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sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Um AC Milan-Benfica voltou a ser duro para Ruben Amorim. Mas desta vez o resultado foi outro


"O Benfica bateu pela primeira vez na sua história o AC Milan, seu carrasco em duas finais europeias, com uma vitória sólida e adulta por 2-0 em San Siro, na estreia na Liga Europa. A jogar com nove alterações, a equipa de Marco Silva marcou por Lukebakio e Kaminski, dois mal-amados que viveram uma noite de redenção

Estão vingados Costa Pereira, Coluna, Torres, Simões. Eusébio. A noite foi de revanche para Vítor Paneira, Pacheco, Toni. Pela primeira vez, em jogos oficiais, o Benfica bateu o AC Milan, carrasco das finais europeias de 1963 e de 1990, motivo de tantos pesadelos, protagonista, à sua maneira, de maldições em tons encarnados.
Não morreu de vez o conjuro de certo húngaro, claro está, mas num dos mais míticos estádios do continente, o Benfica teve o seu gostinho a glória europeia. A vitória por 2-0 não foi sequer suada ou sofrida, foi feita até de homens mal-amados na Luz, frente a um AC Milan de Ruben Amorim que, diga-se, está longe desses tempos de Mazzola e Rivera, mais ainda do génio da equipa de Sacchi. Mesmo entrando em campo sem muitos dos seus melhores (como, de resto, o Benfica), o treinador português, que na sua apresentação assumiu ter vivido um momento duro nessa final de 90, tem muita pedra para partir para tirar algo deste Milan.
Em casa onde Rui Costa foi príncipe, o Benfica começou como um rei. Da equipa que bateu o Gil no fim de semana, sobraram dois nomes: Banjaqui e Tomás Araújo. De resto, revolução total, a pensar já, seguramente, no Clássico de domingo. Não se notou. Pouco havia passado do primeiro quarto de hora quando Lukebakio fez de Prestianni, mas do outro lado: apanhou o passe de Kaminski, titular na direita, partiu da esquerda para o meio e, aproveitando o arrasto inteligente de Aursnes, aproveitou o espaço à entrada da área para um remate em arco. Se o argentino visa o ângulo, o belga atirou rasteiro. A eficácia foi semelhante.
Com um Milan macio, controlado quase sempre nas alas, o Benfica tinha bola, geria com tranquilidade. Quando não a tinha, pressionava. Ainda antes da meia-hora, Kaminski reagiu rápido à perda, em zona alta, e Sudakov, até então algo desaparecido, rematou ao poste. Ainda assim, era nas laterias que o Benfica ia surgindo mais, com algumas combinações competentes entre Banjaqui e Lukebakio, El Karouani e Kaminski.
Em reduto do Milan, o Benfica parecia anfitrião, os rossoneri uns meros convidados tímidos, perdidos nas divisões. Há ainda muitas dúvidas. O cenário só começou a mudar, mas pouco, no final da 1ª parte: os jogadores de Ruben Amorim agarraram-se à bola, mas custou-lhes sempre deixar de ser uma equipa pouco fluída, previsível. Sem outras opções, o tiro exterior foi muitas vezes a escolha, com Trubin sempre atento.
A entrada de Pulicic ao intervalo trouxe um AC Milan aparentemente mais pressionante e agressivo na 2ª parte, com outras soluções no ataque, ao que o Benfica respondeu quase de forma cruel, aumentando a vantagem. Sem conseguir matar um lance que terminou com um remate de Kaminski, os rossoneri deixaram que a bola seguisse para um solitário El Karouani que, sem qualquer tipo de oposição, cruzou para a entrada do polaco. Não marcou à primeira, marcou à segunda.
Daí até final o jogo tornou-se um exercício quase inútil de posse de bola do AC Milan, que apenas criou perigo num par de remates de Christian Pulicic, que Trubin travou. Nem a entrada da artilharia mais pesada, Saelemaekers, Diego Moreira ou Rabiot, resultou. Perante tal cenário, Modric nem saiu do banco.
Do outro lado, diga-se, estava um Benfica adulto, sério, de grande coesão defensiva: Banjaqui somou desarmes, Palhinha limpou o resto. Kaminski e Lukebakio tiveram uma noite de redenção. Ou pelo menos a avisar Marco Silva que fazem parte da solução e não dos problemas. Nos minutos finais, e depois da passadeira que estendeu aos menos utilizados ao início, Marco Silva ainda deu a oportunidade aos titulares de sentirem o ambiente de San Siro, como que lhes servindo um amuse-bouche do Dragão, para provarem a responsabilidade dos grandes palcos, que este Benfica parece preparado para tomar."

