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terça-feira, 13 de outubro de 2026
GRANDE PRIMEIRA PARTE!
"Benfica 2 - 0 Guimarães
1.
Saudades disto, crl, até que enfim na Catedral para ver o Glorioso! Vamos Benfica!
2.
Quanto maiores são as paragens FIFA mais prejudicadas saem as equipas que mais jogadores cedem às seleções. No caso a nossa.
JOGO
3.
Ainda agora isto começou e já o Prestianni partiu a louça - o Schjelderup não podia ter perdoado o golo cantado e o Barreiro na recarga somou mais uma à estatística da liga de bolas nos ferros que é largamente liderada por nós.
Boa entrada no jogo, o Guimarães a segurar-se com faltas duras em zonas perigosas.
Dez minutos de domínio e criação de perigo.
4.
Faltas e mais faltas. O que espera o apitador Godinho para amarelar um deles? Assim é fácil travar equipas que jogam mais.
Estamos a fazer boas transições. O Prestianni a jogar ao nível de quando foi prá seleção. É o nosso melhor, máquina.
5.
Mais uma oferta do Prestianni para mais uma perdida incrível do Schjelderup, sozinho com o redes pela frente não acertou com a baliza. Acorda aí, miúdo, já nos deves dois golos.
UM-ZERO! O golo adivinhava-se a todo o momento desde os 3 minutos. Grande assistência em tabela perfeita, aliás perfeitíssima, do Pavlidis e o Dahl a concluir isolado, picou a bola por cima do redes, viste como é Schjelderup?
6.
Eles continuam a dar pau com fartura, a cada bola dividida sai mocada sem medida. Apitador Godinho a poupá-los aos amarelos. E nós a poupá-los à goleada.
45 minutos: 16-3 em remates, 9-1 em cantos, etecetera. Não vos canso com mais dados estatísticos, podem agradecer-me.
7.
Segunda parte: vamos lá acalmar a malta com o segundo golo, equipa. Não tarda sai-lhes do nada um chouriço, metem-se lá trás em autocarros de dois andares, a perder tempo por tudo e por nada, e depois é um cabo dos trabalhos.
8.
Rafa não está nos dias dele. O Guimarães veio muito mais atrevido do descanso. Estamos com dificuldade em criar perigo ao nível do que fizemos nos primeiros 45 minutos. Vêm aí Echeverri e Aursnes para os lugares de Schjelderup e Barreiro.
9.
Echeverri tão bem que se desmarcou, tão bem que foi assistido pelo Tomás, tão mal na finalização isolado, também precisa de aprender com o Dahl a picar bolas por cima do redes.
65 minutos e eles cheios de fezada a jogarem para a frente. Temos que voltar a pegar continuadamente no jogo. Mas não está fácil.
10.
Vai para aqui uma ansiedade... fdx Prestianni que esta não era para tu falhares, sozinho por cima da barra?
Godinho é sempre Godinho, com mais ou menos luto é sempre Godinho.
DOIS-ZERO! Simples: Prestianni, Echeverri... Sudakov! O golo que faltava ao ucraniano para se soltar. E para nós descansarmos.
11.
63.728 foram os que vieram matar saudades à Luz. Espetáculo!
🎶 SLB, SLB, SLB, SLB, GLORIO SLB, GLORIOSO SLB
O segundo golo acabou com eles, mas ainda mandaram uma ao barrote, com Samu a fiar-se no golpe de vista à maneira do Diogo Costa... Não fosse o poste, não era perú como o do outro, mas era frango, lá isso era.
12.
Grande primeira parte, segunda de nível mais baixo, vitória indiscutível, mais três pontos. Grande jogo do patinho-feio Dahl, mostrou como seconclui usolado e esteve irrepreensível no resto das ações defensivas e ofensivas 👏👏👏 Quinta-feira cá estaremos para receber o Celtic."
