis, como a educação, a saúde, a proteção, a igualdade e as oportunidades para que possa desenvolver plenamente o seu potencial.
Mas apesar dos avanços registados nas últimas décadas, também há recuos, e grandes: milhões de crianças continuam a viver em contextos de pobreza, violência, guerra, exploração laboral ou exclusão social. Mesmo nos países mais desenvolvidos, surgem novos desafios ligados à saúde mental, ao isolamento, à dependência digital e às desigualdades económicas e a fatores de exclusão que limitam oportunidades.
Em Portugal, embora os indicadores de bem-estar infantil tenham melhorado significativamente, subsistem situações preocupantes que exigem atenção permanente das famílias, das escolas, das instituições e da sociedade civil. Garantir que nenhuma criança fica para trás continua a ser uma responsabilidade de todos. E o Benfica, através da sua dimensão social e educativa, sabe que investir nas crianças é investir no futuro: o desporto edifica personalidades, ensina valores, promove a inclusão, reforça a autoestima e ajuda a formar cidadãos mais responsáveis e solidários.
É isso mesmo que fazemos neste dia especial, de estádio aberto e com as crianças bem no centro do relvado!"

Jorge Miranda, in O Benfica

BI: BENFICA 26/27 | Análise ao momento atual do clube 🦅

Highlights | #AndebolBenficaFem - Conquista da Taça de Portugal

Highlights | #AndebolBenfica 39-41 Sporting CP | Taça de Portugal

SL Benfica 26/27 Jerseys

Dinheiro!