ESTREIA EM GRANDE NA EUROPA!


"Milan 0 - 2 Benfica

PRÉ-JOGO
1. O jogo mais importante da fase de liga é o primeiro e não decide nada. As ligas internas são mais importantes, os treinadores aproveitaram para rodar jogadores: 9 de cada lado, ao que parece. Pré-anúncio do onze para o Dragão? Curioso para ver muitos dos nossos menos utilizados. Carrega!

2. Vir a este estádio é respirar história do futebol: com o Inter ou o Milan já aqui viemos muitas vezes. Duvido que vá encher, Liga Europa não é Champions... mas a nossa zona esgotou!

JOGO
3. Quinze minutos mornos de parte a parte, um pouco melhor do nosso lado, e eis se não quando Lukebakio trata de mostrar porque é que o Marco decidiu ficar com ele: saca do nada um golo de autor, coisa linda. Um-zero!

4. A nossa pressão a fazê-los errar e o Sudakov a mandar ao poste. Ainda não foi desta, crl! Estamos a fechar bem o nosso meio campo com Aursners e Palhinha lado a lado num duplo pivô à frente da defesa, dois monstros táticos de entrega ao coletivo - nada que já não soubéssemos, mas também não faz mal nenhum salientar.

5. Três ou quatro apontamentos deles com algum perigo como reação ao golo, mas vejo um Benfica personalizado e tranquilo a controlar o jogo com posse. Circati parece daqueles defesas-carraça de que nós gostamos. Esperava estar a ver mais do Durán. Banjaqui bem, El Karouani a ser posto à prova a defender, dizia-se que é o ponto fraco dele, acho que se tem aguentado.

6. O Kaminski que me perdoe, mas eu não consigo deixar de imaginar o que seria o Prestianni com aquelas bolas e aqueles espaços. Intervalo, primeira parte com poucas balizas. Cheira-me que o Ruben vai mexer já na equipa. Responderá o Marco?

7. Agora atacamos para a 'nossa' baliza. O apitador acaba de poupar o segundo amarelo a um deles: se marca falta - e era falta - tinha que lhe dar amarelo. Alguém me explica porque é que se sofre tanto mesmo quando estamos a ganhar e o jogo não é decisivo? Morde lá a língua, Jaime, grande golo do Kaminski, muito bem assistido pelo El Karouani. Dois-zero!!! Este golo veio em tão boa altura SLB, SLB, SLB, TUDO A SALTAR, TUDO A SALTAR!

8. Ó Sudakov! Remata, porra, re-ma-ta! Dentro da área remata-se e depois avaliam-se as outras opções, OK? Trubin em noite sim, outro que está bem no jogo, por ali não têm tido hipóteses. Que segurança! Faltam 20 minutos. Vêm aí Prestianni e Barreiro. Aursnes vai descansar para o Dragão e Prestianni rende Sudakov. 

 9. Palhinha tem sido um autêntico 'monstro' no meio campo. Schjelderup e Pavlidis pro jogo. Vamos ter mais bola. As bancadas deles começam a ficar mais vazias, eles já não acreditam, vão saindo. A nossa canta e apoia. Ninguém pode - nem quer! - arredar pé! Banjaqui é o rei das bolas divididas, dos duelos ganhos! Que jogão!