Um Benfica virado à esquerda ganhou com os seus novos bons hábitos
"Superior em toda a partida, a equipa de Marco Silva derrotou (2-0) o Vitória SC, que não fez qualquer remate enquadrado com a baliza das águias. Dahl e Sudakov, que não marcava desde dezembro de 2025, fizeram os golos
A esquerda política não tem vivido, um pouco por todo o mundo, tempos eleitoralmente fáceis. Particularmente dos dois lados do Atlântico, as derrotas recentes têm-se acumulado, motivando grandes debates e reflexões internas quanto às causas desta perda de força.
Pois bem, na Luz a esquerda futebolística vive momentos de grande êxito. Tudo parte de Prestianni, o argentino que já é a cara deste Benfica, o desequilíbrio, a finta, o drible com sentido e sequência. O golo, a assistência, o núcleo criativo que beneficia os colegas. Mesmo que ele não tenha participação direta nos lances que terminam nas balizas adversárias, ele está lá, influente.
A equipa de Marco Silva bateu (2-0) o Vitória SC. Dahl e Sudakov, um em cada parte, marcaram em ações que arrancaram da esquerda, com Schjelderup e Echeverri exercendo como sócios de Prestianni. Os goleadores sueco e ucraniano foram, digamos assim, a consequência desta força à esquerda.
Os padrões e rotinas recentes que Marco Silva já tatuou neste coletivo foram, novamente, evidentes. Uma primeira parte de força ofensiva, um banco capaz de ter impacto. Até houve uma baliza a zeros, como em quatro dos últimos seis desafios. O FC Porto segue a cinco pontos de distância.
Se excluirmos Sporting, FC Porto e Belenenses, o Vitória Sport Clube é o adversário que mais vezes o Benfica defrontou, sendo este o 187.º embate entre ambos os clubes. As idas à Luz têm sido difíceis para os vimaranenses, que lá não vencem desde 2009, levando, desde então, 17 derrotas e meros três empates. Tendo somente em conta o campeonato, são 29 desafios seguidos das águias sem derrotas face a esta oposição minhota.
Logo de arranque viu-se um ajuste de Marco Silva. Desta feita, era claramente Prestianni quem partia da esquerda, com Andreas Schjelderup arrancando de zonas centrais e Rafa Silva no centro-direita. A divisão de espaços de início não excluia que o norueguês lateralizasse a posição para se encontrar com Prestianni, numa conexão que junta cérebro, pernas, técnica, imaginação.
Tardaram três minutos para que o elétrico Prestianni tirasse parte da defesa rival do caminho e desse para Schjelderup atirar em boa posição. Zych defendeu e, na recarga, Rafa pareceu fazer o mais difícil, acertando na barra. O encontro, nisso, foi honesto: este é o Benfica de Prestianni, do hábito de ter Prestianni a desequilibrar, e ele fê-lo desde a madrugada do jogo.
O Vitória vive mais uma época de plantel magro em soluções, um elenco longe das expetativas dos adeptos. Não, não é um grupo de futebolistas que, em condições normais, lute pela Europa. Há juventude valiosa, como a dupla de Nogueiras, mas parece sempre curto, por muito que Tiago Margarido já tenha provado saber fazer milagres. Os visitantes saíram da Luz com o total de zero remates enquadrados com a baliza de Samuel Soares.
Sem surpresa perante a superioridade local, o 1-0 apareceu aos 24'. Samuel Dahl pode aproveitar para ser o beneficiado das atenções que Prestianni e Schjelderup concentram, como uma manobra de diversão própria de uma tentativa de assalto a uma galeria de arte. O sueco tabelou com Pavlidis e picou com classe para abrir o marcador.
Até ao descanso, Barreiro e Prestianni estiveram perto do 2-0. Do lado do Vitória, Jakupovic parecia uma espécie de pequeno Arnautovic, requinte técnico, segurar a bola, servir de referência frontal, um austríaco com raízes balcânicas. Mas sem baliza, como se viu depois do intervalo, quando cabeceou sem direção em zona frontal.
A segunda metade foi de menos intenso domínio do Benfica, como se a inspiração fosse diminuindo ao ritmo que o dia dava lugar à noite de outubro na capital. Chegaram a ser minutos de vestir o fato do pragmatismo, mas sem sofrimento. O Vitória, carente de poder de fogo, ou não fosse o terceiro pior ataque do campeonato, jamais deu a impressão de poder aproveitar o momento para, sequer, criar uma oportunidade de golo.
Marco Silva lançou Echeverri, formando com Prestianni uma parelha de argentinos sub-20 que traz o potrero, o baldio, o futebol de rua, para a Luz. Tomás Araújo viu a desmarcação do diablito e isolou-o, mas Zych parou o remate. Pouco depois foi Prestianni a finalizar por cima.
Nunca chegou propriamente a haver intranquilidade entre o público da casa, mas um 1-0 é um 1-0, basta o mínimo erro para haver problemas e mais umas quantas frases freitas do dicionário da bola. As dúvidas dissiparam-se aos 75': novamente criando a partir da esquerda, Prestianni concentrou atenções, deu para Echeverri e este solicitou Sudakov. O ucraniano, que tem vivido meses difíceis em Portugal, com falta de confiança e o pano de fundo da guerra no seu país sempre presente, marcou pela primeira vez desde 5 de dezembro de 2025. Foi mais do que um mero remate certeiro para o médio.
O apito final chegou sem que o Vitória esboçasse uma reação, ainda que Telmo Arcanjo, num cruzamento venenoso, tenha acertado no poste. Apenas uma vitória em oito rondas é pouco num ambiente em que a paciência escasseia, mas provalmente Tiago Margarido é mais vítima que culpado. O Benfica, após a derrota no Dragão, retornou às vitórias, fiel ao ritmo que Marco Silva desde cedo está a colocar."
Dahl foi lá à frente mostrar (e com classe) como se faz
"Foram muitos os remates do Benfica, mas foi um defesa, no caso o lateral-esquerdo sueco, a desbloquear o resultado com um golo de belíssimo efeito. Médio ucraniano sossegou os adeptos. Prestianni em alta
O MELHOR EM CAMPO
7 PRESTIANNI — Não marcou (honra a Dahl e Sudakov) nem assistiu (mérito de Pavlidis e Echeverri), mas jogou muito à bola! Por certo motivado pela presença na seleção da Argentina, Prestianni começou a dar nas vistas logo ao minuto 4, a oferecer o golo a Schjelderup, que obrigou o guarda-redes vitoriano a brilhar. Já depois de ter arrancado um cartão amarelo a Strata, criou perigo aos 21', num remate (ou terá sido um cruzamento?) para defesa de Zych com os pés. No mesmo minuto descobriu Schjelderup, mas este falhou o 1-0. Ainda na etapa inicial, e pelo meio de alguns pormaiores bastante interessantes, arrancou mais um cartão amarelo, agora a Miguel Nogueira. Na etapa complementar deu menos nas vistas, mas aos 71' podia ter feito o segundo golo, só que o remate à entrada da área saiu por cima.
5 SAMUEL SOARES — O guarda-redes teve uma primeira parte tranquila, na qual não fez qualquer defesa. Na segunda também continuou quase sem trabalho, mas apanhou um susto em cima dos 90' após cruzamento de Telmo Arcanjo que levou a bola ao ferro.
5 BAH — Sem muito trabalho a nível defensivo na etapa inicial, deu mais nas vistas no ataque, procurando, nem sempre bem, combinar com Rafa e companhia. Viu-se em muitas ações ofensivas e também quando saiu aos 73'.
6 CIRCATI — A expulsão de Lenglet no Dragão catapultou o internacional australiano para o onze. Em estreia na equipa inicial, revelou bom entendimento com Tomás Araújo e nas bolas paradas ofensivas tentou sempre a sorte. Aos 40' acertou, de cabeça, de raspão na bola. Na segunda parte continuou em bom plano e mostrou ser opção para Marco Silva.
6 TOMÁS ARAÚJO — Teve novo parceiro no eixo da defesa — novo na perspetiva do onze inicial, já que na última jornada fez dupla com o aussie após a expulsão de Lenglet — e não estranhou. Central com pés de médio, cumpriu na principal missão, a defensiva, e aos 55' viu o cartão amarelo por falta sobre Strata.