10. Mais 4 de tempo extra, já está, já não nos fogem os 3 pontos! Parece que temos plantel para rodar na Liga Europa, ou não?
🎶 TU ÉS O MEU AMOR 🎶 SEJA ONDE FOR 🎶 SPORT LISBOA E BENFICA!"

Kaminski defendeu, criou, marcou e assistiu: as notas do Benfica


"Polaco fez um pouco de tudo e foi dele (e de Lukebakio) a chama que começou por incendiar San Siro a favor do Benfica. Trubin preparado para voltar a ser titular, caso seja preciso. Banjaqui? Bah que se cuide...

Melhor em campo:
7 Kaminski
Extremo-esquerdo, médio-esquerdo e até defesa-esquerdo, consoante as necessidades do Benfica. Aos 11', conduziu um contra-ataque que acabou por provocar o amarelo de Pavlovic e, pouco depois, foi dele a assistência para o golo de Lukebakio, ao variar o jogo da esquerda para a direita. Apareceu fulgurante na área a receber o cruzamento atrasado de El Karouani e desviar, fortíssimo, de pé direito, para o segundo golo. Um golo e uma assistência e constante capacidade para criar perigo pela esquerda.

6 Trubin Mais de um mês e meio depois, ei-lo de regresso à titularidade. Primeiro tempo sossegado, sem grandes sobressaltos, a não ser um remate longínquo de Terracciano, desviado, em voo, com segurança pelo ucraniano. Teve depois alguns lances em que teve de intervir, quer com os pés, quer em cruzamentos largos. Sempre bem. Se estava enferrujado pela paragem, não se dava por isso. Aos 62’ defendeu um remate de Pulisic junto ao poste direito e, aos 82’, de novo Pulisic a obrigá-lo a defesa apertada para canto. Transmitiu segurança à equipa, sobretudo quando o Milan pressionou.

7 Banjaqui Estreia na Liga Europa e logo a titular. E que bela entrada em jogo. Primeiro a defender a baliza de Trubin, como num corte, por trás, numa jogada de Cissé. Pouco depois, lançou muito bem Lukebakio sobre a direita, com o belga a rematar fraco à figura de Maignan. Belo corte sobre Diego Moreira perto do fim e destemido a atacar. Bah que se ponha a pau.

6 Circati Terceiro jogo pelo Benfica, primeiro no onze inicial. Aos 18', teve um corte importante sobre Cissé que impediu o Milan de criar perigo e, aos 76’, novo corte imperial, desta vez sobre Pavlovic.

6 Tomás AraújoJogo seguro e prático, jogando à esquerda de Circati. Muito mais trabalho no segundo tempo, quando o Milan apertou um pouco mais, mas resolveu tudo sem problemas.

6 El Karouani Doze minutos com a camisola do Benfica frente ao Moreirense e… titular com o Milan. Era quase um terceiro central a fechar o lado esquerdo da defesa quando o Milan atacava e Kaminski recuava e, se o Benfica tinha a posse de bola, atacava. Não muito, mas atacava, num estilo de jogador dos anos 70 e 80, com as meias quase coladas às botas. Viu o amarelo por falta sobre Chukwueze, aos 26’. Brilhante cruzamento para a entrada da pequena área, onde apareceu Kaminski a fuzilar a baliza de Maignan: 0-2.

6 Palhinha Há mais de seis anos que não jogava na Liga Europa (SC Braga-Rangers, a 26 de fevereiro de 2020). Jogou basicamente como elemento de proteção defensiva à baliza de Trubin, embora, por vezes, ousasse aparecer mais perto da área de Maignan. Deu nas vistas, como de costume, pela capacidade quase infinita de lutar e correr.

5 AursnesRegressou à titularidade após 62 minutos frente a Aarhus (6’), Moreirense (24’) e Gil Vicente (32’), mas não foi ainda o grande Aursnes. Sem erros, como quase sempre, sem grande influência no jogo atacante, como quase nunca. Talvez a mais discreta águia em San Siro.

7 Lukebakio Marco Silva, minutos antes do jogo, dissera que este jogo era o momento para o belga mostrar porque estava no Benfica. E Lukebakio, entre os 15’ e os 16’, mostrou a razão. Primeiro, após receber a bola de Banjaqui, rematou fraco e à figura de Maignan. Pouco depois, foi a vez de Kaminski lhe meter a bola no lado direito. E Dodi, como lhe chama o treinador, pegou nela e foi-lhe tocando, tocando, tocando, indo da direita para o centro e, ao sétimo ou oitavo toque, desferiu um remate por entre a única fresta que havia na defesa rossonera: golo. Aliás, golaço. Se Marco queria que ele se mexesse, ele mexeu-se; se Marco queria que ele fosse atrevido, Lukebakio foi-o. Contraste enorme da sombra que tem sido na maioria dos jogos. Muito influente no ataque, combinando movimentos interiores, remate e criação.

6 Sudakov Não teve muita bola, mas, quando a teve, mostrou energia para criar perigo. Remate perigosíssimo ao poste direito (24’) e, pelo tempo fora, as virtudes (tratamento da bola) e os defeitos (demasiada inércia na hora do remate) que já lhe conhecemos.

6 Durán Muito bem a jogar sem bola. Apareceu logo aos 4', tentando finalizar uma boa combinação do Benfica, mas o remate sofreu um desvio. Aos 35', surgiu um cruzamento de Bartesaghi que procurava Gonçalo Ramos, mas este não chegou à bola. Importante nos instantes anteriores ao segundo golo, quando percebeu que poderia estar em fora de jogo e deixou a bola seguir, sem lhe tocar, para El Karouani fazer o cruzamento para Kaminski.

4 Leandro Barreiro Entrou para ajudar a equipa a gerir a vantagem e teve ainda a oportunidade para rematar, sobre a direita, mas perdeu demasiado tempo.

4 Prestianni Pouco mais de 20 minutos em campo e impacto reduzido a uma decisão ofensiva pouco conseguida no único lance individual destacado.

- Schjelderup Pouco tempo em campo sem qualquer oportunidade para marcar ou criar perigo.

- Pavlidis Participação muito curta e sem impacto.

- Dahl Sem tempo suficiente para avaliação significativa."

Benfica brilha em Milão: uma noite para a história!


"Encarnados com onze quase totalmente novo venceram o Milan na 1.ª jornada da Liga Europa. Grande exibição, grande resposta!