7 DAHL — Nota inflacionada (não muito, refira-se) pelo golaço que marcou. Nunca tinha faturado no Estádio da Luz, mas quebrou o enguiço e logo com elevada nota artística. Após tabelar com Pavlidis, isolou-se pela meia-esquerda e, com enorme classe, picou a bola sobre Zych. Seguro a defender e cirúrgico a atacar.
6 PALHINHA — Mais posicional que Barreiro, nem por isso deixou de tentar a sorte, como aos 20', remate que acertou na muralha defensiva dos minhotos. Lê bem o jogo e fecha bem os espaços nas saídas do adversário, mas ontem pecou no passe — nesse aspeto falhou mais do que o habitual.
6 LEANDRO BARREIRO — Com ordem para se soltar mais do que Palhinha, tentou alguns golpes de asa, como um pontapé de bicicleta e um toque de calcanhar. Médio de alta rotação, tentou surgir em zonas de finalização e ser um dos primeiros a obstar às iniciativas ofensivas do Vitória. Aos 51' viu o amarelo por falta sobre Samu e 10' depois foi substituído.
5 RAFA — Começou o jogo com um remate que levou a bola a bater com estrondo no ferro da baliza de Zych ao minuto 4. Tentou, sem sempre com sucesso, criar desequilíbrios pela direita, mas não teve final de tarde particularmente inspirado. Saiu aos 73'.
6 SCHJELDERUP — Foi aposta no onze e abriu as hostilidades aos 4' com um remate rasteiro para defesa de Zych — diga-se que podia ter feito bem melhor. Aos 21' surgiu isolado frente ao keeper polaco, mas rematou ao lado. Começou endiabrado, mas foi perdendo gás e sem surpresa foi rendido aos 61'.
6 PAVLIDIS — Trabalhou muito, está motivado, mas não conseguiu o que mais pretendia: marcar. Não o fez, mas esteve no lance do primeiro golo ao tabelar com Dahl. Aos 34' foi egoísta e tentou o remate (que saiu por cima após desvio num defesa) quando tinha Rafa em melhor posição. Começou a segunda parte com um remate à malha lateral e nesse período, até sair aos 82', deu mais nas vistas como pivot, tal a quantidade de bolas que segurou e distribuiu — nem sempre bem, diga-se.
5 AURSNES — Entrou aos 61', foi para o meio-campo, mas com a saída de Bah recuou para o lado direito da defesa. Cumpriu.
6 ECHEVERRI — Entrou aos 61' e dois minutos depois esteve perto de marcar, mas rematou para defesa de Zych. Aos 73' assistiu Sudakov para o 2-0. Promete.
6 SUDAKOV — Entrou aos 73' e dois minutos depois... marcou, com um remate de pé direito no coração da área.
5 LUKEBAKIO — Entrou aos 73' e não demorou a criar problemas ao último reduto vimaranense.
- DURÁN — Entrou aos 82' e ainda tentou alvejar a baliza adversária."
Aquecer e jogar meia hora às vezes dá muito jeito…
"Benfica esteve imparável até perto do intervalo. Velocidade, múltiplas trocas de bola e dois ou três jogadores, sobretudo Prestianni, bem acima da média. O Vitória cresceu na segunda parte, mas sem nunca incomodar Samuel Soares
O Benfica entrou em campo (utilizando uma frase muito em voga nos últimos dias) com uma atitude de quero, posso e mando. O plano que Marco Silva propôs aos seus jogadores foi aceite: velocidade, múltiplas trocas de bola, dois ou três jogadores acima da média, sobretudo Prestianni, mas alguma (ou bastante) displicência na hora de rematar e fazer golo.
O Benfica queria golos. Aliás, não queria poucos, queria muitos. Porém, como tantas vezes acontece, entre querer e fazê-lo ia uma longa distância. A mesma que, logo ao minuto 4, fez com que Rafa, após jogada brilhante de Prestianni e remate de Schjelderup à figura de Zych, enviasse a bola, com estrondo, à barra. Foi um momento de frustração de Rafa, sim, mas que não apaga coisa nenhuma do que o número 27 tem feito na Luz nos últimos nove meses.