Marco Silva avisou, em conferência de imprensa, que teria de rodar a equipa não só a pensar no desafio de campeonato de domingo, em casa do FC Porto, mas também tendo em conta a condição física dos jogadores. A revolução esperada em Itália acabou por ser maior do que se previa: o treinador do Benfica manteve apenas dois jogadores no onze inicial relativamente ao último jogo (frente ao Gil Vicente) — Tomás Araújo e Banjaqui.
Não fugiremos à verdade: foi um novo Benfica aquele que subiu ao relvado de San Siro para jogar com o Milan na 1.ª jornada da fase de liga da Liga Europa. Uma nova estratégia, um desenho tático muito maleável, diferentes protagonistas, mas com a mesma fome de vitória, muito organizado, competente e solidário.
As águias entraram bem melhor que o Milan, a conseguir pressionar a saída de bola dos italianos e, depois, com grande capacidade para reagrupar atrás e bloquear uma forma de jogar que pareceu muito próxima daquela que nos lembramos de Ruben Amorim no comando do Sporting. O Benfica não teve problemas em defender na linha do seu meio‑campo, fazendo recuar Kaminski para lateral e assim montar uma linha de cinco defesas — Banjaqui, Circati, Tomás Araújo, Karouani e Kaminski.
Aursnes juntava‑se para tapar o jogo interior e os italianos pareceram ter sido surpreendidos pelas ideias que o Benfica ia colocando em campo. Mal ganhava a bola, a equipa encarnada procurava sair em ataque rápido, com Sudakov a tentar a ligação e beneficiando a velocidade de Kaminski e a profundidade de Lukebakio, com Durán no papel ingrato de segurar o central ao meio.
Foi assim que, logo aos 15 minutos, numa jogada construída desde atrás, com Aursnes para Banjaqui e depois para Lukebakio, este último deu o primeiro sinal de perigo, com um remate à figura. Apenas um minuto depois, Kaminski correu pela esquerda, ultrapassou três adversários e a bola sobrou para Lukebakio, que, com o movimento que lhe é característico (do flanco para dentro), rematou em arco para o primeiro golo do jogo, inteiramente merecido pela equipa portuguesa.
Hutchinson ia dando sinais de ser o mais inconformado no Milan, mas a concentração de Aursnes e a fisicalidade de João Palhinha iam resolvendo potenciais problemas. O Benfica continuava a ser a melhor equipa: a defender, a atacar e a manter a bola. Foi sem surpresa que, em lance de insistência de Kaminski, Sudakov rematou ao poste. O Milan parecia desnorteado e, aos 30’, Kaminski poderia ter feito o segundo golo, se tivesse aproveitado melhor um enorme passe de Lukebakio.
Perto dos 40 minutos, o Milan empurrou mais o Benfica e Trubin foi chamado a mais tempo de intervenção, mas a primeira parte foi do Benfica, que dominou, controlou e transmitiu belos sinais para a segunda parte do jogo.
O Milan entrou no segundo tempo com duas alterações — Gila e Pulisic — e uma postura mais agressiva, explorando melhor os flancos e aumentando a pressão sobre o Benfica. Aos 50 minutos, De Winter teve uma oportunidade clara para empatar, mas rematou mal, com a bola a sair tresloucada por cima da trave de Trubin. Sorte para os encarnados neste lance, mas que foi justificada pela forma solidária como a equipa defendeu, conseguindo minimizar a supremacia italiana que se fazia sentir.
Apesar da pressão do Milan, o Benfica continuou a responder com saídas rápidas para o ataque. E foi numa dessas transições que o San Siro voltou a ficar sem respiração: grande passe de Sudakov para Kaminski, remate bloqueado, a bola sobra novamente para os encarnados, novo passe preciso de El Karouani e Kaminski não falha — segundo golo do Benfica! Um golo bem construído, que deixou os jogadores do Milan sem reação e reforçou a vantagem encarnada num do palco de enorme exigência.
Ruben Amorim lançou Diego Moreira, jovem formado no Benfica e que no jogo anterior do Milan, em casa da Lazio, tinha marcado dois golos. A ideia era que o avançado de nacionalidade belga e portuguesa voltasse a mexer com o jogo — e acabou por suceder. Aos 61 minutos, Trubin segurou um remate perigoso de Pulisic, o Milan começava novamente a criar mais problemas, o que levou Marco Silva a reagir: entraram Prestianni e Leandro Barreiro para os lugares de Sudakov e Aursnes. Um meio-campo fresco, com mais capacidade para travar uma batalha na qual, diga-se, o Benfica nunca esteve realmente por baixo.
Com o jogo mais partido e o Benfica a sofrer mais, Marco Silva voltou a mexer: saiu Kaminski, entrou Schjelderup; Jhon Durán deu lugar a Pavlidis. Posição por posição, mas com protagonistas diferentes e um Benfica sempre competitivo. Aos 81 minutos, grande defesa de Trubin a um remate de Pulisic (sempre ele) e, apesar das alterações, seguiu-se uma fase de muito sobressalto junto à baliza das águias. Ainda assim, os encarnados conseguiram cerrar dentes e até tentar o terceiro golo — Lukebakio rematou com perigo já depois dos 80 minutos.
Foi preciso sofrer, mas novamente o Benfica manteve a confiança e a personalidade e conseguiu fazer história em Itália: venceu o Milan pela primeira vez (seis jogos, com dois empates, até esta quarta-feira). Foi a melhor equipa, merece o brilho na Europa."