Era o primeiro sinal mais de uma exibição muito forte que se prolongaria quase até ao intervalo. Houve mais uma jogada, aos 21’, entre Prestianni e Schjelderup, com o norueguês a rematar ao lado. Pouco depois, o momento mais alto do primeiro tempo e talvez até do jogo todo.
Dahl recebe a bola sobre a esquerda, tabela com Pavlidis e, quando o sueco fica cara a cara com Zych, pica-lhe a bola e faz um bem bonito e merecido golo.
Dahl, sejamos sinceros, pode nem ser o jogador que mais autógrafos dá ou mais selfies tira com os adeptos do Benfica, mas é, decerto, um dos que mais recebe e dá carinho aos fãs. Há José Neto, há El Karouani, mas o titular, até ver, é Dahl. É credível e fiável e, por isso, os benfiquistas não devem inventar problemas onde eles não existem.
A colocação de Schjelderup ao meio e a confirmação de Prestianni à esquerda e de Rafa à direita trouxe sempre altíssima rotação ao ataque encarnado, com mobilidade, agressividade e múltiplas trocas de bola.
O Vitória, de forma compreensível, raramente saiu da sua área. Falha que, pelo fogo atacante do Benfica, não é apenas da responsabilidade dos minhotos. Não deveria ter acontecido, na perspetiva vimaranense, mas compreende-se. A entrada em campo dos encarnados foi forte e quase imparável até ao intervalo.
Porém, após o descanso, talvez pelas palavras de Tiago Margarido naqueles 15 minutos, a atitude do Vitória mudou. Os jogadores, quase em uníssono, responderam não a que a derrota fosse decretada de forma tão prematura. O lugar deles era em campo e a lutar pelo resultado.
E o Vitória, no segundo tempo, passou a ter mais bola, mais fluidez quando a tinha e, sobretudo, andando mais perto da zona de Samuel Soares. Talvez aproveitando o eventual desgaste dos jogadores do Benfica mais utilizados na longa paragem para os jogos das diversas seleções. Mesmo assim, o guarda-redes encarnado não teve trabalho algum. Esta é, acreditem, a mais pura das verdades.
Por volta da hora de jogo, os treinadores começaram a mexer. Primeiro, Marco Silva: Barreiro por Aursnes e Schjelderup por Echeverri. Talvez para surpresa de muitos, o norueguês e o argentino estavam bem para jogar 30 minutos. E jogaram. Pouco depois de ter entrado, Echeverri isolou-se pela esquerda e, à saída de Zych, rematou forte, mas o guarda-redes defendeu para canto.
Tiago Margarido respondeu de pronto: Nogueira por Arcanjo e Doucet por Mukendi.
Mas foi, de novo, o Benfica a estar perto de outro golo, numa abertura de Pavlidis para a entrada, sobre a direita, de Prestianni, com o argentino a rematar por cima da barra vitoriana. Sentia-se, porém, que o Vitória andava perto de criar ainda mais perigo e, sobretudo, de marcar e igualar.
Apercebendo-se disso ou por consequência do desgaste físico de alguns dos seus jogadores, Marco Silva voltou a mexer: Bah por Sudakov e Rafa por Lukebakio. Aursnes recuava para lateral-direito, Palhinha passava a estar mais fixo como número 6, com a dupla Sudakov-Echeverri à sua frente e atrás de Lukebakio, Pavlidis e Prestianni.
Até que Sudakov, pouco depois de ter entrado, viu o exemplar Prestianni a entrar pela direita, houve a cedência de bola ao leal Echeverri e este, por fim, colocou-a no pé direito do profissional Sudakov: remate, golo.
Faltavam 15 minutos para o final do jogo e, por entre mais trocas de Marco Silva e Tiago Margarido, Telmo Arcanjo rematou ao poste, na melhor hipótese de golo dos vitorianos. Pouco depois, o jogo acabou. A verdade ainda é a coisa mais importante na relação entre jornalista e leitor, por isso, aqui fica a verdade, por muito que doa aos vimaranenses: o Benfica foi justíssimo vencedor e o Vitória, tirando a bola ao poste já em cima dos 90’, nunca andou perto do golo."
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